Elisangela Martins de Queiroz

Graduada em Enfermagem (USP), mestre em Ciências e especialista em Saúde Coletiva, Gestão de Vigilância em Saúde e em Emergências em Saúde Pública. Experiência assistencial em Saúde da Família, gestão de políticas de saúde para minorias e docência no ensino profissionalizante, graduação e pós-graduação. Atualmente trabalha na Vigilância em Saúde, como interlocutora de tuberculose e sarampo e, realiza supervisão de unidades de saúde da região de M´Boi Mirim - São Paulo.

Informações coletadas do Lattes em 26/11/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Mestrado em Cuidado em Saúde

2009 - 2011

Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo
Título: As organizações da sociedade civil e o Programa de Controle da Tuberculose ? uma análise das parcerias no Estado de São Paulo/ Brasil,Ano de Obtenção: 2011
Maria Rita Bertolozzi.Bolsista do(a): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, FAPESP, Brasil. Palavras-chave: Parceria Público-Privada; Tuberculose; Organizações não-governamentais; Enfermagem.Grande área: Ciências da SaúdeGrande Área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva / Subárea: ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA. Setores de atividade: Saúde e Serviços Sociais.

Especialização em andamento em Gestão de Emergências em Saúde Pública

2015 - Atual

Hospital Sirio-Libanes

Especialização em Aprimoramento em Saúde Coletiva

2008 - 2009

Instituto de Saúde, ISaúde
Título: Avaliação - Projeto Piloto Humanização do Parto e Nascimento
Orientador: Luis Eduardo Batista
Bolsista do(a): Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo, SESSP, Brasil.

Aperfeiçoamento em Gestão de Vigilância em Saúde

2015 - 2016

Prefeitura Municipal de São Paulo
Título: MONITORAMENTO DA MORBIMORTALIDADE DAS DOENÇAS E AGRAVOS NO TERRITÓRIO M´BOI MIRIM: O MODELO DE ATENÇÃO À SÍFILIS. Ano de finalização: 2016
Orientador: Carmem Silvia Carmona de Azevedo

Graduação em Enfermagem

2004 - 2007

Escola de Enfermagem da USP

Formação complementar

2015 -

Extensão universitária em Gestão de Vigilância em Saúde. (Carga horária: 160h). , Prefeitura Municipal de São Paulo, PMSP, Brasil.

2019 - 2019

Extensão universitária em Didática para o Ensino Superior. (Carga horária: 68h). , Universidade Federal do Recôncavo Baiano, UFRB, Brasil.

2017 - 2017

2. Semana de mobilização contra a sífilis - sífilis congênita. (Carga horária: 8h). , Coordenadoria de Controle de Doenças, CCD, Brasil.

2015 - 2015

Extensão universitária em Formação de Tutor - Teoria e Prática. (Carga horária: 40h). , Universidade Cruzeiro do Sul, UNICSUL, Brasil.

2015 - 2015

Multiplicadores em DST/AIDS. (Carga horária: 32h). , Prefeitura Municipal de São Paulo, PMSP, Brasil.

2014 - 2014

Teste Rápido HIV/ Sífilis. (Carga horária: 40h). , Prefeitura Municipal de São Paulo, PMSP, Brasil.

2014 - 2014

Teste do Pezinho. (Carga horária: 3h). , Prefeitura Municipal de São Paulo, PMSP, Brasil.

2014 - 2014

Multiplicadores em Saúde Mental - álcool e outras drogas. (Carga horária: 48h). , Prefeitura Municipal de São Paulo, PMSP, Brasil.

2012 - 2012

Capacitação do Sistema de Gestão Integrada e Implantação da NR 32. (Carga horária: 8h). , Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina - Hospital São Paulo, SPDM/HSP, Brasil.

2010 - 2010

Necessidades em Saúde. (Carga horária: 3h). , Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo, EEUSP, Brasil.

2010 - 2010

Treinamento básico em SPSS. (Carga horária: 8h). , Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo, EEUSP, Brasil.

2010 - 2010

Oficina Tuberculose no Centro da Roda Viva. (Carga horária: 9h). , Coordenadoria de Controle de Doenças, CCD, Brasil.

2009 - 2009

Extensão universitária em Avaliação de Serviços e Programas de Saúde. (Carga horária: 16h). , Faculdade de Saúde Pública da USP, FSPUSP, Brasil.

