Patrícia da Costa

Bióloga-Ecóloga pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1997) e Doutora em Biodiversidade e Conservação pela Rede Bionorte (2019). É Pesquisadora da Embrapa Meio Ambiente (2020-presente), tendo atuado anteriormente na Embrapa Roraima (2002-2019). Se dedica a pesquisas nas áreas de Manejo Florestal Não-Madeireiro, Serviços Ecossistêmicos, Dendrocronologia. Atuou como membro do Comitê Gestor do Portfólio Amazônia (2022-2024) e participa como Membro Consultivo do Observatório Castanha-da-Amazônia (OCA; 2023-atual), vice-líder do Grupo de Pesquisa CNPq "AMAZON_NUT: Cadeia de valor da castanheira-da-amazônia" e atua como Professora Colaboradora do Programa de Pós-Graduação em Recursos Naturais (PRONAT) da Universidade Federal de Roraima (2022-atual).

Informações coletadas do Lattes em 10/06/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em Biodiversidade e Biotecnologia -Rede Bionorte(Biodiversidade e Conservação)

2015 - 2019

Universidade Federal de Rondônia
Título: Ecologia populacional de Copaifera pubiflora Benth. na Amazônia Setentrional e suas implicações para o manejo do oleorresina
, Ano de obtenção: 2019. Lucia Helena de Oliveira Wadt. Grande área: Ciências AgráriasGrande Área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Ecologia Aplicada. Setores de atividade: Produção Florestal.

Graduação em Licenciatura Plena em Ciências Biológicas

1999 - 2001

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Mestrado em Agronomia (Ciências do Solo)

1998 - 2002

Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Título: Fauna do Solo em Plantios Experimentais de Eucalyptus grandis, Acacia Mangium e Pseudosamanea guachapele, Ano de Obtenção: 2002
Avílio Antônio Franco.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: fauna do solo; leguminosas arbóreas; eucalipto; macrofauna; recuperação de áreas degradadas.Grande área: Ciências AgráriasSetores de atividade: Silvicultura, Exploração Florestal e Serviços Relacionados; Produtos e Serviços Voltados Para A Defesa e Proteção do Meio Ambiente, Incluindo O Desenvolvimento Sustentado.

Graduação em Ciências Biológicas

1992 - 1997

Universidade Federal do Rio de Janeiro
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.

Formação complementar

2021 - 2021

IsoCamp - Stable Isotope Biogeochemistry and Ecology. (Carga horária: 40h). , Center for Stable Isotopes, University of New Mexico, CSI, Estados Unidos.

2021 - 2021

Dendrochronology Intensive Summer Course - Online. (Carga horária: 60h). , Laboratory of Tree-Ring Research, The University of Arizona, LTRR, Estados Unidos.

2021 - 2021

Dendroecología: el análisis de los anillos de crecimiento de plantas leñosa. (Carga horária: 45h). , CCT CONICET Mendoza ? Programa de Cursos Avanzado, CCT CONICET, Argentina.

2019 - 2019

Curso QGis: básico e avançado. (Carga horária: 80h). , Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia, CENSIPAM, Brasil.

2018 - 2018

Capacitação de Qualificação Legal e Normativa sobre Florestas Nacionais. (Carga horária: 4h). , Floresta Nacional de Roraima, FLONA RORAIMA, Brasil.

2018 - 2018

Mapeamento com Drones. (Carga horária: 24h). , Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia, CENSIPAM, Brasil.

2016 - 2016

Tree rings, isotopes and recent climate change in the Amazon basin. (Carga horária: 45h). , Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, INPA, Brasil.

2015 - 2015

Modelos espaciais ambientais e distribuição de esp. (Carga horária: 60h). , Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, INPA, Brasil.

2012 - 2012

Introdução ao GNU-R. (Carga horária: 18h). , Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro, IP/JBRJ, Brasil.

2012 - 2012

Ecologia Quantitativa (Bioestatística). (Carga horária: 38h). , Instituto de Pesquisas Ecológicas, IPÊ, Brasil.

2012 - 2012

Dendrocronologia: princípios e aplicações. (Carga horária: 120h). , Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz", ESALQ/USP, Brasil.

2011 - 2011

Identificação de Madeiras Comerciais Brasileiras. (Carga horária: 15h). , Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro, IP/JBRJ, Brasil.

2010 - 2010

Modelagem de Biodiversidade. (Carga horária: 40h). , Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, INPA, Brasil.

2009 - 2009

Sensoriamento Remoto e SIG (ERDAS/ARCGIS). (Carga horária: 60h). , Instituto de Pesquisas Ecológicas, IPÊ, Brasil.

2009 - 2009

5a Semana Sul-Americana de Campo Dendrocronologia. (Carga horária: 75h). , Embrapa Florestas, CNPF, Brasil.

2008 - 2008

Brahms no gerenciamento de dados de inventários. (Carga horária: 24h). , Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, INPA, Brasil.

2008 - 2008

O Uso de Isótopos Estáveis em Estudos Ecológicos. (Carga horária: 90h). , Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, Brasil.

2007 - 2007

Modelagem de biodiversidade. (Carga horária: 38h). , Instituto de Pesquisas Ecológicas, IPÊ, Brasil.

2007 - 2007

Mata Nativa 2. (Carga horária: 16h). , Cientec Consultoria e Desenvolvimento de Sistemas, CIENTEC, Brasil.

2007 - 2007

Análise Multivariada. (Carga horária: 5h). , Sociedade de Ecologia do Brasil, SEB, Brasil.

2007 - 2007

Identificação Botânica de Fanerógamas. (Carga horária: 40h). , Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, INPA, Brasil.

2007 - 2007

Funcionalidades Básicas do Brahms. (Carga horária: 40h). , Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, INPA, Brasil.

2006 - 2006

Oficina Conselho Gestor de Unidades de Conservação. (Carga horária: 16h). , Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, IBAMA, Brasil.

2006 - 2006

Conservação e Avaliação de Impacto Ambiental. (Carga horária: 20h). , Ministério Público de Roraima, MPE-RR, Brasil.

2005 - 2005

Ecologia da Restauração. (Carga horária: 8h). , Universidade Católica de Pelotas, UCPEL, Brasil.

2005 - 2005

Recuperação e Conservação de Nascentes. (Carga horária: 16h). , Sociedade Brasileira de Recuperação de Áreas Degradadas, SOBRADE, Brasil.

2005 - 2005

Fragmentação de Mata Atlântica. (Carga horária: 5h). , Sociedade de Ecologia do Brasil, SEB, Brasil.

2005 - 2005

Fragstats Ecologia de Paisagens. (Carga horária: 5h). , Sociedade de Ecologia do Brasil, SEB, Brasil.

2004 - 2004

Oficina de Plano de Manejo. (Carga horária: 78h). , Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, IBAMA, Brasil.

1993 - 1993

Técnicas e Metodologias de Estudos em Florestas. (Carga horária: 48h). , Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Organização de eventos

COSTA, P. da . Semana do Meio Ambiente de Roraima. 2006. (Congresso).

COSTA, P. da . Workshop Marco Referencial em Agroecologia. 2006. (Outro).

COSTA, P. da . I Conferência Estadual do Meio Ambiente de Roraima. 2005. (Congresso).

COSTA, P. da . Mucurundâ Kon. 2003. (Congresso).

COSTA, P. da . Congresso Brasileiro de Ciência do Solo, 26. 1997. (Congresso).

Participação em eventos

Painel de discussão sobre o FREL Nacional.Discussão de oportunidades e desafios para a elaboração do nível de referência de emissões florestais para todo o território do Brasil - FREL Nacional. 2022. (Oficina).

Congresso de Ecologia do Brasil, 8. 2007. (Congresso).

Workshop Agrofuturo - Recursos Naturais.Caracterização e Gestão da Biodiversidade. 2007. (Oficina).

Manejo e Mercado de Produtos Florestais Não-madeireiros (PFNMs).POTENCIAL E INICIATIVAS EM MANEJO E UTILIZAÇÃO DE PRODUTOS FLORESTAIS NÃO MADEIREIROS EM RORAIMA. 2006. (Oficina).

Oficina de Capacitação para Criação e Funcionamento de Conselhos de Unidades de Conservação, 1. 2006. (Oficina).

Reunião Monitoramento da Biodiversidade - SIMBIO. 2006. (Oficina).

Semana do Meio Ambiente de Roraima - O Futuro da Terra depende de Nós.Manejo Sustentável de produtos florestais não-madeireiros em Roraima - Copaíba e Castanha-do-Brasil. 2006. (Seminário).

Workshop Sobre Agroecologia em Roraima, 1.Tendências da Agroecologia no Brasil e em Roraima. 2006. (Oficina).

Acesso ao Patrimônio Genético e ao Conhecimento Tradicional Associado. 2005. (Seminário).

Conferência Estadual do Meio Ambiente de Roraima, 1.Biodiversidade e Florestas. 2005. (Outra).

Conferência Nacional de Meio Ambiente - Vamos cuidar do Brasil.Biodiversidade e Espaços Territoriais Protegidos. 2005. (Outra).

Congresso de Ecologia do Brasil, 7. Florística de uma capoeira em área de transição , no município de Mucajaí, estado de Roraima. 2005. (Congresso).

Congresso Nacional de Botânica, 56. PLANTAS USADAS NO ARTESANATO POR POPULAÇÕES TRADICIONAIS DA REGIÃO DO BAIXO RIO BRANCO ? RORAIMA. 2005. (Congresso).

Oficina de Manejo Florestal de Roraima, 1. 2005. (Oficina).

Oficina de Manejo Florestal de Rorainópolis, 1. 2005. (Oficina).

Reunião de Trabalho sobre Agricultura de Base Ecológica.A Embrapa Roraima e a Agricultura de Base Ecológica: passado, presente e perspectivas. 2005. (Outra).

Simpósio de Áreas Protegidas, 3. 2005. (Simpósio).

Simpósio Nacional, 6 e Congresso Latino-Americano sobre Recuperação de Áreas Degradadas, 1. 2005. (Congresso).

Congresso Brasileiro de Sistemas Agroflorestais, 5. Riqueza e Distribuição Vertical da Macrofauna Edáfica em Diferentes Sistemas de Uso da Terra em Roraima. 2004. (Congresso).

Encontro da Sociedade Brasileira de Sistemas de Produção, 6.Comunidades indígenas e a agricultura familiar nos lavrados de Roraima. 2004. (Encontro).

Oficina do Proambiente: Construindo Alternativas Sustentáveis de Produção.Manejo Florestal Sustentado - madeireiro e não-madeireiro. 2004. (Oficina).

Semana do Estudante: Florestas e Meio Ambiente.Ciclagem de nutrientes em SAF's. 2004. (Simpósio).

Seminário Participativo de Alternativas ao Uso do Fogo para a Agricultura Familiar, 1.Agricultura orgânica. 2004. (Seminário).

.Seminário de Agricultura Orgânica de Roraima, 2. 2003. (Seminário).

.Mucurundâ Kon - Assembléia Geral Orginária dos Tuxauas, 11. 2003. (Oficina).

Aspectos Gerais sobre o Funcionamento de Plantios de Eucalipto e Leguminosas Arbóreas na Área da Embrapa Agrobiologia.Componentes bióticos do solo e sua utilização como indicadores em plantios puros e consorciados de eucalipto e leguminosas arbóreas - Fauna do Solo.. 2003. (Oficina).

Estudos Silviculturais e Ecológicos para Recuperação de Áreas Degradadas na Amazônia Brasileira.Seminário Brasil-Japão: Estudos Silviculturais e Ecológicos para Recuperação de Áreas Degradadas na Amazônia Brasileira. 2003. (Seminário).

Vamos cuidar do Brasil.Pré-conferência Nacional do Meio Ambiente, em Roraima, 1. 2003. (Outra).

VI Simpósio de Proteção ao Conhecimento.Simpósio de Proteção ao Conhecimento, 6. 2003. (Simpósio).

.Seminário de Manejo Florestal Sustentado, Reposição Florestal e Legislação Ambiental. 2002. (Seminário).

Água e Biodiversidade.Simpósio Nacional sobre Recuperação de Áreas Degradadas, 5. 2002. (Simpósio).

.Processos da Biota do Sistema solo-planta: a pesquisa na Agrobiologia. 2000. (Oficina).

.Oficina de Ciências. 2000. (Oficina).

.Seminário Estudos sobre Fungos Micorrízicos Arbusculares e Recuperação de Áreas Degradadas. 1998. (Seminário).

Reunião Brasileira de Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas, 23; Reunião Brasileira sobre Micorrizas, 7; Simpósio Brasileiro de Microbiologia do Solo, 5; Reunião Brasileira de Biologia do Solo, 2.FertBIO'98. 1998. (Simpósio).

. Jornada de Iniciação Científica, 18 e Jornada de Iniciação Artística e Cultural, 8. 1996. (Congresso).

. Congresso Brasileiro de Zoologia, 21. 1996. (Congresso).

.Seminário Nacional Conservação da Biodiversidade em Ecossistemas Tropicais: avanços conceituais e revisão de metodologias de avaliação e monitoramento. 1996. (Seminário).

. Jornada de Iniciação Científica, 17 e Jornada de iniciação Artística e Cultural, 7 da Universidade Federal do Rio de Janeiro. 1995. (Congresso).

O solo nos grandes domínios morfoclimáticos do Brasil e o desenvolvimento sustentado. Congresso Brasileiro de Ciência do Solo, 15. 1995. (Congresso).

. Congresso de Ecologia do Brasil, 2. 1994. (Congresso).

.Encontro Brasileiro de Ciências Ambientais, 1. 1994. (Encontro).

Participação em bancas

Aluno: Adriel Ruano Paz e Silva

REPETTO, M.; García Mendoza, H. J.; Neves, M. A.; Araújo, K. A.;COSTA, P.. O ENSINO DE CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA: UM ESTUDO DE CASO DA ATIVIDADE SOCIAL PESCAR COM GARRAFA PET NO IGARAPÉ DE CANAUANIM. 2024. Dissertação (Mestrado em Sociedade e Fronteiras) - Universidade Federal de Roraima.

Aluno: ELISÂNGELA XAVIER ANDRADE

Zanchi, F. B.; Vasconcelos, J. M.;COSTA, Patrícia. O QUE TEM NO CHÁ DA CASTANHEIRA?. 2022. Dissertação (Mestrado em CONSERVAÇÃO E USO DE RECURSOS NATURAIS) - Universidade Federal de Rondônia.

Aluno: João Nelson Nascimento Silva Júnior

GUEDES, Marcelino Carneiro; TOLEDO, J. J.;COSTA, P. da. Padrão de crescimento e produção de oleorresina por Copaifera reticulata ducke, em estação ecológica na Amazônia oriental. 2020. Dissertação (Mestrado em Biodiversidade Tropical) - Universidade Federal do Amapá.

Aluno: Hugo Leonardo Sousa Farias

Barni, P. E.;KAMINSKI, Paulo Emílio; OLIVEIRA, R. L. C.;COSTA, P.; MORAIS, W.. DENSIDADE DA MADEIRA DE FLORESTAS DE ECÓTONO DA ILHA DE MARACÁ, RORAIMA, NORTE DA AMAZÔNIA. 2020.

