Julio Netto dos Santos Danielski
Atualmente mestrando em Medicina Animal- Equinos UFRGS. Graduado em Medicina Veterinária pela UFPel em 2019/1. Colaborador do Grupo de Ensino, Pesquisa e Extensão em Medicina de Equinos- CLINEQ, desde 2017. Atua na área de clínica médica equina e reprodução equina.
Informações coletadas do Lattes em 05/11/2024
Acadêmico
Formação acadêmica
Mestrado em andamento em Medicina Animal: Eqüinos
2020 - Atual
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Orientador: Sandra Fiala;
Formação complementar
2019 - 2019
CURSO DE ULTRASSONAGRAFICA COM DOPPLER. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.
2018 - 2018
Obstetrícia e Neonatologia Equina. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.
2017 - 2017
Curso Jurado Jovem. (Carga horária: 4h). , Comissão Jovem ABCCC, ABCCC, Brasil.
2017 - 2017
Curso de Andrologia e Processamento de Sêmen Equino. (Carga horária: 8h). , Centro Universitário Ritter dos Reis, UniRITTER, Brasil.
2016 - 2016
1° CURSO TEÓRICO-PRÁTICO DE NEONATOLOGIA. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.
2016 - 2016
Mini Curso Exame Clínico do Sist. Locomotor de Equinos- Marcos Da S.Azevedo. (Carga horária: 8h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.
2015 - 2015
CURSO DE JURADO JOVEM. (Carga horária: 2h). , ABCCC, ABCCC, Brasil.
2015 - 2015
Minicurso de Avaliação Morfo-funcional de Cavalos Crioulos. (Carga horária: 4h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária / Subárea: Clínica e Cirurgia Animal.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária / Subárea: Reprodução Animal.
Organização de eventos
DANIELSKI, J. N. S. ; Nunes Filho, M.A.S . I ENEQ ( ENCONTRO DE EQUINOS DA REGIÃO SUL). 2018. (Congresso).
Nogueira, C.E.W ; Curcio, B.R ; DANIELSKI, J. N. S. ; Nunes Filho, M.A.S ; GRIEBELER, E. G. ; MOUSQUER, M.A ; Moraes, B.S.S . XV Fórum dos dirigentes de hospitais veterinários de instituições Federais de Ensino Superior. 2018. (Outro).
DANIELSKI, J. N. S. . II CURSO TEÓRICO-PRÁTICO DE NEONATOLOGIA EQUINA. 2017. (Outro).
DANIELSKI, J. N. S. . I ENPEC-SUL ( ENCONTRO PECUÁRIO DA REGIÃO SUL). 2017. (Outro).
DANIELSKI, J. N. S. . Palestra com Zeca Macedo: ´´Como chegar ao sucesso trabalhando em equipe´´. 2017. (Outro).
Participação em eventos
I ENEQ SUL. 2018. (Encontro).
I ENPEC- SUL. 2017. (Encontro).
II SINEQ - Simpósio Nacional de Equinos. 2017. (Simpósio).
VIII Simpósio Internacional do Cavalo Atleta. 2017. (Simpósio).
1° Semana da Bovinocultura Leiteira- UFPEL. 2016. (Encontro).
2°ENCONTRO TÉCNICO VETESUL - CRIANDO CAVALOS CAMPEÕES. 2016. (Encontro).
32° Semana Acadêmica Veterinária - UFPEL. 2016. (Outra).
Avanços e Novas Perspectivas no controle de Carrapatos dos Bovinos.. 2016. (Outra).
Ciclo de Palestras de Bovino de Corte. 2016. (Outra).
Ciclo de Palestras em Pecuária e Pastagens. 2016. (Seminário).
1° Ciclo de Palestras Zoonoses em Foco. 2015. (Encontro).
31° Semana Acadêmica de Medicina Veterinária. 2015. (Outra).
Grupo de Estudos na Raça Crioula. 2015. (Oficina).
SINEQ. 2015. (Simpósio).
