Mariana Andrade Mousquer
Médica veterinária graduada pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) em setembro de 2013. Durante a graduação foi estagiária do laboratório de embriologia animal (embyolab) e também da clínica de equinos desta mesma instituição. Fez estágios extra-curriculares nas áreas de reprodução, clínica e cirurgia de equinos. Foi bolsista do programa CAPES/FIPSE, pelo qual permaneceu durante seis meses na Universidade da Georgia - EUA, onde participou como aluna das rotinas do laboratório de pesquisas em grandes animais e do hospital de grandes animais. Foi Médica Veterinária Residente na área de Clínica Médica de Equinos pela Universidade Federal de Pelotas de 2015 à 2017. Concluiu o mestrado na área de Ciências Veterinárias pelo Programa de Pós- Graduação em Medicina Veterinária da Universidade Federal de Pelotas. Doutora em Ciências Veterinárias pelo mesmo programa.
Informações coletadas do Lattes em 10/06/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em Veterinária
2019 - 2022
Universidade Federal de Pelotas
Título: Obesidade em equinos da raça Crioula
Carlos Eduardo Wayne Nogueira. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Mestrado em Veterinária
2017 - 2019
Universidade Federal de Pelotas
Título: Curva glicoinsulinêmica em éguas durante a gestação e sua relação com peso e altura dos neonatos
, Ano de Obtenção: 2019.Carlos Eduardo Wayne Nogueira.
Especialização - Residência médica
2015 - 2017
Universidade Federal de Pelotas
Residência médica em: Medicina Veterinária/Clínica de EquinosNúmero do registro: . Bolsista do(a): Ministério da Educação, MEC, Brasil.
Formação complementar
2017 - 2017
Curso de Andrologia e Processamento de Sêmen Equino. (Carga horária: 8h). , Centro Universitário Ritter dos Reis, UniRITTER, Brasil.
2015 - 2015
Obstetrícia Equina, Neonato e Clínica de Potros. (Carga horária: 8h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.
2015 - 2015
Treinamento Teórico e Prático de Manejo do Parto e Cuidados com Neonato. (Carga horária: 2h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.
2012 - 2012
Inseminação Artificial em Bovinos. (Carga horária: 40h). , Fundação Bradesco, FB, Brasil.
2009 - 2009
Perícia Forense da área cívil para Med. Vet.. (Carga horária: 12h). , Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária / Subárea: Clínica e Cirurgia Animal/Especialidade: Clínica e reprodução de equinos.
Organização de eventos
CURCIO, B. R. ; NOGUEIRA, C. E. W. ; MOUSQUER, M. A. ; MORAES, B. S. S. ; MULLER, V. ; ELGUEA, F. O. ; ARAUJO, L. O. ; BRASIL, C. L. ; PAZINATO, F. M. ; FEIJO, L. S. ; DANTAS, F. T. R. . II Curso Teórico-Prático de Neonatologia Equina. 2017. (Outro).
MOUSQUER, M. A. . Campanha de Vacinação Anti-rábica canina e felina. 2012. (Outro).
Participação em eventos
X Simposio Internacional do Cavalo Atleta - SIMCAV Online. 2021. (Simpósio).
XV Fórum de Gastroenterologia Equina / X Ciclo Internacional Sobre Cólica Equina / XIV Ciclo Nacional Sobre Cólica Equina. 2021. (Outra).
XXI Conferência Anual Abraveq. 2021. (Congresso).
XIX Conferência Anual Abraveq. 2018. (Congresso).
Ciclo de Palestras ABCCC e ABRAVEQ. 2017. (Outra).
II Simpósio Nacional de Equinos. 2017. (Simpósio).
XVII Conferência Anual da Abraveq. 2016. (Outra).
Conferência Anual da ABRAVEQ. 2015. (Outra).
I Simpósio Nacional de Equinos - SINEQ. 2015. (Simpósio).
XV CONFERÊNCIA ANUAL DA ABRAVEQ. 2014. (Outra).
Seminário de responsabilidade técnica em Medicina Veterinária - Modulo Básico. 2013. (Seminário).
50 anos do Curso de Medicina Veterinária. 2011. (Simpósio).
I ciclo de palestras de anestesiologia veterianária. 2011. (Simpósio).
I Congresso Missioneiro da Raça Crioula. 2011. (Congresso).
Tópicos especiais no diagnóstico de alterações endometriais na égua. 2011. (Outra).
XV Semana Acadêmica da Medicina Veterinária. 2010. (Simpósio).
Reprodução assistida em ovinos lanados e deslanados. 2009. (Outra).
XIV Semana Acadêmica da Medicina Veterinária. 2009. (Simpósio).
2°Workshop Interdisciplinar de Iniciação Cientifica em Medicina Veterinária. 2008. (Outra).
IV Seminário de Controle de Qualidade. 2008. (Seminário).
Participação em bancas
MOUSQUER, M. A.; PEREIRA, R. C. F.; RAFAEL, L. A.. Gastroscopia em potros de sete a quarenta e cinco dias de vida. 2024. Dissertação (Mestrado em Veterinária) - Universidade Federal de Pelotas.
NOGUEIRA, C. E. W.MOUSQUER, M. A.; RAFAEL, L. A.. Atividade assistida por equinos em grupo de pacientes com transtornos mentais: Implementação de projeto piloto em Unidade Básica de Saúde em Pelotas. 2021. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Residência multiprofissional e em área profissional da Saúde) - Universidade Federal de Pelotas.
CURCIO, B. R.; GASPERIN, B.;MOUSQUER, M. A.. Estágio curricular supervisionado - Reprodução de Equinos. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Pelotas.
NOGUEIRA, C. E. W.; MONDADORI, R. G.;MOUSQUER, M. A.. Estágio curricular supervisionado - Reprodução de Equinos. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Pelotas.
VIEIRA, A. D.; CURCIO, B. R.;MOUSQUER, M. A.. SEMANA DAS DEFESAS DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO EM MEDICINA VETERINÁRIA (SEDECS). 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Pelotas.
CURCIO, B. R.; SCHUCH, L. F.;MOUSQUER, M. A.. SEMANA DAS DEFESAS DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO EM MEDICINA VETERINÁRIA (SEDECS). 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Pelotas.
Produções bibliográficas
-
NETO, MARCOS EDUARDO ; CURCIO, BRUNA DA ROSA ; PIVATO, GIOVANA MANCILLA ; DA SILVA, GABRIELA CASTRO ; SOUZA, RAFAELA PINTO ; MOUSQUER, MARIANA ANDRADE ; FIORETTI, RAPHAEL AZEVEDO ; NOGUEIRA, CARLOS EDUARDO WAYNE . Efficiency of umbilical vessel water infusion in the management of retained fetal membranes after elective C-section in mares. JOURNAL OF EQUINE VETERINARY SCIENCE , v. 125, p. 104813, 2023.
-
DE SOUZA, RAFAELA P. ; MOUSQUER, MARIANA A. ; MÜLLER, VITÓRIA ; BARBOSA, JÉSSICA CAROLINA REIS ; LEITE, FÁBIO PEREIRA LEIVAS ; GUEDES, ROBERTO MAURÍCIO C. ; CURCIO, BRUNA DA ROSA ; NOGUEIRA, CARLOS E.W. . High Seroprevalence of Lawsonia intracellularis in Thoroughbred Farms in Southern Brazil. JOURNAL OF EQUINE VETERINARY SCIENCE , v. 128, p. 104890, 2023.
-
TRÁPAGA, MARIANA RODRIGUES ; POESTER, VANICE RODRIGUES ; MOUSQUER, MARIANA ANDRADE ; DE SOUZA, RAFAELA PINTO ; RAFAEL, LEANDRO AMÉRICO ; BONEL, JOSIANE ; MELO, ARYSE MARTINS ; REIS, ANGELITA GOMES ; DE FARIA, RENATA OSORIO ; STEVENS, DAVID A. ; NOGUEIRA, CARLOS EDUARDO WAYNE ; XAVIER, MELISSA ORZECHOWSKI . Systemic aspergillosis associated with acute enterocolitis in foals. JOURNAL DE MYCOLOGIE MEDICALE , v. 33, p. 101433, 2023.
-
MOUSQUER, MARIANA ANDRADE ; CURCIO, BRUNA DA ROSA ; WENDT, CAMILA GERVINI ; MORAES, BRUNA DOS SANTOS SUÑÉ ; SOUZA, RAFAELA PINTO DE ; SANTOS, ISADORA PAZ DE OLIVEIRA DOS ; RAPHAELLI, GABRIELA MAROCCO ; NOGUEIRA, CARLOS EDUARDO WAYNE . Metabolic profile and body condition score of Crioulo horses finalists in the Freio de Ouro competition. SEMINA. CIÊNCIAS AGRÁRIAS (ONLINE) , v. 44, p. 1947-1960, 2023.
-
MOUSQUER, MARIANA ANDRADE ; MORAES, BRUNA DOS SANTOS SUÑE ; SANTOS, ALICE CORRÊA ; SOUZA, RAFAELA PINTO DE ; LIMA, MARCELO DE ; RODRIGUES, PAULO RICARDO CENTENO ; CURCIO, BRUNA DA ROSA ; NOGUEIRA, CARLOS EDUARDO WAYNE . Humoral immunity is not altered in overweight pregnant Crioulo mares. BRAZILIAN JOURNAL VETERINARY RES. AND ANIMAL SCIENCE , v. 60, p. e210215, 2023.
-
SOUZA, RAFAELA PINTO DE ; MOUSQUER, MARIANA ANDRADE ; MÜLLER, VITÓRIA ; CURCIO, BRUNA DA ROSA ; NOGUEIRA, CARLOS EDUARDO WAYNE . Enteropatógenos associados a enterocolite em potros: Aspectos epidemiológicos, clínicos e métodos de diagnóstico. RESEARCH, SOCIETY AND DEVELOPMENT , v. 10, p. e14710414008, 2021.
-
MOUSQUER, M. A. ; RAFAEL, L. A. ; FERREIRA, N. O. ; SILVA, M. A. ; PINO, T. S. ; ASSIS, C. P. ; CURCIO, B. R. ; NOGUEIRA, C. E. W. . Outcome of a Ceratohyiodectomy in a Criollo Mare with Temporohyoid Osteoarthropathy. ACTA SCIENTIAE VETERINARIAE (ONLINE) , v. 49, p. 641, 2021.
-
MÜLLER, VITÓRIA ; MORAES, B. S. S. ; SOUZA, R. P. ; MOUSQUER, M. A. ; DEWES, C. ; SILVA, E. F. ; NOGUEIRA, C. E. W. . Soroprevalência de leptospirose em cavalos de corrida: um estudo observacional descritivo. RESEARCH, SOCIETY AND DEVELOPMENT , v. 10, p. e29910817287, 2021.
-
MOUSQUER, M. A. ; ALMEIDA, L. T. ; SOUZA, R. P. ; MULLER, V. ; PIEMOLINI, E. M. ; CURCIO, B. R. ; NOGUEIRA, C. E. W. . Factors influencing the composition and balance of foals? microbiota. RESEARCH, SOCIETY AND DEVELOPMENT , v. 10, p. e12810917778, 2021.
-
TORRES, A. J. ; NOGUEIRA, C. E. W. ; MOUSQUER, M. A. ; JACOBSEN, T. K. ; NEVES, A. P. ; BASTIANI, G. . Prevalência de alterações radiológicas nas articulações do tarso em equinos com sobrepeso da raça crioula em manejo extensivo. RESEARCH, SOCIETY AND DEVELOPMENT , v. 10, p. e35610817185, 2021.
