Adna Suelen Dorigo

Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de São Carlos (2015), Mestrado e Doutorado em Ciências Biológicas: Biologia Celular e Molecular pela instituição de ensino Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Possui experiência em criação de protocolos experimentais, também possui experiência em criação in vitro de abelhas A. mellifera (abelha com ferrão e organismo modelo para testes ecotoxicológicos) e abelhas sem ferrão. Tem experiência também na área de biologia celular e molecular, principalmente com temas relacionados a ecotoxicologia e conservação de abelhas.

Informações coletadas do Lattes em 13/09/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em Ciências Biológicas (Biologia Celular, Molecular e Microbiologia)

2018 - 2022

Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho
Título: Avaliação de efeitos da exposição oral de abelhas sem ferrão e melíferas a flupiradifurona
Osmar Malaspina. Coorientador: Roberta C. F. Nocelli e Annelise de Souza Rosa-Fontana. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.

Mestrado em Ciências Biológicas (Biologia Celular, Molecular e Microbiologia)

2016 - 2018

Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho
Título: Toxicidade de inseticidas para larvas de Melipona scutellaris: estabelecimento e padronização do método, Ano de Obtenção: 2018
Osmar Malaspina.Coorientador: Roberta Cornélio Ferreira Nocelli e Annelise de Souza Rosa. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.

Graduação em Ciências Biológicas

2011 - 2015

Universidade Federal de São Carlos
Título: Influência da alimentação na criação in vitro de larvas de abelhas Apis mellifera africanizada (Hymenoptera: Apidae)
Orientador: Profa. Dra. Roberta Cornélio Ferreira Nocelli
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.

Formação complementar

2021 - 2021

Produção de Gráficos no R. (Carga horária: 20h). , JJ Consultoria, JJ, Brasil.

2021 - 2021

Curso de Avaliação de Risco Ambiental de Agrotóxicos para Abelhas. (Carga horária: 20h). , Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, IBAMA, Brasil.

2021 - 2021

Curso de comunicação e escrita científica. (Carga horária: 4h). , ACS Publications, ACS, Estados Unidos.

2020 - 2020

R para Entomologistas - Nível Básico. (Carga horária: 20h). , JJ Consultoria, JJ, Brasil.

2020 - 2020

Curso ?Docência no ensino superior: fundamentos e práticas pedagógicas?. (Carga horária: 30h). , Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil.

2020 - 2020

A importância da Apresentação de um currículo: aprendendo a utilizar a Plat. (Carga horária: 4h). , Universidade Federal do Ceará, UFC, Brasil.

2020 - 2020

Aprenda a pesquisar e normalizar trabalhos acadêmicos. (Carga horária: 12h). , Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil.

2017 - 2017

CURRÍCULO LATTES NAS PRÁTICAS ACADÊMICAS: CONHECER, ENTENDER E APLICAR. (Carga horária: 8h). , Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil.

2017 - 2017

Análises de dados em Ecotoxicologia. (Carga horária: 30h). , Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil.

2017 - 2017

Iniciação ao R. (Carga horária: 6h). , Universidade Federal de São Carlos, UFSCAR, Brasil.

2016 - 2016

Abelhas: aplicações e implicações na agricultura. (Carga horária: 4h). , Universidade Federal de São Carlos, UFSCAR, Brasil.

2015 - 2015

Morte Celular. (Carga horária: 8h). , Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil.

2014 - 2014

Declínio de populações de abelhas. (Carga horária: 16h). , Universidade de São Paulo, USP, Brasil.

2014 - 2014

Redação Científica. (Carga horária: 4h). , Universidade Federal de São Carlos, UFSCAR, Brasil.

2014 - 2014

Pequenos RNAs e o controle da expressão gênica. (Carga horária: 4h). , Universidade Federal de São Carlos, UFSCAR, Brasil.

2013 - 2013

Neurobiologia do sono. (Carga horária: 8h). , Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, Brasil.

2013 - 2013

Memória e Envelhecimento. (Carga horária: 8h). , Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, Brasil.

2013 - 2013

Normas da ABNT. (Carga horária: 1h). , Universidade Federal de São Carlos, UFSCAR, Brasil.

2012 - 2012

Boas práticas laborat.: Legislação e Procedimentos. (Carga horária: 10h). , Universidade Federal de São Carlos, UFSCAR, Brasil.

2011 - 2011

Microbiologia na indústria de alimentos e bebidas. (Carga horária: 8h). , Universidade Federal de São Carlos, UFSCAR, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Libras

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Biológicas / Área: Biologia Geral / Subárea: Ecotoxicologia de Polinizadores.

Grande área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Ecotoxicologia.

Organização de eventos

DORIGO, A. S. . Primeiros Passos na Ciência 2019. 2019. (Outro).

DORIGO, A. S. . Workshop sobre a padronização de métodos para testes de toxicidade em abelhas sem ferrão adultas. 2019. (Outro).

