Paulo Hahn
Possui graduação em Filosofia pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (2000), mestrado em Filosofia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (2003) e doutorado em Filosofia - Universität Bremen (2007). Atualmente é Professor Associado da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Tem experiência na área de Filosofia Moderna e Contemporânea, com ênfase em Ética aplicada (bioética, biopolítica e ética ambiental), Sistemas Éticos: Fundamentos e Crítica, Filosofia intercultural, Teoria crítica e Ensino de filosofia. Referendando-se especialmente em filósofos do Idealismo Alemão, em Feuerbach, em Ernst Bloch e em Habermas.
Informações coletadas do Lattes em 16/03/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em Filosofia
2004 - 2007
Universitat Bremen
Título: Ernst Bloch: die Dimension der Sozialutopie und ihr Einfluss im lateinamerikanischen Denken sowie die Konzepte Ungleichzeitigkeit und Multiversum als Grundbedingungen für das Verständnis und als Perspektive für einen interkulturellen Dialog.
Orientador: Profs. Dr. Hans J. Sandkühler e Dr. Raúl Fornet-Betancourt
Bolsista do(a): Katholischer Akademischer Ausländer Dienst, KAAD, Alemanha. Palavras-chave: Filosofia intercultural e Multiversum cultural; Utopias Sociais e Dignidade Humana; Democracia e Direitos Humanos; Teoria Crítica dos Direitos Fundamentais; O Princípio Esperança de Ernst Bloch; Filosofia Moderna e Contemporânea. Grande área: Ciências HumanasGrande Área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Filosofia Social e Política. Grande Área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Teoria Crítica e Ética Aplicada. Setores de atividade: Educação.
Mestrado em Filosofia
2002 - 2003
Universidade do Vale do Rio dos Sinos
Título: A emancipação da consciência e essência genérica humana - uma reflexão a partir de Feuerbach, Ano de Obtenção: 2003
Dr Inácio Helfer.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Humanismo - Relação - Feuerbach e Hegel; Feuerbach; Idealismo e Marxismo; Filosofia Moderna e Contemporânea.Grande área: Ciências HumanasGrande Área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Filosofia Social e Política. Grande Área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Filosofia da Religião. Setores de atividade: Educação.
Graduação em Filosofia
1996 - 2000
Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul
Título: A Eclipse da Razão: uma reflexão a partir de Max Horkheimer
Orientador: Dr Paulo Tiellet
Graduação interrompida em 1996 em Teologia
1995 - Atual
Instituto Missioneiro de Teologia
Bolsista do(a): Diocese de Santo Angelo, DIOCESE, Brasil. Ano de interrupção: 1996
Pós-doutorado
2020
Pós-Doutorado. , Eberhard Karls Universität Tübingen, UNIVERSITÄT TÜBI, Alemanha. , Grande área: Ciências Humanas, Grande Área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Filosofia da Esperança e da Responsabilidade. , Ano de interrupção: 2020
Formação complementar
2011 - 2011
Extensão universitária em Metodologia do Ensino Superior. (Carga horária: 180h). , Fundação Getúlio Vargas, FGV, Brasil.
2011 - 2011
Extensão universitária em Epistemologia e filosofia moral. (Carga horária: 14h). , Universidade do Vale do Rio dos Sinos, UNISINOS, Brasil.
2011 - 2011
Extensão universitária em Capacitação Pessoal e Profissional. (Carga horária: 6h). , Universidade do Oeste de Santa Catarina, UNOESC, Brasil.
2011 - 2011
Capacitação para Docentes. (Carga horária: 8h). , UNIC - Universidade Corporativa Ftec, UNIC, Brasil.
2004 - 2004
Extensão universitária em Deutschkurs für den Hochschulzugang. (Carga horária: 415h). , Philosophisch-Theologische Hochschule - St. Augustin, HOCHSCHULE, Alemanha.
2002 - 2003
Proficiência em língua estrangeira: Alemão. (Carga horária: 60h). , Universidade do Vale do Rio dos Sinos, UNISINOS, Brasil.
1995 - 1995
Prevenção para Líderes Comunitários. (Carga horária: 140h). , Federação Brasileira de Comunidades Terapêuticas, FEBRCT, Brasil.
1993 - 1993
Treinamento para Ação Pastoral. (Carga horária: 80h). , Pastoral da Juventude - Diocese de Santo Ângelo, PJ, Brasil.
1992 - 1993
Extensão universitária em Curso Propedêutico Teológico Filosófico. (Carga horária: 360h). , Seminário Pe. Adolfo Gallas, SEMINÁRIO, Brasil.
1992 - 1992
Deutschprüfung. (Carga horária: 415h). , Associação Riograndense de Professores de Alemão, DEUTSCHPRÜFUNG, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Francês
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Alemão
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Ètica aplicada (bioética, biopolítica e ética ambiental).
Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Ludwig Feuerbach e Ernst Bloch.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Teoria Crítica.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Filosofia Intercultural e Direitos Humanos.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: História da Filosofia.
Organização de eventos
HAHN, Paulo . Seminário Migração, Interculturalidade e Direitos Humanos. 2018. (Outro).
HAHN, Paulo . Filosofia & Arte:. 2017. (Outro).
HAHN, Paulo . IV Colóquio de Ética e Filosofia Política. 2017. (Outro).
HAHN, Paulo . I Congresso Internacional Thedor Adorno: a atualiade da crítica. 2017. (Congresso).
HAHN, Paulo ; CEZIMBRA, E. N. ; FONSECA, A. P. A. ; MONTEIRO, F. M. ; CARDOSO, G. R. ; MENDES, M. M. ; ONCAY, S. T. V. . EDITAL Nº 547/UFFS/2013 - PROCESSO SELETIVO ESPECIAL PARA O CURSO INTERDISCIPLINAR EM EDUCAÇÃO DO CAMPO: CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS ? CAMPUS LARANJEIRAS DO SUL 2013. 2013. (Outro).
HAHN, Paulo . II Simpósio Internacional de Direito - Dimensões Materiais e Eficaciais dos Direitos Fundamentais. 2012. (Outro).
HAHN, Paulo . I Simpósio Internacional de Direito: dimensões materiais e eficaciais dos direitos fundamentais. 2011. (Outro).
HAHN, Paulo . Seminário Nacional de Direito: dimensões materiais e eficaciais dos direitos fundamentais. 2011. (Outro).
Participação em eventos
Jornada Hans Jonas.Hans Jonas. 2020. (Encontro).
Conferência: Conservadorismo Moral e Liberdade Humana. 2019. (Seminário).
IV Colóquio Internacional de Bioética ? Bioética, Neuroética e Emoções. 2019. (Congresso).
Ciência e Desenvolvimento Sustentável: desafios e possibilidades, do VIII Seminário de Ensino, Pesquisa e Extensão. 2018. (Seminário).
Seminário Migração, Interculturalidade e Direitos Humanos. 2018. (Seminário).
III Colóquio de Filosofia.O Princípio da Dignidade e do Reconhecimento Humano: uma releitura histórico-filosófica a partir do Direito Natural e Dignidade Humana de Ernst Bloch em diálogo com a Teoria do Reconhecimento de Axel Honneth. 2014. (Outra).
I SEMINÁRIO CENTRO DE EDUCAÇÃO DO CAMPO - CECAMPO: PRINCÍPIOS E PROPOSIÇÕES. 2014. (Seminário).
XVI ENCONTRO NACIONAL DA ANPOF.Princípios Esperança e Responsabilidade? uma aproximação possível. 2014. (Encontro).
ANPOF - XV Encontro Nacional de Filosofia da ANPOF. Direitos Humanos e Utopias Sociais. 2012. (Congresso).
CONPEDI - XXI Encontro Nacional do CONPEDI. O dilema entre o universalismo e o relativismo ? a perspectiva da filosofia intercultural. 2012. (Congresso).
II Simpósio Internacional de Direito - Dimensões Materiais e Eficaciais dos Direitos Fundamentais.Interculturalidade e Direitos Humanos. 2012. (Simpósio).
XIII Jornada Jurídica - tendências multidisciplinares do Direito.Direitos Humanos na Diversidade Cultural - Teoria Crítica e Interculturalidade. 2012. (Seminário).
Capacitação para Docentes. 2011. (Oficina).
I Seminário da Região Oeste Catarinense sobre Inclusão de Pessoas com Defiicência no Mercado de Trabalho.Dignidade Humana e Inclusão Social sob um ponto de vista filosófico. 2011. (Seminário).
I Simpósio Internacional de Direito: dimensões materiais e eficaciais dos direitos fundamentais.OS DIREITOS HUMANOS NO HORIZONTE DA PLURALIZAÇÃO E DA INTERCULTURALIDADE. 2011. (Simpósio).
Seminário Nacional de Direito: dimensões materiais e eficaciais dos direitos fundamentais. Trans-simultaneidade, filosofia intercultural e direitos humanos - uma reflexão a partir de Ernst Bloch. 2011. (Congresso).
Transformações sociais no Brasil e o seu papel na integração da América Latina. Formação para uma sociedade ética e democrática: desafios para docentes. 2011. (Congresso).
XIV Colóquio de Filosofia. Não simultaneidade e multiversum cultural. 2011. (Congresso).
XVI Simpósio de Filosofia Moderna e Contemporanea.Uma leitura intercultural de Ernst Bloch. 2011. (Simpósio).
XX Congresso Nacional - CONPEDI. Multiversum Cultural, Direitos Humanos e Dialogo Intercultural. 2011. (Congresso).
Leben auf dem Vulkan? Städtische Lebenswelten in Lateinamerika. 2007. (Seminário).
Moderne Wissenschaft und Religion: Das Beispiel Schöpfung und Evolution. 2007. (Seminário).
Rückkehr und Reintegration. 2007. (Seminário).
Klimawandel und Klimapolitik - was heißt ökologische Gerechtigkeit?. 2006. (Congresso).
Profil-Sichten. 2006. (Seminário).
Unesco Tag der Philosophie. 2006. (Congresso).
Dominan der Kulturen und Interkulturalität. Ernst Bloch - Viele Kammern im Welthaus. 2005. (Congresso).
Simpósio sobre estudos interculturais. 2005. (Simpósio).
Tradition und Traditionsbruch - Internationaler Kongress. 2004. (Congresso).
A Filosofia Intercultural Face aos Desafios da Globalização. 2003. (Seminário).
Clássicos da Filosofia Alemã. 2003. (Seminário).
Seminário Internacional. 2003. (Seminário).
Congresso Internacional sobre Dialética e auto-organização. 2002. (Congresso).
