GUSTAVO SOUZA CORREIA
Mestrando em Geociências pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Oceanógrafo pela Universidade Federal do Maranhão. Técnico em Meteorologia pela Universidade Estadual do Maranhão. Atua na área da Modelagem Climática, com ênfase em Modelagem Numérica de Propagação de Ondas Oceânicas (especificamente com o Simulating WAves Nearshore - SWAN). Possui experiência com Bases de Dados Globais, como o WaveWatch III, Era-Interim, Era5, Climate Forecast System Reanalysis (CFSR). Atualmente trabalha com ferramentas estatísticas e matemáticas, como as Funções Ortogonais Empíricas, Wavelets e Cross-wavelets, além das Correlações Cruzadas. Possui habilidades em campo nas diversas áreas da Oceanografia, obtidas com a participação em Projetos de Pesquisa, Expedição em Navio de Ensino Flutuante (Ciências do Mar II) em oceano aberto, bem como auxílio em Instalação de Equipamento Meteo-Oceanográfico (Projeto SiMCosta).
Informações coletadas do Lattes em 17/05/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Mestrado em andamento em Geociências
2019 - Atual
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Orientador: Leandro Farina;Coorientador: Claudia Klose Parise. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Graduação em Oceanografia
2015 - 2019
Universidade Federal do Maranhão
Título: Variabilidade do Clima de Ondas Oceânicas no Atlântico Tropical e Contribuição Energética à Região Oceânica Adjacente à Plataforma Continental do Maranhão
Orientador: Claudia Klose Parise
Formação complementar
2017 - 2017
Introdução ao Phyton e Aplicações à Oceanografia Física.. (Carga horária: 9h). , Universidade Federal do Maranhão, UFMA, Brasil.
2016 - 2016
Modelagem de Dados. (Carga horária: 12h). , DeVry São Luís, DVSLZ, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Francês
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Oceanografia.
Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Oceanografia / Subárea: Oceanografia Física.
Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Oceanografia / Subárea: Oceanografia Física/Especialidade: Interação do Oceano com a Atmosfera.
Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Meteorologia.
Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Oceanografia / Subárea: Oceanografia Física/Especialidade: Variáveis Físicas da Água do Mar.
Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Oceanografia / Subárea: Oceanografia Biológica/Especialidade: Interação entre os Organismos Marinhos e os Parâmetros Ambientais.
Organização de eventos
CORREIA, G. S. . II Semana do Meio Ambiente da UFMA. 2018. (Outro).
CORREIA, G. S. . II Semana do Meio Ambiente da UFMA. 2018. (Outro).
Participação em eventos
Dia do Oceanógrafo. 2018. (Outra).
II Semana do Meio Ambiente. 2018. (Outra).
II Simpósio Brasileiro sobre Praias Arenosas - II SBPA / XI Encontro Nacional de Gerenciamento Costeiro - XI ENCOGERCO.COMPORTAMENTO DE ONDAS SWELL NA REGIÃO OCEÂNICA ADJACENTE À PLATAFORMA CONTINENTAL DO MARANHÃO: CONDIÇÕES CLIMATOLÓGICAS X EXTREMAS. 2018. (Simpósio).
XXX Seminário de Iniciação Científica.VARIABILIDADE CLIMÁTICA E REGIONALIZAÇÃO DO CLIMA DE ONDAS NO OCEANO ATLÂNTICO EQUATORIAL. 2018. (Seminário).
10º Seminário de Atualização Profissional em Geotecnologias. 2017. (Seminário).
XXIX Semana Nacional de Oceanografia. Modos de variabilidade de altura significativa de onda do Oceano Atlântico Tropical. 2017. (Congresso).
XXIX Seminário de Iniciação Científica.ESTUDO DO CLIMA DE ONDAS NA REGIÃO OCEÂNICA ADJACENTE AO LITORAL DO MARANHÃO. 2017. (Seminário).
6ª Edição da ação em homenagem ao Dia Mundial do Meio Ambiente. 2016. (Outra).
I Workshop de Oceanografia: A Importância do Oceanógrafo na Sociedade. 2016. (Outra).
