Rodrigo de Freitas Amorim

Possui graduação em Geografia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2008), Especialização em Gestão Ambiental Urbana pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2009), mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2010), doutorando do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal do Pernambuco (2015), integrante do Grupo de Estudos do Quaternário do Nordeste Brasileiro (GEQUA) e do Laboratório de Geomorfologia do Quaternário da UFPE; auditor interno de Gestão Ambiental (ISO 14.001:2004) pela Bureau Veritas, (2011). Tem experiência na área de Geografia Física e Gestão Ambiental, com ênfase em Geomorfologia do Quaternário, atuando principalmente nos seguintes temas: Geomorfologia do Quaternário, climatologia, mudanças ambientais no Semiárido do Nordeste do Brasil. Ultimamente tem dedicado atenção a discussão da aplicação da escala de tempo no estudo geomorfológico, geomorfologia costeira - retração de falésias, emprego de técnicas de datação absoluta e modelagem hidrológica.

Informações coletadas do Lattes em 13/07/2023

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em Geografia

2012 - 2015

Universidade Federal de Pernambuco
Título: Elaboração de um método de integração entre as dinâmicas geomorfológica de longo e médio prazo
Antonio Carlos de Barros Corrêa. Bolsista do(a): Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco, FACEPE, Brasil.

Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente

2008 - 2010

Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Título: Potencialidade à Degradação na Microbacia Riacho Passagem/RN
, Ano de Obtenção: 2010.Fernando Moreira da Silva.Palavras-chave: Modelo Universal de Perda do Solo; Bacia Hidrográfica; Gestão Ambiental.Grande área: Ciências Exatas e da TerraGrande Área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Geografia Física. Grande Área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia. Setores de atividade: Agricultura, Pecuária, Silvicultura e Exploração Florestal; Desenvolvimento Rural.

Especialização em Gestão Ambiental Urbana

2007 - 2009

Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Título: Avaliação Ambiental do Processo de Construção do Parque da Cidade Natal/RN
Orientador: Fernando Moreira da Silva
Bolsista do(a): Fundação Norte Riograndense de Pesquisa e Cultura, FUNPEC, Brasil.

Graduação em Geografia

2004 - 2008

Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Título: POTENCIAL NATURAL À EROSÃO (PNE) NA MICROBACIA DO RIACHO PASSAGEM ITAÚ/RN
Orientador: Fernando Moreira da Silva
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.

Formação complementar

2015 - 2015

Extensão universitária em Isótopos Estáveis e Radiogênicos. (Carga horária: 81h). , Universidade Federal de Pernambuco, UFPE, Brasil.

2013 - 2015

English Courrse. (Carga horária: 189h). , Minds English School, MINDS, Brasil.

2013 - 2014

English Language Course. (Carga horária: 210h). , Kaplan Internacional Colleges, KAPLAN, Estados Unidos.

2011 - 2011

Legislação e Licenciamento Ambiental. (Carga horária: 40h). , Meta Cursos, META, Brasil.

2011 - 2011

Auditor interno de Gestão Ambiental ? ISO 14.001. (Carga horária: 40h). , Bureau Veritas Sociedade Classificadora e Certificadora, BV, Brasil.

2010 - 2010

Extensão universitária em Lingua Inglesa Instrumental. (Carga horária: 60h). , Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, UERN, Brasil.

2009 - 2009

Extensão universitária em Geoprocessamento: da tabela ao mapa. (Carga horária: 40h). , Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.

2007 - 2007

Geoprocessamento e Saúde. (Carga horária: 40h). , Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.

2006 - 2006

Introdução ao Sensoriamento Remoto. (Carga horária: 40h). , Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais-INPE, INPE, Brasil.

2006 - 2006

Sistema de Coleta de Dados Automáticos. (Carga horária: 30h). , Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais-INPE, INPE, Brasil.

2005 - 2005

Extensão universitária em Sist. de Inf. Geográfica Apl. à Analise Ambiental. (Carga horária: 45h). , Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.

2005 - 2005

Mini curso de Direito Ambiental. (Carga horária: 6h). , Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.

2005 - 2005

Introdução ao SPRING. (Carga horária: 40h). , Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais-INPE, INPE, Brasil.

2005 - 2005

Fundamentos de Geoprocesamento. (Carga horária: 40h). , Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais-INPE, INPE/RN, Brasil.

2004 - 2004

Território, Região, Paissagem e Lugar: Semelhaças. (Carga horária: 6h). , Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.

2003 - 2004

Informatica. (Carga horária: 72h). , T&T Informatica, T&T, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Humanas / Área: Geografia / Subárea: Climatologia.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Geografia / Subárea: Geomorfologia.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Geografia / Subárea: Geociências.

Organização de eventos

AMORIM, R. F. . XII Simpósio Brasileiro de Geografia Física Aplicada. 2007. (Congresso).

AMORIM, R. F. . Exposição do Programa AEB na Escola. 2006. (Exposição).

AMORIM, R. F. . COREGENE. 2005. (Congresso).

AMORIM, R. F. . XI Encontro Estadual de Geografia. 2004. (Congresso).

Participação em eventos

I Conferência Municipal de Saneamento Básico de Bom Jesus. 2018. (Encontro).