Seminário Internacional de Ética e Contemporaneidade.O Ser em Relação: o homem integral.. 2002. (Seminário).
X Encontro Nacional de Filosofia (ANPOF).O humanismo de Feuerbach: o novo sentido infinito. 2002. (Encontro).
Participação em bancas
SCHUTZ, R.; Suzana Albornoz;HAHN, Paulo; ANTUNES, J.. Utopia e Materialismo: estudo sobre a interpretação blochiana das Onze teses de Marx sobre Feuerbach. 2015. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Estadual do Oeste do Paraná.
HAHN, Paulo; HEUSER, E. M. D.; SCHUTZ, R.. Da ambivalência e magnitude técnica à necessidade de uma nova ética na filosofia jonasiana. 2015. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Estadual do Oeste do Paraná.
HAHN, Paulo; LEAL, M. C. H.; GORCZEVSKI, C.. O mínimo existencial enquanto critério para o controle jurisdicional de políticas públicas: análise teórica e crítica de sua operacionalidade na jurisprudência do supremo tribunal federal e do superior tribunal de justiça. 2013. Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade de Santa Cruz do Sul.
HAHN, Paulo; Helfer, Inácio; Custódio, André Viana. Poder e Políticas Públicas. 2011. Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade de Santa Cruz do Sul.
HAHN, Paulo; Leal, Mônia Clarissa Hennig; Reck, Janriê Rodrigues. A Jurisdição Constitucional Brasileira entre Judialização da Política e Ativismo Judicial. 2011. Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade de Santa Cruz do Sul.
HAHN, Paulo; SCHUTZ, R.; SOUZA, R. T.; UTTEICH, L.. Não esqueça o melhor": tema e variações da sinfonia ética em O Princípio Esperança de Ernst Bloch. 2019. Tese (Doutorado em Filosofia) - Universidade Estadual do Oeste do Paraná.
HAHN, Paulo; SCHUTZ, R.; HEUSER, E. M. D.; VIDAL., F.. ?NÃO ESQUEÇA O MELHOR? Apontamentos sobre a ética em Ernst Bloch. 2018. Tese (Doutorado em Filosofia) - Universidade Estadual do Oeste do Paraná.
HAHN, Paulo; BETANCOURT, R. F.; SANDKUHLER, H. J.; FRANZ, M.; Frischmann, Bärbel; Vélez-Peña, Juan José. Kontextuelle Philosophie - Die lateinamerikanische Geschichtsphilosophie des Leopoldo Zea als Ausgangspunkt und Grundlage einer lateinamerikanischen Philosophie.. 2005. Tese (Doutorado em Filosofia) - Universität Bremen.
HAHN, Paulo; SCHUTZ, R.; ANTUNES, J.. Utopia e materialismo no pensamento de Ernst Bloch. 2014. Exame de qualificação (Mestrando em Filosofia) - Universidade Estadual do Oeste do Paraná.
HAHN, Paulo; NEITZEL, O.; CORA, E.. Hannah Arendt: o pensar e a banalidade do mal. 2020. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Filosofia) - Universidade Federal da Fronteira Sul.
HAHN, Paulo; GABOARDI, E.; BRUGNERA, N. L.. A virtude cívica (liberal) em Alexis Tocqueville. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Filosofia) - Universidade Federal da Fronteira Sul.
HAHN, Paulo; BRUGNERA, N. L.; NEITZEL, O.. O princípio de igual consideração de interesse na filosofia moral de Peter Singer. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Filosofia) - Universidade Federal da Fronteira Sul.
HAHN, Paulo; BRUGNERA, N. L.; NEITZEL, O.. O utilitarismo em Bentham e Mill: uma comparação entre os fundamentos e a natureza do indivíduo. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Filosofia) - Universidade Federal da Fronteira Sul.
HAHN, Paulo; GABOARDI, E.; BRONDANI, C.. O especismo: uma investigação a partir de Peter Singer. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Filosofia) - Universidade Federal da Fronteira Sul.
ZIMMERMANN, F.; GABOARDI, E.;HAHN, Paulo. Sobre o direito ou a condenação moral do suicídio em David Hume. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Filosofia) - Universidade Federal da Fronteira Sul.
HAHN, Paulo; GABOARDI, E.; CORA, E.. O conceito de projeto Jean-Paul Sartre. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Filosofia) - Universidade Federal da Fronteira Sul.
HAHN, Paulo; Sílvia Altmann; Gerson Louzado. Concurso Professor Substituto - Departamento de Filosofia UFRGS. 2022. Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
HAHN, Paulo; Silvestre Grzibowski; Antonio Marcos Myskiw. CONCURSO PÚBLICO PARA O MAGISTÉRIO SUPERIOR - PORTARIA Nº 0294/GR/UFFS/2015. 2015. Universidade Federal da Fronteira Sul.
HAHN, Paulo; DIAS, G. S.; VALIM, A. B.. Participação em Banca Examinadora do Concurso para Provimento de Cargos da Carreira do Magistério Superior. 2014. Universidade Federal da Fronteira Sul.
HAHN, Paulo; PERON, N.. Comissão de Seleção do Processo Seletivo para admissão de estudantes no Programa de Pós-graduação Stricto Sensu, Mestrado em Filosofia (PPGFIL). 2019. Universidade Federal da Fronteira Sul.
Orientou
O lugar e a função do Direito entre Habermas e Honneth: progresso ou déficit da teoria crítica?; Início: 2021; Dissertação (Mestrado em FILOSOFIA) - Universidade Federal da Fronteira Sul; (Orientador);
Utopia ou distopia: aplicabilidade do princípio bioético da justiça num futuro transhumano e seus impactos sociais; Início: 2021; Dissertação (Mestrado em FILOSOFIA) - Universidade Federal da Fronteira Sul; (Orientador);
Feminismo e Filosofia; Início: 2019; Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal da Fronteira Sul; (Orientador);
Da liberdade religiosa e da liberdade de consciência como direito humano e fundamental no estado social-democrático de direito em contraposição à intolerância; Início: 2013; Dissertação (Mestrado em Mestrado em Direito) - Universidade do Oeste de Santa Catarina; (Orientador);
A necessidade de proteção da dignidade humana como fundamento para a coibição, por iniciativa estatal, de desvios de finalidade no uso da imagem de indivíduos; Início: 2013; Dissertação (Mestrado em Mestrado em Direito) - Universidade do Oeste de Santa Catarina; (Orientador);
Filosofia e Direitos Humanos; Início: 2021; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Filosofia) - Universidade Federal da Fronteira Sul; (Orientador);
Bioética; Início: 2018; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Filosofia) - Universidade Federal da Fronteira Sul; (Orientador);
O poder na visão de Michel Foucault; Início: 2018; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Filosofia) - Universidade Federal da Fronteira Sul; (Orientador);
Educação em Adorno; Início: 2018; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Filosofia) - Universidade Federal da Fronteira Sul; (Orientador);
Schopenhauer; Início: 2018; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Filosofia) - Universidade Federal da Fronteira Sul; (Orientador);
Kant; Início: 2017; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Filosofia) - Universidade Federal da Fronteira Sul; (Orientador);
A morfologia dos Direitos Fundamentais e a Teoria Crítica dos Direitos Humanos; Início: 2012; Iniciação científica (Graduando em Direito) - Universidade do Oeste de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Orientador);
Diversidade Cultural, Não Simultaneidade e Interculturalidade ? desafios e perspectivas para os Direitos Humanos; Início: 2012; Iniciação científica (Graduando em Direito) - Universidade do Oeste de Santa Catarina, Fundo de Apoio à Manutenção e ao Desenvolvimento da Educação Superior; (Orientador);
O suporte cultural da religião e a necessidade a proteção da autonomia da consciência sob o prisma dos direitos fundamentais; 2013; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Esp; em Direito Constitucional e Direitos Humanos) - Universidade do Oeste de Santa Catarina; Orientador: Paulo Hahn;
Ética e Responsabilidade Social; 2012; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Pós Graduação em Educação Profissional e Tecnológi) - CNEC ? Centro de Ensino Superior de Gramado; Orientador: Paulo Hahn;
Gestão Escolar e Ambiental; 2012; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Pós Graduação em Educação Profissional e Tecnológi) - CNEC ? Centro de Ensino Superior de Gramado; Orientador: Paulo Hahn;
Ética aplicada na escola; 2012; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Pós Graduação em Educação Profissional e Tecnológi) - CNEC ? Centro de Ensino Superior de Gramado; Orientador: Paulo Hahn;
Gestão escolar democrática; 2012; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Pós Graduação em Educação Profissional e Tecnológi) - CNEC ? Centro de Ensino Superior de Gramado; Orientador: Paulo Hahn;
Cidadania ambiental; 2012; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Pós Graduação em Educação Profissional e Tecnológi) - CNEC ? Centro de Ensino Superior de Gramado; Orientador: Paulo Hahn;
Ética e Educação Ambiental; 2012; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Pós Graduação em Educação Profissional e Tecnológi) - CNEC ? Centro de Ensino Superior de Gramado; Orientador: Paulo Hahn;
O utilitarismo em Bentham e Mill: uma comparação entre os fundamentos e a natureza do indivíduo; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Filosofia) - Universidade Federal da Fronteira Sul; Orientador: Paulo Hahn;
O princípio de igual consideração de interesse na filosofia moral de Peter Singer; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Filosofia) - Universidade Federal da Fronteira Sul; Orientador: Paulo Hahn;
O conceito de projeto Jean-Paul Sartre; 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Filosofia) - Universidade Federal da Fronteira Sul; Orientador: Paulo Hahn;
Direitos humanos interculturais; 2016; Iniciação Científica; (Graduando em Interdisciplinar em Educação do Campo: Ciências Sociais e Humanas) - Universidade Federal da Fronteira Sul, Universidade Federal da Fronteira Sul; Orientador: Paulo Hahn;
Kultur der Hoffnung; 2008; Iniciação Científica; (Graduando em Philosophie) - Universität Bremen, Katholischer Akademischer Ausländer Dienst; Orientador: Paulo Hahn;
Produções bibliográficas
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HAHN, Paulo . Trans-simultaneidade e multiversum - uma reflexão a partir de Ernst Bloch e da filosofia intercultural. In: Narciso Leandro Xavier Baez & Douglass Cassel. (Org.). A Realização e a Proteção Internacional dos Direitos Humanos Fundamentais - Desafios do Século XXI. Joaçaba - SC: Editora Unoesc, 2011, v. , p. 117-130.