17° Encontro Jovem ABCCC ; CT: O caminho para o Freio de Ouro um trabalho em família.. 2014. (Encontro).
Produções bibliográficas
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Nunes Filho, M.A.S ; MULLER, V. ; Moraes, B.S.S ; DANIELSKI, J. N. S. ; PINTO, N. R. ; GRIEBELER, E. G. ; Nogueira, C.E.W . PERDA EMBRIONÁRIA: A NECESSIDADE DE CONHECER OS FATORES RELACIONADOS À ÉGUA ? REVISÃO BIBLIOGRÁFICA. REVISTA CIENTÍFICA RURAL , v. 20, p. 151-163, 2018.
Projetos de pesquisa
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2018 - Atual
Doxiciclina na gestação equina: farmacocinética, distribuição em fluídos maternos e impacto neonatal, Descrição: As tetraciclinas foram os primeiros antibacterianos de amplo espectro descritos, tendo eficácia contra bactérias gram-positivas, gram-negativas, clamídias, micoplasmas, rickettsias e alguns protozoários. É a classe de antibacterianos mais utilizada na medicina veterinária, sendo rotineiramente empregadas na produção animal. Além da atividade antibacteriana, outras propriedades das tetraciclinas vem sendo estudadas. Em menor ou maior grau, a depender do efeito estudado, as moléculas desta classe apresentam ação anti-inflamatória e de inibição da lipase, colagenase, apoptose e angiogênese, além de outras funções. Na medicina humana há evidencias que este fármaco pode ser utilizado com segurança em mulheres gestantes e seus neonatos (CROSS et al., 2016). Em equinos, existem poucos estudos avaliando o uso de antibacterianos durante a gestação. Com relação à doxiciclina, bem como qualquer outra tetraciclina, as informações são restritas sobre a utilização em éguas gestantes. Com isso, o estudo da farmacocinética da doxiciclina em éguas gestantes é relevante para a utilização clínica segura. Além disso, com este estudo será possível avaliar a dose utilizada para éguas gestantes e a distribuição do fármaco nos fluídos maternos e impacto no potro neonato.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Julio Netto dos Santos Danielski - Integrante / Bruna dos Santos Sue Moraes - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Coordenador / CAMILA GERVINI WENDT - Integrante / Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Fernanda Timbó - Integrante / Vitória Müller - Integrante.
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2018 - Atual
Dosagem de hemoglobina fetal em potros neonatos, Descrição: A hemoglobina é um complexo proteico de 64kDa que contem ferro e porfirina. Ocupa um papel central na fisiologia do organismo por se ligar e transportar oxigênio para todo o corpo. Variações nas cadeias polipeptídicas determinam o tipo de hemoglobina em animais adultos. Em equinos, são observados três fenótipos desta proteína: A, B e AB. Nem todos os mamíferos produzem hemoglobina fetal ? roedores e carnívoros, por exemplo, não as possuem. Aqueles que as possuem nascem com uma mistura de hemoglobina fetal e adulta, sendo que ao nascimento a fetal é a mais prevalente. Em humanos, tem-se investigado a utilização deste tipo de hemoglobina como terapia adjuvante no tratamento de certas hemoglobinopatias, como as thalassemias. Sabe-se que indivíduos com persistência hereditária da hemoglobina fetal demonstram curso clínico mais brando e, pensando nisso, tem-se buscado formas de reativar a síntese dessa hemoglobina em portadores de certos tipos de thalassemias. Em equinos, há certa controvérsia quanto a existência da hemoglobina fetal. Estudos mais antigos não observaram a presença deste tipo de hemoglobina, porém alguns trabalhos mais recentes discorrem sobre sua presença e papel durante o período de adaptação do neonato equino à vida extrauterina. O presente estudo tem como objetivo verificar a existência da hemoglobina fetal em equinos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Julio Netto dos Santos Danielski - Integrante / Bruna dos Santos Sue Moraes - Integrante / Marco Aurelio Silveira Nunes Filho - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Coordenador / Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Vitória Müller - Integrante.
