Fernando Fernandes de Oliveira Neto

Graduado nos cursos de Ciências Biológicas Licenciatura (2022) e Bacharelado (2023) pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Especialista em Educação Ambiental (2025) pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Mestre em Botânica (2025) pelo Programa de Pós-Graduação em Botânica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS Bolsa CNPq), com dissertação desenvolvida em taxonomia e conservação do gênero Grindelia (Asteraceae) no Brasil. Durante a graduação foi estagiário na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Clima Temperado), na área de botânica aplicada: levantamento florístico e taxonomia da família Asteraceae (2019 - 2022), e aluno de iniciação científica no Laboratório de Sistemática e Evolução de Plantas (IB - UFPel), onde atuou em pesquisas sobre a dinâmica e diversificação da flora em Ambientes Campestres, conservação do Pampa e desenvolvimento de Jogos Didáticos para o Ensino de Botânica (2018 - 2022). Também atuou como monitor na área de morfologia e sistemática vegetal e com projetos de pesquisa e ensino em Educação Ambiental. Foi Residente Pedagógico do Núcleo Biologia do RP/UFPel (2020-2022). Atualmente trabalha com sistemática, taxonomia e conservação, especialmente com o gênero Grindelia (Asteraceae) e é colaborador responsável pelos gêneros Epilobium e Oenothera (Onagraceae) e outros 35 gêneros cultivados e naturalizados de Asteraceae no Flora e Funga do Brasil. Email: fnandes.oliveira@gmail.com

Informações coletadas do Lattes em 23/05/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Mestrado em Botânica

2022 - 2025

Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Título: Diversity and Conservation of Grindelia (Asteraceae: Astereae) in Brazil, Ano de Obtenção: 2025
Gustavo Heiden.Coorientador: Tatiana Teixeira de Souza Chies. Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.

Especialização em Educação Ambiental

2023 - 2025

Universidade Federal de Santa Maria
Título: Mudanças Climáticas, Serviços Ecossistêmicos e a Invisibilidade Botânica: Estudo de Caso no Pontal da Barra do Laranjal, Pelotas, RS, durante a Grande Inundação de 2024
Orientador: Gisele Martins Guimarães

Graduação em Ciências Biológicas

2017 - 2022

Universidade Federal de Pelotas
Título: Asterales no Pontal da Barra do Laranjal, Pelotas, Rio Grande do Sul
Orientador: Gustavo Heiden e João Iganci

Ensino Médio (2º grau)

2014 - 2016

Colégio Estadual Getúlio Vargas

Formação complementar

2022 - 2022

Extensão universitária em XI Botânica no Inverno. (Carga horária: 120h). , Universidade de São Paulo, USP, Brasil.

2021 - 2021

Curso de Classroom 2020. (Carga horária: 8h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.

2021 - 2021

Escrita Científica. (Carga horária: 2h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.

2020 - 2021

Curso de proficiência em Língua Estrangeira: Inglês. (Carga horária: 174h). , TopWay English School, TOPWAY, Brasil.

2020 - 2020

Conceitos em Biodiversidade. (Carga horária: 40h). , Universidade Estadual do Maranhão, UEMA, Brasil.

2020 - 2020

Educação Ambiental. (Carga horária: 40h). , Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, IFRS, Brasil.

2020 - 2020

Design de Jogos Digitais Prática Construcionista para o ensino de Biologia. (Carga horária: 56h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.

2020 - 2020

Alquimia Cósmica: A Origem dos Elementos da Tabela Periódica. (Carga horária: 15h). , Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

2020 - 2020

Planejamento Ambiental. (Carga horária: 40h). , Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, IFRS, Brasil.

2020 - 2020

Geologia Ambiental. (Carga horária: 30h). , Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, IFRS, Brasil.

2020 - 2020

Introdução ao Texto Acadêmico - 2ª edição. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

2020 - 2020

VI Curso de Inverno em Biologia Evolutiva da UFRGS. (Carga horária: 30h). , Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

2019 - 2019

Introdução a Ilustração Botânica. (Carga horária: 15h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.

2018 - 2018

IV Curso de Inverno em Biologia Evolutiva. (Carga horária: 29h). , Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

2017 - 2017

Introdução a Modelagem de Nicho Ecológico. (Carga horária: 16h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Lê Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Lê Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Biológicas / Área: Botânica.

Grande área: Ciências Biológicas / Área: Botânica / Subárea: Taxonomia Vegetal.

Grande área: Ciências Biológicas / Área: Biologia Geral / Subárea: Biologia da Conservação.

Grande área: Ciências Biológicas / Área: Botânica / Subárea: Sistemática Vegetal.

Organização de eventos

FERNANDES, F. . VII Primavera Botânica. 2023. (Outro).

OLIVEIRA NETO, F. F. . IV SIFEDOC: Seminário Regional de Educação do Campo da Região Sul. 2018. (Outro).

Participação em eventos

II Congresso Latino-americano de Desenvolvimento Sustentável. 2023. (Congresso).

II Encontro de Botânicos da Região Sul. 2023. (Encontro).

Minicurso: Descobrindo as Briófitas do Campus do Vale. 2023. (Seminário).

VII Primavera Botânica. 2023. (Seminário).

8ª Semana Integrada de Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão. 2022. (Congresso).

Formação em Divulgação Científica e Extensão Universitária. 2022. (Seminário).

III Congresso Nacional de Ensino de Ciências e Formação de Professores. 2022. (Congresso).

I Simpósio Brasileiro de Arqueobotânica. 2022. (Simpósio).

I Simpósio sobre o Ensino de Botânica na Educação Básica. 2022. (Simpósio).

VII Encontro de Fungos, Algas e Plantas. 2022. (Encontro).

7ª Semana Integrada de Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão. 2021. (Congresso).

A escrita técnico-científica aplicada as ciências exatas e da terra. 2021. (Seminário).

I Encontro de Botânicos da Região Sul do Brasil. 2021. (Encontro).

II Simpósio Catarinense em Educação em Ciências. 2021. (Simpósio).

Minicurso Fitofisionomias do bioma Cerrado. 2021. (Exposição).

Palestra - Desmistificando as Famílias Poaceae e Cyperaceae. 2021. (Seminário).

V Primavera Botânica da UFRGS online. 2021. (Congresso).

6ª Semana Integrada de Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão. 2020. (Congresso).

Circuito de reprodução em animais aquáticos. 2020. (Seminário).