IV Congresso da FAPERN. O MODELADO DA PAISAGEM NO TRANSECTO RECIFE-TRIUNFO/PE. 2018. (Congresso).

A Conferência da Terra: Fórum Internacional do Meio Ambiente. 2008. (Congresso).

X Mostra Científica do Centro de Bio Ciências.Erosão do solo e desertificação. 2008. (Outra).

1° Encontro Natalese de Geógrafos: Geografia, Ética e Sociedade.participante. 2006. (Encontro).

Seminário de Geotecnologias Natal 2006.Seminário de Geotecnologias. 2006. (Seminário).

45° COREGENE.O Papel do Centro Acadêmico. 2005. (Encontro).

57° Reunião Anual da SBPC. 2005. (Congresso).

II Seminário de Ciência, Tecnologia e Inovação no RN: Problemas e Perpectivas.O uso do SPRING nos estudos ambientais do RN. 2005. (Seminário).

Minicurso: Utilização de feições geológicas/geomorfológicas como atrativo turístico. 2005. (Outra).

XIII Semana de Humanidades (Questões ambientais no semiárido). 2005. (Outra).

XV Encontro Nacional dos Estudantes de Geografia.participante. 2005. (Encontro).

A Geografia como Ecologia Humana. 2004. (Outra).

EREGENE.Participante no Grupo de Discussão: A Questão Ambiental e o Agronegócio no Nordeste. 2004. (Encontro).

II Semana de Meio-Ambiente.participante. 2004. (Seminário).

Minicurso: Introcução aos SIGs com SPRING. 2004. (Outra).

X CIENTEC.expositor do trabalho: Projeto pé na trilha. 2004. (Outra).

XI Encontro Estadual de Geografia. 2004. (Encontro).

Participação em bancas

Aluno: Dayane Raquel da Cruz Guedes Oliveira

CESTARO, L. A.; COSTA, D. F. S.;AMORIM, R. F.; FURLAN, S. A.. Análise dos serviços ecossistêmicos de provisão em dois sistemas estuarinos no litoral do Rio Grande do Norte. 2018. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-Graduação e Pesquisa em Geografia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Aluno: Ivaniza Sales Batista

LIMA, Z. M. C.; FARIAS, J. F.;AMORIM, R. F.; PINHEIRO, L. de S.. Ocupação do solo e mudanças na paisagem na área de proteção ambiental de Jenipabu (APAJ). 2018. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-Graduação e Pesquisa em Geografia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Aluno: Antonia Vilaneide Lopes Costa de Oliveira

CESTARO, L. A.; Souza, J. J. L. L.; DINIZ, M. T. M.; SOUZA, B. I.; SANTOS, J. O.;AMORIM, R. F.. FRAGILIDADE AMBIENTAL DE PAISAGENS SEMIÁRIDAS. 2020. Tese (Doutorado em Geografia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Aluno: MOACIR PAULO DE SOUSA

AMORIM, R. F.; LIMA, Z. M. C.; Souza, J. J. L. L.; Dantas, J. A.. Estudo Morfopedológico do Município de Bom Jesus-RN/Brasil. 2019. Exame de qualificação (Mestrando em Geografia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Aluno: Julie Andrade do Souza

AMORIM, R. F.; CESTARO, L. A.; MEDEIROS, J. D. F.. Modelagem dos eventos de precipitações extremas na bacia hidrográfica do Rio Potengi. 2019. Exame de qualificação (Mestrando em Geografia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Aluno: Denise Santos Saldanha

COSTA, D. F. S.; FARIAS, J. F.;AMORIM, R. F.; N. D. M. Avaliação dos serviços ecossitêmicos prestados pelas áreas úmidas da zona estuarina do Rio Piranhas-Açu (RN-NE - Brasil). 2019. Exame de qualificação (Mestrando em Geografia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

AMORIM, R. F.. Concurso público para docente do quadro efetivo de pessoal da Universidade de Pernambuco (UPE) Campus Petrolina. 2015. Universidade de Pernambuco.

Orientou

Julie Andrade Souza

EVENTOS DE PRECIPITAÇÕES EXTREMAS E SUAS REPERCUSSÕES NA PAISAGEM DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO POTENGI-RN; 2020; Dissertação (Mestrado em Geografia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte,; Orientador: Rodrigo de Freitas Amorim;

Anderson Moura Gondim de Freitas

Estudo da Paisagem no Transecto Natal-Mossoró/RN; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Geografia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte; Orientador: Rodrigo de Freitas Amorim;

Karoline Costa de Oliveira

Implicações ambientais decorrentes do uso e ocupação do solo na Bacia do Rio Hidrográfica Doce-RN; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Geografia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte; Orientador: Rodrigo de Freitas Amorim;

Julie Andrade Souza

Variação espaço-temporal da precipitação na bacia do rio Potengi-RN; 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Geografia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte; Orientador: Rodrigo de Freitas Amorim;

Vitor Spinelli de Medeiros

Gerenciamento de resíduos sólidos em estabelecimentos comerciais nos bairros de Capim Macio e Ponta Negra, Natal/RN: um enfoque na coleta seletiva; 2016; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Geografia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte; Orientador: Rodrigo de Freitas Amorim;

Produções bibliográficas

  • Souza, J. A. ; AMORIM, RODRIGO DE FREITAS . Comportamento espaço-temporal da precipitação na bacia hidrográfica do rio potengi-rn.. REVISTA DE GEOCIÊNCIAS DO NORDESTE , v. 8, p. 77-86, 2022.