Aluno: Tadeu de Souza Menezes

WANKLER‬ CASTILHO, C. V.;COSTA, Patrícia; SANTOS, A. R.; CARDOSO, C. A. S.. VULNERABILIDADE DO SISTEMA SOCIOECOLÓGICO NO ASSENTAMENTO CUJUBIM BEIRA RIO E O PROCESSO DE ESTUDO DE IMPLANTAÇÃO DA HIDRELÉTRICA DE BEM QUERER NA AMAZÔNIA BRASILEIRA. 2022. Exame de qualificação (Doutorando em Recursos Naturais) - Universidade Federal de Roraima.

Aluno: Adriel Ruano Paz e Silva

CARRENO, M. P. R.COSTA, Patrícia; Maroti, P. S.. O ENSINO DE CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO INDÍGENA: UM ESTUDO DE CASO A PARTIR DA ATIVIDADE PESCAR COM GARRAFA PET NO IGARAPÉ DA COMUNIDADE INDÍGENA DE CANAUANIM. 2023. Exame de qualificação (Mestrando em Sociedade e Fronteiras) - Universidade Federal de Roraima.

Aluno: Gabriel de Freitas Pereira

Martins, K.; SILVA, F. R.;COSTA, P. da. Impacto das Mudanças Climáticas na Distribuição de Bertholletia excelsa.. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Florestal) - Universidade Federal de São Carlos.

Aluno: Francimar da Silva Souza

CARRENO, M. P. R.COSTA, P.. Um beijú educativo: Construindo propostas educativas interculturais para o ensino médio indígena na Comunidade Mracanã I, T. I. Raposa Serra do Sol. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Licenciatura Intercultural - Ciências Sociais) - Universidade Federal de Roraima.

COSTA, Patrícia. PIC- Banca de Avaliação dos projetos da seleção da Iniciação Científica da Universidade Federal de Roraima (UFRR). 2024. Universidade Federal de Roraima.

COSTA, Patrícia. 2º PRÊMIO UDOP/EMBRAPA BOAS PRÁTICAS AMBIENTAIS - Gestão da Paisagem. 2022. União dos Produtores de Bioenergia.

Lucas, N. M.; COSTA, Mirian Cristina da;COSTA, P.KAMINSKI, Paulo Emílio. Avaliadora dos projetos de pesquisa da área de Ciências Agrárias do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica, apresentados no XVI Encontro do Programa de Iniciação Científica - EPIC da Universidade Federal de Roraima. 2017. 2017. Universidade Federal de Roraima.

COSTA, P. da. Avaliação da prova de Biologia - Concurso para seleção de ingresso para a UFRJ. 2002. Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Orientou

Alessandra Regina Aguilar Voigt

Monitoramento de longo prazo (2006 - 2024) de serviços ecossistêmicos prestados por castanhais nativos em Roraima frente à diferentes impactos; Início: 2024; Orientação de outra natureza; Embrapa Meio Ambiente; Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (Orientador);

Nathália Faria de Sousa

Modelagem do status de conservação de Copaifera pubiflora Benth; em Roraima; Início: 2024; Orientação de outra natureza; Embrapa Meio Ambiente; Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Orientador);

Flavia Abreu Paiva Pinheiro

DIVERSIDADE ARBÓREA E ESTOQUE DE BIOMASSA EM UM CASTANHAL NATIVO NO SUL DO ESTADO DE RORAIMA; 2021; Dissertação (Mestrado em Recursos Naturais) - Universidade Federal de Roraima, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Coorientador: Patricia da Costa;

Adricelly Martins dos Santos

Efeito da coleta de oleorresina sobre a fenologia quantitativa de Copaifera pubiflora Benth; 2021; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Agronomia) - Faculdade Roraimense de Ensino Superior FARES, Embrapa Roraima; Orientador: Patricia da Costa;

Luciane Yumie Sato

MONITORAMENTO POPULACIONAL DE Copaifera publiflora Benth; EM DOIS MUNICÍPIOS DO ESTADO DE RORAIMA; 2009; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia Florestal) - Universidade Federal de Santa Maria; Orientador: Patricia da Costa;

Maria Eduarda Porato Guimarães

Efeito do clima sobre o incremento diamétrico, química da madeira e sobre as relações hídricas em Bertholletia excelsa, a partir de estudos dendrocronológicos; 2023; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia Florestal) - Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz", Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Patricia da Costa;

Gabriel de Assis Pereira

Monitoramento de longo prazo (2006-2024) de serviços ecossistêmicos prestados por castanhais nativos em Roraima frente à diferentes impactos; 2023; Orientação de outra natureza - Embrapa Meio Ambiente, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Patricia da Costa;

Marcus Vinicius Stenico da Silva

Monitoramento de longo prazo (2006-2024) de serviços ecossistêmicos prestados por castanhais nativos em Roraima frente à diferentes impactos (eventos climáticos extremos, construção de barragens); ; 2021; Orientação de outra natureza; (Engenharia Florestal) - Universidade de São Paulo, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Patricia da Costa;

Rafael Turcatel

Avaliação da produção de óleo-resina de copaíba em duas população de Copaifera pubiflora em Roraima; 2007; Orientação de outra natureza; (Agronomia) - Universidade Federal de Roraima, Embrapa; Orientador: Patricia da Costa;

Jaqueline Patricia de Almeida Viana

Avaliação quantitativa de aporte de material foliar e sementes de Copaifera pubiflora em área de floresta de transição em Roraima; 2007; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Faculdades Cathedral de Ensino Superior; Orientador: Patricia da Costa;

Rafael Turcatell

Macrofauna do Solo em Sistema de Plantio Direto; 2006; 0 f; Orientação de outra natureza - Universidade Federal de Roraima, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária; Orientador: Patricia da Costa;

Maria Ivoneide da Silva Costa

Macrofauna Edáfica em Diferentes Sistemas de Uso da Terra em Roraima; 2004; 0 f; Orientação de outra natureza - Universidade Federal de Roraima; Orientador: Patricia da Costa;

Produções bibliográficas

  • DA COSTA, PATRICIA ; CASTILHO, CAROLINA VOLKMER DE ; CITÓ, ARTUR CAMURÇA ; BARBOSA, REINALDO IMBROZIO ; KAMINSKI, Paulo Emílio ; Martins, Karina ; DE OLIVEIRA WADT, LÚCIA HELENA . Impact of oleoresin harvesting on the reproductive phenology of Copaifera pubiflora Benth. (Leguminosae) in a precipitation gradient in northern brazilian Amazon. FOREST ECOLOGY AND MANAGEMENT , v. 578, p. 122462, 2025.

  • HACKET'PAIN, ANDREW ; FOEST, JESSIE J. ; PEARSE, IAN S. ; LAMONTAGNE, JALENE M. ; KOENIG, WALTER D. ; VACCHIANO, GIORGIO ; BOGDZIEWICZ, MICHA' ; CAIGNARD, THOMAS ; CELEBIAS, PAULINA ; DORMOLEN, JOEP ; FERNÁNDEZ'MARTÍNEZ, MARCOS ; MORIS, JOSE V. ; PALAGHIANU, CIPRIAN ; PESENDORFER, MARIO ; SATAKE, AKIKO ; SCHERMER, ELIANE ; TANENTZAP, ANDREW J. ; THOMAS, PETER A. ; VECCHIO, DAVIDE ; COSTA, P. da ; et.al . MASTREE+: Time-series of plant reproductive effort from six continents. GLOBAL CHANGE BIOLOGY , v. 00, p. 1-17, 2022.

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  • TONINI, Helio ; COSTA, P. da . Potencialidades e iniciativas promissoras de manejo de PFNM no Estado de Roraima. 2006. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • COSTA, P. da ; TONINI, Helio . Manejo Florestal Comunitário: madeireiro e não-madeireiro. 2005. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • COSTA, P. da . Ciclagem de Nutrientes em SAFs. 2004. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • COSTA, P. da ; TONINI, Helio . Manejo Florestal Sustentado: madeireiro e não-madeireiro. 2004. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • COSTA, P. da . Componentes Bióticos do Solo e sua Utilização como Indicadores em Plantios Puros e Consorciados de Eucalipto e Leguminosas Arbóreas. 2003. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • COSTA, P. da . Conceitos Ecológicos e sucessão florestal. 2003. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

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  • ZILLI, Jerri Édson ; COSTA, P. da ; SANTOS, A. G. ; LOPES, Carlos Eugênio Vitoriano ; Souza, S. R. dos S. . Anais do Worshop sobre Agroecologia em Roraima. Boa Vista: Embrapa Roraima, 2006 (Embrapa Roraima, Documentos 6).

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  • XAUD, Haron Abrahim Magalhães ; MOURÃO JÚNIOR, Moisés ; XAUD, Maristela Ramalho ; COSTA, P. da . Parque fenológico do campo experimental Confiança, Cantá - Roraima: Fenologia do cajuí [Anacardium giganteum (Anacardiaceae)]. Boa Vista: Embrapa Roraima, 2005 (Embrapa Roraima. Comunicado Técnico, 22).

  • XAUD, Haron Abrahim Magalhães ; MOURÃO JÚNIOR, Moisés ; XAUD, Maristela Ramalho ; COSTA, P. da . Parque fenológico do campo experimental Confiança, Cantá - Roraima: Fenologia do pará-pará [Jacaranda copaia (Bignoniaceae)]. Boa Vista: Embrapa Roraima, 2005 (Embrapa Roraima. Comunicado Técnico, 23).

  • XAUD, Haron Abrahim Magalhães ; MOURÃO JÚNIOR, Moisés ; XAUD, Maristela Ramalho ; COSTA, P. da . Parque fenológico do Campo Experimental Confiança, Cantá - Roraima: Fenologia da Sucupira-preta [Diplotropis purpurea (Papilionaceae)]. Boa Vista: Embrapa Roraima, 2005 (Embrapa Roraima. Comunicado Técnico, 24).

  • XAUD, Haron Abrahim Magalhães ; XAUD, Maristela Ramalho ; VALE JÚNIOR, José Frutuoso Do ; SOUZA, M I L ; BARBOSA, José Beethoven ; SMIDERLE, Oscar José ; KAMINSKI, Paulo Emílio ; TONINI, Helio ; COSTA, P. da ; AMARAL, Marcelo da Cunha ; FRANCO, Jane Oliveira ; LOPES, Carlos Eugênio Vitoriano ; BARBOSA, Reinaldo Imbrózio ; MEIER-DOURNBERG, J . Resumo da Semana do Estudante: Floresta e Meio Ambiente. Boa Vista: Embrapa Roraima, 2005 (Embrapa Roraima. Documentos,).

  • COSTA, P. da . Fauna edáfica e sua atuação em processos do solo. Boa Vista, RR: Embrapa Roraima, 2004 (Embrapa Roraima. Documentos, 2).

  • COSTA, P. da ; COSTA, Maria Ivoneide da Silva ; AMARAL, Marcelo da Cunha ; MOURÃO JÚNIOR, Moisés . Macrofauna edáfica em sistemas agroflorestais e outros sistemas de uso da terra em Roraima - resultados iniciais. Boa Vista: Embrapa Roraima, 2004 (Embrapa Roraima. Comunicado Técnico, 18).

  • NOGUEIRA FILHO, Geraldo C ; COSTA, P. da ; KAMINSKI, Paulo Emílio . Agricultura Orgânica. Boa Vista, RR: Embrapa Roraima, 2004 (Embrapa Roraima. Documentos, 9).

  • MOURÃO JÚNIOR, Moisés ; PEREIRA, Paulo Roberto Valle da Silva ; COSTA, P. da . Caracterização e Estimação de Diversidade. Boa Vista, RR: Embrapa Roraima, 2003 (Embrapa Roraima. Documentos, 5).

  • XAUD, Maristela Ramalho ; XAUD, Haron Abrahim Magalhães ; SCHWENGBER, Dalton Roberto ; MUNIZ, Evandro Neves ; OLIVEIRA JÚNIOR, José Oscar Lustosa de ; SMIDERLE, Oscar José ; COSTA, P. da ; BRAGA, Ramayana Menezes ; SABOYA, Rita de Cássia Cunha ; LOPES, Carlos Eugênio Vitoriano ; NUNES, Fabrício ; NASCIMENTO, Elionara ; DIAS, Maria Rutinéia ; SILVA, Fábio Maia da . Alternativas ao uso do fogo na agricultura de Roraima. Boa Vista: Embrapa Roraima, 2003 (Embrapa Roraima. Documentos, 2).

Outras produções

Lucas, N. M. ; COSTA, Mirian Cristina da ; COSTA, P. da ; KAMINSKI, Paulo Emílio . Consultora 'Ad Hoc' dos projetos de pesquisa da área de Ciências Agrárias do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica, apresentados no XVI Encontro do Programa de Iniciação Científica - EPIC da Universidade Federal de Roraima. 2017. 2017.

Patrícia da Costa . Emissão de parecer técnico de proposta de projeto submetida ao Sistema Embrapa de Gestão. 2015.

Patrícia da Costa . Emissão de parecer de artigo científico submetido ao Comitê Editorial da Revista Ciência Agronômica. 2014.

COSTA, P. da . Emissão de parecer como revisor AD HOC para a Revista Universidade Rural - série Ciências da Vida (processo 04V05). 2005.

COSTA, P. da ; MOURÃO JÚNIOR, Moisés ; SCHWENGBER, Dalton Roberto . Estudo e avaliação da macrofauna do solo como bioindicador em diferentes usos da terra em Roraima. 2002.

COSTA, Patrícia . Embrapa e o ODS: Erradicação da Pobreza. 2022. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

COSTA, P. da ; TONINI, Helio ; KAMINSKI, Paulo Emílio . Desenvolvimento Sustentável e Produtos Florestais Não-Madeireiros. 2007. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

COSTA, P. da . Etnoconservação de Biomas Brasileiros. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

COSTA, P. da . Alternativas ao Uso do Fogo na Agricultura. 2003. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

COSTA, P. da ; FERREIRA, Déia Maria ; BOZELLI, Reinaldo Luiz ; ESTEVES, Francisco de Assis . V Curso de Educação Ambiental para Professores do Ensino Fundamental de Macaé. 2001. .

COSTA, P. da ; FERREIRA, Déia Maria ; BOZELLI, Reinaldo Luiz ; ESTEVES, Francisco de Assis . II Curso de Educação Ambiental para Professores do Ensino Fundamental de Macaé. 1999. .

COSTA, P. da ; SILVA, Benedita Aglai Oliveira ; FERREIRA, Déia Maria ; BOZELLI, Reinaldo Luiz ; ESTEVES, Francisco de Assis . Programa de Capacitação para Professores de Biologia da Região Litorânea, RJ - Área de Concentração Ecologia. 1999. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

COSTA, P. da . Facilitadora do Grupo Temático: Biodiversidade e Espaços Territoriais Protegidos na I Pré-conferência Nacional do Meio Ambiente, em Roraima. 2003 (Demais trabalhos relevantes) .

