João Fabrício Flores da Cunha

Doutorando no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Mestre em Comunicação e Informação pela UFRGS. Bacharel em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, pela UFRGS, com período sanduíche na Universidad Autónoma de Madrid (UAM). Integrante do Grupo de Pesquisa Semiótica e Culturas da Comunicação (GPESC), tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Semiótica, Teorias da Comunicação, Cinema e Audiovisual. Tem experiência profissional em comunicação institucional, comunicação pública, redação de jornal impresso, online e assessoria de comunicação.

Informações coletadas do Lattes em 29/05/2023

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em andamento em Comunicação

2020 - Atual

Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Alexandre Rocha da Silva.

Mestrado em Comunicação e Informação

2014 - 2016

Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Título: A comunicação afetiva no cinema de Ingmar Bergman, Ano de Obtenção: 2016
Alexandre Rocha da Silva.Bolsista do(a): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul, FAPERGS, Brasil.

Graduação em Comunicação Social - Jornalismo

2009 - 2013

Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Título: Um só, três filmes: produção de sentido na Trilogia das Cores, de Krzysztof Kielowski
Orientador: Alexandre Rocha da Silva
com

Formação complementar

2016 - 2016

Extensão universitária em Leggi che ti fa bene - Oficina de leitura em italiano. (Carga horária: 40h). , Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

2012 - 2016

Alemão. , Associação Comunitária de Ensino de Línguas Estrangeiras, ACELE, Brasil.

2015 - 2015

Francês. , Associação Comunitária de Ensino de Línguas Estrangeiras, ACELE, Brasil.

2013 - 2013

Extensão universitária em DELE C1. , Universidad Autónoma de Madrid, UAM, Espanha.

2012 - 2012

Extensão universitária em Espanhol, nível 7. (Carga horária: 48h). , Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

2012 - 2012

Extensão universitária em Semiótica da Cultura. (Carga horária: 15h). , Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

2012 - 2012

Francês. , Aliança Francesa de Porto Alegre, AFPOA, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Italiano

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Francês

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Alemão

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Comunicação.

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Comunicação / Subárea: Teoria da Comunicação.

Participação em eventos

III Jornada do GPESC: Semiótica e Culturas da Comunicação.Contribuições do conceito de imanência para o pensamento comunicacional. 2019. (Seminário).

VIII Colóquio Sul de Literatura Comparada 2019 ? Poéticas (d)e Internacionalização. Cenas de um casamento: Ingmar Bergman e as séries de TV contemporâneas. 2019. (Congresso).

II Jornada do GPESC: Semiótica e Culturas da Comunicação.O estruturalismo de Gilles Deleuze: apontamentos para a constituição de um problema semiótico. 2018. (Seminário).

IV Jornada dos Grupos de Pesquisa em Semiótica. 2018. (Congresso).

10 Encontro Nacional de História da Mídia - Alcar 2015. As séries de TV contemporâneas e Ingmar Bergman: um estudo sobre Cenas de um casamento. 2015. (Congresso).

XXXVIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. A Rostidade no Cinema de Ingmar Bergman. 2015. (Congresso).

XXXVII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. A Liberdade como Paradoxo em A Liberdade É Azul, de Krzysztof Kielowski. 2014. (Congresso).

XIV Salão de Iniciação Científica da PUCRS.A Cor e a Música Como Elementos Centrais no Cinema: Um Estudo Sobre A Liberdade É Azul. 2013. (Outra).

Semana Acadêmica da Comunicação 2009/1. 2009. (Outra).