DORIGO, ADNA . Primeiros Passos na Ciência 2018. 2018. (Outro).

DORIGO, ADNA . X PCC em foco: Ser Biológo, Ser Educador e Ser humano -Política, Ciência e Formação. 2018. (Outro).

DORIGO, A. S. . V Simpósio de Biologia Celular e Molecular. 2017. (Outro).

DORIGO, A. S. . Primeiros Passos na Ciência 2017. 2017. (Outro).

DORIGO, A. S. . Junção GAP: Graduação à Pós-graduação 2017. 2017. (Outro).

DORIGO, A. S. . Workshop International Cooperation Project FAPESP / UNESP Rio Claro ? University of Nottingham ? University of Birmingham. 2016. (Outro).

DORIGO, A. S. . Junção GAP: Graduação à Pós-graduação 2016. 2016. (Outro).

DORIGO, A. S. . Primeiros Passos na Ciência 2016. 2016. (Outro).

DORIGO, A. S. . Workshop 40 anos de Pós Graduação Instituto de biociências. 2016. (Outro).

DORIGO, A. S. . UFSCar Araras Aberta. 2015. (Outro).

DORIGO, A. S. . II Semana dos Estudantes de Biologia. 2014. (Outro).

DORIGO, A. S. . III Encontro PIBID - UFSCAR: um balanço das ações compartilhadas entre universidade e escola. 2013. (Outro).

Participação em eventos

I Divulga Ciência. 2020. (Outra).

V Semana de Metologia e Produção Científica (SMPC 2020) - Dicas de redação científica.. 2020. (Outra).

5º Seminário de Meliponicultura. 2019. (Seminário).

I FESTIVAL DE ARTE, CULTURA E CIÊNCIA. Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e Molecular. 2019. (Exposição).

Workshop "Redação de artigos científicos para publicação internacional". 2019. (Outra).

27º SETAC. Standardization of an in vitro larval rearing method for stingless bee species Melipona scutellaris for use in toxicological bioassay studies.. 2018. (Congresso).

28º SETAC. Which is the most suitable native bee species from the Neotropical region to be proposed as model-organism for exposure to pesticides during the larval phase?. 2018. (Congresso).

XII Encontro Sobre Abelhas.BIOLOGICAL DATA OF STINGLESS BEES WITH POTENTIAL APPLICATION IN PESTICIDE RISK ASSESSMENTS. 2018. (Encontro).

XXVII Congresso Brasileiro de Entomologia e X Congresso Latino-Americano de Entomologia. Toxicidade do inseticida dimetoato para larvas de Melipona scutellaris. 2018. (Congresso).

1º Dia da Abelha - Polinizando um mundo melhor. 2017. (Outra).

III Workshop Internacional de Meliponicultura. 2017. (Outra).

IV Workshop Sobre Insetos Sociais (IUSSI-SecBra).AS ABELHAS NATIVAS SEM FERRÃO SÃO CAPAZES DE EVITAR O CONSUMO DE ALIMENTO CONTAMINADO COM O NEONICOTINÓIDE IMIDACLOPRIDO?. 2017. (Outra).

3º Workshop IUSSI Sec Bras.Feeding of influence in creating in vitro Apis mellifera L. africanized larvae. 2016. (Outra).

VI Simpósio Agroambiental e Jornada Agronômica 2016. 2016. (Simpósio).

Workshop International Cooperation Project FAPESP / UNESP Rio Claro ? University of Nottingham ? University of Birmingham. 2016. (Outra).

XIV Congresso Brasileiro de Ecotoxicologia ? ECOTOX 2016.INFLUÊNCIA DA ALIMENTAÇÃO NA CRIAÇÃO IN VITRO DE APIS MELLIFERA AFRICANIZADA: ANÁLISE DAS TAXAS DE DEFECAÇÃO E PUPAÇÃO.. 2016. (Outra).

BioCelMol: IV Simpósio de Biologia Celular e Molecular. 2015. (Simpósio).

III Semana dos estudantes de Biologia.Influência da alimentação na criação in vitro de larvas de abelhas Apis melindra africanizada (Hymenoptera: Apidae). 2015. (Encontro).

XI Encontro sobre abelhas.EVALUATION OF THE METHODS FOR REARING OF AFRICANIZED Apis mellifera LARVAE. 2015. (Encontro).

2º Ciclo de Palestras do CCA. 2014. (Outra).

II Ciclo de Palestras do CCA. 2014. (Outra).

II Semana dos Estudantes de Biologia - UFSCAR. 2014. (Outra).

II Simpósio de Ecotoxicologia - UNESP. 2014. (Simpósio).

IV Simpósio Agroambiental. 2014. (Simpósio).

Workshop "Declínio de populações de abelhas e sua implicação para o uso e conservação". 2014. (Outra).

XIII Congresso Brasileiro de Ecotoxicologia. Evaluation of the rate emergency of the africanized Apis mollifier, after exposure to insecticide thiamethoxam. 2014. (Congresso).