Projetos de pesquisa

  • 2023 - Atual

    New Cast: Novas soluções tecnológicas e ferramentas para agregação de valor à cadeia produtiva da castanha-da-amazônia, Descrição: O projeto NewCast Novas soluções tecnológicas e ferramentas para agregação de valor à cadeia produtiva da castanha-da-amazônia reúne um conjunto de ações de pesquisa, desenvolvimento e inovação direcionadas à busca por melhoria na qualidade de vida de extrativistas e agregação de valor à castanha-da-amazônia, relevante produto da sociobiodiversidade amazônica. A proposta conta com a participação de diferentes comunidades beneficiárias (extrativistas,ribeirinhos, indígenas), que juntamente com a equipe técnica formam um arranjo complexo decooperação em torno de diferentes gargalos tecnológicos. Inclui ações visando o desenvolvimento de soluções inovadoras para a coleta e o transporte da castanha na floresta e o desenvolvimento de um aplicativo, para ser utilizado como uma ferramenta de ciência-cidadã, que permita ao produtor fazer uma melhor gestão da sua produção e que contribua para fomentar a rastreabilidade da castanha, além de testes para validação de equipamento que permita qualificar a castanha rapidamente com rastreabilidade associada. Como ações de pesquisa e desenvolvimento a proposta prevê: qualificar, tipificar e estabelecer critérios de classificação da castanha-da-amazônia; validar e disseminar o processo agropecuário conhecido como "castanha na roça", com ampliação da base produtiva e renovação dos castanhais; pesquisas sobre a expansão de castanhais com vista a quantificar o sequestro de carbono em uma perspectiva de pagamento por serviços ambientais e pesquisas sobre estoque e tempo de residência do carbono em castanhais nativos, com vistas ao mercado de carbono. São previstas ações de capacitação das comunidades em boas práticas de coleta e de pós-colheita e em produção de mudas seminíferas e enxertadas, plantio e pós-plantio de castanheira em sistemas consorciados.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Patricia da Costa - Coordenador / Marcelino Carneiro Guedes - Integrante / Alcides Galvão dos Santos - Integrante / CASSIA ANGELA PEDROZO - Integrante / CAROLINA VOLKMER DE CASTILHO - Integrante / KATIA EMIDIO DA SILVA - Integrante / RAIMUNDO COSME DE OLIVEIRA JUNIOR - Integrante / DULCIVANIA GOMES DE FREITAS - Integrante / MARIA FERNANDA BERLINGIERI DURIGAN - Integrante / LUCIA HELENA DE OLIVEIRA WADT - Integrante / Lucimara Aparecida Forato - Integrante / Lucieta Guerreiro Martorano - Integrante / LUCIANA SPINELLI DE ARAUJO - Integrante / WALTER PAIXAO DE SOUSA - Integrante / Fernando Barreto Diógenes de Queiroz - Integrante / José de Anchieta Moreira da Costa - Integrante / Luiz Eduardo Vicente - Integrante / Claudia Vaz Crecci - Integrante / Elisana Sales Ribeiro - Integrante / Guilherme Vieira Faria - Integrante / Aline Furtado Simões Barbosa - Integrante / Paulo Humberto Marcante - Integrante / Aldenir Silva Oliveira - Integrante / Hebson Carvalho do Nascimento - Integrante / Rodrigo Fernandes Castanha - Integrante / Rubens Bernardes Filho - Integrante / Luiz Alberto Colnago - Integrante., Financiador(es): Financiadora de Estudos e Projetos - Auxílio financeiro.

  • 2021 - Atual

    Conservain - Conservação in situ/on farm de recursos genéticos vegetais e interação com a conservação ex situ, Descrição: A conservação in situ/on farm permite que os recursos genéticos continuem seus processos evolutivos e ecológicos, adaptando-se às mudanças ambientais constantes, incluindo as alterações climáticas. O Brasil firmou compromissos internacionais relacionados à conservação in situ/on farm dos seus recursos genéticos, e este projeto entregará resultados diretamente relacionados a esses compromissos. No Brasil, muitas iniciativas/instituições estão atuando no tema, inclusive a Embrapa. No entanto, essas iniciativas estão de forma geral desconectadas entre si, sem informação respectiva organizada e disponível para a sociedade. Faltam, ainda, metodologias sistematizadas para essas formas de conservação e para seu monitoramento. Uma maior conexão entre a Embrapa e essas iniciativas externas e locais, e uma maior atuação na formulação e apoio a políticas públicas, no nível nacional e local, constituem-se em grande oportunidade para que a Empresa aprimore sua imagem institucional perante a sociedade. Esse projeto tem o objetivo de sistematizar e disponibilizar a informação sobre ações de conservação in situ/on farm de recursos genéticos vegetais realizadas no Brasil, desenvolver metodologias apropriadas e ampliar a integração com a conservação ex situ de recursos genéticos vegetais. Para lograr esse objetivo ousado, contaremos com um grande número de instituições externas como colaboradoras formais. Realizaremos uma gestão ativa e com muita comunicação interna usando ferramentas virtuais, para que a troca de experiências entre as equipes gere sinergia e maior eficiência/eficácia na obtenção dos resultados. Na SI 1, realizaremos a sistematização e documentação de ações e informações relacionadas à conservação in situ/on farm de recursos genéticos vegetais no Brasil, geraremos banco de dados e auxiliaremos no desenho de um novo módulo do Sistema de informações de recursos genéticos da Embrapa voltado à conservação in situ, o Alelo-in-situ, o qual estará disponível para consulta pública e uso por comunidades/instituições que realizam essa forma de conservação. As SIs 2, 4 e 5 estão relacionadas, respectivamente, ao desenvolvimento de metodologias para a conservação de recursos genéticos feita pelos agricultores para culturas conservadas a campo, na forma de sementes e em comunidades indígenas, sendo que na SI 4 entregaremos também um procedimento informatizado para auxiliar no acompanhamento do germoplasma que foi repassado dos Bancos da Embrapa para a conservação local. Na SI 3, o foco será o desenvolvimento de metodologia para a avaliação e mitigação de impactos ambientais sobre os recursos genéticos vegetais nativos em ecossistemas naturais, bem como o monitoramento e identificação de áreas prioritárias para a conservação in situ. Em todas as SIs, entregaremos resultados de apoio à formulação e execução de políticas públicas, de capacitação de agentes multiplicadores e arranjos institucionais. Além disso, na SI 1 será entregue um estudo prospectivo. Espera-se que esse projeto viabilize uma maior integração do estruturado sistema de conservação ex situ da Embrapa com a conservação in situ/on farm realizada no Brasil. Essa integração deverá resultar em aprimoramento da conservação dos recursos genéticos vegetais e, principalmente, na ampliação do uso destes recursos pela sociedade. Esse projeto dá continuidade ao projeto SEG n.11.15.02.002.15.00, o qual foi conduzido entre 2016 e o primeiro bimestre de 2021.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Patricia da Costa - Integrante / ANA MARGARIDA CASTRO EULER - Integrante / CAROLINA VOLKMER DE CASTILHO - Integrante / EULALIA SOLER SOBREIRA HOOGERHEIDE - Integrante / ANDERSON CASSIO SEVILHA - Integrante / DULCE ALVES DA SILVA - Integrante / EBERSON DIEDRICH EICHOLZ - Integrante / FABIO OLIVEIRA FREITAS - Integrante / FLAVIA FRANCA TEIXEIRA - Integrante / GILBERTO ANTONIO P BEVILAQUA - Integrante / IRAJA FERREIRA ANTUNES - Integrante / LUCIA VIEIRA HOFFMANN - Integrante / MARCELO BRILHANTE DE MEDEIROS - Integrante / PAULO HIDEO NAKANO RANGEL - Integrante / ROSA LIA BARBIERI - Integrante / TEREZINHA APARECIDA BORGES DIAS - Integrante / Patrícia Goulart Bustamante - Integrante / MARILIA LOBO BURLE - Coordenador / SAMUEL REZENDE PAIVA - Integrante / ALUANA GONCALVES DE ABREU - Integrante / MARIA ALDETE JUSTINIANO DA FONSECA - Integrante / SEMIRAMIS RABELO RAMALHO RAMOS - Integrante / JOSUE FRANCISCO DA SILVA JUNIOR - Integrante / ENIO EGON SOSINSKI JUNIOR - Integrante / ROSEMARY VILACA - Integrante / EUGENIO CELSO EMERITO ARAUJO - Integrante / ANA VERUSKA CRUZ DA SILVA MUNIZ - Integrante / NUNO RODRIGO MADEIRA - Integrante / APARECIDA DAS GRACAS C DE SOUZA - Integrante / EDSON BARCELOS DA SILVA - Integrante / AMAURY DA SILVA DOS SANTOS - Integrante / MOACIR HAVERROTH - Integrante., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Auxílio financeiro.

  • 2020 - Atual

    Monitoramento de longo prazo (2006-2024) de serviços ecossistêmicos prestados por castanhais nativos em Roraima frente à diferentes impactos (eventos climáticos extremos, construção de barragens)., Descrição: Este objetivo é parte integrante do projeto PELD-FORR: "Florestas de Roraima: Monitoramento integrado da biodiversidade e processos ecossistêmicos: efeito de determinantes ambientais em diferentes escalas espaciais e temporais no extremo norte da Amazônia - Fase II", coordenada pelo Prof. Dr. Marcos José Salgado Vital, e prevê quantificar e monitorar alguns dos serviços ecossistêmicos prestados por castanhais em Roraima. A atividade será conduzida em cinco parcelas permanentes instaladas em área de ocorrência natural de castanheira-da-amazônia em Roraima, com forma de gerar dados sobre: provisão de alimentos; arquitetura hidráulica; biomassa e estoque de C fixado no lenho, permitindo avaliar o efeito de mudanças climáticas sazonais e outras mudanças de origem antrópica (construção de barragens) sobre a prestação destes serviços.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Patricia da Costa - Coordenador / Reinaldo Imbrózio Barbosa - Integrante / CAROLINA VOLKMER DE CASTILHO - Integrante / Marcos José Salgado Vital - Integrante / Ricardo Perdiz - Integrante / Renata Cristina Bovi - Integrante / Mario Tommasiello Filho - Integrante / Cláudia Fontana - Integrante / Nathan de Oliveira Barreto - Integrante / Gabriel de Assis Pereira - Integrante / Bruna Hornink - Integrante / Tomaz Longhi-Santos - Integrante / Arthur Camurça Citó - Integrante / PEDRO AURÉLIO COSTA LIMA PEQUENO - Integrante / Flavia Abreu Paiva Pinheiro - Integrante / Marcus Vinicius Stenico da Silva - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

  • 2019 - 2023

    MFE_Amazon:, Descrição: O futuro da Amazônia é um tema que desperta o interesse da sociedade brasileira e internacional, afinal, esse maciço de florestas de dimensão continental tem impacto sobre os regimes hidrológicos e climatológicos do planeta, e representa a vocação natural da região. Desta forma, está posto o desafio de desenvolver e ofertar tecnologias para transformar essa oportunidade em realidade para os seus habitantes. Produzir a partir dos recursos naturais existentes é a melhor forma de conservar e permitir que todos se beneficiem com os serviços ambientais. E isso deve focar uma estratégia de inclusão produtiva com a promoção de tecnologias sociais e/ou de base científica, capazes de resolver problemas essenciais de forma simples, respeitando o sistema de organização dos povos e comunidades tradicionais, seus territórios, valorizando os recursos naturais locais, suas práticas e saberes. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, atua na região amazônica há quase quatro décadas, sendo responsável pela geração de conhecimento, tecnologias e inovações que têm sido fundamentais para a inclusão socioprodutiva regional. Trata-se da única instituição de pesquisa com presença em todos os nove estados da Amazônia Legal, com uma ampla rede de parceiros locais, nacionais e internacionais, e cujo foco de pesquisa é finalístico, voltado para o desenvolvimento local sustentável. Entre os sistemas produtivos florestais mais estudados podemos citar a castanha-do-brasil (Bertholletia excelsa) e o açaí (Euterpe oleracea), com mais de 1800 referências bibliográficas cadastradas na Base de Dados da Pesquisa Agropecuária (BDPA, 2017), entre livros, dissertações e teses, artigos indexados, publicações técnicas e outros. Se considerarmos todas as espécies contempladas neste projeto (andiroba-Carapa guianensis, copaíba- Copaifera langsdorffii, e pracaxi -Pentaclethra macroloba, camu-camu -Myrciaria dubia, cupuaçu -Theobroma grandiflorum e cacau -Theobroma cacao, bacuri - Planonia insignis), babaçu - Orbignya phalerata, pau mulato - Calycophyllum spruceanum), buriti -Mauritia flexuosa), são mais de 4000 referências, que dão um indicador do quanto a Embrapa tem a oferecer em termos de conhecimento gerado. O desafio e objetivo maior deste projeto é promover a troca entre o conhecimento científico sobre manejo florestal e o conhecimento local sobre extrativismo para a conservação da biodiversidade, a geração de renda e qualidade de vida para as populações locais e o desenvolvimento de territórios rurais na Amazônia. Por meio da disponibilização desse amplo acervo de conhecimento e experiência institucional. Para superar as barreiras que limitam o acesso a essas informações e tecnologias, seja pela carência de infraestrutura da região, seja pelo grande déficit educacional encontrado na zona rural, a estratégia de implementação do projeto foca o trabalho em Unidades de Referência Tecnológica a serem instaladas com os produtores nas áreas indicadas por eles. A proposta é trabalharmos com comunidades referência nos diferentes territórios de atuação do projeto, e que estas tecnologias possam ser disseminadas para outras comunidades da região através de treinamentos e dias de campo. O trabalho será realizado em parceria com os órgãos de extensão rural estatal, organizações não governamentais e outros parceiros que atuam nos territórios abrangidos pelo projeto. Esperamos que no período de 22 meses possamos consolidar referências de modelos de produção sustentável para os principais produtos da sociobiodiversidade nos diferentes estados.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Patricia da Costa - Integrante / Marcelino Carneiro Guedes - Integrante / Luis Claudio De Oliveira - Integrante / Alcides Galvão dos Santos - Integrante / TERESINHA COSTA S DE ALBUQUERQUE - Integrante / ANA CLAUDIA LIRA GUEDES - Integrante / ANA MARGARIDA CASTRO EULER - Integrante / KATIA EMIDIO DA SILVA - Integrante / MARIA FERNANDA BERLINGIERI DURIGAN - Integrante / VANIA BEATRIZ VASCONCELOS OLIVEIRA - Integrante / FABIO SIAN MARTINS - Integrante / Lúcia Helena de Oliveira Wadt - Integrante / EUGENIO CELSO EMERITO ARAUJO - Integrante / EDSON BARCELOS DA SILVA - Integrante / SILVIA DE CARVALHO CAMPOS BOTELHO - Coordenador / VERA MARIA GOUVEIA - Integrante / LUCIANA SPINELLI DE ARAUJO - Integrante / DANIEL DE ALMEIDA PAPA - Integrante / WALTER PAIXAO DE SOUSA - Integrante / JOSE MARIO FERRO FRAZAO - Integrante / MARIA DAS GRACAS RODRIGUES FERREIRA - Integrante / JOAO LUIZ PALMA MENEGUCI - Integrante / VALERIA SALDANHA BEZERRA - Integrante / CARLOS CESAR PEREIRA NOGUEIRA - Integrante / CLEISA BRASIL DA CUNHA CARTAXO - Integrante / DORILA SILVA DE OLIVEIRA M GONZAGA - Integrante., Financiador(es): BNDES - Fundo Amazônia - Cooperação.

