DANIEL MACEDO LOPES VASQUES MONTEIRO
Possui licenciatura (2014), bacharel (2022), mestrado (2017) e doutorado (2024) em Geografia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atualmente é pesquisador do Núcleo de Estudos Geoambientais (NUCLAMB-UFRJ), da Rede de Pesquisa sobre Regiões Agrícolas (REAGRI), do grupo Discurso, Redes Sociais e Identidades Sócio-Políticas (DISCURSO-CPDA-UFRRJ), do grupo Geografia e Povos Indígenas (GEOPOVOS-UFRRJ-IM) e membro do Grupo de Trabalho em Assuntos Agrários (GTAgrária) da Associação dos Geógrafos Brasileiros (AGB, seções RJ e Niterói). Tem experiência na área de Geografia, com ênfase em Geografia Agrária, Geografia Regional, Geografia Humana e Geografia da Educação.
Informações coletadas do Lattes em 03/08/2024
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em Geografia
2018 - 2024
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: Geografias dos Discursos Hegemônicos: estratégias do agronegócio brasileiro na educação
Orientador: em Universidad de Buenos Aires ( Maria Victoria Fernandez Caso)
com Júlia Adão Bernardes. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: agronegócio; educação; hegemonia; estratégias; análise de discurso.
Mestrado em Geografia
2015 - 2017
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: Disputa territorial no Mato Grosso do Sul: o tempo do direito dos Guarani-Kaiowá e Guarani-andéva e as estratégias e táticas do agronegócio, Ano de Obtenção: 2017
Júlia Adão Bernardes.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: território; estratégias; táticas; Mato Grosso do Sul; Guarani; Kaiowá.
Graduação em Geografia
2010 - 2014
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: Expansão do setor sucroenergético em Mato Grosso do Sul: novas territorialidades e conflitos sócio espaciais
Orientador: Júlia Adão Bernardes
Bolsista do(a): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ, FAPERJ, Brasil.
Formação complementar
2023 - 2023
Paulo Freire: las marcas políticas de Frantz Fanon en el texto pedagógico. (Carga horária: 32h). , Universidad de Buenos Aires, UBA, Argentina.
2021 - 2021
Conflitos, movimentos sociais e representação política: leituras sobre a p. (Carga horária: 30h). , Programa de Pós-Graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultu, CPDA, Brasil.
2021 - 2021
Políticas públicas, Estado e atores sociais: populismo, mídias e análise po. (Carga horária: 60h). , Programa de Pós-Graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultu, CPDA, Brasil.
2021 - 2021
Curso Emergências - Autoritarismo contra a Universidade - Módulo 4. (Carga horária: 6h). , Expressão Popular, EP, Brasil.
2021 - 2021
Curso Emergências - Horizontes Amazônicos - Módulo 1. (Carga horária: 6h). , Expressão Popular, EP, Brasil.
2020 - 2020
Educação Patrimonial - ?Valongo, Cais de Ideias?. (Carga horária: 32h). , Instituto de Desenvolvimento e Gestão, IDG, Brasil.
2018 - 2018
Extensão universitária em Formação de Alfabetizadores de Jovens e Adultos. (Carga horária: 50h). , Programa Integrado da UFRJ para Educação de Jovens e Adultos, EJA-PI-UFRJ, Brasil.
2015 - 2015
Curso de Arc Gis. (Carga horária: 30h). , Núcleo de Estudos Geoambientais, NUCLAMB, Brasil.
2014 - 2014
SIG - Sistemas de Informação Geográfica. (Carga horária: 30h). , Núcleo de Estudos Geoambientais, NUCLAMB, Brasil.
2014 - 2014
Gênero, Sexualidades e Ditadura Civil-Militar no Brasil. (Carga horária: 16h). , Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.
2013 - 2013
Extensão universitária em Cartografia das relações raciais - Educação e relações raciais. (Carga horária: 25h). , Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região, SINPRO RIO, Brasil.
2013 - 2013
Extensão universitária em Cinema, ditaduras e memória ? Brasil e América Latina. (Carga horária: 20h). , Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região, SINPRO RIO, Brasil.
2013 - 2013
Extensão universitária em Introdução aos Estudos dos Indios no Brasil. (Carga horária: 30h). , Museu Nacional, MN - UFRJ, Brasil.
2013 - 2013
Curso de Geoprocessamento e Análise Espacial. (Carga horária: 30h). , Núcleo de Estudos Geoambientais, NUCLAMB, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Humanas / Área: Geografia / Subárea: Geografia Humana/Especialidade: Geografia Agrária.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Geografia / Subárea: Geografia Regional.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Geografia / Subárea: Geografia Escolar.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Geografia / Subárea: Geografia Histórica.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Geografia / Subárea: Geografia Urbana.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Geografia / Subárea: Geografia Humana/Especialidade: Geografia Econômica.
Organização de eventos
MACEDO MONTEIRO, D. L. V. . Mesa Redonda: A Associação dos Geógrafos Brasileiros (AGB) - 90 anos: geografias para construir o Brasil. 2024. (Outro).
MONTEIRO, D. M. L. V. . Mesa Redonda: Espaço geográfico e competitividade: regionalização do setor sucroenergético no Brasil. 2019. (Outro).
MONTEIRO, D. M. L. V. . I Encontro de Geografias, Diversidade e Resistências. 2018. (Outro).
MONTEIRO, D. M. L. V. . Mesa Redonda: A ecologia dos saberes comuns-ambientais-culturais frente às mudanças ambientais. 2018. (Outro).
MONTEIRO, D. M. L. V. . Workshop: Circuitos espaciais da produção da cadeia carne-grãos no Centro-Oeste brasileiro. 2018. (Outro).
MONTEIRO, D. M. L. V. . Workshop: Regionalização do Setor Sucroenergético no Brasil. 2017. (Outro).
MONTEIRO, D. M. L. V. . III Workshop "Regiões especializadas agrícolas do setor sucroenergético brasileiro. 2016. (Outro).
MONTEIRO, D. M. L. V. . Palestra: Globalização do Agronegócio e Economia Política do Território. 2014. (Outro).
MONTEIRO, D. M. L. V. . I Workshop do Projeto Mudanças no paradigma sucroenergético: o movimento de reestruturação produtiva e as novas territorialidades. 2014. (Outro).
MONTEIRO, D. M. L. V. . Palestra: A Geografia e o Tripé da História: Tecnologia, Relações Sociais e Ambiente Construído. 2012. (Outro).
MONTEIRO, D. M. L. V. . Palestra: Gestão dos territórios e a Capacidade de Resposta dos Municípios da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. 2011. (Outro).
MONTEIRO, D. M. L. V. . Palestra: Construindo a Geografia. 2011. (Outro).
MONTEIRO, D. M. L. V. . Palestra: Orlando Valverde e o Ofício do Geógrafo. 2011. (Outro).
Participação em eventos
Mesa Redonda: A Associação dos Geógrafos Brasileiros (AGB) - 90 anos: geografias para construir o Brasil. 2024. (Seminário).
VIII Congresso Brasileiro de Geógrafas e Geógrafos ? CBG. 2024. (Congresso).
Seminário de 51 anos do PPGG - UFRJ. 2023. (Seminário).
X Simpósio Internacional de Geografia Agrária e XI Simpósio Nacional de Geografia Agrária: Ocupar! Aquilombar! Retomar!: A Geografia Agrária e a Luta de Classes no Brasil - Jornada Movimentos Sociais na América Latina.Avanço do agronegócio na Amazônia no governo Bolsonaro: discursos, processos de espoliação e tentativa de criação da AMACRO. 2023. (Simpósio).
XV Encontro Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Geografia. Em busca de uma verdade totalizante: a entrada do agronegócio na educação e a construção de um discurso populista hegemônico. 2023. (Congresso).
IX Jornada Universitária em Defesa da Reforma Agrária. 2022. (Encontro).
Seminário "Um período, uma crise: globalização e instabilidade dos territórios. Por uma leitura crítica da conjuntura a partir de Milton Santos. 2021. (Seminário).
XIV Encontro Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Geografia. As contribuições de Octávio Ianni e Chico de Oliveira para compreender o desenvolvimentismo no capitalismo brasileiro: suas singularidades e repercussões no campo da educação. 2021. (Congresso).
