Bárbara Machado Naspolini

Possui graduação em Medicina Veterinária pela Universidade do Sul de Santa Catarina (2015). Residência em Anestesiologia Animal pelo Programa de Residência Multiprofissional em área Profissional da saúde da Universidade Federal de Pelotas (03/2017 - 02/2019). Mestranda em Ciências da Saúde pelo Programa de Pós Graduação da Universidade do Extremo Sul Catarinense.

Informações coletadas do Lattes em 27/06/2020

Acadêmico

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Formação acadêmica

Especialização - Residência médica em andamento

2017 - Atual

Universidade Federal de Pelotas
Residência médica em: Anestesiologia AnimalNúmero do registro: . Bolsista do(a): Ministério da Educação, MEC, Brasil.

Graduação em Medicina Veterinária

2011 - 2015

Universidade do Sul de Santa Catarina
Título: Avaliação da eficácia de dois protocolos de analgesia transoperatória em cadelas submetidas à mastectomia unilateral total.
Orientador: Anderson Eberhardt Assumpção

Ensino Médio (2º grau)

2007 - 2009

Colégio de Aplicação - UNESC

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Formação complementar

2015 - 2015

Extensão universitária em 2 º MINICURSO LIPAC: MÓDULO GASOMETRIA. (Carga horária: 16h). , Universidade do Sul de Santa Catarina, UNISUL, Brasil.

2014 - 2015

Extensão universitária em LIGA ACADÊMICA DE PATOLOGIA CLÍNICA - PRESIDENTE - LIGANTE. (Carga horária: 80h). , Universidade do Sul de Santa Catarina, UNISUL, Brasil.

2014 - 2015

Extensão universitária em LIGA ACADÊMICA DE CIRURGIA E ANESTESIOLOGIA VETERINÁRIA- SECRETÁRIA-LIGANTE. (Carga horária: 120h). , Universidade do Sul de Santa Catarina, UNISUL, Brasil.

2014 - 2014

Minicurso de Anestesiologia Veterinária. (Carga horária: 9h). , Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais - SC, ANCLIVEPA-SC, Brasil.

2013 - 2014

Extensão universitária em CENTRO ACADÊMICO DE MEDICINA VETERINÁRIA - 1ª SECRETÁRIA. (Carga horária: 100h). , Universidade do Sul de Santa Catarina, UNISUL, Brasil.

2013 - 2014

Extensão universitária em LIGA ACADÊMICA DE PATOLOGIA CLÍNICA - PRESIDENTE - LIGANTE. (Carga horária: 80h). , Universidade do Sul de Santa Catarina, UNISUL, Brasil.

2013 - 2013

Extensão universitária em 1º MINICURSO LIPAC: MÓDULO HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA. (Carga horária: 12h). , Universidade do Sul de Santa Catarina, UNISUL, Brasil.

2012 - 2013

Extensão universitária em LIGA ACADÊMICA DE PATOLOGIA CLÍNICA - TESOUREIRA-LIGANTE. (Carga horária: 80h). , Universidade do Sul de Santa Catarina, UNISUL, Brasil.

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Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

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Áreas de atuação

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária.

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária / Subárea: Clínica e Cirurgia Animal/Especialidade: Anestesiologia Animal.

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária / Subárea: Clínica e Cirurgia Animal/Especialidade: Clínica Veterinária.

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Organização de eventos

NASPOLINI, B. M. . 2ª MOSTRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA. 2015. (Outro).

NASPOLINI, B. M. . 2º MINICURSO LIPAC. 2015. (Outro).

NASPOLINI, B. M. . 1ª MOSTRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA VETERINÁRIA. 2014. (Outro).

NASPOLINI, B. M. . IV SEMANA ACADÊMICA DE MEDICINA VETERINÁRIA UNISUL. 2014. (Outro).

NASPOLINI, B. M. . I SIMPÓSIO SUL CATARINENSE DE REPRODUÇÃO ANIMAL. 2014. (Outro).

