Nielle Versteg
Graduada em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Pelotas no ano de 2019 e atualmente é doutoranda do Programa de Pós-graduação em Medicina Veterinária pela mesma universidade com área de concentração Clínica Médica Veterinária. Tem experiência em clínica médica e terapêutica de pequenos animais e pets não convensionais. No doutorado atua no atendimento clínico de pequenos animais no Ambulatório de vulnerabilidade social Ceval do projeto de extensão universitária e realiza pesquisa com enfase em farmacologia, terapêutica e comportamento felino.
Informações coletadas do Lattes em 11/06/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em andamento em Veterinária
2021 - Atual
Universidade Federal de Pelotas
Marlete Brum Cleff. Coorientador: Mariana Cristina Hoeppner Rondelli. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Mestrado em Veterinária
2019 - 2021
Universidade Federal de Pelotas
Título: Influência da administração prévia de gabapentina e intervenção com práticas integrativas sobre o estresse no atendimento de felinos, Ano de Obtenção: 2021
Marlete Brum Cleff.Coorientador: Mariana Cristina Hoeppner Rondelli. Palavras-chave: Clínica de felinos; Cortisol; Cromoterapia; Musicoterapia; Feromonioterapia.Grande área: Ciências Agrárias
Formação complementar
2024 -
Como crescer rebanho leiteiro através de uma reprodução eficiente. , Referência em Educação para o Agronegócio, REHAGRO, Brasil.
2024 - 2024
Doenças Reprodutivas em Bovinos. (Carga horária: 3h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, SENAR, Brasil.
2024 - 2024
Dieta para Vacas Leiteiras. (Carga horária: 16h). , Associação Riograndense de Empreendimentos de Assist. Téc. e Extensão Rural, EMATER/RS, Brasil.
2024 - 2024
Apicultura para iniciantes. (Carga horária: 20h). , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil.
2024 - 2024
Recria Intensiva a Pasto. (Carga horária: 8h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, SENAR, Brasil.
2024 - 2024
Nutrição e Manejo Alimentar em Bovinocultura de Leite. (Carga horária: 30h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, SENAR, Brasil.
2024 - 2024
Cria de bezerras leiteiras: estratégias para aumentar a eficiência. (Carga horária: 40h). , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil.
2024 - 2024
Gestão Produtiva da Bovinocultura de Leite. (Carga horária: 40h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, SENAR, Brasil.
2024 - 2024
Conceitos básicos em manejo ambiental da propriedade leiteira. (Carga horária: 8h). , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil.
2024 - 2024
Manejo Hídrico na Propriedade Leiteira. (Carga horária: 52h). , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil.
2024 - 2024
Manejo Sanitário e Qualidade do Leite. (Carga horária: 30h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, SENAR, Brasil.
2024 - 2024
Fazendo Certo: A Escolha da Forrageira. (Carga horária: 4h). , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil.
2022 - 2022
CURSO INTENSIVO: MEDICINA INTEGRATIVA DE ANIMAIS SELVAGENS E EXÓTICOS. (Carga horária: 15h). , Cangaceiro Vet, CV, Brasil.
2022 - 2022
Decifrando a telemedicina veterinária. (Carga horária: 4h). , Renata S Arruda Treinamento Profissional & intensivet, RSA, Brasil.
2020 - 2020
III Ciclo de Minicursos Online: Medicina de Animais Silvestres. (Carga horária: 10h). , Universidade Federal do Piauí, UFPI, Brasil.
2020 - 2020
I Curso de Especialidades - Lagomorfos. (Carga horária: 10h). , Universidade Federal Rural do Semi-Árido, UFERSA, Brasil.
2016 - 2019
Proficiência em Lingua Inglesa. (Carga horária: 174h). , TopWay Pelotas, TOP WAY, Brasil.
2016 - 2016
Homeopatia Veterinária. (Carga horária: 20h). , Instituto Politécnico de Ensino a Distância, iPED, Brasil.
2016 - 2016
Lipidose Hepatica em Amazona spp. (Carga horária: 20h). , Learncafe Ensino Online, LC, Brasil.
2016 - 2016
Mini curso de atualização em oncologia. (Carga horária: 4h). , Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais - SC, ANCLIVEPA-SC, Brasil.
2016 - 2016
Minicurso contenção de Animais Selvagens. (Carga horária: 8h). , Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.
2016 - 2016
Atualização de normas para RT?s em estabelecimentos veterinários. (Carga horária: 1h). , Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais - SC, ANCLIVEPA-SC, Brasil.
2015 - 2015
Palestra e mini curso ministrados por Alexandre Rossi (Dr. Pet). (Carga horária: 6h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária / Subárea: Clínica e Cirurgia Animal/Especialidade: Clínica Veterinária.
Organização de eventos
VERSTEG, N. ; SZIMINSKI, J. M ; DIAS, T. P. ; JARDIM, GABRIELA DE CARVALHO ; GOMES, MARIANA REIS ; PETRICIONE, L. ; CLEFF, M. B. . II WebFel - Simposio Online de Medicina Felina. 2021. (Congresso).
DIAS, T. P. ; JARDIM, GABRIELA DE CARVALHO ; VERSTEG, N. ; SZIMINSKI, J. M ; PETRICIONE, L. ; LARA, B. P. ; CLEFF, M. B. . Mesa Redonda Eutanasia na LVC. 2021. (Outro).
VERSTEG, N. . 1º Simpósio Estadual de Dioctofimatose: Desafios e Perspectivas. 2018. (Congresso).
VERSTEG, N. . I Simpósio de Medicina Canina do Dermatovet. 2018. (Congresso).
VERSTEG, N. . I Simpósio de Medicina Felina do Felvet. 2018. (Congresso).
VERSTEG, N. ; NEVES, V. B. . 1º Simpósio de Cirurgia Veterinária. 2018. (Congresso).
VERSTEG, N. . Palestras Health Feeder: saude e produtividade para o seu rebanho. 2017. (Congresso).
VERSTEG, N. . 1º Simpósio Estadual de Dioctofimatose: Desafios e Perspectivas. 2018. (Congresso).
VERSTEG, N. . Palestras Health Feeder: saude e produtividade para o seu rebanho. 2017. (Congresso).
VERSTEG, N. . I Simpósio de Medicina Canina do Dermatovet. 2018. (Congresso).
VERSTEG, N. . I Simpósio de Medicina Felina do Felvet. 2018. (Congresso).
Participação em eventos
CONGRESSO DE MEDICINA VETERINÁRIA INTEGRATIVA. 2022. (Congresso).
Crescimento no atendimento de felinos e a importancia das técnicas cat friendly. 2022. (Outra).