Descolonizar a Geografia: Construindo Conhecimentos pela vida, por dignidade e por justiça social. 2020. (Outra).
Educação Remota ou Remota Educação, o trabalho docente sob pressão. 2020. (Outra).
Estado, Planejamento e Projetos de País: Elementos para entender a crise pré e pós-pandemia. 2020. (Outra).
Roda de conversa virtual: Relações Territoriais entre Povos Indígenas e o Agronegócio no Cerrado. 2020. (Outra).
Seminário ?Campos e cidade no cerrado:domínios, interações, particularidades e imbricamentos na feitura do espaço?. 2020. (Seminário).
Debate: 13 de maio é dia de preto? A busca por novos sentidos de abolição. 2019. (Outra).
IX Simpósio Internacional de Geografia Agrária e X Simpósio Nacional de Geografia Agrária.A territorialização do agronegócio na educação: concepções de valores do agronegócio nas escolas sul-mato-grossenses. 2019. (Simpósio).
Mesa Redonda: Espaço geográfico e competitividade: regionalização do setor sucroenergético no Brasil. 2019. (Outra).
XIII Encontro Nacional da Associação Nacional de Pós-Graduação em Geografia.Processo de regionalização do agronegócio canavieiro: o setor sucroenergético no estado do Paraná. 2019. (Encontro).
I Encontro de Geografias, Diversidade e Resistências. 2018. (Encontro).
Mesa Redonda: A ecologia dos saberes comuns-ambientais-culturais frente às mudanças ambientais. 2018. (Outra).
Workshop: Circuitos espaciais da produção da cadeia carne-grãos no Centro-Oeste brasileiro. 2018. (Outra).
XXIV Encontro Nacional de Geografia Agrária. O cenário de violência dos povos Guarani e Kaiowá: Caracterizando o conflito de terra no Mato Grosso do Sul. 2018. (Congresso).
Regionalização do Setor Sucroenergético no Brasil. 2017. (Seminário).
XII Encontro Nacional da Associação de Pós-Graduação e Pesquisa em Geografia.Estratégias e táticas do agronegócio: o conflito territorial nas terras dos povos Guarani e Kaiowá no Mato Grosso do Sul. 2017. (Encontro).
I Colóquio Geografias e Povos Indígenas.Relatos do Trabalho de Campo junto aos Povos Indígenas Guarani-Kaiowá da Região da Grande Dourados. 2016. (Encontro).
III Workshop "Regiões especializadas agrícolas do setor sucroenergético brasileiro. 2016. (Seminário).
XI Encontro Nacional da ANPEGE. Repercussões da expansão do setor sucroenergético em Mato Grosso Sul: disputa de terras indígenas. 2015. (Congresso).
6 Congresso Brasileiro de Extensão Universitário. Os desafios no ensino da geografia: pré-vestibular comunitário. 2014. (Congresso).
Expansão do agronegócio no estado de Goiás: o setor sucroenergético e a cadeia carne-grãos. 2014. (Seminário).
Globalização do Agronegócio e Economia Política do Território. 2014. (Outra).
Porto de Memórias - Pequena África. 2014. (Oficina).
XVII Encontro Regional de Estudantes de Geografia ? SE. 2014. (Encontro).
XXXVI Jornada Giulio Massarani de Iniciação Científica, Tecnológica, Artística e Cultural UFRJ. A ?Copa de Todo Mundo? 2014: Conflitos Socioespaciais nas Favelas do Rio de Janeiro. 2014. (Congresso).
6° Encontro de Prática de Ensino de Geografia da UFRJ. 2013. (Encontro).
I Colóquio de Currículo e Ensino de Geografia (Política de Avaliação no Currículo). 2013. (Outra).
O Ensino de Geografia e suas Temáticas. 2013. (Outra).
O Ensino de Geografia nos Municípios da Baixada Fluminense. 2013. (Seminário).
Simpósio da 49ª Expoagro - Feira Internacional de Dourados/ MS. 2013. (Simpósio).
Tem samba na academia. 2013. (Seminário).
XXXV Jornada Giulio Massarani de Iniciação Científica, Artística e Cultural UFRJ.Expansão do Setor Sucroenergético no Eixo Paraná/Mato Grosso do Sul: A Criação de Novas Territorialidades. 2013. (Outra).
A Geografia e o Tripé da História. 2012. (Seminário).
XXXIV Jornada Giulio Massarani de Iniciação Científica, Artística e Cultural.O Ensino da Geografia e o Rio de Janeiro Antigo. 2012. (Outra).
Constuindo a Geografia. 2011. (Seminário).
Gestão dos Territórios e a Capacidade de Resposta dos Municípios da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. 2011. (Seminário).
Orlando Valverde e o Ofício de Geógrafo. Elementos para Refletir sobre a (des)construção da 'Imaginação Geográfir. 2011. (Seminário).
PET UERJ Geografia 20 Anos.Análise das políticas Públicas na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. 2011. (Encontro).
XXXIII Jornada Giulio Massarani de Iniciação Científica, Artística e Cultural.Análise das Políticas Públicas na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. 2011. (Outra).
Orientou
O processo de expansão da indústria de etanol de milho em Mato Grosso; ; Início: 2022; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Geografia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Orientador);
Reorganização espacial em Campos dos Goytacazes: falência das usinas canavieiras, criação de assentamentos e expansão da malha urbana; Início: 2022; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Geografia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro; (Orientador);
Relação de trabalho no setor sucroenergético do Norte Fluminense; Início: 2022; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Geografia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro; (Orientador);
Redes de poder no setor sucroenergético do Norte Fluminense: estratégias e tentativas de reestruturação produtiva; Início: 2022; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Geografia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Orientador);
A questão ambiental no setor sucroenergético do Norte Fluminense; Início: 2022; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Geografia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ; (Orientador);
O etanol de milho na BR-163 mato-grossense: a articulação das redes de poder na etapa de transformação de grãos; 2022; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Geografia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro; Orientador: Daniel Macedo Lopes Vasques Monteiro;
As transformações no espaço urbano de Nova Mutum com a implantação da cadeia de carnes; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Geografia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro; Orientador: Daniel Macedo Lopes Vasques Monteiro;
A influência do uso de agrotóxicos na expansão da fronteira agrícola moderna da BR-163 mato-grossense e suas contradições socio-ambientais; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Geografia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro; Orientador: Daniel Macedo Lopes Vasques Monteiro;
Análise quantitativa do processo de expansão do setor sucroenergético no Brasil no período 2000 e 2014; 2016; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Geografia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro; Orientador: Daniel Macedo Lopes Vasques Monteiro;
Expansão do setor sucroenergético na microrregião de Goiás; 2018; Iniciação Científica; (Graduando em Geografia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro; Orientador: Daniel Macedo Lopes Vasques Monteiro;
Regiões especializadas da cana-de-açúcar e competitividade: o caso do eixo Triângulo Mineiro-Sul/Sudoeste Goiano e do Norte Fluminense (RJ); 2017; Iniciação Científica; (Graduando em Geografia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro; Orientador: Daniel Macedo Lopes Vasques Monteiro;
Antes da cana e depois da soja: mudanças na configuração espacial de Confresa, MT; 2016; Iniciação Científica; (Graduando em Geografia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro; Orientador: Daniel Macedo Lopes Vasques Monteiro;
Expansão da Fronteira Agrícola Moderna no Vale do Araguaia; 2016; Iniciação Científica; (Graduando em Geografia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro; Orientador: Daniel Macedo Lopes Vasques Monteiro;
Produções bibliográficas
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MONTEIRO, D. M. L. V. ; SILVA JUNIOR, J. B. ; GAMA, J. P. ; SANTOS, B. B. ; ARDENTE, M. C. ; CARDOSO, M. F. ; FRADE, G. S. ; CARVALHO, H. M. ; RODRIGUES, C. M. ; CHAGAS, T. M. ; SILVA, M. C. ; NASCIMENTO, B. P. ; RAIMUNDO, A. M. . Desvendando a metrópole do Rio de Janeiro: oficinas para estudantes do Complexo da Maré. In: 10 Congresso de Extensão, 2013, Rio de Janeiro. Anais do 10 Congresso de Extensão da UFRJ. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2013. v. I. p. 273.
