Luíza Dias Flores

Sou professora do Departamento de Antropologia e do Programa de Pós-graduação em Antropologia Social da Universidade Federal do Amazonas. Doutora em Antropologia Social (UFRJ/MN), mestra em Sociologia e Antropologia (PPGSA/IFCS/UFRJ) e bacharela em Ciências Sociais (UFRGS). Tenho experiência e interesse de pesquisa na antropologia das religiões de matriz africana, nas relações afroindígenas, nos estudos afro-brasileiros e nos estudos feministas. Sou pesquisadora integrada ao NanSI - Núcleo de Antropologia Simétrica (PPGAS/Museu Nacional/UFRJ), ao GeAfro - Grupo de Estudos Afro (NEABI/UFRGS), ao Grupo de Trabalho Cuerpos, Territorios y Resistencias (CLACSO) e coordeno o Colar - Laboratório de Antropologia da Vida, Ecologia e Política (PPGAS/UFAM).

Informações coletadas do Lattes em 18/08/2024

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em Antropologia Social

2014 - 2018

Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: Ocupar: composições e resistências kilombolas
, Ano de obtenção: 2018. Marcio Goldman. Coorientador: José Carlos dos Anjos. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.

Mestrado em Sociologia e Antropologia

2011 - 2013

Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: Os Comanches e o prenúncio da guerra: um estudo etnográfico com uma tribo carnavalesca de Porto Alegre/RS, Ano de Obtenção: 2013
Jose Reginaldo Santos Goncalves.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Arte negra; agenciamentos minoritários; movimento cultural; relações raciais.Grande área: Ciências HumanasGrande Área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Antropologia da Arte.

Graduação em Ciencias Sociais

2006 - 2010

Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Título: A Cena Negra: uma etnografia sobre teatro negro em Porto Alegre
Orientador: Sergio Baptista da Silva

Graduação em Antropologia

2008 - 2009

ICS e ISCTE, Lisboa, ICS e ISCTE, Lis
Bolsista do(a): Programa de Bolsas Luso-Brasileiras Santander, SANTANDER, Brasil.

Formação complementar

2024 -

Coimbra Group Scholarship Programme 2023. (Carga horária: 320h). , Katholieke Universiteit Leuven, KU Leuven, Bélgica.

2013 - 2013

Construção da Sala de Aula na Plataforma Moodle/CEDERJ. (Carga horária: 30h). , Fundação Centro de Ciências e Educação Superior à Distância do Estado do RJ, CECIERJ, Brasil.

2009 - 2009

Curso de Formação de Mediadores. (Carga horária: 63h). , Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul, FBAVM, Brasil.

2007 - 2007

Introdução à Antropologia da Arte. (Carga horária: 18h). , Koralle, KORALLE, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Francês

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Antropologia das Populações Afro-Brasileiras.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Estudos afro-brasileiros.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Antropologia das religiões de matriz africana.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Antropologias afroindígenas.

Organização de eventos

SOCIAIS, C. A. C. ; SOARES, P. P. M. A. ; FLORES, Luiza Dias ; CANDOTTI, F. . XV Semana de Ciências Sociais da UFAM. 2024. (Outro).

FLORES, Luiza Dias ; JAENISH, D. B. ; ANDION, G. ; FREITAS, S. ; RODRIGUES, J. V. ; GAMA, G. ; PANTOJA, E. I. V. . Confluências Afroamazônicas: ecologias, cuidado e povos de terreiro. 2023. (Outro).

NARAHARA, K. ; MOREL, A. P. ; FLORES, Luiza Dias . GT Autonomias, Educação e Ecologias. 2023. (Congresso).

FLORES, Luiza Dias ; JAENISH, D. B. ; PANTOJA, E. I. V. ; RODRIGUES, J. V. ; FREITAS, S. ; ANDION, G. ; RODRIGUES, V. . Trilhas de Axé: saberes e fazeres do povo de terreiro (caminhada guiada com Mãe Maria). 2023. (Outro).

FLORES, Luiza Dias ; JAENISH, D. B. ; PANTOJA, E. I. V. ; ANDION, G. ; RODRIGUES, J. V. ; FREITAS, S. ; RODRIGUES, V. . Ko Sì Ewé, Ko Sì Orisa: saberes e fazeres do povo de terreiro (caminhada guiada com Pai Ramiro). 2023. (Outro).

MOREL, A. P. ; BRANCALEONE, C. ; FLORES, Luiza Dias ; NARAHARA, K. . roda de socialização com pesquisadores envolvidos com experiências de autonomias e movimentos sociais. 2023. (Outro).

FLORES, Luiza Dias ; MOREL, A. P. ; TORRES, M. E. M. ; PIMENTEL, S. ; MORA, M. . Mesa Temática Antropologia e Educação Popular: implicações mútuas em tempos de descolonização epistêmica?. 2021. (Congresso).

FLORES, Luiza Dias ; MACHADO, C. . GT ?Rexistências e Cosmopolítica: Modos de fazer a vida em tempo pandêmico?. 2021. (Congresso).

FLORES, Luiza Dias . Seminário de 10 Anos de Ações Afirmativas no PPGAS/UFAM.. 2021. (Outro).

FLORES, Luiza Dias ; KOSBY, M. F. ; PINTO, L. . Simpósio Etnografia e Epistemologias Feministas: e se assumirmos o conhecimento antropológico como situado?. 2020. (Outro).

FLORES, Luiza Dias . Mostra de Filmes - Simpósio da Faculdade de Ciências Sociais UFG. 2019. (Exposição).

FLORES, Luiza Dias . Mostra de Performances e Exposições - V Simpósio da Faculdade de Ciências Sociais UFG. 2019. (Exposição).

JAENISH, D. B. ; FLORES, Luiza Dias . "Nossa criatividade é nossa força de luta": Roda de conversa com Danitza Luna (Mujeres Creando/Bolívia), Sandra Benites (Antropóloga Guarani Nhandeva) e Mulheres Auto-organizadas da Zona Oeste (RJ). 2018. (Outro).

FLORES, Luiza Dias ; MESOMO, J. ; Guerra, Sara ; Moraes, Alex ; Parise, Luis Felipe ; Zanella, E. . Às Armas: apostes metodológicos para a pesquisa-militante. 2016. (Outro).

FLORES, Luiza Dias ; Rosa, Marlise ; ROSSIN, B. ; Schüler, Vlad ; DIAZ, M. C. ; FREIRE, L. ; CASTELITTI, C. . Seminário Interno dos Alunos do PPGAS. 2014. (Outro).

Participação em eventos

XV Semana de Ciências Sociais.Ciências Sociais na Escola: desafios e resistências. 2024. (Encontro).

Educação, Cidadania e Ecopedagogia.Práticas educativas no Kilombo de Mãe Preta: entre o saber e o conhecer. 2023. (Outra).

XI Seminário des Alunes do PPGAS/Museu Nacional.GT 6 - Cosmopolíticas e noção de pessoa: relações e disputa. 2023. (Seminário).

Bons Diálogos: pesquisas em Ciências Sociais.Encruzilhadas ético-políticas: pesquisa em meio a lutas. 2022. (Encontro).

CLACSO. ?Notas sobre a "pragmática da borda": a ética do cuidado no Kilombo de Mãe Preta?. 2022. (Congresso).

Educación popular en América Latina. Estrategias en tiempos de pandemia,.Multiversidade dos Povos da Terra de Mãe Preta: nas encruzilhadas de Exu. 2022. (Outra).

Semana de Ciências Sociais da UFAM.Ciências Sociais e Educação Popular. 2022. (Seminário).

Debates Cerrados: "A Constituição de 1988 e os processos de resistência dos povos indígenas: nenhuma gota de sangue a mais". 2019. (Outra).

V Encontro Nacional de Antropologia da Política.Coordenação do GT 03: Experimentos de Insurgências: (cosmo)políticas e processos de autonomia na América Latina e na África. 2019. (Encontro).

VII REACT - Reunião de Antropologia da Ciência e Tecnologia. O "nós" intercessor: quando a etnografia também é magia. 2019. (Congresso).

VI Seminário dos Alunos PPGAS/MN.Militância, engajamento e pesquisa: práticas e dilemas. 2016. (Seminário).

36 Encontro Anual da ANPOCS. ?Ser comancheiro? entre os conceitos de ?afro? e ?indígena?: apontamentos etnográficos com uma tribo carnavalesca em Porto Alegre/RS. 2012. (Congresso).

XV CISO ? Encontro Norte e Nordeste de Ciências Sociais Pré-ALAS Brasil. Reflexões sobre coletivos ?afro-indígenas? no carnaval: estudo comparativo entre Sul e Nordeste. 2012. (Congresso).

Ciclo de Conferências do DIF: Foucault e Deleuze. 2010. (Seminário).