  • MAIA, R. P. ; AMORIM, RODRIGO DE FREITAS . Aspectos morfoestruturais e fatores erosivos em Falésias. O caso de Pipa ? RN. REVISTA BRASILEIRA DE GEOMORFOLOGIA , v. 23, p. 1-10, 2022.

  • MOURA, ANDERSON ; DE FREITAS AMORIM, RODRIGO ; PINHEIRO MAIA, RUBSON ; CUNHA DE SOUZA, LAECIO . MAPEAMENTO GEOMORFOLÃ?GICO A PARTIR DE PERFIS TOPOGRÃ?FICOS EM TRANSECTO NA BR-304, EIXO OESTE-LESTE DO RIO GRANDE DO NORTE. Sociedade e Território , v. 34, p. 154-174, 2022.

  • AMORIM, R. F. ; CORREA, A. C. B. ; MUTZEMBERG, D. S. ; MEIRA, D. A. . Evolução holocênica das encostas da bacia do riacho Bruscas, Nordeste do Brasil. REVISTA DO DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA , v. 39, p. 112-125, 2020.

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  • AMORIM, RODRIGO DE FREITAS ; JÚNIOR, RAIMUNDO NONATO ; FARIAS, JULIANA FELIPE . Landscapes of Rio Grande do Norte: an introduction to regional diversity and geographical features on potiguar space.. CONFINS (PARIS) , v. 1, p. 1-27, 2018.

  • OLIVEIRA, A. M. ; AMORIM, R. F. ; SILVA, D. F. . Implicações das oscilações climáticas do Quaternário tardio na evolução da fisionomia da vegetação do Semiárido do Nordeste Setentrional. REVISTA DE GEOCIÊNCIAS DO NORDESTE , v. 4, p. 50-65, 2018.

  • AMORIM, R. F. ; SILVA, F. M. ; BARROS, A. C. . MODELO RAMPA: ESBOÇO METODOLÓGICO PARA DIMENSIONAMENTO DE VERTENTES. REVISTA DE GEOGRAFIA (RECIFE) , v. 34, p. 103-117, 2017.

  • SILVA, D. G. ; BARROS, A. C. ; AMORIM, R. F. . CARACTERIZAÇÃO MORFOLÓGICA E DINÂMICA AMBIENTAL DAS MARMITAS (WEATHERING PIT) NO DISTRITO DE FAZENDA NOVA, PERNAMBUCO - NORDESTE DO BRASIL. REVISTA BRASILEIRA DE GEOMORFOLOGIA , v. 18, p. 349-362, 2017.

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  • AMORIM, R. F. ; SILVA, D. G. ; CORREA, Antonio Carlos de Barros . Cartografia de relevo aplicado à bacia do riacho Bruscas, Maciço da Serra da Baixa Verde (PE/PB), Nordeste do Brasil. Revista de Geociências do Nordeste , v. 1, p. 1-20, 2016.

  • AMORIM, R. F. ; SILVA, F. M. ; CORREA, Antonio Carlos de Barros ; SILVA, D. G. . COMPORTAMENTO SAZONAL E ESPACIAL DA PRECIPITAÇÃO NA MICROBACIA RIACHO PASSAGEM/RN POR TÉCNICAS DE SÉRIES TEMPORAIS E PROBABILÍSTICA. Revista Brasileira de Climatologia , v. 16, p. 46-63, 2015.

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  • OLIVEIRA, E. D. ; SILVA, F. M. ; QUEIROGA, B. L. ; AMORIM, R. F. . Conforto Térmico em Praças na Cidade de Natal/RN: um diagnóstico psicofísico usando modelos ITU e CHILL. Interface (Porto Nacional) , v. 3, p. 1-155-155, 2006.

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  • AMORIM, R. F. ; SILVA, D. G. . A paisagem na escala do lugar. In: Maria Betânia Moreira Amador; Sandra Medina Benini. (Org.). A COMPLEXIDADE DO ?LUGAR? E DO ?NÃO LUGAR? numa abordagem geográfico-ambiental. 01ed.Tupã: ANAP, 2016, v. 01, p. 55-67.

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  • AMORIM, R. F. ; SILVA, D. G. ; BARROS, A. C. . Compartimentação geomorfológica da Bacia do Riacho Bruscas PE/PB em diferentes escalas espaço-temporais. In: XI SINAGEO - SIMPÓSIO NACIONAL DE GEOMORFOLOGIA, 2016, Maringá-PR. ANAIS DO XI SINAGEO, 2016.

  • AMORIM, R. F. ; SILVA, F. M. . Modelagem do processo de vulnerabilidade à erosão do solo utilizando o SPRING. In: XIV Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto, 2009, Natal/RN. Anais do XIV Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto, 2009.

  • AMORIM, R. F. ; SILVA, F. M. . Modelo EUPS como ferramenta para avaliação do processo de desertificação em região de caatinga no RN. In: Seminário em Desenvolvimento e Meio Ambiente, 2008, Reresina/PI. Anais do Seminário Integrador II, 2008.

