Bruno Costa Guimarães
Doutor em Geografia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2017-2021), com Mestrado em Geografia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2013-2015), especialista em Gestão Educacional Integrada pelo Centro de Estudos Avançados em Pós Graduação (CESAP), bacharelado e Licenciatura em Geografia pela Universidade Federal Rio de Janeiro (UFRJ). Atuou como docente da disciplina Geografia na Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (SEEDUC) entre 2013 e 2018. Desde 2018, é docente da Secretaria Municipal de Ensino do Rio de Janeiro e da escola particular Escola Nova Gávea. No doutorado, sob a orientação do Prof. Dr. Rafael Winter Ribeiro e da Prof. Dra Lia Calabre, especializou-se no estudo da distribuição espacial de políticas públicas e culturais no Rio de Janeiro, notadamente o Programa Cultura Viva e a Lei Rouanet.
Informações coletadas do Lattes em 12/01/2024
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em Doutorado em Geografia
2017 - 2021
Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
Título: Políticas culturais no contexto federativo brasileiro: concentração e descentralizaçãodo programa cultura viva no município do Rio de Janeiro.
Rafael Winter Ribeiro. Coorientador: Lia Calabre de Azevedo. Palavras-chave: Pontos de Cultura; Políticas Públicas; Federalismo; Rio de Janeiro.Grande área: Ciências HumanasGrande Área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Demografia / Subárea: Política Pública e População.
Mestrado em Geografia
2013 - 2015
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: IMAGEM E PODER: A CONSTRUÇÃO DE IMAGENS DO RIO DE JANEIRO DURANTE O SEGUNDO GOVERNO VARGAS (1951 - 1954), Ano de Obtenção: 2015
Rafael Winter Ribeiro.Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Palavras-chave: Vargas; Poder; Geopolítica; Geografia Política.Grande área: Ciências HumanasSetores de atividade: Outras atividades profissionais, científicas e técnicas.
Especialização em Gestão Educacional Integrada
2012 - 2013
Centro de Estudos Avançados em Pós Graduação
Título: Teoria de Resposta ao Item: Um histórico de avaliação do novo ENEM
Orientador: Mariza Soares de Oliveira
Aperfeiçoamento em andamento em Programa de Desenvolvimento de Líderes Cariocas
2023 - Atual
Graduação em Geografia
2005 - 2011
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: Geopolítica na Ditadura Militar: A relação entre Golbery do Couto e Silva e o Pano de Integração Nacional.
Orientador: Rafael Winter Ribeiro.
Bolsista do(a): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ, FAPERJ, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Humanas / Área: Geografia.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Geografia / Subárea: Geografia Política.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva / Subárea: Epidemiologia.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Planejamento e Avaliação Educacional/Especialidade: Avaliação de Sistemas, Instituições, Planos e Programas Educacionais.
Participação em eventos
I SIMPÓSIO MINEIRO DE GEOGRAFIA.IMAGEM E PODER: A CONSTRUÇÃO DE IMAGENS DO RIO DE JANEIRO DURANTE O SEGUNDO GOVERNO VARGAS (1951 - 1954). 2014. (Simpósio).
VII CONGRESSO BRASILEIRO DE GEÓGRAFOS. SIMBOLISMO DOS MEGA SHOPPINGS: UMA LEITURA DE HOPKINS E GOSS.. 2014. (Congresso).
XVII Encontro Nacional de Geógrafos.Imagem e Poder: A Construção de imagens no Rio de Janeiro durante o segundo período Vargas (1951 - 1954). 2012. (Encontro).
XVI Encontro Nacional de Geógrafos.Geografia da Ditadura Militar: como a geografia e o território brasileiro serviram aos objetivos do governo. 2010. (Encontro).
IV Congresso Internacional de Clínica Médica. Giardíase e Condições Sócio-Econômicas. 2008. (Congresso).
XVIII Forum Internacional de Epidemiologia. Análise espacial de larvas e pupas de Aedes Aegypti em localidade de Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, Brasil?. 2008. (Congresso).
II Forum Internacional de Geografia da Saúde.II Forum Internacional de Geografia da Saúde. 2007. (Simpósio).
