Loara Costa Gessi

Graduada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em Engenharia Química, é Técnica em Química pela Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha e cursa um MBA em Tecnologia para Negócios pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). De 2023 a 2024, por um ano, realizou um intercâmbio de inglês para Dublin (Irlanda) para aperfeiçoar o idioma. Trabalhou em empresas químicas, com gestão das áreas técnicas e de qualidade.

Informações coletadas do Lattes em 29/04/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em Engenharia Química

2016 - 2022

Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Título: Desenvolvimento de Biocompósitos Poliméricos de PLA e Lignina Obtida a partir da Serragem e do Bagaço da Cana-de-Açúcar
Orientador: Profª Drª Luciane Ferreira Trierweiler

Curso técnico/profissionalizante em Química

2010 - 2014

Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha

Formação complementar

2024 -

MBA em Tecnologia para Negócios. (Carga Horária: 500h). , Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Engenharias / Área: Engenharia Química / Subárea: Tecnologia Química.

Grande área: Engenharias / Área: Engenharia Química.

Participação em eventos

Salão de Iniciação Científica. SENSOR COLORIMÉTRICO DE NANOPARTÍCULAS DE SÍLICA PARA UTILIZAÇÃO EM PLÁSTICO INTELIGENTE. 2020. (Exposição).

Salão de Iniciação Científica. Sensor colorimétrico de nanocompósitos para a indústria alimentícia. 2019. (Exposição).

Mostra Internacional de Ciência e Tecnologia (MOSTRATEC). Utilização do pseudocaule da bananeira para a obtenção de plástico biodegradável. 2013. (Feira).

Feira Interna de Ciência e Tecnologia (FEICIT). Chapas e Laminados Inteligentes a partir de Serragem e Isopor®. 2012. (Feira).

Produções bibliográficas

  • GESSI, L. C. . Desenvolvimento de Biocompósitos Poliméricos de PLA e Lignina Obtida a partir da Serragem e do Bagaço da Cana-de-Açúcar. Porto Alegre: Lume, 2022 (Monografia).

Projetos de pesquisa

  • 2022 - 2022

    Desenvolvimento de biocompósitos poliméricos de PLA e lignina obtida a partir da serragem e do bagaço da cana-de-açúcar, Descrição: É cada vez maior o incentivo pela utilização de plásticos que venham a trazer menoresprejuízos ao meio ambiente e ao ser humano. Com isso, busca-se o uso de polímerosoriginários de fontes renováveis e biodegradáveis. O poliácido láctico (PLA) é um polímero queestá se destacando por ser biodegradável e pela semelhança com o poliestireno (PS). O PLAapresenta boa resistência térmica e fácil processabilidade, podendo ser obtido por diversastécnicas como a extrusão, injeção e moldagem por sopro. Entretanto, o material dispõe delimitações que não possibilitam a ampliação do seu uso em larga escala, como alto custo,acentuada fragilidade e baixa ductilidade. A lignina, por outro lado, é um resíduo poliméricoda indústria. Esse polímero biodegradável está presente na estrutura das plantas, sendo amacromolécula orgânica mais importante e abundante dentre os materiais lignocelulósicos,depois da celulose. A lignina desempenha um importante papel no transporte de nutrientes emetabólitos, além de ser responsável pela resistência mecânica dos vegetais e possuirpropriedades antioxidantes. É um material renovável, disponível em grandes quantidades, debaixo custo, não tóxico, possui alto potencial de aplicação em diversas áreas para a síntese denovos produtos, mesmo assim, apenas 1 a 2 dela é separada e comercializada paraaplicações na química, sendo o restante queimado para a geração de energia. Dessa forma, opresente trabalho tem como objetivo investigar a utilização da lignina para atribuir melhoresqualidades mecânicas ao PLA e torná-lo mais acessível economicamente. A lignina foi extraídade duas fontes: o eucalipto e o bagaço da cana-de-açúcar, por polpação álcali, em seguidaprecipitada com ácido. Depois de preparada, ela foi incorporada ao PLA em três concentraçõesdistintas, 10, 30 e 50 m/m. As amostras de lignina obtidas e os biocompósitos de PLA+ligninaforam caracterizadas por Difratometria de Raios-X (DRX), Espectroscopia de Infravermelho(FTIR), Termogravimetria (DSC e TGA) e Espectroscopia UV/Visível. Para garantir odesempenho da adição de lignina ao PLA, analisou-se também a resistência à tração e aoimpacto Izod. O rendimento da obtenção da lignina do bagaço foi de 74,71 3,36, enquantoque da serragem foi de 64,46 7,66. O número Kappa para a polpa do bagaço foi de 22,5 1,9, já para a serragem foi de 35,2 3,3. Os compósitos de PLA/lignina apresentaram melhorespropriedades mecânicas em tração e impacto de Izod em relação ao PLA puro a partir daincorporação de 30 em massa de lignina. Com isso, a adição de lignina foi uma forma viávelde trazer melhorias ao PLA, tornando-o menos frágil e mais dúctil, podendo assim, serampliado o seu uso industrial.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Loara Costa Gessi - Coordenador / ª Luciane Ferreira Trierweiler - Integrante / . Débora Gonçalves Carvalho - Integrante.

