Demetrio Luis Guadagnin
Bacharel (1990) e Licenciado (1991) em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1990), Mestre em Manejo de Vida Silvestre pela Universidad Nacional de Córdoba, Argentina (1994) e Doutor em Ciências Biológicas pela Universidade Federal da Paraíba (2005). Professor na UNISINOS - Universidade do Vale do Rio dos Sinos de 1995 a 2009. Professor Adjunto da UFRN - Universidade Federal do Rio Grande do Norte de 2009 a 2010. Professor Adjunto da UFSM - Universidade Federal de Santa Maria de 2009 a 2013. Atualmente professor do Departamento de Ecologia da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Atuo em ensino, pesquisa, desenvolvimento e extensão na área de Conservação e Manejo de Vida Silvestre, com ênfase no manejo de invasões biológicas, exploração de recursos biológicos, planejamento e manejo de áreas protegidas, turismo em áreas protegidas, interpretação ambiental e ecologia e conservação de áreas úmidas e aves aquáticas. Coordeno o Laboratório Conservação e Manejo da Vida Silvestre.
Informações coletadas do Lattes em 14/04/2026
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em Programa de Pós Graduação Em Ciências Biológicas
2001 - 2005
Universidade Federal da Paraíba
Título: Efeitos da Fragmentação de Áreas Úmidas sobre comunidades de Aves Aquáticas
Orientador: em University of Oxford ( Ben Sheldon)
com Leonardo Maltchik. Bolsista do(a): Universidade do Vale do Rio dos Sinos, UNISINOS, Brasil. Palavras-chave: aves; ecologia da paisagem; fragmentação; áreas úmidas; conservação; comunidades. Grande área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Ecologia Aplicada / Especialidade: Conservação e Manejo de Vida Silvestre. Grande Área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Ecologia Teórica / Especialidade: Ecologia de Comunidades. Setores de atividade: Produtos e Serviços Voltados Para A Defesa e Proteção do Meio Ambiente, Incluindo O Desenvolvimento Sustentado; Desenvolvimento Rural.
Mestrado em Manejo de Vida Silvestre
1992 - 1994
Universidade Nacional de Córdoba, uncor
Título: Zonificación y Plán de Manejo del Parque Estadual do Turvo, Rio Grande do Sul, Brasil, Ano de Obtenção: 1995
Orientador: João Oldair Menegheti
Bolsista do(a): Programa de Maestría En Manejo de Vida Silvestre Unc, PMMVS, Brasil. Palavras-chave: áreas protegidas; biodiversidade; conservação; gestão.Grande área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Ecologia Aplicada / Especialidade: Conservação e Manejo de Vida Silvestre. Setores de atividade: Produtos e Serviços Voltados Para A Defesa e Proteção do Meio Ambiente, Incluindo O Desenvolvimento Sustentado; Desenvolvimento Rural.
Graduação em Licenciatura Em Ciências Biológicas
1986 - 1991
Graduação em Bacharelado Em Ciências Biológicas
1986 - 1990
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Título: Considerações sobre a micota da Lagoa Emboaba, Osório, RS.
Orientador: Rosa Trinidad Guerrero
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Italiano
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Ecologia Aplicada/Especialidade: Conservação e Manejo de Vida Silvestre.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Ecologia Aplicada/Especialidade: Planejamento da Conservação da Biodiversidade.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Ecologia Teórica/Especialidade: Ecologia de Aves Aquáticas.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Ecologia Teórica/Especialidade: Ecologia de Comunidades.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Ecologia Teórica/Especialidade: Ecologia da Paisagem.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Ecologia Aplicada/Especialidade: Desenvolvimento Sustentável.
Participação em eventos
XV Fórum Gaúcho de Arborização. Um futuro verde para as cidades. 2024. (Congresso).
3er. Seminario Internacional Restauración en el Bioma Pampa, AArgentina, Brasil, Uruguay.Restauración de la pampa en una era de cambios globales. 2022. (Seminário).
Construindo soluções em Unidades de Conservação: muito antes da mudança de categoria do Parque Nacional da Lagoa do Peixe.Parque Nacional da Lagoa do Peixe: Para as Aves, Para Todos Nós.. 2017. (Seminário).
1a. Reunião da ABECO e 5o. Simpósio de Ecologia Teórica.O Papel da ciência na tomada de decisão ambiental. 2016. (Simpósio).
V Simpósio Acadêmico de Biologia Marinha.Biodiversidade: Importância, Ameaças, Conservação. 2016. (Simpósio).
XXI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos.Ecological Basis of Water Sustainability (II SEMINÁRIO BRASIL AUSTRÁLIA ÁGUA E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: alternativas técnicas, legais, econômicas e ambientais). 2015. (Seminário).
23a. Semana da Primavera de Porto Alegre - Mesa Redonda.Animais silvestres e meio urbano - quem está no lugar de quem? - Aves. 2013. (Outra).
ISEE, ISIAQ, ISES 2013 - Environment and Health. Is game consumption associated with lead levels in nails?. 2013. (Congresso).
XIX Congresso Brasileiro de Ornitologia. Simpósio 6 ? Pesquisa e conservação de aves aquáticas.. 2012. (Congresso).
X Congresso de Ecologia. Paisagens e biodiversidade em Áreas Agrícolas: os arrozais do Rio Grande do Sul. 2011. (Congresso).
XIII Congresso Brasileiro de Limnologia. Sessão Oral: Contaminantes. 2011. (Congresso).
I Seminário de Gestão Ambiental de Espaços Rurais.Conservação da biodiversidade em espaços rurais. 2010. (Seminário).
IV Simpósio Gaúcho de Educação Ambiental e I Fórum Estadual sobre Conservação e Uso Sustentável da Água e XVI Semana Alto Uruguai do Meio Ambiente. 17 a 19 de setembro..Ética e Sociologia da Conservação. 2007. (Simpósio).
Oficina de Planejamento de Ação do Sítio RAMSAR Parque Nacional da Lagoa do Peixe, 10 a 13 de dezembro..Debates sobre situação de conservação, estressores e monitoramento. 2007. (Oficina).
Semana Acadêmica ULBRA, 09 de novembro..Conservação da biodiversidade fora do sistema de áreas protegidas. 2007. (Simpósio).
Semana de Estudo Agropecuários e Florestais de Botucatu. 01 a 05 de outubro..Controle Populacional de Fauna Silvestre.. 2007. (Outra).
Seminário Debates Socioambientais - Conservação da Biodiversidade, 21 de agosto..Conservação da biodiversidade fora do sistema de áreas protegidas. 2007. (Seminário).
Simpósio de Biodiversidade, 12 de novembro..Conservação da biodiversidade fora do sistema de áreas protegidas. 2007. (Simpósio).
VII Festival Brasileiro de Aves MIgratórias, 19 e 20 de outubro..Minicurso Ecossistemas e Biodiversidade do Parque Nacional da Lagoa do Peixe. 2007. (Outra).
XVCongresso Brasileiro de Ornitologia, Porto Alegre, 01 a 06 de julho.. Palestra: Importância e Estratégias para a Conservação da Biodiversidade fora das Áreas Protegidas. 2007. (Congresso).
Oficina sobre florestas do Rio Grande do Sul. 25 de setembro de 2006..Coordenador de grupo de trabalho sobre espécies exóticas invasoras. 2006. (Oficina).
Simpósio Floresta de Araucária: Ecologia, Conservação e Desenvolvimento Sustentável. 05 a 07 de junho de 2006..Coordenador de mesa redonda sobre instrumentos legais e políticas de proteção das florestas de Araucária. 2006. (Simpósio).
XIV Congresso Brasileiro de Ornitologia, Ouro Preto, 02 a 06 de julho.. Mesa Redonda: Utilização sustentável de aves cinegéticas no Brasil: limitações técnicas e legais e o exemplo do Rio Grande do Sul. 2006. (Congresso).
XIV Congresso Brasileiro de Ornitologia, Ouro Preto, 02 a 06 de julho.. Mesa Redonda: Interação entre o Setor Agrícola e a avifauna. 2006. (Congresso).
XIV Congresso Brasileiro de Ornitologia, Ouro Preto, 02 a 06 de julho.. Conferência: Manejo de aves cinegéticas no Estado do Rio Grande do Sul. 2006. (Congresso).
Participação em bancas
Jarenkow, J.A.; OVERBECK, GERHARD E.; SIQUEIRA, M. F.;GUADAGNIN, DEMETRIO L.. Efeitos das mudanças climáticas globais na distribuição e preservação de comunidades arbóreas da Mata Atlântica. 2018. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
GUADAGNIN, DEMETRIO L.. Estrutura da comunidade de aves em áreas manejadas com e sem uso do fogo nos campos de altitude do sul do brasil. 2017. Dissertação (Mestrado em Ecologia e Evolução da Biodiversidade) - Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.
GUADAGNIN, DEMETRIO L.KINDEL, A.; TEIXEIRA, F. Z.. Avaliação regional da pressão ambiental de estradas sobre riachos no Rio Grande do Sul. 2017. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
GUADAGNIN, DEMETRIO L.; Tormann, V.B.L.; Borba, M.R.. Fatores Associados ao contato entre suídeos asselvajados e suínos de subsistência no Rio Grande do Sul. 2016. Dissertação (Mestrado em Ciências Veterinárias) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
GUADAGNIN, DEMETRIO L.FONTANA, C. S.; KINAS, P. G.; FERRAZ, G.. Efeitos de idade na sobrevivência aparente de aves de sub-bosque na floresta Amazônica. 2016. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
GUADAGNIN, DEMETRIO L.PERELLO, L. F. C.; MALLER, J. K.;KINDEL, A.. Entendendo o viés de detecção nos atropelamentos de fauna: avaliação de método, variação entre os observadores e atributos das carcaças. 2016. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
GUADAGNIN, DEMETRIO L.; FONSECA, C.; PEREIRA, M. J.. Where do pigs go?. 2016. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
GUADAGNIN, D. L.. Os passariformes da Mata Atlântica seguem a regre de Bergmann. 2015. Dissertação (Mestrado em Biodiversidade Animal) - Universidade Federal de Santa Maria.
MULLER, S. C.; GUADAGNIN, D. L.; Dias, R.F.; Silva, W.. Relações entre aves e plantas em diferentes estratégias de restauração ecológica: análises de parâmetros estruturais e atributos funcionais. 2015. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Freitas, T.R.O; Grilo, C.B.; Gonçalves, G.L.;GUADAGNIN, D.L.. Rodovias atuam como barreira para o fluxo gênico de roedores subterrâneos? O caso de Ctenomys minutus (Ctenomyidae). 2014. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
GUADAGNIN, D.L.; MULLER, S. C.; Trindade, J.P.P.. Efeito de uma gramínea exótica sobre comunidades campestres e atividade de invertebrados de solo em campos sul brasileiros. 2014. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Guadagnin, Demetrio Luis; Cardoso, J.C.; Redaelli, L.R.; Jahnke, S.M.. Ecologia de Mosquitos (Diptera: Culicidae) em criadouros artificiais em oito áreas verdes do município de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil. 2014. Dissertação (Mestrado em Biologia Animal) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
BUGONI, L.; Bianchini, A.;Guadagnin, Demetrio Luis; Colares, E.P.. Aves aquáticas como indicadores de contaminação por metais em áreas úmidas no sul do Brasil. 2013. Dissertação (Mestrado em Biologia de Ambientes Aquáticos Continentais) - Universidade Federal do Rio Grande.
GUADAGNIN, D. L.; VIEIRA, E. M.;LEAL-ZANCHET, A. M.. Seleção de microhabitats por tricladidos límnicos e terrestres em diferentes tipos de ecossistemas. 2012. Dissertação (Mestrado em Biologia Diversidade e Manejo de Vida Silvestre) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
GUADAGNIN, D. L.;FONTANA, C. S.; Moreno, I.B.; Martins, M.B.. Abundância, distribuição espacial, uso de hábitat e conservação do Piru-piru Haematopus palliatus (Aves: Haematopodidae) no litoralnorte e médio do Rio Grande do Sul, Brasil. 2012. Dissertação (Mestrado em Biologia Animal) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
GUADAGNIN, D. L.; SOGLIO, F. K. D.; MARQUES, F. C.. Agrofloresta como ferramenta de autonomia: a percepção do agricultor familiar de base ecológica. 2012. Dissertação (Mestrado em Desenvolvimento Rural) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
GUADAGNIN, D.L.; A. Bager; Duarte, S. D.. Fauna atropelada: estimativas de mortalidade e identificação de zonas de agregação. 2011. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
GUADAGNIN, D. L.;PETRY, M. V.MALTCHIK, L.. Contaminação por chumbo de munição de caça em aves e solos de campos do Bioma Pampa. 2011. Dissertação (Mestrado em Biologia Diversidade e Manejo de Vida Silvestre) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
GUADAGNIN, D. L.; ALBORNOZ, P. C. L.;MALTCHIK, L.. Contaminação por chumbo de munição de caça em áreas úmidas e aves aquáticas no sul do Brasil. 2011. Dissertação (Mestrado em Biologia Diversidade e Manejo de Vida Silvestre) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
KINDEL, A.HARTZ, S.; GUADAGNIN, D. L.; Duarte, S. D.. Efeitos da estrutura de habitat e do espaço sobre a diversidade de mamíferos no norte do Pantanal: uma abordagem de resolução fina. 2011. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
GUADAGNIN, D. L.; BUGONI, L.; Tozetti, AM. Atividade de forrageio do gavião-caramujeiro (Rostramus sociabilis, Vieillot 1817; Aves: Accipitridae) no extremo sul brasileiro. 2011. Dissertação (Mestrado em Biologia de Ambientes Aquáticos Continentais) - Universidade Federal do Rio Grande.
MALTCHIK, L.GUADAGNIN, D.L.; BUGONI, L.. Efeitos da urbanização da zona costeira sobre as assembléias de aves. 2010. Dissertação (Mestrado em Biologia Diversidade e Manejo de Vida Silvestre) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
GUADAGNIN, D.L.; JARDIM, M. M. de A.;KINDEL, A.BECKER, F. G.. Delineamento e avaliação de corredores lineares multi-habitat: estudo de caso com bugio-ruivo (Alouatta clamitans) em mosaico urbano-rural. 2010. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
HARTZ, S.; GUADAGNIN, D. L.; KRÜGEL, M.. Influência da estrutura espacial e da vegetação sobre a assembléia de aves em remanescentes campestres no Sul do Brasil. 2009. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
SA, F. N.; PILLAR, V. P.; GUADAGNIN, D. L.; WAECHTER, J.. Efeito da presença de búfalos (Bubalus bubalis L.) sobre a comunidade vegetal de uma floresta estacional no sul do Brasil e implicações para sua regeneração. 2009. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
PIZO, M. A.; MULLER, S. C.;Guadagnin, Demetrio Luis. Influência da monocultura de eucalipto sobrea a vegetação campestre em área de Pampa no Sul do Brasil. 2009. Dissertação (Mestrado em Biologia Diversidade e Manejo de Vida Silvestre) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
Guadagnin, Demétrio Luis;Maltchik, Leonardo; ETEROVICK, P. C.. Dinâmica de anfíbios em áreas palustres do Parque Nacional da Lagoa do peixe. 2009. Dissertação (Mestrado em Biologia Diversidade e Manejo de Vida Silvestre) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
GUADAGNIN, D. L.; PIZO, M. A.; ZOCCHE, J. J.. Comunidades de aves e influência da estrutura de vegetação em áreas recuperadas pós-mineração no sul do Brasil. 2009. Dissertação (Mestrado em Biologia Diversidade e Manejo de Vida Silvestre) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
GUADAGNIN, D.L.; ZAKRZEVSKI, S.B.B.;LEAL-ZANCHET, A. M.. Abordagens e práticas relacionadas à Educação Ambiental em escolas de ensino fundamental do município de Porto Alegre. 2007. Dissertação (Mestrado em Biologia Diversidade e Manejo de Vida Silvestre) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
GUADAGNIN, D.L.; GARCIA, P. C. A.. Diversidade de larvas de anuros (amphibia, anura) em áreas úmidas do Rio Grande do Sul. 2006. Dissertação (Mestrado em Biologia Diversidade e Manejo de Vida Silvestre) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
GUADAGNIN, D.L.; METZGER, J. P. W.. A paisagem do Parque Estadual de Itapeva: padrões, processos e fatores direcionadores. 2006. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
GUADAGNIN, DEMETRIO L.; CROSSETI, L. O.; BRUSA, F.; Tozetti, AM. Ecologia de comunidades de turbelários límnicos em áreas úmidas do sul do Brasil. 2019. Tese (Doutorado em Biologia Diversidade e Manejo de Vida Silvestre) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
GUADAGNIN, DEMETRIO L.STENERT, C.PERELLO, L. F. C.; Garcia, A.C.A.. ?Funções e serviços ecossistêmicos no Parque Nacional da Lagoa do Peixe: repensando conceitos e indicadores para conservação da biodiversidade em Sítio Ramsar do Brasil. 2017. Tese (Doutorado em Biologia Diversidade e Manejo de Vida Silvestre) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
OVERBECK, GERHARD E.;GUADAGNIN, DEMETRIO L.; PILLAR, VALÉRIO D.; BONNET, O. J. F.. Estratégias de manejo adaptativo para os campos sulinos. 2017. Tese (Doutorado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
GUADAGNIN, DEMETRIO L.; Costa, G.C.;GANADE, GISLENE; Tambosi, L.R.;FONSECA, C. R.. Fragmentação, Conservação e Restauração da Caatinga. 2017. Tese (Doutorado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Fontoura, NF; Mendes, C.A.B.; Scmidt, L.E.C.;GUADAGNIN, DEMETRIO L.. Análise espacial da Bacia Hidrográfica do Rio dos Sinos. 2016. Tese (Doutorado em Biologia Diversidade e Manejo de Vida Silvestre) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
GUADAGNIN, DEMETRIO L.; Ferreira, P.M. de A.; OLIVEIRA, J. M.; Jarenkow, J.A.. Mapping the tree taxonomic an phylogenetic diversity reveals conservation priorities for the Atlantic Forest in Southern Brazil. 2016. Tese (Doutorado em Botânica) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
GUADAGNIN, DEMETRIO L.GANADE, GISLENEFONSECA, C. R.; CARVALHO, A.; ACHKAR, M.. Estrategias para maximizar la conservación de la biodiversidad y servicios ecossistêmicos en paisajes productivos. 2016. Tese (Doutorado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Figueira, JEC; GUADAGNIN, D. L.; Lopes, LE; Pinho, JB; Rodrigues, M. Aves aquáticas da área de proteção ambiental carste de Lagoa Santa: Ecologia e Conservação. 2015. Tese (Doutorado em Ecologia (Conservação e Manejo da Vida Silvestre)) - Universidade Federal de Minas Gerais.
