Luisa Maria Gomes de Macedo Braga
Graduada em Medicina Veterinária pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), mestre em Ciências Veterinárias pela UFRGS, doutora em Genética e Biologia Molecular pela UFRGS e pós-doutora pelo Instituto de Cardiologia do RS (ICFUC/RS) e Faculdade de Medicina da USP-InCOR . Ex-presidente da Sociedade Brasileira de Ciência de Animais de Laboratório - SBCAL (2014-2016). Ex-Coordenadora do Conselho Nacional de Controle da Experimentação Animal -CONCEA (2023-2025), onde atual como Coordenadora da Câmara Permanente de Produção e Organizadora do Guia Brasileiro. Atuou profissionalmente como Diretora da Coordenação de Produção e Experimentação da Animal da FEPPS/RS e como Coordenadora Técnica do Centro de Modelos Biológicos Experimentais (CeMBE/PUCRS), onde também exerceu a função de Médica Veterinária responsável técnica e Médica Veterinária da CEUA-PUCRS. Membro da Academia Brasileira de Ciências de Animais de Laboratório (ABCAL), ocupando a cadeira 2 e a vice-presidência. Sócia proprietária das empresas LGMACEDO Consultoria e Desenvolvimento Profissional LTDA e VIVENS Consultoria. Tem experiência na área de Medicina Veterinária, com ênfase em Gestão, de Biotérios e suas equipes, produção e manutenção de colônias de Animais de Laboratório, atuando principalmente nos seguintes temas: animais de laboratório, ética em pesquisa, experimentação animal, terapia celular, células-tronco e gestão de pessoas
Informações coletadas do Lattes em 04/02/2026
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em Genética e Biologia Molecular
2003 - 2007
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Título: DESENVOLVIMENTO DE PROTOCOLOS PRÉ-CLINICOS DE TERAPIA CELULAR EM ROEDORES PARA O TRATAMENTO DA CARDIOPATIA ISQUÊMICA
, Ano de obtenção: 2007. Nance Beyer Nardi. Palavras-chave: Terapia celular; Célula-tronco mesenquimal; CÉLULAS-TRONCO DE ADULTO; Infarto agudo de miocárdio; VIAS DE ADMINISTRAÇÃO DE CÉLULAS.Grande área: Ciências BiológicasGrande Área: Ciências Biológicas / Área: Genética. Grande Área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária. Setores de atividade: Cuidado À Saúde das Pessoas; Saúde Humana; Produtos e Processos Biotecnológicos.
Mestrado em Ciências Veterinárias
1998 - 2000
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Título: Sobrevivência in vitro de embriões Mus domesticus domesticus após vitrificação em diferentes volumes da solução 9M de Etileno Glicol
Orientador: José Luiz Rodrigues
, Ano de Obtenção: 2000.Palavras-chave: criopreservação; embriões; camundongos; etileno glicol; vitrificação.Grande área: Ciências AgráriasSetores de atividade: Produtos e Processos Biotecnológicos Vinculados À Saúde Humana Ou dos Animais.
Especialização em Gestão Liderança e Coaching
2020 - 2021
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Título: Coaching Motivacional de Equipes
Orientador: Alessandro Nunes de Souza
Especialização em Farmácia
1999 - 2001
Universidade Luterana do Brasil
Título: Vacina Gênica de DNA para Tuberculose
Orientador: Maria Lucia Rosa Rossetti
Bolsista do(a): Fundação Estadual de Produção e Pesquisa Em Saúde, FEPPS, Brasil.
Aperfeiçoamento em 27thShort Course of Laboratory Animal Science
2013 - 2013
Charles River
Título: Não Houve. Ano de finalização: 2013
Bolsista do(a): Charles River, CR, Estados Unidos.
Aperfeiçoamento em Latin American Training Fellowship Program
2010 - 2011
Center of Comparative Medicine Massachusetts General Hospital
Título: Bolsa de treinamento. Ano de finalização: 2011
Orientador: Steven M. Niemi
Bolsista do(a): International Council of Laboratory Animal Science, ICLAS, Estados Unidos.
Aperfeiçoamento em Curso de Terapia Gênica
2003 - 2003
Escola Paulista de Medicina
Título: Sem monografia. Ano de finalização: 2003
Orientador: Sang Won Han
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.
Aperfeiçoamento em Curso Sobre Animales de Laboratorio
2001 - 2001
Universidad de Buenos Aires
Ano de finalização: 2001;
Pós-doutorado
2012 - 2012
Pós-Doutorado. , Intituto do Coração da Faculdade de Medicina da USP, INCOR-FAMUSP, Brasil. , Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. , Grande área: Ciências da Saúde
2011 - 2011
Pós-Doutorado. , Intituto do Coração da Faculdade de Medicina da USP, INCOR-FAMUSP, Brasil. , Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. , Grande área: Ciências Biológicas, Grande Área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva. , Grande Área: Ciências da Saúde / Área: Medicina.
2009 - 2009
Pós-Doutorado. , Instituto do Coração-Faculdade de medicina da USP, INCOR/FMUSP, Brasil. , Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. , Grande área: Ciências da Saúde, Grande Área: Ciências Biológicas / Área: Genética / Subárea: Genética Humana e Médica / Especialidade: Terapia Celular. , Grande Área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária / Subárea: Clínica e Cirurgia Animal / Especialidade: Animais de Laboratório.
Formação complementar
2020 - 2020
Extensão universitária em Competências Profissionais, Emocionais e Tecnológicas para Tempos de Mudanç. (Carga horária: 4h). , Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.
2018 - 2018
Extensão universitária em Professional & Self Coaching. (Carga horária: 96h). , Faculdades Monteiro Lobato, FATO, Brasil.
2018 - 2018
Leader Coaching. (Carga horária: 20h). , Instituto Brasileiro de Coaching, IBC COACHING, Brasil.
2018 - 2018
Life Coaching. (Carga horária: 20h). , Instituto Brasileiro de Coaching, IBC COACHING, Brasil.
2018 - 2018
Analista Comportamental. (Carga horária: 20h). , Instituto Brasileiro de Coaching, IBC COACHING, Brasil.
2018 - 2018
Professional & Self Coaching. (Carga horária: 180h). , Instituto Brasileiro de Coaching, IBC COACHING, Brasil.
2016 - 2016
TREINAMENTO OPERACIONAL ZEBTEC MULTILINK E ZEBTEC STAND ALONE. (Carga horária: 5h). , TECNIPLAST, TECNIPLAST, Itália.
2013 - 2013
Lean Certification. (Carga horária: 20h). , Center of Comparative Medicine- Massachusetts General Hospital, CCM/MGH, Estados Unidos.
2012 - 2012
Germ-Free Isolator Concepts and Techiques. (Carga horária: 4h). , American Association for Laboratory Animal Science, AALAS, Estados Unidos.
2012 - 2012
Physical Security Consideration fot Lab Animal. (Carga horária: 4h). , American Association for Laboratory Animal Science, AALAS, Estados Unidos.
2012 - 2012
Integrating the roles of Animal Care and Facility. (Carga horária: 8h). , American Association for Laboratory Animal Science, AALAS, Estados Unidos.
2008 - 2008
Curso Internacional EMBO Genetics of Lab Rodents. (Carga horária: 44h). , Instituto Pasteur de Montevideu, IPM, Uruguai.
2005 - 2005
II Curso Teórico Prático de Transferência Nuclear. (Carga horária: 40h). , Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
2005 - 2005
Formação de auditores de Biossegurança. (Carga horária: 6h). , Associação Nacional de Biossegurança, ANBIO, Brasil.
2005 - 2005
Estágio no Laboratório de Hipertensão Experimental. (Carga horária: 240h). , Universidade de São Paulo, USP, Brasil.
2003 - 2003
Extensão universitária em Curso Teórico-Prático: Terapia Gênica. (Carga horária: 110h). , ESCOLA PAULISTA DE MEDICINA, UNIFESP, Brasil.
2002 - 2002
Extensão universitária em Novas Fronteiras da Genética. (Carga horária: 15h). , Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
2002 - 2002
Animais Transgênicos. , Colegio Brasileiro de Experimentação Animal, COBEA, Brasil.
2001 - 2001
Extensão universitária em Curso Sobre Animales de Laboratorio. (Carga horária: 80h). , Universidad de Buenos Aires, UBA, Argentina.
2001 - 2001
Curso de Atualização Epidemiologia E Metodologia. (Carga horária: 30h). , Fundação Estadual de Produção e Pesquisa Em Saúde, FEPPS, Brasil.
1999 - 1999
Extensão universitária em Gnotobiologia. (Carga horária: 40h). , Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, Brasil.
1999 - 1999
Biotecnologias Aplicadas Ao Desenvolvimento Oocitá. (Carga horária: 16h). , Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
1996 - 1996
Extensão universitária em Gestão da Qualidade Total. , Fundação Para O Desenvolvimento de Recursos Humanos, FDRH, Brasil.
1988 - 1988
Avanços Tecnológicos no Setor Saúde. (Carga horária: 40h). , Instituto de Pesquisas Biológicas Ssma, IPB, Brasil.
1986 - 1986
Atualização Gerencial Para Chefias do Instituto de. (Carga horária: 120h). , Fundação Para O Desenvolvimento de Recursos Humanos, FDRH, Brasil.
1982 - 1982
Extensão universitária em Manejo y Patogia de Animales de Laboratorio. (Carga horária: 320h). , Centro Panamericano de Zoonozis, CEPANZO, Argentina.
1982 - 1982
Extensão universitária em Adiestramento Em Animales de Laboratorio. (Carga horária: 120h). , Instituto de Salud Publica de Chile, ISP, Chile.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária.
Grande área: Outros / Área: Bioética / Subárea: Cultura do Cuidado.
Grande área: Outros / Área: Bioética / Subárea: Gestão de pessoas.
Grande área: Outros / Área: Bioética / Subárea: Biotecnologia.
Grande área: Outros / Área: Bioética / Subárea: Genética.
Organização de eventos
SPECK, M. ; BRAGA, L. M. G. M . 16° Congresso Brasileiro de Ciências de Animais de Laboratório. 2023. (Congresso).
BRAGA, LUISA MARIA GOMES DE MACEDO ; SPECK, M. ; SESTERHEIM, Patricia ; PETERS, V. M. ; RIVERA, E. ; LOPES, E. F. . 14° Congresso Brasileiro da SBCAL e 3° Encontro Latino-americano de Ciência em Animais de Laboratório. 2016. (Congresso).
BRAGA, L. M. G. M ; SESTERHEIM, Patricia ; MENTZ, M. B. ; SPECK, M. ; SARTURI, C. R. ; SILVA, A. C. A. ; RIVERA, E. ; PETERS, V. M. . 13° Congresso Brasileiro da SBCAL e 2° Encontro Latino-americano de Ciência em Animais de Laboratório. 2014. (Congresso).
RIVERA, E. ; BRAGA, L. M. G. M ; GUILLEN, J. . Workshop Acreditação de Biotérios: Entendimento e Preparação. 2014. (Outro).
MORALES, M. ; ARAUJO, A. L. S. M. ; BRAGA, L. M. G. M ; TARICANO, I. D. . Simpósio do Conselho Nacional de Controle da Experimentação Animal. 2012. (Outro).
BRAGA, L. M. G. M ; Ramos, CLJ ; Schaurich, A . 4° Jornada Científica e I Seminário Científico e Tecnológico-10 anos PADCT/FEPPS. 2010. (Outro).
Marcel Frajblat ; NASCIMENTO, N. ; RIVERA, E. ; BRAGA, L. M. G. M ; Caríssimi, A. ; Guaraldo A.M ; Magerowsky, J. . XI Congresso de Ciência em Animais de Laboratório II Fórum de Comissões de Ética no Uso de Animais. 2009. (Congresso).
CHIES, José Arthur Bogo ; CAMASSOLA, Melissa ; BRAGA, L. M. G. M . Imunologia Básica e Aplicada- 1° Ciclo de palestras. 2006. (Outro).
BRAGA, L. M. G. M . Segunda Jornada Científica da FEPPS. 2004. (Outro).
BRAGA, L. M. G. M . Curso de Aperfeiçoamento em Experimentação Animal. 2004. (Outro).
Participação em eventos
Encontros do Conhecimento.Como o Bioterista pode interferir no resultado experimental. 2019. (Encontro).
I Seminário de Ética e Bioética e V Encontro das CEUAS do RGS.Reprodutibilidade Experimental. 2019. (Seminário).
I Workshop em Ciências de Animais de Laboratório da UFU e Encontro Regional da SBCAL.Gestão de Biotérios e manutenção de linhagens e colônia de roedores. 2019. (Simpósio).
I Workshop em Ciências de Animais de Laboratório da UFU e Encontro Regional da SBCAL.Principais Vias de Coleta de fluidos e administração em ratos e camundongos. 2019. (Encontro).
I Workshop em Ciências de Animais de Laboratório da UFU e Encontro Regional da SBCAL.Protocolos Experimentais. 2019. (Encontro).
I Workshop em Ciências de Animais de Laboratório da UFU e Encontro Regional da SBCAL.Motivação dos Colaboradores na experimentação Animal. 2019. (Encontro).
V Simposio de Bioterismo do Einstein- Manejo, Legislação, Ética e Segurança.Motivação dos Colaboradores na experimentação Animal. 2019. (Simpósio).
V Simposio de Bioterismo do Einstein- Manejo, Legislação, Ética e Segurança.Legislação Nacional. 2019. (Simpósio).
1° CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM CIÊNCIAS DE ANIMAIS DE LABORATÓRIO E GENÉTICA DE ROEDORES. 2018. (Outra).
15° CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIÊNCIA DE ANIMAIS DE LABORATÓRIO/4° ENCONTRO LATINO AMERICANO DE CIÊNCIA DE ANIMAIS DE LABORATÓRIO E REUNIÃO ANUAL DO INTERNATIONAL COUNCIL ON LABORATORY ANIMAL SCIENCE. QUAL O SEU DIAGNÓSTICO DOUTOR?. 2018. (Congresso).
15° CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIÊNCIA DE ANIMAIS DE LABORATÓRIO/4° ENCONTRO LATINO AMERICANO DE CIÊNCIA DE ANIMAIS DE LABORATÓRIO E REUNIÃO ANUAL DO INTERNATIONAL COUNCIL ON LABORATORY ANIMAL SCIENCE. PERSPECTIVAS EM ENRIQUECIMENTO AMBIENTAL. 2018. (Congresso).
15° CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIÊNCIA DE ANIMAIS DE LABORATÓRIO/4° ENCONTRO LATINO AMERICANO DE CIÊNCIA DE ANIMAIS DE LABORATÓRIO E REUNIÃO ANUAL DO INTERNATIONAL COUNCIL ON LABORATORY ANIMAL SCIENCE. COMO REDUZIR A INTERFERÊNCIA NO RESULTADO EXPERIMENTAL DURANTE A CONTENÇÃO, COLETA E INOCULAÇÃO DE RATOS E CAMUNDONGOS. 2018. (Congresso).
15° CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIÊNCIA DE ANIMAIS DE LABORATÓRIO/4° ENCONTRO LATINO AMERICANO DE CIÊNCIA DE ANIMAIS DE LABORATÓRIO E REUNIÃO ANUAL DO INTERNATIONAL COUNCIL ON LABORATORY ANIMAL SCIENCE. AVALIAÇÃO DE TRABALHOS CIENTÍFICOS. 2018. (Congresso).
II Simpósio do Conselho Nacional de Controle da Experimentação Animal.Guia Brasileiro de Produção, Manutenção ou Utilização de Animais em Atividades de Ensino ou Pesquisa Científica. 2018. (Simpósio).
IV Encontro de CEUAs do Rio Grande do Sul.OS DEZ ANOS DA LEI AROUCA: CONQUISTAS E DESAFIOS. 2018. (Encontro).
XXII Congresso CBRA. Controle Reprodutivo de Biotérios de Criação de Animais de Laboratório com enfase em roedores. 2017. (Congresso).
III ENCONTRO DE BIOÉTICA EM EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL.EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL:ÉTICA NA PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO. 2016. (Encontro).
47th Annual Congress of Brazilian Society of Pharmacology and Experimental Therapeutics SSBFTE. Biotérios e manejo de animais de laboratório. 2015. (Congresso).
AMAZONVET-CONGRESSO DOS MÉDICOS VETERINÁRIOS DA AMAZÔNIA LEGAL. NOÇÕES BÁSICAS DE ÉTICA, CUIDADO E MANEJO DE ANIMAIS EM EXPERIMENTAÇÃO. 2015. (Congresso).
II Simpósio CONCEA 2015.Integração Entre as CEUAs e CONCEA: Legislação e conhecimento. 2015. (Simpósio).
II Workshop de Ética em Pesquisa da Pontifícia Universidade Católica de Goiás.ÉTICA EM PESQUISA COM ANIMAIS. 2015. (Outra).
II Congreso Internacional FESSACAL IV Congreso Nacional, IV Reunión Científica Regionál de AACyTAL I Simposio de Métodos Alternativos. LA SITUACIÓN BRASILEÑA DE LAS COMISIONES DE ÉTICA PARA EL USO DE ANIMALES (CEUAs). 2014. (Congresso).
IV Reunión Científica Regional ACCMAL-FESSACAL-FESAHANCCCAL-ICLAS. Situación de las comisiones de ética para el uso de animales en Brasil: inicio de una nueva era?. 2014. (Congresso).
XXX Congresso Brasileiro de Zoologia. Ética na Experimentação Animal e Coleta de Campo. 2014. (Congresso).
I Congreso AUCyTAL. 2013. (Congresso).
63rd AALAS Nacional Meeting. 2012. (Congresso).
Curso Sobre Cuidados e Manejo de Animais de Laboratório.Comitês de Ética-Protocolo de Pesquisa. 2012. (Outra).
Curso Sobre Cuidados e Manejo de Animais de Laboratório.Necessidades e Meio Ambiente para Animais de Laboratório. 2012. (Outra).
Curso Sobre Cuidados e Manejo de Animais de Laboratório.Status Genético de Animais de Laboratório. 2012. (Outra).
Curso Sobre Cuidados e Manejo de Animais de Laboratório.Vias de Administração e Coleta. 2012. (Outra).
First International FESSACAL/SBCAL Meeting. Legislação Brasileira. 2012. (Congresso).
Padronização de Procedimentos em Produção de Animais de Laboratório da Rede Mineira de Bioterismo.Necessidades e Meio Ambiente para Animais de Laboratório. 2012. (Seminário).
XII Meeting of Brazilian Society of Laboratory Animal Science (SBCAL):. Da pesquisa Pré-clínica à aplicação clínica. 2012. (Congresso).
XII Meeting of Brazilian Society of Laboratory Animal Science (SBCAL): "Paradigms of Laboratory Animal Science" and I Latin American Meeting. Graus de Invasividade na Experimentação Animal. 2012. (Congresso).
I workshop UCS de ética em pesquisa e experimentação com animais de laboratórios.Bioética - Experimentação animal e desenvolvimento científico ? Contribuições para a ciência. 2011. (Outra).
XXVI Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental. Os Biotérios Brasileiros e a Experimentação Animal. 2011. (Congresso).
25ª Jornada Acadêmica Integrada da UFSM.Pesquisa Pré-clínica em Animais de Laboratório. 2010. (Outra).
37° CONBRAVET. USO DE CÉLULAS-TRONCO EM MEDICINA VETERINÁRIA. 2010. (Congresso).
I Congresso Transdiciplinar de Proteção à Fauna. Uso de Animais no Ensino, Pesquisa e Testes. 2010. (Congresso).
JORNADA ACADÊMICA PROF.MS. CARLOS ALBERTO BRANDÃO.CUIDADOS LEGAIS E ÉTICOS NO USO DE ANIMAIS EXPERIMENTAIS. 2010. (Outra).
V CONGRESSO BRASILEIRO DE CÉLULAS-TRONCO. 2010. (Congresso).
V FÓRUM DE BIOÉTICA.Pesquisa em animais: novas regras. 2009. (Outra).
XXIV REUNIÃO ANUAL DA FEDERAÇÃO DE SOCIEDADES DE BIOLOGIA EXPERIMENTAL-FeSBE. REPRODUÇÃO, ACASALAMENTO E MANUTENÇÃO, no Simpósio Manejo de Animais de Laboratório. 2009. (Congresso).
XXIV REUNIÃO DA FEDERAÇÃO DE SOCIEDADES DE BIOLOGIA EXPERIMENTAL-FeSBE.SIMPÓSIO MANEJO DE ANIMAIS DE LAORATÓRIO. 2009. (Simpósio).
XXIII Reunião Anual da FeSBE. Alojamento de Animais de Laboratório. 2008. (Congresso).
10th Congress on Laboratory Animal Science, 6th International Congress on Laboratory Animal Science, 5th Meeting of Mercosul Researchers. Scientific Committee. 2007. (Congresso).
CICLO DE PALESTRAS EM TERAPIA GÊNICA.Tepapia Gênica em Doenças Cardíacas. 2007. (Oficina).
II Simpósio de Terapia Celular- Instututo de Cardiologia do RS/FUC.Terapia Celular- outros protocolos. 2007. (Simpósio).
XXII Reunião da Federação de Sociedades de Biologia Experimental FeSBE. 2007. (Congresso).
38° CONGRESSO BRASILEIRO DE FARMACOLOGIA E TERAPEUTICA EXPERIMENTAL. USO DE ANIMAIS NA PESQUISA BIOMÉDICA. 2006. (Congresso).
I SIMPÓSIO DE BIOÉTICA DA FFFCMPA.MESA REDONDA: A IMPORTÂNCIA DO USO DE MODELOS ANIMAIS NO ENSINO E NA PESQUISA. 2006. (Simpósio).
IV Congresso Internacional y VII Congresso Colombiano de Genética. TERAPIA CELULAR: ONDE ESTAMOS E PARA ONDE VAMOS. 2006. (Congresso).
V Semana de Estudos Avançados: I Simpósio de Terapia Celular.Palestrante Mesa Redonda: Novas Linhas de pesquisa em Biologia Molecular. 2006. (Simpósio).
8° Congresso Brasileiro de Clínica Médica; 2° Congresso Internacional de Medicina de Urgência. 2005. (Congresso).
I SIMPÓSIO NACIONAL DE CÉLULAS-TRONCO. 2005. (Simpósio).
IV CONGRESO BRASILEIRO DE BIOSSEGURANÇA E IV SIMNPÓSIO LATINO AMERICANO DE PRODUTOS TRANSGÊNICOS. 2005. (Congresso).
IV Conferência Sul-Americana de Medicina Veterinária/ 5th World Congress on Laboratory Animal Science. 2004. (Congresso).
IV Conferência Sul-Americana de Medicina Veterinária/ 5th World Congress on Laboratory Animal Science. 2004. (Congresso).
Seminário de Responsabilidade Técnica.Seminário de Responsabilidade Técnica. 2003. (Encontro).
Congresso de Animais de Laboratório. 8° Congresso Brasileiro de Ciência de Animais de Laboratório/ 4° Congresso Mundial de Ciência de Animais de Laboratório/ 3° encontro de Pesquisadores do MerCossul. 2002. (Congresso).
XV REUNIÃO ANUAL DA SBTE. XV REUNIÃO ANUAL DA SBTE. 2000. (Congresso).
SEMINÁRIO DE INTEGRAÇÃO E COORDENAÇÃO DA DIREÇÃO DA FEPPS.SEMINÁRIO DE INTEGRAÇÃO E COORDENAÇÃO DA FEPPS. 1999. (Seminário).
SEMINÁRIO PORTO ALEGRE- CIDADE SAÚDE.SEMINÁRIO PORTO ALEGRE- CIDADE SAÚDE. 1999. (Seminário).
XIV REUNIÃO ANUAL DA SBTE. XIV REUNIÃO ANUAL DA SBTE. 1999. (Congresso).
3º SEMANA TÉCNICA DA FEPPS.TERCEIRA SEMANA TÉCNICA DA FEPPS. 1998. (Outra).
6º CONGRESSO BRASILEIRO DA CIÊNCIA DE ANIMAIS DE LABORATÓRIO. 6º CONGRESSO BRASILEIRO DA CIÊNCIA DE ANIMAIS DE LABORATÓRIO E I ENCONTRO DE PESQUISADORES DO MERCOSUL. 1998. (Congresso).
II CONGRESSO DE MEDICINA VETERINÁRIA DO CONE SUL/ XIII CONGRESSO ESTADUAL DE MEDICINA VETRINÁRIA/ XXV CONGRESSO BRASILEIRO DE MEDICINA VETERINÁRIA. II CONGRESSO DE MEDICINA VETERINÁRIA DO CONE SUL. 1997. (Congresso).
I ENCONTRO DE BIOTERISMO E EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL DO RS.I ENCONTRO DE BIOTERISMO E EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL DO RIO GRANDE DO SUL. 1996. (Encontro).
SECOND WORLD CONGRESS AND 5º CONGRESSO DE ANIMAIS DE LABORATÓRIO. SECOND WORLD CONGRESS ON LABORATORY ANIMALS SCIENCE AND 5º CONGRESSO BRASILEIRO DE ANIMAIS DE LABORATÓRIO. 1996. (Congresso).
I FORUM DE MEDICINA EXPERIMENTAL. I FORUM DE CIRURGIA EXPERIMENTAL: BIOTÉRIO, ESCOLHA DO ANIMAL E ÉTICA. 1995. (Congresso).
I SIMPOSIO DE BIOTERISMO DA REGIÃO SUL - "PROF. AMANDO AUGUSTO DA MOTTA NETO".I SIMPÓSIO DE BIOTERISMO DA REGIÃO SUL. 1995. (Simpósio).
I CONFERÊNCIA ESTADUAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA EM SAÚDE.CONFERÊNCIA ESTADUAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA EM SAÚDE. 1994. (Outra).
IV CONGRESSO DE ANIMAIS DE LABORATÓRIO. IV CONGRESSO BRASILEIRO DE ANIMAIS DE LABORATÓRIO. 1994. (Congresso).
ÉTICA NA PESQUISA.2º SIMPÓSIO DE MEDICINA EXPERIMENTAL DO RIO GRANDE DO SUL: ÉTICA NA PESQUISA. 1990. (Simpósio).
SEMINÁRIO SOBRE BIOTERIO E EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL.SEMINÁRIOS SOBRE BIOTÉRIOS E EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL. 1989. (Seminário).
REGIONAL SCIENTIFIC MEETING ON LABORATORY ANIMALS.REGIONAL SCIENTIFIC MEETING ON LABORATORY ANIMALS. 1986. (Oficina).
V SIMPÓSIO NACIONAL DE REPRODUÇÃO ANIMAL.V SIMPÓSIO NACIONAL DE REPRODUÇÃO ANIMAL. 1983. (Simpósio).
III CONGRESSO BRASILEIRO DE BIOTERISTAS E ENTIDADES AFINS. III CONGRESSO DE BIOTERISTAS E ENTIDADES AFINS. 1981. (Congresso).
Participação em bancas
MEDEIROS, A.;BRAGA, L. M. G. M; SILVA, G.C.; ROSSI, M. I. D.; Bello, D. A.. USO DA METODOLOGIA LEAN SIX SIGMA NA MELHORIA DAS OPERAÇÕES DA ÁREA DE HIGIENIZAÇÃO DO BIOTÉRIO SPF ? ICTB/FIOCRUZ. 2022. Dissertação (Mestrado em Ciência em Animais de Laboratório) - Fundação Oswaldo Cruz.
BRAGA, L. M. G. M; SOARES, R. M. D.; GRIVICICH, I.. Associação e diferenciação osteogênica de células-tronco mesenquimais derivadas de tecido adiposo canino no Biomaterial cimento fosfato de alfa tricalcico poroso. 2016. Dissertação (Mestrado em Biologia Celular e Molecular Aplicada à Saúde) - Universidade Luterana do Brasil.