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MONTEIRO, D. M. L. V. . Da ?Higienização? à ?Pacificação?: Remoção das Favelas, uma Prática Paralela a Dinamica Urbana. In: XXXV Jornada Giulio Massarani de Iniciação Científica, Tecnológica, Artística e Cultural UFRJ, 2013, Rio de Janeiro. XXXV Jornada Giulio Massarani de Iniciação Científica, Tecnológica, Artística e Cultural UFRJ. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2013. v. II. p. 332.
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MONTEIRO, D. M. L. V. . Expansão do Setor Sucroenergético no Eixo Paraná/Mato Grosso do Sul: A Criação de Novas Territorialidades. In: XXXV Jornada Giulio Massarani de Iniciação Científica, Tecnológica, Artística e Cultural UFRJ, 2013, Rio de Janeiro. XXXV Jornada Giulio Massarani de Iniciação Científica, Tecnológica, Artística e Cultural UFRJ. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2013. v. II. p. 446-447.
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MONTEIRO, D. M. L. V. . O Ensino da Geografia e o Rio de Janeiro Antigo. In: XXXIV Jornada Giulio Massarani de Iniciação Científica, Artística e Cultural UFRJ, 2012, Rio de Janeiro. XXXIV Jornada Giulio Massarani de Iniciação Científica, Artística e Cultural UFRJ. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2012. v. II. p. 327-327.
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MONTEIRO, D. M. L. V. ; SILVA JUNIOR, J. B. ; SILVA, M. C. ; BATISTA, F. S. . Análise das Políticas Públicas na Região Metropolitana do Rio de Janeiro - 2010/11. In: XXXIII Jornada Giulio Massarani de Iniciação Científica, Artística e Cultural UFRJ, 2011, Rio de Janeiro. XXXIII Jornada Giulio Massarani de Iniciação Científica, Artística e Cultural UFRJ. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2011. v. II. p. 497-497.
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BERNARDES, J. A. ; MONTEIRO, D. M. L. V. . Estrangeirização dos processos produtivos agrícolas no Cerrado e Amazônia: novas formas de colonização no Brasil. 2024. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MONTEIRO, D. M. L. V. . La educación como instrumento de hegemonia en el agronegócio brasileo. 2023. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MONTEIRO, D. M. L. V. . Avance del agronegocio en la Amazonía brasilea: el intento de creación de la AMACRO. 2023. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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OLIVEIRA, E. L. ; MONTEIRO, D. M. L. V. . Origen del día Internacional de las Luchas Campesinas: luchas campesinas en Brasil. 2023. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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MONTEIRO, D. M. L. V. ; BERNARDES, J. A. ; ARRUZZO, R. C. . Mesa de abertura da Semana Acadêmica de Geografia da UFRJ. A Geografia como instrumento de transformação social. 2023. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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MONTEIRO, D. M. L. V. . Em busca de uma verdade totalizante: a entrada do agronegócio na educação e a construção de um discurso populista hegemônico. 2023. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MONTEIRO, D. M. L. V. ; BERNARDES, J. A. . Avanço do agronegócio na Amazônia no governo Bolsonaro: discursos, processos de espoliação e tentativa de criação da AMACRO. 2023. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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MONTEIRO, D. M. L. V. . Avanço do agronegócio na Amazônia:antecipação espacial e processos de espoliação na tentativa de criação da AMACRO. 2023. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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SANTOS, L. N. ; MONTEIRO, D. M. L. V. . Relações territoriais entre povos indígenas e agronegócio no Brasil: conflitos e resistências. 2022. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MONTEIRO, D. M. L. V. . A influência do agronegócio na educação no Brasil. 2022. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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MONTEIRO, D. M. L. V. . Disputas territoriais entre povos indígenas e o agronegócio no Brasil. 2022. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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MONTEIRO, D. M. L. V. . Relações territoriais entre povos indígenas e agronegócio. 2022. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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MONTEIRO, D. M. L. V. . Questão indígena e o agronegócio no Brasil. 2021. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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MONTEIRO, D. M. L. V. . Questão indígena e o agronegócio no Brasil. 2021. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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MONTEIRO, D. M. L. V. . Processos de espoliações no Brasil atual ofensivas do agronegócio sobre os direitos ambientais e territoriais. 2021. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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MONTEIRO, D. M. L. V. ; ASSUMPCAO, P. S. . As práticas discursivas dos porta-vozes da Nova Zelândia e África do Sul sobre a pandemia de Covid-19. 2021. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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MONTEIRO, D. M. L. V. . Agronegócio e Educação. 2021. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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MONTEIRO, D. M. L. V. . Conflitos agrários no Brasil atual: disputa de terras, grilagem e questão indígena.. 2021. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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MONTEIRO, D. M. L. V. . Conflitos territoriais no Brasil atual: disputa de terras e questão indígena. 2021. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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MONTEIRO, D. M. L. V. . As contribuições de Octávio Ianni e Chico de Oliveira para compreender o desenvolvimentismo no capitalismo brasileiro: suas singularidades e repercussões no campo da educação. 2021. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MONTEIRO, D. M. L. V. . Mudanças em curso nas atividades financeiras. 2019. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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BERNARDES, J. A. ; MONTEIRO, D. M. L. V. . Mudanças no paradigma sucroenergético: novos tempos, novas territorialidades. 2019. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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MONTEIRO, D. M. L. V. . Processo de regionalização do agronegócio canavieiro: o setor sucroenergético no estado do Paraná. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MONTEIRO, D. M. L. V. . A territorialização do agronegócio na educação: concepções de valores do agronegócio nas escolas sul-mato-grossenses. 2019. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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MONTEIRO, D. M. L. V. . O cenário de violência dos povos Guarani e Kaiowá: Caracterizando o conflito de terra no Mato Grosso do Sul. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MONTEIRO, D. M. L. V. . O setor sucroenergético no Paraná. 2017. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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MONTEIRO, D. M. L. V. . Atores da resistência no campo. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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MONTEIRO, D. M. L. V. . Estratégias e táticas do agronegócio: o conflito territorial nas terras dos povos Guarani e Kaiowá no Mato Grosso do Sul. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MONTEIRO, D. M. L. V. . Repercussões da expansão do setor sucroenergético em Mato Grosso Sul: disputa de terras indígenas. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MONTEIRO, D. M. L. V. ; CUNHA, L. D. . Os desafios no ensino da geografia: pré-vestibular comunitário. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MONTEIRO, D. M. L. V. . A ?Copa de Todo Mundo? 2014: Conflitos Socioespaciais nas Favelas do Rio de Janeiro. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MONTEIRO, D. M. L. V. . Expansão do Setor Sucroenergético no Eixo Paraná/Mato Grosso do Sul: Conflitos Socioespaciais. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MONTEIRO, D. M. L. V. . Da ?Higienização? à ?Pacificação?: Remoção das Favelas, uma Prática Paralela a Dinamica Urbana. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MONTEIRO, D. M. L. V. . Expansão do Setor Sucroenergético no Eixo Paraná/Mato Grosso do Sul: A Criação de Novas Territorialidades. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MONTEIRO, D. M. L. V. ; RAIMUNDO, A. M. ; SANTOS, B. B. ; NASCIMENTO, B. P. ; RODRIGUES, C. M. ; FRADE, G. S. ; CARVALHO, H. M. ; GAMA, J. P. ; SILVA JUNIOR, J. B. ; SILVA, M. C. ; CARDOSO, M. F. ; ARDENTE, M. C. ; CHAGAS, T. M. . Desvendando a metropole do Rio de Janeiro: oficinas para estudantes do Complexo da Maré. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MONTEIRO, D. M. L. V. . O ensino da geografia e o Rio de Janeiro antigo. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MONTEIRO, D. M. L. V. ; SILVA JUNIOR, J. B. ; BATISTA, F. S. ; SILVA, M. C. . Análise das Políticas Públicas na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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ARRUZZO, R. C. ; MONTEIRO, D. M. L. V. . Prefácio da 2ª edição do livro Espaço e movimentos reivindicatórios: o caso de Nova Iguaçu. Marília, 2024. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.
