Luiz Paulo Sousa da Silva Filho
Possui graduação em Química pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (2017), participou do projeto "Contextualizando o Ensino de Química, práticas e Metodologias Motivadoras nas Escolas Públicas de Ensino Médio do Pará" realizado no Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Pará de 2013 a 2014. Foi fiscal e membro da comissão de correção dos exames da Olimpíada Paraense de Química (2015, 2016 e 2017), Possui Especialização em Educação Especial na Perspectiva da Inclusão pela Escola Superior da Amazônia (2021). Foi professor representante e colaborador de escolas privadas das Olimpíadas Científicas (OBQ, QUIMENINAS, OPAQ, MOBFOG, ONEE), Mestrando em Engenharia de Materiais na Instituição Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará. Atuando principalmente nos seguintes temas: educação; ensino de química; laboratório didático, experimentação; Olimpíadas Científicas
Informações coletadas do Lattes em 31/10/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Mestrado em andamento em Engenharia de Materiais
2024 - Atual
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará
Título: DESENVOLVIMENTO E CARACTERIZAÇÃO DE BIOMATERIAIS A PARTIR DE GORDURA DE CUPUAÇÚ E BIOPOLÍMEROS
Patrícia Teresa Souza da Luz.Palavras-chave: Theobroma grandiflorum; Cupuaçú; Biopolímeros.Grande área: Engenharias
Especialização em Educação Especial na Perspectiva da Inclusão
2020 - 2021
Escola Superior da Amazônia
Título: Acessibilidade: Fatores Limitadores de Alunos com Deficiência Física em Escolas Públicas
Orientador: Telma Nazaré de Sousa Pereira
Graduação em Química
2013 - 2017
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará
Título: Química Verde e a Pluralidade do Buriti (Mauritia Flexuosa L.f.)
Orientador: Solange Maria Vinagre Corrêa
Formação complementar
2025 - 2025
Certificação Lean Seis Sigma White Belt. (Carga horária: 8h). , FM2S Educação e Consultoria, FM2S, Brasil.
2025 - 2025
Trilha - Boas práticas nos serviços de alimentação. (Carga horária: 20h). , Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, SEBRAE, Brasil.
2025 - 2025
Certificação Lean Seis Sigma Yellow Belt. (Carga horária: 24h). , FM2S Educação e Consultoria, FM2S, Brasil.
2023 - 2023
Uso de Recursos Educacionais Digitais. (Carga horária: 60h). , Ministério da Educação, MEC, Brasil.
2023 - 2023
Segurança Química em Laboratórios de Ensino e Pesquisa. (Carga horária: 40h). , Escola Nacional de Administração Pública, ENAP, Brasil.
2023 - 2023
Formação para Articuladores do Programa de Inovação Educação Conectada. (Carga horária: 180h). , Ministério da Educação, MEC, Brasil.
2022 - 2022
Formação em Ciências da Natureza e suas Tecnologias. (Carga horária: 180h). , Ministério da Educação, MEC, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.
Organização de eventos
ROCHA, H. S. C. ; SILVA FILHO, L. P. S. . III Congresso Nacional de Diversidades e Questões Etnicorraciais/1° Encontro de NEAB/NEABI e Grupos Correlatos da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica. 2015. (Congresso).
SILVA FILHO, L. P. S. . I Ciclo de Palestras da Calourada Química. 2015. (Exposição).
CORREA, A. S. ; BRABO, J.C. ; SILVA FILHO, L. P. S. . Semana do Químico 2015/XVI Encontro Paraense de Ensino Química (EPEQ)/III Encontro de Profissionais de Química do IFPa. 2015. (Outro).
SILVA FILHO, L. P. S. . Química, Diversidade e Tecnologia. 2013. .
Participação em eventos
56° CONGRESSO BRASILEIRO DE QUÍMICA. TABELA PERIÓDICA ADAPTADA EM LINGUAGENS DE LIBRAS. 2016. (Congresso).
1° Congresso de Diversidades e Questões Etnicorraciais. 2013. (Congresso).