Oficina de Trabalho - Antropologia Feminista. 2009. (Oficina).

Oficina de trabalho - interfaces gênero e raça. 2009. (Oficina).

Jornada de Etnomusicologia. 2008. (Encontro).

Reunião Brasileira de Antropologia. A Contribuição da Antropologia para o Ensino de Arte na Educação Básica a partir da Lei 10.639. 2008. (Congresso).

Seminário de Teoria da História - Teoria da História e História da Teoria: Autores Contemporâneos. 2007. (Seminário).

VII Reunião de Antropologia do Mercosul. 2007. (Congresso).

XIV Jornadas sobre Alternativas Religiosas en America Latina. 2007. (Congresso).

Ação coletiva, militância e cidadania em questão?. 2006. (Outra).

XXI ENECS - Encontor Nacional de Estudantes de Ciências Sociais. 2006. (Encontro).

Participação em bancas

Aluno: Gláucio da Gama Fernandes

RODRIGUES, D. A.; MORAES, M.;FLORES, Luiza Dias. O Tambor de Mina Jeje-Nagô em Manaus:: Um estudo de caso no terreir da Vodunsi Hunjaí Orny de Oxum Apará. 2023. Dissertação (Mestrado em CIÊNCIAS DA RELIGIÃO) - Universidade do Estado do Pará.

Aluno: Maria Carolina Arruda Branco

CARIAGA, D.; LUTTI, A. C. C.;FLORES, Luiza Dias. Mediação e negociação entre mundos: uma etnografia do prestígio e da liderança de uma mulher kiriri em Caldas/MG. 2023. Dissertação (Mestrado em ANTROPOLOGIA) - Universidade Federal da Grande Dourados.

Aluno: Jorge Carlos Jorge

RUFINO, M. R. C. F.; MENSES, M. P.;FLORES, Luiza Dias. Um olhar antropológico sobre os homens de pumbo em Inhassunge - Moçambique. 2023. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social) - Universidade Federal do Amazonas.

Aluno: Dione Coelho de Souza

FLORES, Luiza Dias; DANTAS, L.; WIGGERS, R.. Gênero e deslocamento: um olhar sobre as viagens de ônibus em Manaus. 2023. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social) - Universidade Federal do Amazonas.

Aluno: Mayra Luz Alvarado Davila

SILVA, R. N. P.; SANTOS, L. F. S.;FLORES, Luiza Dias. O ensino e aprendizagem da lingua espanhola aos indígenas Kokama do bairro Grande Vitória em Manaus. 2021. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social) - Universidade Federal do Amazonas.

Aluno: Nyelsen Soares Beckman

BRAGA, S. I. G.; NOGUEIRA, C.;FLORES, Luiza Dias. ?Povo de terreiro de um centro de umbanda em Manaus: estudo de hermeneutica jurídica e antropológica referente a aplicabilidade da convenção 169 da OIT ?. 2021. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social) - Universidade Federal do Amazonas.

Aluno: Sandro Amorim de Carvalho

RODRIGUEZ, J. E. B.; CALDERIPE, M.; SOARES, P. P. M. A.;FLORES, Luiza Dias. ?MINHA MÃE ERA NEGRA, MEU PAI BRANCO, NÓS MORENOS?: relatos biográficos de descendentes de barbadianos no Amazonas?. 2023. Tese (Doutorado em Antropologia Social) - Universidade Federal do Amazonas.

Aluno: Raimunda Nonata Nunes da Silva

FLORES, Luiza Dias; SANTOS, S.; PINTO, M. S.; SILVA, S.; ABUMANSSUR, E. S.. Ritos de vida e morte no âmbito evangélico neopentecostal na cidade de Manaus. 2022. Tese (Doutorado em Antropologia Social) - Universidade Federal do Amazonas.

Aluno: Janaina Betto

PICCIN, M. B.; VIEIRA, S.; MAIZZA, F.; ALARCON, D.; FLORES, B. N.;FLORES, Luiza Dias. Presença, chamado, reflorestar: criações políticas da marcha das mulheres indígenas. 2022. Tese (Doutorado em Extensão Rural) - Universidade Federal de Santa Maria.

Aluno: Fernanda Cristina de Oliveira e Silva

BARBOSA NETO, E.; GOUVEA, M. C.;FLORES, Luiza Dias; GOMES, A.; JESUS, R. E.; VIEIRA, M. G.. A gente vive é rodando - movimentos quilombolas que educam com saberes da confluência. 2020. Tese (Doutorado em Educação) - Universidade Federal de Minas Gerais.

Aluno: SILVIA PACHECO

SILVA, S.; CHITOLINA, M. C.;FLORES, Luiza Dias. Filhos de haitianos em Manaus: gerações em movimento. 2023. Exame de qualificação (Doutorando em Antropologia Social) - Universidade Federal do Amazonas.

Aluno: Marla Elizabeth Almeida Reis

CALDERIPE, M.; BRUNO, A. C.;FLORES, Luiza Dias. "Antropóloga em campo: uma etnografia sobre gênero e prática de pesquisa na região Norte do Brasil",. 2021. Exame de qualificação (Doutorando em Antropologia Social) - Universidade Federal do Amazonas.

Aluno: Janaina Betto

PICCIN, M. B.; VIEIRA, S.; ALARCON, D.; MAIZZA, F.;FLORES, Luiza Dias. Território, nosso corpo, nosso espírito: política e resistência desde a presença de mulheres indígenas no Brasil. 2020. Exame de qualificação (Doutorando em Extensão Rural) - Universidade Federal de Santa Maria.

Aluno: Fernanda Cristina de Oliveira e Silva

BARBOSA NETO, E.; GOMES, A.; GOUVEA, M. C.;FLORES, Luiza Dias. Trânsito e Escuta ? práticas de conhecimento e modos de aprendizagem nas fronteiras,. 2019. Exame de qualificação (Doutorando em Educação) - Universidade Federal de Minas Gerais.

Aluno: AURILENE DA SILVA

FLORES, Luiza Dias; PINHEIRO, P.; ORTOLAN, M. H.. Multiversidade dos Povos da Terra de Mãe Preta: teia de sabenças e protegimentos. 2023. Exame de qualificação (Mestrando em Antropologia Social) - Universidade Federal do Amazonas.

Aluno: Ingrid Rodrigues

FLORES, Luiza Dias; LOURENCO, S.; CARDOSO, T. M.. Mulheres indígenas, ribeirinhas e quilombolas como articuladoras da Flona Nacional de Tefé - AM. 2023. Exame de qualificação (Mestrando em Antropologia Social) - Universidade Federal do Amazonas.

Aluno: Julio Cesar Coelho Gama

COSTA, R.;FLORES, Luiza Dias; FOLLMANN, J. I.; CASTRO, E. H. B.. A SAGA AGOTIME NA AMAZÔNIA: UM ESTUDO DA MEMÓRIA E RECONFIGURAÇÃO IDENTITÁRIA NO ILÊ ASÊ OPÔ MESSAM ORUM. 2022. Exame de qualificação (Mestrando em Sociedade e Cultura na Amazônia) - Universidade Federal do Amazonas.

Aluno: Maria Carolina Arruda Branco

CARIAGA, D.;FLORES, Luiza Dias; LUTTI, A. C. C.. Mediação e negociação entre mundos: uma etnografia do prestígio e da liderança de uma mulher Kiriri em Caldas/MG. 2022. Exame de qualificação (Mestrando em ANTROPOLOGIA) - Universidade Federal da Grande Dourados.

Aluno: Dione Coelho

FLORES, Luiza Dias; DANTAS, L.; WIGGERS, R.. Mobilidade urbana na perspectiva de gênero. 2022. Exame de qualificação (Mestrando em Antropologia Social) - Universidade Federal do Amazonas.

Aluno: Larice Butel

FLORES, Luiza Dias; POGLIA, M. A. S.; BRAGA, S. I. G.. As relações afroindígenas no boi-bumbá caprichoso: controvérsias e criações. 2022. Exame de qualificação (Mestrando em Antropologia Social) - Universidade Federal do Amazonas.

Aluno: Jorge Carlos Jorge

CALDERIPE, M.; WEISS, F.;FLORES, Luiza Dias. Um olhar antropológico da relação entre pumbu e a construção da masculinidade em Moçambique. 2021. Exame de qualificação (Mestrando em Antropologia Social) - Universidade Federal do Amazonas.

Aluno: Bruna Borges

WIGGERS, R.; CALDERIPE, M.;FLORES, Luiza Dias. ?Eu quero seguir viagem sem pai, nem mãe, nem amante tutelar: uma etnografia sobre solteiras de classe média que moram sozinhas?. 2021. Exame de qualificação (Mestrando em Antropologia Social) - Universidade Federal do Amazonas.

