Leonardo de Oliveira Neves

Possui graduação em Meteorologia pela Universidade Federal de Pelotas (2004), Licenciatura em Geografia pelo Centro Universitário Leonardo da Vinci (2019) e Licenciatura em Educação Física pelo Centro Universitário Leonardo da Vinci (2021). Mestrado (2006) e Doutorado (2011) em meteorologia aplicada pela Universidade Federal de Viçosa. Professor efetivo desde de 2010 do Instituto Federal Catarinense, campus Rio do Sul. Atuando no curso superior de engenharia Agronômica nas disciplinas de agrometeorologia, sensoriamento remoto/geoprocessamento e Hidrologia, nos cursos técnicos de Agrimensura e Agrícola nas disciplinas de geoprocessamento, geociências e iniciação científica e educação física.

Informações coletadas do Lattes em 12/03/2024

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em Agronomia (Meteorologia Aplicada)

2006 - 2011

Universidade Federal de Viçosa
Título: ESTIMATIVA DOS FLUXOS DE MASSA E ENERGIA EM UMA CULTURA DE SOJA (Glycine max (L) Merrill) NO RIO GRANDE DO SUL
, Ano de obtenção: 2011. JOSÉ MARIA NOGUEIRA DA COSTA. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Modelo CABLE; Dióxido de carbono; Balanço de Energia; Partição de Energia.Grande área: Ciências Exatas e da TerraGrande Área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Meteorologia / Especialidade: Micrometeorologia. Setores de atividade: Educação; Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e Aqüicultura.

Mestrado em Agronomia (Meteorologia Aplicada)

2004 - 2006

Universidade Federal de Viçosa
Título: Fluxos de CO2, calor sensível e calor latente na cultura de caupi (Vigna unguiculata L.)
, Ano de Obtenção: 2006.José Maria Nogueira da Costa.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Micrometeorologia; caupi; Vigna unguiculata L..Grande área: Ciências Exatas e da TerraSetores de atividade: Produção Vegetal.

Graduação em andamento em Educação Física

2019 - Atual

Centro Universitário Leonardo da Vinci

Graduação em Geografia

2018 - 2019

Centro Universitário Leonardo da Vinci

Graduação em Meteorologia

1997 - 2004

Universidade Federal de Pelotas

Ensino Médio (2º grau)

1998 - 1998

Unicolégio Curso de Ensino Supletivo

Formação complementar

2018 - 2018

CURSO PRESENCIAL DE MAPEAMENTO AÉREO URBANO. (Carga horária: 27h). , DRONENG, DRONENG, Brasil.

2017 - 2017

BACIAS HIDROGRÁFICAS, CHUVAS, INFILTRAÇÃO E EVAPOTRANSPIRAÇÃO. (Carga horária: 60h). , Universidade Federal de Viçosa, UFV, Brasil.

2017 - 2017

RESTAURAÇÃO FLORESTAL EM ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE E RESERVA LEGAL. (Carga horária: 60h). , Universidade Federal de Viçosa, UFV, Brasil.

2017 - 2017

Hidrologia Básica. (Carga horária: 60h). , Portal da Educação, E, Brasil.

2016 - 2017

Princípios de sustentabilidade e tecnologia portadoras de inovação. (Carga horária: 45h). , VEDUCA, VEDUCA, Brasil.

2015 - 2015

Estatística. (Carga horária: 60h). , Portal da Educação, E, Brasil.

2014 - 2014

Introdução à Modelagem Agrometeorológica. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal de Viçosa, UFV, Brasil.

2014 - 2014

Geoprocessamento. (Carga horária: 60h). , Portal da Educação, E, Brasil.

2011 - 2011

ESTATISTICA. (Carga horária: 4h). , Sociedade Brasileira de Meteorologia, SBMET, Brasil.

2009 - 2009

Portal de Periódico CAPES_2009. (Carga horária: 24h). , Universidade Federal de Viçosa, UFV, Brasil.

2002 - 2002

Interpretação de Imagem de Satélites. (Carga horária: 40h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.

1992 - 1992

Uso de Conexões. (Carga horária: 2h). , Escola Técnica Federal de Pelotas, ETFPEL, Brasil.

1992 - 1992

Curso Básico de Introdução à Ciência da Computação. (Carga horária: 130h). , Data Control, DATACONTROL, Brasil.

1992 - 1992

Curso Básico de Transporte Vertical nos Edifícios. (Carga horária: 4h). , Escola Técnica Federal de Pelotas, ETFPEL, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Pouco.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Agrometeorologia.

Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Meteorologia/Especialidade: Micrometeorologia.

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: AGROECOLOGIA.

Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Meteorologia/Especialidade: Sensoriamento Remoto da Atmosfera.

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: sistemas agroflorestais.

Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: geoprocessamento.

Projetos de pesquisa

  • 2023 - Atual

    ANÁLISE DA FENOLOGIA DE 03 VARIEDADES DE MIRTILO NO ALTO VALE DO ITAJAÍ/SC, Descrição: Analisar morfologicamente frutos de 03 variedades de Miritilo na safra 2023/2024. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leonardo de Oliveira Neves - Coordenador / Claudio Keske - Integrante / flavia Queiroz de oliveira - Integrante.