Produções bibliográficas
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CORREIA, G. S. ; PARISE, C. K. . COMPORTAMENTO DE ONDAS SWELL NA REGIÃO OCEÂNICA ADJACENTE À PLATAFORMA CONTINENTAL DO MARANHÃO: CONDIÇÕES CLIMATOLÓGICAS X EXTREMAS. In: II Simpósio Brasileiro sobre Praias Arenosas - II SBPA / XI Encontro Nacional de Gerenciamento Costeiro - XI ENCOGERCO, 2018, Florianópolis. ANAIS DO XI ENCONTRO NACIONAL DE GERENCIAMENTO COSTEIRO & II SIMPÓSIO BRASILEIRO SOBRE PRAIAS ARENOSAS, 2018.
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CORREIA, G. S. ; PARISE, C. K. ; MACHADO, A. M. B. ; SOARES, L. A. M. ; GOMES, D. C. B. ; ROCHA, J. A. ; NONATO, R. F. . Modos de variabilidade de altura significativa de onda do Oceano Atlântico Tropical. In: XXIX Semana Nacional de Oceanografia, 2017, São Luís. Anais XXIX Semana Nacional de Oceanografia, 2017.
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MACHADO, A. M. B. ; PARISE, C. K. ; SOARES, L. A. M. ; CORREIA, G. S. ; GOMES, D. C. B. ; ROCHA, J. A. ; NONATO, R. F. . Anomalias de Temperatura Superficial do Mar no Oceano Atlântico Equatorial durante eventos de El Niño e La Niña moderados e fortes na região do Niño 4. In: XXIX Semana Nacional De Oceanografia, 2017, São Luís. Anais XXIX Semana Nacional De Oceanografia, 2017.
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SOARES, L. A. M. ; PARISE, C. K. ; MACHADO, A. M. B. ; CORREIA, G. S. ; GOMES, D. C. B. ; NONATO, R. F. ; ROCHA, J. A. . Resposta da Temperatura Superficial do Oceano Atlântico Equatorial a Eventos de El Niño e La Niña Fortes e Moderados na Região Niño 3. In: XXIX Semana Nacional de Oceanografia, 2017, São Luís. Anais da XXIX Semana Nacional de Oceanografia, 2017.
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ROCHA, J. A. ; PARISE, C. K. ; MACHADO, A. M. B. ; SOARES, L. A. M. ; CORREIA, G. S. ; NONATO, R. F. ; GOMES, D. C. B. . Influência do Aumento do Gelo Marinho Antártico na Variabilidade Sazonal da Salinidade e Temperatura Superficial do Oceano Atlântico Tropical. In: XXIX Semana Nacional de Oceanografia, 2017, São Luís. Anais da XXIX Semana Nacional de Oceanografia, 2017.
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CORREIA, G. S. ; PARISE, C. K. ; GOMES, D. C. B. . Determinação dos Modos Principais de Variabilidade de Vento em Superfície Sobre o Oceano Atlântico Tropical. In: 17º CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE CIÊNCIAS DO MAR, 2017, Balneário Camboriú. ANAIS 17º CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE CIÊNCIAS DO MAR, 2017. p. 1169-1169.