Participação em bancas

Aluno: Giuliana Heberle

SILVA, A. R.FLORES DA CUNHA, J.; MULLER, L.. Três potências do falso em Kiarostami. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Comunicação Social - Jornalismo) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Alvaro Bernardi

SILVA, A. R.; ALMEIDA, G. M. R.;FLORES DA CUNHA, J.. Dissenso e partilha no cinema contemporâneo: encontros com o filme Doméstica. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Comunicação Social) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Orientou

Igor Araújo Porto

As espacialidades no cinema de Cláudio Assis; 2015; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Comunicação Social - Jornalismo) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: João Fabricio Flores da Cunha;

Produções bibliográficas

  • PORTO, I. A. ; FLORES DA CUNHA, J. ; SILVA, A. R. . As espacialidades através dos efeitos de câmera alta e imagens documentais no cinema de Cláudio Assis. CULTURAS MIDIÁTICAS , v. 10, p. 87-103, 2017.

  • FLORES DA CUNHA, J. . Sobre o conceito de indústria cultural e a possibilidade de o cinema se constituir como arte: apontamentos sobre a obra de Ingmar Bergman. CAMBIASSU: ESTUDOS EM COMUNICAÇÃO (ONLINE) , v. 15, p. 118-133, 2015.

  • FLORES DA CUNHA, J. ; SILVA, A. R. . Entre o maior e o menor: sentidos políticos dos valores da Revolução Francesa na Trilogia das Cores, de Krzysztof Kielowski. Em Questão , v. 20, p. 247-268, 2014.

  • GPESC, Grupo ; FLORES DA CUNHA, J. . Semiótica crítica e as materialidades da comunicação (no prelo). 1. ed. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2020. 350p .

  • FLORES DA CUNHA, J. . A Liberdade como Paradoxo em A Liberdade É Azul, de Krzysztof Kielowski. In: Regiane Miranda de Oliveira Nakagawa; Alexandre Rocha da Silva. (Org.). Semiótica da Comunicação II. 1ed.São Paulo: Intercom, 2015, v. , p. 185-206.

  • FLORES DA CUNHA, J. . Micropolíticas e linhas de fuga na Trilogia das Cores, de Krzysztof Kielowski. In: Alexandre Rocha da Silva; Gabriel de Andrade Junqueira Filho; Ione Bentz. (Org.). Semiótica e linhas de fuga. 1ed.São Paulo: Kazuá, 2014, v. , p. 103-128.

  • SILVA, A. R. ; FLORES DA CUNHA, J. . A semiótica como prática de pesquisa. In: Eugenia Mariano da Silva Barichello; Anelise Rublescki. (Org.). Pesquisa em comunicação: olhares e abordagens. 1ed.Santa Maria: Facos - UFSM, 2014, v. , p. 47-66.

  • FLORES DA CUNHA, J. . Vale-cultura anima os livreiros. Correio do Povo, Porto Alegre, 15 nov. 2009.

  • COSTA, F. ; FLORES DA CUNHA, J. ; SIRENA, M. . Os desafios de ser bixo. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 131.

  • FLORES DA CUNHA, J. . Diálogo como prioridade. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 131.

  • FLORES DA CUNHA, J. . Uma casa solidária. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 131.

  • FLORES DA CUNHA, J. ; SIRENA, M. . Universidade estendida. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 132.

  • FLORES DA CUNHA, J. . Vargas Llosa, Nobel. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 132.

  • FLORES DA CUNHA, J. . Passo a passo. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 132.

  • FLORES DA CUNHA, J. . A pesquisa e o futuro. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 133.

  • COSTA, F. ; FLORES DA CUNHA, J. . Missão Ásia. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 133.

  • FLORES DA CUNHA, J. . 'Leituras críticas sobre Maria da Conceição Tavares'. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 133.

  • FLORES DA CUNHA, J. . Aula no verão. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 134.

  • FLORES DA CUNHA, J. . Cada vez mais popular. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 134.

  • FLORES DA CUNHA, J. . Revolta contra o governo. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 135.

  • FLORES DA CUNHA, J. . Direitos autorais em debate. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 135.

  • FLORES DA CUNHA, J. . A sala dos problemas. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 135.

  • FLORES DA CUNHA, J. . Valeu a pena. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 135.

  • DAVID, D. ; FLORES DA CUNHA, J. . O que muda após Fukushima?. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 136.