Aluno: Dyedre Alves Pedrosa

MACHADO JUNIOR, C.; BRUNO, A. C.;FLORES, Luiza Dias. ?O?ramako: sobre os fios de uma volta no kahu (Trombetas)?. 2021. Exame de qualificação (Mestrando em Antropologia Social) - Universidade Federal do Amazonas.

Aluno: MARIA MADALENA DO SACRAMENTO

TAMASO, I. M.; SILVA, R. L.;FLORES, Luiza Dias. De caça ao caçador: curraleira e sussa enquanto performances culturais quilombolas. 2019. Exame de qualificação (Mestrando em PERFORMANCES CULTURAIS) - Universidade Federal de Goiás.

Aluno: Marcilene dos Santos Pena

SOARES, P. P. M. A.; GALUCH, M. V.;FLORES, Luiza Dias. "Limpando o branco": etnografia das prácas e percepções dos resíduos sólidos na Praça e no Terminal da Matriz, em Manaus/AM. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Sociais) - Universidade Federal do Amazonas.

Aluno: Gabriele Oliveira da Silva

CARDOSO, T. M.; ORTOLAN, M. H.;FLORES, Luiza Dias. A mulher indígena diante das perseguições políticas: protagonismos e modos de re-existências na Amazônia. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Sociais) - Universidade Federal do Amazonas.

Aluno: Thayonara Marina da Silva Santos

PINHEIRO, P.;FLORES, Luiza Dias; NEVES, E. M.. A Qualidade Somos Nós: Considerações sobre cuidado na atuação das agentes comunitárias de saúde em Mituaçu Conde ? PB,. 2020. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Sociais) - Universidade Federal da Paraíba.

Aluno: Milena de Souza

FLORES, Luiza Dias; SOUZA, L.; LISBOA, P.. Museologia no Terminal: no combate à exploração sexual de meninas. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Museologia) - Universidade Federal de Goiás.

FLORES, Luiza Dias; BRAGA, S. I. G.; BATALHA, S. S.. Seleção de Mestrado Turma 2024 (Edital Ampla Concorrência e Edital Indígenas e Quilombolas). 2023. Universidade Federal do Amazonas.

MELLO, F.; SHEPARD, G.;FLORES, Luiza Dias. Seleção de Doutorado PPGAS/UFAM. 2021. Universidade Federal do Amazonas.

FLORES, Luiza Dias; SILVA, R. N. P.; CALENTI, C.. Comissão de Avaliação e Aprovação dos/as alunos/as candidatos à Passagem Direta objeto da Chamada Interna 001/2023. 2023. Universidade Federal do Amazonas.

FLORES, Luiza Dias; SOUZA, M. C. A.; SILVA, C. F.. BANCA EXAMINADORA de Seleção de Bolsista de Pós-doutorado - Edital N. 008/2023 ? PROPESP/UFAM:. 2023. Universidade Federal do Amazonas.

MOREL, A. P.; CHAVES, L. L.; RODRIGUES, B.;FLORES, Luiza Dias. Seleção da melhor dissertação PPGAS/UFAM 2022. 2022. Universidade Federal do Amazonas.

FLORES, Luiza Dias; CARDOSO, T. M.; SILVA, S. A.. COMISSAO DE AVALIACAO DE TESES E DISSERTACOES 2019. 2020. Universidade Federal do Amazonas.

Orientou

Paula Palmeira Gomes

O Legado religioso deixado por Nochê Hunjaí Emília de Tóy Lissá Agbê Manjá dentro da nação Mina Jeje-Nagô na cidade de Manaus; Início: 2024; Dissertação (Mestrado em Antropologia Social) - Universidade Federal do Amazonas; (Orientador);

Carla Lúcia Sarmento Fernandes

KARÂKODA: de Yusio à Wisu, um aprendizado de avó; Início: 2024; Dissertação (Mestrado em Antropologia Social) - Universidade Federal do Amazonas; (Orientador);

Enna Mara Oliveira Pinheiro

Práticas de cura no universo simbólico das comunidades quilombolas de Oriximiná - Pa; Início: 2023; Dissertação (Mestrado em Antropologia Social) - Universidade Federal do Amazonas, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (Orientador);

Elizabete Amancio de Senna Silva

Entre a cruz e a espada: implicações de raça e gênero e classe na permanência de estudantes negras nos cursos de tecnologia na Universidade Federal do Amazonas; ; Início: 2023; Dissertação (Mestrado profissional em Antropologia Social) - Universidade Federal do Amazonas; (Orientador);

THAÍS SARMENTO FERNANDES

A Perspectiva Desana sobre a construção de gênero; ; Início: 2023; Dissertação (Mestrado em Antropologia Social) - Universidade Federal do Amazonas, Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas; (Orientador);

Bruna do Carmo Reis Lira

Umbanda em Parintins: o terreiro de Mãe Bena como espaço sociocultural e ambiência de práticas de resistência; Início: 2023; Dissertação (Mestrado em Sociedade e Cultura na Amazônia) - Universidade Federal do Amazonas; (Coorientador);

INGRID DA COSTA RODRIGUES

O PROCESSO DE AUTOCONSTRUÇÃO DE MULHERES NEGRAS PROTAGONISTAS NO MUNICÍPIO DE TEFÉ-AM; Início: 2022; Dissertação (Mestrado em Antropologia Social) - Universidade Federal do Amazonas; (Orientador);

Amotara

Mulheres quilombolas na gestão da vida e da Casa Comum: Etnografia do Cuidado no Território Quilombola do Abacatal; Início: 2022; Dissertação (Mestrado em Antropologia Social) - Universidade Federal do Amazonas, Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas; (Orientador);

Yama Talita Passos Monteiro

ENREDOS E LINHAS CRUZADAS DA FÉ: ENCRUZILHADAS AFRO-AMERÍNDIAS COMO FUNDAMENTO DOS CANDOMBLÉS DE MANAUS; Início: 2024; Tese (Doutorado em Antropologia Social) - Universidade Federal do Amazonas; (Orientador);

Patrícia Vaz Borges

UM TAMBOR EM MIM: DEVOTA DO TEMPO DAS MULHERES PRETAS; Início: 2023; Tese (Doutorado em Antropologia Social) - Universidade Federal do Amazonas; (Coorientador);

Karolline de Andrade Porto

Laicidade e racismo religioso no Estado do Amazonas; Início: 2022; Tese (Doutorado em Antropologia Social) - Universidade Federal do Amazonas; (Coorientador);

Deborah Cristina da Silva Dimas

O racismo contra a vida: Uma reflexão sobre a folha e a água em conflito com o avanço colonial e capitalista na cidade; ; Início: 2023; Iniciação científica (Graduando em Ciências Sociais) - Universidade Federal do Amazonas, Universidade Federal do Amazonas; (Orientador);

Victoria Fernanda Bastos de Matos

Paragens e sensações: Paisagens em torno de Exus e Caboclos; Início: 2023; Iniciação científica (Graduando em Ciências Sociais) - Universidade Federal do Amazonas, Universidade Federal do Amazonas; (Orientador);

João Victor Rodrigues

Encontro de Saberes: pesquisa, inovação metodológica e práticas outras de conhecimento; Início: 2024; Orientação de outra natureza; Universidade Federal do Amazonas; Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas; (Orientador);

Dione Coelho

Mulheres e Deslocamentos: um olhar sobre as viagens de ônibus em Manaus; 2020; Dissertação (Mestrado em Antropologia Social) - Universidade Federal do Amazonas,; Orientador: Luiza Dias Flores;

Janaina Betto

TERRITÓRIO, NOSSO CORPO, NOSSO ESPÍRITO; 2020; Tese (Doutorado em Extensão Rural) - Universidade Federal de Santa Maria,; Coorientador: Luiza Dias Flores;

Ozaias da Silva Rodrigues

Etnodesenvolvimento em foco: mobilizações e práticas comunitárias de remanescentes quilombolas no Amazonas e no Ceará; ; 2019; Tese (Doutorado em Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social) - Universidade Federal do Amazonas,; Coorientador: Luiza Dias Flores;

Sthefanne Auzier de Freitas

Mário Ypiranga e Geraldo Pinheiro: precursores de uma antropologia das religiões de matriz africana no Amazonas; ; 2022; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal do Amazonas; Orientador: Luiza Dias Flores;

Gabriel Andion

Entre matas, cachoeiras, praias e calungas: paisagens amazônicas acionadas em um terreiro de Umbanda em Iranduba/AM; 2022; Iniciação Científica; (Graduando em Direito) - Universidade Federal do Amazonas; Orientador: Luiza Dias Flores;

João Victor Marques Rodrigues

Experiências de racismo religioso em Manaus: testemunhos de violência e estratégias de resistência; 2022; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Sociais) - Universidade Federal do Amazonas, Universidade Federal do Amazonas; Orientador: Luiza Dias Flores;

