Gustavo Nogueira Rabelo

Formado em História pela Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG). Tem experiência na área de História, com ênfase em História Moderna e Contemporânea, atuando principalmente nos seguintes temas: Império Português, Cerco de Diu (1538) e Império Otomano.

Informações coletadas do Lattes em 01/06/2023

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em História

2017 - 2022

Universidade Federal de Alfenas
Título: ANÁBASE LUSITANA: O CIVISMO E O DISCURSO PEDAGÓGICO PORTUGUÊS PRESENTE EM O PRIMEIRO CERCO QUE OS TURCOS PUSERAM À FORTALEZA DE DIU DE FRANCISCO D?ANDRADE (1540-1614)
Orientador: Luiz Antonio Sabeh

Ensino Médio (2º grau)

2013 - 2016

Uno Vértice

Formação complementar

2019 - 2019

Uma Idade Média pós-colonial é possível? Abordagens teóricas e estudos de c. (Carga horária: 4h). , Universidade Federal de Alfenas, UNIFAL/MG, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Humanas / Área: História / Subárea: História Moderna e Contemporânea.

Participação em eventos

Relações de gênero e modelo cortês na literatura medieval. 2019. (Outra).

Seminário Nacional Marx 200 - 1968+50: A Atualidade de Marx e as Lutas Sociais no Século XXI. 2019. (Seminário).

V Semana de História: 10 anos do curso de História da UNIFAL-MG. 2019. (Outra).

A educação dos sentidos na escola contemporânea brasileira (séculos XIX-XX): projetos, práticas, materialidades. 2018. (Seminário).

Cem anos da Revolução Russa: múltiplos olhares. 2018. (Outra).

Conferências Humanísticas III. 2018. (Outra).

III Semana de História: O papel social do historiador(a) e professor(a) de história. 2018. (Outra).

IV FÓRUM DE INCLUSÃO. 2018. (Outra).

IV SEMANA DE HISTÓRIA: formas de comunicação do conhecimento histórico. 2018. (Outra).

X Semana Nacional de Museus na UNIFAL-MG / XVI Semana Nacional de Museus do IBRAM. 2018. (Outra).

A reforma do Ensino Médio: os impactos na educação básica e no ensino de História. 2017. (Outra).

Escolas de resistência e a transformação da educação. 2017. (Outra).

I Encontro Internacional de Língua, Literatura e História: a península ibérica na era medieval e projeções para o século XVI. 2017. (Encontro).

IX Semana Nacional de Museus na UNIFAL-MG / XV Semana Nacional de Museus. 2017. (Outra).

O DIREITO À EDUCAÇÃO NO CONTEXTO ATUAL: REFORMAS E ALTERNATIVAS. 2017. (Outra).

Recepção aos calouros de História. 2017. (Outra).

Produções bibliográficas

  • RABELO, G. N. . O CERCO DE DIU DE 1538: UMA ANÁLISE DO EMBATE POLÍTICO-RELIGIOSO ENTRE CRISTÃOS E MUÇULMANOS NA FORMAÇÃO DO IMPÉRIO PORTUGUÊS NO SÉCULO XVI. 2019. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

Projetos de pesquisa

  • 2019 - 2020

    O cerco de Diu de 1538: uma análise do embate político-religioso entre cristãos e muçulmanos na formação do império português no século XVI, Descrição: O tema deste trabalho é o enfrentamento entre lusos e muçulmanos pelo controle do comércio no Oceano Índico e Subcontinente Indiano, além do processo de conquista português e a evangelização dessas populações dominadas. Sendo o Cerco de Diu um dos principais eventos militares portugueses nas Índias durante o século XVI, contando com a intervenção otomana no conflito, tal cerco acaba sendo um exemplo icônico dos desafios enfrentados pelos lusos no processo de conquista e evangelização de regiões no Oceano Índico. É comum encontrarmos, na historiografia, a menção de que a expansão portuguesa nasceu com um caráter comercial, e que as razões do seu impulso primeiro foi a tentativa dos lusitanos de buscar especiarias no Oriente através de uma rota alternativa à do Mediterrâneo. Porém estudos mais recentes demonstram que o motivador essencial desse processo foi o combate aos muçulmanos e a conversão de mais almas ao cristianismo. O fortalecimento desse poder português sobre o comércio asiático significava mais que vantagens econômicas, representava também a consolidação do poder cristão na região. Diu, uma cidadela localizada em uma ilha próxima à península de Guzerate, era um dos principais entrepostos comerciais no Índico/ Mar da Arábia. Cedida aos portugueses em 1535, a mesma foi sitiada pelo Sultanato Guzerate, em 1538, com apoio Otomano. A essa altura, o Império Otomano se projetava como a maior potência islâmica do período, dominando praticamente todo Oriente Médio, Norte da África e Balcãs. Tal dinastia possuía amplos poderes sobre o Mar Negro, Vermelho e Mediterrâneo Oriental, ambicionando expandir seus domínios em direção do Mar da Arábia e Oceano Índico; ao passo que a crescente presença lusa no Índico, Mar da Arábia e no Mar Vermelho simbolizavam também um risco aos interesses militares, políticos e econômicos otomanos. Além disso o sultão otomano, Solimão, o Magnífico; era também Califa, desde a conquista do Egito e Levante em 1517. O mesmo se via como líder natural do islã e protetor de todos muçulmanos. O objetivo principal desta pesquisa é investigar as motivações político-religiosas da expansão ultramarina portuguesa na Ásia a partir do cerco de Diu de 1538, que revela o embate entre lusos, os povos islâmicos da Índia e o Império Otomano no Oceano Índico.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Gustavo Nogueira Rabelo - Coordenador / Luiz Antonio Sabeh - Integrante.

Histórico profissional

Experiência profissional

2017 - 2022

Universidade Federal de Alfenas

Vínculo: Aluno de Graduação, Enquadramento Funcional: Discente

2019 - 2020

Universidade Federal de Alfenas

Vínculo: Discente, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica, Carga horária: 20

Atividades

  • 03/2019 - 02/2020

    Pesquisa e desenvolvimento, Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão.,Linhas de pesquisa

  • 02/2019 - 07/2019

    Ensino,,Disciplinas ministradas, Monitoria Voluntaria na disciplina/unidade curricular História Medieval I

  • 03/2018 - 01/2019

    Pesquisa e desenvolvimento, Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão.,Linhas de pesquisa