  • FLORES DA CUNHA, J. . A lista de 2012. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 136.

  • FLORES DA CUNHA, J. . Líbia sem rumo. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 136.

  • SILVA, C. ; SILVEIRA, J. C. ; FLORES DA CUNHA, J. . Lembrar sem punir. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 137.

  • FLORES DA CUNHA, J. . O exemplo que vem de fora. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 137.

  • FLORES DA CUNHA, J. . Uma década sem Milton Santos. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 138.

  • FLORES DA CUNHA, J. ; KOCHHANN, L. E. . Os limites da inclusão digital. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 139.

  • DAVID, D. ; FLORES DA CUNHA, J. ; KOCHHANN, L. E. . Patas dadas contra o abandono. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 139.

  • FLORES DA CUNHA, J. . 'O mal ronda a terra'. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 139.

  • FLORES DA CUNHA, J. . Luta por direitos humanos. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 139.

  • FLORES DA CUNHA, J. . O futuro do Rio. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 140.

  • FLORES DA CUNHA, J. . Palestina quer lugar na ONU. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 140.

  • FLORES DA CUNHA, J. . Do discurso à prática. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 141.

  • DAVID, D. ; FLORES DA CUNHA, J. ; KOCHHANN, L. E. . Eletivas fantasmas. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 141.

  • FLORES DA CUNHA, J. . É hora de lutar. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 142.

  • FLORES DA CUNHA, J. . E se eles não poluíssem?. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 143.

  • FLORES DA CUNHA, J. . Europa rumo ao abismo. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 143.

  • FLORES DA CUNHA, J. ; KOCHHANN, L. E. . Os desafios do crescimento. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 144.

  • FLORES DA CUNHA, J. . O que mudou no mundo árabe. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 144.

  • SILVA, C. ; FLORES DA CUNHA, J. . Um rumo para Porto Alegre. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 145.

  • FLORES DA CUNHA, J. . Por uma vida mais calma. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 146.

  • GUERRA, A. ; KONRATH, B. ; FLORES DA CUNHA, J. . 3x4 entrevista: Sérgio Amadeu. Revista 3x4, Porto Alegre.

  • FLORES DA CUNHA, J. . O exercício da entrevista. Revista Sextante, Porto Alegre.

  • MATTOS, B. ; FLORES DA CUNHA, J. . Matinas Suzuki Jr., o editor. Revista Sextante, Porto Alegre.

  • FLORES DA CUNHA, J. . Anatomia profissional. Jornal da Universidade, Porto Alegre, , v. 140.

  • FLORES DA CUNHA, J. . A Rostidade no Cinema de Ingmar Bergman. In: XXXVIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 2015, Rio de Janeiro. Anais do XXXVIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 2015.

  • FLORES DA CUNHA, J. . As séries de TV contemporâneas e Ingmar Bergman: um estudo sobre Cenas de um casamento. In: 10 Encontro Nacional de História da Mídia - Alcar 2015, 2015, Porto Alegre. Anais do ALCAR - 10 encontro nacional de história da mídia, 2015.

  • FLORES DA CUNHA, J. . A Liberdade como Paradoxo em A Liberdade É Azul, de Krzysztof Kielowski. In: XXXVII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 2014, Foz do Iguaçu. Anais do XXXVII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 2014.

  • FLORES DA CUNHA, J. . Contribuições do conceito de imanência para o pensamento comunicacional. In: III Jornada do GPESC: Semiótica e Culturas da Comunicação, 2019, Porto Alegre. III Jornada do GPESC: Semiótica e Culturas da Comunicação - Livro de resumos, 2019.

  • FLORES DA CUNHA, J. . O estruturalismo de Gilles Deleuze: apontamentos para a constituição de um problema semiótico. In: II Jornada do GPESC: Semiótica e Culturas da Comunicação, 2018, Porto Alegre. II Jornada do GPESC: Semiótica e Culturas da Comunicação - Livro de resumos, 2018.