  • AMORIM, R. F. ; SILVA, F. M. . Erosão do solo e vulnerabilidade à desertificação na Microbacia Riacho Passagem/RN. In: A conferência da terra e fórum internacional do meio ambiente, 2008, João Pessoa. anais da A conferência da terra e fórum internacional do meio ambiente, 2008.

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  • AMORIM, R. F. ; CUELLAR, M. D. Z. . Identificação das principais classes de uso do solo na Bacia Hidrográfica Piranhas-Açu/RN através de imagens do satélite CEBERS2. In: Seminário de Iniciação Científica do INPE, 2006, São José dos Campos. Artigos SICINPE, 2006.

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  • AMORIM, R. F. ; SILVA, F. M. . Análise Climática e Conforto Térmico na Cidade de Natal/RN. In: XV ENEG, 2005, Salvador/BA. XV ENEG, 2005.

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  • AMORIM, R. F. ; SILVA, F. M. . Probabilidade de Chuvas, Temperaturas, Umidade Relativa do Ar e Erosividade na cidade de Natal/RN. In: XV Congresso de Iniciação Científica, 2004, Natal/RN. XV Congreso de Iniciação Científica, 2004.

  • AMORIM, R. F. ; SILVA, F. M. . Comportamento Probabilístico de Chuvas, Temperaturas, Umidade Relativa doAr e Erosividade na Cidade de Natal/RN. In: XXI EREGENE, 2004. XXI EREGENE.

  • AMORIM, R. F. ; SILVA, F. M. . Probabilidade de Chuvas, Temperatura, Umidade Relativa do Ar e Erosividade na Cidade de Natal/RN. In: XI Encontro Estadual de Geografia, 2004, Natal/RN. XI Encontro Estadual de Geografia, 2004.

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  • SILVA, D. G. ; BARROS, A. C. ; AMORIM, R. F. . Estimativas de paleotemperaturas em calcretes no semiárido do Nordeste Brasileiro à partir da análise de isótopos de oxigênio. Revista Brasileira de Geomorfologia , 2017.

  • AMORIM, R. F. . Antropogeomorfologia e Interações sociedade x natureza. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

Outras produções

Santos Filho, P. G. ; AMORIM, R. F. . Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos Urbanos de Recife (PGIRS). 2014.

Santos Filho, P. G. ; AMORIM, R. F. . Estudo Indicativo de Capacidade de Carga e de Seus Indicadores de Sustentabilidade de Atrativos Turísticos Naturais dos Polos Costa dos Arrecifes, Agreste e Vale do São Francisco ?PE. 2014.

AMORIM, R. F. ; Bezerra, Iron Medeiros . Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e Relatório de Impacto Ambiental (RIMA). 2013.

AMORIM, R. F. ; Bezerra, Iron Medeiros . Estudos de Impactos Ambientais das Centrais Geradoras Eólica Catanduba: 1, 2 e 3. 2013.

AMORIM, R. F. ; Bezerra, Iron Medeiros . Estudo de Impactos Ambientais da Central Geradora Eólica Várzea Cercada. 2013.

Santos Filho, P. G. ; AMORIM, R. F. . Estudos Ambientais Necessários à Regularização do Licenciamento Ambiental da UHE Curuá-Una. 2013.

AMORIM, R. F. ; Bezerra, Iron Medeiros . Elaboração do Relatório de Impacto de Vizinhança ? RIV. 2012.

MANZANO, J. ; AMORIM, RODRIGO DE FREITAS . Alta estação acende alerta para desabamento de falésias. 2023. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

AMORIM, R. F. . Especialista fala sobre monitoramento das falésias no litoral. 2023. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

AMORIM, R. F. . Falésias só oferecem risco quando há intensa circulação e construções, alerta especialista. 2023. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

AMORIM, R. F. . Deslizamento em Pipa (RN): MPF indica obras de drenagem como prioridade. 2023. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

AMORIM, R. F. . Erosão e riscos em falésias no RN. 2023. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

AMORIM, RODRIGO DE FREITAS . MDR faz vistoria em praias do Projeto Falésias no Rio Grande do Norte. 2022. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

JACOME, I. ; AMORIM, RODRIGO DE FREITAS . Relatório aponta risco de queda de estrada às margens de falésia no litoral sul do RN. 2022. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

CAMILO, V. ; AMORIM, R. F. . Estudo sobre riscos nas falésias de Pipa. 2022. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

MAIA, R. P. ; AMORIM, R. F. . Pesquisa aponta para alto risco de deslizamento em falésias do Nordeste Leia mais em: https://www.opovo.com.br/noticias/ceara/2022/02/03/pesquisa-aponta-para-alto-risco-de-deslizamento-em-falesias-do-nordeste.html 2022 Todos os direitos são reservados ao Portal O POVO, conforme a Lei n 9.610/98. A publicação, redistribuição, transmissão e reescrita sem autorização prévia são proibidas. 2022. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

NORTE, T. ; AMORIM, R. F. . Céu de tonalidade vermelha chama a atenção no RN; entenda fenômeno. 2022. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

AMORIM, R. F. . Fala, cientista!. 2022. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