Thaís da Silva Borges

Cabocla, teu penacho é verde: A cabocla Jurema e as relações afroindígenas nos terreiros em contexto amazônico; ; 2022; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Sociais) - Universidade Federal do Amazonas, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Luiza Dias Flores;

Irma Cristiane Aparício da Silva

O Bairro Educandos e o Terreiro Recanto de Preta Mina e Ilê de Iansã: territórios negros em Manaus; 2021; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Sociais) - Universidade Federal do Amazonas; Orientador: Luiza Dias Flores;

Thaís da Silva Borges

O terreiro recanto de preta mina e Ilê de Iansã e suas alteridades: Relações afroindígenas emum terreiro da nação Omolokô; ; 2021; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Sociais) - Universidade Federal do Amazonas, Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas; Orientador: Luiza Dias Flores;

Thaís da Silva Borges

O terreiro recanto de preta mina e Ilê de Iansã e suas alteridades: Relações afroindígenas emum terreiro da nação Omolokô; 2020; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Sociais) - Universidade Federal do Amazonas, Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Amazonas; Orientador: Luiza Dias Flores;

Irma Cristiane Aparício da Silva

O Bairro Educandos e o Terreiro Recanto de Preta Mina e Ilê de Iansã: territórios negros em Manaus; 2020; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Sociais) - Universidade Federal do Amazonas; Orientador: Luiza Dias Flores;

Victória Rodrigues

Pandemias na Amazônia: narrativas sobre vida, corpo e ecologia; In: Marino, Ian Kisil; Nicodemo, Thiago Lima (orgs; ); Por uma história da COVID-19: iniciativas de memória da pandemia no Brasil; ; 2022; Orientação de outra natureza; (História) - Universidade Federal do Amazonas, PROEXT/UFAM; Orientador: Luiza Dias Flores;

THALES MOTA MOREIRA BARROS

Pandemias na Amazônia: plataforma digital de narrativas e conhecimentos sobre a vida, corpo e ambiente; ; 2021; Orientação de outra natureza; (Ciências Sociais) - Universidade Federal do Amazonas, Universidade Federal do Amazonas; Orientador: Luiza Dias Flores;

Produções bibliográficas

  • FLORES, Luiza Dias . MULTIVERSIDADE DOS POVOS DA TERRA DE MÃE PRETA: o giro das palavras e a pedagogia da luta. Caderno CRH (Online) , v. 36, p. e023012, 2023.

  • ANGELO, THAMIRES PESSANHA ; QUEIROZ, RAFAELE CRISTINA DE SOUSA ; FLORES, Luiza Dias . Ocupar o mundo, sentir as palavras: entrevista com Luiza Dias Flores. WAMON - REVISTA DOS ALUNOS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA SOCIAL DA UFAM , v. 8, p. 231-249, 2023.

  • STOLL, E. ; ALENCAR, E. ; BENITZ, T. ; CARDOSO, T. M. ; FLORES, Luiza Dias ; CAPREDON, E. ; FOLHES, R. ; CORTES, J. P. S. ; TUPIASSU, L. ; FISCHER, L. ; PRIAM, J. . La difficile transparence des statistiques épidémiologiques de la COVID-19 ou comment les minorités peinent à exister dans la bataille des chiffres en Amazonie. ANTHROPOLOGICA , v. 63, p. 1-35, 2022.

  • FLORES, Luiza Dias . [Entrevista para a revista Redobra]. REDOBRA , v. 16, p. 44-45, 2022.

  • FLORES, Luiza Dias . Alargar bordas: entre o saber e o conhecer. REVISTA MUNDAÚ , p. 84-104, 2021.

  • FLORES, Luiza Dias . The kilombola occupation: ?resistance recipe? of the Mãe Preta Territory (RS). REVISTA DE ANTROPOLOGIA , v. 64, p. 1-19, 2021.

  • DAVID, C. R. ; FLORES, Luiza Dias . Escrevivendo com Folaiyan: encruzilhada de encruzilhadas. IDENTIDADE! , v. 26, p. 62-79, 2021.

  • FLORES, Luiza Dias . A ocupação kilombola: -receita de resistência- do Território de Mãe Preta (RS). REVISTA DE ANTROPOLOGIA , v. 64, 2021.

  • FLORES, Luiza Dias . VIEIRA, Suzane; VILLELA, Jorge (Orgs.). Insurgências, ecologias dissidentes e antropologia modal. Goiânia: Editora da Imprensa Universitária, 2020. 349 p.. ANUÁRIO ANTROPOLÓGICO , p. 233-237, 2021.

  • FLORES, Luiza Dias . Um 'nós' intercessor: quando a etnografia também é magia. MANA (RIO DE JANEIRO. ONLINE) , v. 26, p. 1-31, 2020.

  • FLORES, Luiza Dias . As invenções da guerra: reflexões sobre um jogo carnavalesco. NOVOS CADERNOS NAEA , v. 22, p. 201-221, 2019.

  • FLORES, Luiza Dias . A Morada da Paz, uma entidade feminina e kilombola (caderno de imagens). R@U : REVISTA DE ANTROPOLOGIA SOCIAL DOS ALUNOS DO PPGAS-UFSCAR , v. 11, p. 674, 2019.

  • FLORES, Luiza Dias ; JAENISH, D. B. . Sentir as palavras, criar trincheiras: mulheres em defesa da Red de la Vida. CAMPOS (UFPR) , v. 19, p. 17, 2018.

  • FLORES, Luiza Dias . 'A Morada é uma curandeira': o feminino enquanto força. CAMPOS (UFPR) , v. 19, p. 37, 2018.

  • FLORES, Luiza Dias . A guerra comancheira: contribuições a uma antropologia afroindígena. R@U : REVISTA DE ANTROPOLOGIA SOCIAL DOS ALUNOS DO PPGAS-UFSCAR , v. 9, p. 43, 2017.

  • FLORES, Luiza Dias . A guerra e o processo criativo afroindígena. NOVOS DEBATES - FÓRUM DE DEBATES EM ANTROPOLOGIA , v. 2, p. 14-19, 2016.

  • FLORES, Luiza Dias ; MESOMO, J. ; LEWKOWICZ, R. ; MATOS, D. U. . Do mal-estar acadêmico: uma conversa sobre colonialidade e resistências. CADERNOS IHU (UNISINOS) , v. 44, p. 16-25, 2013.

  • FLORES, Luiza Dias . 10 anos de ações afirmativas PPGAS/UFAM. 1. ed. Manaus: EDUA, 2023. v. 100. 231p .

  • FLORES, Luiza Dias . Ocupar: resistências kilombolas. 1. ed. Rio de Janeiro: 7Letras, 2021. v. 1. 376p .

  • FLORES, Luiza Dias . Apresentação. In: Luiza Dias Flores. (Org.). 10 anos de ações afirmativas PPGAS/UFAM. 1ed.Manaus: EDUA, 2023, v. 100, p. 9-12.

  • FLORES, Luiza Dias ; CARDOSO, T. M. ; SOARES, G. H. ; MENDES, G. . Pandemias na Amazônia: narrativas sobre vida, corpo e ecologia. In: Marino, Ian Kisil; Nicodemo, Thiago Lima (orgs.).. (Org.). Por uma história da COVID-19: iniciativas de memória da pandemia no Brasil. 1ed.Vitória: Milfontes, 2022, v. 1, p. 1-200.

  • FLORES, Luiza Dias . Pescarias e alianças: estratégias kilombolas frente à guerra cósmica. In: Marcio Goldman (org). (Org.). Outras Histórias: ensaios sobre a composição de mundos na América e na África. 1ed.Rio de Janeiro: 7Letras, 2021, v. 1, p. 116-134.

  • FLORES, Luiza Dias . 'A morada é uma curandeira': o feminino enquanto força. In: Coletivo de Pesquisadoras e Pesquisadores Kilombolas Okaran. (Org.). Um jeito de ser e viver no kilombo de Mãe Preta. 1ed.São Leopoldo: Casa Leiria, Olma, 2020, v. 3, p. 1-164.

  • ANDION, G. ; FLORES, Luiza Dias . Saber saudar: paisagens produzidas no percurso Manaus-Iranduba até o terreiro de Umbanda Casa de Oração de Joana Gunça e Julio Galego. In: Reunião de Antropologia do Mercosul, 2023, Niterói. XIV Reunião de Antropologia do Mercosul : reconexões e desafios a partir do sul global [livro eletrônico]. São Paulo: Síntese Eventos, 2023. v. 1. p. 1-23.

  • FLORES, Luiza Dias . Afroindígena enquanto perspectiva? Dos índios negros de Porto Alegre/RS aos afroindígenas de Caravelas/BA: algumas reflexões comparativas. In: Seminário dos Alunos do PPGAS/MN, 2014, Rio de Janeiro. Anais do Seminário dos Alunos do PPGAS, 2014.