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LIMA, J. F. ; CORREIA, G. S. ; REIS, B. L. R. ; LIMA, L. J. S. ; SILVEIRA, P. C. A. ; ESCHRIQUE, S. A. . INFLUÊNCIA DE PARÂMETROS FÍSICOS E QUÍMICOS SOBRE A VARIAÇÃO DA BIOMASSA PLANCTÔNICA NO SISTEMA ESTUARINO DA RAPOSAMARANHÃO-BRASIL. 2019. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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CORREIA, G. S. ; PARISE, C. K. . COMPORTAMENTO DE ONDAS SWELL NA REGIÃO OCEÂNICA ADJACENTE À PLATAFORMA CONTINENTAL DO MARANHÃO: CONDIÇÕES CLIMATOLÓGICAS X EXTREMAS. 2018. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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CORREIA, G. S. ; PARISE, C. K. ; SOARES, L. A. M. ; MACHADO, A. M. B. ; ROCHA, J. A. ; GOMES, D. C. B. ; NONATO, R. F. . Modos de variabilidade de altura significativa de onda do Oceano Atlântico Tropical. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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SOARES, L. A. M. ; PARISE, C. K. ; MACHADO, A. M. B. ; CORREIA, G. S. ; GOMES, D. C. B. ; ROCHA, J. A. ; NONATO, R. F. . Resposta da temperatura superficial do Oceano Atlântico Equatorial a eventos de El Niño e La Niña fortes e moderados na região do Niño 3. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MACHADO, A. M. B. ; PARISE, C. K. ; SOARES, L. A. M. ; CORREIA, G. S. ; GOMES, D. C. B. ; ROCHA, J. A. ; NONATO, R. F. . Anomalias de Temperatura Superficial do Mar no Oceano Atlântico Equatorial durante eventos de El Niño e La Niña Moderados e Fortes na Região do Niño 4. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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CORREIA, G. S. ; MACHADO, A. M. B. . El Nino - Oscilação Sul. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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ROCHA, J. A. ; PARISE, C. K. ; MACHADO, A. M. B. ; SOARES, L. A. M. ; CORREIA, G. S. ; GOMES, D. C. B. ; NONATO, R. F. . Influência do Aumento do Gelo Marinho Antártico na Variabilidade Sazonal da Salinidade e Temperatura Superficial do Oceano Atlântico Tropical. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
Projetos de pesquisa
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2018 - Atual
ATMOS - AnTarctic Modeling Observation System: Interação Gelo Marinho-Oceano-Atmosfera-Ondas no Setor Atlântico do Oceano Austral e a Relação com o Clima da América do Sul, Descrição: Programas internacionais como o Scientific Committee on Antarctic Research (SCAR), o Climate and Cryosphere (CliC) Project (do World Climate Research Program - WCRP) e o Southern Ocean Observing System (SOOS) servem como referência para as ciências climáticas relacionadas à criosfera, variabilidade e mudança climática, e interação com os demais sistemas que determinam o clima. O projeto ATMOS é uma promissora iniciativa de ciência, tecnologia e inovação que visa contribuir para um melhor entendimento dos processos de interação do gelo marinho com oceano, com a atmosfera, com as ondas oceânicas e as trocas de fluxos turbulentos nesta interface em micro e mesoescalas no Setor Atlântico do Oceano Austral, em sintonia com os projetos internacionais mencionados acima. Espera-se implementar um sistema capaz de fazer medidas in situ do comportamento das ondas oceânicas, da interação delas com o gelo marinho além de realizar medidas diretas de fluxos de momentum, calor e demais variáveis padrões atmosféricas e oceânicas no Setor Atlântico do Oceano Austral. Estes fluxos são o caminho pelo qual as ondas, o oceano e a atmosfera trocam propriedades dinâmicas e termodinâmicas que são importantes e determinantes para o clima do Planeta Terra. Além disto, propõe-se o desenvolvimento e uso pela primeira vez de um modelo regional acoplado oceano-gelo marinho-atmosfera-ondas para aprofundar o conhecimento sobre estas trocas que ocorrem na interface oceano-atmosfera. As observações in situ e derivadas de satélite serão também utilizadas para o ajuste fino das parametrizações físicas empregadas nos modelos numéricos. Uma terceira grande área desta proposta é aprofundar o conhecimento sobre as relações entre as altas latitudes, o gelo marinho e o clima da América do Sul, com ênfase no clima do Brasil através da teleconexões de grande escala e os transientes que ligam estas duas regiões (por exemplo ciclones). Está no escopo desta proposta, ampliar a parceria entre as universidades e institutos de pesquisa nacionais e internacionais, em particular com universidades da Inglaterra, Estados Unidos e Austrália, além de fomentar a formação de jovens pesquisadores Antárticos brasileiros.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Gustavo Souza Correia - Integrante / Claudia Klose Parise - Integrante / Luciano Ponzi Pezzi - Coordenador / Kevin I. Hodges - Integrante / Iracema F A Cavalcanti - Integrante / Mario Quadro - Integrante / José Antonio Aravéquia - Integrante / Regina R Rodrigues - Integrante / Arthur J. Miller - Integrante / Luis Felipe Mendonça - Integrante / Marcelo F Santini - Integrante / Leonardo Nascimento Lima - Integrante / Eliana Bertol Rosa - Integrante / Ueslei Adriano Sutil - Integrante / Alexander V. Babanin - Integrante / Tim Woollings - Integrante / Qingxiang Liu - Integrante / Joey Voermans - Integrante / Katherine S. Hedstrom - Integrante / Fernanda Cerqueira Vasconcellos - Integrante / José Edson Rodrigues Pereira - Integrante / Celina Cândida Ferreira Rodrigues - Integrante / Leilane Gonçalves dos Passos - Integrante / Mylene Jaen Cabrera - Integrante / Giullian Nícola Lima dos Reis - Integrante.