-
SANTOS, ALICE CORRÊA ; NOGUEIRA, CARLOS EDUARDO WAYNE ; DOS SANTOS SUÑE MORAES, BRUNA ; MÜLLER, VITÓRIA ; MOUSQUER, MARIANA ANDRADE ; LEITE, FÁBIO PEREIRA LEIVAS . Immune response of adult horses, pregnant mares and foals to an experimental vaccine with recombinant EMA-2 protein of Theileria equi. RESEARCH IN VETERINARY SCIENCE , v. 139, p. 186-192, 2021.
-
MOUSQUER, M. A. ; CURCIO, B. R. ; MULLER, V. ; PIEMOLINI, E. M. ; WENDT, C. G. ; NOGUEIRA, C. E. W. . Complete Avulsion of the Hoof Capsule and Subsequent Testicular Degeneration in a Criollo Stallion. ACTA SCIENTIAE VETERINARIAE (ONLINE) , v. 49, p. 677, 2021.
-
MULLER, V. ; TORIBIO, R. E. ; DEMBEK, K. ; MORAES, B. S. S. ; MOUSQUER, M. A. ; CURCIO, B. R. ; NOGUEIRA, C. E. W. . Serum cortisol and thyroid hormone concentrations and survival in foals born from mares with experimentally induced ascending placentitis. Journal of Veterinary Internal Medicine , v. 35, p. 1-7, 2020.
-
SOUZA, R. P. ; RAFAEL, L. A. ; MOUSQUER, M. A. ; MULLER, V. ; AVILA, P. A. O. ; NOGUERA, D. M. ; CURCIO, B. R. ; NOGUEIRA, C. E. W. . Small Intestine Strangulating Obstruction by Mesenteric Pedunculated Lipoma in a Criollo Mare. ACTA SCIENTIAE VETERINARIAE (ONLINE) , v. 48, p. 512, 2020.
-
MOUSQUER, M. A. ; PEREIRA, A. B. ; FINGER, I. S. ; FRANZ, H. C. ; TORRES, A. J. ; MULLER, V. ; NOGUEIRA, C. E. W. . Glucose and insulin curve in pregnant mares and its relationship with clinical and biometric features of newborn foals. PESQUISA VETERINÁRIA BRASILEIRA (ONLINE) , v. 39, p. 764-770, 2019.
-
HACK, J. D. ; MOUSQUER, M. A. ; RIES, A. S. ; DEWES, C. ; SOUZA, R. P. ; FERREIRA, N. O. ; BRUHN, F. R. P. ; NOGUEIRA, C. E. W. . SOROPREVALÊNCIA DE Leptospira interrogans E FLAVIVIROSES EM EQUINOS DA CIDADE DE PELOTAS E REGIÃO, NO RIO GRANDE DO SUL. SCIENCE AND ANIMAL HEALTH , v. 6, p. 228, 2019.
-
MOUSQUER, M. A. ; MULLER, V. ; PAZINATO, F. M. ; MORAES, B. S. S. ; RAFAEL, L. A. ; CURCIO, B. R. ; NOGUEIRA, C. E. W. . Gestation in a Mare with Facial Deviation (Wry Nose). ACTA SCIENTIAE VETERINARIAE (ONLINE) , v. 47, p. 113/421-119, 2019.
-
MOUSQUER, M. A. ; SANTOS, A. C. ; BRASIL, C. L. ; NOGUEIRA, C. E. W. . OBESIDADE EM ÉGUAS DURANTE A GESTAÇÃO. REVISTA CIENTÍFICA RURAL , v. 21, p. 357-371, 2019.
-
TORRES, A. J. ; NOGUEIRA, C. E. W. ; SANTOS, A. C. ; BRASIL, C. L. ; FINGER, I. S. ; FEIJO, J. ; MOUSQUER, M. A. ; BASTIANI, G. ; NEVES, A. P. . Foals Developmental Orthopedic Disease Associated with Metabolic and Biometric Characterization of Pregnant Overweight Crioulo Mares. ACTA SCIENTIAE VETERINARIAE (ONLINE) , v. 48, p. 1758, 2019.
-
MORAES, B. S. S. ; SANTOS, A. C. ; FORNARI, L. M. ; DORNELES, C. M. ; IZQUIERDO, V. S. ; MOUSQUER, M. A. ; NOGUEIRA, C. E. W. . Síndrome Metabólica Equina: Uma doença silenciosa. Revista da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos, p. 146 - 147, 15 dez. 2015.
-
SANTOS, A. C. ; NOGUEIRA, C. E. W. ; MOUSQUER, M. A. ; CURCIO, B. R. ; MORAES, B. S. S. . Síndrome Metabólica Equina: Como identificar e abordar pacientes de risco? Revisão de literatura. Revista do Conselho Federal de Medicina Veterinária.
-
SANTOS, I. P. O. ; SOUZA, R. P. ; MOUSQUER, M. A. ; CURCIO, B. R. ; SILVA, G. C. ; NOGUEIRA, C. E. W. . HEMOGASOMETRIA DE POTROS NEONATOS PROVENIENTES DE PARTO NATURAL E CESÁREA ELETIVA. In: XXV Encontro de Pós-Graduação, 2023, Pelotas. XXV ENPÓS - Encontro de Pós Graduação, 2023.
-
MOUSQUER, M. A. ; SOUZA, R. P. ; RAFAEL, L. A. ; BONEL, J. ; MELO, A. M. ; REIS, A. G. ; FARIA, R. O. ; STEVENS, D. A. ; XAVIER, M. O. ; NOGUEIRA, C. E. W. . Systemic aspergillosis secondary to acute enterocolitis in foals. In: 9th ADVANCES AGAINST ASPERGILLOSIS AND MUCORMYCOSIS, 2020, Lugano, Suiça. ABSTRACT BOOK - 9th ADVANCES AGAINST ASPERGILLOSIS AND MUCORMYCOSIS, 2020. p. 216.
-
MOUSQUER, M. A. ; MULLER, V. ; MORAES, B. S. S. ; PINTO, N. R. ; CURCIO, B. R. ; NOGUEIRA, C. E. W. . ANÁLISE DE GASES SANGUÍNEOS E DE LACTATO DE NEONATO PROVENIENTE DE GESTAÇÃO DE RISCO. In: XXI Encontro de Pós-Graduação, 2019, Pelotas. XXI Encontro de Pós-Graduação, 2019.
-
MORAES, B. S. S. ; WENDT, C. G. ; MOUSQUER, M. A. ; OLIVEIRA, I. P. ; RAPHAELLI, G. M. ; NOGUEIRA, C. E. W. . CARACTERIZAÇÃO DO ESCORE DE CONDIÇÃO CORPORAL E PARÂMETROS BIOMÉTRICOS NA RAÇA CRIOULA ? DADOS PRELIMINARES. In: XXI Encontro de Pós-Graduação, 2019, Pelotas. XXI Encontro de Pós-Graduação, 2019.
-
OLIVEIRA, I. P. ; DALCIN, A. L. P. ; MOUSQUER, M. A. ; CURCIO, B. R. ; NOGUEIRA, C. E. W. . AVALIAÇÃO DAS CONCENTRAÇÕES DE INSULINA E GLICOSE EM ÉGUAS DURANTE A GESTAÇÃO. In: XXVIII Congresso de Iniciação Científica, 2019, Pelotas. XXVIII Congresso de Iniciação Científica, 2019.
-
SOUZA, R. P. ; HACK, J. D. ; MOUSQUER, M. A. ; WENDT, C. G. ; MORAES, B. S. S. ; NOGUEIRA, C. E. W. . 'UTILIZAÇÃO DE EQUINOS COMO SENTINELA EM INQUÉRITO SOROEPIDEMIOLÓGICO DE FLAVIVIROSES NA CIDADE DE PELOTAS E REGIÃO NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. In: XXI Encontro de Pós Graduação, 2019, Pelotas. XXI Encontro de PósGraduação, 2019.
-
SANTOS, A. C. ; NOGUEIRA, C. E. W. ; MORAES, B. S. S. ; MOUSQUER, M. A. ; WEEGE, G. B. ; LEITE, F. P. L. . IMUNOGENICIDADE DE VACINA RECOMBINANTE PARA Theileria equi EM ÉGUAS GESTANTES E POTROS EM ÁREA LIVRE DE CARRAPATOS ? DADOS PRELIMINARES. In: XXI Encontro de Pós-Graduação, 2019, Pelotas. Anais 2019 -XXI Encontro de Pós Graduação - 5° Semana Integrada, 2019.
-
DALCIN, A. L. P. ; WENDT, C. G. ; PEREIRA, A. B. ; MOUSQUER, M. A. ; PINTO, N. R. ; NOGUEIRA, C. E. W. . 'PESO E ALTURA DE POTROS NASCIDOS DE ÉGUAS DA RAÇA CRIOULA COM LAMINITE CRÔNICA - DADOS PRELIMINARES. In: XXVII Congresso de Iniciação Científica - Semana Integrada de Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão (SIIEPE), 2018, Pelotas. XXVII Congresso de Iniciação Científica - Anais 2018, 2018.
-
PIVATO, G. M. ; MOUSQUER, M. A. ; RAFAEL, L. A. ; SOUZA, L. S. ; SOUZA, R. P. ; NOGUEIRA, C. E. W. . Empiema de bolsa gutural com presença de condróides em equino: Relato de caso. In: III Semana de Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão - XXXVI Congresso de Iniciação Cientifica, 2017, Pelotas. III SIIEPE- XXXVI Congresso de Iniciação Científica, 2017.
-
GRIEBELER, E. G. ; NUNES FILHO, M. A. S. ; DANIELSKI, J. N. S. ; MORAES, B. S. S. ; MOUSQUER, M. A. ; NOGUEIRA, C. E. W. . Corpo estranho no membro torácico de equino. In: III Semana de Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão - XXXVI Congresso de Iniciação Cientifica, 2017, Pelotas. III SIIEPE - XXXVI Congresso de Iniciação Cientifica, 2017.
-
PINTO, N. R. ; MORAES, B. S. S. ; MULLER, V. ; MOUSQUER, M. A. ; NOGUEIRA, C. E. W. . Distocia em égua ponei devido a malformação fetal - Relato de caso. In: III Semana de Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão - XXXVI Congresso de Iniciação Cientifica, 2017, Pelotas. III SIIEPE- XXXVI Congresso de Iniciação Científica, 2017.
-
SANTOS, A. C. ; VIANNA, A. M. ; WEEGE, G. B. ; MOUSQUER, M. A. ; SOUZA, L. S. ; HACK, J. D. ; LEITE, F. P. L. . Relação entre a vacinação materna e a modulação da resposta imune humoral de potros vacinados com EMA-2 recombinante de Theileria equi. In: III Semana de Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão - XIX Encontro de Pós- Graduação, 2017, Pelotas. III SIIEPE- XIX Encontro de Pós- Graduação, 2017.
-
WENDT, C. G. ; MOUSQUER, M. A. ; TORRES, A. J. ; SANTOS, A. C. ; BRASIL, C. L. ; NOGUEIRA, C. E. W. . Peso e altura de potros nascidos de éguas da raça Crioula com elevado escore corporal. In: III Semana de Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão - XXXVI Congresso de Iniciação Cientifica, 2017, Pelotas. III SIIEPE- XXXVI Congresso de Iniciação Científica, 2017.
-
SOUZA, L. S. ; RAFAEL, L. A. ; MOUSQUER, M. A. ; NOGUERA, D. M. ; PAZINATO, F. M. ; CURCIO, B. R. . Tumor de células da granulosa em égua mestiça: Relato de caso. In: III Semana de Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão - XIX Encontro de Pós-Graduação, 2017, Pelotas. III SIIEPE- XIX Encontro de Pós- Graduação, 2017.