2009 - 2009

Jornada de Enfermagem. (Carga horária: 8h). , Associação de Diabetes Juvenil, ADJ, Brasil.

2009 - 2009

Capaçitação em Sala de Vacinas. (Carga horária: 40h). , Coordenadoria de Controle de Doenças, CCD, Brasil.

2009 - 2009

Programa NVIVO para pesquisa qualitativa. (Carga horária: 6h). , Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo, EEUSP, Brasil.

2008 - 2008

Extensão universitária em Curso de Metodologia de Pesquisa em Saúde da População Negra. (Carga horária: 60h). , Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, Brasil.

2006 - 2006

Introdução à Liga de Combate à Sífilis e outras DSTs. (Carga horária: 12h). , Faculdade de Medicina da USP, FMUSP, Brasil.

2005 - 2005

Introdução à Liga de Telemedicina. (Carga horária: 9h). , Faculdade de Medicina da USP, FMUSP, Brasil.

2005 - 2005

Introdução à Liga de Saúde da Família e Comunidade. (Carga horária: 12h). , Faculdade de Medicina da USP, FMUSP, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Enfermagem.

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva.

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Enfermagem / Subárea: Enfermagem em Doenças Emergentes, Reemergentes e Negligenciadas/Especialidade: Tuberculose.

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva / Subárea: Saúde da População Negra/Especialidade: População Quilombola.

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva / Subárea: Saúde da População Negra/Especialidade: População Negra.

Organização de eventos

Queiroz EM . Atualização em Sífilis. 2015. (Outro).

Batista LE ; Silva ML ; SANTOS, A. S. A. ; DJ Fonseca ; Queiroz EM . Curso História e Cultura Africana e Afro-Brasileira e Saúde. 2008. (Outro).

Queiroz EM ; Batista LE . Plano de Ação Quilombola. 2008. (Outro).

Queiroz EM ; Brunelli B . IV Curso Introdutório à Liga de saúde da família. 2006. (Outro).

Queiroz EM ; Lucena F ; Vieira P . População Negra, Sociedade e Saúde: um debate em construção. 2006. (Outro).

Participação em eventos

5º Aniversário da Rede Paulista de Controle Social da Tuberculose. 2010. (Encontro).

End Note. 2010. (Oficina).

Experiência em trabalhar numa rede de pesquisa internacional. 2010. (Outra).

IV Encontro Nacional de Tuberculose e I Fórum da Parceria Brasileira Contra a Tuberculose.A participação da sociedade civil no controle da tuberculose no Brasil - breve histórico de 1899 a 2009. 2010. (Encontro).

Necessidades de Saúde. 2010. (Oficina).

Oficina Tuberculose no Centro da Roda Viva. 2010. (Oficina).

Treinamento Básico do uso do Software Statistical Package for the Social Sciences (SPSS). 2010. (Oficina).

Amamentando às segundas. 2009. (Outra).

Avaliação de Serviços e programas de saúde. 2009. (Outra).

Capacitação em Sala de Vacinas. 2009. (Outra).

Jornada de Enfermagem: Diabetes. 2009. (Oficina).

Sensibilização sobre Anemia Falciforme. 2009. (Oficina).

Teste do Pezinho. 2009. (Oficina).

Uso do programa NVIVO 8 para organização de pesquisa qualitativa. 2009. (Oficina).

1 Seminário da Saúde da População Negra - Taboão da Serra.A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo e a Saúde da População Negra. 2008. (Seminário).

A gestão do SUS em São Paulo - o Pacto de gestão e o Plano Estadual de Saúde. 2008. (Outra).

O intercâmbio como experiência acadêmica e de vida.A experiência de Intercâmbio no Chile. 2008. (Encontro).

XVIII Congresso Mundial de Epidemiologia VII Congresso Brasileiro de Epidemiologia. ESTUDO DA ESTRATÉGIA DO TRATAMENTO DIRETAMENTE SUPERVISIONADO (DOTS) NO CONTROLE DA TUBERCULOSE NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO ? COORDENADORIA DE SAÚDE ITAIM PAULISTA. 2008. (Congresso).

Colóqui de Pós-graduação - Pesquisa e prática de enfermagem no Canadá. 2007. (Encontro).

8 Congresso Brasileiro de Medicina da Família e comunidade - 2 Encontro Luso-brasileiro de medicina geral, familiar e comunitária. Fatores de não adesão ao tratamento da hipertensão em uma UBS. 2006. (Congresso).