I Congresso Nacional de Ensino de Ciências e Biologia (online). 2020. (Congresso).

III Simpósio de Zoologia de Vertebrados Neotropicais. 2020. (Simpósio).

Inteligência Artificial para Conservação da Biodiversidade. 2020. (Simpósio).

I SimBIOn - Simpósio de Biologia. 2020. (Simpósio).

I Simpósio de Fisiologia Vegetal da Região Sul. 2020. (Simpósio).

I Simpósio de Interdisciplinaridade em Biociências (UEPB): (Re) Conexões em Tempos de Pandemia. 2020. (Simpósio).

I Simpósio Digital de Sistemática e Evolução de Plantas. 2020. (Simpósio).

IV Primavera Botânica da UFRGS: superando distâncias e integrando conhecimentos. 2020. (Outra).

Mesa redonda: Amazônia e Pantanal: Entendendo a coevolução a partir destes biomas. 2020. (Seminário).

Minicurso: A dimensão eletrofisiológica das plantas: sobrevivendo em um mundo desafiador. 2020. (Exposição).

Minicurso: Introdução a modelagem matemática de epidemias. 2020. (Exposição).

PaleoRS. 2020. (Encontro).

Palestra: Estado de Conservação da Flora do Brasil: o trabalho do CNCFlora/JBRJ. 2020. (Seminário).

Simpósio de Ecofisiologia Sistêmica 2020. 2020. (Simpósio).

VIII Simpósio de Biotecnologia: Saúde Única e IV Mostra Acadêmica. 2020. (Simpósio).

XV Jornada Científica CEDSA. 2020. (Seminário).

XXVI Semana Científica UNIFASE/FMP. 2020. (Outra).

5ª Semana Integrada de Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão. 2019. (Congresso).

XVIII SABio - Semana Acadêmica da Biologia. 2019. (Encontro).

4ª Semana Integrada de Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão. 2018. (Congresso).

I Simpósio Gaúcho de Toxicologia e Saúde Ambiental. 2018. (Simpósio).

IV Curso de Inverno em Biologia Evolutiva. 2018. (Exposição).

IV SIFEDOC: Seminário Regional de Educação do Campo da Região Sul. 2018. (Seminário).

Minicurso: Agrotóxicos e Doenças Neurodegenerativas. 2018. (Exposição).

Minicurso: Biologia de Lepidoptera. 2018. (Exposição).

Minicurso: Identificação de Cogumelos Tóxicos e Comestíveis. 2018. (Exposição).

XVII SABio - Semana Acadêmica da Biologia. 2018. (Outra).

3ª Semana Integrada de Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão. 2017. (Congresso).

XVI SABio - Semana Acadêmica da Biologia. 2017. (Outra).

Participação em bancas

FERNANDES, FERNANDO; PIOVESANI, W. S.; KIRSTEN, I.; SILVEIRA, F. F.; MACHADO, D. S.. Avaliador da mostra de Iniciação Ciêntifica do VIII Primavera Botânica. 2024. Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Produções bibliográficas

  • OLIVEIRA NETO, FERNANDO FERNANDES DE ; JORGE, TACIANE SCHRÖDER ; GARCIA, CLEISSON SCHOSSLER ; DALZOTTO, DÉBORA PRESMINI ; COSTA, JULIENE LOPES ; MEDINA, THAIS GOTUZZO DE MENEZES ; IGANCI, JOÃO . Jogos Didáticos no Ensino de Botânica: Enraizando e Batalha Algal.. HOEHNEA , v. 49, p. 1-11, 2022.

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  • FERNANDES, F. ; IGANCI, JOÃO ; CHIES, T. T. S. ; HEIDEN, G. . Qualidade dos dados em análises de conservação: o caso de Grindelia atlantica Deble & A.S.Oliveira (Asteraceae). 2023. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • FERNANDES, F. ; HEIDEN, G. ; IGANCI, J. . Subsidios para a conservação da Margarida-da-praia (Grindelia atlantica, Asteraceae). 2022. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • OLIVEIRA NETO, F. F. ; SCHRODER, T. ; SCHIAVON, G. A. ; BOBROWSKI, V. L. . A Residência Pedagógica em Tempos de Pandemia: Um relatório de Experiência. 2021. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

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  • FERNANDES, F. ; MAGALHAES, R. S. C. ; HEIDEN, G. . Preenchendo lacunas de conhecimento sobre as Asteraceae Cultivadas e Naturalizadas na Flora do Brasil 2020. 2021. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FERNANDES, F. ; CARLAN, F. A. . A experiência do estágio na formação inicial de professores. 2020. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FERNANDES, F. ; MAURICIO, G. N. ; IGANCI, J. ; HEIDEN, G. . Potencial Ornamental de Espécies Nativas de Asteraceae Nativa no Pontal da Barra, Pelotas, RS. 2020. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FERNANDES, F. ; SCHRODER, T. ; GARCIA, C. S. ; COSTA, J. L. ; MEDINA, T. G. M. ; IGANCI, J. . O Projeto de Ensino Jogos Botânicos. 2020. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FERNANDES, F. ; MAURICIO, G. N. ; HEIDEN, G. ; IGANCI, J. . Asteraceae no Pontal da Barra do Laranjal, Pelotas, RS: Resultados preliminares. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FERNANDES, F. ; JORGE, T. S. ; GARCIA, C. S. ; COSTA, J. L. ; IGANCI, J. . Enraizando: Um novo recurso para o ensino de botânica. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • OLIVEIRA NETO, F. F. ; IGANCI, J. R. V. . Conexões Florísticas em Ambientes Campestres: Campos Rupestreso. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • OLIVEIRA NETO, F. F. ; ROCHA, M. P. ; ISERHARD, C. A. ; RICHTER, A. . Projeto Você tem Duvida de Quê? Como a Endossimbiose se Desenvolveu Evolutivamente?. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • BORGES, RAFAEL A.X. ; SANCHO, G. ; HEIDEN, G. ; FERNANDES, F. . Grindelia (Asteraceae) in Flora e Funga do Brasil. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2024 (Banco de dados disponível na rede).

  • BFG - The Brazil Flora Group . Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2021 (Livreto).

  • BFG - The Brazil Flora Group . Coleção Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2021 (Livreto).

