EDUARDO CESAR TONDO

Professor Titular do Instituto de Ciência e Tecnologia de Alimentos (ICTA/UFRGS), onde ministra as Disciplinas Microbiologia de Alimentos e Controle de Qualidade em Indústrias de Alimentos. Expert da WHO (WORLD HEALTH ORGANIZATION) em segurança de alimentos 2024. Membro do CODEX ALIMENTARIUS no comitê Food Hygiene - Brazil. Atua como consultor e membro de comitês de órgãos de regulação em nível nacional, estadual e municipal há quase duas décadas. Tem estágios de aperfeiçoamento profissional na Università Degli Studi di Sassari (Itália), Norvegian Veterinarian Institute (Noruega) e Department of Food Safety and Food Quality of Ghent University (Bélgica). Foi representante brasileiro do Projeto VEG-I-TRADE da Comunidade Europeia de 2010 a 2014. Foi Professor palestrante do International Training Program on Food Safety Quality Assurance System and Risk Analysis, Promovido pela Ghent University, Bélgica. É líder do Grupo de Pesquisa Microbiologia de Alimentos no CNPq, Coordenador do Brazil Regional Office do Journal of Infection in Developing Countries (JIDG). É Professor e Orientador de Pós-Graduação em nível de Mestrado, Doutorado e Pós-Doutorado. É revisor de 32 periódicos científicos e tem mais de 140 publicações científicas nacionais e internacionais. Autor do Livro Microbiologia e Sistemas de Gestão da Segurança de Alimentos (2019, 2a Edição) e do Livro Segurança de Alimentos na Gastronomia (2022). Foi revisor técnico de tradução do Livro Microbiologia de Alimentos (Jay, 2002), Microbiologia da Segurança dos Alimentos (Forsythe, 2002 e 2013) e de normas da European Hygienic Engineering and Design Group (EHEDG). Tem atuado fortemente como consultor em dezenas de indústrias de alimentos e serviços de alimentação. Foi especialista do Bureau Veritas Certification por vários anos e já orientou mais de cinco dezenas de planos Hazard Analysis and Critical Control Points (HACCP) em indústrias de alimentos, serviços de alimentação e indústrias de alimentação animal. Tem inserção nacional e internacional em projetos de pesquisa e assessorias em empresas de alimentos e alimentação animal.

Informações coletadas do Lattes em 12/02/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em Ciências Biológicas (Bioquímica)

1996 - 2000

Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Título: Avaliação da qualidade de leite cru e dinâmica de contaminação do S. aureus na implantação do sistema APPCC/HACCP em laticínio.
João Antônio Pêgas Henriques. Palavras-chave: S aureus; HACCP; Microbiologia de alimentos; PFGE; S. aureus; Laticínios. Grande área: Ciências AgráriasSetores de atividade: Qualidade e Produtividade.

Mestrado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente

1993 - 1995

Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Título: Biodegradação aeróbia do 4,5,6-tricloroguaiacol e procura de plasmídeo envolvidos com biodegradação., Ano de Obtenção: 1995
Orientador: Marco Antônio Zachia Ayub
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Palavras-chave: Biodegradação.Grande área: Ciências BiológicasGrande Área: Ciências Biológicas / Área: Microbiologia / Subárea: Microbiologia Aplicada. Setores de atividade: Produtos e Processos Biotecnológicos.

Graduação em Ciências Biológicas

1988 - 1992

Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Formação complementar

2022 - 2022

Curso de formação em Tecnologia de Testes de Segurança dos Alimentos. (Carga horária: 80h). , Ministério de Comércio da China, CHINA, China.

2011 - 2011

Food Safety, Qual. Assur. Syst. and Risk Analysis. (Carga horária: 100h). , Ghent University, UGENT, Bélgica.

2005 - 2005

Estágio de Aperfeiçoamento profissional. (Carga horária: 160h). , Università degli Studi di Sassari, UNISS, Itália.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Italiano

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Biológicas / Área: Microbiologia / Subárea: Microbiologia Aplicada/Especialidade: Microbiologia de Alimentos.

Organização de eventos

TONDO, E. C. . VII Semana Acadêmica de Engenharia de Alimentos. 2006. (Outro).

Participação em eventos

International Production & Processing Expo (IPPE). International Production & Processing Expo (IPPE). 2022. (Congresso).

PALESTRANTE 5o Simpósio de Segurança Alimentar, Alimentação e Saúde.Patógenos Alimentares tradicionais e emergentes no Brasil. 2015. (Simpósio).

PALESTRANTE no Primeiro Seminário Gaúcho de Águas Minerais.O controle de Pseudomonas aeuginosa por bacteriófagos em águas minerais. 2015. (Seminário).

PALESTRANTE no Workshop 3M Food Safety - Trends and Innovation.Salmonella Enteritidis SE86: um importante patógeno brasileiro. 2015. (Oficina).

PALESTRANTE no Workshop de Inovação e Tendências em Segurança de Alimentos.Utilização Prática da Análise de Risco. 2015. (Oficina).

AVALIADOR DO VII Simpósio Brasileiro de Microbiologia Aplicada, III Encontro latino Americano de Microbiologia Aplicada.Comissão Científica. 2014. (Simpósio).

MODERADOR DE MESA REDONDA DO VII Simpósio Brasileiro de Microbiologia Aplicada, III Encontro Latino Americano de Microbiologia Aplicada.Microbiologia Industrial. 2014. (Simpósio).

PALESTRANTE NA Convenção de vendas da Empresa Kalykim.Microbiologia de alimentos: Monitoramento ambiental na podução de alimentos. 2014. (Encontro).

PALESTRANTE NO 3M Workshop Food Safety Lições e Apredizados.Minotoramento Ambiental na Produção de Alimentos. 2014. (Encontro).

ESPECIALISTA DA 3M no Evento Food Safety Trends.Food Safety Trends. 2013. (Encontro).

PALESTRANTE DO XVIII Encontro Nacional IV Congresso Latino Americano de Alimentos - ENAAL 2013. Novos Desafios do Controle Microbiológico de Alimentos. 2013. (Congresso).

PALESTRANTE NO 1o Simpósio Life Technologies de Segurança Alimentar.Principais Patógenos Alimentares do Rio Grande do Sul. 2013. (Simpósio).

Videoconferência do PAS - Norma FSSC 22000.Norma FSSC 22000. 2013. (Outra).

V International Conference od Environmental, Industrial and Applied Microbiology - BioMicroWorld2013. Identification of contributing factors for microbiological contamination of organic lettuce produced in Southern Brazil. 2013. (Congresso).

V International Conference od Environmental, Industrial and Applied Microbiology - BioMicroWorld2013. Phenotypic and genotypic characterization of Listeria monocytogenes and Salmonella spp. and qualification of indicator microorganisms in different steps of bovine slaughter in southern Brazil. 2013. (Congresso).

4° simposio de segurança alimentar.participante. 2012. (Simpósio).

PALESTRANTE NA XXIX Jornada de Nutrição do HAPA.Impelemtnação de sistemas de qualidade e segurança dos alimentos em unidades de alimentação e nutrição (UAN). 2012. (Encontro).

I Simpósio Nacional de Alimentação e Nutrição na Hospitalidade. 2010. (Simpósio).

Design Higiênico para máquinas, equipamentos e instalações da indústria de alimentos e bebidas. 2008. (Encontro).

PALESTRANTE Conselho Regional de Nutricionistas e o Mercado de Alimentação Coletiva - Papéis e Responsabilidades.Boas Práticas - Papel do Nutricionista e Responsabilidade Empresarial. 2008. (Seminário).

PALESTRANTE III Simpósio UFRGS sobre Produção, Reprodução e Sanidade Suína.Resistência a antimicrobianos por bactérias intestinais de suínos: O que representa para suinocultura?. 2008. (Simpósio).

PALESTRANTE II Simpósio de Microbiologia Aplicada.Segurança dos Alimentos. 2008. (Simpósio).

Curso de Avaliação de risco da exposição humana a resíduos e contaminantes.Curso presencial. 2007. (Encontro).

PALESTRANTE Port. 542/06 - A Microbiologia na Segurança dos Alimentos no RS.Port. 542/06 - A Microbiologia na Segurança dos Alimentos no RS. 2007. (Seminário).

15º Congresso Brasileiro da Indústria de àguas Minerais e Expo ABINAM'2006. 2006. (Congresso).

Curso ISO 22.000 Segurança alimentar. 2006. (Outra).

Curso ISO 22000:2005 - Sistema de GEstão para Segurança de Alimentos. 2006. (Outra).

I Simpósio UFRGS sobre Produção, Reprodução e Sanidade Suína.Análise de perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC) na prevenção de perigos biológicos na industrialização da carne suína. 2006. (Simpósio).

Gastronomia em Questão - 2º edição.Sistema APPCC em preparações gastronômicas. 2005. (Encontro).

I Encontro de Engenharia de Alimentos e VII Semana acadêmica da Engenharia de Alimentos.Integrante da Comissão Coordenadora. 2005. (Encontro).

III Seminário Pro Teste de defesa do Consumidor. Alimentos: o consumidor está seguro?.Salmonella: um problema brasileiro. 2005. (Seminário).

Jornada de Segurança e Insegurança Alimentar.Staphylococus aureus em alimentos. 2005. (Outra).

XVIII Congresso brasileiro VI encontro latino-americano e IX simpósio estadual de economia doméstica. Palestra e mesa redonda em segurança alimentar e controle de qualidade. 2005. (Congresso).

XVIII Jornada de Nutrição.Palestra Salmonella, um problema brasileiro. 2005. (Simpósio).

VI Semana acadêmica da Engenharia de Alimentos - UFRGS.Curso de APPCC. 2004. (Encontro).

VI Semana acadêmica da Engenharia de Alimentos - UFRGS.Curso de APPCC. 2004. (Outra).

Participação em bancas

Aluno: Tomás Barroca Vargas

Brandão, C. F. S. N.; PESTANA, J.;TONDO, E. C.. Validação de pontos críticos de controle para gastronomia com ovos in natura. Estudo de caso: Inoculações dexperimentais de Salmonella Enteritidis em carbonara. 2024. Dissertação (Mestrado em Mestrado em Segurança e Qualidade Alimentar em Restauração) - Escola Superior de Hotelaria e Turismo de Estoril.

Aluno: Luana Sielski Galvão Soares

TONDO, EDUARDO CÉSAR; FERREIRA, F. A.; TRIBUZI, G.. Perfil de resistência de Salmonella spp. isoladas da cadeia de produção de frangos e potencial efeito antagonista por bactérias ácidas lácticas. 2020.

Aluno: Carine Patrim Pontin

TONDO, EDUARDO CÉSAR; FURIAN, T. Q.; FLORES, M. L.. Atividade antimicrobiana de superfícies de cobre à formação de biofilmes por Salmonella Enteritidis e sua potencial aplicação da indústria avícola. 2020. Dissertação (Mestrado em Ciências Veterinárias) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Fabíola Ayres Cacciatore

TONDO, EDUARDO CÉSAR; VERAS, F. F.;KLEIN, M. P.. Encapsulação de carvacrol em nanolipossomas em nanocápsulas visando a inibição de bactérias de importância em alimentos aderidas em aço inoxidável. 2019. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Renata Batista Rau

TONDO, EDUARDO CÉSAR; CAIERAO, J.; PILLONETTO, M.. Caracterização fenotípica e genotípica e avaliação do perfil de suceptibilidade de Salmonella spp. isoladas de alimentos de origem animal no Brasil. 2019. Dissertação (Mestrado em Ciências Farmacêuticas) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Daiane Elisa Wilsmann

FURIAN, T. Q.; Moraes. H. S.;TONDO, E. C.. Atividade da água eletroquimicamente ativada frente a Salmonella Heldelberg de origem avícola. 2018. Dissertação (Mestrado em Ciências Veterinárias) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Daiane Acosta Falcão

TONDO, E. C.; MANN, M. B.; OLIVEIRA, S.. Análise retrospectiva da presença de Enterococcus sp. resistentes a antimicrobianos isolados de alimentos de Porto Alegre, RS, um estudo comparativo de 10 anos. 2018. Dissertação (Mestrado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Anna Carolina de Oliveira Maia Claudino

TONDO, E. C.. Utilização do estudo APPCC na garantia da qualidade da alimentação de turistas com restrições alimentares hospedados em hotel 5 estrelas do Rio de Janeiro. 2017. Dissertação (Mestrado em Ciência de Alimentos-Universidade Federal do Rio de Janeiro) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Aluno: Leonir Martello

CASARIN, L. S.; RICHARDS, N.;TONDO, E. C.. Avaliação da implantação das boas práticas agropecuárias na qualidade e segurança do leite. 2017. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-Graduação em Alimentos de Origem Animal) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Cristian Maurício Barreto Pinilla

CASARIN, L. S.; LUEHRING, J.;TONDO, E. C.. Desenvolvimento, caracterização e avaliação da atividade antimicrobiana de nanolipossomas contendo nisina e extrato de alho (Allium sativum L.). 2016. Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Sara Souza Gehlen

Moraes. H. S.; SANTOS, L. R.;TONDO, EDUARDO C. Dinâmica de formação de biofilmes mutiespécies por Salmonella Enteritidis, Campylobacter jejuni, Listeria momocytogenes e Escherichia coli e efeitos de procedimentos de higienização.. 2016. Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Mauro Jesus Bronzatto

SCHIMIDT, V.; SANTOS, L. R.;TONDO, E. C.. Avaliação da destruição de Staphylococcus aureus e Escherichia coli em leite UHT desnatado experimentalmente contaminado submetido a ondas de choque de alta energia. 2015. Dissertação (Mestrado em Programa de pós-graduação em ciências veterinárias) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: LILIANE ALVES DOS SANTOS WANDERLEY

Silva, P. V.; BUSATO, M. A.;TONDO, E. C.. Inlfuência da sanitização sobre a formação do biofilme de Yarrowia lipolytica em utensílios utilizados no processo de produção industrial de queijo colonial.. 2015. Dissertação (Mestrado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Sheila Canossa

BERNARDI, T. L.; RODRIGUES, R. C.;TONDO, E. C.. Variabilidade genética de Saccharomyces cerevisiae detectada por RADP e cacaterização de leveduras isoladas de uvas brancas da regiaão de Farroupiilha - RS. 2015. Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Luiza Pieta

Frazzon, A. P.; de Oliveira, L. A.;TONDO, E. C.. Análise transcricional de genes relacionados à formação de biofilme e de virulência em cepas de Listeria monocytogenes crescidas em diferentes temperaturas. 2013. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Indjara Mallmann da Silva

TONDO, E. C.; Motta, A. S.; Soares, R. M. D.. Desenvolvimento de nanovesículas fosfolipídicas com incorporação de polissacarídeos ára encapsulação de peptídeos antimicrobianos. 2013. Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Marcela Lazzare Brites

TONDO, E. C.; OLIVERA, F. C.; TESSARO, I. C.. Separação de frutooligossacarídeos a partir do yacon (Smallanthus conchifolius) por ultra filtração e encapsulamento por atomização. 2013. Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Meritaine da Rocha

TONDO, E. C.. Avaliação da Atividade Antimicrobiana de Filmes Proteicos a Base da Anchoita. 2012.

Aluno: Joice Trindade

TONDO, E. C.; BESSA, M. C.; SCHIMIDT, V.. Avaliação de parâmetros microbiológicos de potabilidade em amostras de água provenientes de escolas públicas do estado do Rio Grande do Sul. 2011. Dissertação (Mestrado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Sandriane Pizato

TONDO, E. C.; Prentice-Hernández, C.; Mellado, M. M. S.; Kalil, S. J.. Estimativa de vida-útil de carne de peito cozido de frango submetido a diferentes condições de armazenamento. 2011. Dissertação (Mestrado em Engenharia e Ciência de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande.

Aluno: Andréia Dal Pissol

TONDO, E. C.; CANSIAN, R. L.; VALDUGA, E.; TONIAZZO, G.. Avaliação Microbiológica da eficácia da lavagem de carcaças de frango com e sem contaminação fecal aparente. 2011. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Alimentos) - Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões.