  • 2022 - Atual

    Uso do Sistema Agroflorestal - SAF como ferramenta para recuperação de área degradada FLAVIA QUEIROZ DE OLIVEIRA, Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leonardo de Oliveira Neves - Integrante / Claudio Keske - Integrante / flavia Queiroz de oliveira - Coordenador.

  • 2022 - Atual

    Fenologia e Superação de Dormência de gemas em nogueira pecan com produtos alternativos no Alto Vale do Itajaí, Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leonardo de Oliveira Neves - Integrante / Claudio Keske - Coordenador / flavia Queiroz de oliveira - Integrante.

  • 2022 - Atual

    Avaliação agronômica da Cortiça lisa -Rollinia rugulosa no Alto Vale do Itajaí-SC CLAUDIO KESKE, Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leonardo de Oliveira Neves - Integrante / Claudio Keske - Integrante / flavia Queiroz de oliveira - Coordenador.

  • 2022 - Atual

    Fenologia e Superação de Dormência de gemas em nogueira pecan com produtos alternativos no Alto Vale do Itajaí, Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leonardo de Oliveira Neves - Integrante / Claudio Keske - Coordenador / flavia Queiroz de oliveira - Integrante.

  • 2019 - Atual

    Associação entre fatores climáticos e o uso de diferentes tipos de iscas atrativas na dinâmica populacional de moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae) em pomares instalados no campus IFC ? Rio do Sul, Descrição: Devido às possíveis alterações no clima a busca de informações sobre a influência desse fator no desenvolvimento de pragas agrícolas com a relação a sua dinâmica populacional. Para tanto, a utilização de diferentes iscas atrativas para avaliar tal dinâmica é necessário no atual cenário agrícola. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Leonardo de Oliveira Neves - Coordenador / flavia Queiroz de oliveira - Integrante / Debora Cristina Deodato da Rocha - Integrante / Patrik Ribeiro Alves Caramori - Integrante.

  • 2017 - 2019

    ANÁLISE DA ADAPTABILIDADE DA CULTURA DA AMORA PRETA SOB CULTIVO AGROECOLÓGICO NA REGIÃO DO ALTO VALE DO ITAJAÍ/SC, Descrição: A amora (Morus Nigra L.) é uma árvore decídua, cujo fruto, a amora, é apreciado no mundo todo. Seu porte é médio, alcançando de 04 a 12 metros de altura. As folhas são simples, ovadas a cordiformes, cartáceas, de margens serrilhadas ou dentadas e recobertas por uma pilosidade que as torna ásperas ao toque. As mudas podem apresentar folhas lobadas. As inflorescências surgem no final do inverno e são do tipo espiga, pendentes, onde se reúnem flores brancas minúsculas. Os frutos são pequenos aquênios, carnosos e negros quando maduros, reunidos em infrutescências. Os pseudofrutos vermelhos ou escuros são apreciados pelo seu sabor, mas também pelas propriedades nutricionais, contêm grandes quantidades de antocianinas, que são encontradas no pigmento que dá os frutos suas cores. Antocianinas são poderosos antioxidantes que ajudam a reverter os danos celulares causados pelos radicais livres, e são úteis na prevenção de doenças cardíacas, câncer e derrames. Segundo dados da EPAGRI, apenas 42 produtores têm produzido amora sob sistema convencional no Estado de Santa Catarina, ocupando em média uma área de 0,3 ha por produtor. Assim, pode se deduzir que a amora é uma cultura complementar, sendo uma ótima opção para a agricultura familiar, agricultura presente no cenário catarinense, já que o custo de implantação e manutenção da cultura da amora é considerado baixo, por ser uma cultura rústica e pouco exigente em insumos, defensivos, mão de obra e área. A exigência de frio hibernal para quebra de dormência da cultura da amora varia com o genótipo, sendo um dos principais fatores determinantes da sua adaptação. Alguns genótipos exigem mais de 500 horas de frio. As amoras a serem implantadas, sendo a Tupi e Xingu, tem exigência de 200 a 300 horas frio, temperaturas abaixo de 7,2 C, a variedade Xavante segue a mesma exigência, mas outra característica desta planta é a ausência de espinhos o que vem facilitar o manejo. Estas variedades têm menor exigência de frio, mas quanto mais horas frios acumularem maior será sua produção. O pomar será conduzido sob sistema agroecológico, sendo de extrema importância o entendimento da cultura cultivada sob sistema agroecológico.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Leonardo de Oliveira Neves - Coordenador / Alexandra Goede de Souza - Integrante / Orlando Bara - Integrante / flavia Queiroz de oliveira - Integrante / BRUNA DE ASSIS PEREIRA - Integrante / RAUL SEBASTIAO COTA - Integrante / YURI BACK SALVADOR - Integrante / LAIANA NERI DE SOUZA - Integrante / ANTONIO ROSIL LOURENCO GOMES CORREA - Integrante.