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2017 - Atual
Impactos do Aumento do Gelo Marinho da Antártica no Clima da América do Sul: Simulações por Conjunto x Reanálises, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Claudia Klose Parise em 12/06/2019., Descrição: Frente à importância das variações do gelo marinho no atual cenário de aquecimento global, muitos estudos tem analisado os impactos que o atual aumento do gelo marinho Antártico pode trazer para o clima na escala global. Estima-se que mudanças climáticas globais podem afetar futuramente os mercados de setores econômicos sensíveis ao clima, tais como agricultura, água, energia e pesca, como é o caso da América do Sul que possui uma economia altamente dependente do setor agrícola. Embora se conheça a sensibilidade do clima global ao aumento do gelo marinho da Antártica, ainda existem grandes lacunas no conhecimento relacionadas à avaliação dos impactos remotos, principalmente aqueles relacionados ao clima da América do Sul, bem como dos mecanismos de teleconexões polo-equador associados a esse sinal climático de altas latitudes. Com isso, o objetivo geral deste Projeto de Pesquisa é analisar a sensibilidade do clima da América do Sul ao aumento do gelo marinho Antártico, os mecanismos de teleconexões climáticas e a atuação dos distúrbios atmosféricos (transientes e estacionários) na transferência e dissipação do sinal climático da Antártica para os extratrópicos e trópicos. Essas questões serão exploradas em uma base de dados de simulações numéricas por conjunto (ensemble) e um banco de dados de reanálise para o clima atual. A variabilidade climática sazonal da América do Sul será avaliada regionalmente devido às várias formas de relevo do continente Sul Americano que permitem o desenvolvimento e atuação de distintos sistemas atmosféricos, tornando o regime de precipitação bastante diversificado.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Gustavo Souza Correia - Integrante / Claudia Klose Parise - Coordenador / Luciano Ponzi Pezzi - Integrante / Josefina Moraes Arraut - Integrante / Camila Cossetin Ferreira - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2017 - Atual
BESM/SOAC - Utilização e Desenvolvimento do Modelo BESM (Brazilian Earth System Model) para o Estudo do Sistema Oceano-Atmosfera-Criosfera em Altas e Médias Latitudes (SOAC), Descrição: A presente proposta visa a utilização de dados de simulações decadais (1980 a 2012) e de cenários futuros (2006 a 2100) do Modelo Brasileiro do Sistema Terrestre (BESM) com a finalidade de compreender melhor os processos de acoplamento do sistema oceano do Hemisfério Sul. Busca-se analisar e descrever a variabilidade espaço-temporal e as tendências de mudança de inúmeras variáveis oceanográficas, meteorológicas e do gelo marinho Ártico e Antártico nos cenários presentes e futuros sob um regime de aquecimento atmosférico forçado pelo aumento das concentrações de gases de efeito estufa na atmosfera. Os resultados de simulações existentes e de novas simulações do BESM serão avaliados e validados em relação a uma enorme gama de dados de outras fontes como observações e reanálises atmosféricas e oceânicas, modelos do Climate Intercomparison Project version 5 (CMIP5) e outros. O grupo executor e os grupos colaboradores dessa proposta organizarão seus esforços em cinco linhas de pesquisa, a saber: (1 - INPE) Processos de Interação Oceano-Atmosfera-Criosfera e Dinâmica do Gelo Marinho; (2 - USP) Variabilidade e Mudanças Climáticas no Oceano Atlântico Sul e Austral; (3 - FURG) Oceanos: Massas de Água, Dinâmica e Validação de Dados; (4 - UFMA) Atmosfera: Processos Ciclogenéticos e Storm Tracks e (5 - UFRGS) Frentes Frias e Impactos na América do Sul.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (11) / Mestrado acadêmico: (4) / Doutorado: (7) . , Integrantes: Gustavo Souza Correia - Integrante / Claudia Klose Parise - Integrante / Ronald Buss de Souza - Coordenador / Ilana Elazari Klein Coaracy Wainer - Integrante / José Luiz Lima de Azevedo - Integrante / Jefferson Cardia Simões - Integrante., Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Auxílio financeiro.