  • 2019 - 2020

    SENSOR COLORIMÉTRICO DE NANOPARTÍCULAS DE SÍLICA PARA UTILIZAÇÃO EM PLÁSTICO INTELIGENTE, Descrição: Os plásticos inteligentes são aqueles que possuem sensores capazes deresponderem a um determinado estímulo externo reprodutível e específico, seja eleelétrico, térmico, de oxirredução seja ele pela variação de pH. Dessa forma, o materialpode alterar propriedades como a cor. Na indústria de embalagens alimentícia, osplásticos inteligentes fornecem, além das funções básicas de contenção e deproteção, substâncias que são capazes de interagir e revelar características dosprodutos que as mantêm, como a deterioração. Os sensores por indicadores de pHdevem ser encapsulados para resistir às condições de processamento da embalagem,além de garantir que o alimento não entre em contato direto com os mesmos. Assim,o objetivo do projeto foi desenvolver um plástico inteligente com sensor colorimétricode pH nanométrico, uma vez que quanto menor a partícula maior a compatibilidadecom a matriz polimérica, encapsulado em sílica para ser utilizado na indústria deembalagens alimentícias, a fim de informar de formas simples e rápida se o alimentoestá próprio para o consumo. Para tanto, foi estudado o melhor método de síntese doencapsulado por vias sol-gel de rotas básica e ácida. Uma tendência nodesenvolvimento desses materiais inteligentes é a utilização de polímerosbiodegradáveis, os quais apresentam uma rápida degradação, tendo um baixoimpacto ambiental. Nesse contexto, foi avaliada a formação de filmes obtidos a partirde poliácido lático (PLA) contendo púrpura de bromocresol, encapsulado peloprocesso sol-gel. O indicador foi encapsulado utilizando TEOS como precursor desílica, depois de pronto, foi incorporado à matriz de PLA. Tanto para os encapsuladode sílica pelas rotas ácida e básica quanto para os filmes de PLA com encapsuladoforam feitas análises de caracterização e alteração de pH, observando a mudança dacoloração. Dentre as análises, destacam-se o tamanho hidrodinâmico (DLS), alixiviação das amostras e o tempo de resposta.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Loara Costa Gessi - Coordenador / Joao Henrique Zimnoch dos Santos - Integrante.

  • 2018 - 2019

    Sensor colorimétrico de nanocompósitos para a indústria alimentícia, Descrição: Os plásticos inteligentes estão ganhando cada vez mais destaque empesquisas acadêmicas sobretudo na área de embalagens de alimentos. Osplásticos ditos smart são aqueles que respondem a um determinado estímuloreprodutível e específico, seja ele elétrico, térmico, de oxirredução ou pelavariação de pH. Dessa forma, o material pode alterar propriedades, como a cor.E é por esse motivo de comunicação que os plásticos inteligentes vêm sendoestudados para embalagens de alimentos, pois, além das funções básicas decontenção e proteção, essas embalagens contêm substâncias que são capazesde interagir e revelar características dos produtos que as mantêm, como porexemplo, deterioração.Essas substâncias, denominadas de dispositivos sensoriais, comoindicadores de pH, são incorporadas às embalagens, geralmente revestidas ouaderidas em alguma matriz para resistir às condições de processamentos asquais são submetidas, além de garantir que o alimento não entre em contatodireto com o dispositivo. As matrizes mais empregadas são as poliméricas, mas,a utilização de moléculas naturais, como proteínas e polímeros de origem vegetale sintéticos, assim como a utilização de sílicas produzidas via sol-gel, sãobastante comuns.O presente trabalho reside na síntese de nanopartículas de sensores depH encapsulados em base de sílica por via sol-gel, que apresentemcompatibilidade com polímeros de poliolefinas e biodegradáveis para a possívelaplicação às embalagens smart. Além disso, é necessária a caracterização dasnanopartículas de sílica, por DLS, SAXS, BET, e, também, a caracterização domaterial desenvolvido, por técnicas como: DSC, TGA, GPC, Miscroscopia deVarredura e de Transmissão e Miscroscopia Eletrônica de Transmissão.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Loara Costa Gessi - Coordenador / Griselda Ligia Barrera Galland - Integrante.