  • 2017 - Atual

    ANÁLISE DA ADAPTABILIDADE DA CULTURA DO MIRTILO CULTIVADA SOB SISTEMA AGROECOLÓGICO NA REGIÃO DO ALTO VALE DO ITAJAÍ/SC, Descrição: O mirtilo (Vaccinium myrtillus L.) é originário de algumas regiões da Europa e América do Norte. Apresenta grande valor econômico. O cultivo comercial do mirtilo está em franca expansão em países da América do Sul, tendo sua expansão sob influência em grande parte pela demanda mundial da cultura, sendo esta demanda geradora de oportunidades de negócio para o setor produtivo brasileiro, principalmente da nossa região. Sendo assim, IFC-Rio do Sul irá implantar um pomar com 100 mudas, na qual será conduzido em sistema agroecológico. Não existem trabalhos científicos relacionados a adaptabilidade da cultura do mirtilo na região do Alto Vale do Itajaí, principalmente conduzido em sistema agroecológico, sendo assim, o experimento se torna de grande importância o conhecimento de qual cultivar adapta melhor na região do Alto Vale do Itajaí, SC.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Leonardo de Oliveira Neves - Coordenador / Orlando Bara - Integrante / flavia Queiroz de oliveira - Integrante / BRUNA DE ASSIS PEREIRA - Integrante / RAUL SEBASTIAO COTA - Integrante / YURI BACK SALVADOR - Integrante / LAIANA NERI DE SOUZA - Integrante / ANTONIO ROSIL LOURENCO GOMES CORREA - Integrante.

  • 2017 - Atual

    Recuperação de Área Degradada Com Utilização De Sistema Agroflorestal No Alto Vale do Itajaí-SC, Descrição: O conceito de desenvolvimento sustentável surgiu com o nome de ecodesenvolvimento no início da década de 1970, num contexto de controvérsia sobre as relações entre crescimento econômico e meio ambiente Em 1987, o relatório ?Nosso Futuro Comum? (ou Relatório rundtland) oficializou o termo ?desenvolvimento sustentável? como ?aquele que satisfaz as necessidades atuais sem sacrificar a habilidade de o futuro satisfazer as suas? (WCED, 1987). Os sistemas agroflorestais (SAFs) se apresentam como protótipos alternativos de sustentabilidade, pois estão alicerçados em princípios econômicos de utilização racional dos recursos naturais renováveis, sob exploração ecologicamente sustentável, sendo capazes de gerar benefícios sociais, sem comprometer o potencial produtivo dos ecossistemas. Os SAFs buscam otimizar o máximo aproveitamento da energia solar através da multiestratificação diferenciada de uma grande diversidade de espécies que exploram os perfis vertical e horizontal da paisagem, visando a utilização e recirculação dos potenciais produtivos dos ecossistemas. Em relação ao aspecto social, a diversificação de atividades, a demanda de mão-de -obra e a distribuição da produção de alimentos durante o ano, possibilitam a fixação do homem no campo e permitem melhorias de suas condições de vida pela diversidade de produção (FORMOSO,2007) A complexidade dos processos de degradação e de recuperação de áreas degradadas deve-se aos inúmeros fenômenos biológicos e físico-químicos envolvidos. Por este motivo, a recuperação de áreas degradadas pode ser conceituada como um conjunto de ações idealizadas e executadas por especialistas das diferentes áreas do conhecimento humano, que visam proporcionar o restabelecimento das condições de equilíbrio e sustentabilidade existentes anteriormente em um sistema natural. O caráter multidisciplinar das ações que visem proporcionar esse retorno deve ser tomado, fundamentalmente, como o ponto de partida do processo. Assim, o envolvimento direto e indireto de técnicos de diferentes especializações permite a abordagem holística que se faz necessária (DIAS e GRIFFITH, 1998). Nessa perspectiva de restauração de ecossistemas, as agroflorestas sucessionais se apresentam como uma estratégia importante, porque além de ajudarem a recuperar o solo e a restabelecer as complexas relações ecológicas, ainda promovem a produção de alimentos e outras matérias primas. Para favorecer a recuperação de ambientes e ecossistemas é fundamental realizar o manejo apoiando-se em princípios agroecológicos, como a sucessão natural, que pressupõe a biodiversidade e a ciclagem de nutrientes (através da cobertura permanente do solo), atuando sempre no sentido de aumentar a quantidade e qualidade de vida consolidada, tanto no lugar da nossa intervenção, como no Planeta Terra como um todo (GÖTSCH, 1995). Diante do exposto, o objetivo deste trabalho foi elaborar um sistema que pudesse realizar o trabalho de recuperação do solo, aumento de matéria orgânica, aumento de porosidade, abrigo para macrofauna e microfauna e concomitantemente pudesse ser produtivo para à agricultura familiar.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (12) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Leonardo de Oliveira Neves - Coordenador / flavia Queiroz de oliveira - Integrante / LAIANA NERI DE SOUZA - Integrante / Patrik Ribeiro Alves Caramori - Integrante.