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BERNARDES, J. A. ; MONTEIRO, D. M. L. V. . Apresentação da edição especial sobre Geografia e Agronegócio no Brasil. São Gonçalo1, 2022. (Prefácio, Pósfacio/Apresentação)>.
Outras produções
MACEDO MONTEIRO, D. L. V. . Avaliador científico - Boletim de Análise Política e Institucional (BAPI) - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). 2024.
MONTEIRO, D. M. L. V. . Avaliador científico - Revista do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP). 2023.
MONTEIRO, D. M. L. V. . Avaliador científico - Revista do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP). 2022.
MONTEIRO, D. M. L. V. . Avaliador científico - Revista Tamoios - Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) / Faculdade de Formação de Professores (FFP). 2021.
MONTEIRO, D. M. L. V. . Avaliador científico - PRACS: Revista Eletrônica de Humanidades do Curso de Ciências Sociais da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP). 2020.
MONTEIRO, D. M. L. V. . Avaliador de resumos na 10ª Semana de Integração Acadêmica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). 2019.
MONTEIRO, D. M. L. V. . Treinamento e Capacitação Técnica 2014 (FAPERJ) - Mudanças no paradigma sucroenergético: novos tempos, novas territorialidades. 2017.
CAVALCANTE, M. M. A. ; WANDERLEY, L. J. ; CHAVES, P. R. ; MONTEIRO, D. M. L. V. . Mediação da Mesa - Geopolítica e Amazônia: entre fronteiras e florestas. 2024. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).
MONTEIRO, D. M. L. V. . Aprendendo a coletar dados no SIDRA-IBGE. 2022. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
MONTEIRO, D. M. L. V. . Pesquisa Agrícola Municipal: levantamento e apresentação dos dados. 2022. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
BERNARDES, J. A. ; MONTEIRO, D. M. L. V. . Produtividade 2018 (CNPq) - Redes de poder e processo de regionalização da soja no cerrado de Mato Grosso. 2022. (Relatório de pesquisa).
BERNARDES, J. A. ; MONTEIRO, D. M. L. V. . Universal 2016 (CNPq) - Estratégias territoriais da agricultura empresarial em Mato Grosso e processo de regionalização nas principais fronteiras da expansão da soja (. 2022. (Relatório de pesquisa).
BERNARDES, J. A. ; MONTEIRO, D. M. L. V. . Geografia e Agronegócio no Brasil. 2021. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
BERNARDES, J. A. ; MONTEIRO, D. M. L. V. . Cientista do Nosso Estado do Rio de Janeiro 2016 (FAPERJ) - Redes de poder e regiões competitivas agrícolas no setor sucroenergético brasileiro. 2019. (Relatório de pesquisa).
MONTEIRO, D. M. L. V. . Área plantada de cana-de-açúcar, localização das usinas e das terras indígenas em Mato Grosso do Sul. 2016. (Cartas, mapas ou similares/Mapa).
BERNARDES, J. A. ; LOURENCO, T. C. M. ; MONTEIRO, D. M. L. V. . Cientista do Nosso Estado do Rio de Janeiro 2012 (FAPERJ) - Mudanças no paradigma sucroenergético: novos tempos, novas territorialidades. 2016. (Relatório de pesquisa).
BERNARDES, J. A. ; LOURENCO, T. C. M. ; MONTEIRO, D. M. L. V. . Projeto Recém Doutor 2011 (CNPq) - Mudanças no paradigma energético: o processo de regionalização da produção de etanol no Brasil. 2016. (Relatório de pesquisa).
BERNARDES, J. A. ; LOURENCO, T. C. M. ; MONTEIRO, D. M. L. V. . Universal 2012 (CNPq) - Mudanças no paradigma sucroenergético: o movimento de reestruturação produtiva e as novas territorialidades. 2016. (Relatório de pesquisa).
BERNARDES, J. A. ; VENCOVSKY, V. P. ; POSE, F. S. T. ; COSTA, M. V. V. ; MONTEIRO, D. M. L. V. ; CUNHA, L. D. ; GABRIG, I. P. A. ; SANTOS, S. O. ; SILVA, E. J. M. . Produtividade (CNPq) - Os novos fronts da cadeia carne/grãos: o cerrado mato grossense no modelo de referência. 2014. (Relatório de pesquisa).
Projetos de pesquisa
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2022 - Atual
Cientista do Nosso Estado 2022 (FAPERJ) - Reorganização territorial do setor sucroenergético do estado do Rio de Janeiro em tempos de crise da economia e da saúde, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Júlia Adão Bernardes em 13/06/2022., Descrição: O projeto de pesquisa propõe identificar e analisar as potencialidades e vulnerabilidades do setor sucroenergético do estado do Rio de Janeiro, os interesses e estratégias dos grupos de poder regional, suas alternativas de mudanças e adaptações. Propõe, também, avaliar, em que medida o desempenho do setor vem sendo afetado pela crise econômica e sanitária. Dentre as possíveis mudanças, a investigação deverá olhar para aquelas relacionadas com a dinâmica do processo produtivo, seja do ponto de vista da expansão de novas áreas agrícolas, seja da incorporação de inovações tecnológicas. Uma vez identificadas as redes de poder regional, serão analisadas as propriedades inerentes aos circuitos espaciais da produção, aos círculos de cooperação e à capacidade do setor de responder eficientemente às necessidades do consumo, inserindo seus produtos nos mercados nacional e internacional. A pesquisa objetiva, ainda, identificar e analisar as estratégias dos agentes locais e suas práticas quanto à manutenção das tradicionais relações de trabalho, às formas de controle da terra, aos problemas ambientais e aos movimentos de contra-racionalidade. Nesse contexto, é essencial entender o papel do território no movimento do capital na região e no aprofundamento de desigualdades socioespaciais. A perspectiva teórica da pesquisa centra-se nas análises da acumulação capitalista e das contradições inerentes a esse sistema econômico. Nessa perspectiva, busca avaliar o grau de integração do território fluminense na teia nacional do setor.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Daniel Macedo Lopes Vasques Monteiro - Integrante / Julia Adão Bernardes - Coordenador., Financiador(es): FAPERJ - Auxílio financeiro.
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2022 - Atual
Produtividade 2022 (CNPq) - Regionalização do complexo de grãos em Mato Grosso: redes de poder, competitividade e contradições, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Júlia Adão Bernardes em 07/03/2022., Descrição: O presente projeto tem como objetivo analisar o processo de formação de regiões especializadas competitivas agrícolas do complexo de grãos no território mato-grossense, orientado pela logística de escoamento da produção, associado às redes de poder econômico, procurando identificar seus interesses, estratégias e práticas, especialmente no que concerne à apropriação da terra, com vistas à compreensão das transformações que vêm ocorrendo nas áreas de expansão do referido complexo, nos últimos anos. Deve-se considerar que a instituição dessas redes de poder vem favorecendo o surgimento de novos arranjos institucionais, significando mudanças no poder de negociação com o Estado, inviabilizando a relação de mão dupla, uma vez que o poder oligopólico das empresas gera concentração em determinadas etapas do processo produtivo e na propriedade, entre outros aspectos. Nesse contexto deve-se ressaltar a apreensão da importância do território no movimento do crescente processo de internacionalização do setor na nova divisão internacional do trabalho. É no âmbito do novo movimento do capital, onde emerge a criação de novos ambientes institucionais e de novos padrões tecnológicos, que buscamos compreender o complexo de grãos enquanto rede de poder territorial, assim como os seus circuitos espaciais de produção e círculos de cooperação. Deve-se assinalar que é no estado de Mato Grosso que esse complexo, impulsionado pela dinâmica de reprodução do capital, cada vez mais vêm se intensificando, principalmente ao longo dos eixos da BR-163, 158 e 364. Nessa perspectiva objetiva-se apreender a nova organização do território, da sociedade e, consequentemente, as relações emergentes. Do ponto de vista metodológico deve-se considerar que o recente processo de financeirização do campo e o poder oligopólico dos grandes grupos empresariais que atuam nesse complexo, significam novas formas de relação com o Estado e o território, suscitando uma abordagem do processo de regionalização com utilização de novos conceitos, como redes de poder, que possibilitam maior compreensão do novo movimento do capital nesse complexo produtivo na contemporaneidade. Por outro lado, é fundamental reconhecer a especificidade do novo, bem como as combinações com os fatores herdados no movimento mais amplo, além do ritmo das mudanças. Nas áreas de estudo buscar-se-á analisar os impactos dos processos em andamento no que tange à sua capacidade competitiva. Acredita-se que a incorporação de uma perspectiva analítica centrada no estudo do processo de regionalização como fato e como ferramenta (RIBEIRO, 2004) e em redes de poder (PAULILLO, 2000; MAZZALI, 2000) possibilita a apreensão das contradições no que se refere à apropriação do território e ao aumento das desigualdades sociais. O projeto pretende fornecer subsídios para áreas do governo ou entidades da sociedade civil comprometidas com a direção e o significado da mudança.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Daniel Macedo Lopes Vasques Monteiro - Integrante / Julia Adão Bernardes - Coordenador.
