Brenda Sílvia Tomichá de Oliveira
Possui graduação em Biologia pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (2020). Tem experiência na área de Genética, com ênfase em Genética Molecular e de Microorganismos, atuando principalmente nos seguintes temas: marcadores issr, issr markers, ecorregião do pantanal, ?cangas? e cactos. Possui mestrado em Biotecnologia pela UFMS com enfoque para a bioprospeção de amilase e doutoranda em Bioquimica e Biologia Molecular.
Informações coletadas do Lattes em 08/09/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em andamento em Bioquímica e Biologia Molecular
2023 - Atual
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Título: Biossorção de metais pesados por fungos filamentos e Bacillus sp. isolados do solo das bancadas lateríticas e sua compatibilidade a fungicidas visando sua aplicação como promotores de crescimento do milho
Orientador: Marivaine Silva Brasil
Coorientador: Fabiana Fonseca Zanoelo. Palavras-chave: microrganismos; biossorção; promotores de crescimento.
Mestrado em BIOTECNOLOGIA
2021 - 2023
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Título: PRODUÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DA AMILASE PRODUZIDA POR Rhizopus oryzae ISOLADO DE BANCADA LATERÍTICA, Ano de Obtenção: 2023
Gecele Matos Paggi.Coorientador: Nayara Fernanda Lisboa Garcia. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Fungos; fungos filamentosos; amilase.Grande área: Ciências BiológicasGrande Área: Ciências Biológicas / Área: Microbiologia / Subárea: Biologia e Fisiologia dos Microorganismos / Especialidade: Micologia.
Graduação em Biologia
2017 - 2020
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Título: SELEÇÃO DE MARCADORES MOLECULARES DO TIPO ISSR PARA ESTUDOS DE DIVERSIDADE GENÉTICA EM DISCOCACTUS FERRICOLA
Orientador: Gecele Matos Paggi
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.
Curso técnico/profissionalizante em Técnico em Informática
2013 - 2016
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul
Ensino Médio (2º grau) em andamento
2013 - Atual
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul
Formação complementar
2019 - 2019
Minicurso - Da lama ao caos: a incrível jornada de um girino ate o caos da. (Carga horária: 12h). , Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, UFMS, Brasil.
2018 - 2018
Biologia e Ecologia de Morcegos. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, UFMS, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Genética / Subárea: Genética Molecular e de Microorganismos.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Genética / Subárea: Genética Vegetal.
Organização de eventos
TOMICHÁ, B.S.O . Startup Weekend na UFMS/CPAN. 2017. (Outro).
Participação em eventos
INTEGRA UFMS. DIVERSIDADE GENÉTICA DE POPULAÇÕES NATURAIS DE DISCOCACTUSFERRICOLA (CACTACEAE) DE BANCADAS LATERÍTICAS DE CORUMBÁ, MS. 2020. (Exposição).
70° Congresso Nacional de Botanica. ANÁLISE DE POLIMORFISMO EM MARCADORES MOLECULARES ISSR EM DISCOCACTUS FERRICOLA BUINING & BREDEROO". 2019. (Congresso).
71 reunião anual da SBPC. 2019. (Encontro).
INTEGRA UFMS.SIMILARIDADE GENÉTICA EM POPULAÇÕES NATURAIS DE DISCOCACTUS FERRICOLA (CACTACEAE) DAS CANGAS DE CORUMBÁ, MS",. 2019. (Encontro).
6th International Conference on Comparative Biology of Monocotyledons ? Monocots VI / 2nd World Congress of Bromeliaceae Evolution ? Bromevo II / 7th International Symposium on Grass Systematics and Evolution. Genetic diversity of Deuterocohnia meziana Kuntze ex Mez (Bromeliaceae) natural populations from ironstone outcrops, Central Brazil. 2018. (Congresso).
Integra UFMS.SISTEMA REPRODUTIVO DO Discocactus ferricola BUINING & BREDOROO. 2018. (Encontro).
Fecipan. Robótica Educacional. 2014. (Feira).
XX Ciência Jovem. Robótica Educacional. 2014. (Feira).
