Caio Mattos Santos
Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGAS/UFRJ), Mestre em Antropologia Social e bacharel em Antropologia pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Bolsista Faperj Mestrado Nota 10. Participa do projeto ''Grandes Empresas e Ditadura no Campo: Novas Perspectivas para a Justiça de Transição no Brasil''. Atualmente realiza pesquisas com comunidades quilombolas. Estuda violações de direitos humanos e políticas de memórias voltadas para a reparação de comunidades tradicionais, com foco na história da ditadura empresarial-militar brasileira e conflitos fundiários contemporâneos.
Informações coletadas do Lattes em 02/05/2026
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em andamento em ANTROPOLOGIA SOCIAL
2025 - Atual
Universidade Federal do Rio de Janeiro
John Cunha Comerford.
Mestrado em ANTROPOLOGIA SOCIAL
2023 - 2025
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: Discernindo invasões: apagamentos, desvinculações e reencontros em uma comunidade quilombola no extremo Norte capixaba, Ano de Obtenção: 2025
John Cunha Comerford.Bolsista do(a): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ, FAPERJ, Brasil.
Graduação em Antropologia
2018 - 2022
Universidade Federal Fluminense
Título: Uma introdução à obra pré-cibernética de Gregory Bateson através do conceito de cismogênese
Orientador: Antônio Carlos Rafael Barbosa
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Italiano
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.
Francês
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Humanas / Área: Antropologia.
Organização de eventos
SANTOS, C. M. ; FERRAZ, J. D. F. ; PERILLO, A. T. ; KRENAK, A. . Ailton Krenak e o dia internacional de luta contra a tortura. 2020. (Outro).
SANTOS, C. M. ; PERILLO, A. T. ; FERRAZ, J. D. F. ; ARAUJO, V. L. ; MANGUEIRA, C. ; GOMES, E. . 2° Encontro do grupo de pesquisa Cinema e Ditadura: Economia no período da ditadura empresarial militar. 2020. (Outro).
Participação em eventos
33ª Reunião Brasileira de Antropologia. As estratégias de luta e de resistência dos Tupinikim e Guarani Mbya (Norte do Espírito Santo) contra a empresa Aracruz Celulose S/A, os governos militares (1964-1985) e os governos biônicos locais. 2022. (Congresso).
2° Encontro do grupo de pesquisa Cinema e Ditadura: Economia no período da ditadura empresarial militar.2° Encontro do grupo de pesquisa Cinema e Ditadura: Economia no período da ditadura empresarial militar. 2020. (Encontro).
Brasil: A Margem 2019 Teko Porã: Etnoestéticas indígenas: as tentativas de abordagens ?não- indígenas? sobre a produção plástica ameríndia no Brasil. 2019. (Outra).
1º Encontro dos Núcleos de Pesquisa em Antropologia do Instituto de Ciências Humanas e Filosofia da Universidade Federal Fluminense. 2018. (Encontro).
Félix Guattari e a resistência ao presente. 2018. (Outra).
Seminário Pontos Linhas e Nós: Etnografias, artes e cidade. 2018. (Outra).
Produções bibliográficas
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FERRAZ, J. D. F. ; GOULART, A. C. B. B. ; SANTOS, C. M. ; CALDAS, C. S. A. ; DANTAS, C. C. B. ; FERREIRA, F. M. ; MALAGUTI, G. ; CAVALCANTI, J. P. ; CHAGAS, L. S. ; SILVA, M. S. S. ; SILVA, M. G. C. ; MUNIZ, R. A. . Grupo Aracruz Celulose e a Ditadura Empresarial-Militar Brasileira. In: Edson Teles; Carla Osmo; Marília Oliveira Calazans. (Org.). Informe Público: a responsabilidade de empresas por violações de direitos durante a dItadura. 1ed.São Paulo: CAAF/UNIFESP, 2023, v. 1, p. 20-54.