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2022 - Atual
Universal 2022 (CNPq) - Expansão da produção de etanol de milho no Brasil: competitividade e implicações territoriais, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Júlia Adão Bernardes em 13/06/2022., Descrição: O projeto objetiva analisar o processo de produção de etanol de milho no setor energético brasileiro e sua articulação com o setor de carnes, as propriedades inerentes aos circuitos espaciais da produção e aos círculos de cooperação, as características da agricultura científica globalizada e o grau de intensidade da competitividade entre a produção de etanol de cana e do milho, no sentido de responder de forma eficiente às necessidades do consumo. Procura analisar as políticas das empresas e dos estados produtores, de modo a assegurar a inserção desses produtos no mercado nacional e internacional e compreender o papel do território em relação à guerra fiscal e ao aprofundamento das desigualdades sócio espaciais. A proposta deverá ser desenvolvida nos principais estados produtores do cerrado brasileiro, Mato Grosso e Goiás, os maiores responsáveis pelas recentes experiências na produção de etanol de milho. Para melhor compreensão dos referidos processos é fundamental a renovação do arcabouço teórico disponível, de modo a projetar um novo olhar sobre a expansão e o funcionamento do setor energético brasileiro, significando analisar o atributo competitividade (CASTILLO,2019) que se manifesta em diferentes graus de intensidade e escalas geográficas, associado às novas formas de relação com o Estado e o território. Nesse sentido, a pesquisa centra suas possibilidades teóricas na ótica da acumulação capitalista e do alisamento do espaço econômico. Tais processos, que promovem conflitos com grupos excluídos dessa lógica global, justificam uma abordagem com utilização de conceitos como redes de poder (PAULILLO,2000) e contradições (HARVEY,2016). Acredita-se que a incorporação de uma perspectiva centrada em redes de poder, possibilita a apreensão das contradições em relação à apropriação do território, à questão ambiental e ao aumento das desigualdades sociais, favorecendo a compreensão do movimento do capital nesse setor do agronegócio.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Daniel Macedo Lopes Vasques Monteiro - Integrante / Julia Adão Bernardes - Coordenador.
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2022 - Atual
(ActionAid Brasil) - Discurso, populismo e eleições, Descrição: Analisar a disputa política de discursos nas eleições a partir da caracterização das práticas discursivas, ações políticas e performances das candidaturas. Identificar e analisar os componentes racionais e emocionais de suas estratégias discursivas articulados no antagonismo da lógica populista, particularmente com a digitalização do populismo. Como referencial teórico metodológico se articulam aportes da Teoria do Discurso e da análise de marcos interpretativos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Daniel Macedo Lopes Vasques Monteiro - Integrante / Jorge Osvaldo Romano - Coordenador / Renan Alfenas de Mattos - Integrante / Annagesse de Carvalho Feitosa - Integrante / Juanita Cuellar Benavídes - Integrante / Ricardo Dias da Silva - Integrante / Larissa Rodrigues Ferreira - Integrante / Juana dos Santos Pereira - Integrante / Rosemeri da Silva Madrid - Integrante / Alex Luiz Barros Vargas - Integrante / Oksanne Resende Dall'Alba Silveira - Integrante / Solange Todero Von Onçay - Integrante / Mariana Amaro Gonçalves Silva - Integrante / Daniel de Souza Sales Borges - Integrante / Mariana Fernandes Cunha Jorge - Integrante / Gabriela Luisa Souza Silva - Integrante / Marina Lobo Gibson - Integrante., Financiador(es): ActionAid Brasil - Auxílio financeiro.
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2020 - Atual
(ActionAid Brasil) - Discurso e racismo ambiental, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Jorge Osvaldo Romano em 24/10/2023., Descrição: Identificar, analisar e fazer público o racismo ambiental nos discursos dominantes de atores do mercado, da sociedade e governamentais a nível territorial, nacional e internacional. Identificar, analisar e divulgar as narrativas antirracistas ambientais dos discursos contra hegemônicos em disputa de comunidades, movimentos sociais, ongs e outros atores públicos e do campo popular. O referencial teórico metodológico articula a Teoria do Discurso e a análise de marcos interpretativos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Daniel Macedo Lopes Vasques Monteiro - Integrante / Jorge Osvaldo Romano - Coordenador / Juanita Cuellar Benavídes - Integrante / Ana Carolina Aguiar Simões Castilho - Integrante / Caroline Boletta de Oliveira Aguiar - Integrante / Érika Toth Souza - Integrante / Vanessa Barroso Barreto - Integrante / Larissa Rodrigues Ferreira - Integrante / Juana dos Santos Pereira - Integrante / Pamella Silvestre de Assumpção - Integrante / Rosemeri da Silva Madrid - Integrante / Alex Luiz Barros Vargas - Integrante / Oksanne Resende Dall'Alba Silveira - Integrante / Solange Todero Von Onçay - Integrante / Mariana Amaro Gonçalves Silva - Integrante., Financiador(es): ActionAid Brasil - Auxílio financeiro.
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2020 - Atual
(ActionAid Brasil) - Disputa de discursos nos campos agroecológicos, do agronegócio e meio ambiental, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Jorge Osvaldo Romano em 24/10/2023., Descrição: Analisar as práticas discursivas e as estratégias narrativas de atores chaves doscampos agroecológico, do agronegócio e meio ambiental, identificando e caracterizando asdisputas antagónicas de narrativas e a construção de identidades sociopolíticas. Oreferencial teórico metodológico dialoga com os aportes da análise política do discurso daEscola de Essex (Laclau, Mouffe) e da análise de marcos interpretativos (frame analysis).. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Daniel Macedo Lopes Vasques Monteiro - Integrante / Jorge Osvaldo Romano - Coordenador / Thais Ponciano Bittencourt - Integrante / Renan Alfenas de Mattos - Integrante / Ana Carolina Aguiar Simões Castilho - Integrante / Caroline Boletta de Oliveira Aguiar - Integrante / Vanessa Barroso Barreto - Integrante / Liza Uema - Integrante / Paulo Petersen - Integrante / Paulo Augusto André Balthazar - Integrante / Juana dos Santos Pereira - Integrante / Pamella Silvestre de Assumpção - Integrante / Solange Todero Von Onçay - Integrante / Henrique Duarte - Integrante., Financiador(es): ActionAid Brasil - Auxílio financeiro.
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2020 - Atual
(ActionAid Brasil) - Discurso, redes sociais e disputa de narrativas relativas à pandemia do Covid19, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Jorge Osvaldo Romano em 01/09/2021., Descrição: O projeto pretende analisar a disputa dos discursos sobre os Covid19 a nível nacional e suas influências internacionais nas falas, nas decisões políticas de autoridades, de instituições chaves, nas mídias tradicionais, nas mídias sociais e em performances significativas. A disputa delimitaria dois discursos mestres: o negacionista, defendido por algumas autoridades e lideranças econômicas e religiosas, mídias tradicionais e sociais, que não reconhece a amplitude e importância da pandemia, e que privilegia mitigar os impactos da crise económica incentivando o fim da quarentena horizontal com a adoção da quarentena vertical. E um outro discurso científico-humanitário, defendido por médicos sanitaristas com apoio de organismos internacionais, mídias, governadores e a grande maioria de governos estrangeiros, e que privilegia o cuidado da vida das pessoas defendendo o isolamento social como a melhor forma de garantir também um melhor enfrentamento dos efeitos econômicos da crise gerada pela pandemia. O estudo contempla a identificação dos meios de divulgação e reprodução dos discursos assim como a sua repercussão nos públicos destinatários. Também incluirá um mapeamento das principais interpretações sobre os impactos políticos e econômicos futuros da pandemia. Em termos metodológicos, o estudo será levado a cabo articulando os olhares da análise política de discurso de Laclau e da escola de Essex com a análise de marcos interpretativos (Frame analysis).. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Daniel Macedo Lopes Vasques Monteiro - Integrante / Jorge Osvaldo Romano - Coordenador., Financiador(es): ActionAid Brasil - Auxílio financeiro.