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2017 - Atual
Variabilidade Climática Local e Remota do Oceano Atlântico Equatorial e Tropical e seus Impactos sobre o Clima do Nordeste Brasileiro frente ao Cenário Climático de Aumento do Gelo Marinho Antártico, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Claudia Klose Parise em 12/06/2019., Descrição: Dado o papel crucial das altas latitudes no equilíbrio térmico do planeta, é de extrema importância entender os impactos das variações do gelo marinho Antártico no clima tropical, bem como a atuação dos principais modos de variabilidade climática frente a perturbações oriundas das altas latitudes austrais. Até o momento, não há registros sobre uma possível correlação entre os Oceanos Atlântico Equatorial e Tropical e a precipitação pluviométrica do estado do MA, quanto mais estudos sobre futuros impactos decorrentes de variações climáticas remotas, tais como aquelas relacionadas a variações extremas de gelo marinho. Este projeto de pesquisa visa analisar a variabilidade climática local e remota do Oceano Atlântico Tropical e Equatorial e sua influência sobre o clima tropical, sob um cenário climático de aumento do gelo marinho da Antártica. Também, propõe a implementação e validação de um Modelo Numérico Hidrodinâmico Regional no domínio do Oceano Atlântico Equatorial Ocidental para estudos de regionalização de cenários climáticos globais atuais e futuros. Os dados climáticos utilizados neste estudo serão oriundos de diferentes fontes: dados simulados por um Modelo Climático Global, dados de satélite, reconstituídos e de reanálise. Os modos dominantes de variabilidade climática serão analisados com base na aplicação das técnicas de Funções Ortogonais Empíricas e Transformada de Ondaletas, enquanto que as teleconexões climáticas zonais e meridionais serão estudadas por meio de correlações defasadas entre índices climáticos. A sensibilidade do clima tropical em um cenário climático de aumento do gelo marinho Antártico será analisada com base nas diferenças entre os experimentos numéricos simulados com a condição máxima e climatológica de gelo marinho. Este estudo visa fornecer informações sobre a relação do regime de precipitação do MA com os modos principais de variabilidade climática local e remota dos Oceanos Equatorial e Tropical, contribuindo para uma melhor previsibilidade do tempo e clima, e consequentemente, de mudanças ambientais regionais e locais.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Gustavo Souza Correia - Integrante / Claudia Klose Parise - Coordenador / Adilson Matheus Borges Machado - Integrante / Laisa Alves Malheiros Soares - Integrante / Darlene Cristina de Barros Gomes - Integrante / Juliana Aguiar da Rocha - Integrante / Rennan de Faria Nonato - Integrante / Luciano Ponzi Pezzi - Integrante / Leonardo Gonçalves de Lima - Integrante / Josefina Moraes Arraut - Integrante / Ana Paula Morais Krelling - Integrante / Camila Bertoletti Carpenedo - Integrante / Helen Nébias Barreto - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa ao Desenvolv. Científico e Tecnológico - MA - Auxílio financeiro.