Simpósio Online Descomplica Leish 2.1. 2021. (Simpósio).
1º Simpósio Beneficente da Saruê Cursos Veterinários. 2020. (Simpósio).
I Simpósio de Patologia Clínica. 2020. (Simpósio).
I Simpósio Online do Grupo de Estudos em Animais Silvetsres da Universidade Iguaçu. 2020. (Simpósio).
Quarentena Selvagem. 2020. (Simpósio).
Simpósio Online de Práticas Integrativas na Medicina Veterinária. 2020. (Simpósio).
Simpósio Online Descomplica Leish. 2020. (Simpósio).
Workshop ClinPet: I Simpósio Online em Medicina de Pequenos Animais. 2020. (Simpósio).
1º Simpósio de Cirurgia Veterinária. 2018. (Simpósio).
1º Simpósio Estadual de Dioctofimatose: Desafios e Perspectivas. 2018. (Simpósio).
33º Semana Acadêmica de Medicina Veterinária Ufpel. 2018. (Simpósio).
34ª Semana Acadêmica de Medicina Veterinária. 2018. (Simpósio).
Encontros Técnicos Vetesul - Emêrgencia. 2018. (Simpósio).
I Ciclo de Palestras: Dioctofimatose em foco. 2018. (Seminário).
III Simpósio Sul-Americano de Medicina Felina. 2018. (Simpósio).
I Simpósio de Medicina Canina do DermatoVet. 2018. (Simpósio).
I Simpósio de Medicina Felina do FelVet. 2018. (Simpósio).
I Simpósio de Medicina Interna Veterinária. 2018. (Simpósio).
Simpósio de animais silvestres - especialidades. 2018. (Simpósio).
Ciclo de palestras em pré-natal em pequenos animais. 2017. (Simpósio).
Congresso Medvep de especialidades veterinárias. 2017. (Congresso).
1º Semana de Oncologia Veterinária do SOVET. 2016. (Simpósio).
2° Congresso Sul Brasileiro da Anclivepa. 2016. (Congresso).
32º Semana Acadêmica de Medicina Veterinária. 2016. (Simpósio).
III Semana Integrada de Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão. 2016. (Congresso).
VII Simpósio Gaúcho de Animais Selvagens. 2016. (Simpósio).
Workshop neonatologia em pequenos animais. 2016. (Simpósio).
1º Ciclo de Palestras Zoonose em Foco. 2015. (Simpósio).
1º Simpósio Sul-Brasileiro de Medicina Veterinária Pet. 2015. (Simpósio).
31º Semana Acadêmica de Medicina Veterinária Ufpel. 2015. (Simpósio).
Ciclo de Treinamento das Linhas de Produtos Virbac Pet. 2015. (Simpósio).
I Semana Integrada de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal de Pelotas. 2015. (Congresso).
1º Ciclo de Atualização em Animais de Companhia da Universidade Federal de Pelotas. 2014. (Simpósio).
Participação em bancas
RONDELLI, M. C. H.; ROSA, C. S.; JORGE, S.;VERSTEG, N.; SILVA, F. S. E.. Estágio curricular em clínica médica em pequenos animais. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Pelotas.
CLEFF, M. B.; GRECCO, F. B.; MEINERZ, ANA RAQUEL MANO;VERSTEG, N.; DIAS, T. P.. Estágio curricular em clínica médica em pequenos animais. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Pelotas.
BRUM CLEFF, MARLETE; FARIAS, R. O.; MEINERZ, ANA RAQUEL MANO; DIAS, T. P.;VERSTEG, N.. Estágio curricular em clínica médica em pequenos animais. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Pelotas.
M. MEINERZ, ANA RAQUEL; FREITAS, V. R.;VERSTEG, N.; GRECCO, F. B.. Estágio curricular em Clínica médica de pequenos animais. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Pelotas.
VERSTEG, N.; NEVES, V. B.; JORGE, S.; AGUIAR, E. S. V.. Estágio curricular em clínica médica e cirúrgica em pequenos animais. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Pelotas.
M. MEINERZ, ANA RAQUEL; NEVES, V. B.; JORGE, S.;VERSTEG, N.. Estágio curricular em clínica médica de pequenos animais. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Pelotas.
CLEFF, M. B.; MEINERZ, ANA RAQUEL MANO; RAPPETI, J. C. S.;VERSTEG, N.; DIAS, T. P.. Estágio curricular em clínica médica e cirúrgica em pequenos animais. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Pelotas.
CLEFF, M. B.; CAVALCANTI, G. A. O.; JORGE, S.;VERSTEG, N.; DIAS, T. P.. Estágio curricular em diagnóstico por imagem em medicina veterinária e clínica médica de felinos. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Pelotas.
CLEFF, M. B.; CAVALCANTI, G. A. O.; NOBRE, M. O.; DIAS, T. P.;VERSTEG, N.. Estágio curricular em clínica médica em pequenos animais. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Pelotas.
CLEFF, M. B.; MEINERZ, ANA RAQUEL MANO; ROSA, C. S.; DIAS, T. P.;VERSTEG, N.. Estágio curricular em clínica médica e cirúrgica em pequenos animais. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Pelotas.
CLEFF, M. B.; GRECCO, F. B.; COSTA, P. P. C.;VERSTEG, N.; FARIAS, R. O.. Estágio curricular em clínica médica e cirúrgica em pequenos animais. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Pelotas.
RONDELLI, M. C. H.;CLEFF, M. B.; GRECCO, F. B.;VERSTEG, N.; FARIAS, R. O.. Estágio curricular em clínica médica em pequenos animais. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Pelotas.
CLEFF, M. B.; RAPPETI, J. C. S.; GRECCO, F. B.;VERSTEG, N.; JORGE, S.. Estágio curricular em clínica médica e cirúrgica em pequenos animais. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Pelotas.
MEINERZ, ANA RAQUEL MANO; FARIAS, R. O.; FRANCA, R. T.;VERSTEG, N.. Estágio curricular em clínica médica e cirúrgica em pequenos animais. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Pelotas.
VERSTEG, N.. VIII Congresso de Ensino de Graduação. 2022. Universidade Federal de Pelotas.
VERSTEG, N.. XXXI Congresso de Iniciação Cientifica. 2022. Universidade Federal de Pelotas.
Produções bibliográficas
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DIAS, TÁBATA PEREIRA ; VERSTEG, NIELLE ; JARDIM, GABRIELA DE CARVALHO ; BORGES, LAURA VIEIRA ; LEAL, KARINE BASTOS ; GRESSLER, RENATA PIEROBOM ; FIGUEIREDO, FABIANO BORGES ; CLEFF, MARLETE BRUM . Leishmaniose visceral na região sul do Brasil: análise crítica frente a evolução epidemiológica. RESEARCH, SOCIETY AND DEVELOPMENT , v. 11, p. e45711528361, 2022.
