Wender Antonio de Oliveira
Natural de Formiga, MG, possuo um perfil profissional voltado para a comunicação, o planejamento e a execução. Sou uma pessoa firme e segura em minhas decisões, com muita energia, agilidade mental e uma forte necessidade de alcançar metas. Tendo uma veia competitiva e ambiciosa, atuo de forma focada e determinada para conquistar objetivos. Minha dinamicidade e capacidade de adaptação evidenciam minha habilidade decisiva e de liderança. Graduei-me em Enfermagem pela Unifor-MG em 2004 e obtive especializações em diversas áreas, como Saúde Pública (UEMG, 2007), Epidemiologia para Monitoramento de Emergências em Saúde Pública (Fiocruz, 2011), Infectologia (Unifesp, 2011) e Gestão de Emergências e Desastres (Unyleya, 2020). Além disso, concluí meu Doutorado em Saúde da Família na Estácio de Sá em 2012. No âmbito pedagógico, minhas especializações incluem Educação Profissional na Área da Saúde (UFMG, 2009), Processos Educacionais na Saúde com Métodos Ativos (Hospital Sírio-Libanês, 2015), BASIs MEC (2019), Gestão Sistêmica e Estratégica de Finanças (Hoper, 2020), Habilitação para Duplo Perfil - Avaliações de Curso de Graduação (MEC, 2022) e Pós-Doutorado em Educação pela UFLO Buenos Aires em 2018. Minha trajetória profissional abrange áreas como assistência, vigilância, gestão e docência. Destaco minha atuação como Coordenador de Pronto Atendimento, no Núcleo de Vigilância Epidemiológica Hospitalar, em Triagem e Educação Continuada. Além disso, fui Técnico da GRS/Divinópolis, atuando com doenças de notificação compulsória, suros, vacinas e soros. Também desempenhei papel como Consultor do Ministério da Saúde entre 2008 e 2016, com atuação internacional no CIEVS/SVS e CGUE/SAS, incluindo experiência no SAMU 192 e na Força Nacional do SUS. Em 2021, inicia sua trilha no empreendedorismo como fraqueado de escola de educação, sócio investidor no mercado de alimentação, como a Itália no Box e Primers (Produtos Naturais). No mesmo ano, iniciou seus investimentos na modalidade crowdfunding em Startup (Tese Saúde e Educação). Atualmente é docente e coordenador da CPA da FALOG (Novo Gama-GO) e presta consultoria na área Educacional (Básica e Ensino Superior) e Saúde com atuação em GO, MG e DF.
Informações coletadas do Lattes em 22/05/2024
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em Saúde da Famíia
2010 - 2012
Universidade Estácio de Sá
Título: O papel da atenção básica nos desastres de origem natural no Brasil
Orientador: Hesio Albuquerque Cordeiro
Palavras-chave: Atenção básica; Desastres naturais; Saúde da famíl.Grande área: Ciências da Saúde
Mestrado em Ciências Ambientais
2008 - 2010
Universidade de Taubaté
Título: A Saúde Coletiva e Ambientais, Ano de Obtenção: 2010
Orientador: Maria Nazaré da Cruz
Palavras-chave: Meio Ambiente; Problemas Ambientais; Saúde coletiva.Grande área: Outros
Especialização em Gestão de Emergências e Desastres
2018 - 2020
Faculdade Unyleya
Título: Analise Descritiva Exploratória Quantitativa do Samu 192 no período de 2003 a 2012
Orientador: Luiz Henrique Horta Hargreaves
Especialização em Gestão de Emergências e Desastres
2018 - 2020
Faculdade Unyleya
Título: Analise Descritiva Exploratória Qunatitativa do SAMU 192 como Observatório da Rede de Urgência e Emergência
Orientador: Luiz Henrique
Especialização em Processos Educacionais: Metodologias Ativas
2013 - 2014
Hospital Sirio-Libanes
Título: O caminhar de um facilitador na formação de ensino e aprendizagem por meio das metodológias ativas como integradora de serviço e pratica na urgência e emergência
Orientador: Teresa Martins
Especialização em Epidemiologia para Monitoramento e Resposta as Emergências de Saúde Pública
2010 - 2011
Fundação Oswaldo Cruz
Título: Elaboração das Diretrizes Gerais da Rede CIEVS na Fase do Manejo de Desastres
Orientador: George Santiago Dimech
Especialização em Enfermagem em Infectologia On-line
2009 - 2011
Universidade Federal de São Paulo
Título: Descrição Institucional do CIEVS
Orientador: Dulce Aarecida Barbosa
Especialização em Formação Pedagógica em Educação Profissional na Área de Saúde: Enfermagem
2008 - 2009
Universidade Federal de Minas Gerais
Título: Prática Pedagógica em Enfermagem no Brasil
Orientador: Zidia Rocha Magalhães
Especialização em Saúde Pública
2005 - 2006
Fundação Educacional de Divinópolis
Título: Leishmaniose Tergumentar Americana: História, Epidemiologia e perspectiva de controle
Orientador: Eduardo Sérgio da Silva
Aperfeiçoamento em Preparação e Resposta as Emergências de Saúde Pública
2011 - 2011
Ministério da Saúde
Título: CIEVS NACIONAL. Ano de finalização: 2011
Pós-doutorado
2017 - 2018
Pós-Doutorado. , Universidad de Flores, UFLO, Argentina.
Formação complementar
2023 - 2023
Políticas Públicas de Urgência e Emergência no Brasil. (Carga horária: 6h). , CMD- SAÚDE, CMD - SAÚDE, Brasil.
2022 - 2022
Extensão universitária em Curso de Atendimento Pré-Hospitalar. (Carga horária: 40h). , CMD- SAÚDE, CMD - SAÚDE, Brasil.
2022 - 2022
Design Thinking Aplicado ao RH. (Carga horária: 32h). , ACCELERE, ACCELERE, Brasil.
2022 - 2022
Metaverso na Prática. (Carga horária: 40h). , UPPER SCHOOL, UPPER SCHOOL, Brasil.
2021 - 2022
Educação Empreendedora. (Carga horária: 80h). , BIUP EDUCAÇÃO, BIUP, Brasil.
2021 - 2021
PPC e o Planejamento da Graduação: Elaboração do Currículo. (Carga horária: 12h). , HOPER Educação, HOPER, Brasil.
2021 - 2021
Reconhecimento e Renovação do Reconhecimento dos Cursos de Graduação. (Carga horária: 16h). , HOPER Educação, HOPER, Brasil.
2021 - 2021
Habilitação em Duplo Perfil em Modalidade de Ensino - Avaliações de Curso. (Carga horária: 16h). , Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, INEP/MEC, Brasil.
2021 - 2021
Avaliação Externa Virtual In Loco. (Carga horária: 16h). , Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, INEP/MEC, Brasil.
2021 - 2021
Avaliação Institucional: A Gestão da CPA e o Projeto de Avaliação Instituci. (Carga horária: 16h). , HOPER Educação, HOPER, Brasil.
2021 - 2021
Credenciamento e Recredenciamento de IES: Presencial e EaD. (Carga horária: 16h). , HOPER Educação, HOPER, Brasil.
2020 - 2020
Gestão Sistêmica Para Instituição do Ensino Superior. (Carga horária: 54h). , HOPER Educação, HOPER, Brasil.
2019 - 2019
?Capacitação para Ingresso no Banco de Avaliadores do Sistema Nacional. (Carga horária: 90h). , Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, INEP/MEC, Brasil.
2019 - 2019
Elaboração e Revisão de Itens. (Carga horária: 54h). , Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, INEP/MEC, Brasil.
2017 - 2017
SUPORTE BÁSICO DE VIDA (SBV) PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE. (Carga horária: 8h). , ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MEDICINA DE EMERGÊNCIA (DF), ABRAMEDE-DF, Brasil.
2017 - 2017
Emergências Clínicas e Traumáticas para Enfermeiros (ECTEDF). (Carga horária: 16h). , ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MEDICINA DE EMERGÊNCIA - DF, ABRAMEDE-DF, Brasil.
2012 - 2012
Extensão universitária em Urgência e Emergência. (Carga horária: 60h). , Portal da Educação, EAD, Brasil.
2012 - 2012
Extensão universitária em Capacitação a distância em saúde, desastres e desenvolvimento. (Carga horária: 95h). , Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.
2011 - 2011
Preparação e Resposta as Emergências de Saúde Pública. (Carga horária: 200h). , Ministério da Saúde, MS, Brasil.
2011 - 2011
Operador Tático de Emergências Médicas. (Carga horária: 200h). , ATAC Treinamentos em Resgate e Emergências, ATAC, Brasil.
2009 - 2009
Extensão universitária em Zoonoses e Saúde Pública. (Carga horária: 60h). , Portal da Educação, EAD, Brasil.
2009 - 2009
Extensão universitária em Introdução à Bioestatística. (Carga horária: 80h). , Universidade Federal de São Paulo, UNIFESP, Brasil.
2009 - 2009
First Regional Assistence And Protection Course on Chemical. (Carga horária: 40h). , Defesa Civil, DCB, Brasil.
2009 - 2009
Nível II e III Foodborne Infections. (Carga horária: 40h). , National Food Institute Denmark, NFID, Estados Unidos.
2008 - 2008
Extensão universitária em Windows XP, Word XP, Excel XP, Power Point XP, Internet e Acess. (Carga horária: 110h). , Hytec Informática, HYTEC INFORMÁTIC, Brasil.
2008 - 2008
Núcleo de Vigilância em âmbito Hospitalar. (Carga horária: 16h). , Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais, SES/MG, Brasil.
2008 - 2008
Protocolo de Febres Hemorrágicas. (Carga horária: 8h). , Secretaria de Saúde do Estado de Minas Gerais, SES/MG, Brasil.
2008 - 2008
Investigação de Surto. (Carga horária: 40h). , Ministério da Saúde, MS, Brasil.
2007 - 2007
Extensão universitária em Animais Peçonhentos. (Carga horária: 50h). , Universidade Estadual Paulista, UNESP, Brasil.
2007 - 2007
Avaliação de Risco à Saúde Humana - Metodologia ATSDR. (Carga horária: 160h). , Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Pouco.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva / Subárea: Saúde Pública.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Enfermagem / Subárea: Atenção a Saúde.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Enfermagem / Subárea: Organização, Gestão e Avaliação de Serviços Básicos de Saúde.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Enfermagem / Subárea: Epidemiologia.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Enfermagem / Subárea: Urgência e Emergência.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva / Subárea: Gestão de Emergências e Desastres.