-
PEREIRA, A. B. ; OLIVEIRA, D. P. ; MOUSQUER, M. A. ; BUENO, V. L. C. ; CURCIO, B. R. . AVALIAÇÃO ENDOSCÓPICA DAS VIAS AÉREAS SUPERIORES DE 15 EQUINOS ATENDIDOS NO HOSPITAL DE CLÍNICAS VETERINÁRIAS DA UFPel. In: XVII Encontro de Pós-Graduação,, 2015, Pelotas. XVI Encontro de Pós-Graduação UFPEL, 2015.
-
OLIVEIRA, D. P. ; RODRIGUES, G. L. ; BUENO, V. L. C. ; MOUSQUER, M. A. ; PEREIRA, A. B. ; NOGUEIRA, C. E. W. . Levantamento dos casos atendidos no ambulatório Veterinário do HCV-UFPel em Pelotas, RS e a importância do projeto frente a comunidade. In: XVII Encontro de Pós-Graduação, 2015, Pelotas. XVII Encontro de Pós-Graduação, 2015.
-
MOUSQUER, M. A. ; SPOTORNO, P. C. B. ; ETGES, J. P. H. ; BUENO, V. L. C. ; SANTOS, F. C. C. ; CURCIO, B. R. . Endoscopia do trato urogenital em equino macho: Descrição de técnica. In: XVII Encontro de Pós-Graduação, 2015, Pelotas. XVII Encontro de Pós-Graduação, 2015.
-
SANTOS, I. P. O. ; ALMEIDA, L. T. ; NOGUEIRA, C. E. W. ; WENDT, C. G. ; SOUZA, R. P. ; MOUSQUER, M. A. ; CURCIO, B. R. . Ultrassonografia Doppler nos Primeiros 30 dias de Gestação em Éguas da Raça Crioula ? Dados Preliminares. In: XXIV Conferência Anual da Associação Brasileira de Veterinário de Equideos, 2024, Campinas. XXIV Conferência Anual ABRAVEQ, 2024.
-
SANTOS, I. P. O. ; CURCIO, B. R. ; NETO, M. E. ; SOUZA, R. P. ; MOUSQUER, M. A. ; RAFAEL, L. A. ; PIVATO, G. M. ; SILVA, G. C. ; NOGUEIRA, C. E. W. . Avaliação do Escore de APGAR em Potros Provenientes de Parto Cesárea Eletiva. In: XXIV Conferência Anual da Associação Brasileira de Veterinário de Equideos, 2024, Campinas. XXIV Conferência Anual ABRAVEQ, 2024.
-
SILVA, R. B. ; OLIVEIRA, I. P. ; SOUZA, R. P. ; MOUSQUER, M. A. ; WENDT, C. G. ; RAPHAELLI, G. M. ; CURCIO, B. R. ; NOGUEIRA, C. E. W. . ESCORE DE CONDIÇÃO CORPORAL (ECC) E ACÚMULO DE ADIPOSIDADE EM FINALISTAS DE PROVA MORFOLÓGICA - DADOS PRELIMINARES. In: XXII Conferência anual da ABRAVEQ, 2022, Campinas - SP. XXII Conferência anual da ABRAVEQ, 2022.
-
DALLMAN, P. B. J. ; OLIVEIRA, I. P. ; PIEMOLINI, E. M. ; NETO, M. E. ; SOUZA, R. P. ; MOUSQUER, M. A. ; SILVA, G. C. ; NOGUEIRA, C. E. W. ; CURCIO, B. R. . AVALIAÇÃO DO ACETATO DE HISTRELINA COMO AGENTE INDUTOR DA OVULAÇÃO EM ÉGUAS. In: XXI Conferência Anual ABRAVEQ, 2021. XXI Conferência Anual ABRAVEQ, 2021.
-
MULLER, V. ; SANTOS, A. C. ; MOUSQUER, M. A. ; MORAES, B. S. S. ; NOGUEIRA, C. E. W. ; LEITE, F. P. L. . Resposta sorológica de potros vacinados com vacina experimental contendo rEMA-2 ao desafio comTheileria equi. In: XXI Conferência Anual ABRAVEQ, 2021. Revista Acadêmica Ciência Animal, 2021. v. 19. p. 56.
-
OLIVEIRA, I. P. ; MOUSQUER, M. A. ; WENDT, C. G. ; SILVA, M. A. ; CURCIO, B. R. ; NOGUEIRA, C. E. W. . AVALIAÇÃO DE SINAIS DE MATURIDADE E VIABILIDADE NEONATAL DE POTROS ORIUNDOS DE GESTAÇÃO DE ÉGUAS SADIAS TRATADAS COM CIPIONATO DE ESTRADIOL NO TERÇO FINAL DE GESTAÇÃO. In: XXX Congresso de Iniciação Científica, 2021, Pelotas. XXX Congresso de Iniciação Científica - 7a Semana Integrada de Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão - UFPel, 2021.
-
WENDT, C. G. ; OLIVEIRA, I. P. ; MOUSQUER, M. A. ; TORRES, A. J. ; CURCIO, B. R. ; NOGUEIRA, C. E. W. . Gestação Gemelar em éguas da Raça Crioula - Dados Preliminares. In: II Congresso REPROLAB de Reprodução Equina, 2019, Porto Alegre. ANAIS DO II CONGRESSO REPROLAB DE REPRODUÇÃO EQUINA, 2019. p. 95-95.
-
MOUSQUER, M. A. ; SILVA, G. B. ; SILVA, D. R. P. ; DE LA CORTE, F. D. ; BRASS, K. E. . PROLAPSO DE ÍRIS SECUNDÁRIO A ÚLCERA DE CÓRNEA PROFUNDA: RELATO DE CASO. In: XV CONFERÊNCIA ANUAL ABRAVEQ, 2014, Campos do Jordão - SP. PROGRAMA E RESUMOS XV CONFERÊNCIA ANIUAL ABRAVEQ, 2014. p. 342-342.
-
MOUSQUER, M. A. ; MULLER, V. ; MORAES, B. S. S. ; PINTO, N. R. ; CURCIO, B. R. ; NOGUEIRA, C. E. W. . ANÁLISE DE GASES SANGUÍNEOS E DE LACTATO DE NEONATO PROVENIENTE DE GESTAÇÃO DE RISCO. 2019. (Apresentação de Trabalho/Outra).
-
MOUSQUER, M. A. ; SPOTORNO, P. C. B. ; ETGES, J. P. H. ; BUENO, V. L. C. ; SANTOS, F. C. C. ; CURCIO, B. R. . Endoscopia do trato urogenital em equino macho: Descrição de técnica. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).
-
MOUSQUER, M. A. ; SILVA, G. B. ; SILVA, D. R. P. ; DE LA CORTE, F. D. ; BRASS, K. E. . PROLAPSO DE ÍRIS SECUNDÁRIO A ÚLCERA DE CÓRNEA PROFUNDA: RELATO DE CASO. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
-
CASASSOLA, I. ; FIN, C.D. ; MOUSQUER, M. A. ; ENGSTER, R. S. ; DILKIN, P. ; BOTTON, S.A. . A IMPORTÂNCIA DA PREVENÇÃO DA ANEMIA INFECCIOSA EQUINA EM FEIRAS AGROPECUÁRIAS. 2008. (Apresentação de Trabalho/Outra).
Projetos de pesquisa
-
2022 - 2023
Efeito da administração de omeprazol associado a anti-inflamatório não esteroidal em equinos, Descrição: O estômago dos equinos têm particularidades anatômicas e fisiológicas que combinadas com fatores predisponentes, facilitam a ocorrência de gastropatias. Os mecanismos de lesão na mucosa gástrica iniciam basicamente pelo desequilíbrio entre os fatores protetivos intrínsecos (prostaglandinas, secreção de muco, irrigação sanguínea) e os fatores agressivos intrínsecos, como a produção de ácido clorídrico, que altera os mecanismos de defesa da mucosa gástrica, resultando em inflamação, erosão e formação de úlceras (RANZALES ALVES, 2013). Estresse, alterações na dieta, exercício e uso de anti-inflamatórios não esterioidais (AINES) estão associadas ao aparecimento dessas lesões (CAMACHO-LUNA et al, 2018). Na rotina clínica, medicamentos AINES estão entre os fármacos mais utilizados em uma variedade de doenças agudas ou crônicas, pelas suas propriedades anti-inflamatórias, antipiréticas e antiendotóxicas que resultam da inibição da enzima ciclooxigenase (COX). No entanto, o bloqueio dessa enzima inibe a síntese de prostaglandina que resulta na diminuição do fluxo sanguíneo da mucosa, diminuição da produção de muco e aumento da secreção ácido clorídrico, induzindo úlcera gástrica em várias espécies, especialmente quando usados em altas doses ou por períodos prolongados (PEDERSEN et al., 2017; BUCHANAN ANDREWS, 2013). A gastroscopia é o único método atualmente disponível para diagnóstico definitivo de úlcera gástrica e o tratamento farmacológico é baseado principalmente no uso de inibidores de bomba de prótons, representado pelo omeprazol (CAMACHO-LUNA et al, 2018).Mais recentemente, estudos demonstraram que a administração concomitante de omeprazol aumenta o risco de toxicidade gastrointestinal induzida por fenilbutazona em relação a administração de fenilbutazona isolada (Ricord et al., 2020). Além disso, em humanos, o tratamento com inibidores de bomba de prótons estra associado a mudanças na microbiota intestinal e aumento do risco de infecções entéricas por Clostridioides difficile, Salmonella spp. , Shiguella ou Campylobacter spp (IMHANN et al., 2016). Em cavalos as informações sobre esse efeito ainda são escassas. Cerri e colaboradores em 2021 observaram que a administração de omeprazol em equinos durante 7 dias consecutivos não induziu mudanças significativas na composição da microbiota fecal ou glandular gástrica, no entanto, certos gêneros microbianos tornaram-se mais predominantes na mucosa gástrica.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Gabriela Castro da Silva - Integrante / Rafaela Pinto de Souza - Integrante / GIOVANA MANCILLA PIVATO - Integrante / Leandro Américo Rafael - Integrante / Gabriela Marocco Raphaelli - Integrante / Margarida Aires da Silva - Integrante / Eliza Moreira Piemolini - Integrante / Marcos Eduardo Neto - Integrante / Rafaela Bastos da Silva - Integrante / Isadora Paz Oliveira dos Santos - Integrante / gabriela camillo - Integrante / JAYNE DA ROSA PEDROZO - Integrante / MANOELA FÁTIMA PACHECO - Integrante / MILENA MIOLO ANTUNES - Integrante / NATÁLIA BUCHHORN DE FREITAS - Integrante / NATHALIA MASKE FISS - Integrante / PALOMA BEATRIZ JOANOL DALLMANN - Integrante / RAFAELA AMESTOY DE OLIVEIRA - Integrante / RAPHAEL AZEVEDO FIORETTI - Integrante / ROBERTA WILBORN - Integrante / TALITA VITORIA OLIVEIRA FABOSSA - Integrante / THAIS FEIJO GOMES - Integrante.