Produções bibliográficas
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CARNEIRO, G. N. ; SILVA FILHO, L. P. S. ; WATAYA, C. H. . A VALORIZAÇÃO DO CORRETO APROVEITAMENTO DA ÁGUA NO DESENVOLVIMENTO DA VIDA EM SOCIEDADE. In: Química: Tecnologia, Desafios e Perspectivas na Amazônia, 2016, Belém/Pará. 56° Congresso Brasileiro de Química, 2016.
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SILVA FILHO, L. P. S. ; CARNEIRO, G. N. ; SANTOS, T. A. S. ; SANTOS, H. T. S. . TABELA PERIÓDICA ADAPTADA EM LINGUAGENS DE LIBRAS. In: 56° CONGRESSO BRASILEIRO DE QUÍMICA, 2016, Belém. Química: Tecnologia, Desafios e Perspectivas na Amazônia, 2016.
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FERREIRA, D. A. G. ; PEREIRA, A. A. G. ; TEIXEIRA, A. F. ; SILVA FILHO, L. P. S. ; MACIEL, M. S. ; SILVA, F. A. B. ; NUNES, I. C. D. ; GOMES, C. G. B. ; LOPES, T. C. ; FARIAS, M. S. ; LUZ, P. T. S. ; SANTOS, I. C. . A UTILIZAÇÃO DA EXPERIMENTAÇÃO NO ENSINO DE QUÍMICA. In: 54° Congresso Brasileiro de Química, 2014, Natal/Rio Grande do Norte. Química e Sociedade: Motores da Sustentabilidade, 2014.
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SANTOS, L. R. ; FARIAS, M. S. ; MACIEL, M. S. ; LOPES, T. C. ; SILVA FILHO, L. P. S. ; TEIXEIRA, A. F. ; FERREIRA, D. A. G. F. ; LUZ, P. T. S. ; SANTOS, I. C. ; GOMES, C. G. B. ; SILVA, F. A. B. ; PEREIRA, A. A. G. ; NUNES, I. C. D. . EXPERIMENTAÇÃO NO ENSINO DE QUÍMICA COMO FORMA DE PREVENÇÃO AO CONSUMO DE DROGAS PELOS ALUNOS. In: 54° Congresso Brasileiro de Química, 2014, Natal/Rio Grande do Norte. Química e Sociedade: Motores e Sustentabilidade, 2014.
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LOPES, T. C. ; NUNES, I. C. D. ; SILVA FILHO, L. P. S. ; GOMES, C. G. B. ; TEIXEIRA, A. F. ; SANTOS, L. R. ; FERREIRA, D. A. G. ; SILVA, F. A. B. ; PEREIRA, A. A. G. ; MACIEL, M. S. ; LUZ, P. T. S. ; FARIAS, M. S. ; SANTOS, I. C. . TRILHA QUÍMICA: TECNOLOGIA EDUCATIVA E APRENDIZAGEM.. In: Congresso Brasileiro de Química, 2014, Natal/Rio Grande do Norte. Química e Sociedade: Motores da Sustentabilidade, 2014.
Outras produções
SILVA FILHO, L. P. S. . XX Seminário Integrador da Licenciaturas Do IFPa - Campus Belém. 2014. (Programa de rádio ou TV/Outra).
SILVA FILHO, L. P. S. . Projeto Medalhista Científico. 2021; Tema: Ensino e Aprendizagem de Qualificação para as Olimpíadas Científicas. (Site).