III Seminário de Saúde da População Negra do Estado de São Paulo. 2006. (Seminário).

I Seminário sobre atenção básica à saúde: a universidade e o serviço de saúde. 2006. (Seminário).

LXXXVI Curso de Introdução à Liga de Combate à Sífilis e outras DSTs. 2006. (Outra).

População Negra, Sociedade e Saúde: um debate em cosntrução. 2006. (Seminário).

Simpósio Internacional de Iniciação Científica.Tuberculos para a tuberculose no Município de São Paulo: a operacionalização da estratégia nas Coordenadorias de Saúde norte, oeste e leste do Município de São Paulo. 2006. (Simpósio).

1 Curso de introdução à Liga de Telemedicina. 2005. (Outra).

A história das páticas sanitárias no brasil. 2005. (Seminário).

Controle social e qualidade em saúde. 2005. (Seminário).

III Curso Introdutório à Liga de Saúde da Família. 2005. (Outra).

III Fórum regional de pesquisa em enfermagem. 2005. (Encontro).

VIII Jornada de atualização em DST/aids. 2005. (Encontro).

Sistema de Avaliação do Ensino Superior. 2004. (Encontro).

Orientou

Elisangela Martins de Queiroz

A MOTIVAÇÃO DO PROFISSINAL DE SAÚDE NO CONTROLE DA SÍFILIS EM GESTANTE NA REGIÃO DE M`BOI MIRIM; 2016; Orientação de outra natureza; (Curso Técnico de Vigilância em Saúde) - Prefeitura Municipal de São Paulo; Orientador: Elisangela Martins de Queiroz;

Produções bibliográficas

  • QUEIROZ, ELISANGELA MARTINS DE ; DE-LA-TORRE-UGARTE-GUANILO, MÓNICA CECILIA ; FERREIRA, KUITÉRIA RIBEIRO ; BERTOLOZZI, MARIA RITA . Tuberculosis: limitations and strengths of Directly Observed Treatment Short-Course. Revista Latino-Americana de Enfermagem (USP. Ribeirão Preto. Impresso) , v. 20, p. 369-377, 2012.

  • Queiroz EM ; Bertolozzi MR . Tuberculose: tratamento supervisionado nas Coordenadorias de Saúde Norte, Oeste e Leste do Município de São Paulo. Revista da Escola de Enfermagem da USP (Impresso) , v. 44, p. 453-461, 2010.

  • Batista LE ; Queiroz EM ; MONTEIRO, R. B. ; SANTANA, R. A. . Saúde da população negra no Brasil: conhecimentos necessários à formação e atuação dos profissionais de saúde.. In: Sônia Barros; Paulo Fernando de Souza Campos e João José Santos Fernandes. (Org.). Saúde da população negra no Brasil: conhecimentos necessários à formação e atuação dos profissionais de saúde. 1ed.Barueri: Manole, 2014, v. 4, p. 228-257.

  • Batista LE ; Queiroz EM . Saúde nos quilombos - propostas de intervenção governamental. In: Anna Volochko; Luís Eduardo Batista. (Org.). Saúde nos Quilombos - Temas em Saúde Coletiva 9. 1ed.São Paulo: Instituto de Saúde, 2009, v. 9, p. 195-196.

  • Queiroz EM ; Batista LE ; Silva ML ; Monteiro MC ; Guibu LE ; HEINEMANN, C. M. . Formação dos profissionais da saúde e gestores que atuam com Comunidades Quilombolas. In: Anna Volchko; Luís Eduardo Batista. (Org.). Saúde nos Quilombos - Temas em Saúde Coletiva 9. 1ed.São Paulo: Instituto de Saúde, 2009, v. 9, p. 197-204.

  • Queiroz EM ; Bertolozzi MR . A participação da sociedade civil no controle da tuberculose no Brasil - Breve histórico 1899 a 2009. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • Queiroz EM . SAÚDE DA POPULAÇÃO NEGRA. 2008. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • Queiroz EM . O intercâmbio como experiência acadêmica e de vida - Universidad de Chile. 2008. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • Bertolozzi MR ; Queiroz EM ; Terra MF ; Muñoz AIS ; Specialle C . Estratégia do Tratamento Diretamente Supervisionado (DOTS) no Município de São Paulo: potencialidades e Limites na adesão ao tratamento da tuberculose. São Paulo: Área Técnica DST/AIDS Cidade de São Paulo, 2006 (Inventário de Pesquisas).