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FERRAZ, J. D. F. ; CALDAS, C. S. A. ; CAVALCANTI, J. P. ; SANTOS, C. M. . As estratégias de luta e de resistência dos Tupinikim e Guarani Mbya (Norte do Espírito Santo) contra a empresa Aracruz Celulose S/A, os governos militares (1964-1985) e os governos biônicos locais. In: 33ª Reunião Brasileira de Antropologia, 2022. GT70: Remoções forçadas: povos indígenas desterrados no Brasil contemporâneo, 2022.
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SANTOS, C. M. . A sedução do beiju entre ?gente? e ?bicho?: estratégias de criação e persuasão intergeracionais em um Quitungo quilombola no norte capixaba. 2025. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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FERRAZ, J. D. F. ; SANTOS, C. M. . Eia titulada ?Espaços de memória e de resistência dos indígenas e quilombolas: reflexões sobre os 60 anos do. 2024. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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SANTOS, C. M. ; CAVALCANTI, A. G. T. ; ARAUJO, A. O. . Na rua do ensaio: em busca de uma experimentação visual e etnográfica no ensaio de rua da Acadêmicos do Cubango. 2019. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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SANTOS, C. M. . Valas Clandestinas e a busca dos desaparecidos pelo DNA 2020 (Verbete).
Outras produções
SANTOS, C. M. ; PERILLO, A. T. ; FERRAZ, J. D. F. ; KRENAK, A. . Ailton Krenak e o dia internacional de luta contra a tortura. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
Projetos de pesquisa
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2024 - Atual
Canadian corporations abroad: the case of Brazilian Traction Light and Power during Brazil's military dictatorship of 1964-1985, Descrição: This research project aims to investigate the collaboration between multi-national corporations with authoritarian regimes in the Global South. Specifically, we will study the case of a Toronto-based corporation that supported and benefited from Brazils military dictatorship of 1964-1985. At the time, the company was called Brazilian Traction Light and Power, then changed its name to Brascan, and today is Brookfield. For decades it was the largest Canadian investment abroad and is currently the countrys fourth largest company. The challenge we are tackling through this study is identify how the company used its economic power and political connections to support and benefit from the 1964 coup and the two decades of dictatorship that followed.We will also investigate the companys complicity in human rights violations during the dictatorship. Specifically, we will focus on a land conflict stemming from a project by a Brascan subsidiary to build a seafront resort, the Condomínio Laranjeiras, in Paraty, South Rio de Janeiro State, in the late 1970s, resulting in the forced displacement of the local community.Our study will contribute to expanding transitional justice in Brazil. Since the end of its 1964-1985 military dictatorship, Brazil has implemented several transitional justice initiatives intended to address the traumas caused by the regime, promote peace, and invigorate democracy. Such measures include reparation commissions and the enactment of a National Truth Commission from 2012 to 2014. Transitional justice initiatives have traditionally focused on the states role in human rights abuses, giving little attention to the business sector (Basualdo et al. 2021). Although Brazils National Truth Commission included a chapter on this topic and the Attorney Generals Office initiated investigations on a few companies for complicity with the dictatorship, only the carmaker Volkswagen has been held accountable so far (Silva Filho 2022).To date, study has centered on the role American-based multi-national corporations and the US state have played in undermining Latin American governments viewed as unfriendly to foreign capital and in supporting dictatorships in the region. This research represents a broadening of scope to analyze the intersection of a Canadian multi-national corporation and the Brazilian dictatorship. To the extent it is recognized in the global capitalist order, Canada is often seen as a benign middle power, itself subordinate to the hegemony of the United States (e.g., Gindin Panitch, 2013). Exploring the longstanding role of Brazilian Traction (Brascan/Brookfield) in the extraction of wealth from Brazil thus provides the opportunity to more accurately situate Canadian economic imperialism in relation to countries on the periphery of international capitalist accumulation.We will use various archival sources, located both in Brazil and Canada, including the restricted documents of Brazilian Traction deposited at Library and Archives Canada, to which the company has permitted the applicant to access. Moreover, we will conduct interviews with social actors relevant to the topic and victims of forced displacement due to Brascans resort.As an interdisciplinary endeavor, our research will be of interest to sociologists, criminologists, political scientists, lawyers, historians, anthropologists and all those who work with business and human rights.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Caio Mattos Santos - Integrante / Regina Coelly Fernandes Saraiva - Integrante / Alessandra Gasparotto - Integrante / Fabrício Teló - Coordenador / Leonilde Sérvolo de Medeiros - Integrante / Dibe Ayoub - Integrante / Ricardo Braga Brito - Integrante / Iby Montenegro de Silva - Integrante / Juliana Antonia Ferreira Fernandes - Integrante., Financiador(es): Social Sciences and Humanities Research Council - Auxílio financeiro.