  • FLORES DA CUNHA, J. . Contribuições do conceito de imanência para o pensamento comunicacional. 2019. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • FLORES DA CUNHA, J. . Cenas de um casamento: Ingmar Bergman e as séries de TV contemporâneas. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FLORES DA CUNHA, J. . O estruturalismo de Gilles Deleuze: apontamentos para a constituição de um problema semiótico. 2018. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • FLORES DA CUNHA, J. . Escola de Frankfurt e a dialética do esclarecimento. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • FLORES DA CUNHA, J. . Escola de Frankfurt e a era da reprodutibilidade técnica. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • FLORES DA CUNHA, J. . As séries de TV contemporâneas e Ingmar Bergman: um estudo sobre Cenas de um casamento. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FLORES DA CUNHA, J. . Escola de Frankfurt e a dialética do esclarecimento. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • FLORES DA CUNHA, J. . Escola de Frankfurt e a era da reprodutibilidade técnica. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • FLORES DA CUNHA, J. . A Rostidade no Cinema de Ingmar Bergman. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FLORES DA CUNHA, J. . As séries de TV contemporâneas e Ingmar Bergman: a minissérie Cenas de um Casamento. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • FLORES DA CUNHA, J. . A Liberdade como Paradoxo em A Liberdade É Azul, de Krzysztof Kielowski. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FLORES DA CUNHA, J. . A Cor e a Música Como Elementos Centrais no Cinema: Um Estudo Sobre A Liberdade É Azul. 2013. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • FLORES DA CUNHA, J. ; GUERRA, A. ; KONRATH, B. . Revista 3x4 2011 (Edição).

  • FLORES DA CUNHA, J. . Revista Sextante 2011 (Edição).

Outras produções

FLORES DA CUNHA, J. . Parecerista no VIII CONECO - Congresso de Estudantes de Pós-graduação em Comunicação. 2015.

FLORES DA CUNHA, J. . Parecerista no VII CONECO - Congresso de Estudantes de Pós-graduação em Comunicação. 2014.

FLORES DA CUNHA, J. ; LUNARDELLI, F. . Abertura da mostra O Lobo à Espreita, Uma Homenagem ao Centenário de Ingmar Bergman. 2018. (Fala de abertura).

FLORES DA CUNHA, J. ; GUERRA, A. ; KONRATH, B. . Revista 3x4. 2011. (Editoração/Outra).

FLORES DA CUNHA, J. . Revista Sextante. 2011. (Editoração/Outra).

Projetos de pesquisa

  • 2019 - Atual

    Semiótica Crítica: a comunicação como acontecimento, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Rocha da Silva em 24/04/2019., Descrição: Semiótica Crítica: a comunicação como acontecimento objetiva avaliar os limites e as potencialidades de se reconhecer o acontecimento como objeto de estudos de uma semiótica da comunicação. Para tanto, parte da identificação dos diferentes tratamentos dados ao acontecimento nos campos da comunicação, do jornalismo e da filosofia e das concepções de acontecimento trabalhadas pelas semióticas estruturalista, pragmaticista e sistêmica para circunscrever um dado conceito de acontecimento que seja operacionalizável pela Semiótica Crítica e pertinente às Teorias da Comunicação. Trata-se, portanto, de uma pesquisa desenvolvida no âmbito das teorias semióticas da comunicação. Metodologicamente, na fase exploratória a pesquisa pretende identificar múltiplas abordagens acerca do acontecimento e os efeitos que tais abordagens produziram em diferentes domínios teóricos; na fase descritiva o objetivo é a produção de diagramas capazes de dar a ver convergências, contradições, complementaridades entre os diferentes conceitos de acontecimento, promovendo associações entre variáveis; na fase explicativa esses diagramas devem se tornar mapas conceituais capazes de explicar por quais caminhos a semiótica da comunicação incorpora a problemática do acontecimento como seu objeto de pesquisa e, também, de explicar fenômenos estéticos, políticos, culturais e midiáticos desde a perspectiva do acontecimento. O foco da pesquisa são as formas de inscrição (grafemas) do acontecimento na semiose, considerando as características de irreversibilidade, heterogênese, singularização, efetuação e metamodelização. Por fim, a pesquisa ainda pretende evidenciar como o acontecimento desconstrói a ideia de emissor, mensagem e receptor, clássicas nas Teorias da Comunicação, e propor a transdução como lógica comunicativa do acontecimento que se efetua a partir de sua iterabilidade. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: João Fabricio Flores da Cunha - Integrante / Alexandre Rocha da Silva - Coordenador.