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HAHN, Paulo . Dignidade Humana na era das Biotecnologias e do Biopoder. In: Clovis Gorczevski. (Org.). Direitos Humanos e Participação Política. Porto Alegre - RS: Imprensa Livre, 2011, v. II, p. 121-146.
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HAHN, Paulo . Multiversum Cultural, Direitos Humanos e Dialogo Intercultural - uma reflexão a partir de Ernst Bloch e da Filosofia Intercultural. In: CONPEDI. (Org.). A Ordem Jurídica Justa: um diálogo Euro-Americano. 1ed.Florianópolis: Fundação Boiteux, 2011, v. , p. 10734-10745.
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HAHN, Paulo . Repensar os Direitos Humanos no Horizonte da Pluralização e da Interculturalidade. In: Hahn, Paulo. (Org.). Direitos fundamentais: desafios e perspectivas. Nova Petrópolis - RS: Editora Nova Harmonia, 2010, v. , p. 13-42.
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HAHN, Paulo ; SIDEKUM, A. . A ?não-simultaneidade? e ?multiversum? contra um Totum cultural: uma possível aproximação de Ernst Bloch com a filosofia intercultural. In: Paulo Hahn; Antonio Sidekum. (Org.). Pontes Interculturais. São Leopoldo - RS: Nova Harmonia, 2007, v. , p. 139-149.
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HAHN, Paulo . O Humanismo de Feuerbach: o novo sentido do infinito. Revista Anpof, São Paulo.
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HAHN, Paulo ; NERY, R. ; TRAMONTINA, R. . Educação: direito fundamental universal. Revista Espaço Jurídico, Editora Unoesc, , v. 12, p. 211 - 232.
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HAHN, Paulo ; PEZZELLA, M. C. C. . A realização e a proteção internacional dos direitos humanos fundamentais ? desafios do século XXI. Filosofia Unisinos, Unisinos, , v. 12, p. 290 - 291.
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HAHN, Paulo . Interculturalidade e Direitos Humanos. In: Simpósio Internacional de Direito: dimensões materiais e eficaciais dos direitos fundamentais, 2012, Chapecó. II Simpósio Internacional de Direito: dimensões materiais e eficaciais dos direitos fundamentais. Joaçaba: UNOESC, 2012. p. 49-68.
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HAHN, Paulo . O dilema entre o universalismo e o relativismo ? a perspectiva da filosofia intercultural. In: XXI Encontro Nacional do CONPEDI, 2012, Uberlândia. Sistema Jurídico e Direitos Fundamentais Individuais e Coletivos. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2012. p. 6745-6771.
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HAHN, Paulo ; TRAMONTINA, R. . Multiversum Cultural, Direitos Humanos e Dialogo Intercultural - uma reflexão a partir de Ernst Bloch e da Filosofia Intercultural. In: A Ordem Jurídica Justa: um diálogo Euro-Americano, 2011, Vitória - ES. XX Congresso Nacional - CONPEDI. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2011. p. 10734-10745.
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HAHN, Paulo . Trans-simultaneidade, filosofia intercultural e direitos humanos. In: Seminário Nacional de Direito: dimensões materiais e eficaciais dos direitos fundamentais, 2011, Chapeco - SC. Anais do 1º Seminário Nacional de Direito: dimensões materiais e eficaciais dos direitos fundamentais. Joaçaba - SC: UNOESC, 2011.
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HAHN, Paulo . Uma leitura intercultural de Ernst Bloch. In: XVI SIMPÓSIO DE FILOSOFIA MODERNA E CONTEMPORÂNEA DA UNIOESTE, 2011, Toledo - PR. XVI SIMPÓSIO DE FILOSOFIA MODERNA E CONTEMPORÂNEA. Cascavel - PR: EDUNIOESTE, 2011. p. 621-639.
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HAHN, Paulo ; MONACO, D. . Repensar os direitos humanos no horizonte da plurização e da interculturalidade. In: I Simpósio Internacional de Direito: dimensões materiais e eficaciais dos direitos fundamentais, 2011, Chapecó. I Simpósio Internacional de Direito: dimensões materiais e eficaciais dos direitos fundamentais. Joaçaba - SC: Editora Unoesc, 2011. p. 359-378.
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HAHN, Paulo . Direitos Humanos e Utopias Sociais. In: XV Encontro Nacional de Filosofia da ANPOF, 2012, Curitiba. Caderno de Resumos: XV Encontro Nacional ANPOF. São Paulo: Anpof, 2012. p. 616-617.
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HAHN, Paulo . Não simultaneidade e multiversum cultural - uma reflexão a partir de Ernst Bloch e da filosofia intercultural. In: XIV Colóquio de Filosofia da Unisinos, 2011, São Leopoldo - RS. Objetivo e Subjetivo: novas tendências em epistemologia e filosofia moral. São Leopoldo: Unisinos, 2011.
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HAHN, Paulo . Ética e Filosofia em Ernst Bloch. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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HAHN, Paulo . Diálogo sobre estética:Potências Políticas da Arte. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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HAHN, Paulo . O Princípio da Dignidade e do Reconhecimento Humano: uma releitura histórico-filosófica a partir do Direito Natural e Dignidade Humana de Ernst Bloch em diálogo com a Teoria do Reconhecimento de Axel Honneth. 2014. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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HAHN, Paulo . Princípios Esperança e Responsabilidade? uma aproximação possível. 2014. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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HAHN, Paulo . Historia dos direitos humanos e teoria crítica. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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HAHN, Paulo . Teoria da Justiça - Filosofia do Direito. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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HAHN, Paulo . Direitos Humanos e Utopias Sociais. 2012. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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HAHN, Paulo ; TRAMONTINA, R. . O dilema entre o universalismo e o relativismo ? a perspectiva da filosofia intercultural. 2012. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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HAHN, Paulo . Direitos Humanos na Diversidade Cultural - Teoria Crítica e Interculturalidade. 2012. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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HAHN, Paulo . Interculturalidade e Direitos Humanos. 2012. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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HAHN, Paulo . Trans-simultaneidae, filosofia intercultural e direitos humanos. 2011. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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HAHN, Paulo . Não Simultaneidade e multiversum cultural. 2011. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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HAHN, Paulo ; TRAMONTINA, R. . Multiversum Cultural, Direitos Humanos e Dialogo Intercultural - uma reflexão a partir de Ernst Bloch e da filosofia intercultural. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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HAHN, Paulo . Uma leitura intercultural de Ernst Bloch. 2011. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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HAHN, Paulo ; TRAMONTINA, R. . Justiça social: é possível: é possível compatibilizar distribuição com reconhecimento? A proposta de Fraser em diálogo com Rawls e Honneth.. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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HAHN, Paulo ; MONACO, D. . Repensar os direitos humanos no horizonte da pluralização e da interculturalidade.. 2011. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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HAHN, Paulo . Universalidade, direitos humanos e dialogo intercultural.. 2011. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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HAHN, Paulo . Methodologie der Hoffnung. 2010. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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HAHN, Paulo . Die Entstehung der Befreiungstheorie in Lateinamerika - mit Schwerpunkt auf Paulo Freire. 2010. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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HAHN, Paulo . Ética e Comportamento Educacional. 2010. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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HAHN, Paulo . O Ser em relação. 2009. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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HAHN, Paulo . O humanismo de Feuerbach: o novo sentido do infinito. 2008. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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HAHN, Paulo ; RODRIGUES, Henrique Stemmer . A METACRÍTICA DA RELIGIÃO DE KARL MARX E O TRANSCENDER PARA O AQUÉM DE ERNST BLOCH. Cachoeirinha: A Editora Fi, 2024. (Tradução/Artigo).
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HAHN, Paulo ; SCHUTZ, R. ; LORENZONI, A. M. . Dossiê Ernst Bloch. Ceará: Revista Dialectus, 2021 (Organizador de Dossiê).
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HAHN, Paulo ; SCHUTZ, R. ; LORENZONI, A. M. . Dossiê Ernst Bloch. Ceará, 2021. (Prefácio, Pósfacio/Apresentação)>.
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HAHN, Paulo ; SIDEKUM, A. ; HAUENSTEIN, I. . Natal em comunidade Vol 2. São Leopoldo e Nova Petrópolis: Oikos e Nova Harmonia, 2019 (Coordenador de coleção Ética e Política).
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NEITZEL, O. ; HAHN, Paulo . SOBRE A REPRESENTAÇÃO ESTÉTICA DO MUNDO COMO A PRINCIPAL OCUPAÇÃO DA EDUCAÇÃO. Caxias do Sul: Conjecture, 2019. (Tradução/Artigo).
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HAHN, Paulo ; SIDEKUM, A. ; HAUENSTEIN, I. . Natal em comunidade. São Leopoldo e Nova Petrópolis: Oikos e Nova Harmonia, 2018 (Coordenador da Coleção Ética e Política).
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HAHN, Paulo . A realização e a proteção internacional dos direitos humanos fundamentais ? desafios do século XXI. São Leopoldo - RS: Unisinos, 2011 (Resenha).
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HAHN, Paulo . Blochs conceitos de utopia, não simultaneidade e multiverso enquanto condição fundamental e enquanto perspektiva para um diálogo intercultural, 2011. (Tradução/Artigo).
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HAHN, Paulo . O que o cotidiano significa na vida das pessoas? Aproximação a essa pergunta a partir de uma perspectiva européia, 2010. (Tradução/Artigo).
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HAHN, Paulo . Ernst Bloch: as dimensões das utopias sociais e suas influências no pensamento latino americano, 2010. (Tradução/Livro).
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HAHN, Paulo . A recepção da utopia social de Ernst Bloch no pensamento latino americano, 2010. (Tradução/Outra).
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HAHN, Paulo . O Solipsismo Moral: Egoísmo e Liberdade Negativa - de Giovani Meinhardt. São Leopoldo - RS, 2007. (Prefácio, Pósfacio/Apresentação)>.
Outras produções
HAHN, Paulo ; Arturo Fatturi ; BROZOZOWSKI, J. A. . Membro do Grupo de Trabalho (GT) responsável pela elaboração do projeto de implantação do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Filosofia - Portaria N° 074/PROPEPG/UFFS/2014. 2014.
HAHN, Paulo ; BROZOZOWSKI, J. A. ; Arturo Fatturi . Comissão Responsável pela Coordenação das Atividades do Grupo de Trabalho Stricto Sensu (Coordenador Adjunto) - Portaria N° 074/PROPEPG/UFFS/2014. 2014.
HAHN, Paulo . Herança Cultural e Não Simultaneidade - repensar os Direitos Humanos Fundamentais sob a perspectiva do Multiverso Cultural e da Interculturalidade. 2012.