Aluno: Simone Pieniz

TONDO, E. C.; TERRA, N. N.; Medina, L. F. C.. Avaliação das atividades antimicrobiana, antioxidante e capacidade de bioacumulação de selênio em células de Enterococcus. 2010. Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Andréia Inês Ferronato

TONDO, E. C.. Contaminação de carcaças por Listeria sp. em diferentes etapas do abate suíno. 2010. Dissertação (Mestrado em Ciências Veterinárias) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Jandora Severo Poli

Germani, J. C.; Richrds, N. S. P. S.;TONDO, E. C.. Isolamento de leveduras Killer em vinho. 2009. Dissertação (Mestrado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Diego Antônio Viana Gomes

Motta, A. S.; Germani, J. C.;TONDO, E. C.. Isolamento de bactérias em pescado. 2009. Dissertação (Mestrado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Bianca Almeida Gama

HACK, J.;TONDO, E. C.. Análise molecular dos genes de resistência e virulência do microrganismo Enterococcus spp. 2008. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e Molecular) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: César Luis Biazon

TONDO, E. C.; ZINI, C. A.; BENVENUTTI, E. V.. Utilização de adsorventes durante o processo de microextração em fase sólida de flavours de cerveja. 2008. Dissertação (Mestrado em Programa de pós-graduação em Química) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Vanessa Mottin

TONDO, E. C.. Avaliação Microbiológica de embutidos cozidos, fatiados e comercializados em supermercados de Porto Alegre, RS. 2008. Dissertação (Mestrado em PPGMAA) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Elsio Augusto Wunder Júnior

TONDO, E. C.; Zanela, M. B.; Meireles, M. C. A.. Mastite bovina: avaliação microbiológica do leite com ênfase nas leveduras isoladas de casos de mastite clínica e subclínica na região do Planalto Médio no período de 2005 e 2006. 2007 - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Ana Carolina Ritter

TONDO, E. C.; HERTZ, P. F.; CARDOSO, M.; NOLL, I. B.. Potencial toxigênico de Aspergillus flavus testado em diferentes meios e condições. 2007 - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Tais Raquel Marcon Machado

TONDO, E. C.; AVANCINI, C.;CARDOSO, M. R. I.NASCIMENTO, V. P.. Avaliação da aderência as aço inoxidável e ao polietileno por três sorovares de Salmonella e da capacidade de desinfecção dessas superfícies. 2007 - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Solange Mendes Longaray

OLIVEIRA, S.; SCHMIDT, V.;TONDO, E. C.. Identificação de enterotoxinas produzidas por linhagens de estafilococos coagulase positiva envolvidos em surtos de doenças transmitidas por alimentos no período de 2002 a 2003, no Rio Grande do Sul. 2007. Dissertação (Mestrado em Programa de pós-graduação em ciências veterinárias) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Jane Mari Correa Both

BROD, C. S.;TONDO, E. C.; WIEST, J. M.. A desinfecção como barreira sanitária na prevenção de doenças transmitidas por alimentos (DTA's): sensibilidade de amostras de Staphylococcus aureus (coagulase positiva), isolados em alimentos no IPB/LACEN/RS, nos anos de 2002 a 2006, frente ao hipoclorito de sódio. 2007. Dissertação (Mestrado em Programa de pós-graduação em ciências veterinárias) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

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TONDO, E. C.; BIZANI, D.; NOLL, I. B.. Purificação e caracterização de uma bacteriocina produzida por Bacillus sp. P45. 2006. Dissertação (Mestrado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Carina Philomena Thebich Gottardi

TONDO, E. C.; OLIVEIRA, S.; COSTA, M.. Avaliação das condições higiênico-sanitárias do ambiente de manipulação de produtos fatiados de origem animal de redes de supermercados de Porto Alegre. 2006. Dissertação (Mestrado em Ciências Veterinárias) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Juliana Flach

TONDO, E. C.; AVANCINI, C.; BENTO, F.. Formação de biofilmes em diferentes materiais utilizados na indústria de processamento de leite. 2006. Dissertação (Mestrado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Marcelo Páscoa Pinto

TONDO, E. C.; AVANCINI, C.; OLIVEIRA, S.. Avaliação de dois protocolos de higienização em áreas de produção de alimentos de um supermercado. 2006. Dissertação (Mestrado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Marcelo Páscoa Pinto

TONDO, E. C.. Avaliação da eficácia de dois protocolos de higienização em áreas de produção de alimentos em um supermercado. 2006. Dissertação (Mestrado em PPGMAA) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Luciane Martins Borowsky

TONDO, E. C.NASCIMENTO, V. P.; VAZ, E. K.. Comparação de duas metodologias de quantificação de Salmonella sp. em embutidos suínos.. 2005. Dissertação (Mestrado em Ciências Veterinárias) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Michele Hoeltz

TONDO, E. C.. Estudo da influência de manejos pós-colheita na incidência de fungos e micotoxinas no arroz (Oriza Sativa L.).. 2005. Dissertação (Mestrado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Cristiane da Rosa Moraes

TONDO, E. C.. Qualidade bacteriológica de leite bovino de mistura, in natura e beneficiado, e detecção sorológica de brucelose em rebanhos da região metropolitana de Porto Alegre - RS.. 2005. Dissertação (Mestrado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Jaqueline Lessa Maciel

TONDO, E. C.. Produção de hidrolisados proteicos de penas de frango utilizando bactérias queratinolíticas.. 2005. Dissertação (Mestrado em Ciências Veterinárias) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Jaqueline Lessa Maciel

TONDO, E. C.; JONG, E. V.; SALLE, C. T. P.. Produção de hidrolisados proteicos de penas de frango utilizando bactérias queratinolíticas. 2005. Dissertação (Mestrado em Ciências Veterinárias) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: ANA BEATRIZ ALMEIDA DE OLIVEIRA

TONDO, E. C.; AVANCINI, C.; OLIVEIRA, S.. Comparação de diferentes protocolos de hgienização de alface utilizados em restaurantes de Porto Alegre-RS. 2005. Dissertação (Mestrado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Cristina Bergman Zaffari

TONDO, E. C.. Detecção de Escherichia coli, Listeria monocytogenes e Brucella sp. em queijos produzidos artesanalmente na região do Rio Grande do Sul. 2005. Dissertação (Mestrado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Jairo Luis Hoerlle

TONDO, E. C.; BARTH, A. L.; BIZANI, D.. Caracterização de isolados de Staphylococcus aureus do Centro de Terapia Intensiva do Hospital Divina Providência. 2005. Dissertação (Mestrado em Ciências Médicas) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Cristiane Y

TONDO, E. C.; TOSCANI, L. V.; VELOSO, P. A. S.. Mashuda. Computação com DNA para resolução de problemas de otimização. 2004. Dissertação (Mestrado em Computação) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Eduardo Isaia Filho

TONDO, E. C.; RIBEIRO, L.; MOMBACH, J. C. M.; VELOSO, P. A. S.. Uma metodologia para computação com DNA. 2004. Dissertação (Mestrado em Computação) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Almir Luis Barriquello

TONDO, E. C.; PEDROZO, E. A.; SILVA, T. N.. Protocolo para implantação do programa APPCC em agroindústrias ervateiras.. 2003. Dissertação (Mestrado em Agronegócios) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Claucia Fernanda Volken de Souza

TONDO, E. C.. Evolução das características microbiológicas durante a elaboração e maturação do queijo serrano.. 2002. Dissertação (Mestrado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Cristiana Vallar

TONDO, E. C.. Caracterização de isolados de Enterococcus spp. provenientes de amostras de água.. 2002. Dissertação (Mestrado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Márcia Monks Jantzen

TONDO, E. C.. Isolamento e caracterização de Escherichia coli enteropatogênicas em abatedouro.. 2002. Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal de Pelotas.

Aluno: Carla Rosane B

TONDO, E. C.. de Vargas. Desinfecção química aplicada a canis: eficácia de cresóis sobre padrões e isolados bacterianos. 2001. Dissertação (Mestrado em Ciências Veterinárias) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Marjo Cadó Bessa

TONDO, E. C.. Prevalência de |Salmonella sp. em suínos abatidos no Rio Grande do Sul. 2001. Dissertação (Mestrado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Marjo Cadó Bessa

TONDO, E. C.. Prevalência de Salmonella sp. em suínos abatidos no Rio Grande do Sul. 2001. Dissertação (Mestrado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Bruna Webber

TONDO, EDUARDO CÉSAR; SANTOS, L. R.; FURIAN, T. Q.. Atividade antimicrobiana de óleos essenciais e bacteriófagos sobre Salmonella Heidelberg multirresistentes e formadoras de biofilmes. 2020. Tese (Doutorado em Ciências Veterinárias) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Vanessa do Amaral Nascimento Castanhede

TONDO, E. C.; PAULA, N. M.; LOPES, E.; OROSKI, F. A.; NUNES, E. C. A.. Implementação de uma nova norma de sistema de gestão em uma organização: estudo de caso da FSSC 22000 packing - Certificação de sistema de segurança de alimentos - Na indústria de embalagens. 2017. Tese (Doutorado em ENGENHARIA de Processos Quimicos e Bioquimicos) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Aluno: Simone Weschenfelter

BERGMANN, G. P.; LOPES, G. H.;TONDO, E. C.. Elaboração e avaliação físico-química e microbiológica de produtos lácteos obtidos a base de kefir. 2016. Tese (Doutorado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Mosimanegape Jongman

TONDO, E. C.. QUALITY AND SAFETY OF WATER IN FOOD PRODUCTION SYSTEMS. 2016. Tese (Doutorado em PhD Plant Pathology) - University of Pretoria.

Aluno: Chalise Caren Coghetto

MENEZES, C. R.; VENZKE, J. G.;TONDO, E. C.. Produção e encapsulamento de Lactobacillus plantarum e estudo de estabilidade e aplicação em formulação alimentar. 2015. Tese (Doutorado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Diogo Thimoteo da Cunha

SANT'ANA, A. S.; Behrens, J. H; Rosso, V. V.; Bandoni, D. H.;TONDO, E. C.. Viés otimista, percepção de risco e ilusão de controle de manipuladores de alimentos: discutindo conhecimentos, atitudes e práticas. 2014. Tese (Doutorado em INTERDISCIPLINAR EM CIÊNCIAS DA SAÚDE) - Universidade Federal de São Paulo.

Aluno: Ana Paula Folmer Corrêa

TONDO, E. C.; Thys, R. C. S.; Richrds, N. S. P. S.. Obtenção de peptídeos bioativos a partir da hidrólise enzimática de caseinato ovino e soro de queijo ovino. 2013. Tese (Doutorado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Patrícia da Silva Malheiros

TONDO, E. C.; Motta, A. S.; FRIES, L. L. M.. Desenvolvimento de lipossomas contendo peptídeos antimicrobianos para o controle de Listeria monocytogenes em produtos lácteos. 2011. Tese (Doutorado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Anderson de Souza Sant'ana

TONDO, E. C.. Avaliação Quantitativa do Risco de Salmonalla e Listeria monocytogenes em vegetais minimamente processados. 2011.

Aluno: Jandora Severo Poli

TONDO, E. C.. Elaboração de iogurte enriquecido com MUFAs e PUFAs sintetizados por leveduras para utilização como alimento funcional em dietas com redução de calorias. 2011.

Aluno: Liana Jayme Borges

TONDO, E. C.; Ito, M.; Campos, M. R. H.; Kipnis, A.; André, M. C. D. P. B.. Caracterização de microrganismos isolados em manipuladores e dietas enterais de dois hospitais públicos de Goiânia. 2010. Tese (Doutorado em Programa de Pós-Graduação em Medicina Tropical e S) - Universidade Federal de Goiás.

Aluno: Maria de Fátima Leal Nornberg

TONDO, E. C.; WIEST, J. M.; FLORES, M. L.. Microrganismso psicrotróficos do leite cru refrigerado. 2009. Tese (Doutorado em Ciências Veterinárias) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Avaliação de fímbrias tipo 1 em Salmonella

TONDO, E. C.; KNAKFUSS, E.; OLIVEIRA, S.. Luciane Martins Borowski. 2009. Tese (Doutorado em Ciências Veterinárias) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Cássia Nespolo

TONDO, E. C.; Motta, A. S.; Revillion, J. P. P.. Isolamento e utilização de bactérias lácticas em queijo de leite de ovelha. 2009. Tese (Doutorado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Clarissa Silveira Luis Vaz

BERCHIERI JUNIOR, A.; FERREIRA, A. P.;TONDO, E. C.; CORCAO, G.. Determinação da diversidade fenotípica e genotípica de Salmonella enterica subsp. enterica sorovar Enteritidis no Rio Grande do Sul. 2007. Tese (Doutorado em Programa de Pós-Graduação em Ciências Veterinárias) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Marjo Cadó Bessa

TONDO, E. C.; CORCAO, G.; VAZ, E. K.. Caracterização fenotípica e genotípica de amostras de Salmonella enterica sorovar Typhimurium isoladas de suínos no Rio Grande do Sul. 2006. Tese (Doutorado em Ciências Veterinárias) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Maria Cláudia Dantas Porfílio Borges André

TONDO, E. C.. Tipagem fenotípica e genotípica de Staphylococcus aureus isolados de manipuladores, leite cru e queijo minas frescal. 2006. Tese (Doutorado em Medicina Tropical) - Universidade Federal de Goiás.

Aluno: Sandra Maria Ferraz Castagna

TONDO, E. C.; BARCELLOS, D. E. S. N.; VAZ, E. K.. Associação da prevalência de suínos portadores de Salmonella ao abate e a contaminação de embutidos tipo frescal. 2004. Tese (Doutorado em Ciências Veterinárias) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Bruna Webber

TONDO, E. C.Pilotto, F.; FURIAN, T. Q.. Perfil de virulência, susceptibilidade antimicrobiana e alternativas para o controle de Salmonella Heldelberg formadoras de biofilmes. 2018. Exame de qualificação (Doutorando em Ciências Veterinárias) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Daiane Carvalho

TONDO, E. C.; SALLE, C. T. P.; BRITO, B. G.. Formação de biofilmes pro Salmonella Enteritidis, Escherichia coli e Campylobacter jejuni: alternativas para controle e aplicação de modelagem preditiva. 2017. Exame de qualificação (Doutorando em Ciências Veterinárias) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Gabriela Orosco Werlang

TONDO, E. C.; CORBELINI, L. G.; Motta, A. S.. Modelo preditivo para inativação de Salmonella spp. em salame a partir dos parãmetros de atividade de água e pH durante o processamento.. 2017. Exame de qualificação (Doutorando em Ciências Veterinárias) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Roberta Fontoura

TONDO, E. C.. soro de leite bovino. 2012.

Aluno: Adriane Ramos Zimer

TONDO, E. C.. trabalho com biodeteriorade biocombustiveis. 2012.

Aluno: Ana Paula Folmer Corrêa

TONDO, E. C.; Van Der Sand, S. T.; Thys, R. C. S.. Obtenção de peptídeos bioativos a partir da hidrólise enzimática de caseína ovino. 2011. Exame de qualificação (Doutorando em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Luis Eduardo da Silva

TONDO, E. C.SILVA, W. P.; Kindlein, L.. Determinação de fontes de contaminação e vias de disseminação de Salmonella em linhas de abate. 2009. Exame de qualificação (Doutorando em Ciências Veterinárias) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Vanessa Sacramento Mottin

TONDO, E. C.; Vieira, J. A.; Selbach, P. A.. Avaliação de fímbrias tipo 1 em Salmonella. 2009. Exame de qualificação (Doutorando em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Débora da Cruz Payão Pellegrini

CARDOSO, M. R. I.TONDO, E. C.. Avaliação de pontos de contaminação por Salmonella sp. e enterobactérias durante o preparo de dietas para suínos. 2009. Exame de qualificação (Doutorando em Programa de Pós-Graduação em Ciências Veterinárias) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: LAURA BEATRIZ RODRIGUES

Pinto, A. T.; Moraes. H. S.;TONDO, E. C.. Avaliação das condições higiênico-sanitárias e estudo de microscopia eletrônica de varredura e de epifluorecência da Formação de biofilme por Salmonella sp. Listeria monocytogenes, Escherichia coli e Staphylococcus aureus em superfícies de contato com alimentos em sala de cortes da matadouro de aves. 2008. Exame de qualificação (Doutorando em Programa de Pós-Graduação em Ciências Veterinárias) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Maria de Fátima Barros Leal Norberg

FLORES, M. L.; WIEST, J. M.;TONDO, E. C.. Avaliação de microrganismos psicrotróficos no leite. 2008. Exame de qualificação (Doutorando em Programa de Pós-Graduação em Ciências Veterinárias) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Lisandra Mürmann

TONDO, E. C.; SCHMIDT, V.;SILVA, W. P.. Análise de risco de embutido tipo frescal. 2006. Exame de qualificação (Doutorando em Ciências Veterinárias) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Clarissa Luiz Vaz

TONDO, E. C.; BERCHIERI JUNIOR, A.; CORCAO, G.; VIDOTTO, M. C.. Caracterização fenotípica e genotípica de Salmonella Enteritidis isolada de diversas fontes. 2005. Exame de qualificação (Doutorando em Ciências Veterinárias) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Sandra Maria Ferraz Castagna

TONDO, E. C.. Prevalência de Salmonella sp. em um abatedouro de suínos do Rio Grande do Sul.. 2002. Exame de qualificação (Doutorando em Ciências Veterinárias) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: SILVIA DIAS DE OLIVEIRA

TONDO, E. C.; CARDOSO, M.; LANGE, C.. Determinação do perfil das proteínas do choque térmico da Salmonella Enteritidis. 2001. Exame de qualificação (Doutorando em Ciências Farmacêuticas) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Karine Piazer Fibiano

AVANCINI, C.; WAGNER, S. A.;TONDO, E. C.. Caracterização, padronização e controle de qualidade para materiais de embalagens em uma cooperativa de beneficiamento de leite.. 2016. Exame de qualificação (Mestrando em Programa de Pós-Graduação em Alimentos de Origem Animal) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Karine Piazer Fibiano

AVANCINI, C.; WAGNER, S. A.;TONDO, E. C.. Caracterização, padronização e controle de qualidade para materiais de embalagens em uma cooperativa de beneficiamento de leite.. 2016. Exame de qualificação (Mestrando em Programa de Pós-Graduação em Alimentos de Origem Animal) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Leonir Martello

BERGMANN, G. P.; JANTZEN, M. M.;TONDO, E. C.. Avaliação da implantação das boas práticas agropecuárias na qualidade e segurança do leite. 2016. Exame de qualificação (Mestrando em Programa de Pós-Graduação em Alimentos de Origem Animal) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Solange Inês Potrich Bianchi

TONDO, E. C.. Uso de irradiação em alimentos de origem animal. 2004 - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Viviane Lemos D`avila

TONDO, E. C.. Controle de qualidade em refeições coletivas. 2004 - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Daiana Cittadin

TONDO, E. C.. Avaliação dos conteúdos assimilados em um treinamento aplicado a uma casa de carne com base na microbiologia de alimentos e boas práticas de fabricação. 2004 - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: André Brauwers

TONDO, E. C.. Avaliação dos conhecimentos e condutas de manipuladores de alimentos frente as Boas Práticas de Manipulação e microbiologia de alimentos antes e após treinamento em um restaurante à la carte de São Leopoldo, RS. 2003 - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Fernando Biembegut

TONDO, E. C.. conservação de palmitos em recipientes de vidro através de métodos de fatores combinados.. 2002 - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Fábio Gustavo de Cristo Hundertmack

TONDO, E. C.. Infecção, intoxicação e toxinfecção. 2002 - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Daniela Atti Sheffel

TONDO, E. C.. Presença de Escherichia Coli como indicador de Qualidade Higiênico-Sanitária em Amostras de Origanun Vulgarele L (Orégano). 2011.

