HELDER LUIZ BELLO DE MELLO

Graduado em Museologia pela Universidade Federal da Bahia (1993). Foi museólogo e diretor do Museu do Parque Histórico Castro Alves (Cabaceiras do Paraguaçu - BA) durante o período de 1994 a 2007, onde é agraciado, pelo reconhecimento dos trabalhos desenvolvidos à frente da instituição, com o título de cidadão cabaceirense (1995). Entre os anos de 2007 e 2009, dirigiu o Museu do Palácio da Aclamação (Salvador - BA). Coordenou o Núcleo de Museologia do Museu de Arte Moderna da Bahia (2009 / 2010), onde contribuiu na organização e montagem de dezenas de exposições temporárias de arte contemporânea e atuou como courier em exposições nacionais (Fundação Banco do Brasil - RJ) e internacionais (Fundação Caixa Galícia, nas cidades de Madri e Santiago de Compostela, na Espanha). Através de aprovação em concurso público, tornou-se museólogo do Instituto Brasileiro de Museus, lotado no Museu Casa Histórica de Alcântara - MA (2010 / 2012), instituição onde estruturou a documentação museológica e contribuiu na construção do plano museológico. Desde de 2012, através de aprovação em concurso público, é museólogo da Universidade Federal do Maranhão, com lotação no Laboratório de Arqueologia do Departamento de História. Especialista em Gestão Pública pela Universidade Federal do Maranhão (2016).

Informações coletadas do Lattes em 29/11/2024

Acadêmico

Formação acadêmica

Especialização em Gestão Pública

2015 - 2016

Universidade Federal do Maranhão
Título: A Gestão de Acervo no Laboratório de Arqueologia da Universidade Federal do Maranhão: um estudo de caso.
Orientador: Zenir de Jesus Lins Pontes

Graduação em Museologia

1988 - 1993

Universidade Federal da Bahia
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.

Formação complementar

2020 - 2020

Plano Museológico: planejamento estratégico para museus. (Carga horária: 40h). , Escola Nacional de Administração Pública, ENAP, Brasil.

2020 - 2020

Curso Livre de Arqueologia Amazônica. (Carga horária: 40h). , Universidade Federal do Amazonas, UFAM, Brasil.

2020 - 2020

Acessibilidade em Museus. (Carga horária: 40h). , Escola Nacional de Administração Pública, ENAP, Brasil.

2020 - 2020

Para Fazer uma Exposição. (Carga horária: 40h). , Escola Nacional de Administração Pública, ENAP, Brasil.

2020 - 2020

Conservação Preventiva para Acervos Museológicos. (Carga horária: 40h). , Escola Nacional de Administração Pública, ENAP, Brasil.

2020 - 2020

Documentação de Acervo Museológico. (Carga horária: 40h). , Escola Nacional de Administração Pública, ENAP, Brasil.

2018 - 2018

Introdução à anatomia da madeira. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal do Maranhão, UFMA, Brasil.

2017 - 2017

Introdução à Bioarqueologia. (Carga horária: 30h). , Universidade Federal do Maranhão, UFMA, Brasil.

2014 - 2014

Introdução a análise das cerâmicas arqueológicas. (Carga horária: 25h). , Universidade Federal do Maranhão, UFMA, Brasil.

2014 - 2014

Análise de material lítico. (Carga horária: 8h). , Universidade Federal do Maranhão, UFMA, Brasil.

2014 - 2014

Conservação de material cerâmico: teoria e prática. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal do Maranhão, UFMA, Brasil.

2013 - 2013

Elaboração de projetos de pesquisa. (Carga horária: 40h). , Universidade Federal do Maranhão, UFMA, Brasil.

2013 - 2013

Normas da ABNT. (Carga horária: 40h). , Universidade Federal do Maranhão, UFMA, Brasil.

2005 - 2005

O acervo como ponto de partida para a atuação edu. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal da Bahia, UFBA, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Francês

Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Museologia.

Organização de eventos

MELLO, H. L. B. . I Seminário do Laboratório de Arqueologia da Universidade Federal do Maranhão. 2014. (Outro).

MELLO, H. L. B. . Monitoria da disciplina Técnica de Museu III - Museu e Educação. 1993. (Outro).

MELLO, H. L. B. . Monitoria da disciplina Técnica de Museu III. 1992. (Outro).

Participação em eventos

Mesa Redonda.A Comunicação Museológica em Museus de Arte Moderna e Contemporânea". 2009. (Outra).

A Relação dos Museus com o Público: aspectos técnicos metodológicos". 2006. (Outra).

Gestão e Documentação de Acervos. 2006. (Oficina).