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2017 - Atual
Avaliação do efeito da hormonioterapia em éguas com placentite através da identificação de receptores na placenta e grau de perfusão sanguínea uterina e sua relação com a viabilidade do neonato, Descrição: A placenta caracteriza-se como órgão transitório, responsável pelo transporte de substâncias nutritivas do organismo materno para o feto, bem como promover trocas gasosas e metabólicas. Alem disso, desempenha funções endócrinas quanto a produção de hormônios na manutenção da gestação. A placentite é uma das principais causas de insuficiência placentária e perdas no terço final de gestação. Esta doença leva a redução das trocas nutricionais, metabólicas e gasosas entre a mãe e o feto, bem como alterações na produção hormonal. Dentre os hormônios produzidos pela unidade feto-placentária, destacam-se os progestágenos e estrógenos como fatores de manutenção gestacional. Os progestágenos são responsáveis pela manutenção da quiescência uterina, e os estrógenos estão diretamente relacionados ao bem-estar fetal. Além do tratamento convencional, com a utilização de antibióticos e antiinflamatórios, a hormonioterapia é utilizada para manutenção da gestação, viabilizar o desenvolvimento fetal e evitar a contratilidade uterina. Como terapia hormonal é descrita administração de progestágenos sintéticos e sugere-se a associação de estrógenos no tratamento. Ambos os hormônios são produzidos pela unidade feto-placentária e apresentam alteração da produção frente à injúria intra-uterina. Para monitoramento da efetividade do tratamento hormonal, pode-se realizar a avaliação dos níveis hormonais de progestágenos e estrógenos. Entretanto, não há descrição da cinética dos receptores hormonais na placenta em quadros de placentite, sob diferentes tratamentos hormonais. Dessa forma, o presente estudo visa avaliar o a expressão dos hormônios progestágenos e estrógenos, bem como seus respectivos receptores na placenta de éguas com placentite induzida.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Julio Netto dos Santos Danielski - Integrante / Bruna dos Santos Sue Moraes - Integrante / Marco Aurelio Silveira Nunes Filho - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / CAMILA GERVINI WENDT - Integrante / Mariana Andrade Mousquer - Integrante.
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2017 - Atual
Avaliação da resposta clínica e metabólica de potros neonatos nascidos de éguas com placentite ascendente submetidas a diferentes tratamentos hormonais., Descrição: Objetivo Geral: Descrever a resposta clínica e metabólica de potros nascidos de éguas induzidas com placentite ascende submetidas a diferentes tratamentos hormonais. Objetivos específicos: Comparar a resposta clínica, hematológica e bioquímica de potros nascidos de éguas com placentite ascendente submetidas a diferentes tratamentos hormonais e potros controle, nascidos de éguas sem alterações placentárias; Avaliar e diferenciar as condições clínicas e capacidade de resposta neonatal dos potros de risco provenientes de éguas com placentite; Avaliar se a utilização de diferentes tratamentos hormonais em éguas com placentite pode influenciar na resposta clínica e metabólica destes potros. Avaliar a viabilidade neonatal através da capacidade de resposta clínica, hematológica e hormonal; Fornecer dados bioquímicos e hematológicos no momento imediato ao nascimento e relacionar com a hormonioterapia realizada, indicando qual tratamento hormonal promoveu melhor maturação fetal e viabilidade neonatal; Demonstrar a capacidade de depuração dos potros neonatos e o seu grau de resposta através da dinâmica hematobioquímica dentro dos primeiros 7 dias de vida, sendo indicador de viabilidade e fornecendo o prognóstico neonatal.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Julio Netto dos Santos Danielski - Coordenador / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / CAMILA GERVINI WENDT - Integrante.
Prêmios
2015
Freio de Prata Aspirante Masculino- EXPOINTER 2015, ABCCC.
Histórico profissional
Experiência profissional
2012 - 2015
Centro de Treinamento Zeca MacedoVínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 120
Outras informações:
Estagiário na área de treinamento e doma com o tetra-campeão do Freio de Ouro Zeca Macedo, aprendendo as práticas para realizar provas funcionais do Cavalo Crioulo e manejo em equinos.