XXIV Jornada Giulio Massarani de Iniciação Científica.?Análise espacial de larvas e pupas de Aedes Aegypi em localidade de Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, Brasil?. 2007. (Outra).
Produções bibliográficas
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GUIMARÃES, B.C. . Concentração Cultural: Por Que Podemos Dizer que, no Brasil, o Investimento na Cultura Está Mais Concentrado que o PIB?. MEDIAÇÕES - REVISTA DE CIÊNCIAS SOCIAIS , v. 25, p. 412-426, 2020.
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GUIMARÃES, B.C. . A concentração espacial do programa Cultura Viva no município do Rio de Janeiro. RELACult - Revista Latino-Americana de Estudos em Cultura e Sociedade , v. 05, p. 1, 2019.
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GUIMARÃES, B.C. . TEORIA DE RESPOSTA AO ITEM E APLICAÇÃO NO ENSINO DE GEOGRAFIA. REVISTA PESQUISAR , v. 1, p. 31-55, 2015.
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GUIMARÃES, B.C. . A CONCENTRAÇÃO DAS POLÍTICAS CULTURAIS E O PAPEL DA ESCALA. In: Hannah Guedes de Souza ; Goodfred Schwendenwein ; Mariani Ferri de Holanda ; Suyai Malen García Gualda. (Org.). América Latina em Foco: Novas perspectivas de análise sobre a região. 1ed.Campo dos Goytacazes: alacip, 2020, v. 1, p. 153-165.
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Guimarães, Bruno Costa . A CONCENTRAÇÃO ESPACIAL DO PROGRAMA CULTURA VIVA NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO. Cultura e Sociedade 2. 2ed.Ponta Grossa: Atena Editora, 2020, v. 1, p. 27-38.
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GUIMARÃES, B.C. . IMAGEM E PODER: A CONSTRUÇÃO DE IMAGENS DO RIO DE JANEIRO DURANTE O SEGUNDO GOVERNO VARGAS (1951 - 1954). In: I SIMPÓSIO MINEIRO DE GEOGRAFIA, 2014, Alfenas. Anais do I Simpósio Mineiro de Geografia, 2014. p. 799-2133.
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GUIMARÃES, B.C. . TÍTULO: SIMBOLISMO DOS MEGA SHOPPINGS: UMA LEITURA DE HOPKINS E GOSS.. In: VII CONGRESSO BRASILEIRO DE GEÓGRAFOS, 2014, Vitória. Anais Eletrônicos, 2014.
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GUIMARÃES, B.C. . Imagem e Poder: A Construção de imagens no Rio de Janeiro durante o segundo período Vargas (1951 - 1954). In: XVII Encontro Nacional de Geógrafos, 2012, Belo Horizonte. ENG 2012 Trabalhos Completos, 2012.
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GUIMARÃES, B.C. ; RIBEIRO, R. W. . Geografia da Ditadura Militar: como a geografia e o território brasileiro serviram aos objetivos do governo. In: XVI ENCONTRO NACIONAL DE GEÓGRAFOS, 2010, Porto Alegre. Anais do XVI Encontro de Geógrafos Brasileiros - Porto Alegre, 2010.