Oficina: Elaboração de Projetos e Fomento para a Área Museológica. 2006. (Oficina).

Oficina: Expografia. 2006. (Oficina).

Curso: O Acervo Como Ponto de Partida Para Atuação Educacional Nos Museus. 2005. (Outra).

Elaboração de Projetos Culturais em Museologia. 2005. (Outra).

Fórum Estadual de Museus. 2005. (Encontro).

Curso: Ação Cultural e Educativa dos Museus. 2004. (Outra).

Fórum Estadual de Museus.Coordenador e Relator de Grupo de Trabalho. 2004. (Encontro).

Liderar. 2003. (Outra).

Saber Empreender. 2003. (Outra).

IV Seminário Sobre Museus-Casas: Documentação e Pesquisa. 2000. (Seminário).

Curso: Reservas Técnicas de Museus. 1999. (Outra).

IX Congresso da ABRACOR. 1998. (Congresso).

X Jornada Sobre a Função Social dos Museus - "Ecomuseologia Como Forma de Desenvolvimento Integrado". 1997. (Encontro).

Encontro dos Museus do Mercosul - "A Integração Abrindo Fronteiras Museu das Missões 55 anos" s. 1995. (Encontro).

Curso: O Lugar Social do Museu. 1994. (Outra).

III Seminário de Integração Curso de Museologia e Museus da Cidade do Salvador. 1993. (Seminário).

Seminário Latinoamericano y del Caribe - "Museos y Educacíon". 1993. (Seminário).

VI Fórum de Museus do Nordeste. 1993. (Encontro).

Curso: Conservar Para Não Restaurar. 1992. (Outra).

Curso: Criando Exposições. 1992. (Outra).

II Seminário de Integração Curso de Museologia e Museus da Cidade do SalvadoI. 1992. (Seminário).

Curso: Museografia. 1991. (Outra).

IV Fórum de Museus do Nordeste. 1991. (Encontro).

Curso: Iluminação de Museus. 1990. (Outra).

Curso: Organização e Preservação de Arquivos Fotográficos. 1990. (Outra).

III Encontro de Museus do Nordeste. 1990. (Encontro).

I Seminário de Integração Curso de Museologia e Museus da Cidade do Salvado. 1990. (Seminário).

X Seminário Estudantil de Pesquisa.Reconstituição Física do Trecho Praça da Sé/ Mercês em Fins do Séc XIX e o Surgimento da Avenida Sete de Setembro no Início do Séc. XX. 1990. (Seminário).

II Encontro de Museus do Nordeste. 1989. (Encontro).

O Museu em Debate. 1989. (Encontro).

Produções bibliográficas

  • MELLO, H. L. B. . Trabalho sobre o tema 'criatividade'. Cadernos de Sociomuseologia , v. 3, p. 93-95, 1994.

  • MELLO, H. L. B. ; NAVARRO, A. G. ; MENDONÇA, F. S. ; SERRA, G. F. M. ; GONÇALVES JÚNIOR, J. R. S. ; CONCEIÇÃO, K. C. C. ; SILVA, R. L. ; MENDES, T. H. A. . Procedimentos laboratoriais e análise cerâmica.. 1ª. ed. São Luís: EDUFMA, 2019. v. 1. 297 - 317p .

  • Flexor, Maria Helena Matue Ochi ; MELLO, H. L. B. . 'Reconstituição Física do Trecho Praça da Sé / Mercês nos Fins do Século XIX e o Surgimento da Avenida Sete de Setembro no Início do Século XX'. Orientado pela Prof. Maria Helena Matue Ochi Flexor.. 1990. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • MELLO, H. L. B. . Museus Criativos. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • MELLO, H. L. B. . História dos Museus. 2011. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • MELLO, H. L. B. . História dos Museus. 2010. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