Aluno: Juliana da Silveira Elias

TONDO, E. C.CARDOSO, M. R. I.; AVANCINI, C.. Higiene no processamento industrial de carcaças de frango. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências veterinárias) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Patricia Orosco Werlang

TONDO, E. C.. Exigências do mercado externo frente à importação de frangos do Brasil. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Eduardo Frainer Barbosa

TONDO, E. C.. Sistema de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC). 2004 - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Adriana Sanchez Godoy

TONDO, E. C.. Listeria monocytogenes em alimentos. 2003 - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Fernanda Arboite de Oliveira

TONDO, E. C.. Salmonella e salmonelose. 2003 - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Fernanda Stoduto Ferreira

TONDO, E. C.. Higienização em indústrias de alimentos. 2003 - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Vanessa Gutierres Bandeira

TONDO, E. C.; BERGMANN, G. P.; CARDOSO, S.. APPCC na indústria de alimentos. 2003 - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Julio Cesar Cirolini

TONDO, E. C.. Avaliação da qualidade microbiológica de cortes de frango inteiro congelados durante o período de 1998 a 2002. 2003 - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Liziane Gracez Cardoso

TONDO, E. C.. Características básicas do plano APPCC e sua aplicação na produção de manteiga em tabletes. 2003 - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Vanessa Gutierres Bandeira

TONDO, E. C.; BERGMANN, G. P.; CARDOSO, S.. APPCC na indústria alimentícia. 2003 - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Karina Rossini

TONDO, E. C.. Aspectos importantes para implantação do sistema APPCC na indústria de milho para pipoca. 2002 - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Fabiana Di Giorgio Mantese

TONDO, E. C.. Controle de Qualidade em frigorífico. 2001 - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Luciane Ruchel Ritzel

TONDO, E. C.. Produtos lácteos na Parmalat na unidade de Porto Alegre. 2000. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Nina Rosa Cardoso

TONDO, E. C.. Análise crítica da implantação de diferentes sistemas de qualidade em uma indústria de alimentos. 2000 - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Letícia S

TONDO, E. C.. Koester.Higienização em indústrias de alimentos. 1999. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Davi Chemello

TONDO, E. C.. Controle da população de Salmonella typhimurium na carne de frango industrializada utilizando ácido lático e lactato de sódio. 1999. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Rosana A

TONDO, E. C.. montenegro.Botulismo e suas diversas manifestações. 1999. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: SIMONE S

TONDO, E. C.. Santa Helena.Parabenos X imidazolidinil uréia: efetividade contra Staphylococcus aureus e Pseudomonas aeroginosa. 1999. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Roger Dresch

TONDO, E. C.. Laticínios. 1998. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

TONDO, E. C.. IV Simpósio de Microbioologia Apiad a e I encontro \Latino-Americano de Microbiologia Aplicada. 2010.

CESAR TONDO, EDUARDO. Promoção por Mérito Faculdade de Engenharia de Alimentos - FEA/UNICAMP. 2022. Faculdade de Engenharia de Alimentos.

TONDO, E. C.. Processo Seletivo para Professor Adjunto do Departamento de Nutrição da UNB. 2014. Universidade de Brasília.

TONDO, E. C.; RODRIGUES, V. M.; DICKEL, E. L.; MACIEL, E. N.. Seleção pública de docentes para a vaga de professor de controle gerencial de qualidade da faculdade de engenharia de alimentos da Unversidade de Passo Fundo. 2005. Universidade de Passo Fundo.

TONDO, EDUARDO CÉSAR. Membro da Comissão de Seleção e de Julgamento de Projetos de Extensão submetidos ao PROBEX 01/2018 da Pró-Reitoria de Extensão da UERGS, avaliação do Projeto "Curso de Boas Práticas para Serviços de Alimentação", ID 1704. 2019. Universidade Estadual do Rio Grande do Sul.

TONDO, E. C.; VERGILIO, V. G.; BENTO, F.. Comissão de Processo Seletivo de 2018/2 do Curso de Mestrado do PPGMAA. 2018. Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

TONDO, E. C.. Membro da Comissão de Avaliação do Programa de Bolsas de Extensão - Edição 2018, UFRGS. 2018. Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

TONDO, E. C.. Comissão de Avaliação do programa de Bolsas de Extensão da UFRGS. 2015. Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

TONDO, E. C.. Comissão de Avaliação de ABSTRACTS da International Conference on Predictive Modelling in Food. 2015. International Conference on Predictive Modelling in Food.

TONDO, E. C.. Comissão de Avaliação de ABSTRACTS do 5o Simpósio de Segurança alimentar. 2015. Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos.

TONDO, E. C.; BENTO, F.; Van Der Sand, S. T.; Cruz, P. B. S.; Silva, P. V.. Comissão de seleção para cursos de mestrado e doutorado do PPGMAA. 2010. Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

TONDO, E. C.. Membro da Comissão Julgadora da Sessão Bioquímica e Biotecnologia de Alimentos XXI Salão de Iniciação Científica UFRGS. 2009. Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

TONDO, E. C.. membro da comissão julgadora na sessão de Ciências Agrárias - Bioquímica e Biotecnologia de Alimentos. 2007. Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

TONDO, E. C.. Membro da Banca de Avaliação do 7º Salão de Extensão da UFRGS. 2006. Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

TONDO, E. C.. Membro da Banca de Avaliação do 6º Salão de Extensão da UFRGS. 2005. Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

TONDO, E. C.. Membro da Comissão julgadora da sessão de Bioquímica e Biotecnologia de Alimentos do XVII Salão de Iniciação Científica da UFRGS. 2005. Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

TONDO, E. C.. Comissão julgadora da sessão microbiologia e micologia de alimentos I do SIC XV. 2003. Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

TONDO, E. C.. XIV Salão de iniciação científica/UFRGSComissão julgadora da sessão tecnologia de alimentos e nutrição II. 2002. Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

TONDO, E. C.. Membro comissão científica XVII CBCTA. 2002. Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

TONDO, E. C.. XII Salão de iniciação científica 2000. 2000. Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Orientou

Mirian dos Reis Vitt

Avaliação Microbiológica de Superfícies de Equipamentos e Bancadas de Produção de Embutidos Suínos e Eficácia de Diferentes Sanitizantes; Início: 2024; Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Orientador);

LUANA OLIVEIRA DE SOUZA VENSON

Avaliação do risco atribuído às inspeções realizadas por médicos veterinários no Serviço de Inspeção Estadual de Santa Catarina; Início: 2024; Tese (Doutorado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; (Orientador);

Francine Balzaretti Cardoso

Análise de Risco-Benefício das medidas de controle de perigos químicos, físicos e biológicos identificados em produtos de origem vegetal no Brasil; Início: 2023; Tese (Doutorado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; (Orientador);

Cátia Raquel Esteves Morgado

Avaliação de Pontos Críticos de Controlo em preparações gastronômicas a base de ovos; Início: 2023; Tese (Doutorado em Programa de Doctorado) - Universidad de Extremadura; (Coorientador);

Giulia Giuliani Reta

Avaliação de risco de Listeria monocytogenes em carne de frango crua e cozida produzida sob inspeção federal no Brasil; Início: 2022; Tese (Doutorado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; (Orientador);

Cris Rocha Pinto Magalhães

Análise de Risco-Benefício como Ferramenta de Tomada de Decisão na Gestão de Riscos de Segurança dos Alimentos; Início: 2020; Tese (Doutorado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; (Orientador);

Fabíola Ayres Cacciatore

Início: 2024; Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Fundação da UFRGS;

Isadora Altmann Peixoto

DESENVOLVIMENTO DE MODELOS MATEMÁTICOS DE MICROBIOLOGIA PREDITIVA PARA PREDIZER A MULTIPLICAÇÃO DE STAPHYLOCOCCUS AUREUS EM FILÉS DE COXA E SOBRECOXA DE FRANGO CONSIDERANDO VARIÁVEIS COMO TEMPO E TEMPERATURA; Início: 2024; Iniciação científica (Graduando em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Fundação da UFRGS; (Orientador);

Bernardo Nassau de Souza

Avaliação de risco de Listeria monocytogenes em carne de frango crua e cozida produzida sob inspeção federal no Brasil; Início: 2024; Iniciação científica (Graduando em Biotecnologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Universidade Federal do Rio Grande do Sul; (Orientador);

Paula Wendelstein Cano

AVALIAÇÃO DA INATIVAÇÃO DE SALMONELLA EM OMELETE, OVO MEXIDO E OVO POCHÊ; 2024; Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Coorientador: Eduardo Cesar Tondo;

Nathalia Russi Rego

IDENTIFICAÇÃO DE MICRORGANISMOS PRESENTES NAS FEZES, SUPERFÍCIES DE POUSO DE POMBOS DOMÉSTICOS (Columba livia) E EM GRÃOS ARMAZENADOS NO PORTO DE PORTO ALEGRE, BRASIL; 2024; Dissertação (Mestrado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Daniel Vicente Sequeira Lameirão Teixeira

Validação Microbiológica de receitas gastronómicas de risco Estudo de caso: Validação do Ponto Crítico de Controlo ? Confeção de ovos fritos e bacalhau à Brás; 2021; Dissertação (Mestrado em Mestrado em Segurança e Qualidade Alimentar em Restauração) - Escola Superior de Hotelaria e Turismo, ; Coorientador: Eduardo Cesar Tondo;

Luís Miguel Rodriguez Pequeneza

Identificação de Pontos Crírcos de Controlo para o Processamento de Ceviche; 2021; Dissertação (Mestrado em Mestrado em Segurança e Qualidade Alimentar em Restauração) - Escola Superior de Hotelaria e Turismo de Estoril, ; Coorientador: Eduardo Cesar Tondo;

Aline Bitelo

AVALIAÇÃO DE Bacillus spp; COMO POTENCIAL PROBIÓTICO PARA USO EM RAÇÃODE FRANGOS DESTINADOS á ALIMENTAÇÃO HUMANA; 2021; Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Adriana Denisiuk Barbosa

AVALIAÇÃO DA SOBREVIVÊNCIA MICROBIANA EM UMA RECEITA PADRONIZADA DE HAMBÚRGUER GOURMET TERMICAMENTE PROCESSADA EM DIFERENTES PONTOS DE COCÇÃO; 2021; Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Coorientador: Eduardo Cesar Tondo;

Juliana Mendes Laborda Pinheiro

Validação de pontos críticos de controlo para sobremesas à base de ovo não processado termicamente Estudo de caso: inoculações experimentais com Salmonella Enteritidis e Staphylococcus aureus em mousse de chocolate e doce de vinagre; 2021; Dissertação (Mestrado em Mestrado em Segurança e Qualidade Alimentar em Restauração) - Escola Superior de Hotelaria e Turismo de Estoril, ; Coorientador: Eduardo Cesar Tondo;

Mafalda Maria Barreto Godinho Borges de Freitas

Validação de Pontos Críticos de Controlo em receitas gastronómicas de risco Estudo de caso: mousse de chocolate e açorda de marisco com ovo; 2020; Dissertação (Mestrado em Mestrado em Segurança e Qualidade Alimentar em Restauração) - Escola Superior de Hotelaria e Turismo de Estoril, ; Coorientador: Eduardo Cesar Tondo;

Emerson de Lima Torres

Identificação de estratégias eficazes para a comunicação de risco de problemas de segurança de alimentos; 2020; Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Regina Zilio

Modificação da superfície de aço inoxidável por implantação iônica de prata (Ag+) a baixas energias e nitretação a plasma: alternativas para redução de patógenos alimentares em superfícies metálicas; 2020; Dissertação (Mestrado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Larissa Pires Ferigolo

Sobrevivência de Escherichia coli em carne bovina tratada termicamente em sistema sous vide; 2019; Dissertação (Mestrado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Paula Rivas

CONTAMINAÇÃO CRUZADA POR Listeria monocytogenes DURANTE FATIAMENTO MECÂNICO DE QUEIJO MUSSARELA E PREDIÇÃO DE SEU COMPORTAMENTO DURANTE ARMAZENAMENTO EM REFRIGERAÇÃO; 2019; Dissertação (Mestrado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Clarissa Peixoto

MICROBIOLOGIA NA ALTA GASTRONOMIA: APLICAÇÃO DA MICROBIOLOGIA PREDITIVA NA AVALIAÇÃO DE PREPARAÇÕES CULINÁRIAS DE RESTAURANTES EM HOTÉIS DE LUXO; 2018; Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Fabiana Perini

Elaboração de uma ferramenta de avaliação de edificações, leiaute e materiais de construção utilizados em cozinhas industriais para a promoção da segurança de alimentos; 2018; Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Thaís Fernandes Justo

Salmonella spp; em alface orgânica: avaliação da prevalência utilizando MDS e sensibilidade ao hipoclorito de sódio e ácido peracético; 2018; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-Graduação em Fisico-Química) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, ; Coorientador: Eduardo Cesar Tondo;

Danielle Carmo da Silva

Avaliação do comportamento microbiano em diferentes cenários de tempo e temperatura de distribuição de sushis; 2018; Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Stefani Machado Lopes

MICROBIOLOGIA NA ALTA GASTRONOMIA: Avaliação do comportamento de Salmonella spp; em preparações gastronômicas à base de ovos; 2017; Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Maria Angélica Fracassi

TIPIFICAÇÃO MOLECULAR E RESISTÊNCIA ANTIMICROBIANA DE ISOLADOS DE Salmonella HEIDELBERG E AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA TÉRMICA, A DIFERENTES pH E SANITIZANTES DOS PRINCIPAIS PERFIS IDENTIFICADOS; 2017; Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Cris Rocha Pinto Magalhães

Avaliação de Estratégias de Segurança dos Alimentos Adotadas Após a Fusão de Duas Grandes Empresas de Serviço de Alimentação; 2015; Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Caroline Isabel Kothe

Avaliação do comportamento de Escherichia coli e Staphyloccocus aureus em alimentos prontos para o consumo expostos a diferentes temperaturas observadas em serviços de alimentação no Brasil; 2015; Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Roberta Capalonga

Estudo das características fenotípicas e genotípicas das Salmonella Enteritidis envolvidas em surtos alimentares no Estad do Rio Grande do Sul no período de 2007 a 2012; 2014; Dissertação (Mestrado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Susana de Oliveira Elias

MODELAGEM DOS PARÂMETROS CINÉTICOS DE MULTIPLICAÇÃO DE Salmonella Enteritidis SE86 EM MAIONESE CASEIRA E PRÁTICAS DE PREPARO, ESTOCAGEM E CONSUMO DESSE ALIMENTO NO RIO GRANDE DO SUL; 2014; Dissertação (Mestrado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Elis Regina Gomes de Alfama

Investigação de fontes de contaminação microbiológica e medidas de controle utilizadas em propriedades da agricultura familiar na produção de alfaces destinadas à alimentação escolar do Sul do Brasil; 2014; Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Cláudia Titze Hessel

Detecção de Escherichia coli patogênica e genes de virulência em água de irrigação por PCR em tempo real; 2014; Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

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Avaliação da Atividade Anti-microbiana de um Composto Comercial a Base de Nisina para Aplicação em Presunto Cozido; 2014; Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Regina Zilio

MODIFICAÇÃO DA SUPERFÍCIE DE AÇO INOXIDÁVEL POR NITRETAÇÃO A PLASMA E IMPLANTAÇÃO IÔNICA DE PRATA (AG+) A BAIXAS ENERGIAS: ALTERNATIVAS PARA REDUÇÃO DE PATÓGENOS ALIMENTARES EM SUPERFÍCIES METÁLICAS; 2014; Dissertação (Mestrado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Rochele de Quadros Rodrigues

Avaliação da cadeia produtiva de alface orgânica através da ferramente Horticultural Assessment Acheme (HAS); 2013; Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Betina Bender

Avaliação da contaminação de picadores de legumes em serviços de alimentação e transferencia de salmonella enteretides fe86 para bererraba cozidas; 2012; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Emanuel Moniz Sousa

Desenvolvimento de uma Ferramenta de Avaliação do Risco para Estabelecimentos de Restauração; 2012; Dissertação (Mestrado em Engenharia Alimentar ? Qualidade e Segurança Alime) - Universidade de Lisboa, ; Coorientador: Eduardo Cesar Tondo;

Fabiana Fernanda Pacheco da Silva

INVESTIGAÇÃO DE SALMONELLA SPP; E MICRORGANISMOS INDICADORES EM CARCAÇAS BOVINAS DURANTE O PROCESSAMENTO EM ABATEDOURO - FRIGORÍFICO; 2011; Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Fernanda Stoduto Ferreira

AVALIAÇÃO DA MULTIPLICAÇÃO E RECUPERAÇÃO DE SALMONELLA ENTERITIDIS SE86 EM DIFERENTES DILUENTES, MEIOS DE CULTURA E MÉTODOS DE SEMEADURA, APÓS EXPOSIÇÃO AO DICLOROISOCIANURATO DE SÓDIO; 2011; Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Márcia Regina Loiko

Investigação fenotípica e genotípica de patógenos alimentares e avaliação de microrganismos indicadores em carcaças bovinas de abatedouro-frigorífico; 2011; Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Josete Baialardi Silveira

Investigação de Escherichia coli O157:H7 e outras Escherichia coli em cozinhas industriais; 2010; Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Eliandra Mirlei Rossi

AVALIAÇÃO DA CONTAMINAÇÃO MICROBIOLÓGICA E PROCEDIMENTOS DE HIGIENIZAÇÃO DE ESPONJAS UTILIZADAS EM SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO; 2010; Dissertação (Mestrado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Roberta Fogliato Mariot

Avaliação de formação e remoção de biofilme em equipamentos com diferentes desenhos sanitários para indústrias de alimentos; 2010; Dissertação (Mestrado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Juliana Guedes Silveira

INVESTIGAÇÃO DE LISTERIA SP; E MICRORGANISMOS MESÓFILOS TOTAIS EM CARCAÇAS BOVINAS E EM AMBIENTE INDUSTRIAL DE ABATEDOURO FRIGORÍFICO; 2010; Dissertação (Mestrado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Karla Joseane Perez

Avaliação da capacidade de invasão intestinal de Salmonella Enteritidis envolvida em surtos alimentares ocorridos no Rio Grande do Sul; 2008; Dissertação (Mestrado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Sabrina Bartz

Avaliação da contaminação microbiológica e de procedimentos de higienização de panos utilizados em serviços de alimentação; 2008; Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Tais Raquel Marcon Machado

Avaliação da aderência ao aço inoxidável e ao polietileno por três sorovares de Salmonella e da capacidade de desinfecção dessas superfícies; 2007; Dissertação (Mestrado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Patrícia da Silva Malheiros

Avaliação da cinética de crescimento, resistência ácida e resistência térmica de Salmonella Enteritidis envolvida em surtos alimentares ocorridos no Rio Grande do Sul e comparação com outros sorovares; 2007; Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Cheila Minéia Daniel de Paula

Isolamento, Identificação e Caracterização de Shigella a partir de alimentos envolvidos em surtos alimentares ocorridos no Rio Grande do Sul; 2007; Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Fernanda Arboite de Oliveira

Caracterização por susceptibilidade a antimicrobianos, PCR-Ribotipificação e RAPD de Salmonella sp; isoladas de alimentos envolvidos em surtos de Salmonelose ocorridos no Rio Grande do Sul, nos anos de 2001 e 2002; 2005; Dissertação (Mestrado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Coorientador: Eduardo Cesar Tondo;

Letícia Sopeña

SOBREVIVÊNCIA DE Escherichia coli, Staphylococcus aureus E Salmonella Enteritidis DURANTE O CONGELAMENTO EM HAMBÚRGUER DE FRANGO; 2005; Dissertação (Mestrado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Coorientador: Eduardo Cesar Tondo;

Liziane Schittler

Ocorrência e Caracterização molecular e sorotipificação de Listeria monocytogenes e Listeria innocua isoladas em um frigorífico de suínos da região das Missões RS; 2005; Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal de Pelotas, ; Coorientador: Eduardo Cesar Tondo;