HAHN, Paulo ; Baez, Narciso Leandro Xavier . A morfologia dos Direitos Fundamentais e a Teoria Crítica dos Direitos Humanos. 2012.
HAHN, Paulo ; FREITAS, R. S. . A afirmação histórica dos direitos humanos e teoria crítica. 2012. .
HAHN, Paulo . Teoria da Justiça - Filosofia do Direito. 2012. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).
HAHN, Paulo . Historia dos direitos humanos e teoria crítica. 2012. .
HAHN, Paulo . A evolução histórica-filosófica do conceito de dignidade humana e teoria crítica. 2012. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
HAHN, Paulo . ELABORAÇÃO DOS MODELOS DE RELATÓRIOS BIMESTRAIS PARA O ATENDIMENTO DA 1ª DIRETRIZ DO PROJETO. 2012. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Desenvolvimento de material didático).
HAHN, Paulo . ELABORAÇÃO DO EDITAL DE SELEÇÃO DA PRIMEIRA TURMA DO MESTRADO. 2012. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Desenvolvimento de material didático).
HAHN, Paulo . Ética e Comportamento Educacional. 2011. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).
HAHN, Paulo . Gestão Ambiental e Escolar. 2011. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).
HAHN, Paulo . Aplicação ética ao ?admirável mundo novo? das biotecnologias e do biopoder. 2010. .
Projetos de pesquisa
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2017 - Atual
O Princípio da Dignidade Humana e das Utopias Sociais na filosofia de Ernst Bloch, Descrição: O presente projeto de pesquisa pretende recuperar aspectos importantes da dimensão ética da utopia, com ênfase no pensamento de Ernst Bloch, considerado o principal filósofo da utopia no século XX. No primeiro momento, queremos revalorizar a importância do pensamento utópico e distópico não somente em sua dimensão histórica, mas também em suas possibilidades éticas, políticas estéticas e inclusive em sua contribuição para nos situarmos numa perspectiva historiográfica não determinista, aberta e inacabada. No segundo momento, pretendemos investigar a constatação e o princípio blochiano de que historicamente o direito natural teve como meta a dignidade da pessoa humana e as utopias sociais sempre tiveram como meta a felicidade humana neste mundo. Mas na práxis a felicidade (utopias sociais) e a dignidade (direito natural) marcharam separadamente por gerações. Sendo que Ernst Bloch sustenta uma relação dialética e complementar entre a dignidade e a felicidade. E por fim, no terceiro momento, analisa-se a atualidade dos conceitos de não simultaneidade e multiverso cultural para uma melhor compreensão do Direito Natural e das Utopias Sociais com o intuito de aproximar valores individuais, morais, culturais, sociais e políticos com a utopia ética em defesa da dignidade de cada ser humano. Por meio desta investigação pretendemos discutir a necessidade da criação de um novo paradigma de pensamento que nos permita a religação da objetividade e da subjetividade perdida desde o paradigma cartesiano.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Paulo Hahn - Coordenador / Willian de Oliveira Marques - Integrante.
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2015 - 2016
Direitos Humanos Interculturais, Descrição: O presente projeto de pesquisa pretende investigar, de maneira sistemática e coordenada, o tema da Diversidade Cultural, Não Simultaneidade e Interculturalidade ? desafios e perspectivas para os Direitos Humanos mediante a abordagem de duas proposições centrais: a) operar uma verificação históricafilosófica sobre os conceitos de não simultaneidade, de multiverso cultural e interculturalidade; b) buscar um conceito operacional para o dilema da Diversidade/Multiverso Cultural e Direitos Humanos sob a perspectiva do diálogo intercultural. A pesquisa aqui proposta parte do princípio de que a Diversidade/Multiverso Cultural, a Não Simultaneidade e a Interculturalidade trazem suportes categóricos para uma maior compreensão da temática dos direitos humanos na atualidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Paulo Hahn - Coordenador / Neide Martim - Integrante / Volnei Polidoro - Integrante., Financiador(es): Universidade Federal da Fronteira Sul - Bolsa.
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2012 - 2013
A morfologia dos Direitos Fundamentais e a Teoria Crítica dos Direitos Humanos, Descrição: O presente projeto de pesquisa pretende desenvolver, de maneira sistemática e coordenada, uma base epistemológica comum sobre a extensão filosófica, política e jurídica da categoria direitos fundamentais. O trabalho começa com o estudo da sua morfologia, destacando-se os seus elementos formadores, o conceito, o surgimento histórico e a evolução, de forma a delimitar-se os requisitos que um bem jurídico deve possuir para ser considerado direito fundamental. Após, parte-se para o estudo dos fatores que levaram a internacionalização dos direitos fundamentais, analisando-se a forma como esse processo ocorreu. Por fim, busca-se identificar quais os mecanismos de proteção dessa categoria de direitos que foram e estão sendo desenvolvidos, tanto no âmbito interno dos Estados quanto na seara internacional. O desenvolvimento dessas atividades permitirá a construção de fundamentos teóricos e o estabelecimento de pactos semânticos que facilitarão o entendimento das dimensões materiais e eficaciais dos direitos fundamentais.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Paulo Hahn - Coordenador / Narciso Leandro Xavier Baez - Integrante / Juliano Pante Schwantz - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 1
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2011 - 2013
Filosofia Intercultural e Teoria Crítica dos Direitos Fundamentais, Descrição: Este projeto visa trazer ao centro dos estudos algumas discussões que tratam dos princípios originários sobre os Direitos Fundamentais, abarcando algumas teses da Teoria Crítiica para a fundamentação dos direitos humanos (civis, sociais, naturais, da liberdade, do reconhecimento da alteridade e os direitos universais). Historicamente tanto em Locke como em muitos outros autores já emerge a concepção do direito à diversidade individual e da diversidade cultural das comunidades humanas. Este paradigma cultural encontra, na atualidade, o foro de Interculturalidade. No campo filosófico o século XX causa um giro Kantiano ao reafirmar a liberdade e a sua justificação pelo imperativo categórico, criando as teorias que justificam e fundamentam o mínimo existencial da pessoa humana, isso vem sendo dominante no campo da Filosofia Política e do Direito nas últimas décadas do século XX e início do XXI, tendo como paradigma a Ética do Discurso (Habermas e Apel), a Teoria da Justiça (Ralws), os Direitos Fundamentais (Robert Alexy) e o Direito Natural e a Dignidade Humana (Ernst Bloch).. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Paulo Hahn - Coordenador / Robison Tramontina - Integrante / Juliano Pante Schwantz - Integrante / Paula Pires da Silva - Integrante / Alessandro Tiesca Pereira - Integrante / Clenio Lago - Integrante / Alex Faturi Delevatti - Integrante / Laerton da Silva Bueno - Integrante / Silvana Raquel B. Colombo - Integrante., Número de produções C, T & A: 5
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2010 - 2011
Esperança e educação: reflexões a partir da teoria crítica e de Ernst Bloch, Descrição: No presente projeto de pesquisa queremos investigar até que ponto é possível, partindo da metodologia da esperança de Bloch e de sua teoria crítica, de seus conceitos do multiverso, não-simultaneidade e da utopia social, desenvolver uma educação da esperança. A partir desse princípio iremos recorrer às contribuições e enfoques filosóficos e interdisciplinares com os quais Bloch, em categorias abrangentes, vai além do contexto cultural e sua limitação de espaço e tempo. O primeiro enfoque começa com a análise da fundamentação ontológica bem como da utopia social e sua função crítica, metodológica e esperançosa. A obra de Ernst Bloch encontra-se atravessada por um duplo propósito: 1) pela sua postura crítica a todas as circunstancias nas quais o ser humano é ?um ser humilhado, escravizado, abandonado, desprezível?; e 2) pela insistente busca da fundamentação de uma sociedade justa na qual ? para empregar uma fórmula derivada de Marx ? o desenvolvimento pleno do indivíduo seja condição necessária para o desenvolvimento pleno da espécie. Com este duplo propósito crítico e utópico/esperançoso se vincula o interesse blochiano ? concretado no livro Princípio Esperança e Direito Natural e Dignidade Humana. O segundo enfoque será a aplicação das categorias blochianas à educação na atualidade. Ou seja, a educação deve abrigar essa busca pela completude ontologicamente incompleta do homem. Desse modo, é impossível falar em educação, em termos blochianos, sem falar em teoria crítica, ética, moral, utopia e desejos. A educação deve abrigar uma epistemologia capaz de compreender os fundamentos científicos do movimento da realidade, ao mesmo tempo em que deve desenvolver uma compreensão de mundo como algo em aberto, inacabado e o resgate do papel do homem como sujeito da busca dessa completude que nunca se esgota, mediado pelo busca de uma vida melhor para o gênero em sua universalidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Paulo Hahn - Coordenador., Número de produções C, T & A: 5
Projetos de desenvolvimento
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2006 - 2008