Projetos de pesquisa

  • 2019 - Atual

    Morando no meio de lagos e rios: revisitando as estearias maranhenses, Descrição: As estearias são moradias lacustres do litoral maranhense e foram pouco estudadas, merecem mais atenção por parte dos arqueólogos. Até hoje poucos foram os estudos acadêmicos acerca destes sítios. Este projeto busca, portanto, conectar as estearias aos estudos da arqueologia amazônica e inseri-las nas discussões nacionais e internacionais. Desde a década de 1950, quando Betty J. Meggers, entranhou-se na floresta tropical amazônica, junto de Clifford Evans, colocando a Amazônia no centro das atenções da arqueologia sul americana, passando pela criação do PRONAPA (Programa Nacional de Pesquisas Arqueológicas) no Brasil, financiado pelo CNPq e Smithsonian Institution dos EUA e formando arqueólogos brasileiros e estrangeiros radicados no Brasil. A única menção que as estearias recebe foi no catálogo de sítios realizado por Simões (1981). No início da década de 1980, a arqueóloga Anna C. Roosevelt internacionalizou as pesquisas arqueológicas na Amazônia. A partir da sua experiência adquirida na região do rio Orinoco, Venezuela, esta pesquisadora demonstrou, sobretudo em suas escavações na ilha de Marajó, que as sociedades que se estabeleceram na foz do Amazonas, bem como aquelas que se assentaram em suas margens na medida em que se subia o rio, eram autóctones, ou seja, de origem local. No entanto, a pesquisadora não esteve no Maranhão. 
Deste modo, estes primeiros caminhos trilhados pelo contexto anteriormente explanado, fomentaram a formação de novos arqueólogos que estudam a região atualmente. Como se disse no primeiro parágrafo deste projeto, apesar dos grandes esforços dos pesquisadores que colocaram a Amazônia brasileira em destaque na arqueologia mundial, as estearias nunca foram analisadas de forma sistemática. Entende-se que seja de fundamental importância estudá-las para uma melhor definição das tradições arqueológicas amazônicas, bem como o modo de vida de suas antigas sociedades. 
Assim, o projeto em questão encontra-se no contexto das discussões teóricas acerca do desenvolvimento das sociedades pretéritas nas terras baixas da América do Sul, neste caso, na Amazônia brasileira. O principal objetivo deste projeto é seguir com as pesquisas em andamento: o mapeamento e a análise laboratorial do material arqueológico, além de sua divulgação científica. 
O tema aqui apresentado compõe um projeto arqueológico acadêmico realizado no âmbito institucional do Departamento de História (DEHIS), do Programa de Pós-Graduação em História Social (PPGHIS) e do Laboratório de Arqueologia (LARQ) da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), com apoio financeiro da agência de pesquisa chamada Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Maranhão (FAPEMA) e de proteção patrimonial, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Além disso, conta-se com o apoio das prefeituras das cidades onde se faz a pesquisa e da comunidade local, inserindo este projeto, também, dentro das discussões em torno da Arqueologia Pública ou comunitária. Busca-se, desta maneira, reunir elementos teóricos e metodológicos das disciplinas Antropologia e Arqueologia no que concerne às estearias com ações de pesquisa voltadas principalmente para metodologias de mapeamento dos sítios, bem como análise espacial, análise laboratorial de cerâmica, líticos e ecofatos e, por fim, discussões acerca da complexidade social na floresta tropical em tempos pré-coloniais. Uma vez realizado isto, haverá elementos para comparação com outras áreas da Amazônia, em especial à foz do Amazonas que é a região de maior semelhança com as palafitas, no intuito de validar os resultados até agora obtidos e servir de orientação para os futuros estudos.Bolsista de Produtividade do CNPq nível 2... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (9) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Helder Luiz Bello de Mello - Coordenador / Anna Curtenius Roosevelt - Integrante / Flaviomiro Mendonça da SIlva - Integrante / Karen Cristina Costa da Conceição - Integrante / Marilene Banhos - Integrante / João Manoel Fernandes - Integrante / Rafaela Soledade - Integrante / Carlos Magno Pereira da Silva Júnior - Integrante / Mayara Rocha Dias - Integrante / Yasmin SIlva e SIlva - Integrante / Rayana Cristina Araujo DIniz - Integrante / Carlos Eduardo de Sousa Alves - Integrante / Alexandre Guida Navarro - Integrante / Raquel de Lima Silva - Integrante / Tayse Hendreyza Abreu Mendes - Integrante / Dayse Marinho - Integrante / Amanda Lima - Integrante / Pedro Paulo Abreu Funari - Integrante / Raquel dos Santos Funari - Integrante.

