Naiara Anauê Pimentel Braz

Graduanda em licenciatura, na área de Biologia, pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, campus de São Gonçalo, na Faculdade de Formação de Professores (UERJ/FFP). Iniciou a carreira no campo da pesquisa em 2011, na área de educação no projeto ?A Experimentação no Ensino de Biologia: Matrizes Históricas e Curriculares na Formação de Professores? em parceria com o Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca - CEFET/RJ, orientada pelo Professor Dr. Luís Fernando Marques Dorvillé. Em 2012 integrou o grupo de Pesquisa GEIA, desenvolvendo trabalhos sob a orientação da Profesora Dra. Ana Angélica Monteiro de Barros, na área de botânica. Desde 2011, já trabalhava em pareceria com o Núcleo Interdisciplinar Resistência & Arte (NIRA/UERJ/CNPq), onde começou a trabalhar efetivamente em 2013, no qual articula por meio do Laboratório Audiovisual Cinema Paraíso e do Laboratório de Investigação Social (LIS), pesquisas e práticas no campo da política de comunicação, cultura e arte e processos de reprodução da desigualdade e novas estratégias de resistência, projetado e realizado pelas Professoras Dras Monique Mendes Franco e Rita de Cássia Souza Leal. Desenvolvendo um trabalho crítico acerca das políticas culturais e informacionais, políticas curriculares, políticas inclusivas e políticas de ação afirmativa. Busca trabalhar a correlação entre educação, cultura e sustentabilidade. Acredita que desta forma é possível trabalhar o desenvolvimento e a tecnologia de uma forma saudável e inteligente.

Informações coletadas do Lattes em 09/08/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em Ciências Biológicas

2010 - 2018

Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Título: A temática ambiental no desenho ?O Show da Luna!?
Orientador: Francine Lopes Pinhao

Curso técnico/profissionalizante em andamento

2014 - Atual

Sustentarte

Ensino Médio (2º grau)

2007 - 2009

Intituto são bento de niterói

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Biológicas / Área: Biologia Geral.

Organização de eventos

BRAZ, N. A. P. ; Nogueira, R. ; Franco, M. M. ; Sanchez, Celso . Mostra CUCA- Mostra de cinema ambiental. 2015. (Outro).

Franco, M. M. ; BRAZ, N. A. P. . Mais Beijo, Beijo Assim. 2013. (Outro).

Franco, M. M. ; BRAZ, N. A. P. . Mais Beijo, Beijo Assim. 2013. (Outro).