  • 2019 - 2023

    +Sementes: Fortalecimento da cadeia produtiva de sementes e mudas na Amazônia, Descrição: A despeito da obrigatoriedade de preservação de parte da vegetação nativa em propriedades rurais existir, legalmente, desde 1934, quando foi instituído o Código Florestal Brasileiro, atualmente, a maior parte das propriedades rurais apresenta déficit de vegetação nativa. Nos últimos anos, principalmente após a última reformulação do Código Florestal, em 2012, tem sido suscitado o reflorestamento nas propriedades rurais, mais especificamente, das áreas de preservação permanente (APP), de uso restrito (AUR) e reserva legal (RL). Os principais objetivos são a conservação da biodiversidade, do solo e da água, a sustentabilidade da produção agropecuária e a mitigação das mudanças climáticas. O passivo ambiental estimado compreendido pelo déficit de vegetação nativa nas propriedades rurais (APP, AUR e RL) é considerável: 159.506.955 ha. Somente na região Norte, são 90.967.459 ha. Não obstante a recomposição poder ser realizada pela condução da regeneração natural, o plantio de mudas e a semeadura direta são altamente recomendados para se acelerar o processo de recomposição, principalmente nas regiões com poucos remanescentes de vegetação nativa. Em sua maior parte, a recomposição das áreas protegidas deve ser feita com espécies arbustivo-arbóreas e arbóreas nativas, num prazo de 20 anos. Em levantamento recente realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), em 2015, verificou-se existirem 1.246 viveiros potenciais produtores de mudas de espécies nativas, sendo que quase um terço encontra-se em São Paulo. O Pará é o estado da Região Amazônica com o maior número de viveiros (110), por outro lado, não foram encontrados viveiros no Acre e no Maranhão. Menos da metade dos viveiros possuía RENASEM (Registro Nacional de Sementes e Mudas). A capacidade estimada de produção foi superior a 239 toneladas de sementes e a 142 milhões de mudas por ano, ou seja, cerca de 0,15 da necessidade para se recuperar o passivo estimado. Os principais problemas encontrados nos viveiros foram a deficiência de mão de obra especializada, a dificuldade de comercialização e a disponibilidade de sementes. A presente proposta trabalhará com esses três problemas, buscando fornecer subsídios para o fortalecimento da cadeia produtiva de sementes e mudas de espécies nativas da Amazônia. O projeto SEMENTFORT está estruturado em cinco planos de ação (PAs): PA1 Gerencial; PA2 - Identificação e caracterização de ACSs e viveiros para a produção de sementes e mudas; PA3 - Construção e socialização do conhecimento sobre produção de sementes e mudas na Amazônia; PA4 - Sistemas de informação para o fortalecimento da cadeia de produção de sementes e mudas; e PA5 - Eventos de transferência de tecnologia para a produção sustentável de sementes e mudas na Amazônia. A espacialização e caracterização de viveiros e matrizes auxiliará na elaboração da logística de sementes e mudas, conectando produtores a consumidores, além de permitir a identificação das espécies com maior problema de oferta. Será estimulada, também, a regularização dos viveiros, para reduzir problemas de comercialização. A plataforma WebGIS a ser desenvolvida permitirá maior difusão do conhecimento. A possibilidade de alimentá-la por meio de aplicativo móvel colaborativo facilitará sua atualização, evitando que se torne obsoleta. Os treinamentos e capacitações propostos envolverão as diversas etapas da produção de sementes e mudas, como a marcação de matrizes, escalada em árvores, formação de parabotânicos e técnicas de viveiro. Nos cursos será utilizado material didático já existente na Embrapa e outros que serão elaborados na etapa de sistematização do conhecimento, buscando-se compilar informações básicas e técnicas sobre diversas espécies florestais nativas. Adicionalmente, a sistematização do conhecimento permitirá identificar lacunas do conhecimento, subsidiando novos estudos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Patricia da Costa - Coordenador / Paulo Emílio Kaminski - Integrante / Luis Claudio De Oliveira - Integrante / Alcides Galvão dos Santos - Integrante / CASSIA ANGELA PEDROZO - Integrante / SILAS GARCIA AQUINO DE SOUSA - Integrante / ANA MARGARIDA CASTRO EULER - Integrante / CAROLINA VOLKMER DE CASTILHO - Integrante / ROBERVAL MONTEIRO BEZERRA DE LIMA - Integrante / Elisa Vieira Wandelli - Integrante / VERA MARIA GOUVEIA - Integrante / Bruno Scarazatti - Integrante / Carlos Cesar Ronquim - Integrante / Celina Maki Takemura - Integrante / CRISTIAINI KANO - Integrante / DAVI DE OLIVEIRA CUSTODIO - Integrante / DENIS CESAR CARARO - Integrante / ELIAS MELO DE MIRANDA - Integrante / ELIO LOVISI FILHO - Integrante / ELIZABETH SANTOS CORDEIRO SHIMIZU - Integrante / FERNANDO ANTONIO DE PADUA PAIM - Integrante / JAUDETE DALTIO - Integrante / PEDRO GERHARD - Integrante / IVAN ANDRE ALVAREZ - Integrante / NOEMI VIANNA MARTINS LEAO - Integrante., Financiador(es): Fundo Amazônia - Auxílio financeiro.

  • 2017 - 2021

    Kamukaia III - Valorização dos produtos florestais não madeireiros na Amazônia, Descrição: O manejo e transformação de produtos florestais não madeireiros (PFNMs) são elos importantes para o fortalecimento das cadeias de valor desses produtos, essenciais para a conservação dos ecossistemas e desenvolvimento econômico da Amazônia. A diversidade de espécies e ampla área geográfica de ocorrência, em diferentes realidades econômicas, sociais e culturais, faz com que ainda seja necessária a agregação de conhecimento às diversas práticas tradicionais extrativistas existente nas distintas Amazônias. O objetivo geral da proposta é promover o uso múltiplo de produtos da sociobiodiversidade pelas comunidades agroextrativistas e o fortalecimento da economia dos PFNMs na Amazônia. É preciso definir índices técnicos, conhecer os estoques e validar junto com as comunidades, práticas de manejo, transformação e diversificação dos produtos das espécies com mercado e uso consolidado (andiroba, copaíba, cipó-titica), para agregação de valor e acesso a novos mercados. Também é preciso iniciar estudos com novas espécies potenciais (pracaxi e urucuri), buscando ampliar a cesta de produtos e diversificar os usos. Nas questões mercadológicas estão os principais gargalos que impedem o desenvolvimento das comunidades a partir dos PFNMs e a valorização do extrativismo. Apesar dos avanços já obtidos na elaboração de políticas públicas e com os estudos da rede Kamukaia, a falta de estruturação das cadeias de valor e dificuldades de organização das comunidades, ainda são fatores limitantes à geração de renda. Nesse momento, o maior desafio é validar e dar escala ao manejo junto com as comunidades, estruturando as cadeias de valor para implementação e fortalecimento das políticas da sociobiodiversidade e da economia florestal.As ações do projeto buscam o alinhamento com demandas do mercado e de políticas públicas, trazendo contribuições para aumentar a competitividade da economia e do manejo florestal. Se buscará construir com comunidades de referência em toda a Amazônia, estudantes e técnicos da extensão, capacidades para fomentar o uso sustentável dos PFNMs e a conservação da floresta, por meio de ações para promover sua valorização e a capacidade de gestão das comunidades. Os principais resultados e impactos esperados com a execução dessa proposta são: recomendações de manejo e diversificação do uso, viabilidade dos sistemas de produção; estimativas de estoques e potencial produtivo das espécies, disponibilização de informações da oferta e demanda atual e potencial dos PFNMs com uso consolidado, produtos com padrão de qualidade estabelecido, subsídios à política de preço mínimo da sociobiodiversidade, aumento da renda dos agroextrativistas, fortalecimento do capital social e geração de oportunidades para fixação dos jovens nas comunidades, caracterização dos agentes que participam da produção, comercialização e valorização dos PFNMs. Esse projeto também será essencial para fortalecer a imagem da Embrapa como empresa que investe na valorização dos produtos da biodiversidade na Amazônia.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Patricia da Costa - Integrante / Liane Marise Moreira Ferreira - Integrante / Marcelino Carneiro Guedes - Integrante / Antônio Cláudio Almeida de Carvalho - Integrante / ANA CLAUDIA LIRA GUEDES - Coordenador / ANA MARGARIDA CASTRO EULER - Integrante / CAROLINA VOLKMER DE CASTILHO - Integrante / KATIA EMIDIO DA SILVA - Integrante / ERNESTINO DE SOUZA GOMES GUARINO - Integrante / DULCIVANIA GOMES DE FREITAS - Integrante / FERNANDA LOPES DA FONSECA - Integrante / ANA CRISTINA FERREIRA SALIM - Integrante / LINA BUFALINO - Integrante / Jose Julio Toledo - Integrante / LAURA FIGUEIREDO ABREU - Integrante / MARIA FERNANDA BERLINGIERI DURIGAN - Integrante / ELIANE TIE OBA YOSHIOKA - Integrante / MARCOS TAVARES DIAS - Integrante / LEANDRO FERNANDES DAMASCENO - Integrante / LINDETI GÓES FERREIRA - Integrante / Eugenio Avila Pedrozo - Integrante / Janaina Barbosa Pedrosa Costa - Integrante / VANIA BEATRIZ VASCONCELOS OLIVEIRA - Integrante / TEREZINHA DE JESUS SOARES DOS SANTOS - Integrante / FRANCISCO NAZARE R DE ALMEIDA - Integrante / JORGE FEDERICO ORELLANA SEGOVIA - Integrante / MARCIO MUNIZ ALBANO BAYMA - Integrante / FABIO SIAN MARTINS - Integrante / Renata Cristina Bovi - Integrante / Tomaz Longhi Santos - Integrante., Financiador(es): Embrapa Amapa - Auxílio financeiro.

  • 2017 - Atual

    PELD-FORR: Florestas de Roraima - Monitoramento integrado da biodiversidade e processos ecossistêmicos: efeito de determinantes ambientais em diferentes escalas espaciais e temporais no extremo norte da Amazônia, Descrição: A proposta de criação de um novo sítio PELD em Roraima (Florestas de Roraima-FORR) surge com a missão de consolidar iniciativas dispersas de estudos ecológicos de longa duração realizados de forma desarticulada, desde 2006, por um grupo de pesquisadores que possui habilidades variadas, mas que busca o entendimento de padrões e processos em ecossistemas florestais do extremo norte da Amazônia. Embora investiguem diferentes grupos biológicos (aves, mamíferos, borboletas, árvores e microrganismos) e níveis de organização distintos (populações, comunidades, ecossistemas), compartilham o interesse pelo efeito de determinantes ambientais nas variações espaciais e temporais de seus grupos de interesse, utilizando abordagens taxonômicas, filogenéticas e funcionais. O grupo também é pioneiro, em Roraima, na implantação e condução de monitoramento ambiental integrado utilizando o protocolo RAPELD (Magnusson et al., 2005), por meio do Programa de Pesquisas em Biodiversidade (PPBio). Há uma década, o PPBio instalou uma rede de 60 parcelas permanentes em duas importantes unidades de conservação federais de Roraima (Parque Nacional do Viruá ? PNV, e na Estação Ecológica de Maracá ? EEM). Para Magnusson et al. (2013) o sucesso de um programa de monitoramento depende do reconhecimento claro do amplo contexto social dentro do qual o processo de monitoramento está situado e dos valores de conservação subjacentes. Estes mesmos autores, defendem o uso do RAPELD, adotado nos sítio PELD aqui proposto, como um modelo eficiente de monitoramento ambiental integrado. Diferente da maioria dos programas de monitoramento, que apresentam uma abrangência espacial insuficiente, as informações produzidas nos sítios RAPELD possuem a padronização espacial que é crucial para responder a maioria das questões levantadas pelos tomadores de decisão. A questão científica que integra os objetivos propostos para o sítio PELD FORR é o entendimento de como a biota e os processos ecossistêmicos respondem às variações de determinantes ambientais no tempo (escala intra-anual, anual e multianual) e no espaço (mesoescala espacial: 25 km2) em florestas do extremo norte da Amazônia. Para avaliar os efeitos na biota, selecionamos cinco grupos biológicos, que representam diferentes níveis tróficos: produtores primários (árvores), consumidores (borboletas, aves e mamíferos), e decompositores (microrganismos). Em termos de processos ecossistêmicos, foram selecionados diferentes componentes do ciclo de carbono, devido ao importante papel das florestas nos estoques e fluxos deste elemento para a atmosfera (Malhi & Grace, 2000). Assim, as variações espaciais nas condições de solo, topografia e drenagem serão relacionadas com as variações no carbono estocado na vegetação (variação espacial e temporal nos estoques de carbono na biomassa arbórea), carbono transportado entre a vegetação-água-solo e avaliações indiretas do carbono liberado pelo processo de decomposição foliar em diferentes escalas espaciais. Os determinantes ambientais escolhidos como preditores de mudanças na diversidade e processos ecossistêmicos são: textura e fertilidade do solo, topografia e profundidade do lençol freático, este último ainda pouco avaliado na escala da paisagem na Amazônia.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (4) Doutorado: (3) . , Integrantes: Patricia da Costa - Integrante / Paulo Emílio Kaminski - Integrante / Reinaldo Imbrózio Barbosa - Integrante / CAROLINA VOLKMER DE CASTILHO - Integrante / Marcos José Salgado Vital - Coordenador / Ricardo Perdiz - Integrante / Tania Pena Pimentel - Integrante / Lidiany Camila da Silva Carvalho - Integrante / Luciano N Naka - Integrante / Thiago Orsi Laranjeiras - Integrante / Alexandre Curcino - Integrante / Beatriz de Aquino Ribeiro - Integrante / Antonio Lisboa - Integrante / Renata Cristina Bovi - Integrante / Tomaz Longhi Santos - Integrante.

  • 2017 - Atual

    Monitoramento do uso de água por espécies selecionadas para definição de estratégias de resistência ou vulnerabilidade à seca, Descrição: Este objetivo faz parte do Projeto PELD-FORR: "Florestas de Roraima: Monitoramento integrado da biodiversidade e processos ecossistêmicos: efeito de determinantes ambientais em diferentes escalas espaciais e temporais no extremo norte da Amazônia - Fases I e II", coordenado pelo Prof. Dr. Marcos José Salgado Vital, da UFRR, e prevê descrever e analisar a arquitetura hidráulica de quatro diferentes espécies arbóreas ao longo de gradientes ambientais presentes nos sítios do PELD-FORR (áreas alagadas x não alagadas; solos arenosos x solos argilosos). Para tanto, será utilizada uma abordagem dendrocronológica, o que permitirá que se façam inferências sobre as respostas estruturais e ecofisiológicas das espécies florestais relacionadas ao uso da água ao longo do tempo e frente a eventos climáticos extremos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Patricia da Costa - Coordenador / Reinaldo Imbrózio Barbosa - Integrante / CAROLINA VOLKMER DE CASTILHO - Integrante / Marcos José Salgado Vital - Integrante / Ricardo Perdiz - Integrante / Renata Cristina Bovi - Integrante / Mario Tommasiello Filho - Integrante / Cláudia Fontana - Integrante / Nathan de Oliveira Barreto - Integrante / Gabriel de Assis Pereira - Integrante / Bruna Hornink - Integrante / Tomaz Longhi-Santos - Integrante / Arthur Camurça Citó - Integrante / PEDRO AURÉLIO COSTA LIMA PEQUENO - Integrante / Marcus Vinicius Stenico da Silva - Integrante.