BRAGA, L. M. G. M; MEIRELLES, Lindolfo da Silva; WINK, M.. Isolamento, Caracterização, e Comparação de Células-tronco Isoladas de Epídídimo e do Tecido Adiposo de Gatos. 2015. Dissertação (Mestrado em Biologia Celular e Molecular Aplicada à Saúde) - Universidade Luterana do Brasil.
BRAGA, L. M. G. M; DELGADO, Andres Canhedo. Análise in vitro e in vivo do potencial condrogênico de células-tronco adiposo-derivadas murinas associadas ao biomaterial colágeno.. 2013. Dissertação (Mestrado em Biologia Celular e Molecular Aplicada à Saúde) - Universidade Luterana do Brasil.
BRAGA, L. M.; SESTERHEIM, P.; DRIEMEIER,D. EFEITO DOS RUÍDOS GERADOS POR ATIVIDADE HUMANA EM RATAS WISTAR:AVALIAÇÃO DA NATIMORTALIDADE E DESENVOLVIMENTO PONDERAL DE NEONATOS. 2012. Dissertação (Mestrado em PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS VETERINÁRIAS) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
DALMAZ, C;BRAGA, L. M. G. M; SESTERHEIM, Patricia. AVALIAÇÃO DE PARÂMETROS BIOQUÍMICOS E HEMATOLÓGICOS EM RATOS WISTAR EXPOSTOS A CONCENTRAÇÕES ATMOSFÉRICAS ELEVADAS DE PRODUTOS PROVENIENTES DO METABOLISMO ANIMAL. 2012. Dissertação (Mestrado em PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS VETERINÁRIAS) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
BRAGA, L. M. G. M; SESTERHEIM, Patricia; SILLA, L. M. R.. Cultivo e Caracterização de Células-tronco Mesenquimais obtidas da Medula óssea esternal de pacientes com cardiopatia valvular isquêmica. 2012. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde (Cardiologia)) - Instituto de Cardiologia do Rio Grande do Sul.
BRAGA, L. M. G. M; Both, M.C.; Oberst, E.R.. Avaliação do uso de espelhos como ferramenta de enriquecimento ambiental em ovelhas utilizadas como animais de experimentação. 2010. Dissertação (Mestrado em Ciências Veterinárias) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
BRAGA, L. M. G. M; MARKOSKI, M. M.; FRANCO, J. L.. Estudo dos níveis corporais de ferro e cálcio durante o consumo de álcool e seus efeitos no sistema cardiovascular. 2010. Dissertação (Mestrado em PPG EM CIÊNCIAS DA SAÚDE: CARDIOLOGIA) - Instituto de Cardiologia Fundação Universitária de Cardiologia.
BRAGA, L. M. G. M; LEPIKSON, H. A.; CAVANELLAS, L. B.; CINTRA, L.; ANDRADE, T. A.; PEREIRA-GUIZZO, C. S.; ALMEIDA, E. S.. ?Saúde Mental em Biotérios: Proposta de Programa de Atenção à Fadiga por Compaixão?,. 2025.
CARVALHO, J. E.;BRAGA, L. M. G. M; MORI, C. M. C.; PASSOS, L. A. C.; VERINAUD, L. M. C.. Refinamento de modelos experimentais para a diminuição do sofrimento animal e da variabilidade da resposta farmacológica. 2016. Tese (Doutorado em Clínica Médica) - Universidade Estadual de Campinas.
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RATES, S. ; Gomes de Macedo, L.B . Biotérios e manejo de animais- Working in animal facility. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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BRAGA, L. M. G. M ; RIVERA, E. ; GIANOTTI, G. . Ciência de Animais de Laboratório: Biotérios de Produção e Experimentação. 2015. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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BRAGA, L. M. G. M . ?Como fatores ambientais e sociais podem comprometer o comportamento do meu modelo experimental?. 2015. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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BRAGA, L. M. G. M . Fatores que interferem no resultado de uma pesquisa. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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BRAGA, L. M. G. M . Ética em Pesquisa com Animais. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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BRAGA, L. M. G. M . Trabalhando com Animais Experimentais: Ética e legislação. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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BRAGA, L. M. G. M . Fatores que interferem no Resultado de uma Pesquisa. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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BRAGA, L. M. G. M . Perspectivas futuras das CEUAS do Sul do País em relação às novas Normativas nacionais. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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BRAGA, L. M. G. M ; RIVERA, E. ; MAZARO-COSTA, R. . Status Sanitário de Animais de Laboratório. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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BRAGA, L. M. G. M ; RIVERA, E. ; MAZARO-COSTA, R. . LEGISLAÇÃO E COMISSÕES DE ÉTICA. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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BRAGA, L. M. G. M ; RIVERA, E. ; MAZARO-COSTA, R. . NECESSIDADES E MEIO AMBIENTE PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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BRAGA, L. M. G. M. ; BRAGA, L. M. G. M . NOÇÕES BÁSICAS DE ÉTICA, CUIDADO E MANEJO DE ANIMAIS EM EXPERIMENTAÇÃO. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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BRAGA, LUISA MARIA GOMES DE MACEDO . 'Situación de las comisiones de ética para el uso de animales en Brasil: inicio de una nueva era?. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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BRAGA, L. M. . LA SITUACIÓN BRASILEÑA DE LAS COMISIONES DE ÉTICA PARA EL USO DE ANIMALES (CEUAs). 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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BRAGA, L. M. G. M . Cuidado com animais experimentais. 2013. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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BRAGA, L. M. G. M ; Marcel Frajblat ; MORALES, M. . Workshop: Ética na Pesquisa com Animais ? o que mudou no Brasil?. 2013. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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BRAGA, L. M. G. M . CONCEA e a Legislação Brasileira:inicio de uma nova era no uso de animais experimentais no Brasil. 2013. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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Gomes de Macedo, L.B ; MORALES, M. . NOVOS AVANÇOS DO CONCEA PARA A REGULAMENTAÇÃO DO USO ÉTICO DE ANIMAIS PARA PROPÓSITOS CIENTÍFICOS E DIDÁTICOS NO BRASIL. 2013. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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BRAGA, L. M. G. M . Necessidades Ambientais de Animais de Laboratório. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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BRAGA, L. M. G. M . Status Genético de Animais de Laboratório. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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BRAGA, L. M. G. M . Comitês de Ética-Protocolos de Pesquisa. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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BRAGA, L. M. G. M . Vias de Administração e Coleta. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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BRAGA, L. M. G. M . Necessidades e Meio Ambiente para Animais de Laboratório. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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BRAGA, L. M. G. M . Como estabelecer uma política eficiente para produção de animais de laboratório no Brasil: polos, redes ou biotérios regionais. 2012. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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BRAGA, L. M. G. M . Legislação de Uso de Animais em Ensino e Pesquisa. 2012. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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Braga, Luisa Macedo . Experimentação Animal e Ética. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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BRAGA, L. M. G. M. ; Braga, Luisa Macedo . Legislação Brasileira. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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Braga, Luisa Macedo . Ética e Legislação Brasileira. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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BRAGA, L. M. G. M ; RODRIGUES, J. L. . Sobrevivência in vitro de blastocistos Mus domescitus domesticus após vitrificação em palhetas modificadas. 2000. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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RIVERA, E. ; BRAGA, LUISA MARIA GOMES DE MACEDO ; Caríssimi, A. ; JECKEL NETO, E. A. ; Vianna, MRF ; PIPPI, N. . Guia para o cuidado e uso de animais de laboratório. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2014. (Tradução/Livro).
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NARDI, Nance Beyer ; CAMASSOLA, Melissa ; BRAGA, L. M. G. M . Terapia Gênica. Buenos Aires: Sociedad Iberoamericana de Información Científica(SIIC), 2004 (site online).
Outras produções
BRAGA, L. M. G. M . Consultoria e treinamento em Ciência de Animais de Laboratório. 2018.
RIVERA, E. ; Caríssimi, A. ; BRAGA, L. M. G. M ; SPECK, M. L. ; LOPES, E. F. . Consolidação de procedimentos preconizados pelo CONCEA, ICLAS e SBCAL referente a produção, manutenção ou utilização de animais em atividades de ensino ou pesquisa cientifica, com ênfase em roedores, lagomorfos e peixes.. 2017.
Caríssimi, A. ; RIVERA, E. ; BRAGA, L. M. G. M . HARMONIZAÇÃO DE CONHECIMENTOS, PROCEDIMENTOS E HABILIDADES ENTRE OS GRUPOS DE TRABALHO DOS BIOTERIOS DAS INSTITUIÇÕES INTEGRANTES DA REDE MINEIRA DE BIOTERISMO. 2017.
BRAGA, L. M. G. M ; RIVERA, E. . Identificação de Biotérios de Experimentação CEUA/UFJF. 2014.
BRAGA, L. M. G. M . Diagnóstico de funcionamento da Unidade de Experimentação Animal (UEA)-HCPA. 2012.
Gomes de Macedo, L.B . Assessoria Técnica no Instituto Royal. 2012.
BRAGA, L. M. G. M . Assessoria ao Biotério do Instituto de Biociências da UFRGS. 1995.
BRAGA, L. M. G. M . PARECER AD HOC CEUA UFJF. 2021.
QUADROS, L. ; BRAGA, L. M. G. M ; BENFATO, M. S. ; FARACO, C. ; MULLER, D. . Quadro Polêmica- Lauro Quadros. 2012. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).
BRAGA, L. M. G. M . Terapia celular ganha espaço em tratamentos veterinários. 2011. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
Gomes de Macedo, L.B . ?Optativo 1: Manejo y cuidado de animales de laboratorio: ?El ratón como animal de laboratorio. 2023. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
Gomes de Macedo, L.B . ?Optativo 1: Manejo y cuidado de animales de laboratorio: ??Sanidad animal?. 2023. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
BRAGA, L. M. G. M . Curso: Noções básicas de cuidados e manejo de Animais de Experimentais. 2022. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
BRAGA, L. M. G. M . Curso Gestão de Biotérios: Cultura do Cuitado. 2022. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
BRAGA, L. M. G. M . Curso Gestão de Biotérios: Gerenciando Pessoas. 2022. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
Caríssimi, A. ; RIVERA, E. ; BRAGA, L. M. G. M . Cuidados e Manejo de Animais de Laboratório. 2017. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
BRAGA, L. M. G. M . I curso de Manejo e Bem estar de animais de laboratório da CEUA/UFOP. 2017. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
BRAGA, L. M. G. M ; SILVA, A. C. A. ; RIVERA, E. ; LOPES, E. F. ; SESTERHEIM, P. ; GIANOTTI, G. . Cuidados e manejo de Animais Experimentais- 10° Edição. 2016. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
LOPES, E. F. ; RIVERA, E. ; GIANOTTI, G. ; BRAGA, L. M. G. M ; JAHN, M. P. . NOÇÕES SOBRE CUIDADOS E MANEJO DE ANIMAIS DE EXPERIMENTAÇÃO. 2016. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
BRAGA, L. M. G. M ; RIVERA, E. ; Caríssimi, A. ; GIANOTTI, G. . CURSO DE FORMAÇÃO PARA RESPONSÁVEL TÉCNICO: BIOTÉRIOS. 2015. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
RIVERA, E. ; BRAGA, L. M. G. M ; GIANOTTI, G. ; SESTERHEIM, P. ; SZTEIN, J. . Cuidados e manejo de Animais Experimentais- 9° Edição. 2015. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
BRAGA, L. M. G. M ; SESTERHEIM, P. ; SPECK, M. . Cuidados e Manejo de Animais Experimentais- 9° edição Módulo Prático. 2015. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
BRAGA, L. M. G. M ; PETERS, V. M. ; MASSIRONI, S. . O que um roedor precisa para ser um bom modelo experimental? 'Alojamento e Manejo : Ferramentas imprescindíveis'. 2015. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
RIVERA, E. ; BRAGA, L. M. G. M ; MAZARO-COSTA, R. . Curso sobre cuidados e manejo de animais de laboratório. 2015. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
JECKEL, E. A. ; BRAGA, LUISA MARIA GOMES DE MACEDO ; SILVA, A. C. A. ; GIANOTTI, G. ; SPECK, M. L. ; SARTURI, C. R. . Programa de Cuidado e Uso de Animais. 2015. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Normatização de uso de animais experimentais na PUCRS).
BRAGA, L. M. G. M ; RIVERA, E. . Criação, manutenção e manejo de animais de laboratório. 2014. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
GIANOTTI, G. ; BRAGA, L. M. G. M ; RIVERA, E. . Cuidados e Manejo de Animais Experimentais. 2014. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
BRAGA, L. M. G. M ; RIVERA, E. ; SESTERHEIM, P. ; GIANOTTI, G. . Cuidados e Manejo de Animais Experimentais. 2013. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
SILVA, A. C. A. ; BRAGA, L. M. . Cuidados e Manejo de Animais Experimentais. 2013. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
Caríssimi, A. ; RIVERA, E. ; BRAGA, L. M. G. M . Cuidados e Manejo de Animais de Laboratório. 2012. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
BRAGA, L. M. G. M ; RIVERA, E. ; TAVARES, W. . Cuidados de Cuidados e Manejo de Animais de Experimentação. 2012. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
BRAGA, L. M. G. M ; RIVERA, E. ; Marcel Frajblat ; Caríssimi, A. . Curso de Cuidados e Manejo de Animais de Experimentação. 2012. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
Braga, Luisa Macedo ; CAMASSOLA, Melissa ; NARDI, Nance Beyer . Terapia Celular e Engenharia de Tecidos com Células-tronco Mesenquimais. 2012. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
BRAGA, L. M. G. M ; SCHPECK, Marta ; PAZZINE, M. . EFEITOS DA APLICAÇÃO DE CÉLULAS- TRONCO MESENQUIMAIS EM MODELOS MURINOS DE INSUFICIÊNCIA CARDÍACA. 2012. (Relatório de pesquisa).
BRAGA, L. M. G. M ; RIVERA, E. ; Caríssimi, A. ; SESTERHEIM, Patricia ; Feijó, A.G.S . CUIDADOS E MANEJO DE ANIMAIS DE EXPERIMENTAÇÃO- 5° EDIÇÃO. 2011. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
BRAGA, L. M. G. M ; RIVERA, E. ; Frajblat, Marcel ; SESTERHEIM, Patricia . Cuidados e Manejo de Animais de Experimentação. 2011. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
BRAGA, L. M. . XII Salão de Ininciação Científica da PUCRS. 2011. (Avaliador Técnico Científico).