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GUIMARÃES, B.C. . SIMBOLISMO DOS MEGA SHOPPINGS: UMA LEITURA DE HOPKINS E GOSS.. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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GUIMARÃES, B.C. . IMAGEM E PODER: A CONSTRUÇÃO DE IMAGENS DO RIO DE JANEIRO DURANTE O SEGUNDO GOVERNO VARGAS (1951 - 1954). 2014. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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GUIMARÃES, B.C. . Imagem e Poder: A Construção de imagens no Rio de Janeiro durante o segundo período Vargas (1951 - 1954). 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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GUIMARÃES, B.C. . ?Geopolítica da Ditadura Militar: Como a Geografia e o Território Brasileiro Serviram aos Objetivos do Governo?. 2010. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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GUIMARÃES, B.C. ; MEDRONHO, R. A. ; TEIXEIRA, J. J. ; TAVARES, M. M. ; GATTAS-FERREIRA, N. . Diferença na distribuição espaciall de pupas de Aedes Aegypti em duas localidade de Nova Iguaçu, RJ. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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GATTAS-FERREIRA, N. ; PEREIRA, A. G. L. ; TEIXEIRA, J. J. ; GUIMARÃES, B.C. ; TAVARES, M. M. ; MEDRONHO, R. A. . Giardíase e Condições Sócio-Econômicas. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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TEIXEIRA, J. J. ; GUIMARÃES, B.C. ; MEDRONHO, R. A. ; GATTAS-FERREIRA, N. . O Ambiente Urbano e a Tuberculose. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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TEIXEIRA, J. J. ; GUIMARÃES, B.C. ; MEDRONHO, R. A. ; TAVARES, M. M. . ?Distribuição espacial da incidência de Tuberculose no Estado do Rio de Janeiro em 2000?. 2007. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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GUIMARÃES, B.C. ; TEIXEIRA, J. J. ; TAVARES, M. M. . ?Análise espacial de larvas e pupas de Aedes Aegypi em localidade de Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, Brasil?. 2007. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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TEIXEIRA, J. J. ; GUIMARÃES, B.C. ; TAVARES, M. M. . ?A incidência de tuberculose e o contexto sócio-ambiental no estado do Rio de Janeiro em 2000?. 2007. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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MEDRONHO, R. A. ; GUIMARÃES, B.C. ; TEIXEIRA, J. J. ; TAVARES, M. M. . Análise espaço-temporal das larvas e pupas de Aedes Aegypti em localidade de Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, Brasil?. 2007. (Apresentação de Trabalho/Outra).
Outras produções
GUIMARÃES, B.C. ; TAVARES, M. M. ; TEIXEIRA, J. J. ; MEDRONHO, R. A. . Curso de Geoprocessamento e Saúde.. 2007. .
Projetos de pesquisa
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2023 - Atual
Gestão da Paisagem Cultural e Patrimônio Mundial no Brasil: sujeitos, instrumentos e abordagens, Descrição: A atenção para a paisagem como objeto e instrumento da gestão do patrimônio e das cidades cresceu nos últimos anos. Essa virada paisagística do patrimônio cultural oferece possibilidades e desafios e tem influenciado modelos de gestão ainda em formação no país. A Convenção do Patrimônio Mundial da Unesco é a iniciativa que mais tem desencadeado ações nessa direção. No Brasil, entre as cinco inscrições na Lista de Patrimônio Mundial realizadas na última década, quatro são paisagens culturais. Paisagens Cariocas (2012), Conjunto Moderno da Pampulha (2016), Paraty e Ilha Grande (2019) Sítio Roberto Burle-Marx (2021). A partir da análise das estruturas e práticas de gestão ligadas a esses sítios, o objetivo da pesquisa é analisar as mudanças e conflitos que surgem na transformação da gestão de sítios protegidos há muito como bens culturais ou naturais quando passam a ser tratados como paisagens culturais e o impacto mais amplo na gestão dos territórios em que estão inseridos. Dois elementos propalados pelos documentos internacionais da Unesco têm influenciado de forma mais forte os discursos sobre a paisagem cultural no Brasil: o caráter holístico e integrador de diferentes valores e a preocupação com a participação social n a gestão. Assim, nesta pesquisa especial interesse é dado para a estrutura de participação e como os interesses e valores dos técnicos, moradores e visitantes são incorporados. Nos interessa investigar quais tradições do conceito de paisagem são mobilizadas, quais os recursos e instrumentos incorporados, os agentes que participam dessa gestão, conflitos, entendimentos e desentendimentos produzidos e as escalas de ação, mapeando as redes de representações e de sujeitos envolvidas, verificando os espaços políticos mobilizados e avaliando as formas de participação da sociedade. A pesquisa visa construir um entendimento sobre a política da paisagem e subsidiar formação de políticas de gestão a partir da paisagem em diálogo com gestores e comunidades.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (4) / Doutorado: (6) . , Integrantes: Bruno Costa Guimarães - Integrante / Rafael Winter Ribeiro - Coordenador / Iná Elias de Castro - Integrante / Daniel Abreu de Azevedo - Integrante / Adriano Santos Soares - Integrante / Alda Azevedo Ferreira - Integrante / David Tavares - Integrante / Lia Motta - Integrante / Isabelle Cury - Integrante / Rachel de Almeida Moura - Integrante / Marcelo Alonso - Integrante / Mônica Bahia Schelee - Integrante / Vincent Berdoulay - Integrante / Pedro Quental - Integrante / Tatiana Lemos - Integrante / Larissa de Lima Souza - Integrante / Guilherme Félix Machado Filho - Integrante / Paula Fernandes da Silva - Integrante / Gilberto Hermínio da Silva Filho - Integrante / Gabrielle Alves Reis - Integrante / João Gustavo Andrade Silva - Integrante / Camila Ciccarone Tangerino - Integrante / Matheus Rezende Teixeira - Integrante / João Schincariol - Integrante / Deborah Souto - Integrante / Candice Balester - Integrante / Arthur Avellar - Integrante / Mariana Aparecida Calheiros Amorim - Integrante / Hugo Alexandre da Silva Rodrigues - Integrante / Jenifer Gomes Ferreira - Integrante.