  • 2019 - Atual

    Entre dois mundos: Arqueologia Subaquática das estearias do Maranhão e as dos Alpes suíços, Descrição: Os assentamentos pré-históricos de palafitas em regiões lacustres são uma importante fonte de informação sobre a pré-história europeia. Mas, nos tempos históricos, esse modo de vida era desconhecido. De fato, a primeira vez que os europeus modernos encontraram este tipo de aldeias foi durante a época dos grandes exploradores no século XVIII. Quando, em 1853, os primeiros assentamentos pré-históricos lacustres foram descobertos na Suíça, os estudiosos os compararam instantaneamente aos assentamentos tropicais em palafitas. Mas como estas moradias não possuíam paralelos na Europa, muitos pesquisadores não acreditavam nesse tipo de moradia nos Alpes; defendiam mudanças no lençol freático e que, originalmente, esses assentamentos estavam situados no nível do solo. Esse debate continuou por mais de cem anos. Hoje, parece que a existência de casas sobre palafitas está positivamente estabelecida. Por outro lado, a preservação orgânica das camadas culturais forneceu aos arqueólogos um registro detalhado da economia e da ecologia principalmente a partir do 4, 3 e 2 milênio a.C., bem como com numerosos objetos de artesanato, como ferramentas de madeira e tecidos. Mas, acima de tudo, esses assentamentos forneceram importantes informações sobre a cronologia, arquitetura e organização dos assentamentos através do estudo dos anéis das árvores, a dendrocronologia. Devido a este potencial inigualável, os assentamentos lacustres foram declarados patrimônio mundial da UNESCO em 2011. No entanto, há evidências crescentes de que esse foco regional nos sítios arqueológicos circum-alpinos é provavelmente um tanto arbitrário e diz respeito mais sobre a história da pesquisa regional do que sobre a realidade pré-histórica: sítios arqueológicos comparáveis foram encontrados nos Bálcãs e no Báltico, na Espanha e em várias outras regiões. Estes locais são comparáveis no Brasil e parece ser que os assentamentos lacustres em palafitas e de zonas úmidas são um fenômeno global. Estes sítios arqueológicos certamente têm o potencial de reescrever grandes partes da pré-história da América do Sul em uma variedade de formas e facetas - seja em termos de desenvolvimento cultural ou história ambiental. Este projeto de pesquisa tem como objetivo explorar as estearias do Maranhão através da arqueologia subaquática. Pretende-se explorar sítios que ainda não foram estudados, sobretudo o Jenipapo, no rio Turiaçu, que parece ser um dos maiores sítios e estearias. O projeto será realizado entre o Programa de Pós-Graduação em História Social da UFMA e o Underwater Archaeology and Laboratory for Dendrochronology, Office for Urbanism, em Zurique, Suíça... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (12) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Helder Luiz Bello de Mello - Integrante / Navarro, Alexandre Guida - Coordenador / Tayna Abreu - Integrante / Anna Curtenius Roosevelt - Integrante / Niels Bleicher - Integrante / Flaviomiro Mendonça da SIlva - Integrante / Karen Cristina Costa da Conceição - Integrante / Raquel de Lima Silva - - Integrante / Marilene Banhos - Integrante / João Manoel Fernandes - Integrante / Rafaela Soledade - Integrante / Carlos Magno Pereira da Silva Júnior - Integrante / Mayara Rocha Dias - Integrante / Yasmin SIlva e SIlva - Integrante / Rayana Cristina Araujo DIniz - Integrante / Carlos Eduardo de Sousa Alves - Integrante.

  • 2019 - Atual

    O ELO PERDIDO DO MARANHÃO: QUANDO VIVERAM OS POVOS DAS ESTEARIAS?, Descrição: Esta proposta de estudo visa construir uma cronologia da ocupação pré-histórica das estearias na Baixada Maranhense através de levantamento dos dados arqueológicos dispostos para o Maranhão e, principalmente, realizar datações radiocarbônicas para alcançar este objetivo. Esta pesquisa é levada a cabo pelo Laboratório de Arqueologia da Universidade Federal do Maranhão (LARQ/UFMA) e tem caráter multidisciplinar, com contribuições de pesquisadores nacionais e internacionais. Esta proposta faz parte de um amplo projeto acadêmico intitulado ?O Povo das Águas: carta arqueológica das estearias da porção centro-norte da Baixada Maranhense? coordenada por mim. Trata-se de uma pesquisa multidisciplinar cujo principal objetivo é o mapeamento e delimitação dos sítios arqueológicos denominados de estearias, mediante as atividades interventivas e não interventivas, escavação arqueológica, coletas de amostras, análises de laboratório e educação patrimonial. O objetivo deste projeto é alavancar os recursos para definir o quadro cronológico dos povos das estearias. A partir de outros editais conseguiu-se datar cinco estearias: Armíndio, Caboclo, Boca do Rio, Encantado e Cabeludo. No entanto, foi somente uma datação para cada sítio arqueológico. Isto é pouco para se estabelecer um quadro cronológico de ocupação humana.São objetivos específicos: Coletar 5 amostras de madeira de cada sítio arqueológico da pesquisa para datação radiocarbônica, totalizando, amostras; Criar um banco de dados com as informações coletadas, informatizando, assim, a coleção arqueológica; Comparar estas datações com as demais já obtidas no Estado do Maranhão; Verificar a correlação dos sítios arqueológicos estudados com o contexto arqueológico pré-colonial regional; Identificar os atributos tecnológicos, funcionais e estilísticos da cultura material arqueológica, através de análises de laboratório e exames arqueométricos; Acomodar as peças na reserva técnica; Divulgação do acervo arqueológico. São duas as metodologias a serem empregadas para este projeto: a datação de Carbono 14 para a construção do quadro cronológico da ocupação dos povos das estearias e o levantamento bibliográfico e estudo na literatura arqueológica do Maranhão as cronologias existentes. A obtenção desse quadro cronológico poderá cimentar a temporalidade destas sociedades pré-coloniais palafíticas na função de promover a educação patrimonial através de visitas guiadas ao laboratório do público em geral, em especial escolas públicas PROJETO COM FOMENTO FAPEMA EDITAL 002/2018 - UNIVERSAL R$ 37.399,60... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (10) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Helder Luiz Bello de Mello - Coordenador / Anna Curtenius Roosevelt - Integrante / Flaviomiro Mendonça da SIlva - Integrante / Karen Cristina Costa da Conceição - Integrante / Marilene Banhos - Integrante / Rafaela Soledade - Integrante / Carlos Magno Pereira da Silva Júnior - Integrante / Rayana Cristina Araujo DIniz - Integrante / Carlos Eduardo de Sousa Alves - Integrante / Alexandre Guida Navarro - Integrante / José de Ribamar Silva Gonçalves Júnior - Integrante / Raquel de Lima Silva - Integrante / Tayse Hendreyza Abreu Mendes - Integrante / Gabriel Serra - Integrante / Elton Menezes - Integrante.