Projetos de pesquisa

  • 2015 - Atual

    CURRÍCULO NEGATIVO: arte, formação, juventude e território no contexto da sociedade do conhecimento, Descrição: CURRÍCULO NEGATIVO: arte, formação, juventude e território no contexto da sociedade do conhecimento Monique Franco 1- Antecedentes de estudo e pressupostos de teoria-ação O estudo aqui proposto ? Currículo negativo: arte, formação, juventude e território no contexto da sociedade do conhecimento, ora posto em projeto, amplia e dá continuidade a pesquisa intitulada ?Acesso ao ensino superior, território e governo da juventude urbana no contexto da sociedade do conhecimento?. A nocão do currículo negativo, também denominado ?currículo-do-não?, surgiu como um acontecimento e, como tal, veio germinando seus esforços de ?aparecimento?. Desde 2005, temos elaborado e transformado em reflexões pontuais alguns conceitos-pólos, tentando dialogar com o modo de selecionar o conhecimento escolar e não-escolar, na contemporaneidade, sobretudo em sociedades ditas desenvolvidas ou em desenvolvimento ocidentais e/ou ocidentalizadas e como este conhecimento, agora fortemente marcado pela sociedade do conhecimento, pode incidir na determinação de tipos de subjetividade social. O currículo sem-fim; O currículo imaterial; O currículo reconciliado, foram as formas -conceitos que encontramos para pontuar alguns aspectos que considerávamos relevantes e pouco enfrentados no campo curricular, para discutir o papel e a tarefa da seleção, oganização e oferta de conhecimento. O movimento e o percurso convergiram de forma expontânea e potente para a cunhagem da noção currículo negativo como proposta política radical de intervenção nos processos de seleção do conhecimento no âmbito formativo formal ou informal, o que implica dizer que visamos dialogar com a escola e seus diversos modelos curriculares e, bem como, com os novos modos de produzir e criar conhecimento que o advento da sociedade do conhecimento e a tecnologia tem promovido, no diálogo profícuo com a arte, sobretudo entre os jovens urbanos, nos seus processos formativos, nas suas relações centro-periferia. Mas houveram ritos, passagens necessárias, que não apenas marcadores temporais, incitaram, mais uma vez, inferir sobre qual o conhecimento válido para oferecer aos nossos jovens, se estamos comprometidos com uma sociedade menos desigual e mais livre. Um encantamento ritualístico, não no sentido de primeiro, mas como um pressuposto inaugural, veio da obra do escritor espanhol contemporâneo Enrique-Vila Matas e sua extensa e detalhada literatura, que envolve deliciosos romances e ensaios em torno da ideia do não. Recuperando em parte, Bartleby, o escriturário de Melville, citado nas considerações finais do relatório referente ao trienio anterior, Vila-Matas tem toda a sua literatura voltada para a afirmação de processos em torno do desaparecimento do autor por meio da escrita. Seus detalhados textos e cenários evocam, a despeito de toda a riqueza e densidade que apresentam, o silêncio, o nada, o vazio e, por fim, o desaparecimento, este, podemos compreender, como processo de afirmação do primeiro e último vínculo social necessário para existência de um sujeito não conformado com os aparatos de controle e ditames econômicos e politicos de nosso acelerado tempo. De outro lado, certa vez, um filósofo que amava o cinema, disse algo que hoje nos serve de inspiração para escrever este projeto: ?A câmera funda uma consciência que se define não pelos movimentos que é capaz de captar, mas pelas relações mentais e psicológicas nas quais é capaz de entrar.? Este filósofo foi Gilles Deleuze e sua compreensão sobre a chamada Sétima Arte nos incita a pensar o mundo como cinema, como cultura, como arte e, sobretudo, como possibilidade de resistência e de formação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Naiara Anauê Pimentel Braz - Integrante / Monique Mendes Franco - Coordenador / Alvaro José Neto - Integrante.

  • 2014 - Atual

    Currículo Negativo e o cinema ambiental, Descrição: O estudo aqui proposto Currículo Negativo: arte, formação, juventude e território no contexto da sociedade do conhecimento visa dialogar com o acesso ao ensino superior e seus diversos modelos curriculares e, bem como, com os novos modos de produzir e criar conhecimento que o advento da sociedade do conhecimento e a tecnologia tem promovido, no diálogo profícuo com a arte, sobretudo entre os jovens urbanos, nos seus processos formativos, nas suas relações centro-periferia. A dinâmica da pesquisa pressupõe que, em paralelo aos estudos gerais, cada bolsista fica responsável pela idealização teórico-prática uma atividade a ser realizada no Laboratório Audiovisual Cinema Paraíso, locus privilegiado de nossos estudos e prátivas. Essa estratégia nos pareceu pertinente para que cada bolsista pudesse, a partir de suas referências e objetos, fazer vincula autoformativo para com o projeto geral, empoderando-se, criando autonomia e diálogo acadêmico. Deleuze (1997) entendia o caminho da arte considerando que se a informação ?molda e define? a sociedade de controle, a contra-informação só se efetiva num ato de resistência. A escolha metodológica é a cartografia. Ao pensarmos em cartografia, logo pensamos em um mapa, e essa é a proposta apresentada por Gilles Deleuze. Esse método não é preso a regras estáticas, ao invés disso, é fruto de um movimento atencional, pautado na experiência e na busca de pistas e de signos do processo em curso, sempre atento aos efeitos sobre o objeto, o pesquisador e a produção de conhecimento. O recorte aqui apresentado ? ?Cinema ambiental e autoformação? aborda as relações das pessoas com a natureza, pressupostos teóricos, políticos e epistemológicos da educação ambiental, além de discutir a política pública ambiental e implementação local. É por meio desse recorte que me filio à pesquisa mais ampla. Palavras-chave : formação estética, autoformação, cinema ambiental palavras-chave: formação estética; autoformação; cinema ambiental. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Naiara Anauê Pimentel Braz - Integrante / Monique Mendes Franco - Coordenador.