NASPOLINI, B. M. . 1º MINICURSO LIPAC. 2013. (Outro).

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Participação em eventos

XIII CONGRESSO BRASILEIRO DE ANESTESIOLOGIA VETERINÁRIA. Uso da acepromazina como adjuvante na sedação de gatas com cetamina, midazolam e metadona. 2018. (Congresso).

XII Encontro Brasileiro de Anestesiologia Veterinária. 2017. (Encontro).

II MICVET. 2015. (Outra).

MEDVEP 2015 - III CONGRESSO MEDVEP DE ESPECIALIDADES VETERINÁRIAS. 2015. (Congresso).

Módulo básico- seminário de ética profissional e habilitação em responsabilidade técnica. 2015. (Seminário).

II CONGRESSO MEDVEP DE ESPECIALIDADES VETERINÁRIA. 2013. (Congresso).

III SEMAVET. 2013. (Seminário).

EQUINOTERAPIA COM O ENCANTADOR DE CAVALOS MONTY ROBERTS. 2012. (Seminário).

II SEMAVET. 2012. (Seminário).

ÁREAS DE ATUAÇÃO DA MEDICINA VETERINÁRIA, NOÇÕES DA ÉTICA A ATUAÇÃO DO CRMV-SC. 2011. (Seminário).

A RELAÇÃO ENTRE POLÍTICAS DE CLASSE E POLÍTICAS PARTIDÁRIAS. 2011. (Seminário).

Avanços em Reprodução animal. 2011. (Outra).

I SEMAVET. 2011. (Seminário).

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Foi orientado por

Martielo Ivan Gehrcke

Anestesiologia em pequenos animais; 2019; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Programa de resindência em anestesiologia animal) - Universidade Federal de Pelotas, Ministério da educação; Orientador: Martielo Ivan Gehrcke;

Anderson Eberhardt Assumpção

AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DE DOIS PROTOCOLOS DE ANALGESIA TRANSOPERATÓRIA EM CADELAS SUBMETIDAS À MASTECTOMIA UNILATERAL TOTAL; 2015; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade do Sul de Santa Catarina; Orientador: Anderson Eberhardt Assumpção;

Anderson Eberhardt Assumpção

Relatório de estágio curricular supervisionado em anestesiologia de pequenos animais; 2015; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade do Sul de Santa Catarina; Orientador: Anderson Eberhardt Assumpção;

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Produções bibliográficas

  • NASPOLINI, B. M. ; ASSUMPÇÃO, E. A. ; SANTALUCIA, S. ; HEYMANNS, A. C. ; PIOVEZAN, A. P. . Avaliação de dois protocolos de analgesia transoperatória em cadelas submetidas à mastectomia unilateral total. ACTA SCIENTIAE VETERINARIAE (ONLINE) , v. 45, p. 1-8, 2017.