  • FLORES, Luiza Dias . Reflexões sobre coletivos afro-indígenas no carnaval: estudo comparativo entre Sul e Nordeste. In: CISO, 2012, Teresina. XV Encontro de Ciências Sociais Norte/Nordeste, 2012.

  • FLORES, Luiza Dias . Ser comancheiro entre os conceitos de afro e indígena: apontamentos etnográficos com uma tribo carnavalesca em Porto Alegre/RS. In: ANPOCS, 2012, Águas de Lindóia. Anais do 36 Encontro Anual da ANPOCS, 2012.

  • FLORES, Luiza Dias . A Contribuição da Antropologia para o Ensino de Arte na Educação Básica a partir da lei 10.639. In: 26 Reunião Brasileira de Antropologia, 2008, Porto Seguro. Desigualdade na diversidade, 2008.

  • FLORES, Luiza Dias . Espiritismo e Medicina: ritos terapeuticos e o problema da classificação numa casa espírita de Porto Alegre. In: XIX Salão de Iniciação Científica, 2007, Porto Alegre. XIX Salão de Iniciação Científica, 2007.

  • ANDION, G. ; FLORES, Luiza Dias . Saber saudar: paisagens produzidas no percurso Manaus-Iranduba até o terreiro de Umbanda Casa de Oração de Joana Gunça e Julio Galego. 2023. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FLORES, Luiza Dias . Multiversidade dos Povos da Terra de Mãe Preta: nas encruzilhadas de Exu. 2022. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • FLORES, Luiza Dias . ?Notas sobre a 'pragmática da borda': a ética do cuidado no Kilombo de Mãe Preta?. 2022. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FLORES, Luiza Dias . Receita de resistência no kilombo de Mãe Preta. 2021. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • FLORES, Luiza Dias . Resistência quilombola - Morada da Paz. 2021. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • FLORES, Luiza Dias . A Ocupação kilombola: receita de resistência no território de Mãe Preta. 2020. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • FLORES, Luiza Dias . O 'nós' intercessor: quando a etnografia também é magia. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FLORES, Luiza Dias . Notas etnográficas sobre a eco-espiritualidade afrobudígena da Comunidade Kilombola Espiritual Morada da Paz - Triunfo/RS. 2017. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • FLORES, Luiza Dias . O 'feminino' enquanto 'força': notas etnográficas a partir da comunidade kilombola espiritual Morada da Paz. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FLORES, Luiza Dias . As propagações da guerra: contribuições a uma antropologia afroindígena. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FLORES, Luiza Dias . Afroindígena enquanto perspectiva? Dos índios negros de Porto Alegre/RS aos afroindígenas de Caravelas/BA: algumas reflexões comparativas.. 2014. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • FLORES, Luiza Dias . Os Comanches e o prenúncio da guerra: apontamentos etnográficos com uma tribo carnavalesca de Porto Alegre/RS. 2013. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • FLORES, Luiza Dias . ?Ser comancheiro? entre os conceitos de ?afro? e ?indígena?: apontamentos etnográficos com uma tribo carnavalesca em Porto Alegre/RS. 2012. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • FLORES, Luiza Dias . Reflexões sobre coletivos ?afro-indígenas? no carnaval: estudo comparativo entre Sul e Nordeste. 2012. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • FLORES, Luiza Dias . A re-apresentação do teatro negro: apontamentos preliminares. 2011. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • FLORES, Luiza Dias . A Contribuição da Antropologia para o Ensino de Arte na Educação Básica a partir da Lei 10.639. 2008. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • FLORES, Luiza Dias . Espiritismo e Medicina: ritos terapêuticos e o problema da classificação numa Casa Espírita de Porto Alegre. 2007. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • FLORES, Luiza Dias . 10 Anos de Ações Afirmativas. Manaus: EDUA, 2023 (Livro).

  • KOROL, C. ; FLORES, Luiza Dias . Feminismo Comunitário de Iximulew-GuatemalaDiálogos com Lorena Cabnal. Goiânia: Revista Hawó, 2022. (Tradução/Artigo).

Outras produções

MORADA DA PAZ, C. K. ; FLORES, Luiza Dias . Programa Encruzilhadas da Multiversidade: festival da multiversidade. 2022.

MORADA DA PAZ, C. K. ; PINHEIRO, P. ; FLORES, Luiza Dias . Coordenação do projeto Tecendo Esperança - Programa Encruzilhadas da Multiversidade. 2022.

MORADA DA PAZ, C. K. ; FLORES, Luiza Dias . Multiversidade dos Povos da Terra - Programa Encruzilhada da Multiversidade. 2021.

MORADA DA PAZ, C. K. ; FLORES, Luiza Dias . Multiversidade Mãe Preta dos Povos da Terra. 2020.

FLORES, Luiza Dias . Parecer para Prêmio de Divulgação Científica ABA. 2024.

FLORES, Luiza Dias . Parecer ad hoc Revista Horizontes Antropológicos. 2022.

FLORES, Luiza Dias . Parecer ad hoc para Concurso Brasileiro ANPOCS de Obras Científicas e Teses Universitárias em Ciências Sociais. 2022.

FLORES, Luiza Dias ; KOSBY, M. F. . Laudo Antropológico - Comunidade Kilombola Morada da Paz. 2022.

FLORES, Luiza Dias . Parecer ad hoc Amazônica. 2022.

FLORES, Luiza Dias . Parecer ad hoc Revista Cívitas. 2021.

FLORES, Luiza Dias . Parecer ad hoc Revista Identidade!. 2021.

FLORES, Luiza Dias . Parecer ad hoc Revista Sociedade e Agricultura. 2021.

FLORES, Luiza Dias . Parecer ad hoc revista Maloca. 2021.

FLORES, Luiza Dias ; CARDOSO, T. M. ; SUAREZ, M. A. . A autora da semente de acácia, de Úrsula Le Guin [tradução]. 2021.

CARDOSO, T. M. ; FLORES, Luiza Dias . Ficção Científica, Ficção Especulativa, Figuras de Corda, e Além, de Donna Haraway [Tradução]. 2021.

FLORES, Luiza Dias . Parecer ad hoc Revista Mundo Amazónico. 2020.

FLORES, Luiza Dias . Parecer ad hoc Revista ECO-Pós. 2020.

FLORES, Luiza Dias . Parecer ad hoc para revista Hawò. 2020.

FLORES, Luiza Dias . Parecer ad hoc Revista Mana.. 2020.

FLORES, Luiza Dias . Parecer ad hoc Revista Mundo Amazónico. 2020.

FLORES, Luiza Dias . Parecer ad hoc Revista Cadernos de Campo. 2020.

FLORES, Luiza Dias . Parecer ad hoc Revista Tessituras. 2019.

FLORES, Luiza Dias . Parecer ad hoc Revista Mana. 2019.

FLORES, Luiza Dias . Revisão de artígos científicos para a Revista Áltera. 2018.

FLORES, Luiza Dias . Parecer ad hoc para Áltera Revista de Antropologia. 2018.

FLORES, Luiza Dias . Parecer ad hoc para Áltera Revista de Antropologia. 2017.

SATERE-MAWE, S. ; TIKUNA, R. ; APURINA, K. ; FLORES, Luiza Dias ; SILVA, G. O. . Mulheres indígenas: lutas, resistências e protagonismos. 2022. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

REZENDE, J. ; BARRETO, S. S. ; GOUVEIA, J. H. ; FLORES, Luiza Dias ; CARDOSO, T. M. . Reflexividades indígenas, proteção e cuidado. 2021. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

FLORES, Luiza Dias ; MARTINEZ-MORENO, M. J. . Entrevistas com os autores: Um 'nós' intercessor: quando a etnografia também é magia. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

MORADA DA PAZ, C. K. ; FLORES, Luiza Dias ; PINHEIRO, P. ; PIEROZAN, V. . Multiversidade dos Povos da terra de Mãe Preta. 2023; Tema: construção do site Multiversidade dos povos da terra de Mãe Preta. (Site).

FLORES, Luiza Dias ; CARDOSO, T. M. ; RODRIGUES, O. S. ; SILVA, G. O. ; SILVA, G. H. L. E. ; BARROS, T. M. M. ; BARRETO, J. L. M. B. ; SOARES, P. P. M. A. . Pandemias na Amazônia. 2021; Tema: Pandemias na Amazônia é uma plataforma voltada para o diálogo de saberes e a criação e difusão de narrativas, por meio de podcasts, publicações de textos e exposições em audiovisual, em torno da vida, do corpo e da ecologia.. (Site).

FLORES, Luiza Dias . A Comunidade Kilombola Morada da Paz e a guerra cósmica em curso. 2018. (Site).