Organização de eventos
OLIVEIRA, W. ; BASTOS, F. A. . 1° Congresso de Urgência e Emergência Adulto e Pediátrico. 2017. (Congresso).
OLIVEIRA, W. . Semana de Enfermagem 2016. 2016. (Outro).
OLIVEIRA, W. . XV Semana Brasileira de Enfermagem. 2015. (Outro).
OLIVEIRA, W. . IV Congresso Nacional do SAMU 192. 2014. (Congresso).
OLIVEIRA, W. . III Atualização Técnico Científica de Enfermagem. 2014. (Outro).
Participação em eventos
Imersão do Método CSR: 12 chaves. 2022. (Encontro).
1° Seminário de Formação Continuada. 2018. (Seminário).
VI Mostra Científica em Epidemiologia do Curso de Enfermagem.Avaliador. 2018. (Outra).
IV Mostra Científica em Epidemiologia do Curso de Enfermagem.Avaliador. 2017. (Outra).
VIMostra Científica em Epidemiologia do Curso de Enfermagem.Avaliador. 2017. (Outra).
I Worhshop de legislação de Trânsito.Política Nacional de Atenção ás Urgências. 2014. (Outra).
Atendimento Pré-Hospitalar de Emergências e Resgate de Acidentados. 2013. (Seminário).
Monitoramento e Avaliação da Rede de Urgência e Emergência. 2013. (Oficina).
Seminário Nacional da Rede de Atenção às Urgências e Emergências. 2012. (Seminário).
11° EXPOEPI. 2011. (Exposição).
SIMTECH 2011.Simulado de Ataque Bioterrorista. 2011. (Outra).
XLVII Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. Monitor Sime: Análise Retrospectiva dos Eventos Registrados. 2011. (Congresso).
10° EXPOEPI. 2010. (Exposição).
Curso prático sobre o Regulamento Sanitário Internacional.RSI 2005. 2010. (Oficina).
EPI CVE 2010.REDE CIEVS. 2010. (Outra).
EPI CVE 2010.RSI 2005. 2010. (Outra).
EPI CVE 2010.Desastres: Emergência de Saúde Pública. 2010. (Outra).
IV Encontro Científico do EPISUS. 2010. (Encontro).
Swiss Humanitarian Aid activites and instruments.Haiti earthquake response. 2010. (Encontro).
XVII Congresso Brasileiro de Infectologia. Vacinação do Contingente Militar e Embaixada Brasileira no haiti. 2010. (Congresso).
1° Conferência de Saúde Ambiental.Delegado. 2009. (Outra).
3° Encontro da Rede CIEVS.RSI 2005. 2009. (Encontro).
6° Curso Internacional de gestão Integrada - Dengue.Estratégias de Monitoramento de Emergências no Brasil. 2009. (Encontro).
2° Encontro da REDE CIEVS.Coordenação CIEVS. 2008. (Encontro).
8ª EXPOEPI. 2008. (Exposição).
Participação em bancas
OLIVEIRA, W.; OLIVEIRA, M. L. C.; NEVES, R. S.. Avaliação da qualidade da assistência de enfermagem em idosos atendidos em um centro de referencia em emergências. 2016. Dissertação (Mestrado em Mestrado em Saúde do idoso) - Escola Superior de Ciências da Saúde.
OLIVEIRA, M. L. C.; NEVES, R. S.;OLIVEIRA, W.. Avaliação da qualidade da assistência de enfermagem em idosos atendidos em um centro de referencia em emergências neurocardiovasculares do DF. 2015.
OLIVEIRA, W.. Rede Sarah de Hospitais: Avaliação de Implementação do Contrato de Gestão. 2014. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Avaliação em Saúde) - Fundação Oswaldo Cruz.
OLIVEIRA, W.; REIS, M. C. G.. Avaliação e descrição do serviço móvel de urgência (SAMU 192) do entorno norte de Góais. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Centro Universitário do Planalto Central Apparecido dos Santos.
OLIVEIRA, W.; PADUA, A. C.. Revascularização cirúrgica do miócardio com circulação extracorpórea: a importância do perfusionista. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Centro Universitário do Planalto Central Apparecido dos Santos.
OLIVEIRA, W.. Avaliação de Cursos superiores do Guia do Estudante(GE). 2016. Editora Abril.
Orientou
Descrição Institucional do Centro de Informações Estratégicas e Resposta em Vigilância em Saúde (CIEVS) Nacional; 2010; Dissertação (Mestrado em Mestrado Profissionalizante em Saúde Pública) - Fundação Osvaldo Cruz de Brasília, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Coorientador: Wender Antonio de Oliveira;
Preparação e Resposta do Setor Saúde para Situações de Emergências Nucleares; ; 2012; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Epidemiologia para Monitoramento e Resposta ás Emergências de Saúde Pública) - Fundação Osvaldo Cruz(DF); Orientador: Wender Antonio de Oliveira;
O perfil dos usuários de serviço de saúde baseado na avaliação da satisfação do atendimento realizado na UPA 24 H de Valparaíso de Goiás; ; 2016; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Enfermagem) - Centro Universitário do Planalto Central Apparecido dos Santos; Orientador: Wender Antonio de Oliveira;
Resíduos Hospitalares; 2015; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Enfermagem) - Faculdade de Ciências e Educação Sena Aires; Orientador: Wender Antonio de Oliveira;
Climatério e suas consequências e assistência de enfermagem; 2015; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Enfermagem) - Centro Universitário do Planalto Central Apparecido dos Santos; Orientador: Wender Antonio de Oliveira;
Atenção humanizada ao recém nascido de baixo peso: atuação do enfermeiro; 2015; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Enfermagem) - Centro Universitário do Planalto Central Apparecido dos Santos; Orientador: Wender Antonio de Oliveira;
Percepções e expectativas sobre o parto normal e cesariano: relatos de experiencia de parturientes; ; 2015; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Enfermagem) - Centro Universitário do Planalto Central Apparecido dos Santos; Orientador: Wender Antonio de Oliveira;
Exposição corporal do paciente noa tendimento das necessidades básicas em uti: relato da percepção dos enfermeiros; ; 2015; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Enfermagem) - Centro Universitário do Planalto Central Apparecido dos Santos; Orientador: Wender Antonio de Oliveira;
Acidentes com perfuro cortantes; 2015; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Enfermagem) - Faculdade de Ciências e Educação Sena Aires; Orientador: Wender Antonio de Oliveira;
Conduta do enfermeiro na unidade de saúde para prevenção e tratamento de infecção do trato urinário em gestantes; 2015; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Enfermagem) - Faculdade de Ciências e Educação Sena Aires; Orientador: Wender Antonio de Oliveira;
Estresse na equipe de enfermagem: Uma complicação no pronto socorro; 2015; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Enfermagem) - Centro Universitário do Planalto Central Apparecido dos Santos; Orientador: Wender Antonio de Oliveira;
Gravidez: a percepção dos adolescentes quanto ao risco de engravidar; 2015; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Enfermagem) - Centro Universitário do Planalto Central Apparecido dos Santos; Orientador: Wender Antonio de Oliveira;
Gestão do serviço de atendimento móvel de urgência do município de Luziânia - Go; 2015; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Enfermagem) - Faculdade de Ciências e Educação Sena Aires; Orientador: Wender Antonio de Oliveira;
Neto; A avaliação do nível de conhecimento dos funcionários do grupo Sena Aires, sobre a promoção e prevenção do câncer de próstata; Valparaíso de Goias - GO; ; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Enfermagem) - Faculdade de Ciências e Educação Sena Aires; Orientador: Wender Antonio de Oliveira;
Descrever os atendimentos realizados na UPA 24 horas no município de Valparaíso de Goiás; ; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Enfermagem) - Faculdade de Ciências e Educação Sena Aires; Orientador: Wender Antonio de Oliveira;
Avaliação do protocolo de dor torácica no hospital do coração do Brasil; ; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Enfermagem) - Faculdade de Ciências e Educação Sena Aires; Orientador: Wender Antonio de Oliveira;
Método mãe canguru: o conhecimento do enfermeiro; ; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Enfermagem) - Faculdade de Ciências e Educação Sena Aires; Orientador: Wender Antonio de Oliveira;
Arritmias cardíacas em idosos no hospital e maternidade Santa Luzia; ; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Enfermagem) - Faculdade de Ciências e Educação Sena Aires; Orientador: Wender Antonio de Oliveira;
Satisfação dos usuários referente ao serviço móvel de atendimento de urgência - SAMU 192 no município de Valparaíso de Goiás; ; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Enfermagem) - Faculdade de Ciências e Educação Sena Aires; Orientador: Wender Antonio de Oliveira;
O programa mais médico no município do Valparaíso de Goiás; ; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Enfermagem) - Faculdade de Ciências e Educação Sena Aires; Orientador: Wender Antonio de Oliveira;
O uso do ácido fólico durante a gestação; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Enfermagem) - Faculdade de Ciências e Educação Sena Aires; Orientador: Wender Antonio de Oliveira;
A percepção das gestantes sobre a importância da assistência de enfermagem no pré-natal; ; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Enfermagem) - Faculdade de Ciências e Educação Sena Aires; Orientador: Wender Antonio de Oliveira;
O uso da oxigenoterapia hiperbárica em infecção de ferida operatória; ; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Enfermagem) - Faculdade de Ciências e Educação Sena Aires; Orientador: Wender Antonio de Oliveira;
A informática na prática do exercício profissional do acadêmico em enfermagem; ; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Enfermagem) - Faculdade de Ciências e Educação Sena Aires; Orientador: Wender Antonio de Oliveira;
Avaliação de consulta de enfermagem no pré-natal; ; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Enfermagem) - Faculdade de Ciências e Educação Sena Aires; Orientador: Wender Antonio de Oliveira;
Aleitamento materno: Descrição e avaliação das dificuldades das mães na maternidade do Hospital Regional de Luziânia - GO; ; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Enfermagem) - Faculdade de Ciências e Educação Sena Aires; Orientador: Wender Antonio de Oliveira;
Produções bibliográficas
-
OLIVEIRA, W. . COVID-19: Desafios e oportunidades da enfermagem brasileira. Revista Científica de Saúde , v. 7, p. 22, 2020.