CRISPIM M. ; AMORIM, R. F. . Pesquisadores usam tecnologia para avaliar riscos nas falésias do RN. 2021. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

AMORIM, R. F. . UFRN apresenta dados do Projeto Falésias aos técnicos do Idema. 2021. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

AMORIM, RODRIGO DE FREITAS . UFRN apresenta dados do Projeto Falésias aos técnicos do Idema. 2021. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

NOTICIAS, G1. ; AMORIM, R. F. . Com helicóptero e drones, governo realiza monitoramento das falésias do litoral Sul do RN. 2021. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

RNNEWS, R. ; AMORIM, R. F. . Falésias do litoral do RN passam por monitoramento; Helicóptero Potiguar 1 é usado na ação. 2021. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

AMORIM, RODRIGO DE FREITAS ; MAIA, R. P. . PROGNÓSTICO E MEDIDAS MITIGADORAS PARA O CONTEXTO DE RISCOS NAS FALÉSIAS DE PIPA E BARRA DE TABATINGA - RN. 2022. (Relatório de pesquisa).

AMORIM, RODRIGO DE FREITAS ; MAIA, R. P. . DIAGNÓSTICO PRELIMINAR DAS FALÉSIAS DE PIPA E BARRA DE TABATINGA ? RN. 2021. (Relatório de pesquisa).

AMORIM, RODRIGO DE FREITAS ; MAIA, R. P. . DIAGNÓSTICO E APONTAMENTOS DE MEDIDAS MITIGADORAS PARA O CONTEXTO DE RISCOS NAS FALÉSIAS DE PIPA E BARRA DE TABATINGA - RN. 2021. (Relatório de pesquisa).

AMORIM, R. F. ; SANTOS, J. R. S. dos . Curso de Sistema Simplificado de Manejo de Água para Produção - SISMA e Gestão Ambiental. 2014. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

Projetos de pesquisa

  • 2015 - 2017

    Novas propostas para o gerenciamento de recursos hídricos em bacias semiáridas de Pernambuco: transmissão e estocagem de sedimento, água e conectividade da paisagem a partir de barramentos superficiais no alto Pajéu, Descrição: A ideia de gerenciamento de recursos hídricos a partir das bacias hidrográficas está cada vez mais presente nas políticas públicas, como é visto nacionalmente a partir da emergência dos Comitês de Bacia Hidrográfica. Dentro dessa perspectiva, há uma maior complexidade quando se trata de um ambiente semiárido sem a presença de um curso d?água perene, nascentes, ou outra fonte de água naturalmente disponível o ano inteiro. Esta pesquisa tem como foco analisar o sistema físico da bacia de drenagem do riacho do Saco, localizado no Sertão de Pernambuco, dando ênfase à transmissão de energia e matéria nesse sistema fluvial e, a partir disso, avaliar a eficácia da açudagem em ambientes semiáridos. Para tanto, procurar-se-á trabalhar com perspectivas teórico-metodológicas ainda inéditas no contexto das aplicações geomorfológicas para o semiárido brasileiro, sobretudo no que tange aos processos e interações entre os compartimentos geomorfológicos. Para atingir os objetivos pretendidos alguns passos metodológicos foram sistematizados, são eles: elaboração de mapeamentos bases; visitas a campo; analise climática; elaboração do mapeamento de solos; elaboração de mapeamento de uso do solo; identificação e localização das comunidades locais e das atividades que demandantes de água; modelagem do escoamento, identificação das áreas fontes de sedimento, análise da conectividade da paisagem e identificação dos fatores limitantes de transmissão de energia; roteamento da movimentação dos sedimentos; identificação e mapeamento das áreas de captação efetiva da bacia, levando em consideração, cenários diferentes de entradas de energia (eventos chuvosos).. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (4) / Doutorado: (4) . , Integrantes: Rodrigo de Freitas Amorim - Integrante / Danielle Gomes da Silva - Integrante / Antonio Carlos de Barros - Coordenador.