1º ciclo de palestras do CCA. 2013. (Outra).

Congresso Aberto aos Estudantes de Biologia. 2013. (Congresso).

III Encontro PIBID - UFSCAR: um balanço das ações compartilhadas entre universidade e escola..O papel importante da escola na conscientização da comunidade. 2013. (Encontro).

I Semana dos Estudantes de Biologia. 2013. (Outra).

I Semana da Química - CCA. 2011. (Outra).

Participação em bancas

Aluno: Nathália Pousa Cypriano

DORIGO, A. S.ROSA-FONTANA, A. S.. A importância dos serviços ecossistêmicos prestados pelas abelhas nativas e o declínio de suas populações no Brasil.. 2018. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Gerenciamento Ambiental) - Universidade de São Paulo - Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz.

DORIGO, ADNA. X PCC em foco: Ser Biólogo, Ser Educador, Ser Humano - Política, Ciência e Formação. 2018. Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Orientou

Daniela Rafael Simões de Oliveira

Determinação da CL50 do imidacloprido para larvas de abelhas S; postica seus efeitos sobre o desenvolvimento; Início: 2019; Iniciação científica (Graduando em Ciências Biológicas) - Centro de Estudos de Insetos Sociais - UNESP Campus Rio Claro; ; (Orientador);

Produções bibliográficas

  • ROSA-FONTANA, ANNELISE S. ; DORIGO, ADNA SUELEN ; MALAQUIAS, JOSÉ BRUNO ; PACHÚ, JÉSSICA K. S. ; NOCELLI, ROBERTA C. F. ; TOSI, SIMONE ; MALASPINA, OSMAR . Fungivorous mites enhance the survivorship and development of stingless bees even when exposed to pesticides. Scientific Reports , v. 12, p. 20948, 2022.

  • DORIGO, A. S. ; ANJOS, A. ; MARCATO, A. C. C. ; PIRES, D. ; GONCALVES, L. R. ; ANHOLETO, L. A. ; CHOLAK, L. R. ; RAMALHO, M. O. ; BORBA, R. S. ; ORTELANI, M. P. ; CABRAL-DE-MELO, D. C. . Projeto Primeiros Passos na Ciência: Rompendo barreiras sociais e estreitando laços entre a comunidade acadêmica e o Ensino Médio público. REVISTA BRASILEIRA DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA , v. 11, p. 47-59, 2020.

  • ROSA-FONTANA, A. S. ; DORIGO, A. S. ; GALASCHI-TEIXEIRA, J. S. ; NOCELLI, R. C. F. ; MALASPINA, O. . What is the most suitable native bee species from the Neotropical region to be proposed as model-organism for toxicity tests during the larval phase?. ENVIRONMENTAL POLLUTION , v. 265, p. 114849, 2020.

  • ROSA-FONTANA, A. S. ; DORIGO, A. S. ; SOARES-LIMA, H. M. ; NOCELLI, R. C. F. ; MALASPINA, O. . Is the Water Supply a Key Factor in Stingless Bees? Intoxication?. JOURNAL OF INSECT SCIENCE , v. 20, p. 6, 2020.

  • DORIGO, A. S. ; ROSA-FONTANA, A. S. ; SOARES-LIMA, H. M. ; GALASCHI-TEIXEIRA, J. S. ; NOCELLI, R. C. F. ; MALASPINA, O. . In vitro larval rearing protocol for the stingless bee species Melipona scutellaris for toxicological studies. PLoS One , v. 14, p. e0213109, 2019.

  • DORIGO, ADNA ; ROSA-FONTANA, ANNELISE ; CAMARGO, ISABELLA ; NOCELLI, ROBERTA ; MALASPINA, OSMAR . Biological Data of Stingless Bees with Potential Application in Pesticide Risk Assessments. SOCIOBIOLOGY , v. 65, p. 777-779, 2018.

  • MIOTELO, L. ; NOCELLI, R. C. F. ; AZEVEDO, P. ; DORIGO, A. S. ; ROSA-FONTANA, A. S. ; LOURENCETTI, A. P. S. ; TAVARES, D. A. ; MALASPINA, OSMAR . A Ciência das Abelhas: Pesquisa e desenvolvimento sobre polinizadores e polinização. 1. ed. São Paulo: Associação Brasileira de Estudos das Abelhas A.B.E.L.H.A, 2024. v. 1. 197p .

  • DORIGO, A. S. ; ROSA, A. S. ; SOARES, H. M. ; NOCELLI, R. C. F. ; MALASPINA, O. . Toxicidade do inseticida dimetoato para larvas de Melipona scutellaris. In: XXVII Congresso Brasileiro de Entomologia e X Congresso Latino-Americano de Entomologia, 2018, Gramado - RS. Anais do XXVII Congresso Brasileiro de Entomologia e X Congresso Latino-Americano de Entomologia, 2018.