  • 2016 - 2018

    AVALIAÇÃO DO CRESCIMENTO E PRODUÇÃO DE BRÓCOLIS UTILIZANDO DIFERENTES DOSES DE BIOFERTILIZANTE ORGÂNICO, Descrição: O presente trabalho tem por objetivo principal avaliar o desenvolvimento e rendimento de produção de brócolis sobre diferentes dosagens de biofertilizante orgânico. Na agricultura orgânica, grande parte da energia utilizada provém de microrganismos, plantas, trabalho humano, animal e estercos, denominados aporte cultural biológico. A compostagem orgânica, além de ser uma forma de aporte de energia biológica, principalmente na forma de nutrientes ao sistema, proporciona estabilidade a vários tipos de resíduos vegetais. A determinação do crescimento da planta pode ser feita por meio de parâmetros de análise do crescimento vegetal, fundamentado na medição sequencial do acúmulo de matéria orgânica ao longo do seu ciclo, sendo o peso da massa seca o parâmetro mais utilizado. O experimento será conduzido na área de Ensino, Pesquisa e Produção da Agroecologia do Instituto Federal Catarinense ? IFC Campus de Rio do Sul, no período entre junho a dezembro de 2016. Será utilizado um biofertilizante, o Agrobio, que é composto à base de água, esterco bovino, leite bovino e melaço. O biofertilizante será previamente produzido conforme as recomendações técnicas, e após o prazo de fermentação necessário para ficar pronto, o mesmo será coado e diluído em água conforme a dosagem desejada para cada tratamento. O delineamento experimental será em blocos ao acaso (DBC) contendo quatro tratamentos e quatro repetições, resultando dezesseis parcelas. Cada unidade experimental será formada por três fileiras com 4,0 m de comprimento, espaçadas entre si 0,5 m de modo posicionar as três fileiras sobre o canteiro de 1,30 m. Cada canteiro será um bloco experimental contendo todos os tratamentos. Os tratamentos serão os seguintes: testemunha quando sem aplicação de biofertilizante (T0); 30 L/ha de biofertilizante (T1); 60 L/ha de biofertilizante (T2) e 90 L/ha de biofertilizante (T3). Os dados obtidos serão submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (9) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Leonardo de Oliveira Neves - Coordenador / Orlando Bara - Integrante / Dalvan otavio jeremias - Integrante / flavia Queiroz de oliveira - Integrante / BRUNA DE ASSIS PEREIRA - Integrante / FELIPE STREY - Integrante / THIAGO JOSE MARIA - Integrante / RAUL SEBASTIAO COTA - Integrante / YURI BACK SALVADOR - Integrante / MARCOS PAULO LINZMEYER - Integrante / GUSTAVO HENRIQUE JANKE MEDEIROS - Integrante.

  • 2016 - 2016

    USO DE COBERTURA DE SOLO NO CONTROLE DA INCIDÊNCIA DE PLANTAS INVASORAS E NA PRODUÇÃO DE CENOURA EM CULTIVO DE INVERNO, Descrição: O presente trabalho tem por objetivo principal avaliar os efeitos de diferentes tipos de cobertura de solo sobre o crescimento, controle de plantas daninhas e produtividade no cultivo da cenoura. No Brasil, a cenoura (Daucus carota L.) é cultivada durante o ano todo, havendo cultivares específicas para o outono-inverno, primavera e verão. A cenoura caracteriza-se como uma das mais importantes olerícolas, pelo seu consumo mundial, pela extensão de área plantada e pelo desenvolvimento socioeconômico dos produtores rurais. Na agricultura orgânica, o "mato" ou "inços" são chamados de plantas espontâneas. Quando uma planta se torna agressiva ("invasora" ou "inço") e domina uma área, o problema não está na planta, mas no solo e/ou no ambiente que o envolve. As Plantas espontâneas estão adaptadas ao seu ambiente, sendo portanto, indicadoras das condições químicas ou físicas do solo, indicando também o manejo que está sendo praticado. Para que uma espécie de planta não domine a área cultivada, primeiro é preciso resolver os problemas existentes no solo muitas vezes problemas simples para se resolver. O experimento será implantado no setor de Agroecologia do Instituto Federal Catarinense Campus Rio do Sul (FIGURA 06). O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados, com sete tratamentos e três repetições em parcelas de 1,44 m2 . Será avaliado os seguintes tipos de cobertura: serragem de madeira, maravalha (raspa de madeira), casca de arroz, folhas de jornal, papel pardo, folhas de oficio e controle (solo sem cobertura). Os dados obtidos serão submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) . , Integrantes: Leonardo de Oliveira Neves - Coordenador / Jeferson Ieler - Integrante / MIRIELLE ALINE GREIM - Integrante / Marcelo Pezenti - Integrante / Dionata Hotz - Integrante.