CITADINI-ZANETTE, V.; OLIVEIRA, P. L.; GUADAGNIN, D. L.; MULLER, S. C.. Processos iniciais de restauração ecológica em áreas degradadas por mineração de carvão. 2015. Tese (Doutorado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
GUADAGNIN, D. L.;PETRY, M. V.; Jaeger, J.P.;MALTCHIK, L.. O conhecimento ecológico local e a percepção ambiental de uma população de pescadores do Rio Grande do Sul. 2012. Tese (Doutorado em Biologia Diversidade e Manejo de Vida Silvestre) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
GUADAGNIN, D. L.;MONDIN, C. A.; ALBORNOZ, P. C. L.; OLIVEIRA, L. R.; OLIVEIRA, J. M.. Sustentabilidade do Extrativismo Kaingang de Lianas em Porto Alegre/RS. 2012. Tese (Doutorado em Biologia Diversidade e Manejo de Vida Silvestre) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
GUADAGNIN, D. L.;BECKER, F. G.HARTZ, S.. Comunidades de aves em áreas florestais fragmentadas por ação antrópica e em manchas com mosaico natural floresta-campo no sul do Brasil. 2012. Tese (Doutorado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
GUADAGNIN, D. L.;STENERT, C.ROLON, A. S.. Percepção abiental da comunidade local na importância e conservação do Parque Nacional da Lagoa do Peixe, RS. 2012 - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
Pires, MJR; Brazolin, S;GUADAGNIN, D.L.; Costa, EM. Avaliação da vida útil de postes de madeira de eucalipto em serviço em redes de distribuição de energia elétrica. 2011. Tese (Doutorado em Engenharia e Tecnologia de Materiais) - Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.
SILVEIRA, G. L.;GUADAGNIN, D.L.; REINERT, D. J.; KÖNIG, O.;CRUZ, R. C.. Sensibilidade de fatores para valoração do ambiente com o uso de avaliação multicritério e geoprocessamento digital. 2008. Tese (Doutorado em Engenharia Agrícola) - Universidade Federal de Santa Maria.
HARTZ, S.; GUADAGNIN, D. L.;SCHWARZBOLD, A.FONTANA, C. S.. Ecologia e conservação de aves em ambientes costeiros do Rio Grande do Sul. 2008. Tese (Doutorado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
BONATTO, S. L.; JARDIM, M. M. de A.; GUADAGNIN, D. L.; BUGONI, L.. Ecologia, História Evolutiva e Conservação de Thalasseus sandvicensis. 2008. Tese (Doutorado em Programa de Pós-Graudação em Zoologia) - Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.
GUADAGNIN, DEMETRIO L.. O uso da diversidade de besouros para orientar práticas sustentáveis do manejo de gado em pradarias naturais no Sul do Brasil. 2017. Exame de qualificação (Doutorando em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
GUADAGNIN, DEMETRIO L.STENERT, C.; OLIVEIRA, J. M.. Padrões de distribuição, riqueza e abundância de turbelários em ecossistemas límnicos de altitude no sul do Brasil. 2016. Exame de qualificação (Doutorando em Biologia) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
Guadagnin, Demetrio Luis; Moraes, C.A.M.; Garcia, A.C.A.. Avaliação dos serviços ecossistêmicos de Sítio Ramsar (Parque Nacional da Lagoa do Peixe): desenvolvimento de ferramentas para uso dos serviços ambientais em políticas de conservação da biodiversidade. 2014. Exame de qualificação (Doutorando em Biologia Diversidade e Manejo de Vida Silvestre) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
Guadagnin, Demetrio Luis. Avaliando a conservação dos recursos pesqueiros em Unidades de Conservação da Amazônia através do conhecimento local dos pescadores. 2014. Exame de qualificação (Doutorando em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Lima, A.M.; Duarte, L.; MULLER, S. C.;GUADAGNIN, D.L.. Influência do relevo sobre a diversidade de aves em campos temperados do sul do Brasil. 2013. Exame de qualificação (Doutorando em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Maltchik, LeonardoROLON, A. S.; ALBORNOZ, P. C. L.;GUADAGNIN, D.L.. Diversidade, Distribuição e Conservação de Peixes Anuais (Aplocheiloidei: Rivulidae) do Bioma Pampa no Braisil. 2013. Exame de qualificação (Doutorando em Biologia Diversidade e Manejo de Vida Silvestre) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
GUADAGNIN, D. L.; WAECHTER, J.; MULLER, S. C.. Regeneração natural na restauração ecológica de áreas impactadas por mineração de carvão: o que determina e indica o sucesso nas fases iniciais?. 2013. Exame de qualificação (Doutorando em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
CARDOSO, M. Z.;GUADAGNIN, D.L.. Dispersão das borboletas frugívoras em uma área remanescente de Mata Atlântica. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Guadagnin, Demétrio Luis. Gerenciamento de resíduos sólidos em Taquara/RS: estudo de caso no setor industrial, domiciliar, da constução civil e dos serviços de saúde. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
Guadagnin, Demétrio Luis. Biodiversidade da fauna bentônica e sua utilização como ferramenta na avaliação da qualidade da água das áreas úmidas da bacia do Rio dos Sinos. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
Guadagnin, Demétrio Luis. Indicadores ambientais, sociais e econômicos. Estudo de caso: Garibaldi - RS. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
Guadagnin, Demétrio Luis. Distribuição da avifauna ao longo de um mosaico ambiental em áreas de restinga no litoral norte do Rio Grande do Sul. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
Guadagnin, Demétrio Luis. Inventário de áreas úmidas do município de São Leopoldo em sua biodiversidade. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
Guadagnin, Demétrio Luis. Composição e estrutura de comunidades planárias terrestres. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
Guadagnin, Demétrio Luis. Levantamento florístico de três áreas do município de Carlos Barbosa para indicação de medidas mitigadoras ao empreendimento de uma central de resíduos sólidos industriais. 2004. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
Guadagnin, Demetrio Luis. Análise histórica da Floresta Nacional de São Francisco de Paula(1965-2000): a utilização do Sistema de Informação Geográfica como ferramenta para o monitoramento ambiental. 2003. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
Guadagnin, Demétrio Luis. Proposta de desenvolvimento de um programa de educação ambiental com quatro comunidades de contorno na Floresta Nacional (Flona) de Canela-RS. 2003. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
Guadagnin, Demétrio Luis. Densidade e distribuição de ninhos de Mycetophylase (hymenoptera formicidae) nas dunas de Praia Grande, Torres - RS. 2003. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
Guadagnin, Demétrio Luis. Estudo da ocupação por algas em substrato artificial na plataforma de pesca de Balneário de Atlântida litoral norte do Rio Grande do Sul. 2003. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
Guadagnin, Demétrio Luis. Levantamento da diversidade de fitoplâncton (gêneros) em áreas úmidas do Rio Grande do Sul. 2003. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
Guadagnin, Demetrio Luis. Efeitos neurocomportamentais dos agrotóxicos organofosforados - uma revisao. 2002. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
Guadagnin, Demetrio Luis. Influencias da inundação na comunidade de macrofitasem uma lagoa associada a uma planície de inundacao do Rio dos Sinos. 2002. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
HARIDASAN, M.; OLIVEIRA, L. G.;Guadagnin, Demetrio Luis. Consurso para Professor Adjunto na área de Ecologia da Paisagem e Conservação. 2009. Universidade de Brasília.
GUADAGNIN, D.L.. Concursos Públicos da Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul - Área 08 ? ANALISTA: BIÓLOGO. 2014. Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul.
GUADAGNIN, D.L.. Concurso para o cargo de Biólogo do concurso Público para o provimento de cargos do Quadro de Pessoal da Procuradoria-Geral de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul. 2003. Fundação de Apoio à Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
GUADAGNIN, D.L.. Concurso para o cargo de Perito Criminal - Área de Biologia do Concurso Público para provimento de vagas para o Instituto Geral de Perícias da Secretaria da Justiça e da Segurança do Estado do Rio Grande do Sul. 2002. Fundação de Apoio à Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
GUADAGNIN, D.L.. Concurso para a categoria funcional de Técnico Superior Pesquisador na Área de Engenharia Florestal do Concurso Público da Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul. 2001. Fundação de Apoio à Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
GUADAGNIN, D.L.. Concurso para o cargo de Técnico II - Engenheiro Florestal do Concurso Público da Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luis Roessler - FEPAM - RS. 2001. Fundação de Apoio à Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Orientou
Efeito do turismo de observação de aves na perturbação de aves aquáticas no Parque Nacional da Lagoa do Peixe e diretrizes de ordenamento; 2019; Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Fatores associados à ocorrência de Hovenia dulcis na ecorregião da floresta de araucária; 2017; Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Vulnerabilidade e priorização de áreas para conservação nos campos de altitude no Planalto das Araucárias no Sul do Brasil; 2017; Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Axis axis em foco: efeitos da introdução e modelagem da invasão; ; 2016; Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Community Assembly of Waterbirds on the Coast of Rio Grande do Sul, Brazil; 2016; Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Coorientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Exóticas em áreas protegidas: estado da arte e estratégias de manejo; 2016; Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
A abertura da barra da Lagoa do Peixe provoca mudanças na comunidade de aves?; 2015; Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Dieta de Javali (Sus scrofa) e suas implicações na agropecuária e na biodiversidade no Brasil; 2015; Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
produtos florestais não-madeireiros ? Demografia e produtividade de lianas extraídas para artesanato; 2014; Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Ecologia e conservação de aves rapineiras; 2012; Dissertação (Mestrado em Biodiversidade Animal) - Universidade Federal de Santa Maria, ; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
A pomba-de-bando (Zenaida auriculata - Aves, Columbidae) nas paisagens agrícolas do sudoeste do Brasil: distribuição, abundância e interações com a agricultura; 2012; Dissertação (Mestrado em Biodiversidade Animal) - Universidade Federal de Santa Maria, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Caracterização da qualidade ambiental de áreas circundantes à ESEC Taim através da relação entre malformações nucleares, análises bioquímicas e parâmetros físico-químicos ambientais, usando como modelo uma espécie de ave aquática; ; 2012; Dissertação (Mestrado em Biodiversidade Animal) - Universidade Federal de Santa Maria, ; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Influência do hábitat e da paisagem na ocorrência de peixes anuais (Cyprinodontiformes: Rivulidae); ; 2011; Dissertação (Mestrado em Biodiversidade Animal) - Universidade Federal de Santa Maria, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Estrutura e funcionamento de comunidades biológicas em ecossistemas fragmentados; 2011; Dissertação (Mestrado em Biodiversidade Animal) - Universidade Federal de Santa Maria, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Efeitos da urbanização da zona costeira sobre as assembléias de aves; 2010; Dissertação (Mestrado em Billogia Conservação e Manejo de Vida Silvestre) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Efeitos da abertura artificial da barra da Lagoa do Peixe na assembleia de aves do Parque Nacional da Lagoa do Peixe, sul do Brasil; 2009; Dissertação (Mestrado em Biologia Diversidade e Manejo de Vida Silvestre) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Madeireira Margheti & Margheti Ltda; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Fatores do hábitat e da paisagem associados à presença de colônias de nidificação de aves aquáticas; 2009; Dissertação (Mestrado em Biologia Diversidade e Manejo de Vida Silvestre) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos, ; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Efeito das características do hábitat e da matriz nas assembléias de aves aquáticas em áreas úmidas do sul do Brasil; 2006; 0 f; Dissertação (Mestrado em Biologia Diversidade e Manejo de Vida Silvestre) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Federação Gaúcha de Caça e Tiro; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
A legislação ambiental protege as áreas prioritárias para a conservação da biodiversidade urbana? Um estudo de caso em Porto Alegre, RS; 2006; 71 f; Dissertação (Mestrado em Biologia Diversidade e Manejo de Vida Silvestre) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos, ; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Biomarcadores Bioquímicos e Elementos-Traço em Aves Aquáticas não Passeriformes em Áreas Úmidas; 2016; Tese (Doutorado em Biodiversidade Animal) - Universidade Federal de Santa Maria, ; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Ecologia e Conservação de peixes anuais (Cyprinodontformes, Rivulidae) em áreas úmidas temporárias no Sul do Brasil; 2015; Tese (Doutorado em Biodiversidade Animal) - Universidade Federal de Santa Maria, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Sustentabilidade do Extrativismo Indígena de Lianas em Porto Alegre; 2007; Tese (Doutorado em Biologia Diversidade e Manejo de Vida Silvestre) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Instituto Metodista Porto Alegre; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Desafios e Oportunidades das Áreas de Proteção Ambiental (Apas) como Paisagens Protegidas; 2024; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Viral : o (des) controle de Javalis no Brasil; 2023; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Planejamento de uma trilha interpretativa autoguiada no Parque Estadual de Itapuã,; 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Manejo Adaptativo de Pinus Ellioti no Parque Nacional da Lagoa do Peixe; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Biologia) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Perturbações da pesca de camarão nas assembléias de aves aquáticas migratórias no Parque Nacional da Lagoa do Peixe; 2007; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Biologia) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Universidade do Vale do Rio dos Sinos; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Peter; Aves aquáticas em arrozais e áreas úmidas; 2007; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Biologia) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
O papel do sistema agroflorestal como elemento recuperador da qualidade em ecossistemas degradados; 2006; 33 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Biologia) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Efeitos de abertura e fechamento de estuários semi - fechados: uma revisão sistemática; 2006; 18 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Biologia) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Projeto de Pesquisa para o Manejo Adaptativo da Barra da Laguna do Peixe; 2005; 23 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Biologia) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Doenças emergentes relacionadas com a dispersão por aves silvestres; 2005; 45 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Biologia) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Monitoramento da qualidade da água do rio Caí e Arroio Bom Jardim; 2004; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Biologia) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Planejamento ambiental do Parque do Trabalhador de Estância Velha; 2004; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Biologia) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Manejo adaptativo da recomposição de matas ciliares em área urbana; 2004; 21 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Biologia) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Influência do clima na atividade reprodutiva de Caretta caretta e Dermochelys coriacea na Reserva Biológica de Comboios/ES; 2003; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Biologia) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Interpretação ambiental: Proposta de Trilha Auto Guiada para o Parque Municipal de Dois Irmãos - RS; 2003; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Biologia) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Relações etnoambientais de uma comunidade indígena Mbyá-Guarani: evidências de manutenção de conhecimentos e técnicas tradicionais; 2003; 13 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Biologia) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Diagnóstico ambiental e propostas para o incremento da biodiversidade em area de reflorestamento; 2002; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Comparação dos sistemas Ranching e Farming em duas criações de Caiman crocodilus yacare; 2001; 20 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Biologia) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Tendência populacional de aves aquáticas na região sudoeste do Rio Grande do Sul; 2001; 14 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Biologia) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Estudo de ocorrência de metais pesados (Cu e Hg) no tecido mole em Anodontites trapesialis provenientes do rio Camaquã, Rio Grande do Sul, Brasil; 2000; 17 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Biologia) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Conservação da biodiversidade do Rio Grande do Sul: uma análise da situação de proteção dos hábitats; 2000; 19 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Biologia) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Ecologia na escola: aula prática de educação ambiental através de trilha ecológica; 2000; 9 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Biologia) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
O padrão de escamas dorsais na identificação de colubrídeos (Serpentes, Colubridae); 1999; 13 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Biologia) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Estrutura de uma taxocenose de microroedores da Flona de São Francisco de Paula, RS; 1998; 12 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Biologia) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Contaminação por chumbo de munição de caça em humanos; ; 2011; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia Ambiental e Sanitária) - Universidade Federal de Santa Maria, Fundo de Incentivo a Pesquisa da UFSM; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Contaminação por chumbo de munição de caçaem solos, aves aquaticas e humanos; 2011; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia Ambiental e Sanitária) - Universidade Federal de Santa Maria, Fundo de Incentivo a Pesquisa da UFSM; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Manejo adaptativo de hábitas e espécies; 2008; Iniciação Científica; (Graduando em Biologia) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Manejo Adaptativo de Pinus Ellioti no Parque Nacional da Lagoa do Peixe; 2008; Iniciação Científica; (Graduando em Biologia) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Manejo de espécies arbóreas invasoras no bioma Pampa; 2008; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Diversidade e dinâmica de macrófitas aquáticas em uma lavoura de arroz na Planície Costeira do Rio Grande do Sul; 2007; Iniciação Científica; (Graduando em Biologia) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos, FUNDACAO DE AMPARO A PESQUISA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Biodiversidade e Funcionamento dos Arrozais; 2007; Iniciação Científica; (Graduando em Biologia) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Estrutura de assembléias de anfíbios em arrozais do Rio Grande do Sul; 2006; 0 f; Iniciação Científica; (Graduando em Biologia) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos, FUNDACAO DE AMPARO A PESQUISA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Uso de lavouras de arroz irrigadas por aves durante as diferentes fases de plantio e manejo do solo, na planície costeira do Rio Grande do Sul; 2006; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Univestidade do Vale do Rio dos Sinos; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Efeitos da fragmentação de áreas úmidas sobre comunidades de aves aquáticas: implicações para o uso sustentável; 2004; 0 f; Iniciação Científica; (Graduando em Biologia) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Fundação O Boticário de Conservação da Natureza; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Plano de Manejo e Conservação da Floresta Nacional de São Franscisco de Paula; 1999; 0 f; Iniciação Científica; (Graduando em Biologia) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Estrutura florística de duas comunidades vegetais em Gravataí e Parque Zoológico de Sapucaia do Sul; 1998; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
Estrutura florística de duas comunidades vegetais em Gravataí e Parque Zoológico de Sapucaia do Sul; 1998; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos; Orientador: Demetrio Luis Guadagnin;
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Guadagnin, Demetrio Luis ; MEYER, A. A. ; BORGES, J. A. R. ; JUSTO, F. M. . Waterbird Perceived Damage, Control Measures and Economic Implications for Rice Production in the Brazilian Cerrado. Human-Wildlife Interactions , 2025.