  • DORIGO, A. S. ; ROSA, A. S. ; CAMARGO, I. F. ; NOCELLI, R. C. F. ; MALASPINA, O. . BIOLOGICAL DATA OF STINGLESS BEES WITH POTENTIAL APPLICATION IN PESTICIDE RISK ASSESSMENTS. In: XII Encontro Sobre Abelhas, 2018, Uberlândia. Anais do XII Encontro sobre Abelhas. Uberlândia: UFU, 2018. v. 12. p. 1-264.

  • ROSA, A. S. ; DORIGO, A. S. ; LOPES, T. F. ; GALASCHI-TEIXEIRA, J. S. ; NOCELLI, R. C. F. ; MALASPINA, O. . AS ABELHAS NATIVAS SEM FERRÃO SÃO CAPAZES DE EVITAR O CONSUMO DE ALIMENTO CONTAMINADO COM O NEONICOTINÓIDE IMIDACLOPRIDO?. In: IV Workshop sobre Insetos Sociais - IUSSI Brazilian SectionAnnual Meeting, 2017, Poços de Caldas - MG. Anais Do IV Workshop Sobre Insetos Sociais, 2017. p. 63.

  • DORIGO, A. S. ; SOARES, H. M. ; NOCELLI, R. C. F. ; MALASPINA, O. . INFLUÊNCIA DA ALIMENTAÇÃO NA CRIAÇÃO IN VITRO DE APIS MELLIFERA AFRICANIZADA: ANÁLISE DAS TAXAS DE DEFECAÇÃO E PUPAÇÃO.. In: XIV Congresso Brasileiro de Ecotoxicologia ? ECOTOX 2016, 2016, Curitiba. XIV Congresso Brasileiro de Ecotoxicologia - Anais de Resumo, 2016. p. 1812-1813.

  • DORIGO, A. S. ; TAVARES, D. A. ; SOARES, H. M. ; MALASPINA, O. ; NOCELLI, R. C. F. . EVALUATION OF THE METHODS FOR REARING OF AFRICANIZED APIS MELLIFERA LARVAE. In: XI ENCONTRO SOBRE ABELHAS, 2015, Ribeirão Preto. ANAIS DO XI ENCONTRO SOBRE ABELHAS, 2015. Ribeirão Preto - SP: Moringa Comunicação, 2015. v. 11. p. 1-181.

  • TAVARES, D. A. ; DORIGO, A. S. ; SOARES, H. M. ; ROATT, T. ; NOCELLI, R. C. F. ; ZACARIN, E. C. M. S. ; MALASPINA, O. . Evaluation of the rate emergency of the africanized Apis mollifier, after exposure to insecticide thiamethoxam. In: XIII Congresso Brasileiro de Ecotoxicologia, 2014, Guarapari - ES. ECOTOX 2014, 2014. v. 13. p. 1-1228.

  • AZEVEDO, P. ; BUTOLO, N. P. ; ALENCAR, L. D. ; DORIGO, A. S. ; MALASPINA, O. ; NOCELLI, ROBERTA . UMA NOVA ABORDAGEM EXPERIMENTAL PARA TESTES ECOTOXICOLÓGICOS: CULTIVO DE HEMÓCITOS IN VITRO. 2021. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ROSA-FONTANA, A. S. ; DORIGO, A. S. . Coexistence between fungivorous mites and stingless bees enhances larval survivorship even when exposed to pesticides. 2020. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • DORIGO, A. S. . Neonicotinoid thiamethoxam at realistic field concentrations originates anomalous individuals in priority stingless bee species for studies on pesticide risk assessments. 2020. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ROSA-FONTANA, A. S. ; DORIGO, A. S. ; NOCELLI, ROBERTA ; MALASPINA, O. . Which is the most suitable native bee species from the Neotropical region to be proposed as model-organism for exposure to pesticides during the larval phase?. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • DORIGO, ADNA . Abelhas: Meio ambiente e agricultura. 2019. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • DORIGO, ADNA . Abelhas: meio ambiente e agricultura. 2019. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • DORIGO, A. S. ; ROSA, A. S. ; NOCELLI, R. C. F. ; MALASPINA, O. . Standardization of an in vitro larval rearing method for stingless bee species Melipona scutellaris for use in toxicological bioassay studies. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • DORIGO, ADNA ; ROSA, A. S. ; SOARES, H. M. ; NOCELLI, R. C. F. ; MALASPINA, O. . Toxicidade do inseticida dimetoato para larvas de Melipona scutellaris. 2018. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • ROSA, A. S. ; DORIGO, ADNA ; LOPES, T. F. ; GALASCHI-TEIXEIRA, J. S. ; NOCELLI, R. C. F. ; MALASPINA, O. . AS ABELHAS NATIVAS SEM FERRÃO SÃO CAPAZES DE EVITAR O CONSUMO DE ALIMENTO CONTAMINADO COM O NEONICOTINÓIDE IMIDACLOPRIDO?. 2017. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • DORIGO, ADNA . Feedin of influence in creating in vitro Apis mellifera L.Africanized Larvae. 2016. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • DORIGO, A. S. . Biologia Celular e do Desenvolvimento. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • DORIGO, ADNA ; TAVARES, D. A. ; MALASPINA, O. ; SOARES, H. M. ; NOCELLI, R. C. F. . ?EVALUATION OF THE METHODS FOR REARING OF AFRICANIZED Apis mellifera LARVAE. 2015. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • TAVARES, D. A. ; DORIGO, ADNA ; SOARES, H. M. ; ROATT, T. ; NOCELLI, R. C. F. ; ZACARIN, E. C. M. S. ; MALASPINA, O. . Evaluation of the rate emergency of the africanized apis mellifera, after exposure to insectide thiamethoxam.. 2014. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • FREITAS, D. A. ; DORIGO, ADNA ; OLIVEIRA, N. A. C. ; TOMAZELA, T. H. . O papel importante da escola na conscientização da comunidade. 2013. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