  • NASPOLINI, B. M. ; BOFF, G. A. ; MARCO, C. J. ; MENDES, C. B. M. ; AZAMBUJA, S. A. ; KALB, A. C. ; GUIM, T. N. ; GEHRCKE, M. I. . Uso da acepromazina como adjuvante na sedação de gatas com cetamina, midazolam e metadona. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • NASPOLINI, B. M. ; NEVES, K. R. ; FAGUNDES, B. D. ; AZAMBUJA, S. A. ; GONCALVES, H. P. ; CLEFF, M. B. . Corpo estranho gástrico em felino oriundo de comunidade em situação de vulneralabilidade social: relato de caso. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • NASPOLINI, B. M. ; SANTANA, A. ; GUIMARAES, C. E. ; NEVES, K. R. ; SILVA, C. B. ; VIVES, P. . Correção de Ruptura diafragmática e ostectomia femoral em cão vitimado por trauma automobilístico. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • NASPOLINI, B. M. ; BOFF, G. A. ; ANDRADES, J. L. ; KALB, A. C. ; GEHRCKE, M. I. ; GUIM, T. N. ; CAYE, P. . Avaliação da dispersão epidural de lidocaína administrada em cães posicionados em decúbito lateral ou esterna. 2018. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • SANTANA, A. ; CAYE, P. ; SALAME, J. P. ; NASPOLINI, B. M. ; VIVES, P. ; RAPPETI, J. C. S. . Toracotomia transdiafragmática para remoção de Dioctophyme renale em um cão. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • CARDOSO, M. S. ; NASPOLINI, B. M. ; BOFF, G. A. ; BOANOVA, H. A. ; GUIM, T. N. ; GEHRCKE, M. I. . ANESTESIA LOCAL TUMESCENTE OU ANESTESIA EPIDURAL ASSOCIADA AO BLOQUEIO INTERCOSTAL EM CADELAS SUBMETIDAS À MASTECTOMIA RADICAL UNILATERAL ? RESULTADOS PARCIAIS. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • NASPOLINI, B. M. ; CARDOSO, M. S. ; BOANOVA, H. A. ; BOFF, G. A. ; GEHRCKE, M. I. ; CARDOSO, T. A. E. M. . USO DA ANESTESIA LOCAL PERIBULBAR EM CADELA SUBMETIDA À RECOBRIMENTO CONJUTIVAL PEDICULADO: RELATO DE CASO. 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • NASPOLINI, B. M. ; GEHRCKE, M. I. ; CARDOSO, M. S. ; BOANOVA, H. A. ; BOFF, G. A. ; MUNHOZ, C. . USO DE CETAMINA EM INFUSÃO CONTÍNUA ASSOCIADA AO PROPOFOL PARA ANESTESIA DE CADELAS SUBMETIDAS À OVÁRIO SALPINGO HISTERECTOMIA. 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • NASPOLINI, B. M. ; BARWALDT, E. T. ; ZIMERMANN, E. A. ; SALAME, J. P. ; MARONEZE, B. P. ; NOBRE, M. O. . HIPERPLASIA PROSTÁTICA BENIGNA CANINA: RELATO DE CASO. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MENDES, C. B. M. ; NASPOLINI, B. M. ; GEHRCKE, M. I. ; CARDOSO, M. S. ; BOANOVA, H. A. ; CUNHA, G. M. . Anestesia total intravenosa de propofol associada à dexmedetomidina em gata submetida à ovariosalpingohisterectomia: relato de caso. 2017. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • NASPOLINI, B. M. . Utilização de creatinina e ureia na rotina clínica do Hospital Veterinário Unisul (2013-2015). 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • NASPOLINI, B. M. ; MASIERO, A. ; BITENCOURT, B. G. ; STORK, S. ; GASSENFERTH, A. ; OLIVEIRA, M. A. . Aplasia pura eritróide em felino FeLv negativo: relato de caso.. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • STORK, S. ; NASPOLINI, B. M. ; TERRA, S. . Marcação de mucina em neoplasias mamárias de cadelas atendidas no HV- Unisul, 2015.. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • MASIERO, A. ; NASPOLINI, B. M. ; JUNIOR, J. A. M. ; ACIOLY, M. ; STORK, S. . criptococose em um felino. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • JUNIOR, I. T. B. ; NASPOLINI, B. M. ; BITENCOURT, B. G. ; HLAVAC, N. R. C. ; STORK, S. . Acompanhamento clínico e hematológico de paciente canino com anemia da doença crônica secundária a inflamação intestinal. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • BITENCOURT, B. G. ; NASPOLINI, B. M. ; JUNIOR, I. T. B. ; SANTALUCIA, S. ; STORK, S. . Ablação do conduto auditivo em canino. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • OLIVEIRA, M. A. ; NASPOLINI, B. M. ; SANTALUCIA, S. ; TORRES, T. ; MABILE, S. . Obstrução intestinal por corpo estranho em canino. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • GASSENFERTH, A. ; NASPOLINI, B. M. ; JUNIOR, I. T. B. ; SORATTO, J. A. B. ; PASE, K. C. ; PEREIRA, P. A. ; ACIOLY, P. ; SANTO, S. E. ; STORK, S. ; TORRES, T. . PIROPLASMOSE EM UM CÃO: ESTUDO DE CASO CLÍNICO. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • NASPOLINI, B. M. ; JUNIOR, I. T. B. . Avaliação da eficácia de dois protocolos de analgesia transoperatória em cadelas submetidas à mastectomia. 2014. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • NASPOLINI, B. M. ; MARIANO, E. M. ; SCHMOELLER, E. ; OLIVEIRA, M. A. ; MATTOS, V. S. . DOENÇA DO TRATO URINÁRIO INFERIOR DE FELINOS:RELATO DE CASO. 2014. (Apresentação de Trabalho/Outra).

