Joziane Silva Evangelista

Possui graduação em Gestão Ambiental pela Universidade Norte do Paraná (2012) e em Bacharel em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal do Acre (2022). Tem experiência na área de manejo de produtos florestais não madeireiros, com ênfase na castanha-do-Brasil; Implementação de Plano de Gestão Ambiental; e, contratação de serviços técnicos para a elaboração, atualização, acompanhamento e monitoramento dos Planos de Gestão Ambiental das Terras Indígenas.

Informações coletadas do Lattes em 28/08/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em Engenharia Agronômica

2015 - 2022

Universidade Federal do Acre
Título: Qualidade de mudas de vinagreira em resposta a níveis de luminosidade na Amazônia sul ocidental
Orientador: Me. Sandra Bezerra da Silva

Graduação em Gestão Ambiental

2008 - 2012

Universidade Norte do Parana
Título: Analise de avaliaçao de impacto ambiental sobre o igarape encrenca e a recuperaçao de sua mata ciliar
Orientador: Elaine da silva

Formação complementar

2019 - 2019

Painel alto nível do zoneamento ecológico-econômico do Acre. (Carga horária: 8h). , Secretaria de Estado de Meio Ambiente, SEMA, Brasil.

2019 - 2019

Café clonal. (Carga horária: 7h). , Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre, SEBRAE/AC, Brasil.

2017 - 2017

Reforma e Manejo de Pastagens. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal do Acre, UFAC, Brasil.

2014 - 2014

Produção Artesanal de Fitocosméticos. (Carga horária: 8h). , Embrapa Acre, EMBRAPA, Brasil.

2012 - 2012

Inventário Florestal Digital. (Carga horária: 8h). , Embrapa Acre, EMBRAPA, Brasil.

2012 - 2012

Treinamento na Piscicultura. (Carga horária: 32h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - Rio Branco, SENAR/AC, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia.

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Recursos Florestais e Engenharia Florestal / Subárea: Manejo Florestal.

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Recursos Florestais e Engenharia Florestal / Subárea: Silvicultura.

Organização de eventos

EVANGELISTA, J. S. ; MAGALHAES, A. A. . Painel alto nível do zoneamento ecológico-econômico do Acre. 2019. (Congresso).

Participação em eventos

Semana do Meio Ambiente. 2019. (Seminário).

Gisday: descobrindo o mundo através do GIS. 2017. (Encontro).

IV Simpósio acreano de Engenharia Agronômica. 2017. (Simpósio).

III Simpósio Acreano de Agronomia. 2016. (Simpósio).

1ª jornadas de cultivo de Castaña.1ª jornadas de cultivo de Castaña. 2015. (Oficina).

XXXV Congresso Brasileiro de CIência do Solo. Caracterização espacial de atributos de um Argissolo Vermelho-Amarelo da Floresta Amazônica no Estado do Acre. 2015. (Congresso).

66ª Reunião Anual da SBPC. COMPORTAMENTO FENOLÓGICO DE Bertholletia excelsa Bonpl. E Carapa guianensis Aubl. DURANTE OITO ANOS, NA AMAZÔNIA SUL-OCIDENTAL. 2014. (Congresso).

II Seminário de Iniciação Científica da Embrapa Acre.TAXA DE FERTILIZAÇÃO E VINGAMENTO DE FRUTOS. DE Bertholletia excelsa. 2014. (Seminário).

Curso: Redação Científica.Participação em Treinamento - Redação Científica. 2013. (Oficina).

I Seminário de Iniciação Científica PIBIC/PIBITI da Embrapa Acre.Germinação de sementes de castanheira para produção de mudas. 2013. (Seminário).

I Seminário de Iniciação Científica PIBIC/PIBITI da Embrapa Acre.Minicurso de Herborização. 2013. (Seminário).

Saber Ambiental.Curso: Educação Ambiental. 2012. (Outra).

Treinamento na piscisultura.Participação em curso. 2012. (Outra).

Treinamento sobre Manejo Digital.Curso: Inventário Florestal Digital. 2012. (Outra).

Treinamento em silvicultura.Curso: Restauração florestal, silvicultura e arborização urbana: aspectos ambientais, jurídicos, econômicos e sociais. 2008. (Outra).

Produções bibliográficas

  • FAUSTINO, C. L. ; EVANGELISTA, J. S. ; WADT, L. H. O. . Dispersão primária de frutos da castanheira (Bertholletia excelsa Bonpl.): importância para o manejo e a conservação da espécie. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi. Ciências Naturais , v. 9, p. 371-379, 2014.