Kultur der Hoffnung, Descrição: Projeto de Pesquisa Kultur der Hoffnung. Unsere Studie versteht sich in erster Linie als Beitrag zur Diskussion über die gegenwärtige hoffnungslose, eindimensionale und globalisierte Gesellschaft. Die Kultur der Hoffnungslosigkeit gründet auf der Behauptung, dass es keine Alternative gibt. Daraus folgt, dass man das Chaos und die Anomie verwalten kann. Und je grö er die Hoffnungslosigkeit, desto weniger Opposition entsteht, weil dann eine mögliche Opposition überhaupt keinen Sinn ergeben kann. Eine solche Kultur lässt keine neuen Gesellschaftsprojekte, Sozialutopien oder Perspektiven mehr entstehen. Denn niemand ist fähig, sie glaubhaft zu formulieren, wenn keiner an die Möglichkeit einer Alternative für diesen Auflösungsprozess glaubt. Indem die Kultur der Hoffnung zerstört wird, ist die sich ergebende politische Anomie stabil. Für viele sind die politischen Utopien heute ins Negative umgeschlagen: Die Zukunftsgestaltung scheint nicht mehr in der Politik, sondern in `Forschungslabors´ angesiedelt. Selbst die positiven Gleichheitsutopien (Ökonomie, Recht und Würde) mit ihrer Triebkraft Hoffnung und Hunger wurden von der negativen Sicherheitsutopie des Verhinderns mit ihrer Triebkraft Angst ersetzt. Deshalb besitzen Blochs Konzepte und Kategorien hohe Relevanz. Utopie, Hoffnung, Freiheit, Demokratie, Ungleichzeitigkeit und Multiversum der Kulturen ermöglichen es, die Welt weiterhin positiv zu denken, d.h. sie beschränken die Forscher nicht nur auf instrumentelle Empirie und Forschungslabors. Sie eröffnen die Perspektive auf Alternativen für unsere immer mehr globalisierte, hoffnungslose und multikulturelle Gesellschaft. Die Angst vor der Zukunft fordert das Zukunftsdenken heraus.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (5) Doutorado: (2) . , Integrantes: Paulo Hahn - Coordenador., Financiador(es): Katholischer Akademischer Ausländer Dienst - Bolsa., Número de produções C, T & A: 3 / Número de orientações: 1
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2006 - 2008
Kultur der Hoffnung, Descrição: Projeto de Pesquisa Kultur der Hoffnung. Unsere Studie versteht sich in erster Linie als Beitrag zur Diskussion über die gegenwärtige hoffnungslose, eindimensionale und globalisierte Gesellschaft. Die Kultur der Hoffnungslosigkeit gründet auf der Behauptung, dass es keine Alternative gibt. Daraus folgt, dass man das Chaos und die Anomie verwalten kann. Und je grö er die Hoffnungslosigkeit, desto weniger Opposition entsteht, weil dann eine mögliche Opposition überhaupt keinen Sinn ergeben kann. Eine solche Kultur lässt keine neuen Gesellschaftsprojekte, Sozialutopien oder Perspektiven mehr entstehen. Denn niemand ist fähig, sie glaubhaft zu formulieren, wenn keiner an die Möglichkeit einer Alternative für diesen Auflösungsprozess glaubt. Indem die Kultur der Hoffnung zerstört wird, ist die sich ergebende politische Anomie stabil. Für viele sind die politischen Utopien heute ins Negative umgeschlagen: Die Zukunftsgestaltung scheint nicht mehr in der Politik, sondern in `Forschungslabors´ angesiedelt. Selbst die positiven Gleichheitsutopien (Ökonomie, Recht und Würde) mit ihrer Triebkraft Hoffnung und Hunger wurden von der negativen Sicherheitsutopie des Verhinderns mit ihrer Triebkraft Angst ersetzt. Deshalb besitzen Blochs Konzepte und Kategorien hohe Relevanz. Utopie, Hoffnung, Freiheit, Demokratie, Ungleichzeitigkeit und Multiversum der Kulturen ermöglichen es, die Welt weiterhin positiv zu denken, d.h. sie beschränken die Forscher nicht nur auf instrumentelle Empirie und Forschungslabors. Sie eröffnen die Perspektive auf Alternativen für unsere immer mehr globalisierte, hoffnungslose und multikulturelle Gesellschaft. Die Angst vor der Zukunft fordert das Zukunftsdenken heraus.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (5) Doutorado: (2) . , Integrantes: Paulo Hahn - Coordenador., Financiador(es): Katholischer Akademischer Ausländer Dienst - Bolsa., Número de produções C, T & A: 3 / Número de orientações: 1
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2006 - 2008
Kultur der Hoffnung, Descrição: Projeto de Pesquisa Kultur der Hoffnung. Unsere Studie versteht sich in erster Linie als Beitrag zur Diskussion über die gegenwärtige hoffnungslose, eindimensionale und globalisierte Gesellschaft. Die Kultur der Hoffnungslosigkeit gründet auf der Behauptung, dass es keine Alternative gibt. Daraus folgt, dass man das Chaos und die Anomie verwalten kann. Und je grö er die Hoffnungslosigkeit, desto weniger Opposition entsteht, weil dann eine mögliche Opposition überhaupt keinen Sinn ergeben kann. Eine solche Kultur lässt keine neuen Gesellschaftsprojekte, Sozialutopien oder Perspektiven mehr entstehen. Denn niemand ist fähig, sie glaubhaft zu formulieren, wenn keiner an die Möglichkeit einer Alternative für diesen Auflösungsprozess glaubt. Indem die Kultur der Hoffnung zerstört wird, ist die sich ergebende politische Anomie stabil. Für viele sind die politischen Utopien heute ins Negative umgeschlagen: Die Zukunftsgestaltung scheint nicht mehr in der Politik, sondern in `Forschungslabors´ angesiedelt. Selbst die positiven Gleichheitsutopien (Ökonomie, Recht und Würde) mit ihrer Triebkraft Hoffnung und Hunger wurden von der negativen Sicherheitsutopie des Verhinderns mit ihrer Triebkraft Angst ersetzt. Deshalb besitzen Blochs Konzepte und Kategorien hohe Relevanz. Utopie, Hoffnung, Freiheit, Demokratie, Ungleichzeitigkeit und Multiversum der Kulturen ermöglichen es, die Welt weiterhin positiv zu denken, d.h. sie beschränken die Forscher nicht nur auf instrumentelle Empirie und Forschungslabors. Sie eröffnen die Perspektive auf Alternativen für unsere immer mehr globalisierte, hoffnungslose und multikulturelle Gesellschaft. Die Angst vor der Zukunft fordert das Zukunftsdenken heraus.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (5) Doutorado: (2) . , Integrantes: Paulo Hahn - Coordenador., Financiador(es): Katholischer Akademischer Ausländer Dienst - Bolsa., Número de produções C, T & A: 3 / Número de orientações: 1
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2006 - 2008
Kultur der Hoffnung, Descrição: Projeto de Pesquisa ? Kultur der Hoffnung. Unsere Studie versteht sich in erster Linie als Beitrag zur Diskussion über die gegenwärtige hoffnungslose, eindimensionale und globalisierte Gesellschaft. Die Kultur der Hoffnungslosigkeit gründet auf der Behauptung, dass es keine Alternative gibt. Daraus folgt, dass man das Chaos und die Anomie verwalten kann. Und je größer die Hoffnungslosigkeit, desto weniger Opposition entsteht, weil dann eine mögliche Opposition überhaupt keinen Sinn ergeben kann. Eine solche Kultur lässt keine neuen Gesellschaftsprojekte, Sozialutopien oder Perspektiven mehr entstehen. Denn niemand ist fähig, sie glaubhaft zu formulieren, wenn keiner an die Möglichkeit einer Alternative für diesen Auflösungsprozess glaubt. Indem die Kultur der Hoffnung zerstört wird, ist die sich ergebende politische Anomie stabil. Für viele sind die politischen Utopien heute ins Negative umgeschlagen: Die Zukunftsgestaltung scheint nicht mehr in der Politik, sondern in `Forschungslabors´ angesiedelt. Selbst die positiven Gleichheitsutopien (Ökonomie, Recht und Würde) mit ihrer Triebkraft ?Hoffnung? und ?Hunger? wurden von der negativen Sicherheitsutopie des Verhinderns mit ihrer Triebkraft ?Angst? ersetzt. Deshalb besitzen Blochs Konzepte und Kategorien hohe Relevanz. Utopie, Hoffnung, Freiheit, Demokratie, Ungleichzeitigkeit und Multiversum der Kulturen ermöglichen es, die Welt weiterhin positiv zu denken, d.h. sie beschränken die Forscher nicht nur auf instrumentelle Empirie und Forschungslabors. Sie eröffnen die Perspektive auf Alternativen für unsere immer mehr globalisierte, hoffnungslose und multikulturelle Gesellschaft. Die Angst vor der Zukunft fordert das Zukunftsdenken heraus.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (5) Doutorado: (2) . , Integrantes: Paulo Hahn - Coordenador., Financiador(es): Katholischer Akademischer Ausländer Dienst - Bolsa., Número de produções C, T & A: 3 / Número de orientações: 1
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2006 - 2008
Kultur der Hoffnung, Descrição: Projeto de Pesquisa ? Kultur der Hoffnung. Unsere Studie versteht sich in erster Linie als Beitrag zur Diskussion über die gegenwärtige hoffnungslose, eindimensionale und globalisierte Gesellschaft. Die Kultur der Hoffnungslosigkeit gründet auf der Behauptung, dass es keine Alternative gibt. Daraus folgt, dass man das Chaos und die Anomie verwalten kann. Und je größer die Hoffnungslosigkeit, desto weniger Opposition entsteht, weil dann eine mögliche Opposition überhaupt keinen Sinn ergeben kann. Eine solche Kultur lässt keine neuen Gesellschaftsprojekte, Sozialutopien oder Perspektiven mehr entstehen. Denn niemand ist fähig, sie glaubhaft zu formulieren, wenn keiner an die Möglichkeit einer Alternative für diesen Auflösungsprozess glaubt. Indem die Kultur der Hoffnung zerstört wird, ist die sich ergebende politische Anomie stabil. Für viele sind die politischen Utopien heute ins Negative umgeschlagen: Die Zukunftsgestaltung scheint nicht mehr in der Politik, sondern in `Forschungslabors´ angesiedelt. Selbst die positiven Gleichheitsutopien (Ökonomie, Recht und Würde) mit ihrer Triebkraft ?Hoffnung? und ?Hunger? wurden von der negativen Sicherheitsutopie des Verhinderns mit ihrer Triebkraft ?Angst? ersetzt. Deshalb besitzen Blochs Konzepte und Kategorien hohe Relevanz. Utopie, Hoffnung, Freiheit, Demokratie, Ungleichzeitigkeit und Multiversum der Kulturen ermöglichen es, die Welt weiterhin positiv zu denken, d.h. sie beschränken die Forscher nicht nur auf instrumentelle Empirie und Forschungslabors. Sie eröffnen die Perspektive auf Alternativen für unsere immer mehr globalisierte, hoffnungslose und multikulturelle Gesellschaft. Die Angst vor der Zukunft fordert das Zukunftsdenken heraus.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (5) Doutorado: (2) . , Integrantes: Paulo Hahn - Coordenador., Financiador(es): Katholischer Akademischer Ausländer Dienst - Bolsa., Número de produções C, T & A: 3 / Número de orientações: 1
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2006 - 2008