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PERELLO, L. F. C. ; Guadagnin, Demetrio . Suídeos asselvajados no Sul do Brasil: distribuição, impactos e potencial invasivo. 2016. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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Guadagnin, Demetrio Luis . Caçar ou não caçar, eis a questão.. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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Guadagnin, Demetrio Luis . Perda e fragmentação de hábitats: causas, consequências, manejo.. 2013. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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GUIMARAES, T. F. R. ; Meneses, BA ; SCHUH, M. ; KINDEL, A. ; GUADAGNIN, D.L. ; BECKER, F. G. . Do national red lists induce prioritization of research on endangered species? A case study. 2012. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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MENEZES, R. B. ; GUADAGNIN, D. L. ; MALTCHIK, L. ; PERELLO, L. F. C. . Exposure of wetlands and waterfowl to lead from ammunition in South Brazil. 2011. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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GUADAGNIN, D. L.. Conservação da Biodiversidade em Espaços Rurais. 2011. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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SCHUH, M. ; GUADAGNIN, D.L. . Alterações na estrutura da paisagem decorrentes da prática de silvicultura no Bioma Pampa do Rio Grande do Sul, Brasil. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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GUADAGNIN, D. L.. Biodiversidade: preservacionismo, conservacionismo e outros ismos que desafiam nossas percepções e condutas. 2008. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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GUADAGNIN, D. L.. Conservação e exploração da biodiversidade - limites e possibilidades. 2008. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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GUADAGNIN, D. L.. Conservação da Biodiversidade fora das áreas protegidas. 2007. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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GUADAGNIN, D. L.. Conservação da Biodiversidade fora das áreas protegidas. 2007. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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GUADAGNIN, D. L.. Controle Populacional de Fauna Silvestre. 2007. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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GUADAGNIN, D. L.. Importância e estratégias para a conservação da biodiversidade fora das áreas protegidas. 2007. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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GUADAGNIN, D. L.. Ecologia e Conservação de aves migratórias. 2006. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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GUADAGNIN, D. L.. Planejamento da Conservação da Biodiversidade. 2006. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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GUADAGNIN, D. L.. Mudança climática global - o principal desafio da sustentabilidade. 2005. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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GUADAGNIN, D. L.. Reflexões sobre os limites e possibilidades de sustentabilidade cológica. 2005. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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GUADAGNIN, D. L.. Biologia. 2004. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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GUADAGNIN, D. L.. Monitoramento biológico de ecossistemas aquáticos. 2003. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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GUADAGNIN, D. L.. Monitoramento biológico de ecossistemas aquáticos. 2003. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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GUADAGNIN, D. L.; RENNER, M. ; CAMPOS, H. . Monitoramento biológico de ecossistemas aquáticos. 2003. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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GUADAGNIN, D. L.. Planejamento de áreas de conservação. 1997. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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GUADAGNIN, D. L.. Zoneamento e plano de manejo para o Prque Estadual do Turvo. 1996. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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GUADAGNIN, D. L.. Zoneamento do parque Estadual do Turvo. 1995. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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GUADAGNIN, D. L.. Manejo de Parques de Reservas Naturais do Rio Grande do Sul. 1994. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
Outras produções
GUADAGNIN, D. L.. Parecer sobre a importância da conservação dos habitats e espécies e ações de mitigação e compensação ambiental. 2010.
GUADAGNIN, D. L.. Coordenação da eaboração do plano de manejo do Parque Estadual do Papagaio Charão. 2010.
GUADAGNIN, D. L.. Pesquisa e monitoramento da fauna cinegética - RS. 2004.
GUADAGNIN, D. L.. Subprojeto Avaliação da Biodiversidade na Lagoa do Cerro, na Lagoa do Casamento e em seus Ecossistemas Assciados, Zona Costeira, RS. 2004.
GUADAGNIN, D.L. ; BECKER, F. G. . Consultoria. Conservação da biodiversidade no entorno do sistema lagunar-estuarino Tramandaí-Armazém. Relatório Técnico para FEPAM e FNMA, Porto Alegre. 29 p.. 2002.
BECKER, F. G. ; GUADAGNIN, D.L. . Consultoria. Análise dos impactos regionais potenciais dos múltiplos barramentos de rios na bacia Taquari-Antas sobre a biodiversidade e orientações para o processo de licenciamento. Relatório Técnico para FEPAM. Porto Alegre. 53 p.. 2001.
BECKER, F. G. ; GUADAGNIN, D.L. ; LAROCCA, J. . Consultoria. Avaliação do EIA/RIMA do Sistema de Irrigação Projetado na Bacia Hidrográfica do Arroio São Sepé, RS. Relatório Técnico para FEPAM, Porto Alegre. 8 p.. 2001.
MENEGHETI, J. O. ; GUADAGNIN, D.L. ; DOTTO, J. C. P. . Consultoria. Programa de Pesquisa e Monitoramento de Fauna Cinegética no Rio Grande do Sul, Período 2000-2001. Relatório Técnico para Faurgs, Fepam e FZB-RS, Porto Alegre. 31 p.. 2001.
GUADAGNIN, D.L. . Consultoria. Diagnóstico ambiental da Reserva Biológica da Mata Paludosa e diagnóstico sócio-ambiental da APA Rota do Sol. Relatório Técnico para Magna Engenharia, Porto Alegre. 24 p.. 2001.
MENEGHETI, J. O. ; GUADAGNIN, D.L. ; ACCORDI, I. A. ; DOTTO, J. C. P. ; BURGER, M. I. . Consultoria. Projeto de Pesquisa e Monitoramento de Fauna Cinegética - 1999-2000. Relatório Técnico para Faurgs, Fepam, FZB-RS. 112 p.. 2000.
GUADAGNIN, D.L. . Consultoria. Avaliação do Estudo de Impacto Ambiental do complexo mineiro denominado Projeto Bujuru, Grupo Paranapanema, localizado em São José do Norte, RS. Parecer Técnico para FEPAM, Porto Alegre. 5 p.. 2000.
GUADAGNIN, D.L. . Consultoria. Elaboração de Planos de Manejo para as unidades de conservação P.E. Turvo, P.E. Rondinha, P.E. Espigão Alto, P.E. Ibirapuitã e H.F. Litoral Norte. Magna Engenharia, Porto Alegre.. 2000.
GUADAGNIN, D.L. ; SILVA, M. M. da ; ARIGONY, T. ; NEVES, M. das ; MANSUR, C. . Consultoria. Plano de Manejo do Parque Natural Municipal Tupancy. Prefeitura Municipal de Arroio do Sal, FNMA, Arroio do Sal.. 2000.
GUADAGNIN, D.L. . Consultoria. Diagnóstico da situação e ações prioritárias para a conservação da zona costeira da Região Sul - Rio Grande Do Sul e Santa Catarina. Relatório Técnico para FEPAM e Projeto Pronabio. 79 p.. 1999.
MENEGHETI, J. O. ; GUADAGNIN, D.L. ; ACCORDI, I. A. ; DOTTO, J. C. P. ; BURGER, M. I. ; MELO, M. T. Q. ; CRUZ, R. C. . Consultoria. Projeto de Pesquisa e Monitoramento de Fauna Cinegética - 1998-1999. Relatório Técnico para Faurgs, Fepam, FZB-RS, Porto Alegre. 126 p.. 1999.
MENEGHETI, J. O. ; GUADAGNIN, D.L. ; VÉLEZ, E. ; DOTTO, J. C. P. ; BURGER, M. I. ; MELO, M. T. Q. ; CRUZ, R. C. ; RAMOS, R. A. . Consultoria. Projeto de Pesquisa e Monitoramento de Fauna Cinegética - 1997. Relatório Técnico para Faurgs, Fepam, FZB-RS, Porto Alegre. 113 p.. 1998.
PETRY, M. V. ; MARAZANA, A. P. ; MONDIN, C. A. ; OHLWEILER, L. P. ; GUADAGNIN, D.L. ; SCHWANBERG, G. A. ; FENSTERSEIFER, H. ; STEFFEN, J. C. ; KONZEN, O. ; SAUL, P. F. A. ; VOSS, W. A. . Assessoria. Diretrizes para o Plano de Manejo do Horto Florestal da Fundação Zoobotânica - RS. Relatório Técnico para FSB-RS, São Leopoldo, Unisinos. 51 p.. 1998.
MENEGHETI, J. O. ; GUADAGNIN, D.L. ; VÉLEZ, E. ; DOTTO, J. C. P. ; BURGER, M. I. ; MELO, M. T. Q. ; CRUZ, R. C. ; RAMOS, R. A. . Consultoria. Projeto de Pesquisa e Monitoramento de Fauna Cinegética - 1996. Relatório Técnico para Faurgs, Fepam, FZB-RS, Porto Alegre. 105 p.. 1997.
MENEGHETI, J. O. ; GUADAGNIN, D.L. ; VÉLEZ, E. ; DOTTO, J. C. P. ; BURGER, M. I. ; MELO, M. T. Q. ; CRUZ, R. C. ; RAMOS, R. A. . Consultoria. Projeto de Pesquisa e Monitoramento de Fauna Cinegética - 1995. Relatório Técnico para FZB-RS, Porto Alegre. 76 p.. 1996.
GUADAGNIN, D.L. ; RAMOS, R. A. . Consultoria. Proposta de Macrozoneamento Ecológico Econômico do Litoral Norte: Etapa A: Revisão do Diagnóstico de Fauna do Projeto de Gerenciamento Costeiro do Litoral Norte do Rio Grande do Sul. Relatório Técnico para FEPAM, Porto Alegre. 15 p.. 1996.
GUADAGNIN, D.L. ; RAMOS, R. A. . Consultoria. Proposta de Macrozoneamento Ecológico Econômico do Litoral Norte: Etapa B: Definição das Restrições e Potencial de Uso da Fauna. Relatório Técnico para FEPAM, Porto Alegre. 39 p.. 1996.
VARTY, N. ; BENCKE, G. A. ; BERNARDINI, L. M. ; CUNHA, A. S. ; DIAS, E. V. ; FONTANA, C. S. ; GUADAGNIN, D.L. ; KINDEL, A. ; KINDEL, E. A. I. ; RAYMUNDO, M. M. ; RICHTER, M. ; TOSTES, C. A. S. . Assessoria. The Conservation of the Red-spectacled Amazona pretrei in Sothern Brazil. Relatório Técnico para BirdLife International, Porto Alegre. 45 p.. 1994.
GUADAGNIN, D.L. . Parecer Técnico. Evaluación Preliminária de la Distribución, Habitat y Estado Poblacional de Podocarpus nubigena Lindl. en el Parque Nacional Nahuel Huapi, Argentina. Parecer para o Parque Nacional Nahuel Huapi, Argentina. 14 p.. 1993.
Guadagnin, Demetrio Luis ; MAIA, D. . Demetrio Guadagnin no Demian Maia Podcast 024. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
Guadagnin, Demetrio Luis ; BATISTA, A. . Crise Climática - Um panorama. 2020.
Guadagnin, Demetrio Luis . Sinpro/RS Debate | Painel 1 ? Os riscos e desafios da presencialidade. 2020.
Guadagnin, Demetrio Luis . Biólogo da UFRGS propõe incentivo ao uso de praças e parques durante a pandemia. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
Guadagnin, Demetrio Luis . Biólogo da UFRGS defende maior uso de praças e parques pela população na pandemia. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
GUADAGNIN, D.L. . A gestão ambiental como alternativa à conservação ambiental. 2013. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
GUADAGNIN, D.L. . Programa Palavras Cruzadas - Zoneamento para a silvicultura no RS. 2007. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).
GUADAGNIN, D.L. . Programa Palavras Cruzadas - Dia Mundial do Meio Ambiente: Perspectivas ambientais. 2007. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).
GUADAGNIN, D.L. . Programa Campo em Debate - Conferência de Bali, COP-13. 2007. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
GUADAGNIN, D.L. . Programa Frente à Frente - Manejo da caça desportiva no Rio Grande do Sul. 2007. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
GUADAGNIN, D.L. . Programa Palavras Cruzadas - Mudanças Climáticas. 2006. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).
GUADAGNIN, D.L. . Click RBS (Chat de notícias) - Incêndio Florestal no Litoral do Rio Grande do Sul. 2006. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
GUADAGNIN, D.L. . Radio Bandeirantes - Incêndio Florestal no Litoral do Rio Grande do Sul. 2006. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
GUADAGNIN, D.L. . Jornal do Almoço - Festival de Aves Migratórias. 2005. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
GUADAGNIN, D.L. . Programa Via Legal - Série Lagoa do Peixe. 2005. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
GUADAGNIN, D. L.. Ecologia da Paisagem: Oficina métricas da paisagem usando Fragstats 3.3. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
GUADAGNIN, D.L. . Ecossistemas e Biodiversidade do Parque Nacional da Lagoa do Peixe. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
GUADAGNIN, D. L.. Sociologia e ética na conservação da biodiversidade. 2007. .
GUADAGNIN, D. L.. Ecossitemas e diversidade do Parque Nacional da Lagoa do Peixe. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
GUADAGNIN, D.L. ; LAROCCA, J. . Ecossistemas e biodiversidade do Parque Nacional da Lagoa do Peixe. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
GUADAGNIN, D. L.. Ecossitemas e biodiversidade do Parque Nacional da Lagoa do Peixe. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
GUADAGNIN, D. L.; SCHULZ, U. H. . Curso Temático: Manutenção dos ecossistemas - A estrutura dos corpos hídricos e a importância das áreas úmidas. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
GUADAGNIN, D. L.. Princípios e ferramentas para o planejamento da conservação da biodiversidade e dos recursos naturais. 2005. .
GUADAGNIN, D.L. ; ZALBA, S. M. . Princípios e ferramentas para o planejamento da conservação da biodiversidade e dos recursos naturais. 2005. .
GUADAGNIN, D. L.. Prática em pesquisa: Ecologia e Conservação de Aves Aquáticas. 2004. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).
GUADAGNIN, D.L. . Entrevista sobre causas e efeitos de eventos climáticos extremos. 2004. (Entrevista).
GUADAGNIN, D. L.. Interpretação ambiental em áreas naturais. 1997. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
GUADAGNIN, D. L.. Trilhas interpretativas temáticas: planejando caminhadas prazeirosas e educativas. 1997. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
GUADAGNIN, D.L. ; ZALBA, S. M. . Princípios e Ferramentas para o Planejamento da Conservação da Biodiversidade e dos Recursos Naturais. 2005. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
GUADAGNIN, D.L. . Lista das Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção no Rio Grande do Sul. 2002 (Demais trabalhos relevantes) .
Projetos de pesquisa
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2015 - Atual
Planejamento e uso de áreas protegidas., Descrição: As áreas protegidas desempenham um papel central como estratégia de conservação da biodiversidade e de oportunidade de promoção do contato humano com a natureza, dois objetivos frequentemente conflitantes. Os desafios de compatibilização são crescentes dada a diminuição das oportunidades de expansão do sistema de unidades de conservação e o aumento das demandas de apoio ao desenvolvimento regional e redução da pobreza, exigindo manejo mais cuidadoso e intensivo. O objetivo geral do projeto é apoiar a tomada de decisão embasada em evidências, em cooperação com atores sociais interessados, em planejamento e manejo de unidades de conservação, incluindo a elaboração de planos de manejo, zoneamento, inserção regional, atividades de interpretação ambiental, prática de esportes de contato com a natureza.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) / Mestrado acadêmico: (3) . , Integrantes: Demetrio Luis Guadagnin - Coordenador / Rafael Gomes de Moura - Integrante / Natalia Lopes Cepeda - Integrante / Guilherme Redecker - Integrante / Maycon Sanyvan Sigales Gonçalve - Integrante / Mateus Francesco Marin - Integrante / Fábio Spézia de Melo - Integrante / Angelice Motter - Integrante., Financiador(es): Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - Auxílio financeiro / Fundação O Boticário de Proteção à Natureza - Cooperação., Número de produções C, T & A: 12
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2008 - Atual
Efeitos da contaminação na biodiversidade, Descrição: A contaminação dos ambientes áquáticos e biota é uma preocupação central na conservação da biodiversidade e saúde humana. As áreas úmidas, a biota e as pessoas relacionadas a elas, estão expostas principalmente à contaminação com origem na agricultura. Este projeto investiga a presença e concentração de metais pesados e pesticidas no ambiente e na biota aquáticos e seus efeitos no metabolismo.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Demetrio Luis Guadagnin - Coordenador / Vânia Loro - Integrante / Adalto Bianchini - Integrante / Jossiele W Leitemperger - Integrante / Renato Zanella - Integrante / Osmar D Prestes - Integrante / Barbara Clasen - Integrante., Número de produções C, T & A: 8
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2007 - Atual
Manejo de invasões biológicas, Descrição: As invasõres biológicas estão entre os principais processos de perda da biodiversidade e alteração de processos ecológicos em áreas silvestres. O processo envolve diferentes fases (introdução, estabelecimento, dispersão) cada qual com diferentes desafios e oportunidades de gestão. Uma vez dispersadas, a erradição em geral não é factível e a redução de danos focais em áreas prioritárias é provavelmente a mais viável das opções. O objetivo geral deste projeto é produzir diretrizes para o manejo de invasões biológicas, incluindo a proposição e avaliação de estratégias de prevenção da invasão e controle de danos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (3) . , Integrantes: Demetrio Luis Guadagnin - Coordenador / Andreas Kindel - Integrante / ZALBA, SERGIO MARTIN - Integrante., Número de produções C, T & A: 17
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2007 - Atual
Exploração de recursos biológicos, Descrição: A exploração de recursos biológicos é uma atividade economicamente e culturalmente importante que se relaciona de forma ambivalente com a conservação da biodiversidade. Pode ser uma ferramenta de promoção do desenvolvimento sustentável das comunidades extrativistas assim como uma armadilha de pobreza e uma ameaça pela sobre-exploração. Em outros casos a exploração é motivada por danos da fauna nativa. Este projeto investiga os desafios do manejo da exploração de recursos biológicos sob diferentes perspectivas, incluindo a avaliação do rendimento sustentável, monitoramento, efeitos nas populações e comunidades e contexto socioambiental.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Demetrio Luis Guadagnin - Coordenador / João Carlos Pradella Dotto - Integrante / João O Menegheti - Integrante / Rafael Cabral Cruz - Integrante / Eduardo Vélez Martin - Integrante / Maria Tereza Queiroz Melo - Integrante / Maria Ines Burger - Integrante / Luís Fernando Carvalho Perello - Integrante / GRAVATO, ISABEL CRISTINA - Integrante., Número de produções C, T & A: 12
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2002 - Atual
Fragmentação da paisagem, agropecuária, biodiversidade, Descrição: A perda e degradação dos hábitats silvestres e a fragmentação da paisagem, processos interrelacionados, são as principais causas próximas da reestruturação das comunidades e perda da biodiversidade. Este projeto envolve a investigação dos efeitos da estrutura dos habitats silvestres e da paisagem agrícola na estruturação e dinâmica de comunidades vegetais e animais, com ênfase em áreas úmidas, orizicultura e biota aquática.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (7) / Mestrado acadêmico: (8) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Demetrio Luis Guadagnin - Coordenador / Rolon, Ana S. - Integrante / Maltchik, Leonardo - Integrante / Matheus Vieira Volcan - Integrante., Número de produções C, T & A: 36
Projetos de desenvolvimento
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2008 - 2009
Manejo de espécies arbóreas invasoras no bioma Pampa, Descrição: As invasões biológicas são uma das ameaças mais importantes à biodiversidade. No Bioma Pampa da América do Sul, que inclui o extremo sul do Brasil, o Uruguai e o centro-leste da Argentina, muitas plantas lenhosas cultivadas com fins paisagísticos ou econômicos tiveram êxito e se tornam invasoras. Nos ecossistemas não-florestais a introdução de árvores e arbustos tende a ser percebida como positiva. Este projeto se propôs a compartilhar as experiências de três grupos de trabalho do cone Sul da América do Sul com o objetivo de detectar aspectos chave no manejo do problema das espécies lenhosas invasoras que permitam maximizar a eficiência das ações de prevenção e controle da invasão. Registramos a presença de 356 espécies exóticas que conseguiram estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa, sendo 82 lenhosas. Destas, 55 apresentam hábito arbóreo, confirmando nossa preocupação sobre a invasibilidade das espécies lenhosas. A origem biogeográfica das invasoras é bastante diversa. As espécies lenhosas colonizadoras foram introduzidas voluntariamente. A maioria ingressou na região a mais de 50 anos. 85% das espécies colonizadoras pertence a gêneros não representados no Bioma. A maioria das espécies que conseguiu estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa foi introduzida em muitas localidades ou plantada em grandes extensões. Na região pampeana, os embates recentes de diferentes segmentos sociais favoráveis à presença de florestas plantadas e contrários a ela, na perspectiva ambiental, estão estabelecendo uma nova arena socioambiental, caracterizada em nosso trabalho. Verificamos que, no Bioma Pampa no Rio Grande do Sul, a mortalidade infantil, um importante indicador síntese das condições de vida da população, é maior onde o impacto econômico de plantações florestais comerciais também é maior. Recursos: CNPq edital Prosul, processo 490629/2007-5, R$ 58.500,00.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2007 - 2009
Manejo Ecossistêmico Adaptativo, Descrição: O objetivo deste projeto é abrigar as demandas de desenvolvimento e aplicação de metodologias para a solução de problemas de gestão de recursos naturais e elaboração de planos de manejo para hábitats e espécies, tendo como meta a conservação da biodiversidade. A sociedade humana explora recursos naturais e transforma o ecossistema do qual faz parte. Neste contexto, a conservação efetiva da biodiversidade requer que se compreenda tanto o funcionamento dos ecossistemas quanto o seu contexto socioambiental. Os sistemas ecológicos e sociais são caracterizados pela sua grande complexidade e imprevisibilidade, o que limita a capacidade compreensão e gestão. O projeto segue o marco teórico e metodológico do Manejo Ecossistêmico Adaptativo, uma das estratégias mais eficientes para enfrentar o desafio da conservação da biodiversidade frente a esta complexidade e incerteza inerentes ao funcionamento dos sistemas socioambientais. O manejo ecossistêmico adaptativo é uma abordagem formal, rigorosa e participativa de contínuo aprendizado com os desfechos de uma ação de manejo e de ajuste e refinamento destas ações, capaz de ser aplicada às diferentes demandas de conservação e manejo de vida silvestre. Compreende uma seqüência de passos que reproduz o método científico, mas é aplicado em um contexto de manejo. Em consonância com o foco estratégico da pesquisa na Unisinos na pesquisa aplicada, pretende-se com este projeto promover de forma integrada a pesquisa, desenvolvimento e aplicação de conhecimentos e ferramentas de gestão ambiental, respondendo a demandas sociais concretas de promoção da conservação a biodiversidade, quer na forma de resolução de conflitos, quer na forma de ações de planejamento. Projeto vinculado ao projeto PAI/Unisinos PP0000001329.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador.