  • 2018 - Atual

    Os povos barrancoides estavam no Maranhão?, Descrição: Os estudos mais recentes postulam que a chamada cultura Barrancoide surgiu no Suriname entre 1000 a 700 a.C. e manteve-se em algumas regiões do norte da Amazônia até 800 d.C. Fariam parte do horizonte Formativo, embora esta terminologia seja criticada por alguns arqueólogos. Estes povos viveram em uma ampla área geográfica que compreende, além do país citado anteriormente, a Venezuela e as Guianas. Especulase também sua existência no Médio Amazonas. Originária do rio Orinoco, parece que os povos barrancoides caracterizaram-se por uma ampla esfera de interação regional cujas evidências aparecem na tradição chamada Borda Incisa das terras baixas da América do sul. A cerâmica desta tradição, como o próprio nome diz, caracteriza-se por incisões nas bordas das cerâmicas, que costumam ser grossas e formar flanges, na maioria das vezes muito elaboradas, indicando um controle rígido do artista. Ao que tudo indica temos um exemplo deste sítio nas estearias, sítios de habitação palafítica lacustre localizadas na Baixada Maranhense, únicas em todo o continente americano. Coletas de superfícies realizadas por mim e depois corroboradas pela outra líder deste projeto, evidenciam bordas de cerâmica para a Tradição Barrancoide das terras baixas da América do Sul no Linhas de pesquisa Projetos de pesquisa 02/02/2019 Currículo do Sistema de Currículos Lattes (Alexandre Guida Navarro) http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4776527A8 7/26 Maranhão, ratificadas pela datação em 165 d.C.. Esta é uma pesquisa de cooperação internacional entre os Laboratório de Arqueologia da Universidade Federal do Maranhão (LARQ/UFMA) coordenado por mim e o Laboratório da Amazônia coordenado pela Profa. Dra. Anna Curtenius Roosevelt, da Universidade de Illinois em Chicago, Estados Unidos. O objetivo desta Cooperação Científica consiste no estudo deste sítio específico, com intervenções arqueológicas para entender melhor a expansão dos povos Barrancoides e como eles teriam chegado ao Maranhão. Esta é uma pesquisa inédita que pode contribuir para o entendimento das culturas amazônicas pré-coloniais e envolve alunos de graduação e pós-graduação em nível de mestrado e doutorado de ambas as universidades... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (13) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Helder Luiz Bello de Mello - Coordenador / Anna Curtenius Roosevelt - Integrante / Flaviomiro Mendonça da SIlva - Integrante / Karen Cristina Costa da Conceição - Integrante / Marilene Banhos - Integrante / João Manoel Fernandes - Integrante / Rafaela Soledade - Integrante / Carlos Magno Pereira da Silva Júnior - Integrante / Mayara Rocha Dias - Integrante / Yasmin SIlva e SIlva - Integrante / Rayana Cristina Araujo DIniz - Integrante / Alexandre Guida Navarro - Integrante / Raquel de Lima Silva - Integrante / Tayse Hendreyza Abreu Mendes - Integrante / Carlos Eduardo de Sousa Alve - Integrante / Dayse Marinho - Integrante / Amanda Lima - Integrante.