BRAGA, L. M. ; SOUZA, M. A. L. ; Vianna, MRF . CUIDADOS E MANEJO DE ANIMAIS DE EXPERIMENTAÇÃO 4° EDIÇÃO. 2010. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
BRAGA, L. M. ; Lapchic. V ; Mattaraia, V M ; Ko, G M . Curso de Inverno SBCAL/COBEA nível categoria C da FELASA - Federação Européia para Ciência de Animais de Laboratório.. 2010. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
BRAGA, L. M. G. M . Edital do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico-PADCT/FEPPS. 2010. (Avaliador Técnico Científico).
BRAGA, L. M. G. M ; Vianna, MRF ; SOUZA, M. A. L. . Curso sobre Cuidados e Manejo de Animais de Experimentação 3° EDIÇÃO. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
BRAGA, L. M. G. M ; Vianna, MRF ; Souza, MA . Cuidados e Manejo de Animais de Laboratório. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
BRAGA, L. M. G. M ; Souza, MA ; Vianna, MRF . I CURSO DE ALTERNATIVA AO USO DE ANIMAIS DE LABORATÓRIO. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
MEIRELLES, Lindolfo da Silva ; BRAGA, L. M. G. M ; CHAGASTELLES, Pedro ; COURA, Renata . Curso de Cultivo Celular- Ênfase em Cultivo de Células-Tronco. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
BRAGA, L. M. G. M . CURSO DE BIOTERÍSMO. 2005. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
BRAGA, L. M. G. M ; SESTERHEIM, Patricia . Curso de Experimentação Animal. 2005. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
BRAGA, L. M. G. M . Curso de Aperfeiçoamento em Experimentação Animal. 2004. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
BRAGA, L. M. G. M ; CAMASSOLA, Melissa ; SILVA, F. D. . Curso Teórico de Introdução à Terapia Gênica. 2004. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
BRAGA, L. M. G. M . Animais de Experimentação Manejo e Ética. 2004. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
BRAGA, L. M. G. M . Mesa-redonda: Emprego das células-tronco em tratamento das cardiopatias. O que já conseguimos e o que esperamos conseguir.. 2005 (PALESTRANTE) .
BRAGA, L. M. G. M . Ética em pesquisa. 2005 (PALESTRANTE) .
BRAGA, L. M. G. M . Emprego de células-tronco no tratamento de cardiopatias: contribuições da pesquisa básica e pré-clínica. 2005 (PALESTRANTE) .
BRAGA, L. M. G. M . Curso teórico de Introdução à Terapia Gênica. 2004 (MINISTRANTE) .
BRAGA, L. M. G. M . Animais de Experimentação: Manejo e Ética. 2004 (MINISTRANTE) .
BRAGA, L. M. G. M . Jornada Academica de Biologia. 2004 (PALESTRANTE) .
BRAGA, L. M. G. M . Curso de Aperfeiçoamento em Experimentação Animal. 2004 (MINISTRANTE) .
BRAGA, L. M. G. M . MANEJO DE ANIMAIS DE BIOTÉRIO. 2001 (MINISTRANTE) .
BRAGA, L. M. G. M . CURSO TÉCNICO E USUÁRIOS DE ANIMAIS DE LABORATÓRIO. 1997 (PALESTRANTE) .
BRAGA, L. M. G. M . MANEJO DE ANIMAIS DE LABORATÓRIO. 1996 (MINISTRANTE) .
BRAGA, L. M. G. M . ANIMAIS DE BIOTÉRIO: CRIAÇÃO, IMPORTÂNCIA CIENTÍFICA E ECONÔMICA. 1994 (PALESTRANTE) .
BRAGA, L. M. G. M . Reponsável Técnica pelo Biotério da Coordenação de Produção e Experimentação Animal da FEPPS. 1994 (Responsabilidade Técnica) .
BRAGA, L. M. G. M . Responsável Técnica pela Criação de Animais de Laboratório do Instituto de Pesquisas Biológicas-SSMA. 1990 (Responsabilidade Técnica) .
Projetos de pesquisa
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2009 - 2010
EFEITOS DA APLICAÇÃO DE CÉLULAS- TRONCO MESENQUIMAIS EM MODELOS MURINOS DE INSUFICIÊNCIA CARDÍACA, Descrição: A insuficiência cardíaca (IC) representa hoje um grave problema de saúde pública. No Brasil, essa condição resulta em aproximadamente 27.000 mortes por ano. Apesar dos tratamentos médicos e das opções de revascularização, a insuficiência cardíaca é acompanhada por uma significativa morbidade e altas taxas de mortalidade, sendo que, nas lesões cardíacas a perda de cardiomiócitos é irreversível. Conseqüentemente, novas estratégias terapêuticas que envolvem transplante das células são exploradas como promissoras para restaurar o desempenho cardíaco. No presente estudo pretendemos avaliar os efeitos a longo prazo da terapia celular com células-tronco mesenquimais (MSCs) em um modelo murino de insuficiência cardíaca (camundongo knockout para os receptores adrenérgicos α2A e α2C) que mimetiza de forma bastante fiel a doença em humanos. Os animais serão acompanhados por 8 meses para esse fim e pretendemos verificar se o transplante intramiocárdico de MSCs atenua a disfunção cardíaca e reduz a mortalidade deste modelo experimental, avaliando a melhora da vascularização e também das adaptações moleculares nos mecanismos envolvidos na liberação e recaptação de cálcio intracelular.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado profissional: (2) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Luisa Maria Gomes de Macedo Braga - Coordenador / NANCE BEYER NARDI - Integrante / Melissa camassola - Integrante / Isabel Giehl - Integrante / Maria Claudia Irigoyen - Integrante / Silvia Lacchini - Integrante / Beatriz D?Agord Schaan - Integrante / Mariana Pazzine - Integrante / Raquel Sirvente - Integrante / Luisa Maria Goes de Macedo Braga - Integrante / Luciana Sulzbach da Silva - Integrante / Ariel Silveira da Silva - Integrante., Financiador(es): FUNDACAO DE AMPARO A PESQUISA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL - Auxílio financeiro.
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2003 - 2007
Efeito do consumo da cafeína precedente à atividade física na perda de peso corporal em ratos, Descrição: Considerando seu efeito ergogênico, acredita-se que a cafeína gera um aumento na mobilização dos ácidos graxos livres dos tecidos e/ou nos estoques intramusculares, aumentando a oxidação da gordura muscular e reduzindo a oxidação de CHO. O presente estudo tem como objetivo avaliar se há alteração no peso corporal de ratos submetidos à atividade física com e sem ingesta de cafeína precedendo o exercício físico crônico. Para tanto, serão utilizados Rattus norvegicus da linhagem Wistar, machos(n=20) com idade de 60 dias, provenientes do biotério da Coordenação de Produção e Experimentação Animal criados através do método Han Rotation de criação heterogênica, em condições sanitárias de Biotério Convencional e, aleatoriamente, divididos em quatro grupos: Grupo Sedentário Controle (GSC): animais com dieta normal (água e ração ad libitum) e que não realizam atividade física; Grupo Sedentário Cafeína (GSCf): animais que consomem diariamente 6mg/Kg de cafeína, água e ração ad libitum e que não realizam atividade física ; Grupo Treinado Controle (GTC): animais com dieta normal (água e ração ad libitum) submetidos à atividade física ; Grupo Treinado Cafeína (GTCf): animais que consomem diariamente 6mg/Kg de cafeína, água e ração ad libitum ,submetidos à atividade física. Os animais dos grupos GTC e GTCf realizarão um programa de atividade física que constituirá de natação, por 60 minutos diários, cinco dias por semana, durante quatro semanas consecutivas. Os animais dos grupos sedentários, apesar de não serem submetidos à natação, serão colocados no aquário, nas mesmas condições anteriores, durante 2 minutos/dia para simular a manipulação dos grupos treinados. Para garantir a ingesta de 6mg/kg de cafeína pelos ratos dos grupos GSCf e GTCf, será administrado via oral, através de gavage, 2,2g/kg de café solúvel, dissolvido em água temperatura ambiente. Todos os grupos serão pesados semanalmente.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Luisa Maria Gomes de Macedo Braga - Coordenador / Patrícia Sesterheim - Integrante / Marta Schpeck - Integrante / Aline Soares da Silveira - Integrante / Claudia Krás Nines - Integrante., Financiador(es): Fundação Estadual de Produção e Pesquisa Em Saúde - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 1
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2003 - 2007
Desenvolvimento de um protoclo pré-clínico em ratos utilizando células-tronco para o tratamento de cardiopatias isquêmicas, Descrição: Entre os diversos tipos de doenças cardiovasculares, as doenças coronarianas possuem a mais alta incidência e são provocadas por alterações nos vasos que suplementam o músculo cardíaco. Existem pelo menos duas limitações claras nos tratamentos farmacológicos, intervencionistas e cirúrgicos atuais da miocardiopatia isquêmica. Primeiro, eles são incapazes de impedir a perda de cardiomiócitos e a fibrose que se estabelece após um episódio de infarto agudo de miocárdio (IAM). Segundo, quando a doença isquêmica é muita avançada e difusa, os métodos atualmente disponíveis não são efetivos; esta condição afeta até 12% dos pacientes com cardiopatia isquêmica. Ainda devem ser considerados pacientes que não são passíveis de revascularização total, seja por cateter ou cirurgia. A terapia ideal, portanto, deverá minimizar a perda de cardiomiócitos, promover o retorno da função de miocárdio hibernante para um nível normal, estimular a revascularização de zonas isquêmicas pela angiogênese e criar novos cardiomiócitos, para repor aqueles perdidos após a injúria inicial. A regeneração do miocárdio tem despertado um crescente interesse visando atender este propósito. As terapias celular e gênica surgem como uma nova alternativa para estes pacientes. O sucesso destas terapias vem sendo demonstrado por diferentes grupos de pesquisa. O objetivo principal deste trabalho é o de desenvolver um protocolo pré-clínico seguro e eficiente que possa contribuir para uma melhor compreensão dos mecanismos envolvidos no processo de regeneração do músculo cardíaco isquêmico, através da terapia celular, associada ou não à terapia gênica, com conseqüente recuperação da função cardíaca, em ratos modelos hipertensos e IAM.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (2) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Luisa Maria Gomes de Macedo Braga - Coordenador / NANCE BEYER NARDI - Integrante / Melissa camassola - Integrante / Pedro Chagastelles - Integrante / Beatriz Schaan - Integrante / Isabel Giehl - Integrante., Número de produções C, T & A: 3
Projetos de desenvolvimento
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2012 - Atual
Caracterização e avalização do potência terapeutico de células-tronco adiposo-derivadas na medicina veterinária, Descrição: Células-tronco (CT) são células com capacidade de auto-renovação ilimitada/prolongada e capazes de produzir pelo menos um tipo de célula diferenciada, ou seja, a que tem capacidade de se dividir em células idênticas a ela ou originar diferentes tipos de células. As CT do adulto têm sido isoladas de uma ampla variedade de tecidos. As células-tronco mesenquimais (CTM), de origem mesodérmica, são consideradas atualmente como as de maior potencial terapêutico. As CTM presentes no tecido adiposo compartilham a maioria das características das CTM da medula óssea e outros tecido. Entretanto, são de 300 a 500 vezes mais abundantes e parecem ter maior potencial terapêutico. Recebem o nome específico de céulas-tronco adiposo-derivadas (CTAD), e têm mostrado potencial para diferenciar-se em múltiplos tipos celulares. Desde 2003, as CTAD têm sido empregadas na medicina veterinária, para tratamento de lesões ligamentares e tendíneas e doenças articulares em cavalos e outras espécies, com mínima manipulação da natureza das células, mostrando alto grau de sucesso. Este tipo de terapia já foi empregada comercialmente em mais de 8.000 cavalos, cães e gatos, sem eventos sistêmicos adversos e com menos de 1,0% (equino) e 0,5% (caninos) de reações locais. Alguns pontos específicos carecem de mais pesquisa. Em primeiro lugar, não há ainda consenso sobre o tipo de preparação celular mais eficiente para a terapia. Os dois tipos de preparações mais utilizados são (a) a fração estromal do tecido adiposo, obtida após digestão do tecido com colagenase, e (b) as CTAD propriamente ditas, obtidas por cultivo das células aderentes derivadas deste tecido. Os relatos de estudos na medicina veterinária, principalmente, são pouco precisos na nomenclatura utilizada para descrição do material utilizado. Outra questão pouco definida diz respeito à possibilidade de uso de células alogenéicas para terapia. Como as CTM e CTAD têm importante ação imunossupressora, a terapia celular com células alogenéicas tem sido sugerida. Finalmente, a terapia com células-tronco tem demonstrado efeito benéfico a curto prazo, mas poucos estudos têm acompanhado durante um maior período os animais tratados. Estas investigações são importantes na determinação da necessidade de repetir periodicamente o tratamento, possivelmente com variações nos tipos e números de células utilizadas. Estas considerações indicam a necessidade de estudos controlados, com maior número de animais, para investigação de pontos específicos que irão permitir o desenho de terapias mais eficientes empregando células-tronco. É importante lembrar que estas questões são também altamente relevantes para os estudos humanos. Este projeto tem como objetivo principal realizar um estudo controlado do efeito terapêutico da fração estromal do tecido adiposo e células-tronco adiposo-derivadas em caninos, felinos e equinos com diferentes tipos de patologias espontaneamente estabelecidas, através das seguintes etapas: 1. Padronização do isolamento de CTAD obtidas de caninos, felinos e equinos. 2. Comparação do potencial terapêutico da fração estromal do tecido adiposo autólogo e CTAD alogenéicas nestas espécies. 3. Avaliação do efeito a longo prazo de tratamentos únicos ou repetidos, com emprego da fração estromal do tecido adiposo autólogo e CTAD alogenéicas, em pacientes com diferentes tipos de patologias espontaneamente estabelecidas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Luisa Maria Gomes de Macedo Braga - Integrante / NANCE BEYER NARDI - Coordenador / Melissa camassola - Integrante / Camila Marx - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul - Outra.