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1997 - 2009
Projetos de Consultoria e Assessoria em Conservação e Manejo de Vida Silvestre., Descrição: Projetos de consultoria e assessoria com ênfase em monitoramento populacional de aves aquáticas, monitoramento biológico de ambientes aquáticos, elaboração de planos de manejo para unidades de conservação, elaboração planos e macrozoneamentos ambientais em escala regional, realização de perícias e avaliação de estudos de impacto ambiental.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador / João Carlos Pradella Dotto - Integrante / Rafael Cabral Cruz - Integrante / Eduardo Vélez Martin - Integrante / Maria Tereza Queiroz Melo - Integrante., Número de produções C, T & A: 32
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2008 - 2009
Manejo de espécies arbóreas invasoras no bioma Pampa, Descrição: As invasões biológicas são uma das ameaças mais importantes à biodiversidade. No Bioma Pampa da América do Sul, que inclui o extremo sul do Brasil, o Uruguai e o centro-leste da Argentina, muitas plantas lenhosas cultivadas com fins paisagísticos ou econômicos tiveram êxito e se tornam invasoras. Nos ecossistemas não-florestais a introdução de árvores e arbustos tende a ser percebida como positiva. Este projeto se propôs a compartilhar as experiências de três grupos de trabalho do cone Sul da América do Sul com o objetivo de detectar aspectos chave no manejo do problema das espécies lenhosas invasoras que permitam maximizar a eficiência das ações de prevenção e controle da invasão. Registramos a presença de 356 espécies exóticas que conseguiram estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa, sendo 82 lenhosas. Destas, 55 apresentam hábito arbóreo, confirmando nossa preocupação sobre a invasibilidade das espécies lenhosas. A origem biogeográfica das invasoras é bastante diversa. As espécies lenhosas colonizadoras foram introduzidas voluntariamente. A maioria ingressou na região a mais de 50 anos. 85% das espécies colonizadoras pertence a gêneros não representados no Bioma. A maioria das espécies que conseguiu estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa foi introduzida em muitas localidades ou plantada em grandes extensões. Na região pampeana, os embates recentes de diferentes segmentos sociais favoráveis à presença de florestas plantadas e contrários a ela, na perspectiva ambiental, estão estabelecendo uma nova arena socioambiental, caracterizada em nosso trabalho. Verificamos que, no Bioma Pampa no Rio Grande do Sul, a mortalidade infantil, um importante indicador síntese das condições de vida da população, é maior onde o impacto econômico de plantações florestais comerciais também é maior. Recursos: CNPq edital Prosul, processo 490629/2007-5, R$ 58.500,00.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2007 - 2009
Manejo Ecossistêmico Adaptativo, Descrição: O objetivo deste projeto é abrigar as demandas de desenvolvimento e aplicação de metodologias para a solução de problemas de gestão de recursos naturais e elaboração de planos de manejo para hábitats e espécies, tendo como meta a conservação da biodiversidade. A sociedade humana explora recursos naturais e transforma o ecossistema do qual faz parte. Neste contexto, a conservação efetiva da biodiversidade requer que se compreenda tanto o funcionamento dos ecossistemas quanto o seu contexto socioambiental. Os sistemas ecológicos e sociais são caracterizados pela sua grande complexidade e imprevisibilidade, o que limita a capacidade compreensão e gestão. O projeto segue o marco teórico e metodológico do Manejo Ecossistêmico Adaptativo, uma das estratégias mais eficientes para enfrentar o desafio da conservação da biodiversidade frente a esta complexidade e incerteza inerentes ao funcionamento dos sistemas socioambientais. O manejo ecossistêmico adaptativo é uma abordagem formal, rigorosa e participativa de contínuo aprendizado com os desfechos de uma ação de manejo e de ajuste e refinamento destas ações, capaz de ser aplicada às diferentes demandas de conservação e manejo de vida silvestre. Compreende uma seqüência de passos que reproduz o método científico, mas é aplicado em um contexto de manejo. Em consonância com o foco estratégico da pesquisa na Unisinos na pesquisa aplicada, pretende-se com este projeto promover de forma integrada a pesquisa, desenvolvimento e aplicação de conhecimentos e ferramentas de gestão ambiental, respondendo a demandas sociais concretas de promoção da conservação a biodiversidade, quer na forma de resolução de conflitos, quer na forma de ações de planejamento. Projeto vinculado ao projeto PAI/Unisinos PP0000001329.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador.
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1997 - 2009
Projetos de Consultoria e Assessoria em Conservação e Manejo de Vida Silvestre., Descrição: Projetos de consultoria e assessoria com ênfase em monitoramento populacional de aves aquáticas, monitoramento biológico de ambientes aquáticos, elaboração de planos de manejo para unidades de conservação, elaboração planos e macrozoneamentos ambientais em escala regional, realização de perícias e avaliação de estudos de impacto ambiental.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador / João Carlos Pradella Dotto - Integrante / Rafael Cabral Cruz - Integrante / Eduardo Vélez Martin - Integrante / Maria Tereza Queiroz Melo - Integrante., Número de produções C, T & A: 32
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2008 - 2009
Manejo de espécies arbóreas invasoras no bioma Pampa, Descrição: As invasões biológicas são uma das ameaças mais importantes à biodiversidade. No Bioma Pampa da América do Sul, que inclui o extremo sul do Brasil, o Uruguai e o centro-leste da Argentina, muitas plantas lenhosas cultivadas com fins paisagísticos ou econômicos tiveram êxito e se tornam invasoras. Nos ecossistemas não-florestais a introdução de árvores e arbustos tende a ser percebida como positiva. Este projeto se propôs a compartilhar as experiências de três grupos de trabalho do cone Sul da América do Sul com o objetivo de detectar aspectos chave no manejo do problema das espécies lenhosas invasoras que permitam maximizar a eficiência das ações de prevenção e controle da invasão. Registramos a presença de 356 espécies exóticas que conseguiram estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa, sendo 82 lenhosas. Destas, 55 apresentam hábito arbóreo, confirmando nossa preocupação sobre a invasibilidade das espécies lenhosas. A origem biogeográfica das invasoras é bastante diversa. As espécies lenhosas colonizadoras foram introduzidas voluntariamente. A maioria ingressou na região a mais de 50 anos. 85% das espécies colonizadoras pertence a gêneros não representados no Bioma. A maioria das espécies que conseguiu estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa foi introduzida em muitas localidades ou plantada em grandes extensões. Na região pampeana, os embates recentes de diferentes segmentos sociais favoráveis à presença de florestas plantadas e contrários a ela, na perspectiva ambiental, estão estabelecendo uma nova arena socioambiental, caracterizada em nosso trabalho. Verificamos que, no Bioma Pampa no Rio Grande do Sul, a mortalidade infantil, um importante indicador síntese das condições de vida da população, é maior onde o impacto econômico de plantações florestais comerciais também é maior. Recursos: CNPq edital Prosul, processo 490629/2007-5, R$ 58.500,00.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2007 - 2009
Manejo Ecossistêmico Adaptativo, Descrição: O objetivo deste projeto é abrigar as demandas de desenvolvimento e aplicação de metodologias para a solução de problemas de gestão de recursos naturais e elaboração de planos de manejo para hábitats e espécies, tendo como meta a conservação da biodiversidade. A sociedade humana explora recursos naturais e transforma o ecossistema do qual faz parte. Neste contexto, a conservação efetiva da biodiversidade requer que se compreenda tanto o funcionamento dos ecossistemas quanto o seu contexto socioambiental. Os sistemas ecológicos e sociais são caracterizados pela sua grande complexidade e imprevisibilidade, o que limita a capacidade compreensão e gestão. O projeto segue o marco teórico e metodológico do Manejo Ecossistêmico Adaptativo, uma das estratégias mais eficientes para enfrentar o desafio da conservação da biodiversidade frente a esta complexidade e incerteza inerentes ao funcionamento dos sistemas socioambientais. O manejo ecossistêmico adaptativo é uma abordagem formal, rigorosa e participativa de contínuo aprendizado com os desfechos de uma ação de manejo e de ajuste e refinamento destas ações, capaz de ser aplicada às diferentes demandas de conservação e manejo de vida silvestre. Compreende uma seqüência de passos que reproduz o método científico, mas é aplicado em um contexto de manejo. Em consonância com o foco estratégico da pesquisa na Unisinos na pesquisa aplicada, pretende-se com este projeto promover de forma integrada a pesquisa, desenvolvimento e aplicação de conhecimentos e ferramentas de gestão ambiental, respondendo a demandas sociais concretas de promoção da conservação a biodiversidade, quer na forma de resolução de conflitos, quer na forma de ações de planejamento. Projeto vinculado ao projeto PAI/Unisinos PP0000001329.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador.
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1997 - 2009
Projetos de Consultoria e Assessoria em Conservação e Manejo de Vida Silvestre., Descrição: Projetos de consultoria e assessoria com ênfase em monitoramento populacional de aves aquáticas, monitoramento biológico de ambientes aquáticos, elaboração de planos de manejo para unidades de conservação, elaboração planos e macrozoneamentos ambientais em escala regional, realização de perícias e avaliação de estudos de impacto ambiental.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador / João Carlos Pradella Dotto - Integrante / Rafael Cabral Cruz - Integrante / Eduardo Vélez Martin - Integrante / Maria Tereza Queiroz Melo - Integrante., Número de produções C, T & A: 32
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Manejo de espécies arbóreas invasoras no bioma Pampa, Descrição: As invasões biológicas são uma das ameaças mais importantes à biodiversidade. No Bioma Pampa da América do Sul, que inclui o extremo sul do Brasil, o Uruguai e o centro-leste da Argentina, muitas plantas lenhosas cultivadas com fins paisagísticos ou econômicos tiveram êxito e se tornam invasoras. Nos ecossistemas não-florestais a introdução de árvores e arbustos tende a ser percebida como positiva. Este projeto se propôs a compartilhar as experiências de três grupos de trabalho do cone Sul da América do Sul com o objetivo de detectar aspectos chave no manejo do problema das espécies lenhosas invasoras que permitam maximizar a eficiência das ações de prevenção e controle da invasão. Registramos a presença de 356 espécies exóticas que conseguiram estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa, sendo 82 lenhosas. Destas, 55 apresentam hábito arbóreo, confirmando nossa preocupação sobre a invasibilidade das espécies lenhosas. A origem biogeográfica das invasoras é bastante diversa. As espécies lenhosas colonizadoras foram introduzidas voluntariamente. A maioria ingressou na região a mais de 50 anos. 85% das espécies colonizadoras pertence a gêneros não representados no Bioma. A maioria das espécies que conseguiu estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa foi introduzida em muitas localidades ou plantada em grandes extensões. Na região pampeana, os embates recentes de diferentes segmentos sociais favoráveis à presença de florestas plantadas e contrários a ela, na perspectiva ambiental, estão estabelecendo uma nova arena socioambiental, caracterizada em nosso trabalho. Verificamos que, no Bioma Pampa no Rio Grande do Sul, a mortalidade infantil, um importante indicador síntese das condições de vida da população, é maior onde o impacto econômico de plantações florestais comerciais também é maior. Recursos: CNPq edital Prosul, processo 490629/2007-5, R$ 58.500,00.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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Manejo Ecossistêmico Adaptativo, Descrição: O objetivo deste projeto é abrigar as demandas de desenvolvimento e aplicação de metodologias para a solução de problemas de gestão de recursos naturais e elaboração de planos de manejo para hábitats e espécies, tendo como meta a conservação da biodiversidade. A sociedade humana explora recursos naturais e transforma o ecossistema do qual faz parte. Neste contexto, a conservação efetiva da biodiversidade requer que se compreenda tanto o funcionamento dos ecossistemas quanto o seu contexto socioambiental. Os sistemas ecológicos e sociais são caracterizados pela sua grande complexidade e imprevisibilidade, o que limita a capacidade compreensão e gestão. O projeto segue o marco teórico e metodológico do Manejo Ecossistêmico Adaptativo, uma das estratégias mais eficientes para enfrentar o desafio da conservação da biodiversidade frente a esta complexidade e incerteza inerentes ao funcionamento dos sistemas socioambientais. O manejo ecossistêmico adaptativo é uma abordagem formal, rigorosa e participativa de contínuo aprendizado com os desfechos de uma ação de manejo e de ajuste e refinamento destas ações, capaz de ser aplicada às diferentes demandas de conservação e manejo de vida silvestre. Compreende uma seqüência de passos que reproduz o método científico, mas é aplicado em um contexto de manejo. Em consonância com o foco estratégico da pesquisa na Unisinos na pesquisa aplicada, pretende-se com este projeto promover de forma integrada a pesquisa, desenvolvimento e aplicação de conhecimentos e ferramentas de gestão ambiental, respondendo a demandas sociais concretas de promoção da conservação a biodiversidade, quer na forma de resolução de conflitos, quer na forma de ações de planejamento. Projeto vinculado ao projeto PAI/Unisinos PP0000001329.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador.
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Projetos de Consultoria e Assessoria em Conservação e Manejo de Vida Silvestre., Descrição: Projetos de consultoria e assessoria com ênfase em monitoramento populacional de aves aquáticas, monitoramento biológico de ambientes aquáticos, elaboração de planos de manejo para unidades de conservação, elaboração planos e macrozoneamentos ambientais em escala regional, realização de perícias e avaliação de estudos de impacto ambiental.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador / João Carlos Pradella Dotto - Integrante / Rafael Cabral Cruz - Integrante / Eduardo Vélez Martin - Integrante / Maria Tereza Queiroz Melo - Integrante., Número de produções C, T & A: 32
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Manejo de espécies arbóreas invasoras no bioma Pampa, Descrição: As invasões biológicas são uma das ameaças mais importantes à biodiversidade. No Bioma Pampa da América do Sul, que inclui o extremo sul do Brasil, o Uruguai e o centro-leste da Argentina, muitas plantas lenhosas cultivadas com fins paisagísticos ou econômicos tiveram êxito e se tornam invasoras. Nos ecossistemas não-florestais a introdução de árvores e arbustos tende a ser percebida como positiva. Este projeto se propôs a compartilhar as experiências de três grupos de trabalho do cone Sul da América do Sul com o objetivo de detectar aspectos chave no manejo do problema das espécies lenhosas invasoras que permitam maximizar a eficiência das ações de prevenção e controle da invasão. Registramos a presença de 356 espécies exóticas que conseguiram estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa, sendo 82 lenhosas. Destas, 55 apresentam hábito arbóreo, confirmando nossa preocupação sobre a invasibilidade das espécies lenhosas. A origem biogeográfica das invasoras é bastante diversa. As espécies lenhosas colonizadoras foram introduzidas voluntariamente. A maioria ingressou na região a mais de 50 anos. 85% das espécies colonizadoras pertence a gêneros não representados no Bioma. A maioria das espécies que conseguiu estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa foi introduzida em muitas localidades ou plantada em grandes extensões. Na região pampeana, os embates recentes de diferentes segmentos sociais favoráveis à presença de florestas plantadas e contrários a ela, na perspectiva ambiental, estão estabelecendo uma nova arena socioambiental, caracterizada em nosso trabalho. Verificamos que, no Bioma Pampa no Rio Grande do Sul, a mortalidade infantil, um importante indicador síntese das condições de vida da população, é maior onde o impacto econômico de plantações florestais comerciais também é maior. Recursos: CNPq edital Prosul, processo 490629/2007-5, R$ 58.500,00.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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Manejo Ecossistêmico Adaptativo, Descrição: O objetivo deste projeto é abrigar as demandas de desenvolvimento e aplicação de metodologias para a solução de problemas de gestão de recursos naturais e elaboração de planos de manejo para hábitats e espécies, tendo como meta a conservação da biodiversidade. A sociedade humana explora recursos naturais e transforma o ecossistema do qual faz parte. Neste contexto, a conservação efetiva da biodiversidade requer que se compreenda tanto o funcionamento dos ecossistemas quanto o seu contexto socioambiental. Os sistemas ecológicos e sociais são caracterizados pela sua grande complexidade e imprevisibilidade, o que limita a capacidade compreensão e gestão. O projeto segue o marco teórico e metodológico do Manejo Ecossistêmico Adaptativo, uma das estratégias mais eficientes para enfrentar o desafio da conservação da biodiversidade frente a esta complexidade e incerteza inerentes ao funcionamento dos sistemas socioambientais. O manejo ecossistêmico adaptativo é uma abordagem formal, rigorosa e participativa de contínuo aprendizado com os desfechos de uma ação de manejo e de ajuste e refinamento destas ações, capaz de ser aplicada às diferentes demandas de conservação e manejo de vida silvestre. Compreende uma seqüência de passos que reproduz o método científico, mas é aplicado em um contexto de manejo. Em consonância com o foco estratégico da pesquisa na Unisinos na pesquisa aplicada, pretende-se com este projeto promover de forma integrada a pesquisa, desenvolvimento e aplicação de conhecimentos e ferramentas de gestão ambiental, respondendo a demandas sociais concretas de promoção da conservação a biodiversidade, quer na forma de resolução de conflitos, quer na forma de ações de planejamento. Projeto vinculado ao projeto PAI/Unisinos PP0000001329.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador.