  • 2016 - 2016

    USO DE TELAS DE SOMBREAMENTO FOTOSELETIVAS NA PRODUÇÃO DE MORANGOS EM AMBIENTE PROTEGIDO, Descrição: O presente trabalho teve por objetivo principal avaliar o desempenho produtivo e a qualidade dos frutos do morangueiro conduzidas sob diferentes telas de sombreamento. A produção de morangos (Fragaria sp.) está em crescimento exigindo novas tecnologias para melhorar a produtividade e a qualidade dos frutos. Entre essas, encontram-se as telas de sombreamento, que auxiliam na absorção da radiação, interferindo no desenvolvimento e crescimento da planta. Serão obtidos dados de temperatura do ar e do solo durante o período de cultivo. Os experimentos Serão realizados no Instituto Federal Catarinense, campus Rio do Sul, no período de julho de 2016 a dezembro de 2016. Serão utilizadas 150 mudas de morango da cultivar Albion, originadas do Chile. Para efeito de análise estatística os tratamentos constaram de um fatorial (tratamentos x estádios fenológicos) disposto em um delineamento inteiramente casualizados, em três repetições. Os blocos ao acaso serão 1,2 m x 1,0 m, sendo a densidade de plantio de 12 plantas.m-2 dispostas no espaçamento de 0,4 m entre plantas na fila e 0,25 m entre fileiras. O preparo dos canteiros será realizado com uma encanteiradora mecânica. Os dados das variáveis qualitativas dos frutos foram submetidos à análise de variância e as diferenças entre médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de significância.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leonardo de Oliveira Neves - Coordenador / Alexandra Goede de Souza - Integrante / Natane dos Santos - Integrante / ALDIR SOUZA JUNIOR - Integrante / flavia Queiroz de oliveira - Integrante.

  • 2016 - 2016

    USO DE TELAS DE SOMBREAMENTO FOTOSELETIVAS NA PRODUÇÃO DE ALFACE EM AMBIENTE PROTEGIDO, Descrição: O presente trabalho tem por objetivo principal avaliar a produção de alface, conduzida sob diferentes telas de sombreamento fotoseletivas (coberturas), no interior de ambiente protegido, em diferentes épocas do ano, nas condições edafoclimáticas de Rio do Sul, SC. A cultura da alface vem se destacando entre as hortaliças devido a sua aceitação pelos consumidores, sendo a espécie olerícola folhosa mais produzida e consumida no Brasil. A alface é uma planta herbácea delicada com caule diminuto, ao qual se prendem as folhas. Estas são amplas e crescem em forma de roseta, em volta do caule, podendo ser lisas ou crespas, formando ou não ?cabeça?, com coloração em vários tons de verde, ou roxa, conforma a cultivar. O experimento será conduzido no setor de Agroecologia, pertencente ao Instituto Federal Catarinense, localizado no município de Rio do Sul (FIGURA 08). O experimento será implantado em canteiros de 1,20 m de largura por 1,20 m de comprimento. As mudas serão realizadas em bandejas com substrato na estufa da agroecologia e posteriormente serão transplantadas para o canteiro quando estas apresentar 04 folhas definidas. Na cobertura do solo será utilizada lona plástica na cor preta em todas as parcelas. O plantio será realizado com espaçamento de 0,3 x 0,3m entre planta em 3 fileiras utilizando 12 plantas por parcelas. O experimento será constituído por 5 tratamentos, sombrite na cor branca, preta, vermelha, verde e área sem sombrite que serve como testemunha. Será utilizado o delineamento de blocos casualizados, avaliando as seis plantas centrais, descartando as demais como bordadura para que não haja interferência no espaçamento. Para acompanhar o desenvolvimento das plantas, será avaliado o tamanho das folhas, quantidade de folhas, diâmetro do caule, aos 7, 14, 21, 28, 35, 42, 49, 56 e 60 dias após o transplante. Para avaliar o comprimento das folhas será utilizada régua graduada, contagem das folhas, diâmetro do caule que será utilizado um paquímetro. Aos 62 dias será realizada a colheita, onde será realizado de todos os parâmetros. Os dados obtidos serão submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Leonardo de Oliveira Neves - Coordenador / Henrique Eger - Integrante / Marcelo Pezenti - Integrante / Natane dos Santos - Integrante / ALDIR SOUZA JUNIOR - Integrante / Dalvan otavio jeremias - Integrante.

  • 2014 - 2016

    ESTIMATIVA DOS NÍVEIS CRÍTICOS SUPERIORES DOS ÍNDICES DE TEMPERATURA E UMIDADE NO ALTO VALE DO ITAJAÍ PARA VACAS LEITEIRAS DA RAÇA HOLANDESA, Descrição: O objetivo deste projeto é de avaliar a existência de estresse térmico em vacas leiteiras da raça holandesa na região do Alto Vale do Itajaí, no município de Rio do Sul, durante o período de outubro de 2014 a junho de 2017. Para tal, serão analisados os elementos climáticos: temperatura média do ar (tar) e umidade relativa do ar (UR). Os dados serão obtidos pelo data logger HOBO UX100-003, sendo registrados no intervalo de 15 minutos, o valores serão tabulados e analisado para cálculo do índice de temperatura e umidade (ITU), em intervalos mensais, através do software excel. Os resultados serão posteriormente utilizados no trabalho de conclusão de curso (TCC) da agronomia, e publicados em congressos e periódicos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Leonardo de Oliveira Neves - Coordenador / Evandro C. de Oliveira - Integrante / Dionata Hotz - Integrante.