  • 2015 - 2017

    EVOLUÇÃO GEOMORFOLÓGICA E AVALIAÇÃO DA SENSITIVIDADE DA PAISAGEM DA SERRA DOS CAVALOS (PE), EM DIFERENTES ESCALAS DE TEMPO, Descrição: O presente projeto de pesquisa propõe examinar, em bases empíricas, como a evolução geomorfológica, expressa nas modificações da paisagem, processada em diferentes escalas de tempo (intervalos variando de 10.000 a 1.000 anos) tem se comportado desde o final do Pleistoceno e início do Holoceno, até os dias atuais, entendendo como os processos denudacionais, nos referidos intervalos de tempo, podem responder às alterações das mudanças no sistema de cobertura da terra de origem antrópica. Para tanto, escolheu-se a Serra dos Cavalos e seu entorno, tendo em vista que as áreas de brejos de altitude são as mais importantes áreas de depósitos de encosta na região do semiárido, os quais guardam os registros geomorfológicos das mudanças de tempo na escala de milhares de anos. Nas áreas lindeiras, onde tem-se as modificações da fisiografia da paisagem em razão da diminuição da precipitação e aumento da temperatura, condições semiáridas, os registros geomorfológicos só são encontrados nos depósitos de canais, os quais nem sempre guardam todos os registros das mudanças ambientais entre o Pleistoceno e início do Holoceno. O emprego da escala tempo sobre a morfogênese possibilita compreender a hierarquização concatenada das formas resultantes e, ao mesmo tempo, a importância dos eventos de baixa recorrência e alta magnitude capazes de ajustar os níveis internos de estabilidade das paisagens, alçando-as a novos patamares de funcionamento. A escala de tempo e fases de recorrência em episódios de erosão e sedimentação tem sido uma questão central para a geomorfologia, tendo em vista a possibilidade de compreender como ocorrem as mudanças na estrutura da paisagem em razão de mudanças climáticas, ou mesmo ajuste de variações do clima. Destaca-se, que os ambientes semiáridos e subúmidos possuem altas taxas de produção de sedimento, havendo, assim, dentro destes contextos bioclimáticos, carreamento de sedimentos das encostas e pedimentos em direção aos cursos de água, provocando colmatação rápida dos reservatórios, o que pode constituir um grave problema à gestão dos recursos hídricos na região. Esse nível intenso de atuação dos processos geomorfológicos afeta diretamente a estrutura do solo, as características dos canais e diminui a vida útil dos reservatórios, fatos que levantam questões teóricas e técnicas importantes sobre o problema. Neste contexto, além das condições bioclimáticas favoráveis à produção excessiva de sedimentos, ainda é pouco conhecido como o geossistema se comporta diante dos eventos climáticos processados em escala de milhares de anos, bem como em que nível as mudanças na cobertura do solo interagem com os eventos máximos dessa escala de tempo no reafeiçoamento das encostas e dos canais.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Rodrigo de Freitas Amorim - Integrante / Danielle Gomes da Silva - Coordenador / Antonio Carlos de Barros - Integrante.

  • 2015 - 2017

    AVALIAÇÃO E MONITORAMENTO DE UMA BACIA SUSCEPTÍVEL À DESERTIFICAÇÃO: BACIA DO RIACHO BRUSCAS, PERNAMBUCO/PARAÍBA, Descrição: A Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (MMA), da qual o Brasil é signatário, determina como causas da desertificação um processo ou a combinação de processos, incluindo os que resultam da atividade do homem e das suas formas de ocupação do território, tal como a erosão do solo causada pelo vento e ou pela água. A desertificação é a degradação de terras áridas, semiáridas e subúmidas secas como resposta a diversos mecanismos desencadeadores, incluindo as variações climáticas e as atividades humanas. Como consequência desta definição, secas recorrentes, tais como as que atingem o Nordeste, podem também incrementar os efeitos deletérios de longo prazo da degradação antropogênica. Na maioria das situações, a degradação do solo é uma consequência indesejada do seu uso. Ela vem do desconhecimento das consequências negativas, da inevitabilidade de sua ocorrência e ou do sacrifício do futuro, face às necessidades mais prementes do presente. Um dos grandes problemas do estudo da degradação de terras e desertificação no Nordeste é a ausência de dados confiáveis da dinâmica dos processos superficiais, já que a desertificação é um processo cumulativo de deterioração nas condições ambientais, que mais tarde afeta também as condições econômicas e sociais. No semiárido nordestino há indicações de que a erosão laminar ou linear catalisada pelas formas de usa da terra é um problema crônico, cujos efeitos mais evidentes se fazem perceber, sobretudo quando da combinação de chuvas fortes na época do plantio, principalmente sobre os cultivos em terrenos muito inclinados. Embora existam várias práticas agrícolas de redução da erosão ou métodos de conservação do solo adequados a ambientes semiáridos, estes, em geral, são pouco usados no Nordeste, exceto a prática de evitar o plantio ladeira abaixo e, mais recentemente, o plantio direto. Sendo assim, a compressão da atuação dos processos de superfície operantes na bacia do Riacho Bruscas tornam-se necessária à medida que problemas de degradação de terras como os que veem ocorrendo na área podem evoluir ao estágio da desertificação em uma curta escala de tempo.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (5) . , Integrantes: Rodrigo de Freitas Amorim - Integrante / Danielle Gomes da Silva - Coordenador / Antonio Carlos de Barros - Integrante.