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Projetos de Consultoria e Assessoria em Conservação e Manejo de Vida Silvestre., Descrição: Projetos de consultoria e assessoria com ênfase em monitoramento populacional de aves aquáticas, monitoramento biológico de ambientes aquáticos, elaboração de planos de manejo para unidades de conservação, elaboração planos e macrozoneamentos ambientais em escala regional, realização de perícias e avaliação de estudos de impacto ambiental.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador / João Carlos Pradella Dotto - Integrante / Rafael Cabral Cruz - Integrante / Eduardo Vélez Martin - Integrante / Maria Tereza Queiroz Melo - Integrante., Número de produções C, T & A: 32
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Manejo de espécies arbóreas invasoras no bioma Pampa, Descrição: As invasões biológicas são uma das ameaças mais importantes à biodiversidade. No Bioma Pampa da América do Sul, que inclui o extremo sul do Brasil, o Uruguai e o centro-leste da Argentina, muitas plantas lenhosas cultivadas com fins paisagísticos ou econômicos tiveram êxito e se tornam invasoras. Nos ecossistemas não-florestais a introdução de árvores e arbustos tende a ser percebida como positiva. Este projeto se propôs a compartilhar as experiências de três grupos de trabalho do cone Sul da América do Sul com o objetivo de detectar aspectos chave no manejo do problema das espécies lenhosas invasoras que permitam maximizar a eficiência das ações de prevenção e controle da invasão. Registramos a presença de 356 espécies exóticas que conseguiram estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa, sendo 82 lenhosas. Destas, 55 apresentam hábito arbóreo, confirmando nossa preocupação sobre a invasibilidade das espécies lenhosas. A origem biogeográfica das invasoras é bastante diversa. As espécies lenhosas colonizadoras foram introduzidas voluntariamente. A maioria ingressou na região a mais de 50 anos. 85% das espécies colonizadoras pertence a gêneros não representados no Bioma. A maioria das espécies que conseguiu estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa foi introduzida em muitas localidades ou plantada em grandes extensões. Na região pampeana, os embates recentes de diferentes segmentos sociais favoráveis à presença de florestas plantadas e contrários a ela, na perspectiva ambiental, estão estabelecendo uma nova arena socioambiental, caracterizada em nosso trabalho. Verificamos que, no Bioma Pampa no Rio Grande do Sul, a mortalidade infantil, um importante indicador síntese das condições de vida da população, é maior onde o impacto econômico de plantações florestais comerciais também é maior. Recursos: CNPq edital Prosul, processo 490629/2007-5, R$ 58.500,00.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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Manejo Ecossistêmico Adaptativo, Descrição: O objetivo deste projeto é abrigar as demandas de desenvolvimento e aplicação de metodologias para a solução de problemas de gestão de recursos naturais e elaboração de planos de manejo para hábitats e espécies, tendo como meta a conservação da biodiversidade. A sociedade humana explora recursos naturais e transforma o ecossistema do qual faz parte. Neste contexto, a conservação efetiva da biodiversidade requer que se compreenda tanto o funcionamento dos ecossistemas quanto o seu contexto socioambiental. Os sistemas ecológicos e sociais são caracterizados pela sua grande complexidade e imprevisibilidade, o que limita a capacidade compreensão e gestão. O projeto segue o marco teórico e metodológico do Manejo Ecossistêmico Adaptativo, uma das estratégias mais eficientes para enfrentar o desafio da conservação da biodiversidade frente a esta complexidade e incerteza inerentes ao funcionamento dos sistemas socioambientais. O manejo ecossistêmico adaptativo é uma abordagem formal, rigorosa e participativa de contínuo aprendizado com os desfechos de uma ação de manejo e de ajuste e refinamento destas ações, capaz de ser aplicada às diferentes demandas de conservação e manejo de vida silvestre. Compreende uma seqüência de passos que reproduz o método científico, mas é aplicado em um contexto de manejo. Em consonância com o foco estratégico da pesquisa na Unisinos na pesquisa aplicada, pretende-se com este projeto promover de forma integrada a pesquisa, desenvolvimento e aplicação de conhecimentos e ferramentas de gestão ambiental, respondendo a demandas sociais concretas de promoção da conservação a biodiversidade, quer na forma de resolução de conflitos, quer na forma de ações de planejamento. Projeto vinculado ao projeto PAI/Unisinos PP0000001329.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador.
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Projetos de Consultoria e Assessoria em Conservação e Manejo de Vida Silvestre., Descrição: Projetos de consultoria e assessoria com ênfase em monitoramento populacional de aves aquáticas, monitoramento biológico de ambientes aquáticos, elaboração de planos de manejo para unidades de conservação, elaboração planos e macrozoneamentos ambientais em escala regional, realização de perícias e avaliação de estudos de impacto ambiental.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador / João Carlos Pradella Dotto - Integrante / Rafael Cabral Cruz - Integrante / Eduardo Vélez Martin - Integrante / Maria Tereza Queiroz Melo - Integrante., Número de produções C, T & A: 32
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Manejo de espécies arbóreas invasoras no bioma Pampa, Descrição: As invasões biológicas são uma das ameaças mais importantes à biodiversidade. No Bioma Pampa da América do Sul, que inclui o extremo sul do Brasil, o Uruguai e o centro-leste da Argentina, muitas plantas lenhosas cultivadas com fins paisagísticos ou econômicos tiveram êxito e se tornam invasoras. Nos ecossistemas não-florestais a introdução de árvores e arbustos tende a ser percebida como positiva. Este projeto se propôs a compartilhar as experiências de três grupos de trabalho do cone Sul da América do Sul com o objetivo de detectar aspectos chave no manejo do problema das espécies lenhosas invasoras que permitam maximizar a eficiência das ações de prevenção e controle da invasão. Registramos a presença de 356 espécies exóticas que conseguiram estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa, sendo 82 lenhosas. Destas, 55 apresentam hábito arbóreo, confirmando nossa preocupação sobre a invasibilidade das espécies lenhosas. A origem biogeográfica das invasoras é bastante diversa. As espécies lenhosas colonizadoras foram introduzidas voluntariamente. A maioria ingressou na região a mais de 50 anos. 85% das espécies colonizadoras pertence a gêneros não representados no Bioma. A maioria das espécies que conseguiu estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa foi introduzida em muitas localidades ou plantada em grandes extensões. Na região pampeana, os embates recentes de diferentes segmentos sociais favoráveis à presença de florestas plantadas e contrários a ela, na perspectiva ambiental, estão estabelecendo uma nova arena socioambiental, caracterizada em nosso trabalho. Verificamos que, no Bioma Pampa no Rio Grande do Sul, a mortalidade infantil, um importante indicador síntese das condições de vida da população, é maior onde o impacto econômico de plantações florestais comerciais também é maior. Recursos: CNPq edital Prosul, processo 490629/2007-5, R$ 58.500,00.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2007 - 2009
Manejo Ecossistêmico Adaptativo, Descrição: O objetivo deste projeto é abrigar as demandas de desenvolvimento e aplicação de metodologias para a solução de problemas de gestão de recursos naturais e elaboração de planos de manejo para hábitats e espécies, tendo como meta a conservação da biodiversidade. A sociedade humana explora recursos naturais e transforma o ecossistema do qual faz parte. Neste contexto, a conservação efetiva da biodiversidade requer que se compreenda tanto o funcionamento dos ecossistemas quanto o seu contexto socioambiental. Os sistemas ecológicos e sociais são caracterizados pela sua grande complexidade e imprevisibilidade, o que limita a capacidade compreensão e gestão. O projeto segue o marco teórico e metodológico do Manejo Ecossistêmico Adaptativo, uma das estratégias mais eficientes para enfrentar o desafio da conservação da biodiversidade frente a esta complexidade e incerteza inerentes ao funcionamento dos sistemas socioambientais. O manejo ecossistêmico adaptativo é uma abordagem formal, rigorosa e participativa de contínuo aprendizado com os desfechos de uma ação de manejo e de ajuste e refinamento destas ações, capaz de ser aplicada às diferentes demandas de conservação e manejo de vida silvestre. Compreende uma seqüência de passos que reproduz o método científico, mas é aplicado em um contexto de manejo. Em consonância com o foco estratégico da pesquisa na Unisinos na pesquisa aplicada, pretende-se com este projeto promover de forma integrada a pesquisa, desenvolvimento e aplicação de conhecimentos e ferramentas de gestão ambiental, respondendo a demandas sociais concretas de promoção da conservação a biodiversidade, quer na forma de resolução de conflitos, quer na forma de ações de planejamento. Projeto vinculado ao projeto PAI/Unisinos PP0000001329.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador.
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Projetos de Consultoria e Assessoria em Conservação e Manejo de Vida Silvestre., Descrição: Projetos de consultoria e assessoria com ênfase em monitoramento populacional de aves aquáticas, monitoramento biológico de ambientes aquáticos, elaboração de planos de manejo para unidades de conservação, elaboração planos e macrozoneamentos ambientais em escala regional, realização de perícias e avaliação de estudos de impacto ambiental.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador / João Carlos Pradella Dotto - Integrante / Rafael Cabral Cruz - Integrante / Eduardo Vélez Martin - Integrante / Maria Tereza Queiroz Melo - Integrante., Número de produções C, T & A: 32
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2008 - 2009
Manejo de espécies arbóreas invasoras no bioma Pampa, Descrição: As invasões biológicas são uma das ameaças mais importantes à biodiversidade. No Bioma Pampa da América do Sul, que inclui o extremo sul do Brasil, o Uruguai e o centro-leste da Argentina, muitas plantas lenhosas cultivadas com fins paisagísticos ou econômicos tiveram êxito e se tornam invasoras. Nos ecossistemas não-florestais a introdução de árvores e arbustos tende a ser percebida como positiva. Este projeto se propôs a compartilhar as experiências de três grupos de trabalho do cone Sul da América do Sul com o objetivo de detectar aspectos chave no manejo do problema das espécies lenhosas invasoras que permitam maximizar a eficiência das ações de prevenção e controle da invasão. Registramos a presença de 356 espécies exóticas que conseguiram estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa, sendo 82 lenhosas. Destas, 55 apresentam hábito arbóreo, confirmando nossa preocupação sobre a invasibilidade das espécies lenhosas. A origem biogeográfica das invasoras é bastante diversa. As espécies lenhosas colonizadoras foram introduzidas voluntariamente. A maioria ingressou na região a mais de 50 anos. 85% das espécies colonizadoras pertence a gêneros não representados no Bioma. A maioria das espécies que conseguiu estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa foi introduzida em muitas localidades ou plantada em grandes extensões. Na região pampeana, os embates recentes de diferentes segmentos sociais favoráveis à presença de florestas plantadas e contrários a ela, na perspectiva ambiental, estão estabelecendo uma nova arena socioambiental, caracterizada em nosso trabalho. Verificamos que, no Bioma Pampa no Rio Grande do Sul, a mortalidade infantil, um importante indicador síntese das condições de vida da população, é maior onde o impacto econômico de plantações florestais comerciais também é maior. Recursos: CNPq edital Prosul, processo 490629/2007-5, R$ 58.500,00.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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Manejo Ecossistêmico Adaptativo, Descrição: O objetivo deste projeto é abrigar as demandas de desenvolvimento e aplicação de metodologias para a solução de problemas de gestão de recursos naturais e elaboração de planos de manejo para hábitats e espécies, tendo como meta a conservação da biodiversidade. A sociedade humana explora recursos naturais e transforma o ecossistema do qual faz parte. Neste contexto, a conservação efetiva da biodiversidade requer que se compreenda tanto o funcionamento dos ecossistemas quanto o seu contexto socioambiental. Os sistemas ecológicos e sociais são caracterizados pela sua grande complexidade e imprevisibilidade, o que limita a capacidade compreensão e gestão. O projeto segue o marco teórico e metodológico do Manejo Ecossistêmico Adaptativo, uma das estratégias mais eficientes para enfrentar o desafio da conservação da biodiversidade frente a esta complexidade e incerteza inerentes ao funcionamento dos sistemas socioambientais. O manejo ecossistêmico adaptativo é uma abordagem formal, rigorosa e participativa de contínuo aprendizado com os desfechos de uma ação de manejo e de ajuste e refinamento destas ações, capaz de ser aplicada às diferentes demandas de conservação e manejo de vida silvestre. Compreende uma seqüência de passos que reproduz o método científico, mas é aplicado em um contexto de manejo. Em consonância com o foco estratégico da pesquisa na Unisinos na pesquisa aplicada, pretende-se com este projeto promover de forma integrada a pesquisa, desenvolvimento e aplicação de conhecimentos e ferramentas de gestão ambiental, respondendo a demandas sociais concretas de promoção da conservação a biodiversidade, quer na forma de resolução de conflitos, quer na forma de ações de planejamento. Projeto vinculado ao projeto PAI/Unisinos PP0000001329.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador.
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1997 - 2009
Projetos de Consultoria e Assessoria em Conservação e Manejo de Vida Silvestre., Descrição: Projetos de consultoria e assessoria com ênfase em monitoramento populacional de aves aquáticas, monitoramento biológico de ambientes aquáticos, elaboração de planos de manejo para unidades de conservação, elaboração planos e macrozoneamentos ambientais em escala regional, realização de perícias e avaliação de estudos de impacto ambiental.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador / João Carlos Pradella Dotto - Integrante / Rafael Cabral Cruz - Integrante / Eduardo Vélez Martin - Integrante / Maria Tereza Queiroz Melo - Integrante., Número de produções C, T & A: 32
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2008 - 2009
Manejo de espécies arbóreas invasoras no bioma Pampa, Descrição: As invasões biológicas são uma das ameaças mais importantes à biodiversidade. No Bioma Pampa da América do Sul, que inclui o extremo sul do Brasil, o Uruguai e o centro-leste da Argentina, muitas plantas lenhosas cultivadas com fins paisagísticos ou econômicos tiveram êxito e se tornam invasoras. Nos ecossistemas não-florestais a introdução de árvores e arbustos tende a ser percebida como positiva. Este projeto se propôs a compartilhar as experiências de três grupos de trabalho do cone Sul da América do Sul com o objetivo de detectar aspectos chave no manejo do problema das espécies lenhosas invasoras que permitam maximizar a eficiência das ações de prevenção e controle da invasão. Registramos a presença de 356 espécies exóticas que conseguiram estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa, sendo 82 lenhosas. Destas, 55 apresentam hábito arbóreo, confirmando nossa preocupação sobre a invasibilidade das espécies lenhosas. A origem biogeográfica das invasoras é bastante diversa. As espécies lenhosas colonizadoras foram introduzidas voluntariamente. A maioria ingressou na região a mais de 50 anos. 85% das espécies colonizadoras pertence a gêneros não representados no Bioma. A maioria das espécies que conseguiu estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa foi introduzida em muitas localidades ou plantada em grandes extensões. Na região pampeana, os embates recentes de diferentes segmentos sociais favoráveis à presença de florestas plantadas e contrários a ela, na perspectiva ambiental, estão estabelecendo uma nova arena socioambiental, caracterizada em nosso trabalho. Verificamos que, no Bioma Pampa no Rio Grande do Sul, a mortalidade infantil, um importante indicador síntese das condições de vida da população, é maior onde o impacto econômico de plantações florestais comerciais também é maior. Recursos: CNPq edital Prosul, processo 490629/2007-5, R$ 58.500,00.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2007 - 2009
Manejo Ecossistêmico Adaptativo, Descrição: O objetivo deste projeto é abrigar as demandas de desenvolvimento e aplicação de metodologias para a solução de problemas de gestão de recursos naturais e elaboração de planos de manejo para hábitats e espécies, tendo como meta a conservação da biodiversidade. A sociedade humana explora recursos naturais e transforma o ecossistema do qual faz parte. Neste contexto, a conservação efetiva da biodiversidade requer que se compreenda tanto o funcionamento dos ecossistemas quanto o seu contexto socioambiental. Os sistemas ecológicos e sociais são caracterizados pela sua grande complexidade e imprevisibilidade, o que limita a capacidade compreensão e gestão. O projeto segue o marco teórico e metodológico do Manejo Ecossistêmico Adaptativo, uma das estratégias mais eficientes para enfrentar o desafio da conservação da biodiversidade frente a esta complexidade e incerteza inerentes ao funcionamento dos sistemas socioambientais. O manejo ecossistêmico adaptativo é uma abordagem formal, rigorosa e participativa de contínuo aprendizado com os desfechos de uma ação de manejo e de ajuste e refinamento destas ações, capaz de ser aplicada às diferentes demandas de conservação e manejo de vida silvestre. Compreende uma seqüência de passos que reproduz o método científico, mas é aplicado em um contexto de manejo. Em consonância com o foco estratégico da pesquisa na Unisinos na pesquisa aplicada, pretende-se com este projeto promover de forma integrada a pesquisa, desenvolvimento e aplicação de conhecimentos e ferramentas de gestão ambiental, respondendo a demandas sociais concretas de promoção da conservação a biodiversidade, quer na forma de resolução de conflitos, quer na forma de ações de planejamento. Projeto vinculado ao projeto PAI/Unisinos PP0000001329.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador.