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2017 - Atual
INTERAÇÕES FÍSICO-QUÍMICAS E BIOLÓGICAS SOBRE A DISTRIBUIÇÃO DOS PIGMENTOS CLOROFILADOS NO SISTEMA ESTUARINO DE RAPOSA - MARANHÃO, Descrição: A presente proposta de pesquisa, de abordagem multidisciplinar, almeja a concessão de subsídios financeiros para elucidar as interações físico-químicas e biológicas sobre a distribuição dos pigmentos clorofilados no sistema estuarino de Raposa ? MA, contribuindo para o monitoramento e manejo adequado dos diversos usos deste recurso hídrico na região, que também interage com as águas que compõe o Golfão Maranhense, através das Baías de São Marcos e São José. O estudo do estuário de Raposa é de grande relevância para a região, levando-se em consideração que este é utilizado como fonte de alimentação e renda pela população que habita suas margens, e que suas águas estão sujeitas às pressões dos diversos tipos de uso pelo homem, tais como atividades de pesca, navegação, turismo, ocupação por núcleos urbanos desordenados, lançamentos de efluentes domésticos e industriais, entre outros, capazes de modificar as suas condições naturais, resultando em um conjunto de fenômenos que merecem atenção nos estudos hidrológicos e ambientais. A qualidade da água, considerando suas características físicas, químicas e biológicas, desempenha um papel fundamental na compreensão das mudanças ocasionadas pelo impacto antrópico. A compreensão dessas interações que ocorrem no meio hídrico constitui, hoje, uma forte ferramenta para a detecção das alterações naturais e antrópicas. Entretanto, é importante mencionar que se torna cada vez mais difícil à avaliação das alterações nas características ambientais, uma vez que a intervenção humana é comum à maioria dos ambientes estuarinos. Certamente, as informações que serão reportadas neste estudo devem enriquecer com mais detalhes as ações mitigadoras. Assim, considerando que as respostas a estes impactos são sinalizadas por processos de eutrofização e perda da qualidade da água, o desenvolvimento deste estudo é bastante importante às pesquisas nacionais, pois constitui uma ferramenta adequada para avaliação das mudanças de origem natural e antrópica nos ambientes estuarinos, contribuindo para um rápido diagnóstico ambiental.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (12) / Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Gustavo Souza Correia - Integrante / Claudia Klose Parise - Integrante / Adilson Matheus Borges Machado - Integrante / Samara Aranha Eschrique - Coordenador / Samara Gracciele Lima Saraiva - Integrante / Basílio Magno Tavares Sotão Neto - Integrante / Paula Cilene Alves da Silveira - Integrante / Pedro Erenilson Rodrigues Freitas - Integrante / Caíque Mateus do Nascimento de Farias - Integrante / José Elias Ferreira do Nascimento - Integrante / Suzyeth Monteiro Melo - Integrante / Bianca Agostini Prest - Integrante / Potira Manauara Souza Melo - Integrante / Iara Ferreira Pedrosa - Integrante / Delzenira Silva do Nascimento da Costa - Integrante / Paulo Victor Miranda Figueiredo - Integrante / Mylena Dias Diniz - Integrante / Maria Luiza Torres Pires - Integrante / Antonio Jeferson Muniz Almeida - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa ao Desenvolv. Científico e Tecnológico - MA - Auxílio financeiro.
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2017 - Atual
REFINAMENTO REGIONAL OCEÂNICO E ATMOSFÉRICO (ROAD-BESM: REGIONAL OCEANIC AND ATMOSPHERIC DOWNSCALING), Descrição: Este projeto tem como objetivo realizar o REFINAMENTO REGIONAL OCEÂNICO E ATMOSFÉRICO (ROAD-BESM REGIONAL OCEANIC AND ATMOSPHERIC DOWNSCALING) para a costa do estado de Santa Catarina, a partir das simulações de cenários climáticos disponibilizadas pelo BESM. O objetivo final é a previsão de cota de inundação da região costeira, para que sirva como ferramenta de gerenciamento e mitigação dos efeitos das mudanças climáticas nesta região, devido a consequente perda de habitats costeiros e infraestrutura. Para tanto, os campos de precipitação, circulação atmosférica e pressão ao nível do mar serão refinados, em uma grade de alta resolução, através da utilização de um modelo geral de circulação atmosférica (e.g., OLAM, WRF) O modelo de ondas SWAN será empregado para a correta reprodução do clima de ondas na região costeira. Com este conjunto de ferramentas adaptadas, o projeto ROAD-BESM será capaz de estimar as mudanças da cota de inundação na costa, a partir dos dados de maré astronômica, maré meteorológica, runup de onda, descarga fluvial e do modelo digital do terreno da região de estudo. Com a consolidação da metodologia, a mesma poderá ser expandida para toda a costa brasileira, em uma segunda fase do ROAD-BESM.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Gustavo Souza Correia - Integrante / Antonio Fernando Harter Fetter Filho - Integrante / Leandro Farina - Integrante / Jarbas Bonetti - Integrante / Renato Ramos da Silva - Integrante / Antonio Henrique da Fontoura Klein - Coordenador / Felipe Pimenta - Integrante / Pedro Luíz Borges Chaffe - Integrante., Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Outra.