  • 2015 - 2017

    Taxa de Sedimentação em Escala de Tempo de Curto Prazo nas Áreas Elevadas do Planalto da Borborema entre PE/PB, Descrição: O presente projeto de pesquisa propõe examinar, em bases empíricas, como a evolução geomorfológica, expressa nas modificações da paisagem, processada em diferentes escalas de tempo (intervalos variando de 1.000 a 10 anos) tem se comportado desde do final do Pleistoceno e início do Holoceno até os dias atuais, entendendo como os processos denudacionais, nos referidos intervalos de tempo, têm sido alterados em razão das mudanças no sistema de cobertura da terra no Maciço da Serra da Baixa Verde e seu entorno. O emprego da escala tempo sobre a morfogênese possibilita compreender a hierarquização concatenada das formas resultantes e, ao mesmo tempo, a importância dos eventos de baixa recorrência e alta magnitude capazes de ajustar os níveis internos de estabilidade das paisagens, alçando-as a novos patamares de funcionamento (CORRÊA, 2006). A escala de tempo e fases de recorrência em episódios de erosão e sedimentação tem sido uma questão central para a geomorfologia fluvial (KNOX, 2006). A presente proposta almeja analisar as encostas e o sistema fluvial que compõe as bacias de drenagem do Maciço da Serra da Baixa Verde (PE/PB), definindo as suas características físicas, construindo um modelo histórico de evolução geomorfológica dede o fim do Pleitoceno e início do Holoceno, correlacionado os dados com os processos atuais de mobilização de sedimento onde se tem as modificações antrópicas na cobertura da terra. Metodologicamente a proposta se alicerça na consideração de que o estudo da sedimentação em encostas, canais e represas, dar-se, inicialmente, pelo mapeamento detalhado de formas de erosão e deposição ao longo de um dado intervalo de tempo. Com base no mapeamento define-se quais serão os locais de amostragem onde serão coletadas as amostras da coluna estratigráfica para datação, as quais servirão para construção do modelo empírico das taxas de produção de sedimento em diferentes intervalos de tempo, assim como descrição dos agentes desencadeadores dos processos superficiais, sejam esses antropogênicos, climáticos ou uma interação complexa de ambos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (4) / Doutorado: (4) . , Integrantes: Rodrigo de Freitas Amorim - Integrante / Danielle Gomes da Silva - Coordenador / Antonio Carlos de Barros - Integrante.

  • 2015 - 2016

    Reconstrução evolutiva da estrutura superficial da paisagem da Serra do Espinhaço Setentrional, municípios de Sr. do Bonfim, Jaguarari e Campo Formoso (BA), Descrição: Os problemas ambientais resultantes da ocupação da paisagem estão diretamente relacionados às formas de uso e as condições da estrutura da paisagem, assim como aos eventos máximos de precipitação desencadeadores de reafeiçoamento do modelado. Dessa forma, o presente projeto de pesquisa propõe examinar, em bases empíricas, como a evolução geomorfológica, expressa nas modificações da paisagem, processada em diferentes escalas de tempo (intervalos variando de 10.000 a 1.000 anos) tem se comportado desde o final do Pleistoceno e início do Holoceno, até os dias atuais, entendendo como os processos denudacionais, nos referidos intervalos de tempo, podem responder às alterações das mudanças no sistema de cobertura da terra de origem antrópica. Para tanto, o desenvolvimento da pesquisa ocorrerá em parte da Serra do Espinhaço Setentrional, especificamente na área que abrange os municípios de Senhor do Bonfim, Jaguarari e Campo Formoso Estado da Bahia. Na região semiárida as áreas de serras formam os brejos de altitude, os quais são as mais importantes áreas de depósitos de encosta na região, que guardam os registros geomorfológicos das mudanças de tempo na escala de milhares de anos e menores. Os resultados obtidos poderão jogar luz sobre as condições estruturantes da paisagem, em uma área que compreende 03 núcleos urbanos e uma diversidade de comunidades rurais, além de ser foco de várias empresas de extração mineral.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Rodrigo de Freitas Amorim - Coordenador / Danielle Gomes da Silva - Integrante.

  • 2014 - 2017

    Dinâmica dos Sedimentos no Semiárido Pernambucano: conectividade da paisagem e a relação fonte-deposição de sedimentos na bacia do Riacho Grande, Serra Talhada PE, Descrição: Entre os elementos constituintes na gestão de recursos hídricos no semiárido, a questão da transmissão de água e sedimentos pela paisagem torna-se de vital importância para a compreensão da dinâmica da água. Ao contrário das análises tradicionais, onde a transmissão de matéria é colocada como livre de impedimentos, há exemplos onde os impedimentos de transmissão nos sistemas fluviais de terra secas (árido, semiárido e subúmido) diminuem a oferta real de água nos reservatórios. Busca-se gerar modelos qualitativos e semi-quantitativos de evolução de transmissão enfocando cenários de mudança de curto e médio prazo, sejam essas antropogênicas, tais como a criação ou retirada de barragens, nos tipos de usos, entre outros; e/ou naturais, tais como a mudança na frequência/magnitude dos eventos chuvosos, na evolução de impedimentos deposicionais, dentre outros. Os dados serão obtidos a partir de várias fontes, nos pontos em que houver mais de uma fonte e/ou mais de um tipo de dado (com datas, características, escalas, confiabilidade, resolução, ou detalhamento diferentes) sobre determinado tema. As possibilidades serão testadas e as que apresentarem maior confiabilidade e ajuste com a escala temporal e de resolução pretendida, serão escolhidos. Em cada tópico metodológico será explicitado quais dados serão utilizados, como também quais equipamentos e métodos serão aplicados.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (4) / Doutorado: (4) . , Integrantes: Rodrigo de Freitas Amorim - Integrante / Danielle Gomes da Silva - Coordenador / Antonio Carlos de Barros - Integrante.