Raquel Rohden

Investigação das características empresariais básicas e e dos perfis dos sistemas de qualidade de empresas de panificação da região serrana do Rio Grande do Sul; 2004; Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Danielle Carmo da Silva

Avaliação Microbiana e Caracterização Físico-Química de Preparações Gastronômicas à Base de Ovos e Peixes; 2023; Tese (Doutorado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Stefani Machado Lopes

Microbiologia na gastronomia: Sobrevivência de patógenos em preparações gastronômicas de origem animal; 2023; Tese (Doutorado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

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DESCONTAMINAÇÃO DE CARCAÇAS DE FRANGO POR ÁCIDO PERACÉTICO ISOLADO OU EM COMBINAÇÃO COM OUTROS ANTIMICROBIANOS; 2021; Tese (Doutorado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Gloria Alberto Manhique

AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES HIGIÊNICO-SANITÁRIAS E CONTAMINAÇÃO MICROBIOLÓGICA DE ALIMENTOS, MANIPULADORES E UTENSÍLIOS UTILIZADOS NA PREPARAÇÃO DE ALIMENTOS EM MERCADOS E NAS RUAS DE MAPUTO, MOÇAMBIQUE; 2020; Tese (Doutorado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Claudia Titze Hessel Gonçalves

Avaliação quantitativa do risco de Salmonella spp; em frango e em ovos produzidos sob inspeção oficial no Brasil; 2020; Tese (Doutorado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Luana Decol

Baseline study of irrigation water in Brazil and Spain: Impact of microbial quality, sources, type of irrigation systems and the type of crop on the food safety of fresh Products; 2018; Tese (Doutorado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Elis Regina G

Alfama; Modelagem da multiplicação microbiana em diferentes cenários de temperaturas de distribuição identificadas em restaurantes industriais no Brasil; 2018; Tese (Doutorado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Susana de Oliviera Elias

Avaliação Quantitativa do Risco de Salmonella spp; e de E; coli O157:H7 em alface conventional no Rio Grande do Sul; 2017; Tese (Doutorado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Nathanyelle Soraya Martins de Aquino

Uso de Bacteriófagos Recombinantes para Detecção Rápida de Escherichia coli O157:H7 e Salmonella spp; em Alimentos; 2017; Tese (Doutorado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

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DESCONTAMINAÇÃO DE CARCAÇAS DE FRANGO POR ÁCIDO PERACÉTICO ISOLADO OU EM COMBINAÇÃO COM OUTROS ANTIMICROBIANOS; 2017; Tese (Doutorado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Marcia Eliza Cattanio

Caracterização e comparação de propriedades produtoras de leite orgânico certificadas com propriedades do sistema de produção convencional: características da organização, boas práticas agropecuárias e contaminação microbiológica; 2017; Tese (Doutorado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Mateus da Silva Lima

"AVALIAÇÃO DE RESULTADOS DE PROGRAMAS DE MONITORAMENTO INSTITUÍDOS PELO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO EM ABATEDOUROS-FRIGORÍFICOS DO RIO GRANDE DO SUL E CAREACTERIZAÇÃO DE RISCOS ASSOCIADOS À SEGURANÇA DE ALIMENTOS; 2016; Tese (Doutorado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Josete Baialardi Silveira

INVESTIGAÇAO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA DE ALIMENTOS EM INDÚSTRIAS DE VEGETAIS MINIMAMENTE PROCESSADOSDO RIO GRANDE DO SUL: EMBASAMENTO E PROPOSTADE UMA LEGISLAÇÃO PARA O SEGMENTO; 2016; Tese (Doutorado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Gloria Alberto Manhique

AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES HIGIÊNICO-SANITÁRIAS E CONTAMINAÇÃO MICROBIOLÓGICA DE ALIMENTOS, MANIPULADORES E UTENSÍLIOS UTILIZADOS NA PREPARAÇÃO DE ALIMENTOS EM MERCADOS E NAS RUAS DE MAPUTO, MOÇAMBIQUE; 2016; Tese (Doutorado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Banco Mundial; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Cláudia Titze Hessel

Avaliação de riscos de Salmonella spp; em frango e ovos produzidos sob inspeção federal no Brasil; 2016; Tese (Doutorado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Eliandra Mirlei Rossi

CARACTERIZAÇÃO DO BIOSSURFACTANTE PRODUZIDO PELO PATÓGENO ALIMENTAR Salmonella Enteritidis SE86; 2015; Tese (Doutorado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Sabrina Bartz

Contaminação microbiológica e avalilação da segurança de alface na produção primária e varejo; 2015; Tese (Doutorado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Letícia Sopeña Casarin

AVALIAÇÃO DE INTERAÇÕES FÍSICO-QUÍMICAS ENVOLVIDAS NA ADESÃO DE PATÓGENOS ALIMENTARES EM SUPERFÍCIES METÁLICAS DE EQUIPAMENTOS UTILIZADOS NA PRODUÇÃO DE ALIMENTOS; 2014; Tese (Doutorado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Luciana Senter

ISOLAMENTO E CARACTERIZAÇÃO DE BACTÉRIAS ÁCIDO-LÁCTICAS DE LINGUIÇAS SUÍNAS DEFUMADAS E DESENVOLVIMENTO DE EMBUTIDO FUNCIONAL; 2014; Tese (Doutorado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Cheila Minéia Daniel de Paula

CARACTERIZAÇÃO DE E; coli O157:H7 ISOLADAS NO SUL DO BRASIL; 2014; Tese (Doutorado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Rochele de Quadros Rodrigues

INATIVAÇÃO MICROBIANA E AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE FÓRMULA LÁCTEA E LEITE HUMANO TRATADO VIA AQUECIMENTO ÔHMICO; 2014; Tese (Doutorado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Marizete Oliveira de Mesquita

PROCEDIMENTOS PARA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA CARNE BOVINA IN NATURA NA RECEPÇÃO DE SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO; 2014; Tese (Doutorado em Ciência e Tecnologia dos Alimentos) - Universidade Federal de Santa Maria, ; Coorientador: Eduardo Cesar Tondo;

Ana Carolina Ritter

Envolvimento dos genesrpoS e dps na resistência ao hipoclorito de sódio e do gene ompR na resistência térmica de Salmonella Enteritidis SE86; 2012; Tese (Doutorado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Fernanda Arboite de Oliveira

CARACTERIZAÇÃO DE Salmonella Enteritidis ISOLADAS DE ALIMENTOS E DE HUMANOS POR SUSCEPTIBILIDADE A ANTIMICROBIANOS, PCR-RIBOTIPIFICAÇÃO E ELETROFORESE DE CAMPO PULSADO (PFGE); 2009; Tese (Doutorado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal de Pelotas, ; Coorientador: Eduardo Cesar Tondo;

Ana Carolina Ritter

INVESTIGAÇÃO DA EXPRESSÃO DE GENES DE RESISTÊNCIA E VIRULÊNCIA DE SALMONELLA ENTERITIDIS ENVOLVIDAS EM SURTOS ALIMENTARES OCORRIDOS NO RIO GRANDE DO SUL; 2008; Tese (Doutorado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Ana Beatriz Oliveira

Avaliação da qualidade higiênico-sanitária de escolas do Rio Grande do Sul; 2008; Tese (Doutorado em Microbiologia Agrícola e do Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Coorientador: Eduardo Cesar Tondo;

Mercedes Passos Geimba

Caracterização fenotípica e genotípica de linhagens de Salmonella Enteritidis isolads de alimentos envolvidos e surtos alimentares ocorridos no Rio Grande do Sul em 1999 e 2000; ; 2005; Tese (Doutorado em Ciências Veterinárias) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Coorientador: Eduardo Cesar Tondo;

Letícia Sopeña Casarin

2014; Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Eduardo Cesar Tondo;

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2014; Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Eduardo Cesar Tondo;

Ana Carolina Fösch Batista

Inativação de Salmonella spp; em ovos orgânicos submetidos a tratamento isotérmico em forno combinado; 2017; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Engenharia de alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Julia Lerina Wesolowski

ELABORAÇÃO DE PLANO DE ANÁLISE DE PERIGOS E PONTOS CRÍTICOS DE CONTROLE (APPCC) PARA RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO DA UFRGS; 2017; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Engenharia de alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Mariana Nunes Dutra

IMPLEMENTAÇÃO DA ANÁLISE DE PERIGOS E PONTOS CRÍTICOS DE CONTROLE (APPCC) EM INDÚSTRIA DE FARINHAS E PRÉ-MISTURAS; 2017; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Engenharia de alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Danielle Carmo da Silva

Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC) em steaks preparados em serviços de alimentação; 2016; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Engenharia de alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Luiza Kerber

IMPLANTAÇÃO DA ANÁLISE DE PERIGOS E PONTOS CRÍTICOS DE CONTROLE (APPCC) EM GELADOS COMESTÍVEIS DE UMA INDÚSTRIA DE PEQUENO PORTE; 2016; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Engenharia de alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Amanda Ascal

Avaliação da cadeia de distribuição de alface em hipermercados; 2015; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Ciências veterinárias) - Universidade Luterana do Brasil; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Luciana Meneghetti Gehrke

Comparação do nível de adequação de conformidades em boas práticas, antes e após o trabalho de consultoria em serviços de alimentação da cidade de Porto Alegre/RS; 2014; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Pós-Graduação em Microbiologia de Alimentos) - Universidade Feevale; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Mariana de Albuquerque e Souza

Boas práticas para padarias e confeitarias; 2012; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Engenharia de alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Rosele da Silveira Rocho

Transferência de Salmonella Enteritidis SE86 a partir de picadores de legumes e avaliação de sua multiplicação em beterraba cozida; 2011; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Farmácia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Mariana Bandeira Horvath

Estudos dos conhecimentos dos estudantes e graduados em engenharia de alimentos em relação à microbiologia e sistemas de gestão da qualidade de alimentos; 2011; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Engenharia de alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Josete Baialardi Silveira

Salmoneloses ocorridas no Rio Grande do Sul no período de 2000 a 2001; 2005; Monografia - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Catherine O

Kelbert; Princípios dos sitemas Boas Práticas de Fabricação e Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC) e suas aplicações em preparação de frango assado; 2003; Monografia - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Marcela Mori Machado

Caracteríticas básicas e aplicação do sistema APPCC em preparação de frango grelhado; 2003; Monografia - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Greice Braga Lucas

Fontes de contaminação microbiológica de embutidos; 2002; Monografia - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Suzana Costalunga Lima

Surtos de Salmonella spp; no Rio Grande do Sul no período de 1997, 1998 e 1999; 2001; Monografia - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Ana Cláudia Pereira de Paula

Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC) Boas Práticas de Fabricação (BPF); 2001; Monografia - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Andrea Bandeira

Análide de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC) e Boas Práticas de fabricação (BPF) em Fábrica de Rações; 2001; Monografia - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Míriam Santos

Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle para implantação de sistema APPCC/HACCP em lactário; ; 1999; 0 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Alimentos X Tecnologia Hoje) - Instituto Metodista de Educação e Cultura; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Cláudia Olanda Sturm

Doenças veiculadas por alimentos: um problema em refeições hospitalares; ; 1999; 0 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Alimentos X Tecnologia Hoje) - Instituto Metodista de Educação e Cultura; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Lilia M

Mello Corrêa e Cristina Farah Serafini; Staphylococcus aureus, uma visão abrangente sobre a bactéria responsável por mais de 60% dos casos de intoxicação alimentar; ; 1999; 0 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Alimentos X Tecnologia Hoje) - Instituto Metodista de Educação e Cultura; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Desiré Stolte

Avaliação de uma unidade de alimentação e nutrição na grande Porto Alegre para aplicação do método análise de perigos e pontos críticos de controle (APPCC/HACCP); ; 1999; 0 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Alimentos X Tecnologia Hoje) - Instituto Metodista de Educação e Cultura; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Cleusa M

M; de V; Tomelero e Helena Beatriz Rower; Doenças microbianas veiculadas por alimentos: revisão sobre o tema e como evitá-los através boas práticas de fabricação; ; 1999; 0 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Alimentos X Tecnologia Hoje) - Instituto Metodista de Educação e Cultura; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Rosvita B

Gewehr; Manual de Boas Práticas de Fabricação para estabelecimentos e manipuladores; ; 1999; 0 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Alimentos X Tecnologia Hoje) - Instituto Metodista de Educação e Cultura; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Luciane B

do Amaral e Simone V; Garcia; Treinamento de higiene pessoal para manipuladores de alimentos em uma escola municipal infantil; 1998; 0 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Alimentos X Tecnologia Hoje) - Instituto Metodista de Educação e Cultura; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Elesandra Bernardon e Tatiana Golin

Aplicação prática do método APPCC; 1998; 0 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Alimentos X Tecnologia Hoje) - Instituto Metodista de Educação e Cultura; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Emerson de Lima Torres

Análise de perigos e pontos críticos de controle: industrialização de alimentos com qualidade; 1998; 0 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Alimentos X Tecnologia Hoje) - Instituto Metodista de Educação e Cultura; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Sabrina Bartz Penteriche

Aplicação do método APPCC no restaurante do SESC da Alberto Bins; 1998; 0 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Alimentos X Tecnologia Hoje) - Instituto Metodista de Educação e Cultura; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Márcia Lisarb Lenhard

Programa de treinamento e qualidade de pessoal para serviços de alimentação; ; 1998; 0 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Alimentos X Tecnologia Hoje) - Instituto Metodista de Educação e Cultura; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Estela Maris Espindola

Manual básico de higiene e segurança alimentar em processamento de frutas e hortaliças para manipuladores de alimentos; ; 1998; 0 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Alimentos X Tecnologia Hoje) - Instituto Metodista de Educação e Cultura; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Anne-Lise Saraiva Curial

Boas Práticas de Fabricação; 1998; 0 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Alimentos X Tecnologia Hoje) - Instituto Metodista de Educação e Cultura; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Fabiane P

Klein e Luciana Pompeu Roballo]; Principais toxinfecções alimentares e os alimentos envolvidos; 1998; 0 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Alimentos X Tecnologia Hoje) - Instituto Metodista de Educação e Cultura; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Letícia de Albuquerque Vieira

Resíduo de antibiótico no leite; ; 1998; 0 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Alimentos X Tecnologia Hoje) - Instituto Metodista de Educação e Cultura; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

João Pedro Sequeira Pessoa

Avaliação da multiplicação de Salmonella spp; em carne de frango exposta a condições isotérmicas e não isotérmicas; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Diego Chemello Muller

Avaliação da multiplicação de Escherichia coli, Staphylococcus aureus e Bacillus cereus em sushis preparados em Porto Alegre; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Josué Schneider Martins

Segurança Alimentar e Inclusão Socioprodutiva: debate sobre a qualidade da polpa de açaí Juçara (Euterpe edulis) produzida por empreendimentos familiares rurais participantes da Rede Juçara no Rio Grande do Sul; 2015; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Roxanne Cordier

Growth evaluation of Salmonella Enteritidis SE86 and Escherichia coli ATCC8739 on Let-tuce (Lactuca sativa L; ) at 5o C, 10o C, 25o C and 37o C; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Bachelor of biomedical Laboratory Technology) - Hogeschool West-Vlaanderen; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Anelise Possamai

PROCESSAMENTO DE VEGETAIS MINIMAMENTE PROCESSADOS: UMA ABORDAGEM SOBRE A HIGIENIZAÇÃO E OS SANITIZANTES NELA UTILIZADOS; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Rafaela Salazar Sikilero

IMPLANTAÇÃO DA ANÁLISE DE PERIGOS E PONTOS CRÍTICOS DE CONTROLE (APPCC) EM SANDUÍCHES QUENTES PRODUZIDOS POR REDE DE FAST-FOOD; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Fabiana Oliveira Perini

Avaliação da multiplicação de Bacillus thuringiensis no leite UHT por meio de modelagem matemática e microbiologia preditiva; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Paula Wendelstein Cano

AVALIAÇÃO DA VIDA DE PRATELEIRA DE MOLHOS INDUSTRIALIZADOS PARA MASSAS OFERECIDOS EM UM SERVIÇO DE ALIMENTAÇÃO; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Gilles Missiaen

Prevalence of different pathogens in retail whole lettuces in Porto Alegre; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Faculty of Bioscience Engineering) - Ghent University; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Olivier Veys

Modelling the growth of Salmonella spp; and Escherichia coli O157:H7 on lettuce; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Faculty of Bioscience Engineering) - Ghent University; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Aline Oliveira e Silva

INVESTIGAÇÃO DA INTERFERÊNCIA DE DESINFETANTES NA AVALIAÇÃO DE SUPERFÍCIES POR ATP- BIOLUMINESCÊNCIA; 2013; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Camila Daniele Soares Lupchinski

BOAS PRÁTICAS E A CATEGORIZAÇÃO DE SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO PARA A COPA FIFA 2014 NO BRASIL: PROCESSO DE CRIAÇÃO E ANÁLISE CRÍTICA DOS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO; 2013; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Marina Miranda Fisher

CONTAMINAÇÃO MICROBIOLÓGICA DE ALIMENTOS ENVOLVIDOS EM SURTOS DE DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ALIMENTOS OCORRIDAS NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ENTRE 2004 E 2012; 2013; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Tatiane Costella Rios

Boas Práticas em Central de armazenamento e distribuição de alimentos e seu reflexo na rede de supermercados; 2012; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Daniele Araújo de Castro

Boas Práticas para restaurantes comerciais no Estado do Rio Grande do Sul; 2012; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Douglas Coletto

Gestão de segurança de alimentos e da qualidade com base na ISO 9001 e ISO 22000 em indústrias de alimentos; 2012; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Ana Carolina Julio Langone

Prevalência de Zymomonas mobilis em ambiente de indústrias cervejeiras no Brasil; 2012; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Luiza Pieta

INVESTIGAÇÃO DA PRESENÇA DE Listeria spp; E Listeria monocytogenes EM EQUIPAMENTOS E UTENSÍLIOS DE INDÚSTRIAS DE LATICÍNIOS; 2010; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Vanessa Reck

SALMONELOSES OCORRIDAS NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL NO PERÍODO DE 2002 A 2004; 2010; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Patrícia Heidrich do Amaral

PROGRAMAS DE AUTOCONTROLE EM UM ABATEDOURO FRIGORÍFICO DE BOVINOS; 2010; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Sâmia de Alencar Souto

?AVALIÇÃO MICROBIOLÓGICA DE CARCAÇAS DE FRANGO DURANTE ETAPAS DO PROCESSAMENTO EM UM ABATEDOURO FRIGORÍFICO?; 2009; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Márcia Regina Loiko