Outras produções

DORIGO, A. S. . Sem ferrão e muito sensíveis. 2019. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

DORIGO, A. S. . Bees threatened by indiscriminate use of pesticides. 2019. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

DORIGO, A. S. . Padronização de método de criação in vitro de abelhas sem ferrão. 2018. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

DORIGO, ADNA . Treinamento técnico de criação de larvas de Apis mellifera segundo a OECD 237. 2019. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

DORIGO, ADNA . A importância dos estudos toxicológicos realizados com abelhas em estágio larval. 2019. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

DORIGO, A. S. . Você sabia que se as abelhas forem extintas ¼ de toda vida na Terra também será extinta?. 2017. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

DORIGO, ADNA . Ensaios de toxicidade com larvas de abelhas Apis mellifera. 2016. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

DORIGO, ADNA . Impacto do uso de inseticidas em abelhas. 2016. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

DORIGO, ADNA . Biologia Celular e do Desenvolvimento. 2016. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

DORIGO, A. S. . Biologia Celular e do Desenvolvimento (Junção GAP: Graduação à Pós-graduação). 2016. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

DORIGO, A. S. . Impacto do uso de inseticidas em abelhas - (Programa Primeiros Passos na Ciência). 2016. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

Projetos de pesquisa

  • 2018 - 2022

    Avaliação de efeitos da exposição oral de abelhas sem ferrão e melíferas ao flupiradifurona, Descrição: O atual cenário brasileiro de uso de agrotóxicos nos sistemas agrícolas, somado à necessidade do estabelecimento de políticas públicas de proteção a polinizadores, requer estudos sobre os potenciais efeitos destes produtos químicos sobre organismos não-alvo. Além de se avaliar as taxas de mortalidade, é essencial que possíveis efeitos subletais sejam considerados. Dessa forma, o presente estudo teve como objetivos: (i) compreender os possíveis efeitos subletais do inseticida flupiradifurona larvas de abelhas Apis mellifera, Melipona scutellaris e Scaptotrigona postica expostas oralmente. (ii) analisar a atividade de biomarcadores enzimáticos em larvas expostas a doses realistas de campo do inseticida flupiradifurona. (iii) avaliar o impacto da exposição do flupiradifurona na fase larval e em abelhas recém-emergidas sobre o sistema imune das abelhas, por meio da contagem de hemócitos. Para tanto, (i) larvas das espécies A. mellifera; S. postica e M. scutellaris foram expostas ao inseticida Flupiradifurona (grupo D - 0,77 ng i.a/μL de alimento; grupo DC 7,7 ng i.a/μL de alimento). Foram observados os efeitos de acordo com a progressão das fases de desenvolvimento: 5ª instar larval; defecação; taxa de mortalidade; taxa de pupação; taxa de emergência; mudança na coloração de olhos das pupas e; tempo em cada fase de desenvolvimento. Os dados obtidos foram submetidos a análises estatísticas no software RStudio. Os resultados demonstraram que o flupiradifurona afetou significativamente todos os parâmetros larvais em ambos os grupos expostos, quando comparados ao controle demonstrando que o flupiradifurona pode ser considerada tóxico para abelhas em sua fase de desenvolvimento. (ii) larvas das espécies A. mellifera; S. postica e M. scutellaris foram expostas ao inseticida Flupiradifurona (grupo D - 0,77 ng i.a/μL de alimento; grupo DC 7,7 ng i.a/μL de alimento) e 15 delas foram coletadas 24 horas após o término da alimentação. Foram realizadas a modulação da atividade enzimática das enzimas acetilcolinesterase (AChE), glutationa redutase (GR), glutationa peroxidase (GP), carboxilesterase (CaEs p), glicose -6- fosfato desidrogenase (G6PDH), glutationa s- transferase (GST), glicose oxidase (GOX), fenol oxidase (POX) e fosfatase alcalina (PAL). Os resultados mostraram sua eficácia na identificação de efeitos subletais, apontando diferentes respostas da exposição para as espécies de abelhas analisadas. Dessa forma, o uso dessas ferramentas moleculares demonstra grande potencial para serem incluídas em futuras decisões de órgãos regulatórios para análise de risco. (iii) larvas das espécies A. mellifera; S. postica e M. scutellaris foram expostas ao inseticida Flupiradifurona (grupo D - 0,77 ng i.a/μL de alimento; grupo DC 7,7 ng i.a/μL de alimento) e para este teste foram coletadas larvas 24 horas após o término da alimentação e 10 abelhas recém-emergidas (24 horas após a emergência). Foi coletada a hemolinfa desses indivíduos e adicionado ao corante azul de metileno para visualização em microscópio eletrônico. Através de análises estatísticas podemos inferir neste capítulo que o uso de flupiradifurona pode comprometer o sistema imune dessas abelhas, podendo levar a morte tanto do indivíduo quanto da colônia. Os resultados obtidos são inéditos e contribuem para o desenvolvimento de medidas protetivas para a conservação das espécies A. mellifera, S. postica e M. scutellaris, uma vez que este estudo é o primeiro a avaliar os efeitos da exposição larval ao flupiradifurona para essas espécies. Desse modo, esse trabalho fornece dados pioneiros para a literatura científica, com relavância a serem incluídos nas avaliações de risco ambientais realizadas pelo IBAMA.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Adna Suelen Dorigo - Integrante / OSMAR MALASPINA - Coordenador / NOCELLI, ROBERTA - Integrante / Annelise de Souza Rosa-Fontana - Integrante., Financiador(es): CAPES - Centro Anhanguera de Promoção e Educação Social - Bolsa.