-
2022 - Atual
Perfil metabólico, condição corporal e avaliação radiográfica de cavalos Crioulos finalistas do ciclo funcional e morfológico do Freio de Ouro., Descrição: A raça Crioula é rústica, expressiva e está amplamente difundida nas Américas. Atualmente o Brasil possui um total de mais de 400 mil animais distribuídos em território brasileiro, movimentando só no ano de 2017, mais de R$ 130 milhões (ABCCC, 2019). A ascensão e a valorização do cavalo Crioulo, com o destaque em provas e exposições como a Morfologia (que analisa todos os atributos físicos que definem a tipicidade da raça), implicou também em mudanças no padrão de criação e manejo nutricional destes animais. A alteração para uma dieta rica em energia, associada ao confinamento em cocheiras e pouco exercício, resulta no aparecimento da obesidade, condição em que a raça Crioula é predisposta, e consequentemente de doenças ortopédicas. A obesidade, por sua vez, é uma condição patológica predisponente ao desenvolvimento de doenças metabólicas, como a síndrome metabólica equina (SME). O termo é usado para descrever o aumento da adiposidade associada à resistência à insulina, que caracteriza as doenças endócrinas (Frank et al., 2010). Os cavalos afetados pela SME costumam apresentar um escore de condição corporal (ECC) de 7 a 9 em uma escala de 1 (pobre) a 9 (extremamente obeso) desenvolvida por Henneke et. al (1983) e expressivo acúmulo de gordura na crista do pescoço, quantificada em uma escala de 0 - 5 de acordo com Carter el. al (2019). Tal distúrbio tem sido relatado mundialmente como uma das principais causas de laminite crônica em equinos, no entanto, quando associada à endocrinopatia, o curso pode ser subclínico, o que permite que ocorram alterações nas estruturas do casco antes mesmo que os animais manifestem claudicação. Tendo em vista o aumento do índice de animais obesos na raça Crioula, o presente estudo tem como objetivo avaliar a porcentagem de animais supra condicionados e que possam apresentar alterações metabólicas e/ou ortopédicas presentes na final da prova de morfologia e das provas funcionais da raça.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Rafaela Pinto de Souza - Integrante / Leandro Américo Rafael - Integrante / Marcos Eduardo Neto - Integrante / Rafaela Bastos da Silva - Integrante / André Machado da Silva Júnior - Integrante / STHER MELLO DIAS DA COSTA - Integrante.
-
2022 - Atual
Concentração Plasmática de Neuroesteróides em Potros com Síndrome de Mau Ajustamento neonatal submetidos a técnica de Squeeze, Descrição: A síndrome do mau ajustamento neonatal (SMN) é o distúrbio neurológico mais comum em potros nas primeiras 72 horas de vida (ALEMAN et al., 2019) e está associado a altos custos com hospitalização. Os potros apresentam alterações de comportamento e estado de consciência do ambiente, como falta de afinidade e ligação com a égua, sono alterado (ALEMAN et al, 2017, NOGUEIRA LINS, 2009), semelhante a alguns sintomas observados em crianças com autismo. Uma possível conexão entre estes distúrbios têm sido explorada com base em comparações atuais sobre o envolvimento do desequilíbrio de neuroesteróides em distúrbios psiquiátricos comportamentais e cognitivos em humanos, e descobertas recentes da persistência de altas concentrações destes hormônios, que são neuromoduladores in útero, no período pós nascimento em potros com SMN (ALEMAN et al., 2017; TORÍBIO, 2019).Acredita-se que os neuroesteróides sejam parcialmente responsáveis por manter o feto equino no ambiente uterino em um estado reduzido de consciência semelhante ao sono, o que seria importante para evitar lesões do útero, cérvix e tecidos vaginais durante a gestação e periparto. No entanto, uma rápida transição destes efeitos neurológicos para um estado de consciência alerta e ativo deve ocorrer rapidamente após o nascimento para aumentar a chance de sobrevivência, pois qualquer deficiência ou atraso pode resultar em problemas relacionados à ingestão inadequada de colostro, causando depleção de energia e fraqueza, hipotermia, falha na transferência passiva de imunoglobulina, infecção e morte (ALEMAN et al, 2017). A sinalização para esta transição parece envolver processos neuroativos acionados pela compressão física do corpo do neonato durante a passagem pelo canal do parto. Essa suposta associação pode ser apoiada pela observação de que a SMN aparece com mais frequência em potros que nascem por cesárea ou que tiveram um parto extremamente rápido, não sofrendo pressão significativa para desencadear a mudança nos neuroesteróides.Diante da hipótese que a compressão sofrida pelo neonato durante a passagem no canal do parto seja responsável pela diminuição dos neuroesteróides, uma técnica denominada manobra de Squeeze foi desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Davis, baseada na teoria da exterogestação em humanos, realizada principalmente com bebês prematuros. Além disso, o contato corporal da mãe com o bebê reproduz condições uterinas que estimulam o declínio pós natal natural dos neuroesteróides, que por sua vez, promovem a adaptação à vida extrauterina, especialmente em neonatos nascidos por cesárea, os quais demonstram declínio mais lento destes hormônios (MCCALLIE., 2017).A manobra de Squeeze consiste em envolver o tórax do potro de uma maneira específica com uma corda e exercer pressão moderada por 20 minutos, mimetizando a pressão exercida sobre o feto no canal do parto. Potros com SMN submetidos à manobra desenvolvem um estado de sonolência, semelhante à condição uterina durante a compressão no canal do parto, e subsequentemente, uma resposta rápida após a descompressão, com estado de consciência alerta e ativo. Recentemente, a técnica foi reproduzida bezerros nascidos por cesárea (STIWELL et al, 2019) e cordeiros que resultaram redução no tempo para ficar em pé, para procurar o úbere e para mamar (FLORA et al, 2021).. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Gabriela Castro da Silva - Integrante / Rebeca Scalco - Integrante / Rafaela Pinto de Souza - Integrante / GIOVANA MANCILLA PIVATO - Integrante / Leandro Américo Rafael - Integrante / Gabriela Marocco Raphaelli - Integrante / Margarida Aires da Silva - Integrante / Eliza Moreira Piemolini - Integrante / Paloma Beatriz Joanol Dallman - Integrante / Marcos Eduardo Neto - Integrante / Rafaela Bastos da Silva - Integrante / Isadora Paz Oliveira dos Santos - Integrante / gabriela camillo - Integrante / JAYNE DA ROSA PEDROZO - Integrante / MANOELA FÁTIMA PACHECO - Integrante / MILENA MIOLO ANTUNES - Integrante / NATÁLIA BUCHHORN DE FREITAS - Integrante / NATHALIA MASKE FISS - Integrante / RAPHAEL AZEVEDO FIORETTI - Integrante / ROBERTA WILBORN - Integrante / TALITA VITORIA OLIVEIRA FABOSSA - Integrante / THAIS FEIJO GOMES - Integrante / ANDRESSA GARCIA MOTTA - Integrante / CLEYBER JOSÉ DA TRINDADE DE FÁTIMA - Integrante.
-
2020 - 2023
Prevalência e caracterização dos enteropatógenos presentes em potros sem diarreia e potros com diarreia do nascimento ao oitavo mês de vida e determinação dos potenciais fatores de risco, Descrição: É reportado que em média 80 dos potros até 6 meses de idade já foram acometidos por pelo menos um episódio de diarreia, na sua maioria episódios leves e transitórios, entretanto, o impacto econômico gerado nas propriedades por conta do tratamento e mortalidade que a doença pode apresentar é bastante significativo (MELO et al, 2007; HARRIS et al, 2012). A diarreia de origem infeciosa é representada pela ação de vírus e bactérias, as causas de origem parasitária envolvem principalmente a ação de helmintos,coccígeos e protozoários e as diarreias de origem não infecciosas são causadas por ulcerações gastroduodenais ou por mudanças fisiológicas na microbiota entérica de potros que ocorrem na segunda semana de vida (HARRIS et al, 2012). Os principais enteropatógenos causadores de diarreia em potros são Escherichia coli, Salmonella spp, Rhodococcus equi, Clostridium difficile e Clostridium perfringens, Lawsonia intracellularis, Rotavírus, Coronavírus, Strongyloides westeri, Strongylus vulgaris e Parascaris equorum (SLOVIS et al., 2010). O isolamento de um agente em amostras fecais pode não ser indicativo direto de sua participação na diarreia, pois este micro-organismo pode ser integrante da microbiota, ou ainda, outros agentes podem estar presentes em casos de coinfecções, dificultando a interpretação dos resultados laboratoriais isolados. Estudos de caracterização de agentes entéricos de potros e o mecanismo de coinfecções ainda são limitados (HARRIS ET AL., 2012, SLOVIS ET AL., 2013; OLIVO ET AL., 2016). Em um estudo realizado por Slovis e colaboradores (2013), A prevalência de agentes infecciosos foi de 63,2 no grupo de potros com diarreia e 43,2 no grupo de potros saudáveis. Ascoinfecções foram significativamente mais frequentes no grupo diarreia quando comparado com o grupo controle (SLOVIS et al., 2014).. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Vitória Muller - Integrante / Rafaela Pinto de Souza - Integrante / Eliza Moreira Piemolini - Integrante / ANDRESSA GARCIA MOTTA - Integrante.
-
2020 - 2023
Efeito do uso de hormonioterapia em éguas gestantes sadias e seus neonatos, Descrição: As complicações gestacionais em éguas, principalmente no terço final de gestação, representam um grande problema para a indústria equina, podendo acarretar em consequências maternas, fetais e neonatais (BUCCA, 2006). A garantia de uma gestação adequada abrange as trocas metabólicas entre a égua e o potro e a manutenção do ambiente uterino para o desenvolvimento fetal (REGNAULT et. al., 2002 e WILSHER; ALLEN, 2003). Em razão das perdas financeiras geradas pelos problemas gestacionais, há um estímulo para a utilização de ferramentas de diagnóstico e o tratamento das éguas afetadas (MACPHERSON BAILEY, 2008). A unidade feto-placentária consiste de um sistema intrínseco que envolve o endométrio da égua, o feto e as membranas fetais, sendo responsável pelas trocas metabólicas entre a mãe e o feto (LEISER KAUFMANN, 1994) e por produzir e metabolizar grandes quantidades de hormônios esteróides (estrógenos, progestágenos e andrógenos) (OUSEY, 2006). A placentite cursa com redução das trocas entre a mãe e o feto, bem como alterações da dinâmica hormonal. O tratamento da placentite visa bloquear a multiplicação bacteriana, reduzir a liberação de mediadores inflamatórios e manter a quiescência miometrial (MACPHERSON BAYLE, 2008). Aliado ao tratamento convencional com a utilização de antibióticos e antiinflamatórios, a hormonioterapia é utilizada para manutenção da gestação, viabilizar o desenvolvimento fetal e evitar a contratilidade uterina. Como terapia hormonal é descrita administração de progestágenos sintéticos e sugere-se a associação de estrógenos no tratamento. Ambos os hormônios são produzidos pela unidade feto-placentária e apresentam alteração da produção frente à injúria intra-uterina. Poucos estudos descrevem os efeitos de terapias hormonais em éguas gestantes sadias, sendo estes necessários para compreender a farmacocinética dos medicamentos e a influência dos mesmos no terço final de gestação e viabilidade neonatal.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Bruna dos Santos Suñe Moraes - Integrante / Gabriela Castro da Silva - Integrante / Natália Ribeira Pinto - Integrante / Rafaela Pinto de Souza - Integrante / NATHALIA DE OLIVEIRA FERREIRA - Integrante / TATIANE LEITE ALMEIDA - Integrante / Eliza Moreira Piemolini - Integrante / Paloma Beatriz Joanol Dallman - Integrante / Isadora Paz Oliveira dos Santos - Integrante / NATÁLIA BUCHHORN DE FREITAS - Integrante / ANDRESSA GARCIA MOTTA - Integrante.