Projetos de pesquisa
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2024 - Atual
Processamento biotecnológico para obtenção de Manose a partir da semente de Açaí, Descrição: A indústria brasileira do açaí alcançou destaque nacional e internacional nos últimos anos. Seu produto final, principalmente a celulose congelada, popularizou-se mundialmente, respondendo por uma alta participação de mercado, inclusive nas exportações. No entanto, os subprodutos sólidos provenientes do processamento nem sempre são descartados de forma ambientalmente adequadas (FERREIRA et al 2021)..Em 2019, a produção no Estado do Pará (PA) de açaí atingiu 151.793 toneladas, representando 68,2 da produção nacional. O restante da produção de açaí é obtido dos Estados do Amazonas (19,7), Maranhão (7,9), Acre (2,1), Amapá (1,4), Rondônia e Roraima (0,7). No município de Belém/PA, cerca de 370 toneladas de açaí são vendidas diariamente, gerando enormes quantidades de resíduos de biomassa, constituídos essencialmente por sementes (IBGE, 2020). A semente de açaí corresponde a 85,0 do peso total do fruto. Também temos 65 de carbono fixo em sua composição, composto por lignina, celulose e hemicelulose. Vários estudos com foco na sua valorização foram realizados, incluindo: energia produção e tratamento de águas residuais; a produção de biocarvão para condicionamento do solo; seu uso como material para construção civil e móveis; e para a síntese de catalisador sulfonado para reações de esterificação (CONCEIÇÃO et al.; 2022).Com o atual crescente consumo de açaí, o Brasil produz, cerca de 1,7 mil toneladas de sementes por ano (IBGE, 2021), sendo elas resistente, sua degradação é lenta e o acúmulo no ambiente é crescente podendo ser consideradas resíduos se não houver coleta específica, ocasionando descartes de forma irregular.Essa biomassa possui vantagens como resistência térmica, além de ser de baixo custo (TAVARES et al., 2020). A aplicação para os resíduos está inserida na proposta de uma biorrefinaria, com base no aproveitamento integral e eficiente das diferentes frações, fibras e caroço, do açaí (NARODOSLAWSKY, 2013).Para produtos agroindustriais de açaí de alto valor agregado e crescente exportação, uma alternativa tecnológica com maior investimento no reaproveitamento de resíduos poderia contribuir para a preservação da vegetação nativa. A agregação de valor aos resíduos favorece o estabelecimento de uma economia circular. Novas fontes de energia aplicadas em modelos integrados de produção fecham ciclos da matéria-prima à valorização de resíduos. No conceito de economia circular, a sustentabilidade da cadeia produtiva seria maximizada ao mesmo tempo em que se reduz os efeitos colaterais antrópicos negativos (APM et al, 2019).Assim, reaproveitar os resíduos da biomassa do caroço de açaí para preparar produtos de alto valor agregado é de grande importância para o desenvolvimento sustentável da região. Uma maneira de fazer esse reaproveitamento é pela obtenção do monossacarídeo manose.Segundo Rambo, Schmidt et al., (2015), os caroços de açaí possuem altas quantidades do monossacarídeo manose em sua composição. Este carboidrato possui alto valor comercial, devido ao grande interesse das indústrias farmacêutica, cosméticas e alimentícias (WU, ZHANG, et al., 2019). Contudo, para obter manose, por meio de biomassa, é necessário a realização de uma quebra na estrutura polimérica da manana, que é composta pela manose unida por ligações do tipo #946;-1,4 ou uma combinação de resíduos de glicose e manose combinados pelo mesmo tipo de ligação (SILVA, 2023).A manose tem alto valor de mercado, pois apresenta potencial como ingrediente funcional e funções biológicas de grande interesse na indústria cosmética, farmacêutica e alimentícia (HU, SHI, et al., 2016, WU, ZHANG, et al., 2019). O processo de obtenção de manose a partir de biomassas inclui uma etapa de despolimerização do conteúdo de manana, polímero de manose, presente no material. Como exemplo, alguns dos poucos trabalhos na literatura sobre essa temática reportam a obtenç. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Luiz Paulo Sousa da Silva Filho - Integrante / PATRÍCIA TERESA SOUZA DA LUZ - Coordenador / Ramon Kleyton Ferreira - Integrante / DEMETRIUS PEREIRA MORILLA - Integrante / JULIANI JAMILE PINHEIRO DE OLIVEIRA - Integrante / Oscar Jesus Choke Fernandez - Integrante.
