Raquel da Costa Platilha
Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Psicologia do Desenvolvimento Humano.
Informações coletadas do Lattes em 09/06/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Especialização em andamento em Transtornos globais do desenvolvimento e comunicação alternativa
2015 - Atual
Graduação em Psicologia
2010 - 2015
Universidade Federal do Pará
Orientador: Celina Maria Colino Magalhães
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.
Formação complementar
2017 - 2017
Curso de aprimoramento em direito da familía: guarda compartilhada e aliena. (Carga horária: 20h). , Escola Superior de Magistratura (PA), ESMPA, Brasil.
2016 - 2016
Modelo TEACCH. (Carga horária: 20h). , Serviço de Atendimento em Reabilitação, SABER, Brasil.
2015 - 2015
Transtorno do Espectro do Autismo. (Carga horária: 3h). , Centro educacional, CPÓS, Brasil.
2015 - 2015
Distúrbios de Aprendizagem. (Carga horária: 20h). , Instituto Politécnico de Ensino a Distância, iPED, Brasil.
2015 - 2015
Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade. (Carga horária: 30h). , Instituto Walden4 - Pesquisa, Educação e Qualidade de Vida LTDA, WALDEN4, Brasil.
2015 - 2015
Estratégias para a estimulação da linguagem infant. (Carga horária: 20h). , Centro educacional, CPÓS, Brasil.
2015 - 2015
Curso básico PECS (Sistema de Comunicação por Troca de figuras). (Carga horária: 13h). , Pyramid Educational Consultants, PEC, Brasil.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Humanas / Área: Psicologia / Subárea: Psicologia do Desenvolvimento Humano.
Organização de eventos
PLATILHA, R. C. . 1° Mostra de Práticas psicológicas da ACP. 2014. (Exposição).
Participação em eventos
Cuidando do cuidador: efeitos da psicoterapia com cuidadores de crianças com m transtorno do espectro autista. 2015. (Outra).
I Congresso estadual de autismo. 2015. (Congresso).
III Simpósio do Aprende. 2015. (Simpósio).
II simpósio Paraense sobre autismo- diagnóstico e intervenção. 2015. (Simpósio).
Instituições de acolhimento de crianças e adolescentes em quatro regiões do estado do Pará: Resultados preliminares da pesquisadoa. 2015. (Seminário).
Introdução a psicopatologia. 2015. (Oficina).
Mini curso: aspectos neurobiológicos do Autismo. 2015. (Oficina).
Mini curso: sistema psicobiológico da sexualidade do autista. 2015. (Oficina).
VI Jornada de Analise do Comportamento de Belém. 2015. (Seminário).
X Congresso brasileiro de psicologia do desenvolvimento. 2015. (Congresso).
1° Mostra de práticas psicológicas da ACP. 2014. (Exposição).
III Jornada de Estudos em Psicologia da UFPA. 2014. (Seminário).
Inconsciente Coletivo. 2014. (Outra).
A criança e o adolescente acolhidos e o direito à convivência familiar: estratégias para sua execução. 2013. (Seminário).
II Jornada de estudos em psicologia da UFPA- Práticas e diálogos interdisciplinares. 2013. (Simpósio).
II simpósio do LED: Agindo Localmente, Pensando Globalmente. 2013. (Simpósio).
I Jornada de dependência afetiva e violência doméstica e familiar contra a mulher. 2013. (Seminário).
Avaliação Psicologica e a emissão de documentos psicológicos nas diferentes áreas da Psicologia. 2012. (Seminário).
Colóquio de Avaliação Psicológica. 2012. (Outra).
Psicodiagnóstico e diferentes perspectivas teóricas. 2012. (Seminário).
Psico-oncologia: o que é e como se pode trabalhar. 2012. (Seminário).
III semana cientifica da FAculdade de Psicologia e do Programa de Pós-Graduação em Psicologia. 2011. (Congresso).
Por que a Psicologia não precisa ser uma ciência da mente?. 2011. (Seminário).
Sobre o "Organismo Vazio" e a "Tábula Rasa": Variáveis Biológicas e Análise do Comportamento". 2011. (Seminário).
"Le sujet entre différentes langues" e "Procréations Médicalement assistées et les différences culturelles. 2010. (Congresso).
A Alteridade em Perspectiva: contribuições das Ciências Humana. 2010. (Seminário).
Encontro Internacional de Psicopatologia Transcultural. 2010. (Congresso).
Perspectivas atuais na Abordagem Centrada na Pessoa. 2010. (Seminário).
Produções bibliográficas
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PLATILHA, R. C. ; Magalhães, C. M. C. ; PEDROSO, J. S. . Produções orais de crianças sobre o acolhimento institucional. Revista Perspectivas do desenvolvimento , v. 2, p. 1-18, 2014.