-
2020 - 2020
Avaliação imunológica de éguas com diferentes escores corporais gestantes e não gestantes e de seus respectivos potros., Descrição: A obesidade é caracterizada por um acúmulo excessivo de tecido adiposo, e além de estar relacionada a uma série de alterações metabólicas, causa um estado de inflamação crônica e tem sido associada à disfunção do sistema imune. Sabe-se que tanto humanos quanto ratos que apresentam excesso de gordura possuem maior risco de contraírem infecções (MILNER BECK, 2012). É sugerido que indivíduos obesos não respondam a vacinação da mesma forma que pessoas com peso normal. Uma das possibilidades de causa para que isso ocorra seriam a geração ou função comprometida dos plasmócitos secretores de anticorpos, ou, acredita-se ainda, que o excesso de tecido adiposo poderia diminuir a absorção da vacina (MILNER BECK, 2012). A maior parte dos estudos em animais obesos direcionados a espécie equina identificam aumento nas concentrações de citocinas inflamatória tanto no tecido adiposo quanto na circulação periférica (VICK et al., 2007;). Esse aumento de citocinas inflamatórias tem papel no desenvolvimento e manutenção da resistência à insulina (VICK et al., 2007). Poucos estudos, no entanto, avaliaram a resposta imunológica em cavalos obesos. Elzinga et al. (2018) avaliou a resposta vacinal em cavalos apresentando síndrome metabólica equina (SME), não sendo encontrado efeito do status metabólico de anticorpos em resposta a vacinação. No entanto, nesse mesmo estudo, os animais obesos apresentaram menor expressão de IL-2, IFN-y, perforina e TNF-#945;, o que indicaria uma provável diminuição na habilidade desses animais a montarem uma resposta celular adequada. Durante a gestação, uma série de alterações imunológicas ocorre para promover um ambiente uterino adequado necessário para manter o concepto (AGRÍCOLA et al., 2008). Para isso, a mãe tolera a presença do feto imunogenicamente diferente dela, o que é conhecido como tolerância materna. No entanto, como o processo de tolerância materna ocorre ainda não é completamente entendido (ANTCZAK, 2012). A partir disso, é possível concluir que ambos os status fisiológicos tanto de gestação quanto obesidade podem contribuir para o desenvolvimento de mudanças significativas no sistema imune. Dessa forma, a interação de ambas pode afetar não só a saúde materna como também do feto. Na espécie humana, a obesidade materna foi ligada ao aparecimento de alergias e problemas respiratórios nas crianças (HERSOUG LINNEBERG, 2007). Em outras espécies, foi evidenciada maior taxa de mortalidade e diminuição de resposta imune a partir de desafio com patógeno na prole de mães obesas, indicando que a obesidade poderia interferir na formação do sistema imune fetal (WILSON MESSAOUDI, 2015). Atualmente, não há nenhum trabalho na literatura disponível caracterizando a resposta imune tanto humoral quanto celular de éguas obesas gestantes durante qualquer período gestacional bem como caracterização do sistema imune dos potros provenientes de mães obesas. Sendo assim, o objetivo desse projeto é realizar a avaliação imunológica em éguas gestantes e não gestantes com diferentes escores corporais, e avaliar imunologicamente os potros provenientes dessas éguas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Alice Correa Santos - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Taís Scheffer Del Pino - Integrante / Gabriela Castro da Silva - Integrante / Camila Gervini Wendt - Integrante / Vitória Muller - Integrante / Rafaela Pinto de Souza - Integrante / NATHALIA DE OLIVEIRA FERREIRA - Integrante / TATIANE LEITE ALMEIDA - Integrante / Margarida Aires da Silva - Integrante / Eliza Moreira Piemolini - Integrante / Paloma Beatriz Joanol Dallman - Integrante / Rafaela Bastos da Silva - Integrante / Isadora Paz Oliveira dos Santos - Integrante / NATÁLIA BUCHHORN DE FREITAS - Integrante / ANDRESSA GARCIA MOTTA - Integrante / JULIA SÃO JOÃO CHRYSOSTOMO - Integrante / KASSIUS DOS SANTOS CORRÊA - Integrante.
-
2020 - 2020
Estudo epidemiológico sobre leptospirose no Jockey Club de Pelotas, Descrição: A leptospirose é uma zoonose de distribuição mundial causada por espécies patogênicas da bactéria do gênero Leptospira. Além de representar um risco para a saúde pública, a leptospirose cursa com perdas econômicas na equideocultura devido à ocorrência de abortos, queda do desempenho atlético e dos custos com o tratamento. O Jockey Club de Pelotas (JCP), também chamado de Hipódromo da Tablada, foi fundado em 1930 e está situado na área urbana do município de Pelotas, no bairro Três Vendas. O JCP apresenta um grande fluxo de pessoas, incluindo funcionários, proprietários, treinados, tratadores e o público presente nos dias em que ocorrem os eventos turfísticos. A hospedagem de equinos neste local gera a necessidade de armazenamento de alimentos, como feno e concentrado que atraem roedores e outros animais presentes na área urbana e podem contribuir para o aumento da incidência de leptospirose na cidade de Pelotas. Além disso, o Hipódromo da Tablada possui um terreno plano, o que dificulta o escoamento da água nos períodos de aumento do índice pluviométrico. Portanto, torna-se necessária a realização de um estudo epidemiológico no JCP para identificação dos equinos soropositivos para leptospirose, bem como dos principais fatores de risco associados a esta enfermidade. Desta forma, poderão ser desenvolvidas estratégias de combate à leptospirose. Este projeto tem como objetivo realizar um estudoepidemiológico transversal para conhecer a prevalência de leptospirose nos equinos albergados no JCP e os fatores de risco associados à presença da leptospira neste local, bem como avaliar o conhecimento dos trabalhadores do JCP em relação a esta enfermidade. Para a realização deste estudo serão incluídos 90 equinos da raça Puro Sangue Inglês que se encontram albergados na Vila Hípica do JCP. Após a realização do exame clínico serão colhidas amostras de sangue de cada equino através da venopunção da jugular externa para obtenção de soro e realização do teste de soroaglutinação microscópica (MAT). O teste será considerado reagente quando houver aglutinação de 50 ou mais das leptospiras em relação ao controle. O responsável por cada equino responderá um questionário a fim de obter informações sobre o manejo e rotina dos animais que auxiliem na determinação dos fatores de risco relacionados ao indivíduo e ao ambiente que estejam associados à presença de leptospirose no JCP. Além disso, o conhecimento prévio dos treinadores, jóqueis e tratadores dos equinos alojados no Jockey Club de Pelotas sobre a leptospirose será avaliado através da aplicação de um questionário. Posteriormente, será realizada uma capacitação teórico-prática, com carga horária de 4 horas, visando fornecer aos treinadores, cuidadores e jóqueis informações sobre a leptospirose, suas fontes de contaminação, formas de transmissão, sinais clínicos e métodos de prevenção. Após a capacitação, o questionário será novamente aplicado para avaliar o conhecimento do público alvo e eficácia do método de capacitação.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Alice Correa Santos - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Taís Scheffer Del Pino - Integrante / Bruna dos Santos Suñe Moraes - Integrante / Gabriela Castro da Silva - Integrante / Camila Gervini Wendt - Integrante / Plinio Amelio Ocanha Ávila - Integrante / Vitória Muller - Integrante / Rafaela Pinto de Souza - Integrante / Leandro Américo Rafael - Integrante / Margarida Aires da Silva - Integrante / Éverton Fagonde da Silva - Integrante.
-
2019 - 2023
Impacto da laminite crônica na gestação da égua e respectivos potros, Descrição: Em equinos, a laminite caracteriza-se como uma importante enfermidade relacionada a quadros hipertensivos. Os efeitos deletérios da laminite crônica na gestação de éguas é um tema ainda pouco explorado na clínica de equinos, porém trata-se de um problema de grande importância nos criatórios de equinos no Brasil. O efeito da vasoconstrição a nível placentário já foi descrito em mulheres e éguas. Em éguas com laminite crônica foi comprovada a presença de hipertensão, com consequente fibrose de microcotilédones e espessamento da parede de arteríolas da região de transição do alantocórion. Além disso, estas éguas apresentaram menor tempo de gestação e placentas mais leves. Mesmo apresentando padrões placentários distintos, hemocorial em mulheres e epiteliocorial em éguas, a resposta do tecido placentário a agressão apresenta similaridade. Assim, éguas com síndrome laminite podem vir a serem utilizadas como modelos experimentais para a preeclampsia em mulheres. Alterações útero-placentárias nas éguas podem levar a redução do aporte nutricional dos fetos, com consequente nascimento de neonatos com baixo peso, que podem ser prematuros ou dismaturos. Assim, o estudo da patogênese das alterações útero-placentárias em éguas com laminite crônica é essencial para o entendimento da síndrome na gestação, além de possibilitar relacionar a viabilidade dos potros provenientes dessas gestações. A produção de potros debilitados ou de risco representa um ponto de estrangulamento da criação. Uma vez que o criador/produtor investe 11 meses em nutrição, sanidade e infra-estrutura para a manutenção de uma gestação que não produzirá um produto economicamente viável. A relação da interferência das alterações clínicas hipertensivas e sistêmicas da laminite crônica na gestação ainda é insipiente. Assim, a definição de métodos de diagnóstico que possam predizer a relação dessas alterações sistêmicas em relação à gestação é fundamental. Auxiliando assim na seleção das matrizes da propriedade e evitando o descarte desnecessário de éguas de alto valor zootécnico. Como objetivo geral do projeto pretende-se identificar alterações útero-placentárias em éguas gestantes com laminite crônica, relacionando com as alterações hormonais e de viabilidade e desenvolvimento dos potros provenientes dessas gestações.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Coordenador / Gabriela Castro da Silva - Integrante / Camila Gervini Wendt - Integrante.
-
2019 - 2020
IMUNOGENICIDADE DE VACINA RECOMBINANTE PARA Theileria equi, Descrição: O projeto de pesquisa Imunogenicidade de vacina recombinante para Theileria equi busca aprofundar as pesquisas sobre a piroplasmose equina, principalmente em relação à dinâmica da resposta imunológica, bem como a avaliação de uma vacina composta pelos antígenos de superfície de merozoítos, EMA-1, 2 e 3. No Rio Grande do Sul, T. equi é endêmica na população equina, por esse motivo seu controle é extremamente importante, e embora não haja monitoramento efetivo da doença, a profilaxia é fundamental para a manutenção do estado e do Brasil no mercado equestre internacional. A transmissão se dá por carrapatos ixodídeos infectados, que tem no equino o único reservatório da doença, que também é transmitida de forma iatrogênica por agulhas, instrumental cirúrgico, transfusões sanguíneas, e pela via transplacentária Sabe-se que potros provenientes de éguas positivas para Theileria equi tem três possíveis desfechos: aborto, nascimento de um potro natimorto ou nascimento de um potro portador da doença. Isso reforça a necessidade da prevenção da doença, já que o contato do potro com o protozoário parece ser, até então, inevitável. A dinâmica da resposta imune contra T. equi não é totalmente compreendida, entretanto sabe-se que a imunidade adaptativa é necessária através da memória imunológica e para o controle de parasitemia. Anticorpos contra EMAs são produzidos, sendo estudados na elaboração de vacinas e para imunodiagnóstico. EMA-1 e EMA-2 são os antígenos imunodominantes na interação com o citoesqueleto de eritrócitos, e EMA-3 parece estar relacionada com a adesão na membrana interna do eritrócito. A compreensão da resposta imunológica contra T. equi tende a contribuir com o meio acadêmico e propiciar o densenvolvimento de novas ferramentas, tanto de profilaxia, como de tratamento.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Alice Correa Santos - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Integrante / Fernanda Maria Pazinato - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Débora Machado Noguera - Integrante / Bruna dos Santos Suñe Moraes - Integrante / Fabio Pereira Leivas Leite - Coordenador / Guilherme Borges Weege - Integrante / Carolina Litchina Brasil - Integrante / Letícia da Silva Souza - Integrante / Vitória Muller - Integrante / Rodrigo Casquero Cunha - Integrante / Ana Munhoz Viana - Integrante / Jessica Lopes Borchardt - Integrante / Natália Nachtigall AL-Alam - Integrante.