Outras produções

Queiroz EM ; Batista LE . Saúde da População Negra no Estado de São Paulo. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

Queiroz EM . Adolescência e Sexualidade. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

Queiroz EM . Diagnóstico de necessidades de saúde de idosos. 2008. (Promoção à saúde de idosos).

Queiroz EM ; Bertolozzi MR . Estudo da Estratégia do Tratamento Diretamente Supervisionado (DOTS) no Controle da Tuberculose no Município de São Paulo ? Coordenadoria de Saúde Itaim Paulista. 2007. (Relatório de pesquisa).

Queiroz EM ; Bertolozzi MR . O TraTAMENTO Diretamente Supervisionado (DOTS) no Município de São Paulo: a operacionalização da estratégia nas Coordenadorias Norte, oeste e leste. 2006. (Relatório de pesquisa).

Projetos de pesquisa

  • 2009 - 2011

    As organizações da sociedade civil e o Programa de Controle da Tuberculose ? uma análise das parcerias no Estado de São Paulo/ Brasil, Descrição: Este estudo objetivou identificar e caracterizar algumas parcerias, voltadas ao controle da tuberculose, estabelecidas entre organizações não-governamentais (ONGs) e o Programa de Controle da Tuberculose (TB) no Estado de São Paulo. Buscou, ainda, analisar as ações desenvolvidas, de forma a verificar seu potencial para responder aos determinantes da doença. A abordagem do estudo foi qualitativa e utilizou-se a técnica do snowball para a escolha dos sujeitos. Os dados foram coletados entre Março e Julho de 2010, por meio de entrevistas semi-estruturadas. Participaram do estudo, 6 sujeitos de órgãos governamentais e 13 sujeitos de organizações da sociedade civil. A análise teve como base a determinação social do processo saúde-doença e os conceitos oriundos de Gramsci, de Estado e sociedade civil. O projeto foi aprovado por Comitê de Ética em Pesquisa e os sujeitos foram convidados a participar do estudo mediante ciência do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Os depoimentos foram analisados segundo técnica de análise de discurso. Os resultados revelaram que as parcerias se iniciaram por estímulo do governo estadual; tiveram como população-alvo, a população geral e alguns grupos específicos (os vulneráveis à doença); em sua maioria, contaram com financiamento do Fundo Global; o monitoramento não foi sistematizado por parte do Estado, mas pelos financiadores dos projetos e; a relação acordada entre ambos foi mais de caráter informal e baseada no compromisso de cada parte. Sobre as ações desenvolvidas, estavam centradas na promoção do controle social, da intersetorialidade, na difusão de informações sobre a doença e, em menor escala, na execução de tarefas que caberiam ao Estado. As ONGs, de maneira geral, não tinham doentes portadores de TB como membros, mas como alvos de suas ações. O papel do Estado, na parceria, foi de estímulo e apoio, enquanto as ONGs se dedicavam à operacionalização das ações. A análise demonstrou que as ações das parcerias foram baseadas. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Elisangela Martins de Queiroz - Integrante / Maria Rita Bertolozzi - Coordenador., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Bolsa.

  • 2006 - 2007

    Estudo da Estratégia do Tratamento Diretamente Supervisionado (DOTS) no Controle da Tuberculose no Município de São Paulo Coordenadoria de Saúde Itaim Paulista., Descrição: Trata-se de estudo quali-quantitativo que teve como objetivo analisar as potencialidades e limites da estratégia DOTS sob o ponto de vista de pacientes e trabalhadores de Unidades Básicas de Saúde (UBS) da Coordenadoria de Saúde Itaim Paulista. Foram entrevistados 5 usuários e 17 profissionais de saúde, incluindo enfermeiras, auxiliares de enfermagem e agentes comunitários de saúde, por meio de um questionário semi-estruturado. Os dados foram coletados durante o mês de Julho de 2006. O projeto foi submetido ao Comitê de Ética da Secretaria de Saúde do Município de São Paulo. A análise dos depoimentos foi fundamentada na Teoria da Geração de Sentido do Texto e na Teoria da Determinação Social do Processo Saúde-Doença. Como potencialidades, foi possível verificar que, para os profissionais, o DOTS possibilita o desenvolvimento de vínculo, concebido como ferramenta fundamental na compreensão das reais necessidades dos pacientes e direcionamento de ações com vistas à adesão ao tratamento; além disso, foi considerado importante, o paciente não esquecer de tomar a medicação. Para os usuários, o TS possibilita maior acesso ao serviço de saúde. O recebimento de incentivos, devido à condição precária de vida dos doentes, foi considerado aspecto positivo por ambos grupos. Ter que deixar o trabalho é o maior limite do DOTS, segundo os pacientes; para os profissionais as dificuldades são: o irregular fornecimento de incentivos, o despreparo e/ou desinteresse do profissional, a condição de vida dos pacientes, que os impossibilita de seguir orientações e, o sentimento de pouco respaldo de instancias superiores e de apoio. O estudo conclui que o sucesso do tratamento relaciona-se com a compreensão do mesmo como algo dinâmico e complexo, com a valorização não somente o biológico, mas do relacional, considerando todas as dimensões da vida do doente e as condições de resolutividade do serviço de saúde.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Elisangela Martins de Queiroz - Integrante / Maria Rita Bertolozzi - Coordenador., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Bolsa.