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2019 - Atual
(C, T & A) - Discurso, redes sociais e disputa de narrativas nos campos agroecológico, do agronegócio e meio- ambiental, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Jorge Osvaldo Romano em 01/09/2021., Descrição: O projeto procura desenvolver a analise política das práticas discursivas e das estratégias narrativas com a construção de identidades sócio-politicas, de atores chaves nacionais e internacionais dos campos agroecológico, do agronegócio e meio ambiental, expressas em redes e mídias sociais e tradicionais como também em eventos, acontecimentos e processos relacionados a esses campos, identificando e caracterizando as disputas antagónicas de narrativas que se estabelecem. O referencial teórico dialoga com os aportes da analise politica do discurso de autores como Laclau, Mouffe e da Escola de Essex, a análise de marcos ou frame analysis proposta por pesquisadores como Snow e Bereford e as contribuições sobre redes sociais e novas formas de poder de autores como Zuboff, Han e Silveira.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Daniel Macedo Lopes Vasques Monteiro - Integrante / Jorge Osvaldo Romano - Coordenador.
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2018 - 2022
Produtividade 2018 (CNPq) - Redes de poder e processo de regionalização da soja no cerrado de Mato Grosso, Descrição: O presente projeto objetiva analisar a recente constituição de redes de poder econômico na cadeia produtiva da soja no cerrado mato-grossense, associada à formação de novas regiões competitivas agrícolas, procurando identificar seus interesses, estratégias e práticas, especialmente no que concerne à apropriação da terra, com vistas à compreensão das transformações que vêm ocorrendo nas áreas de expansão dessa cadeia, nos últimos anos. Deve-se considerar que a instituição dessas redes de poder vem favorecendo o surgimento de novos arranjos institucionais, significando mudanças no poder de negociação com o Estado, inviabilizando a relação de mão dupla, uma vez que o poder oligopólico das empresas gera concentração em determinadas etapas do processo produtivo e na propriedade, entre outros aspectos. Nesse contexto deve-se ressaltar a apreensão da importância do território no movimento do crescente processo de internacionalização do setor na nova divisão internacional do trabalho. É no âmbito do novo movimento do capital, onde emerge a criação de novos ambientes institucionais e de novos padrões tecnológicos, que buscamos compreender a cadeia de grãos enquanto rede de poder territorial, assim como os seus circuitos espaciais de produção e círculos de cooperação. Deve-se assinalar que é no estado de Mato Grosso que essa cadeia, impulsionada pela dinâmica de reprodução do capital, cada vez mais vêm se intensificando, principalmente ao longo dos eixos da BR-163, 158 e 364. Nessa perspectiva objetiva-se apreender a nova organização do território, da sociedade e as novas relações emergentes. Do ponto de vista metodológico deve-se considerar que o recente processo de concentração do capital e o poder oligopólico dos grandes grupos empresariais da cadeia, significam novas formas de relação com o Estado e o território, suscitando uma abordagem com utilização de novos conceitos, como redes de poder, que possibilitam maior compreensão do novo movimento do capital nessa cadeia produtiva na contemporaneidade. Por outro lado, é fundamental reconhecer a especificidade do novo, bem como as combinações com os fatores herdados no movimento mais amplo, além do ritmo das mudanças. Nas áreas de estudo buscar-se-á analisar os impactos dos processos em andamento no que tange à capacidade competitiva de cada uma. Acredita-se que a incorporação de uma perspectiva analítica centrada no estudo do processo de regionalização como fato e como ferramenta (RIBEIRO, 2004) e em redes de poder (PAULILLO, 2000; MAZZALI, 2000) possibilita a apreensão das contradições no que se refere à apropriação do território e ao aumento das desigualdades sociais. O projeto pretende fornecer subsídios para áreas do governo ou entidades da sociedade civil comprometidas com a direção e o significado da mudança.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Daniel Macedo Lopes Vasques Monteiro - Integrante / Júlia Adão Bernardes - Coordenador.
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2016 - 2022
Universal 2016 (CNPq) - Estratégias territoriais da agricultura empresarial em Mato Grosso e processo de regionalização nas principais fronteiras da expansão da soja (Universal 2016), Descrição: O presente projeto objetiva analisar a recente constituição das redes de poder econômico no setor de grãos do agronegócio brasileiro, identificar seus interesses, estratégias e práticas, com vistas à compreensão das transformações que vêm ocorrendo nas áreas de expansão desse setor no cerrado mato-grossense, nas primeiras décadas do século XXI, estimulando o movimento de avanço da fronteira agrícola moderna na direção norte do país. Deve-se considerar que a instituição dessas redes de poder promove o rompimento de alianças tradicionais entre empresas e Estado, favorecendo o surgimento de novos arranjos institucionais, significando mudanças no poder de negociação, inviabilizando a relação de mão dupla, uma vez que o poder oligopólico das empresas gera concentração no processo produtivo, na propriedade e na esfera do trabalho, entre outros aspectos. Nesse contexto deve-se ressaltar a apreensão da importância do território no movimento do crescente processo de internacionalização da economia capitalista e de uma nova divisão internacional do trabalho. É no âmbito do novo movimento do capital, onde emerge a criação de novos ambientes institucionais e de novos padrões tecnológicos, que buscamos compreender a cadeia de grãos enquanto rede de poder territorial, assim como os seus circuitos espaciais de produção e cooperação. Deve-se assinalar que é no cerrado brasileiro, que os cultivos da soja, impulsionado pela dinâmica de reprodução do capital, cada vez mais vêm se intensificando. Nessa perspectiva objetiva-se apreender a nova organização do território, da sociedade e as novas relações emergentes. Do ponto de vista metodológico deve-se considerar que o recente processo de concentração do capital e o poder oligopólico dos grandes grupos empresariais do setor, significam novas formas de relação com o Estado e o território, suscitando uma abordagem com utilização de novos conceitos, como redes de poder, que possibilitam maior compreensão do novo movimento do capital na cadeia de grãos na contemporaneidade. Por outro lado, é fundamental reconhecer a especificidade do novo, bem como as combinações com os fatores herdados no movimento mais amplo, além do ritmo das mudanças. Nas áreas de estudo, a BR-163 e a BR-158 mato-grossenses, buscar-se-á analisar os impactos dos processos em andamento e o novo movimento da fronteira agrícola moderna. Acredita-se que a incorporação de uma perspectiva analítica centrada em redes de poder, possibilita a apreensão da questão das novas relações campo/cidade e do aumento das desigualdades sociais. O projeto pretende fornecer subsídios para grupos e entidades sociais comprometidas com a direção e o significado da mudança.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Daniel Macedo Lopes Vasques Monteiro - Integrante / Julia Adão Bernardes - Coordenador.