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Projetos de pesquisa

  • 2018 - Atual

    Anestesia Total Intravenosa utilizando propofol, propofol/dexmedetomidina ou propofol/cetamina associada a infusão contínua de fentanil em cadelas submetidas à ovariosalpingohisterectomia letiva, Descrição: Serão utilizadas 24 cadelas submetidas a castração eletiva na rotina do hospital de clínicas veterinárias da UFPEL. Todos animais serão avaliados clinicamente e submetidos a jejum de sólidos de 8 horas. No dia da cirurgia, receberão fentanil 5ug/kg como medicação pré-anestésica e 15 minutos após serão induzidos a anestesia geral com propofol 5mg/kg (grupo propofol - GP), propofol (2 mg/kg associado a cetamina (2mg/kg) (Grupo propofol/cetamina - GPC) ou Propofol (3 mg/kg) associado a dexmedetomidina (1 ug/kg) (Grupo Propofol/dexmedetomidina - GPD). Após serão mantidos em infusão contínua com propofol na taxa de 0,4mg/kg min (GP), propofol (0,2mg/kg/min) associado à cetamina (0,2 mg/kg) (GPC) ou propofol (0,2mg/kg/min) associado a dexmedetomidina (1 ug/kg/h). A taxa de propofol sera reduzida ou elevada em 10% nos momentos de avaliação quando necessário para manter um plano anestésico adequado. Serão avaliados os parâmetros clínicos e doses de propofol necessárias nos momentos basal, após a indução da anestesia,e em diferentes momentos cirúrgicos até o final da cirurgia. Caso necessária analgesia suplementar serão administrados bolus de fentanil 2,5ug/kg tantas vezes quanto necessário para controle da nocicepção. Espera-se que os protocolos com dexmedetomidina e cetamina reduzam o consumo de propofol necessário e mantenham melhor estabilidade clínica. O protocolo com dexmedetomidina resultará em melhor analgesia. Avaliar comparativamente os efeitos cardiorrespiratórios, anestésico e analgésico da infusão continua de dexmedetomidina ou cetamina, associados ao propofol e fentanil em cães.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (4) . , Integrantes: Bárbara Machado Naspolini - Coordenador / MARTIELO IVAN GEHRCKE - Integrante / GUSTAVO ANTONIO BOFF - Integrante / JOSEANA DE LIMA ANDRADES - Integrante / thomas normaton guim - Integrante / Caroline Jede de Marco - Integrante / Catiane Prestes dos Santos - Integrante / Patrícia Vives - Integrante.

