Raphael Alves D'Antona
Diplomado em Artes Visuais - Bacharelado pela UFRGS (2015). Tem experiência em Bolsa de Iniciação Científica no curso de História da Arte - Bacharelado da UFRGS (2017-2018) e estágio pela Fundação Bienal do Mercosul de Artes Visuais (2018). É atualmente Mestrando pelo Programa de Pós-Graduação em História da Arte da Universidade Federal de São Paulo (2022), vinculado à Linha de Pesquisa de Arte e Tradição Clássica. É membro do Grupo de Estudos Warburg e Renascimentos (2022).
Informações coletadas do Lattes em 30/04/2024
Acadêmico
Formação acadêmica
Mestrado em andamento em História da Arte
2022 - Atual
Universidade Federal de São Paulo
Título: A influência de Jacob Burckhardt e Friedrich Nietzsche na concepção do Antigo em Aby Warburg
Orientador: Cássio Silva Fernandes
Palavras-chave: Aby Warburg; Friedrich Nitezsche; Jacob Burckhardt.Grande área: Ciências Humanas
Graduação interrompida em 2018 em História da Arte
2016 - Atual
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Ano de interrupção: 2018
Graduação em Artes Visuais
2011 - 2015
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Título: Metapinturas
Orientador: Adriane Hernandez
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Italiano
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Francês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Pouco.
Áreas de atuação
Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Artes / Subárea: Fundamentos e Crítica das Artes/Especialidade: História da Arte.
Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Artes / Subárea: Artes Plásticas/Especialidade: Pintura.
Produções bibliográficas
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D'ANTONA, R. . O Sarpédon de Henry Lévy (1874). ARTE CONTEXTO , v. 5, p. s/n.-sem numeração, 2018.
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D'ANTONA, R. ; PINHEIRO, M. C. ; GRILLO, J. G. C. ; BEGLIOMINI, B. ; SIMOES, J. ; SANTANA, J. ; ACHCAR, M. C. L. ; RODRIGUES, I. T. ; FARIAS, J. ; ALMEIDA, L. C. ; AMPESSAN, P. A. ; SOUZA, D. R. ; GONCALVES, I. A. ; SANTOS, D. O. ; BARRETO, P. R. P. ; LOPES, R. F. . Como orientar-se em Warburg?. In: Ângela Brandão; José Costa Geraldo Grillo; Cássio Fernandes. (Org.). A Tradição Clássica e seu Legado: Permanências, Transformações e Recepções. 1ed.Brasília: G3 Comunicação, 2023, v. , p. 5-188.
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D'ANTONA, R. . O massacre das inocentes: em torno de Nicolas Poussin. In: XIV Encontro de História da Arte da UNICAMP, 2020, Campinas. Atas 2019 XIV Encontro de História da Arte, 2020. v. 14. p. 378-387.
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D'ANTONA, R. . Édouard Manet entre a Academia e a Modernidade. In: V Encontro de Pesquisas Históricas da PUCRS, 2018, PORTO ALEGRE. Entre História e Fontes: possibilidades de pesquisa. PORTO ALEGRE: EDIPUCRS, 2018. v. 5. p. s/n.-sem numeração.
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D'ANTONA, R. . Questão de arcaísmo: Warburg com Nietzsche. In: VII Encontro de Pesquisas em História da Arte: Artes em Movimento, 2022, S. l. (on-line). Anais do VII EPHA, 2022. v. VII.
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D'ANTONA, R. . Questão de arcaísmo: Warburg com Nietzsche. 2022. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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D'ANTONA, R. . O massacre das inocentes: em torno de Nicolas Poussin. 2019. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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D'ANTONA, R. . Arte e transgressão: Claudia Barbisan. 2018. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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D'ANTONA, R. . A perversão na obra de Cláudia Barbisan. 2018. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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D'ANTONA, R. . Língua e cultura francesa. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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D'ANTONA, R. . Propaganda no Terceiro Reich: uma análise de cartazes nacionais-socialistas. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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DIDI-HUBERMAN, Georges ; D'ANTONA, R. . O mestre dos possíveis e o mestre impossível. Porto Alegre: Revista Porto Alegre, 2018. (Tradução/Artigo).