-
2019 - 2020
Avaliação do tempo de gestação e biometria de potros da raça Crioula, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Carlos Eduardo Wayne Nogueira em 04/12/2024., Descrição: A Raça Crioula é constituída por animais rústicos e resistentes. Tem sua origem dos cavalos trazidos da península ibérica, no século XVI, quando pela conquista da América. Adquiriram características únicas e próprias após quatro séculos de adaptação e evolução no meio ambiente sul americano. Atualmente a população da Raça Crioula é expressiva, possuindo um total de 413.433 animais, sendo que 86 dessa população encontra-se no Rio Grande do Sul, os outros estados que se destacam na criação é Santa Catarina e Paraná(ABCCC, 2017).A participação de cavalos da Raça Crioula em competições esportivas tem crescido muito nos últimos anos. A Raça vive um momento de ascensão se destacando em provas e exposições a nível nacional e internacional, resultado de grandes investimentos na criação, treinamento e comercialização de exemplares. No entanto, mesmo com a liberação das biotécnicas de reprodução pouco se conhece sobre o desenvolvimento gestacional e desenvolvimento dos potros a partir do nascimento até os dois anos, idade na qual os animais já estão aptos a receberem a marca e registro definitivo da ABCCC. Desta forma o presente estudo tem relevância, pois visa avaliar a gestação e associar ao desenvolvimento dos potros.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Alice Correa Santos - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Bruna dos Santos Suñe Moraes - Integrante / Gabriela Castro da Silva - Integrante / Camila Gervini Wendt - Integrante / Vitória Muller - Integrante / Natália Ribeira Pinto - Integrante / Rafaela Pinto de Souza - Integrante / Leandro Américo Rafael - Integrante / TATIANE LEITE ALMEIDA - Integrante / Margarida Aires da Silva - Integrante / Isadora Paz Oliveira dos Santos - Integrante.
-
2018 - 2020
Dosagem de hemoglobina fetal em potros neonatos, Descrição: A hemoglobina é um complexo proteico de 64kDa que contem ferro e porfirina. Ocupa um papel central na fisiologia do organismo por se ligar e transportar oxigênio para todo o corpo. Variações nas cadeias polipeptídicas determinam o tipo de hemoglobina em animais adultos. Em equinos, são observados três fenótipos desta proteína: A, B e AB. Nem todos os mamíferos produzem hemoglobina fetal roedores e carnívoros, por exemplo, não as possuem. Aqueles que as possuem nascem com uma mistura de hemoglobina fetal e adulta, sendo que ao nascimento a fetal é a mais prevalente. Em humanos, tem-se investigado a utilização deste tipo de hemoglobina como terapia adjuvante no tratamento de certas hemoglobinopatias, como as thalassemias. Sabe-se que indivíduos com persistência hereditária da hemoglobina fetal demonstram curso clínico mais brando e, pensando nisso, tem-se buscado formas de reativar a síntese dessa hemoglobina em portadores de certos tipos de thalassemias. Em equinos, há certa controvérsia quanto a existência da hemoglobina fetal. Estudos mais antigos não observaram a presença deste tipo de hemoglobina, porém alguns trabalhos mais recentes discorrem sobre sua presença e papel durante o período de adaptação do neonato equino à vida extrauterina. O presente estudo tem como objetivo verificar a existência da hemoglobina fetal em equinos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Coordenador / Fernanda Timbó d'el Rey Dantas - Integrante.
-
2018 - 2020
Avaliação do efeito da hormonioterapia em éguas com placentite através da identificação de receptores na placenta e grau de perfusão sanguínea uterina e sua relação com a viabilidade do neonato, Descrição: A placenta caracteriza-se como órgão transitório, responsável pelo transporte de substâncias nutritivas do organismo materno para o feto, bem como promover trocas gasosas e metabólicas. Alem disso, desempenha funções endócrinas quanto a produção de hormônios na manutenção da gestação. A placentite é uma das principais causas de insuficiência placentária e perdas no terço final de gestação. Esta doença leva a redução das trocas nutricionais, metabólicas e gasosas entre a mãe e o feto, bem como alterações na produção hormonal. Dentre os hormônios produzidos pela unidade feto-placentária, destacam-se os progestágenos e estrógenos como fatores de manutenção gestacional. Os progestágenos são responsáveis pela manutenção da quiescência uterina, e os estrógenos estão diretamente relacionados ao bem-estar fetal. Além do tratamento convencional, com a utilização de antibióticos e antiinflamatórios, a hormonioterapia é utilizada para manutenção da gestação, viabilizar o desenvolvimento fetal e evitar a contratilidade uterina. Como terapia hormonal é descrita administração de progestágenos sintéticos e sugere-se a associação de estrógenos no tratamento. Ambos os hormônios são produzidos pela unidade feto-placentária e apresentam alteração da produção frente à injúria intra-uterina. Para monitoramento da efetividade do tratamento hormonal, pode-se realizar a avaliação dos níveis hormonais de progestágenos e estrógenos. Entretanto, não há descrição da cinética dos receptores hormonais na placenta em quadros de placentite, sob diferentes tratamentos hormonais. Dessa forma, o presente estudo visa avaliar o a expressão dos hormônios progestágenos e estrógenos, bem como seus respectivos receptores na placenta de éguas com placentite induzida.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (10) / Especialização: (3) / Mestrado acadêmico: (3) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Alice Correa Santos - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Fernanda Maria Pazinato - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Débora Machado Noguera - Integrante / Bruna dos Santos Suñe Moraes - Integrante / Gabriela Castro da Silva - Integrante / Carolina Litchina Brasil - Integrante / Camila Gervini Wendt - Integrante / Francine Dequech Belém - Integrante / Augusto Luiz Postal Dalcin - Integrante / Lorena Soares Feijó - Integrante / Vitória Muller - Integrante / Fernanda Timbó d'el Rey Dantas - Integrante / Marco Aurélio Silveira Nunes Filho - Integrante / Natália Ribeira Pinto - Integrante / Rafaela Pinto de Souza - Integrante / CRISTINA GEVEHR FERNANDES - Integrante / Julia Somavilla Lignon - Integrante / JULIO NETTO DOS SANTOS DANIELSKI - Integrante / GIOVANA MANCILLA PIVATO - Integrante / NATHALIA DE OLIVEIRA FERREIRA - Integrante / Eduardo Gauss Griebeler - Integrante / ANTONIO SERGIO VARELA JUNIOR - Integrante / MIKAELE SAYURE TAKADA - Integrante / TATIANE LEITE ALMEIDA - Integrante.
-
2017 - 2021
Avaliação da resposta inflamatória de potros neonatos nascidos de éguas com placentite ascendente através da mensuração das proteínas de fase aguda, Descrição: O objetivo deste estudo é avaliar a resposta inflamatória em potros nascidos de éguas com placentite ascendente na presença de sepse, através da mensuração das proteínas de fase aguda, avaliando sua utilidade como marcadores precoces do processo séptico e correlacionar esses marcadores com a sobrevivência destes animais.#61692;Comparar a resposta clínica, hematológica, bioquímica e inflamatória de potros nascidos de éguas com placentite ascendente na presença e ausência de sepse, e potros controle, nascidos de éguas sem alterações placentárias;#61692;Avaliar e diferenciar as condições clínicas e a capacidade de resposta neonatal dos potros de risco provenientes de éguas com placentite;#61692;Mensurar os níveis séricos/plasmáticos das proteínas de fase aguda durante as primeiras horas de vida em potros controle e potros nascidos de éguas com placentite ascendente;#61692;Avaliar a utilidade das proteínas de fase aguda como marcadores precoces do processo séptico.#61692;Verificar se existe correlação entre o grau de resposta inflamatória nas primeiras horas de vida e a presença de sepse.#61692;Estabelecer a utilidade dessas proteínas como marcadores precoces de sepse em potros e se existe correlação com a sobrevivência desses potros.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Alice Correa Santos - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Integrante / Luciana Oliveira de Araujo - Integrante / Fernanda Maria Pazinato - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Coordenador / Leonardo Motta Fornari - Integrante / Débora Machado Noguera - Integrante / Bruna dos Santos Suñe Moraes - Integrante / Gabriela Castro da Silva - Integrante / Cassiano Moraes Dorneles - Integrante / Vinícius de Souza Izquierdo - Integrante / Carolina Litchina Brasil - Integrante / Camila Gervini Wendt - Integrante / Augusto Luiz Postal Dalcin - Integrante / Jemhally Dillenburg Hack - Integrante / Lorena Soares Feijó - Integrante / Letícia da Silva Souza - Integrante / Vitória Muller - Integrante / Fernanda Timbó d'el Rey Dantas - Integrante / Luzia Leon Coelho Leal - Integrante / Marco Aurélio Silveira Nunes Filho - Integrante / Natália Ribeira Pinto - Integrante / Rafaela Pinto de Souza - Integrante / Tamara Fonseca Ortiz - Integrante / SILVIA REGINA LEAL LADEIRA - Integrante / CRISTINA GEVEHR FERNANDES - Integrante.
-
2017 - 2020
Avaliação da resposta clínica e metabólica de potros neonatos nascidos de éguas com placentite ascendente submetidas a diferentes tratamentos hormonais, Descrição: A placentite é a causa mais frequente de aborto e ocorrência de natimorto na medicina equina, representando mais de 30 dos partos prematuros e mortes neonatais dentro das primeiras 24 horas de vida. Contudo, o tratamento para esta doença ainda é realizado de forma empírica, principalmente no que se refere a hormônios, devido a falta de entendimento de alguns processos metabólicos. Nos últimos anos aumentou a demanda de trabalhos experimentais relacionados a indução de placentite, a fim de sanar algumas dúvidas relacionadas a doença. No entanto, não há literatura disponível referente ao tratamento hormonal e a resposta materna, fetal e placentária. Quando os processos endócrinos são interrompidos, dentre eles, a produção de progestágenos e estrógenos pela unidade feto-placentária, podem ocorrer abortos e partos prematuros. Desta forma, além de antibióticos e anti-inflamatórios utilizados comumente no tratamento de placentite, a hormonioterapia é realizada no intuito de promover a manutenção da gestação, possibilitando a maturação fetal precoce e o nascimento de um potro viável. Na medicina humana, estudos clínicos têm demonstrado efeito positivo do tratamento com agentes progestágenos administrados em mulheres com histórico prévio de parto prematuro. Em estudo experimental em éguas com indução de placentite ascendente realizado foi observada maior viabilidade dos potros nascidos de éguas tratadas com progesterona. Durante a gestação, a placenta é o órgão responsável pela homeostase e excreção de fluídos e eletrólitos fetais. Desta forma, o perfil bioquímico é importante para caracterizar a capacidade de depuração do indivíduo e grau de resposta neonatal. Em potros neonatos, o período periparto é um período de adaptação ao ambiente extrauterino com o fim da circulação materno fetal, início da respiração pulmonar e início da nutrição enteral, sendo que os resultados clínicos e laboratoriais deste momento refletem a qualidade de vida fetal e demonstram o padrão clínico metabólico dos neonatos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Alice Correa Santos - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Luciana Oliveira de Araujo - Integrante / Fernanda Maria Pazinato - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Ilusca Sampaio Finger - Integrante / Leonardo Motta Fornari - Integrante / Débora Machado Noguera - Integrante / Bruna dos Santos Suñe Moraes - Integrante / Gabriela Castro da Silva - Integrante / Cassiano Moraes Dorneles - Integrante / Carolina Litchina Brasil - Integrante / Camila Gervini Wendt - Integrante / Augusto Luiz Postal Dalcin - Integrante / Jemhally Dillenburg Hack - Integrante / Lorena Soares Feijó - Integrante / Letícia da Silva Souza - Integrante / Vitória Muller - Integrante / Fernanda Timbó d'el Rey Dantas - Integrante / Marco Aurélio Silveira Nunes Filho - Integrante / Natália Ribeira Pinto - Integrante / Rafaela Pinto de Souza - Integrante / CRISTINA GEVEHR FERNANDES - Integrante / Julia Somavilla Lignon - Integrante / JULIO NETTO DOS SANTOS DANIELSKI - Integrante / GIOVANA MANCILLA PIVATO - Integrante / GABRIELA GARCIA FUENTES - Integrante / NATHALIA DE OLIVEIRA FERREIRA - Integrante / Marcio Nunes Correa - Integrante / CARMEN LUCIA GARCEZ RIBEIRO - Integrante.