  • 2017 - 2019

    Comparação entre a posição esternal e lateral sobre o bloqueio anestésico de lidocaína administrada por via epidural em cães submetidos ao procedimento de castração, Descrição: A anestesia epidural é uma modalidade corriqueira em medicina veterinária principalmente para cirurgias de membros pélvicos. Consiste na administração de anestésico local no espaço epidural. Contudo, como o espaço epidural possui pressão negativa, este é dependente da gravidade para deposição do anestésico ao longo da medula. Assim, alteração na posição do paciente pode interferir na dispersão do anestésico. O Objetivo deste estudo é avaliar a influência da posição do corpo do paciente na realização da anestesia epidural. Serão utilizados 20 cães machos encaminhados para orquiectomia eletiva no HCV da UFPel. Após preparação pré-anestésica, tricotomia, sedação e antissepsia os animais serão alocados em 2 grupos: GE, cujos animais receberão lidocaína 0,26ml/kg pela via epidural , sendo esta realizada em decúbito esternal e GL que receberão o mesmo protocolo mas realizado com o paciente em decúbito lateral esquerdo. Após 20 minutos será avaliada a progressão do bloqueio por meio de pinça de Kelly e teste do panículo e também a resposta motora em ambos os membros. Após, os animais serão encaminhados para orquiectomia eletiva sendo avaliados os parâmetros clínicos e efetividade da anestesia. No pós cirúrgico os animais terão os reflexos motores de cada membro avaliados a cada 10 minutos até a recuperação total do paciente. Os parâmetros clínicos e os tempos de duração da anestesia serão analisados pelo teste t e as progressões de bloqueio bem como presença/ausência de resposta serão avaliados pelo teste de qui-quadrado. Espera-se que a anestesia em decúbito lateral promova maior tempo de bloqueio no membro dependente e uma ascensão mais cranial. Avaliar a influência da posição do corpo no momento de acesso e administração sobre o bloqueio anestésico de lidocaína por via epidural. Avaliar a influência da posição de administração sob bloqueio anestésico lateralizado de lidocaína por via epidural. Esclarecer se a posição lateral difere da posição esternal na dispersão cranial da lidocaína por via epidural. Estabelecer a viabilidade da administração epidural na posição lateral para cirurgias de um dos membros.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (4) . , Integrantes: Bárbara Machado Naspolini - Coordenador / MARTIELO IVAN GEHRCKE - Integrante / GUSTAVO ANTONIO BOFF - Integrante / JOSEANA DE LIMA ANDRADES - Integrante / thomas normaton guim - Integrante / Caroline Jede de Marco - Integrante / Catiane Prestes dos Santos - Integrante / Ana Cristina Kalb - Integrante.

  • 2017 - 2019

    Efeitos Sedativos de cetamina, midazolam, e metadona associados ou não a acepromazina, em gatas submetidas a ovariosalpingohisterectomia eletiva, Descrição: A sedação de felinos é de alta rotina na clínica veterinária. Tanto para realização de procedimentos ambulatoriais quanto como medicação pré anestésica previamente a anestesia geral para realização de procedimentos cirúrgicos. Um dos protocolos mais utilizados é a associação de cetamina, midazolam e metadona, contudo, este protocolo pode promover taquicardia e hipertensão somada a uma má qualidade de sedação e recuperação anestésica devido aos efeitos dissociativos da cetamina. O objetivo do estudo é adicionar a acepromazina ao protocolo visando-se reduzir as doses empregadas e dos efeitos indesejados. Serão utilizadas 16 gatas hígidas encaminhadas para castração eletiva no hospital veterinário da UFPel. Como medicação pré anestésica, os animais serão alocados em dois grupos: GC, que receberão cetamina (8 mg/kg), midazolam (0,3mg/kg) e metadona (0,3mg/kg) ou GCA, que receberão o mesmo protocolo associado a acepromazina (0,03mg/kg). Em ambos os grupos os medicamentos serão administrados por via intramuscular e misturados na mesma seringa. Após a admnistração, serã avaliado o grau de sedação dos animais aos 5, 10, 15 e 20 minutos. Caso a sedação alcançada não permita a manipulação do animal, será readministrado cetamina na dose de 2mg/kg até o efeito desejado Em seguida, os animais serão anestesiados com propofol e isofluorano para realização de ovariosalpingohisterectomia eletiva. Também serão avaliados os parâmetros clínicos durante a avaliação de sedação e no transcirúrgico. Ao final da cirurgia será avaliada a qualidade de recuperação da anestesia, bem como os tempos de recuperação. Os parâmetros clínicos serão avaliados pelo teste t e os graus de sedação pelo teste de Mann-Whitney. Espera-se que a associação com acepromazina melhore a qualidade de sedação e anestésica bem como os parâmetros clínicos, além de reduzir a dose dos demais fármacos. valiar o efeito da cetamina, midazolam e metadona, associados ou não a acepromazina, no período pré, trans e pós-operatório de gatas submetidas à ovariosalpingohisterectomia eletiva. Avaliar a qualidade da sedação produzida pelos tratamentos propostos durante o período pré-anestésico. Avaliar e comparar parâmetros cardiovasculares e pressóricos no período transoperatório dos dois protocolos propostos. Avaliar o tempo e a qualidade de recuperação dos animais frente aos dois tratamentos propostos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (4) . , Integrantes: Bárbara Machado Naspolini - Coordenador / MARTIELO IVAN GEHRCKE - Integrante / GUSTAVO ANTONIO BOFF - Integrante / JOSEANA DE LIMA ANDRADES - Integrante / thomas normaton guim - Integrante / Caroline Jede de Marco - Integrante / Catiane Prestes dos Santos - Integrante.