  • 2017 - 2020

    A coleção cerâmica arqueológica das estearias da Baixada Maranhense, Descrição: ACERVOS-02637/17 Edital 12/2017 FAPEMA R$ 69.000,00.

Esta proposta objetiva o estudo da coleção arqueológica das estearias do Laboratório de Arqueologia da Universidade Federal do maranhão (LARQ/UFMA), como projeto de pesquisa a ser desenvolvido como docente no Departamento de História da UFMA. O projeto tem apoio do IPAN através da portaria de número 61, publicada no Diário Oficial da União no dia 6 de novembro de 2015 (como prorrogação da anterior), cujo número do processo IPHAN é 01494.000442/2013-37. Trata-se de uma pesquisa multidisciplinar cujo principal objetivo é o mapeamento e delimitação dos sítios arqueológicos denominados de estearias, mediante as atividades interventivas e não interventivas, escavação arqueológica, coletas de amostras, análises de laboratório e educação patrimonial. A coleção das estearias é composta majoritariamente de material cerâmico, que formam fragmentos de vasilhames. O objetivo deste projeto é estudar e classificar esta coleção arqueológica. Isto se enquadra na análise do acervo arqueológico proveniente da Baixada Maranhense, sob a tutela do Laboratório de Arqueologia da Universidade Federal do Maranhão (LARQ/UFMA), tendo em vista a construção de conhecimento sobre os bens culturais arqueológicos do Estado do Maranhão, cujo processo final será a exposição deste material e consulta da comunidade interessada. São objetivos do projeto:	Analisar e restaurar ou reconstituir (quando possível) as peças cerâmicas que compõem o acervo arqueológico do LARQ;Criar um banco de dados com as informações coletadas, informatizando, assim, a coleção; Realizar a participação desta coleção com outros projetos de acervos associados; Verificar a correlação dos sítios arqueológicos estudados com o contexto arqueológico pré-colonial regional; Identificar os atributos tecnológicos, funcionais e estilísticos da cultura material arqueológica, através de análises de laboratório e exames arqueométricos; Identificar os períodos em que se deram as ocupações dos sítios arqueológicos, através dos métodos de datação; Acomodar as peças na reserva técnica; Divulgação da coleção arqueológica... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (13) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Helder Luiz Bello de Mello - Integrante / Anna Curtenius Roosevelt - Integrante / Flaviomiro Mendonça da SIlva - Integrante / Karen Cristina Costa da Conceição - Integrante / Marilene Banhos - Integrante / João Manoel Fernandes - Integrante / Carlos Magno Pereira da Silva Júnior - Integrante / Mayara Rocha Dias - Integrante / Yasmin SIlva e SIlva - Integrante / Rayana Cristina Araujo DIniz - Integrante / Carlos Eduardo de Sousa Alves - Integrante / Alexandre Guida Navarro - Coordenador / Raquel de Lima Silva - Integrante / Tayse Hendreyza Abreu Mendes - Integrante / Elton Menezes - Integrante / Gabriel Moreira - Integrante.

  • 2013 - 2017

    O ACERVO MUSEOLÓGICO DO LABORATÓRIO DE ARQUEOLOGIA (LARQ): ARTEFATOS DAS ESTEARIAS DA BAIXADA MARANHENSE, Descrição: Contemplado pelo Edital MUSEUS-02818/13 Edital 19/2013 FAPEMA R$ 178.800,00

