Emily Garcia
Mestre em Filosofia (bolsista CAPES) pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Especialista em Direito Penal e Processual Penal pela Academia Brasileira de Direito Constitucional (ABDCONST). Especialista em Direito Penal e Criminologia pelo Instituto de Criminologia e Política Criminal (ICPC), em convênio com o Centro Universitário Internacional (UNINTER). Especialista em Filosofia Política e Jurídica pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Graduada em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR).
Informações coletadas do Lattes em 02/12/2024
Acadêmico
Formação acadêmica
Mestrado em Filosofia
2017 - 2019
Universidade Estadual de Londrina
Título: Seletividade Criminal em contexto biopolítico: Uma construção a partir de Michel Foucault
, Ano de Obtenção: 2019.Marcos Alexandre Gomes Nalli.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Especialização em Direito e Processo Penal
2019 - 2021
Academia Brasileira de Direito Constitucional, ABDConst
Título: Racismo de Estado: Chacinas e política da morte no Brasil
Orientador: Flavio Bortolozzi Junior
Especialização em Direito Penal e Criminologia
2018 - 2018
Instituto de Criminologia e Política Criminal
Título: Seletividade Criminal em Michel Foucault: a maneira de punir neoliberal
Orientador: Amanda Cecatto Alcantara
Especialização em Filosofia Política e Jurídica
2016 - 2017
Universidade Estadual de Londrina
Título: Novas formas de controle biopolítico e o neoliberalismo econômico da Escola de Chicago
Orientador: Américo Grisotto
Graduação em Direito
2011 - 2015
Pontifícia Universidade Católica do Paraná
Título: Teoria da Imputação Objetiva no Direito Penal Brasileiro
Orientador: Talita C. Fidelis Pereira Biagi
Formação complementar
2022 - 2023
Curso de Assessoria e Gestão de Gabinete Judicial. (Carga horária: 80h). , Escola da Magistratura do Estado do Paraná, EMAP, Brasil.
2019 - 2019
Extensão universitária em Direitos Humanos. (Carga horária: 27h). , Escola da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, EDEPE, Brasil.
2019 - 2019
Extensão universitária em Execução Penal. (Carga horária: 27h). , Escola da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, EDEPE, Brasil.
2019 - 2019
Extensão universitária em Criminologia. (Carga horária: 33h). , Escola da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, EDEPE, Brasil.
2019 - 2019
Extensão universitária em Tutela Coletiva. (Carga horária: 33h). , Escola da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, EDEPE, Brasil.
2019 - 2019
Direitos Humanos. (Carga horária: 20h). , Centro Universitário Leonardo da Vinci, UNIASSELVI, Brasil.
2019 - 2019
Como Fazer Ação Penal Pública. (Carga horária: 20h). , MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MATO GROSSO, MPMT, Brasil.
2018 - 2018
Extensão universitária em Introdução à Criminologia Feminista. , Passagens Escola de Filosofia, PEF, Brasil.
2017 - 2017
Minicurso: Aspectos fenomenológicos da filosofia de Vilém Flusser. (Carga horária: 8h). , Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
2016 - 2016
Extensão universitária em A diferença entre ética e direito em Kant. (Carga horária: 30h). , Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil.
2015 - 2016
Extensão universitária em Desempenho da Atividade Judiciária com Usuários e Dependentes de drogas. (Carga horária: 120h). , Universidade de São Paulo, USP, Brasil.
2015 - 2015
Extensão universitária em Prática Previdenciária. (Carga horária: 56h). , Faculdade de Direito Prof. Damásio de Jesus, FDDJ, Brasil.
2013 - 2013
Perícias Criminais. , Pontifícia Universidade Católica do Paraná, PUC/PR, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Francês
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito.
Organização de eventos
NALLI, M. A. G. ; GARCIA, E. . I ENCONTRO NACIONAL BIOPOLÍTICA: ORIGENS E CONSEQUÊNCIAS. 2018. (Outro).
MULLER, M. C. ; GARCIA, E. . III Encontro Nacional de Filosofia Política Contemporânea e VIII Ciclo Hannah Arendt. 2017. (Congresso).
GARCIA, E. ; MULLER, M. C. . VII Ciclo Hannah Arendt: Corrupção: ausência de pensamento ou pensamento corrompido?. 2016. (Outro).