  • 2017 - Atual

    Influência da acepromazina sobre os parâmetros cardiorespiratórios, hematológicos e renais em cães submetidos à orquiectomia, Descrição: Para avaliar os efeitos da acepromazina na anestesia geral de cães serão utilizados 16 cães alocados em 2 grupos: um recebendo acepromazina na medicação pré-anestésica e outro não. Serão avaliados os parâmetros cardiorespiratórios, hematológicos, pressão arterial e parâmetros urinarios antes, durante e após a anestesia. Espera-se que os animais que receberem acepromazina apresentem maior grau de sedação porém com maior tendência a redução na pressão arterial e alterações renais e hematológicas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bárbara Machado Naspolini - Integrante / MARTIELO IVAN GEHRCKE - Coordenador / MARIANA SANCHES CARDOSO - Integrante / HELOISA DO AMARAL BOANOVA - Integrante / thomas normaton guim - Integrante.

  • 2017 - Atual

    Análise da contaminação do propofol sob diferentes formas de armazenamento após o uso na rotina hospitalar, Descrição: O propofol é o agente anestésico intravenoso mais utilizado em medicina veterinária. Contudo, devido ao seu veículo lipídico e proteico, este pode apresentar riscos de contaminação durante a armazenagem do fármaco durante e após o seu uso. Assim, o objetivo deste estudo é avaliar as diferentes formas de manipulação e armazenagem do fármaco durante e após o uso na rotina hospitalar de cães e gatos. Para o estudo, serão utilizados 4 frascos-ampola de propofol à 1% contendo 20 ml provenientes da rotina cirúrgica no Hospital de Clinicas Veterinárias da Universidade Federal de Pelotas. Após a abertura dos frascos estes passarão por diferentes formas de acondicionamento e terão amostras colhidas regularmente para análise microbiológica. Todos os frascos serão abertos no mesmo dia às 8:00 horas da manhã. O Frasco 1 (F1) será aberto e o conteúdo será armazenado dentro de uma seringa estéril, de 20ml, e armazenada na geladeira com temperatura próxima a 4oC. O frasco 2 (F2) será aberto e o conteúdo será armazenado em uma seringa de 20ml estéril e permanecerá fora da geladeira, em temperatura ambiente, sendo esta registrada no momento de cada coleta de amostra. Os outros dois frascos (F3 e F4) serão abertos, porém o fármaco permanecerá dentro do próprio recipiente, sendo vedado com esparadrapo após a coleta de amostras após a coleta sendo armazenados na geladeira (F3) e na temperatura ambiente (F4), com registro da temperatura ambiente nas avaliações. Após 20 minutos da abertura dos frascos (T0) serão coletadas amostras de 1 ml por meio de seringa de 1 ml e agulha 25x7, este tempo de espera deve-se em conta do tempo que o anestesiologista leva para aspirar a quantidade necessária para uso e depois armazenar o restante. Após a coleta, os frascos seguirão as armazenagens propostas em cada grupo. Demais amostras serão coletadas às 4, 8, 24, 28, 32, 48 e 72 horas após a abertura dos frascos. Todas as amostras serão enviadas imediatamente após a coleta ao setor de microbiologia da faculdade de veterinária - UFPEL para cultura e posterior identificação dos microorganismos. Espera-se que os frascos abertos sem adequado acondicionamento apresentem contaminação enquanto os preservados refrigerados não.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Especialização: (4) . , Integrantes: Bárbara Machado Naspolini - Integrante / MARTIELO IVAN GEHRCKE - Coordenador / MARIANA SANCHES CARDOSO - Integrante / CAROLINE MUNHOZ - Integrante / FRANCISCO DE ASSIS ARAÚJO CAMELO JÚNIOR - Integrante / GUSTAVO ANTONIO BOFF - Integrante / HELOISA DO AMARAL BOANOVA - Integrante / JOSEANA DE LIMA ANDRADES - Integrante.