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1997 - 2009
Projetos de Consultoria e Assessoria em Conservação e Manejo de Vida Silvestre., Descrição: Projetos de consultoria e assessoria com ênfase em monitoramento populacional de aves aquáticas, monitoramento biológico de ambientes aquáticos, elaboração de planos de manejo para unidades de conservação, elaboração planos e macrozoneamentos ambientais em escala regional, realização de perícias e avaliação de estudos de impacto ambiental.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador / João Carlos Pradella Dotto - Integrante / Rafael Cabral Cruz - Integrante / Eduardo Vélez Martin - Integrante / Maria Tereza Queiroz Melo - Integrante., Número de produções C, T & A: 32
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2008 - 2009
Manejo de espécies arbóreas invasoras no bioma Pampa, Descrição: As invasões biológicas são uma das ameaças mais importantes à biodiversidade. No Bioma Pampa da América do Sul, que inclui o extremo sul do Brasil, o Uruguai e o centro-leste da Argentina, muitas plantas lenhosas cultivadas com fins paisagísticos ou econômicos tiveram êxito e se tornam invasoras. Nos ecossistemas não-florestais a introdução de árvores e arbustos tende a ser percebida como positiva. Este projeto se propôs a compartilhar as experiências de três grupos de trabalho do cone Sul da América do Sul com o objetivo de detectar aspectos chave no manejo do problema das espécies lenhosas invasoras que permitam maximizar a eficiência das ações de prevenção e controle da invasão. Registramos a presença de 356 espécies exóticas que conseguiram estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa, sendo 82 lenhosas. Destas, 55 apresentam hábito arbóreo, confirmando nossa preocupação sobre a invasibilidade das espécies lenhosas. A origem biogeográfica das invasoras é bastante diversa. As espécies lenhosas colonizadoras foram introduzidas voluntariamente. A maioria ingressou na região a mais de 50 anos. 85% das espécies colonizadoras pertence a gêneros não representados no Bioma. A maioria das espécies que conseguiu estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa foi introduzida em muitas localidades ou plantada em grandes extensões. Na região pampeana, os embates recentes de diferentes segmentos sociais favoráveis à presença de florestas plantadas e contrários a ela, na perspectiva ambiental, estão estabelecendo uma nova arena socioambiental, caracterizada em nosso trabalho. Verificamos que, no Bioma Pampa no Rio Grande do Sul, a mortalidade infantil, um importante indicador síntese das condições de vida da população, é maior onde o impacto econômico de plantações florestais comerciais também é maior. Recursos: CNPq edital Prosul, processo 490629/2007-5, R$ 58.500,00.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2007 - 2009
Manejo Ecossistêmico Adaptativo, Descrição: O objetivo deste projeto é abrigar as demandas de desenvolvimento e aplicação de metodologias para a solução de problemas de gestão de recursos naturais e elaboração de planos de manejo para hábitats e espécies, tendo como meta a conservação da biodiversidade. A sociedade humana explora recursos naturais e transforma o ecossistema do qual faz parte. Neste contexto, a conservação efetiva da biodiversidade requer que se compreenda tanto o funcionamento dos ecossistemas quanto o seu contexto socioambiental. Os sistemas ecológicos e sociais são caracterizados pela sua grande complexidade e imprevisibilidade, o que limita a capacidade compreensão e gestão. O projeto segue o marco teórico e metodológico do Manejo Ecossistêmico Adaptativo, uma das estratégias mais eficientes para enfrentar o desafio da conservação da biodiversidade frente a esta complexidade e incerteza inerentes ao funcionamento dos sistemas socioambientais. O manejo ecossistêmico adaptativo é uma abordagem formal, rigorosa e participativa de contínuo aprendizado com os desfechos de uma ação de manejo e de ajuste e refinamento destas ações, capaz de ser aplicada às diferentes demandas de conservação e manejo de vida silvestre. Compreende uma seqüência de passos que reproduz o método científico, mas é aplicado em um contexto de manejo. Em consonância com o foco estratégico da pesquisa na Unisinos na pesquisa aplicada, pretende-se com este projeto promover de forma integrada a pesquisa, desenvolvimento e aplicação de conhecimentos e ferramentas de gestão ambiental, respondendo a demandas sociais concretas de promoção da conservação a biodiversidade, quer na forma de resolução de conflitos, quer na forma de ações de planejamento. Projeto vinculado ao projeto PAI/Unisinos PP0000001329.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador.
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1997 - 2009
Projetos de Consultoria e Assessoria em Conservação e Manejo de Vida Silvestre., Descrição: Projetos de consultoria e assessoria com ênfase em monitoramento populacional de aves aquáticas, monitoramento biológico de ambientes aquáticos, elaboração de planos de manejo para unidades de conservação, elaboração planos e macrozoneamentos ambientais em escala regional, realização de perícias e avaliação de estudos de impacto ambiental.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador / João Carlos Pradella Dotto - Integrante / Rafael Cabral Cruz - Integrante / Eduardo Vélez Martin - Integrante / Maria Tereza Queiroz Melo - Integrante., Número de produções C, T & A: 32
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2008 - 2009
Manejo de espécies arbóreas invasoras no bioma Pampa, Descrição: As invasões biológicas são uma das ameaças mais importantes à biodiversidade. No Bioma Pampa da América do Sul, que inclui o extremo sul do Brasil, o Uruguai e o centro-leste da Argentina, muitas plantas lenhosas cultivadas com fins paisagísticos ou econômicos tiveram êxito e se tornam invasoras. Nos ecossistemas não-florestais a introdução de árvores e arbustos tende a ser percebida como positiva. Este projeto se propôs a compartilhar as experiências de três grupos de trabalho do cone Sul da América do Sul com o objetivo de detectar aspectos chave no manejo do problema das espécies lenhosas invasoras que permitam maximizar a eficiência das ações de prevenção e controle da invasão. Registramos a presença de 356 espécies exóticas que conseguiram estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa, sendo 82 lenhosas. Destas, 55 apresentam hábito arbóreo, confirmando nossa preocupação sobre a invasibilidade das espécies lenhosas. A origem biogeográfica das invasoras é bastante diversa. As espécies lenhosas colonizadoras foram introduzidas voluntariamente. A maioria ingressou na região a mais de 50 anos. 85% das espécies colonizadoras pertence a gêneros não representados no Bioma. A maioria das espécies que conseguiu estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa foi introduzida em muitas localidades ou plantada em grandes extensões. Na região pampeana, os embates recentes de diferentes segmentos sociais favoráveis à presença de florestas plantadas e contrários a ela, na perspectiva ambiental, estão estabelecendo uma nova arena socioambiental, caracterizada em nosso trabalho. Verificamos que, no Bioma Pampa no Rio Grande do Sul, a mortalidade infantil, um importante indicador síntese das condições de vida da população, é maior onde o impacto econômico de plantações florestais comerciais também é maior. Recursos: CNPq edital Prosul, processo 490629/2007-5, R$ 58.500,00.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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Manejo Ecossistêmico Adaptativo, Descrição: O objetivo deste projeto é abrigar as demandas de desenvolvimento e aplicação de metodologias para a solução de problemas de gestão de recursos naturais e elaboração de planos de manejo para hábitats e espécies, tendo como meta a conservação da biodiversidade. A sociedade humana explora recursos naturais e transforma o ecossistema do qual faz parte. Neste contexto, a conservação efetiva da biodiversidade requer que se compreenda tanto o funcionamento dos ecossistemas quanto o seu contexto socioambiental. Os sistemas ecológicos e sociais são caracterizados pela sua grande complexidade e imprevisibilidade, o que limita a capacidade compreensão e gestão. O projeto segue o marco teórico e metodológico do Manejo Ecossistêmico Adaptativo, uma das estratégias mais eficientes para enfrentar o desafio da conservação da biodiversidade frente a esta complexidade e incerteza inerentes ao funcionamento dos sistemas socioambientais. O manejo ecossistêmico adaptativo é uma abordagem formal, rigorosa e participativa de contínuo aprendizado com os desfechos de uma ação de manejo e de ajuste e refinamento destas ações, capaz de ser aplicada às diferentes demandas de conservação e manejo de vida silvestre. Compreende uma seqüência de passos que reproduz o método científico, mas é aplicado em um contexto de manejo. Em consonância com o foco estratégico da pesquisa na Unisinos na pesquisa aplicada, pretende-se com este projeto promover de forma integrada a pesquisa, desenvolvimento e aplicação de conhecimentos e ferramentas de gestão ambiental, respondendo a demandas sociais concretas de promoção da conservação a biodiversidade, quer na forma de resolução de conflitos, quer na forma de ações de planejamento. Projeto vinculado ao projeto PAI/Unisinos PP0000001329.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador.
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Projetos de Consultoria e Assessoria em Conservação e Manejo de Vida Silvestre., Descrição: Projetos de consultoria e assessoria com ênfase em monitoramento populacional de aves aquáticas, monitoramento biológico de ambientes aquáticos, elaboração de planos de manejo para unidades de conservação, elaboração planos e macrozoneamentos ambientais em escala regional, realização de perícias e avaliação de estudos de impacto ambiental.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador / João Carlos Pradella Dotto - Integrante / Rafael Cabral Cruz - Integrante / Eduardo Vélez Martin - Integrante / Maria Tereza Queiroz Melo - Integrante., Número de produções C, T & A: 32
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Manejo de espécies arbóreas invasoras no bioma Pampa, Descrição: As invasões biológicas são uma das ameaças mais importantes à biodiversidade. No Bioma Pampa da América do Sul, que inclui o extremo sul do Brasil, o Uruguai e o centro-leste da Argentina, muitas plantas lenhosas cultivadas com fins paisagísticos ou econômicos tiveram êxito e se tornam invasoras. Nos ecossistemas não-florestais a introdução de árvores e arbustos tende a ser percebida como positiva. Este projeto se propôs a compartilhar as experiências de três grupos de trabalho do cone Sul da América do Sul com o objetivo de detectar aspectos chave no manejo do problema das espécies lenhosas invasoras que permitam maximizar a eficiência das ações de prevenção e controle da invasão. Registramos a presença de 356 espécies exóticas que conseguiram estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa, sendo 82 lenhosas. Destas, 55 apresentam hábito arbóreo, confirmando nossa preocupação sobre a invasibilidade das espécies lenhosas. A origem biogeográfica das invasoras é bastante diversa. As espécies lenhosas colonizadoras foram introduzidas voluntariamente. A maioria ingressou na região a mais de 50 anos. 85% das espécies colonizadoras pertence a gêneros não representados no Bioma. A maioria das espécies que conseguiu estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa foi introduzida em muitas localidades ou plantada em grandes extensões. Na região pampeana, os embates recentes de diferentes segmentos sociais favoráveis à presença de florestas plantadas e contrários a ela, na perspectiva ambiental, estão estabelecendo uma nova arena socioambiental, caracterizada em nosso trabalho. Verificamos que, no Bioma Pampa no Rio Grande do Sul, a mortalidade infantil, um importante indicador síntese das condições de vida da população, é maior onde o impacto econômico de plantações florestais comerciais também é maior. Recursos: CNPq edital Prosul, processo 490629/2007-5, R$ 58.500,00.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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Manejo Ecossistêmico Adaptativo, Descrição: O objetivo deste projeto é abrigar as demandas de desenvolvimento e aplicação de metodologias para a solução de problemas de gestão de recursos naturais e elaboração de planos de manejo para hábitats e espécies, tendo como meta a conservação da biodiversidade. A sociedade humana explora recursos naturais e transforma o ecossistema do qual faz parte. Neste contexto, a conservação efetiva da biodiversidade requer que se compreenda tanto o funcionamento dos ecossistemas quanto o seu contexto socioambiental. Os sistemas ecológicos e sociais são caracterizados pela sua grande complexidade e imprevisibilidade, o que limita a capacidade compreensão e gestão. O projeto segue o marco teórico e metodológico do Manejo Ecossistêmico Adaptativo, uma das estratégias mais eficientes para enfrentar o desafio da conservação da biodiversidade frente a esta complexidade e incerteza inerentes ao funcionamento dos sistemas socioambientais. O manejo ecossistêmico adaptativo é uma abordagem formal, rigorosa e participativa de contínuo aprendizado com os desfechos de uma ação de manejo e de ajuste e refinamento destas ações, capaz de ser aplicada às diferentes demandas de conservação e manejo de vida silvestre. Compreende uma seqüência de passos que reproduz o método científico, mas é aplicado em um contexto de manejo. Em consonância com o foco estratégico da pesquisa na Unisinos na pesquisa aplicada, pretende-se com este projeto promover de forma integrada a pesquisa, desenvolvimento e aplicação de conhecimentos e ferramentas de gestão ambiental, respondendo a demandas sociais concretas de promoção da conservação a biodiversidade, quer na forma de resolução de conflitos, quer na forma de ações de planejamento. Projeto vinculado ao projeto PAI/Unisinos PP0000001329.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador.
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Projetos de Consultoria e Assessoria em Conservação e Manejo de Vida Silvestre., Descrição: Projetos de consultoria e assessoria com ênfase em monitoramento populacional de aves aquáticas, monitoramento biológico de ambientes aquáticos, elaboração de planos de manejo para unidades de conservação, elaboração planos e macrozoneamentos ambientais em escala regional, realização de perícias e avaliação de estudos de impacto ambiental.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador / João Carlos Pradella Dotto - Integrante / Rafael Cabral Cruz - Integrante / Eduardo Vélez Martin - Integrante / Maria Tereza Queiroz Melo - Integrante., Número de produções C, T & A: 32
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Manejo de espécies arbóreas invasoras no bioma Pampa, Descrição: As invasões biológicas são uma das ameaças mais importantes à biodiversidade. No Bioma Pampa da América do Sul, que inclui o extremo sul do Brasil, o Uruguai e o centro-leste da Argentina, muitas plantas lenhosas cultivadas com fins paisagísticos ou econômicos tiveram êxito e se tornam invasoras. Nos ecossistemas não-florestais a introdução de árvores e arbustos tende a ser percebida como positiva. Este projeto se propôs a compartilhar as experiências de três grupos de trabalho do cone Sul da América do Sul com o objetivo de detectar aspectos chave no manejo do problema das espécies lenhosas invasoras que permitam maximizar a eficiência das ações de prevenção e controle da invasão. Registramos a presença de 356 espécies exóticas que conseguiram estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa, sendo 82 lenhosas. Destas, 55 apresentam hábito arbóreo, confirmando nossa preocupação sobre a invasibilidade das espécies lenhosas. A origem biogeográfica das invasoras é bastante diversa. As espécies lenhosas colonizadoras foram introduzidas voluntariamente. A maioria ingressou na região a mais de 50 anos. 85% das espécies colonizadoras pertence a gêneros não representados no Bioma. A maioria das espécies que conseguiu estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa foi introduzida em muitas localidades ou plantada em grandes extensões. Na região pampeana, os embates recentes de diferentes segmentos sociais favoráveis à presença de florestas plantadas e contrários a ela, na perspectiva ambiental, estão estabelecendo uma nova arena socioambiental, caracterizada em nosso trabalho. Verificamos que, no Bioma Pampa no Rio Grande do Sul, a mortalidade infantil, um importante indicador síntese das condições de vida da população, é maior onde o impacto econômico de plantações florestais comerciais também é maior. Recursos: CNPq edital Prosul, processo 490629/2007-5, R$ 58.500,00.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2007 - 2009
Manejo Ecossistêmico Adaptativo, Descrição: O objetivo deste projeto é abrigar as demandas de desenvolvimento e aplicação de metodologias para a solução de problemas de gestão de recursos naturais e elaboração de planos de manejo para hábitats e espécies, tendo como meta a conservação da biodiversidade. A sociedade humana explora recursos naturais e transforma o ecossistema do qual faz parte. Neste contexto, a conservação efetiva da biodiversidade requer que se compreenda tanto o funcionamento dos ecossistemas quanto o seu contexto socioambiental. Os sistemas ecológicos e sociais são caracterizados pela sua grande complexidade e imprevisibilidade, o que limita a capacidade compreensão e gestão. O projeto segue o marco teórico e metodológico do Manejo Ecossistêmico Adaptativo, uma das estratégias mais eficientes para enfrentar o desafio da conservação da biodiversidade frente a esta complexidade e incerteza inerentes ao funcionamento dos sistemas socioambientais. O manejo ecossistêmico adaptativo é uma abordagem formal, rigorosa e participativa de contínuo aprendizado com os desfechos de uma ação de manejo e de ajuste e refinamento destas ações, capaz de ser aplicada às diferentes demandas de conservação e manejo de vida silvestre. Compreende uma seqüência de passos que reproduz o método científico, mas é aplicado em um contexto de manejo. Em consonância com o foco estratégico da pesquisa na Unisinos na pesquisa aplicada, pretende-se com este projeto promover de forma integrada a pesquisa, desenvolvimento e aplicação de conhecimentos e ferramentas de gestão ambiental, respondendo a demandas sociais concretas de promoção da conservação a biodiversidade, quer na forma de resolução de conflitos, quer na forma de ações de planejamento. Projeto vinculado ao projeto PAI/Unisinos PP0000001329.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador.
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1997 - 2009
Projetos de Consultoria e Assessoria em Conservação e Manejo de Vida Silvestre., Descrição: Projetos de consultoria e assessoria com ênfase em monitoramento populacional de aves aquáticas, monitoramento biológico de ambientes aquáticos, elaboração de planos de manejo para unidades de conservação, elaboração planos e macrozoneamentos ambientais em escala regional, realização de perícias e avaliação de estudos de impacto ambiental.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador / João Carlos Pradella Dotto - Integrante / Rafael Cabral Cruz - Integrante / Eduardo Vélez Martin - Integrante / Maria Tereza Queiroz Melo - Integrante., Número de produções C, T & A: 32
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Manejo de espécies arbóreas invasoras no bioma Pampa, Descrição: As invasões biológicas são uma das ameaças mais importantes à biodiversidade. No Bioma Pampa da América do Sul, que inclui o extremo sul do Brasil, o Uruguai e o centro-leste da Argentina, muitas plantas lenhosas cultivadas com fins paisagísticos ou econômicos tiveram êxito e se tornam invasoras. Nos ecossistemas não-florestais a introdução de árvores e arbustos tende a ser percebida como positiva. Este projeto se propôs a compartilhar as experiências de três grupos de trabalho do cone Sul da América do Sul com o objetivo de detectar aspectos chave no manejo do problema das espécies lenhosas invasoras que permitam maximizar a eficiência das ações de prevenção e controle da invasão. Registramos a presença de 356 espécies exóticas que conseguiram estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa, sendo 82 lenhosas. Destas, 55 apresentam hábito arbóreo, confirmando nossa preocupação sobre a invasibilidade das espécies lenhosas. A origem biogeográfica das invasoras é bastante diversa. As espécies lenhosas colonizadoras foram introduzidas voluntariamente. A maioria ingressou na região a mais de 50 anos. 85% das espécies colonizadoras pertence a gêneros não representados no Bioma. A maioria das espécies que conseguiu estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa foi introduzida em muitas localidades ou plantada em grandes extensões. Na região pampeana, os embates recentes de diferentes segmentos sociais favoráveis à presença de florestas plantadas e contrários a ela, na perspectiva ambiental, estão estabelecendo uma nova arena socioambiental, caracterizada em nosso trabalho. Verificamos que, no Bioma Pampa no Rio Grande do Sul, a mortalidade infantil, um importante indicador síntese das condições de vida da população, é maior onde o impacto econômico de plantações florestais comerciais também é maior. Recursos: CNPq edital Prosul, processo 490629/2007-5, R$ 58.500,00.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento.