GARCIA, E. ; FACHIN, Z. . XI CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO CONSTITUCIONAL E CIDADANIA. 2014. (Congresso).
Participação em eventos
I CONGRESSO INTERNACIONAL DE CIÊNCIA JURÍDICA. Normatividade em Alexy e Dworkin. 2017. (Congresso).
V SIMPÓSIO DO NÚCLEO DE FILOSOFIA KANTIANA CONTEMPORÂNEA - ZELJKO LOPARIC. KANT PRÉ-CRÍTICO II ENCONTRO DE PESQUISA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FILOSOFIA DA UEL.Justiça em Amartya Sen. 2017. (Simpósio).
VII Ciclo Hannah Arendt: Corrupção: ausência de pensamento ou pensamento corrompido?.Corrupção: A Banalidade do Mal. 2016. (Outra).
3° Congresso de Iniciação Cientifica e Pós-Granduação. Sonegação Fiscal Como Crime Antecedente à Lavagem de Dinheiro. 2014. (Congresso).
52° Semana Jurídica da UEL. SONEGAÇÃO FISCAL COMO CRIME ANTECEDENTE À LAVAGEM DE DINHEIRO. 2014. (Congresso).
52° Semana Jurídica da UEL. Tratamento Psiquiátrico Involuntário à luz dos Direitos Humanos na Contemporaneidade. 2014. (Congresso).
Decisões Judiciais: Fugindo do Arbítrio e do Subjetivismo. 2014. (Encontro).
XI CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO CONSTITUCIONAL E CIDADANIA. O Direito à Reunião como Protetor dos ''Rolezinhos'. 2014. (Congresso).
XI CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO CONSTITUCIONAL E CIDADANIA. Indícios Denunciadores de Desvio de Finalidade na Jurisprudência do Tribunal de Justiça do Paraná. 2014. (Congresso).
I Seminário Internacional de Bioética da PUCPR. 2013. (Seminário).
I Simpósio Nacional Ciência e Humanidades e VII Encontro de Iniciação Científica.DA PROTEÇÃO AOS DIREITOS PERSONALISSIMOS ''POST MORTEM'' DO SUJEITO. 2013. (Simpósio).
I Simpósio Nacional Ciência e Humanidades e VII Encontro de Iniciação Científica.A ARBITRAGEM INTERNACIONAL. 2013. (Simpósio).
XXI SEMIC.Arbitragem Internacional: Origem, Desenvolvimento e sua aplicabilidade atual na solução de conflitos. 2013. (Seminário).
50° Semana Jurídica da UEL. 2012. (Congresso).
V CONJURI. 2011. (Congresso).
Participação em bancas
GARCIA, E.; Basilio, Naiara; Freitas, Anna. Das espécies de intervenção de terceiro e sua aplicabilidade no Processo do Trabalho. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Faculdade do Grupo UNIASSELVI.
GARCIA, E.; Freitas, Anna; Basilio, Naiara. Uso de drogas ilícitas: crime ou doença na visão jurídica. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Faculdade do Grupo UNIASSELVI.
GARCIA, E.; Freitas, Anna; Basilio, Naiara. Trabalho Escravo Contemporâneo. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Faculdade do Grupo UNIASSELVI.
GARCIA, E.; Freitas, Anna; Basilio, Naiara. Direitos Humanos no Sistema Penitenciário. 2018 - Faculdade do Grupo UNIASSELVI.
GARCIA, E.; Chinelato, Verginia; Basilio, Naiara. Violência contra a mulher no Brasil. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Faculdade do Grupo UNIASSELVI.
GARCIA, E.; Basilio, Naiara; Chinelato, Verginia. Elisão Fiscal através do PRODEIC. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Faculdade do Grupo UNIASSELVI.
GARCIA, E.; Basilio, Naiara; Freitas, Anna. Falência do Estatuto do Desarmamento. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Faculdade do Grupo UNIASSELVI.
GARCIA, E.; Freitas, Anna; Basilio, Naiara. Guarda Compartilhada. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Centro Universitário Leonardo da Vinci.
GARCIA, E.; Basilio, Naiara; Freitas, Anna. Tráfico de Pessoas para fins de trabalho forçado no Mato Grosso. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Centro Universitário Leonardo da Vinci.
GARCIA, E.; Basilio, Naiara; Chinelato, Verginia. A redução da maioridade penal. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Centro Universitário Leonardo da Vinci.