Kultur der Hoffnung, Descrição: Projeto de Pesquisa ? Kultur der Hoffnung. Unsere Studie versteht sich in erster Linie als Beitrag zur Diskussion über die gegenwärtige hoffnungslose, eindimensionale und globalisierte Gesellschaft. Die Kultur der Hoffnungslosigkeit gründet auf der Behauptung, dass es keine Alternative gibt. Daraus folgt, dass man das Chaos und die Anomie verwalten kann. Und je größer die Hoffnungslosigkeit, desto weniger Opposition entsteht, weil dann eine mögliche Opposition überhaupt keinen Sinn ergeben kann. Eine solche Kultur lässt keine neuen Gesellschaftsprojekte, Sozialutopien oder Perspektiven mehr entstehen. Denn niemand ist fähig, sie glaubhaft zu formulieren, wenn keiner an die Möglichkeit einer Alternative für diesen Auflösungsprozess glaubt. Indem die Kultur der Hoffnung zerstört wird, ist die sich ergebende politische Anomie stabil. Für viele sind die politischen Utopien heute ins Negative umgeschlagen: Die Zukunftsgestaltung scheint nicht mehr in der Politik, sondern in `Forschungslabors´ angesiedelt. Selbst die positiven Gleichheitsutopien (Ökonomie, Recht und Würde) mit ihrer Triebkraft ?Hoffnung? und ?Hunger? wurden von der negativen Sicherheitsutopie des Verhinderns mit ihrer Triebkraft ?Angst? ersetzt. Deshalb besitzen Blochs Konzepte und Kategorien hohe Relevanz. Utopie, Hoffnung, Freiheit, Demokratie, Ungleichzeitigkeit und Multiversum der Kulturen ermöglichen es, die Welt weiterhin positiv zu denken, d.h. sie beschränken die Forscher nicht nur auf instrumentelle Empirie und Forschungslabors. Sie eröffnen die Perspektive auf Alternativen für unsere immer mehr globalisierte, hoffnungslose und multikulturelle Gesellschaft. Die Angst vor der Zukunft fordert das Zukunftsdenken heraus.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (5) Doutorado: (2) . , Integrantes: Paulo Hahn - Coordenador., Financiador(es): Katholischer Akademischer Ausländer Dienst - Bolsa., Número de produções C, T & A: 3 / Número de orientações: 1
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2006 - 2008
Kultur der Hoffnung, Descrição: Projeto de Pesquisa ? Kultur der Hoffnung. Unsere Studie versteht sich in erster Linie als Beitrag zur Diskussion über die gegenwärtige hoffnungslose, eindimensionale und globalisierte Gesellschaft. Die Kultur der Hoffnungslosigkeit gründet auf der Behauptung, dass es keine Alternative gibt. Daraus folgt, dass man das Chaos und die Anomie verwalten kann. Und je größer die Hoffnungslosigkeit, desto weniger Opposition entsteht, weil dann eine mögliche Opposition überhaupt keinen Sinn ergeben kann. Eine solche Kultur lässt keine neuen Gesellschaftsprojekte, Sozialutopien oder Perspektiven mehr entstehen. Denn niemand ist fähig, sie glaubhaft zu formulieren, wenn keiner an die Möglichkeit einer Alternative für diesen Auflösungsprozess glaubt. Indem die Kultur der Hoffnung zerstört wird, ist die sich ergebende politische Anomie stabil. Für viele sind die politischen Utopien heute ins Negative umgeschlagen: Die Zukunftsgestaltung scheint nicht mehr in der Politik, sondern in `Forschungslabors´ angesiedelt. Selbst die positiven Gleichheitsutopien (Ökonomie, Recht und Würde) mit ihrer Triebkraft ?Hoffnung? und ?Hunger? wurden von der negativen Sicherheitsutopie des Verhinderns mit ihrer Triebkraft ?Angst? ersetzt. Deshalb besitzen Blochs Konzepte und Kategorien hohe Relevanz. Utopie, Hoffnung, Freiheit, Demokratie, Ungleichzeitigkeit und Multiversum der Kulturen ermöglichen es, die Welt weiterhin positiv zu denken, d.h. sie beschränken die Forscher nicht nur auf instrumentelle Empirie und Forschungslabors. Sie eröffnen die Perspektive auf Alternativen für unsere immer mehr globalisierte, hoffnungslose und multikulturelle Gesellschaft. Die Angst vor der Zukunft fordert das Zukunftsdenken heraus.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (5) Doutorado: (2) . , Integrantes: Paulo Hahn - Coordenador., Financiador(es): Katholischer Akademischer Ausländer Dienst - Bolsa., Número de produções C, T & A: 3 / Número de orientações: 1
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Kultur der Hoffnung, Descrição: Projeto de Pesquisa ? Kultur der Hoffnung. Unsere Studie versteht sich in erster Linie als Beitrag zur Diskussion über die gegenwärtige hoffnungslose, eindimensionale und globalisierte Gesellschaft. Die Kultur der Hoffnungslosigkeit gründet auf der Behauptung, dass es keine Alternative gibt. Daraus folgt, dass man das Chaos und die Anomie verwalten kann. Und je größer die Hoffnungslosigkeit, desto weniger Opposition entsteht, weil dann eine mögliche Opposition überhaupt keinen Sinn ergeben kann. Eine solche Kultur lässt keine neuen Gesellschaftsprojekte, Sozialutopien oder Perspektiven mehr entstehen. Denn niemand ist fähig, sie glaubhaft zu formulieren, wenn keiner an die Möglichkeit einer Alternative für diesen Auflösungsprozess glaubt. Indem die Kultur der Hoffnung zerstört wird, ist die sich ergebende politische Anomie stabil. Für viele sind die politischen Utopien heute ins Negative umgeschlagen: Die Zukunftsgestaltung scheint nicht mehr in der Politik, sondern in `Forschungslabors´ angesiedelt. Selbst die positiven Gleichheitsutopien (Ökonomie, Recht und Würde) mit ihrer Triebkraft ?Hoffnung? und ?Hunger? wurden von der negativen Sicherheitsutopie des Verhinderns mit ihrer Triebkraft ?Angst? ersetzt. Deshalb besitzen Blochs Konzepte und Kategorien hohe Relevanz. Utopie, Hoffnung, Freiheit, Demokratie, Ungleichzeitigkeit und Multiversum der Kulturen ermöglichen es, die Welt weiterhin positiv zu denken, d.h. sie beschränken die Forscher nicht nur auf instrumentelle Empirie und Forschungslabors. Sie eröffnen die Perspektive auf Alternativen für unsere immer mehr globalisierte, hoffnungslose und multikulturelle Gesellschaft. Die Angst vor der Zukunft fordert das Zukunftsdenken heraus.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (5) Doutorado: (2) . , Integrantes: Paulo Hahn - Coordenador., Financiador(es): Katholischer Akademischer Ausländer Dienst - Bolsa., Número de produções C, T & A: 3 / Número de orientações: 1
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Kultur der Hoffnung, Descrição: Projeto de Pesquisa ? Kultur der Hoffnung. Unsere Studie versteht sich in erster Linie als Beitrag zur Diskussion über die gegenwärtige hoffnungslose, eindimensionale und globalisierte Gesellschaft. Die Kultur der Hoffnungslosigkeit gründet auf der Behauptung, dass es keine Alternative gibt. Daraus folgt, dass man das Chaos und die Anomie verwalten kann. Und je größer die Hoffnungslosigkeit, desto weniger Opposition entsteht, weil dann eine mögliche Opposition überhaupt keinen Sinn ergeben kann. Eine solche Kultur lässt keine neuen Gesellschaftsprojekte, Sozialutopien oder Perspektiven mehr entstehen. Denn niemand ist fähig, sie glaubhaft zu formulieren, wenn keiner an die Möglichkeit einer Alternative für diesen Auflösungsprozess glaubt. Indem die Kultur der Hoffnung zerstört wird, ist die sich ergebende politische Anomie stabil. Für viele sind die politischen Utopien heute ins Negative umgeschlagen: Die Zukunftsgestaltung scheint nicht mehr in der Politik, sondern in `Forschungslabors´ angesiedelt. Selbst die positiven Gleichheitsutopien (Ökonomie, Recht und Würde) mit ihrer Triebkraft ?Hoffnung? und ?Hunger? wurden von der negativen Sicherheitsutopie des Verhinderns mit ihrer Triebkraft ?Angst? ersetzt. Deshalb besitzen Blochs Konzepte und Kategorien hohe Relevanz. Utopie, Hoffnung, Freiheit, Demokratie, Ungleichzeitigkeit und Multiversum der Kulturen ermöglichen es, die Welt weiterhin positiv zu denken, d.h. sie beschränken die Forscher nicht nur auf instrumentelle Empirie und Forschungslabors. Sie eröffnen die Perspektive auf Alternativen für unsere immer mehr globalisierte, hoffnungslose und multikulturelle Gesellschaft. Die Angst vor der Zukunft fordert das Zukunftsdenken heraus.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (5) Doutorado: (2) . , Integrantes: Paulo Hahn - Coordenador., Financiador(es): Katholischer Akademischer Ausländer Dienst - Bolsa., Número de produções C, T & A: 3 / Número de orientações: 1
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Kultur der Hoffnung, Descrição: Projeto de Pesquisa ? Kultur der Hoffnung. Unsere Studie versteht sich in erster Linie als Beitrag zur Diskussion über die gegenwärtige hoffnungslose, eindimensionale und globalisierte Gesellschaft. Die Kultur der Hoffnungslosigkeit gründet auf der Behauptung, dass es keine Alternative gibt. Daraus folgt, dass man das Chaos und die Anomie verwalten kann. Und je größer die Hoffnungslosigkeit, desto weniger Opposition entsteht, weil dann eine mögliche Opposition überhaupt keinen Sinn ergeben kann. Eine solche Kultur lässt keine neuen Gesellschaftsprojekte, Sozialutopien oder Perspektiven mehr entstehen. Denn niemand ist fähig, sie glaubhaft zu formulieren, wenn keiner an die Möglichkeit einer Alternative für diesen Auflösungsprozess glaubt. Indem die Kultur der Hoffnung zerstört wird, ist die sich ergebende politische Anomie stabil. Für viele sind die politischen Utopien heute ins Negative umgeschlagen: Die Zukunftsgestaltung scheint nicht mehr in der Politik, sondern in `Forschungslabors´ angesiedelt. Selbst die positiven Gleichheitsutopien (Ökonomie, Recht und Würde) mit ihrer Triebkraft ?Hoffnung? und ?Hunger? wurden von der negativen Sicherheitsutopie des Verhinderns mit ihrer Triebkraft ?Angst? ersetzt. Deshalb besitzen Blochs Konzepte und Kategorien hohe Relevanz. Utopie, Hoffnung, Freiheit, Demokratie, Ungleichzeitigkeit und Multiversum der Kulturen ermöglichen es, die Welt weiterhin positiv zu denken, d.h. sie beschränken die Forscher nicht nur auf instrumentelle Empirie und Forschungslabors. Sie eröffnen die Perspektive auf Alternativen für unsere immer mehr globalisierte, hoffnungslose und multikulturelle Gesellschaft. Die Angst vor der Zukunft fordert das Zukunftsdenken heraus.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (5) Doutorado: (2) . , Integrantes: Paulo Hahn - Coordenador., Financiador(es): Katholischer Akademischer Ausländer Dienst - Bolsa., Número de produções C, T & A: 3 / Número de orientações: 1
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2006 - 2008