Esta proposta objetiva o processamento, manutenção e disponibilização para a consulta da comunidade de um acervo arqueológico proveniente das estearias da Baixada Maranhense. Tal coleção foi doada ao Laboratório de Arqueologia da Universidade Federal do Maranhão (LARQ/UFMA) por uma aluna do campus de Pinheiro a partir de um trabalho de conscientização e educação patrimonial nas cidades pertencentes à Baixada Maranhense. Cabe ressaltar que o LARQ é uma instituição habilitada pelo IPHAN para a guarda do material arqueológico. O acervo arqueológico do LARQ foi adquirido recentemente (2013) através de uma aluna do curso de Educação Artística do campus da UFMA localizada na cidade de Pinheiro. O LARQ é um recente Laboratório de Arqueologia que pertence à UFMA. Está vinculado ao Departamento de História e ao Programa de Pós-Graduação em História Social (DEHIS/PPGHIS). É um espaço que abarca 60m2. Atualmente possui as seguintes configurações: mesa central em granito para análise do material, bancadas laterais como suporte para equipamentos, armário, três pias para lavagem de material, uma bancada para a utilização de quatro computadores, uma reserva técnica, ar condicionado, porta e janelas com grades de aço para a segurança do material. Os usuários, neste início de processo de funcionamento, são os alunos da própria universidade e os estagiários que atuam no estudo do acervo. 
Há que res saltar, por outro lado, a importância regional do LARQ na Baixada Maranhense. Nossa presença despertou o interesse da comunidade. Neste sentido, começamos a realizar um trabalho de patrimônio educacional, com a finalidade de resgatar a identidade das estearias com a população, que, atualmente, não entendem sua importância social. Esta proposta é de grande importância por vários motivos. Em primeiro lugar porque resgata a informação arqueológica do Estado do Maranhão, que é rica e ainda pouco estudada. Logo, porque temos a posse de um acervo museológico-arqueológico que não somente revela o passado pré-histórico das populações que habitaram o Maranhão, mas que, ao ser estudado, processado e inventariado, gerará conhecimento científico acerca de um tema inédito não somente no Estado, mas em toda a Arqueologia brasileira. Por fim, e não menos importante, a coleção contará com uma exposição permanente para a consulta da comunidade e acadêmica.
	Esta proposta nasce num momento estratégico: o desenvolvimento da Arqueologia no Maranhão e sua implantação no cenário acadêmico e social. Será uma contribuição importante para a Arqueologia maranhense, que vem ganhando espaço dentro da discussão nacional, como foi o caso da realização do I Seminário Nacional Arqueologia e Sociedade (2010), com a presença de arqueólogos de todo o Brasil.
Esta proposta tem, ademais, uma importância com a introdução de uma linha de investigação em Arqueologia no curso de História da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e uma linha de pesquisa dentro da área de concentração Poder e Sociabilidade do Programa de Pós-Graduação em História Social da UFMA. Além disso, o Laboratório de Arqueologia (LARQ), recém-construído, nos traz as condições ideais para o estudo do acervo arqueológico, além das atividades de ensino, pesquisa e extensão. Também contamos com uma reserva técnica que abrigará o material que não estará em condições de serem expostos. A equipe que integra a proposta aqui apresentada é multidisciplinar e formada por especialistas com ampla atuação em seus campos de estudo, o que, além de viabilizar o estudo do acervo, contribuirá para a análise do material através de cursos e oficinas ministradas no LARQ... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (10) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Helder Luiz Bello de Mello - Integrante / Flaviomiro Mendonça da SIlva - Integrante / Karen Cristina Costa da Conceição - Integrante / Alexandre Guida Navarro - Coordenador / José de Ribamar Silva Gonçalves Júnior - Integrante / Raquel de Lima Silva - Integrante / Tayse Hendreyza Abreu Mendes - Integrante / Gabriel Serra - Integrante / Elton Menezes - Integrante / Cássia Betania Sousa Ferreira - Integrante / Thalisson Silva - Integrante.

  • 2013 - 2017

    Carta Arqueológica das Estearias do Estado do Maranhão, Descrição: Esta proposta objetiva o estudo da coleção arqueológica das estearias do Laboratório de Arqueologia da Universidade Federal do maranhão (LARQ/UFMA), como projeto de pesquisa a ser desenvolvido como docente no Departamento de História da UFMA. Trata-se de uma pesquisa multidisciplinar cujo principal objetivo é o mapeamento e delimitação dos sítios arqueológicos denominados de estearias, mediante as atividades interventivas e não interventivas, escavação arqueológica, coletas de amostras, análises de laboratório e educação patrimonial. Este projeto acadêmico tem como objetivo a confecção de uma carta arqueológica das estearias localizadas no Estado do Maranhão, Brasil. Busca-se compreender a dimensão espacial que as comunidades pré-históricas ocuparam nessa região geográfica através da catalogação de sítios arqueológicos. Através do estudo da cultural material, pretende-se construir um panorama cultural dessas populações, sua relação com a paisagem e o meio construído e a dispersão pelo território. Salienta-se, por fim, que o tema que nos ocupa foi pouco estudado na literatura especializada. Deste modo, é de grande importância, tanto para a comunidade arqueológica como para a população geral, entender como estas sociedades estavam organizadas para se criar, junto às autoridades competentes, meios legais de proteção do patrimônio arqueológico em questão. A coleção das estearias é composta majoritariamente de material cerâmico, que formam fragmentos de vasilhames. O objetivo deste projeto é estudar e classificar esta coleção arqueológica. Isto se enquadra na análise do acervo arqueológico proveniente da Baixada Maranhense, sob a tutela do Laboratório de Arqueologia da Universidade Federal do Maranhão (LARQ/UFMA), tendo em vista a construção de conhecimento sobre os bens culturais arqueológicos do Estado do Maranhão, cujo processo final será a exposição deste material e consulta da comunidade interessada... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) . , Integrantes: Helder Luiz Bello de Mello - Integrante / Flaviomiro Mendonça da SIlva - Integrante / Karen Cristina Costa da Conceição - Integrante / Alexandre Guida Navarro - Coordenador / José de Ribamar Silva Gonçalves Júnior - Integrante / Raquel de Lima Silva - Integrante / Tayse Hendreyza Abreu Mendes - Integrante / Gabriel Serra - Integrante / Elton Menezes - Integrante / Cássia Betania Sousa Ferreira - Integrante / Thalisson Silva - Integrante.