GARCIA, E.; Freitas, Anna; Chinelato, Verginia. A influência da mídia no Tribunal do Júri. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Centro Universitário Leonardo da Vinci.
GARCIA, E.; Basilio, Naiara; Chinelato, Verginia. Violência familiar: a efetividade da Lei Maria da Penha. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Centro Universitário Leonardo da Vinci.
Orientou
A relação entre gênero e violência no crime de feminicídio; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Centro Universitário Leonardo da Vinci; Orientador: Emily Garcia;
Feminicídio: Uma discussão acerca do crescente homicídio de mulheres; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Centro Universitário Leonardo da Vinci; Orientador: Emily Garcia;
Pedofilia no meio virtual; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Centro Universitário Leonardo da Vinci; Orientador: Emily Garcia;
Da Silva Gomes; Alienação parental como fenômeno jurídico; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Centro Universitário Leonardo da Vinci; Orientador: Emily Garcia;
A influência da mídia nos processos penais; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Centro Universitário Leonardo da Vinci; Orientador: Emily Garcia;
O direito à informação versus o direito à privacidade; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Centro Universitário Leonardo da Vinci; Orientador: Emily Garcia;
Crimes contra a honra na internet; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Centro Universitário Leonardo da Vinci; Orientador: Emily Garcia;
Guarda compartilhada e o melhor interesse da criança; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Centro Universitário Leonardo da Vinci; Orientador: Emily Garcia;
Dano moral ante a dificuldade de sua caracterização; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Centro Universitário Leonardo da Vinci; Orientador: Emily Garcia;
O sistema prisional brasileiro e a importância da criminologia; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Centro Universitário Leonardo da Vinci; Orientador: Emily Garcia;
Leis de proteção da criança e do adolescente e o abandono afetivo; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Centro Universitário Leonardo da Vinci; Orientador: Emily Garcia;
Violência doméstica em face da lei 11; 340/2006; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Centro Universitário Leonardo da Vinci; Orientador: Emily Garcia;
Responsabilidade penal dos psicopatas: imputáveis, semi-imputáveis ou inimputáveis; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Centro Universitário Leonardo da Vinci; Orientador: Emily Garcia;
Conciliação e mediação à luz do Código de Processo Civil; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Centro Universitário Leonardo da Vinci; Orientador: Emily Garcia;
A violência contra a mulher e os mecanismos de proteção legal; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Centro Universitário Leonardo da Vinci; Orientador: Emily Garcia;
Concurso de pessoas no infanticídio; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Centro Universitário Leonardo da Vinci; Orientador: Emily Garcia;
Crianças e adolescentes em situação de risco; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Centro Universitário Leonardo da Vinci; Orientador: Emily Garcia;
Violência Familiar: a efetividade da Lei Maria da Penha; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Faculdade do Grupo UNIASSELVI; Orientador: Emily Garcia;
Aplicabilidade da Lei de Execução Penal na ressocialização do apenado; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Faculdade do Grupo UNIASSELVI; Orientador: Emily Garcia;
Produções bibliográficas
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GARCIA, E. ; MILKIEWICZ, L. . ANÁLISE DO DESASTRE AMBIENTAL DE MARIANA (MG) A PARTIR DO ENTENDIMENTO DE JUSTIÇA DE AMARTYA SEN. RJLB - REVISTA JURÍDICA LUSO-BRASILEIRA , v. 1, p. 577-596, 2019.
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GARCIA, E. . Sociedade Disciplinar em Crise: Diálogo entre Foucault, Deleuze e Bloch. RJLB - REVISTA JURÍDICA LUSO-BRASILEIRA , v. 3, p. p. 523-539, 2019.
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GARCIA, E. ; SOUZA, B. F. . Uma Análise Crítica das Teorias da Decisão Dominantes e uma Proposta Alternativa. RJLB - REVISTA JURÍDICA LUSO-BRASILEIRA , v. 1, p. 509-526, 2018.
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GARCIA, E. ; SOUZA, B. F. . Hermenêutica como Limite à Discricionariedade Judicial. RJLB - REVISTA JURÍDICA LUSO-BRASILEIRA , v. 4, p. 295, 2017.
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GARCIA, E. . Tratamento Psiquiátrico Involuntário à luz dos Direitos Humanos na Contemporaneidade. In: IV Encontro Científico da Semana Jurídica da UEL, 2014, Londrina. IV Encontro Científico da Semana Jurídica da UEL, 2014. p. 532-534.
