Hugo Schneider
Graduando do curso de Ciências Biológicas com Ênfase em Biologia Marinha e Costeira pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) no Centro de Estudos Costeiros Limnológicos e Marinhos (CECLIMAR). Atualmente Bolsista do Projeto Botos da Barra.
Informações coletadas do Lattes em 30/05/2026
Acadêmico
Formação acadêmica
Graduação em andamento em Ciências Biológicas
2024 - Atual
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Participação em eventos
VIII SABMar. 2024. (Simpósio).
XIV CONGRESSO BRASILEIRO DE ETNOBIOLOGIA E ETNOECOLOGIA. 2024. (Congresso).
Projetos de pesquisa
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2024 - Atual
Projeto Botos da Barra - fase II, Descrição: O canal do estuário do rio Tramandaí, localizado entre os municípios de Imbé e Tramandaí no Litoral Norte do Rio Grande do Sul, é cenário de uma interação singular entre pescadores artesanais de tarrafa e botos (Tursiops gephyreus), conhecida como pesca cooperativa. Nessa interação, botos e pescadores cooperam para capturar tainhas (Mugil liza) de modo que ambos se beneficiam. Os rituais e os comportamentos associados à pesca cooperativa vêm sendo aprendidos e transmitidos entre as gerações de botos e de pescadores há mais de 100 anos no estuário. A pesca cooperativa é uma prática de transmissão cultural interespecífica, com pouquíssimos registros semelhantes e ativos ao redor do mundo. A interação entre tarrafeiros e botos propicia renda e alimento para as famílias dos pescadores artesanais de tarrafa, é parte do patrimônio cultural da região e está sob processo de patrimonialização pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Também constitui um serviço ecossistêmico relevante no Sistema Estuarino-Lagunar Tramandaí-Armazém (SELTA), que inclui: a desembocadura do canal (popularmente conhecida como Barra), as lagunas Tramandaí-Armazém e a área costeiro-marinha adjacente. Essa área também corresponde à área de influência da Petrobrás Transportes S.A. - TRANSPETRO na região (Terminal Marinho Almirante Soares - TEDUT e monoboias), sendo que o suporte a toda operação marítima ocorre no terminal localizado na própria Barra, onde se dá a interação entre pescadores e botos. Entretanto, diversos fatores de ordem econômica e social ameaçam botos, pescadores artesanais, tainhas e a interação, levando à descaracterização da paisagem, a perda de um território tradicional de pesca artesanal, suas memórias, práticas e saberes. Em 2022, os botos-de-Lahille foram classificados como Em Perigo (EN) de extinção pela Lista Nacional de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção, indicando que há grandes riscos de que a espécie desapareça na natureza. Nesse sentido, o Projeto Botos da Barra atua para salvaguardar a pesca cooperativa entre botos e pescadores artesanais de tarrafa, como um "guarda-chuva" para a conservação da sociobiodiversidade da Barra do rio Tramandaí. Atuamos a partir das seguintes estratégias: I. Pesquisa científica e de subsídios para conservação - monitoramentos ambientais e coleta de dados científicos sobre a população de botos, a produtividade da pesca artesanal de tainha, as atividades humanas e a percepção ambiental dos atores da Barra do rio Tramandaí; II. Fortalecimento da pesca artesanal de tarrafa - diálogo de conhecimentos, assessoria aos pescadores artesanais, identificação de conflitos e articulação de soluções; valorização das práticas tradicionais e promoção da tainha como produto sustentável, incluindo elementos da economia solidária; III. Divulgação científica e Educação Ambiental - realização de palestras e oficinas para difusão de conhecimentos junto à população e a produção de materiais didáticos para distribuição; IV. Gestão e políticas públicas (incidência política) - participação, engajamento, mobilização, gestão e contribuição para políticas públicas através da interação e do diálogo com diversos atores a partir de dados técnico-científicos