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2016 - Atual
SIMCOSTA - Apoio à implantação e manutenção do Sistema de Monitoramento da Costa Brasileira, Descrição: Descrição: O projeto visa apoiar a implantação e a manutenção de uma rede de monitoramento de variáveis meteorológicas e oceanográficas ao longo da costa brasileira, denominada de Sistema de Monitoramento da Costa Brasileira (SiMCosta), com o fim de estabelecer um sistema de alerta em caso de ocorrência de eventos extremos e, com a continuidade do programa, poder antever os processos ligados aos efeitos climáticos, como os eventos de El Niño/La Niña, e as tendências de longo período. O SimCosta visa, em médio prazo, atender toda a região costeira ao longo do território brasileiro. Nesta fase inicial, atenderá aos estados do RS, SC, PR e SP (Região Sul-Sudeste). A Universidade Federal do Rio Grande, sede da Sub-rede Zonas Costeiras da REDE CLIMA e INCT para Mudanças Climáticas, será responsável pelo estabelecimento e implantação do sistema de monitoramento. O projeto SiMCosta foi aprovado em dezembro de 2012 pelo Ministério de Meio Ambiente (MMA), e recebeu o aporte de R$ 1.96 milhão em recursos de capital porém nenhum recurso para custeio. Os sensores oceanográficos foram adquiridos da empresa canadense Satlantic Inc. (http://www.satlantic.com/) que possui vasta experiência em tecnologia de sensores e plataformas flutuantes (ex., bóias, embarcações) e de sistema de observações de propriedades meteo-oceanográficas. A Satlantic foi fundada em 1990 em Halifax, Canadá, pelo Dr. Marlon Lewis, da Universidade Dalhousie, para satisfazer a necessidade emergente de sensores óticos de precisão para calibração e validação de sensores a bordo de satélites. Em 2010, a Satlantic juntou-se às empresas Sea Bird-Electronic e WET Labs Inc. para formar Sea Bird-Cientific visando projetar sensores físicos e biogeoquímicos integrados para a comunidade científica mundial. O projeto SiMCosta encontra-se na fase final de instalação dos sistemas de monitoramento ao longo da costa Brasileira. O Departamento de Oceanografia e Limnologia (DEOLI) da UFMA iniciou sua participação no Projeto em Feveiro de 2016, sendo a Profa Claudia Klose Parise Subcoordenadora do Projeto no estado do Maranhão.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (3) . , Integrantes: Gustavo Souza Correia - Integrante / Claudia Klose Parise - Integrante / Osmar O Möller Jr - Integrante / Aurea Ciotti - Integrante / Margateth Copertino - Integrante / Antonio Fernando Harter Fetter Filho - Integrante / Mauricio Almeida Noernberg - Integrante / Douglas Francisco Marcolino Gherardi - Integrante / José Henrique Muelbert - Integrante / Ronald B de Souza - Integrante / Pedro de Souza Pereira - Integrante / Carlos Eduardo Peres Teixeira - Integrante / Carlos Alberto Eiras Garcia - Coordenador.
Prêmios
2018
Aluno com melhor Coeficiente de Rendimento (CR) do Curso de Oceanografia de 2018.1, Universidade Federal do Maranhão, Universidade Federal do Maranhão.