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GARCIA, E. ; MORENO, Claudio Cesar Machado. . Arbitragem Internacional. In: I Simpósio Nacional de Ciência e Humanidades e VII Encontro de Iniciação Cientifica, 2013, Londrina. I Simpósio Nacional de Ciência e Humanidades, 2013.
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GARCIA, E. . Da Proteção Dos Direitos Personalissimos ''Post Mortem'' do Sujeito. In: I Simpósio Nacional de Ciência e Humanidades e VII Encontro de Iniciação Cientifica, 2013, Londrina. I Simpósio Nacional de Ciência e Humanidades, 2013.
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GARCIA, E. . ESTADO REGULADOR E ESTADO EMPREENDEDOR. In: V FÓRUM DE PROJETOS DE PESQUISA EM DIREITO, 2016, Londrina. GT 3 ESTADO CONTEMPORÂNEO: RELAÇÕES EMPRESARIAIS E RELAÇÕES INTERNACIONAIS, 2016. p. 107.
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GARCIA, E. ; FIDELIS, Talita C. . A constitucionalidade do instituto da transação penal. In: SEMIC, Seminário de Iniciação Científica, 2015, Curitiba. Anais do 23º Seminário de Iniciação Científica, 2015. v. 23. p. DIRpb53.
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GARCIA, E. ; ALMEIDA, G. B. . A sonegação fiscal como crime antecedente à lavagem de dinheiro. In: SEMIC, 2014, Curitiba. Anai do 24° Seminário de Iniciação Científica, 2014. v. 24.
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GARCIA, E. . Arbitragem internacional: origem, desenvolvimento e sua aplicabilidade atual na solução de conflitos. In: SEMIC, Seminário de Iniciação Cientifica, 2013, Curitiba. Anais do 21° Seminário de Iniciação Cientifica, 2013. v. 23.
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GARCIA, E. . Indícios Denunciadores de Desvio de Finalidade na Jurisprudência do Tribunal de Justiça do Paraná. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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GARCIA, E. . O Direito à Reunião como Protetor dos ''Rolezinhos''. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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GARCIA, E. ; ALMEIDA, G. B. . SONEGAÇÃO FISCAL COMO CRIME ANTECEDENTE À LAVAGEM DE DINHEIRO. 2014. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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GARCIA, E. ; ALMEIDA, G. B. . Sonegação Fiscal como Crime Antecedente à Lavagem de Dinheiro. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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GARCIA, E. . Injustiça Célere: transação penal nos juizados especiais criminais e sua afronta a princípios constitucionais. 2014. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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GARCIA, E. . Problemas Bioéticos do tratamento psiquiátrico involuntário e o caso Damião Ximenes. 2014. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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GARCIA, E. . Tratamento Psiquiátrico Involuntário à luz dos Direitos Humanos na Contemporaneidade. 2014. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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GARCIA, E. ; MORENO, Claudio Cesar Machado. . Arbitragem Internacional: Origem, Desenvolvimento e sua aplicabilidade atual na solução de conflitos. 2013. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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GARCIA, E. . A ARBITRAGEM INTERNACIONAL. 2013. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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GARCIA, E. . DA PROTEÇÃO AOS DIREITOS PERSONALISSIMOS ''POST MORTEM'' DO SUJEITO. 2013. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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GARCIA, E. . Novas formas de controle biopolítico e o neoliberalismo econômico da Escola de Chicago 2017 (Trabalho de Conclusão de Curso).
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GARCIA, E. . Teoria da Imputação Objetiva no Direito Penal Brasileiro 2015 (Trabalho de Conclusão de Curso).
Outras produções
GARCIA, E. . Consultoria Pedagógica - Saraiva Educação. 2021.