-
OLIVEIRA, W. ; PRADO, M. C. ; CHAVES, S. N. . Emergência de saúde pública pelo novo coronavírus: revisão bibliográfica. Revista Científica de Saúde , v. 7, p. 59, 2020.
-
FERNANDES, L. ; CHAVES, S. N. ; NATIVIDADE, D. A. ; JACINTO, C. A. ; SOUSA, A. L. S. ; OLIVEIRA, W. . Aula à Distância ou Aluno Distante. Revista Ciências da Saúde e Educação - RCSEI , v. I, p. 1-18, 2019.
-
OLIVEIRA, W. ; CHAVES, S. N. ; SOUSA, A. L. S. ; FERNANDES, C. . Avaliação Qualitativa dos Artigos Publicados Sobre Acupuntura e Dor. Revista Ciências da Saúde e Educação - RCSEI , v. I, p. 1-11, 2019.
-
PERONDI, B. L. B. ; MOTA, M. R. ; SILVA, A. K. S. ; OLIVEIRA, W. ; SOUSA, A. L. S. ; NATIVIDADE, D. A. ; FERNANDES, C. ; CHAVES, S. N. . A enfermagem nos cuidados paliativos de criança com leucemia linfoide aguda terminal. Revista Ciências da Saúde e Educação , v. I, p. 1-8, 2019.
-
FERNANDES, C. ; CHAVES, S. N. ; SOUSA, A. L. S. ; NATIVIDADE, D. A. ; OLIVEIRA, W. . Pratica avançada de enfermagem: uma possibilidade para a urgência e emergência brasileira. Revista Ciências da Saúde e Educação , v. I, p. 1-15, 2019.
-
FERNANDES, C. ; CHAVES, S. N. ; OLIVEIRA, W. . Regulamento Sanitário Internacional: Importância no Controle de Doenças Epidêmicas no Brasil. Revista de Direito da IESGO , v. I, p. 1-24, 2019.
-
AOYAMA, E. A. ; OLIVEIRA, W. ; SILVA, D. P. M. ; QUEIROZ, J. C. . Perfil socioeconômico e cultural dos discentes de enfermagem das Faculdades Integradas da União Educacional do Planalto Central (FACIPLAC). REFACI - Revista de Enfermagem da Faciplac , v. V. 2, p. 1-12, 2018.
-
VIEIRA, A. M. ; OLIVEIRA, W. ; CALDEIRA, A. G. ; BRANDAO, E. C. . Administração de Medicamentos pela via Intramuscular na Região Ventroglútea. REFACI - Revista de Enfermagem da Faciplac , v. 2, p. 1-10, 2017.
-
OLIVEIRA, W. . Enfermagem: os desafios e dificuldades do início da carreira. REFACI - Revista de Enfermagem da Faciplac , v. 2, p. 1-18, 2017.
-
OLIVEIRA, W. ; BRANDAO, E. C. ; REIS, M. C. G. ; GIUSTINA, F. P. D. . A importância do enfermeiro na evolução do atendimento pré-hospitalar no brasil. REFACI - Revista de Enfermagem da FACIPLAC - DF , v. 2, p. 1-10, 2017.
-
OLIVEIRA, W. . Epidemiologia em urgência e emergência como ferramenta gerencial. REFACI - Revista de Enfermagem da Faciplac , v. 3, p. 33-46, 2017.
-
OLIVEIRA, W. . Zika Vírus: histórico, epidemiologia e possibilidades no Brasil. Revista de Medicina e Saúde de Brasília , v. 6, p. 15, 2017.
-
OLIVEIRA, W. ; SALES2, L. C. S. ; BRANDAO, E. C. . Avaliação da satisfação dos usuários no atendimento da UPA 24 horas do município de Valparaíso de Goiás- GO.. REFACI - Revista de Enfermagem da Faciplac , v. 4, p. 31, 2017.
-
MOTA, A. A. R. ; SANTOS, B. C. ; MIRANDA, F. M. E. S. ; LINHARES, I. ; DIAS, T. M. C. ; OLIVEIRA, W. . Evolução histórica dos métodos de extração da papaína : u ma revisão da literatura sobre a purificação desta enzima.. REFACI - Revista de Enfermagem da Faciplac , v. 2, p. 1-12, 2017.
-
LOURENCO, G. W. Y. O. ; OLIVEIRA, W. ; SILVA, M. C. ; COSTA, L. L. O. . Descrição do perfil dos doadores de sangue da FACIPLAC - DF. REFACI - Revista de Enfermagem da Faciplac , v. 2, p. 1-8, 2017.
-
OLIVEIRA, W. ; GIUSTINA, F. P. D. ; PEREIRA, D. ; PERES, L. I. ; CAMPOS, E. . Problematização no processo de ensino aprendizagem: elaboração de protocolo\\ no Arco de Maguerez como metodologia a ser implantada no curso de Enfermagem da FACIPLAC. REFACI - Revista de Enfermagem da Faciplac , v. 2, p. 1-10, 2017.
-
OLIVEIRA, W. ; COPPOLA, N. . A importância das metodologias ativas na formação do enfermeiro no Brasil. RSF - Revista de Saude da Faciplac , v. 4, p. 59-75, 2017.
-
OLIVEIRA, W. . Simulação realística como estratégia de ensino na graduação de Enfermagem. REFACI - Revista de Enfermagem da Faciplac , v. 2, p. 1-18, 2017.
-
FUJIWARA, M. G. C. C. ; OLIVEIRA, W. . Principais dificuldades do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência do Distrito Federal no atendimento inicial da criança traumatizada. Revista de Saúde da FACIPLAC , v. 3, p. 27-37, 2016.
-
DIAS, P. A. P. ; OLIVEIRA, W. . Avaliação do protocolo de dor torácica no hospital do coração do brasil. REVISA - Revista de Divulgação Científica Sena Aires , v. 2, p. 44-57, 2016.
-
OLIVEIRA, W. ; POMPEU, E. L. T. . O papel da atenção básica nos desastres de origem natural no Brasil. RSF - Revista de Saúde da faciplac , v. 2, p. 51-65, 2015.
-
RIBEIRO, M. ; OLIVEIRA, W. . Conhecimento dos acadêmicos de enfermagem acerca dos resíduos hospitalares. REVISA - Revista de Divulgação Científica Sena Aires , v. 4, p. 32-39, 2015.
-
OLIVEIRA, W. ; E.T.MASUDA ; P.B.MAGALHÃES ; DIMECH, G. S. ; PINTO JUNIOR, V. L. . Conceitos utilizados e eventos monitorados pelo Centro de Informações Estratégicas e Resposta em Vigilância em Saúde entre os anos de 2006 e 2010. Revista de Medicina e Saúde de Brasília , v. 4, p. 166-177, 2015.
-
PINTO JUNIOR, V. L. ; SOUSA, G. F. ; OLIVEIRA, W. . Evaluation of a public health emergency og national concern using tracer methodology. TEMPUS ACTAS DE SAÚDE COLETIVA , v. 7, p. 33, 2013.
-
SAVIOLI,A.P ; OLIVEIRA, W. . A Importância e as Dificuldades da Comunicação no Centro Cirúrgico. Conexão Ciência: revista científica da FUOM , v. 1, p. 17-18, 2003.
-
CALDEIRA, A. G. ; VIEIRA, A. M. ; OLIVEIRA, W. . Manual De Fundamentação Em Enfermagem. 1. ed. Riga Latvia, European Union: Novas Edições Acadêmicas, 2018. v. 1. 140p .
-
OLIVEIRA, W. . Diretrizes Nacionais de Vigilância em Saúde. 1. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2010. v. VOL 13. 110p .
-
OLIVEIRA, W. . Doenças Infecciosas e parasitárias: Guia de Bolso. 8°. ed. MINISTÉRIO DA SAÚDE: MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2010. 444p .
-
SILVA, F. J. D. ; OLIVEIRA, W. . Epidemiologia do Trauma e Prevenção. In: Fabiano Julio Delesposte Silva;Wender Antonio de Oliveira. (Org.). Epidemiologia do Trauma e Prevenção. 1ed.Porto Alegre: Moriá, 2019, v. 1, p. 200-209.
-
MALVESTINO, M. ; OLIVEIRA, W. . Políticas Públicas e a Rede de Atenção as Urgências. In: Marisa Amaro Malvestini;Wender Antonio de Oliveira. (Org.). Políticas Públicas e a Rede de Atenção as Urgências. 1ed.Porto Alegre: Moriá, 2019, v. 1, p. 25-37.
-
MEDEIROS, C. G. L. ; SANTOS, K. D. R. ; PRADO, M. C. ; OLIVEIRA, W. . Gestão em Desastres e Atendimento a Múltiplas Vítimas. In: Carlos Gustavo Louzada Medeiros;Katherine Deon Rosa Santos;Michel Cadenas;Wender Antonio de Oliveira. (Org.). Gestão em Desastres e Atendimento a Múltiplas Vítimas. 1ed.Porto Alegre: Moriá, 2019, v. 1, p. 759-.
-
OLIVEIRA, W. . Investigação de Casos, Surtos e Epidemias. In: Aglaêr Alves da Nóbrega, Cláudio Maierovitch Pessanha Henriques, Dalva de Assis, Deise Santos, Eduardo Hage Carmo, Eduardo Macário, Elizabeth David dos Santos, George Santiago Dimech, Greice Madeleine Ikeda do Carmo, Ivonne Natalia Solarte Agredo, Luciane. (Org.). Investigação de Casos, Surtos e Epidemias. 1ed.Brasília: Ministério da Saúde, 2014, v. 1, p. 775-802.
-
OLIVEIRA, W. . Febre Purpúrica Brasileira. In: Daniel Cardoso de Almeida Araújo; George Santiago Dimech; Rebeca Bezerra Bonm; Veruska Maia da Costa; Wender Antonio de Oliveira.. (Org.). Guia de Vigilância Epidemiológica. 8°ed.Brasília: Ministério da Saúde, 2010, v. , p. 42-45.
-
OLIVEIRA, W. ; FUJIWARA, M. G. C. C. . Principais dificuldades do serviço de atendimento móvel de urgência do distrito federal no atendimento inicial da criança traumatizada.. In: CBMEDE, 2016, PORTO ALEGRE. Anais do CBMEDE 2016, 2016.
-
OLIVEIRA, W. . Epidemiologia em Urgência e Emergência. In: CBMEDE, 2016, PORTO ALEGRE. ANAIS DO CBMEDE 2016, 2016.