  • 2016 - 2021

    Vertente Vegetal do Portfólio REGEN - PC15. Promoção da estratégia de conservação in situ como subsídios para a conservação ex situ, Descrição: Este projeto se concentra na promoção da conservação in situ como subsídio da conservação ex situ. A conservação in situ é fundamental para a manutenção da agrobiodiversidade, primeiramente porque é um tipo de conservação que garante a evolução de espécies ao longo do tempo, de acordo com condições ambientais e muitas vezes também atendendo a interesse de pequenos agricultores, povos e comunidades tradicionais que fazem sua seleção. Muitos recursos genéticos vegetais são de extrema importância para manutenção da tradição, segurança alimentar, resiliência do ecossistema e sustentabilidade ambiental. Entretanto, muitas sementes dos recursos genéticos vegetais não são facilmente conservadas ex situ, devido à características morfológicas e fisiológicas, tais como o tamanha e a intolerância à desidratação/congelamento. Para tais espécies, a conservação in situ não só garante a evolução da espécie de acordo com as mudanças ambientais, como também é fundamental por ser a única forma de conservação realizada em muitos casos. Portanto, a conservação in situ precisa ser conhecida, descrita e apoiada para a garantia da variabilidade dos recursos vegetais vegetais (número de espécies e variabilidade genética intraespecífica), bem como para a coleta de sementes de espécies de ciclo de vida longos que precisam ter seus acessos renovados na coleção ex situ (de longo prazo). O projeto prevê inventários de espécies agronômicas e nativas que se encontram em ecossistemas naturais, sob diversas mudanças ambientais. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Patricia da Costa - Integrante / TATIANA DEANE DE ABREU SA - Integrante / VANIA CRISTINA RENNO AZEVEDO - Coordenador / ANDERSON CASSIO SEVILHA - Integrante / BRUNO MACHADO TELES WALTER - Integrante / DALVA MARIA DA MOTA - Integrante / DULCE ALVES DA SILVA - Integrante / EBERSON DIEDRICH EICHOLZ - Integrante / ELENA CHARLOTTE LANDAU - Integrante / ERNESTINO DE SOUZA GOMES GUARINO - Integrante / FABIO OLIVEIRA FREITAS - Integrante / FERNANDO SOUZA ROCHA - Integrante / FLAVIA FRANCA TEIXEIRA - Integrante / GILBERTO ANTONIO P BEVILAQUA - Integrante / IRAJA FERREIRA ANTUNES - Integrante / JAISON PEREIRA DE OLIVEIRA - Integrante / JOSE HEITOR VASCONCELLOS - Integrante / LUCIA VIEIRA HOFFMANN - Integrante / MARCELO BRILHANTE DE MEDEIROS - Integrante / PAULO HIDEO NAKANO RANGEL - Integrante / ROSA LIA BARBIERI - Integrante / TEREZINHA APARECIDA BORGES DIAS - Integrante., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Auxílio financeiro.

  • 2016 - 2019

    Laboratórios Socionaturais Vivos e os Conhecimentos Tradicionais na Amazônia e na América Latina, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Maxim Paolo Repetto Carreno em 14/03/2017., Descrição: Este projeto, iniciado em outubro de 2016, busca desenvolver estudos interdisciplinares sobre conhecimentos tradicionais de populações indígenas e tradicionais, na amazônia e na América latina, a partir da explicitação da relação e integração estabelecida entre sociedade e natureza, do estudo do calendário socionatural e da análise das atividades sociais desenvolvidas pelas comunidades tradicionais, para dessa forma construir propostas educativas interculturais e de manejo sustentável do mundo. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (30) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Patricia da Costa - Integrante / MAXIM PAOLO REPETTO CARRENO - Coordenador / MARIA BARBARA DE MAGALHAES BETHONICO - Integrante / Maria Bertely - Integrante / Kristiane Araújo - Integrante / Stefano Sartorello - Integrante.

  • 2016 - Atual

    EcogenCast: Ecologia e genética da castanheira (Bertholletia excelsa Bonpl.) como subsídio à conservação e uso sustentável da espécie, Descrição: A castanheira-do-brasil (Bertholletia excelsa Bonpl.) é uma espécie arbórea que ocorre em diferentes tipos de solo ao longo da bacia Amazônica, estando sujeita a um amplo gradiente de pluviosidade e sazonalidade. Suas sementes são muito valorizadas nos mercados alimentício e cosmético, e apesar da coleta de castanha-do-brasil ser considerada uma atividade importante do ponto de vista social e ecológico, os impactos demográficos da coleta na dinâmica populacional e a caracterização da diversidade genética ao longo de sua área de distribuição natural ainda não foram devidamente estudados. Neste sentido, o projeto EcogenCast irá desenvolver estudos sobre a tipologia social de uso dos castanhais nativos; caracterização espacial da diversidade genética da espécie, visando estratégias de conservação; a dinâmica populacional e de produção; e irá modelar cenários futuros considerando as mudanças climáticas. Os resultados serão tratados de forma a se ter uma abordagem que integre os diferentes ambientes (variação espacial), as variações temporais (inter e intra-anuais) e as tipologias de coleta ao longo de toda área de ocorrência da espécie na Amazônia brasileira, para gerar modelos preditivos capazes de garantir a sustentabilidade da atividade. Pretende-se aprofundar e ampliar a pesquisa básica sobre ecologia e genética da castanheira-do-brasil considerando uma visão de paisagem ao longo de toda a Bacia Amazônica, com o objetivo final de definir estratégias que garantam a sustentabilidade ecológica do extrativismo de suas castanhas e a conservação da espécie no longo prazo. Espera-se como principais resultados: (1) gerar modelos preditivos de produção de frutos e castanhas, considerando as diferentes tipologias de coleta da espécie; (2) modelar a ocorrência e dinâmica de populações naturais da espécie, indicando possíveis efeitos do extrativismo; (3) definir áreas prioritárias para conservação genética da castanheira-do-brasil, bem como recomendar áreas de coleta de material genético e (4) modelar os impactos de mudanças climáticas globais sobre a manutenção de castanhais nativos em longo prazo. Formado a partir de uma rede complexa de inter-relações, com diferentes níveis de integração entre comunidades, equipes e instituições na condução das atividades por PA e por Estado, o projeto conta com a participação de pesquisadores de sete Unidades (UD) da Embrapa na Amazônia: Acre (Rio Branco, AC), Agrossilvipastoril (Sinop, MT), Amapá (Macapá, AP), Amazônia Ocidental (Manaus, AM), Amazônia Oriental (Belém, PA), Rondônia (Porto Velho, RO) e Roraima (Boa Vista, RR); de pesquisadores de outras UD da Embrapa, como: Recursos Genéticos e Biotecnologia (Brasília, DF) e Florestas (Colombo, PR) ; e de professores e pesquisadores de instituições nacionais e internacionais, como: Universidade Federal de São Carlos (UFSCar); Universidade Federal de Roraima (UFRR); Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA); Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz - Universidade Estadual de São Paulo (ESALQ-USP); Universidade Federal de Viçosa (UFV); Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), University of California, Los Angeles (UCLA); University of Maryland; Instituto Argentino de Nivología, Glaciología y Ciencias Ambientales (IANIGLA); Instituto Socioambiental (ISA), Fundação Nacional do Índio (FUNAI) e BioversityInternational. O projeto conta ainda com a colaboração de proprietários rurais, colonos/assentados da reforma agrária e outras comunidades, onde estão instaladas as parcelas permanentes.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Patricia da Costa - Coordenador / Lúcia Helena de Oliveira Wadt - Integrante / Paulo Emílio Kaminski - Integrante / Helio Tonini - Integrante / Marcelino Carneiro Guedes - Integrante / KARINE DIAS BATISTA - Integrante / MAXIM PAOLO REPETTO CARRENO - Integrante / LOURENCO DE SOUZA CRUZ - Integrante / AISY BOTEGA BALDONI TARDIN - Integrante / ANA CLAUDIA LIRA GUEDES - Integrante / ANA MARGARIDA CASTRO EULER - Integrante / CAROLINA VOLKMER DE CASTILHO - Integrante / CIRO AUGUSTO DE SOUZA MAGALHAES - Integrante / CLARICE MONTEIRO ROCHA - Integrante / EULALIA SOLER SOBREIRA HOOGERHEIDE - Integrante / EVERT THOMAS - Integrante / FIDEL ALEJANDRO ROIG - Integrante / Francisca Dionizia de Almeida Matos - Integrante / GILVAN COIMBRA MARTINS - Integrante / KATIA EMIDIO DA SILVA - Integrante / Karina Martins - Integrante / LINDOMAR DE JESUS DE SOUSA SILVA - Integrante / MARIA BARBARA DE MAGALHAES BETHONICO - Integrante / NAGIB JORGE MELEM JUNIOR - Integrante / PAUL GUGGER - Integrante / RAIMUNDO COSME DE OLIVEIRA JUNIOR - Integrante / ROBERVAL MONTEIRO BEZERRA DE LIMA - Integrante / Ricardo Scoles - Integrante / TATIANA DE CAMPOS - Integrante / VANIA CRISTINA RENNO AZEVEDO - Integrante / VICTORIA L SORK - Integrante / FABIO SIAN MARTINS - Integrante / Renata Cristina Bovi - Integrante / Tomaz Longhi Santos - Integrante., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Auxílio financeiro.

  • 2008 - 2012

    Kamukaia II - Manejo Sustentável de Produtos Florestais Não-Madeireiros, na Amazônia - Fase II, Descrição: Produtos florestais não-madeireiros (PFNM) são considerados uma alternativa para o desenvolvimento conciliado com a conservação de florestas tropicais, por serem menos destrutivos, do ponto de vista ecológico, do que a exploração madeireira (Nepstad & Schwartzman, 1992;Panayotou et al., 1992; Myers, 1988). Esta visão, aliada a valoração da floresta onde se coloca o potencial de renda obtida pelo uso sustentável desses produtos (Peters et al., 1989) estimulou o mercado para PFNM refletindo na intensificação do interesse pelo manejo das florestas para produção de tais produtos (Arnold & Pérez, 2001). Diante disso, houve, na década de 90, uma explosão de estudos com diferentes focos e perspectivas disciplinares como mercado, antropologia e principalmente estudos biológicos voltados para o manejo sustentável de PFNM. Na maioria dos casos estuda-se o efeito da extração na dinâmica ou estrutura florestal (Uma Shankar et al., 1998; Sullivan et al., 1995) e alternativas para melhorar renda das famílias extrativistas (Ganesan, 1993;Wadt et al., 2002; Dove, 1993), sendo praticamente inexistente a indicação de práticas de manejo para aumentar produção e garantir o estoque dos recursos (Gautam & Watanabe, 2002). Muitas destas pesquisas estão focadas em estudos de caso, onde não há uma perspectiva generalizada e evolucionária, gerando ações de política e desenvolvimento em função de contextos isolados (Pérez, 1995). Nesta proposta pretende-se desenvolver estudos em rede, possibilitando gerar resultados gerais úteis para a implantação de planos de manejo e para a definição de políticas públicas para a Amazônia como um todo.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Patricia da Costa - Integrante / Lúcia Helena de Oliveira Wadt - Coordenador / Helio Tonini - Integrante., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Auxílio financeiro.

  • 2006 - 2008

    Subsídios para o Manejo de Produtos Florestais Não Madeireiros em Roraima, Descrição: Este projeto de pesquisa tem como objetivo geral aprofundar o conhecimento e as demandas de pesquisa para o uso sustentável da Amazônia; estudar a ecologia, a dinâmica e a produção da copaíba, andiroba e castanheira-do-brasil no Estado de Roraima, com a finalidade de subsidiar políticas públicas para a elaboração e aprovação de planos de manejo junto aos órgãos ambientais.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Patricia da Costa - Integrante / Lúcia Helena de Oliveira Wadt - Integrante / Paulo Emílio Kaminski - Integrante / Helio Tonini - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 14

  • 2005 - 2007

    Kamukaia I - Manejo Sustentável de Produtos Florestais Não Madeireiros, na Amazônia, Descrição: O interesse mundial pelos produtos florestais não-madeireiros (PFNM) tem crescido a cada ano, e considerando que a base produtiva para tais produtos está no extrativismo, torna-se necessário desenvolver técnicas de manejo florestal sustentado que possam ser úteis para a elaboração de políticas públicas além de gerar conhecimentos científicos aplicáveis pelos orgãos ambientais que emitem pareceres sobre os planos de manejo. Assim, o objetivo da presente proposta é estudar aspectos ecológicos relacionados à produção de PFNM potenciais e utilizá-los em técnicas de manejo sustentado, gerando resultados diretamente aplicáveis às políticas públicas, além de promover a formação de uma rede de pesquisas sobre PFNM, na Amazônia. Para isso serão feitos estudos de fenologia; dispersão, regeneração e diversidade genética das espécies exploradas; dinâmica populacional; implantados planos de manejo florestal em comunidades interessadas em explorar comerciamente as espécies (andiroba, castanheira, unha-de-gato, jarina, copaíba, cipó titica, murmuru); e realizados estudos de parcelas permanentes para obtenção de indicadores de sustentabilidade ecológica de fácil verificação e prontamente úteis para o replanejamento das atividades de manejo. Espera-se propor estratégias de manejo e uso dos recursos florestais não-madeireiros de maneira integrada, facilitando a proposição de políticas públicas para o desenvolvimento da Amazônia.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Patricia da Costa - Integrante / Moisés Mourão Júnior - Integrante / Osvaldo Ryohei Kato - Integrante / Lúcia Helena de Oliveira Wadt - Coordenador / Michelliny de Matos Bentes-Gama - Integrante / Liane Marise Moreira Ferreira - Integrante / Haron Abrahim Magalhães Xaud - Integrante / Christie Klimas - Integrante / Andréa Raposo - Integrante / Rocio Chacci Ruiz - Integrante / Ludmilla Maria Oliveira Saboya - Integrante / Patrícia Maria Drumond - Integrante / Paulo Guilherme Salvador Wadt - Integrante / Marcelino Carneiro Guedes - Integrante / José Francisco Pereira - Integrante / Jorge Frederico Orellana Segovia - Integrante / Gustavo Schwartz - Integrante / Milton Kanashiro - Integrante / Abadio Hermes Vieira - Integrante / Marilia Locatelli - Integrante / Onofra Cleuza Rigamonte - Integrante / Fabiano Cesarino - Integrante / Cláudia Regina da Silva - Integrante / Karen Ann Kainer - Integrante / Raimundo Francisco de Souza - Integrante / Jovino Netto - Integrante / Mariângela de Moraes Messias Souza - Integrante / Maristela Resende - Integrante / Antônio Cláudio Almeida de Carvalho - Integrante / Rivadalve Coelho Gonçalves - Integrante / Cleísa Brasil Cartaxo - Integrante / Dorila Silva O. Mata Gonzaga - Integrante / Márcio Munis Albano Garcia - Integrante / João Alencar de Souza - Integrante / Luis Claudio De Oliveira - Integrante / Danuza Magalhães de Lemos - Integrante / Maria das Graças - Integrante., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Auxílio financeiro / Universidade Federal do Acre - Bolsa / University of Florida - Bolsa / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Bolsa., Número de produções C, T & A: 2