  • 2017 - 2020

    RELAÇÃO ESTRUTURA-PROPRIEDADES-PROCESSAMENTO DE BLENDAS COMPATIBILIZADAS DE PLA-TPE, Descrição: O poli(ácido láctico) (PLA) é um dos principais polímeros biodegradáveis, exibindo altomódulo elástico e biocompatibilidade. Porém, sua baixa tenacidade demanda a modificaçãocom a adição de elastômeros termoplásticos (TPEs) para atender a requisitos de projetos. Abaixa compatibilidade entre PLA e TPEs requer o uso de agente compatibilizante (AgC) paramelhor interação entre fases e, consequentemente, suas propriedades mecânicas eviscoelásticas. O comportamento reológico, as propriedades de interface e a processabilidadegovernam a formação da fase dispersa em uma blenda, afetando seus comportamentosviscoelástico e mecânico. Neste trabalho investigou-se a modificação das característicasmecânicas, morfológicas e viscoelásticas do PLA pela incorporação dos TPEs poliuretanotermoplástico (TPU) e elastômero de etileno (EEt) sem e com a presença do AgC terpolímeroetileno-acrilato de butila-metacrilato de glicidila (EBG) por mistura física. As blendasPLA/TPEs foram preparadas nas proporções mássicas de 10 e 30 em misturador interno,sendo as blendas PLA/TPEs (70/30) aditivadas com 5EBG, e a blenda PLA/TPU (70/30)aditivada com os teores com 2,5 e 7,5EBG. PLA, TPEs e EBG foram caracterizados quantoao comportamento reológico, propriedades de superfície e miscibilidade. As blendasPLA/TPEs (sem e com EBG) foram caracterizadas quanto à sua processabilidade,propriedades reológicas, térmicas, mecânicas, viscoelásticas, morfológicas e de interface. Acompatibilização com EBG reduziu a tensão interfacial e aumentou a espessura da interfaceda blenda PLA/TPU. A adição de 10 de TPE aumentou a viscosidade do PLA de 2123 paraaté 2300 Pa.s, enquanto que 30 de TPE acresceu a viscosidade para até 2650 Pa.s. O uso de7,5EBG reduziu o diâmetro das partículas de TPU na blenda PLA/TPU (70/30) de 3,9 para2,3 #61549;m. O uso de baixo EEt retardou a degradação térmica do PLA, enquanto a presença deEBG nas blendas PLA/TPU retardou a decomposição dos segmentos de TPU. A temperaturade transição vítrea no PLA (medida por DSC) foi 61 C, não tendo sido afetada pelapresença/TPE e de EBG. A Energia Mecânica Específica (EME) aumentou com o aumentodo TPE nas blendas PLA/TPE. A tan #61540; diminuiu com o aumento do TPE, aumentando ocaráter elástico do PLA. O PLA apresentou aumento da resistência ao impacto de 1,9 para5,0 kJ/m com 30TPU e para 7,0 kJ/m com 7,5EBG. A presença de TPE promoveuaumento da deformação no escoamento e melhora no balanço módulo-tenacidade do PLA.EBG mostrou-se um compatibilizante efetivo para as blendas PLA/TPU, sendo o teor de 7,5o mais adequado.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Loara Costa Gessi - Coordenador / Ruth Marlene Campomanes Santana - Integrante / Maria Madalena de Camargo Forte - Integrante / Giordano Pierozan Bernardes - Integrante.

Prêmios

2011

Primeiro Lugar como expositora Categoria Mostra de Criatividade, Feira Interna de Ciência e Tecnologia (FEICIT).

Histórico profissional

Experiência profissional

2021 - 2023

Inbrape Filtração Industrial

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Engenheira, Carga horária: 48

Outras informações:
Fui responsável por reestruturar e gerir a área técnica da empresa. Além disso, realizava as análises químicas, controles de qualidade e processos e elaborava os laudos técnicos com os resultados e ações técnicas e gerenciais a serem tomadas. Realizei o aprimoramento de materiais e desenvolvi novos produtos. Implementei a prática de treinamentos e servi apoio técnico à área comercial. Realizei visitas a clientes para a identificação de problemas nos equipamentos filtrantes

2017 - 2020

Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Técnica em Química, Carga horária: 20

Outras informações:
Como bolsista de Iniciação Científica, realizei dois projetos solo na área de pesquisa e desenvolvimento químico. No primeiro projeto, identifiquei os melhores produtos e métodos para a obtenção de materiais para o preparo do encapsulado nanométrico com sensor por alteração de cor. No segundo, realizei a caracterização dos materiais, a aplicação e os custos.

Atividades

  • 09/2019 - 06/2021

    Extensão universitária , Escola de Engenharia.,Atividade de extensão realizada, Empresa Júnior.

  • 09/2017 - 09/2020

    Pesquisa e desenvolvimento, Instituto de Química.,Linhas de pesquisa

  • 03/2017 - 08/2017

    Pesquisa e desenvolvimento, Escola de Engenharia.,Linhas de pesquisa

2014 - 2016

Cromasinos Galvanoplastia

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Técnica em Química, Carga horária: 48

Outras informações:
Trabalhava no controle de qualidade das peças e dos processos e no monitoramento dos banhos galvanoplásticos, assim como, na indicação das medidas necessárias para seu bom funcionamento. Monitorava a estação de tratamento dos resíduos químicos. Pesquisei e desenvolvi novos banhos e materiais.