  • FERNANDES, F. ; HEIDEN, G. . Epilobium (Onagraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • FERNANDES, F. ; HEIDEN, G. . Oenothera (Onagraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • FERNANDES, F. ; HEIDEN, G. . Achillea (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • FERNANDES, F. ; HEIDEN, G. . Argyranthemum (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • FERNANDES, F. ; HEIDEN, G. . Glebionis (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • FERNANDES, F. ; HEIDEN, G. . Leucanthemum (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • FERNANDES, F. ; HEIDEN, G. . Mauranthemum (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • FERNANDES, F. ; HEIDEN, G. . Santolina (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • FERNANDES, F. ; HEIDEN, G. . Arctotis (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • FERNANDES, F. ; HEIDEN, G. . Gazania (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • FERNANDES, F. ; HEIDEN, G. . Bellis (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • FERNANDES, F. ; HEIDEN, G. . Brachyscome (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • FERNANDES, F. ; HEIDEN, G. . Callistephus (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • FERNANDES, F. ; HEIDEN, G. . Felicia (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • FERNANDES, F. ; HEIDEN, G. . Calendula (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • FERNANDES, F. ; HEIDEN, G. . Onopordum (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • FERNANDES, F. ; HEIDEN, G. . Tragopogon (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • FERNANDES, F. ; HEIDEN, G. ; GROSSI, M‪ ; FERNANDES, A. C. . Liatris (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • FERNANDES, F. ; HEIDEN, G. . Rhodanthe (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • FERNANDES, F. ; HEIDEN, G. . Echinacea (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • FERNANDES, F. ; HEIDEN, G. . Montanoa (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • FERNANDES, F. ; HEIDEN, G. . Rudbeckia (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • FERNANDES, F. ; HEIDEN, G. . Sanvitalia (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • FERNANDES, F. ; HEIDEN, G. . Guizotia (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • FERNANDES, F. ; Gandara, A. ; HEIDEN, G. . Sigesbeckia (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • FERNANDES, F. ; HEIDEN, G. . Gerbera (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • FERNANDES, F. ; HEIDEN, G. . Euryops (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • FERNANDES, F. ; HEIDEN, G. . Gynura (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • FERNANDES, F. ; HEIDEN, G. . Ethulia (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • ROQUE, N. ; NAKAJIMA, J. ; HEIDEN, G. ; MONGE, M. ; RITTER, M. R. ; LOEUILLE, B. F. P. ; CHRIST, A. L. ; REBOUCAS, N. C. ; CASTRO, M. S. ; SAAVEDRA, M. M. ; TELES, A. M. ; GANDARA, A. ; MARQUES, D. ; BRINGEL JR., J. B. A. ; ANGULO, M. B. ; SANTOS, J. U. M. D. ; SOUZA-BUTURI, F. O. ; ALVES, M. ; SANCHO, G. ; OLIVEIRA NETO, F. F. ; et.al . Asteraceae in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • ZEFERINO, L. C. ; FERNANDES, F. ; ECHTERNACHT, L. ; HEIDEN, G. . Onagraceae in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Capítulo de Livro).

  • QUARESMA, A. S. ; FERNANDES, F. ; HEIDEN, G. ; WALTER, B. M. T. . Tribo Anthemideae (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • HEIDEN, G. ; FERNANDES, F. . Tribo Arctotideae (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • HEIDEN, G. ; SCHNEIDER, A. A. ; BORGES, R. A. X. ; FERNANDES, F. ; SANCHO, G. . Tribo Astereae (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • HEIDEN, G. ; FERNANDES, F. . Tribo Calenduleae (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • GUTIERREZ, D. G. ; KILIPPER, J. T. ; FERNANDES, F. ; HEIDEN, G. . Tribo Cardueae (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • SCHNEIDER, A. A. ; MONGE, M. ; RITTER, M. R. ; FERNANDES, F. ; HEIDEN, G. ; SEMIR, J. . Tribo Cichorieae (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • DEBLE, L. P. ; MONGE, M. ; LOEUILLE, B. F. P. ; NAKAJIMA, J. ; HEIDEN, G. ; BARCELOS, LAÍSA B. ; FERNANDES, F. ; SEMIR, J. . Tribo Gnaphalieae (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • SANTOS, J. U. M. D. ; NAKAJIMA, J. ; BRINGEL JR., J. B. A. ; ALVES, M. ; MAGENTA, M. A. G. ; MOREIRA, G. L. ; MONDIN, C. A. ; HEIDEN, G. ; FERNANDES, F. ; BUENO, V. R. ; MORAES, M. D. . Tribo Heliantheae (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • GANDARA, A. ; MONDIN, C. A. ; FERNANDES, F. ; HEIDEN, G. . Tribo Millerieae (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • MONGE, M. ; HEIDEN, G. ; FERNANDES, F. ; SEMIR, J. . Tribo Mutisieae (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • TELES, A. M. ; FREITAS, F. S. ; HEIDEN, G. ; FERNANDES, F. . Tribo Senecioneae (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • CARNEIRO, C. R. ; SALGADO, V. G. ; GUTIERREZ, D. G. ; HEIDEN, G. ; FERNANDES, F. . Tribo Tageteae (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • LOEUILLE, B. F. P. ; CASTRO, M. S. ; MONGE, M. ; MARQUES, D. ; SAAVEDRA, M. M. ; ANGULO, M. B. ; VOLET, D. P. ; SINISCALCHI, C. M. ; NAKAJIMA, J. ; VIA DO PICO, G. M. ; SOUZA-SOUZA, R. M. B. ; SOARES, P. N. ; PICANCO, W. L. ; ROQUE, N. ; LORENCINI, T. S. ; RIVERA, V. L. ; SEMIR, J. ; RIBEIRO, R. E. ; FERNANDES, F. ; ESTEVES, ROBERTO'L. ; et.al . Tribo Vernonieae (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

  • ROQUE, N. ; NAKAJIMA, J. ; RITTER, M. R. ; CHRIST, A. L. ; REBOUCAS, N. C. ; GANDARA, A. ; HATTORI, E. K. O. ; PLOS, A. ; SIMAO-BIANCHINI, R. ; ABREU, V. H. R. ; GROSSI, MARIANA A. ; AMORIM, V. O. ; RIVERA, V. L. ; SOUZA-BUTURI, F. O. ; ALMEIDA, G. S. S. ; CONTRO, F. L. ; VIERA BARRETO, J. N. ; FARCO, G. E. ; RIBEIRO, R. E. ; OLIVEIRA NETO, F. F. ; et.al . Tribo Eupatorieae (Asteraceae) in Flora do Brasil 2020. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2020 (Banco de dados disponível na rede).