Projetos de pesquisa
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2022 - Atual
A influência de Jacob Burckhardt e Friedrich Nietzsche na concepção do Antigo em Aby Warburg, Descrição: Este projeto de pesquisa tem por escopo investigar a relação entre o historiador da arte alemão Aby Warburg (1866-1929), o historiador suíço Jacob Burckhardt (1818-1897) e o pensador alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900). Ele tem seu ponto de partida no texto de conferência "Burckhardt und Nieztsche" (1927), e ganha capilaridade a partir de "Die römische Antike in der Werkstatt Ghirlandaios" (1929) e "Kulturwissenschaftliche Methode. Schlussübung" (1928). Oriundos de um mesmo complexo que podemos identificar como o período final de sua produção, após a reabilitação clínica e intelectual (c. 1924-1929), é nesse momento de maturidade e relativa síntese de suas ideias que Warburg nos permite enxergar, se o soubermos indagar, alguns de seus procedimentos mais recorrentes e algumas de suas estruturas mais fundamentais. Colocando-se como seguidor e continuador das duas figuras antes mencionadas, controversas em si mesmas, o autor não deixa de nos provocar com um pensamento de intensa força metafórica. Para ele, Nietzsche seria o encarnador da mania, do sacrifício extático dionisíaco e ao mesmo tempo, aquele que mais determinadamente indicou os caminhos do pathos, dos limites da expressividade humana perdida nos tempos. Burckhardt seria, por sua vez, o modelo último da sofrósina, da contenção e do estabelecimento dos limites, da visão conjunta de sincronia e diacronia, de uma época numa imagem, sem a qual qualquer possibilidade verdadeira de estrutura estaria perdida. Ao nos convidar a fazer o exercício de interpretá-lo como herdeiro dessa influência ambivalente, Warburg também nos chama atenção para a emergência de diversos duplos em sua produção, que se por um lado se arroga uma verdadeira história da arte dos antagonismos, por outro, busca sempre compreendê-los e decompô-los em processos genealógicos de alta complexidade na qual é a singularidade que acaba por conceber a generalidade - e não o contrário. Warburg nominou o procedimento que conduz essa decomposição de uma "análise desestruturante". Isso, pareado ao estudo aprofundado da linguagem metafórica do autor, nos dará campo para trabalhar a sua apropriação da dialética apolíneo-dionisíaco, assim como da descoberta da agonística na Grécia arcaica por parte de Burckhardt.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Raphael Alves D'Antona - Coordenador / Cássio da Silva Fernanades - Integrante.
Histórico profissional
Experiência profissional
2018 - 2018
Fundação Bienal de Artes Visuais do MercosulVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estágio, Carga horária: 30
Outras informações:
Estágio no Programa Educativo na Bienal do Mercosul.
2016 - 2018
Universidade Federal do Rio Grande do SulVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de Iniciação Científica, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Bolsista de Iniciação Científica sob orientação da Prof. Mônica Zielinsky no projeto 'Apagamentos da memória na arte - Políticas espaciais e temporais' (2017), vinculado ao Bacharelado em História da Arte do Instituto de Artes da UFRGS. Descrição: este estudo busca compreender a arte e suas práticas em suas profundas relações com a memória. Indaga sobre o modo como ocorrem essas relações no trabalho de diversos artistas, ao levarem em consideração os vários empregos de arquivos, em meio às profundas transformações culturais vividas na história recente. Estas estimulam o advento de novas percepções profundamente aceleradas do espaço e do tempo. Chegam mesmo a deslocar os quadros espaço-temporais conhecidos na história, na geografia, na arte e na memória, muito presentes na constituição de diversas práticas artísticas hoje. Esses contornos da arte, em meio a essas mutações, oferecem novas leituras do mundo - em especial sobre os apagamentos e ocultamentos mnemônicos que emergem vivamente nos trabalhos, impulsionados por conflitos de poder e pelas subterrâneas políticas da memória que afloram marcantes na constituição de grande parte da produção contemporânea da arte. O paradigma dos arquivos faz frente à essas ameaças destruidoras da memória, ao revolver espaços e tempos, permanentemente cambiantes em seus contextos atuais. Aponta para o futuro, ao pensar o presente e o passado, diante das progressivas falências do nosso imaginário na vida moderna.
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