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2024 - Atual
Produção de biopolímeros a partir da epoxidação e polimerização do óleo de buriti., Descrição: O mundo, atualmente, está passando por diferentes questões ambientais, sendo uma dessas questões a utilização de recursos fósseis (petróleo), sendo o mesmo um recurso não renovável e utilizado na produção de diferentes insumos para a indústria, sendo entre esses insumos os polímeros (plástico).O material, conhecido pela sua maleabilidade, possui como problemática o seu tempo de decomposição alto, gerando um acúmulo desse material no meio ambiente, contaminando e prejudicando solos, rios, fauna e flora.No entanto, com o passar das décadas, o uso do petróleo acabou se tornando nocivo ao meio ambiente, além do mesmo está diminuindo nas diferentes reservas de petróleo do mundo (Sahoo; Khandelwal e Manik, 2018).Como alternativa a utilização e futura escassez do petróleo, a indústria e a academia tem buscado fontes alternativas, sendo entre elas a utilização de recurso renováveis a base de vegetais para a síntese de biopolímeros, um material com propriedades semelhantes ao plástico porém com um tempo de vida menor (biodegradável)Entre os recursos renováveis estão os óleos vegetais, uma matéria prima rica em triglicerídeos (ésteres de ácidos graxos e glicerol) que pode ser extraídos por processos físicos e químicos e utilizado, através de reações de conversão para epóxido, como matéria prima para a produção de bioplásticos (Sahoo; Khandelwal e Manik, 2018; Silva, 2023). Silva (2023) complementa que o Brasil é um dos maiores produtores de óleos vegetais do mundo.O processo de síntese, além de beneficiar o meio ambiente com um material alternativo não tóxico ou agressivo, também pode ser sintetizado, também o epóxido quanto o biomaterial, através de rotas limpas e seguras, atendendo os princípios da química verde (Ferreira et al, 2018; Gaglieri et al, 2022).Os tipos de óleos utilizados na indústria são de preferência os comestíveis como soja e milho (Sahoo; Khandelwal e Manik, 2018). Silva (2023) apontam que a utilização dessa matéria prima não prejudicaria a indústria alimentícia, permitindo que o setor possa crescer sem competir.O processo de cura para a polimerização, se utiliza de diferentes agentes termofixos por vezes obtidos também de fontes não renováveis, no entanto Sahoo, Khandelwal e Manik, (2018) apontam em sua pesquisa a utilização de termofixos auto curaveis como o ácido cítrico, tendo um resultado por vezes superior que os demais métodos de polimerização. Através disso, o objetivo do trabalho é a síntese de biopolímeros através da epoxidação e polimerização do óleo de buriti.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Luiz Paulo Sousa da Silva Filho - Coordenador / PATRÍCIA TERESA SOUZA DA LUZ - Integrante / Ramon Kleyton Ferreira - Integrante / DEMETRIUS PEREIRA MORILLA - Integrante / Yago Claudionor Fonseca Lopes Leite - Integrante / Erica Karine Lourenco Mares - Integrante.
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2024 - Atual
Síntese de Zeólita NaY obtida de rejeitos da mineração com aplicação em reações fotocatalíticas., Descrição: Localizado na Região Amazônica Brasileira, o Estado do Pará representa uma das regiões mais importantes no cenário nacional da mineração. A Província Mineral de Carajás, localizada na porção oriental do Estado do Pará, é uma das maiores concentrações de minérios do planeta. Da indústria paraense, o setor mineral é o que apresenta melhor desenvolvimento e representa um importante incremento à economia, sendo que foram realizados grandes investimentos da VALE, Mineração Rio do Norte, Albras, Hydro Alunorte e PPSA. Esse setor desponta como um dos mais promissórios, decorrente da expansão de