Marina Pinto dos Santos
Possui graduação em Licenciatura em História pela Universidade do Estado da Bahia. Campus II/Alagoinhas (2017) e mestrado em História pela Universidade do Estado da Bahia (2021). Atualmente é prof de história - Educandário Mendesrios.
Informações coletadas do Lattes em 20/07/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Mestrado em História
2019 - 2021
Universidade do Estado da Bahia
Título: Entre a cultura popular e a indústria fonográfica: a trajetória de Negrão dos Oito Baixos (1968-1994), Ano de Obtenção: 2021
Orientador: Paulo Santos Silva
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: trajetória; forró; Negrão dos Oito Baixos; cultura popular.Grande área: Ciências HumanasSetores de atividade: Educação.
Graduação em Licenciatura em História
2011 - 2017
Universidade do Estado da Bahia. Campus II/Alagoinhas
Título: Nas rodas dos calundus: religiosidade negra na Bahia colonial
Orientador: Profª. Drª. Elisangela Oliveira Ferreira
Formação complementar
2020 - 2020
Extensão universitária em Sertões Contemporâneos. (Carga horária: 20h). , Universidade do Estado da Bahia, UNEB, Brasil.
2018 - 2018
Extensão universitária em Universidade Para Todos - UPT. (Carga horária: 40h). , Universidade do Estado da Bahia, UNEB, Brasil.
2013 - 2013
Seis passeios pela História do cinema. (Carga horária: 8h). , Universidade do Estado da Bahia - Campus XIV, UNEB, Brasil.
2012 - 2013
Extensão universitária em Inquisição e intolerância na época moderna. (Carga horária: 60h). , Universidade do Estado da Bahia - Campus II, UNEB, Brasil.
2012 - 2012
Formação para as relações étnico-raciais. (Carga horária: 12h). , Universidade do Estado da Bahia - Campus II, UNEB, Brasil.
2011 - 2012
Extensão universitária em Geografia da Bahia. (Carga horária: 60h). , Universidade do Estado da Bahia - Campus II, UNEB, Brasil.
2011 - 2011
Historias das Guerras. (Carga horária: 20h). , Universidade do Estado da Bahia - Campus II, UNEB, Brasil.
2011 - 2011
A canção de Noel Rosa como fonte historica. (Carga horária: 20h). , Universidade do Estado da Bahia - Campus II, UNEB, Brasil.
Organização de eventos
SANTOS, M. P. . III Semana de História - Histórias Sujeitos e Trajetórias. 2014. (Outro).
SANTOS, M. P. . II Semana de História -. 2012. (Outro).
Participação em eventos
Um Mergulho Nas Potências Ancestrais Africanas. 2024. (Outra).
IV Conferência Municipal de Educação - Em defesada democracia, da diversidade, da educação pública, com participação popular.. 2021. (Outra).
Conferência On-line "Como mentir com mapas: desvendando o caráter ideológico dos mapas". 2020. (Outra).
Conferência On-line "Território cultura e questões identitárias: abordagens etnográficas". 2020. (Outra).
Programa História em Diagnóstico #12 - Sentidos de Sertão: desenhos de uma geografia afetiva,. 2020. (Outra).
X Encontro Estadual de História da ANPUH Bahia. 2020. (Encontro).
História social dos impressos, biografia, leis e crimes de imprensa no Brasil do século XIX. 2019. (Outra).
Ser historiador no Brasil hoje. 2019. (Outra).
II Conferência Municipal de Saúde do município de Água Fria. 2015. (Outra).
XIX Jornada de Iniciação Científica da UNEB.DO QUILUNDO AO CALUNDU: TRADUÇÕES DA RELIGIOSIDADE NEGRA ENTRE A ÁFRICA E A BAHIA (SÉCULOS XVII E XVIII). 2015. (Outra).
3º Café Cultural da FIGAM - Sessão Café Com Letras. 2014. (Outra).
III Semana de História - História, Sujeitos e Trajetórias. 2014. (Outra).
I Seminário de Estágio Supervisionado - UNEB Campus II. 2014. (Seminário).
VII Encontro Estadual de História da Anpuh-BA. 2014. (Encontro).
XVIII Jornada de Iniciação Científica da UNEB.Do quilundu ao calundu: traduções da religiosidade negra entre a África e a Bahia (séculos XVII e XVIII). 2014. (Outra).
II Encontro de História do CALH - UFRB. 2013. (Encontro).
III Simpósio de História Regional e Local. 2013. (Simpósio).
I Semana de História da UNEB - Campus XIV Discursos, Historiografias e o Ofício do Historiador. 2013. (Outra).
