João Vitor Paschoal de Souza
Sou graduando em Ciências Biológicas na Universidade Federal do Rio de Janeiro, no Instituto de Biodiversidade e Sustentabilidade (NUPEM/UFRJ). Atualmente, sou bolsista no Programa de Pesquisas Ecológicas de Longa Duração no sítio Restingas e Lagoas Costeiras no Norte Fluminense. Possuo interesse na Ecologia de peixes continentais e marinhos e atualmente trabalho com a ictiofauna das lagoas costeiras do Norte Fluminense.
Informações coletadas do Lattes em 13/05/2023
Acadêmico
Formação acadêmica
Graduação em andamento em Ciências Biológicas
2021 - Atual
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: Invasões Biológicas de Organismos Aquáticos no Norte Fluminense
Orientador: Ana Cristina Petry
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.
Ensino Médio (2º grau)
2016 - 2019
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro
Idiomas
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Ecologia de Populações e Comunidades..
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Botânica.
Participação em eventos
IV SIMPÓSIO DE PESQUISA DO NUPEM.A ictiofauna da Lagoa Feia no contexto do Sítio Peld/RLaC. 2022. (Simpósio).
XXIV Encontro Brasileiro de Ictiologia. Composição da ictiofauna (Teleostei) da Lagoa Feia, o maior corpo lêntico do Estado do Rio de Janeiro. 2022. (Congresso).
Projetos de pesquisa
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2020 - Atual
PELD: Integrando a dimensão espacial, temporal e social no funcionamento e biodiversidade dos ecossistemas costeiros do Norte fluminense, Descrição: A presente proposta dá continuidade às questões científicas abordadas no Sítio PELD RLaC nos últimos 20 anos e passa a incorporar questões relacionadas à paisagem e suas interações por meio do ciclo hidrológico, do carbono e do transporte atmosfera-superfície- subterrânea que, segundo os dados já obtidos, influencia diversos processos ecológicos dos ecossistemas de restinga e das lagoas costeiras. Dentro das dimensões horizontal e vertical da paisagem, o entendimento temporal de longo prazo da conectividade e sincronicidade das águas é fundamental em explicar a ligação dos ecossistemas do Sítio RLaC com o entorno, ampliando assim o entendimento de longo prazo sobre as questões científicas colocadas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (2) / Mestrado acadêmico: (3) / Mestrado profissional: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: João Vítor Paschoal de Souza - Integrante / Francisco de Assis Esteves - Coordenador / Ana Cristina Petry - Integrante / Reinaldo Luiz Bozelli - Integrante / Érica Maria Pelegrini Caramaschi - Integrante / Maurício Mussi Molisani - Integrante / Pablo Gonçalves - Integrante / Rodrigo Lemes Martins - Integrante / Luciano Gomes Fischer - Integrante / Michael Maia Mincarone - Integrante / Fabio Di Dario - Integrante / Patricia Luciano Mancini - Integrante / Carlos Alberto Barboza - Integrante / Pedro Hollanda Carvalho - Integrante / Caryne Aparecida de Carvalho Braga - Integrante / Marcos Paulo Figueiredo Barros - Integrante / Paula Debiase - Integrante / Edson Avelar Guimarães - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2019 - Atual
Invasões biológicas em planícies costeiras: os peixes e as gramíneas da Restinga de Jurubatiba (RJ) como modelos, Descrição: A introdução de espécies em locais distintos de sua ocorrência natural tem ameaçado a integridade e o funcionamento dos ecossistemas mundialmente, mesmo quando inseridos em unidades de conservação. Dependendo da resistência do ambiente invadido e das características intrínsecas do invasor, como sua capacidade de dispersão, estabelecimento e proliferação, a erradicação dessas espécies não-nativas (ENNs) pode ser inviável, e seu controle tende a exigir manejo. Ecossistemas costeiros representam o limite da distribuição de organismos dulcícolas e terrestres, e esses tem sido considerados os mais fortemente afetados por invasões biológicas. Há 24 meses, foram iniciados levantamentos de gramíneas (Poaceae) e peixes (Teleostei) em uma área de 14.000ha de planície costeira no norte fluminense, protegida desde 1998 na forma de unidade de conservação (UC; Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, PNRJ). O inventário taxonômico inédito para as gramíneas em 77km da faixa marginal das 18 lagoas contabilizou 60 espécies, incluindo novos registros de ocorrência para a região e material que possivelmente represente uma espécie nova para a ciência. A compilação da composição de peixes resultou em 98 espécies, incluindo duas espécies endêmicas. A frequência de ENNs até o momento é maior para as gramíneas (33% versus 3% para os peixes). Essa representou a primeira e fundamental etapa de uma