-
DIAS, S. L. ; MASUDA, E. T. ; OLIVEIRA, W. ; DIMECH, G. S. . Perfil dos casos confirmados de raiva humana notificados ao CIEVS Nacional no período de março de 2006 a junho de 2012. In: Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, 2012, Porto Alegre. Anais Saúde Coletiva, 2012.
-
OLIVEIRA, W. ; ALEIXO, J. G. . Vacinação do contingente militar e Embaixada Brasileira em Porto Princípe, Haiti, abril de 2010. In: Vacinação do contingente militar e Embaixada Brasileira em Porto Princípe, Haiti, abril de 2010, 2011, Brasília - DF. Anais de Saúde Coletiva, 2011. p. 160-160.
-
OLIVEIRA, W. ; E.T.MASUDA ; P.B.MAGALHÃES ; DIAS, S. L. . Compartilhamento de informações de risco para a saúde pública internacional. In: XVII Congresso Brasileiro de Infectologia 2011, 2011, Brasília - DF. XVII Congresso Brasileiro de Infectologia 2011, 2011. p. 132-132.
-
OLIVEIRA, W. . Cultura de Inovação. 2023. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
-
OLIVEIRA, W. . Aprendizagem Baseada em Projetos. 2019. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
-
OLIVEIRA, W. . Revisitando Bhopal-madhya Pradesh. 2019. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
-
OLIVEIRA, W. . Atenção da Enfermagem em Desastres. 2019. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
-
OLIVEIRA, W. . Do TCC ao PHd: Sorte ou Coragem?. 2019. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
-
OLIVEIRA, W. . Investigação de Surto. 2018. (Apresentação de Trabalho/Outra).
-
OLIVEIRA, W. . Gestão de Desastres. 2017. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
-
OLIVEIRA, W. . Planejamento e Gestão de Riscos em Gestão de Desastres. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
-
OLIVEIRA, W. . Os desafios de Acesso e Cobertura do SAMU 192 no Brasil. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
-
OLIVEIRA, W. . Atendimento em Trauma com Múltiplas Vitimas. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
-
OLIVEIRA, W. . Suporte Básico de Vida. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
-
OLIVEIRA, W. . Gestão dos Serviços de Urgância. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).
-
OLIVEIRA, W. . IMV. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).
-
OLIVEIRA, W. . Animais Peçonhentos. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).
-
OLIVEIRA, W. . Atuação dos profissionais da saúde em desastres. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
-
OLIVEIRA, W. . Política nacional de Atenção as Urgências e a Rede de Atenção ás Urgências no SUS. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
-
OLIVEIRA, W. . Suporte Básico de Vida. 2014. (Apresentação de Trabalho/Outra).
-
OLIVEIRA, W. . Desafios de Acesso e Cobertura do SAMU 192 no Brasil. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
-
OLIVEIRA, W. . Primeira Resposta a Desastres: Setor Saúde. 2011. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
-
OLIVEIRA, W. . Desastres: Emergência de Saúde Pública. 2010. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
-
OLIVEIRA, W. . Regulamento Sanitário Internacional e Rede Cievs: Atualizações 2010. 2010. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
-
OLIVEIRA, W. . O uso do Regulamento Sanitário Internacional - RSI 2005. 2010. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
-
OLIVEIRA, W. ; CARRMO, G. M. I. ; BAETA, K. F. . Preparação e Resposta ás ESP, com enfoque para Cólera e Surtos de DTH.. 2010. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
-
OLIVEIRA, W. . Estrategias e Monitoramento de Emergências no Brasil. 2009. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
-
OLIVEIRA, W. . Investigação de Surtos em hepatites Virais. 2009. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
-
OLIVEIRA, W. . Regulamento Sanitário Internacional - RSI 2005. 2009. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
-
OLIVEIRA, W. ; COSTA, V. M. ; MASUDA, E. T. ; DIMECH, G. S. . Monitoramento continuo de eventos que possam constituir em emergência de saúde pública de importância nacional. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
-
SOUZA, V. ; OLIVEIRA, W. ; FERREIRA, P. ; BRANT, J. ; DIMECH, G. S. . Monitoramento de Doenças Infecciosas após inundações no Estado de SC. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
-
OLIVEIRA, W. . Vigilância em Saúde. 2006. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
-
OLIVEIRA, W. ; GIUSTINA, F. P. D. . Gestão educacional: relação docente/discente no ensino superior. Brasília - DF: Revista de Saúde da Faciplac, 2018 (Editorial).
-
OLIVEIRA, W. . Enfermagem: arte ou ciência do cuidar?. Brasília - DF: Revista de Saúde da Faciplac, 2018 (Editorial).
-
OLIVEIRA, W. . Febre amarela no Brasil: um risco para a saúde pública. Brasília - DF: Revista de Saúde da Faciplac, 2017 (Editorial).
-
OLIVEIRA, W. ; PRADO, M. C. . Os desastres humanos de natureza tecnológica: meios de transporte aéreo. Brasília - DF: Revista de Saúde da Faciplac, 2017 (Editorial).
-
OLIVEIRA, W. . A prática avançada de Enfermagem: conceitos e possibilidades no Brasil. Brasília - DF: Revista de Saúde da Faciplac, 2017 (Editorial).
Outras produções
OLIVEIRA, W. . RECREDENCIAMENTO INSTITUCIONAL - FACULDADE FALOG. 2022.
OLIVEIRA, W. . Elaboração de diagnósticos regulatórios e definição de estratégias de aprimoramentos institucionais e de cursos. 2018.
OLIVEIRA, W. . DOCUMENTO TÉCNICO CONTENDO O ESTUDO EPIDEMIOLÓGICO OBSERVACIONAL DESCRITIVO QUANTITATIVO DAS INFORMAÇÕES DO SISTEMA DE CADASTRAMENTO NACIONAL DE ESTABELECIMENTO DE SAÚDE (SCNES) CORRELACIONANDO COM A PRODUÇÃO DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO AMBULATORIAL (SIA) REFERENTE AOS PROCEDIMENTOS DO SAMU 192 DEFINIDOS PELA PORTARIA 356 DE 08 DE ABRIL DE 2013 DO ESTADO DO ACRE NO ANO DE 2013.. 2017.
OLIVEIRA, W. . DOCUMENTO TÉCNICO CONTENDO O ESTUDO EPIDEMIOLÓGICO OBSERVACIONAL DESCRITIVO QUANTITATIVO DAS INFORMAÇÕES DO SISTEMA DE CADASTRAMENTO NACIONAL DE ESTABELECIMENTO DE SAÚDE(SCNES) CORRELACIONANDO COM A PRODUÇÃO DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO AMBULATORIAL (SIA) REFERENTE AOS PROCEDIMENTOS DO SAMU 192 DEFINIDOS PELA PORTARIA 356 DE 08 DE ABRIL DE 2013 DO ESTADO DE RONDÔNIA NO ANO DE 2013.. 2016.
OLIVEIRA, W. . . DOCUMENTO TÉCNICO CONTENDO O ESTUDO EPIDEMIOLÓGICO OBSERVACIONAL DESCRITIVO QUANTITATIVO DAS INFORMAÇÕES DO SISTEMA DE CADASTRAMENTO NACIONAL DE ESTABELECIMENTO DE SAÚDE(SCNES) CORRELACIONANDO COM A PRODUÇÃO DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO AMBULATORIAL (SIA) REFERENTE AOS PROCEDIMENTOS DO SAMU 192 DEFINIDOS PELA PORTARIA 356 DE 08 DE ABRIL DE 2013 DO ESTADO DE RONDÔNIA NO ANO DE 2013. 2016.
OLIVEIRA, W. . DOCUMENTO TÉCNICO CONTENDO O ESTUDO EPIDEMIOLÓGICO OBSERVACIONAL DESCRITIVO QUANTITATIVO DAS INFORMAÇÕES DO SISTEMA DE CADASTRAMENTO NACIONAL DE ESTABELECIMENTO DE SAÚDE (SCNES) CORRELACIONANDO COM A PRODUÇÃO DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO AMBULATORIAL (SIA) REFERENTE AOS PROCEDIMENTOS DO SAMU 192 DEFINIDOS PELA PORTARIA 356 DE 08 DE ABRIL DE 2013 DO ESTADO DO ACRE NO ANO DE 2013.. 2016.
OLIVEIRA, W. . ELABORAÇÃO DE DIAGNÓSTICOS REGULATÓRIOS E DEFINIÇÃO DE ESTRATÉGIAS DE APRIMORAMENTOS INSTITUCIONAIS E DE CURSOS. 2016.
OLIVEIRA, W. . DOCUMENTO TÉCNICO CONTENDO A ANALISE DESCRITIVA POR TEMPO, PESSOA, LUGAR DO CADASTRAMENTO DE PROFISSIONAIS PARA FORMAÇÃO DE CADASTRO RESERVA PARA COMPOR A EQUIPE DA FORÇA NACIONAL DE SAÚDE DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (FN-SUS) REFERENTE À CATEGORIA DE TÉCNICOS/AUXILIARES DE ENFERMAGEM.. 2015.
OLIVEIRA, W. . DOCUMENTO TÉCNICO CONTENDO A ANALISE DESCRITIVA POR TEMPO, PESSOA, LUGAR DO CADASTRAMENTO DE PROFISSIONAIS PARA FORMAÇÃO DE CADASTRO RESERVA PARA COMPOR A EQUIPE DA FORÇA NACIONAL DE SAÚDE DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (FN-SUS) REFERENTE À CATEGORIA DE CONDUTORES DE VEÍCULOS DE URGÊNCIA(SAMU 192).. 2015.
OLIVEIRA, W. . DOCUMENTO TÉCNICO CONTENDO A ANALISE DESCRITIVA POR TEMPO, PESSOA, LUGAR DO CADASTRAMENTO DE PROFISSIONAIS PARA FORMAÇÃO DE CADASTRO RESERVA PARA COMPOR A EQUIPE DA FORÇA NACIONAL DE SAÚDE DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (FN-SUS) REFERENTE À CATEGORIA PSICÓLOGOS.. 2014.