  • 2013 - 2019

    ANÁLISE DA ADAPTABILIDADE DA CULTURA DA NOZ PECÃ NA REGIÃO DO ALTO VALE DO ITAJAÍ, Descrição: O presente trabalho tem por objetivo principal analisar a adaptabilidade da cultura da nogueira pecã na região do Alto Vale do Itajaí. A região do Alto Vale do Itajaí assim como nas demais regiões de Santa Catarina, busca-se alternativas agrícolas que substituam a cultura do tabaco, que hoje é a principal fonte de renda agrícola na região (IBGE, 2010). Juntamente a substituição do cultivo do tabaco, vem buscando-se a fomentação da agricultura orgânica, visando assim à permanência dos pequenos agricultores no campo, desenvolvimento rural sustentável e a segurança alimentar. A fruticultura vem sendo indicada como uma opção viável para a agricultura familiar da região. Entretanto são necessárias pesquisas que avaliem o desempenho das diferentes cultivares levando em conta a sua adaptação, desenvolvimento, produção e aceitação dos consumidores. Dentre as espécies frutíferas com viabilidade de implantação na região do Alto Vale do Itajaí, destacam-se os citros, frutas de caroço, videira, e frutas nativas como pitanga, amora, araçá e a nogueira pecã. A nogueira-pecã (Carya illinoensis (Wang.)) pertence à família Junglandaceae. É árvore de folhas caducas, que pode atingir grande porte, superando os 40 metros de altura, 40 metros de diâmetro de copa e 20 metros de circunferência de tronco. A longevidade pode superar os 200 anos, apesar da longevidade existem variedades melhoradas que iniciam sua produção ainda nos primeiros anos. Evidenciada nos últimos anos, devido ao seu alto valor econômico e geração de empregos. O experimento foi implantado em 2013 no IFC, com 50 mudas de noz pecã, serão utilizados dados da estação meteorológica do IFC, localizada a 100 m do experimento.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leonardo de Oliveira Neves - Coordenador / Claudio Keske - Integrante / Orlando Bara - Integrante / flavia Queiroz de oliveira - Integrante / RAUL SEBASTIAO COTA - Integrante / YURI BACK SALVADOR - Integrante / VICTOR FERNANDO TEIXEIRA DE LACERDA - Integrante / LAIANA NERI DE SOUZA - Integrante / EDILSON MALIKOSKI - Integrante.

  • 2013 - 2017

    ANÁLISE DA ADAPTABILIDADE DA CULTURA DO MIRTILO NA REGIÃO DO ALTO VALE DO ITAJAÍ, Descrição: O presente trabalho tem por objetivo principal analisar a adaptabilidade da cultura do Mirtilo na região do Alto Vale do Itajaí. O Mirtilo é uma frutífera que pertence a família Ericaceae, e é classificado dentro da subfamília Vaccinioideae, na qual se encontra o gênero Vaccinium. O mirtileiro produz frutos com diâmetro entre 08 e 22 mm, de sabor agridoce, com diversas propriedades nutracêuticas e alto potencial antioxidante, em razão da presença de compostos fenólicos. Para seu adequado desenvolvimento, são necessários solos com pH entre 4,8 e 5,2. Serão obtidos os elementos meteorológicas através da estação meteorológica do Instituto Federal Catarinense (IFC). O experimento está sendo realizado no IFC, campus Rio do Sul, na área da AGRI 1, com início em 2016. Serão utilizadas 20 mudas de mirtilo cultivar Rabbiteye (Vaccinium ashei). Para efeito de análise estatística a cultivar será disposta no pomar, no total de cinco linhas, com diferentes doses de adubação orgânica (esterco de peru). Para a análise das características dos frutos, será considerada a média de cada ano. Esta coleção foi mantida sob manejo agroecológico, sem a aplicação de insumos sintéticos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (9) . , Integrantes: Leonardo de Oliveira Neves - Coordenador / Evandro C. de Oliveira - Integrante / Jeferson Ieler - Integrante / MIRIELLE ALINE GREIM - Integrante / Marcelo Pezenti - Integrante / Dionata Hotz - Integrante / Natane dos Santos - Integrante / Orlando Bara - Integrante / ALDIR SOUZA JUNIOR - Integrante / Dalvan otavio jeremias - Integrante / flavia Queiroz de oliveira - Integrante / FELIPE JOSE ESTEVAO - Integrante.