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Manejo Ecossistêmico Adaptativo, Descrição: O objetivo deste projeto é abrigar as demandas de desenvolvimento e aplicação de metodologias para a solução de problemas de gestão de recursos naturais e elaboração de planos de manejo para hábitats e espécies, tendo como meta a conservação da biodiversidade. A sociedade humana explora recursos naturais e transforma o ecossistema do qual faz parte. Neste contexto, a conservação efetiva da biodiversidade requer que se compreenda tanto o funcionamento dos ecossistemas quanto o seu contexto socioambiental. Os sistemas ecológicos e sociais são caracterizados pela sua grande complexidade e imprevisibilidade, o que limita a capacidade compreensão e gestão. O projeto segue o marco teórico e metodológico do Manejo Ecossistêmico Adaptativo, uma das estratégias mais eficientes para enfrentar o desafio da conservação da biodiversidade frente a esta complexidade e incerteza inerentes ao funcionamento dos sistemas socioambientais. O manejo ecossistêmico adaptativo é uma abordagem formal, rigorosa e participativa de contínuo aprendizado com os desfechos de uma ação de manejo e de ajuste e refinamento destas ações, capaz de ser aplicada às diferentes demandas de conservação e manejo de vida silvestre. Compreende uma seqüência de passos que reproduz o método científico, mas é aplicado em um contexto de manejo. Em consonância com o foco estratégico da pesquisa na Unisinos na pesquisa aplicada, pretende-se com este projeto promover de forma integrada a pesquisa, desenvolvimento e aplicação de conhecimentos e ferramentas de gestão ambiental, respondendo a demandas sociais concretas de promoção da conservação a biodiversidade, quer na forma de resolução de conflitos, quer na forma de ações de planejamento. Projeto vinculado ao projeto PAI/Unisinos PP0000001329.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador.
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1997 - 2009
Projetos de Consultoria e Assessoria em Conservação e Manejo de Vida Silvestre., Descrição: Projetos de consultoria e assessoria com ênfase em monitoramento populacional de aves aquáticas, monitoramento biológico de ambientes aquáticos, elaboração de planos de manejo para unidades de conservação, elaboração planos e macrozoneamentos ambientais em escala regional, realização de perícias e avaliação de estudos de impacto ambiental.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento.
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2008 - 2009
Manejo de espécies arbóreas invasoras no bioma Pampa, Descrição: As invasões biológicas são uma das ameaças mais importantes à biodiversidade. No Bioma Pampa da América do Sul, que inclui o extremo sul do Brasil, o Uruguai e o centro-leste da Argentina, muitas plantas lenhosas cultivadas com fins paisagísticos ou econômicos tiveram êxito e se tornam invasoras. Nos ecossistemas não-florestais a introdução de árvores e arbustos tende a ser percebida como positiva. Este projeto se propôs a compartilhar as experiências de três grupos de trabalho do cone Sul da América do Sul com o objetivo de detectar aspectos chave no manejo do problema das espécies lenhosas invasoras que permitam maximizar a eficiência das ações de prevenção e controle da invasão. Registramos a presença de 356 espécies exóticas que conseguiram estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa, sendo 82 lenhosas. Destas, 55 apresentam hábito arbóreo, confirmando nossa preocupação sobre a invasibilidade das espécies lenhosas. A origem biogeográfica das invasoras é bastante diversa. As espécies lenhosas colonizadoras foram introduzidas voluntariamente. A maioria ingressou na região a mais de 50 anos. 85% das espécies colonizadoras pertence a gêneros não representados no Bioma. A maioria das espécies que conseguiu estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa foi introduzida em muitas localidades ou plantada em grandes extensões. Na região pampeana, os embates recentes de diferentes segmentos sociais favoráveis à presença de florestas plantadas e contrários a ela, na perspectiva ambiental, estão estabelecendo uma nova arena socioambiental, caracterizada em nosso trabalho. Verificamos que, no Bioma Pampa no Rio Grande do Sul, a mortalidade infantil, um importante indicador síntese das condições de vida da população, é maior onde o impacto econômico de plantações florestais comerciais também é maior. Recursos: CNPq edital Prosul, processo 490629/2007-5, R$ 58.500,00.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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Manejo Ecossistêmico Adaptativo, Descrição: O objetivo deste projeto é abrigar as demandas de desenvolvimento e aplicação de metodologias para a solução de problemas de gestão de recursos naturais e elaboração de planos de manejo para hábitats e espécies, tendo como meta a conservação da biodiversidade. A sociedade humana explora recursos naturais e transforma o ecossistema do qual faz parte. Neste contexto, a conservação efetiva da biodiversidade requer que se compreenda tanto o funcionamento dos ecossistemas quanto o seu contexto socioambiental. Os sistemas ecológicos e sociais são caracterizados pela sua grande complexidade e imprevisibilidade, o que limita a capacidade compreensão e gestão. O projeto segue o marco teórico e metodológico do Manejo Ecossistêmico Adaptativo, uma das estratégias mais eficientes para enfrentar o desafio da conservação da biodiversidade frente a esta complexidade e incerteza inerentes ao funcionamento dos sistemas socioambientais. O manejo ecossistêmico adaptativo é uma abordagem formal, rigorosa e participativa de contínuo aprendizado com os desfechos de uma ação de manejo e de ajuste e refinamento destas ações, capaz de ser aplicada às diferentes demandas de conservação e manejo de vida silvestre. Compreende uma seqüência de passos que reproduz o método científico, mas é aplicado em um contexto de manejo. Em consonância com o foco estratégico da pesquisa na Unisinos na pesquisa aplicada, pretende-se com este projeto promover de forma integrada a pesquisa, desenvolvimento e aplicação de conhecimentos e ferramentas de gestão ambiental, respondendo a demandas sociais concretas de promoção da conservação a biodiversidade, quer na forma de resolução de conflitos, quer na forma de ações de planejamento. Projeto vinculado ao projeto PAI/Unisinos PP0000001329.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador.
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Projetos de Consultoria e Assessoria em Conservação e Manejo de Vida Silvestre., Descrição: Projetos de consultoria e assessoria com ênfase em monitoramento populacional de aves aquáticas, monitoramento biológico de ambientes aquáticos, elaboração de planos de manejo para unidades de conservação, elaboração planos e macrozoneamentos ambientais em escala regional, realização de perícias e avaliação de estudos de impacto ambiental.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador / João Carlos Pradella Dotto - Integrante / Rafael Cabral Cruz - Integrante / Eduardo Vélez Martin - Integrante / Maria Tereza Queiroz Melo - Integrante., Número de produções C, T & A: 32
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Manejo de espécies arbóreas invasoras no bioma Pampa, Descrição: As invasões biológicas são uma das ameaças mais importantes à biodiversidade. No Bioma Pampa da América do Sul, que inclui o extremo sul do Brasil, o Uruguai e o centro-leste da Argentina, muitas plantas lenhosas cultivadas com fins paisagísticos ou econômicos tiveram êxito e se tornam invasoras. Nos ecossistemas não-florestais a introdução de árvores e arbustos tende a ser percebida como positiva. Este projeto se propôs a compartilhar as experiências de três grupos de trabalho do cone Sul da América do Sul com o objetivo de detectar aspectos chave no manejo do problema das espécies lenhosas invasoras que permitam maximizar a eficiência das ações de prevenção e controle da invasão. Registramos a presença de 356 espécies exóticas que conseguiram estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa, sendo 82 lenhosas. Destas, 55 apresentam hábito arbóreo, confirmando nossa preocupação sobre a invasibilidade das espécies lenhosas. A origem biogeográfica das invasoras é bastante diversa. As espécies lenhosas colonizadoras foram introduzidas voluntariamente. A maioria ingressou na região a mais de 50 anos. 85% das espécies colonizadoras pertence a gêneros não representados no Bioma. A maioria das espécies que conseguiu estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa foi introduzida em muitas localidades ou plantada em grandes extensões. Na região pampeana, os embates recentes de diferentes segmentos sociais favoráveis à presença de florestas plantadas e contrários a ela, na perspectiva ambiental, estão estabelecendo uma nova arena socioambiental, caracterizada em nosso trabalho. Verificamos que, no Bioma Pampa no Rio Grande do Sul, a mortalidade infantil, um importante indicador síntese das condições de vida da população, é maior onde o impacto econômico de plantações florestais comerciais também é maior. Recursos: CNPq edital Prosul, processo 490629/2007-5, R$ 58.500,00.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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Manejo Ecossistêmico Adaptativo, Descrição: O objetivo deste projeto é abrigar as demandas de desenvolvimento e aplicação de metodologias para a solução de problemas de gestão de recursos naturais e elaboração de planos de manejo para hábitats e espécies, tendo como meta a conservação da biodiversidade. A sociedade humana explora recursos naturais e transforma o ecossistema do qual faz parte. Neste contexto, a conservação efetiva da biodiversidade requer que se compreenda tanto o funcionamento dos ecossistemas quanto o seu contexto socioambiental. Os sistemas ecológicos e sociais são caracterizados pela sua grande complexidade e imprevisibilidade, o que limita a capacidade compreensão e gestão. O projeto segue o marco teórico e metodológico do Manejo Ecossistêmico Adaptativo, uma das estratégias mais eficientes para enfrentar o desafio da conservação da biodiversidade frente a esta complexidade e incerteza inerentes ao funcionamento dos sistemas socioambientais. O manejo ecossistêmico adaptativo é uma abordagem formal, rigorosa e participativa de contínuo aprendizado com os desfechos de uma ação de manejo e de ajuste e refinamento destas ações, capaz de ser aplicada às diferentes demandas de conservação e manejo de vida silvestre. Compreende uma seqüência de passos que reproduz o método científico, mas é aplicado em um contexto de manejo. Em consonância com o foco estratégico da pesquisa na Unisinos na pesquisa aplicada, pretende-se com este projeto promover de forma integrada a pesquisa, desenvolvimento e aplicação de conhecimentos e ferramentas de gestão ambiental, respondendo a demandas sociais concretas de promoção da conservação a biodiversidade, quer na forma de resolução de conflitos, quer na forma de ações de planejamento. Projeto vinculado ao projeto PAI/Unisinos PP0000001329.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador.
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Projetos de Consultoria e Assessoria em Conservação e Manejo de Vida Silvestre., Descrição: Projetos de consultoria e assessoria com ênfase em monitoramento populacional de aves aquáticas, monitoramento biológico de ambientes aquáticos, elaboração de planos de manejo para unidades de conservação, elaboração planos e macrozoneamentos ambientais em escala regional, realização de perícias e avaliação de estudos de impacto ambiental.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador / João Carlos Pradella Dotto - Integrante / Rafael Cabral Cruz - Integrante / Eduardo Vélez Martin - Integrante / Maria Tereza Queiroz Melo - Integrante., Número de produções C, T & A: 32
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2008 - 2009
Manejo de espécies arbóreas invasoras no bioma Pampa, Descrição: As invasões biológicas são uma das ameaças mais importantes à biodiversidade. No Bioma Pampa da América do Sul, que inclui o extremo sul do Brasil, o Uruguai e o centro-leste da Argentina, muitas plantas lenhosas cultivadas com fins paisagísticos ou econômicos tiveram êxito e se tornam invasoras. Nos ecossistemas não-florestais a introdução de árvores e arbustos tende a ser percebida como positiva. Este projeto se propôs a compartilhar as experiências de três grupos de trabalho do cone Sul da América do Sul com o objetivo de detectar aspectos chave no manejo do problema das espécies lenhosas invasoras que permitam maximizar a eficiência das ações de prevenção e controle da invasão. Registramos a presença de 356 espécies exóticas que conseguiram estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa, sendo 82 lenhosas. Destas, 55 apresentam hábito arbóreo, confirmando nossa preocupação sobre a invasibilidade das espécies lenhosas. A origem biogeográfica das invasoras é bastante diversa. As espécies lenhosas colonizadoras foram introduzidas voluntariamente. A maioria ingressou na região a mais de 50 anos. 85% das espécies colonizadoras pertence a gêneros não representados no Bioma. A maioria das espécies que conseguiu estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa foi introduzida em muitas localidades ou plantada em grandes extensões. Na região pampeana, os embates recentes de diferentes segmentos sociais favoráveis à presença de florestas plantadas e contrários a ela, na perspectiva ambiental, estão estabelecendo uma nova arena socioambiental, caracterizada em nosso trabalho. Verificamos que, no Bioma Pampa no Rio Grande do Sul, a mortalidade infantil, um importante indicador síntese das condições de vida da população, é maior onde o impacto econômico de plantações florestais comerciais também é maior. Recursos: CNPq edital Prosul, processo 490629/2007-5, R$ 58.500,00.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2007 - 2009
Manejo Ecossistêmico Adaptativo, Descrição: O objetivo deste projeto é abrigar as demandas de desenvolvimento e aplicação de metodologias para a solução de problemas de gestão de recursos naturais e elaboração de planos de manejo para hábitats e espécies, tendo como meta a conservação da biodiversidade. A sociedade humana explora recursos naturais e transforma o ecossistema do qual faz parte. Neste contexto, a conservação efetiva da biodiversidade requer que se compreenda tanto o funcionamento dos ecossistemas quanto o seu contexto socioambiental. Os sistemas ecológicos e sociais são caracterizados pela sua grande complexidade e imprevisibilidade, o que limita a capacidade compreensão e gestão. O projeto segue o marco teórico e metodológico do Manejo Ecossistêmico Adaptativo, uma das estratégias mais eficientes para enfrentar o desafio da conservação da biodiversidade frente a esta complexidade e incerteza inerentes ao funcionamento dos sistemas socioambientais. O manejo ecossistêmico adaptativo é uma abordagem formal, rigorosa e participativa de contínuo aprendizado com os desfechos de uma ação de manejo e de ajuste e refinamento destas ações, capaz de ser aplicada às diferentes demandas de conservação e manejo de vida silvestre. Compreende uma seqüência de passos que reproduz o método científico, mas é aplicado em um contexto de manejo. Em consonância com o foco estratégico da pesquisa na Unisinos na pesquisa aplicada, pretende-se com este projeto promover de forma integrada a pesquisa, desenvolvimento e aplicação de conhecimentos e ferramentas de gestão ambiental, respondendo a demandas sociais concretas de promoção da conservação a biodiversidade, quer na forma de resolução de conflitos, quer na forma de ações de planejamento. Projeto vinculado ao projeto PAI/Unisinos PP0000001329.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador.
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1997 - 2009
Projetos de Consultoria e Assessoria em Conservação e Manejo de Vida Silvestre., Descrição: Projetos de consultoria e assessoria com ênfase em monitoramento populacional de aves aquáticas, monitoramento biológico de ambientes aquáticos, elaboração de planos de manejo para unidades de conservação, elaboração planos e macrozoneamentos ambientais em escala regional, realização de perícias e avaliação de estudos de impacto ambiental.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador / João Carlos Pradella Dotto - Integrante / Rafael Cabral Cruz - Integrante / Eduardo Vélez Martin - Integrante / Maria Tereza Queiroz Melo - Integrante., Número de produções C, T & A: 32
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2008 - 2009
Manejo de espécies arbóreas invasoras no bioma Pampa, Descrição: As invasões biológicas são uma das ameaças mais importantes à biodiversidade. No Bioma Pampa da América do Sul, que inclui o extremo sul do Brasil, o Uruguai e o centro-leste da Argentina, muitas plantas lenhosas cultivadas com fins paisagísticos ou econômicos tiveram êxito e se tornam invasoras. Nos ecossistemas não-florestais a introdução de árvores e arbustos tende a ser percebida como positiva. Este projeto se propôs a compartilhar as experiências de três grupos de trabalho do cone Sul da América do Sul com o objetivo de detectar aspectos chave no manejo do problema das espécies lenhosas invasoras que permitam maximizar a eficiência das ações de prevenção e controle da invasão. Registramos a presença de 356 espécies exóticas que conseguiram estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa, sendo 82 lenhosas. Destas, 55 apresentam hábito arbóreo, confirmando nossa preocupação sobre a invasibilidade das espécies lenhosas. A origem biogeográfica das invasoras é bastante diversa. As espécies lenhosas colonizadoras foram introduzidas voluntariamente. A maioria ingressou na região a mais de 50 anos. 85% das espécies colonizadoras pertence a gêneros não representados no Bioma. A maioria das espécies que conseguiu estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa foi introduzida em muitas localidades ou plantada em grandes extensões. Na região pampeana, os embates recentes de diferentes segmentos sociais favoráveis à presença de florestas plantadas e contrários a ela, na perspectiva ambiental, estão estabelecendo uma nova arena socioambiental, caracterizada em nosso trabalho. Verificamos que, no Bioma Pampa no Rio Grande do Sul, a mortalidade infantil, um importante indicador síntese das condições de vida da população, é maior onde o impacto econômico de plantações florestais comerciais também é maior. Recursos: CNPq edital Prosul, processo 490629/2007-5, R$ 58.500,00.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2007 - 2009
Manejo Ecossistêmico Adaptativo, Descrição: O objetivo deste projeto é abrigar as demandas de desenvolvimento e aplicação de metodologias para a solução de problemas de gestão de recursos naturais e elaboração de planos de manejo para hábitats e espécies, tendo como meta a conservação da biodiversidade. A sociedade humana explora recursos naturais e transforma o ecossistema do qual faz parte. Neste contexto, a conservação efetiva da biodiversidade requer que se compreenda tanto o funcionamento dos ecossistemas quanto o seu contexto socioambiental. Os sistemas ecológicos e sociais são caracterizados pela sua grande complexidade e imprevisibilidade, o que limita a capacidade compreensão e gestão. O projeto segue o marco teórico e metodológico do Manejo Ecossistêmico Adaptativo, uma das estratégias mais eficientes para enfrentar o desafio da conservação da biodiversidade frente a esta complexidade e incerteza inerentes ao funcionamento dos sistemas socioambientais. O manejo ecossistêmico adaptativo é uma abordagem formal, rigorosa e participativa de contínuo aprendizado com os desfechos de uma ação de manejo e de ajuste e refinamento destas ações, capaz de ser aplicada às diferentes demandas de conservação e manejo de vida silvestre. Compreende uma seqüência de passos que reproduz o método científico, mas é aplicado em um contexto de manejo. Em consonância com o foco estratégico da pesquisa na Unisinos na pesquisa aplicada, pretende-se com este projeto promover de forma integrada a pesquisa, desenvolvimento e aplicação de conhecimentos e ferramentas de gestão ambiental, respondendo a demandas sociais concretas de promoção da conservação a biodiversidade, quer na forma de resolução de conflitos, quer na forma de ações de planejamento. Projeto vinculado ao projeto PAI/Unisinos PP0000001329.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador.