Outras produções

HEIDEN, G. ; FERNANDES, F. ; IGANCI, J. ; MAURICIO, G. N. . Grindelia atlantica: Nossa e sob risco de extinção. 2020. (Programa de rádio ou TV/Outra).

FERNANDES, F. ; SCHRODER, T. . O quão ameaçada é? Utilizando dados georreferenciados em análises de conservação. 2023. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

Projetos de pesquisa

  • 2025 - Atual

    Estudo florístico da família Asteraceae no Rio Grande do Sul, Brasil, Descrição: O projeto tem como objetivo principal identificar as espécies de Asteraceae ocorrentes no Rio Grande do Sul, contribuindo para o conhecimento da biodiversidade regional. Especificamente, busca preencher lacunas de coleta, identificar espécies, estudar problemas de circunscrição, obter dados ecológicos, avaliar o grau de ameaça e o potencial econômico das espécies, e aplicar os resultados em ações de regeneração ambiental e manejo sustentável. A pesquisa abrange Unidades de Conservação em diferentes formações vegetais do estado, com ênfase nas áreas campestres. Os métodos incluem revisão bibliográfica, análise de coleções em herbários e coletas em campo, com foco em espécimes reprodutivos e espécies ameaçadas. Os materiais serão depositados no herbário ICN (UFRGS). Os resultados esperados incluem listagens taxonômicas com dados ecológicos, e informações que poderão subsidiar ações de conservação, recuperação ambiental e manejo. A divulgação ocorrerá por meio de publicações científicas, manuais ilustrados, eventos acadêmicos e outros canais de comunicação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Fernando Fernandes de Oliveira Neto - Integrante / M R Ritter - Coordenador / BRUNO GOMES DE SOUZA - Integrante / Anderson Luiz Christ - Integrante.

  • 2025 - Atual

    Sistemática e evolução de Conyzinae (Asteraceae), um grupo de plantas com importância ambiental e econômica cosmopolita, Descrição: O projeto visa reconstruir a evolução e aperfeiçoar a classificação de Conyzinae (Asteraceae: Astereae), um grupo cosmopolita de plantas com importância ambiental e econômica positiva na provisão de serviços ambientais, na horticultura, paisagismo, e como fontes de compostos medicinais, e negativa como plantas invasoras agressivas de cultivos agrícolas, áreas urbanas e naturais, incluindo linhagens resistentes à múltiplos herbicidas que causam prejuízos sem precedentes. Conyzinae inclui Erigeron, diversificado nas Américas, mas sendo também o único gênero da subtribo com espécies nativas da Eurásia e Oceania, totalizando 35 seções e cerca de 500 espécies; 50-100 espécies de Conyza das Américas e da África; o gênero norte-americano Aphanostephus; e um pequeno grupo de espécies sul-americanas segregadas nos gêneros Apopyros, Darwiniothamnus, Hysterionica, Leptostelma e Neja. Dados moleculares prévios evidenciam que as espécies norte-americanas de Erigeron correspondem as primeiras e últimas linhagens divergentes na topologia da subtribo. Assim Conyza, Aphanostephus e os outros gêneros segregados sul-americanos estão imersos nos ramos de Erigeron, ou seja, este gênero como atualmente tratado é parafilético. Já em uma aplicação estrita de monofiletismo, todas as espécies de Conyzinae seriam identificadas como Erigeron. O impedimento taxonômico quanto às relações genéricas e na circunscrição das espécies tem barrado avanços de conhecimento na subtribo. Portanto, a proposta visa aperfeiçoar a classificação e reconstruir a filogenia com base em dados de NGS, utilizando pela primeira vez em conjunto as sondas Angiosperms 353, Compositae-1061 e Compositae-ParaLoss-1272, padrões ouro de esforços globais de reconstrução da árvore da vida de plantas em geral e de compostas, para elucidar a origem e processos de disseminação da resistência a múltiplos herbicidas dentre as espécies-alvo aplicando ferramentas de inteligência artificial de aprendizado de máquina.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (9) . , Integrantes: Fernando Fernandes de Oliveira Neto - Integrante / Gustavo Heiden - Coordenador / Alexandre Marcos Antonelli - Integrante / Benoit Loeuille - Integrante / Carolina Moriani Siniscalchi - Integrante / Geraldine Allen - Integrante / Mauricio Bonifacino de León - Integrante / Morgan Gostel - Integrante / Paola de Lima Ferreira - Integrante / Tian Gang Gao - Integrante.

  • 2024 - Atual

    Compreendendo a variabilidade genética da margarida-da-praia (Grindelia atlantica (Asteraceae: Astereae) para salvá-la da extinção., Descrição: Grindelia atlantica, conhecida como margarida-da-praia, foi descrita pela ciência em 2010. Na mesma ocasião, obteve a avaliação sugestiva de categoria de ameaça como Em Perigo (EN) pelos critérios da IUCN. Isso por apresentar apenas duas populações restritas e isoladas: uma já presumivelmente extinta em Tramandaí, no nordeste do Rio Grande do Sul, e outra em franco declínio em Pelotas, no sul do estado. Em 2014, a categoria de ameaça da espécie foi elevada para Criticamente em Perigo - CR e entrou oficialmente para a Lista de espécies ameaçadas do Rio Grande do Sul, e mais recentemente, em um estudo preliminar, a categoria de ameaça da espécie foi confirmada como Criticamente em Perigo - CR, o mais alto grau de ameaça e último antes da extinção. A população ao norte do Estado não foi encontrada em esforços recentes de amostragem e possivelmente está localmente extinta, visto que o litoral norte do estado teve sua paisagem original profundamente alterada pela urbanização. O litoral gaúcho por tratar-se de uma área relativamente bem amostrada e de fácil acesso, permite inferir que de fato estas populações disjuntas eram potencialmente os últimos registros recentes da espécie. Desta forma, as últimas populações remanescentes de G. atlantica conhecidas estão na orla urbana das praias do Laranjal, em Pelotas, e na localidade de Barra Falsa, em Rio Grande no Rio Grande do Sul, acessível apenas por meio de embarcações, e onde foram encontrados os únicos registros adicionais da espécie desde sua descrição original, graças aos desdobramentos da minha pesquisa. Cabe destacar que nos poucos locais onde foi registrada, G. atlantica sempre ocorre associada a uma matriz arenosa de granulometria distinta das areias encontradas em outras praias oceânicas e lagunares do Rio Grande do Sul. A margarida está sempre associada a manchas de areia grossa e alaranjada entre a faixa de praia e os banhados, em manchas de solo relacionadas à Barreira Pleistocênica II.Desta forma, o objetivo deste estudo é investigar a última população de Grindelia atlantica, situada nas praias do Laranjal em Pelotas e na Barra Falsa em Rio Grande, no Rio Grande do Sul, com a finalidade de compreender a variabilidade genética para embasar ações aplicadas de conservação, visando salvar esta espécie da extinção iminente. Ao compreender a estrutura genética e a biologia da população remanescente, será possível implementar estratégias de conservação in situ e ex situ, visando o manejo e conservação adequados para garantir a viabilidade a longo prazo da espécie. Com a resiliência e o sucesso na preservação da margarida-da-praia, ela se consolida como uma espécie bandeira para toda a região, servindo como um exemplo inspirador de resgate bem-sucedido de uma espécie à beira da extinção. Isso, por sua vez, abrirá caminho para o engajamento e a conscientização da comunidade local sobre a importância vital da conservação da biodiversidade em nosso planeta.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Fernando Fernandes de Oliveira Neto - Coordenador / Gustavo Heiden - Integrante / João Iganci - Integrante / Tatiana Teixeira de Souza Chies - Integrante., Financiador(es): Fundo Brasileiro para a Biodiversidade - Bolsa.