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2016 - 2019
Cientista do Nosso Estado do Rio de Janeiro 2016 (FAPERJ) - Redes de poder e regiões competitivas agrícolas no setor sucroenergético brasileiro, Descrição: O projeto objetiva analisar a recente constituição das redes de poder econômico no setor sucroenergético brasileiro, associada à formação de novas regiões competitivas agrícolas, procurando identificar seus interesses, estratégias e práticas, especialmente no que concerne à apropriação da terra, com vistas à compreensão das transformações que vêm ocorrendo nas áreas de expansão desse setor, nas primeiras décadas do século XXI. A instituição dessas redes de poder vem favorecendo o surgimento de novos arranjos institucionais, significando mudanças no poder de negociação com o Estado, devendo-se ressaltar a importância do território nesse movimento. Deve-se assinalar que é no centro-sul do país que o setor, impulsionado pela dinâmica de reprodução do capital, cada vez mais vêm se intensificando, principalmente em São Paulo e nos eixos Triângulo Mineiro/Sul e Sudoeste Goiano e Paraná/Mato Grosso do Sul. Entretanto a pesquisa incorpora o Norte Fluminense, para verificar em que medida antigas áreas de expressiva relevância produtiva podem ser incluídas nos recentes processos de concentração do capital, constituem regiões especializadas agrícolas e qual o seu nível de competitividade. Do ponto de vista metodológico deve-se considerar que os novos processos suscitam uma abordagem com utilização de novos conceitos, como redes de poder, que possibilitam maior compreensão do novo movimento do capital nessa cadeia produtiva na contemporaneidade, além do aprofundamento dos circuitos espaciais da produção e dos círculos de cooperação. Nas áreas de estudo buscar-se-á analisar os impactos dos processos em andamento no que tange à capacidade competitiva de cada uma e ao aumento das desigualdades sociais.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Daniel Macedo Lopes Vasques Monteiro - Integrante / Julia Adão Bernardes - Coordenador.
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2015 - 2017
(CNPq) Os significados das territorialidades: entendendo os conflitos por terra entre fazendeiros e os Guarani no Mato Grosso do Sul, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Roberta Carvalho Arruzzo em 09/09/2021., Descrição: O principal objetivo da presente proposta de investigação é, com base nos conceitos de territorialidade, e o de território, buscar compreender os diferentes significados da territorialidade e de território para os Guarani e os fazendeiros envolvidos nos conflitos por terra no Mato Grosso do Sul, tomando como marco inicial a década de 1970. Procuramos analisar como se estabelecem, como se modificam e por que se modificam as relações entre as diferentes territorialidades (Guarani e Fazendeiros), aqui entendidas como estratégias de controle de área. E, em especial, o que significa para cada um os grupos envolvidos, a utilização desta estratégia e ação ou tentativa de estabelecer um território. Consideramos que compreender os diferentes significados que podem ser atribuídos à territorialidade e ao território nos conflitos por terra no Mato Grosso do Sul, pode contribuir de forma relevante para o esclarecimento de questões envolvidas nas disputas por terra que, ao permanecerem obscuras e confusas, dificultam sobremaneira a busca de soluções para os graves conflitos envolvidos. Mais ainda na situação dos Gauarni Kaiowá em Mato Grosso do Sul, que é extremamente grave, com níveis de violência e suicídios altíssimos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Daniel Macedo Lopes Vasques Monteiro - Integrante / Roberta Carvalho Arruzzo - Coordenador.
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2012 - 2016
Universal 2012 (CNPq) - Mudanças no paradigma sucroenergético: o movimento de reestruturação produtiva e as novas territorialidades, Descrição: No âmbito das grandes transformações que vêm ocorrendo na primeira década do século XXI, tornando o mundo mais unificado em função de novas condições científicas e técnicas e no contexto da chamada ?revolução ambiental?, a política energética e o uso dos recursos naturais passaram a constituir argumentos que se transformaram em fatores de competitividade, recebendo maior atenção por parte dos gestores públicos e privados. O presente projeto busca identificar e analisar as estratégias territoriais dos grandes grupos do setor sucroenergético, suas ações e práticas, bem como as políticas públicas voltadas para o setor, responsáveis por processos de reorganização do território, no contexto da articulação das escalas regional, nacional e mundial. Assim sendo, a pesquisa está centrada em estudar o conjunto de relações e articulações existentes em uma determinada área da realidade, o espaço, e de como a incorporação técnica o afeta, exigindo modificações na organização espacial já existente, bem como das estratégias que induzem essa incorporação técnica, concretizadas em distintos contextos nacionais e sustentadas por determinados arranjos político-econômicos, significando fazer uma interpretação da realidade social via território. A materialização da técnica, bem como suas implicações econômicas, políticas, sociais e ambientais, serão estudados tanto em áreas de intenso desenvolvimento tecnológico, como São Paulo, que representa o estado da arte no setor, como do Centro-Oeste, a mais recente área de expansão da produção de etanol, bem como em possíveis áreas de reestruturação produtiva, a exemplo do Nordeste brasileiro e Norte Fluminense do estado do Rio de Janeiro, tendo a análise da técnica como eixo orientador no contexto do processo de modernização. Para discutir as estratégias dos grandes grupos econômicos, orientadoras das grandes metamorfoses do setor, a partir das quais ações vêm sendo implementadas, será necessário apreender os jogos políticos, os conflitos de in.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Daniel Macedo Lopes Vasques Monteiro - Integrante / Julia Adão Bernardes - Coordenador.
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2012 - 2015
Cientista do Nosso Estado do Rio de Janeiro 2012 (FAPERJ) - Mudanças no paradigma sucroenergético: novos tempos, novas territorialidades, Descrição: No âmbito das grandes transformações que vêm ocorrendo na primeira década do século XXI, tornando o mundo mais unificado em função de novas condições científicas e técnicas e no contexto da chamada revolução ambiental , a política energética e o uso dos recursos naturais passaram a constituir argumentos que se transformaram em fatores de competitividade, recebendo maior atenção por parte dos gestores públicos e privados. O presente projeto busca identificar e analisar as estratégias territoriais dos grandes grupos do setor sucroenergético, suas ações e práticas, bem como as políticas públicas voltadas para o setor, responsáveis por processos de reorganização do território, no contexto da articulação das escalas regional, nacional e mundial. Assim sendo, a pesquisa está centrada em estudar o conjunto de relações e articulações existentes em uma determinada área da realidade, o espaço, e de como a incorporação técnica o afeta, exigindo modificações na organização espacial já existente, bem como das estratégias que induzem essa incorporação técnica, concretizadas em distintos contextos nacionais e sustentadas por determinados arranjos político-econômicos, significando fazer uma interpretação da realidade social via território. A materialização da técnica, bem como suas implicações econômicas, políticas, sociais e ambientais, serão estudados tanto em áreas de intenso desenvolvimento tecnológico, como São Paulo, que representa o estado da arte no setor, como do Centro-Oeste, a mais recente área de expansão da produção de etanol, bem como em possíveis áreas de reestruturação produtiva, a exemplo do Nordeste brasileiro e Norte Fluminense do estado do Rio de Janeiro, tendo a análise da técnica como eixo orientador no contexto do processo de modernização. Para discutir as estratégias dos grandes grupos econômicos, orientadoras das grandes metamorfoses do setor, a partir das quais ações vêm sendo implementadas, será necessário apreender os jogos políticos, os conflitos de in.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Daniel Macedo Lopes Vasques Monteiro - Integrante / Julia Adão Bernardes - Coordenador.
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2011 - 2016
Projeto Recém-Doutor 2011 (CNPq) - Mudanças no paradigma energético: o processo de regionalização da produção de etanol no Brasil, Descrição: Dada a importância do estudo da expansão da indústria sucro-alcooleira, voltada prioritariamente para a produção de etanol, e seu significado para o Brasil e o mundo na atual conjuntura, optamos no atual projeto propor um estudo do processo de estruturação/reestruturação produtiva e espacial que vem sendo produzida no cenário nacional em função da valorização da produção de biocombustíveis. Trata-se de apreender o significado social e político da implantação e renovação técnica em sua dimensão espacial. Por isso, o objetivo do trabalho está centrado em estudar o conjunto de relações e articulações existentes em uma determinada área da realidade, o espaço, e de como a incorporação técnica o afeta, exigindo modificações na organização espacial já existente, bem como das estratégias que induzem essa incorporação técnica.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Daniel Macedo Lopes Vasques Monteiro - Integrante / Julia Adão Bernardes - Coordenador.