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1997 - 2009
Projetos de Consultoria e Assessoria em Conservação e Manejo de Vida Silvestre., Descrição: Projetos de consultoria e assessoria com ênfase em monitoramento populacional de aves aquáticas, monitoramento biológico de ambientes aquáticos, elaboração de planos de manejo para unidades de conservação, elaboração planos e macrozoneamentos ambientais em escala regional, realização de perícias e avaliação de estudos de impacto ambiental.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador / João Carlos Pradella Dotto - Integrante / Rafael Cabral Cruz - Integrante / Eduardo Vélez Martin - Integrante / Maria Tereza Queiroz Melo - Integrante., Número de produções C, T & A: 32
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2008 - 2009
Manejo de espécies arbóreas invasoras no bioma Pampa, Descrição: As invasões biológicas são uma das ameaças mais importantes à biodiversidade. No Bioma Pampa da América do Sul, que inclui o extremo sul do Brasil, o Uruguai e o centro-leste da Argentina, muitas plantas lenhosas cultivadas com fins paisagísticos ou econômicos tiveram êxito e se tornam invasoras. Nos ecossistemas não-florestais a introdução de árvores e arbustos tende a ser percebida como positiva. Este projeto se propôs a compartilhar as experiências de três grupos de trabalho do cone Sul da América do Sul com o objetivo de detectar aspectos chave no manejo do problema das espécies lenhosas invasoras que permitam maximizar a eficiência das ações de prevenção e controle da invasão. Registramos a presença de 356 espécies exóticas que conseguiram estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa, sendo 82 lenhosas. Destas, 55 apresentam hábito arbóreo, confirmando nossa preocupação sobre a invasibilidade das espécies lenhosas. A origem biogeográfica das invasoras é bastante diversa. As espécies lenhosas colonizadoras foram introduzidas voluntariamente. A maioria ingressou na região a mais de 50 anos. 85% das espécies colonizadoras pertence a gêneros não representados no Bioma. A maioria das espécies que conseguiu estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa foi introduzida em muitas localidades ou plantada em grandes extensões. Na região pampeana, os embates recentes de diferentes segmentos sociais favoráveis à presença de florestas plantadas e contrários a ela, na perspectiva ambiental, estão estabelecendo uma nova arena socioambiental, caracterizada em nosso trabalho. Verificamos que, no Bioma Pampa no Rio Grande do Sul, a mortalidade infantil, um importante indicador síntese das condições de vida da população, é maior onde o impacto econômico de plantações florestais comerciais também é maior. Recursos: CNPq edital Prosul, processo 490629/2007-5, R$ 58.500,00.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2007 - 2009
Manejo Ecossistêmico Adaptativo, Descrição: O objetivo deste projeto é abrigar as demandas de desenvolvimento e aplicação de metodologias para a solução de problemas de gestão de recursos naturais e elaboração de planos de manejo para hábitats e espécies, tendo como meta a conservação da biodiversidade. A sociedade humana explora recursos naturais e transforma o ecossistema do qual faz parte. Neste contexto, a conservação efetiva da biodiversidade requer que se compreenda tanto o funcionamento dos ecossistemas quanto o seu contexto socioambiental. Os sistemas ecológicos e sociais são caracterizados pela sua grande complexidade e imprevisibilidade, o que limita a capacidade compreensão e gestão. O projeto segue o marco teórico e metodológico do Manejo Ecossistêmico Adaptativo, uma das estratégias mais eficientes para enfrentar o desafio da conservação da biodiversidade frente a esta complexidade e incerteza inerentes ao funcionamento dos sistemas socioambientais. O manejo ecossistêmico adaptativo é uma abordagem formal, rigorosa e participativa de contínuo aprendizado com os desfechos de uma ação de manejo e de ajuste e refinamento destas ações, capaz de ser aplicada às diferentes demandas de conservação e manejo de vida silvestre. Compreende uma seqüência de passos que reproduz o método científico, mas é aplicado em um contexto de manejo. Em consonância com o foco estratégico da pesquisa na Unisinos na pesquisa aplicada, pretende-se com este projeto promover de forma integrada a pesquisa, desenvolvimento e aplicação de conhecimentos e ferramentas de gestão ambiental, respondendo a demandas sociais concretas de promoção da conservação a biodiversidade, quer na forma de resolução de conflitos, quer na forma de ações de planejamento. Projeto vinculado ao projeto PAI/Unisinos PP0000001329.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador.
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1997 - 2009
Projetos de Consultoria e Assessoria em Conservação e Manejo de Vida Silvestre., Descrição: Projetos de consultoria e assessoria com ênfase em monitoramento populacional de aves aquáticas, monitoramento biológico de ambientes aquáticos, elaboração de planos de manejo para unidades de conservação, elaboração planos e macrozoneamentos ambientais em escala regional, realização de perícias e avaliação de estudos de impacto ambiental.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demétrio Luis Guadagnin - Coordenador / João Carlos Pradella Dotto - Integrante / Rafael Cabral Cruz - Integrante / Eduardo Vélez Martin - Integrante / Maria Tereza Queiroz Melo - Integrante., Número de produções C, T & A: 32
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2008 - 2009
Manejo de espécies arbóreas invasoras no bioma Pampa, Descrição: As invasões biológicas são uma das ameaças mais importantes à biodiversidade. No Bioma Pampa da América do Sul, que inclui o extremo sul do Brasil, o Uruguai e o centro-leste da Argentina, muitas plantas lenhosas cultivadas com fins paisagísticos ou econômicos tiveram êxito e se tornam invasoras. Nos ecossistemas não-florestais a introdução de árvores e arbustos tende a ser percebida como positiva. Este projeto se propôs a compartilhar as experiências de três grupos de trabalho do cone Sul da América do Sul com o objetivo de detectar aspectos chave no manejo do problema das espécies lenhosas invasoras que permitam maximizar a eficiência das ações de prevenção e controle da invasão. Registramos a presença de 356 espécies exóticas que conseguiram estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa, sendo 82 lenhosas. Destas, 55 apresentam hábito arbóreo, confirmando nossa preocupação sobre a invasibilidade das espécies lenhosas. A origem biogeográfica das invasoras é bastante diversa. As espécies lenhosas colonizadoras foram introduzidas voluntariamente. A maioria ingressou na região a mais de 50 anos. 85% das espécies colonizadoras pertence a gêneros não representados no Bioma. A maioria das espécies que conseguiu estabelecer populações espontâneas no Bioma Pampa foi introduzida em muitas localidades ou plantada em grandes extensões. Na região pampeana, os embates recentes de diferentes segmentos sociais favoráveis à presença de florestas plantadas e contrários a ela, na perspectiva ambiental, estão estabelecendo uma nova arena socioambiental, caracterizada em nosso trabalho. Verificamos que, no Bioma Pampa no Rio Grande do Sul, a mortalidade infantil, um importante indicador síntese das condições de vida da população, é maior onde o impacto econômico de plantações florestais comerciais também é maior. Recursos: CNPq edital Prosul, processo 490629/2007-5, R$ 58.500,00.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demetrio Luis Guadagnin - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2007 - 2009
Manejo Ecossistêmico Adaptativo, Descrição: O objetivo deste projeto é abrigar as demandas de desenvolvimento e aplicação de metodologias para a solução de problemas de gestão de recursos naturais e elaboração de planos de manejo para hábitats e espécies, tendo como meta a conservação da biodiversidade. A sociedade humana explora recursos naturais e transforma o ecossistema do qual faz parte. Neste contexto, a conservação efetiva da biodiversidade requer que se compreenda tanto o funcionamento dos ecossistemas quanto o seu contexto socioambiental. Os sistemas ecológicos e sociais são caracterizados pela sua grande complexidade e imprevisibilidade, o que limita a capacidade compreensão e gestão. O projeto segue o marco teórico e metodológico do Manejo Ecossistêmico Adaptativo, uma das estratégias mais eficientes para enfrentar o desafio da conservação da biodiversidade frente a esta complexidade e incerteza inerentes ao funcionamento dos sistemas socioambientais. O manejo ecossistêmico adaptativo é uma abordagem formal, rigorosa e participativa de contínuo aprendizado com os desfechos de uma ação de manejo e de ajuste e refinamento destas ações, capaz de ser aplicada às diferentes demandas de conservação e manejo de vida silvestre. Compreende uma seqüência de passos que reproduz o método científico, mas é aplicado em um contexto de manejo. Em consonância com o foco estratégico da pesquisa na Unisinos na pesquisa aplicada, pretende-se com este projeto promover de forma integrada a pesquisa, desenvolvimento e aplicação de conhecimentos e ferramentas de gestão ambiental, respondendo a demandas sociais concretas de promoção da conservação a biodiversidade, quer na forma de resolução de conflitos, quer na forma de ações de planejamento. Projeto vinculado ao projeto PAI/Unisinos PP0000001329.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Demetrio Luis Guadagnin - Coordenador.
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1997 - 2009
Projetos de Consultoria e Assessoria em Conservação e Manejo de Vida Silvestre., Descrição: Projetos de consultoria e assessoria com ênfase em monitoramento populacional de aves aquáticas, monitoramento biológico de ambientes aquáticos, elaboração de planos de manejo para unidades de conservação, elaboração planos e macrozoneamentos ambientais em escala regional, realização de perícias e avaliação de estudos de impacto ambiental.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demetrio Luis Guadagnin - Coordenador / João Carlos Pradella Dotto - Integrante / Rafael Cabral Cruz - Integrante / Eduardo Vélez Martin - Integrante / Maria Tereza Queiroz Melo - Integrante., Número de produções C, T & A: 32
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1997 - 2009
Projetos de Consultoria e Assessoria em Conservação e Manejo de Vida Silvestre., Descrição: Projetos de consultoria e assessoria com ênfase em monitoramento populacional de aves aquáticas, monitoramento biológico de ambientes aquáticos, elaboração de planos de manejo para unidades de conservação, elaboração planos e macrozoneamentos ambientais em escala regional, realização de perícias e avaliação de estudos de impacto ambiental.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demetrio Luis Guadagnin - Coordenador / João Carlos Pradella Dotto - Integrante / Rafael Cabral Cruz - Integrante / Eduardo Vélez Martin - Integrante / Maria Tereza Queiroz Melo - Integrante., Número de produções C, T & A: 32
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1997 - 2009
Projetos de Consultoria e Assessoria em Conservação e Manejo de Vida Silvestre., Descrição: Projetos de consultoria e assessoria com ênfase em monitoramento populacional de aves aquáticas, monitoramento biológico de ambientes aquáticos, elaboração de planos de manejo para unidades de conservação, elaboração planos e macrozoneamentos ambientais em escala regional, realização de perícias e avaliação de estudos de impacto ambiental.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Demetrio Luis Guadagnin - Coordenador / João Carlos Pradella Dotto - Integrante / Rafael Cabral Cruz - Integrante / Eduardo Vélez Martin - Integrante / Maria Tereza Queiroz Melo - Integrante., Número de produções C, T & A: 32
Prêmios
2003
Best student poster, 27th Annual Meeting of the Waterbird Society, Waterbird Society.
1998
Paraninfo da turma de formandos 1998/2, Unisinos, Curso de Ciências Biológicas.
Histórico profissional
Endereço profissional
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Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Instituto de Biociências, Departamento de Ecologia. , AC Campus da UFRGS, Prédio 43411, Sala 218, Agronomia, 91501970 - Porto Alegre, RS - Brasil, Telefone: (55) 33086774, Fax: (55) 33087626
Experiência profissional
2013 - Atual
Universidade Federal do Rio Grande do SulVínculo: Servidor público, Enquadramento Funcional: Professor Auxiliar, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Atividades
-
04/2013
Pesquisa e desenvolvimento, Instituto de Biociências, Departamento de Ecologia.Linhas de pesquisa
-
04/2013
Ensino, Ciências Biológicas, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Biogeografia
2016 - Atual
Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, ICMBioVínculo: Sem vínculo, Enquadramento Funcional: Assessor/Consultor
Atividades
-
12/2023
Conselhos, Comissões e Consultoria, Diretoria de Conservação da Biodiversidade.Cargo ou função, Oficina de Criação de Unidades de Conservação.
-
01/2018 - 12/2023
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres.Cargo ou função, Plano de Ação Nacional de Conservação de Espécies Ameaçadas de Extinção - Pan Limícolas.
-
01/2016 - 12/2022
Conselhos, Comissões e Consultoria, Diretoria de Conservação da Biodiversidade.Cargo ou função, Plano Nacional de Prevenção, Controle e Monitoramento do Javali (Sus scrofa) em estado asselvajado no Brasil Plano Javali..
2013 - Atual
Refúgio de Vida Silvestre Banhado dos PachecosVínculo: Membro do Conselho, Enquadramento Funcional: Membro do Conselho
2021 - 2023
Comite Estadual da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica - RSVínculo: Membro do Comitê, Enquadramento Funcional: Membro do comitê
2013 - 2015
Comite Estadual da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica - RSVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Membro do Comitê
2004 - 2009
Comite Estadual da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica - RSVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Membro do Comitê
Atividades
-
01/2008 - 07/2009
Conselhos, Comissões e Consultoria, Comitê.Cargo ou função, Presidente do Comitê.
-
01/2004 - 07/2009
Conselhos, Comissões e Consultoria, Comitê.Cargo ou função, Representante da Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
2015 - 2016
Conselho Municipal de Meio Ambiente de Porto AlegreVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Membro do Conselho
2010 - 2013
Universidade Federal de Santa MariaVínculo: Servidor público, Enquadramento Funcional: Professor Adjunto, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Centro de Tecnologia, Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental
Centro de Ciências Naturais e Exatas, Programa de Pós-Graduação em Engenharia Ambiental, Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Animal.
Atividades
-
06/2012
Ensino, Engenharia Ambiental, Nível: Pós-GraduaçãoDisciplinas ministradas, Manejo Adaptativo, Ecologia Aplicada
-
06/2010
Ensino, Engenharia Sanitária e Ambiental, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Bioquímica Aplicada à Engenharia Sanitária e Ambiental, Fundamentos de Ecologia, Microbiologia Aplicada à Engenharia Sanitária e Ambiental, Saúde Pública e do Meio Ambiente
-
06/2010
Ensino, Biodiversidade Animal, Nível: Pós-GraduaçãoDisciplinas ministradas, Biologia da Conservação
2009 - 2010
Universidade Federal do Rio Grande do NorteVínculo: , Enquadramento Funcional: Professor Adjunto, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Centro de Biociências, Departamento de Botânica, Ecologia e Zoologia
Atividades
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08/2009 - 06/2010
Ensino, Ecologia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Avaliação e Remediação de Impactos Ambientais, Ecologia Industrial e Energia, Ecologia Operacional I, Ecologia Operacional III, Gestão Ambiental
-
08/2009 - 06/2010
Ensino, Biologia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Biodiversidade II
1995 - 2009
Universidade do Vale do Rio dos SinosVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professor Assistente Nível II, Carga horária: 40
Atividades
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11/2006 - 07/2009
Conselhos, Comissões e Consultoria, Programa Pró-Mar de Dentro.Cargo ou função, Representante da Unisinos no Comitê.
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02/2005 - 07/2009
Ensino, Biologia Diversidade e Manejo de Vida Silvestre, Nível: Pós-GraduaçãoDisciplinas ministradas, Manejo Adaptativo
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01/2004 - 07/2009
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências da Saúde.Cargo ou função, Representante titular das Universidades no Comitê Estadual da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica.
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03/1995 - 07/2009
Ensino, Biologia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Ecologia Geral II; Ecologia Animal Experimental; Ecologia Vegetal Experimental, Biólogo, Legislação e Ética; América Latina, Cidadania e Educação; Estágio II, Ecologia Geral I; Ecologia de Ecossistemas; Ecologia de Processos, Sociologia Ambiental; Desenvolvimento e Sustentabilidade; América Latina e Desenvolvimento Sustentável, Manejo de Populações; Gestão Ambiental; Ambiente e Saúde, Bioestatística; Biologia Quantitativa; Biologia de Campo
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07/2004 - 08/2005
Direção e administração, Centro de Ciências da Saúde, Comissão de Coord. do Curso de Ciências Biológicas.Cargo ou função, Coordenador de Curso.
-
08/1999 - 07/2004
Direção e administração, Centro de Ciências da Saúde, Comissão de Coord. do Curso de Ciências Biológicas.Cargo ou função, Coordenador de Curso.
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03/2001 - 12/2002
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências da Saúde, Sub-Comitê da Área de Conhec. e Aplic. de Ecologia.Cargo ou função, Membro de conselho.
1999 - 2009
Conselho Regional de Biologia 3a regiãoVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Representação e colaboração
Atividades
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01/2005 - 06/2009
Conselhos, Comissões e Consultoria, Conselho Regional de Biologia 3a Região.Cargo ou função, Credenciado do CRBio-3 na Região do Vale do Rio dos Sinos.
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11/2002 - 12/2008
Conselhos, Comissões e Consultoria, CRBio 3.Cargo ou função, Membro do Comitê de Ética.
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01/1999 - 12/2003
Conselhos, Comissões e Consultoria, Conselho Regional de Biologia 3a Região.Cargo ou função, Credenciado do CRBio-3 na Região do Vale do Rio dos Sinos.
1996 - 2009
Subtrópica Consultoria e Assessoria Em Meio Ambiente e Conservação LtdaVínculo: Sócio-Diretor, Enquadramento Funcional: Sócio-Diretor
Atividades
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08/1996 - 08/2005
Direção e administração, Subtrópica Consultoria e Assessoria Em Meio Ambiente e Conservação Ltda.Cargo ou função, Sócio-diretor.
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de Demetrio Luis Guadagnin e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todas as movimentações desse processo e sempre que o processo aparecer em publicações dos Diários Oficiais e nos Tribunais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Confirma a exclusão?