  • SANTOS, S. F. ; EVANGELISTA, J. S. ; WADT, L. H. O. . TAXA DE FERTILIZAÇÃO E VINGAMENTO DE FRUTOS. DE Bertholletia excelsa. In: II Seminário de Iniciação Científica da Embrapa Acre, 2014, Rio Branco. Anais do II Seminário de Iniciação Científica da Embrapa Acre. Rio Branco: Embrapa Acre, 2014.

  • EVANGELISTA, J. S. ; CORREA, M. F. ; SANTOS, S. F. ; FONSECA, F. L. ; WADT, L. H. O. . COMPORTAMENTO FENOLÓGICO DE Bertholletia excelsa Bonpl. E Carapa guianensis Aubl. DURANTE OITO ANOS, NA AMAZÔNIA SUL-OCIDENTAL. In: 66ª Reunião Anual da SBPC, 2014, Rio Branco. Anais da 66ª Reunião Anual da SBPC. Recife: SBPC, 2014.

  • EVANGELISTA, J. S. ; NEVES, E. S. ; AZEVEDO, V. R. ; WADT, L. H. O. . Germinação de sementes de castanheira para produção de mudas. In: I Seminário de Iniciação Científica PIBIC/PIBITI da Embrapa Acre, 2013, Rio Branco. Resumos do I Seminário de Iniciação Científica da Embrapa Acre. Rio Branco: Embrapa Acre, 2013.

  • WADT, L. H. O. ; EVANGELISTA, J. S. ; PEDROZO, C. A. ; GUEDES, M. C. . El Cultivo de la castaña: Generalidades y avances en el Brasil. 2015. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • EVANGELISTA, J. S. ; CORREA, M. F. ; SANTOS, S. F. ; FONSECA, F. L. ; WADT, L. H. O. . COMPORTAMENTO FENOLÓGICO DE Bertholletia excelsa Bonpl. E Carapa guianensis Aubl. DURANTE OITO ANOS, NA AMAZÔNIA SUL-OCIDENTAL. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • EVANGELISTA, J. S. ; NEVES, E. S. ; RIGAMONTE-AZEVEDO, V. ; WADT, L. H. O. . Germinação de sementes de castanheira para produção de mudas. 2013. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

Projetos de pesquisa

  • 2013 - Atual

    Seleção de matrizes promissoras de Bertholletia excelsa e implantação de pomar de sementes, Descrição: Descrição: Embora a domesticação da castanheira para plantios comerciais não tenha tido sucesso, percebe-se que não houve avanço na questão do melhoramento da espécie. Mesmo o extrativismo sendo um sucesso, torna-se importante a atenção na área de melhoramento florestal que consiste na identificação, quantificação e utilização da variabilidade genética para características de interesse, buscando-se o aumento da produtividade. Para o melhoramento da castanheira, é necessário determinar a quantidade, a natureza e as causas de variabilidade dentro da espécie; desenvolver e manter uma população de base genética suficientemente ampla para garantir progressos em gerações de melhoramento; e avaliar e selecionar indivíduos com características desejáveis. No projeto Kamukaia, onde há uma rede de parcelas permanentes para monitoramento da produção de castanha-do-brasil, é possível identificar matrizes que consistentemente têm apresentado elevada produção ao longo dos anos, o que será fundamental para a implantação de um pomar de sementes, cuja finalidade é a obtenção de material superior para a produção de frutos. A partir desse pomar de sementes é possível selecionar clones de alta produtividade para uso em plantios de enriquecimento de castanhais nativos ou de monocultivo, além de avaliar a compatibilidade entre clones. .. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Joziane Silva Evangelista - Integrante / Lúcia Helena de O. Wadt - Coordenador / Fernanda Fonseca - Integrante / Valiria Rigamonte Azevedo - Integrante / Luciano Arruda Ribas - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