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KROLOW, MARIANA TIMM ; GOMES, MARIANA REIS ; VERSTEG, NIELLE ; WALLER, STEFANIE BRESSAN ; FIGUEIREDO, FABIANO BORGES ; CLEFF, MARLETE BRUM ; DIAS, TÁBATA PEREIRA . Possibilidades terapêuticas para o tratamento da Leishmaniose Visceral Canina no Brasil: Revisão de literatura. RESEARCH, SOCIETY AND DEVELOPMENT , v. 11, p. e503111133760, 2022.
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ALVES, J. P. N. ; BOHN, C. ; VERSTEG, N. ; NAKASU, C. C. T. ; LIMA, C. S. ; RAPPETI, J. C. S. . CASUÍSTICA DE NEFRECTOMIAS RELACIONADAS À DIOCTOFIMOSE REALIZADAS NO HCV - UFPEL, DE JANEIRO A DEZEMBRO DE 2013 ? ESTUDO RETROSPECTIVO. In: XXIV Congresso de Iniciação Científica, 2015, Pelotas. XXIV Congresso de Iniciação Científica, 2015.
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VERSTEG, N. ; PERERA, S. C. ; CLEFF, M. B. ; RAPETTI, J. . AVALIAÇÃO ERITROCITÁRIA DE CÃES PARASITADOS POR Dioctophyme renale. In: I Simpósio de Medicina Interna Veterinária, 2018, Porto Alegre. I Simpósio de Medicina Interna Veterinária, 2018.
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FREITAS, V. R. ; FAGUNDES, B. D. ; VERSTEG, N. ; GUTERRES, K. A. ; CLEFF, M. B. . AVALIAÇÃO HEMATOLÓGICA DE UM CANINO SUBMETIDO À CORTICOTERAPIA PROLONGADA. In: I Simpósio de Medicina Interna Veterinária, 2018, Porto Alegre. I Simpósio de Medicina Interna Veterinária, 2018.
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VERSTEG, N. . Óleo Essencial De Rosmarinus Officinalis Em Larvas De Toxocara Spp. In: 26º CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTIFICA, 2017, Pelotas. 26º CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTIFICA, 2017.
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FERNANDEZ, S. D. ; LAVADOURO, J. H. ; VERSTEG, N. ; BELLOLI, R. A. ; VIANA, A. E. ; GARCIA JUNIOR, J. F. . FECALOMA CANINO SECUNDÁRIO A DIETA: RELATO DE CASO. In: 15ª Mostra da Produção Universitária, 2016, Rio Grande. 15ª Mostra da Produção Universitária, 2016.
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VERSTEG, N. ; LAVADOURO, J. H. ; GUTERRES, K. A. ; LEMOS, C. D. ; SILVA, C. C. ; GIORDANI, C. ; CLEFF, M. B. . ACHADO DE HEMANGIOMA EM CAVIDADE PÉLVICA EM CANINO. In: 14ª Mostra da Produção Universitária, 2015, Rio Grande. 14ª Mostra da Produção Universitária, 2015.
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VERSTEG, N. ; GONCALVES, H. P. ; FAGUNDES, B. D. ; SILVA, C. C. ; HUBNER, S. O. ; CLEFF, M. B. . Avaliação da Citotoxicidade de Compostos Bioativo Presente em Planta. 2018. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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VERSTEG, N. ; SILVA, C. C. ; BARBOSA, R. M. ; CORCINI, C. D. ; GUTERRES, K. A. ; CLEFF, M. B. . TOXICIDADE DO ÓLEO ESSENCIAL OE06C EM CÉLULAS ESPERMATICAS DE Sus scrofa domesticus ? UM MODELO ALTERNATIVO. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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VERSTEG, N. ; PERERA, S. C. ; ALMEIDA, G. C. ; PINTO, N. B. ; BELLOLI, R. A. ; CLEFF, M. B. . EFFECTS OF ESSENTIAL OIL CPP1 ON THE DEVELOPMENT OF DIOCTOPHYME RENALE EGGS. 2018. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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VERSTEG, N. ; CAVALCANTI, E. A. N. L. D. ; CLEFF, M. B. ; GIESTA, L. B. ; ROSA, C. S. . AVALIAÇÃO DO PROJETO DE EXTENÇÃO ?MEDICINA VETERINÁRIA NA PROMOÇÃO DA SAÚDE HUMANA E ANIMAL: DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES EM COMUNIDADES CARENTES COMO ESTRATÉGIAS DE ENFRENTAMENTO DA DESIGUALDADE SOCIAL? POR ALUNOS DA GRADUAÇÃO PARTICIPANTES.. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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VERSTEG, N. ; SILVA, C. C. ; GIORDANI, C. ; GUTERRES, K. A. ; MATOS, C. B. ; CLEFF, M. B. . DETERMINAÇÃO DA CITOXICIDADE DE EXTRATOS HIDROALCOÓLICOS DE PLANTAS DA FAMÍLIA LAMIACEAE E FABACEAE. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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VERSTEG, N. ; CLEFF, M. B. . Óleo Essencial De Rosmarinus Officinalis Em Larvas De Toxocara Spp. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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VERSTEG, N. ; LAVADOURO, J. H. ; BELLOLI, R. A. ; CLEFF, M. B. ; NOVO, T. S. T. ; CAVALCANTI, G. A. O. . CASUÍSTICA DE UROLITÍASES VESICAIS NO SETOR DE IMAGENOLOGIA DO HOSPITAL CLÍNICO VETERINÁRIO DA UFPEL NO PERÍODO 2015-2016. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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VERSTEG, N. ; ALMEIDA, G. C. ; PINTO, N. B. ; PERERA, S. C. ; FREITAG, R. A. ; CLEFF, M. B. . AÇÃO OVICIDA DO EXTRATO CPP1 FRENTE A OVOS DE TOXOCARA SPP. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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VERSTEG, N. ; CUNHA, F. R. ; LAVADOURO, J. H. ; CLEFF, M. B. ; GRECCO, F. . INTOXICAÇÃO POR ANTI-INFLAMATÓRIO NÃO-ESTEROIDE COM DESENCADEAMENTO DE CHOQUE HEMORRÁGICO SECUNDÁRIO A PERFURAÇÃO GÁSTRICA EM CANINO - RELATO DE CASO. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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VERSTEG, N. ; ALVES, J. P. N. ; NAKASU, C. C. T. ; DURANTE, L. H. ; BELLOLI, R. A. ; RAPPETI, J. C. S. . ESTUDO DE CASOS DE DIOCTOPHYMA RENALE AVALIANDO A LOCALIZAÇÃO DO PARASITA E O SEXO INFECTADO. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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VERSTEG, N. ; LAVADOURO, J. H. ; GUTERRES, K. A. ; LEMOS, C. D. ; SILVA, C. C. ; GIORDANI, C. ; CLEFF, M. B. . ACHADO DE HEMANGIOMA EM CAVIDADE PÉLVICA EM CANINO. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
Outras produções
DIAS, T. P. ; GONCALVES, H. P. ; VERSTEG, N. ; LEHMEN, D. . Live Vacina Terapêutica na LVC ? Rodolfo Giunchetti.. 2021. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
CLEFF, M. B. ; DIAS, T. P. ; VERSTEG, N. ; JARDIM, GABRIELA DE CARVALHO . DescomplicaLeish. 2021. 2021; Tema: Mesa Redonda: A eutanásia na LVC. (Site).