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2001 - 2003
Criopreservação de Embiões de camundongos, Descrição: CRIOPRESERVAÇÃO DE EMBRIÕES Mus domesticus domesticus: IMPLANTAÇÃO DO BANCO DE EMBRIÕES DA DPEA. BRAGA,L.M.G.M*1; OLIVEIRA,G.M.2; RODRIGUES,L.F.D.3; NAGESLTEIN, A.4; PEREIRA,C.R.S.5; DE MATTOS,R.T.6 Os animais de laboratório, principalmente o camundongo, vêm sendo utilizados como modelos biológicos para o desenvolvimento de pesquisas nas mais diversas áreas. Com os avanços tecnológicos em diversas áreas principalmente embriologia, genética, câncer e biologia molecular, a procura por animais transgênicos e mutantes, levou ao surgimento de centenas de linhagens de camundongos específicas para estudo das mais diversas patologias. O custo elevado de criação e manutenção destas linhagens em biotérios criou a necessidade da utilização de banco de embriões para manutenção destes modelos. Assim, é possível atender a demanda das pesquisas em espaços reduzidos e com menores custos. O objetivo deste trabalho é montar o banco de embriões da CPEA, comparando a influência da velocidade de vitrificação e o uso de volumes diferentes de uma solução 9 M de etilenoglicol (EG), sobre a sobrevivência in vivo e in vitro de blastocisto Mus domesticus domesticus. Fêmeas da linhagem CF1, foram superovuladas com aplicação, via intraperitonial de 0,2 ml (10 UI) de eCG às 15h, seguida da aplicação de 0,2 ml (10 UI) de hCG 46h. Após esta aplicação, as doadoras foram colocadas com machos inteiros e as receptoras com machos vasectomizados, permanecendo durante a noite. As receptoras receberam o mesmo tratamento hormonal 24 horas após as doadoras. Na manhã seguinte, confirmou-se o tampão vaginal (cópula) considerando-se este dia 0 da prenhez para doadoras ou da pseudoprenhez para as receptoras. Fêmeas com tampão vaginal foram sacrificadas no dia 4 para a coleta dos embriões. As receptoras (no dia 3) foram separadas para transferência dos embriões. Para vitrificar, os embriões foram transferidos para a solução de equilíbrio (1,8 M EG + 6% BSA em PBS) onde permaneceram durante dois minutos. Logo. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (2) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Luisa Maria Gomes de Macedo Braga - Coordenador / Andréia Nagestein - Integrante / Graragy de Oliveira - Integrante / Luiz Fernando Dexheimer Rodrigues - Integrante / Carmem Regina Soares Pereira - Integrante / Roberta Trois de Mattos - Integrante., Financiador(es): Fundação Estadual de Produção e Pesquisa em Saúde - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 1 / Número de orientações: 1
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2012 - Atual
Caracterização e avalização do potência terapeutico de células-tronco adiposo-derivadas na medicina veterinária, Descrição: Células-tronco (CT) são células com capacidade de auto-renovação ilimitada/prolongada e capazes de produzir pelo menos um tipo de célula diferenciada, ou seja, a que tem capacidade de se dividir em células idênticas a ela ou originar diferentes tipos de células. As CT do adulto têm sido isoladas de uma ampla variedade de tecidos. As células-tronco mesenquimais (CTM), de origem mesodérmica, são consideradas atualmente como as de maior potencial terapêutico. As CTM presentes no tecido adiposo compartilham a maioria das características das CTM da medula óssea e outros tecido. Entretanto, são de 300 a 500 vezes mais abundantes e parecem ter maior potencial terapêutico. Recebem o nome específico de céulas-tronco adiposo-derivadas (CTAD), e têm mostrado potencial para diferenciar-se em múltiplos tipos celulares. Desde 2003, as CTAD têm sido empregadas na medicina veterinária, para tratamento de lesões ligamentares e tendíneas e doenças articulares em cavalos e outras espécies, com mínima manipulação da natureza das células, mostrando alto grau de sucesso. Este tipo de terapia já foi empregada comercialmente em mais de 8.000 cavalos, cães e gatos, sem eventos sistêmicos adversos e com menos de 1,0% (equino) e 0,5% (caninos) de reações locais. Alguns pontos específicos carecem de mais pesquisa. Em primeiro lugar, não há ainda consenso sobre o tipo de preparação celular mais eficiente para a terapia. Os dois tipos de preparações mais utilizados são (a) a fração estromal do tecido adiposo, obtida após digestão do tecido com colagenase, e (b) as CTAD propriamente ditas, obtidas por cultivo das células aderentes derivadas deste tecido. Os relatos de estudos na medicina veterinária, principalmente, são pouco precisos na nomenclatura utilizada para descrição do material utilizado. Outra questão pouco definida diz respeito à possibilidade de uso de células alogenéicas para terapia. Como as CTM e CTAD têm importante ação imunossupressora, a terapia celular com células alogenéicas tem sido sugerida. Finalmente, a terapia com células-tronco tem demonstrado efeito benéfico a curto prazo, mas poucos estudos têm acompanhado durante um maior período os animais tratados. Estas investigações são importantes na determinação da necessidade de repetir periodicamente o tratamento, possivelmente com variações nos tipos e números de células utilizadas. Estas considerações indicam a necessidade de estudos controlados, com maior número de animais, para investigação de pontos específicos que irão permitir o desenho de terapias mais eficientes empregando células-tronco. É importante lembrar que estas questões são também altamente relevantes para os estudos humanos. Este projeto tem como objetivo principal realizar um estudo controlado do efeito terapêutico da fração estromal do tecido adiposo e células-tronco adiposo-derivadas em caninos, felinos e equinos com diferentes tipos de patologias espontaneamente estabelecidas, através das seguintes etapas: 1. Padronização do isolamento de CTAD obtidas de caninos, felinos e equinos. 2. Comparação do potencial terapêutico da fração estromal do tecido adiposo autólogo e CTAD alogenéicas nestas espécies. 3. Avaliação do efeito a longo prazo de tratamentos únicos ou repetidos, com emprego da fração estromal do tecido adiposo autólogo e CTAD alogenéicas, em pacientes com diferentes tipos de patologias espontaneamente estabelecidas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Luisa Maria Gomes de Macedo Braga - Integrante / NANCE BEYER NARDI - Coordenador / Melissa camassola - Integrante / Camila Marx - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul - Outra.
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2001 - 2003
Criopreservação de Embiões de camundongos, Descrição: CRIOPRESERVAÇÃO DE EMBRIÕES Mus domesticus domesticus: IMPLANTAÇÃO DO BANCO DE EMBRIÕES DA DPEA. BRAGA,L.M.G.M*1; OLIVEIRA,G.M.2; RODRIGUES,L.F.D.3; NAGESLTEIN, A.4; PEREIRA,C.R.S.5; DE MATTOS,R.T.6 Os animais de laboratório, principalmente o camundongo, vêm sendo utilizados como modelos biológicos para o desenvolvimento de pesquisas nas mais diversas áreas. Com os avanços tecnológicos em diversas áreas principalmente embriologia, genética, câncer e biologia molecular, a procura por animais transgênicos e mutantes, levou ao surgimento de centenas de linhagens de camundongos específicas para estudo das mais diversas patologias. O custo elevado de criação e manutenção destas linhagens em biotérios criou a necessidade da utilização de banco de embriões para manutenção destes modelos. Assim, é possível atender a demanda das pesquisas em espaços reduzidos e com menores custos. O objetivo deste trabalho é montar o banco de embriões da CPEA, comparando a influência da velocidade de vitrificação e o uso de volumes diferentes de uma solução 9 M de etilenoglicol (EG), sobre a sobrevivência in vivo e in vitro de blastocisto Mus domesticus domesticus. Fêmeas da linhagem CF1, foram superovuladas com aplicação, via intraperitonial de 0,2 ml (10 UI) de eCG às 15h, seguida da aplicação de 0,2 ml (10 UI) de hCG 46h. Após esta aplicação, as doadoras foram colocadas com machos inteiros e as receptoras com machos vasectomizados, permanecendo durante a noite. As receptoras receberam o mesmo tratamento hormonal 24 horas após as doadoras. Na manhã seguinte, confirmou-se o tampão vaginal (cópula) considerando-se este dia 0 da prenhez para doadoras ou da pseudoprenhez para as receptoras. Fêmeas com tampão vaginal foram sacrificadas no dia 4 para a coleta dos embriões. As receptoras (no dia 3) foram separadas para transferência dos embriões. Para vitrificar, os embriões foram transferidos para a solução de equilíbrio (1,8 M EG + 6% BSA em PBS) onde permaneceram durante dois minutos. Logo. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (2) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Luisa Maria Gomes de Macedo Braga - Coordenador / Andréia Nagestein - Integrante / Graragy de Oliveira - Integrante / Luiz Fernando Dexheimer Rodrigues - Integrante / Carmem Regina Soares Pereira - Integrante / Roberta Trois de Mattos - Integrante., Financiador(es): Fundação Estadual de Produção e Pesquisa em Saúde - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 1 / Número de orientações: 1
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2001 - 2003
Criopreservação de Embiões de camundongos, Descrição: CRIOPRESERVAÇÃO DE EMBRIÕES Mus domesticus domesticus: IMPLANTAÇÃO DO BANCO DE EMBRIÕES DA DPEA. BRAGA,L.M.G.M*1; OLIVEIRA,G.M.2; RODRIGUES,L.F.D.3; NAGESLTEIN, A.4; PEREIRA,C.R.S.5; DE MATTOS,R.T.6 Os animais de laboratório, principalmente o camundongo, vêm sendo utilizados como modelos biológicos para o desenvolvimento de pesquisas nas mais diversas áreas. Com os avanços tecnológicos em diversas áreas principalmente embriologia, genética, câncer e biologia molecular, a procura por animais transgênicos e mutantes, levou ao surgimento de centenas de linhagens de camundongos específicas para estudo das mais diversas patologias. O custo elevado de criação e manutenção destas linhagens em biotérios criou a necessidade da utilização de banco de embriões para manutenção destes modelos. Assim, é possível atender a demanda das pesquisas em espaços reduzidos e com menores custos. O objetivo deste trabalho é montar o banco de embriões da CPEA, comparando a influência da velocidade de vitrificação e o uso de volumes diferentes de uma solução 9 M de etilenoglicol (EG), sobre a sobrevivência in vivo e in vitro de blastocisto Mus domesticus domesticus. Fêmeas da linhagem CF1, foram superovuladas com aplicação, via intraperitonial de 0,2 ml (10 UI) de eCG às 15h, seguida da aplicação de 0,2 ml (10 UI) de hCG 46h. Após esta aplicação, as doadoras foram colocadas com machos inteiros e as receptoras com machos vasectomizados, permanecendo durante a noite. As receptoras receberam o mesmo tratamento hormonal 24 horas após as doadoras. Na manhã seguinte, confirmou-se o tampão vaginal (cópula) considerando-se este dia 0 da prenhez para doadoras ou da pseudoprenhez para as receptoras. Fêmeas com tampão vaginal foram sacrificadas no dia 4 para a coleta dos embriões. As receptoras (no dia 3) foram separadas para transferência dos embriões. Para vitrificar, os embriões foram transferidos para a solução de equilíbrio (1,8 M EG + 6% BSA em PBS) onde permaneceram durante dois minutos. Logo. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (2) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Luisa Maria Gomes de Macedo Braga - Coordenador / Andréia Nagestein - Integrante / Graragy de Oliveira - Integrante / Luiz Fernando Dexheimer Rodrigues - Integrante / Carmem Regina Soares Pereira - Integrante / Roberta Trois de Mattos - Integrante., Financiador(es): Fundação Estadual de Produção e Pesquisa em Saúde - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 1 / Número de orientações: 1
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Criopreservação de Embiões de camundongos, Descrição: CRIOPRESERVAÇÃO DE EMBRIÕES Mus domesticus domesticus: IMPLANTAÇÃO DO BANCO DE EMBRIÕES DA DPEA. BRAGA,L.M.G.M*1; OLIVEIRA,G.M.2; RODRIGUES,L.F.D.3; NAGESLTEIN, A.4; PEREIRA,C.R.S.5; DE MATTOS,R.T.6 Os animais de laboratório, principalmente o camundongo, vêm sendo utilizados como modelos biológicos para o desenvolvimento de pesquisas nas mais diversas áreas. Com os avanços tecnológicos em diversas áreas principalmente embriologia, genética, câncer e biologia molecular, a procura por animais transgênicos e mutantes, levou ao surgimento de centenas de linhagens de camundongos específicas para estudo das mais diversas patologias. O custo elevado de criação e manutenção destas linhagens em biotérios criou a necessidade da utilização de banco de embriões para manutenção destes modelos. Assim, é possível atender a demanda das pesquisas em espaços reduzidos e com menores custos. O objetivo deste trabalho é montar o banco de embriões da CPEA, comparando a influência da velocidade de vitrificação e o uso de volumes diferentes de uma solução 9 M de etilenoglicol (EG), sobre a sobrevivência in vivo e in vitro de blastocisto Mus domesticus domesticus. Fêmeas da linhagem CF1, foram superovuladas com aplicação, via intraperitonial de 0,2 ml (10 UI) de eCG às 15h, seguida da aplicação de 0,2 ml (10 UI) de hCG 46h. Após esta aplicação, as doadoras foram colocadas com machos inteiros e as receptoras com machos vasectomizados, permanecendo durante a noite. As receptoras receberam o mesmo tratamento hormonal 24 horas após as doadoras. Na manhã seguinte, confirmou-se o tampão vaginal (cópula) considerando-se este dia 0 da prenhez para doadoras ou da pseudoprenhez para as receptoras. Fêmeas com tampão vaginal foram sacrificadas no dia 4 para a coleta dos embriões. As receptoras (no dia 3) foram separadas para transferência dos embriões. Para vitrificar, os embriões foram transferidos para a solução de equilíbrio (1,8 M EG + 6% BSA em PBS) onde permaneceram durante dois minutos. Logo. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (2) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Luisa Maria Gomes de Macedo Braga - Coordenador / Andréia Nagestein - Integrante / Graragy de Oliveira - Integrante / Luiz Fernando Dexheimer Rodrigues - Integrante / Carmem Regina Soares Pereira - Integrante / Roberta Trois de Mattos - Integrante., Financiador(es): Fundação Estadual de Produção e Pesquisa em Saúde - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 1 / Número de orientações: 1