  • 2005 - 2006

    O Tratamento Diretamente Supervisionado (DOTS) no Município de São Paulo: a operacionalização da estratégia nas Coordenadorias Norte, Oeste e Leste, Descrição: Trata-se de estudo quali-quantitativo que teve como objetivo analisar as potencialidades e limites da estratégia DOTS sob o ponto de vista de pacientes e trabalhadores de Unidades Básicas de Saúde (UBS) das Coordenadorias Norte, Oeste e Leste. Foram entrevistados 11 pacientes e 12 profissionais de saúde, incluindo médicos, enfermeiras, auxiliares de enfermagem e agentes comunitários de saúde, por meio de um questionário semi-estruturado. Os dados foram coletados no período de Abril a Junho de 2006. O projeto foi submetido ao Comitê de Ética da Secretaria de Saúde do Município de São Paulo. A análise dos depoimentos foi fundamentada na Teoria da Geração de Sentido do Texto e na Teoria da Determinação Social do Processo Saúde-Doença. De modo geral, o DOTS apresenta mais potencialidades, do que limites, destacando-se a possibilidade de criação de vínculo. Verificou-se, ainda, que a adesão ao tratamento está profundamente associada à necessidade da cura, que representa a possibilidade de volta ao trabalho. Foram mencionados como limites da estratégia: o envolvimento dos profissionais na sua operacionalização, a irregular distribuição de incentivos e a possibilidade de abandono após melhora dos sinais e sintomas, nos três primeiros meses de tratamento, pelo fato do paciente julgar estar curado. Os achados revelam que a estratégia pode alcançar resultados mais efetivos, se integrada ao Programa de Saúde da Família (PSF), além da necessidade dos profissionais reconhecerem os pacientes como pessoas portadoras de necessidades, que transcendem o biológico e que não se restringem ao tratamento da tuberculose.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Elisangela Martins de Queiroz - Integrante / Maria Rita Bertolozzi - Coordenador., Financiador(es): CNPq - Bolsa.

Prêmios

2007

Bolsa de Estudos Santander de Mobilidade Internacional, Santander.

Histórico profissional

Experiência profissional

2014 - Atual

Prefeitura Municipal de São Paulo

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Analista em Saúde - Enfermeiro, Carga horária: 30

Outras informações:
Vigilância em Saúde

2011 - 2014

Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina - Hospital São Paulo

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Enfermeiro, Carga horária: 40

Outras informações:
Enfermeiro de Estratégia de Saúde da Família

2014 - 2015

Axis Med

Vínculo: , Enquadramento Funcional: Consultor em Saúde II, Carga horária: 36

2004 - 2007

Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo

Vínculo: Outro (especifique), Enquadramento Funcional: Aluno de graduação

2008 - 2009

Instituto de Saúde, ISaúde

Vínculo: Aprimoranda, Enquadramento Funcional: Aprimoranda, Carga horária: 40

2009 - 2010

Prefeitura de Francisco Morato

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Enfermeira de Saúde da Família, Carga horária: 40

2009 - 2011

Universidade de São Paulo

Vínculo: Aluno de pós-graduação - mestr, Enquadramento Funcional: Aluno de pós-graduação - mestrado, Carga horária: 40

2016 - 2018

ONG Social Bom Jesus - CEDESP

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Técnico Especializado - Docente, Carga horária: 40

Outras informações:
Docente no curso profissionalizante de Cuidador de Idoso