Noites Historiográficas - Estudos de religião e campo religioso. 2013. (Outra).
Noites Historiográficas - Uma esquerda para o capital. 2013. (Outra).
Palestra "O golpe de 1964 e o caso do prefeito Erikson Orlando de Carvalho Lins (Dr. Neno)". 2013. (Outra).
XVII Jornada da Iniciação Científica da UNEB.Nas rodas dos calundus: religiosidade negra na Bahia colonial (séculos XVII e XVIII). 2013. (Outra).
Conferência "Do pós-escravidão ao sindicalismo: Unilever e a modernização do trabalho na África Ocidental no século XX". 2012. (Outra).
II Semana de HIstória - Alagoinhas, os sertões, o litoral: histórias e sociabilidades. 2012. (Outra).
Palestra "Música e identidade no Brasil". 2012. (Outra).
Palestra "Olhares norte-americanos sobre a escravidão e a abolição no Brasil". 2012. (Outra).
Seminário "Intelectuais, raça e nação em Cuba". 2012. (Seminário).
Produções bibliográficas
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SANTOS, M. P. . Entre atabaques e danças: os calundus da escrava Gracia na Bahia setecentista. In: VII Encontro Estadual de História: Diálogos da História - ANPUH - BA, 2015, Cachoeira - BA. Anais eletrônicos: VII Encontro Estadual de História: Diálogos da História. 30 de setembro a 03 de outubro de 2014. Cachoeira - BA: Editora UFRB, 2015. p. 694-697.
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SANTOS, M. P. . Nas rodas dos calundus: ?calunduzeiras? da Bahia setecentista. In: III Semana de História - Histórias, sujeitos e trajetórias., 2014, Alagoinhas - BA. III Semana de História - Histórias, sujeitos e trajetórias., 2014.
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SANTOS, M. P. . Entre atabaques e danças: os calundus da escrava Gracia na Bahia setecentista. In: VI Encontro Estadual de História - Diálogos da História - ANPUH - BA, 2014, Cachoeira - BA. VI Encontro Estadual de História - Diálogos da História, 2014.
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SANTOS, M. P. . NAS RODAS DOS CALUNDUS: RELIGIOSIDADE NEGRA NA BAHIA COLONIAL (SÉCULOS XVII E XVIII).. In: I Semana de História da UNEB - Campus XIV Discursos, Historiografias e o Ofício do Historiador., 2013, Conceição do Coité - BA. NAS RODAS DOS CALUNDUS: RELIGIOSIDADE NEGRA NA BAHIA COLONIAL (SÉCULOS XVII E XVIII). Conceição do Coité - BA, 2013.
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SANTOS, M. P. . Nas rodas dos calundus: religiosidade negra na Bahia colonial (séculos XVII E XVIII).. In: III Simpósio de História Regional e Local, 2013, Santo Antônio de Jesus - BA. III Simpósio de História Regional e Local 1:2013: Santo Antônio de Jesus de Jesus,BA., 2013.
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SANTOS, M. P. . O sertão na poesia de Negrão dos Oito Baixos: o uso da literatura como fonte histórica. 2020. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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SANTOS, M. P. . Entre atabaques e danças: os calundus da escrava Gracia na Bahia setecentista. 2014. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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SANTOS, M. P. ; BELMONT, A. F. . Entre feitiços, adivinhações e calundus: religiosidade negra e resistência escrava na Bahia seiscentista. 2014. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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SANTOS, M. P. . Nas rodas dos calundus: 'calunduzeiras' da Bahia setecentista. 2014. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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SANTOS, M. P. . Nas rodas dos calundus: religiosidade negra na Bahia colonial (séculos XVII e XVIII). 2013. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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SANTOS, M. P. . Nas rodas dos calundus: religiosidade negra na Bahia colonial (séculos XVII e XVIII). 2013. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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SANTOS, M. P. . Nas rodas dos calundus: religiosidade negra na Bahia colonial (século XVIII). 2013. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
Outras produções
SANTOS, M. P. . Do Quilundo ao Calundu: traduções da religiosidade negra entre a África e a Bahia (séculos XVII e XVIII). 2015. (Relatório de pesquisa).
SANTOS, M. P. . Nas rodas dos calundus: 'calunduzeiras' na Bahia seiscentista. 2014. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
SANTOS, M. P. . Nas rodas dos calundus: religiosidade negra na Bahia colonial (séculos XVII e XVIII). 2013. (Relatório de pesquisa).