OLIVEIRA, W. . DOCUMENTO TÉCNICO CONTENDO A ANALISE DESCRITIVA POR TEMPO, PESSOA, LUGAR DO CADASTRAMENTO DE PROFISSIONAIS PARA FORMAÇÃO DE CADASTRO RESERVA PARA COMPOR A EQUIPE DA FORÇA NACIONAL DE SAÚDE DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (FN-SUS) REFERENTE À CATEGORIA DE FARMACÊUTICO E ASSISTENTE SOCIAL.. 2014.
OLIVEIRA, W. . DOCUMENTO CONTENDO AVALIAÇÃO E MONITORAMENTO DA REGIONALIZAÇÃO COM COBERTURA 100% DO SAMU 192 NO ESTADO DO ESTADO ACRE. 2013.
OLIVEIRA, W. . DOCUMENTO CONTENDO AVALIAÇÃO E MONITORAMENTO DA REGIONALIZAÇÃO COM COBERTURA 100% DO SAMU 192 NO ESTADO DE PERNAMBUCO. 2012.
OLIVEIRA, W. . Anotação e Responsabilidade técnica para uma Empresa Júnior de Enfermagem ? Modalidade: Consultório de Enfermagem.. 2019.
OLIVEIRA, W. . determinação para que os técnicos de enfermagem realizem atribuição de motorista em viaturas e ambulâncias quando o mesmo possui CNH para desempenhar tal função. 2019.
OLIVEIRA, W. . Profissional de Enfermagem Conduzir Viaturas. 2018.
OLIVEIRA, W. . Dispensar pacientes na Classificação de Risco - Enfermagem em Urgência/Emergência. 2018.
OLIVEIRA, W. . Avaliação de Cursos Superiores do Guia do Estudante. 2017.
OLIVEIRA, W. . Avaliação de Cursos Superiores do Guia do Estudante. 2016.
OLIVEIRA, W. . ENFERMAGEM EM CENÁRIOS DE GESTÃO: AVANÇOS E DESAFIOS. 2019. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).
OLIVEIRA, W. . FACIPLAC PRESENTE NA COMUNIDADE DO GAMA/DF. 2017. (Programa de rádio ou TV/Comentário).
OLIVEIRA, W. . MOSTRA CIENTÍFICA DEBATE EPIDEMIOLOGIA. 2017. (Programa de rádio ou TV/Comentário).
OLIVEIRA, W. . LIBERDADE DE EXPRESSÃO É TEMA DE EVENTO. 2017. (Programa de rádio ou TV/Comentário).
OLIVEIRA, W. . SAMU JÁ BENEFICIOU MAIS DE 140 MILHÕES DE PESSOAS. 2014. (Programa de rádio ou TV/Comentário).
OLIVEIRA, W. . ESTAMOS FAZENDO PARTE DA HISTÓRIA DO SUS?, AFIRMA SERVIDOR QUE ATUA NO ACRE. 2012. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
OLIVEIRA, W. . CURSO PREPARA PROFISSIONAIS EM EPIDEMIOLOGIA PARA MONITORAMENTO E RESPOSTA A EMERGÊNCIAS DE SAÚDE PÚBLICA. 2011. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
OLIVEIRA, W. . BIOSSEGURANÇA É TEMA DE ESPECIALIZAÇÃO EM EPIDEMIOLOGIA. 2011. (Programa de rádio ou TV/Comentário).
OLIVEIRA, W. ; AURELIO, M. . SES/SE - SAÚDE REÚNE TÉCNICOS PARA DISCUTIR CONTROLE DE DOENÇAS PANDÊMICAS EM SERGIPE. 2010. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
OLIVEIRA, W. . GRS DIVINÓPOLIS PREPARA SEGUNDA ETAPA DA CAMPANHA DE VACINAÇÃO. 2007. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
OLIVEIRA, W. . Instagram. 2022; Tema: Produção de Conteúdo: mentalidade; Empreendedorismo; Gestão; Liderança. (Rede social).
OLIVEIRA, W. . 5 Minutos da Gestão do Ensino Superior. 2022. (Rede social).
OLIVEIRA, W. . ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM EM EMERGÊNCIAS DE SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL. 2016. (Editorial).
OLIVEIRA, W. . Suporte Básico de Vida. 2015. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
OLIVEIRA, W. . Acidente com Múltiplas Vítimas. 2015. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
OLIVEIRA, W. . Animais Peçonhentos. 2015. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
OLIVEIRA, W. . Suporte Básico de Vida. 2015. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
OLIVEIRA, W. . Curso de Urgência e Emergência Pré-Hospitalar. 2015. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
OLIVEIRA, W. . Instrumento de avaliação de desempenho do acadêmico da Facesa.. 2015. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Questões contextualizadas).
OLIVEIRA, W. . Revisão e ampliação do manual do docente e do discente. 2014. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Manual).
OLIVEIRA, W. . V Curso Intensivo de APH. 2013. .
OLIVEIRA, W. . III Curso Intensivo de APH. 2012. .
OLIVEIRA, W. . II Curso Intensivo de APH. 2012. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
OLIVEIRA, W. . Monitoramento e Resposta a Eventos de Importância em Saúde Pública. 2011. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).
OLIVEIRA, W. . Curso Prático dobre o Regulamento Sanitário Internacional. 2010. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
OLIVEIRA, W. ; MASUDA, E. T. ; P.B.MAGALHÃES ; MACHADO, R. S. ; Thácyta Bonfim Gomes ; DIMECH, G. S. . Monitoramento de risco para saúde pública nacional e internacional. 2010. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Manual).
OLIVEIRA, W. ; DIMECH, G. S. ; MASUDA, E. T. ; P.B.MAGALHÃES ; MACHADO, R. S. ; Thácyta Bonfim Gomes . Protocolo de utilização do alerta Cievs e Lista de Emergência de Saúde Pública - LESP. 2010. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Manual).
OLIVEIRA, W. ; DIMECH, G. S. ; MASUDA, E. T. ; P.B.MAGALHÃES ; MACHADO, R. S. ; Thácyta Bonfim Gomes . Diretrizes para a classificação dos centros da Rede Cievs ? Ministério da Saúde. 2010. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Manual).
OLIVEIRA, W. . Vigilância Epidemiológica das Hepatites Virais - Macroregional Sudeste. 2008. .
OLIVEIRA, W. . Vigilância Epidemiológica das Hepatites Virais. 2008. .
OLIVEIRA, W. . Vigilância Epidemiológica das Hepatites Virais. 2008. .
OLIVEIRA, W. . Vigilância das Hepatites Virais - Macroregional Norte. 2007. .
OLIVEIRA, W. . Vigilância Epidemiológica das Hepatites Virais - Macroregional Centro_Oeste e Sul. 2007. .
Projetos de pesquisa
-
2015 - 2016
Fortalecimento da implementação das políticas de atenção hospitalar e de urgência no sus., Descrição: A década de 90 foi marcada por diversas reuniões internacionais de cúpula promovidas pelas agências da ONU, nas quais foram pactuados objetivos sociais e metas a serem alcançadas. Cita-se como exemplo as Metas de Desenvolvimento do Milênio, por meio das quais países membros das Nações Unidas, inclusive o Brasil, comprometeram-se a erradicar a pobreza extrema e a fome, universalizar a educação básica, reduzir a mortalidade infantil e materna, entre outras, até o ano de 2015 (UNITED NATIONS, 2000). A avaliação de políticas, programas e projetos, particularmente no Brasil, tornou-se um compromisso, tanto quanto um desafio. Na conjuntura brasileira atual, o desafio acima assinalado assume a proporção de um objetivo estratégico de governo, desde que o combate à miséria e à fome encontra-se no topo da agenda política. Sob a pressão da crise fiscal e social, o processo de reformas do estado em curso em muitos países da América Latina enfatiza a necessidade urgente de executar políticas sociais que maximizem a eficiência, a participação da comunidade e a focalização nos membros mais vulneráveis da população. Em função disto tem crescido o interesse sobre o monitoramento de programas, contemplando a avaliação dos processos, dos impactos e da eficiência das ações (WORTHEN; SANDERS; FITZPATRICK, 2004; PINHEIRO, 1995, AMPARÁN, 1995, LAHERA, 2000). Estudiosos do tema vêm sugerindo que a ênfase recente na avaliação surgiu para compensar a grande dificuldade prática referida à mensuração do trabalho realizado pelo setor público, tendo em vista que a sanção eleitoral, comumente reconhecida como momento de avaliação da ação pública e dos próprios governantes, obedece a critérios diversos, subjetivos e não necessariamente, relacionados com o trabalho realizado (CROZIER, 1998). Desta forma, está em jogo na avaliação de políticas públicas saber o que está sendo feito de maneira tão ?objetiva? quanto possível e compreender a que isto serve (CROZIER, 1998), o que diferencia essencialmente a avaliação do controle e da auditoria, na medida em que entra em cena uma noção de julgamento de valor (DUPUIS, 1998). Os sentidos da política e a incorporação da noção de valor são os traços distintivos desta prática, tendo em vista o levantamento bibliográfico realizado sobre as definições e os objetivos da avaliação de políticas públicas (FIGUEIREDO; FIGUEIREDO, 1986; AMPARAN, 1995). Desta forma, para a realização da presente pesquisa devem ser definidos os princípios orientadores do processo da avaliação numa tentativa de superar, na medida do possível, os problemas freqüentemente encontrados na literatura pertinente, tais como: informação não confiável, pouco esforço na avaliação de resultados intermediários, uso isolado ou impróprio de indicadores de impacto, falta de informação sobre as restrições econômicas e sociais a que estão sujeitos os beneficiários e uma tendência a observar e analisar apenas alguns aspectos particulares dos programas (MUSGROVE; BUNTZ; TASH, 1993). Não existe consenso sobre alguns conceitos básicos. As palavras eficácia, efetividade, eficiência e impacto são extensamente empregadas no contexto da avaliação de programas, por vezes de modo equivalente, sem que haja um acordo sobre a sua definição precisa (BORUS; BUNTZ; TASH, 1984; SILVA; FORMIGLI, 1994). Geralmente a eficácia é empregada para descrever o alcance potencial das metas em situações controladas ou quase ideais. Já os termos efetividade ou impacto têm sido empregados para descrever o efeito obtido pela intervenção em uma situação real (SILVA; FORMIGLI, 1994). Apesar da evidência não muito convincente, uma diferença sutil foi estabelecida entre os conceitos de efetividade e impacto. O primeiro é usado mais freqüentemente para expressar o efeito de alguma ação num determinado grupo populacional, enquanto que o segundo seria mais apropriado para evidenciar os efeitos de um si. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Wender Antonio de Oliveira - Coordenador / Vitor Laerte Pinto Junior - Integrante / Ricardo Sales - Integrante / Marilaine Almeida - Integrante / Licia Galindo Ronald - Integrante.