Kultur der Hoffnung, Descrição: Projeto de Pesquisa ? Kultur der Hoffnung. Unsere Studie versteht sich in erster Linie als Beitrag zur Diskussion über die gegenwärtige hoffnungslose, eindimensionale und globalisierte Gesellschaft. Die Kultur der Hoffnungslosigkeit gründet auf der Behauptung, dass es keine Alternative gibt. Daraus folgt, dass man das Chaos und die Anomie verwalten kann. Und je größer die Hoffnungslosigkeit, desto weniger Opposition entsteht, weil dann eine mögliche Opposition überhaupt keinen Sinn ergeben kann. Eine solche Kultur lässt keine neuen Gesellschaftsprojekte, Sozialutopien oder Perspektiven mehr entstehen. Denn niemand ist fähig, sie glaubhaft zu formulieren, wenn keiner an die Möglichkeit einer Alternative für diesen Auflösungsprozess glaubt. Indem die Kultur der Hoffnung zerstört wird, ist die sich ergebende politische Anomie stabil. Für viele sind die politischen Utopien heute ins Negative umgeschlagen: Die Zukunftsgestaltung scheint nicht mehr in der Politik, sondern in `Forschungslabors´ angesiedelt. Selbst die positiven Gleichheitsutopien (Ökonomie, Recht und Würde) mit ihrer Triebkraft ?Hoffnung? und ?Hunger? wurden von der negativen Sicherheitsutopie des Verhinderns mit ihrer Triebkraft ?Angst? ersetzt. Deshalb besitzen Blochs Konzepte und Kategorien hohe Relevanz. Utopie, Hoffnung, Freiheit, Demokratie, Ungleichzeitigkeit und Multiversum der Kulturen ermöglichen es, die Welt weiterhin positiv zu denken, d.h. sie beschränken die Forscher nicht nur auf instrumentelle Empirie und Forschungslabors. Sie eröffnen die Perspektive auf Alternativen für unsere immer mehr globalisierte, hoffnungslose und multikulturelle Gesellschaft. Die Angst vor der Zukunft fordert das Zukunftsdenken heraus.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (5) Doutorado: (2) . , Integrantes: Paulo Hahn - Coordenador., Financiador(es): Katholischer Akademischer Ausländer Dienst - Bolsa., Número de produções C, T & A: 3 / Número de orientações: 1
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2006 - 2008
Kultur der Hoffnung, Descrição: Projeto de Pesquisa ? Kultur der Hoffnung. Unsere Studie versteht sich in erster Linie als Beitrag zur Diskussion über die gegenwärtige hoffnungslose, eindimensionale und globalisierte Gesellschaft. Die Kultur der Hoffnungslosigkeit gründet auf der Behauptung, dass es keine Alternative gibt. Daraus folgt, dass man das Chaos und die Anomie verwalten kann. Und je gröer die Hoffnungslosigkeit, desto weniger Opposition entsteht, weil dann eine mögliche Opposition überhaupt keinen Sinn ergeben kann. Eine solche Kultur lässt keine neuen Gesellschaftsprojekte, Sozialutopien oder Perspektiven mehr entstehen. Denn niemand ist fähig, sie glaubhaft zu formulieren, wenn keiner an die Möglichkeit einer Alternative für diesen Auflösungsprozess glaubt. Indem die Kultur der Hoffnung zerstört wird, ist die sich ergebende politische Anomie stabil. Für viele sind die politischen Utopien heute ins Negative umgeschlagen: Die Zukunftsgestaltung scheint nicht mehr in der Politik, sondern in `Forschungslabors angesiedelt. Selbst die positiven Gleichheitsutopien (Ökonomie, Recht und Würde) mit ihrer Triebkraft ?Hoffnung? und ?Hunger? wurden von der negativen Sicherheitsutopie des Verhinderns mit ihrer Triebkraft ?Angst? ersetzt. Deshalb besitzen Blochs Konzepte und Kategorien hohe Relevanz. Utopie, Hoffnung, Freiheit, Demokratie, Ungleichzeitigkeit und Multiversum der Kulturen ermöglichen es, die Welt weiterhin positiv zu denken, d.h. sie beschränken die Forscher nicht nur auf instrumentelle Empirie und Forschungslabors. Sie eröffnen die Perspektive auf Alternativen für unsere immer mehr globalisierte, hoffnungslose und multikulturelle Gesellschaft. Die Angst vor der Zukunft fordert das Zukunftsdenken heraus.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (5) Doutorado: (2) . , Integrantes: Paulo Hahn - Coordenador., Financiador(es): Katholischer Akademischer Ausländer Dienst - Bolsa., Número de produções C, T & A: 3 / Número de orientações: 1
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2006 - 2008
Kultur der Hoffnung, Descrição: Projeto de Pesquisa ? Kultur der Hoffnung. Unsere Studie versteht sich in erster Linie als Beitrag zur Diskussion über die gegenwärtige hoffnungslose, eindimensionale und globalisierte Gesellschaft. Die Kultur der Hoffnungslosigkeit gründet auf der Behauptung, dass es keine Alternative gibt. Daraus folgt, dass man das Chaos und die Anomie verwalten kann. Und je gröer die Hoffnungslosigkeit, desto weniger Opposition entsteht, weil dann eine mögliche Opposition überhaupt keinen Sinn ergeben kann. Eine solche Kultur lässt keine neuen Gesellschaftsprojekte, Sozialutopien oder Perspektiven mehr entstehen. Denn niemand ist fähig, sie glaubhaft zu formulieren, wenn keiner an die Möglichkeit einer Alternative für diesen Auflösungsprozess glaubt. Indem die Kultur der Hoffnung zerstört wird, ist die sich ergebende politische Anomie stabil. Für viele sind die politischen Utopien heute ins Negative umgeschlagen: Die Zukunftsgestaltung scheint nicht mehr in der Politik, sondern in `Forschungslabors angesiedelt. Selbst die positiven Gleichheitsutopien (Ökonomie, Recht und Würde) mit ihrer Triebkraft ?Hoffnung? und ?Hunger? wurden von der negativen Sicherheitsutopie des Verhinderns mit ihrer Triebkraft ?Angst? ersetzt. Deshalb besitzen Blochs Konzepte und Kategorien hohe Relevanz. Utopie, Hoffnung, Freiheit, Demokratie, Ungleichzeitigkeit und Multiversum der Kulturen ermöglichen es, die Welt weiterhin positiv zu denken, d.h. sie beschränken die Forscher nicht nur auf instrumentelle Empirie und Forschungslabors. Sie eröffnen die Perspektive auf Alternativen für unsere immer mehr globalisierte, hoffnungslose und multikulturelle Gesellschaft. Die Angst vor der Zukunft fordert das Zukunftsdenken heraus.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (5) Doutorado: (2) . , Integrantes: Paulo Hahn - Coordenador., Financiador(es): Katholischer Akademischer Ausländer Dienst - Bolsa., Número de produções C, T & A: 4
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2006 - 2008
Kultur der Hoffnung, Descrição: Projeto de Pesquisa ? Kultur der Hoffnung. Unsere Studie versteht sich in erster Linie als Beitrag zur Diskussion über die gegenwärtige hoffnungslose, eindimensionale und globalisierte Gesellschaft. Die Kultur der Hoffnungslosigkeit gründet auf der Behauptung, dass es keine Alternative gibt. Daraus folgt, dass man das Chaos und die Anomie verwalten kann. Und je gröer die Hoffnungslosigkeit, desto weniger Opposition entsteht, weil dann eine mögliche Opposition überhaupt keinen Sinn ergeben kann. Eine solche Kultur lässt keine neuen Gesellschaftsprojekte, Sozialutopien oder Perspektiven mehr entstehen. Denn niemand ist fähig, sie glaubhaft zu formulieren, wenn keiner an die Möglichkeit einer Alternative für diesen Auflösungsprozess glaubt. Indem die Kultur der Hoffnung zerstört wird, ist die sich ergebende politische Anomie stabil. Für viele sind die politischen Utopien heute ins Negative umgeschlagen: Die Zukunftsgestaltung scheint nicht mehr in der Politik, sondern in `Forschungslabors angesiedelt. Selbst die positiven Gleichheitsutopien (Ökonomie, Recht und Würde) mit ihrer Triebkraft ?Hoffnung? und ?Hunger? wurden von der negativen Sicherheitsutopie des Verhinderns mit ihrer Triebkraft ?Angst? ersetzt. Deshalb besitzen Blochs Konzepte und Kategorien hohe Relevanz. Utopie, Hoffnung, Freiheit, Demokratie, Ungleichzeitigkeit und Multiversum der Kulturen ermöglichen es, die Welt weiterhin positiv zu denken, d.h. sie beschränken die Forscher nicht nur auf instrumentelle Empirie und Forschungslabors. Sie eröffnen die Perspektive auf Alternativen für unsere immer mehr globalisierte, hoffnungslose und multikulturelle Gesellschaft. Die Angst vor der Zukunft fordert das Zukunftsdenken heraus.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (5) Doutorado: (2) . , Integrantes: Paulo Hahn - Coordenador., Financiador(es): Katholischer Akademischer Ausländer Dienst - Bolsa., Número de produções C, T & A: 4
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2006 - 2008
Kultur der Hoffnung, Descrição: Projeto de Pesquisa ? Kultur der Hoffnung. Unsere Studie versteht sich in erster Linie als Beitrag zur Diskussion über die gegenwärtige hoffnungslose, eindimensionale und globalisierte Gesellschaft. Die Kultur der Hoffnungslosigkeit gründet auf der Behauptung, dass es keine Alternative gibt. Daraus folgt, dass man das Chaos und die Anomie verwalten kann. Und je größer die Hoffnungslosigkeit, desto weniger Opposition entsteht, weil dann eine mögliche Opposition überhaupt keinen Sinn ergeben kann. Eine solche Kultur lässt keine neuen Gesellschaftsprojekte, Sozialutopien oder Perspektiven mehr entstehen. Denn niemand ist fähig, sie glaubhaft zu formulieren, wenn keiner an die Möglichkeit einer Alternative für diesen Auflösungsprozess glaubt. Indem die Kultur der Hoffnung zerstört wird, ist die sich ergebende politische Anomie stabil. Für viele sind die politischen Utopien heute ins Negative umgeschlagen: Die Zukunftsgestaltung scheint nicht mehr in der Politik, sondern in `Forschungslabors´ angesiedelt. Selbst die positiven Gleichheitsutopien (Ökonomie, Recht und Würde) mit ihrer Triebkraft ?Hoffnung? und ?Hunger? wurden von der negativen Sicherheitsutopie des Verhinderns mit ihrer Triebkraft ?Angst? ersetzt. Deshalb besitzen Blochs Konzepte und Kategorien hohe Relevanz. Utopie, Hoffnung, Freiheit, Demokratie, Ungleichzeitigkeit und Multiversum der Kulturen ermöglichen es, die Welt weiterhin positiv zu denken, d.h. sie beschränken die Forscher nicht nur auf instrumentelle Empirie und Forschungslabors. Sie eröffnen die Perspektive auf Alternativen für unsere immer mehr globalisierte, hoffnungslose und multikulturelle Gesellschaft. Die Angst vor der Zukunft fordert das Zukunftsdenken heraus.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (5) Doutorado: (2) . , Integrantes: Paulo Hahn - Coordenador., Financiador(es): Katholischer Akademischer Ausländer Dienst - Bolsa., Número de produções C, T & A: 4
Prêmios
2007
Abschlussprämie, KAAD - Katholischer Akademischer Ausländer - Dienst.