  • 2012 - 2014

    Diferenciação e evolução das paisagens dos Parques Nacionais do Catimbau (PE) e Serra da Capivara (PI) como subsídio à geoconservação, Descrição: O presente projeto de pesquisa propõe a criação de uma tipologia de geossistemas locais para o Parque Nacional do Catimbau e Serra da capivara baseando-se em informações coletadas em campo e balizadas com informações geradas pela integração de SIG e Sensoriamento Remoto, com representação final na escala 1:50.000, como subsídio à conservação do patrimônio cultural e arqueológico, assim como, ao planejamento ambiental. A área do Parque Nacional do Catimbau (PNC) e Serra da Capivara (PNSC) são consideradas de extrema importância biológica, necessitando de estudos que contribuam para o manejo e conservação da biodiversidade, sendo também, considerada de grande importância arqueológica e cênica. Além disso, o PNC e PNSC estão incluídos dentro de uma das regiões consideradas como áreas piloto para o estudo da desertificação, neste sentido, um mapa de geossistemas locais se configura como uma ferramenta de suporte essencial, trazendo informações sobre o relevo, o substrato, os solos e a vegetação em áreas oficialmente preservadas. Este tipo de dado pode servir como referencia para a compreensão das transformações na ação de processos superficiais ocorridos em áreas já bastante antropizadas do semiárido. Ressalta-se ainda que o PNC e PNSC ainda não possuem um plano de manejo, sendo portanto essencial que seja reconhecida, em detalhes, a tipologia de seus geossistemas, elemento essencial para a elaboração de diretrizes e políticas para a conservação do patrimônio ambiental em bases territorialmente coerentes.. Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Rodrigo de Freitas Amorim - Integrante / Danielle Gomes da Silva - Integrante / Antonio Carlos de Barros - Coordenador.

Prêmios

2012

Prêmio SESI Qualidade no Trabalho, Categoria Inovação Tecnológica, SESI.

2010

Reconhecimento por Mérito, SEMURB.

2008

Destaque entre os melhores trabalho de área de Humanas e Sociais, Congresso de Iniciação Científica-UFRN.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Centro de Ciências Humanas Letras e Artes, Departamento de Geografia. , Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Lagoa Nova, 59078970 - Natal, RN - Brasil - Caixa-postal: 1524, Telefone: (84) 32153569, URL da Homepage:

Experiência profissional

2015 - 2015

Instituto Federal de Pernambuco

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Professor Formador, Carga horária: 20

Outras informações:
Professor Formador da Disciplina Cartografia Básica

2014 - 2015

Instituto Federal de Pernambuco

Vínculo: Professor Visitante, Enquadramento Funcional: Professor Convidado, Carga horária: 20

Outras informações:
Ministrar a disciplina Introdução à Geomorfologia no curso superior de Licenciatura em Geografia, na modalidade ensino a distância

2015 - 2015

Universidade Federal de Pernambuco

Vínculo: Estagiário de docência, Enquadramento Funcional: Estagiário de docência, Carga horária: 8

Outras informações:
Estagiário de docência na disciplina Climatologia Dinâmica

2014 - 2015

Universidade Federal de Pernambuco

Vínculo: Estágio de docência, Enquadramento Funcional: Estagiário de docência, Carga horária: 8

Outras informações:
Estágio de docência na disciplina Fundamentos de Pedologia e Edafologia

2014 - 2014

Universidade Federal de Pernambuco

Vínculo: Estagiário de docência, Enquadramento Funcional: Estagiário de docência, Carga horária: 8

Outras informações:
Estagiário de docência na disciplina Geomorfologia Climática, com carga horária de 30h.

2013 - 2014

Universidade Federal de Pernambuco

Vínculo: Estagiário de docência, Enquadramento Funcional: Estagiário de docência, Carga horária: 8

Outras informações:
Realizou estágio docência na disciplina Geomorfologia Estrutural, com carga horária de 30h.

2012 - 2013

Universidade Federal de Pernambuco

Vínculo: Estagiário de docência, Enquadramento Funcional: Estagiário de docência, Carga horária: 8

Outras informações:
Estagiário de docência na disciplina Geomorfologia Estrutural

2012 - 2012

Universidade Federal de Pernambuco

Vínculo: Estagiário de docência, Enquadramento Funcional: Estagiário de docência, Carga horária: 2

Outras informações:
Estagiário de docência na disciplina Geomorfologia Climática

2012 - 2015

Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Pesquisa em desenvolvimento: INTEGRAÇÃO ENTRE DINÂMICAS GEOMORFOLÓGICAS MULTITEMPORAIS NO PLANALTO DA BORBOREMA, SEMIÁRIDO DO NE DO BRASIL

2011 - 2012

Capuche Empreendimentos Imobiliários S/A

Vínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: Coordenador de legalização e Incorporação, Carga horária: 44

2008 - 2012

Centro de Tecnologia e Educação a Distância

Vínculo: Professor vistante, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 10

2009 - 2010

Centro de Tecnologia e Educação a Distância

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Coordenador do Curso Técnico de Meio Ambiente, Carga horária: 20

2010 - 2011

Secretária Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Diretor do Departamento de Licenciamento, Carga horária: 30

2009 - 2010

Secretária Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Setor de Licenciamento de Obras Públicas, Carga horária: 30

2008 - 2009

Secretária Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: chefe de setor, Carga horária: 30

2007 - 2008

Secretária Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 20

2005 - 2007

Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais-INPE

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de Iniciação Científica, Carga horária: 20

2015 - 2016

Universidade Federal do Vale do São Francisco

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Docente, Regime: Dedicação exclusiva.

2016 - Atual

Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Adjunto, Regime: Dedicação exclusiva.