João Pedro Frizzo
Graduado em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Atuei como bolsista de Iniciação Científica no setor de Virologia da UFSM, com ênfase em doenças reprodutivas de bovinos. Fui estagiário no SAMITEC, contribuindo com estudos in vivo em suínos e aves, envolvendo principalmente micotoxinas e aditivos. Atualmente sou estudante de Mestrado no Setor de Suínos/UFRGS, desenvolvendo projetos ligados à reprodução e sanidade suína.
Informações coletadas do Lattes em 14/08/2024
Acadêmico
Formação acadêmica
Mestrado em andamento em Ciências Veterinárias
2024 - Atual
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Orientador: David Emilio Santos Neves de Barcellos
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Italiano
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária / Subárea: Medicina Veterinária Preventiva.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária / Subárea: Medicina Veterinária Preventiva/Especialidade: Doenças Infecciosas de Animais.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Microbiologia / Subárea: Biologia e Fisiologia dos Microorganismos/Especialidade: Virologia.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária / Subárea: Micotoxicologia.
Participação em eventos
20 Congresso Nacional da ABRAVES. 2023. (Congresso).
23° Simpósio Brasil Sul de Avicultura. 2023. (Congresso).
14° Simpósio Brasil Sul de Suinocultura. 2022. (Congresso).
25ª Semana Acadêmica de Medicina Veterinária da UFSM. 2022. (Outra).
Produções bibliográficas
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FRIZZO, J. P. . EFICÁCIA IN VIVO DE UM ADITIVO PROBIÓTICO FRENTE AO ESTRESSE TÉRMICO EM FRANGOS DE CORTE. 2022. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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FRIZZO, J. P. ; FLORES, E. F. ; WEIBLEN, R. ; SANTIAGO, G. L. . Avaliação sorológica de rebanhos bubalinos para os vírus causadores de doenças reprodutivas e vesiculares. 2021. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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WEIBLEN, R. ; FLORES, E. F. ; FRIZZO, J. P. ; EBLING, R. C. . Desenvolvimento tardio de lesões pustulares e erosivas na região nasal de bezerros inoculados com Pseudocowpox virus. 2020. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
Projetos de pesquisa
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2021 - 2023
Alfaherpevírus bovino 1 defectivo na glicoproteína E: atenuação e imunogenicidade após imunização intranasal na presença de imunidade passiva, Descrição: O alfaherpesvírus bovino 1 (BoHV-1) está associado com manifestações clínicas respiratórias e reprodutivas. Uma das ferramentas utilizadas para o controle das infecções por BoHV-1 são as vacinas que permitem a diferenciação sorológica entre animais vacinados e infectados naturalmente, a exemplo das vacinas defectivas na glicoproteína viral E (gE). A imunidade passiva, adquirida via colostro, também representa um obstáculo para a vacinação de bezerros, sobretudo quando realizada via intramuscular ou subcutânea. Assim, o presente projeto objetiva avaliar a atenuação e imunogenicidade de uma cepa de BoHV-1 defectiva na gE, SV56/90gE-, administrada pela via intranasal (IN). Para a análise de atenuação, seis bezerros serão inoculados com a cepa SV56/90gE- e outros seis animais serão inoculados com a cepa parental SV56/90. Os animais serão monitorados por 15 dias pós-inoculação (p.i.), avaliando sinais clínicos e excreção viral. Amostras de secreções nasal e ocular serão coletas no dia zero e por 15 dias, submetidas ao PCR e ao isolamento viral. Amostras de sangue serão coletadas nos dias 0, 15, 40, 60 p.i. e testadas por soroneutralização (SN) e ELISA anti-gE. Aos 40 dias p.i., os animais serão tratados com dexametasona e depois monitorados por 15 dias, avaliando sinais clínicos e excreção viral. Para investigar a imunogenicidade na presença de imunidade passiva, a cepa SV56/90gE- será inoculada em seis bezerros com anticorpos maternos e seis bezerros, também soropositivos para BoHV-1, permanecerão como controle negativo. No dia 60 os animais serão submetidos ao desafio viral, utilizando a cepa de BoHV-1 EVI123. Os animais serão monitorados clinicamente,sorologicamente (SN) e quanto a excreção viral, durante 180 dias. Ao final, espera-se demonstrar que a cepa SV56/90gE- é atenuada e imunogênica após inoculação IN mesmo na presença de anticorpos maternos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (3) . , Integrantes: João Pedro Frizzo - Integrante / Rudi Weiblen - Coordenador / Eduardo Furtado Flores - Integrante / BIANCA LAVARDA RAMOS - Integrante / INGRYD MERCHIORATTO - Integrante / JOSÉ VALTER JOAQUIM SILVA JÚNIOR - Integrante / PABLO SEBASTIAN BRITTO DE OLIVEIRA - Integrante / BRUNA KARINE BRITZ ZIMMER - Integrante / NATHANA OLIVIA HEYDT BEDNARSKI - Integrante / JUCIANE BONELLA - Integrante / ALICE SILVEIRA BECKER - Integrante., Financiador(es): Universidade Federal de Santa Maria - Auxílio financeiro.