AVALIAÇÃO DA FORMAÇÃO E REMOÇÃO DE BIOFILME DE SALMONELLA spp; EM DIFERENTES ELASTÔMEROS UTILIZADOS EM ?CHICOTES? DE POLIDORAS PARA ABATEDOURO FRIGORÍFICO DE SUÍNOS; 2009; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Veterinária) - Universidade Luterana do Brasil; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Júlia Sampaio Teixeira

SISTEMAS DE CONTROLE DE QUALIDADE PARA EMPRESAS DE ALIMENTOS; 2009; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Bianca da Cunha

INVESTIGAÇÃO DE SURTOS ALIMENTARES OCORRIDOS EM SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO NO RIO GRANDE DO SUL; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Juliana Favaretto

BACTÉRIAS ESPORULADAS NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Karen Einsfeldt

Microbiologia e Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC) na industrialização de Águas Minerais; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Gustavo Costalunga Lima

INTOXICAÇÃO ALIMENTAR POR STAPHYLOCOCCUS AUREUS NO RIO GRANDE DO SUL; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Carine Inês Eidt

Sistema APPCC na classe de preparações de sobremesas feitas a partir de misturas em pó tratadas termicamente em serviços de alimentação; 2007; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Franciani Casarin

Inativação térmica de Listeria monocytogenes em empanado de frango; 2007; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Greice Carniel Furlanetto

O sistema APPCC e sua aplicação para a produção de doce de leite; 2007; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Juliana Isoppo Machado

Contaminação e controle microbiológico em refrigerantes; 2007; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Roberto Gonçalves

Qualidade microbiológica de temperos utilizados em produtos alimentícios; 2007; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Nutrição) - Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Cristina Barbosa Frantz

Análise dos instrumentos de controle de produção em uma amostra de unidades de alimentação e nutrição de uma empresa de refeições coletivas do; 2007; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Nutrição) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Rodrigo Gonçalves

Qualidade Microbiológica de temperos utilizados em produtos alimentícios; 2007; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Nutrição) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Caroline Maitelli Belló

INDUSTRIALIZAÇÃO DE ÁGUA MINERAL E A UTILIZAÇÃO DE OZÔNIO COMO DESINFETANTE; 2007; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Marina Yokoa de Oliveira Rosa

Boas Práticas para serviços de alimentação segundo a Resolução RDC 216/2004 - ANVISA; 2006; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Cheila Minéia Daniel de Paula

Avaliação da sorologia e susceptibilidade a antimicrobianos de linhagens de Salmonella sp; envolvidas em surtos alimentares ocorridos no Rio Grande do Sul entre 2003 e 2006; 2006; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Daniela Menegat

Controle integrado de pragas em indústrias de alimentos; 2005; Trabalho de Conclusão de Curso - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Mirella de Luca

O sistema APPCC e sua aplicação em uma indústria de embutidos cárneos; 2005; Trabalho de Conclusão de Curso - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Roberto Brasil Salis

O sistema APPCC e sua aplicação em abatedouro de bovinos; 2005; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Mirella de Luca

Sistema APPCC e sua aplicação em uma indústria de embutidos cárneos; 2005; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Fabrício Ferreira Luz

Aspectos importantes para a qualidade microbiológica do leite; 2004; Trabalho de Conclusão de Curso - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Aline Broenstrup

O sistema APPCC e a sua aplicação em uma linha de abate de frangos; 2004; Trabalho de Conclusão de Curso - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Filipe Rostirolla Lakus

Aplicação das ferramentas de qualidade total: estudo de caso em microempresa de panificação; 2004; Trabalho de Conclusão de Curso - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Alessandra Gheno Petter

Normas ISO: principais caracterísiticas, vantagens e desvantagens nas certificações de empresas; 2004; Trabalho de Conclusão de Curso - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Juliana Mesquita Inacio

Importância do controle higiênico-sanitário na qualidade de supermercados; ; 2004; Trabalho de Conclusão de Curso - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Fernanda Arboite de Oliveira

Salmonella e Salmonelose; 2003; Trabalho de Conclusão de Curso - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Liziane Garcez Cardoso

Características básicas do plano APPCC e sua aplicação na produção de manteiga em tabletes; 2003; Trabalho de Conclusão de Curso - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Julio Cesar Cirolini

Avaliação da qualidade microbiológica de cortes e carcaças de frango inteiro congelados durante o período de 1998 a 2002; 2003; Trabalho de Conclusão de Curso - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Alexandre Fanfas Ribas

Revisão teórica do sistema APPCC - Aplicado em uma linha de produção de pão de fôrma fatiado; ; 2002; Trabalho de Conclusão de Curso - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Daniela Dal Piva Ely

Características básicas do plano APPCC e sua aplicação na produção de massa fresca tipo espaguete ou talharim; 2002; Trabalho de Conclusão de Curso - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Karina Rossini

Aspectos importantes para a implantação do sistema APPCC na indústria de milho para pipoca; ; 2002; Trabalho de Conclusão de Curso - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Fernanda Stoduto Ferreira

Higienização em indústrias de alimentos; 2002; Trabalho de Conclusão de Curso - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Adriana Sanchez Godoy

Listeria monocytogenes em alimentos; 2002; Trabalho de Conclusão de Curso - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Maria Carolina Manardi Guimarães

Estratégias de marketing para a divulgação do sistema Análise de`Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC); ; 2001; Trabalho de Conclusão de Curso - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Simone Krause Ferrão

Uma revisão sobre Boas Práticas de Fabricação e Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle e a implantação de Boas Práticas de fabricação em serviços de alimentação coletiva; ; 2000; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Farmácia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Nina Rosa Cardoso

Análise crítica da implantação de diferentes sistemas de qualidade em uma indústria de alimentos; 2000; Trabalho de Conclusão de Curso - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

[Nome removido após solicitação do usuário]

A sanitização química na indústria de alimentos; ; 1999; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Farmácia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Daniela Sandra de Castilhos

Leite contaminado por antibióticos: estudo sobre reaproveitamento; ; 1999; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Farmácia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Leonardo Vaz Alves Gomes

Uso de fagos recombinantes para detecção rápida de E; coli O157: H7 em carne bovina brasileira; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Renata Flor

Avaliação das Condições Higiênico-sanitárias de Preparo de Alimentos em Mercados e Ruas da Cidade de Maputo: Base Científica para uma Proposta de Regulamento Higiênico-Sanitário para Serviços de Alimentação em Moçambique; 2018; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Vinicius Zimmermann Simões da Costa

Uso de fagos recombinantes para detecção rápida de E; coli O157: H7 em carne bovina brasileira; 2018; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, FAPERGS; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Fabiani Andreia Walker Engles

Uso de fagos recombinantes para detecção rápida de E; coli O157: H7 em carne bovina brasileira; 2017; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, FAPERGS; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Juliana Both Engel

Utilização de esquema deavaliação microbiológica na avaliação de sistema de gestão da segurança de alimentos cadeia produtiva de alface convencional; 2014; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Ana Carolina Fösch Batista

Avaliação quantitativa do rsico de Salmonella spp; em Escherichia coli O157:H7 em alface convencional no Rio Grande do Sul; 2014; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Diego Chemello Muller

Investigação das características fenotípicas e genotípicas de Escherichia coli O157:H7 isoladas no Rio Grande do Sul; 2013; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, FAPERGS; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Diego Chemello Muller

Caracterização da cadeia produtiva de alface orgânico utilizando uma ferramenta de plano de amostragem microbiano e uma ferramenta de avaliação do sistema de gestão da segurança de alimentos vegetais; 2013; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Fabiana Perini

Avaliação do desenvolvimento de Bacillus spp; em leite UHT; ; 2013; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Anelise Posamai

Avaliação da aderência de Salmonella Enteritidis e Listeria monocytogenes em superfícies de aço inoxidável e soldas MIG e TIG; 2012; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Cláudia Titze Hessel

Investigação da expressão de genes de resistência e virulência de Salmonella Enteritidis envolvidas em surtos alimentares ocorridos no Rio Grande do Sul; 2012; Iniciação Científica; (Graduando em Farmácia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Mariana Bandeira Harvath

Iniciação Científica FAPERGS; 2011; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Luiza Pieta

Investigação da expressão de genes de resistência e virulência de Salmonella Enteritidis envolvidas em surtos alimentares ocorridos no Rio Grande do Sul; 2010; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Fabiana de Siqueira Flores

Estágio no Hotel Sheraton de Porto Alegre; 2009; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Carin Gerhardt

Avaliação microbiológica de carcaças bovinas; 2009; Iniciação Científica - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul, FAPERGS; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Luiza Pieta

Caracterização fenotípica e genotípica de linhagem de Salmonella envolvidas em surtos ocorridos no RS; 2008; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Ana Paula Pasqualotto

Avaliação da aderência ao aço inoxidável e ao polietileno por três sorovares de Salmonella e da capacidade de desinfecção dessas superfícies; 2007; Iniciação Científica - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Raquel Valim Ceccon

Investigação das características fisiológicas e presença de genes de virulência/Resistência em Salmonella Enteritidis causadora de surtos alimentares ocorridos no Rio Grande do Sul e outros sorovares; 2007; Iniciação Científica - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Patrícia Heidrich do Amaral

Isolamento, Identificação e Caracterização de Shigella a partir de Alimentos Envolvidos em Surtos Alimentares Ocorridos no Rio GRande do Sul; 2007; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Débora Kruger Padrão

Avaliação da capacidade de adesão de sorovares de Salmonella em aço inoxidável e polietileno; 2006; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Débora Kruger Padrão

Avaliação da capacidade de adesão de sorovares de Salmonella em aço inoxídavel e polietileno e estudo de compostos para sanificação destas superfícies; ; 2006; Iniciação Científica - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Diego da Silva Timmers

Investigação das características fisiológicas e presença de genes de virulência/resistência em Salmonella Enteritidis causadora de surtos alimentares ocorridos no Rio Grande do Sul e outros sorovares de Salmonella; 2006; Iniciação Científica - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Gerusa Denise Rotta

Implantação de Boas`Práticas de Fabricação; 2005; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Manuela Polleto Klein

Implantação de Manual de BPF no restaurante Dr Jekell; 2005; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Marcelo Gonzalez Passos

Monitoria da Disciplina ITA01 113; 1999; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Marcelo Gonzalez Passos

Monitoria disciplina ITA 01113 (Microbiologia de Alimentos); 1998; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Ana Carolina Fösch Batista

Estágio obrigatório da Engenharia de Alimentos ICTA/UFRGS no Hotel Copacabana Palace (Companhia Hotéis Palace); 2017; Orientação de outra natureza; (Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Companhia Hotéis Palace; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Daniela Compars Laranja

Estágio obrigatório, Curso de Farmácia em Tecnologia de Alimentos UFRGS; 2014; Orientação de outra natureza; (Farmácia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Diego Chemello Muller

Estágio no Laboratório de Microbiologia e Controle de Alimentos do ICTA/UFRGS; 2013; Orientação de outra natureza; (Técnico em Biotecnologia) - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Rosele da Silveira Rocho

Estágio não obrigatório no ICTA/UFRGS; 2011; Orientação de outra natureza; (Farmácia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Renata Criveletto

Monitoria em Microbiologia de Alimentos; 2010; Orientação de outra natureza; (Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Pró-Reitoria de Graduação; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Fabiana de Siqueira Flores

Monitoria das disciplinas de Introdução à Microbiologia e Microbiologia de Alimentos; 2007; Orientação de outra natureza; (Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Pró-Reitoria de Graduação; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Carolina Filippini Spier

Monitoria da disciplina de Introdução à Microbiologia de Alimentos, Microbiologia de Alimentos - A; 2006; Orientação de outra natureza; (Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Pró-Reitoria de Graduação; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Cheila Minéia Daniel de Paula

Monitoria nas disciplinas de microbiologia de alimentos; 2001; Orientação de outra natureza - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Cheila Minéia Daniel de Paula

Monitoria disciplinas de microbiologia de alimentos; 2000; Orientação de outra natureza - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Eduardo Cesar Tondo;

Produções bibliográficas

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  • CESAR TONDO, EDUARDO . Webinar Legislações e Boas Práticas de Fabricação. 2024. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • CESAR TONDO, EDUARDO . Primeiro Simpósio Internacional Neogen Food Safety. 2023. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • CESAR TONDO, EDUARDO . Palestra Controle microbiológico: como segregar a qualidade microbiológica em abatedouros. 2023. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • CESAR TONDO, EDUARDO . Palestra Salmonella do campo à mesa do consumidor. 2023. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • CESAR TONDO, EDUARDO . Aula Modelagem preditiva de crescimento de bactérias em carnes: Uso da microbiologia preditiva e avaliação de risco Para o controle de Salmonella em abatedouros de frango no Brasil. 2023. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • CESAR TONDO, EDUARDO . MAPA - Treinamento em Auditoria, BPF, APPCC aplicadas a estabelecimentos abrangidos pela fiscalização do DIPOV - 2022 - Turma 02. 2022. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • CESAR TONDO, EDUARDO . Using Risk-Benefit Analysis to Control Salomonella in Chicken Meat. 2022. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • TONDO, E. C. ; SABEDOT, C. ; SANTOS, S. . Novos padrões microbiológicos para alimentos no Brasil RDC No 331/IN60. 2021. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • TONDO, E. C. . Desafios da implementação dos novos padrões microbiológicos de alimentos no Brasil RDC 331 e IN60/2019. 2021. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • TONDO, E. C. . Avaliação de risco de Salmonella em frangos produzidos sob inspeção federal no Brasil. 2021. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • TONDO, EDUARDO CÉSAR . Como aplicar as regulamentações da área de Segurança dos Alimentos à rotina dos laboratórios: Compreendendo a IN60 e RDC331. 2021. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • TONDO, E. C. . Food safety regulation supporting food production in Brazil. 2020. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • TONDO, E. C. . Relevância do Monitoramento Ambiental na Produção de Alimentos. 2020. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • TONDO, EDUARDO CÉSAR . Salmonella em Grãos. 2020. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • DA SILVA, DANIELLE CARMO ; LOPES, STEFANI MACHADO ; TONDO, EDUARDO CÉSAR . Avaliaçã das condições higiênico-sanitárias e multiplicação de Escherichia coli, Staphylococcus aureus e Bacillus cereus em sushis preparados em Porto Alegre. 2020. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • DA SILVA, DANIELLE CARMO ; MULLER, D. C. ; LOPES, STEFANI MACHADO ; TONDO, EDUARDO CÉSAR . Estratégias emergentes em inovação e segurança de alimentos. 2020. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • TONDO, E. C. . Microbiologia na Alta Gastronomia. 2019. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • TONDO, EDUARDO CESAR . Relevância do Monitoramento Ambiental na Produção de Alimentos. 2019. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • CESAR TONDO, EDUARDO . Palestra Microbiologia na Alta Gastronomia. 2019. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • TONDO, EDUARDO CESAR . Avaliação de risco de Salmonella em carne de frango produzida sob inspeção federal no Brasil. 2019. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • TONDO, E. C. . Avaliação de risco de Salmonella em carne de frango produzida sob inspeção federal no Brasil. 2019. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • TONDO, E. C. . Avaliação de risco de Salmonella em carne de frango produzida sob inspeção federal no Brasil. 2019. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • TONDO, E. C. . Avaliação de risco de Salmonella em carne de frango produzida sob inspeção federal no Brasil. 2019. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • TONDO, E. C. . Palestra Interação Universidade e Indústrias de Alimentos. 2019. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • TONDO, EDUARDO CÉSAR . Salmonella: importância na indústria de alimentos. 2019. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • TONDO, EDUARDO CÉSAR . Inovações na segurança de alimentos na alta gastronomia. 2019. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • TONDO, EDUARDO CÉSAR . Avaliação de Risco de Salmonella em Frango Inspecionado no Brasil. 2019. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • TONDO, EDUARDO CÉSAR . O papel da segurança de alimentos para o alcance da segurança alimentar. 2019. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • TONDO, EDUARDO CÉSAR . Inovações na segurança de alimentos. 2019. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • TONDO, EDUARDO CÉSAR . Aula Magna no Mestrado Profissional em Ciência e Tecnologia de Alimentos da UERGS. 2019. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • TONDO, EDUARDO CÉSAR . Avaliação de Risco de Salmonella em Frango Inspecionado no Brasil. 2019. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • TONDO, EDUARDO CÉSAR . Controle de Salmonella na Indústria. 2019. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • TONDO, EDUARDO CÉSAR . Controle microbiológico em alimentos: Interface entre Academia e Indústria. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • TONDO, EDUARDO CÉSAR . Especialista no Tema: Microbiologia na alta gastronomia. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • TONDO, EDUARDO CÉSAR . Padrões Microbiológicos de alimentos: Revisão RDC No 12/2001. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • TONDO, E. C. . Palestra Microbiologia na Alta Gastronomia. 2018. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • TONDO, E. C. . Segurança de Alimentos: Desafios da Microbiologia de Alimentos. 2018. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • TONDO, E. C. . Palestra o que você precisa saber sobre Campylobacter. 2018. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • TONDO, E. C. . Palestra Microbiologia na Alta Gastronomia. 2018. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • TONDO, E. C. . Palestra Use of Quantitative microbial risk assessment to estimate risk of infection by Salmonella and Escherichia coli O157:H7 due to the consumption of lettuces in Southern Brazil. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • TONDO, E. C. . Palestra O que é um patógeno emergente?. 2018. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • TONDO, E. C. . A importância do monitoramento e control de biofilmes para a segurança de alimentos. 2018. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • TONDO, E. C. . Como produzir alimentos seguros. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • TONDO, E. C. . Sistemas de Qualidade. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • TONDO, E. C. . Sistemas de Gestão da Segurança de Alimentos enfocando microrganismos patogênicos. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • TONDO, E. C. . Microbiologia na Alta Gastronomia. 2017. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • TONDO, E. C. . Gravação de Webnar para Clientes da 3M tema 'HACCP'. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • TONDO, E. C. . Palestra Vegetable food safety in Brazil. 2016. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • TONDO, E. C. . Palestra Análise de Risco na Atualização em Vigilância Sanitária de Alimentos e Capacitação em Saúde Ambiental. 2016. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • TONDO, E. C. . Palestra Gestão da Segurança de Alimentos em Hotéis. 2016. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • TONDO, E. C. . PALESTRA MICROBIAOLOGICAL CONTAMINATION IN THE PRODUCTION CHAIN OF VEGETABLES IN SOUTHERN BRAZIL, DESAFIOS NA PRODUÇÃO DE ALIMENTOS FRESCOS E ALIMENTOS ORGÂNICOS. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • TONDO, E. C. . Salmonella Enteritidis SE86: duas décadas de estudos para a construção da avaliação de risco em carne de frango e ovos. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • TONDO, E. C. . Palestra A importância do monitoramento da higiene do ambiente através da bioluminescência na produção de alimentos. 2016. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • TONDO, E. C. . Salmonella, um problema brasileiro. 2015. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • TONDO, E. C. . Salmonella, um problema brasileiro. 2015. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • TONDO, E. C. . Salmonella Enteritidis, um importante patógeno para o Brasil. 2015. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • TONDO, E. C. . Palestra Análise de Risco Microbiológico em Alimentos. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • TONDO, E. C. . Palestra Zooneses Alimentares. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • TONDO, E. C. . Patógenos Alimentares tradicionais e emergentes no Brasil. 2015. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • TONDO, E. C. . Palestra Novos Desafios do Controle Microbiológico de Alimentos. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • TONDO, E. C. . Palestra BPF, APPCC e ISO 22000. 2013. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • TONDO, E. C. . Palestra Principais patógenos alimentares do Rio Grande do Sul. 2013. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • TONDO, E. C. . Palestra Patógenos de interesse na carne. 2013. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • TONDO, E. C. . VII Simpósio Internacional de Suinocultura. 2012. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • TONDO, E. C. . Controle Microbiológico de Alimentos. 2012. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • TONDO, E. C. . Palestra Controle Microbiológico de Alimentos. 2012. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • TONDO, E. C. . Palestra Controle Microbiológico de Alimentos. 2012. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • TONDO, E. C. . Palestra Segurança alimentar - no Âmbito Hospitalar - Legislações vigentes. 2012. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • TONDO, E. C. . Palestra Controle Microbiológico de Alimentos. 2012. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • TONDO, E. C. . Palestra Análise Riscos e priorização de ações em vigilância sanitária 3a Edição. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • TONDO, E. C. . Palestra Desenvolvendo a Análise de Riscos: Experiências Nacionais e Internacionais. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • TONDO, E. C. . Palestra Análise de Riscos e Priorização em Ações em Vigilância Sanitária 2a Edição. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • TONDO, E. C. . Palestra Sistemas de Qualidade e Segurança dos Alimentoos em Unidades de Alimentação e Nutrição. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • TONDO, E. C. . Palestra Segurança de alimentos na produção de alimentos cárneos. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • TONDO, E. C. . Palestra em Evento da empresa 3M, Controle Microbiolóico de Alimentos, Experiência com o 3M molecular detection system. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • TONDO, E. C. . Palestra tpara 3M Controle Microbiológico de Alimentos. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • TONDO, E. C. . Palestra Características básicas de aplicações da ISO22000 na produção de carne suína. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • TONDO, E. C. . Apresentação de Aula Magna para PPG em Engenharia de Alimentos em Erechim. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • TONDO, E. C. . Curso de Análise de Risco. 2012. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • TONDO, E. C. . Palestra Controle Microbiológico de Alimentos. 2011. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • TONDO, E. C. . 2° Simpósio Internacional de Microbiologia Clinica. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • CECCON, R. V. ; JONG, E. V. ; GEIMBA, M. P. ; MALHEIROS, P. S. ; PEREZ, K. J. ; TONDO, E. C. . Investigação das características fisiológicas e das propriedades de virulência / resistência de Salmonella enteritidis causadora de surtos alimentares ocorridos no RS e outro sorovares. 2007. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • BIANCHINI, A. ; CHIARINI, E. ; GUIMARAES, M. C. M. ; TONDO, E. C. . Microbiologia da Segurança de Alimentos. Porto Alegre/RS: ArtMed, 2013. (Tradução/Livro).