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Criopreservação de Embiões de camundongos, Descrição: CRIOPRESERVAÇÃO DE EMBRIÕES Mus domesticus domesticus: IMPLANTAÇÃO DO BANCO DE EMBRIÕES DA DPEA. BRAGA,L.M.G.M*1; OLIVEIRA,G.M.2; RODRIGUES,L.F.D.3; NAGESLTEIN, A.4; PEREIRA,C.R.S.5; DE MATTOS,R.T.6 Os animais de laboratório, principalmente o camundongo, vêm sendo utilizados como modelos biológicos para o desenvolvimento de pesquisas nas mais diversas áreas. Com os avanços tecnológicos em diversas áreas principalmente embriologia, genética, câncer e biologia molecular, a procura por animais transgênicos e mutantes, levou ao surgimento de centenas de linhagens de camundongos específicas para estudo das mais diversas patologias. O custo elevado de criação e manutenção destas linhagens em biotérios criou a necessidade da utilização de banco de embriões para manutenção destes modelos. Assim, é possível atender a demanda das pesquisas em espaços reduzidos e com menores custos. O objetivo deste trabalho é montar o banco de embriões da CPEA, comparando a influência da velocidade de vitrificação e o uso de volumes diferentes de uma solução 9 M de etilenoglicol (EG), sobre a sobrevivência in vivo e in vitro de blastocisto Mus domesticus domesticus. Fêmeas da linhagem CF1, foram superovuladas com aplicação, via intraperitonial de 0,2 ml (10 UI) de eCG às 15h, seguida da aplicação de 0,2 ml (10 UI) de hCG 46h. Após esta aplicação, as doadoras foram colocadas com machos inteiros e as receptoras com machos vasectomizados, permanecendo durante a noite. As receptoras receberam o mesmo tratamento hormonal 24 horas após as doadoras. Na manhã seguinte, confirmou-se o tampão vaginal (cópula) considerando-se este dia 0 da prenhez para doadoras ou da pseudoprenhez para as receptoras. Fêmeas com tampão vaginal foram sacrificadas no dia 4 para a coleta dos embriões. As receptoras (no dia 3) foram separadas para transferência dos embriões. Para vitrificar, os embriões foram transferidos para a solução de equilíbrio (1,8 M EG + 6% BSA em PBS) onde permaneceram durante dois minutos. Logo. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (2) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Luisa Maria Gomes de Macedo Braga - Coordenador / Andréia Nagestein - Integrante / Graragy de Oliveira - Integrante / Luiz Fernando Dexheimer Rodrigues - Integrante / Carmem Regina Soares Pereira - Integrante / Roberta Trois de Mattos - Integrante., Financiador(es): Fundação Estadual de Produção e Pesquisa em Saúde - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 1 / Número de orientações: 1
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Criopreservação de Embiões de camundongos, Descrição: CRIOPRESERVAÇÃO DE EMBRIÕES Mus domesticus domesticus: IMPLANTAÇÃO DO BANCO DE EMBRIÕES DA DPEA. BRAGA,L.M.G.M*1; OLIVEIRA,G.M.2; RODRIGUES,L.F.D.3; NAGESLTEIN, A.4; PEREIRA,C.R.S.5; DE MATTOS,R.T.6 Os animais de laboratório, principalmente o camundongo, vêm sendo utilizados como modelos biológicos para o desenvolvimento de pesquisas nas mais diversas áreas. Com os avanços tecnológicos em diversas áreas principalmente embriologia, genética, câncer e biologia molecular, a procura por animais transgênicos e mutantes, levou ao surgimento de centenas de linhagens de camundongos específicas para estudo das mais diversas patologias. O custo elevado de criação e manutenção destas linhagens em biotérios criou a necessidade da utilização de banco de embriões para manutenção destes modelos. Assim, é possível atender a demanda das pesquisas em espaços reduzidos e com menores custos. O objetivo deste trabalho é montar o banco de embriões da CPEA, comparando a influência da velocidade de vitrificação e o uso de volumes diferentes de uma solução 9 M de etilenoglicol (EG), sobre a sobrevivência in vivo e in vitro de blastocisto Mus domesticus domesticus. Fêmeas da linhagem CF1, foram superovuladas com aplicação, via intraperitonial de 0,2 ml (10 UI) de eCG às 15h, seguida da aplicação de 0,2 ml (10 UI) de hCG 46h. Após esta aplicação, as doadoras foram colocadas com machos inteiros e as receptoras com machos vasectomizados, permanecendo durante a noite. As receptoras receberam o mesmo tratamento hormonal 24 horas após as doadoras. Na manhã seguinte, confirmou-se o tampão vaginal (cópula) considerando-se este dia 0 da prenhez para doadoras ou da pseudoprenhez para as receptoras. Fêmeas com tampão vaginal foram sacrificadas no dia 4 para a coleta dos embriões. As receptoras (no dia 3) foram separadas para transferência dos embriões. Para vitrificar, os embriões foram transferidos para a solução de equilíbrio (1,8 M EG + 6% BSA em PBS) onde permaneceram durante dois minutos. Logo. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (2) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Luisa Maria Gomes de Macedo Braga - Coordenador / Andréia Nagestein - Integrante / Graragy de Oliveira - Integrante / Luiz Fernando Dexheimer Rodrigues - Integrante / Carmem Regina Soares Pereira - Integrante / Roberta Trois de Mattos - Integrante., Financiador(es): Fundação Estadual de Produção e Pesquisa em Saúde - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 1 / Número de orientações: 1
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2001 - 2003
Criopreservação de Embiões de camundongos, Descrição: CRIOPRESERVAÇÃO DE EMBRIÕES Mus domesticus domesticus: IMPLANTAÇÃO DO BANCO DE EMBRIÕES DA DPEA. BRAGA,L.M.G.M*1; OLIVEIRA,G.M.2; RODRIGUES,L.F.D.3; NAGESLTEIN, A.4; PEREIRA,C.R.S.5; DE MATTOS,R.T.6 Os animais de laboratório, principalmente o camundongo, vêm sendo utilizados como modelos biológicos para o desenvolvimento de pesquisas nas mais diversas áreas. Com os avanços tecnológicos em diversas áreas principalmente embriologia, genética, câncer e biologia molecular, a procura por animais transgênicos e mutantes, levou ao surgimento de centenas de linhagens de camundongos específicas para estudo das mais diversas patologias. O custo elevado de criação e manutenção destas linhagens em biotérios criou a necessidade da utilização de banco de embriões para manutenção destes modelos. Assim, é possível atender a demanda das pesquisas em espaços reduzidos e com menores custos. O objetivo deste trabalho é montar o banco de embriões da CPEA, comparando a influência da velocidade de vitrificação e o uso de volumes diferentes de uma solução 9 M de etilenoglicol (EG), sobre a sobrevivência in vivo e in vitro de blastocisto Mus domesticus domesticus. Fêmeas da linhagem CF1, foram superovuladas com aplicação, via intraperitonial de 0,2 ml (10 UI) de eCG às 15h, seguida da aplicação de 0,2 ml (10 UI) de hCG 46h. Após esta aplicação, as doadoras foram colocadas com machos inteiros e as receptoras com machos vasectomizados, permanecendo durante a noite. As receptoras receberam o mesmo tratamento hormonal 24 horas após as doadoras. Na manhã seguinte, confirmou-se o tampão vaginal (cópula) considerando-se este dia 0 da prenhez para doadoras ou da pseudoprenhez para as receptoras. Fêmeas com tampão vaginal foram sacrificadas no dia 4 para a coleta dos embriões. As receptoras (no dia 3) foram separadas para transferência dos embriões. Para vitrificar, os embriões foram transferidos para a solução de equilíbrio (1,8 M EG + 6% BSA em PBS) onde permaneceram durante dois minutos. Logo. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (2) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Luisa Maria Gomes de Macedo Braga - Coordenador / Andréia Nagestein - Integrante / Graragy de Oliveira - Integrante / Luiz Fernando Dexheimer Rodrigues - Integrante / Carmem Regina Soares Pereira - Integrante / Roberta Trois de Mattos - Integrante., Financiador(es): Fundação Estadual de Produção e Pesquisa em Saúde - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 1 / Número de orientações: 1
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Criopreservação de Embiões de camundongos, Descrição: CRIOPRESERVAÇÃO DE EMBRIÕES Mus domesticus domesticus: IMPLANTAÇÃO DO BANCO DE EMBRIÕES DA DPEA. BRAGA,L.M.G.M*1; OLIVEIRA,G.M.2; RODRIGUES,L.F.D.3; NAGESLTEIN, A.4; PEREIRA,C.R.S.5; DE MATTOS,R.T.6 Os animais de laboratório, principalmente o camundongo, vêm sendo utilizados como modelos biológicos para o desenvolvimento de pesquisas nas mais diversas áreas. Com os avanços tecnológicos em diversas áreas principalmente embriologia, genética, câncer e biologia molecular, a procura por animais transgênicos e mutantes, levou ao surgimento de centenas de linhagens de camundongos específicas para estudo das mais diversas patologias. O custo elevado de criação e manutenção destas linhagens em biotérios criou a necessidade da utilização de banco de embriões para manutenção destes modelos. Assim, é possível atender a demanda das pesquisas em espaços reduzidos e com menores custos. O objetivo deste trabalho é montar o banco de embriões da CPEA, comparando a influência da velocidade de vitrificação e o uso de volumes diferentes de uma solução 9 M de etilenoglicol (EG), sobre a sobrevivência in vivo e in vitro de blastocisto Mus domesticus domesticus. Fêmeas da linhagem CF1, foram superovuladas com aplicação, via intraperitonial de 0,2 ml (10 UI) de eCG às 15h, seguida da aplicação de 0,2 ml (10 UI) de hCG 46h. Após esta aplicação, as doadoras foram colocadas com machos inteiros e as receptoras com machos vasectomizados, permanecendo durante a noite. As receptoras receberam o mesmo tratamento hormonal 24 horas após as doadoras. Na manhã seguinte, confirmou-se o tampão vaginal (cópula) considerando-se este dia 0 da prenhez para doadoras ou da pseudoprenhez para as receptoras. Fêmeas com tampão vaginal foram sacrificadas no dia 4 para a coleta dos embriões. As receptoras (no dia 3) foram separadas para transferência dos embriões. Para vitrificar, os embriões foram transferidos para a solução de equilíbrio (1,8 M EG + 6% BSA em PBS) onde permaneceram durante dois minutos. Logo. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (2) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Luisa Maria Gomes de Macedo Braga - Coordenador / Andréia Nagestein - Integrante / Graragy de Oliveira - Integrante / Luiz Fernando Dexheimer Rodrigues - Integrante / Carmem Regina Soares Pereira - Integrante / Roberta Trois de Mattos - Integrante., Financiador(es): Fundação Estadual de Produção e Pesquisa em Saúde - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 1 / Número de orientações: 1
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Criopreservação de Embiões de camundongos, Descrição: CRIOPRESERVAÇÃO DE EMBRIÕES Mus domesticus domesticus: IMPLANTAÇÃO DO BANCO DE EMBRIÕES DA DPEA. BRAGA,L.M.G.M*1; OLIVEIRA,G.M.2; RODRIGUES,L.F.D.3; NAGESLTEIN, A.4; PEREIRA,C.R.S.5; DE MATTOS,R.T.6 Os animais de laboratório, principalmente o camundongo, vêm sendo utilizados como modelos biológicos para o desenvolvimento de pesquisas nas mais diversas áreas. Com os avanços tecnológicos em diversas áreas principalmente embriologia, genética, câncer e biologia molecular, a procura por animais transgênicos e mutantes, levou ao surgimento de centenas de linhagens de camundongos específicas para estudo das mais diversas patologias. O custo elevado de criação e manutenção destas linhagens em biotérios criou a necessidade da utilização de banco de embriões para manutenção destes modelos. Assim, é possível atender a demanda das pesquisas em espaços reduzidos e com menores custos. O objetivo deste trabalho é montar o banco de embriões da CPEA, comparando a influência da velocidade de vitrificação e o uso de volumes diferentes de uma solução 9 M de etilenoglicol (EG), sobre a sobrevivência in vivo e in vitro de blastocisto Mus domesticus domesticus. Fêmeas da linhagem CF1, foram superovuladas com aplicação, via intraperitonial de 0,2 ml (10 UI) de eCG às 15h, seguida da aplicação de 0,2 ml (10 UI) de hCG 46h. Após esta aplicação, as doadoras foram colocadas com machos inteiros e as receptoras com machos vasectomizados, permanecendo durante a noite. As receptoras receberam o mesmo tratamento hormonal 24 horas após as doadoras. Na manhã seguinte, confirmou-se o tampão vaginal (cópula) considerando-se este dia 0 da prenhez para doadoras ou da pseudoprenhez para as receptoras. Fêmeas com tampão vaginal foram sacrificadas no dia 4 para a coleta dos embriões. As receptoras (no dia 3) foram separadas para transferência dos embriões. Para vitrificar, os embriões foram transferidos para a solução de equilíbrio (1,8 M EG + 6% BSA em PBS) onde permaneceram durante dois minutos. Logo. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (2) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Luisa Maria Gomes de Macedo Braga - Coordenador / Andréia Nagestein - Integrante / Graragy de Oliveira - Integrante / Luiz Fernando Dexheimer Rodrigues - Integrante / Carmem Regina Soares Pereira - Integrante / Roberta Trois de Mattos - Integrante., Financiador(es): Fundação Estadual de Produção e Pesquisa em Saúde - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 1 / Número de orientações: 1
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Criopreservação de Embiões de camundongos, Descrição: CRIOPRESERVAÇÃO DE EMBRIÕES Mus domesticus domesticus: IMPLANTAÇÃO DO BANCO DE EMBRIÕES DA DPEA. BRAGA,L.M.G.M*1; OLIVEIRA,G.M.2; RODRIGUES,L.F.D.3; NAGESLTEIN, A.4; PEREIRA,C.R.S.5; DE MATTOS,R.T.6 Os animais de laboratório, principalmente o camundongo, vêm sendo utilizados como modelos biológicos para o desenvolvimento de pesquisas nas mais diversas áreas. Com os avanços tecnológicos em diversas áreas principalmente embriologia, genética, câncer e biologia molecular, a procura por animais transgênicos e mutantes, levou ao surgimento de centenas de linhagens de camundongos específicas para estudo das mais diversas patologias. O custo elevado de criação e manutenção destas linhagens em biotérios criou a necessidade da utilização de banco de embriões para manutenção destes modelos. Assim, é possível atender a demanda das pesquisas em espaços reduzidos e com menores custos. O objetivo deste trabalho é montar o banco de embriões da CPEA, comparando a influência da velocidade de vitrificação e o uso de volumes diferentes de uma solução 9 M de etilenoglicol (EG), sobre a sobrevivência in vivo e in vitro de blastocisto Mus domesticus domesticus. Fêmeas da linhagem CF1, foram superovuladas com aplicação, via intraperitonial de 0,2 ml (10 UI) de eCG às 15h, seguida da aplicação de 0,2 ml (10 UI) de hCG 46h. Após esta aplicação, as doadoras foram colocadas com machos inteiros e as receptoras com machos vasectomizados, permanecendo durante a noite. As receptoras receberam o mesmo tratamento hormonal 24 horas após as doadoras. Na manhã seguinte, confirmou-se o tampão vaginal (cópula) considerando-se este dia 0 da prenhez para doadoras ou da pseudoprenhez para as receptoras. Fêmeas com tampão vaginal foram sacrificadas no dia 4 para a coleta dos embriões. As receptoras (no dia 3) foram separadas para transferência dos embriões. Para vitrificar, os embriões foram transferidos para a solução de equilíbrio (1,8 M EG + 6% BSA em PBS) onde permaneceram durante dois minutos. Logo. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (2) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Luisa Maria Gomes de Macedo Braga - Coordenador / Andréia Nagestein - Integrante / Graragy de Oliveira - Integrante / Luiz Fernando Dexheimer Rodrigues - Integrante / Carmem Regina Soares Pereira - Integrante / Roberta Trois de Mattos - Integrante., Financiador(es): Fundação Estadual de Produção e Pesquisa em Saúde - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 1 / Número de orientações: 1