-
2017 - 2019
Avaliação endócrina de potros neonatos nascidos de éguas com gestação de risco, Descrição: Desordens maternas ou placentárias em equinos podem resultar em aborto, nascimento de natimortos ou de potros prematuros com anormalidades no desenvolvimento. Diferentes tratamentos têm sido utilizados com o intuito de prevenir o nascimento de potros imaturos. Este estudo tem como objetivo realizar a avaliação endócrina de potros nascidos de éguas com placentite ascendente experimentalmente induzida, tratadas com diferentes terapias hormonais, e verificar qual terapia promoveu melhor viabilidade neonatal. Serão utilizadas amostras coletadas durante as temporadas reprodutivas de 2012 a 2014. Foram utilizadas 32 éguas mestiças pertencentes ao Centro de Ensino e Experimentação em Equinocultura da Palma (CEEEP) da UFPEL, nas quais 26 éguas foram submetidas a indução experimental de placentite ascendente através da infusão intracervical de Streptococcus equi subespécie zooepidemicus, na concentração de 107 UFC, entre os dias 290-300 de gestação, conforme protocolo sugerido por Bailey et al. (2010). Todas as éguas com placentite foram tratadas com a associação de sulfametoxazol e trimetoprim, na dose de 30mg/kg, via intravenosa, BID e flunixin meglumine, na dose de 1.1mg/kg, SID. O tratamento iniciou 48 horas após a indução com duração de sete dias para a terapia anti-inflamatória e 10 dias para a antibioticoterapia. As éguas que não foram submetidas a indução de placentite foram designadas ao Grupo Controle (n=6), enquanto que as outras 26 éguas foram divididas em grupos e receberam diferentes terapias hormonais: Grupo TMS+FM (n=7) sem terapia hormonal; Grupo TMS+FM+ALT (n=7) tratado com altrenogest de longa ação na dose de 0.088m/kg, via intramuscular, 2 aplicações com intervalo de 7 dias; Grupo TMS+FM+ECP (n=6) tratado com cipionato de estradiol na dose de 10mg/kg, via intramuscular, 3 aplicações com intervalo de 5 dias; Grupo TMS+FM+ALT+ECP (n=6) tratado com altrenogest e cipionato de estradiol, nas doses e intervalos citados anteriormente. Todos os partos foram assistidos e os potros foram avaliados quanto aos sinais vitais e reflexos posturais. Foram colhidas amostras de sangue dos potros utilizando tubos sem anticoagulante em cinco momentos: imediato ao nascimento, 12 horas, 24 horas, 48 horas e 7 dias de vida. A partir destas amostras, serão realizadas as mensurações de níveis séricos de hormônios relacionados com a maturação fetal, adaptação extrauterina do neonato e resposta ao estresse pelas técnicas de radioimunoensaio e ELISA indirereto. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Bruna da Rosa Curcio - Integrante.
-
2017 - 2019
Avaliação do bem estar de equinos confinados durante feira equestre através do uso de etograma, Descrição: O profeto consiste em avaliar o bem estar animal de equinos submetidos ao confinamento durante feira equestre. tal avaliação ocorrerá por observação de comportamento, através do uso de um etograma. A avaliação do comportamento é uma importante ferramenta de avaliação de bem estar, uma vez que é um método não invasivo, que não requer contenção e que, por conta disso, não altera qualquer parâmetro de estresse pela ausência total de contato com o individuo observado. Os resultados ajudarão a compreender como o confinamento em local fora do habitual, aliado a exposição ao publico, atua no estresse e nas alterações de comportamento dos equinos. A partir disso, será possível propor adequações de manejo que possibilitem diminuir os efeitos negativos deste confinamento.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Thiago Simon Pes - Integrante.
-
2017 - 2018
Utilização de Equinos com Sentinela epidemiológica para Mormo, Leptospirose e Febre do Nilo na região de Pelotas/RS, Descrição: Objetivos gerais: Realizar um levantamento epidemiológico sobre Mormo, Leptospirose e Febre do Nilo em equinos da região de Pelotas no Estado do Rio Grande do Sul. Objetivos específicos: ? Identificar possíveis casos de Mormo, Leptospirose e Febre do Nilo em equinos sem sinais clínicos na região Sul do Brasil. ? Estudar os dados epidemiológicos de Mormo, Leptospirose e Febre do Nilo em equinos da região de Pelotas-RS, e apresentá-los aos órgãos oficiais com o intuito de serem usados como políticas sanitárias da região. ? Identificar um grupo de equinos como possíveis animais sentinela para Mormo, Leptospirose e Febre do Nilo para continuidade de estudos epidemiológicos da região de Pelotas, RS.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Jemhally Dillenburg Hack - Integrante.
-
2016 - 2022
Acompanhamento gestacional, obstétrico e neonatal na raça Crioula, Descrição: A indústria equina exerce mundialmente um importante papel como fonte geradora de renda e empregos. O Brasil possui o 3 maior rebanho equino do mundo, perdendo em quantidade apenas para a China (1) e México (2). O rebanho efetivo brasileiro é de aproximadamente 8,5 milhões de equinos e 1,2 milhões de muares e jumentos. Este segmento agropecuário é responsável pela geração de 1,2 milhões de empregos, mobilizando cerca de 7,3 bilhões de reais ao ano, ocupando posição de destaque na economia nacional.Dentre as raças nacionais, a Raça Crioula é constituída por animais rústicos e resistentes. Tem sua origem dos cavalos trazidos da península ibérica, no século XVI, quando pela conquista da América adquiriram características únicas e após quatro séculos de adaptação e evolução no meio ambiente sul americano.A população de equinos da raça Crioula é expressiva na região Sul do Brasil, tendo 28 mil novos animais registrados na Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC) somente no ano de 2014. A Raça vive um momento de ascensão se destacando em provas e exposições a nível nacional e internacional, resultado de grandes investimentos na criação, treinamento e comercialização de exemplares.A rusticidade que o cavalo Crioulo adquiriu através de privações alimentares e intempéries climáticas no passado permitiu que hoje a raça se destacasse pela resistência e boa conversão alimentar. Adicional a isto, a dieta preconizada atualmente pelos criadores, de alto valor nutricional, garante um padrão arredondado e com depósito de gordura acentuado, que se estende também aos animais destinados a reprodução. Esse manejo pode ser prejudicial em éguas gestantes, pois predispõe a distúrbios metabólicos e obesidade. Além disso, a condição corporal da gestante pode influenciar diretamente na eficiência reprodutiva e complicações no parto e pós-parto (Fradinho, 2014).A crescente valorização do mercado de equinos da raça Crioula estimula a realização de pesquisas acerca das características reprodutivas, pois apesar do crescimento da utilização das biotécnicas de reprodução, ainda são poucos os estudos referentes ao acompanhamento gestacional, obstetricia e neonatologia. Dessa forma, o presente estudo visa o acompanhamento gestacional intensivo, levando a redução dos fatores de risco para o desenvolvimento neonatal, bem como o acompanhamento do desenvolvimento dos produtos provenientes dessas éguas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (14) / Especialização: (4) / Mestrado acadêmico: (4) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Alice Correa Santos - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Patricia Soares Vieira - Integrante / Luciana Oliveira de Araujo - Integrante / Fernanda Maria Pazinato - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Veronica La Cruz Bueno - Integrante / Douglas Pacheco Oliveira - Integrante / Ilusca Sampaio Finger - Integrante / Leonardo Motta Fornari - Integrante / Débora Machado Noguera - Integrante / Taís Scheffer Del Pino - Integrante / Bruna dos Santos Suñe Moraes - Integrante / Cassiano Moraes Dorneles - Integrante / Vinícius de Souza Izquierdo - Integrante / William Augusto Dorr - Integrante / João Pedro Hubner Etges - Integrante / Carolina Litchina Brasil - Integrante / Rebeca Scalco - Integrante / Camila Gervini Wendt - Integrante / Francine Dequech Belém - Integrante / Isabel Silva Wetzel - Integrante / Plinio Amelio Ocanha Ávila - Integrante / Amanda Bragato Pereira - Integrante / Anibal Janczak Torres - Integrante / Augusto Luiz Postal Dalcin - Integrante / Jhamila Viégas Abdala - Integrante / Rodrigo Stauffert dos Santos - Integrante.
-
2016 - 2020
Avaliação de glicose e insulina em éguas prenhes com diferentes escores corporais e comparação com a morfometria do potro recém-nascido, Descrição: A obesidade é um problema comum encontrado dentro da criação de equinos atualmente, sendo um dos principais fatores predisponentes ao desenvolvimento da Síndrome Metabólica Equina (SME), doença que cursa com uma síndrome inflamatória crônica e com alterações importantes como a resistência à insulina e laminite (Frank Tadros, 2013). Segundo Ralston, (2002); Galantino-Homer Engiles (2013) durante a gestação, a égua passa por um período de necessidade de maior aporte glicêmico para o crescimento do potro, geralmente isto acontece no terço final da gestação, onde a sensibilidade à insulina encontra-se diminuída fisiologicamente para facilitar esse processo. Em éguas obesas, portadoras de SME, sugere-se que essas condições se tornariam exacerbadas, torando-as também mais suscetíveis ao desenvolvimento de alterações prejudiciais tanto para égua quanto para sua prole (Oke, 2013). Na medicina humana, já foi identificado alterações em crianças nascidas de mães obesas, sendo da mesma forma prejudicial para saúde da mãe quanto para o bebê. Sendo assim, este estudo tem como justificativa a identificação de alterações em potros nascidos de éguas obesas, portadoras de resistência à insulina, que possam ser prejudiciais na sua vida adulta e desempenho atlético. Ainda, a identificação precoce de animais obesos com resistência a insulina é importante para o estabelecimento de um tratamento e manejo correto, evitando então o desenvolvimento das consequências já conhecidas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Alice Correa Santos - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Fernanda Maria Pazinato - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Leonardo Motta Fornari - Integrante / Bruna dos Santos Suñe Moraes - Integrante / Cassiano Moraes Dorneles - Integrante / João Pedro Hubner Etges - Integrante / Camila Gervini Wendt - Integrante / Plinio Amelio Ocanha Ávila - Integrante / Amanda Bragato Pereira - Integrante / Charles Ferreira Martins - Integrante.