  • 2005 - 2006

    Manejo de sistema agroflorestal em área de mata alterada em Roraima, Descrição: As atividades da Embrapa Roraima com sistemas agroflorestais (SAF) iniciaram-se em 1995, com a implantação do projeto de pesquisa direcionado ao estudo de um sistema agrosilvipastoril, abrangendo a combinação de culturas anuais, árvores e pasto, e outro com enfoque agrosilvicultural, integrando o cultivo de culturas anuais, frutíferas e madeiráveis. Os experimentos foram implantados em sistema de plantio direto, sem gradagem, com fertilização de alto (40 kg/ha de P205 + 50 kg/ha de FTE BR2 + 2 t/ha de calcário) e baixo insumo (sem utilização de corretivos e fertilizantes). No sistema agrosilvicultural, decorridos nove anos, o cupuaçu e a pupunha, representando as culturas economicamente ativas nesta fase de exploração, apresentaram produtividades médias de 0,810 kg/fruto e 6,41 kg/cacho respectivamente. A castanha do Brasil (Bertholetia excelsa), dentre os componentes arbóreos estudados, apresentou resultados que agregam a esta espécie, interessante potencial de valor econômico. Após a implantação dos sistemas, apenas a banana e culturas anuais no primeiro e segundo ano, receberam adubação de plantio e manutenção. Foram realizadas análises dos sistemas, visando introduzir práticas para dinamizar as interações entre os componentes e reestruturação dos mesmos. Foram identificadas as seguintes atividades, que poderão promover o dinamismo dos sistemas, sem entretanto, alterá-los de sua concepção inicial: manejo de adubação com aplicação de corretivos e fertilizantes; análise físico-química do solo, anual; introdução do cafeeiro para reaproveitamento do sombreamento proporcionado pelos elementos arbóreos; condução da pupunheira para produção de frutos e palmitos; introdução de leguminosa como cobertura do solo visando aumento da manutenção da umidade; análise de biomassa vegetal da parte aérea dos componentes dos sistemas e análise silvicultural das espécies madeiráveis [cupiúba (Goupia glabra) e castanheira (Bertholetia excelsa)].. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Patricia da Costa - Integrante / Dalton Roberto Schwengber - Integrante / Jane Maria Franco de Oliveira - Integrante / Liane Marise Moreira Ferreira - Coordenador / Paulo Emílio Kaminski - Integrante., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Auxílio financeiro.

  • 2004 - 2006

    REDE TIPITAMBA - Tecnologias para melhoria dos sistemas de produção da agricultura familiar com base no manejo de capoeiras na Amazônia, com ênfase em alternativas ao uso de fogo., Descrição: Na maior parte da Amazônia brasileira, a agricultura familiar pratica principalmente o sistema de derruba e queima. Esta prática vem sendo questionada, pelas perdas em nutrientes, emissões nocivas de gases à atmosfera, e riscos de incêndio que a prática da queima representa. Este tipo de agricultura mantém níveis de sustentabilidade que decrescem na medida em que se faz repetidas queimadas e o tempo de pousio reduz. Cientes da necessidade de buscar formas de garantir um manejo sustentável em diversas fases dos subsistemas que compõe a realidade da agricultura familiar, diversas iniciativas de produtores e de grupos de pesquisa vêm se voltando à busca de alternativas ao quadro atual, através de tecnologias que abordem a eliminação do uso do fogo no preparo de área e na melhoria da capoeira com o plantio de árvores de rápido crescimento, para aumentar a oferta de nutrientes em menor tempo. As técnicas de uso da cobertura do solo preconizadas com essa tecnologia influenciam favoravelmente as propriedades físicas, químicas e biológicas do solo. A adoção da tecnologia também permite usufruir dos serviços ambientais associados à presença da vegetação secundária em pousio (capoeira) que inclui melhoria no balanço de carbono, transporte de água para a atmosfera e proteção à lixiviação, pela presença de uma verdadeira rede de segurança representada pelas raízes. Considerando suas características, o sistema vem sendo denominado coletivamente de plantio direto na capoeira e tem sido avaliado experimentalmente no nordeste do Pará com cultivos anuais, cultivos semi-permanentes e pastagens. Assim, este projeto tem por objetivo geral propor alternativas tecnológica, econômica e ambientalmente sustentáveis com foco na eliminação do fogo e uso eficiente dos recursos naturais e insumos agrícolas, para o desenvolvimento dos sistemas de produção da agricultura familiar na Amazônia.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Patricia da Costa - Integrante / Maria do Socorro Andrade Kato - Coordenador / Osvaldo Ryohei Kato - Integrante / Carlos Eugênio Vitoriano Lopes - Integrante / Dalton Roberto Schwengber - Integrante / Jane Maria Franco de Oliveira - Integrante., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 16

  • 2003 - 2005

    Fauna do solo: um recurso a ser manejado em sistemas de plantio direto no Brasil?, Descrição: As ações de pesquisa estabelecidas e de desenvolvimento previstas neste projeto consideram que, ao se gerar conhecimento básico sobre a ecologia dos invertebrados do solo, com ênfase em alguns grupos-chave: minhocas (Oligochaeta), térmitas (Isoptera) e corós (Coleoptera), envolvendo estudos sobre como e onde vivem e que papel desempenham no solo em sistemas de plantio direto, será possível identificar grupos bioindicadores com funções específicas. As questões a serem abordadas são: Quais os sistemas de rotação que promovem maior diversidade da macrofauna do solo? Quais os fatores que determinam a dominância de certos grupos? Quais as principais fontes de alimentação dos detritívoros e predadores? Qual o papel dos diferentes grupos da macrofauna do solo na decomposição da palhada? Qual o grau de resposta dos grupos-chave ao impacto dos sistemas de plantio? Qual a influência da macrofauna do solo na obtenção dos índices de qualidade do solo (IQS)? Em que situações será possível definir as minhocas, ou corós ou cupins como bioindicadores? E associados a que processo? Até que ponto será possível manejar o sistema para otimizar as funções da macrofauna do solo? Até que ponto será possível habilitar os produtores a utilizarem os bioindicadores? Qual o relacionamento entre a qualidade do solo, a diversidade da fauna e a presença de alguns grupos funcionais de invertebrados?. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Patricia da Costa - Integrante / Maria Elizabeth Fernandes Correia - Integrante / Moisés Mourão Júnior - Integrante / Paulo Roberto Valle da Silva Pereira - Integrante / Adriana Maria de Aquino - Coordenador / Lenita Jacob Oliveira - Integrante / George Gardner Brown - Integrante / Guilherme Montandon Chaer - Integrante / Bruno José Rodrigues Alves - Integrante / Patrick Marie Lavelle - Integrante / Amarildo Pasini - Integrante / Klaus Dieter Sautter - Integrante / Henrique Pereira dos Santos - Integrante / Lourival Vilela - Integrante / Fábio Martins Mercante - Integrante / Rogério Ferreira da Silva - Integrante / José Guilherme Marinho Guerra - Integrante / Maria de Fátima Guimarães - Integrante / Renato Linhares de Assis - Integrante / Arison José Pereira - Integrante / Daniel Gianluppi - Integrante / Renato Roscoe - Integrante / Ladislau Martin Neto - Integrante / Débora Marcondes Bastos Pereira Milori - Integrante / Robert Michael Boddey - Integrante / Segundo Sacramento Urquiaga-Caballero - Integrante / Ricardo Trippia dos Guimarães Peixoto - Integrante., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 10

Projetos de desenvolvimento

  • 2006 - 2008

    Projeto Agroflorestar, Descrição: O aumento da degradação ambiental tem gerado preocupação tanto por parte da sociedade, quanto nas esferas político-administrativas. Neste sentido, observa-se a crescente incorporação de sanções mais restritivas no aspecto legal e nas preferências do mercado consumidor sobre as atividades de produção que causem alguma forma de degradação ambiental. Adicionalmente, esta tendência mundial tem implicações para o desenvolvimento do espaço rural e do agronegócio, uma vez que, nos últimos anos, a sociedade tem cobrado insistentemente que as atividades produtivas estejam integradas com a preservação e até com a recuperação dos recursos naturais. Historicamente, a estratégia adotada para o desenvolvimento da região amazônica tem se baseado na implementação de projetos de assentamento ou colonização, migrando agricultores de outras regiões do Brasil, principalmente do Nordeste, para a Amazônia. Estes agricultores adotam a agricultura itinerante de derruba e queima como prática comum, substituindo grandes extensões de floresta primária por fisionomias de florestas secundárias, capoeiras e pastagens. Buscar-se-á neste projeto chegar a um enfoque sistêmico sobre as unidades de produção, através da consolidação dos resultados de Diagnósticos Rurais Participativos com os resultados do zoneamento ambiental das unidades produtivas. Serão elaborados Planos de Utilização (PU) que contemplem uma visão de futuro a cerca das propriedades e sistemas produtivos. Desta forma, serão implementadas ações visando a reestruturação nos modelos experimentados, a instalação de novos desenhos de SAF e a recuperação de áreas alteradas de reserva legal e de preservação permanente. . , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Patricia da Costa - Integrante / Carlos Eugênio Vitoriano Lopes - Integrante / Liane Marise Moreira Ferreira - Coordenador., Financiador(es): Ministério do Meio Ambiente e da Amazonia Legal - Auxílio financeiro.

  • 2006 - 2008

    Projeto Agroflorestar, Descrição: O aumento da degradação ambiental tem gerado preocupação tanto por parte da sociedade, quanto nas esferas político-administrativas. Neste sentido, observa-se a crescente incorporação de sanções mais restritivas no aspecto legal e nas preferências do mercado consumidor sobre as atividades de produção que causem alguma forma de degradação ambiental. Adicionalmente, esta tendência mundial tem implicações para o desenvolvimento do espaço rural e do agronegócio, uma vez que, nos últimos anos, a sociedade tem cobrado insistentemente que as atividades produtivas estejam integradas com a preservação e até com a recuperação dos recursos naturais. Historicamente, a estratégia adotada para o desenvolvimento da região amazônica tem se baseado na implementação de projetos de assentamento ou colonização, migrando agricultores de outras regiões do Brasil, principalmente do Nordeste, para a Amazônia. Estes agricultores adotam a agricultura itinerante de derruba e queima como prática comum, substituindo grandes extensões de floresta primária por fisionomias de florestas secundárias, capoeiras e pastagens. Buscar-se-á neste projeto chegar a um enfoque sistêmico sobre as unidades de produção, através da consolidação dos resultados de Diagnósticos Rurais Participativos com os resultados do zoneamento ambiental das unidades produtivas. Serão elaborados Planos de Utilização (PU) que contemplem uma visão de futuro a cerca das propriedades e sistemas produtivos. Desta forma, serão implementadas ações visando a reestruturação nos modelos experimentados, a instalação de novos desenhos de SAF e a recuperação de áreas alteradas de reserva legal e de preservação permanente. . , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Patricia da Costa - Integrante / Carlos Eugênio Vitoriano Lopes - Integrante / Liane Marise Moreira Ferreira - Coordenador., Financiador(es): Ministério do Meio Ambiente e da Amazonia Legal - Auxílio financeiro.

  • 2006 - 2008

    Projeto Agroflorestar, Descrição: O aumento da degradação ambiental tem gerado preocupação tanto por parte da sociedade, quanto nas esferas político-administrativas. Neste sentido, observa-se a crescente incorporação de sanções mais restritivas no aspecto legal e nas preferências do mercado consumidor sobre as atividades de produção que causem alguma forma de degradação ambiental. Adicionalmente, esta tendência mundial tem implicações para o desenvolvimento do espaço rural e do agronegócio, uma vez que, nos últimos anos, a sociedade tem cobrado insistentemente que as atividades produtivas estejam integradas com a preservação e até com a recuperação dos recursos naturais. Historicamente, a estratégia adotada para o desenvolvimento da região amazônica tem se baseado na implementação de projetos de assentamento ou colonização, migrando agricultores de outras regiões do Brasil, principalmente do Nordeste, para a Amazônia. Estes agricultores adotam a agricultura itinerante de derruba e queima como prática comum, substituindo grandes extensões de floresta primária por fisionomias de florestas secundárias, capoeiras e pastagens. Buscar-se-á neste projeto chegar a um enfoque sistêmico sobre as unidades de produção, através da consolidação dos resultados de Diagnósticos Rurais Participativos com os resultados do zoneamento ambiental das unidades produtivas. Serão elaborados Planos de Utilização (PU) que contemplem uma visão de futuro a cerca das propriedades e sistemas produtivos. Desta forma, serão implementadas ações visando a reestruturação nos modelos experimentados, a instalação de novos desenhos de SAF e a recuperação de áreas alteradas de reserva legal e de preservação permanente. . , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Patricia da Costa - Integrante / Carlos Eugênio Vitoriano Lopes - Integrante / Liane Marise Moreira Ferreira - Coordenador., Financiador(es): Ministério do Meio Ambiente e da Amazonia Legal - Auxílio financeiro.

  • 2006 - 2008

    Projeto Agroflorestar, Descrição: O aumento da degradação ambiental tem gerado preocupação tanto por parte da sociedade, quanto nas esferas político-administrativas. Neste sentido, observa-se a crescente incorporação de sanções mais restritivas no aspecto legal e nas preferências do mercado consumidor sobre as atividades de produção que causem alguma forma de degradação ambiental. Adicionalmente, esta tendência mundial tem implicações para o desenvolvimento do espaço rural e do agronegócio, uma vez que, nos últimos anos, a sociedade tem cobrado insistentemente que as atividades produtivas estejam integradas com a preservação e até com a recuperação dos recursos naturais. Historicamente, a estratégia adotada para o desenvolvimento da região amazônica tem se baseado na implementação de projetos de assentamento ou colonização, migrando agricultores de outras regiões do Brasil, principalmente do Nordeste, para a Amazônia. Estes agricultores adotam a agricultura itinerante de derruba e queima como prática comum, substituindo grandes extensões de floresta primária por fisionomias de florestas secundárias, capoeiras e pastagens. Buscar-se-á neste projeto chegar a um enfoque sistêmico sobre as unidades de produção, através da consolidação dos resultados de Diagnósticos Rurais Participativos com os resultados do zoneamento ambiental das unidades produtivas. Serão elaborados Planos de Utilização (PU) que contemplem uma visão de futuro a cerca das propriedades e sistemas produtivos. Desta forma, serão implementadas ações visando a reestruturação nos modelos experimentados, a instalação de novos desenhos de SAF e a recuperação de áreas alteradas de reserva legal e de preservação permanente.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Patricia da Costa - Integrante / Carlos Eugênio Vitoriano Lopes - Integrante / Liane Marise Moreira Ferreira - Coordenador., Financiador(es): Ministério do Meio Ambiente e da Amazonia Legal - Auxílio financeiro.