  • TONDO, E. C. ; GEIMBA, M. P. ; OLIVEIRA, F. A. . Microbiologia de Alimentos. Porto Alegre/RS: ArtMed, 2005. (Tradução/Livro).

  • TONDO, E. C. ; GUIMARAES, M. C. M. ; LEONHARDT, C. . Microbiologia da Segurança alimentar. Porto Alegre/RS: ArtMed, 2002. (Tradução/Livro).

Outras produções

TONDO, EDUARDO CÉSAR ; MAUZOLF, E. A. . Consultor do Ministério da Agricultura e Pacuária do Brasil (MAPA) para identificação de perigos biológicos, químicos e físicos em produtos de origem vegetal. 2024.

TONDO, EDUARDO CÉSAR . Expert WHO (WORLD HEALTH ORGANIZATION) Expert Elicitation for attribution of global burden of diseases for foodborne treansmission and for specific foods. 2024.

TONDO, EDUARDO CÉSAR . Membro do Comitê de Higiene dos Alimentos do CODEX ALIMENTARIUS. 2024.

TONDO, EDUARDO CÉSAR . Membro do Comitê de Higiene dos Alimentos do CODEX ALIMENTARIUS. 2023.

TONDO, EDUARDO CÉSAR . Membro do Comitê de Higiene dos Alimentos do CODEX ALIMENTARIUS. 2022.

TONDO, EDUARDO CÉSAR . Membro do Comitê de Higiene dos Alimentos do CODEX ALIMENTARIUS. 2021.

TONDO, EDUARDO CÉSAR ; Duarte, S.C. ; HESSEL, C. T. ; ARMENDARIS, P. ; PEREIRA, J. A. S. ; FERREIRA, F. ; CARON, L. . OPINIÃO CIENTÍFICA PARA MODERNIZAÇÃO DA INSPEÇÃO DE AVES SIF-AVES. 2020.

TONDO, E. C. ; Franco, B. D. G. M. ; Landgraf, M. ; Destro, M. T. ; Silva Jr., E. A. S. ; VIEIRA, C. ; SCHREINER, L. . Revisão da RDC 12 que estabelece os padroes microbiolgógicos para alimentos no Brasil. 2018.

TONDO, E. C. . KEY OPINION LEADER 3M DO BRASIL. 2018.

TONDO, E. C. . MEMBRO DO COMITÊ DE HIGIENE DE ALIMENTOS DO CODEX ALIMENTARIUS. 2018.

TONDO, E. C. ; VIEIRA, C. ; SCHREINER, L. ; Landgraf, M. ; JUNQUEIRA, V. . MEMBRO DA DELEGAÇÃO BRASILEIRA DO CODEX ALIMENTARIUS NA 50 REUNIAO REALIZADA NO PANAMÁ. 2018.

PARRA, F. S. ; TONDO, E. C. . REVISOR del manual OPAS/OMS Evaluacion de riesgos microbiológicos en alimentos para los países de las americas: guia pra su implementación en los países. 2018.

TONDO, E. C. . KOL, KEY OPINION LEADER da Empresa 3M do Brasil. 2017.

SILVEIRA, J. B. ; TONDO, E. C. . Assessoria para elaboração de Portaria 90/2017 que dispõe sobre o regulamentos técnico de BPF e POP de frutas e vegetais minimamente processados e a lista de verificação ds BPF e em estabelecimentos produtores/industrializadores de frutas e vegetais minimamente processados. 2017.

TONDO, E. C. . Implementação ISO 22000 no Hotel Belmond Copacabana Palace - Rio de Janeiro. 2017.

TONDO, E. C. . Discussions related to LabCorp's Phage-based technology to detect pathogens in food samples. 2017.

TONDO, E. C. ; GUIMARÃES, M. C. M. . Implementação ISO 22000 no Hotel Belmond Copacabana Palace - Rio de Janeiro. 2016.

TONDO, E. C. . Membro do CODEX ALIMENTARIUS Comitê Food Hygiene. 2016.

TONDO, E. C. . CONSULTOR HOTEL BELMOND COPACABANA PALACE RIO DE JANEIRO. 2016.

TONDO, E. C. . MEMBRO DO GRUPO DE ESPECIALISTAS PARA REVISÃO DA RDC 12/2001 DA ANVISA. 2016.

TONDO, E. C. ; RIVAS, P. ; MENEGUETTI, L. . Assesoria técnica para elaboração da PORTARIA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE 1109 PARA SUSHIS E SASHIMIS. 2016.

TONDO, E. C. . KOL, KEY OPINION LEADER da Empresa 3M do Brasil. 2016.

TONDO, E. C. . Implementação de Boas Práticas e APPCC no Hotel COPACABANA PALACE - BELMOND. 2015.

TONDO, E. C. . Implementação de APPCC no Hotel BAHIA OTHON Palace em Salvador. 2015.

TONDO, E. C. . Membro do CODEX ALIMENTARIUS Comitê Food Hygiene. 2015.

TONDO, E. C. . KOL, KEY OPINION LEADER da Empresa 3M do Brasil. 2015.

TONDO, E. C. . Reunião de Categorização dos Serviços de Alimentos, ANVISA. 2015.

TONDO, E. C. ; GUIMARÃES, M. C. M. . Implementação de APPCC no Rio OTHON Palace e Savoy Othon Travel Rio de Janeiro. 2014.

TONDO, E. C. . Fórum de Discussão sobre Categorização de Risco em Serviços de Alimentação no Município de Porto Alegre. 2014.

TONDO, E. C. . Participação de reunião para implementação de APPCC na Cooperativa de Produtores de Leche DOS PINOS. 2014.

TONDO, E. C. . Consultor da empresa ALLTECH para inspeção técnica para implantação de APPCC em indústria de ração animal para consumo humano. 2012.

TONDO, E. C. . KOL KEY OPINION LEADER da empresa 3M do Brasil. 2012.

TONDO, E. C. . Key Opinion Leader da empresa 3M do Brasil. 2011.

TONDO, E. C. . Consultor da empresa PURAS do BRASIL em segurança dos alimentos. 2010.

TONDO, E. C. . Consultor do Hotel SHERATON Porto Alegre em sistemas de qualidade em alimentos. 2010.

TONDO, E. C. . KOL, KEY OPINION LEADER da Empresa 3M do Brasil. 2010.

TONDO, E. C. . Especialista BUREAU VERITAS CERTIFICATION. 2010.

TONDO, E. C. . Consultor Empresa PURAS do BRASIL em segurança dos alimentos. 2010.

TONDO, E. C. . IMPLANTAÇÃO DE ISO 22000 NA PURAS DO BRASIL - UNIDADE UNIB - CAMAÇARI/BAHIA. 2010.

TONDO, E. C. . Consultor Empresa PURAS do BRASIL em segurança dos alimentos. 2009.

TONDO, E. C. . Consultor Hotel SHERATON de Porto Alegre. 2009.

TONDO, E. C. . Especialista BUREAU VERITAS CERTIFICATION. 2009.

TONDO, E. C. . KOL, KEY OPINION LEADER da Empresa 3M do Brasil. 2009.

TONDO, E. C. . Consultor da empresa ALLTECH para inspeção técnica para implantação de APPCC em indústria de ração. 2009.

SILVEIRA, J. B. ; TONDO, E. C. . Especialista em microbiologia e controle de alimentos para ELABORAÇÃO DA PORTARIA ESTADUAL 78 DE 30 DE JANEIRO DE 2009 SOBRE BOAS PRÁTICAS PARA SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO JUNTO À DVS/CEVS/SES.. 2009.

TONDO, E. C. . Consultor empresa ALLTECH para implantação de BPF em fábricas de rações. 2008.

TONDO, E. C. . Consultor empresa PURAS do BRASIL em segurança dos alimentos. 2008.

TONDO, E. C. . Consultor empresa VIDALEVE água mineral para implantação de BPF e APPCC. 2008.

TONDO, E. C. . Consultor VIGILÂNCIA SANITÁRIA ESTADUAL Setor Alimentos. 2008.

TONDO, E. C. . Especialista BUREAU VERITAS CERTIFICATION. 2008.

TONDO, E. C. . Investigação microbiológica e implementação de sistemas de controle de qualidade em empresas de alimentação. 2008.

TONDO, E. C. . PROGRAMA DE INVESTIGAÇÃO MICROBIOLÓGICA E IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMAS DE CONTROLE DE QUALIDADE EM EMPRESAS DE ALIMENTAÇÃO. 2008.

TONDO, E. C. . Consultoria internacional para implantação de BPF e HACCP na empresa SOFIA de ração para frangos. 2007.

TONDO, E. C. . Consultoria internacional para implantação de BPF e HACCP na empresa PIO LINDO de ração para frangos. 2007.

TONDO, E. C. . Consultoria internacional para implantação de BPF e HACCP na empresa LA GIOCONDA de ração para frangos. 2007.

TONDO, E. C. . Consultor APPCC Monte Sucos Indústria e Comércio ltda.. 2007.

TONDO, E. C. . Consultoria em BPF e APPCC para Indústria Liquid Gold de água mineral. 2007.

TONDO, E. C. . Especialista BUREAU VERITAS CERTIFICATION. 2007.

TONDO, E. C. . Consultor/especialista em microbiologia de alimentos e segurança dos alimentos da Empresa KALYKIM indústria e Comércio Ltda.. 2007.

TONDO, E. C. . Consultoria para implementação de sistemas de segurança de alimentos em empresas de alimentação. 2007.

TONDO, E. C. . Especialista BUREAU VERITAS QUALITY INTERNATIONAL - BVQI. 2006.

TONDO, E. C. . Consultor de BPF e POP na Indústria e Comércio de Bebidas Araça LTDA. (Águas Itati). 2006.

TONDO, E. C. . Implantação de BPF, POP e APPCC na Zanotto Refeições. 2006.

TONDO, E. C. . Consultor/especialista em microbiologia de alimentos e segurança dos alimentos da Empresa Kalykim indústria e Comércio Ltda.. 2006.

TONDO, E. C. . Consultor APPCC COOPERATIVA PETRÓPOLIS (PIÁ). 2006.

TONDO, E. C. . Consultor APPCC Zanotto Refeições. 2006.

TONDO, E. C. . Consultor BPF e APPCC Grupo Prato Feito Refeições coletivas. 2006.

TONDO, E. C. . Consultor APPCC Monte Sucos Indústria e Comércio ltda.. 2006.

TONDO, E. C. . Consultoria e Revisão do Manual de Boas Práticas PURAS do Brasil Sociedade Anônima. 2006.

TONDO, E. C. . Consultoria para ANVISA na consolidação do regulamento técnico de Boas Práticas para Industrialização e Comercialização de Água Mineral e de Água Mineral RESOLUÇÃO 173/2006. 2006.

TONDO, E. C. . Consultoria em BPF e APPCC para Indústria Liquid Gold de água mineral. 2006.

SILVEIRA, J. B. ; TONDO, E. C. . Consultor técnico para elaboração da PORTARIA ESTADUAL 542/06. 2006.

TONDO, E. C. . Certificação de sistema APPCC no laticínio Piá. Certificadora BRTUV.. 2005.

TONDO, E. C. . Consultor APPCC Cooperativa Petrópolis (PIÁ). 2005.

TONDO, E. C. . Consultor APPCC Zanotto Refeições. 2005.

TONDO, E. C. . Consultor em BPF e POP na Indústria e Comércio de Bebidas Araça LTDA. (Águas Itati). 2005.

TONDO, E. C. ; FERREIRA, F. S. . Implantação de procedimentos Padrão de Higiene Operacional e Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (PPHO e APPCC) em unidade de laticínios da Agropecuária Petrópolis. 2004.

TONDO, E. C. . Implementação de sistema de Análise de perigos e Pontos críticos de Controle (APPCC) na linha de bombons truffels na indústria Chocolate Caseiro Gramado (Prawer). 2004.

TONDO, E. C. . Especialista da Bureau Veritas Quality International. 2004.

TONDO, E. C. . Implantação de sistema APPCC no laticínio Piá. - Aprovação pelo Projeto Alimentos Seguros - PAS. 2004.

TONDO, E. C. . Consultor APPCC Cooerativa Petrópolis (PIÁ). 2004.

TONDO, E. C. . Consultor APPCC Zanotto Refeições. 2004.

TONDO, E. C. . Consultor APPCC Chocolate Caseiro Gramado (PRAWER). 2004.

TONDO, E. C. . Especialista da Bureau Veritas Quality International. 2003.

TONDO, E. C. . Consultor APPCC Cooperativa Petrópolis (PIÁ). 2003.

TONDO, E. C. . Consultor APPCC Agropecuária Randon. 2003.

TONDO, E. C. . Consultor APPCC Zanotto Refeições. 2003.

TONDO, E. C. . Consultor APPCC Chocolate Caseiro Gramado (PRAWER). 2003.

TONDO, E. C. . Especialista da Bureau Veritas Quality International. 2002.

TONDO, E. C. . Consultor APPCC Cooperativa Petrópolis (PIÁ). 2002.

TONDO, E. C. . Consultor APPCC Agropecuária Randon. 2002.

TONDO, E. C. . Consultor APPCC Zanotto Refeições. 2002.

TONDO, E. C. . Consultor APPCC Chocolate Caseiro Gramado (PRAWER). 2002.

TONDO, E. C. . Implantação de sistema de Boas Práticas de Fabricação e preparação para implantação de APPCC na Zanotto Refeições coletivas Ltda.. 2001.

TONDO, E. C. . Implantação de sistema de Análise de Perigos ePontos Críticos de Controle na Chocolate Caseiro Gramado (Prawer). 2001.

TONDO, E. C. . Especialista da Bureau Veritas Quality International. 2001.

TONDO, E. C. . Consultor APPCC Cooperativa Petrópolis (PIÁ). 2001.

TONDO, E. C. . Consultor APPCC Agropecuária Randon. 2001.

TONDO, E. C. . Consultor APPCC Zanotto Refeições. 2001.

TONDO, E. C. . Implantação de sistemas de Boas Práticas de Fabricação e Análise de Perigos e Pontos críticos de Controle no setor de doces da Agropecuária Petrópolis. 2000.

TONDO, E. C. . Consultor APPCC Cooperativa Petrópolis (PIÁ). 2000.

TONDO, E. C. . Consultor APPCC Cooperativa Petrópolis (PIÁ). 2000.

TONDO, E. C. . Implantação de sistemas de Boas Práticas de Fabricação e Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle na Agropecuária Randon. 1999.

TONDO, E. C. . Consultor APPCC Cooperativa Petrópolis (PIÁ). 1999.

TONDO, E. C. . Consultor APPCC Cooperativa Petrópolis (PIÁ). 1998.

TONDO, E. C. . Implantação de sistemas de Boas Práticas de Fabricação e Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle no Laticínio Agropecuária Petrópolis. 1997.

CESAR TONDO, EDUARDO . Membro do Comitê Brasileiro de Higiene de Alimentos no CODEX ALIMENTARIUS. 2025.

CESAR TONDO, EDUARDO . DIPOA - Membro do Grupo Técnico de Trabalho para a validação de processamento térmico. 2025.

CESAR TONDO, EDUARDO . Membro do Comitê Brasileiro de Higiene de Alimentos no CODEX ALIMENTARIUS. 2024.