Projetos de pesquisa
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2017 - Atual
A biopolítica como biotécnica, Descrição: Nosso objetivo com o presente projeto consiste em formular uma maneira alternativa de explorar a questão, a saber, de que a biopolítica pode ser considerada analiticamente como biotécnica, isto é como um conjunto de estratégias e medidas que são ao mesmo tempo políticas e técnicas, cujo fim último é a produção de uma série de fenômenos diretamente atinentes à nossa condição vital, inclusive a morte. A razão desta ênfase reside no fato de que se a biopolítica transfigura e altera o sentido último, o modus essendi da política, ao ponto de alterar e talvez até comprometer aquilo que Arendt qualificava como a dignidade da política, é que a biopolítica o faz a partir de uma perspectiva que é eminentemente tecnológica: se a dignidade da política é comprometida, ela o é a partir da transfiguração de sentido do próprio agir político e da transformação da natureza do homem em sua caracterização como agente político. Neste sentido, as operações efetuadas pela biopolítica são símiles àquilo que Bachelard viu nas teorias científicas nascentes do começo do século passado, a saber, a química e principalmente a mecânica quântica, isto é, são fenomenotécnicas que por meio das inovações teóricas introduzidas e também pelos aparatos tecnológicos desenvolvidos para dar conta daquelas inovações, têm como principal efeito não a descoberta de verdades profundas e perenes, mas a criação de novos fenômenos alçados à condição de objetos científicos. A biopolítica fez exatamente a mesma coisa. Nosso argumento é que isto se deu não por mera coincidência, mas sim que as fenomenotécnicas das novas teorias científicas assim como as transformações introduzidas pela biopolítica nascente no fim do século XIX são faces de um meta-fenômeno comum.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Emily Garcia - Integrante / Marcos Alexandre Gomes Nalli - Coordenador.
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2016 - 2017
A imanência normativa da vida e da morte nas análises da biopolítica - Aprovado pelo CNPq (Processo 304958/2013-1), Descrição: Roberto Esposito, em seu livro Bíos, biopolitica e filosofia (2004), critica a interpretação de Michel Foucault sobre a biopolítica. Segundo o pensador italiano, a interpretação foucaultiana é cindida e dual, de modo a não resolver o que Esposito denominou ?o enigma da biopolítica?, isto é: como a biopolítica, que tem por finalidade a proteção e promoção da vida, pode também gerar a morte? Ou seja, segundo Esposito, por mais radicais e inovadoras que sejam as análises foucaultianas acerca da natureza e dos modos de exercício da biopolítica, Foucault é incapaz de resolver o seu enigma. O grande argumento de Esposito é que o enigma da biopolítica consiste na inegável constatação de que ela engendra e produz vida ? que, às vezes, no próprio Esposito pode ser equiparada semanticamente à subjetivação ? quanto produz efeitos de morte. Segundo o pensador italiano, a limitação foucaultiana reside na consideração desse duplo traço da biopolítica em termos antitéticos e, pois, contraditórios ? ou vida ou morte, ou subjetivação ou sujeição. A solução que ele defende se assenta no que chamou ?paradigma imunitário?: tal como o sistema imunológico de um organismo, a imunização política é uma ?proteção negativa da vida? (Esposito, 2004). Esposito crê assim escapar daquilo que chamou de enigma da biopolítica, pela dissolução, ou ao menos pela neutralização, da relação entre vida e morte, demonstrando que ela não é dual e antitética, mas sim que de imanência entre uma e outra. Partindo da acusação dirigida à limitação foucaultiana sobre a biopolítica: Esposito tem razão em sua acusação? Foucault não resolve o enigma da biopolítica pela dificuldade de discernir biopoder de biopolítica? Nossa hipótese é que a leitura foucaultiana da biopolítica não incorre em tal suposto paradoxo, por dois aspectos: (a) Primeiramente porque há uma relação de imanência entre a biopolítica e a vida, pelo modo que regula as relações de norma e normalidade. Assim, para a biopolítica, a vida é seu objeto e fim último mesmo, ao tempo em que é a vida que, transformada em valor, se configura em norma, possibilitando ações e estratégias biopolíticas de amplo espectro, e até mesmo de modo aparentemente paradoxal: a partir desse quadro de imanência recíproca, a morte pode ser compreendida como um fenômeno típico da vida, da mesma forma que sua provocação, direta ou indiretamente, pode ser compreendida como uma consequência inerente ao próprio exercício biopolítico sobre a vida. (b) E em segundo, porque a vida para a biopolítica, como fim e valor normativo, se configura por um caráter técnico, ela não é um fenômeno natural prévio à biopolítica, mas é seu efeito e produto, tal com um objeto técnico, e nesse sentido, para atingir seu valor/vetor normativo, é criado por múltiplas estratégias de poder e também por saberes os mais variados. Assim, a biopolítica não apenas se define como um conjunto de ações políticas, mas como um dispositivo capaz de produzir um conjunto de fenômenos, chamados por síntese nominalística de ?vida? E nesse caso, a biopolítica, entendida como dispositivos agenciadores de saberes e poderes, também se configura como uma fenomenotécnicas, ou mais precisamente, como biotécnica. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Especialização: (2) / Mestrado acadêmico: (4) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Emily Garcia - Integrante / Marcos Alexandre Gomes Nalli - Coordenador.