CLEFF, M. B. ; DIAS, T. P. ; JARDIM, GABRIELA DE CARVALHO ; ZIMINSKI, J. M ; ANDRADE, A. A ; VERSTEG, N. . Descomplica Leish Instagram 2020. 2021; Tema: Equipe multidisciplinar e interinstitucional com o propósito de desmistificar a complexidade da LVC para os profissionais da Área da Saúde. (Rede social).
CLEFF, M. B. ; SILVA, L. F. ; PETRICIONE, L. ; CARDOSO, L. S. B. ; ANDRADE, A. A ; Borges, L V ; CAPELLA, G. A. ; DIAS, T. P. ; GONCALVES, H. P. ; VERSTEG, N. ; LEHMEN, D. . Felvet UFPel Instagram. 2020; Tema: Grupo de Estudos de Medicina Interna de Felinos da Universidade Federal de Pelotas - UFPel - RS. (Rede social).
CLEFF, M. B. ; DIAS, T. P. ; VERSTEG, N. ; JARDIM, GABRIELA DE CARVALHO ; SZIMINSKI, J. M . Descomplica Leish 2020. 2020; Tema: Leishmaniose Visceral Canina. (Site).
CLEFF, M. B. ; DIAS, T. P. ; VERSTEG, N. ; JARDIM, GABRIELA DE CARVALHO . Descomplica Leish Facebook. 2020. 2020; Tema: Leishmaniose Visceral Canina. (Rede social).
Projetos de pesquisa
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2022 - Atual
Utilização de proteínas quiméricas de Bartonella henselae para desenvolvimento de testes diagnósticos em felinos, Descrição: Bartonella é um gênero de Alphaproteobacteria que pertence à família Bartonellaceae, espécies deste gênero são transmitidas aos mamíferos hospedeiros de forma vetorial, por artrópodes, devido à sua característica hemotrópica, podendo ocasionar infecções agudas ou crônicas em animais domésticos, silvestres e humanos. Os felinos são os principais reservatórios deste patógeno, sendo que a espécie B. henselae é transmitida aos gatos pela pulga (Ctenocephalides felis), ou ainda pelas fezes do parasita, que são a principal fonte de infecção, sendo inoculadas através de arranhadura de gatos contaminados para outros gatos ou, de forma acidental, para as pessoas (Doença da Arranhadura do Gato), evidenciando o caráter zoonótico da enfermidade. Assim, a bartonelose desataca-se no âmbito da saúde única, entretanto seu diagnóstico é um desafio, visto que as técnicas convencionais atualmente utilizadas ainda demonstram limitações, sendo difícil a comprovação da enfermidade nos felinos. Portanto, a busca por novos antígenos alvo para o diagnóstico sorológico de infecção por B. henselae, tem considerável interesse, e antígenos projetados de forma criteriosa, como proteínas purificadas, podem incrementar a sensibilidade e especificidade do diagnóstico. Desta forma, proteínas quiméricas constituem um grupo de antígenos recombinantes que vem sendo preferidas aos antígenos naturais, e estas quimeras podem mostrar-se mais imunogênicas do que antígenos inteiros, sendo de interesse para uso em testes diagnósticos. Através do uso destas proteínas quiméricas recombinantes, expressas em sistema procarioto, pretende-se padronizar e desenvolver um ensaio de ELISA indireto para o diagnóstico da bartonelose em felinos e, assim contribuir para diagnóstico rápido e acurado desta importante enfermidade.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Nielle Versteg - Integrante / Marlete Brum Cleff - Coordenador / Helena Piúma Gonçalves - Integrante.
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2022 - Atual
Impacto de técnicas de manejo CatFriendly na sedação e parâmetros fisiológicos de felinos domésticos submetidos a cirurgia de Orquiectomia, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Marlete Brum Cleff em 17/05/2023., Descrição: Sabe-se que em alguns países houve um crescimento no número de felinos domésticos, em comparação com os cães (SPARKES, 2013). De maneira geral, os tutores de gatos têm menor propensão a buscar por cuidados veterinários quando comparados aos tutores de cães (RODAN et al., 2011; AVMA, 2018), dentre os motivos estão a dificuldade do transporte do felino até a clínica veterinária, o manuseio e o estresse do animal como principais motivos relatados pelos proprietários (RODAN et al., 2011). Na tentativa de atender esta espécie de forma mais tranquila e menos traumática, alguns fármacos como a gabapentina tem sido avaliados na redução do estresse de gatos que são levados ao atendimento veterinário (VAN HAAFTEN et al., 2017). O aumento da liberação de catecolaminas em gatos com medo ou estressados leva a taquicardia, hipertensão arterial sistêmica e/ou taquipneia, fatores que podem aumentar os riscos associados à anestesia (ROBERTSON et al., 2018). Nesse sentido, a contenção química procura reduzir o estresse do paciente e consequentemente trazer segurança para a equipe veterinária (RODAN et al., 2011). Aliado ao aumento dos felinos como pets preferenciais tem-se ainda um grande número de felinos com acesso à rua ou semi-domiciliados, o que é preocupante já que muitas enfermidades de importância em saúde pública são transmitidas e/ou perpetuadas pelos gatos, especialmente aqueles de vida livre (LIMBERT et al., 2009; LIMA et al., 2012; MACHADO et al., 2018), evidenciando assim a importância do controle populacional da espécie.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Nielle Versteg - Integrante / Marlete Brum Cleff - Coordenador / Vitória R. Freitas - Integrante / Tabata Pereira Dias - Integrante.