-
2014 - 2016
Avaliação da satisfação do usuário com o atendimento do SAMU: Uma análise das dimensões de qualidade que privilegiam a perspectiva do usuário do sistema de saúde., Descrição: A Lei Orgânica da Saúde estabelece, dentre diversos aspectos, que a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios devem exercer, em seu âmbito administrativo, as atribuições de avaliação e controle de serviços de saúde. A avaliação é parte fundamental no planejamento e gestão do sistema de saúde. Um sistema de avaliação efetivo pode reordenar a execução das ações e serviços, redimensionando-os de forma a contemplar as necessidades de seu público, dando maior racionalidade ao uso dos recursos. A avaliação em saúde na busca da resolubilidade e qualidade tem como pressuposto a avaliação das estruturas, processos e resultados relacionados ao risco, acesso e também em relação à satisfação dos cidadãos frente aos serviços públicos e dos provedores de saúde frente à sua unidade de trabalho. Estas diferentes dimensões da avaliação estão relacionadas entre si e devem ser analisadas em conjunto. No entanto, a satisfação dos pacientes e provedores de saúde é diretamente influenciada pela estrutura e pelos processos, o que tem potencial para afetar a qualidade dos resultados obtidos. Por esta razão, a satisfação do usuário da saúde é um tema que deve estar na agenda do gestor em saúde uma vez que é um componente relevante para a consolidação e aprimoramento do SUS. Desde 1998, o Ministério da Saúde desenvolve um programa nacional de avaliação de serviços hospitalares. Em princípio o programa se caracterizou pela realização de pesquisa de satisfação dos usuários nas unidades de Pronto Socorro, Ambulatório e Internação, além da aplicação de roteiro técnico, realizada pelos gestores estaduais e municipais em hospitais públicos e privados vinculados ao SUS, levando em conta a estrutura existente e os processos prioritários. Por volta de 2004, a Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, através de seu Departamento de Regulação, Avaliação e Controle (DERAC) reformulou esse Programa, com o objetivo de torná-lo mais amplo, para que pudesse ser aplicado nas diversas complexidades dos serviços de saúde a partir de 2004/2005, passando a denominá-lo de Programa Nacional de Avaliação de Serviços de Saúde ? PNASS. O grande mérito do PNASS é sua força como instrumento de apoio à Gestão do SUS no tocante à Qualidade da Assistência oferecida aos usuários do Sistema Único de Saúde. O PNASS em conjunto com o Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde (IDSUS), o Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ) e outras pesquisas nacionais de avaliação do acesso e de satisfação dos usuários compõem hoje o Sistema de Avaliação para a Qualificação do SUS, ação de caráter estratégica no apoio à gestão no SUS. O PNASS foi aplicado de forma censitária nas unidades hospitalares, em ambulatórios e em serviços de alta complexidade em oncologia e nefrologia que foram avaliados sob o ponto de vista de quatro dimensões: Padrões de conformidade, Indicadores de produção, satisfação dos usuários e pesquisa das condições e relações de trabalho. A despeito da descontinuidade do Programa já se previa em versões futuras, a possibilidade de ampliação do escopo inclusive para outros programas e serviços de atenção à saúde. Até o presente momento, além das iniciativas citadas e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD-Saúde) nenhuma outra iniciativa de avaliação foi implementada. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) criado em 2003 e que conta com 10 anos de existência, não foi avaliado de forma tão aprofundada seja pelo PNASS ou por outro programa de avaliação existente, dentro do Sistema de Avaliação para a Qualificação do SUS, principalmente sob a ótica da satisfação do usuário. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência é o componente assistencial móvel da Rede de Atenção às Urgências que tem como objetivo chegar precocemente à vítima após ter ocorrido um agravo à sua saúde (de natureza clínica, ci. , Situação: Desativado; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Wender Antonio de Oliveira - Coordenador / Ricardo Sales - Integrante / Marisa Malvestino - Integrante.
-
2014 - 2016
Brasil e França: Atualização e troca experiências de modelos pré-hospitalar móvel de urgência no contexto de funcionamento, monitoramento e avaliação., Descrição: O atendimento nas áreas de urgência e emergência tem crescido e se tornado cada vez mais expressivo na sociedade brasileira e mundial. O aumento dos casos de acidentes e violência tem forte impacto sobre o Sistema Único de Saúde (SUS) do país e o conjunto da sociedade. Na assistência, este impacto pode ser medido diretamente pelo aumento dos gastos com internações hospitalares, assistência em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e tempo de hospitalização. Na questão social, pode ser verificado pelo aumento de 30% no índice de Anos Potenciais de Vida Perdidos (APVP) devido a acidentes e violências nos últimos anos(1). No Brasil as internações por causas externas no período de janeiro de 2006 a janeiro de 2007 entre indivíduos de 20 a 49 anos somaram 416.253 casos.(2). As afecções por causas externas, a violência urbana e as doenças cardiovasculares, respiratórias e metabólicas dentre outras, são situações críticas para uma pessoa, e determinam a necessidade de atendimento imediato emergencial e definitivo. Ao longo do tempo percebeu-se que vidas poderiam ser salvas se fossem rapidamente atendidas por pessoas treinadas e qualificadas, ainda no ambiente fora dos hospitais, denominado atendimento pré-hospitalar (APH), e transportadas a um local onde pudessem receber atendimento com suporte mais específico para cada caso(3). Tem sido enfatizado como fator crítico para a sobrevivência da vítima (retorno às atividades habituais sem sequelas), o tempo gasto até que o tratamento definitivo seja instalado(4). O período entre o reconhecimento e resposta quando o indivíduo está em risco, fará diferença entre ?vida e morte? e entre ?sobrevivência intacta e sequelas?(5). Neste contexto histórico de necessidades a história do SAMU da França inicia-se nos anos 60, quando os médicos começaram a detectar a desproporção existente entre os meios disponíveis para tratar doentes e feridos nos hospitais e os meios arcaicos do atendimento pré-hospitalar até então existentes. Assim, foi constatada a necessidade de um treinamento adequado das equipes de socorro e a importância da participação médica no local, com o objetivo de aumentar as chances de sobrevivência dos pacientes, iniciando pelos cuidados básicos e avançados essenciais, cuidados estes centrados na reestruturação da ventilação, respiração e circulação adequadas(1). Assim, a França conseguiu determinar os princípios do atendimento pré-hospitalar, relacionados a: 1) O auxílio médico urgente é uma atividade sanitária. 2) As intervenções sobre o terreno devem ser rápidas, eficazes e com meios adequados. 3) A abordagem de cada caso deve ser, simultaneamente, médica, operacional e humana. 4) As responsabilidades de cada profissional e as inter-relações com os demais devem ser estabelecidas claramente. 5) A qualidade dos resultados dependem, em grande parte, do nível de competência dos profissionais. 6) A ação preventiva deve ser um complemento da ação de urgência. Neste cenário, o atendimento pré-hospitalar (PH) no Brasil encontra-se em fase de implantação e expansão, além de algumas necessidades de ampliação de frota devido à mudança de parâmetro populacional para ?tempo resposta?. Os estudos sobre os impactos desta política pública de saúde não estão estabelecidos, ou se quer foram iniciados. Tendo que 70% da população Brasileira possui acesso ao SAMU 192 na atualidade. Além disto, no Brasil, há em vigência outros sistemas de atenção pré-hospitalar (APH), alguns públicos, como o Grupamento do Corpo de Bombeiros (CB), gerando em algumas localidades a duplicidade de serviço.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Wender Antonio de Oliveira - Coordenador / Ricardo Sales - Integrante.
-
2014 - 2016
Descrição, análise e avaliação da implantação e implementação do serviço de atendimento móvel de urgência ? samu 192 ? no período de 2003 a 2012., Descrição: A implantação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência em nível nacional teve início em 2004 por meio da Portaria 1.864, que destinou recursos para aquisição de 650 unidades de suporte básico de vida e 150 unidades de suporte avançado de vida, além de equipamentos, construção, reforma e/ou ampliação de até 152 Centrais SAMU 192 e estruturação de 27 Laboratórios de Ensino em Procedimentos de Saúde para os Núcleos de Educação em Urgências. Os recursos foram repassados aos estados e municípios mediante: a apresentação de Planos Municipais ou Regionais de Atenção Integral às Urgências após a aprovação dos respectivos conselhos de saúde e pela Comissão Intergestores Bipartite; a apresentação do projeto de implantação/implementação do SAMU em consonância com a Portaria 2048, incluindo a planta física da Central SAMU 192 e seu custo; a apresentação da proposta de implantação/implementação da área de Educação em Urgência; a implantação das Coordenações Estaduais, Municipais ou Regionais de Urgência, assim como proposta de estruturação do Comitê Gestor do Sistema de Atenção às Urgências. Deslandes e Minayo (2008) analisaram a implantação do SAMU 192 em cinco capitais brasileiras: Brasília, Rio de Janeiro, Recife, Manaus e Curitiba. Diversos municípios possuíam serviço que realizava atendimento pré-hospitalar previamente à implantação do SAMU 192, principalmente pelo Corpo de Bombeiros. A transição desta modalidade pré-existente para o SAMU 192 teve características conflituosas que gerou perda política daquela instituição. Apesar disso, a implantação do SAMU 192 representou em todos os casos a garantia de maior cobertura de atenção às urgências. A disponibilidade de recursos varia significativamente entre as capitais e a articulação com o sistema hospitalar se apresenta como maior desafio para garantia de qualidade de assistência. A falta de articulação dos serviços é agravada por falta de vagas hospitalares, pela alta demanda ambulatorial dos serviços de urgência por pacientes com doenças crônicas e número insuficiente de profissionais. Outros desafios para o subsistema hospitalar foram citados como: chamadas feitas por pacientes que laçam mão do serviço como alternativa às dificuldades de locomoção; trotes, que podem corresponder até 60% das chamadas; e lentidão na manutenção de ambulâncias. A formação de recursos humanos foi considerada um ponto positivo, uma vez que as portarias enfatizam e promovem este aspecto do sistema de atenção às urgências. A avaliação de políticas, programas e projetos, particularmente no Brasil, tornou-se um compromisso, tanto quanto um desafio. Na conjuntura brasileira atual, o desafio acima assinalado assume a proporção de um objetivo estratégico de governo, desde que o combate à miséria e à fome encontra-se no topo da agenda política. Desta forma, está em jogo na avaliação de políticas públicas saber o que está sendo feito de maneira tão ?objetiva? quanto possível e compreender a que isto serve (CROZIER, 1998), o que diferencia essencialmente a avaliação do controle e da auditoria, na medida em que entra em cena uma noção de julgamento de valor (DUPUIS, 1998). Os sentidos da política e a incorporação da noção de valor são os traços distintivos desta prática, tendo em vista o levantamento bibliográfico realizado sobre as definições e os objetivos da avaliação de políticas públicas (FIGUEIREDO; FIGUEIREDO, 1986; AMPARAN, 1995). Desta forma, para a realização da presente pesquisa devem ser definidos os princípios orientadores do processo da descrição, análise e avaliação da implantação e da implementação do serviço de atendimento móvel de urgência SAMU 192, numa tentativa de superar, na medida do possível, os problemas frequentemente encontrados na literatura pertinente, tais como: informação não confiável, pouco esforço na avaliação de resultados intermediários, uso isolado ou impróprio de indicad. , Situação: Desativado; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Wender Antonio de Oliveira - Coordenador / Vitor Laerte Pinto Junior - Integrante / Lemuel Araújo - Integrante / Walbert Alcoforado da Silveira - Integrante / Ricardo Sales - Integrante / Ricardo Malagutti - Integrante.