  • 2012 - 2014

    Carta arqueológica dos sítios tupiguaranis na ilha de São Luís., Descrição: Contemplado com o APP-UNIVERSAL-00368/12 Edital 01/2012 FAPEMA. R$ 24.000,00.

Este projeto acadêmico tem como objetivo a confecção de uma carta arqueológica através do mapeamento dos sítios tupiguaranis porventura existentes na Ilha de São Luís, capital do Estado do Maranhão, Brasil. O presente trabalho divide-se em duas etapas. A primeira busca compreender a localização e a dimensão espacial que os sítios ocuparam nesta região a partir de dados etnohistóricos e a segunda, mapear os sítios pré-históricos ainda existentes na ilha. Através do estudo da cultural material, pretende-se construir uma relação de espacialidade dessas populações, sua relação com a paisagem e o meio construído e a dispersão pelo território. Salienta-se, por fim, que o tema que nos ocupa foi pouco estudado na literatura especializada. Deste modo, é de grande importância, tanto para a comunidade arqueológica como para a população geral, entender como estas sociedades estiveram organizadas para se criar, junto às autoridades competentes, meios legais de proteção do patrimônio arqueológico em questão. Para a produção dessa carta, o projeto utilizou a metodologia do estudo sistemático da área geográfica compreendida pelos sítios tupiguaranis, que estão espalhados por toda a Ilha e pelo continente sendo, inclusive, citados em livros escritos pelos colonizadores durante o processo de colonização, nos séculos XVI e XVII. Alexandre Guida Navarro revela que foram feitas prospecções intensivas na região, com o objetivo de registrar e catalogar por meio dos sistemas GPS e GIS (Geographical Information System), com vistas a criar um mapa topográfico desses locais. De acordo com ele, uma vez catalogados torna-se possível a criação de um banco de dados para entender o processo de ocupação desses povos na Ilha de São Luís... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Helder Luiz Bello de Mello - Integrante / Karen Cristina Costa da Conceição - Integrante / Alexandre Guida Navarro - Coordenador / Cássia Betania Sousa Ferreira - Integrante / Thalisson Silva - Integrante.

Prêmios

1995

Cidadão Cabaceirense, Câmara de Vereadores do Município de Cabaceiras do Paraguaçu - BA.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Universidade Federal do Maranhão. , Avenida dos Portugueses, Vila Bacanga, 65080805 - São Luís, MA - Brasil, Telefone: (98) 32729322, URL da Homepage:

Experiência profissional

2012 - Atual

Universidade Federal do Maranhão

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Museólogo, Carga horária: 40

Outras informações:
Atualmente atuando no Laboratório de Arqueologia, Departamento de História.

Atividades

  • 01/2019

    Pesquisa e desenvolvimento, Departamento de História Laboratório de Arqueologia - UFMA.,Linhas de pesquisa

2010 - 2012

Instituto Brasileiro de Museus - Museu Casa Histórica de Alcântara

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Museólogo, Carga horária: 40

2009 - 2010

Instituto do Patrimonio Artistico e Cultural da Bahia

Vínculo: Cargo comissionado, Enquadramento Funcional: Museólogo - Coord. do Núcleo de Museologia, Carga horária: 40

2007 - 2009

Instituto do Patrimonio Artistico e Cultural da Bahia

Vínculo: Cargo comissionado, Enquadramento Funcional: Museólogo / Diretor de Museu, Carga horária: 40

1994 - 2007

Fundação Cultural do Estado da Bahia

Vínculo: Cargo comissionado, Enquadramento Funcional: Museólogo - Diretor de Museu, Carga horária: 40

1993 - 1993

Museu Didático Comunitário de Itapuã

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiário de Museologia, Carga horária: 20

1992 - 1993

Fundação Pedro Calmon - Centro de Memória da Bahia

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiário de Museologia, Carga horária: 20

Outras informações:
Estagiário de museologia, atuando nas áreas da documentação museológica, expositiva e de conservação de acervos.

1993 - 1993

Centro Integrado de Educação Conselheiro Luiz Vianna

Vínculo: Professor substituto, Enquadramento Funcional: Professor Substituto, Carga horária: 20

Outras informações:
Professor substituto das disciplinas: História, OSPB e EMC.