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2016 - Atual
Culpa e Responsabilidade, Descrição: No final da Segunda Grande Guerra Mundial muitos, na tentativa de se eximirem da culpa pessoal que lhes cabia pelos crimes cometidos durante a guerra, buscaram se esconder atrás do argumento falacioso da culpa coletiva. Hannah Arendt ao refletir sobre esse ardil apresenta a ideia de que o argumento ?somos todos culpados? exime a todos incondicionalmente, inclusive os que estavam diretamente envolvidos com a barbárie que assolou o mundo na primeira metade do século XX. Ao refletir mais profundamente Arendt percebe que há uma confusão corriqueira entre o uso dos termos culpa e responsabilidade; parece que não há clareza quanto ao uso desses termos, isto é, quando e por que recorrer à expressão culpa ou responsabilidade. Deste modo, Arendt busca diferenciar responsabilidade coletiva (política) e culpa pessoal (moral ou legal), tendo como referência os casos frequentes em que os padrões morais e políticos de conduta entram em conflito. A presente pesquisa objetiva investigar a distinção entre culpa e responsabilidade, tomando como fundamentação as reflexões de Hannah Arendt; igualmente pretende estabelecer um paralelo entre a reflexão acerca da culpa e da responsabilidade à ditadura política brasileira e aos resultados das Comissões da Verdade. A conferência Responsabilidade coletiva, escrita por Hannah Arendt em 1968 e pronunciada no Simpósio da Sociedade Americana de Filosofia, alguns anos após a redação dos cursos de 1965 e 1966 sobre Algumas questões de filosofia moral, é o pressuposto teórico básico que auxiliará a discussão acerca da temática culpa e responsabilidade. Analisar-se-á igualmente a jurisprudência, resoluções e diplomas legais internacionais, buscando o que são e qual é a função jurídica das comissões da verdade; neste contexto o texto de Arendt A mentira na política, contido no livro Crises da República, subsidiará a discussão. A partir da reflexão acerca da responsabilidade coletiva e da culpa pessoal pretende-se mostrar a balela dos argumentos utilizados pelos criminosos nazistas repetidas vezes, quando diziam que não haviam cometido nada por sua própria vontade, que não tinham intenção má quando assassinaram milhões de pessoas, que tinham apenas obedecido a ordens superiores. Imaginavam que não seriam punidos, uma vez que não teriam agido por vontade própria. A pesquisa ainda pretende contribuir para a compreensão da realidade política brasileira recente. Pretende-se apresentar a relevância do predomínio da verdade na política e da responsabilização dos perpetradores do mal. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Emily Garcia - Integrante / Maria Cristina Muller - Coordenador / Claudia Galindo - Integrante / Ana Turatto - Integrante.
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2016 - Atual
A RELAÇÃO ENTRE ECONOMIA, DIREITO E DEMOCRACIA NA AGENDA DO SÉCULO XXI, Descrição: O presente projeto objetiva discutir a relação entre economia, direito e democracia na agenda do século XXI. Na segunda metade do século XX os estados do bem-estar social erigiram um modelo de sociedade que, com forte intervenção estatal, conseguiu por um lastro de tempo conciliar níveis significativos de liberdade, igualdade, certeza jurídica e solidariedade. O welfare state, apesar de ter entrado em crise já no final do anos de 1960, mostrou ser possível equilibrar desenvolvimento econômico e justiça social. No começo do século XXI muitos direitos, sobretudo aqueles de cunho social, recebem a classificação de custo. Os estados também perderam competências para atores globais que interferem na confecção das normas. A investigação pretende abordar como a relação entre economia, direito e democracia está sendo constituída diante uma nova agenda que prioriza a interconexão financeira, a valorização monetária, a autorregulação e autocomposição de interesses, a privatização e a flexibilização de direitos e a expansão do setor público não estatal.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Especialização: (1) Doutorado: (3) . , Integrantes: Emily Garcia - Integrante / Elve Miguel Cenci - Coordenador / Bianco Zalmora Garcia - Integrante / CLODOMIRO JOSE BANNWART JR. - Integrante.