-
2013 - 2015
Descrição, Avaliação e Aprimoramento do Programa das Motolâncias no Brasil, Descrição: A motolância é um Veículo de intervenção rápida. Usada para fazer um pré-atendimento. Foi usada no Brasil pela primeira vez em 1995 e deste esta data possui a missão geral de reduzir o tempo resposta do atendimento ou prestar suporte no ambiente pré-hospitalar. Após quase duas décadas, o que mudou foi à realidade do serviço e o meio em que a ferramenta atua. Ela possui características de menor custo na aquisição, baixo custo de manutenção e de consumo de combustível. Assim, a motolância se insere num contexto em que se busca a excelência do atendimento, pois seu tempo resposta é menor e bem regulada pode otimizar recursos operacionais. É uma solução para locomoção mesmo em condições de tráfego ruim nas grandes cidades e também para o difícil acesso em áreas remotas. Além disso, o seu atendimento pode ser misto, ou seja, tanto para atendimento rápido às ocorrências clínicas quanto às traumáticas, a fim de reduzir o tempo resposta principalmente nas patologias cuja magnitude das seqüelas é tempo-dependente. Através da PORTARIA N 2.971, DE 8 DE DEZEMBRO DE 2008 a moto foi instituída como integrante da frota de intervenção do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência em toda a Rede SAMU 192 e define critérios técnicos para sua utilização. Atualmente no território nacional, das 400 (100%) motolâncias doadas, temos 162(41%) motos habilitadas pelo Ministério da Saúde, 55(14%) Motos como Reserva Técnica e 184(46%) em processo de habilitação. Por fim, no período de janeiro a junho de 2012, foram realizaram 4.666 atendimentos (Fonte: Sistema de Informação Ambulatorial ? SIA). O custeio anual de 13,3 milhões. Segundo alguns artigos publicados e discursos de membros do Corpo de Bombeiros bem como alguns coordenadores de SAMU 192 pelo Brasil, o uso da moto adequadamente pode reduzir a saída de ambulâncias em até 38%, principalmente referente aos trotes. (Rafael Geyger. Agilidade no atendimento. Revista Emergência, São Paulo, p.22-30, junho de 2012).Com base nestes cenários, a CGUE/DAE/SAS/MS deve elaborar um a pesquisa observacional quantitativa descritiva transversal com o objetivo de verificar o impacto da utilização das motolâncias do SAMU 192 no território nacional com elaboração de um Plano de Ação com medidas a serem tomadas junto aos SAMU 192 por meio das Secretarias Municipais e Estaduais de Saúde com o objetivo geral de resolver a problemática de motolâncias doadas pela União e não habilitadas em custeio.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Wender Antonio de Oliveira - Coordenador / Ricardo Sales - Integrante.
-
2013 - 2014
Análise do processo de implantação das redes de atenção às urgências e emergencias ? rue, Descrição: Um dos pontos críticos para o processo de estruturação e implementação das RUE é a desarticulação das ações de seus componentes associada a fragmentação do cuidado que ocorre na dimensão profissional no que diz respeito ao uso de tecnologias leves de uma forma geral. Dentre os principais desafios que podem ser diagnosticados nas RUE, ressalta-se, além da desarticulação entre os equipamentos que a constituem, a falta de um sistema de informação único que permita a comparabilidade e análise padronizada de todas as informações produzidas pela rede. A utilização de um banco de dados único e integrado poderá, por exemplo, concentrar e disseminar dados epidemiológicos referentes aos atendimentos em todo o país, o que possibilitaria melhor gestão dos recursos, a identificação de sazonalidades e principais agravos, fornecendo elementos valiosos para o planejamento e tomada de decisão. O usuário do sistema, de uma forma geral, demonstra conhecer a rede de forma insuficiente, de maneira que nem sempre busca os recursos certos, no momento certo. Considera-se, portanto, o desconhecimento do público sobre conceitos de Urgência e Emergência e dos perfis assistenciais das unidades outro desafio a ser enfrentado. Como solução, cabe aos níveis de gestão do SUS divulgar os conceitos e perfis assistenciais dos estabelecimentos de saúde que compõem uma RUE, com propostas de mídia para trabalho em nível local e na Atenção Primária a Saúde, assim como campanha nacional, ampla divulgação da campanha em todo o território nacional e estabelecimento de estratégias de qualificação e aproximação da Rede dos conselhos municipais, estaduais e nacional de saúde. É possível ainda, citar o aumento da demanda por atendimentos de saúde, em decorrência dos eventos de violência, acidentes de trânsito, bem como os problemas crônicos, que potencializam a necessidade de realização de diagnóstico situacional sistemático de forma a realizar um levantamento das necessidades dos serviços de saúde com vistas a definir os pontos de melhoria de área física e do parque tecnológico subsidiando a criação de incentivos adicionais para a adequação do custeio e para proporcionar a recuperação física e aquisição de equipamentos para os serviços da rede. Considerando a escassez de profissionais de saúde com qualificação em Urgência o principal desafio da rede nesse sentido está em incentivar a formação e qualificação desses profissionais. Adotando estratégias, por exemplo, de incluir a disciplina de Urgência e Emergência na grade curricular dos cursos de graduação, bem como desenvolver cursos de pós-graduação na área. Além dessas questões faz-se necessário desenvolver estratégias para melhoria do tempo-resposta em todos os equipamentos da RUE, de forma articulada e integrada. Nesse sentido, as ações devem concentrar-se em conhecer os problemas relacionados ao tempo-resposta inadequados para atendimentos de urgência em todos os pontos de atenção, para que se desenvolvam propostas de redução dos tempo-resposta, ofertando aos gestores locais e gerentes ferramentas para monitoramento dos processos. Como estratégia transversal a todos esses elementos, cabe citar o processo regulatório. É preciso trabalhar com a concepção ampla de regulação de todo o sistema, no qual diversas ferramentas de gestão possam apresentar o potencial de ajudar a equacionar, coordenar e melhorar a assistência. Além do acolhimento com classificação de risco que deve ser institucionalizado em todos os pontos da RUE. Neste sentido a proposta desta Carta Acordo se justifica pela necessidade de definir e redefinir os aspectos norteadores para a estruturação de RUE que sejam realmente efetivas, resolutivas e com atendimento humanizado, não só pelos aspectos assistenciais, mas, sobretudo pelos componentes éticos e sociais presentes capazes de reforçar o SUS como política de estado universal, equânime e integral.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Wender Antonio de Oliveira - Coordenador / Marly Cruz - Integrante / Elizabeth Moreira - Integrante / Dolores Abreu - Integrante / Cândice Vasconcelos - Integrante / Thiago Amorim - Integrante., Financiador(es): Organizacão Pan-Americana da Saude/Organizacão Mundial da Saude - Cooperação.
-
2013 - 2014
Inserção do trombolítico no Atendimento Pré ? Hospitalar no Brasil, Descrição: O tempo decorrido entre o início da dor e a terapia trombolítica ainda é um dos fatores determinantes de mortalidade do infarto agudo do miocárdio (IAM) com supradesnivelamento do segmento-ST1. Apesar dos avanços nos recursos tecnológicos e da conscientização da população quanto à necessidade de atendimento precoce em vigência de IAM, o tempo decorrido entre o início dos sintomas e a instituição da terapêutica trombolítica permanece inalterado, com mediana de 2,5 a 3 horas, em cenários favoráveis de acesso da população aos serviços de urgência2. Alguns estados brasileiros apresentam alta mortalidade por doença isquêmica do coração, a despeito da oferta de leitos do Sistema Único de Saúde (SUS). A capital do Estado do Rio de Janeiro possui a maior rede hospitalar pública do País, porém o Estado apresenta a segunda maior taxa de mortalidade específica por doença isquêmica do coração no Brasil (68,44/100.000 habitantes). Morrison e cols. realizaram metanálise sobre mortalidade hospitalar do IAM com uso da trombólise no ambiente tanto pré-hospitalar como intra-hospitalar. Os pesquisadores compilaram seis ensaios clínicos controlados randomizados, com total de 6.434 pacientes, e demonstraram que a estratégia de infusão do trombolítico em ambiente pré-hospitalar, realizada por médicos ou paramédicos, possibilitou a antecipação da terapia trombolítica em 60 minutos (104 [7] minutos no pré vs 162 [16] minutos no intra; p = 0,007), com redução global de 17% na mortalidade, comparativamente ao tratamento intra-hospitalar (odds ratio [OR], 0,83; intervalo de confiança de 95% [IC 95%], 0,70-0,98)3,5. Apenas 20% dos pacientes com dor torácica aguda chegam ao setor de emergências antes de 2h do início dos sintomas. É importante chamar a atenção para o fato de que a implantação de um modelo de atendimento emergencial com a possibilidade de realizar fibrinólise pré-hospitalar deve levar em conta os seguintes conhecimentos: a) é baixa a taxa de IAM entre os pacientes atendidos por dor torácica pelas ambulâncias ou nas salas de emergência gerais (5% a 10%),5. b) é relativamente baixa a taxa de pacientes atendidos em domicílio com IAM e que são elegíveis para o tratamento fibrinolítico (30%)5,4; e ? Dor no peito típica há menos de 6 horas ou até 12 horas se houver sinais de isquemia persistente ? Alteração do ECG (supradesnivelamento do segmento ST em duas ou mais derivações contíguas ou na presença de bloqueio completo do ramo esquerdo) c) é elevado (US$ 70 mil) o valor monetário calculado para cada vida salva com a utilização da fibrinólise pré-hospitalar2. Por fim, o tenecteplase foi escolhido no pré-hospitalar por ser o único trombolítico em bolo disponível no Brasil, condição que viabiliza a administração fora do ambiente hospitalar. A estreptoquinase foi a opção no intra-hospitalar pelo menor preço de aquisição no SUS. Foi realizado uma meta-análise é ponderada. Foram utilizados dados provenientes do ano de 2010 tanto referentes à população (IBGE) como os dados referentes ao Infarto Agudo do Miocardio (DATASUS ? SIH).. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Wender Antonio de Oliveira - Coordenador / Ricardo Sales - Integrante / Ricardo Malagutti - Integrante.