  • 2024 - Atual

    Descrevendo e iluminando a história evolutiva e paisagens adaptativas de linhagens negligenciadas dos Campos Sulinos e biomas relacionados, Descrição: Compreender os mecanismos e processos que influenciam a diversificação e os padrões de distribuição das espécies são questões centrais em biologia, seja em estudos focados em clados ou em montagem de biotas. Linhagens específicas podem ser influenciadas por fatores biológicos, históricos e geográficos, os quais impactam diretamente sua história evolutiva. Novidades morfológicas e interações biológicas (e.g., polinização) podem ser cruciais na diversificação de algumas linhagens, enquanto que o dinamismo geológico, mudanças climáticas e a ocupação de novos nichos podem ter influenciado mais em outras. O mesmo se aplica à montagem de diferentes ecossistemas. Ecossistemas abertos, como os campos, cobrem cerca de 40 da superfície terrestre, e são de extrema relevância na produção de alimentos e serviços ecossistêmicos. Em escala global, alguns cenários sobre a origem das formações campestres apresentam amplo suporte (e.g., surgimento relacionado ao declínio atmosférico de CO2 durante o Paleógeno; expansão mais recente durante o Mioceno). Porém, especificidades nas diferentes formações campestres ao longo do planeta são esperadas, e pouco foi discutido sobre formações abertas no continente sulamericano. Os Campos Sulinos, que incluem o Pampa e os Campos de Altitude do sul do Brasil, não são exceção a este padrão. Apesar de contar com uma rica diversidade de plantas (mais de 4300 espécies e 10 de endemismo), estudos biogeográficos, macroevolutivos e integrativos ainda são escassos. Aproximadamente 30 da flora do Pampa está incluída em filogenias moleculares. No entanto, a cobertura de espécies endêmicas do Pampa é ainda mais deficiente, onde apenas 10 das espécies foram amostradas. O entendimento sobre a montagem dos Campos Sulinos, bem como particularidades evolutivas das inúmeras linhagens que os formam, inexoravelmente necessita de uma melhor amostragem filogenética de suas espécies, assim como a geração e integração de dados relevantes de sua biota. Esta proposta tem como alvo integrar estudos filogenéticos e de morfologia e morfometria, com dados de distribuição geográfica, nicho climático, citogenéticos, biologia reprodutiva, polinização e dispersão, para responder perguntas específicas e testar hipóteses macroevolutivas, que em última instância irão aumentar o conhecimento sobre a origem, distribuição e evolução de características fenotípicas funcionais e montagem da flora e funga dos Campos Sulinos e biomas relacionados. O projeto conta com objetivos gerais que visam preencher lacunas de conhecimento básico sobre linhagens de campos sulinos, bem como objetivos específicos que visam responder perguntas e testar hipóteses em um contexto macroevolutivo.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fernando Fernandes de Oliveira Neto - Integrante / TACIANE SCHRÖDER - Integrante / M R Ritter - Integrante / Tatiana Teixeira de Souza Chies - Integrante / Eliane Kaltchuk-Santos - Integrante / Julia Gabriele Dani - Integrante / VERÔNICA AYDOS THODE - Integrante / BRUNO GOMES DE SOUZA - Integrante / Marcelo Reginato - Coordenador.

  • 2022 - Atual

    Flora e Funga do Brasil, Descrição: No ano de 2010, o Brasil conseguiu cumprir a Meta 1 estabelecida pela Estratégia Global para a Conservação de Plantas (GSPC-CDB), no âmbito da Convenção da Diversidade Biológica com a publicação do Catálogo de Plantas e Fungos do Brasil (veja acima em ?Publicações/Referências?) e com o lançamento da primeira versão online da Lista de Espécies da Flora do Brasil. O projeto ?Lista do Brasil?, como ficou popularmente conhecido, foi encerrado em novembro de 2015, com a publicação de cinco artigos e suas respectivas bases de dados (veja acima em ?Acesso aos Dados? e ?Publicações/Referências?). No início de 2016 foi lançado o projeto Flora do Brasil 2020, com o objetivo de cumprir a Meta 1 estabelecida pela GSPC-CDB para 2020, com a divulgação de descrições morfológicas, chaves de identificação e ilustrações para todas as espécies de plantas, algas e fungos conhecidos para o país. Ao final de 2020 foram disponibilizadas de forma ampla e irrestrita monografias para todas as famílias de Briófitas, de Samambaias e Licófitas e de Gimnospermas nativas do Brasil, bem como as monografias para 90% das famílias de Angiospermas. Os resultados alcançados foram fruto do trabalho colaborativo de mais de 900 taxonomistas, brasileiros e estrangeiros, em uma plataforma online para a inclusão de dados dos seus grupos de especialidade. Além da elaboração das monografias, esses pesquisadores também são responsáveis pela inclusão de informações sobre nomenclatura (nomes aceitos vs. sinônimos) e distribuição geográfica (abrangência no Brasil, endemismo e Domínios Fitogeográficos), além de incluírem dados valiosos sobre formas de vida, substrato e tipos de vegetação para as espécies trabalhadas. É importante ressaltar que imagens em alta resolução de exsicatas, bem como imagens das espécies na natureza e ilustrações científicas também são associadas às espécies para auxiliarem no seu reconhecimento. Contudo, as monografias concluídas para Algas e Fungos não conseguiram abranger a real diversidade destes grupos no Brasil e isso foi um estímulo para o início desta nova fase do projeto, agora denominado Flora e Funga do Brasil. Esta mudança visa buscar uma terminologia biológica mais inclusiva para o Reino Fungi e um maior engajamento da comunidade micológica e liquenológica, tanto para a melhoria da lista de espécies ocorrentes no País, quanto para a elaboração de monografias.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fernando Fernandes de Oliveira Neto - Coordenador / The Brazil Flora Group - Integrante.