novos projetos envolvendo ferro, cobre, níquel, manganês, alumínio, bauxita, alumina e outras matérias primas minerais (CHOQUE FERNANDEZ e FERNANDEZ, 2022).Neste contexto, a exploração mineral de bauxita representa grande potencial gerador de resíduos, em que cerca de 70 de resíduo é descartado no meio ambiente, sendo seu manejo necessário para evitar graves impactos ao solo, ar, água e mananciais (FEITOSA et al., 2007). Outros autores reportam que sua extração produz percentual de resíduos de 80 a 90 (ANJOS NEVES, 2011). Neste processo de produção, o processamento de caulim primário envolve dois tipos de resíduos: o primeiro é o resíduo grosso oriundo da separação de quartzo do minério, o segundo é o resíduo fino devido à segunda etapa de beneficiamento, resultante da sua purificação, este resíduo é oriundo das etapas de centrifugação, separação magnética, branqueamento e filtragem, armazenado em grandes lagoas de sedimentação (ANJOS NEVES, 2011; MAIA et al., 2007).Porém, o uso de rejeitos e resíduos gerados por diversos setores econômicos tem merecido destaque em processos biotecnológicos a saber: resíduos de frutas e vegetais para a produção de enzimas e ácidos orgânicos (PANDA et al., 2016); resíduos tóxicos gerados por atividades agrícolas, industriais, comercial, militar e domésticas, convertidos por microorganismos em compostos inorgânicos como parte do processo natural de reciclagem (SINGH, 2009); efluentes líquidos contaminados com metais que podem ser removidos por microorganismos (ECCLES, 1999) e resíduo de produção de biodiesel (glicerol e ácidos graxos) como meio de cultura de Aspergillus niger (MUSIAL et al., 2011).O rejeito gerado da extração de bauxita é uma matéria prima para a obtenção de zeólitas que são polímeros minerais cristalinos que apresentam uma malha elementar regular e são formadas principalmente por átomos de alumínio, silício, oxigênio e algum metal. Estas estruturas apresentam boa estabilidade térmica e seletividade, comportando-se como peneiras moleculares e sendo úteis em aplicações biotecnológicas como as estruturas: ANA (analcima), relacionada a efeitos antioxidantes em humanos (DOGLIOTTI et al., 2012 apud. BACAKOVA et al., 2018); LTL (zeólita L), utilizada na separação de células (EL-GINDI et al., 2012 apud. BACAKOVA et al., 2018).As zeólitas possuem uma função primordial em diversos processos biotecnológicos, devido sua versatilidade estrutural, apresentando seletividade, capacidade de troca iônica, porosidade e elevada resistência mecânica e térmica, podendo servir como um suporte para a melhora da estabilidade de fotocatalisadores, útil em biotransformações envolvendo oxirreduções para a eliminação de contaminantes de um meio.As zeólitas são aluminossilicatos cristalinos hidratados de ocorrência natural ou sintética, que possuem estrutura tridimensional coordenada por tetraedros TO4 (T = Si, Al, B, Ge, Fe, P, Co,...) que estão interligados uns aos outros através de átomos de oxigênio compartilhados nos vértices dos tetraedros (AMEH et al., 2017). Os canais de microporos das zeólitas têm diâmetros muito bem definidos, de modo que as moléculas volumosas ficam excluídas da superfície interna. A estrutura da zeólita permite a transferência entre os espaços intracristalinos, porém, essa transferênci. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Luiz Paulo Sousa da Silva Filho - Integrante / PATRÍCIA TERESA SOUZA DA LUZ - Coordenador / Ramon Kleyton Ferreira - Integrante / ERIC VINÍCIUS VALENTE BELO - Integrante.
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2024 - Atual