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LEAL, G. A. S. ; SANTOS, A. F. ; PINHEIRO, C. ; CARDOSO, J. M. ; PLATILHA, R. C. . Transtorno do Espectro Autista: criação e divulgação de uma cartilha educativa para professores, pais e alunos. Diálogos de Extensão Saberes tradicionais e Inovação Científica , v. 1, p. 1, 2013.
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LEAL, G. A. S. ; Santos, A. F. ; SILVA, C. P. ; CARDOSO, J. M. ; PLATILHA, R. C. . Transtorno do Espectro Autístico: Criação e divulgação de uma cartilha educativa para professores, pais e alunos.. Revista Universo e Extensão , v. 1, p. 1-9, 2013.
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GUEDES, M. E. F. ; PLATILHA, R. C. ; ROCHA, C. J. B. ; PINHEIRO, C. ; CARDOSO, J. M. ; ISOBE, F. T. ; SILVA, F. L. ; RODRIGUES, I. P. B. ; RODRIGUES, W. R. ; SANTOS, A. F. . Saúde mental e violência de gênero- reflexões. In: Luanna Tomaz de Souza. (Org.). Estudos Interdisciplinares de violência na Amazônia. 1ed.Curitiba: CRV, 2014, v. 1, p. 175-188.
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PLATILHA, R. C. ; SANTOS, A. F. ; LEAL, G. A. S. ; PINHEIRO, C. ; CARDOSO, J. M. ; ALMEIDA, J. W. A. ; PEREIRA, M. . Transtorno do espectro autista: um olhar em atenção à saúde da criança. In: II jornada de estudo em psicologia, 2013, Belém. Anais da II Jornada de Estudos em Psicologia da Universidade Federal do Pará ? UFPA, 2013.
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PLATILHA, R. C. ; SANTOS, A. F. ; LEAL, G. A. S. ; PINHEIRO, C. ; CARDOSO, J. M. ; PEREIRA, M. . Prevenção e intervenção: o trabalho empreendido pelo GAPA em defesa dos direitos humanos das pessoas vivendo com HIV/AIDS no estado do Pará. In: II jornada de estudo em psicologia, 2013, Belém. Anais da II Jornada de Estudos em Psicologia da Universidade Federal do Pará ? UFPA, 2013.
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PLATILHA, R. C. ; Magalhães, C. M. C. . Serviços de acolhimento oferecidos a crianças em duas capitais da região norte. 2015. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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PLATILHA, R. C. ; SANTOS, A. F. ; PINHEIRO, C. ; LEAL, G. A. S. ; CARDOSO, J. M. . A ludicidade como um dispositivo de humanização e melhoria da saúde do paciente oncológico infantil hospitalizado. 2014. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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PLATILHA, R. C. ; Magalhães, C. M. C. . Verbalizações de crianças em acolhimento institucional: preferências por atividades, parceiros e locais. 2014. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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PLATILHA, R. C. ; SANTOS, A. F. ; PINHEIRO, C. ; LEAL, G. A. S. ; PEREIRA, M. ; CARDOSO, J. M. . Prevenção e intervenção: o trabalho empreendido pelo GAPA em defesa dos direitos humanos das pessoas vivendo com HIV/AIDS no estado do Pará. 2013. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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PLATILHA, R. C. ; SANTOS, A. F. ; PINHEIRO, C. ; LEAL, G. A. S. ; CARDOSO, J. M. ; PEREIRA, M. ; ALMEIDA, J. W. A. . Transtorno do espectro autista: um olhar em atenção à saúde da criança. 2013. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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PLATILHA, R. C. ; Magalhães, C. M. C. . Interações de crianças em acolhimento institucional com coetâneos e não coetâneos. 2013. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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PLATILHA, R. C. ; Magalhães, C. M. C. . Interações de crianças em acolhimento institucional com coetâneos e não coetâneos. 2013. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
Outras produções
PLATILHA, R. C. ; SANTOS, A. F. ; PINHEIRO, C. ; LEAL, G. A. S. ; CARDOSO, J. M. ; PEREIRA, M. . Autismo: você sabe o que é?. 2013. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Cartilha).