  • 2013 - 2016

    IMPLANTAÇÃO E ADAPTABILIDADE DE VARIEDADES DE CITROS PARA CIDADE DE LONTRAS - SC, Descrição: O experimento tem por objetivo a implantação e acompanhamento da adaptabilidade e produção de citros no município de Lontras ? SC. A citricultura brasileira é uma atividade que apresenta números expressivos quanto a sua importância econômica para o país, sendo um dos setores mais competitivos no agronegócio atualmente. Sua produção possui grande importância tanto para consumo in natura como para sucos, havendo procura crescente da necessidade da melhoria da qualidade dos frutos. Sob o sistema de produção orgânico, mostra-se uma ótima alternativa, sendo economicamente viável, além de ser uma maneira conservacionista de produção. A região do Alto Vale do Itajaí se destaca para a produção citrícola pelo seu clima propiciar frutos de excelente qualidade e intensa colocação. O trabalho foi realizado em uma propriedade particular do Sr. Fernando Bussi, situado no município de Lontras ?SC (27 16? 24?S; 49 27? 18?W; Alt. 861 m) (FIGURA 9), no ano de 2013. O pomar foi composto por 102 mudas de citros, sendo 51 de laranja e 51 de tangerina. As variedades de laranja implantadas são: Folha Murcha, Valência, Iapar 73, e as de tangerina são as variedades Mexerica, Murcott e Ponkan, sendo todas com portaenxerto Citromelo Swingle. O espaçamento utilizado para implantação do pomar foi de 3 metros entre plantas e 6 metros entre linhas, apresentando na área 6 linhas com 17 plantas por linha. O delineamento do experimento será de blocos ao acaso, sendo 6 tratamentos com 3 parcelas. O pomar será conduzido sob o sistema orgânico de produção. Os dados obtidos serão submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) . , Integrantes: Leonardo de Oliveira Neves - Coordenador / Jeferson Ieler - Integrante / MIRIELLE ALINE GREIM - Integrante / Dionata Hotz - Integrante.

  • 2012 - 2015

    CARACTERIZAÇÃO DA VELOCIDADE E DIREÇÃO DO VENTOS EM RIO DO SUL-SC, PARA AS QUATRO ESTAÇÕES DO ANO, Descrição: O objetivo do trabalho será analisar e determinar a direção e velocidade predominante do vento para o município de Rio do Sul/SC.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) . , Integrantes: Leonardo de Oliveira Neves - Coordenador / Evandro C. de Oliveira - Integrante / Isaac Weber Pitz - Integrante / Joice Ramos - Integrante / Tainara Jacinto - Integrante.

  • 2012 - 2014

    ANÁLISE FREQUENCIAL E DISTRIBUIÇÃO TEMPORAL DAS TEMPESTADES NA REGIÃO DE RIO DO SUL/SC, Descrição: A precipitação é um dos elementos climáticos que exerce maior influência sobre as condições ambientais. A frequência da distribuição da precipitação segue tendências anuais, assim estimativas desta podem ser realizadas com base em dados históricos. O presente trabalho tem como objetivo analisar a frequência de precipitação anual do município de Ituporanga ? SC em diferentes intervalos de classe levando em conta dados de 22 anos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Leonardo de Oliveira Neves - Coordenador / Evandro C. de Oliveira - Integrante / willian tiago hillesheim - Integrante.