  • 2017 - Atual

    Efeito analgésico da anestesia local tumescente em comparação com a anestesia epidural associada ao bloqueio intercostal em cadelas submetidas à mastectomia, Descrição: Tumores mamários são as neoplasias mais comuns em cadelas, sendo que o tratamento recomendado nestes casos é a ressecção cirúrgica. A mastectomia é considerada uma cirurgia complexa, pois requer uma extensa ressecção tecidual, para garantir uma margem de segurança e evitar recidivas, cursando com dor de intensidade moderada a grave. Sobre essa perspectiva, mastectomias requerem técnicas de analgesia e anestesia adequadas. A administração de opióides em pacientes oncológicos apresenta efeitos negativos, como a imunossupressão, estimulação do crescimento de células cancerígenas, inibição da ação de células natural killers e aumento do risco de metástases. A redução no uso de fármacos analgésicos opióides no transoperatório de pacientes oncológicos se torna um ponto benéfico importante quando se opta pela utilização de técnicas de anestesia local. Neste sentido. o presente projeto tem por objetivo avaliar o efeito analgésico da anestesia local tumescente e da anestesia epidural associada ao bloqueio intercostal durante o período trans e pós operatório de cadelas submetidas à mastectomia radical unilateral. Serão utilizadas 16 cadelas portadoras de neoplasmas mamários que serão submetidas à mastectomia radical unilateral, sem restrições quanto à raça e à idade. Após submetidos à anestesia geral, os animais serão divididos em dois grupos, cada um contendo 8 animais. No primeiro grupo (GALT), será realizada a anestesia local tumescente (ALT) e no segundo grupo (GEBI) será realizada a anestesia epidural associada ao bloqueio intercostal . Para realização da avaliação de dor transoperatória, serão avaliados os seguintes parâmetros: frequência cardíaca, frequência respiratória, temperatura, eletrocardiograma e pressão arterial. Este parametro será avaliado em 5 diferentes momentos: incisão de pele, divulsão de mamas iguinais, divulsão de mamas torácicas, pinçamento da artéria epigástrica superficial caudal, miorrafia, redução do espaço subcutâneo e dermorrafia. A dor pos operatória será avaliada através da escala de dor de Glasgow modificada por um periodo de 6 horas após o termino da cirurgia. Espera-se através dos dados obtidos demosntrar a importância da utilização da analgesia locoregional como medida adjuvante no tratamento de dor trans e pós operatória em cirurgias envolvendo ressecções teciduais extensas, reduzindo a utilização de opióides que apresentam impacto negativo em pacientes oncológicos. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bárbara Machado Naspolini - Integrante / MARIANA SANCHES CARDOSO - Integrante / GUSTAVO ANTONIO BOFF - Integrante / HELOISA DO AMARAL BOANOVA - Integrante / thomas normaton guim - Coordenador / guilherme moller cunha - Integrante / beatriz persici maroneze - Integrante.