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2001 - 2003
Criopreservação de Embiões de camundongos, Descrição: CRIOPRESERVAÇÃO DE EMBRIÕES Mus domesticus domesticus: IMPLANTAÇÃO DO BANCO DE EMBRIÕES DA DPEA. BRAGA,L.M.G.M*1; OLIVEIRA,G.M.2; RODRIGUES,L.F.D.3; NAGESLTEIN, A.4; PEREIRA,C.R.S.5; DE MATTOS,R.T.6 Os animais de laboratório, principalmente o camundongo, vêm sendo utilizados como modelos biológicos para o desenvolvimento de pesquisas nas mais diversas áreas. Com os avanços tecnológicos em diversas áreas principalmente embriologia, genética, câncer e biologia molecular, a procura por animais transgênicos e mutantes, levou ao surgimento de centenas de linhagens de camundongos específicas para estudo das mais diversas patologias. O custo elevado de criação e manutenção destas linhagens em biotérios criou a necessidade da utilização de banco de embriões para manutenção destes modelos. Assim, é possível atender a demanda das pesquisas em espaços reduzidos e com menores custos. O objetivo deste trabalho é montar o banco de embriões da CPEA, comparando a influência da velocidade de vitrificação e o uso de volumes diferentes de uma solução 9 M de etilenoglicol (EG), sobre a sobrevivência in vivo e in vitro de blastocisto Mus domesticus domesticus. Fêmeas da linhagem CF1, foram superovuladas com aplicação, via intraperitonial de 0,2 ml (10 UI) de eCG às 15h, seguida da aplicação de 0,2 ml (10 UI) de hCG 46h. Após esta aplicação, as doadoras foram colocadas com machos inteiros e as receptoras com machos vasectomizados, permanecendo durante a noite. As receptoras receberam o mesmo tratamento hormonal 24 horas após as doadoras. Na manhã seguinte, confirmou-se o tampão vaginal (cópula) considerando-se este dia 0 da prenhez para doadoras ou da pseudoprenhez para as receptoras. Fêmeas com tampão vaginal foram sacrificadas no dia 4 para a coleta dos embriões. As receptoras (no dia 3) foram separadas para transferência dos embriões. Para vitrificar, os embriões foram transferidos para a solução de equilíbrio (1,8 M EG + 6% BSA em PBS) onde permaneceram durante dois minutos. Logo. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (2) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Luisa Maria Gomes de Macedo Braga - Coordenador / Andréia Nagestein - Integrante / Graragy de Oliveira - Integrante / Luiz Fernando Dexheimer Rodrigues - Integrante / Carmem Regina Soares Pereira - Integrante / Roberta Trois de Mattos - Integrante.Financiador(es): Fundação Estadual de Produção e Pesquisa em Saúde - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 1 / Número de orientações: 1
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2001 - 2003
Criopreservação de Embiões de camundongos, Descrição: CRIOPRESERVAÇÃO DE EMBRIÕES Mus domesticus domesticus: IMPLANTAÇÃO DO BANCO DE EMBRIÕES DA DPEA. BRAGA,L.M.G.M*1; OLIVEIRA,G.M.2; RODRIGUES,L.F.D.3; NAGESLTEIN, A.4; PEREIRA,C.R.S.5; DE MATTOS,R.T.6 Os animais de laboratório, principalmente o camundongo, vêm sendo utilizados como modelos biológicos para o desenvolvimento de pesquisas nas mais diversas áreas. Com os avanços tecnológicos em diversas áreas principalmente embriologia, genética, câncer e biologia molecular, a procura por animais transgênicos e mutantes, levou ao surgimento de centenas de linhagens de camundongos específicas para estudo das mais diversas patologias. O custo elevado de criação e manutenção destas linhagens em biotérios criou a necessidade da utilização de banco de embriões para manutenção destes modelos. Assim, é possível atender a demanda das pesquisas em espaços reduzidos e com menores custos. O objetivo deste trabalho é montar o banco de embriões da CPEA, comparando a influência da velocidade de vitrificação e o uso de volumes diferentes de uma solução 9 M de etilenoglicol (EG), sobre a sobrevivência in vivo e in vitro de blastocisto Mus domesticus domesticus. Fêmeas da linhagem CF1, foram superovuladas com aplicação, via intraperitonial de 0,2 ml (10 UI) de eCG às 15h, seguida da aplicação de 0,2 ml (10 UI) de hCG 46h. Após esta aplicação, as doadoras foram colocadas com machos inteiros e as receptoras com machos vasectomizados, permanecendo durante a noite. As receptoras receberam o mesmo tratamento hormonal 24 horas após as doadoras. Na manhã seguinte, confirmou-se o tampão vaginal (cópula) considerando-se este dia 0 da prenhez para doadoras ou da pseudoprenhez para as receptoras. Fêmeas com tampão vaginal foram sacrificadas no dia 4 para a coleta dos embriões. As receptoras (no dia 3) foram separadas para transferência dos embriões. Para vitrificar, os embriões foram transferidos para a solução de equilíbrio (1,8 M EG + 6% BSA em PBS) onde permaneceram durante dois minutos. Logo. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (2) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Luisa Maria Gomes de Macedo Braga - Coordenador / Andréia Nagestein - Integrante / Graragy de Oliveira - Integrante / Luiz Fernando Dexheimer Rodrigues - Integrante / Carmem Regina Soares Pereira - Integrante / Roberta Trois de Mattos - Integrante., Financiador(es): Fundação Estadual de Produção e Pesquisa em Saúde - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 2
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2001 - 2003
Criopreservação de Embiões de camundongos, Descrição: CRIOPRESERVAÇÃO DE EMBRIÕES Mus domesticus domesticus: IMPLANTAÇÃO DO BANCO DE EMBRIÕES DA DPEA. BRAGA,L.M.G.M*1; OLIVEIRA,G.M.2; RODRIGUES,L.F.D.3; NAGESLTEIN, A.4; PEREIRA,C.R.S.5; DE MATTOS,R.T.6 Os animais de laboratório, principalmente o camundongo, vêm sendo utilizados como modelos biológicos para o desenvolvimento de pesquisas nas mais diversas áreas. Com os avanços tecnológicos em diversas áreas principalmente embriologia, genética, câncer e biologia molecular, a procura por animais transgênicos e mutantes, levou ao surgimento de centenas de linhagens de camundongos específicas para estudo das mais diversas patologias. O custo elevado de criação e manutenção destas linhagens em biotérios criou a necessidade da utilização de banco de embriões para manutenção destes modelos. Assim, é possível atender a demanda das pesquisas em espaços reduzidos e com menores custos. O objetivo deste trabalho é montar o banco de embriões da CPEA, comparando a influência da velocidade de vitrificação e o uso de volumes diferentes de uma solução 9 M de etilenoglicol (EG), sobre a sobrevivência in vivo e in vitro de blastocisto Mus domesticus domesticus. Fêmeas da linhagem CF1, foram superovuladas com aplicação, via intraperitonial de 0,2 ml (10 UI) de eCG às 15h, seguida da aplicação de 0,2 ml (10 UI) de hCG 46h. Após esta aplicação, as doadoras foram colocadas com machos inteiros e as receptoras com machos vasectomizados, permanecendo durante a noite. As receptoras receberam o mesmo tratamento hormonal 24 horas após as doadoras. Na manhã seguinte, confirmou-se o tampão vaginal (cópula) considerando-se este dia 0 da prenhez para doadoras ou da pseudoprenhez para as receptoras. Fêmeas com tampão vaginal foram sacrificadas no dia 4 para a coleta dos embriões. As receptoras (no dia 3) foram separadas para transferência dos embriões. Para vitrificar, os embriões foram transferidos para a solução de equilíbrio (1,8 M EG + 6% BSA em PBS) onde permaneceram durante dois minutos. Logo. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (2) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Luisa Maria Gomes de Macedo Braga - Coordenador / Andréia Nagestein - Integrante / Graragy de Oliveira - Integrante / Luiz Fernando Dexheimer Rodrigues - Integrante / Carmem Regina Soares Pereira - Integrante / Roberta Trois de Mattos - Integrante., Financiador(es): Fundação Estadual de Produção e Pesquisa em Saúde - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 2
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2001 - 2003
Criopreservação de Embiões de camundongos, Descrição: CRIOPRESERVAÇÃO DE EMBRIÕES Mus domesticus domesticus: IMPLANTAÇÃO DO BANCO DE EMBRIÕES DA DPEA. BRAGA,L.M.G.M*1; OLIVEIRA,G.M.2; RODRIGUES,L.F.D.3; NAGESLTEIN, A.4; PEREIRA,C.R.S.5; DE MATTOS,R.T.6 Os animais de laboratório, principalmente o camundongo, vêm sendo utilizados como modelos biológicos para o desenvolvimento de pesquisas nas mais diversas áreas. Com os avanços tecnológicos em diversas áreas principalmente embriologia, genética, câncer e biologia molecular, a procura por animais transgênicos e mutantes, levou ao surgimento de centenas de linhagens de camundongos específicas para estudo das mais diversas patologias. O custo elevado de criação e manutenção destas linhagens em biotérios criou a necessidade da utilização de banco de embriões para manutenção destes modelos. Assim, é possível atender a demanda das pesquisas em espaços reduzidos e com menores custos. O objetivo deste trabalho é montar o banco de embriões da CPEA, comparando a influência da velocidade de vitrificação e o uso de volumes diferentes de uma solução 9 M de etilenoglicol (EG), sobre a sobrevivência in vivo e in vitro de blastocisto Mus domesticus domesticus. Fêmeas da linhagem CF1, foram superovuladas com aplicação, via intraperitonial de 0,2 ml (10 UI) de eCG às 15h, seguida da aplicação de 0,2 ml (10 UI) de hCG 46h. Após esta aplicação, as doadoras foram colocadas com machos inteiros e as receptoras com machos vasectomizados, permanecendo durante a noite. As receptoras receberam o mesmo tratamento hormonal 24 horas após as doadoras. Na manhã seguinte, confirmou-se o tampão vaginal (cópula) considerando-se este dia 0 da prenhez para doadoras ou da pseudoprenhez para as receptoras. Fêmeas com tampão vaginal foram sacrificadas no dia 4 para a coleta dos embriões. As receptoras (no dia 3) foram separadas para transferência dos embriões. Para vitrificar, os embriões foram transferidos para a solução de equilíbrio (1,8 M EG + 6% BSA em PBS) onde permaneceram durante dois minutos. Logo. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (2) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Luisa Maria Gomes de Macedo Braga - Coordenador / Andréia Nagestein - Integrante / Graragy de Oliveira - Integrante / Luiz Fernando Dexheimer Rodrigues - Integrante / Carmem Regina Soares Pereira - Integrante / Roberta Trois de Mattos - Integrante., Financiador(es): Fundação Estadual de Produção e Pesquisa em Saúde - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 2
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2001 - 2003
Criopreservação de Embiões de camundongos, Descrição: CRIOPRESERVAÇÃO DE EMBRIÕES Mus domesticus domesticus: IMPLANTAÇÃO DO BANCO DE EMBRIÕES DA DPEA. BRAGA,L.M.G.M*1; OLIVEIRA,G.M.2; RODRIGUES,L.F.D.3; NAGESLTEIN, A.4; PEREIRA,C.R.S.5; DE MATTOS,R.T.6 Os animais de laboratório, principalmente o camundongo, vêm sendo utilizados como modelos biológicos para o desenvolvimento de pesquisas nas mais diversas áreas. Com os avanços tecnológicos em diversas áreas principalmente embriologia, genética, câncer e biologia molecular, a procura por animais transgênicos e mutantes, levou ao surgimento de centenas de linhagens de camundongos específicas para estudo das mais diversas patologias. O custo elevado de criação e manutenção destas linhagens em biotérios criou a necessidade da utilização de banco de embriões para manutenção destes modelos. Assim, é possível atender a demanda das pesquisas em espaços reduzidos e com menores custos. O objetivo deste trabalho é montar o banco de embriões da CPEA, comparando a influência da velocidade de vitrificação e o uso de volumes diferentes de uma solução 9 M de etilenoglicol (EG), sobre a sobrevivência in vivo e in vitro de blastocisto Mus domesticus domesticus. Fêmeas da linhagem CF1, foram superovuladas com aplicação, via intraperitonial de 0,2 ml (10 UI) de eCG às 15h, seguida da aplicação de 0,2 ml (10 UI) de hCG 46h. Após esta aplicação, as doadoras foram colocadas com machos inteiros e as receptoras com machos vasectomizados, permanecendo durante a noite. As receptoras receberam o mesmo tratamento hormonal 24 horas após as doadoras. Na manhã seguinte, confirmou-se o tampão vaginal (cópula) considerando-se este dia 0 da prenhez para doadoras ou da pseudoprenhez para as receptoras. Fêmeas com tampão vaginal foram sacrificadas no dia 4 para a coleta dos embriões. As receptoras (no dia 3) foram separadas para transferência dos embriões. Para vitrificar, os embriões foram transferidos para a solução de equilíbrio (1,8 M EG + 6% BSA em PBS) onde permaneceram durante dois minutos. Logo. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (2) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Luisa Maria Gomes de Macedo Braga - Coordenador / Andréia Nagestein - Integrante / Graragy de Oliveira - Integrante / Luiz Fernando Dexheimer Rodrigues - Integrante / Carmem Regina Soares Pereira - Integrante / Roberta Trois de Mattos - Integrante., Financiador(es): Fundação Estadual de Produção e Pesquisa em Saúde - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 2
Prêmios
2025
Homenagem do ano SBCAL, Sociedade Brasileira de Ciências de Animais de Laboratório.