proposta mais complexa, que tem por objetivo compreender a suscetibilidade de formações de restingas e lagoas costeiras à introdução de ENNs. Utilizando respectivamente as comunidades de gramíneas e peixes como modelos, o levantamento da composição específica e da representatividade das ENNs nas comunidades, bem como de métricas da paisagem relacionadas à pressão de propágulos, conectividade e filtros ambientais possibilitarão a geração de modelos preditivos e mapas temáticos da suscetibilidade à invasão biológica, visando a aplicação em sistemas similares e subsídios para intervenções ecossistêmicas. É escopo desta proposta avançar com o levantamento quantitativo dessas comunidades no PNRJ por meio de amostragens sistemáticas nas 18 lagoas, empregando para as gramíneas a determinação da biomassa acima do solo pela remoção da vegetação em quadrats sorteados numa faixa de 60m de largura a partir da margem, e para os peixes a biomassa de cada população de acordo com o método de captura (redes de espera e arrastos). Considerando que a Lagoa Feia está situada na zona de amortecimento do PNRJ, se conecta indiretamente com as lagoas da UC por meio de canais, e tem sua ictiofauna ainda pouco conhecida, as amostragens contemplarão este que é o maior corpo lêntico fluminense. Características físicas e químicas da água e do solo (incluindo granulometria, retenção hídrica, carbono orgânico dissolvido, nitrogênio e fósforo, pH, salinidade, condutividade elétrica, temperatura), declividade do terreno, e atributos da paisagem (como área e perímetro das lagoas, distância do mar, permeabilidade hidrológica e terrestre, riqueza de espécies das comunidades) serão incluídos nos modelos preditivos de suscetibilidade à invasão por meio de modelos lineares generalizados. Ao contemplar as comunidades diversas e expressivas de gramíneas e peixes na maior área de restinga protegida na forma de UC do país, espera-se revelar padrões que contribuam com evidências para a elucidação dos mecanismos promotores da invasão biológica e do sucesso do estabelecimento de ENNs em ambientes terrestres e aquáticos, contribuindo para a prevenção e controle dessa ameaça aos ecossistemas naturais.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: João Vítor Paschoal de Souza - Integrante / Ana Cristina Petry - Coordenador / Fernando Maier Pelicice - Integrante / Monica Pacheco de Araujo - Integrante / Julia de Araujo Cardoso Iorio - Integrante / Jose Francisco Montenegro Valls - Integrante / Luiz Rodolfo Nascimento Araujo - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2019 - Atual
A biologia dos tucunarés (Teleostei: Cichla) no Rio São João: interação com a ictiofauna nativa e pescadores, Descrição: A biologia e o efeito da introdução de peixes amazônicos do gênero Cichla são avaliados no reservatório de Juturnaíba (município de Silva Jardim) e no trecho inferior do rio São João até sua a foz, no distrito de Barra de São João (município de Casimiro de Abreu). Em agosto de 2014 foram iniciadas amostragens em 15 localidades para a coleta do tucunaré e dos demais peixes piscívoros, empregando pesca de anzol. Amostragens trimestrais para caracterização da estrutura da comunidade de peixes nessas mesmas localidades foram realizadas entre janeiro de 2015 e agosto de 2017, com a confirmação da aprovação do Programa APQ1 no termo de outorga E-26/010.002204/2015. Mesmo sem o financiamento pela FAPERJ, essa pesquisa foi continuada com recursos próprios. Com a finalidade de compreender se a intrusão marinha funciona como um limitante na dispersão do tucunaré, os parâmetros ambientais também foram registrados. Amostras de músculo dos tucunarés serão analisadas para determinação do teor calorimétrico dos indivíduos e da variabilidade genética dos estoques do invasor. A biometria e a análise estomacal de todos os peixes piscívoros caracterizarão a dieta e o grau de sobreposição alimentar entre os nativos e o invasor. Uma abordagem social, contemplando o conhecimento os atores sociais envolvidos com a pesca de espécies nativas e não nativas no Rio São João será contemplada pela presente proposta. Esse projeto de pesquisa consolida a Biologia da Invasão como uma linha de pesquisa inovadora no NUPEM/UFRJ, e contribui com informações essenciais ao manejo desses ecossistemas costeiros, representados pelo reservatório e estuário do rio São João, altamente estratégicos para o abastecimento hídrico da região dos Lagos e manutenção de comunidades de pescadores artesanais.. Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: João Vítor Paschoal de Souza - Integrante / Ana Cristina Petry - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.
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