Projetos de pesquisa
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2014 - 2015
SERVIÇOS DE ACOLHIMENTO OFERECIDOS A CRIANÇAS EM DUAS CAPITAIS DA REGIÃO NORTE, Descrição: Conhecer o acolhimento institucional, as práticas de cuidado e os serviços ofertados, é essencial para entender este contexto de desenvolvimento. As orientações técnicas tem por finalidade o reordenamento dos serviços de acolhimento primando pela melhoria desses. O objetivo do trabalho foi levantar os serviços de acolhimento oferecidos a crianças em Palmas e Manaus. Participaram três gerentes, uma de cada instituição, 65 crianças de zero a seis anos que estavam acolhidas nas instituições em 2014 e 2015, e 17 educadoras responsáveis pelo cuidado às crianças. Utilizou-se um Questionário de caracterização das instituições, Entrevista com educadores e Pesquisa documental para coletar os dados das crianças. Os principais resultados demonstram: 1- 60% das crianças eram do sexo masculino e tinham até três anos; 2- Os prontuários dessas apresentaram várias lacunas, principalmente sobre os genitores e processo de saúde das crianças; 3- O principal motivo para o acolhimento foi a dependência química dos pais; 4- As educadoras tinham entre 20 e 45 anos, a maioria possuía o ensino fundamental incompleto e foram contratadas recentemente, mais de 80% não fez curso de capacitação nos últimos dois anos e não possuía experiência. 5- Com relação às práticas de cuidado, mais de 70% das educadoras não faz nenhuma ação que busque resgar a história de vida das crianças. 6- As educadoras geralmente recebem as crianças em sua chegada a instituição de forma afetuosa, mas não fazem preparação para o desligamento, acreditando que isso não faça parte do seu trabalho. 7-De modo geral as educadoras utilizam o momento da refeição, higiene e descanso para promover aprendizagem. Considera-se importante prosseguir nas investigações para compreender melhor essa realidade, e poder implementar as diretrizes do documento de orientações técnicas (CONANDA & CNAS 2009) e da lei 12.010.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Raquel da Costa Platilha - Integrante / Celina Maria Colino Magalhães - Coordenador.
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2013 - 2014
VERBALIZAÇÕES DE CRIANÇAS EM ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL : PREFERÊNCIAS POR ATIVIDADES, PARCEIROS E LOCAIS, Descrição: Em continuidade a pesquisa realizada por Platilha (2012), o presente estudo terá por objetivo analisar as verbalizações das crianças em acolhimento institucional no tocante as preferência por atividades, parceiros e locais. Os participantes serão todas as crianças na faixa etária de cinco e seis anos, que estejam no Espaço de Acolhimento provisório infantil. Em 2012 foi elaborado um rol de questões a serem feitas para as crianças. Os dados serão coletados por meio de entrevista semi-dirigida, que objetiva coletar, através de sua fala, sua percepção em relação ao ambiente institucional, pessoas e atividades preferidas. Cada entrevista terá três perguntas ?o que você gosta de fazer o aqui??, ?com quem você gosta de fazer isto?? e ?onde você gosta de fazer isto?? e ocorrerá com duração aproximada de dez minutos, em horário disponibilizado pelo educador responsável. A análise dos dados envolverá a comparação das informações coletadas com as entrevistas e os dados observacionais coletados por Platilha (2012). Considera-se essas informações relevantes para compreensão do processo de institucionalização que essas crianças vivenciam, e das possíveis implicações que este processo pode ter na percepção das mesmas sobre sua realidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Raquel da Costa Platilha - Coordenador / Celina Maria Colino Magalhães - Integrante.
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2012 - 2013
INTERAÇÕES DE CRIANÇAS EM ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL COM COETÂNEOS E NÃO-COETÂNEOS, Descrição: Formas de interação são os motores do desenvolvimento psicológico e podem determinar trajetórias de vida do individuo. Muitas crianças passam anos morando em instituições de acolhimento, logo estes locais assumem um lugar de importância para seu desenvolvimento. Este trabalho propõe-se a descrever e analisar as interações de crianças em acolhimento institucional, em relação ao ambiente físico, as atividades, as pessoas e as formas relacionais. Participaram deste estudo 13 crianças com idade entre quatro e 10 anos, acolhidas na instituição no inico da coleta. O trabalho foi realizado em uma instituição de acolhimento infantil, localizada em Belém/PA. A coleta de dados ocorreu em duas fases:1° filmagem: seis sessões de 10 minutos, utilizando a técnica sujeito focal 2° entrevista semiestruturada. A transcrição, categorização e análise dos dados observacionais e de entrevista possibilitou construir a rede relacional das crianças e elucidar alguns resultados como:1-crianças menores interagem mais com parceiros adultos e a maior parte destas interações são de ajuda. 2-crianças que estão acolhidas por longo periodo apresentam mais interações de agressão do que outras. 3-o número desproporcional de crianças por educadora afeta o relacionamento destas, pois algumas vezes, a educadora esta ocupada com uma criança e não consegue atender as outras demandas. 4-apesar da divisão por dormitórios utilizar o critério idade, as crianças, especialmente as maiores, se esforçam para interagir com seus irmãos não coetâneos. Esses dados indicam que as interações em ambiente institucional podem fortalecer o vínculo entre coetâneos, não coetâneos, irmãos e educadores, mas este potencial ainda precisa ser reconhecido.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Raquel da Costa Platilha - Coordenador / Celina Maria Colino Magalhães - Integrante.
Histórico profissional
Experiência profissional
2016 - Atual
Tribunal de Justiça do Estado do ParáVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Auxiliar Judiciário, Carga horária: 30
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