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2011 - 2013
(FAPERJ) O processo de reestruturação do setor sucroenergético no estado do Rio de Janeiro: dilemas e desafios, Descrição: Dada a importância do estudo da expansão da indústria sucroenergética e seu significado para o Brasil e o mundo na atual conjuntura, propomos neste projeto analisar o processo de estruturação/reestruturação produtiva e espacial que vem sendo produzida neste setor na região Norte Fluminense no estado do Rio de Janeiro. Trata-se de apreender o significado social e político da implantação e renovação técnica do setor em sua dimensão espacial. Por isso, a proposta do trabalho está centrada no estudo do conjunto de relações e articulações existentes em determinados espaços e de como a incorporação técnica o afeta. O projeto objetiva analisar as estratégias que vêm sendo desenvolvidas no sentido de induzir a retomada da produção na região, bem como suas repercussões na reorganização territorial das atividades econômicas, dos recursos físicos e humanos, com conseqüências marcantes para o desenvolvimento regional e para a divisão social e territorial do trabalho. Storper (1997) afirma que a intensificação na escala planetária de fluxos comerciais e financeiros seria acompanhada de um aprofundamento da crescente especialização das economias regionais, significando que o capitalismo global possui uma configuração espacial que se traduz num mosaico de regiões e lugares que formam uma rede mundial de produção e comércio. Para Santos (2008) é o processo produtivo e sua evolução que fornecerão a gama de relações que criam o cimento regional. No que se refere à metodologia, deverá ser efetuada uma análise comparativa entre as diferentes variáveis que sustentam o modelo analítico das áreas a serem pesquisadas, envolvendo os recursos técnicos, os recursos físicos, os recursos humanos e os recursos de capital. A comparação do arranjo dessas variáveis tendo como referência o setor em São Paulo, permitirá perceber os limites e potencialidades da região e analisar sua capacidade competitiva na atual fase de acumulação capitalista... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Daniel Macedo Lopes Vasques Monteiro - Integrante / Julia Adão Bernardes - Coordenador.
Prêmios
2023
Aprovação no Processo Seletivo para Professor Substituto de Geografia Humana - Ênfase em Geografia Regional, Universidade Estadual do Rio de Janeiro.
2022
Aprovação em Concurso Público para Docente II - Geografia, Prefeitura Municipal de Nilópolis - RJ.
2021
Aprovação em Concurso Público para Docente II - Geografia, Prefeitura Municipal de Teresópolis - RJ.
2019
Aprovação em Concurso Público para Análise Socioeconômica, Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
2017
Aprovação do Processo Seletivo Público para Tutor a Distância da Fundação CEDERJ, CEDERJ.
2015
Aprovação em Concurso Público para Docente II - Geografia, Prefeitura Municipal de Angra dos Reis - RJ.
2013
Aprovação em Concurso Público para Técnico em Assuntos Educacionais, Colégio Pedro II.
2012
Aprovação em Processo Seletivo Público para Agente de Pesquisas e Mapeamentos, Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
Histórico profissional
Experiência profissional
2020 - Atual
Universidade Federal Rural do Rio de JaneiroVínculo: Pesquisador, Enquadramento Funcional: Pesquisador
Outras informações:
Pesquisador no grupo Discurso, redes sociais e identidades sócio-políticas (DISCURSO) - Brasil - Programa de Pós-Graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade (CPDA)
2015 - 2017
Universidade Federal Rural do Rio de JaneiroVínculo: Pesquisador, Enquadramento Funcional: Pesquisador
Outras informações:
Pesquisador no grupo Geografia e Povos Indígenas (GEOPOVOS) - Instituto Multidisciplinar - Nova Iguaçu
2014 - 2015
Pré-Vestibular Samora MachelVínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Professor de Geografia, Carga horária: 4
2014 - 2015
Pré-vestibular Favela VivaVínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Professor de Geografia, Carga horária: 4
2014 - 2014
Escola Municipal Sérgio Vieira de MelloVínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário em Educação Especial, Carga horária: 20
Atividades
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02/2014 - 07/2014
Estágios , Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro.,Estágio realizado, Educação Especial.
2013 - 2013
COLEGIO DE APLICACAO - UFRJVínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário de Geografia
Atividades
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04/2014 - 12/2014
Estágios , Cólegio de Aplicação - UFRJ.,Estágio realizado, Estágio Supervisionado.
2021 - 2021
Universidade Federal do Rio de JaneiroVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estágio Docente, Carga horária: 20
Outras informações:
Estágio docente na disciplina "Geografia Agrária" ministrada pela Professora Ève-Anne Bühler.
2021 - 2021
Universidade Federal do Rio de JaneiroVínculo: Organizador, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 5
Outras informações:
Curso ministrado e organizado, intitulado Geografia e Agronegócio no Brasil, no Programa de Pós-Graduação em Geografia (PPGG) da UFRJ, em conjunto com a Professora Júlia Adão Bernardes.
2012 - 2012
Universidade Federal do Rio de JaneiroVínculo: Monitor, Enquadramento Funcional: Monitor, Carga horária: 20
Outras informações:
Monitor Voluntário de Geografia da Cidade do Rio de Janeiro. Ministrada pela Professora Ana Maria Lima Daou. 1 semestre de 2012
2012 - 2012
Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e EstatísticaVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Agente de Pesquisa e Mapeamento, Carga horária: 40
Outras informações:
O Agente de Pesquisas e Mapeamento (APM) trabalha basicamente em campo, ou seja, é aquele funcionário que vai aos domicílios ou quaisquer estabelecimentos e registra os dados colhidos através de entrevistas. Em outras palavras, as atribuições inerentes ao APM são relevantes, pois ele atua no princípio gerador de dados estatísticos e os converte aos meios digitais disponíveis, onde ficam armazenados e são processados oportunamente.
2012 - Atual
Núcleo de Estudos GeoambientaisVínculo: Pesquisador, Enquadramento Funcional: Pesquisador, Carga horária: 20
Atividades
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08/2012
Pesquisa e desenvolvimento, Núcleo de Estudos Geoambientais.,Linhas de pesquisa
2012 - Atual
Rede de Pesquisa sobre Regiões AgrícolasVínculo: Pesquisador, Enquadramento Funcional: Pesquisador
Outras informações:
A REAGRI foi criada por ocasião do I Seminário Nacional Reestruturação do Setor Sucroenergético Brasileiro: Novas e Velhas Espacialidades, em agosto de 2012, na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Nessa reunião, constatou-se uma convergência de linhas e projetos de pesquisa, desenvolvidos nos laboratórios e núcleos de estudo em Geografia Econômica da UFRJ, UNICAMP, UECE, UNESP-Rio Claro, UFMT, UFRRJ, UFU, UFJF e UFG-Jataí, cuja preocupação fundamental é compreender a nova regionalização que emerge no território brasileiro a partir da especialização regional da agricultura e suas implicações sociais e econômicas.
2010 - 2014
Programa de Educação Tutorial - Geografia UFRJVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisador, Carga horária: 20
Atividades
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12/2010 - 02/2015
Pesquisa e desenvolvimento, Programa de Educação Tutorial - Geografia - UFRJ.,Linhas de pesquisa
2015 - 2017
Geografia e Povos IndígenasVínculo: Pesquisador, Enquadramento Funcional: Pesquisador
Atividades
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01/2015
Pesquisa e desenvolvimento, Geografia e Povos Indígenas.,Linhas de pesquisa
2020 - Atual
Discurso, redes sociais e identidades sócio-políticasVínculo: Pesquisador, Enquadramento Funcional: Pesquisador
Atividades
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05/2020
Pesquisa e desenvolvimento, Discurso, redes sociais e identidades sócio-políticas.,Linhas de pesquisa
2020 - 2020
Associação Estadual de Defesa Ambiental e SocialVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Assessor técnico, Carga horária: 40
Outras informações:
Assessoria técnica aos atingidos e atingidas em razão do rompimento da barragem B-I e soterramento das barragens B-IV e B-IV-A da mina Córrego do Feijão da Empresa Vale S.A. nas regiões 1 e 2 para a democratização das decisões relativas à reparação integral das perdas e danos.
2022 - Atual
ASSOCIAÇÃO DOS GEÓGRÁFOS BRASILEIROSVínculo: Integrante do GT de Agrária, Enquadramento Funcional: Pesquisador, Carga horária: 5
Outras informações:
Grupo de Trabalho (GT) de Assuntos Agrários da Associação de Geógrafas e Geógrafos (AGB), Seções Locais Rio de Janeiro e Niterói.
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de DANIEL MACEDO LOPES VASQUES MONTEIRO e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todas as movimentações desse processo e sempre que o processo aparecer em publicações dos Diários Oficiais e nos Tribunais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Confirma a exclusão?