MORADA DA PAZ, C. K. ; FLORES, Luiza Dias . Projetos Sociais II. 2022. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

MORADA DA PAZ, C. K. ; FLORES, Luiza Dias . Autonomia comunitária. 2022. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

BARRETO, S. S. ; REZENDE, J. ; GOUVEIA, J. H. ; FLORES, Luiza Dias ; BARROS, T. M. M. . Reflexividades indígenas, proteção e cuidado. 2022. (Podcast).

APURINA, K. ; SATERE-MAWE, S. ; TIKUNA, R. ; FLORES, Luiza Dias ; SILVA, G. O. ; CAMPOS, M. A. . Mulheres indígenas: lutas, resistências e protagonismos. 2022. (Podcast).

APURINA, K. ; SATERE-MAWE, S. ; TIKUNA, R. ; FLORES, Luiza Dias ; SILVA, G. O. ; CAMPOS, M. A. . Mulheres Indígenas: saúde, corpo e cuidado. 2022. (Podcast).

APURINA, K. ; SATERE-MAWE, S. ; TIKUNA, R. ; FLORES, Luiza Dias ; SILVA, G. O. ; CAMPOS, M. A. . Mulheres Indígenas: futuras gerações. 2022. (Podcast).

FLORES, Luiza Dias ; CARDOSO, T. M. ; BARRETO, S. S. ; SILVA, G. O. ; RODRIGUES, O. S. ; BARROS, T. M. M. . Abrindo caminhos.... 2021. (Podcast).

FLORES, Luiza Dias . O que a Antropologia nos ensina em tempos de Covid-19?. 2020. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

FLORES, Luiza Dias . Ocupar, retomar, reativar: 'receitas de resistências' e conexões possíveis entre kilombolas, indígenas e bruxas. 2020. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

KUIN, R. H. ; FLORES, Luiza Dias ; DINATO, D. R. . Rita Huni Kuin: os rituais para a cura do mundo. 2020. (Podcast).

FONSECA, K. ; FLORES, Luiza Dias ; FALEIROS, G. . Os impactos da covid-19 em um quilombo em Manaus. 2020. (Podcast).

FLORES, Luiza Dias ; GUARCH, F. . Movimento de Mulheres e a politica dos comuns: conexões transversais entre Abya Yala, o kilombo de Mãe Preta e as montanhas do curdistão e de Chiapas. 2019. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

FLORES, Luiza Dias . Oficinação Feminista Corpo-Terra. 2019. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

FLORES, Luiza Dias ; JAENISH, D. B. . Oficinação Feminista: Território-Corpo, Território Terra. 2018. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

JAENISH, D. B. ; FLORES, Luiza Dias . Oficinação Feminista Corpo-Terra. 2018. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

FLORES, Luiza Dias ; JAENISH, D. B. . Território-corpo, Território Terra: oficinação feminista. 2018 (Oficina).

Projetos de pesquisa

  • 2023 - Atual

    Encontro de Saberes: pesquisa, inovação metodológica e práticas outras de conhecimento, Descrição: Este projeto nasce da confluência dos objetivos do Encontro de Saberes com as atuações de pesquisadoras/es antropólogas/os da UFAM, atentas/os à crítica descolonial às bases epistemológicas das universidades brasileiras e coerentes com as transformações socio-históricas provocadas pela política de reserva de vagas para negros e indígenas nas Universidades. Sujeitos estes que reivindicam política, científica e pedagogicamente maior inclusão de grupos sociais historicamente alijados das estruturas de poder. O Encontro de Saberes é um movimento presente em 16 Universidades brasileiras, em consonância com projetos pluriepistêmicos desenvolvidos por universidades e instituições científicas na América Latina e em outros continentes. Trata-se, sobretudo, da inclusão de mestras e mestres, oriundos de comunidades tradicionais e grupos de tradições populares para atuarem como docentes nas Universidades, principal instituição formadora de professores no Brasil. O presente projeto, que coaduna pesquisa, ensino e extensão, pretende investigar e cartografar práticas ancestrais e sujeitos reconhecidos por suas comunidades como mestras/es e acompanhar, de forma experimental e dialógica, o encontro de onto-epistemologias no interior da Universidade Federal do Amazonas, atentando à experimentação de novas tecnologias pedagógicas e suas insurgentes desestabilizações epistemológicas e institucionais, em especial no Curso de Ciências Sociais. Esses constituem as questões norteadoras deste projeto. Visamos, com isso, contribuir para a reflexão engajada sobre as Universidades brasileiras, sobretudo no norte do país, e para a ampliação das potencialidades de ensino-aprendizagem e da pesquisa colaborativa no âmbito universitário. Com isso, objetiva-se também compor e fortalecer um novo campo de pesquisa em desenvolvimento, fazendo do Encontro de Saberes e da própria Universidade o principal lócus de reflexão.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Luiza Dias Flores - Coordenador / Thiago Mota Cardoso - Integrante / Marcia Calderipe - Integrante / PEDRO PAULO DE MIRANDA ARAUJO SOARES - Integrante / Maria Helena Ortolan - Integrante / Mariana Vieira Galuch - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Amazonas - Auxílio financeiro.

  • 2022 - Atual

    A mata, as ervas e o axé: as práticas de cuidado e as religiões de matriz africana na Amazônia, Descrição: O presente projeto tem por intuito possibilitar um conjunto de discussões em torno das práticas de cuidado desde trabalhos etnográficos desenvolvidos junto às religiões de matriz africana na Amazônia. Entendemos que o cuidado não é do reino das obrigações morais mas de envolvimento (Bellacasa, 2017) e que a feitura da vida implica o mútuo envolvimento de seres em um mundo da prática, do saber-fazer, do saber-cuidar, que entrelaçam corpos e territórios. Temos, com esse projeto, o intuito de pensar as zonas de mata (Áreas de Proteção Ambiental, corredores ecológicos e áreas verdes), sobretudo na cidade de Manaus/AM e arredores, como lugares de produção de vínculos, cuidados e geração da vida, através e a partir dos emaranhados relacionais entre humanos e mais-que-humanos - incluso vidas animais, vegetais, minerais, espíritos de ancestrais africanos e indígenas e deidades como modos de resistência em um contexto de acirramento das transformações ecológicas e geológicas pelo que tem-se nomeado Capitaloceno (Antropoceno, Plantationceno, Negroceno). Neste sentido, atenta-se para a urgência de aprender com os povos o cultivo do cuidado nas relações, no sentido de levar em consideração as consequências que estabeleçam conexões entre o que perspectivas ocidentais tendem a considerar separadamente.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Luiza Dias Flores - Coordenador / Damiana Bregalda Jaenish - Integrante / Elton Ibrahin de Vasconcelos Pantoja - Integrante / Gabriel Andion - Integrante / Glaucio Gama - Integrante / Sthefanne Freitas - Integrante / João Victor Marques Rodrigues - Integrante / Karolline de Andrade Porto - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Amazonas - Auxílio financeiro.

  • 2017 - 2021

    relações afroindígenas: teorias etnográficas da mistura, do sincretismo e da mestiçagem, Descrição: Este projeto visa retomar em bases etnográficas dois temas que, articulados entre si, vêm ocupando o campo das ciências sociais brasileiras há quase dois séculos: o ?sincretismo? e a ?mestiçagem?. Desde seu nascimento, esse campo têm se dedicado a tais fenômenos sobre o pano de fundo dos problemas da ?construção da nação?. De modo geral, as teorias a respeito desses temas se dividem entre perspectivas negativas, que os encaram como males a combater, e positivas, que os celebram como conquistas a preservar e desenvolver. Para além de suas disparidades, esses pontos de vista parecem ter em comum o fato de adotarem uma concepção substancialista da diversidade, que faz supor que a pureza ou a mistura sejam vistas como o destino inelutável de qualquer agenciamento entre diferenças. Em contraste com essas perspectivas, um número apreciável de etnografias vêm mostrando que muitos dos coletivos estudados apresentam uma visão distinta, que se caracterizaria ? é a principal hipótese aqui em jogo ? por não supor que a combinação de elementos de origem diversa deva necessariamente desembocar nem em um processo de homogeneização laminadora, nem em um processo de simples fusão sincrética. O objetivo deste projeto consiste, portanto, em proceder a um levantamento, análise e comparação de diferentes casos etnográficos em que contra-discursos sobre sincretismo e mestiçagem apareçam com maior ou menor clareza. Ao mesmo tempo, trata-se de promover uma releitura das principais teorias sobre sincretismo e a mestiçagem, a serem confrontadas com os discursos locais estudados. Essas análises e confrontos permitirão a melhor compreensão das teorias locais e das dominantes, assim como fornecerão elementos para uma revisão de alguns dos principais temas e debates que permeiam a sociedade brasileira: coexistência de diferentes religiões; reivindicações identitárias indígenas e afro-brasileiras contemporâneas; os problemas e debates levantados pelas políticas de ação afirmativa étnico-raciais.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (4) . , Integrantes: Luiza Dias Flores - Integrante / Noshua Amoras - Integrante / Lucas Marques - Integrante / Natália Velloso - Integrante / Helena Assunção - Integrante / Marcio Goldman - Coordenador.