Fotodegradação dos fármacos Tetraciclina e Ácido Acetil Salicílico a partir do fotocatalisador heteroestruturado de Nitreto de Carbono e óxidos de nióbio, Descrição: As ligas de titânio apresentam excelentes características como resistência à corrosão, boa resistência mecânica e biocompatibilidade no ser humano, tornando-as um material amplamente utilizado em cirurgias odontológicas, endovasculares e ortopédicas (Demetrescu, Pirvu e Mitran, 2010). Em comparação com outras ligas e aços inoxidáveis, ligas de titânio demonstram maior biocompatibilidade, atribuída principalmente às suas propriedades de superfície. No entanto, a presença prolongada de implantes à base de metal no corpo humano aumenta o risco de formação de corrosão, pois quando os implantes entram em contato com o tecido ósseo, ocorrem uma série de reações biológicas, diminuindo potencialmente o desempenho dos implantes ao longo do tempo e levando ao aumento das respostas inflamatórias. Com a crescente expectativa de vida, há uma demanda crescente por maior vida útil de implantes metálicos (Shah, Thomsen e Palmquist, 2019; Karabulu et al., 2024).Os estudos na área de nanotecnologia levaram ao surgimento de excelentes materiais nanométricos com grande superfície-volume e propriedades térmicas, elétricas, ópticas, catalíticas e magnéticas distintas. Essas propriedades são intrinsecamente dependentes do tamanho, forma e estrutura exclusivos dessas partículas dos materiais. Atualmente, tem ocorrido um interesse significativo em pesquisas sobre revestimentos de superfície nanoestruturados como uma abordagem econômica, ecologicamente correta e promissora para aumentar a resistência à corrosão em várias aplicações médicas (Nasrollahzadeh et al., 2019; Yeganeh et al., 2020; OLASEHINDE et al., 2022)Porém, os métodos de síntese de nanopartículas são geralmente onerosos, trabalhosos e potencialmente nocivos para o meio ambiente (Makarov et al., 2014). Com isso, estudos sobre métodos seguros e econômicos da síntese de nanopartículas tem ganho destaque nos últimos anos. A biossíntese é um dos métodos mais seguros de síntese que faz uso de biomateriais naturais, como várias partes de plantas (Subhapriya e Gomathipriya, 2018; SUPRAPTO et al., 2020), algas (Castro et al., 2013), leveduras (Boroumand Moghaddam et al., 2015) e fungos (Bansal etal., 2004) para reduzir sais metálicos orgânicos ou inorgânicos para a produção de nanopartículas e compósitos.A Paullinia cupana, conhecida popularmente como guaraná, é uma espécie pertencente à família Sapindaceae, consumida mundialmente em suplementos fitoterápicos e bebidas estimulantes (Portella et al., 2013). A maior parte de sua produção comercial é de origem brasileira, correspondendo a 2521 toneladas em 2023. Os estados da Bahia e Amazonas respondem por mais de 90 da produção nacional, com 1727 e 611 toneladas, respectivamente (IBGE, 2025). Na literatura é relatada várias propriedades do guaraná como as atividades anticancerígena, antimicrobiana, energéticas, termogênicas e antioxidante (Basile et al., 2005, Yamaguti-Sasaki et al., 2007; Andersen e Fogh, 2001), propriedade relevante para o desenvolvimento de inibidores de corrosão. O extrato do casquilho do guaraná foi testado como inibidor de corrosão para aço carbono 1020 ao ataque de ácido clorídrico a 0,5 M alcançando uma eficiência de inibição de 74,65 (Morais et al., 2023). Outros extratos vegetais derivados de espécies pertencente à família Sapindaceae já tiveram sua atividade anticorrosiva comprovada (Joseph, Fayomi, Adenigba, 2017; Deyab, Mmohsen e Guo, 2022).. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Luiz Paulo Sousa da Silva Filho - Integrante / PATRÍCIA TERESA SOUZA DA LUZ - Coordenador / Ramon Kleyton Ferreira - Integrante / VINICIUS TAVARES MEDEIROS - Integrante / MARIO SERGIO DE OLIVEIRA PAZ - Integrante / WILLIAMS RAPHAEL DE SOUZA MORAIS - Integrante / ERIC VINÍCIUS VALENTE BELO - Integrante / VITOR MIGUEL LIMA BRITO - Integrante.