e saberes tradicionais. A atual proposta Projeto Botos da Barra - Fase II visa dar continuidade às estratégias em curso, iniciadas no Projeto Botos da Barra do Rio Tramandaí - Fase I (2015-2017) financiada pela Transpetro. Espera-se, dessa forma, assegurar o cumprimento de resultados de médio e longo prazo que garantam a salvaguarda e a valorização da pesca cooperativa. Com a extensão do período de vigência para três anos, projetamos o aumento da abrangência de nossas ações e da nossa área de estudo, ampliando territórios para além da Barra e através do SELTA, da BHRT e das águas costeiro-marinhas adjacentes... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Hugo Schneider - Coordenador / Ignacio Maria Benites Moreno - Integrante / Elisa Ilha - Integrante / Yuri Roberto Roxo de Camargo - Integrante / Marlise Amália Reinehr Dal Forno - Integrante / Olavo Ramalho Marques - Integrante / Joaquim Neves da Silva Ribeiro - Integrante / Adriana Coelho Borges Kowarick - Integrante / Heloise Martins - Integrante / Letícia Telöken - Integrante / Sinthia Cristina Batista - Integrante / Natália Rei - Integrante / Mayumi Ando - Integrante / Aline Portela Fernandes - Integrante / Dayane Verneque - Integrante / Lucas Antonio Morates - Integrante / Luciana Dias de Oliveira - Integrante / Manuela Melo Port - Integrante.
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2024 - Atual
PRAIA DE PLÁSTICO: COMPREENDENDO A POLUIÇÃO POR LIXO NO MAR EM AMBIENTES SEDIMENTARES COSTEIROS, Descrição: Descrição: O lixo no mar - em especial o plástico - é considerado uma das principais ameaças globais à saúde dos ecossistemas marinhos e oceânicos na atualidade. Sua presença é ubíqua em todo o oceano e em virtualmente todos os ambientes sedimentares, fazendo parte de processos (e.g. transporte, translocação, sedimentação) e ciclos naturais, em todas os compartimentos (atmosfera, hidrosfera, biosfera e litosfera). Apesar de o plástico ser encontrado em virtualmente todos os ambientes sedimentares de planeta, praias arenosas e outros ambientes costeiros se destacam em função da sua natureza deposicional, sua dinâmica e a facilidade de acesso tanto no sentido do avistamento do material quanto de sua remoção. Nesse sentido, o objetivo do presente projeto é compreender a poluição de ambientes costeiros do litoral norte do Rio Grande do Sul por lixo através de monitoramento de longo prazo. Espera-se, através de amostragens mensais, compreender a tipologia do lixo presente em ambientes sedimentares costeiros; classificar os locais estudados de acordo com seu grau de sujidade; acompanhar a sua evolução temporal nos locais estudados; produzir um banco de dados com informações acerca da poluição por lixo em ambientes costeiros. As informações geradas através desse projeto permitirão identificar as fontes da poluição por lixo no mar e entender como ela se comporta ao longo do tempo, identificando possíveis padrões em sua dinâmica temporal. Essas informações serão valiosas em futuros diálogos entre a academia, a administração pública e órgãos de gestão estimulando que o conhecimento científico seja a base para ações de gestão de praia e de outros ambientes sedimentares costeiros com o objetivo de protegê-los.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (11) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Hugo Schneider - Coordenador / Kristina Eduarda Leão Garcia - Integrante / Ana Carolina Marques da Silva - Integrante / Maria Eduarda dos Santos Carlosso - Integrante / Carla Isobel Elliff - Integrante / Fernanda Avelar Santos - Integrante / Amanda Carvalho Crepaldi - Integrante / Amanda Fayette Muhl - Integrante / Camila Tavares Rodrigues - Integrante / Giovanna Nunes Bauer - Integrante / Pedro Daitx Oliveira - Integrante / Sthefany Pelisoli de Souza - Integrante / Gerson Fernandino - Integrante.
Histórico profissional
Experiência profissional
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