  • 2013 - Atual

    Avanços no conhecimento, tecnologias e processos para o manejo sustentável da Castanha-do-brasil, na Amazônia Ocidental, Descrição: Bertholletia excelsa (castanheira) é uma espécie que ocorre em terras altas de toda a Bacia Amazônica, cuja importância vai desde questões ecológicas a sociais. Apesar de existirem boas práticas estabelecidas para a atividade produtiva da castanha-do-brasil, o que predomina ainda hoje, é um baixo nível tecnológico na coleta, relacionado principalmente aos aspectos do sistema de produção. Recomendações de práticas de manejo de castanhais nativos são encontradas em diferentes tipos de documentos técnicos, onde em praticamente todos os casos essas recomendações seguem critérios padronizados para melhoria da qualidade do produto e sustentabilidade da atividade ao longo das gerações. Entretanto, a maioria dos documentos não leva em conta as diferenças regionais relativas aos fatores ambientais, nem os diferentes sistemas de produção existentes e o nível tecnológico associado às atividades produtivas da castanha. Diante disto, este projeto, com duração de 36 meses, objetiva realizar estudos aprofundados acerca dos ambientes naturais de ocorrência de castanheiras e propor tecnologias para mapeamento e estimativa de produção, com intuito de propor adaptações nas recomendações de manejo já existentes, fortalecendo assim a cadeia de valor da Castanha-do-brasil, com uma abrangência que inclui os Estados da Amazônia Ocidental Brasileira. Assim, serão realizados estudos das relações bióticas e abióticas das castanheiras com seus ambientes naturais de ocorrência, visando subsidiar o manejo da espécie, por meio da utilização de modernas tecnologias digitais que contribuam também para o mapeamento e modelagem da ocorrência e produtividade da espécie na Amazônia Ocidental. Estas tecnologias incluem sensores remotos de alta resolução e scanner a laser, para fins de mapeamento da estrutura da vegetação circundante às castanheiras e de obtenção de variáveis dendrométricas, as quais conferem agilidade e acurácia nos mapeamentos e caracterização dos castanhais. Aspectos relacionados a fatores topoedafoclimáticos serão abordados em uma escala muito mais abrangente em relação às existentes, permitindo a identificação de ambientes ?preferenciais? para a ocorrência de castanhais. Questões socioambientais e econômicas serão também abordadas, uma vez que não estão bem caracterizadas nas diferentes realidades da Amazônia para a produção dessa castanha, avaliando-se os diversos sistemas de produção existentes, no escopo dos tipos de organização social das comunidades extrativistas e das relações de status fundiário das áreas onde são coletadas as castanhas. Assim, identificar os fatores críticos relacionados aos sistemas de produção e aos aspectos econômicos, em especial aqueles formadores de preços e de comercialização nesta extensa cadeia, é de suma importância para o real avanço da atividade extrativista na Amazônia, onde será possível propor adaptações nas boas práticas de manejo da castanha, considerando as diferentes realidades da região. Dentro deste complexo ambiente de interações, este projeto procurou compor equipe multidisciplinar, com representantes de segmentos governamentais (Federal e Estadual, principalmente) e de Instituições de pesquisa, com competência nos temas propostos nas diversas atividades, proporcionando uma rica troca de experiências, iniciada já na elaboração deste projeto, cuja interação será valorizada e incentivada ao longo do projeto. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: / Mestrado profissional: (3) . , Integrantes: Joziane Silva Evangelista - Integrante / Lúcia Helena de O. Wadt - Coordenador / Cleisa Brasil Cartaxo - Integrante / Haron Abrahim Magalhães Xaud - Integrante / Lucielio Manoel da Silva - Integrante / Daniel de Almeida Papa - Integrante / Fernanda Lopes da Fonseca - Integrante / Roberta Martins Nogueira - Integrante / Henrique dos Santos Pereira - Integrante / Cássia Ângelo Pedrozo - Integrante / Cintia Rodrigues de Souza - Integrante / Daniel Augusto Schurt - Integrante / Janaina Deane Diniz - Integrante / Kátia Emídio da Silva - Integrante / Ana Fávia Ceregatti Zingra - Integrante / Bruno Scarazatti - Integrante / Carlos Antonio Alvares S. Ribeiro - Integrante / Diego Batista Zeni - Integrante / Fábio de Souza Kirchpfennig - Integrante / Francisca Dionizia de A. Matos - Integrante / Gerson Rodrigues dos Santos - Integrante / Gilvan Coinbra Martins - Integrante / Isaac Cohen Antonio - Integrante / Jacqueline Martins Gomes - Integrante / José Frutuoso do Vale Junior - Integrante / José Marinaldo Gleriani - Integrante / José Olenilson Costa Pinheiro - Integrante / Julianna Fernandes Maroccolo - Integrante / Karine Dias Batista - Integrante / Lindomar de Jesus de Sousa Silva - Integrante / Lucieta Guerreiro Martorano - Integrante / Luis Isamu Barros Kanzaki - Integrante / Marcus Vinício Neves d´Oliveira - Integrante / Maristela Ramalho Xaud - Integrante / Nadiele Pereira Pacheco - Integrante / Nerilson Terra Santos - Integrante / Raimundo Claudio Gomes Maciel - Integrante / Raimundo Cosme de Oliveira Junior - Integrante / Roberval Monteiro Bezerra de Lima - Integrante / Sebastião Venâncio Martins - Integrante / Alisson Mello Munaretti - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