  • 2022 - Atual

    Grindelia (Asteraceae: Astereae) in the Pampa: Taxonomic, Systematic and Conservation challenges, Descrição: The Pampa is a biome of prairies with undulating hills located in southern South America. This region is predominantly composed by grasslands and savannas and extends through the southernmost part of Brazil, Uruguay, and northeastern Argentina. Despite being rich in biodiversity and providing various environmental services, the conservation of grassland environments has historically been neglected. Large areas have been converted into monocultures, exotic and invasive forage species have been introduced, and poorly planned management has negatively impacted the ecosystem. The genus Grindelia (Asteraceae) comprises approximately 70 exclusively American species, distributed disjunctly in North America and southern South America. While studies on the genus in North America are more advanced, the South American group lacks a taxonomic revision, phylogenetic knowledge, and conservation analyses. This project aims to revisit the morphology of the genus, map the geographic distribution, and evaluate the conservation status of 21 species occurring in the Pampa region (Brazil, Argentina, and Uruguay). Additionally, it aims to reconstruct their evolutionary and biogeographic relationships to know their phylogenetic position within the genus. Literature reviews, visits to herbaria, and fieldwork will be conducted, including the collection of DNA samples. Furthermore, assessments of conservation status will follow IUCN parameters, particularly criterion B, which addresses geographic distribution. Specifically, for G. atlantica, a critically endangered species endemic to the Laranjal region in Pelotas and Barra Falsa in Rio Grande, Rio Grande do Sul, a comprehensive assessment will be conducted following all IUCN criteria. A study of the genetic variability of the last remaining population will also be carried out, aiming to support conservation actions. This study is expected to provide a comprehensive and updated revision of the taxonomy of Grindelia in the Pampa region, offering important information for the conservation of these species and the grassland ecosystems they inhabit.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Fernando Fernandes de Oliveira Neto - Coordenador / Gustavo Heiden - Integrante / Tatiana Teixeira de Souza Chies - Integrante.

  • 2022 - Atual

    Vegetação campestre dos Campos Sulinos: Uso de taxonomia integrativa com ênfase em espécies negligenciadas e ameaçadas de extinção, Descrição: No Brasil, os Campos Sulinos fazem parte dos Biomas Pampa e Mata Atlântica. A vegetação destes campos é caracterizada por um estrato herbáceo predominante, formado particularmente por espécies das famílias Asteraceae, Poaceae e Fabaceae. Na porção compreendida no Bioma Mata Atlântica, destacam-se os campos de altitude, em elevação acima de 400 m, normalmente delimitados como manchas ou mosaicos com a Floresta de Araucária. No extremo sul, no Bioma Pampa, estes campos são caracterizados pela vegetação herbácea frequentemente de baixo porte, desenvolvida em solos rasos. A região dos Campos Sulinos encontra-se inserida também na formação dos Campos do Rio de la Plata que inclui os campos pampeanos da Argentina e do Uruguai. Os Campos Sulinos são estudados há longa data. No entanto, apesar do empenho de pesquisadores em taxonomia e ecologia, somente nas últimas duas décadas tem-se um maior incentivo através de alguns editais de pesquisa, resultando em um crescente conhecimento desta formação. A publicação de resultados obtidos com o projeto de Biodiversidade dos Campos de Cima da Serra (MCT/CNPq Edital 12/2006) e do artigo de Overbeck et al. (2007) são marcantes deste novo período. Estes trabalhos evidenciaram a potencialidade da região dos campos de altitude para futuros estudos, e alertaram a condição negligenciada dos Campos em termos de conservação. Os pesquisadores que fazem parte desta proposta trabalham, atualmente e há alguns anos, em taxonomia de plantas da formação campestre, atuando na formação de recursos humanos que, espera-se, darão continuidade a estes trabalhos em diferentes instituições de pesquisa e ensino do Brasil. Vários grupos taxonômicos foram e são estudados. No entanto, três aspectos são catalizadores para a elaboração e a apresentação desta proposta. O primeiro é a ainda existência de grupos vegetais (famílias, gêneros e complexos de espécies) negligenciados para esta formação vegetal, dos quais se sabe muito pouco, tanto em taxonomia e/ou sistemática, quanto até mesmo no conhecimento da flora local. O segundo é a necessidade de trabalhos que deem bases para conservação das espécies. Por último, é a necessidade de agregar novas abordagens de estudo e ferramentas para questões em taxonomia, à medida que estes questionamentos se apresentam frente a um conhecimento em progressão. A abordagem taxonômica integrativa vem sendo destacada na literatura, integrando inúmeras ferramentas de estudo e a incentivada interação entre pesquisadores, fazendo com que os trabalhos em taxonomia abranjam diferentes formas de evidência para a tomada de decisões. Os estudos taxonômicos foram inicialmente enriquecidos com filogenias moleculares, e atualmente, a integração de abordagens citogenéticas, morfométrica, biogeográfica e ecológica se torna evidente. Desta forma, mesmo táxons já estudados estão sendo melhor caracterizados. Assim, a presente proposta contempla táxons vegetais de diferentes categorias taxonômicas pertencentes aos Campos Sulinos, alguns evidentemente negligenciados pela Ciência até o momento, outros com espécies ameaçadas, com o intuito de conhecer e/ou complementar estudos já em desenvolvimento. As famílias incluídas são: Asteraceae, Campanulaceae, Fabaceae, Hymenophyllaceae, Iridaceae, Onagraceae e Poaceae. No grupo das Monilófitas, a família Hymenophyllaceae, ocorrente principalmente nas regiões Amazônica e da Mata Atlântica, apresenta no Pampa a maior lacuna de informações. Para este grupo taxonômico é necessário o desenvolvimento de pesquisa para o conhecimento da flora e delimitação de espécies pertencentes a complexos, além de estudos taxonômicos gerais para os táxons da região. Em Angiospermas, dois gêneros da família Asteraceae estão contemplados. O gênero Chromolaena (Eupatorieae) em continuidade a estudos já iniciados, abordará um complexo de dez espécies de difícil circunscrição, para os quais se a. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fernando Fernandes de Oliveira Neto - Integrante / JORGE, TACIANE SCHRÖDER - Integrante / Tatiana Teixeira de Souza Chies - Coordenador / Fernanda Pessi de Abreu - Integrante / Eliane Kaltchuk-Santos - Integrante / Catherine Guzati de Pellegrin - Integrante / Julia Gabriele Dani - Integrante / MARA REJANE RITTER - Integrante / SILVIA TERESINHA SFOGGIA MIOTTO - Integrante / VERÔNICA AYDOS THODE - Integrante / BRUNO GOMES DE SOUZA - Integrante.