2016 - 2016
Universidade Federal de PelotasVínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário Clínica de Equinos HCV-UFPEL, Carga horária: 144
Outras informações:
Acompanhamento e auxílio na rotina clínica e cirúrgica de equinos no HCV-UFPEL no período 2016.1 .
2015 - 2015
Universidade Federal de PelotasVínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário Clínica de equinos HCV-UFPel, Carga horária: 144
Outras informações:
Acompanhamento e auxílio na rotina clínica e cirúrgica de equinos no HCV-UFPel no período de 2015.1 .
2015 - 2015
Universidade Federal de PelotasVínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário Clínica de Equinos HCV-UFPEL, Carga horária: 144
Outras informações:
Acompanhamento e auxílio na rotina clínica e cirúrgica de equinos no HCV-UFPEL no período de 2015.2 .
2015 - 2015
Universidade Federal de PelotasVínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário Clínica de Equinos HCV-UFPEL, Carga horária: 60
Outras informações:
Plantões noturnos para acompanhamento na rotina reprodutiva e partos no HCV-UFPel.
2015 - 2015
Centro de Podiatria e Clínica Equina ALBEITARVínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário Clínica Albeitar, Carga horária: 240
2017 - 2017
Vet. Carlos Anselmo dos SantosVínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 60, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Acompanhamento na rotina de cavalos atletas durante a prova do Freio de Ouro de 2017 com o Vet. Carlos Anselmo dos Santos.
2014 - 2017
Vet. Carlos Anselmo dos SantosVínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 4
Outras informações:
Acompanhamento na rotina do Veterinário Carlos Anselmo dos Santos na área de Podiatria, Ferrageamento e clínica geral de cavalos atletas.
2016 - 2016
Vet. Carlos Anselmo dos SantosVínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 60
Outras informações:
Acompanhamento na rotina de cavalos atletas durante a prova do Freio de Ouro de 2016 com o Vet. Carlos Anselmo dos Santos.
2015 - 2015
Vet. Carlos Anselmo dos SantosVínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 60
Outras informações:
Acompanhamento na rotina de cavalos atletas durante a prova do Freio de Ouro de 2015 com o Vet. Carlos Anselmo dos Santos.
2014 - 2014
Vet. Carlos Anselmo dos SantosVínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 60
Outras informações:
Acompanhamento na rotina de cavalos atletas durante a prova do Freio de Ouro de 2014 com o Vet. Carlos Anselmo dos Santos.
2016 - 2016
VetSerra Clínica de EquinosVínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Estágio extracurricular na VetSerra Clínica de equinos, na área de Clínica e Cirurgia de Equinos. Totalizando um total de 156 horas.
2017 - 2017
Central de Reprodução Equina RetiroVínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 400, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Manejo reprodutivo em éguas e garanhões. Incluindo: coleta de sêmen, inseminação artificial, palpação e controle hormonal.
2018 - 2018
Vet. Fernando Velo FilhoVínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 232
Outras informações:
Estágio na área de reprodução equina. Participando das seguintes atividades: Controle folicular em éguas; Inseminação artificial; Monta controlada; Diagnóstico de gestação; Transferência de embrião; Coleta de sêmen; Manipulação de sêmen; Congelamento de sêmen; Manejo reprodutivo e controle sanitário das cabanhas acompanhadas.
2019 - 2019
Horsemed Medicina de EquinosVínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiario, Carga horária: 48
2019 - 2020
Cabanha dos CastanheirosVínculo: Prestador de Serviços, Enquadramento Funcional: Medico Veterinário, Carga horária: 40
Outras informações:
Trabalho realizado durante a temporada reprodutiva da raça Crioula 2019/2020 na Cabanha dos Castanheiros, cidade de Cruz Alta- RS, com ênfase em manejo sanitário, controle folicular, inseminação artificial, andrologia, transferência de embrião e clínica geral equina.
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