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2019 - Atual
Quando a Política torna-se paisagem. As ruas e os paradoxos da democracia, Descrição: Eventos contemporâneos no Brasil e no Mundo apresentam duas facetas que não podem ser ignoradas: as mobilizações de interesse político que utilizam a materialidade das ruas e praças onde manifestações, marchas, passeatas, ocupações etc. se tornam visíveis e, por isso mesmo, produzem uma paisagem que se torna ela também um meio para ação política. Deve ser argumentado também que a ocupação física do espaço envia sinais difíceis de ignorar, pois esta ocupação envolve pessoas reais que ocupam, partilham e contestam no espaço físico (PARKINSON, 2012). Nesse sentido, se o debate em torno do papel das mobilizações políticas nos espaços públicos e as questões que elas levantam para as instituições representativas e deliberativas na vida democrática continuam em pauta, há que acrescentar a questão do significado político da paisagem que ajuda a compor o quadro visível dessas mobilizações e a questão do porquê da escolha de determinados lugares em detrimentos de outros. Este projeto tem um duplo objetivo: 1. investigar as condições colocadas por mobilizações, manifestações, marchas, passeatas, ocupações etc. para a transformação dos espaços públicos em espaços políticos e 2. identificar de que modo a paisagem urbana afeta a escolha dos lugares de mobilização, cujas paisagens são transformadas visualmente e simbolicamente em atos políticos. Quatro questões orientam a investigação. A primeira, sob que condições esta transformação se dá e quais ações são relevantes para que ela ocorra. A segunda, quais os impactos das ações dos grupos sociais de interesse, virtuais ou não, nos espaços públicos tornados políticos, sobre o processo de formulação de normas e de leis. A terceira, como os símbolos e ícones da paisagem urbana são mobilizados, reconfigurados e reinterpretados como ativos políticos, ou seja, como recursos políticos intencionais dos manifestantes. A quarta, até que ponto essas novas paisagens políticas e esses espaços públicos animados pela ação derivada das manifestações constituem expressão da virtude da democracia ou, ao contrário, uma ameaça aos seus fundamentos... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bruno Costa Guimarães - Integrante / Rafael Winter Ribeiro - Coordenador / Iná Elias de Castro - Integrante / Daniel Abreu de Azevedo - Integrante / Juliana Nunes Rodrigues - Integrante / Caio Augusto Amorim Maciel - Integrante / Mônica ONeil - Integrante / Guilherme Félix Filho - Integrante / Caio Perdomo - Integrante / Adriano Santos Soares - Integrante.