  • 2014 - 2018

    Ocupar: composições e resistências kilombolas, Descrição: Esta tese pretende descrever como a ideia de ocupar se apresenta enquanto estratégia elaborada pela comunidade kilombola Morada da Paz, frente a uma guerra cósmica. Ocupar surge no entrecruzamento de dois usos dados ao termo: o primeiro elaborado pelas religiões de matriz africana do Rio Grande do Sul, o Batuque; o segundo elaborado pelos diversos movimentos sociais, em especial as ocupações de secundaristas e universitários que ocorreram durante 2016. A partir de novas configurações, a Morada da Paz utiliza a ocupação como uma estratégia de luta e participação naquilo que denominam guerra cósmica ? uma guerra que envolve humanos e não-humanos e que engendra, envolve, mobiliza diferentes estruturas sociais que pertencem ao que nós denominaríamos de ?política?. A partir disso, apresento como a Morada da Paz ocupa diferentes ideias, na exata medida em que é ocupada por elas, e as transforma em ferramentas de ação no mundo. Os capítulos que constituem essa tese têm por intuito desenvolver quatro destas ideias, a saber: a borda, o feminino, o kilombo e a pele de papel. Ao final da tese trago algumas considerações para pensarmos sobre a ocupação que a Morada da Paz desenvolve sobre o texto etnográfico e algumas de suas consequências para a Antropologia.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Luiza Dias Flores - Coordenador., Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Bolsa.

  • 2011 - 2013

    OS COMANCHES E O PRENÚNCIO DA GUERRA: Um estudo etnográfico com uma Tribo Carnavalesca de Porto Alegre/RS, Descrição: Projeto de pesquisa que culminou na escrita da dissertação de mestrado. Propõe realizar uma etnografia junto a tribo carnavalesca Os Comanches, na cidade de Porto Alegre. As Tribos Carnavalescas são convencionalmente conhecidas como grupos negros que se denominam índios no carnaval da cidade, desde a década de 40, e que produzem seu desfile, a guerra. O intuito, portanto, é analisar a produção e realização da guerra e sua relação com a formulação nativa dos conceitos de ?afro? e ?índio?.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Luiza Dias Flores - Coordenador.

  • 2010 - 2010

    Pesquisa Socioeconômica e Cultural das Comunidades Tradicionais de Terreiro, Descrição: Pesquisadora de campo. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Luiza Dias Flores - Integrante / Associação Filmes de Quintal - Coordenador., Financiador(es): UNESCO - Outra.

  • 2006 - 2008

    GÊNERO E JUVENTUDE NO PROCESSO DE SOCIALIZAÇÃO E CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA, Descrição: A proposta deste projeto é examinar temas da socialização e da cidadania, relacionando-os às construções de gênero que se estabelecem entre jovens e adolescentes. Subjacente a proposta apresentada está a idéia de que o estudo da socialização de gênero permite entender os processos de hierarquização sexual, que falsamente se sustentam em fundamentos biológicos, impondo à população juvenil princípios e códigos de conduta que configuram situações de desigualdade e de dominação. Dessa perspectiva, estima-se: Identificar como se estabelecem redes de relações sociais e políticas por e entre os gêneros; Dimensionar os valores atribuídos às atividades cotidianas relacionadas ao espaço doméstico; Analisar o tipo de construção social que sustenta a dicotomia entre público e privado no âmbito escolar; Identificar o nível de empoderamento e de cidadania existentes na população juvenil; Construir indicadores empíricos de empoderamento para a população juvenil; Elaborar instrumentos e mecanismos que permitam desenvolver estratégias para o empoderamento de gênero pela criação ou reconstituição de um ambiente estimulante para a participação cidadã da juventude.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Luiza Dias Flores - Integrante / Jussara Reis Prá - Coordenador.

  • 2002 - 2010

    O Sagrado e a Escrita, Descrição: A adesão religiosa incentiva a escolarização, as práticas de leitura e a participação no circuito da cultura letrada e do chamado saber erudito? Partindo-se de uma hipótese que responde positivamente a este pergunta, intenta-se pesquisar a relação entre práticas de escrita e de leitura e a participação em algumas alternativas e movimentos religiosos selecionados como focos estratégicos em que pode ser divisada essa relação. Propõe-se aqui uma rediscussão das divisões do campo religioso com base, de um lado, a) no nexo tradicional entre religiões do livro e socialização letrada (LEWGOY, 2000, BOYARIN, 1993) incluindo o valor dado a livros sagrados e literatura secundária posterior. Ora, esse nexo tradicional, antes que estimular ações ligadas à mobilidade social, aumento da escolarização e busca de distinção via capital cultural, antes a pressupõem; Logo a opção de pesquisa aqui privilegiada é por espaços religiosos emergentes, espaços religiosos tradicionais que vem sofrendo importantes transformações ou por indivíduos neoconversos; e b) Na justaposição entre novos e antigos papéis sociais agenciados pela aquisição e ostentação de um capital cultural e também pelo novo papel que a literatura desempenha face á crise e recomposição do religioso na atual fase da modernidade (SEMÁN, 2002).. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Luiza Dias Flores - Integrante / Bernardo Lewgoy - Coordenador.

Projetos de desenvolvimento

  • 2002 - Atual

    O Sagrado e a Escrita, Descrição: A adesão religiosa incentiva a escolarização, as práticas de leitura e a participação no circuito da cultura letrada e do chamado saber erudito? Partindo-se de uma hipótese que responde positivamente a este pergunta, intenta-se pesquisar a relação entre práticas de escrita e de leitura e a participação em algumas alternativas e movimentos religiosos selecionados como focos estratégicos em que pode ser divisada essa relação. Propõe-se aqui uma rediscussão das divisões do campo religioso com base, de um lado, a) no nexo tradicional entre religiões do livro e socialização letrada (LEWGOY, 2000, BOYARIN, 1993) incluindo o valor dado a livros sagrados e literatura secundária posterior. Ora, esse nexo tradicional, antes que estimular ações ligadas à mobilidade social, aumento da escolarização e busca de distinção via capital cultural, antes a pressupõem; Logo a opção de pesquisa aqui privilegiada é por espaços religiosos emergentes, espaços religiosos tradicionais que vem sofrendo importantes transformações ou por indivíduos neoconversos; e b) Na justaposição entre novos e antigos papéis sociais agenciados pela aquisição e ostentação de um capital cultural e também pelo novo papel que a literatura desempenha face á crise e recomposição do religioso na atual fase da modernidade (SEMÁN, 2002). , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Luiza Dias Flores - Integrante / Bernardo Lewgoy - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

  • 2002 - Atual

    O Sagrado e a Escrita, Descrição: A adesão religiosa incentiva a escolarização, as práticas de leitura e a participação no circuito da cultura letrada e do chamado saber erudito? Partindo-se de uma hipótese que responde positivamente a este pergunta, intenta-se pesquisar a relação entre práticas de escrita e de leitura e a participação em algumas alternativas e movimentos religiosos selecionados como focos estratégicos em que pode ser divisada essa relação. Propõe-se aqui uma rediscussão das divisões do campo religioso com base, de um lado, a) no nexo tradicional entre religiões do livro e socialização letrada (LEWGOY, 2000, BOYARIN, 1993) incluindo o valor dado a livros sagrados e literatura secundária posterior. Ora, esse nexo tradicional, antes que estimular ações ligadas à mobilidade social, aumento da escolarização e busca de distinção via capital cultural, antes a pressupõem; Logo a opção de pesquisa aqui privilegiada é por espaços religiosos emergentes, espaços religiosos tradicionais que vem sofrendo importantes transformações ou por indivíduos neoconversos; e b) Na justaposição entre novos e antigos papéis sociais agenciados pela aquisição e ostentação de um capital cultural e também pelo novo papel que a literatura desempenha face á crise e recomposição do religioso na atual fase da modernidade (SEMÁN, 2002). , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Luiza Dias Flores - Integrante / Bernardo Lewgoy - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