  • 2013 - 2016

    Semiótica Crítica: por uma teoria das materialidades na comunicação, Descrição: Semiótica Crítica: por uma teoria das materialidades na comunicação é um projeto de pesquisa de cunho teórico, inserido no campo das teorias da comunicação não-hermenêuticas, voltadas aos estudos dos agenciamentos maquínicos que produzem os signos a partir dos quais a comunicação se torna acontecimento. Este projeto tem o propósito de demonstrar criticamente em que medida as teorias semióticas revisitadas por pensadores pós-estruturalistas podem contribuir na constituição de uma teoria das materialidades na comunicação. Para tanto, desenvolve algumas ações: (1) revisita o materialismo histórico (Marx) e os estudos das materialidades na literatura (Gumbrecht) e nas mídias (McLuhan) para discutir os limites e as potencialidades de uma teoria das materialidades na comunicação; (2) retoma os modelos semióticos fundados no princípio da imanência como a estratificação da linguagem (relações entre planos de expressão e conteúdo, matéria, forma e substância), o papel instituinte do representâmen, a função da semiosfera como expressão sistêmica, a cadeia significante - para circunscrever as possibilidades que a semiótica ainda tem de dar respostas satisfatórias ao problema das materialidades na comunicação; e (3) identifica, no escopo da produção pós-estruturalista, conceitos que poderiam dar lugar ao que aqui chamamos de terceira geração da semiótica, sendo a primeira identificada com a descoberta da semiótica no século XX, com Peirce e Saussure, e a segunda com o desenvolvimento das mais diversas classificações de signos e de modelos explicativos gerais, na perspectiva de Barthes, Hjelmslev, Greimas, Lotman, Eco. A esta terceira geração, influenciada pelo pensamento de Derrida, Deleuze, Foucault e Latour, denominamos semiótica crítica. Entre os conceitos desenvolvidos por esses autores, aparecem como relevantes para o desenvolvimento do pensamento semiótico sobre as materialidades, respectivamente, o jogo e a desconstrução; os agenciamentos maquínicos do desejo e coletivos de enunciação; os regimes de visibilidade e de dizibilidade; as variáveis não humanas na produção científica e o anti-humanismo. A esses, acrescentam-se a revisão da ideia de estrutura concebida como virtualidade, e de materialidade, revista na direção de uma imanência radical. Com esta pesquisa pretende-se contribuir com a formação de novos pesquisadores, com o desenvolvimento da Linha de Pesquisa Linguagem e culturas da imagem, com a renovação teórica dos estudos semióticos (a partir das reconfigurações pós-estruturalistas), com a descrição mais precisa dos agenciamentos materiais que instauram maquinicamente processos de significação e realizam a comunicação, e oferecer mapas conceituais que oportunizem novas pesquisas desde a perspectiva da semiótica crítica. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: João Fabricio Flores da Cunha - Integrante / Alexandre Rocha da Silva - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