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2024 - Atual
PRODUÇÃO DE PAINÉIS ACÚSTICOS COM FIBRAS DE AÇAÍ: UMA SOLUÇÃO ACÚSTICA VERDE, Descrição: Desde os primórdios os seres humanos foram evoluindo criando e aprimorando novas ideias e tudo ao seu redor, entretanto não havia certa preocupação com relação aos produtos que são gerados e seus impactos ambientais (Alves, 2022). De modo semelhante, a forma como são manuseadas e quais resíduos gerados, seja antes, durante e depois do processo, são efeitos causados por atividades humanas no ecossistema (Lacerda, Nascimento e Ramos, 2021).Sendo assim, buscou-se novas formas de utilizar os resíduos que são gerados, a exemplo os compósitos de fibras naturais. Um compósito é definido quando constitui-se de dois ou mais materiais distintos misturados ao nível macroscópio, resulta em outro material de características únicas e desempenho superior (Neto, 2023). Sendo o conceito reforçado por Callister (2016), Compósitos são materiais formados por uma matriz e um reforço com excelente afinidade química entre si (...). Segundo (Neto, 2023), Os reforços são tipicamente fibras, mas também podem ser partículas ou apresentar-se noutras configurações (fibras curtas, longas, mantas, ).As fibras vegetais são amplamente utilizadas por serem renováveis, baixo custo, biodegradáveis, podendo, dependendo do composto, reduzir a emissão de dióxido de carbono (CO2) (Bressiani Júnior et al., 2021). Ainda segundo (Bressiani Júnior et al., 2021), " As fibras oriundas do caule ou folhas são chamadas de fibras duras e são as mais utilizadas como reforço em compósitos poliméricos..As fibras de açaí por apresentarem boa estabilidade térmica e disponibilidade (Silva et al., 2022) podem ser utilizada como reforço em compósitos. O açaí é o fruto de uma das palmeiras mais valiosas da Amazônia brasileira ( Euterpe oleracea Mart.). A produção dessa fruta cresceu 89 entre 2010 e 2020, chegando a 1,7 milhão de toneladas e gerando mais de US$ 800 milhões para a economia brasileira em 2020 (IBGE, 2021). Sendo assim, o açaí é um fruto abundante na Região Amazônica, consumido de forma considerável. Tal consumo, resulta em problemas de caráter socioambientais tornando espaços públicos e privados em lixões, contribuindo, para a disseminação de doenças (CARDOSO NETO et al, 2023).Contudo, a poluição não pode ser apenas relacionada ao lixo, mas a qualquer alteração ecológica (Lacerda, Nascimento e Ramos, 2021). A poluição sonora por não ser visível, não é possível visualizar de forma palpável os seus efeitos (Lacerda, Nascimento e Ramos, 2021). Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), uma em cada três pessoas na Europa é exposta a altos volumes de som ao longo do dia, e 20 não conseguem dormir bem pelo excesso de ruído. Resultando em tais efeitos segundo (Lima et al., 2021), Os efeitos do ruído causados no homem envolvem: perda auditiva, estresse, distúrbio do sono, aborrecimento, zumbido, doenças cardiovasculares, derrame cerebral, tendência à depressão, entre outros.Vale ressaltar que o aproveitamento do resíduo oriundo da indústria de produção de polpa de açaí é viável pelo baixo custo, o que tem aumentado o interesse por sua aplicação. Além disso, o seu emprego contribui para diminuir os impactos ambientais negativos causados pelo descarte, muitas vezes inadequados, desses resíduos no meio ambiente. E por fim e não menos importante, os resíduos da biomassa são fonte de carvão ativado eficazes na substituição ao carvão mineral de polpa de frutos amazônicos, que tem dificuldade em destinar seus resíduos (ROGEZ, 2000 ; SOUZA, 2014).Comunidades de agricultores familiares de açaí, que costumam adotar sistemas de produção agroecológicos, buscam intensificar a produção para acompanhar o crescimento do mercado. No entanto, uma intensificação bem-sucedida requer políticas e incentivos governamentais robustos. A produção familiar de açaí resulta em alto índice de perda da biodiversidade de espécies arbóreas sem planejamento ecológico e econômico.A utilização. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Luiz Paulo Sousa da Silva Filho - Integrante / PATRÍCIA TERESA SOUZA DA LUZ - Coordenador / Ramon Kleyton Ferreira - Integrante / DEMETRIUS PEREIRA MORILLA - Integrante / IZABELLY BIANCA DA SILVA NASCIMENTO - Integrante / JEAN DA SILVA RODRIGUES - Integrante.
Histórico profissional
Experiência profissional
2024 - Atual
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do ParáVínculo: , Enquadramento Funcional:
2018 - 2019
Colégio Rosa de SaronVínculo: Contratado, Enquadramento Funcional: Professor de Química, Carga horária: 12
2018 - 2024
Colégio Rosa de Saron CN8Vínculo: Contratado, Enquadramento Funcional: Professor de Química, Carga horária: 12
2021 - 2024
Colégio Rosa de Saron PrimeVínculo: Contratado, Enquadramento Funcional: Professor de Química, Carga horária: 12
2022 - 2024
Solução Educacional Brasil AmazôniaVínculo: Prestador de Serviço, Enquadramento Funcional: Professor de Química, Carga horária: 8
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