  • 2018 - 2022

    Pode uma espécie exótica representar a biodiversidade de abelhas sociais brasileiras nas avaliações de risco à agrotóxicos?, Descrição: O Brasil é um dos países com maior biodiversidade de abelhas do mundo. Ao mesmo tempo, possui uma agricultura de ponta, importante economicamente, não só para o país, como para o mundo. Uma das características dessa agricultura é o uso de agrotóxicos para o controle de pragas, e que vem sendo apontado como uma das causas da diminuição da diversidade de número de abelhas. Essa diminuição tem impacto na manutenção das áreas nativas, mas também nas áreas cultivadas, principalmente naquelas dependentes de polinização. A proteção dessa biodiversidade e dos serviços de polinização depende diretamente de esquemas de avaliação de risco que sejam protetivos e que garantam a liberação de produtos que apresentem riscos dentro de níveis aceitáveis. No entanto, os esquemas de avaliação de risco adotados no país estão baseados na realização de testes com a espécie modelo Apis mellifera que não é uma espécie nativa. Isso se deve à falta de métodos padronizados para a realização dos testes com abelhas nativas do Brasil. Procurando garantir uma maior protetividade usa-se um fator de segurança da ordem 10, mas a falta de dados sobre a sensibilidade das abelhas nativas também aumenta a incerteza sobre este fator. Desta forma, com o intuito de contribuir com a solução desses problemas, os principais objetivos desse projeto são: desenvolver e padronizar métodos para determinar a toxicidade aguda oral e tópica de ingredientes ativos para abelhas nativas brasileiras adultas e na fase larval, construir curvas de sensibilidade que permitam identificar a validade do fator de segurança e verificar, através de análises do genome e transcriptoma de duas espécies sem ferrão, as semelhanças/diferenças em relação ao sistema de desintoxicação. Os resultados fornecerão subsídios para decisões futuras sobre a capacidade do híbrido Apis mellifera cobrir as rotas de exposição e as diferenças existentes entre as espécies e o delineamento de medidas de proteção mais específicos à biodiversidade brasileira.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Adna Suelen Dorigo - Integrante / ROBERTA CORNELIO FERREIRA NOCELLI - Integrante / OSMAR MALASPINA - Coordenador / Annelise de Souza Rosa-Fontana - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