  • 2011 - Atual

    Rede Kamukaia ? Manejo de produtos florestais não-madeireiros, na Amazônia, Descrição: A Amazônia é a região de maior biodiversidade da face da Terra tanto em termos de espécies animais, vegetais e de microrganismos como também de diversidade sociocultural. Apesar da importância dos produtos florestais não-madeireiros para os meios de vida de milhares de pessoas que vivem na Amazônia, os números oficiais da produção primária nacional apontam para uma fração inferior a 0,5% dessa produção sendo relativa aos produtos da biodiversidade. Vários são os programas de governo que tem foco na biodiversidade, no entanto há uma carência de informações consolidadas para a Amazônia relativas à produtividade, ocorrência e recomendações de manejo para as principais espécies de uso comercial como, por exemplo, a castanha-do-brasil, andiroba e copaíba. Em 2005, teve inicio o projeto Kamukaia, cujo principal objetivo foi o de formar uma rede de estudos ecológicos para subsidiar recomendações de manejo por meio do monitoramento em parcelas permanentes da produção, regeneração e impacto do extrativismo da castanheira, andirobeira e copaibeira, em diferentes regiões da Amazônia brasileira. Resultados iniciais desse projeto estão sendo fundamentais para políticas de governo como, por exemplo, a definição de diretrizes técnicas para o manejo da castanheira (Bertholletia excelsa), no entanto essas diretrizes precisam ser exercitadas em diferentes situações de extração do produto para sua adequação. Nesse sentido, ações para disseminação dos conhecimentos já acumulados pelo Kamukaia, ampliação da rede e o estabelecimento de campos de demonstração de tecnologias adaptadas e geradas podem contribuir para dar visibilidade aos produtos da sociobiodiversidade e fortalecer a inclusão destes no mercado, aumentando a representatividade do extrativismo na produção primária do país. O objetivo principal desta proposta é a manutenção e ampliação da rede Kamukaia (estudos para o manejo sustentável de produtos não madeireiros na Amazônia, envolvendo sete estados ? AC, RO, AM, RR, PA, AP e MT.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (3) Doutorado: (1) . , Integrantes: Joziane Silva Evangelista - Integrante / Lúcia Helena de O. Wadt - Coordenador / Fernanda Fonseca - Integrante / Marcos C. Visoli - Integrante / Vânia Beatriz V. de Oliveira - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa / Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Auxílio financeiro.

Prêmios

2014

1º Lugar na Apresentação de poster na II Seminário de Iniciação Científica da Embrapa Acre, Embrapa Acre.

Histórico profissional

Experiência profissional

2012 - Atual

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: DTI-C, Carga horária: 40

Outras informações:
Bolsista na Embrapa Acre, vinculada ao projeto Rede Kamukaia ? Manejo de produtos florestais não-madeireiros, na Amazonia, Processo: 562812/2010-5.

2011 - 2011

Embrapa Acre

Vínculo: Estágio obrigatório, Enquadramento Funcional: estagiário, Carga horária: 40

Outras informações:
Estágio junto ao projeto Kamukaia, no perídodo de 04 a 15 de abril de 2011, sob a supervisão da pesquisadora Lúcia H. O. Wadt.

2010 - 2011

Instituto de Biodiversidade e Manejo de Ecossistemas da Amazônia Ocidental

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista, Carga horária: 40

Outras informações:
Bolsa concedida pela Fundação Bioma e financiada pela Fundação Gordon e Betty Moore, para apoio ao projeto de mestrado vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Manejo de Recursos Naturais. Título do projeto: Dispersão primária e secundária de Bertholletia excelsa Bonpl (Lecythidaceae), como subsídio para o manejo da espécie.

2012 - 2012

Secretaria dede Estado de Extensão Agroflorestal e Produção Familiar

Vínculo: Estágio obrigatório, Enquadramento Funcional: estagiário, Carga horária: 30

Outras informações:
Estágio realizado no setor de extensão rural, desenvolvendo atividades de fiscalização da construção de açudes, visita a propriedades para organização da produção de horticultura e digitação de dados no escritório.