CESAR TONDO, EDUARDO . Expert WHO (WORLD HEALTH ORGANIZATION) Expert Elicitation for attribution of global burden of diseases for foodborne treansmission and for specific foods. 2024.

CESAR TONDO, EDUARDO . Consultoria em Segurança de Alimentos Empresa Docile Alimentos. 2024.

CESAR TONDO, EDUARDO . Consultoria em Segurança de Alimentos Empresa Fravatti. 2024.

CESAR TONDO, EDUARDO . Consultoria em Segurança de Alimentos Empresa Aurora Coop. 2024.

CESAR TONDO, EDUARDO . Consultoria em Segurança de Alimentos Empresa BioPark. 2024.

CESAR TONDO, EDUARDO . Desenvolvimento de modelos de microbiologia preditiva de Staphylococcus aureus em carne de frango ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PROTEÍNA ANIMAL (ABPA). 2024.

CESAR TONDO, EDUARDO ; PEIXOTO, I. A. ; MAUZOLF, E. A. . DIPOV/MAPA - Identificação de perigos biológicos, químicos e físicos em alimentos de origem vegetal, riscos associados e identificação de rotas de contaminação. 2024.

CESAR TONDO, EDUARDO . Membro do Comitê Brasileiro de Higiene de Alimentos no CODEX ALIMENTARIUS. 2023.

CESAR TONDO, EDUARDO . Consultoria em Segurança de Alimentos Empresa Docile Alimentos. 2023.

CESAR TONDO, EDUARDO . Consultoria em Segurança de Alimentos Empresa Aurora Coop. 2023.

CESAR TONDO, EDUARDO . Consultoria em Segurança de Alimentos Empresa BUNGE Alimentos. 2023.

CESAR TONDO, EDUARDO . Consultoria em Segurança de Alimentos Empresa NATUROVOS. 2023.

CESAR TONDO, EDUARDO ; ERICKSON, STEPHEN . Visita técnica LabCorp/MedTox facility in New Brigton, Minnesota, USA. 2023.

CESAR TONDO, EDUARDO . Visita técnica aos Laboratórios da Safe Foods Corporation em Little Rock, Arkansas, USA. 2023.

TONDO, E. C. . Membro do Comitê Brasileiro de Higiene de Alimentos no CODEX ALIMENTARIUS. 2022.

CESAR TONDO, EDUARDO . Consultoria em Segurança de Alimentos Empresa Aurora Coop. 2022.

CESAR TONDO, EDUARDO . Consultoria em Segurança de Alimentos Empresa BUNGE Alimentos. 2022.

TONDO, E. C. . Membro do Comitê Brasileiro de Higiene de Alimentos no CODEX ALIMENTARIUS. 2021.

TONDO, E. C. . Membro do Codex Alimentarius Comitê Brasileiro Food Hygiene. 2020.

CESAR TONDO, EDUARDO . Membro do Grupo Técnico de revisão Portaria 78/2009. 2020.

Duarte, S.C. ; ARMENDARIS, P. ; FERREIRA, F. ; GONCALVES, C. T. H. ; CARON, L. ; COLDEBELLA, A. ; TONDO, EDUARDO CESAR . Opinião Cientifica: Caracterização do risco de Salmonella spp. em frangos de corte produzidos no sistema de abate brasileiro. 2020.

TONDO, E. C. . Membro do Codex Alimentarius Comitê Brasileiro Food Hygiene. 2019.

TONDO, E. C. . Membro do Grupo Técnico de revisão Portaria 78/2009. 2019.

TONDO, EDUARDO CÉSAR . Ministrante Homologado do Curso de Capacitação em Boas Práticas para Serviços de Alimentação. 2019.

TONDO, EDUARDO CESAR . Membro do Codex Alimentarius Comitê Brasileiro Food Hygiene. 2018.

TONDO, E. C. . Membro do CODEX ALIMENTARIUS. 2017.

TONDO, E. C. . Membro do Grupo Técnico de Revisão da RDC 12/2001 ANVISA. 2017.

TONDO, E. C. . Participação no PROGRAMA FANTÁSTICO 05.2017 Operação Carne Fraca. 2017.

TONDO, E. C. . Trdução de manuais do EHEDG (EUROPEAN HYGIENIC ENGINEERING & DESIGN GROUP). 2016.

TONDO, E. C. . Elaboração da Cartilha do Manipulador de Alimentos JBS FOODS. 2016.

TONDO, E. C. . Participação Programa BEM ESTAR TV GLOBO 05.09.2016 - tema Validade e conservação de alimentos in natura e industrializados. 2016.

TONDO, E. C. . Participação Programa BEM ESTAR TV GLOBO 26. 10. 2016 - tema perigos na ingestão de alimentos crus, mal passados e ao ponto. 2016.

TONDO, E. C. . Participação Programa BEM ESTAR TV GLOBO 16. 12. 2016 - tema reaproveitamento de alimentos da ceia de Natal. 2016.

TONDO, E. C. . Membro do Grupo Técnico de Revisão da RDC 12/2001 ANVISA. 2016.

TONDO, E. C. . Membro do comitê de discussões para a implementação da Categorização de Serviços de Alimentação em Porto Alegre. 2015.

TONDO, E. C. . Membro do comitê de discussões para a categorização de serviços de alimentação no Brasil. 2015.

TONDO, E. C. . Membro do CODEX ALIMENTARIUS - Comitê de Higiene de Alimentos. 2015.

TONDO, E. C. . Revisão da Norma CODEX CAC/RCP 53 2003 Code of Hygienic Practices for Fresh Produce and Vegetables. 2015.

TONDO, E. C. . Participação no Grupo técnico para elaboração da Categorização de Serviços de Alimentação de Porto Alegre. 2015.

HESSEL, CLAUDIA TITZE ; TONDO, E. C. . Revisão sobre Resistência Antimicrobiana em Alimentos no Brasil para ANVISA. 2015.

TONDO, E. C. . Participação Programa BEM ESTAR TV GLOBO 04. 09. 2015 - tema perigos de comer com as mãos e Suhis. 2015.

TONDO, E. C. . Consultoria nos hotéis OTHON para implementação de APPCC. 2014.

TONDO, E. C. . Consultoria Cooperativa Piá para revisão do Sistema APPCC. 2014.

TONDO, E. C. . Editor Associado da Revista Brazilian Journal of Microbiology, sessão Food Safety and Quality. 2014.

TONDO, E. C. ; Bender, R. J. . Representante Brasileiro do Projeto VEG-I-TRADE da Comunidade Europeia. 2014.

TONDO, E. C. ; BRUSTOLIN, J. C. ; ALFAMA, E. R. ; CARDOSO, M. . Avaliação do desenvolvimento de Clostridium perfringens em mortadelas artificialmente contaminadas. 2014.

TONDO, E. C. . Trdução de manuais do EHEDG (EUROPEAN HYGIENIC ENGINEERING & DESIGN GROUP). 2014.

TONDO, E. C. . Consultoria em HACCP empresa ALLTECH. 2013.

TONDO, E. C. ; RITTER, A. C. . Coordenador do Brazilian Regional Office do Journal of Infection in Developing Countries (JIDC). 2013.

TONDO, E. C. ; RITTER, A. C. . Coordenador do Brazilian Regional Office do Journal of Infection in Developing Countries (JIDC). 2013.

TONDO, E. C. ; Franco, B. D. G. M. . Editor associado da Revista Brazilian Journal of Microbiology (BJM). 2013.

TONDO, E. C. . Consultoria nos hotéis OTHON para implementação de APPCC. 2013.

TONDO, E. C. ; Bender, R. J. . Representante brasileiro do projeto VEG-I-TRADE da comunidade europeia. 2012.

TONDO, E. C. . Curso de Análise de Risco para a Vigilância Sanitária do RS. 2012.

TONDO, E. C. ; CASARIN, L. S. . Curso de manual de Boas Práticas para a Vigilância Sanitária do RS. 2012.

TONDO, E. C. ; Bartz, S. . Curso de Boas Práticas para Indústrias de Água Mineral. 2012.

TONDO, E. C. ; Franco, B. D. G. M. . Editor associado da Revista Brazilian Journal of Microbiology (BJM). 2012.

TONDO, E. C. ; RITTER, A. C. . Coordenador do Brazilian Regional Office do Journal of Infection in Developing Countries (JIDC). 2012.

TONDO, E. C. . ANVISA, Assessotria técnica para elaboração de lista de categorização de restaurantes das cidades sedes da COPA 2014. 2012.

TONDO, E. C. . Assessoria técnico-científica para empresa 3M do Brasil. 2012.

TONDO, E. C. . Curso de Boas Praticas de Fabricação (BPF) para Indústrias de Ração. 2011.

TONDO, E. C. ; Bartz, S. . Curso de Boas práticas de fabricação em amendoim e produtos derivados do amendoim para a Vigilância Sanitária do RS. 2011.

TONDO, E. C. ; RITTER, A. C. . Coordenador do Brazilian Regional Office do Journal of Infection in Developing Countries (JIDC). 2011.

TONDO, E. C. . Assessoria técnico-científica para empresa 3M do Brasil. 2011.

TONDO, E. C. . Instrutor homologado pela DIvisão de Vigilância Sanitária do Rio Grande do Sul para ministrar o curso de Capacitação em Boas Práticas para serviços de alimentação de acordo com o anexo II da Portaria 78/09. 2010.

TONDO, E. C. . Curso de Boas Praticas para Estudantes de Gastronomia. 2010.

TONDO, E. C. . Visita Técnica ao Restaurante da Empresa Gerdau Bahia. 2010.

TONDO, E. C. . Visita Técnica ao Restaurante gerdau Cearense. 2010.

TONDO, E. C. . Consultoria para Implementação de HACCP na Empresa Fri-Ribe-Nutreco. 2010.

TONDO, E. C. . Impôrtancia do Monitoramento Ambiental e controle de Listeria. 2010.

TONDO, E. C. . I fórum Nacional sobre Rastreabilidade dos Produtos Cárneos e III Fórum Sul-Brasileiro de Controle de Qualidade na Industrialização do Frango. 2010.

TONDO, E. C. ; Bender, R. J. . Representante brasileiro do projeto VEG-I-TRADE da comunidade europeia. 2010.

TONDO, E. C. . Capacitação para responsaveis pela manipulação de alimentos em serviço de alimentação UNISC. 2009.

TONDO, E. C. . Curso Pratico rm microbiologia de alimentos para profissionais de serviço de alimentação 2 edição. 2009.

TONDO, E. C. . Curso de Boas Práticas para Serviço de Alimentação 4 edição. 2009.

TONDO, E. C. . Curso de Boas Praticas de Fabricação para Serviço de Alimentação. 2009.

TONDO, E. C. . Curso de Elaboração de Manual de Boas práticas, POP e planilhas de Controle. 2009.

TONDO, E. C. . curso de Boas Praticas para Manipuladores de alimentos em serviço de alimentação SESC-RS. 2009.

TONDO, E. C. . Programa de investigação microbiologiaca e implantação em empresas de alimentação 2 edição. 2009.

TONDO, E. C. . Curso de Boas Praticas para Serviço de Alimentação 3 edição. 2008.

TONDO, E. C. . Programa de Investigação Microbiológica e Implantação de Sistemas de Controle de Qualidade em Empresas de Alimentação. 2008.

TONDO, E. C. ; FERREIRA, F. S. ; PREVEDELLO, M. . Instrutor da capacitação de responsáveis pela manipulação de todos os restaurantes PURAS do Brasil S.A.. 2007.

TONDO, E. C. ; MARIOT, R. F. ; BENDER, B. . Instrutor da capacitação dos responsáveis pela manipulação dos restaurantes da PRATO FEITO. 2007.

TONDO, E. C. . Auditoria em serviços de alimentação da empresa GERDAU. 2007.

TONDO, E. C. ; SOPEÑA, L. ; PAULA, C. M. D. DE . Curso de Microbiologia de alimentos para consultores do Projeto Alimentos Seguros - PAS, SENAI/SEBRAE. 2006.

TONDO, E. C. . Consultor Ad hoc na primeira etapa de seleção dos trabalhos inscritos no Prêmios de incentivo ao desenvolvimentoe à aplicação da epidemiologia no SUS - 2006.. 2006.

TONDO, E. C. . Curso de APPCC na indústria de carnes - Frigorífico Frigonal, WALL MART. 2006.

TONDO, E. C. . Curso de BPF e APPCC em indústrias de alimentos. 2002.

TONDO, E. C. . Curso de BPF e APPCC em indústrias de alimentos. 2001.

TONDO, E. C. . Curso de BPF e APPCC em indústrias de alimentos. 2000.

TONDO, E. C. . Curso de BPF e APPCC em indústrias de alimentos. 1999.

TONDO, E. C. . Curso de BPF e APPCC em indústrias de alimentos. 1998.

TONDO, EDUARDO CESAR . Treinamento em Auditoria, BPF e APPCC aplicadas a estabelecimentos abrangidos pela fiscalização do DIPOV. 2021. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, EDUARDO CÉSAR . Capacitação em Segurança de alimentos: condutas dentro de restaurnates industriais ou aplicabilidade dos sistemas de gestão da segurança de alimentos em restaurantes industriais. 2019. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Minicurso sobre Análise de Risco Microbiológico na Segurança de Alimentos. 2016. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

TONDO, E. C. . Curso de atualização em vigilância sanitária de alimentos e capacitação em saúde ambiental - PGRSS e dengue. 2015. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Curso de Boas Práticas em Indústrias e Serviços de Alimentação. 2015. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Treinamento e capacitação técnica em avaliação e gerenciamento do risco sanitário em serviços de alimentação - EAD. 2014. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Curso para consultores de todo o Brasil do SENAI sobre Microbiologias de alimentos. 2013. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Curso teórico sobre Microbiologia de Alimentos. 2013. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Controle de Qualidade nas Indústrias de Alimentos. 2013. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

TONDO, E. C. ; SILVEIRA, J. B. . ANÁLISE DE RISCO MICROBIOLÓGICO PARA A VIGILÂNCIA SANITÁRIA COM ÊNFASE EM ALIMENTOS. 2013. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Programas de Controle de Qualidade em Alimentos. 2013. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Principais patógenos alimentares e seus modos de controle através das Boas Práticas. 2013. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Curso de Boas Práticas em Indústria e Serviços de Alimentos. 2013. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Curso para ANVISA de Sensibilização em Análise de Riscos microbiológicos. 2012. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Consultoria para Elaboração de Legislação Nacional de Categorização de Restaurantes para a Copa 2014. 2012. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. ; Oliveira, A. B. O. . Curso de capacitação: Boas Práticas nos serviços de alimentação - Estamos preparados para a Copa 2014?. 2012. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

TONDO, E. C. . Curso de capacitação em Boas Práticas para serviços de alimentação da região das Hortências. 2012. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Programa de controle de qualidade de alimentos. 2011. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

TONDO, E. C. . Introdução a microbiologia e Boas Práticas de alimentos para ensino fundamental. 2010. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Curso de controle higiênico sanitário em serviços de alimentação. 2010. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Treinamentos de Boas Práticas para restaurantes hospitalares-uma introdução ao APPCC. 2010. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Microbiologia da Carne, do Leite e de produtos de origem vegetal. 2010. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

TONDO, E. C. . Curso Teórico-Prático de Microbiologia para Indústrias de Cervejas. 2010. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. ; PAULA, C. M. D. . Capacitação para responsáveis pela manipulação de alimentos em serviços de alimentação - Churrascaria Santana. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . CURSO DE ELABORAÇÃO DE MANUAL DE BOAS PRÁTICAS, POP E PANILHAS DE CONTROLE. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

TONDO, E. C. . Curso em Boas Práticas em serviços de alimentação. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Curso em Boas Práticas para serviços de alimentação. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Curso de Boas Práticas para serviços de alimentação 2a Ed. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Curso Prático em Microbiologia de alimentos para profissionais de serviços de alimentação. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Curso de Boas Práticas de Fabricação para indústrias de ração para animais destinados à alimentação humana. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Curso de Boas Práticas de Fabricação para indústrias de ração para animais destinados à alimentação humana Segunda edição. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Curso de Boas Práticas de Fabricação para indústrias de ração para animais destinados à alimentação humana - Terceira Edição. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Capacitação para responsáveis pela minipulação de alimentos em serviços de alimentação Empresa NATURAS. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Treinamento de Boas práticas para manipuladores de alimentos. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Boas Práticas para serviços de alimentação - GERDAU. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Curso de microbiologia do Leite - Empresa PERDIGÃO (todas unidades do Brasil). 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Curso de Boas Práticas de Fabricação para indústrias de ração para animais destinados à alimentação humana - 4a Edição. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Curso de Boas Práticas de Fabricação para indústrias de ração para animais destinados à alimentação humana 5a edição. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Curso de Boas Práticas para minapuladores de alimentos de serviços de alimentação - PURAS. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. ; PAULA, C. M. D. . Capacitação em Boas Práticas de Fabricação (BPF) para indústria de alimentos. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. ; PAULA, C. M. D. ; Amaral, P. H. ; MARIOT, R. F. . Investigação microbiológica em diferentes pontos da área suja de processamento da carcaças suínas. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Curso de capacitação de água mineral natural e água natural. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Capacitação técnica para responsáveis pela industrialização de água mineral natural e água natural. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. ; PAULA, C. M. D. . Curso de Capacitação Técnica dos Manipuladores da Indústria de Água Mineral para a Vigilância Sanitária. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. ; PAULA, C. M. D. . Curso Teórico-Prático de Microbiologia para Indústria de Cervejas. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. ; PAULA, C. M. D. . Curso para Responsáveis pelas Atividades de Manipulação de Alimentos em Serviços de Alimentação. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. ; PAULA, C. M. D. . Capacitação em Boas Práticas para Serviços de Alimentação. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. ; PAULA, C. M. D. ; TEIXEIRA, J. S. . Capacitação para Responsáveis pela Manipulação de Alimentos na Cia. Zaffari-Bourbon. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. ; PAULA, C. M. D. . Curso para Responsáveis pela Manipulação de Alimentos em Serviços de Alimentação para Vigilância Sanitária POA. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Capacitação para responsáveis pela manipulação de alimentos em serviços de alimentação. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Curso para responsáveis pela manipulação de alimentos em serviços de alimentação. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. ; SILVEIRA, J. B. . Curso de Capacitação técnica dos manipuladores da indústria de água mineral. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Curso sobre contaminação dos alimentos e boas práticas para o HCPA (Hospital de Clínicas de Porto Alegre). 2007. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Análise de perigos e pontos críticos de controle (APPCC) em serviços de alimentação. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Curso de Microbiologia de alimentos para a Vigilância Sanitária do RS. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Curso de Capacitação em Microbiologia e Boas Práticas para Serviços de Alimentação com base na RDC 216/2004. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Curso de Análise de perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC) na Indústria de Carne. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Curso de Microbiologia de Alimentos para consultores do SENAI/RS. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Curso de microbiologia de Alimentos - segunda edição. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Curso de microbiologia de alimentos para a vigilância sanitária. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Curso de capacitação em microbiologia e boas práticas para serviços de alimentação com base na RCD 216/2004. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