  • 2012 - Atual

    Cultura, Consumo e Cidadania: Politicas Formativas no ambito da Mídia educação, Descrição: Numa perspectiva teórica e conceitual que busca articular os Estudos culturais, a Mídia-educação e as representações engendradas pelos jovens em seus agenciamentos cotidianos, a pesquisa se propõe a investigar, por meio de uma abordagem etnográfica, de quais maneiras os recursos culturais e midiáticos podem funcionar tanto para forjar representações de mundo que reafirmam o status quo e a desigualdade social, quanto para habilitar e incentivar os jovens oriundos das classes menos favorecidas a resistir e a contestar ideologias e estruturas de poder conservadoras e excludentes.Por mais que as mídias ofereçam oportunidades de participação na esfera política, tais oportunidades serão aproveitadas apenas se houver uma cultura e um sistema político dispostos a acolhê-las.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Naiara Anauê Pimentel Braz - Integrante / Monique Mendes Franco - Integrante / Rita de Cássia Souza Leal - Coordenador / Allan Demier de Faria Mendonca - Integrante / Mariana Ferreira de Almeida - Integrante.

  • 2010 - Atual

    ANÁLISE FLORÍSTICA E FITOSSOCIOLÓGICA DE TREPADEIRAS EM GRADIENTES SUCESSIONAIS NA MATA ATLÂNTICA: PARQUE ESTADUAL DA ILHA GRANDE, ANGRA DOS REIS, RJ, BRASIL, Descrição: As trepadeiras apresentam alta representatividade em várias formações vegetacionais, correspondendo a cerca de 25% da diversidade taxonômica das florestas tropicais, sendo um importante componente florístico, estrutural e funcional. Elas apresentam grande variedade de formas e tamanhos, uma vez que cerca da metade das famílias de angiospermas possuem representantes com hábito trepador. Normalmente, a abundância de plantas trepadeiras é relacionada às bordas de florestas, margens de cursos de água, clareiras e áreas sob influência antrópica, contudo também representam um componente significativo da vegetação do interior das matas. Apesar da reconhecida importância ecológica, o enfoque dos estudos com trepadeiras tem sido pequeno. É a forma de vida menos coletada, o que pode ser comprovado pela pouca representatividade de espécimens de trepadeiras nos herbários. Tal fato pode estar relacionado às dificuldades metodológicas, uma vez que as trepadeiras atingem grandes alturas no dossel, sendo difícil a visualização de seus ramos férteis. A partir da década de 1990, os estudos florísticos e fitossociológicos desenvolvidos no Brasil têm dado um enfoque maior às trepadeiras em diferentes formações vegetacionais. A Ilha Grande localiza-se no município de Angra dos Reis, na Baía da Ilha Grande, estado do Rio de Janeiro. Encontra-se inserida na porção costeira da Serra do Mar, na região Sul fluminense, atingindo o Oceano Atlântico através de encostas abruptas. Tal formação geomorfológica cria uma costa repleta de pequenas enseadas e planícies de áreas reduzidas. Nessa região, parte do maciço litorâneo ficou isolado do continente constituindo uma série de ilhas e ilhotas, destacando-se a Ilha Grande com superfície superior a 190 km2. Apresenta um relevo acidentado, cujos pontos culminantes são a Serra do Retiro (1.031 msm) e o Pico do Papagaio (959 msm). A flora da Ilha Grande apresenta um diversificado conjunto de formações vegetais inseridas na Floresta Pluvial Tropical Atlântica.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Naiara Anauê Pimentel Braz - Coordenador / Leonor de Andrade Ribas - Integrante / Ana Angélica Monteiro de Barros - Integrante / Dorothy Sue Dunn Araujo - Integrante.

