LEIVA AYRES DO PRADO

Graduação em Pedagogia com habilitação em Educação Especial pela Universidade Estadual do Centro-Oeste - Unicentro (2000). Habilitação em Orientação Educacional pela Universidade Estadual do Centro-Oeste - Unicentro (2001). Pós-graduada em Educação Especial pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (2002). Pós-graduada em Educação Especial e Inclusiva: Ação Docente Especializada pela Faculdade FACEL - Faculdade de Administração Ciências Educação e Letras (2013). Pós-graduada em Educação no Campo pela Faculdade FACEL - Faculdade de Administração Ciências Educação e Letras (2017). Mestra em Educação pela Universidade Estadual do Centro-Oeste - Unicentro (2022) Atualmente é professora da Escola Estadual São Lucas e Coordenadora do Departamento de Educação Especial e Inclusão Escolar da Secretaria Municipal de Educação de Prudentópolis. Tem experiência na área de Educação e Inclusão Escolar, com ênfase em Professor Atendimento Educacional Especializado (AEE).

Informações coletadas do Lattes em 22/08/2024

Acadêmico

Formação acadêmica

Mestrado em andamento em Educação

2019 - Atual

Universidade Estadual do Centro-Oeste
Título: A TRANSIÇÃO DE ALUNOS PÚBLICO-ALVO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL (PAEE) DO 5 (QUINTO) PARA O 6 (SEXTO) ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL ? ANOS FINAIS: DESAFIOS E INQUIETAÇÕES DA DOCÊNCIA
Khaled Omar Mohamad El Tassa.Grande área: Ciências HumanasSetores de atividade: Educação.

Especialização em Educação Especial e Inclusiva: Ação Docente Especializada

2017 - 2017

Faculdade de Administração, Ciências, Educação e Letras
Título: A IMPORTÂNCIA DA ADAPTAÇÃO CURRICULAR NA EDUCAÇÃO ESPECIAL
Orientador: Mari Matos

Especialização em Especialização em Gestão da Educação no Campo

2012 - 2013

Faculdade de Administração, Ciências, Educação e Letras
Título: DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA NO ENSINO FUNDAMENTAL DA EDUCAÇÃO CAMPESINA
Orientador: Mara Eli de Matos

Especialização em Educação Especial

2001 - 2002

Universidade Estadual de Ponta Grossa
Título: ALFABETIZAÇÃO DO DEFICIENTE MENTAL E A BUSCA DE METODOLOGIAS ALTERNATIVAS
Orientador: Neiva de Oliveira Moro

Graduação em Pedagogia

1997 - 2000

Universidade Estadual do Centro-Oeste
Título: Metodologias alternativas para alfabetização de alunos com Deficiencia Mental
Orientador: Ana Flavia

Idiomas

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: educação Especial/Especialidade: Professor Atendimento educacional Especializado (AEE).

Participação em eventos

Formação para Pedagogos da Rede Municipal de Educação do municipio de Prudentópolis.O processo de transição de alunos do 5° para o 6° ano do Ensino Fundamental ? Anos Finais. 2021. (Oficina).

IV CONGRESSO DE EDUCAÇÃO DO VALE DO JORUÁ. Transição de alunos público alvo da Educação especial (PAEE) do quinto para sexto ano do Ensino Fundamental - Anos Finais: desafios e inquietações da docência. 2020. (Congresso).

Semana De Estudos de Pedagogia.DESAFIOS PARA A PRÁTICA DOCENTE NAS SALAS DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS. 2020. (Oficina).

Produções bibliográficas

  • PRADO, LEIVA AYRES DO ; TASSA, K. O. M. E. . DESAFIOS E INQUIETAÇÕES DA DOCÊNCIA: A TRANSIÇÃO DE ALUNOS PÚBLICO-ALVO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL NO ENSINO FUNDAMENTAL. Beletim da Conjuctura , v. 15, p. 262-282, 2023.

  • TASSA, KHALED OMAR MOHAMAD EL ; PRADO, LEIVA AYRES DO . INCLUSÃO ESCOLAR: DIÁLOGOS E ARTICULAÇÕES ENTRE PROFESSORES NA TRANSIÇÃO DE ALUNOS PAEE DO 5 (QUINTO) PARA O 6 (SEXTO) ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL. EDUCERE ET EDUCARE (VERSÃO ELETRÔNICA) , v. 17, p. 61-79, 2022.

  • DO PRADO, LEIVA AYRES ; TASSA, KHALED OMAR MOHAMAD EL . Educação inclusiva: Reflexões pertinentes sobre o atendimento educacional especializado (AEE) e as salas de recursos multifuncionais (SRM) / Inclusive education: Relevant reflections on specialized educational care (AEE) and multifunctional resource rooms (SRM). Brazilian Journal of Development , v. 8, p. 793-807, 2022.

  • PRADO, LEIVA AYRES DO ; TEMITSKI, J. L. ; OLIVEIRA, M. A. ; TASSA, K. O. M. E. ; CRUZ, G. C. . SER DOCENTE EM TEMPOS DE PANDEMIA: NARRATIVAS AUTOBIOGRÁFICAS EM CONTEXTOS EDUCACIONAIS INCLUSIVOS. https://revista.ioles.com.br/boca/index.php/index , v. 8, p. Nov 1, 2021, 2021.

  • PRADO, LEIVA AYRES DO . Transição de alunos público alvo da Educação Especial (PAEE) do quinto para o sexto ano do Ensino Fundamental - Anos Finais: desafios e inquietações da docência. In: Anais do IV CEVaJ e II SemDPpehl Ensino e Pesquisa em Tempos de Pandemia: cenários do cotidiano e a (r)existência da docência, 2021, UFAC. Anais do(a) Anais do IV CEVaJ e II SemDPpehl - Ensino e Pesquisa em Tempos de Pandemia: cenários do cotidiano e a (r)existência da docência. Recife: Even3, 2020. p. 1.

  • PRADO, L. A. ; TASSA, K. O. M. E. . DESAFIOS PARA A PRÁTICA DOCENTE NAS SALAS DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS. 2021. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • PRADO, L. A. . SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. 2020. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • PRADO, L. A. . IV Congresso de Educação do Vale do Juruá. 2020. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • PRADO, L. A. . Inclusão. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

Projetos de pesquisa

  • 2019 - 2022

    A TRANSIÇÃO DE ALUNOS PÚBLICO-ALVO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL (PAEE) DO 5 (QUINTO) PARA O 6 (SEXTO) ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL ? ANOS FINAIS: DESAFIOS E INQUIETAÇÕES DA DOCÊNCIA, Descrição: Pode-se afirmar que cada sujeito é único em sua individualidade, em sua subjetividade, e que as diferenças entre os sujeitos devem ser respeitadas, com garantia igualitária de acesso e permanência nos múltiplos espaços da sociedade. A escola é o lugar, por excelência, onde se ensina a todas as crianças indistintamente, apesar de apresentarem características individuais de aprendizagem. Tem-se aí a relação pedagógica, com suas dimensões individuais e sociais, nas quais, segundo Demo (2009), [...] o aluno tem direito à igualdade e à diferença, a ser tratado como semelhante partícipe da sociedade e como indivíduo específico, dotado de horizontes subjetivos próprios e também acometido de problemas particulares que podem prejudicar a aprendizagem. (DEMO, 2009, p. 21). Nessa perspectiva, a comunidade escolar é formada por uma grande diversidade de educandos, havendo a necessidade de desenvolver o ensino por meio de um currículo aberto e flexível, para atender todas as demandas do espaço escolar (GLAT, 2011). É de suma importância, portanto, que a escola considere e supere o desafio de lidar com as diferenças, promovendo espaços de inclusão, apoio e desenvolvimento de todos. Para Glat (2011), na proposta da educação inclusiva, a escola tem o papel de organizar e desenvolver adaptações curriculares adequadas às necessidades educacionais apresentadas pelos educandos, para que estes possam ter um bom desempenho escolar. Em resposta às necessidades do coletivo, por meio do desenvolvimento de ações e programas que objetivam o bem-comum e a diminuição das desigualdades, a escola regular, em suas diversas modalidades de ensino, buscou tornar viável a inclusão de alunos com deficiências e transtornos globais de desenvolvimento, promovendo a organização de classes comuns e de serviços de atendimento pedagógico especializado (APE), como, por exemplo, as Salas de Recursos Multifuncionais (SRM). Essas salas foram implementadas no ano de 2007, de acordo com o que previa a Portaria Normativa n. 13, de 24 de abril de 2007 (BRASIL, 2007), com o trabalho de natureza pedagógica sendo conduzido por um professor especializado, objetivando a realização de um atendimento educacional especializado. No Estado do Paraná, especificamente, a partir da implementação das Salas de Recursos Multifuncionais (SRM), indivíduos com deficiência intelectual, deficiência física neuromotora, transtornos globais de desenvolvimento e transtornos funcionais específicos, passaram a ter nas instituições de ensino regulares estaduais espaço para desenvolverem suas habilidades e receberem o apoio e a estrutura necessária para o seu aprendizado. Nesse ponto, vale apresentar as definições dadas pelos documentos oficiais aos indivíduos que se encaixam no público-alvo da educação especial (PAEE). A Resolução n 4, de 2 de outubro de 2009 (BRASIL, 2009), que instituiu as Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial, considera, no seu artigo 4, público-alvo da Educação Especial: 1. Alunos com deficiência; 2. Alunos com transtornos globais do desenvolvimento; e 3. Alunos com altas habilidades/superdotação (BRASIL, 2009). Já no Estado do Paraná, a Instrução n. 016/2011 (PARANÁ, 2011), apresenta como público-alvo da Educação Especial, alunos com deficiência intelectual, deficiência física neuromotora e transtornos globais do desenvolvimento e alunos com transtornos funcionais específicos ? TFE, omitindo os alunos com altas habilidades/superdotação (PARANÁ, 2011). Inserir os alunos com deficiências e transtornos globais de desenvolvimento no ensino regular constituiu-se como o primeiro passo para a educação inclusiva (MANTOAN, 2003), no entanto, tornou-se necessário dar respaldo às ações, por meio de legislação própria e capaz de orientar as escolas e seus profissionais, no sentido de prestar um atendimento educacio. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (18) . , Integrantes: Leiva Ayres do Prado - Coordenador., Número de produções C, T & A: 1

Histórico profissional

Experiência profissional

1998 - 2020

Escola Municipal Clotilde dos Santos Gomes

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 20

2005 - Atual

Escola Estadual São Lucas

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor

2019 - Atual

Universidade Estadual do Centro-Oeste

Vínculo: Pesquisador, Enquadramento Funcional: pesquisador

2021 - Atual

Secretaria Municipal de Educação

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Coordenador Pedagógico, Carga horária: 20