2013
Prêmio Destaque em Pesquisa na Medicina Veterinária- CellVet na Expinter 2013, Conselho Regional de Medina Veterinária do RS.
2008
Finalista do Prêmio Jovem Pesquisador do Congresso da SOCESP 2008, SOCESP.
Histórico profissional
Experiência profissional
2018 - Atual
LGMACEDO Consultoria CientíficaVínculo: Sócia Proprietária, Enquadramento Funcional: Proprietária, Carga horária: 40
2023 - Atual
Conselho Nacional de Controle da Experimentação AnimalVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Coordenadora, Carga horária: 20
2022 - Atual
Conselho Nacional de Controle da Experimentação AnimalVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Voluntária, Carga horária: 2
2022 - Atual
Conselho Nacional de Controle da Experimentação AnimalVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Membro Suplente MCTI, Carga horária: 2
2013 - Atual
Conselho Nacional de Controle da Experimentação AnimalVínculo: Consultor Ad Hoc, Enquadramento Funcional: Consultor
2016 - 2020
Conselho Nacional de Controle da Experimentação AnimalVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Membro Suplente CNPq, Carga horária: 2
2011 - 2013
Conselho Nacional de Controle da Experimentação AnimalVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Membro Suplente CNPq, Carga horária: 2
2009 - 2011
Conselho Nacional de Controle da Experimentação AnimalVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Membro Suplente SBCAL/COBEA, Carga horária: 2
2023 - 2025
BIOTEC Controle AmbientalVínculo: Gestora de Biotérios, Enquadramento Funcional: Médica Veterinária, Carga horária: 40
2020 - 2022
BIOTEC SOLUÇÕES AMBIENTAISVínculo: Consultor, Enquadramento Funcional: Consultora Cientifica e agente de vendas, Carga horária: 20
1981 - Atual
Sociedade Brasileira de Ciência em Animais de LaboratórioVínculo: Sócio, Enquadramento Funcional: Voluntário
2014 - 2016
Sociedade Brasileira de Ciência em Animais de LaboratórioVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Presidente
2009 - 2011
Sociedade Brasileira de Ciência em Animais de LaboratórioVínculo: Membro Suplente do CONCEA, Enquadramento Funcional: Voluntário
2003 - 2009
Sociedade Brasileira de Ciência em Animais de LaboratórioVínculo: REPRESENTANTE REGIONAL, Enquadramento Funcional: VOLUNTÁRIO
1996 - 1997
Sociedade Brasileira de Ciência em Animais de LaboratórioVínculo: Coordenador da Com. de Ensino, Enquadramento Funcional: Voluntário
2020 - 2023
Federación de Sociedades Sudamericanas de Ciencias de Animales de LaboratoVínculo: Secretária, Enquadramento Funcional: Voluntária
2011 - 2017
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do SulVínculo: , Enquadramento Funcional: Médica Veterinária Responsável Técnica-RT, Carga horária: 20
2006 - 2017
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do SulVínculo: , Enquadramento Funcional: Coordenador Técnico, Carga horária: 40
2016 - 2020
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPqVínculo: Coordenado REBIOTERIO, Enquadramento Funcional: Coordenador, Carga horária: 2
2024 - Atual
Conselho Federal de Medicina VeterináriaVínculo: Grupo de trabalho CFMV/CONCEA, Enquadramento Funcional: PRESIDENTE, Carga horária: 4
Outras informações:
PORTARIA 81/2024-PR/DE/CFMV/SISTEMA, 24 DE ABRIL DE 2024. CRIA GT DE TRABALHO ENTRE CFMV E CONCEA/MCTI
2014 - 2017
Conselho regional de Medicina Veterinária do RSVínculo: Comissão de Ética, Bioética e, Enquadramento Funcional: Membro de Comissão, Carga horária: 1
2013 - 2017
Conselho regional de Medicina Veterinária do RSVínculo: Escola Superior de Ética, Enquadramento Funcional: Membro suplente
2001 - 2013
Fundação Estadual de Produção e Pesquisa Em SaúdeVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: COORDENADOR DE UNIDADE, Carga horária: 40
Outras informações:
RESPONSÁVEL TÉCNICO, PESQUISADOR. Atualmente Aposentada.
1994 - 2001
Fundação Estadual de Produção e Pesquisa Em SaúdeVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: COORDENADOR DE UNIDADE, Carga horária: 40
Outras informações:
PESQUISADOR, RESPONSÁVEL TÉCNICO, MEMBRO DE COMITÊ DE ÉTICA, MEMBRO DO GRUPO DE POLÍTICA DE PESQUISAS
Atividades
-
10/2001
Direção e administração, Centro de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, Coordenação de Produção e Experimentação Animal.Cargo ou função, Diretor de Unidade.
-
03/2000
Conselhos, Comissões e Consultoria, Divisão de Produção e Experimentação Animal, Grupo de Plítica de Pesquisa da Fepps.Cargo ou função, Membro de conselho de unidade.
-
03/1998
Pesquisa e desenvolvimento, Divisão de Produção e Experimentação Animal, Seção de Experientação Animal.Linhas de pesquisa
-
07/2001 - 12/2003
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, Comitê de Ética.Cargo ou função, Membro de comissão.
-
12/1994 - 10/2001
Serviços técnicos especializados , Divisão de Produção e Experimentação Animal, Divisão de Produção E Experimentação Animal.Serviço realizado, RESPONSÁVEL TÉCNICA.
-
12/1994 - 10/2001
Outras atividades técnico-científicas , Divisão de Produção e Experimentação Animal, Divisão de Produção e Experimentação Animal.Atividade realizada, PESQUISA, RESPONSÁVEL TÉCNICA.
-
01/1995 - 09/2001
Direção e administração, Divisão de Produção e Experimentação Animal, Divisão de Produção E Experimentação Animal.Cargo ou função, Diretor de Unidade.
2007 - 2013
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do SulVínculo: Membro do Conselho Superior, Enquadramento Funcional: Colaborador
Outras informações:
Representante doo Centros de Pesquisa do Estado do RS
Atividades
-
04/2008
Conselhos, Comissões e Consultoria, Conselho superior.Cargo ou função, Membro do Conselho Superior.
2009 - 2015
Instituto de Cardiologia do Rio Grande do SulVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Professor Convidado, Carga horária: 2
2000 - 2014
Instituto de Cardiologia do Rio Grande do SulVínculo: Comitê de Ética em Pesquisa, Enquadramento Funcional: Membro e atual Vice-Presidente, Carga horária: 0
2006 - 2013
Instituto de Cardiologia do Rio Grande do SulVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Pesquisadora Convidada do LEA, Carga horária: 0
Outras informações:
Atuação em projetos de Carciologia Experimental
2008 - 2012
Instituto de Cardiologia do Rio Grande do SulVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Avaliação científica de Projetos de Pesquisa
Atividades
-
01/2004
Pesquisa e desenvolvimento, Instiituto de Cardilogia.Linhas de pesquisa
2005 - 2014
Intituto do Coração da Faculdade de Medicina da USPVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Pesquisador Convidado
Outras informações:
Desenvolvendo projetos na área de regeneração cardíaca através da terapia celular na Divisão Experimental do InCOR, em colaboração com a Profa. Dra Maria Claudia Irigoyen
2009 - 2009
Universidade Federal do Rio Grande do SulVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Ministrante Disciplina PPGCF, Carga horária: 4
Outras informações:
Ministrante da Disciplina FAP 012"Uso de animais de laboratório como modelos experimentais: cuidados e manejo" no Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas, da Faculdade de Farmácia da UFRGS.
EMENTA DE DISCIPLINA
Disciplina:
Uso de Animais de laboratório como modelos experimentais: cuidados e manejo
Professor responsável: Dra. Luisa Maria Gomes de Macedo Braga
Professor(es) Colaborador(es): MsC. Patrícia Sesterheim (Laboratório de Transplantes-IPB/HSL-PUCRS), Dra. Ekaterina A. Rivera, Profa. Dra. Monica Riff Moreira Vianna.
Créditos: total: (Teóricos: 2 Práticos: 1)
Carga horária: 30 horas/aula
Nível: informar : Doutorado/Mestrado Acadêmico/Mestrado Profissionalizante (GAF/DTCQPF)
Pré-requisitos: Alunos do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas e áreas afins, que façam ou venham a fazer uso de animais de laboratório em seus experimentos.
Súmula/Ementa: Estudo dos animais de laboratório como modelos de pesquisa experimental.
Objetivos: Oportunizar ao aluno uma visão teórica sobre a ética da experimentação animal, sobre a biologia, manutenção e bem-estar dos principais modelos biológicos e uma noção prática do manejo com esses animais. Com esses enfoques, pretendemos fornecer aos alunos subsídios para o aprimoramento do uso de animais experimentais, qualificando seus resultados e diminuindo a variabilidade experimental.
Programa (conteúdo)
Teórico: 1) Ética em experimentação animal
? Comitês de Ética para o Uso de Animais
? Aspectos Legais no uso de Animais de Laboratório no Brasil e no mundo.
2) Manutenção de Animais de laboratório:
? Edificações
? Diferenças entre os diversos tipos de biotérios
? Condições ambientais do macro e microambientes
? Classificações sanitárias
? Biossegurança
3) Principais modelos experimentais
? Biologia
? Parâmetros fisiológicos
? Classificações genéticas
4) Bem- estar animal
? Interferência no resultado experimental
5) Uso de animais
1980 - 1994
Instituto de Pesquisas Biológicas SsmaVínculo: MEDICO VETERINÁRIA, Enquadramento Funcional: CLT, Carga horária: 40
Atividades
-
03/1990 - 12/1994
Direção e administração, Divisão de Apoio Técnico, Biotério.Cargo ou função, RESPONSÁVEL TÉCNICA, CHEFE DE SEÇÃO.
-
03/1980 - 12/1994
Outras atividades técnico-científicas , Divisão de Apoio Técnico, Divisão de Apoio Técnico.Atividade realizada, CRIAÇÃO E ,MANEJO DE ANIMAIS DE LABORATÓRIO.
2012 - 2013
Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do SulVínculo: Membro de Comissão, Enquadramento Funcional: Comissão de Ética Anima
Outras informações:
Membro da Comissão de Ética Bioética e Pesquisa em Saúde
2017 - 2017
Rede Mineira de BioterismoVínculo: Consultor, Enquadramento Funcional: CLT, Carga horária: 4
Outras informações:
Consultoria
HARMONIZAÇÃO DE CONHECIMENTOS, PROCEDIMENTOS E HABILIDADES ENTRE OS GRUPOS DE TRABALHO DOS BIOTERIOS DAS INSTITUIÇÕES INTEGRANTES DA REDE MINEIRA DE BIOTERISMO
Rede Mineira de Bioterismo chancelada pela FAPEMIG dentro do Projeto REDE 31/11 ? Rede de Bioterismo,
2009 - 2018
CellMed Medicina Regenerativa e Consultoria Científica Ltda., CELLMED, BrasVínculo: Diretora Clínica, Enquadramento Funcional: Sócia
2025 - Atual
Vivens ConsultoriaVínculo: Sócia Proprietária, Enquadramento Funcional: Cosultora Científica
Outras informações:
A Vivens nasce com o propósito de transformar a ciência de animais de laboratório por meio de uma abordagem ética, inovadora e tecnicamente qualificada. Atuamos na interseção entre o rigor científico e o compromisso com o bem-estar animal, oferecendo soluções completas para instituições que buscam excelência em pesquisa biomédica, conformidade regulatória e desempenho operacional.Nosso trabalho é sustentado por três pilares fundamentais: qualidade, ética e inovação. Acreditamos que é possível aliar o avanço científico ao respeito pela vida animal, promovendo práticas baseadas nos princípios dos 3Rs (Redução, Refinamento e Substituição) e em alinhamento às normativas nacionais e internacionais, como a Resolução CONCEA n 51/2021 e as diretrizes da FELASA e OECD.
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de Luisa Maria Gomes de Macedo Braga e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todas as movimentações desse processo e sempre que o processo aparecer em publicações dos Diários Oficiais e nos Tribunais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Confirma a exclusão?