  • 2002 - Atual

    O Sagrado e a Escrita, Descrição: A adesão religiosa incentiva a escolarização, as práticas de leitura e a participação no circuito da cultura letrada e do chamado saber erudito? Partindo-se de uma hipótese que responde positivamente a este pergunta, intenta-se pesquisar a relação entre práticas de escrita e de leitura e a participação em algumas alternativas e movimentos religiosos selecionados como focos estratégicos em que pode ser divisada essa relação. Propõe-se aqui uma rediscussão das divisões do campo religioso com base, de um lado, a) no nexo tradicional entre religiões do livro e socialização letrada (LEWGOY, 2000, BOYARIN, 1993) incluindo o valor dado a livros sagrados e literatura secundária posterior. Ora, esse nexo tradicional, antes que estimular ações ligadas à mobilidade social, aumento da escolarização e busca de distinção via capital cultural, antes a pressupõem; Logo a opção de pesquisa aqui privilegiada é por espaços religiosos emergentes, espaços religiosos tradicionais que vem sofrendo importantes transformações ou por indivíduos neoconversos; e b) Na justaposição entre novos e antigos papéis sociais agenciados pela aquisição e ostentação de um capital cultural e também pelo novo papel que a literatura desempenha face á crise e recomposição do religioso na atual fase da modernidade (SEMÁN, 2002). , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Luiza Dias Flores - Integrante / Bernardo Lewgoy - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

  • 2002 - Atual

    O Sagrado e a Escrita, Descrição: A adesão religiosa incentiva a escolarização, as práticas de leitura e a participação no circuito da cultura letrada e do chamado saber erudito? Partindo-se de uma hipótese que responde positivamente a este pergunta, intenta-se pesquisar a relação entre práticas de escrita e de leitura e a participação em algumas alternativas e movimentos religiosos selecionados como focos estratégicos em que pode ser divisada essa relação. Propõe-se aqui uma rediscussão das divisões do campo religioso com base, de um lado, a) no nexo tradicional entre religiões do livro e socialização letrada (LEWGOY, 2000, BOYARIN, 1993) incluindo o valor dado a livros sagrados e literatura secundária posterior. Ora, esse nexo tradicional, antes que estimular ações ligadas à mobilidade social, aumento da escolarização e busca de distinção via capital cultural, antes a pressupõem; Logo a opção de pesquisa aqui privilegiada é por espaços religiosos emergentes, espaços religiosos tradicionais que vem sofrendo importantes transformações ou por indivíduos neoconversos; e b) Na justaposição entre novos e antigos papéis sociais agenciados pela aquisição e ostentação de um capital cultural e também pelo novo papel que a literatura desempenha face á crise e recomposição do religioso na atual fase da modernidade (SEMÁN, 2002). , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Luiza Dias Flores - Integrante / Bernardo Lewgoy - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

  • 2002 - Atual

    O Sagrado e a Escrita, Descrição: A adesão religiosa incentiva a escolarização, as práticas de leitura e a participação no circuito da cultura letrada e do chamado saber erudito? Partindo-se de uma hipótese que responde positivamente a este pergunta, intenta-se pesquisar a relação entre práticas de escrita e de leitura e a participação em algumas alternativas e movimentos religiosos selecionados como focos estratégicos em que pode ser divisada essa relação. Propõe-se aqui uma rediscussão das divisões do campo religioso com base, de um lado, a) no nexo tradicional entre religiões do livro e socialização letrada (LEWGOY, 2000, BOYARIN, 1993) incluindo o valor dado a livros sagrados e literatura secundária posterior. Ora, esse nexo tradicional, antes que estimular ações ligadas à mobilidade social, aumento da escolarização e busca de distinção via capital cultural, antes a pressupõem; Logo a opção de pesquisa aqui privilegiada é por espaços religiosos emergentes, espaços religiosos tradicionais que vem sofrendo importantes transformações ou por indivíduos neoconversos; e b) Na justaposição entre novos e antigos papéis sociais agenciados pela aquisição e ostentação de um capital cultural e também pelo novo papel que a literatura desempenha face á crise e recomposição do religioso na atual fase da modernidade (SEMÁN, 2002). , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Luiza Dias Flores - Integrante / Bernardo Lewgoy - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

Prêmios

2023

Prêmio Maria Nazaré Baudel Wanderley. Coorientadora da Tese vencedora., Redes de Estudos Rurais.

2022

Menção Honrosa no Prêmio de Divulgação Científica na Categoria Blogs e Sites Autorais, RBA - Reunião Brasileira de Antropologia.

2022

Prêmio ANPOCS de Divulgação Científica em Ciências Sociais, na categoria Docente, ANPOCS.

2018

Indicação da Tese para concorrer ao prêmio ANPOCS 2018, UFRJ/PPGAS/Museu Nacional.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Universidade Federal do Amazonas, Conselho de Ensino e Pesquisa. , Campus Universitário, Coroado, 69080900 - Manaus, AM - Brasil, Telefone: (92) 33051181, URL da Homepage:

Experiência profissional

2019 - Atual

Universidade Federal do Amazonas

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Adjunto, Regime: Dedicação exclusiva.

Atividades

  • 06/2023

    Direção e administração, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas e Sociais.,Cargo ou função, Coordenação do curso de Licenciatura em Ciências Sociais.

  • 01/2023

    Direção e administração, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas e Sociais.,Cargo ou função, Vice-coordenação do curso de Licenciatura em Ciências Sociais.

  • 05/2021

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas e Sociais.,Cargo ou função, Membro da Comissão de elaboração do PPC do curso de Licenciatura em Ciências Sociais.

  • 04/2021

    Ensino, Antropologia Social, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Tópicos Especiais em Antropologia X ? Antropologia das religiões de matriz africana

  • 04/2021

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social.,Cargo ou função, Representante Docente na Coordenação do PPGAS.

  • 03/2021

    Outras atividades técnico-científicas , Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social.,Atividade realizada, Criação do CoLar - Laboratório de Antropologia da Vida, Ecologia e Política.

  • 03/2021

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Departamento de Antropologia.,Cargo ou função, Colegiado do Curso de Ciências Sociais.

  • 02/2021

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Conselho Universitário.,Cargo ou função, Comissão Geral de Heteroidentificação Ad Hoc.

  • 11/2020

    Pesquisa e desenvolvimento, Departamento de Antropologia, Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social.,Linhas de pesquisa

  • 08/2020

    Extensão universitária , Departamento de Antropologia.,Atividade de extensão realizada, Laboratório de Escritas Etnográficas: mundos possíveis com as ficções especulativas.

  • 07/2020

    Extensão universitária , Departamento de Antropologia.,Atividade de extensão realizada, Pandemias na Amazônia: mapa das narrativas dos povos indígenas e comunidades tradicionais sobre as crises epidêmicas e ambientais..

  • 03/2020

    Ensino, Ciências Sociais, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Corpo, Poder e diferenças, Tópicos especiais em Antropologia IV: Gênero e sexualidade, Teoria Antropológica I, Antropologia da Religião

  • 07/2020 - 08/2020

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Conselho de Administração.,Cargo ou função, Membro do Grupo de Trabalho para institucionalização da Comissão de Heteroidentificação na UFAM.

2019 - 2019

Universidade Federal de Goiás

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Substituto, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Atividades

  • 08/2019

    Ensino, Farmácia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Antropologia da Saúde

  • 08/2019

    Ensino, Abi - Ciências Sociais, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Antropologia IV

  • 08/2019

    Ensino, Abi - História, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Introdução à Antropologia

  • 09/2019 - 09/2019

    Extensão universitária , Faculdade de Ciências Sociais.,Atividade de extensão realizada, Comissão Organizadora do V Simpósio da Faculdade de Ciências Sociais - UFG.

  • 05/2019 - 07/2019

    Ensino, Odontologia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Introdução à Antropologia e Sociologia

  • 03/2019 - 07/2019

    Ensino, Abi - Ciências Sociais, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Antropologia I

  • 03/2019 - 07/2019

    Ensino, Educação Física, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Antropologia do Corpo

2014 - 2018

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de Doutorado, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Bolsista CAPES

2011 - 2013

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de Mestrado, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Bolsista CAPES

2013 - 2013

Instituto de Estudos da Religião

Vínculo: Pesquisadora, Enquadramento Funcional: Pesquisadora, Carga horária: 30

2013 - 2013

Fundação Centro de Ciências e Educação Superior à Distância do Estado do RJ

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Tutora à Distância, Carga horária: 20

Outras informações:
Tutora das disciplinas de Ética e de Lazer no Curso de Turismo da UFRRJ e UNIRIO.

2011 - 2012

Fundação Centro de Ciências e Educação Superior à Distância do Estado do RJ

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Tutora à Distância, Carga horária: 20

Outras informações:
Tutora da disciplina de Ética no curso de Turismo pela UFRRJ e UNIRIO.

2009 - 2009

Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul

Vínculo: Mediadora, Enquadramento Funcional: Mediadora, Carga horária: 30

2008 - 2008

Instituto de Apoio a Fundação Universidade de Pernambuco

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista, Carga horária: 30

2010 - 2010

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome

Vínculo: Pesquisadora, Enquadramento Funcional: pesquisadora, Carga horária: 30

2009 - 2010

Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.

2009 - 2009

Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitoria Acadêmica, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Monitora da cadeira Métodos Quantitativos.

2007 - 2008

Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.