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2020 - 2022
Avaliação sorológica de rebanhos bubalinos para os vírus causadores de doenças reprodutivas e vesiculares, Descrição: Búfalos são animais rústicos e de alta adaptabilidade em diferentes climas e regiões, portanto são uma alternativa para produção de carne e leite no setor da pecuária, além de possuírem maior resistência a doenças, geralmente ocorrendo de forma subclínica ou demonstrando sinais em estágio avançado. Porém muitas vezes são criados juntamente com bovinos, ou possuem contato, o que facilita a transmissão de doenças infecciosas entre esses animais. O vírus da diarreia viral bovina (BVDV) é um Pestivirus da família Flaviviridae, RNA, que compreende três genótipos: BVDV 1, BVDV 2 e HoBi-like. O herpesvírus bovino tipo 1 (BoHV-1) é o agente causador da rinotraqueíte infecciosa bovina (IBR), um vírus DNA, pertencente à família Alphaherpesvirinae, gênero Varicelovírus. Ambos os vírus causam frequentemente doenças reprodutivas em bovinos e são responsáveis por altas taxas de abortos nos rebanhos. O vírus vaccínia (VACV) é um protótipo do gênero Ortopoxvírus, família Poxviridae, DNA, e possui os grupos virais VACV 1 e 2. O vírus da estomatite vesicular (VSV) é Vesiculovirus, pertencente à família Rhabdoviridae, RNA, classificados em dois subgrupos: New Jersey (VSNJV) e Indiana (VSIV). Tanto o vírus da vaccínia quanto o da estomatite vesicular são considerados causadores de lesões vesiculares na pele do hospedeiro. Os quatro vírus afetam principalmente bovinos, porém estudos comprovam que os búfalos também são suscetíveis à infecção ao terem contato com os bovinos. Portanto, serão avaliadas 581 amostras de soro de búfalos provenientes do Distrito Federal (DF), para determinar a prevalência de anticorpos no soro destes animais por meio de testes de soroneutralização (SN) e avaliar a ocorrência e circulação destas doenças nestes rebanhos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (2) . , Integrantes: João Pedro Frizzo - Integrante / Eduardo Furtado Flores - Coordenador / BIANCA LAVARDA RAMOS - Integrante / INGRYD MERCHIORATTO - Integrante / GRAZIELA LÁU SANTIAGO - Integrante / IASMIM FLORES DIONISIO - Integrante / JULIANA KETLEN LOMAR BARROS - Integrante / LAÍS MIRANDA FEIO - Integrante / Murillo Vilaverde Gomes Prestes - Integrante / PABLO SEBASTIAN BRITTO DE OLIVEIRA - Integrante / PAULO HENRIQUE HÜMMELGEN SILVA - Integrante., Financiador(es): Universidade Federal de Santa Maria - Auxílio financeiro.