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2015 - 2016
MERCOSUL: Comércio e Integração Regional, Descrição: Trata-se de projeto de iniciação cientifica que possui como objetivo analisar, no âmbito do MERCOSUL, se o livre comércio é visto como um fim em si mesmo ou como meio para o alcance de um fim maior, que seria o bem-estar dos povos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Emily Garcia - Integrante / Brenda L. Maffei - Coordenador.
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2014 - 2015
A Constitucionalidade da Transação Penal, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Emily Garcia - Integrante / Talita Cristina Fidelis Pereira Biagi - Coordenador., Financiador(es): Pontifícia Universidade Católica do Paraná - Bolsa., Número de produções C, T & A: 1
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2013 - 2014
Sonegação Fiscal como Crime Antecedente à Lavagem de Dinheiro, Descrição: Projeto de Pesquisa que visa analisar o crime de sonegação fiscal como antecedente à lavagem de dinheiro tendo em vista a alteração legislativa 12.683/2012, a qual , dentre outras alterações, trouxe a exclusão do antigo rol dos crimes antecedentes.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Emily Garcia - Integrante / Gabriel Bertin de Almeida - Coordenador., Número de produções C, T & A: 4
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2012 - 2013
Arbitragem Internacional: Origem, Desenvolvimento e sua Aplicabilidade atual na solução de conflitos, Descrição: Trata-se de projeto de iniciação científica no qual foi pesquisado desde os primórdios da Arbitragem até sua atual aplicação como meio alternativo para solução de controvérsias no âmbito internacional. Devido a inexistência de um Tribunal Internacional para solução de litígios entre particulares, torna-se a Arbitragem o melhor meio para solução desses conflitos, ainda mais com a globalização e a tecnologia cada vez mais presente.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Emily Garcia - Integrante / Claudio Cesar Machado Moreno - Coordenador., Número de produções C, T & A: 4
Histórico profissional
Experiência profissional
2016 - 2019
Universidade Estadual de LondrinaVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Bolsista
2015 - 2016
Academia Nacional de Estudos TransnacionaisVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica
2015 - 2015
Pontifícia Universidade Católica do ParanáVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitora, Carga horária: 12
Outras informações:
Monitora da disciplina de graduação "Teoria Geral da Relação Jurídica I e II", ministrada pela Profa. Marisse C. Queiroz (PUC-PR).
2014 - 2015
Pontifícia Universidade Católica do ParanáVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica - PIBIC, Regime: Dedicação exclusiva.
2012 - 2014
Pontifícia Universidade Católica do ParanáVínculo: Iniciação Científica - PIBIC, Enquadramento Funcional: Aluna
2019 - 2019
Centro Universitário Leonardo da VinciVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Coordenação de Extensão, Carga horária: 5
2018 - 2019
Centro Universitário Leonardo da VinciVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professora, Carga horária: 15
Atividades
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08/2019
Ensino, Direito, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Direito Constitucional - Teoria Constitucional e Direitos Fundamentais, Direito Constitucional II, Direito Tributário - Direito Constitucional Tributário
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02/2019 - 08/2019
Ensino, Direito, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Ciências Políticas e Teorias do Estado, Organização do Estado, Orientação de Trabalho de Conclusão de Curso, Responsabilidade Civil, Teoria Geral do Processo Penal
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05/2018 - 12/2018
Ensino, Direito, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Direito Administrativo II, Direito Civil - Pessoas e Bens, Direito da Infância e Juventude, Orientação de Trabalho de Conclusão de Curso, Responsabilidade Civil
2019 - 2019
Ministério Público do Estado de Mato GrossoVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Assessoria Jurídica, Carga horária: 25
2020 - 2020
Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas do Vale do São LourençoVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professora, Carga horária: 12
Atividades
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02/2020
Ensino, Direito, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Direito Penal - Parte Geral, Direito Constitucional, Direito Civil - Obrigações
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02/2020
Conselhos, Comissões e Consultoria, FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DO VALE DO SÃO LOURENÇO.,Cargo ou função, Membro do NDE.
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01/2020
Ensino, Direito, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Direito Constitucional II, Direito Penal - Parte Geral, Teoria Geral do Estado
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de Emily Garcia e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
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