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2016 - Atual
Direito à Paisagem e prática da cidadania no Rio de Janeiro e Recife: Política Urbana, Democracia e formação de espaços políticos em metrópoles brasileiras, Descrição: A paisagem como categoria para a gestão urbana tem sido valorizada e transformada em tema importante para a organização espacial e produção de discursos sobre a cidade e prática da cidadania. Nos últimos anos, tem-se observado no Brasil um interesse particular pela paisagem nas políticas públicas de uma maneira geral, e nas políticas de patrimônio cultural em particular, com a adoção de novos instrumentos, como a tipologia de paisagem cultural da Unesco e a Chancela de Paisagem Cultural do IPHAN, mas também uma maior valorização da paisagem em instrumentos urbanos mais amplos, como os Planos Diretores, por exemplo. Ao mesmo tempo, observamos alguns movimentos decontestação que têm como base o direito não só à cidade, mas também o direito à paisagem como fundamento de seus questionamentos. Tomando a política da paisagem a partir da tríade Representação/Governo/Contestação este projeto tem como objetivo analisar o processo e os impactos da construção desses novos instrumentos de política da paisagem nas cidades brasileiras, os grupos e movimentos que incluem em sua pauta a gestão da paisagem, observando os discursos, práticas e espaços mobilizados na construção da ideia de direito à paisagem. O projeto concentra sua atenção em duas metrópoles brasileiras, o Rio de Janeiro, cidade que passa por intervenções importantes e por alguns movimentos de contestação a essas ações, e que também pode ser considerada inovadora na construção e captura de instrumentos de política da paisagem, como seu Plano Diretor de 2011 e sua inclusão da Lista de Patrimônio Mundial em 2012 como Paisagem Cultural. Toma também Recife, que tem se destacado dentro das metrópoles brasileiras por um agressivo remodelamento urbano baseado na verticalização e na fluidez do controle urbano mas que, ao mesmo tempo, desenvolveu um forte movimento popular de contestação dessas ações a partir de um discurso sobre a paisagem. A partir do estudo da dinâmica da política da paisagem nessas duas cidades, pretende-se compreender não só seu impacto, as estratégias e agentes mobilizados, como também desenvolver instrumentos de pesquisa e modelos de análise que possam ser aplicados em outras cidades do Brasil... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (4) / Mestrado profissional: (2) / Doutorado: (7) . , Integrantes: Bruno Costa Guimarães - Integrante / Rafael Winter Ribeiro - Coordenador / Iná Elias de Castro - Integrante / Mariana Vieira de Britto - Integrante / Jardel Sandy da Silva - Integrante.
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2011 - 2015
Por uma geografia política da paisagem: políticas públicas, gestão e preservação da paisagem, Descrição: Nos últimos anos, no Brasil, foi aberto um interesse particular pela paisagem nas políticas de patrimônio cultural, a partir das discussões para a operacionalização da categoria de paisagem cultural como instrumento de preservação patrimonial. Ao incluir a paisagem como uma categoria para preservação do patrimônio, sua valorização e proteção passam a ser temas importantes para a prática da cidadania, uma vez que, na atualidade, o patrimônio cultural está intrinsecamente associado às idéias de cidadania, democracia e diversidade. Entretanto, por ser um conceito extremamente polissêmico, a paisagem possui diferentes entendimentos e a forma como este é levado a cabo implica diretamente no modelo de políticas públicas adotado. O projeto procura investigar a forma como a categoria de paisagem tem sido incorporada nessa política em diferentes escalas e suas implicações para uma prática da cidadania que inclua a proteção da paisagem... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (6) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Bruno Costa Guimarães - Integrante / Rafael Winter Ribeiro - Coordenador / Jardel Sandy da Silva - Integrante / Daniel Abreu de Azevedo - Integrante.
Histórico profissional
Experiência profissional
2013 - 2018
Governo do Estado do Rio de JaneiroVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor de Geografia, Carga horária: 30
2015 - 2023
Escola NovaVínculo: Professor, Enquadramento Funcional: Professor de Geografia, Carga horária: 18
2012 - 2013
Colégio Alfa Cem BilingueVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professor de Geografia, Carga horária: 12
2012 - 2013
Escola Chave do TamanhoVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professor de Geografia, Carga horária: 12
2014 - 2014
Universidade Federal do Rio de JaneiroVínculo: Estagiário em Docência, Enquadramento Funcional: Professor Convidado, Carga horária: 3
2018 - Atual
Secretaria Municipal de Educação do Rio de JaneiroVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Regente, Carga horária: 40
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