-
2012 - 2013
Pesquisa em serviço que integra a Linha de Pesquisa Financeira do Núcleo de Epidemiologia, Pesquisa e Informação da Coordenação Geral de Urgência e Emergência para contribuição em políticas públicas, Descrição: Diferentes entes federativos bem como algumas reflexões descritivas sem cunho cientifico tem-se resenhado quanto ao custeio repassado fundo a fundo pelo Ministério da Saúde ao SAMU 192 no território nacional. Embora as Portarias estabeleçam que 50% do custeio, as reflexões sobre o assunto relatam que a base de cálculo que definiu os valores é totalmente inadequada à realidade dos salários e custos referentes aos equipamentos praticados no Brasil. E, atualmente o Ministério da Saúde repassa apenas 30% do custeio previsto. Em base, a Portaria 1010 de 21 de maio de 2012, traz 15 estratificações populacionais referentes aos ?Portes? das Centrais de Regulação das Urgências. Uma Central de Regulação pode variar sua população de até 350.000 a acima de 11.500.000 e a equipe profissional de 1 a 15 médicos reguladores, 2 a 21 TARMS e de 1 a 11 RO. Partido de um cenário com estrutura mínima de uma Central de Regulação, teríamos: ? 1 Médico regulador, ? 1 Técnico Auxiliar de Regulação Médica ? 1 Radioperador e Operador de Frota, Atualmente o Ministério da Saúde usou a base de calculo para custeio desta Central o valor R$ 100.200 que corresponderia a 100% do custeio. Entretanto, atualmente o ministério da Saúde repassa apenas 30% desta valor, R$ 30.000, só após a qualificação, que o Ministério repassa os 50% da base de calculo total. Segundo ?relatos empíricos? a percepção dos profissionais do SAMU 192 é que a base de calculo para esta estrutura mínima seria de R$ 110.000. Assim, o Ministério da Saúde teria que passar um valor mensal em custeio de R$ 55.000. Uma diferença atual de R$ 25.000 para o custeio e R$ 4.900 para o valor do custeio qualificado. E isto, se repete para as 15 estratificações populacionais referentes aos ?Portes? das Centrais de Regulação das Urgências. No caso das Unidades Móveis, a situação não é diferente. No caso da Unidade de Suporte Básico - USB, a base de calculo para custeio de 100% foi de R$ 41.750,00,00 entretanto o valor do custeio mensal atualmente repassado é de R$12.500,00, que corresponde a 30%. O valor correspondente a 50%, o SAMU 192 tem que passar pela qualificação. Exceto a Motolância, a demais unidade moveis seguiria o mesmo raciocínio.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Wender Antonio de Oliveira - Coordenador / Ricardo Sales - Integrante / Ricardo Malagutti - Integrante.
-
2007 - 2008
Inquérito de Cobertura vacinal no Município de Formiga, Descrição: O objetivo geral do inquérito é estimar a cobertura vacinal na população algo da Poliomielite.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Wender Antonio de Oliveira - Coordenador / Heloísa Helena Pelluci Duarte - Integrante / Márcia Faria Morais Silva - Integrante.
Prêmios
2022
Honra ao Mérito, Coren - DF.
2021
Empreededorismo - Destaque, Instituto Êxito de Empreendedorismo.
2020
Liderança Visionária em Urgência e Emergência, ABRAMEDE - DF.
2018
Menção Honrosa, Federação Brasileira dos Profissionais de Enfermagem.
2016
Honra ao Mérito, Hospital Regional do Gama.
2009
Premiação de Trabalhos Científicos, XVI Congresso Brasileiro de Infectologia.
Histórico profissional
Experiência profissional
2011 - 2016
Ministério da SaúdeVínculo: Técnico Especializado, Enquadramento Funcional: Bolsa Fiotec/Produto OPAS, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Lotação na Secretaria de Atenção a Saúde
Departamento de Atenção Especializada
Coordenação Geral de Urgência e Emergência
Equipe SAMU 192
Núcleo de Pesquisa e Informação de Urgência e Emergência - NEPI
2009 - 2011
Ministério da SaúdeVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Gerente Geral, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Gerente Geral da Unidade de Informações Estratégia do centro de Informações Estratégicas e Resposta em Vigilância em Saúde - CIEVS/DEVEP/SVS/MS. Presta serviços técnicos de Monitoramento de Emergência em Saúde Pública segundo o RSI 2005 como ponto focal para desastres químicos, biológicos e radionucleares.
2008 - 2009
Ministério da SaúdeVínculo: Prestador de Serviço, Enquadramento Funcional: Coordenador Adjunto, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Coordenador Adjunto da Unidade de Informações Estratégia do centro de Informações Estratégicas e Resposta em Vigilância em Saúde - CIEVS/DEVEP/SVS/MS. Presta serviços técnicos de Monitoramento de Emergência em Saúde Pública segundo o RSI 2005 como ponto focal para desastres químicos, biológicos e radionucleares.
2007 - 2008
Secretaria de Estado de Saúde-MGVínculo: Prestador de Serviço, Enquadramento Funcional: Técnico Especializado, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Técnico Especializado da Gerência Regional de Saúde de Divinópolis - MG. Atividades desenvolvidas no Setor de Vigilância Epidemiológica e Imunização.
Atividades
-
09/2005 - 09/2008
Serviços técnicos especializados , Gerência Regional de Saúde de Divinópolis-MG.,Serviço realizado, Consultor Técnico em Vigilância Epidemiológica e Coordenação de Imunização no nível Regional - Area de Abrangência - 53 municípios.
2004 - 2007
Prefeitura Municipal de AraújosVínculo: Prestação de Serviços, Enquadramento Funcional: Enfermeiro, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Enfermeiro - RT do Pronto Atendimento Municipal e Coordenador das Atividades de Vigilância Epidemiológica e Imunização municipal.
Atividades
-
12/2004 - 08/2007
Serviços técnicos especializados , Secretaria Municipal de Saúde.,Serviço realizado, Coordenação da Vigilância Epidemiológica, Ambiental e Imunização Municipal.
2014 - 2017
faculdade sena airesVínculo: , Enquadramento Funcional: CLT, Carga horária: 33
Outras informações:
Professor titular das seguintes disciplinas: Saúde da Mulher e do Recém Nascido, Administração em Enfermagem e Saúde Coletiva II. Também faço parte da equipe do Núcleo de Apoio pedagógico.
Atividades
-
03/2014
Ensino, Enfermagem, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Gestão em Enfermagem, Saúde da Mulher e do RN, Exercício Profissional, Paciente Crítico, Saúde Coletiva I e Saúde da Criança
2015 - 2018
Centro Universitario Do Planalto Central Apparecido Dos SantosVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Coordenador do Curso de Enfermagem, Carga horária: 40
Outras informações:
Coordenador do Curso de Enfermagem da UNIFACIPLAC- DF.
Atividades
-
08/2015
Direção e administração, FACULDADES INTEGRADAS DA UNIÃO EDUCACIONAL DO PLANALTO CENTRAL - FACIPLAC, FACULDADES INTEGRADAS DA UNIÃO EDUCACIONAL DO PLANALTO CENTRAL - FACIPLAC.,Cargo ou função, Coordenação do Curso de Enfermagem.
-
02/2015
Conselhos, Comissões e Consultoria, FACULDADES INTEGRADAS DA UNIÃO EDUCACIONAL DO PLANALTO CENTRAL - FACIPLAC, FACULDADES INTEGRADAS DA UNIÃO EDUCACIONAL DO PLANALTO CENTRAL - FACIPLAC.,Cargo ou função, Comitê de Ética em Pesquisa CEP-Faciplac.
2013 - 2014
Hospital Sirio-LibanesVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Técnico, Carga horária: 16
Outras informações:
Facilitado do Curso Gesp
Atividades
-
03/2012 - 12/2013
Ensino, Processos Educacionais: Metodologias Ativas, Nível: Especialização,Disciplinas ministradas, Urgência e Emergência
2018 - 2020
Faculdades IESGOVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Diretor Acadêmico, Carga horária: 40
Outras informações:
Faculdades Integradas IESGO - GO.
2017 - 2018
Faculdades IESGOVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Horista, Carga horária: 8
Outras informações:
Docente do Curso de Enfermagem.
2019 - 2021
Faculdade de Ciências da Saúde de UnaíVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Diretor Geral, Carga horária: 40
2021 - Atual
FACULDADE LOGOSVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Parcial, Carga horária: 12
2022 - 2023
Paciente 360Vínculo: MEI, Enquadramento Funcional: Consultor Educacional, Carga horária: 12
Outras informações:
STARTUP - A única plataforma de simulação de casos clínicos com pessoas reais no mundo.
2019 - Atual
Wconsultoria & InvestimentosVínculo: Fundador, Enquadramento Funcional: CEO, Carga horária: 40
2010 - Atual
Organizacão Pan-Americana da Saude/Organizacão Mundial da SaudeVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Parcial, Carga horária: 40
Outras informações:
Atuação na missão Haiti em 2010.
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de Wender Antonio de Oliveira e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todas as movimentações desse processo e sempre que o processo aparecer em publicações dos Diários Oficiais e nos Tribunais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Confirma a exclusão?