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2021 - 2023
Estudo retrospectivo das alterações hematológicas e bioquímicas e sua relação com a terapia instituída em animais de companhia atendidos no HCV FV - UFPel, Descrição: Cães e gatos estão ganhando cada vez mais espaço como membros da família, o que tem contribuído no aumento da expectativa de vida desses animais. Sendo que, com o maior cuidado e atenção veterinária aos animais, associado ao aumento da longevidade, é normal que doenças ligadas ao envelhecimento se manifestem, como a exemplo do câncer (SALA, 2012; RODASKI, 2009), que é considerado uma das principais causas de morbidade e de mortalidade de cães e gatos idosos (WHITROW et al., 2013).É consenso a importância da avaliação completa do paciente para a definição do diagnóstico, prognóstico e terapia dos animais portadores de câncer (CEOLIN, 2011), sendo o diagnóstico precoce a melhor ferramenta para maior sucesso no tratamento do paciente (NEIVA, 2019). Porém antes de instituir o protocolo terapêutico, dados de hemograma e avaliação da função renal e hepática devem ser analisados. Os achados dos exames complementares estão diretamente relacionados com o tipo tumoral, a localização anatômica e a gravidade dos sinais sistêmicos, além da terapia instituída. Assim, o hemograma completo e perfil bioquímico de função hepática e renal, entre outros (VAIL, 2007; COUTO, 2010), permitem uma melhor definição da fase e do estado geral do animal, assim como auxiliam no prognóstico do paciente e evolução do tratamento (CEOLIN, 2011). Apesar dos avanços e do surgimento de novas opções de tratamento, a quimioterapia antineoplásica ainda é rotineiramente utilizada nos pacientes com câncer, sendo empregada como terapia única ou como adjuvante e ainda, como neoadjuvante a outros tratamentos (GHULAM et al., 2008). A falta de especificidade dos fármacos antineoplásicos utilizados, que causam danos a células em rápida multiplicação, sejam elas neoplásicas ou não, causa ao paciente uma série de efeitos adversos (MELO et al., 2011). Dados de literatura demonstram que os animais de estimação (IPB, 2019), tem sido alvo de maior cuidado e a proximidade com as pessoas, sendo que o diagnóstico e a busca por tratamento do câncer tem se intensificado. Diante da importância do câncer para os animais de companhia, o acompanhamento hematológico do paciente é fundamental. Assim como, informações acerca do que ocorre nos pacientes em tratamento do câncer nos diversos protocolos e, entender as alterações ocorridas nos parâmetros hematológicos e bioquímicos destes, poderá auxiliar na intervenção precoce pelo oncologista e/ou clínico veterinário, justificando o desenvolvimento deste projeto.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Nielle Versteg - Integrante / Marlete Brum Cleff - Coordenador / GIL, LUCIANA AQUINI FERNANDES - Integrante.
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2021 - Atual
Influência da administração prévia de gabapentina sobre o estresse no atendimento de felinos e conhecimento da população sobre o fármaco, comparada as práticas integrativas., Descrição: O número de felinos no Brasil é de aproximadamente 22,1 milhões segundo o IBGE (2013) e, estima-se que em 10 anos deve superar o número de cães. Entretanto, o número de atendimentos veterinários de felinos ainda é baixo, acredita-se que pelo estresse tanto de transportar o animal até a clínica, assim como devido a outros fatores que estressam o paciente felino na clínica. O estresse do atendimento para a espécie, pode influenciar no exame físico, causando taquicardia e hipertermia, assim como em exames laboratoriais devido a possível liberação de catecolaminas e glicocorticoides, o que irá gerar leucocitose e hiperglicemia transitória, além de contração esplênica aumentando o hematócrito. Fármacos como a gabapentina são utilizados para diferentes finalidades como antiepiléptico, analgésico para dor crônica e sedativo. O fármaco foi considerado inicialmente como de atuação no sistema nervoso central (SNC), interage com neurotransmissores ácido gama-aminobutírico (GABA), aumentando a síntese e liberação de GABA na fenda sináptica, gerando um efeito inibitório nos canais de cálcio. Atualmente, a gabapentina, tem sido recomendada para uso em felinos, por profissionais que atendem a espécie em sua rotina, e é reconhecida por ser capaz de diminuir estresse da espécie durante a consulta veterinária (RONDAN, 2016). Segundo dados de trabalhos científicos, as doses utilizadas são bastante variáveis, dependendo do uso pode variar de 10mg/kg até 30mg/Kg, porém ao utilizar como modulador de estresse, as doses utilizadas são superiores e não levam em consideração o peso do felino, por serem definidas como dose por animal. A realização de contenção nos felinos pode causar muito estresse e, a eficácia de fármacos utilizados para contenção químicas são limitados, sendo as vezes um risco a saúde do paciente, além de alterar parâmetros importantes para o diagnóstico de enfermidades. Neste sentido, também se torna importante avaliar o uso de outras práticas no atendimento ao felino, destacando-se as terapias integrativas como cromoterapia e musicoterpia. Estas se justificam pela inocuidade aos pacientes e menor custo, sendo relevante a avaliação científica dos seus efeitos sob o stress dos gatos durante o atendimento clínico. Assim, diante da importância que os felinos representam como animais de estimação, assim como a importância de aumentar o atendimento veterinário aos felinos, sendo este caracterizado possivelmente como estressante aos animais, estudos relacionados ao uso da gabapentina tornam-se relevantes. Ainda, entender o nível de conhecimento das populações envolvidas no estudo, acerca do uso da gabapentina em gatos e, avaliação de resultados de estresse na espécie, deverá contribuir para o entendimento da ação do fármaco nos gatos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Nielle Versteg - Integrante / Marlete Brum Cleff - Coordenador.
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2020 - 2024
Inquérito Soroepidemiológico da presença de Leishmania infantum em cães e potencial anti-leishmania de extratos vegetais., Descrição: A leishmaniose é uma doença negligenciada e tem sido reconhecida como um problema de saúde pública e encontra-se em franca expansão geográfica. Dados de 2017 do Centro Estadual de Vigilância da Saúde do RS, demonstram um aumento da ocorrência da doença no estado, registrando os primeiros casos autóctones em cães, em humanos e o primeiro registro do vetor, passando o Rio Grande do Sul a ser considerado como área de transmissão. Os caninos são importantes na transmissão da doença, devido a atuar como reservatório. Assim, a realização de inquéritos sorológicos caninos, além de sua função de controle do reservatório canino em extensas áreas, tem papel fundamental na detecção de focos silenciosos da doença e na delimitação de regiões ou setores de maior prevalência da enfermidade. Considerando-se a situação da Leischmaniose no estado, objetiva-se então investigar a presença de cães soropositivos para Leishmania infantum em Pelotas, bem como avaliar o conhecimento da população atendida, Veterinários e estudandes de veterinária sobre a doença, assim como verificar a susceptibilidade de Leishmania spp. a extratos vegetais e associações. Á partir do projeto espera-se verificar a presença de Leishmaniose em cães de Pelotas e região assim como, acredita-se que os extratos vegetais possuem atividade anti -leishmania com baixa toxicidade. O conhecimento de Médicos Veterinários, estudantes e população da região do estudo acerca da doença, deverá aumentar á partir das atividades do projeto.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Nielle Versteg - Integrante / Marlete Brum Cleff - Coordenador / Tabata Pereira Dias - Integrante.