  • 2007 - Atual

    Laboratório Audiovisual Cinema Paraíso: política formativa no âmbito da imagem, Descrição: Quem somos? Existindo desde 2007 o Laboratório Audiovisual Cinema Paraíso se apresenta continuamente redesenhado por meio do exercício da própria prática coletiva, sem perder, contudo, seu foco: colaboração e resistência. Tem como missão ser um espaço de experimentação e criação, articulando formação, arte, cultura e pensamento. A proposta, inicialmente restrita ao cineclubismo, ampliou-se nos últimos anos e agora afina sua expertise por meio de quatro linhas de atuação inter-relacionadas: (1) a inclusão do cinema como expressão cultural; (2) o incentivo à produção visual, incluindo curtas, sites, materiais didáticos, jogos, entre outros, como instrumento de criação e socialização de conhecimentos na formação do professor; (3) a leitura da imagem e a abordagem crítica do conceito de tecnologia e dos meios e políticas audiovisuais, com a discussão e análise de conteúdos e de seus diferentes códigos comunicacionais (4) e o exercício de identificar e produzir registros de novas arquiteturas sonoras, por meio de uma produção de arte sonora e radiofônica experimental. P?ra onde vamos? As atividades do Laboratório se subdividem, atualmente, em seis espaços: (1) Mostra Permanente de Cinema Em Cena ? filmes exibidos a partir de temáticas, seguido de debate; (2) Claquete - oficinas de produção visual (curta-metragem, animação, material didático etc); (3) Megarádio Paraíso, desdobramento da antiga Webrádio Paraíso, com oficinas de montagem e manutenção de novas arquiteturas sonoras e grade de programação regular com diversos programas produzidos pelos estudantes. A sinergia destes movimentos tem como efeito a idealização do (5), Mirarte - drive in itinerante articulado a uma intervenção sonora, com transmissão por dial; (6) Coletivo Cinema Paraíso ? espaço de parceria com a Associação de Cineclubes do Rio de Janeiro (ASCINE-RJ), na exibição de mostras, festivais e lançamento de filmes nacionais. Este é o Laboratório Audiovisual Cinema Paraíso, parte do Núcleo Interdisciplinar Resistência e Arte (NIRA).. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Naiara Anauê Pimentel Braz - Integrante / Monique Mendes Franco - Coordenador / Rita de Cássia Souza Leal - Integrante / Claudio Barria - Integrante.

  • 2006 - 2014

    A reserva de vagas nas universidades públicas brasileiras no contexto do individualismo contemporâneo: a UERJ em ato, Descrição: A reserva de vagas nas universidades públicas, ou a chamada ?política de cotas? tem como objetivo oportunizar o acesso ao ensino superior público a segmentos da população brasileira econômica e socialmente menos favorecidos e/ou excluídos. Elas se apresentam como fruto direto das propostas de caráter afirmativo para as minorias, sejam elas raciais ou sociais. Todavia, a execução da política no Brasil parece caminhar para o acirramento das tensões e das divisões entre os diferentes grupos étnicos, marcados e identificados, anteriormente, pela miscigenação que compõe grande parte da população brasileira, e para a crescente produção de ressentimentos. Apresenta, ainda, fortes indícios de construção de práticas de visibilidade e de performances conferidas a determinados grupos, chamados ao reconhecimento e à suposta inclusão e, conseqüente indiciamento à sociedade de controle. Partindo da indagação acerca do contexto e da eficácia das formulações do bem comum expressas nas políticas de ação afirmativa, o presente projeto propõe-se a dar continuidade à pesquisa que vem sendo desenvolvida sobre a política de cotas nas universidades públicas brasileiras, sobretudo na UERJ, tendo em vista, porém, romper com os binarismos que oscilam entre favoráveis ou desfavoráveis à referida política. A apresentação de um quadro conceitual da contemporaneidade a partir das referências de Nietzsche, Foucault, Boltanski, Deleuze, entre outros, possibilita o entendimento da referida política a partir de novos operadores conceituais, a saber: a noção de moral, na sua correlação com a questão da culpa, do ressentimento e da vitimização, e a noção de reconhecimento, na sua imbricação com os processos de responsabilização e de produção de visibilidade na atualidade. Uma síntese das análises acerca da implantação da política de cotas na UERJ é apresentada como ferramenta preliminar dos desdobramentos investigativos propostos. A premissa central consiste na identificação da política de reserva de cotas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Naiara Anauê Pimentel Braz - Integrante / Monique Mendes Franco - Coordenador.

Histórico profissional

Experiência profissional

2012 - Atual

Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Vínculo: , Enquadramento Funcional: