Sthephanie Antero de Araújo Zilian

Graduada em Letras com ênfase em Inglês pela Universidade Federal Tecnológica do Paraná (UTFPR); experiência em bilinguismo na Educação Infantil e no Ensino Fundamental I; atualmente, professora de suporte à aprendizagem bilíngue no ensino Fundamental II; interesse em Ensino de Língua Inglesa para Crianças, Cultura e Identidade, Literaturas Modernas e Linguística Aplicada.

Informações coletadas do Lattes em 02/04/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em Letras

2019 - 2024

Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Título: PLAYFUL KINDERGARTEN: REFLEXÕES SOBRE O BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL EM CONTEXTO BILÍNGUE
Orientador: Andressa Brawerman Albini

Graduação interrompida em 2016 em História

2013 - Atual

Universidade Federal Fluminense
Ano de interrupção: 2016

Ensino Médio (2º grau)

2010 - 2012

Colégio Plínio Leite

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Letras.

Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Letras / Subárea: Literaturas Estrangeiras Modernas.

Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Lingüística / Subárea: Lingüística Aplicada.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação.

Grande área: Ciências Humanas.

Produções bibliográficas

  • Sanfelici, A. de M. ; ARAÚJO, S. A. ; BRAWERMAN-ALBINI, A. ; LINDSTRON, J. A. ; CORDEIRO, E. N. ; ALBUQUERQUE, J. I. A. D. ; ROSS, A. . Iniciação à docência na pandemia: sobre vivências no PIBID em Letras Inglês na UTFPR. 1. ed. São Paulo: Pimenta Cultural, 2022. v. 1.

  • ARAÚJO, S. A. ; FERNANDES, L. V. S. ; VIANA, T. S. . Gamificação e ensino: como gerar engajamento e autonomia na sala de aula do Ensino Médio?. 2023. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • ARAÚJO, S. A. ; SUHEVITS, V. ; BIN, J. C. ; OLIVEIRA, C. G. . A Alternância de Códigos no construto do Bilinguismo. 2022. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • ARAÚJO, S. A. ; ALVES, P. L. S. P. ; RAFFO, G. M. ; BIN, J. C. . SIM, QUERO APRENDER PRONÚNCIA - ENTENDENDO AS MOTIVAÇÕES PARA O APRENDIZADO DE PRONÚNCIA EM LÍNGUA INGLESA. 2022. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • MARTINS, M. C. ; ARAÚJO, S. A. ; SILVEIRA, L. ; SANTANNA, J. ; LESSA, V. M. . Escolas de samba e História: memória e historicidade. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

Projetos de pesquisa

  • 2023 - 2023

    Gamificação e ensino: como gerar engajamento e autonomia na sala de aula do Ensino Médio?, Descrição: Com o mundo digital, a distância transacional entre alunos e professores torna-se uma realidade latente dentro da contemporaneidade. A escola tradicional que previa alunos passivos ao próprio processo de aprendizagem não mais compreende as estruturas do mundo tecnológico e das novas comunicações surgidas dele. Teorizada por Moore (1993), a teoria da distância transacional abrange o espaço psicológico criado pela distância mediada por tecnologia no ambiente educacional. O autor discorre essencialmente sobre a educação mediada por telas, ressaltando os conceitos de estrutura, diálogo e autonomia. Nota-se, entretanto, que o mundo digital se encontra indissociável até mesmo em ambientes educacionais presenciais. Em outras palavras, o contexto de sala de aula presencial é entrecortado por mundos digitais ao ponto que o acesso a esses está a um gadget de distância. À medida que tenta-se alcançar as novas gerações, é possível notar o quanto as ferramentas digitais proporcionam a esses alunos autonomia sobre suas escolhas pedagógicas, ou não. Segundo Moore (apud Mota, 2020) o termo autonomia do aluno descreve o processo em que os alunos usam materiais didáticos e programas de ensino para atingir seus próprios objetivos, à sua maneira e sob seu próprio controle. Já as ferramentas associadas à gamificação, sob o viés de Silva (2017), podem trazer um alto número de interatividade entre os autores, possibilitando a geração de presença social através do engajamento. De acordo com os autores, a presença social é a capacidade que os participantes têm de projetar suas características pessoais na comunidade online, apresentando-se aos outros participantes como pessoas reais"', assim, incentivando e mantendo o pensamento crítico em determinada comunidade de aprendizagem. Analisaremos através deste trabalho a gamificação como ferramenta capaz de produzir presença social e encurtar a distância transacional no processo de aprendizagem de inglês como segunda língua. E deseja-se manipular esta ferramenta metodológica, a fim de gerar presença social nos alunos, diminuindo a necessidade de telepresença em aparelhos digitais e obter engajamento com o conteúdo abordado em sala de aula. Para isto, a nossa metodologia consiste em uma atividade pedagógica utilizando a gamificação, com temas relevantes para o ensino de língua inglesa. Percebe-se através do embasamento teórico, uma importante relevância social, tanto para o ensino de língua estrangeira quanto para a área de Letras. Portanto, este trabalho versa sobre a proposição de uma intervenção pedagógica que permita e incentive o engajamento e autonomia em sala de aula, através do uso de jogos e elementos gamers em contexto de sala de aula da rede pública.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) . , Integrantes: Sthephanie Antero de Araújo Zilian - Integrante / Luã Vinicius Shoenherr Fernandes - Integrante / Thaise Silva Viana - Integrante / Walker Pincerati - Coordenador.

  • 2022 - 2022

    SIM, QUERO APRENDER PRONÚNCIA - ENTENDENDO AS MOTIVAÇÕES PARA O APRENDIZADO DE PRONÚNCIA EM LÍNGUA INGLESA, Descrição: A pesquisa, conduzida para o Seminário de Pesquisa em Letras (SEPEL), teve como objetivo entender melhor as motivações de alunos que procuram aprender especificamente a pronúncia da língua inglesa (LI) com segunda língua, por meio de uma pesquisa qualitativa realizada com alunos de um curso de pronúncia que é ofertado pelo Núcleo de Línguas (NucLI) da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Os dados foram coletados de duas maneiras, primeiramente em um questionário, para entender quais seriam as motivações dos alunos na perspectiva deles, segundamente foi realizado um círculo de diálogo com alguns dos alunos que responderam o questionário. Os resultados da pesquisa foram que existem diferentes motivações para aprender LI. Elas foram organizadas em diferentes categorias, representadas por alguns assuntos: aprender a pronúncia para melhorar o nível de proficiência; para não perder oportunidades, incluindo as internacionais; e para ser melhor aceito por outros sujeitos falantes de LI como língua materna, sejam esses falantes nativos ou não. Por fim, é importante ressaltar que as motivações são intrinsecamente interligadas com o conceito de emoções e isso também foi levado em conta na análise dos resultados.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) . , Integrantes: Sthephanie Antero de Araújo Zilian - Integrante / Juliana Carla Bin - Integrante / Pedro Lucas Silva Pereira Alves - Integrante / Giovanna Marina Raffo - Integrante / Ana Maria dos Santos Garcia Ferreira Martins - Coordenador.

  • 2022 - 2022

    A Alternância de Códigos no construto do Bilinguismo, Descrição: Na atual conjuntura multilíngue da Linguística Aplicada, no qual a língua estrangeira (LE) está inserida, percebe-se a tendência de escolas bilíngues devido à demanda de aprendizado de uma segunda língua. Nessa razão, o objetivo deste trabalho é a análise do construto do Bilinguismo e a influência da alternância de códigos na aprendizagem de língua estrangeira. A estrutura do trabalho será composta pela definição e características do Bilinguismo, pela apresentação do conceito de alternância de códigos e seus tipos, code-switching, code-mixing, transferência ou interferência linguística, assim como fatores cognitivos relacionados ao code-switching, o modelo de controle inibitório, o modelo de acesso lexical bilíngue e, por fim, serão apresentados exemplos de como code-mixing e code-switching acontecem em diferentes níveis de proficiência, desde o mais básico ao mais avançado. Por Bilinguismo, entende-se o uso de duas ou mais línguas por um falante, podendo ter igual fluência e proficiência em uma delas. A alternância de código é um termo da Linguística Aplicada, especificamente do Bilinguismo, utilizando duas ou mais variações linguísticas no ato da fala, que pode acontecer por motivos e formas variadas. Tanto o Bilinguismo quanto a alternância de códigos não comprometem o desenvolvimento cognitivo do indivíduo. A interação entre sistemas linguísticos é amplamente discutida pelas áreas de Psicolinguística e Psicologia Cognitiva, ainda que divirjam quanto a foco e conceito. Ao analisar a ativação das áreas cerebrais ao produzir linguagem, estudos apontam que apesar de considerável sobreposição, as áreas que processam L1 e L2 são distintas. Evidencia-se também a plasticidade cerebral do falante bilíngue, que tem aumento considerável de massa cinzenta para comportar habilidades referentes à aquisição. A alternância de código surge nesse contexto como um aperfeiçoador do funcionamento executivo, graças à experiência de inibir e ativar códigos distintos adquiridos ao longo da vida de um sujeito. Logo, os ganhos cognitivos desse fenômeno se estendem para além de áreas relacionadas à linguagem. Para fundamentar este estudo, realizou-se uma pesquisa bibliográfica qualitativa, na busca de subsídios para entender os objetos pesquisados sobre o tema em questão. Ainda na fundamentação da pesquisa, utilizou-se de artigos e livros em língua portuguesa e inglesa, gratuitos e disponíveis no formato digital, que abordassem a temática pesquisada. A partir dessas análises, afirma-se que a ocorrência desses fatos na aquisição de uma língua estrangeira, como estratégias de comunicação, compartilha intenções comunicativas, não devendo ser vista como um processo aleatório e sim, como parte inerente do processo de aprendizagem. Além disso, há implicações pedagógicas relacionadas à alternância de códigos, como um indicativo a respeito da evolução do desempenho bilíngue do aluno, e esta alternância deve ser tratada pelo professor como um fenômeno natural, parte do processo de interlanguage do aluno, sendo melhor que ele seja incentivado a se arriscar sempre a falar e praticar cada vez mais a segunda língua.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) . , Integrantes: Sthephanie Antero de Araújo Zilian - Integrante / Juliana Carla Bin - Integrante / Cláudia Gabriel de Oliveira - Integrante / Vanilza Suhevits - Integrante / Elizabeth Pazello - Coordenador.

Histórico profissional

Experiência profissional

2015 - 2015

Colégio e Curso M3

Vínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Monitora, Carga horária: 20

2019 - 2020

Colégio Marista Santa Maria

Vínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 36

2018 - 2020

Facin Cursos

Vínculo: Funcionária Horista, Enquadramento Funcional: Instrutora de Inglês, Carga horária: 6

2022 - 2022

Kids Centro Educacional

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professora Bilíngue Regente, Carga horária: 24

2021 - 2021

Kids Centro Educacional

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professor Auxiliar, Carga horária: 36

2020 - 2022

Universidade Tecnológica Federal do Paraná

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação a Docência, Carga horária: 20

2022 - 2023

Play School International

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professora Bilíngue Regente, Carga horária: 24

2023 - 2024

Maple Bear Canadian School

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professora Bilíngue Regente, Carga horária: 24

2024 - Atual

International School of Curitiba

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professora de Suporte a Aprendizagem Bilíngue, Carga horária: 44