  • 2017 - 2022

    Interações abelha e agricultura: perspectivas para a utilização sustentável, Descrição: As abelhas desempenham papel fundamental nos serviços de polinização em ecossistemas naturais e agroecossistemas. Contudo, esse indispensável serviço está ameaçado devido, primariamente, ao desmatamento, fragmentação de habitat e perda de áreas naturais, com substituição pela agropecuária e agricultura. Além disso, as atividades subsequentes relacionadas à agricultura no sistema convencional, como o uso indiscriminado e incorreto de agrotóxicos, têm contribuído significativamente para a mortalidade de abelhas nativas e mais massivamente divulgada, da espécie exótica Apis mellifera. Durante a coleta de recursos alimentares (pólen, néctar, óleos florais e resinas) as abelhas entram em contato com os agrotóxicos. Seja de forma direta ou via sistêmica nas plantas, esse contato com os agrotóxicos tem causado efeitos letais e subletais nas abelhas melíferas, e pouco ou quase nada se sabe sobre os efeitos nas abelhas nativas sociais e não sociais. Nosso objetivo geral é avaliar os efeitos de diferentes agrotóxicos e suas misturas em A. mellifera, considerada espécie-modelo em estudos toxicológicos, e comparar tais efeitos com duas espécies de abelhas nativas sociais, Melipona scutellaris e Scaptotrigona postica; uma espécie parasocial, Xylocopa frontalis e duas espécies solitárias, Tetrapedia diversipes e Centris analis. Os objetivos específicos relacionados aos subprojetos são: 1) analisar as respostas biológicas (endpoints) aos agrotóxicos testados por meio de bioensaios laboratoriais; 2) avaliar a detecção de agrotóxicos e peróxido de hidrogênio em mel, utilizando filmes finos nanoestruturados produzidos a partir de cera de abelhas; 3) verificar o efeito dos agrotóxicos sobre a interação planta-inseto por meio do registro da atividade elétrica das plantas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Adna Suelen Dorigo - Integrante / ROBERTA CORNELIO FERREIRA NOCELLI - Integrante / OSMAR MALASPINA - Coordenador / Annelise de Souza Rosa-Fontana - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Auxílio financeiro.

  • 2016 - 2019

    Padronização de método para testes de toxicidade em larvas de abelhas sem ferrão em condições de laboratório, e potenciais efeitos adversos provenientes do alimento larval contaminado com o neonicotinóide tiametoxam, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Annelise de Souza Rosa Fontana em 20/12/2019., Descrição: Os testes de toxicidade para aplicação nas avaliações de risco de inseticidas a abelhas são realizados de acordo com as diretrizes estabelecidas pela OCDE. No Brasil, a pesquisa científica carece de métodos padronizados que permitam a proposição de políticas regulatórias no que tange à proteção aos polinizadores nativos, a fim de que essas informações possam ser disponibilizadas ao público e adotadas como procedimentos-padrão em testes de toxicidade. No País, até o momento, não é utilizado um modelo para estimar o risco de exposição de abelhas a agrotóxicos, e o IBAMA usa como base para avaliação a abordagem norte americana. No entanto, o modelo norte americano, bem como os testes da OCDE, apresenta dados particularmente referentes à espécie A. mellifera, e na região Neotropical, atualmente existem 409 espécies descritas de abelhas nativas sociais. Assim, a utilização de A. mellifera como modelo ecológico para testes de toxicidade no Brasil tem sido questionada. Dessa forma, considerando a busca por um planejamento adequado de políticas públicas de proteção às abelhas nativas, e a necessidade do estabelecimento de espécies representantes da fauna nativa de abelhas a serem consideradas como organismos-modelo, bem como a padronização de métodos para a execução de testes de toxicidade de agrotóxicos sobre estes organismos, a proposta do presente projeto se enquadra perfeitamente às necessidades atuais para este propósito. Além disso, propusemos para este estudo, a utilização do neonicotinóide tiametoxam, ingrediente ativo que, dentre os três que se encontram atualmente em processo de reavaliação pelo IBAMA, possui regulamentação e autorização para aplicação aérea sobre a cana de açúcar, cultura predominante no Estado de São Paulo.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Adna Suelen Dorigo - Integrante / OSMAR MALASPINA - Integrante / NOCELLI, ROBERTA - Integrante / Annelise de Souza Rosa-Fontana - Coordenador.

  • 2016 - 2018

    TOXICIDADE DE INSETICIDAS PARA LARVAS DE Melipona scutellaris: ESTABELECIMENTO E PADRONIZAÇÃO DO MÉTODO, Descrição: O Brasil é um dos principais locais de ocorrência de abelhas sem ferrão, com 33 gêneros e 192 espécies descritas, dentre as quais pode-se citar a espécie Melipona scutellaris, conhecida como uruçu ou uruçu nordestina, espécie nativa e eussocial capaz de realizar polinização de grande parte das espécies vegetais. Porém, elas estão sendo afetadas pelo uso excessivo de agrotóxicos, como o imidacloprido, um neonicotinóide capaz de mimetizar a acetilcolina e não ter sua molécula degradada pela acetilcolinesterase, levando o inseto a hiperexcitação. Esse inseticida pode ser introduzido nas colônias através do pólen ou néctar armazenados, afetando assim as larvas e prejudicando seu desenvolvimento, taxa de emergência e reduzindo o tempo de vida dos indivíduos. No entanto, essas informações são provenientes de estudos com a espécie Apis mellifera, sendo escassos estudos com espécies de abelhas sem ferrão, principalmente quando se trata de larvas. Com isso o objetivo deste trabalho será é padronizar a criação de larvas de Melipona scutellaris em condições de laboratório, bem como avaliar os efeitos citotóxicos de doses subletais deste inseticida sobre o sistema nervoso destas abelhas, através da análise dos cérebros coletados.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Adna Suelen Dorigo - Coordenador / ROBERTA CORNELIO FERREIRA NOCELLI - Integrante / OSMAR MALASPINA - Integrante / Annelise de Souza Rosa - Integrante.