  • 2020 - 2020

    Flora do Brasil 2020, Descrição: Monografias dos gêneros Epilobium e Oenothera (Onagraceae) e outros gêneros cultivados e naturalizados de Asteraceae na Flora do Brasil On Line 2020.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Fernando Fernandes de Oliveira Neto - Integrante / Gustavo Heiden - Coordenador.

  • 2020 - Atual

    Flora do Pontal da Barra do Laranjal, Pelotas, Rio Grande do Sul, Descrição: Segundo o Ministério do Meio Ambiente, o estado do Rio Grande do Sul possui 63% do território ocupado pelo bioma Pampa. Dentre as paisagens naturais do Pampa, predominam os campos nativos, também sendo presentes as matas ciliares e de encostas, matas de pau-ferro, formações arbustivas, afloramentos rochosos, butiazais e banhados. O litoral do estado é composto por uma planície costeira que inclui paisagens diversas, como lagoas, dunas, matas de restinga, áreas úmidas e banhados. É neste contexto que está inserido o Pontal da Barra do Laranjal, no município de Pelotas, Rio Grande do Sul. A região está localizada na margem oeste da Laguna dos Patos, no encontro com o canal São Gonçalo, e apresenta variadas fisionomias vegetais, dentre as quais estão dunas, turfeiras, campos úmidos e secos, banhados e florestas de restinga. Graças à paisagem diversa, o Pontal da Barra apresenta uma rica biodiversidade, incluindo diversas espécies de plantas e animais endêmicos e/ou ameaçados de extinção. A área em torno do Pontal da Barra do Laranjal apresenta intensa atividade antrópica que acarreta em sérias ameaças à biodiversidade local, principalmente aterramentos para loteamento imobiliário. Portanto, trabalhos como levantamentos florísticos que visam compreender a composição e a dinâmica da flora do local em questão são de extrema importância para que ações de preservação possam ser tomadas com o devido embasamento. Recentemente, a Universidade Federal de Pelotas, em colaboração com outras instituições de pesquisa, como a Embrapa Clima Temperado, por exemplo, divulgou um documento justificando a implementação de uma Unidade de Conservação na região, para preservar este ambiente único. Desta forma, o presente projeto visa inventariar e evidenciar a importância da flora local, compreender e identificar a diversidade de espécies existentes no Pontal da Barra, bem como demonstrar a relevância de levantamentos florísticos para a elaboração de estratégias de conservação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) . , Integrantes: Fernando Fernandes de Oliveira Neto - Integrante / Gustavo Heiden - Integrante / João Iganci - Coordenador / TACIANE SCHRÖDER - Integrante / EMANUEL SCHERDIEN - Integrante / DEBORA PRESMINI DALZOTTO - Integrante.

  • 2020 - Atual

    Formações campestres do sul do Brasil: diversidade e distribuição no espaço e no tempo, Descrição: Projeto de Pesquisa já aprovado, que teve início em 08/01/2018, renovado aqui no formato de projeto integrado. As formações campestres do sul do Brasil estão distribuídas em diferentes ambientes e representam uma transição vegetacional em conjunto com as formações florestais, entre paisagens tropicais e temperadas ao longo de um gradiente latitudinal e outro altitudinal. Esta área sofre a influência de diferentes agentes bióticos e abióticos sobre os padrões de diversificação e de distribuição de espécies ao longo do tempo. Em consequência, uma alta diversidade de espécies endêmicas de plantas é evidenciada para os campos naturais do sul do Brasil. Através do estudo da diversidade de espécies, aliado a análises filogenéticas moleculares e da estimativa do tempo de origem e diferenciação local para linhagens altamente diversificadas, a presente proposta pretende compreender os padrões de diversificação nas formações campestres de altitude do sul do Brasil no espaço e no tempo e inferir sobre os processos históricos evolutivos que resultaram na composição da flora atual. Estes resultados embasarão esforços para a conservação da biodiversidade local e contribuirão para a elaboração de políticas públicas para a conservação de espécies e de formações campestres remanescentes prioritárias.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fernando Fernandes de Oliveira Neto - Integrante / Gustavo Heiden - Integrante / GIOVANNI NACHTIGALL MAURÍCIO - Integrante / TACIANE SCHRÖDER - Integrante / EMANUEL SCHERDIEN - Integrante / DEBORA PRESMINI DALZOTTO - Integrante / Daiane Rodeghiero Vahl - Integrante / IGANCI, JOÃO R.V. - Coordenador / VALDUGA, EDUARDO - Integrante.