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2018 - 2021
Atividade, toxicidade e mecanismo de ação de plantas da família Lamiaceae em Pseudomonas resistentes, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Marlete Brum Cleff em 04/06/2020., Descrição: As afecções dermatológicas apresentam grande destaque em pequenos animais, podendo ser causadas por bactérias, como do gênero Pseudomonas, que vem apresentando uma crescente resistência frente aos antimicrobianos. Diante desta problemática de resistência por parte dos microorganismos aos antibióticos utilizados, muitas pesquisas tem se focado na busca de novas moléculas ou novas opções terapêuticas, como alternativas aos tratamentos já pré-estabelecidos, destacando-se assim aquelas utilizando extratos vegetais com ns proláticos e curativos em infecções bacterianas. Extratos de plantas da família Lamiaceae, como os óleos essenciais, vêm demonstrando propriedades antibacterianas, antifúngicas, antioxidantes, cicatrizantes, estimulantes, entre outras ações. Quando se refere à atividade antimicrobiana, destaca-se o gênero Origanum e Rosmarinus, sendo que em algumas espécies vegetais pertencentes a esta família, o uso popular está tradicionalmente consolidado no tratamento de diversas afecções e serve como guia para pesquisas farmacológicas. Diante deste contexto, formas de driblar a resistência bacteriana têm sido investigadas, incluindo a associação de fármacos convencionais com extratos vegetais, o que poderia ampliar o espectro de ação dos antimicrobianos, melhorando desta forma, a eficácia destes em microrganismos resistentes. Assim, pretende-se isolar bactérias do gêneroPseudomonas de lesões cutâneas de caninos,traçando um perfil de susceptibilidade a antimicrobianos e determinando a composição e a atividade de óleos essenciais da família Lamiaceae. Será feita avaliação da atividade in vitro de antimicrobianos associados aos óleos essenciais em isolados de Pseudomonas spp. multiresistentes; buscando-se um possível sinergismo e determinando a citotoxicidade dos óleos essenciais em células MDBK e em células espermáticas de ovinos através do CASA e a realização de citometria de fluxo nas células espermáticas e em isolados de Pseudomonas. A partir dos resultados espera-se traçar um perfil anti-pseudomonas e tóxico de diferentes concentrações de extratos da família Lamiaceae, caracterizando e conhecendo os padrões de atividade dos extratos assim como, um sinergismo com os antimicrobianos testados. Ainda espera-se elucidar melhor o mecanismo de ação dos extratos nas bactérias do gênero Pseudomonas através de citometria de fluxo, servindo desta forma como uma nova possível opção terapêutica.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Nielle Versteg - Integrante / Marlete Brum Cleff - Coordenador.
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2018 - 2020
Determinação de pacientes FIV\FeLV positivos com esporotricose, aspectos clínicos da micose e sensibilidade dos isolados de Sporothrix spp. a compostos fenólicos e terpênicos, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Marlete Brum Cleff em 04/06/2020., Descrição: A esporotricose é causada pelo complexo de fungos Sporothrix schenckii, que acomete humanos e animais, sendo o felino doméstico o animal que apresenta a maior frequência de casos. O itraconazol é o fármaco de eleição para o tratamento da esporotricose em felinos, porém a ocorrência de falhas terapêuticas vem sendo relatadas, as quais podem estar relacionadas a diversos fatores, como erro de dosagens e interrupção da terapia. Além disso, a imunossupressão pode contribuir para as falhas no tratamento uma vez que gatos portadores de viroses imunossupressivas, como FeLV, podem apresentarse mais suscetíveis à doenças fúngicas. As amostras de lesões dos felinos com suspeita de esporotricose primária serão coletadas através da utilização de swabs estéreis. Os isolados de Sporothrix spp com histórico de resistência ou refratariedade para fins de comparação e avaliação serão obtidos a partir da micoteca do MICVET ? UFPel. Para a detecção de FIV e FeLV nos felinos incluídos no estudo, será realizado o teste rápido (SNAP TEST IDEXX). Os compostos isolados a serem testados serão a quercetina, o ácido p-cumárico, o ácido caféico, o 1,8-cineol e o gamma terpineno, na concentração inicial de 10mg/mL e suas diluições sucessivas. Os isolados de Sporothrix spp. serão testados na fase filamentosa, e os testes de suscetibilidade serão realizados através da técnica de Microdiluição em Caldo. O presente projeto visa contribuir com a descoberta de novas formas de controle e tratamento de esporotricose com o objetivo de reduzir a contaminação ambiental e também os riscos de transmissão de zoonozes as pessoas e outros felinos, visando um maior cuidado com a saúde dos felinos e o auxilio ao tutor em obter um resultado eficiente em menos tempo, diminuindo suas chances de coinfecção. Ao final do projeto, espera-se ter caracterizado o paciente felino positivo para esporotricose e retroviroses atendido no ambulatório veterinário e HCV - UFPel; auxiliar no diagnóstico clínico adequado através de confirmação por exame micológico e determinar os pacientes que são co-infectados por retroviroses. A partir disto, pontuar as principais causas de falhas no tratamento para esporotricose, associar às condições de resistência fúngica ou às falhas terapêuticas, visando um esclarecimento das dificuldades enfrentadas hoje em relação ao tratamento da doença.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Nielle Versteg - Integrante / Marlete Brum Cleff - Coordenador.