  • 2014 - 2015

    INFLUÊNCIA DA GELEIA REAL NA TOXICIDADE DO INSETICIDA IMIDACLOPRIDO PARA LARVAS DE ABELHAS Apis mellifera AFRICANIZADA, Descrição: Embora as abelhas sejam importantes agentes polinizadores e os produtos apícolas, como a geleia real, sejam de interesse econômico, a sobrevivência desses insetos tem sido ameaçada. Apicultores tem apontado perdas de até 80% das colônias de Apis mellifera, fenômeno denominado de "colony colapse disorder" ou CCD. A CCD tem sido atribuída a vários fatores, entre eles a aplicação de inseticidas de forma descontrolada nas áreas de cultivo visitadas pelas abelhas. O inseticida neonicotinóide imidacloprido é agonista da acetilcolina e age provocando a transmissão contínua de impulsos nervosos, hiperexcitação e morte do inseto. Esse inseticida pode ser encontrado dentro das colônias através do pólen ou néctar armazenados, afetando assim as larvas e prejudicando seu desenvolvimento, taxa de emergência e reduzindo o tempo de vida dos indivíduos. Estudos laboratoriais tem indicado que as larvas são mais tolerantes aos inseticidas do que as abelhas operárias adultas, fato ainda sem uma explicação, uma vez que esperava-se que os imaturos fossem mais sensíveis. Uma hipótese para essa tolerância seria a alimentação artificial com geleia real que estaria tornando essas larvas mais resistentes à intoxicação. A geleia real é uma secreção das glândulas hipofaríngeas, localizadas na cabeça das abelhas, que atua como fator determinante na formação das castas femininas, rainha e operária. Este trabalho tem como objetivo avaliar se a geleia real, base da dieta larval nos métodos laboratoriais, poderia estar protegendo as larvas de abelhas Apis mellifera africanizada dos efeitos nocivos do imidacloprido.  Assim, larvas de operárias de A. mellifera africanizada serão alimentadas com diferentes porcentagens de geleia real e, posteriormente, tratadas com o imidacloprido. Serão observados os seguintes parâmetros como forma de avaliação dos resultados: mortalidade, caracteres anatômicos das larvas e pupas, indicativos da progressão das fases do desenvolvimento larval, taxa de emergência dos sobreviventes e caracteres anatômicos dos emergentes.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Adna Suelen Dorigo - Coordenador / HELLEN MARIA SOARES - Integrante / ROBERTA CORNELIO FERREIRA NOCELLI - Integrante / OSMAR MALASPINA - Integrante.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Centro de Estudos de Insetos Sociais - UNESP Campus Rio Claro., UNESP. , UNESP - Universidade do Estado de São Paulo, Jardim Bela Vista, 13506900 - Rio Claro, SP - Brasil, Telefone: (19) 35264160

Experiência profissional

2016 - Atual

Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pós-Graduação, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

2016 - 2016

Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Monitor, Carga horária: 4

Atividades

  • 02/2020

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto de Biociências de Rio Claro, Departamento de Biologia.Cargo ou função, Representante discente (Pós-graduação).

  • 05/2017

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto de Biociências de Rio Claro, Departamento de Biologia.Cargo ou função, Representante Discente..

  • 03/2013

    Pesquisa e desenvolvimento, Instituto de Biociências de Rio Claro.Linhas de pesquisa

  • 10/2016 - 10/2020

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto de Biociências de Rio Claro, Centro de Estudos de Insetos Sociais.Cargo ou função, Vice-representante discente.

  • 03/2016 - 07/2016

    Estágios , Instituto de Biociências de Rio Claro, Centro de Estudos de Insetos Sociais.Estágio realizado, Monitoria Voluntária, junto a disciplina de Biologia Celular, para a turma do primeiro ano do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, sob responsabilidade da Profa. Dra. Thaisa Cristina Roat.

2015 - 2015

Universidade Federal de São Carlos

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitoria, Carga horária: 12

Outras informações:
Monitoria, junto a disciplina de Biologia Celular, para a turma do primeiro ano do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas - UFSCar Campus Araras, sob responsabilidade da Profa. Dra. Roberta Cornélio Ferreira Nocelli.

2014 - 2015

Universidade Federal de São Carlos

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Desenvolveu o projeto "Influência da geleia real na toxicidade do inseticida imidacloprido para larvas de Apis mellifera africanizada"

2012 - 2013

Universidade Federal de São Carlos

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação a Docência, Carga horária: 40

2012 - 2015

Centro de Estudos de Insetos Sociais - UNESP Campus Rio Claro.

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica, Carga horária: 30

2014 - 2015

Centro Educacional Rio Claro - COC

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitora de ensino, Carga horária: 18