  • 2017 - Atual

    EFICÁCIA DA ELETROIMOBILIZAÇÃO NA CONTENÇÃO DE BOVINOS SUBMETIDOS A ORQUIECTOMIA, Descrição: Bovinos destinados à pecuária de corte são submetidos ao procedimento de orquiectomia (castração) ainda jovens com o intuito de melhorar o manejo destes animais antes que atinjam a idade reprodutiva. Atualmente no Brasil não existe nenhuma legislação específica que exija o uso de anestesia ou analgesia para realização destes procedimentos, o que fere os princípios éticos e de bem estar animal. A eletroimobilização é comercializada como recurso anestésico embora não seja comprovadamente eficaz para este fim. O objetivo deste estudo é testar a eficácia da eletroimobilização frente a anestesia local em bovinos castrados. Serão utilizados 24 animais submetidos a castração cirúrgica e alocados em 4 grupos (n=6): eletroimobilização, onde serão castrados após a utilização de eletroimobilizador posicionado na ampola retal conforme orientação comercial; anestesia local, que serão contidos em brete e castrados sob anestesia local; associação de ambas as técnicas; e animais não castrados, apenas contidos (controle). Antes, durante e após a castração serão avaliados parâmetros clínicos e dos níveis de cortisol para mensurar a eficácia do método. No pós-operatório de 12 horas será avaliada a analgesia do animal conforme escala validada pela UNESP-Botucatu para atestar a eficácia dos métodos. Ao final do estudo será possível determinar se a eletroimobilização pode ser utilizada de forma isolada ou deve ser associada à anestesia local para castração ética de bovinos. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bárbara Machado Naspolini - Integrante / MARTIELO IVAN GEHRCKE - Coordenador / MARIANA SANCHES CARDOSO - Integrante / GUSTAVO ANTONIO BOFF - Integrante / HELOISA DO AMARAL BOANOVA - Integrante.

Histórico profissional

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Experiência profissional

2017 - 2019

Universidade Federal de Pelotas

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Medico Veterinário Residente, Carga horária: 60, Regime: Dedicação exclusiva.

2012 - 2012

Clínica Veterinária São Francisco

Vínculo: ESTAGIÁRIO, Enquadramento Funcional: Estagiário na área de clínica-cirúrgica, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

2015 - 2015

Universidade do Sul de Santa Catarina

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: BOLSISTA NA ÁREA DE CLÍNICA MÉDICA ANIMAL, Carga horária: 4

2014 - 2014

Universidade do Sul de Santa Catarina

Vínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário na área de anestesiologia, Carga horária: 8

2014 - 2014

Universidade do Sul de Santa Catarina

Vínculo: ESTAGIÁRIO, Enquadramento Funcional: ESTAGIÁRIO NA ÁREA DE ANESTESIOLOGIA, Carga horária: 4

2013 - 2013

Universidade do Sul de Santa Catarina

Vínculo: ESTAGIÁRIO, Enquadramento Funcional: ESTAGIÁRIO NA ÁREA DE CLÍNICA MÉDICA ANIMAL, Carga horária: 4

2013 - 2013

Universidade do Sul de Santa Catarina

Vínculo: ESTAGIÁRIO, Enquadramento Funcional: ESTAGIÁRIO NA ÁREA DE ANESTESIOLOGIA, Carga horária: 4

2015 - 2015

Hospital Veterinário Darabas

Vínculo: ESTAGIÁRIO, Enquadramento Funcional: ESTAGIÁRIO NA ÁREA DE CLÍNICA-CIRURGICA, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

2015 - 2015

Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Vínculo: ESTAGIÁRIO, Enquadramento Funcional: ESTÁGIO OBRIGATÓRIO EM ANESTESIOLOGIA, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

2016 - 2016

Tigre Clínica e Drogaria Veterinária

Vínculo: MÉDICO VETERINÁRIO, Enquadramento Funcional: MÉDICO VETERINÁRIO, Carga horária: 44, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Atuou como médica veterinária nas áreas de clínica e principalmente anestesiologia. Responsável por plantões e internamento de pacientes também.