Produções bibliográficas
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TOMICHÁ, B.S.O ; SILVA, L. V. ; GARCIA, N. F. L. ; PAGGI, G. M. . DIVERSIDADE GENÉTICA DE POPULAÇÕES NATURAIS DE Discocactus ferricola (CACTACEAE) DE BANCADAS LATERÍTICAS DE CORUMBÁ, MS. In: Integra UFMS 2020, 2020, Evento Virtual. DIVERSIDADE GENÉTICA DE POPULAÇÕES NATURAIS DE Discocactus ferricola (CACTACEAE) DE BANCADAS LATERÍTICAS DE CORUMBÁ, MS, 2020. p. 104-104.
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TOMICHÁ, B.S.O ; SILVA, L. V. ; GARCIA, N. F. L. ; PAGGI, G. M. . SIMILARIDADE GENÉTICA EM POPULAÇÕES NATURAIS DE Discocactus ferricola (CACTACEAE) DAS CANGAS DE CORUMBÁ, MS. In: Integra UFMS 2019, 2019, Campo Grande. SIMILARIDADE GENÉTICA EM POPULAÇÕES NATURAIS DE Discocactus ferricola (CACTACEAE) DAS CANGAS DE CORUMBÁ, MS, 2019. p. 118-118.
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TOMICHÁ, B.S.O ; SILVA, L. V. ; GARCIA, N. F. L. ; PAGGI, G. M. . Análise de polimorfismo em marcadores moleculares ISSR em Discocactus ferricola Buining & Brederoo. In: 70º CONGRESSO NACIONAL DE BOTÂNICA, 2019, Maceió. Análise de polimorfismo em marcadores moleculares ISSR em Discocactus ferricola Buining & Brederoo, 2019. p. 759-759.
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TOMICHÁ, B.S.O ; SILVA, L. V. ; GARCIA, N. F. L. ; PAGGI, G. M. . Genetic diversity of Deuterocohnia meziana (Bromeliaceae) natural populations from ironstone outcrops, Central Brazil. In: 6 th International Conference on the Comparative Biology of Monocotyledons, 2018, Natal. Genetic diversity of Deuterocohnia meziana (Bromeliaceae) natural populations from ironstone outcrops, Central Brazil, 2018. p. 158-158.
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TOMICHÁ, B.S.O ; SILVA, L. V. ; FAGGIONI, G. P. ; PAGGI, G. M. . SISTEMA REPRODUTIVO DO DISCOCACTUS FERRICOLA BUINING & BREDOROO. In: Integra UFMS 2018, 2018, Campo Grande. SISTEMA REPRODUTIVO DO DISCOCACTUS FERRICOLA BUINING & BREDOROO, 2018. p. 481-481.
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TOMICHÁ, B.S.O ; SILVA, L. V. ; GARCIA, N. F. L. ; PAGGI, G. M. . Similaridade genética de populações naturais de Discocactus ferricola(Cactaceae) das canga de Corumbá,MS.. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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TOMICHÁ, B.S.O ; SILVA, L. V. ; GARCIA, N. F. L. ; PAGGI, G. M. . 6th International Conference on Comparative Biology of Monocotyledons ? Monocots VI / 2nd World Congress of Bromeliaceae Evolution ? Bromevo II / 7th International Symposium on Grass Systematics and Evolution. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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TOMICHÁ, B.S.O ; SILVA, L. V. ; GARCIA, N. F. L. ; PAGGI, G. M. . SISTEMA REPRODUTIVO DO Discocactus ferricola BUINING & BREDOROO. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
Projetos de pesquisa
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2020 - 2020
Diversidade genética de populações naturais de Discocactus ferricola Buining & Brederoo, Corumbá, MS, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Brenda Silvia Tomichá de Oliveira - Integrante / Luciana Vicente da Silva - Integrante / Nayara Fernanda Lisbôa Garcia - Integrante / Gecele Matos Paggi - Coordenador.
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2019 - 2020
Diversidade genética em populações de Discocactus ferricola Buining & Brederoo de bancadas lateríticas, Corumbá, MS, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Brenda Silvia Tomichá de Oliveira - Integrante / Luciana Vicente da Silva - Integrante / Nayara Fernanda Lisbôa Garcia - Integrante / Gecele Matos Paggi - Coordenador.