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2017 - 2020
Caracterização e análise filogenética de amostras de vírus da raiva do Rio Grande do Sul e desenvolvimento de um teste RT-PCR em tempo real para diagnóstico, Descrição: A raiva é uma zoonose viral, de evolução geralmente fatal, que está amplamente distribuída no território brasileiro. Nos últimos cinco anos, mais de 200.000 casos fatais de raiva bovina ocorreram no Rio Grande do Sul (RS), ocasionando perdas econômicas vultuosas para a pecuária gaúcha, bem como se constituindo em uma possível fonte de infecção para pessoas. No Brasil, vários estudos moleculares e epidemiológicos tem sido conduzidos com o intuito de identificar as principais variantes e hospedeiros do vírus da raiva (RABV), bem como a distribuição geográfica da infecção. Assim, considerando o grande número de casos de raiva herbívora ocorrida nos últimos anos no RS, o objetivo deste projeto será identificar as linhagens e sub-linhagens do RabV provenientes de herbívoros do Estado, realizar a análise filogenética desses isolados, determinar a distribuição geográfica das variantes e desenvolver uma técnica de PCR em tempo real (qPCR) para o diagnóstico rápido e confiável da doença. Para a análise filogenética, serão utilizadas amostras de cérebro de animais que resultaram positivas no diagnóstico convencional da raiva (imunofluorescência e prova biológica) entre 2012 e 2017. As amostras serão submetidas ao teste de RT-PCR para amplificação do gene N do RABV e os amplicons serão submetidos à sequenciamento de nucleotídeos. As sequências obtidas serão analisadas utilizando ferramentas de bioinformática para a determinação das linhagens e/ou sub-linhagens e, após a determinação da distribuição espacial, sugerir hipóteses sobre a origem e a direção de disseminação do RABV nos rebanhos do RS. O desenvolvimento de um teste de RT-qPCR compreenderá as seguintes etapas: desenho de primers, determinação da curva padrão, limite de detecção, slope, eficiência, coeficiente de determinação e valor do intercepto, validação do teste quanto especificidade e sensibilidade e avaliação da reprodutibilidade. Com a realização desse projeto, espera-se identificar as variantes do RABV que circulam no RS e correlacionar com a distribuição geográfica e a presença do hospedeiro, bem como identificar possíveis locais de risco de surtos em bovinos, e onde se deve intervir para evitar a disseminação da raiva e, consequentemente, diminuir as perdas decorrentes desta infecção. Além disso, o desenvolvimento de uma RT- qPCR será importante para o diagnóstico rápido de raiva, sobretudo em casos de exposição humana em que o tratamento pós-exposição deve ser iniciado rapidamente.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (3) . , Integrantes: João Pedro Frizzo - Integrante / Rudi Weiblen - Coordenador / Eduardo Furtado Flores - Integrante / GISANE LANES DE ALMEIDA - Integrante / BIANCA LAVARDA RAMOS - Integrante / JULIANA FELIPETTO CARGNELUTTI - Integrante / MATHIAS MARTINS - Integrante / NATHALIA DE FREITAS MICHELON - Integrante / RAISSA KUNTZ DIAS - Integrante., Financiador(es): Universidade Federal de Santa Maria - Outra.
Histórico profissional
Experiência profissional
2019 - 2021
Universidade Federal de Santa MariaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista, Carga horária: 20
Outras informações:
Bolsista de Iniciação Científica (IC) no Setor de Virologia (SV) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), colaborando com projetos de extensão e pesquisa.
2021 - 2023
Samitec - Solucões Analiticas Microbiologicas e TecnologicasVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista, Carga horária: 30
Outras informações:
Bolsista vinculado ao CIEE, colaborando com ensaios IN VIVO em suínos e aves com foco em micotoxinas, principalmente.
2024 - 2024
Hendrix Genetics - HyporVínculo: Prestador de Serviço, Enquadramento Funcional: Pesquisador, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Colaboração junto ao Setor de Suínos/UFRGS e granja parceira para o desenvolvimento de projetos de pesquisa em reprodução suína.
2023 - 2023
Setor de Suínos/UFRGSVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiário curricular, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Estágio curricular no Setor de Suínos/UFRGS, focado em acompanhamento e desenvolvimento de projetos ligados à reprodução e sanidade suína. Colaboração em estudos in vivo com suínos em granjas parceiras.
Criando um monitoramento
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