2004
Bolsa Integral para o Doutorado na Alemanha, KAAD.
Histórico profissional
Endereço profissional
-
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas. , Av. Bento Gonçalves, 9500 ? Campus do Vale - Prédio 43311 - Sala 223, Agronomia, 91509900 - Porto Alegre, RS - Brasil - Caixa-postal: 15055, Telefone: (51) 33086616, URL da Homepage:
Experiência profissional
2021 - Atual
Universidade Federal do Rio Grande do SulVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor titular, Regime: Dedicação exclusiva.
Atividades
-
06/2022
Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Ética aplicada I
-
06/2022
Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Introdução ao estágio em Filosofia
-
06/2022
Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Introdução ao pensamento filosófico
-
04/2022
Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas.,Cargo ou função, COORLICEN - Coordenadoria das Licenciaturas.
-
04/2022
Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas.,Cargo ou função, COMGRAD - Comissâo de Graduação.
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01/2022 - 05/2022
Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Introdução ao pensamento filosófico
-
01/2022 - 05/2022
Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Introdução ao pensamento filosófico
2013 - 2021
Universidade Federal da Fronteira SulVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor titular, Regime: Dedicação exclusiva.
Atividades
-
02/2019
Ensino, Interdisciplinar em Educação do Campo: Ciências Sociais e Humanas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Ética II, Introdução à filosofia, Ética prática - bioética e ética ambiental
-
01/2014
Ensino, Interdisciplinar em Educação do Campo: Ciências So, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Introdução ao estudo da área das ciências humanas e sociais
-
09/2013
Ensino, Agronomia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Fundamentos da Crítica Social
-
08/2013
Pesquisa e desenvolvimento, Campus Chapecó.,Linhas de pesquisa
-
08/2013
Conselhos, Comissões e Consultoria, Campus Laranjeiras do Sul.,Cargo ou função, Coordenador Adjunto de Pesquisa e Pós-Graduação.
-
08/2021 - 12/2021
Ensino, Mestrado em Filosofia, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Tópicos especiais em Ética II
-
08/2019 - 11/2019
Ensino, Mestrado em Filosofia, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Tópicos Especiais de Ética I
-
08/2014 - 10/2014
Conselhos, Comissões e Consultoria, Campus Laranjeiras do Sul.,Cargo ou função, 5.5. Membro constituinte da Comissão Organizadora do IV SEPE (Seminário de Ensino, Pesquisa e Extensão).
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11/2013 - 12/2013
Conselhos, Comissões e Consultoria, Campus Laranjeiras do Sul.,Cargo ou função, Presidente da Comissão de Coordenação e Execução do Processo Seletivo Especial 2013 do curso Interdisciplinar em Educação do Campo: Ciências Humanas e Sociais ? Licenciatura.
-
10/2013 - 12/2013
Outras atividades técnico-científicas , Campus Laranjeiras do Sul, Campus Laranjeiras do Sul.,Atividade realizada, ELABORAÇÃO DO EDITAL Nº 547/UFFS/2013 DO PROCESSO SELETIVO ESPECIAL PARA O CURSO INTERDISCIPLINAR EM EDUCAÇÃO DO CAMPO: CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS.
2010 - 2013
Universidade do Oeste de Santa CatarinaVínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: Professor titular, Carga horária: 40
Atividades
-
02/2013 - 08/2013
Ensino, Mestrado em Direito, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Filosofia intercultural e teoria crítica dos direitos fundamentais
-
07/2012 - 12/2012
Ensino, Direito, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Ética e Sociedade, Direitos Humanos e Democracia
-
07/2011 - 12/2012
Pesquisa e desenvolvimento, Campus Chapecó.,Linhas de pesquisa
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02/2012 - 06/2012
Ensino, Direito, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Ética e Sociedade, Filosofia Geral, Metodologia da Pesquisa Científica
-
07/2011 - 12/2011
Ensino, Direito, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Filosofia do Direito, Ética e Sociedade
-
02/2011 - 06/2011
Ensino, Direito, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Filosofia Jurídica, Filosofia da Justiça - Filosofia do Direito
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07/2010 - 12/2010
Ensino, Direito, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Ética e Sociedade, Filosofia Geral, Filosofia Intercultural e Teoria Crítica dos Direitos Fundamentais, Filosofia Jurídica
2011 - 2013
FTEC-Faculdade de TecnologiaVínculo: Professor, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 8
2011 - 2011
FTEC-Faculdade de TecnologiaVínculo: Coordenador de Projetos, Enquadramento Funcional: Coordenador de Projetos, Carga horária: 5
Atividades
-
02/2012 - 07/2012
Ensino, Administração, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Filosofia e Ética, Introdução às Ciências Sociais e Políticas
-
08/2011 - 12/2011
Ensino, Recursos Humanos, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Ética e Responsabilidade Social, Gestão do Conhecimento, Pensamento Sistêmico
-
02/2011 - 07/2011
Ensino, Administração, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Filosofia e Ética, Introdução ao Direito, Introdução as Ciências Sociais e Políticas, Psicologia Aplicada à Administração
2011 - 2013
CNEC-GramadoVínculo: Professor, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 8
Atividades
-
02/2011 - 02/2013
Ensino, Pós-Graduação em Educação Profissional e Tecnológi, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Ética e Comportamento Educacional, Gestão Ambiental e Escolar
2006 - 2007
Universitat BremenVínculo: Professor Estagiário, Enquadramento Funcional: Professor estagiário, Carga horária: 4
2005 - 2007
Universitat BremenVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Colaborador e Organizador
2004 - 2007
Universitat BremenVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Integrante de grupo de Pesquisa
Atividades
-
04/2005 - 06/2007
Extensão universitária , UNESCO Abteilung - Universität Bremen.,Atividade de extensão realizada, Deutsche Abteilung Menschenrechte und Kulturen des europäischen UNESCO-Lehrstuhl für Philosophie/Paris an der Universität Bremen.
-
04/2005 - 04/2007
Pesquisa e desenvolvimento, UNESCO Abteilung - Universität Bremen.,Linhas de pesquisa
-
10/2006 - 02/2007
Estágios , Universität Bremen.,Estágio realizado, Ernst Bloch: die Dimension der Sozialutopie und ihr Einfluss im lateinamerikanischen Denken.
2003 - 2003
Universidade do Vale do Rio dos SinosVínculo: Professor Estagiario, Enquadramento Funcional: Professor estagiário, Carga horária: 4
2002 - 2003
Universidade do Vale do Rio dos SinosVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Integrante de grupo de Pesquisa
Atividades
-
08/2002 - 10/2003
Extensão universitária , Centro de Ciências Humanas.,Atividade de extensão realizada, Grupo de Pesquisa sobre Bioética.
-
03/2003 - 06/2003
Estágios , Centro de Ciências Humanas.,Estágio realizado, Filosofia da Natureza.
2005 - 2007
Ernst Bloch - ZentrumVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Colaborador e Pesquisador
Atividades
-
10/2005 - 06/2007
Ensino, Philosophie Ernst Bloch, Nível: Aperfeiçoamento,Disciplinas ministradas, Blochs Philosophie und ihr Einfluss auf das lateinamerikanische Denken, Die philosophische Rezeption des Marxismus in Lateinamerika
-
04/2005 - 06/2007
Extensão universitária , Bloch Zentrum.,Atividade de extensão realizada, Pesquisa e Desenvolvimento.
1994 - 1996
Instituto Missioneiro de TeologiaVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Bibliotecário e Secretário, Carga horária: 20
Atividades
-
03/1994 - 02/1995
Direção e administração, Secretaria e Biblioteca, Secretaria e Biblioteca.,Cargo ou função, Secretario e Bibliotecário.
2000 - 2003
Global Distribuição de Bens de ConsumoVínculo: Funcionário, Enquadramento Funcional: Recursos Humanos - Treinamento Pessoal, Carga horária: 44, Regime: Dedicação exclusiva.
Atividades
-
11/2000 - 05/2003
Conselhos, Comissões e Consultoria, Grupo Herval Ltda.,Cargo ou função, Recursos Humanos e Treinamento.
2008 - 2012
Agroimpuls und VBO (Vereinigung Bäuerlicher Organisationen)Vínculo: Praktikantenvermittlung, Enquadramento Funcional: Intermediação de praticantes brasileiros
Atividades
-
05/2008 - 10/2012
Conselhos, Comissões e Consultoria, Agroimpuls und VBO (Vereinigung Bäuerlicher Organisationen).,Cargo ou função, Intermediador e Organizador.
1996 - 1996
Colégio Cenecista Sepe Tiaraju - Santo ÂngeloVínculo: Professor estagiário, Enquadramento Funcional: Professor estagiário, Carga horária: 4
1997 - 2000
Terla Móveis e Decorações LtdaVínculo: Funcionário, Enquadramento Funcional: Recursos Humanos, Carga horária: 44, Regime: Dedicação exclusiva.
1995 - 1996
Diocese Santo AngeloVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Coordenador da PACTO
Outras informações:
PACTO - Pastoral de Auxílio Comunitário ao Toxicômano
Atividades
-
01/1995 - 02/1996
Treinamentos ministrados , Diocese Santo Angelo.,Treinamentos ministrados, Auxílio ao Toxicômano, Prevenção para líderes comunitários
2005 - 2007
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