  • 2011 - 2019

    ANÁLISE FÍSICO-QUÍMICA DOS FRUTOS DE GOIABA SERRANA PRODUZIDOS SOB SISTEMA AGROECOLÓGICO NA REGIÃO DO ALTO VALE DO ITAJAÍ/SC., Descrição: O projeto tem como objetivo avaliar a adaptabilidade da cultura da goiaba serrana para as características edafoclimáticas na região do Alto Vale do Itajaí/SC. A goiabeira serrana (Acca sellowiana (Berg.)), família Myrtaceae, também conhecida como araçá-do-rio-grande, goiaba-docampo, goiaba-silvestre, goiaba-crioula, goiaba-da-serra e goiaba-ananás é nativa do planalto meridional brasileiro e nordeste do Uruguai. Na região Sul, a espécie apresentou ótima adaptabilidade ao clima frio, ocorrendo com maior frequência em áreas com altitudes superiores a 800 m. A espécie vem ganhando atenção nas regiões serranas de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, por ser uma espécie nativa, com um papel ecológico e ambiental, bem como por apresentar um alto potencial frutífero, mostrando-se como uma alternativa de renda para a agricultura familiar dessas regiões. A área experimental de goiaba serrana foi implantada no Instituto Federal Catarinense ? Campus Rio do Sul (FIGURA 04), no ano de 2011. A área experimental é composta por 110 mudas de goiaba-serrana provindas de diferentes cruzamentos: 1001 x Helena, 1004 x 1035, 1006 x Helena, 1006 x Pomar, 1013 x 1051, 1013 x Pomar, 1051 x 1035, 1079 x Branca, Alcântara x Helena, Helena x Mattos, Helena x Nonante, Nonante x Alcântara, Nonate x Helena e Nonante x Nonante. Foram divididas em cinco linhas, cada linha constituída de um bloco contendo duas plantas dos cruzamentos com 10 progênies e uma planta dos cruzamentos com cinco progênies (unidades experimentais - parcelas), totalizando 19 plantas do experimento, mais duas de bordadura em cada linha. O espaçamento utilizado foi de 5 m x 3,5 m. Foi feita a aplicação de cama de aviário na implantação do pomar e a festuca (Festuca arundinacea) para adubação de cobertura no plantio. Serão feitas avaliações bimestralmente de altura de planta, diâmetro do caule e copa. As medições da altura das plantas serão realizadas utilizando uma trena, deixando a planta reta e medindo do caule até a ponta da folha mais elevada. As medições de diâmetro de caule serão feitas com a utilização de um paquímetro digital medindo o caule principal. Para o diâmetro de copa será utilizado uma fita métrica medindo o diâmetro entre linhas e entre plantas. Serão quantificados os números de frutos por planta e avaliado as características dos frutos em laboratório: formato, diâmetro e comprimento de fruto; espessura da casca; cor e rendimento da polpa; peso de sementes; disposições das sépalas; análise de graus BRIX, acidez titulável. Os dados obtidos serão submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (10) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Leonardo de Oliveira Neves - Coordenador / Alexandra Goede de Souza - Integrante / Orlando Bara - Integrante / Dalvan otavio jeremias - Integrante / flavia Queiroz de oliveira - Integrante / BRUNA DE ASSIS PEREIRA - Integrante / FELIPE STREY - Integrante / THIAGO JOSE MARIA - Integrante / RAUL SEBASTIAO COTA - Integrante / YURI BACK SALVADOR - Integrante / MARCOS PAULO LINZMEYER - Integrante / GUSTAVO HENRIQUE JANKE MEDEIROS - Integrante.

  • 2008 - 2010

    Variação dos Fluxos de CO2 e vapor dágua acima da cultura da soja, Descrição: Analisar a varibialidade horária e diária dos fluxos de massa e energia acima da cultura da soja.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leonardo de Oliveira Neves - Coordenador.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Instituto Federal Catarinense, IFC. , Rua Estrada do redentor, 5665, Canta Galo, 89160000 - Rio do Sul, SC - Brasil, Telefone: (46) 35313700, URL da Homepage:

Experiência profissional

2013 - Atual

Instituto Federal Catarinense

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Tutor grupo PET Agroecologia Rural Sustentáve, Carga horária: 20

2004 - 2004

Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Meteorologista, Carga horária: 10

Atividades

  • 03/2004 - 04/2004

    Estágios , Climerh.,Estágio realizado, Meteorologia.

2003 - 2003

Aeroporto Internacional Salgado Filho

Vínculo: Outro, Enquadramento Funcional: Outro (Estagiário), Carga horária: 8

Atividades

  • 03/2003 - 04/2003

    Estágios , Aeroporto Internacional Salgado Filho.,Estágio realizado, Aeroporto Internacional Salgado Filho.

1994 - 1994

Ecocell Consultoria Ambiental

Vínculo: Outro, Enquadramento Funcional: Outro (Técnico em Edificações), Carga horária: 8

Atividades

  • 05/1994 - 11/1994

    Estágios , Ecocell Consultoria Ambiental.,Estágio realizado, Técnico em Edificações.

1994 - 1995

Sanitec Consultoria Ambiental S A

Vínculo: Outro, Enquadramento Funcional: Outro (Técnico em Edificações ), Carga horária: 8

Atividades

  • 12/1994 - 12/1995

    Estágios , Sanitec Consultoria Ambiental S A.,Estágio realizado, Sanitec Consultoria Ambiental S.A.

2009 - 2010

Universidade Federal de Mato Grosso

Vínculo: Professor Subsituto, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Professor do curso de Engenharia Florestal e Agronomia MInistrando as disciplinas de: Agrometeorologia Metodologia Cientifica

2008 - 2010

Universidade Federal de Viçosa

Vínculo: Outro (especifique), Enquadramento Funcional: Estudante, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

1993 - 1994

Escritório de Arquitetura

Vínculo: Outro, Enquadramento Funcional: Outro (Desenhista e Projetista), Carga horária: 4

Atividades

  • 11/1993 - 05/1994

    Estágios , Escritório de Arquitetura.,Estágio realizado, Escritório de Arquitetura.

2010 - Atual

Instituto Federal Catarinense - Campus Rio do Sul, IFC - Rio do Sul

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Professor das disciplinas de: - Agrometeorologia - Geografia - Desenho Técnico - Metodologia Cientifica - Geomorfologia Básica - Geoprocessamento - Hidrologia - Construções rurais

Atividades

  • 08/2013

    Pesquisa e desenvolvimento, Instituto Federal Catarinense - Campus Rio do Sul.,Linhas de pesquisa

  • 08/2013

    Extensão universitária , Instituto Federal Catarinense - Campus Rio do Sul.,Atividade de extensão realizada, Agroecologia.