  • 2009 - 2013

    Teorias em dispersão dos cineastas brasileiros sobre o audiovisual: arqueologia, semiótica e desconstrução, Descrição: Teorias em dispersão dos cineastas brasileiros sobre o audiovisual: arqueologia, semiótica e desconstrução investiga em diferentes registros verbais e não-verbais procedimentos metalingüísticos e meta-semióticos que expressam sistemas de significações que indiciam teorias de cineastas sobre o audiovisual. Tais teorias, em devir, encontram-se dispersas entre artigos, entrevistas e filmes realizados por Glauber Rocha, Júlio Bressane e Rogério Sganzerla, cineastas cujas produções constituem o corpus desta pesquisa. O procedimento metodológico envolve três etapas: Arqueologia, Semiótica e Desconstrução. À Arqueologia, cabe a identificação de traços teóricos em dispersão e de suas regras de visibilidade; à Semiótica, a sistematização das semioses engendradas pelos diferentes registros referidos, e à Desconstrução, a transformação regulada do que já foi escrito na forma de uma teoria sobre o audiovisual. A pesquisa, que segue estudos já realizados por Jacques Aumont sobre as teorias de cineastas europeus e norte-americanos, enfoca cineastas brasileiros e pretende responder (1) aos desafios da Linha de Pesquisa Linguagem e culturas da imagem, especialmente no que se refere aos processos de significação e de sentido, e (2) aos desafios do Diretório CNPq Audiovisualidades, na perspectiva da implementação de investigações sobre o audiovisual que não se reduzam às mídias que os atualizam, mas que enfoquem metodologicamente os processos semióticos virtuais que os geram. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: João Fabricio Flores da Cunha - Integrante / Alexandre Rocha da Silva - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

Prêmios

2014

Bolsa de mestrado, FAPERGS/CAPES.

2012

Menção honrosa na categoria Reportagem Econômica de Jornalismo Impresso, Associação Rio-Grandense de Imprensa (ARI).

2012

Bolsa CEAL/UAM, Banco Santander de Espaa.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Universidade Federal do Rio Grande do Sul. , Av. Ramiro Barcelos, 2705, Santana, 90035007 - Porto Alegre, RS - Brasil

Experiência profissional

2020 - Atual

Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Vínculo: Doutorando, Enquadramento Funcional: Doutorado Acadêmico

2014 - 2016

Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Mestrado Acadêmico, Regime: Dedicação exclusiva.

2013 - 2013

Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de Iniciação Científica, Carga horária: 20

2012 - 2013

Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação, Carga horária: 20

Outras informações:
Monitor da disciplina de Teorias da Comunicação

2010 - 2012

Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Secretaria de Comunicação, Carga horária: 20

Outras informações:
Bolsista do Jornal da Universidade

2010 - 2010

Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Secretaria de Educação a Distância, Carga horária: 20

Outras informações:
Bolsista de Jornalismo da Secretaria de Educação a Distância

Atividades

  • 03/2014

    Pesquisa e desenvolvimento, Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação.,Linhas de pesquisa

  • 08/2015 - 08/2015

    Ensino, Comunicação Social, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Atividade didática supervisionada: aulas sobre Escola de Frankfurt e Teoria Crítica. Disciplina de Teorias da Comunicação

  • 03/2015 - 04/2015

    Ensino, Comunicação Social, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Atividade didática supervisionada: aulas sobre Escola de Frankfurt e Teoria Crítica. Disciplina de Teorias da Comunicação

  • 08/2014 - 12/2014

    Ensino, Comunicação Social, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Estágio docente na disciplina de Teorias da Comunicação

2017 - Atual

Câmara Municipal de Gravataí

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Jornalista, Carga horária: 30

Outras informações:
Jornalista responsável pelo Setor de Imprensa (servidor efetivo)

2016 - 2017

Universidade do Vale do Rio dos Sinos

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Jornalista, Carga horária: 30

Outras informações:
Atuação no Instituto Humanitas Unisinos (IHU)

2014 - 2016

Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de mestrado, Regime: Dedicação exclusiva.

2013 - 2013

Universidad Autónoma de Madrid

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista, Carga horária: 24

2009 - 2010

Martha Becker Assessoria de Comunicação

Vínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 30