Projetos de pesquisa
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2013 - 2015
Calundus, mandingas e outras artes: religiosidade negra na Bahia colonial (séculos XVII e XVIII), Descrição: A pesquisa se insere no âmbito dos estudos sobre a religiosidade negra no tempo da escravidão, tendo como palco principal a Bahia dos séculos XVII e XVIII. Sem deixar de levar em consideração o desenvolvimento de um catolicismo negro na Bahia colonial, que se organizou inclusive em torno de irmandades, o foco principal do trabalho está nas manifestações da religiosidade estranhadas pela ortodoxia cristã e por ela perseguidas através da Inquisição, sob a acusação de superstição e/ou feitiçaria. Levanta a questão, portanto, das práticas mágicas dos escravos e seus descendentes, observando como traços e crenças de origem africana foram sobrevivendo, adaptando-se e inserindo-se nas práticas cotidianas locais. O foco da pesquisa são os rituais de possessão espírita, adivinhação e cura mágica que ficaram conhecidos como calundus, o uso de amuletos protetores (bolsas de mandinga), além de outros referenciais importantes da religiosidade negra que aparecem nas fontes inquisitoriais sob o rótulo de feitiçaria. Investiga ainda como as identidades religiosas dos escravos foram se conformando e se reinventando com o avançar da colonização, e não somente pelo contato com a força exclusivista do catolicismo, mas também pela entrada em cena de etnias africanas diversas em línguas e costumes, postas em movimento no mundo atlântico pela diáspora escravista ao longo dos séculos XVII e XVIII... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) . , Integrantes: Marina Pinto dos Santos - Integrante / Elisangela Oliveira Ferreira - Coordenador / Andréia Franco Belmont - Integrante / Diego Gouveia Santos - Integrante.
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2012 - 2013
As variantes do sagrado: cotidiano, vivência religiosa e crenças populares na Bahia colonial (séculos XVII e XVIII), Descrição: Entendendo a Bahia dos séculos XVII e XVIII como um cenário importante de um universo cultural complexo, marcado pela convivência e mestiçagem de brancos, negros e indígenas, este projeto de pesquisa tem como objetivo compreender a forma como os homens e mulheres do período se relacionavam com o sagrado e os meios de que se utilizavam para estabelecer essa relação. O foco principal do projeto são as manifestações da religiosidade popular, entendidas como um caminho para a compreensão da vida social, do cotidiano. Busca assim apreender a riqueza de formas da vivência religiosa, perspectiva evidenciada já no título do projeto, atentando-se para a especificidade do processo de colonização que aqui gerou a convivência de grupos sociais diversos. Atenta-se particularmente para a diversidade das manifestações elaboradas nas variantes dos mundos do litoral e do sertão, percebendo como o processo colonizador fez recuar o sertão e como a Igreja, que esteve seguramente ancorada na Bahia de Todos os Santos, somente lentamente se aventurou pelo interior da capitania. Não se trata de um estudo das estruturas institucionais da religião, mas da cultura e das atitudes, dos trânsitos culturais das formas de crer, utilizando como fonte principal a documentação da Inquisição. Ainda que estivesse prioritariamente à procura de pessoas suspeitas de manutenção de práticas judaicas, sendo os cristãos-novos os réus preferenciais, os agentes da Inquisição portuguesa se depararam na colônia, assim como no Reino, com uma diversidade de atitudes e práticas consideradas desviantes. Uma variedade de crimes contra a fé e contra a moral sexual surge nas fontes e é particularmente esse universo de crimes menores que interessa a esta pesquisa: acusações de heresia, feitiçaria, superstição, fingimento de revelações, blasfêmia, solicitação.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Marina Pinto dos Santos - Integrante / Elisangela Oliveira Ferreira - Coordenador.
Histórico profissional
Experiência profissional
2013 - 2015
Universidade do Estado da BahiaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica, Carga horária: 20
Outras informações:
Subprojeto: Do quilundo ao calundu: traduções da religiosidade negra entre a África e a Bahia (séculos XVII e XVIII).
2013 - 2013
Universidade do Estado da BahiaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica, Carga horária: 20
Outras informações:
Subprojeto "Nas rodas dos calundus: religiosidade negra na Bahia colonial (séculos XVII e XVIII)".
2016 - 2017
Colégio Elite EducarVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professora de Educação Infantil, Carga horária: 20
2019 - 2021
Universidade do estado da Bahia - Campus IIVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Mestranda, Regime: Dedicação exclusiva.
2022 - 2024
Centro TecnolÓgico de Aprendizagem Sr. SantanaVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Prof de História
2024 - Atual
Educandario MendesRiosVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Prof. de História, Carga horária: 20
2025 - Atual
Prefeitura Municipal de IraráVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Coordenadora de Humanas, Carga horária: 20
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