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2023 - Atual
Grandes Empresas e Ditadura no Campo: Novas Perspectivas para a Justiça de Transição no Brasil, Descrição: Uma tendência das políticas de justiça de transição é o foco nas violações de direitos humanos por agentes estatais. Nos últimos anos novas perspectivas têm emergido para ampliar o conceito de justiça de transição, incluindo a análise de violações praticadas por atores não-estatais, como é o caso das empresas. No Brasil, um marco nesse processo foi o reconhecimento, em 2020, pela Volkswagen, de sua responsabilidade nas violações de direitos de trabalhadores durante a ditadura empresarial-militar de 1964-1985. Buscando contribuir para a expansão desse campo de estudos, o foco do projeto é compreender o papel das grandes empresas nas violações contra as populações do campo durante a ditadura, a partir do estudo de três casos/empresas: as brasileiras Josapar e Cosan e a canadense Brascan. Investigar a atuação empresarial durante a ditadura é chave para situar a origem de muitos conflitos fundiários e trabalhistas que levaram às diversas formas de violência contra as populações do campo. A hipótese que orienta a pesquisa é a de que parte significativa das empresas que atuaram no campo participaram das articulações pró-golpe de 1964, dele se beneficiaram economicamente e foram cúmplices e/ou responsáveis diretas por violações de direitos de populações locais que representassem obstáculos a seus negócios. Por meio da revisão da literatura, análise documental e história oral, a pesquisa está investigando a atuação das três empresas, com foco no nordeste paraense, na zona canavieira paulista e litoral sul fluminense, regiões onde elas, respectivamente, estiveram envolvidas em conflitos com camponeses, assalariados rurais, indígenas e comunidades tradicionais entre a segunda metade dos anos 1970 e a primeira dos anos 1980... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Caio Mattos Santos - Integrante / Regina Coelly Fernandes Saraiva - Coordenador / Sergio Sauer - Integrante / Gilney Viana - Integrante / Alessandra Gasparotto - Integrante / Girolamo Domenico Treccan - Integrante / Fabrício Teló - Integrante / Barbara De La Rosa Elia - Integrante / Leonilde Sérvolo de Medeiros - Integrante / Clifford Andrew Welch - Integrante / Airton dos Reis Pereira - Integrante / Dibe Ayoub - Integrante / Elisandra Galvão - Integrante / Gabriel Pereira da Silva Teixeira - Integrante / Graciela Bonassa Garcia - Integrante / Halyme Ray Franco Antunes - Integrante / José Carlos Moreira da Silva Filho - Integrante / Luiza Antunes Dantas de Oliveira - Integrante / Patrícia Costa de Araújo - Integrante / Ricardo Braga Brito - Integrante / Victoria Basualdo - Integrante / Iby Montenegro de Silva - Integrante / Helen Scorsatto Ortiz - Integrante / Giovani da Conceição Santos - Integrante / Lara Monteiro Abreu - Integrante / Juliana Antonia Ferreira Fernandes - Integrante / Rhavier Mazieri Pereira - Integrante / João Gabriel Menezes - Integrante / Rafael Aroni - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2021 - 2023
Cinema e Ditadura em Plataforma Virtual, Descrição: Integrante da Linha de Pesquisa Cinema e Ditadura em Plataforma Virtual, ligado ao grupo de pesquisa certificado no CNPq: Subjetividade, Memória e Violência do Estado liderado pela Prof Dra. Joana DArc Fernandes Ferraz, Professora Associada do Departamento de Sociologia e Metodologia das Ciências Sociais da Universidade Federal Fluminense (GSO/UFF) e Docente do Programa de Pós-Graduação em Sociologia (PPGS/UFF). Pós-Doutora em Memória Social (PPGMS/UNIRIO); Doutora em Ciências Sociais (PPCIS/UERJ); Mestre em Ciência Política (PPGCP/UFF); Graduada em História (UERJ).. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Caio Mattos Santos - Integrante / Joana D´arc Fernandes Ferraz - Coordenador.
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2021 - 2023
A responsabilidade da Aracruz Celulose S/A nas violações de direitos durante a Ditadura, Descrição: Este estudo está vinculado a outros nove projetos relacionados ao projeto "Responsabilidade de empresas por violações a direitos durante a ditadura", com coordenação geral do Centro de Antropologia e Arqueologia Forense (CAAF) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e do Ministério Público Federal. A pesquisa tem como objetivo aprofundar o acervo documental e testemunhal sobre a atividade empresarial da Aracruz Celulose S/A e suas implicações nas inúmeras violações de direitos dirigidas às comunidades indígenas Tupiniquim, Guarani Mbya/ES, às comunidades quilombolas do Sapê do Norte/ES, assim como os danos causados aos trabalhadores da referida empresa, a degradação ambiental da região e a cumplicidade da empresa com os aparelhos de repressão do Estado, durante a ditadura empresarial-militar brasileira.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (5) . , Integrantes: Caio Mattos Santos - Integrante / Joana D´arc Fernandes Ferraz - Coordenador.
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2021 - 2022
Cosmopolíticas - Núcleo de Antropologia, Descrição: Cosmopolíticas é um núcleo de pesquisas de antropologia e etnologia indígena que se propõe a articular experiências etnógraficas distintamente situadas, a fim de promover conexões transversais entre movimentos minoritários, tradições de pensamento ameríndias, afrobrasileiras, antropológicas e filosóficas. Pretendemos criar uma reciprocidade de perspectivas entre essas práticas de sentido e regimes de diferença, envolvendo-nos assim em uma tarefa de aprofundamento das consequências que as discussões recentes de antinomias antropológicas como natureza e cultura ou ontologia e epistemologia têm para o desenvolvimento de modelos etnográficos mais afins às intenções de uma antropologia simétrica.. , Situação: Desativado; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Caio Mattos Santos - Integrante / Antônio Carlos Rafael Barbosa - Coordenador.
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2019 - 2023
Subjetividade, Memória e Violência do Estado, Descrição: O grupo de pesquisa Subjetividade, Memória e Violência do Estado possui três linhas associadas: Cinema e Ditadura em plataforma virtual, Memória, Lutas sociais e Violência do Estado; Memória, Patrimônio e Ditadura Militar Brasileira. A linha Cinema e Ditadura em plataforma virtual divulga suas atividades no site www.cinemaeditadura.com.br. Este grupo de pesquisa está associado ao Laboratório de Agenciamentos Cotidianos e Experiências (LACE), em parceria com o grupo de pesquisa "Experiências de Trabalhadoras e Trabalhadores no Estado do Rio de Janeiro" (UFRRJ), liderado pelo Prof. Dr. Rafael Maul. Sua produção é divulgada no site https://lablace.wixsite.com/home. , Situação: Desativado; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Caio Mattos Santos - Integrante / Joana D'arc Fernandes Ferraz - Coordenador., Número de produções C, T & A: 1
Histórico profissional
Experiência profissional
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