  • 2006 - 2008

    Projeto Agroflorestar, Descrição: O aumento da degradação ambiental tem gerado preocupação tanto por parte da sociedade, quanto nas esferas político-administrativas. Neste sentido, observa-se a crescente incorporação de sanções mais restritivas no aspecto legal e nas preferências do mercado consumidor sobre as atividades de produção que causem alguma forma de degradação ambiental. Adicionalmente, esta tendência mundial tem implicações para o desenvolvimento do espaço rural e do agronegócio, uma vez que, nos últimos anos, a sociedade tem cobrado insistentemente que as atividades produtivas estejam integradas com a preservação e até com a recuperação dos recursos naturais. Historicamente, a estratégia adotada para o desenvolvimento da região amazônica tem se baseado na implementação de projetos de assentamento ou colonização, migrando agricultores de outras regiões do Brasil, principalmente do Nordeste, para a Amazônia. Estes agricultores adotam a agricultura itinerante de derruba e queima como prática comum, substituindo grandes extensões de floresta primária por fisionomias de florestas secundárias, capoeiras e pastagens. Buscar-se-á neste projeto chegar a um enfoque sistêmico sobre as unidades de produção, através da consolidação dos resultados de Diagnósticos Rurais Participativos com os resultados do zoneamento ambiental das unidades produtivas. Serão elaborados Planos de Utilização (PU) que contemplem uma visão de futuro a cerca das propriedades e sistemas produtivos. Desta forma, serão implementadas ações visando a reestruturação nos modelos experimentados, a instalação de novos desenhos de SAF e a recuperação de áreas alteradas de reserva legal e de preservação permanente.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Patricia da Costa - Integrante / Carlos Eugênio Vitoriano Lopes - Integrante / Liane Marise Moreira Ferreira - Coordenador., Financiador(es): Ministério do Meio Ambiente e da Amazonia Legal - Auxílio financeiro.

  • 2006 - 2008

    Projeto Agroflorestar, Descrição: O aumento da degradação ambiental tem gerado preocupação tanto por parte da sociedade, quanto nas esferas político-administrativas. Neste sentido, observa-se a crescente incorporação de sanções mais restritivas no aspecto legal e nas preferências do mercado consumidor sobre as atividades de produção que causem alguma forma de degradação ambiental. Adicionalmente, esta tendência mundial tem implicações para o desenvolvimento do espaço rural e do agronegócio, uma vez que, nos últimos anos, a sociedade tem cobrado insistentemente que as atividades produtivas estejam integradas com a preservação e até com a recuperação dos recursos naturais. Historicamente, a estratégia adotada para o desenvolvimento da região amazônica tem se baseado na implementação de projetos de assentamento ou colonização, migrando agricultores de outras regiões do Brasil, principalmente do Nordeste, para a Amazônia. Estes agricultores adotam a agricultura itinerante de derruba e queima como prática comum, substituindo grandes extensões de floresta primária por fisionomias de florestas secundárias, capoeiras e pastagens. Buscar-se-á neste projeto chegar a um enfoque sistêmico sobre as unidades de produção, através da consolidação dos resultados de Diagnósticos Rurais Participativos com os resultados do zoneamento ambiental das unidades produtivas. Serão elaborados Planos de Utilização (PU) que contemplem uma visão de futuro a cerca das propriedades e sistemas produtivos. Desta forma, serão implementadas ações visando a reestruturação nos modelos experimentados, a instalação de novos desenhos de SAF e a recuperação de áreas alteradas de reserva legal e de preservação permanente.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Patricia da Costa - Integrante / Carlos Eugênio Vitoriano Lopes - Integrante / Liane Marise Moreira Ferreira - Coordenador., Financiador(es): Ministério do Meio Ambiente e da Amazonia Legal - Auxílio financeiro.

  • 2006 - 2008

    Projeto Agroflorestar, Descrição: O aumento da degradação ambiental tem gerado preocupação tanto por parte da sociedade, quanto nas esferas político-administrativas. Neste sentido, observa-se a crescente incorporação de sanções mais restritivas no aspecto legal e nas preferências do mercado consumidor sobre as atividades de produção que causem alguma forma de degradação ambiental. Adicionalmente, esta tendência mundial tem implicações para o desenvolvimento do espaço rural e do agronegócio, uma vez que, nos últimos anos, a sociedade tem cobrado insistentemente que as atividades produtivas estejam integradas com a preservação e até com a recuperação dos recursos naturais. Historicamente, a estratégia adotada para o desenvolvimento da região amazônica tem se baseado na implementação de projetos de assentamento ou colonização, migrando agricultores de outras regiões do Brasil, principalmente do Nordeste, para a Amazônia. Estes agricultores adotam a agricultura itinerante de derruba e queima como prática comum, substituindo grandes extensões de floresta primária por fisionomias de florestas secundárias, capoeiras e pastagens. Buscar-se-á neste projeto chegar a um enfoque sistêmico sobre as unidades de produção, através da consolidação dos resultados de Diagnósticos Rurais Participativos com os resultados do zoneamento ambiental das unidades produtivas. Serão elaborados Planos de Utilização (PU) que contemplem uma visão de futuro a cerca das propriedades e sistemas produtivos. Desta forma, serão implementadas ações visando a reestruturação nos modelos experimentados, a instalação de novos desenhos de SAF e a recuperação de áreas alteradas de reserva legal e de preservação permanente.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Patricia da Costa - Integrante / Carlos Eugênio Vitoriano Lopes - Integrante / Liane Marise Moreira Ferreira - Coordenador., Financiador(es): Ministério do Meio Ambiente e da Amazonia Legal - Auxílio financeiro.

  • 2006 - 2008

    Projeto Agroflorestar, Descrição: O aumento da degradação ambiental tem gerado preocupação tanto por parte da sociedade, quanto nas esferas político-administrativas. Neste sentido, observa-se a crescente incorporação de sanções mais restritivas no aspecto legal e nas preferências do mercado consumidor sobre as atividades de produção que causem alguma forma de degradação ambiental. Adicionalmente, esta tendência mundial tem implicações para o desenvolvimento do espaço rural e do agronegócio, uma vez que, nos últimos anos, a sociedade tem cobrado insistentemente que as atividades produtivas estejam integradas com a preservação e até com a recuperação dos recursos naturais. Historicamente, a estratégia adotada para o desenvolvimento da região amazônica tem se baseado na implementação de projetos de assentamento ou colonização, migrando agricultores de outras regiões do Brasil, principalmente do Nordeste, para a Amazônia. Estes agricultores adotam a agricultura itinerante de derruba e queima como prática comum, substituindo grandes extensões de floresta primária por fisionomias de florestas secundárias, capoeiras e pastagens. Buscar-se-á neste projeto chegar a um enfoque sistêmico sobre as unidades de produção, através da consolidação dos resultados de Diagnósticos Rurais Participativos com os resultados do zoneamento ambiental das unidades produtivas. Serão elaborados Planos de Utilização (PU) que contemplem uma visão de futuro a cerca das propriedades e sistemas produtivos. Desta forma, serão implementadas ações visando a reestruturação nos modelos experimentados, a instalação de novos desenhos de SAF e a recuperação de áreas alteradas de reserva legal e de preservação permanente.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Patricia da Costa - Integrante / Carlos Eugênio Vitoriano Lopes - Integrante / Liane Marise Moreira Ferreira - Coordenador., Financiador(es): Ministério do Meio Ambiente e da Amazonia Legal - Auxílio financeiro.

  • 2006 - 2008

    Projeto Agroflorestar, Descrição: O aumento da degradação ambiental tem gerado preocupação tanto por parte da sociedade, quanto nas esferas político-administrativas. Neste sentido, observa-se a crescente incorporação de sanções mais restritivas no aspecto legal e nas preferências do mercado consumidor sobre as atividades de produção que causem alguma forma de degradação ambiental. Adicionalmente, esta tendência mundial tem implicações para o desenvolvimento do espaço rural e do agronegócio, uma vez que, nos últimos anos, a sociedade tem cobrado insistentemente que as atividades produtivas estejam integradas com a preservação e até com a recuperação dos recursos naturais. Historicamente, a estratégia adotada para o desenvolvimento da região amazônica tem se baseado na implementação de projetos de assentamento ou colonização, migrando agricultores de outras regiões do Brasil, principalmente do Nordeste, para a Amazônia. Estes agricultores adotam a agricultura itinerante de derruba e queima como prática comum, substituindo grandes extensões de floresta primária por fisionomias de florestas secundárias, capoeiras e pastagens. Buscar-se-á neste projeto chegar a um enfoque sistêmico sobre as unidades de produção, através da consolidação dos resultados de Diagnósticos Rurais Participativos com os resultados do zoneamento ambiental das unidades produtivas. Serão elaborados Planos de Utilização (PU) que contemplem uma visão de futuro a cerca das propriedades e sistemas produtivos. Desta forma, serão implementadas ações visando a reestruturação nos modelos experimentados, a instalação de novos desenhos de SAF e a recuperação de áreas alteradas de reserva legal e de preservação permanente.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Patricia da Costa - Integrante / Carlos Eugênio Vitoriano Lopes - Integrante / Liane Marise Moreira Ferreira - Coordenador., Financiador(es): Ministério do Meio Ambiente e da Amazonia Legal - Auxílio financeiro.

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    Projeto Agroflorestar, Descrição: O aumento da degradação ambiental tem gerado preocupação tanto por parte da sociedade, quanto nas esferas político-administrativas. Neste sentido, observa-se a crescente incorporação de sanções mais restritivas no aspecto legal e nas preferências do mercado consumidor sobre as atividades de produção que causem alguma forma de degradação ambiental. Adicionalmente, esta tendência mundial tem implicações para o desenvolvimento do espaço rural e do agronegócio, uma vez que, nos últimos anos, a sociedade tem cobrado insistentemente que as atividades produtivas estejam integradas com a preservação e até com a recuperação dos recursos naturais. Historicamente, a estratégia adotada para o desenvolvimento da região amazônica tem se baseado na implementação de projetos de assentamento ou colonização, migrando agricultores de outras regiões do Brasil, principalmente do Nordeste, para a Amazônia. Estes agricultores adotam a agricultura itinerante de derruba e queima como prática comum, substituindo grandes extensões de floresta primária por fisionomias de florestas secundárias, capoeiras e pastagens. Buscar-se-á neste projeto chegar a um enfoque sistêmico sobre as unidades de produção, através da consolidação dos resultados de Diagnósticos Rurais Participativos com os resultados do zoneamento ambiental das unidades produtivas. Serão elaborados Planos de Utilização (PU) que contemplem uma visão de futuro a cerca das propriedades e sistemas produtivos. Desta forma, serão implementadas ações visando a reestruturação nos modelos experimentados, a instalação de novos desenhos de SAF e a recuperação de áreas alteradas de reserva legal e de preservação permanente.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Patricia da Costa - Integrante / Carlos Eugênio Vitoriano Lopes - Integrante / Liane Marise Moreira Ferreira - Coordenador., Financiador(es): Ministério do Meio Ambiente e da Amazonia Legal - Auxílio financeiro.

  • 2006 - 2008

    Projeto Agroflorestar, Descrição: O aumento da degradação ambiental tem gerado preocupação tanto por parte da sociedade, quanto nas esferas político-administrativas. Neste sentido, observa-se a crescente incorporação de sanções mais restritivas no aspecto legal e nas preferências do mercado consumidor sobre as atividades de produção que causem alguma forma de degradação ambiental. Adicionalmente, esta tendência mundial tem implicações para o desenvolvimento do espaço rural e do agronegócio, uma vez que, nos últimos anos, a sociedade tem cobrado insistentemente que as atividades produtivas estejam integradas com a preservação e até com a recuperação dos recursos naturais. Historicamente, a estratégia adotada para o desenvolvimento da região amazônica tem se baseado na implementação de projetos de assentamento ou colonização, migrando agricultores de outras regiões do Brasil, principalmente do Nordeste, para a Amazônia. Estes agricultores adotam a agricultura itinerante de derruba e queima como prática comum, substituindo grandes extensões de floresta primária por fisionomias de florestas secundárias, capoeiras e pastagens. Buscar-se-á neste projeto chegar a um enfoque sistêmico sobre as unidades de produção, através da consolidação dos resultados de Diagnósticos Rurais Participativos com os resultados do zoneamento ambiental das unidades produtivas. Serão elaborados Planos de Utilização (PU) que contemplem uma visão de futuro a cerca das propriedades e sistemas produtivos. Desta forma, serão implementadas ações visando a reestruturação nos modelos experimentados, a instalação de novos desenhos de SAF e a recuperação de áreas alteradas de reserva legal e de preservação permanente.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Patricia da Costa - Integrante / Carlos Eugênio Vitoriano Lopes - Integrante / Liane Marise Moreira Ferreira - Coordenador., Financiador(es): Ministério do Meio Ambiente e da Amazonia Legal - Auxílio financeiro.

  • 2006 - 2008

    Projeto Agroflorestar, Descrição: O aumento da degradação ambiental tem gerado preocupação tanto por parte da sociedade, quanto nas esferas político-administrativas. Neste sentido, observa-se a crescente incorporação de sanções mais restritivas no aspecto legal e nas preferências do mercado consumidor sobre as atividades de produção que causem alguma forma de degradação ambiental. Adicionalmente, esta tendência mundial tem implicações para o desenvolvimento do espaço rural e do agronegócio, uma vez que, nos últimos anos, a sociedade tem cobrado insistentemente que as atividades produtivas estejam integradas com a preservação e até com a recuperação dos recursos naturais. Historicamente, a estratégia adotada para o desenvolvimento da região amazônica tem se baseado na implementação de projetos de assentamento ou colonização, migrando agricultores de outras regiões do Brasil, principalmente do Nordeste, para a Amazônia. Estes agricultores adotam a agricultura itinerante de derruba e queima como prática comum, substituindo grandes extensões de floresta primária por fisionomias de florestas secundárias, capoeiras e pastagens. Buscar-se-á neste projeto chegar a um enfoque sistêmico sobre as unidades de produção, através da consolidação dos resultados de Diagnósticos Rurais Participativos com os resultados do zoneamento ambiental das unidades produtivas. Serão elaborados Planos de Utilização (PU) que contemplem uma visão de futuro a cerca das propriedades e sistemas produtivos. Desta forma, serão implementadas ações visando a reestruturação nos modelos experimentados, a instalação de novos desenhos de SAF e a recuperação de áreas alteradas de reserva legal e de preservação permanente.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Patricia da Costa - Integrante / Carlos Eugênio Vitoriano Lopes - Integrante / Liane Marise Moreira Ferreira - Coordenador., Financiador(es): Ministério do Meio Ambiente e da Amazonia Legal - Auxílio financeiro.