-
2016 - 2019
Valor Preditivo da mensuração de Proteinas de Fase Aguda na rotina clinica de equinos, Descrição: A inflamação é considerada uns dos primeiros eventos associados a um agente agressor no organismo. Processos inflamatórios que passam despercebido ou nãoexibem sinais clínicos evidentes podem resultar em infecções subclínicas que subsequentemente podem prejudicar o crescimento e desempenho dos animais. A pesquisa de marcadores precoces de inflamação tem sido o foco na medicina humana e veterinária durante as últimas décadas. Para este fim, os esforços têm-se centrado na identificação bioquímica de proteinas de fase aguda (PFA) como marcadores para o grau de inflamação e seu tempo de evolução. Serão efetuadas coletas de sangue de animais hígidos e infectados por Streptococcus equi. Ainda serão coletos potros jovens obesos. Espera-se observar uma estreita relação dos quadros clínicos e obesidade em potros com os níveis de proteínas de fase aguda mensuradas, alem de apresentar uma relação com o prognostico dos animais. Espera-se observar ainda uma relação de proteínas especificas com os sistemas orgânicos afetados, podendo apresentar valor diagnóstico em doenças comuns em nossa região como a adenite equina causada pela bactéria Streptococcus equi .. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (15) / Especialização: (4) / Mestrado acadêmico: (5) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Alice Correa Santos - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Luciana Oliveira de Araujo - Integrante / Fernanda Maria Pazinato - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Ilusca Sampaio Finger - Integrante / Leonardo Motta Fornari - Integrante / Débora Machado Noguera - Integrante / Taís Scheffer Del Pino - Integrante / Bruna dos Santos Suñe Moraes - Integrante / Gabriela Castro da Silva - Integrante / Cassiano Moraes Dorneles - Integrante / Vinícius de Souza Izquierdo - Integrante / William Augusto Dorr - Integrante / João Pedro Hubner Etges - Integrante / Carolina Litchina Brasil - Integrante / Rebeca Scalco - Integrante / Camila Gervini Wendt - Integrante / Francine Dequech Belém - Integrante / Isabel Silva Wetzel - Integrante / Plinio Amelio Ocanha Ávila - Integrante / Amanda Bragato Pereira - Integrante / Augusto Luiz Postal Dalcin - Integrante / Rodrigo Stauffert dos Santos - Integrante / Claudia Haetinger - Integrante / Jemhally Dillenburg Hack - Integrante / Lorena Alvariza Amaral - Integrante / Lorena Soares Feijó - Integrante / Letícia da Silva Souza - Integrante / Eduardo Minutto Py Crespo - Integrante / Luan de Andrade Kickhofel - Integrante / Millie de Oliveira Marchiori - Integrante / Priscila Catalane Bianchi Spotorno - Integrante / Rubia Alves Schimith - Integrante / Sabine Kasinger - Integrante / Vinicius Azevedo Folle - Integrante / Vitória Muller - Integrante.
-
2016 - 2017
Biometria de Potros da Raça Crioula, Descrição: O estudo será composto por dois experimentos, no qual serão avaliados 600 potros da raça Crioula do nascimento aos 24 meses. O primeiro experimento será caracterizado pelas avaliações biométricas onde serão mensurados peso e altura e o segundo experimento serão avaliados condição corporal (1-9), circunferência do pescoço, mensuração da gordura da região da base da cauda e crista do pescoço através da ultrassonografia e coletas de sangue para posterior análise.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (15) / Especialização: (4) / Mestrado acadêmico: (3) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Alice Correa Santos - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Luciana Oliveira de Araujo - Integrante / Fernanda Maria Pazinato - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Ilusca Sampaio Finger - Integrante / Leonardo Motta Fornari - Integrante / Débora Machado Noguera - Integrante / Taís Scheffer Del Pino - Integrante / Bruna dos Santos Suñe Moraes - Integrante / Gabriela Castro da Silva - Integrante / Cassiano Moraes Dorneles - Integrante / Vinícius de Souza Izquierdo - Integrante / William Augusto Dorr - Integrante / João Pedro Hubner Etges - Integrante / Carolina Litchina Brasil - Integrante / Rebeca Scalco - Integrante / Camila Gervini Wendt - Integrante / Francine Dequech Belém - Integrante / Isabel Silva Wetzel - Integrante / Plinio Amelio Ocanha Ávila - Integrante / Amanda Bragato Pereira - Integrante / Augusto Luiz Postal Dalcin - Integrante / Jemhally Dillenburg Hack - Integrante / Lorena Alvariza Amaral - Integrante / Letícia da Silva Souza - Integrante / Priscila Catalane Bianchi Spotorno - Integrante / Vitória Muller - Integrante.
-
2016 - 2017
Relação de dados clínicos da laminite em éguas prenhes com a morfometria neonatal, Descrição: A laminite ou degeneração laminar consiste em uma perda da interdigitação das lâminas dérmicas e epidérmicas primárias e secundárias do casco. Se a perda dessa união for suficientemente grave, a rotação e deslocamento distal da terceira falange poderão ocorrer (STASHAK, 2006). Esta doença usualmente ocorre como alteração secundária a diferentes processos clínicos, tais como doenças envolvendo septicemia, excesso de peso em um membro devido a dano no membro contralateral, Síndrome de Cushing e Síndrome Metabólica Equina (BELKNAP & PARKS, 2011). Segundo Costa et al (2005), em humanos a hipertensão arterial sistêmica é definida como uma elevação sustentada da pressão arterial. Durante a gestação, a frequência cardíaca, o volume de ejeção, o débito cardíaco e a massa ventricular esquerda aumentam, enquanto a resistência vascular periférica diminui. Em pacientes com hipertensão arterial crônica, a pressão arterial pode elevar-se principalmente no último trimestre de gestação, trazendo complicações para a gestação, o feto e a mãe (COSTA et al, 2005). Sabe-se que a laminite crônica em éguas prenhes pode agudizar no último trimestre de gestação; associadas à presença de dor crônica há um aumento de citocinas pró-inflamatórias e prostaglandinas circulantes, resultando em alterações circulatórias e desequilíbrios hormonais (LE BLANC, 2010). Portanto, a laminite apresenta-se como um processo sistêmico, podendo ser relacionada a pré-eclâmpsia ocorrida em mulheres gestantes, que cursa com disfunção endotelial, vasoespasmo e ativação de mecanismos de coagulação (PASCOAL, 2002).. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Alice Correa Santos - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Leonardo Motta Fornari - Integrante / Débora Machado Noguera - Integrante / Gabriela Castro da Silva - Integrante / Vinícius de Souza Izquierdo - Integrante / William Augusto Dorr - Integrante / Carolina Litchina Brasil - Integrante / Plinio Amelio Ocanha Ávila - Integrante / Amanda Bragato Pereira - Integrante / Charles Ferreira Martins - Integrante.
-
2016 - 2017
Resposta imunológica a Theileria equi em éguas prenhes vacinadas com proteína EMA-2 recombinante e seu reflexo no neonato, Descrição: A Theileria equi é um protozoário hemoparasita que juntamente com a Babesia caballi são transmissores da piroplasmose equina, doença endêmica em regiões tropicais e subtropicais. Apesar de serem transmissores da mesma doença, a B. caballi e T. equi são organismos distintos, tanto na severidade da doença provocada, ciclo de vida, persistência no cavalo infectado e susceptibilidade ao tratamento. Ambas são parasitas intraeritrocitários, porém o que diferencia a T. equi além do tamanho é a presença de uma fase extraeritrocitária em células polimorfonucleares do sangue periférico. O importante impacto que a T. equi causa é que uma vez infectado, o animal torna-se portador durante toda a vida, podendo transmitir a doença a outros animais mesmo sendo assintomático. No Rio Grande do Sul a T. equi é endêmica na população equina, por esse motivo seu controle é extremamente importante, e embora não haja monitoramento efetivo da doença, a profilaxia é fundamental para a manutenção do estado e do Brasil no mercado equestre internacional. Inicialmente a hipótese para a transmissão transplacentária da T. equi era de que os animais entravam em contato com o agente através de danos placentários, os quais permitiam a mistura do sangue materno e fetal e consequentemente a infecção do feto. Porém, como nem todos os neonatos positivos para T. equi eram provenientes de gestações com danos placentários, acreditou-se que a infecção poderia se dar através da nutrição fetal por histotrofo, que é composto de secreção uterina e eritrócitos maternos e ocorre por volta dos 40 a 150 dias de gestação, momento no qual o potro ainda não tem desenvolvimento do sistema imune. Nesse contexto, a infecção do potro pelo sangue materno não tem como ser evitada, já que a nutrição fetal pelo histotrofo faz parte da fisiologia gestacional da égua. Mesmo que a transmissão transplacentária da T. equi ainda não tenha o mecanismo bem descrito, fica evidente a necessidade de estimular a imunidade materna para que o potro que já nasce infectado seja capaz de responder nos primeiros momentos de vida.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Alice Correa Santos - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Patricia Soares Vieira - Integrante / Luciana Oliveira de Araujo - Integrante / Fernanda Maria Pazinato - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Veronica La Cruz Bueno - Integrante / Douglas Pacheco Oliveira - Integrante / Ilusca Sampaio Finger - Integrante / Leonardo Motta Fornari - Integrante / Débora Machado Noguera - Integrante / Taís Scheffer Del Pino - Integrante / Bruna dos Santos Suñe Moraes - Integrante / Gabriela Castro da Silva - Integrante / Cassiano Moraes Dorneles - Integrante / Vinícius de Souza Izquierdo - Integrante / Fabio Pereira Leivas Leite - Integrante / Guilherme Borges Weege - Integrante / Ana Muñoz Vianna - Integrante / William Augusto Dorr - Integrante / João Pedro Hubner Etges - Integrante / Carolina Litchina Brasil - Integrante / Rebeca Scalco - Integrante / Camila Gervini Wendt - Integrante / Francine Dequech Belém - Integrante / Isabel Silva Wetzel - Integrante / Plinio Amelio Ocanha Ávila - Integrante.
Histórico profissional
Experiência profissional
2013 - 2013
University of GeorgiaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estudante, Carga horária: 40
Outras informações:
Bolsista pelo programa CAPES/FIPSE durante 6 meses dedicados ao intercâmbio na University of Georgia, Athens - EUA, desde março à agosto de 2013.
2012 - 2012
Gap São Pedro e Cabanha ShwankeVínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estagiária
Outras informações:
Acompanhamento do médico veterinário responsável pela parte reprodutiva de ambos os locais.
2009 - 2009
Inspetoria Veterinária e Zootécnica de Entre-IjuísVínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estagiária
2020 - 2022
Universidade Federal de PelotasVínculo: Preceptoria, Enquadramento Funcional: Preceptora no programa de residência
2015 - 2017
Universidade Federal de PelotasVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Med. Vet. Resid. em Clínica Médica de Equinos, Carga horária: 60, Regime: Dedicação exclusiva.
2016 - 2016
Bazos Valley Equine Hospital - NavasotaVínculo: Estágiaria, Enquadramento Funcional: Estagiária
Outras informações:
Estágio de Vivência profissional realizado durante o período da residência em Clinica Médica de Equinos da Universidade Federal de Pelotas.
2016 - 2016
Brazos Valley Equine Hospital - StephenvilleVínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estagiária
Outras informações:
Estágio de Vivência profissional realizado durante o período da residência em Clinica Médica de Equinos da Universidade Federal de Pelotas.
2017 - Atual
Agropastoril AndradeVínculo: Sócia-proprietária, Enquadramento Funcional: Medica Veterinária
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de Mariana Andrade Mousquer e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todas as movimentações desse processo e sempre que o processo aparecer em publicações dos Diários Oficiais e nos Tribunais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Confirma a exclusão?