2018
Aluno com melhor Coeficiente de Rendimento (CR) do Curso de Oceanografia de 2018.2, Universidade Federal do Maranhão, Universidade Federal do Maranhão.
2017
Aluno com melhor Coeficiente de Rendimento (CR) do Curso de Oceanografia de 2017.1, Universidade Federal do Maranhão, Universidade Federal do Maranhão.
2017
Melhor apresentação Oral do eixo temático de Oceanografia Física., Universidade Federal do Maranhão.
2017
Aluno com melhor Coeficiente de Rendimento (CR) do Curso de Oceanografia de 2017.2, Universidade Federal do Maranhão, Universidade Federal do Maranhão.
2016
Aluno com melhor Coeficiente de Rendimento (CR) do Curso de Oceanografia de 2016.1, Universidade Federal do Maranhão, Universidade Federal do Maranhão.
2016
Aluno com melhor Coeficiente de Rendimento (CR) do Curso de Oceanografia de 2016.2, Universidade Federal do Maranhão, Universidade Federal do Maranhão.
2015
Aluno com melhor Coeficiente de Rendimento (CR) do Curso de Oceanografia de 2015.2, Universidade Federal do Maranhão, Universidade Federal do Maranhão.
Histórico profissional
Experiência profissional
2019 - Atual
Universidade Federal do MaranhãoVínculo: Monitor, Enquadramento Funcional: Voluntário, Carga horária: 8
Outras informações:
Monitor do Componente Curricular Introdução à Meteorologia e Climatologia, com carga horária de 60 horas semestrais, durante o semestre letivo de 2019.1.
2018 - 2019
Universidade Federal do MaranhãoVínculo: Vice-presidente, Enquadramento Funcional: Membro do Diretório Acadêmico de Oceanografia, Carga horária: 12
Outras informações:
Vice-presidente do Diretório Acadêmico de Oceanografia - gestão Swell, eleita por maioria dos votos.
2018 - 2018
Universidade Federal do MaranhãoVínculo: Monitor, Enquadramento Funcional: Voluntário, Carga horária: 8
Outras informações:
Monitor do Componente Curricular Introdução à Meteorologia e Climatologia, com carga horária de 60 horas semestrais, durante o semestre letivo de 2018.2.
2017 - 2018
Universidade Federal do MaranhãoVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica, Carga horária: 40
Outras informações:
Bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) da Universidade Federal do Maranhão com projeto de pesquisa intitulado "Variabilidade Climática e Regionalização do Clima de Ondas no Oceano Atlântico Equatorial", sob a orientação da Profa. Dra. Claudia Klose Parise.
2017 - 2017
Universidade Federal do MaranhãoVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica, Carga horária: 40
Outras informações:
Bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) da Universidade Federal do Maranhão com projeto de pesquisa intitulado "Estudo do Clima de Ondas na Região Oceânica Adjacente ao Litoral do Maranhão", sob a orientação da Profa. Dra. Claudia Klose Parise.
Atividades
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06/2018
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, Departamento de Oceanografia e Limnologia.,Cargo ou função, Membro do Colegiado do Curso de Oceanografia da Universidade Federal do Maranhão.
2018 - 2019
Laboratório de Estudos e Modelagem ClimáticaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica, Carga horária: 40
Outras informações:
Bolsista de Iniciação Científica (IC) do Programa Basico de Oceanografia, Recursos Pesqueiros Marinhos e Engenharia de Pesca, com projeto de pesquisa intitulado "Impactos do Aumento do Gelo Marinho da Antártica no Clima da América do Sul: Simulações por Conjunto x Reanálises", sob a orientação da Profa. Dra. Claudia Klose Parise.
2016 - 2016
Laboratório Integrado de Zooplâncton e IctioplânctonVínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Voluntário, Carga horária: 12
Outras informações:
Realizou estágio voluntário no Laboratório Integrado de Zooplâncton e Ictioplâncton, com atividades regulares de triagem e identificação de organismos Ictioplânctônicos nas fases larvais, bem como ovos, esses provenientes do complexo portuário da Vale.
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de GUSTAVO SOUZA CORREIA e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
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