  • 2006 - 2008

    Projeto Agroflorestar, Descrição: O aumento da degradação ambiental tem gerado preocupação tanto por parte da sociedade, quanto nas esferas político-administrativas. Neste sentido, observa-se a crescente incorporação de sanções mais restritivas no aspecto legal e nas preferências do mercado consumidor sobre as atividades de produção que causem alguma forma de degradação ambiental. Adicionalmente, esta tendência mundial tem implicações para o desenvolvimento do espaço rural e do agronegócio, uma vez que, nos últimos anos, a sociedade tem cobrado insistentemente que as atividades produtivas estejam integradas com a preservação e até com a recuperação dos recursos naturais. Historicamente, a estratégia adotada para o desenvolvimento da região amazônica tem se baseado na implementação de projetos de assentamento ou colonização, migrando agricultores de outras regiões do Brasil, principalmente do Nordeste, para a Amazônia. Estes agricultores adotam a agricultura itinerante de derruba e queima como prática comum, substituindo grandes extensões de floresta primária por fisionomias de florestas secundárias, capoeiras e pastagens. Buscar-se-á neste projeto chegar a um enfoque sistêmico sobre as unidades de produção, através da consolidação dos resultados de Diagnósticos Rurais Participativos com os resultados do zoneamento ambiental das unidades produtivas. Serão elaborados Planos de Utilização (PU) que contemplem uma visão de futuro a cerca das propriedades e sistemas produtivos. Desta forma, serão implementadas ações visando a reestruturação nos modelos experimentados, a instalação de novos desenhos de SAF e a recuperação de áreas alteradas de reserva legal e de preservação permanente.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Patricia da Costa - Integrante / Carlos Eugênio Vitoriano Lopes - Integrante / Liane Marise Moreira Ferreira - Coordenador., Financiador(es): Ministério do Meio Ambiente e da Amazonia Legal - Auxílio financeiro.

  • 2006 - 2008

    Projeto Agroflorestar, Descrição: O aumento da degradação ambiental tem gerado preocupação tanto por parte da sociedade, quanto nas esferas político-administrativas. Neste sentido, observa-se a crescente incorporação de sanções mais restritivas no aspecto legal e nas preferências do mercado consumidor sobre as atividades de produção que causem alguma forma de degradação ambiental. Adicionalmente, esta tendência mundial tem implicações para o desenvolvimento do espaço rural e do agronegócio, uma vez que, nos últimos anos, a sociedade tem cobrado insistentemente que as atividades produtivas estejam integradas com a preservação e até com a recuperação dos recursos naturais. Historicamente, a estratégia adotada para o desenvolvimento da região amazônica tem se baseado na implementação de projetos de assentamento ou colonização, migrando agricultores de outras regiões do Brasil, principalmente do Nordeste, para a Amazônia. Estes agricultores adotam a agricultura itinerante de derruba e queima como prática comum, substituindo grandes extensões de floresta primária por fisionomias de florestas secundárias, capoeiras e pastagens. Buscar-se-á neste projeto chegar a um enfoque sistêmico sobre as unidades de produção, através da consolidação dos resultados de Diagnósticos Rurais Participativos com os resultados do zoneamento ambiental das unidades produtivas. Serão elaborados Planos de Utilização (PU) que contemplem uma visão de futuro a cerca das propriedades e sistemas produtivos. Desta forma, serão implementadas ações visando a reestruturação nos modelos experimentados, a instalação de novos desenhos de SAF e a recuperação de áreas alteradas de reserva legal e de preservação permanente.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Patricia da Costa - Integrante / Carlos Eugênio Vitoriano Lopes - Integrante / Liane Marise Moreira Ferreira - Coordenador., Financiador(es): Ministério do Meio Ambiente e da Amazonia Legal - Auxílio financeiro.

  • 2006 - 2008

    Projeto Agroflorestar, Descrição: O aumento da degradação ambiental tem gerado preocupação tanto por parte da sociedade, quanto nas esferas político-administrativas. Neste sentido, observa-se a crescente incorporação de sanções mais restritivas no aspecto legal e nas preferências do mercado consumidor sobre as atividades de produção que causem alguma forma de degradação ambiental. Adicionalmente, esta tendência mundial tem implicações para o desenvolvimento do espaço rural e do agronegócio, uma vez que, nos últimos anos, a sociedade tem cobrado insistentemente que as atividades produtivas estejam integradas com a preservação e até com a recuperação dos recursos naturais. Historicamente, a estratégia adotada para o desenvolvimento da região amazônica tem se baseado na implementação de projetos de assentamento ou colonização, migrando agricultores de outras regiões do Brasil, principalmente do Nordeste, para a Amazônia. Estes agricultores adotam a agricultura itinerante de derruba e queima como prática comum, substituindo grandes extensões de floresta primária por fisionomias de florestas secundárias, capoeiras e pastagens. Buscar-se-á neste projeto chegar a um enfoque sistêmico sobre as unidades de produção, através da consolidação dos resultados de Diagnósticos Rurais Participativos com os resultados do zoneamento ambiental das unidades produtivas. Serão elaborados Planos de Utilização (PU) que contemplem uma visão de futuro a cerca das propriedades e sistemas produtivos. Desta forma, serão implementadas ações visando a reestruturação nos modelos experimentados, a instalação de novos desenhos de SAF e a recuperação de áreas alteradas de reserva legal e de preservação permanente.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Patricia da Costa - Integrante / Carlos Eugênio Vitoriano Lopes - Integrante / Liane Marise Moreira Ferreira - Coordenador., Financiador(es): Ministério do Meio Ambiente e da Amazonia Legal - Auxílio financeiro.

  • 2006 - 2008

    Projeto Agroflorestar, Descrição: O aumento da degradação ambiental tem gerado preocupação tanto por parte da sociedade, quanto nas esferas político-administrativas. Neste sentido, observa-se a crescente incorporação de sanções mais restritivas no aspecto legal e nas preferências do mercado consumidor sobre as atividades de produção que causem alguma forma de degradação ambiental. Adicionalmente, esta tendência mundial tem implicações para o desenvolvimento do espaço rural e do agronegócio, uma vez que, nos últimos anos, a sociedade tem cobrado insistentemente que as atividades produtivas estejam integradas com a preservação e até com a recuperação dos recursos naturais. Historicamente, a estratégia adotada para o desenvolvimento da região amazônica tem se baseado na implementação de projetos de assentamento ou colonização, migrando agricultores de outras regiões do Brasil, principalmente do Nordeste, para a Amazônia. Estes agricultores adotam a agricultura itinerante de derruba e queima como prática comum, substituindo grandes extensões de floresta primária por fisionomias de florestas secundárias, capoeiras e pastagens. Buscar-se-á neste projeto chegar a um enfoque sistêmico sobre as unidades de produção, através da consolidação dos resultados de Diagnósticos Rurais Participativos com os resultados do zoneamento ambiental das unidades produtivas. Serão elaborados Planos de Utilização (PU) que contemplem uma visão de futuro a cerca das propriedades e sistemas produtivos. Desta forma, serão implementadas ações visando a reestruturação nos modelos experimentados, a instalação de novos desenhos de SAF e a recuperação de áreas alteradas de reserva legal e de preservação permanente.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Patricia da Costa - Integrante / Carlos Eugênio Vitoriano Lopes - Integrante / Liane Marise Moreira Ferreira - Coordenador., Financiador(es): Ministério do Meio Ambiente e da Amazonia Legal - Auxílio financeiro.

  • 2006 - 2008

    Projeto Agroflorestar, Descrição: O aumento da degradação ambiental tem gerado preocupação tanto por parte da sociedade, quanto nas esferas político-administrativas. Neste sentido, observa-se a crescente incorporação de sanções mais restritivas no aspecto legal e nas preferências do mercado consumidor sobre as atividades de produção que causem alguma forma de degradação ambiental. Adicionalmente, esta tendência mundial tem implicações para o desenvolvimento do espaço rural e do agronegócio, uma vez que, nos últimos anos, a sociedade tem cobrado insistentemente que as atividades produtivas estejam integradas com a preservação e até com a recuperação dos recursos naturais. Historicamente, a estratégia adotada para o desenvolvimento da região amazônica tem se baseado na implementação de projetos de assentamento ou colonização, migrando agricultores de outras regiões do Brasil, principalmente do Nordeste, para a Amazônia. Estes agricultores adotam a agricultura itinerante de derruba e queima como prática comum, substituindo grandes extensões de floresta primária por fisionomias de florestas secundárias, capoeiras e pastagens. Buscar-se-á neste projeto chegar a um enfoque sistêmico sobre as unidades de produção, através da consolidação dos resultados de Diagnósticos Rurais Participativos com os resultados do zoneamento ambiental das unidades produtivas. Serão elaborados Planos de Utilização (PU) que contemplem uma visão de futuro a cerca das propriedades e sistemas produtivos. Desta forma, serão implementadas ações visando a reestruturação nos modelos experimentados, a instalação de novos desenhos de SAF e a recuperação de áreas alteradas de reserva legal e de preservação permanente.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Patricia da Costa - Integrante / Carlos Eugênio Vitoriano Lopes - Integrante / Liane Marise Moreira Ferreira - Coordenador., Financiador(es): Ministério do Meio Ambiente e da Amazonia Legal - Auxílio financeiro.

Prêmios

2024

Melhor pôster no 18º Congresso Interinstitucional de Iniciação Científica CIIC 2024, Embrapa.

2022

Campeã da FAO (2022 Champion Award) - contribuição significativa e notável para o avanço dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030, Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).

2018

Destaque da Embrapa Roraima - Extrativismo e melhoramento genético de castanha-do-brasil para a região amazônica, Embrapa.

2006

Primeiro lugar na Premiação Nacional por Equipes - Categoria Parcerias - Projeto Rede Tipitamba (membro do projeto), Embrapa.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Embrapa Meio Ambiente. , Rodovia Governador Doutor Adhemar Pereira de Barros, Tanquinho Velho, 13918110 - Jaguariúna, SP - Brasil, Telefone: (19) 33112688, URL da Homepage:

Experiência profissional

2020 - Atual

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Pesquisador A, Embrapa Meio Ambiente, Carga horária: 40

2002 - 2019

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Pesquisador A, Embrapa Roraima, Carga horária: 40

Atividades

  • 01/2020

    Pesquisa e desenvolvimento, Embrapa Meio Ambiente.,Linhas de pesquisa

  • 09/2015

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Embrapa Roraima, Comitê Técnico Interno.,Cargo ou função, Membro.

  • 06/2015 - 12/2019

    Direção e administração, Embrapa Roraima.,Cargo ou função, Responsável Técnico pelo Laboratório de Floresta e Agrofloresta.

  • 06/2015 - 12/2019

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Embrapa Roraima.,Cargo ou função, Membro do Conselho Consultivo do Parque Nacional da Serra da Mocidade, RR.

  • 06/2015 - 12/2019

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Embrapa Roraima.,Cargo ou função, Membro do Conselho Consultivo da Estação Ecológica de Niquiá, RR.

  • 01/2009 - 12/2019

    Pesquisa e desenvolvimento, Embrapa Roraima.,Linhas de pesquisa

  • 09/2004 - 12/2019

    Pesquisa e desenvolvimento, Embrapa Roraima.,Linhas de pesquisa

  • 06/2006 - 12/2007

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Embrapa Roraima.,Cargo ou função, Membro do Comitê Interinstitucional de Educação Ambiental de Roraima.

  • 06/2005 - 12/2007

    Ensino, UFRR - Especialização Em Agroambiente, Nível: Especialização,Disciplinas ministradas, Biorremediação do Solo

  • 03/2006 - 07/2007

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Embrapa Roraima, Conselho Regional do PPBio em Roraima.,Cargo ou função, Membro.

  • 10/2005 - 03/2007

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Embrapa Roraima.,Cargo ou função, Membro da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

  • 05/2005 - 03/2007

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Embrapa Roraima.,Cargo ou função, Membro do Comitê Pró-Orgânico do Estado de Roraima.

  • 08/2004 - 12/2006

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Embrapa Roraima, Comissão de Captação de Recursos via Projetos Competitivos.,Cargo ou função, Membro.

  • 10/2003 - 10/2005

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Embrapa Roraima.,Cargo ou função, Membro do Comitê Local de Publicações.

  • 01/2004 - 06/2004

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Embrapa Roraima, Comitê Técnico Interno.,Cargo ou função, Membro do Comitê Técnico Interno.

  • 03/2003 - 10/2003

    Direção e administração, Embrapa Roraima.,Cargo ou função, Gestora do Núcleo Temático para Agricultura em Comunidades Indígenas.

2022 - Atual

Universidade Federal de Roraima

Vínculo: Professor Colaborador, Enquadramento Funcional: Professor Colaborador, Carga horária: 10

Outras informações:
Professor Colaborador na área de Manejo e Conservação de Recursos Naturais do Programa de Pós-graduação em Recursos Naturais (PRONAT).

2016 - Atual

Universidade Federal de Roraima

Vínculo: Pesquisador Colaborador, Enquadramento Funcional: Pesquisador Colaborador

Atividades

  • 01/2017

    Extensão universitária , Reitoria, Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Estudantis.,Atividade de extensão realizada, Oficina Pedagógica Comunidade Jatapuzinho, T.I. Trombetas Mapueira, 2016.

2015 - 2019

Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, ICMBio

Vínculo: Membro do Conselho Gestor, Enquadramento Funcional: Membro do Conselho Gestor, Carga horária: 2

Outras informações:
Membro dos Conselhos Consultivos do Parque Nacional da Serra da Mocidade, Estação Ecológica de Niquiá e Floresta Nacional de Roraima. Participação na elaboração dos Planos de Manejo do Parque Nacional da Serra da Mocidade, da Estação Ecológica de Niquiá, da Floresta Nacional de Roraima e da Floresta Nacional de Anauá.

2001 - 2002

Centro Educacional Marques de Leão

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Professor

Atividades

  • 02/2001 - 05/2002

    Ensino,,Disciplinas ministradas, Ciências para 5a e 6a séries do ensino fundamental

1993 - 2000

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Vínculo: Outro, Enquadramento Funcional: Estudante

Atividades

  • 04/2000 - 11/2000

    Estágios , Faculdade de Educação.,Estágio realizado, Estágio de Prática de Ensino em Ciências e Biologia (360 horas) - Colégio Pedro II - Unidade Tijuca.

  • 01/1995 - 12/1999

    Estágios , Instituto de Biologia, Departamento de Ecologia.,Estágio realizado, Participação no projeto de pesquisa: "Mosaicos nutricionais na interrelação vegetaçã/solo/termiteiros em um ecossistema de Restinga - Formação Aberta de Ericácia" em parceria com o Laboratório de Fitoquímica USP/Ribeirão Preto.

  • 04/1994 - 12/1996

    Estágios , Instituto de Biologia, Departamento de Botânica.,Estágio realizado, Laboratório de Relação Vegetação - Solo - "Caracterização Quantitativa dos Térmitas em Mata de Tabuleiros, Linhares, ES.".

  • 12/1993 - 11/1994

    Estágios , Instituto de Biologia, Departamento de Zoologia.,Estágio realizado, Laboratório de Zooplâncton/Ictioplâncton - "Avaliações dos efeitos de efluentes líquidos sobre organismos testes (Mysidium gracile)".

  • 07/1993 - 12/1993

    Estágios , Instituto de Biologia, Departamento de Zoologia.,Estágio realizado, Monitoria na disciplina Zoologia II.