  • 2018 - 2020

    Campos de altitude do sul do Brasil: diversidade e distribuição no espaço e no tempo, Descrição: As formações campestres do sul do Brasil estão distribuídas em diferentes ambientes e representam uma transição vegetacional em conjunto com as formações florestais, entre paisagens tropicais e temperadas ao longo de um gradiente latitudinal e outro altitudinal. Esta área sofre a influência de diferentes agentes bióticos e abióticos sobre os padrões de diversificação e de distribuição de espécies ao longo do tempo. Em consequência, uma alta diversidade de espécies endêmicas de plantas é evidenciada para os campos das regiões de altitude do sul do Brasil. Através do estudo da diversidade de espécies, aliado a análises filogenéticas moleculares e da estimativa do tempo de origem e diferenciação local para linhagens altamente diversificadas, a presente proposta pretende compreender os padrões de diversificação nas formações campestres de altitude do sul do Brasil no espaço e no tempo e inferir sobre os processos históricos evolutivos que resultaram na composição da flora atual. Estes resultados embasarão esforços para a conservação da biodiversidade local e contribuirão para a elaboração de políticas públicas para a conservação de espécies e de formações campestres remanescentes prioritárias.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) . , Integrantes: Fernando Fernandes de Oliveira Neto - Integrante / TACIANE SCHRODER JORGE - Integrante / João Ricardo Viera Iganci - Coordenador / ELISA PICCOLO WERLANG - Integrante / Gustavo Heiden - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

  • 2017 - 2018

    Desafios e possibilidades da Educação Ambiental na escola: investigando práticas pedagógicas socioambientais desenvolvidas nas escolas de Educação Básica da Rede Pública de Ensino, Descrição: O presente projeto tem como objetivo compreender os desafios de serem construídas práticas pedagógicas de Educação Ambiental nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, especificamente, nas escolas de Educação Básica da rede pública de ensino. Em um primeiro momento da pesquisa, a investigação será realizada na Escola Municipal de Educação Bilíngue Carmem Regina Teixeira Baldino, localizada na cidade do Rio Grande/RS. Em um segundo momento, a pesquisa será realizada em algumas escolas da rede pública de ensino da cidade de Pelotas, ampliando a compreensão da Educação Ambiental construída na região sul do Estado do Rio Grande do Sul. Neste sentido, a pesquisa tem como objetivo investigar as percepções de Educação Ambiental que possuem os professores dos Anos Iniciais que trabalham nas escolas públicas, bem como as práticas pedagógicas que vêm sendo desenvolvidas sobre o tema em questão, além de pesquisar suas necessidades de formação continuada em relação à Educação Ambiental. A metodologia constitui-se da realização de entrevistas semiestruturadas e posterior transcrição e análise das mesmas. A compreensão e análise dos dados investigados será proposta a partir da análise textual discursiva, baseado em Moraes (2003; 2005; 2006) e Galiazzi (2006). O aporte teórico tem como base os escritos de Carlos F. Loureiro, Isabel Carvalho, Carlos Porto-Gonçalves, entre outros.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (12) . , Integrantes: Fernando Fernandes de Oliveira Neto - Integrante / Caroline Terra de Oliveiira - Coordenador.

Prêmios

2023

Bolsas FUNBIO - Conservando o Futuro, Fundo Brasileiro para a Biodiversidade.

2021

Trabalho DESTAQUE no VII Congresso de Ensino de Graduação, Universidade Federal de Pelotas.

2020

Trabalho DESTAQUE no XXIX Congresso de Iniciação Científica, Universidade Federal de Pelotas.

2020

Trabalho DESTAQUE no VI Congresso de Ensino de Graduação, Universidade Federal de Pelotas.

Histórico profissional

Experiência profissional

2025 - Atual

Embrapa Clima Temperado

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2022 - Atual

Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de Mestrado CNPq, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Aluno de Mestrado no Programa de Pós-graduação em Botânica. Desenvolve pesquisas com o gênero Grindelia (Asteraceae: Astereae).

2022 - Atual

Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Pesquisador

Outras informações:
Responsável pelos gêneros Epilobium e Oenothera (Onagraceae) e outros gêneros cultivados e naturalizados de Asteraceae no Flora e Funga do Brasil.

2020 - 2020

Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Pesquisador

Outras informações:
Monografias dos gêneros Epilobium e Oenothera (Onagraceae) e outros gêneros cultivados e naturalizados de Asteraceae na Flora do Brasil On Line 2020. Responsável pelos mesmos gêneros no Flora e Funga do Brasil.

2019 - 2022

Universidade Federal de Pelotas

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estágio, Carga horária: 80

Outras informações:
Estágio no Herbário PEL. Desempenhando atividades de manutenção das exsicatas do acervo.

2018 - 2022

Universidade Federal de Pelotas

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Aluno de Iniciação Científica, Carga horária: 20

Outras informações:
Pesquisa: Campos de altitude do sul do Brasil: diversidade e distribuição no espaço e no tempo. Pesquisa: Flora do Pontal da Barra do Laranjal, Pelotas, Rio Grande do Sul. Pesquisa/Extensão: Pampa Singular: metodologia ativa e espaços de aprendizagem para o desenvolvimento sustentável no bioma Pampa. Ensino: Jogos Botânicos. Orientado pelo Prof. Dr. João Ricardo Vieira Iganci do Departamento de Botânica do Instituto de Biologia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel).

2019 - 2019

Universidade Federal de Pelotas

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Monitoria voluntária, Carga horária: 30

Outras informações:
Monitor voluntário na disciplina de Morfologia e Sistemática Vegetal para o curso de Agronomia.

2018 - 2018

Universidade Federal de Pelotas

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitoria Integrada, Saberes Botânicos, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Monitória para as disciplinas de Morfologia e Sistemática de Criptógamas e Botânica Econômica para os cursos de ciências biológicas (Licenciatura e Bacharelado) e Botânica para o curso de Museologia da Universidade Federal de Pelotas.

2017 - 2018

Universidade Federal de Pelotas

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Aluno de Iniciação Científica, Carga horária: 20

Outras informações:
Desenvolvimento de projetos de Pesquisa e Ensino em Educação Ambiental. Sob orientação da Prof. Dra. Caroline Terra de Oliveira, da Faculdade de Educação - UFPel.

Atividades

  • 01/2018 - 12/2022

    Estágios , Unidades e Cursos de Graduação, Instituto de Biologia (IB).,Estágio realizado, Laboratório de Sistemática e Evolução de Plantas - IB | UFPel.

2019 - 2022

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 20

Outras informações:
Botânica Aplicada; Taxonomia da família Asteraceae; Conservação do Bioma Pampa.

2020 - 2022

Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior

Vínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Residente Pedagógico, Carga horária: 20

Outras informações:
Residência pedagógica voluntária. Professor de Biologia para duas turmas de 2º ano do ensino médio na Escola Estadual de Ensino Médio Santa Rita, Pelotas, Rio Grande do Sul. Aplicação do projeto "Conflitos Socioambientais" para o ensino médio da escola.

2022 - Atual

Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisador - Aluno de Mestrado, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Aluno de Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Botânica na Universidade Federal do Rio Grande do Sul