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2018 - 2020
Estudo da eliminação de ovos de Dioctophyme renale pela urina de animais parasitados e do nível de conhecimento da comunidade acadêmica sobre a dioctofimatose, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Marlete Brum Cleff em 04/06/2020., Descrição: Dioctophyme renale é um helminto cosmopolita popularmente conhecido como o verme gigante do rim por atingir até um metro de comprimento e ter como órgão de eleição o rim dos hospedeiros definitivos. O agente causa a dioctofimatose e tem como hospedeiros definitivos os mamíferos domésticos e silvestres, além do homem, o que caracteriza a parasitose como uma zoonose. Pelotas é um local favorável para o desenvolvimento de D. renale, havendo diversos relatos da parasitose em cães e gatos do município. Devido a sua importância, pesquisas a respeito da dioctofimatose devem ser realizadas para que se tenha maior compreensão acerca da infecção por D. renale e a ocorrência da enfermidade nos animais domésticos em nossa região. A partir disso, será possível informar a população sobre o controle e a profilaxia da doença, focando nos cuidados necessários tanto com os animais quanto com as pessoas e o ambiente, uma vez que a doença tem grande importância em saúde pública. Esse estudo tem como meta determinar as principais características dos animais diagnosticados em nossa região, assim como investigar se, mesmo após a realização do procedimento cirúrgico para remoção de D. renale do rim dos animais parasitados, ainda ocorre a eliminação de ovos pela urina dos mesmos. Acredita-se que é provável que ocorra a contaminação ambiental com ovos do parasito mesmo após a cirurgia, permitindo que os mesmos se desenvolvam em condições favoráveis e, consequentemente, possam a vir a gerar risco de infecção para os hospedeiros definitivos do helminto. Além disso, tem-se como meta também analisar o nível de conhecimento sobre a parasitose por parte dos alunos dos cursos da área da saúde da UFPel, a fim de estabelecer medidas para divulgação de informações e agregar conhecimento sobre a doença. Portanto, após determinar o período de eliminação de ovos de D. renale em animais de companhia mesmo após a remoção do(s) parasito(s), espera-se com esse projeto desenvolver ações a fim de minimizar ou evitar que ocorra contaminação ambiental e, consequentemente, o risco de infecção para animais e pessoas. Além disso, espera-se contribuir com a disseminação do conhecimento no meio acadêmico dos cursos da área da saúde da UFPel, sendo importante a orientação adequada à população a partir de profissionais da área da saúde.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Nielle Versteg - Integrante / Marlete Brum Cleff - Coordenador.
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2016 - 2020
Perfil clínico, cirúrgico, ultrassonográfico e enzimático renal de cães naturalmente parasitados por Dioctophyma renale., Descrição: Segundo o site da prefeitura de Pelotas- RS, foram realizadas pesquisas pelo Centro de Pesquisas Epidemioloígicas da Faculdade de Medicina Social da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), relatando que aproximadamente 70% dos cães são semi-domiciliados, ou seja, com proprietários e com circulação livre pelas ruas; 10% são de animais sem dono (cães de rua ou errantes) e 20% vivem completamente domiciliados. A pesquisa ainda afirma que a população de cães de Pelotas-RS é de 66.723, ou seja, um para cada cinco pessoas. Levando-se em consideração que à região de Pelotas é rodeada por lagoas, rios e arroios, acredita-se que a ocorrência de dioctofimose na cidade e arredores seja elevada. Acredita-se que haja uma maior predisposição nos animais de companhia, principalmente com maior ocorrência em cães de rua, devido a hábitos alimentares pouco seletivos, assim como o desconhecimento da causa da doença pela população e de como ela se desenvolve. As avaliações através de pressão arterial, ultrassom com doppler cardíaco em cães, não foram encontradas, e são dados importantes para conhecer melhor essa enfermidade que acomete os animais e que pode afetar os humanos, representando um risco a saúde pública.Assim diante desta problemática, e principalmente, por não haver dados precisos acerca da parasitose em nossa região, delineou-se o presente estudo.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Nielle Versteg - Integrante / Marlete Brum Cleff - Coordenador.
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2015 - 2020
Eficácia de extratos vegetais sobre parasitos de animais de companhia, Descrição: As doenças causadas por helmintos e protozoários são responsáveis pelo aumento da morbidade e da mortalidade, principalmente em cães e gatos debilitados. O papel dos animais de estimação como disseminadores de parasitos com potencial zoonótico deve ser considerado, principalmente em populações com condições sanitárias precárias. Além disso, o contato cada vez mais próximo dos animais com os humanos e a possibilidade de animais assintomáticos eliminarem formas contaminantes de parasitos é um problema de saúde público. Assim, pesquisas tem sido desenvolvidas em busca de plantas bioativas para o controle das parasitoses, sendo que as plantas da família Lamiaceae tem sido alvo de estudos nessa área. Assim, pretende-se determinar a ocorrência de parasitoses em animais de companhia e avaliar a atividade in vitro de extratos vegetais sobre a inibição de ovos destes parasitos. As plantas selecionadas da família Lamiaceae serão utilizadas para a preparação de extratos (aquoso e hidroalcoólico) e óleos essenciais de acordo com a Farmacopéia Brasileira IV (1998). As amostras de fezes e urina serão coletadas de animais atendidos no HCV-UFPel, Ambulatório Ceval e no Canil Municipal de Pelotas. As fezes e urinas coletadas, serão armazenadas em frascos estéreis e mantidas refrigeradas até a análise. Será preenchido questionário no momento da coleta das amostras dos pacientes. As amostras de fezes serão processadas pelas técnicas de FAUST et al. (1938) e de Ziehl-Neelsen modificada por Kinyoun (RIGO; FRANCO, 2002), enquanto as amostras de urina serão processadas pela técnica de centrífugo-sedimentação (THRALL et al., 2007). Para a recuperação dos ovos de D. renale, será feita a centrifugação da água destilada em que os parasitos fêmeas adultos estiverem armazenados. Também será realizada a histerectomia com o objetivo de coletar os ovos diretamente dos parasitos. Os extratos vegetais de plantas serão preparados e analisados no Setor de química orgânica da UFPel. Após preparação, os extratos serão testados em diferentes concentrações, além de um controle positivo com antihelmíntico e de um controle negativo com água destilada. Ao final do trabalho espera-se determinar as concentrações inibitórias dos extratos e óleos essenciais em diferentes parasitas de cães e gatos... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Nielle Versteg - Integrante / Marlete Brum Cleff - Coordenador.