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2018 - 2019
Diversidade genética de Discocactus ferricola Buining & Brederoo (Cactaceae) das bancadas lateríticas (cangas) de Corumbá, MS., Descrição: A família Cactaceae é caracterizada morfologicamente por plantas perenes, com caule suculento e articulado, de coloração verde profunda, que possui a função de fotossíntese, contendo meristemas axilares de onde se originam tricomas, espinhos e flores, os quais tendem a ser notáveis (Zappi et al., 2007). A família apresenta mais de 1300 espécies catalogadas e é dividida em aproximadamente 10 gêneros (Cronquist, 1981), sendo um deles o gênero Discocactus Pfeiff. Discocactus abrange sete espécies, sendo estas caracterizadas morfologicamente por apresentarem formas globulosa, achatada ou discoide. Além disso, nestas plantas, a região florífera se encontra no cefálio no ápice do caule, a coloração de suas flores é branca e possui antese noturna (Machado, 2004). Neste gênero, encontra-se a espécie D. ferricola Buining, encontrada apenas nos afloramentos rochosos ferruginosos do Morro do Mutum (Bolívia) e do Maciço do Urucum (Brasil), conforme Takahasi & Meirelles (2014). Dados da IUCN (International Union for Conservation of Nature) apontam o D. ferricola como uma espécie de ocorrência restrita às bancadas lateríticas, e ameaçada de extinção devido a atividades antropogênicas como a pecuária, a qual resultou no declínio populacional de 30% nos últimos 30 anos (Braun, 2013). Logo, o estudo da diversidade genética das populações da espécie se faz necessário, tanto pela singularidade de sua distribuição e evolução, mas também pela importância de sua preservação, tendo em vista que dados dessa natureza auxiliam no melhor desenvolvimento de estratégias de conservação (e.g., Pamponét et al., 2013; Ribeiro et al., 2013). Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em parceria com o Ministério do Meio Ambiente (2004), o Brasil apresenta seis biomas em toda sua extensão territorial, sendo um deles o Bioma Pantanal que ocupa 1,76% do território brasileiro e ocupa 25% do Mato Grosso do Sul. Também em Mato Grosso do Sul, encontra-se uma das maiores reservas de minério de ferro do país, a Morraria do Urucum (Carmo et al., 2012). A exploração dessa reserva mineral para fins econômicos, sem nenhuma ponderação, se torna uma ameaça para a flora da região que circunda a Morraria (Jacobi et al., 2007). Próximas a reserva, formam-se cangas ou afloramentos rochosos ferruginosos, que são resultado do depósito de sedimentos ferruginosos que são datados da idade Pleistocênica (Anjos & Okida, 2000), sedimentos estes oriundos da morraria para as áreas de drenagem, onde as chuvas sazonais e o intemperismo por milhares de anos vieram a formar esse relevo (Castro, 2008) e, em Corumbá, MS, esse tipo de relevo também apresenta outro nome, as bancadas lateríticas (Takahasi, 2010). As bancadas lateríticas apresentam solos áridos e rasos, sua vegetação, por vezes, é composta de plantas adaptadas aos climas semiáridos, como as plantas xerófitas, xeromorfas e algumas espécies de plantas herbáceas (Pott et al., 2000), pois por se tratar de um afloramento rochoso a vegetação é submetida a condições ambientais severas, como a escassez de água, raso substrato e altas temperaturas (Porembski et al., 1998). As bancadas também são consideradas como evidências da teoria de refúgio florestal, devido a sua vegetação relictual, na qual a região da atual Caatinga era ligada ao Chaco Argentino durante o período Pleistoceno (Ab? Sáber, 2006). Para o desenvolvimento deste estudo, é necessário utilizar um tipo de marcador molecular nuclear, permitindo o uso da técnica conhecida como PCR (Polymerase Chain Reaction) (Almeida et al., 2012). O marcador nuclear utilizado será do tipo ISSR (Inter Simple Sequence Repeat), como não utiliza primer específico, não são necessárias informações prévias do genoma a ser estudado (Gupta et al., 1994). O marcador ISSR produz um padrão de bandas polimórfico capaz de detectar variações dentro do loci superiores a 1% em toda a população (Roc. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Brenda Silvia Tomichá de Oliveira - Integrante / Luciana Vicente da Silva - Integrante / Nayara Fernanda Lisbôa Garcia - Integrante / Gecele Matos Paggi - Coordenador.
Histórico profissional
Experiência profissional
2018 - 2020
Universidade Federal de Mato Grosso do SulVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisador, Carga horária: 25
Atividades
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06/2017
Pesquisa e desenvolvimento, UFMS - Campus do Pantanal.,Linhas de pesquisa
Criando um monitoramento
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