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2015 - 2019
Testes com modelos alternativos na avaliação de toxicidade de extratos vegetais, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Marlete Brum Cleff em 23/06/2017., Descrição: Descrição: Estudos preliminares realizados pelo grupo de Pesquisa, Ensino e Extensão em Produtos Naturais na Clínica Médica Veterinária (FITOPEET) já demonstraram efetividade de extratos vegetais e óleos essenciais in vitro frente a parasitas, fungos, bactérias e vírus, todos de importância veterinária. Entretanto, apesar dos estudos e dos avanços científicos obtidos na área, várias espécies ainda não possuem avaliação toxicológica. Mediante isso, o projeto tem como objetivo realizar testes de citotoxicidade em cultivo de células MDBK e VERO e atividade hemolítica in vitro de sangue através de uma amostra de sangue de 10 ml coletada de um único animal atendido no Hospital Veterinário da Universidade Federal de Pelotas que passar por coleta para check up ou exame prévio para cirurgia eletiva cujo proprietário aceitar participar do projeto, e teste de toxicidade em ovos embrionados de codorna (Coturnix coturnix japonica) doados por granja produtora, utilizando extratos vegetais de Eugenia uniflora (pitangueira), Polygonum hydropiperoides (erva-de-bicho), Bauhinia forficata (pata-de-vaca) e Schinus terebinthinfolius (aroreira mansa), e dos óleos essenciais e extratos hidroalcoólicos das plantas das famílias Fabaceae e Lamiaceae, entre elas, Origanum vulgare (orégano), Origanum majorana (manjerona) e Rosmarinus officinalis (alecrim). Espera-se que os extratos vegetais e os óleos essenciais não possuam ou apresentem baixa toxicidade, determinando assim a viabilidade da continuação dos estudos e possível alternativas terapêuticas, após estudos complementares... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Nielle Versteg - Integrante / Marlete Brum Cleff - Coordenador.
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2015 - 2017
Zoonoses de importância em Saúde pública: Percepção dos tutores de animais de companhia sobre o tema, Descrição: A relação com os animais, incluindo o contato físico, afetivo e emocional tem sido benéfica para o ser humano, melhorando o relacionamento social e a qualidade de vida em geral da população, em contrapartida, a crescente aquisição de cães e gatos como animais de companhia tem aumentado o número de pessoas expostas às doenças zoonóticas. Em virtude disso e, aliado há uma grande casuística de doenças zoonóticas atendidas na rotina hospitalar e ocorrentes da cidade de Pelotas, objetivou-se, a partir do presente projeto, avaliar a percepção dos tutores de cães e gatos que frequentam o Hospital de Clínicas Veterinárias (HCV) e Ambulatório Veterinário, acerca das principais zoonoses. Os dados serão obtidos através de questionários manuscritos com perguntas objetivas e relevantes sobre o tema, sendo que todos os participantes deverão assinar um termo de consentimento livre e esclarecido. Sendo incluidos os tutores/responsáveis pelos animais que passarão por atendimento no HCV e ambulatório veterinário da UFPel, independente de faixa etária, sexo e escolaridade. Posteriormente, ao se definir os principais pontos de carência de informação a respeito das zoonoses abordadas, serão desenvolvidos planos de ação, a fim de preparar os profissionais da área para que possam esclarecer possíveis dúvidas em relação as doenças zoonóticas, assim como promover conscientização da população sobre o tema... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Nielle Versteg - Integrante / Marlete Brum Cleff - Coordenador.
Histórico profissional
Experiência profissional
2019 - 2019
Universidade Federal de PelotasVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estágio voluntário
Outras informações:
Estágio na área de Clínica Médica de Pequenos Animais com realização de Plantões Hospitalares junto ao Hospital de Clinicas Veterinárias da Faculdade de Veterinária da Universidade Federal de Pelotas. No período do recesso de 2019, totalizando 116 horas.
2016 - 2016
Universidade Federal de PelotasVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estágio voluntário
Outras informações:
Estágio na área de Clínica Médica de Pequenos Animais com realização de Plantões Hospitalares junto ao Hospital de Clinicas Veterinárias da Faculdade de Veterinária da Universidade Federal de Pelotas. No período do primeiro semestre de 2016, totalizando 133 horas.
2016 - 2016
Universidade Federal de PelotasVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estágio voluntário
Outras informações:
Estágio na área de Clínica Médica de Pequenos Animais com realização de Plantões Hospitalares junto ao Hospital de Clinicas Veterinárias da Faculdade de Veterinária da Universidade Federal de Pelotas. No período do recesso de 2016, totalizando 120 horas.
2015 - 2015
Universidade Federal de PelotasVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estágio voluntário
Outras informações:
Estágio na área de Clínica Médica de Pequenos Animais com realização de Plantões Hospitalares junto ao Hospital de Clinicas Veterinárias da Faculdade de Veterinária, Universidade Federal de Pelotas. No primeiro semestre letivo do ano de 2015, totalizando 192 horas.
2015 - 2015
Universidade Federal de PelotasVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estágio voluntário
Outras informações:
Estágio na área de Clínica Médica de Pequenos Animais com realização de Plantões Hospitalares junto ao Hospital de Clinicas Veterinárias da Faculdade de Veterinária, Universidade Federal de Pelotas. No segundo semestre letivo do ano de 2015, totalizando 131 horas.
2014 - 2014
Universidade Federal de PelotasVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estágio voluntário
Outras informações:
Estágio na área de Clínica Médica de Pequenos Animais com realização de Plantões Hospitalares junto ao Hospital de Clinicas Veterinárias da Faculdade de Veterinária da Universidade Federal de Pelotas. No segundo semestre letivo do ano de 2014, totalizando 134 horas.
2015 - 2016
Clínica Veterinária Toca dos BichosVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estágio voluntário
Outras informações:
Participação ativamente do cuidado com o bem estar ambiental e nutricional dos animais internos, acompanhamento de consultas e cirurgias e auxiliou em pequenos procedimentos em animais domésticos e silvestres, totalizando 230 horas.
2020 - 2021
Pet Mania Clínica Veterinária 24hVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Médicca veterinária, Carga horária: 40
2017 - 2017
Pet Mania Clínica Veterinária 24hVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estagio voluntário, Carga horária: 20
Outras informações:
Estagiaria participou de plantões semanais, consultas clinicas, cirurgias e cuidado de animais internados, totalizando 103 horas.
2016 - 2018
SantéVet ? Clínica Médica VeterináriaVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estágio voluntário, Carga horária: 20
Outras informações:
Estagiaria atuou desempenhando as seguintes atividades: acompanhamento da rotina do médico veterinário em consultas e em intervenções cirúrgicas, totalizando 200 horas
2019 - 2020
Clinica veterinária Amigo BichoVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Médicca veterinária
Outras informações:
Trabalho como clínica veterinária em pequenos animais na Clínica Veterinária Amigo Bicho, totalizando até o momento 250 horas.
2020 - 2022
Centro Veterinário PETVIDAVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Médica veterinária, Carga horária: 20
2024 - 2024
PREFEITURA MUNICIPAL DE IMIGRANTEVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Fiscal Sanitário, Carga horária: 20
2024 - Atual
Associação Sulina de Crédito e Assistência RuralVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Extensionista Rural Nivel Superior - Agropecu, Carga horária: 40
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de Nielle Versteg e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
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