TONDO, E. C. . Curso de Microbiologia de Alimentos para consultores do SENAI/RS. 2005. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

Projetos de pesquisa

  • 2024 - Atual

    DESENVOLVIMENTO DE MODELOS MATEMÁTICOS DE MICROBIOLOGIA PREDITIVA PARA PREDIZER A MULTIPLICAÇÃO DE STAPHYLOCOCCUS AUREUS EM FILÉS DE COXA E SOBRECOXA DE FRANGO CONSIDERANDO VARIÁVEIS COMO TEMPO E TEMPERATURA, Descrição: Staphylococcus aureus é um importante microrganismo reconhecido como causador de intoxicação alimentar em escala global, freqüentemente associado a surtos alimentares causados pela produção de enterotoxinas em alimentos expostos a temperaturas superiores a 10 C.Recentemente, S. aureus foi considerado um microrganismo de risco médio a ser controlado na produção de carne de frango do Brasil, o maior exportador desse alimento em nível mundial.Este estudo objetiva elaborar modelos matemáticos de microbiologia preditiva de multiplicação de S. aureus em cortes de frango, expostos a diferentes cenários de tempo e temperatura. Para tanto, S. aureus será inoculado em amostras de filés de coxa e sobrecoxa de frango as quais serão expostas a temperaturas de 7 C, 10C, 15C, 25C, 37C e 46C, por períodos variados. Em cada temperatura, amostras, em triplicata, serão coletadas e o crescimento de S. aureus será avaliado em meio Baird-Parker. Cada curva de crescimento será repetida no mínimo duas vezes. As informações de crescimento do S. aureus serão utilizadas para construir modelos primários e secundários de microbiologia preditiva utilizando dados do experimento microbiológico simples para prever o comportamento do microrganismo no alimento. Diferentes cenários de tempo e temperatura serão obtidos a partir do fluxograma de produção de cortes de frango (coxa e sobrecoxa), dentro de indústrias brasileiras. A modelagem preditiva será utilizada para avaliar situações de risco durante a produção da carne de frango. Essas ferramentas poderão ser utilizadas para a gestão da segurança de alimentos nos abatedouros frigoríficos de frango, contribuindo para o desenvolvimento de práticas preventivas e estratégias eficazes de controle da multiplicação de S. aureus e prevenção de surtos alimentares causados pela produção de enterotoxinas estafilocócicas em produtos cárneos de frango.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / GRAZIELA CHAULET FLORES - Integrante.

  • 2024 - Atual

    Avaliação Microbiológica de Superfícies de Equipamentos e Bancadas de Produção de Embutidos Suínos e Eficácia de Diferentes Sanitizante, Descrição: A higiene em indústrias de carne suína é fundamental para prevenir a contaminação por microrganismos que podem comprometer a saúde pública e a qualidade dos produtos. O controle eficiente da higienização das superfícies, juntamente com a escolha de sanitizantes adequados, é crucial para garantir a inocuidade dos embutidos suínos. Este projeto tem como objetivo avaliar a contaminação microbiológica em superfícies de equipamentos e bancadas durante a produção de embutidos suínos, bem como comparar a eficácia de diferentes sanitizantes. A pesquisa será conduzida em um abatedouro frigorífico de suínos no Rio Grande do Sul, utilizando amostras de superfícies em diferentes pontos da produção para determinar o intervalo máximo seguro das operações sem higienização mediante o crescimento microbiológico. Além disso, será avaliada a eficácia de sanitizantes comerciais (como o ácido peracético e o quaternário de amônia + biguanida) e de alternativas naturais à base de carvacrol encapsulado em nanocápsulas. Os resultados da pesquisa visam melhorar a segurança microbiológica dos produtos, prevenindo a contaminação e assegurando a qualidade dos embutidos suínos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Mirian dos Reis Vitt - Integrante.

  • 2024 - Atual

    Avaliação do risco atribuído às inspeções realizadas por médicos veterinários no Serviço de Inspeção Estadual de Santa Catarina, Descrição: O serviço de inspeção de produtos de origem animal é um sistema de vigilância amplamente utilizado em todo o mundo e entre os seus princípios básicos está o resguardo da saúde pública, sobretudo pela retirada de carnes impróprias ao consumo humano. A inspeção tradicional está baseada em procedimentos que visam a identificação de lesões macroscópicas, especialmente as zoonóticas, como tuberculose e cisticercose, e a responsabilidade do processo está centralizada no Estado.Nos últimos anos, diversos países têm buscando a modernização da inspeção de produtos de origem animal, alterando procedimentos implantados, para que seja possível detectar patógenos que representem risco à saúde, causadores de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA) e que não causam lesões visíveis. Essa modernização também objetiva o compartilhamento da responsabilidade do processo com todos os entes envolvidos na cadeia produtiva, assim como o incentivo de parcerias público-privadas na execução de atividades de inspeção (Ferri et al., 2023; Rojas, 2018; WOAH, 2023).No Brasil, ainda se fala pouco sobre as parcerias público-privadas na execução de atividades de inspeção, apesar de, nas últimas décadas o Serviço Veterinário Oficial - SVO, nas esferas municipal, estadual e federal, ter enfrentado dificuldades pela escassez de recursos humanos. Gonçalves e De Moraes (2017) ressaltam que, na década de 1980, a expansão pós-guerra dos serviços prestados pelos governos cessou e que dever-se-ia repensar o papel do Estado, para tornar os programas públicos mais eficientes, uma vez que orçamentos menores estão no centro da discussão política. Essa realidade vem se agravando a cada ano, em muitos países.No Reino Unido e em alguns países da União Europeia, como Croácia e Polônia, já há a participação do setor privado na execução de atividades relacionadas à inspeção de alimentos (Gomes-Neves et al., 2023). No Brasil, o Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA publicou recentemente a Lei n. 14.515 que prevê o credenciamento de pessoas físicas ou jurídicas de poder público para a realização de serviços técnicos e operacionais específicos (Brasil, 2022). Corroborando com a delegação de certas atividades a profissionais da iniciativa privada, foi publicado, em 7 de julho de 2020, o Decreto n. 10.419 que prevê a contratação de médicos veterinários por meio de contratos celebrados com serviço social autônomo (Brasil, 2020). Alguns Estados, como Santa Catarina, Paraná e Espírito Santo, já realizam esta parceria público-privada no serviço de inspeção estadual de produtos de origem animal. No Serviço de Inspeção Estadual de produtos de origem animal de Santa Catarina - SIE/SC, desde 2011, a participação do setor privado ocorre através de médicos veterinários de apoio, os quais são profissionais cedidos por meio de um contrato firmado entre o estabelecimento registrado no SIE/SC e empresa, associação ou cooperativa credenciada, com interveniência da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina Cidasc (Santa Catarina, 1992, 2022). Estes profissionais executam atividades específicas em abatedouros frigoríficos e estabelecimentos de inspeção periódica, sob supervisão e coordenação do SVO.Esta colaboração público-privada permite ao SIE/SC atender de forma ágil às demandas do rápido crescimento do setor pecuário e as necessidades de saúde pública, auxiliando na redução da clandestinidade, gerando empregos diretos e indiretos, otimizando os recursos públicos e reduzindo a carência de recursos humanos, situação que afeta diversos serviços de inspeção no Brasil e no mundo.Ainda que o modelo de inspeção de Santa Catarina traga benefícios ao governo e ao setor pecuário, há incertezas sobre os riscos que esse modelo possa trazer a segurança de alimentos e ao sistema de inspeção. Uma das formas de reduzir essas incertezas é a realização de Análises de Risco (Y. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / LUANA OLIVEIRA DE SOUZA VENSON - Integrante.

  • 2022 - 2024

    IDENTIFICAÇÃO DE SALMONELLA E MICRORGANISMOS MESÓFILOS TOTAIS NAS FEZES, SUPERFÍCIES DE POUSO DE POMBOS DOMÉSTICOS (Columba livia) E EM GRÃOS NA REGIÃO PORTUÁRIA DE PORTO ALEGRE, BRASIL, Descrição: Columba livia, também conhecido como pombo doméstico, é uma espécie sinantrópica, granívora, cujo habitat tem se expandido em decorrência do desenvolvimento da agricultura. Essa espécie tem sido frequentemente encontrada em moinhos, indústrias de cereais e portos, configurando um sério problema, pois seus excrementos podem conter Salmonella spp. e outros microrganismos. O objetivo do presente estudo foi investigar a presença de Salmonella e demais microrganismos mesófilos totais presentes nas fezes, superfícies de pouso de pombos e em grãos descarregados na região portuária de Porto Alegre. Para tanto, foram coletadas 50 amostras de fezes, 20 amostras de grãos de cevada e 20 amostras de superfícies de pouso de pombos na região portuária da cidade. As amostras foram analisadas pelos métodos preconizados pela APHA 08:2015 e ISO 6579:2007 e os microrganismos isolados foram identificados por Maldi-TOF (Microflex Biotyper, Bruker). Os resultados da contagem padrão de mesófilos totais foram 8,080,71 log, 7,711,26 UFC/g e 3,511,26 log UFC/cm para as amostras de fezes, grãos e superfícies, respectivamente. Salmonella spp. foi identificada em 20 das amostras de fezes e em 35 das amostras de grãos. O Maldi-TOF identificou microrganismos de 18 famílias, 19 gêneros e 33 espécies, entre elas Bacillus cereus e Listeria monocytogenes. Os resultados obtidos no presente estudo são de relevância por evidenciar a diversidade de microrganismos presentes em fezes e superfícies de pouso de pombos e em grãos, ressaltando a necessidade de prevenção e controle da contaminação microbiana.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Nathalia Russi Rego - Integrante.

  • 2022 - Atual

    Análise de Risco-Benefício das medidas de controle de perigos químicos, físicos e biológicos identificados em produtos de origem vegetal no Brasil, Descrição: O acesso à alimentação é um tema muito importante para qualquer população, entes governamentais e também para o setor produtivo. Não há desenvolvimento de uma nação, seja político ou econômico, sem segurança alimentar. Além disso, a segurança alimentar deve ser fortemente apoiada pela segurança de alimentos, uma vez que os alimentos produzidos, beneficiados e entregues à população devem ser seguros, sem oferecer riscos significativos aos consumidores.Historicamente, os alimentos são classificados como de origem animal ou de origem vegetal, de acordo com a sua origem proteica. Dentre os alimentos de origem animal se destacam a carne, o pescado, os ovos, o leite e os produtos de abelhas e todos seus derivados. Desde 1950, a fiscalização do ponto de vista industrial e sanitário de todos os produtos de origem animal, comestíveis e não comestíveis é obrigatória no Brasil e compete aos órgãos da Agricultura (BRASIL, 1950; BRASIL, 1989; BRASIL, 2018). Da mesma forma, a legislação federal brasileira também estabelece que os produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômicos são aqueles vegetais íntegros ou qualquer de suas partes relativos aos quais existam regulamentos específicos definidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) (BRASIL, 2022a). Todos esses produtos são passíveis de contaminação, a qual deve ser identificada para permitir a avaliação do risco específico de cada produto.Apesar da sua importância, atualmente, nem todos os produtos de origem vegetal têm classificação obrigatória pela Coordenação-Geral de Qualidade Vegetal (CGQV), que integra o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov), da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) do MAPA. A obrigatoriedade da classificação vegetal é restrita aos produtos vegetais que disponham de Padrão Oficial de Classificação (POC) estabelecido pelo MAPA quando da importação destes produtos, nas operações de compra, venda e doação pelo Poder Público e quando forem destinados diretamente à alimentação humana (BRASIL, 2000; BRASIL, 2007). Existem em torno de 80 padrões oficiais de classificação estabelecidos pelo Dipov/MAPA para os alimentos de origem vegetal, dentre os quais estão definidos critérios de identidade e qualidade, padrões de amostragem, modo de apresentação e rotulagem. Além disso, para que sejam considerados como alimentos seguros, é necessário que os perigos químicos, físicos e biológicos desses produtos sejam identificados, o que nem sempre ocorre ou está claro, dificultando a produção e fiscalização desses produtos. Se os perigos mais importantes de produtos de origem vegetal não estão corretamente identificados, suas medidas de controle também não serão identificadas, dificultando ou até impossibilitando que tais produtos sejam seguros ou suas indústrias sejam corretamente inspecionadas pelos órgãos de fiscalização. Recentemente, um modelo de Análise de Risco-Benefício (RBA) foi criado, a fim de auxiliar na gestão de riscos na produção de alimentos (Tondo Gonçalves, 2021). Esse modelo considera o risco de perigos específicos e avalia se os benefícios decorrentes da implementação de medidas de controle superam seus custos e investimentos, sendo possível identificar o que é possível e prioritário de ser controlado. O modelo RBA classifica a magnitude dos benefícios e custos envolvidos com o controle de perigos, permitindo identificar a forma de pensamento adotada pelos gestores.Desta forma, o objetivo do presente estudo é avaliar os riscos e os benefícios de medidas de controle para perigos químicos, físicos e biológicos identificados em produtos de origem vegetal no Brasil.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / FRANCINE BALZARETTI CARDOSO - Integrante.

  • 2021 - Atual

    Uso combinado de agentes antimicrobianos orgânicos e ultrassom na sanitização de alface tipo americana, Descrição: Alface é o vegetal folhoso mais consumido no mundo, sendo a alface americana uma das mais utilizadas em saladas e nas redes de fast-food, devido à sua textura crocante e sabor suave. A qualidade microbiológica desse produto está relacionada com a presença de microrganismos deteriorantes e patogênicos, os quais podem prejudicar as características sensoriais do produto, assim como a segurança de seus consumidores. A alface é consumida crua e, por essa razão, pode apresentar patógenos alimentares importantes como Escherichia coli O157:H7, resposável por Colite Hemorrágica e Síndrome Hemolítica Urêmica. Nesse contexto, cuidados na produção e processamento de alface devem ser adotados, sendo imprescindíveis para contribuir com a qualidade e a segurança desse vegetal minimamente processado, o qual deve manter suas características de frescor e convenienência de consumo, sem perder qualidade nutricional e prazo de validade. Compostos químicos são comumente utilizados para garantir a qualidade microbiológica adequada de alfaces e, dentre os mais utilizados, estão os sanitizantes clorados. Ainda que tais compostos sejam capazes de reduzir significativamente as contagens microbianas, estudos apontam possíveis perigos para a saúde humana e ao ambiente, visto que os subprodutos gerados pelos compostos clorados em contato com a água e matéria orgânica podem ser carcinogênicos. Além disso, observa-se que a água, cada vez mais escassa, e, ao mesmo tempo, muito utilizada na indústria de alimentos de vegetais minimamente processados, necessita de informações quanto a possibilidade de reuso, tornando o processo industrial mais sustentável. Várias novas estratégias têm surgido como alternativas mais ecológicas para sanitização de vegetais folhosos, dentre elas a aplicação do ultrassom em combinação com ácidos orgânicos. Essas estratégias têm a intenção de prolongar a vida de prateleira dos vegetais por meio da inativação de microrganismos indesejáveis, sem ocasionar impactos negativos sobre as propriedades nutricionais e sensoriais, assim como diminuir os danos ao ambiente, representando uma opção de atrativa para o mercado. Os ácidos orgânicos são constituintes naturais de muitos alimentos e são amplamente utilizados como aditivos conservantes devido à sua atividade antimicrobiana.Tais propriedades dos ácidos orgânicos estão relacionadas à diminuição do pH. Devido à essa característica, altas concentrações desses ácidos orgânicos podem prejudicar sensorialmente o produto, o que pode ser minimizado com o uso do ultrassom. Essa tecnologia, por sua vez, representa um processo não térmico para inativação de microrganismos. Nesse caso, a energia elétrica ou mecânica é transformada em ultrassônica e as ondas geradas ocasionam fenômenos físicos e químicos de intensidades variadas. É uma tecnologia inovadora e consolidada, relativamente simples e de baixo custo. A aplicabilidade desse estudo está na possibilidade da adoção de estratégias cientificamente baseadas para reduzir a contaminação e o risco de Doeças Transmitidas por Alimentos (DTA) provocadas por patógenos possivelmente presentes em alface americana, através de um novo método de sanitização, avaliando a sinergia do uso de ácidos orgânicos e ultrassom, com o uso de águas com diferentes padrões de qualidade.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Giovana Domeneghini Mercali - Integrante / André Gabriel Tedesco - Integrante.

  • 2021 - Atual

    SOBREVIVÊNCIA DE Salmonella spp. EM PERTENCES SUÍNOS SUBMETIDOS AO PROCESSO DE SALGA SECA, Descrição: Em 2020, a carne suína foi a segunda proteína animal mais consumida no mundo, sendo que o Brasil produziu 4250 mil toneladas desse alimento, dos quais exportou 28,9%. Atualmente, o Brasil ocupa a quarta posição como maior exportador mundial. Ainda que haja grande interesse comercial na carne suína e que grandes esforços sejam realizados pelas indústrias para garantir a sua segurança, esse alimento pode ser contaminado por Salmonella spp., um dos mais importantes patógenos alimentares da atualidade. Esse microrganismo pode ser encontrado no trato digestório dos suínos, o que possibilita a contaminação, a qual pode ocorrer em diferentes passos da criação e processo da carne suína. A legislação brasileira permite que uma em cinco amostras de carne suína esteja contaminada por Salmonella e a indústria pode processar termicamente carnes contaminadas, objetivando eliminar esse microrganismo e não perder os produtos eventualmente contaminados. Contudo, produtos suínos com menor valor agregado têm sido descartados quando contaminados por Salmonella, uma vez que o seu processamento térmico não é financeiramente vantajoso. Como exemplo desses produtos pode-se citar os pertences suínos (pé, rabo, fuço, orelha), os quais podem ser submetidos à salga, procedimento de menor custo. Atualmente, não se sabe o efeito desse processo na sobrevivência de Salmonella, logo, o objetivo desse projeto é avaliar a sobrevivência de Salmonella spp. em pertences suínos submetidos à salga seca. Para tanto, pertences suínos serão contaminados com aproximadamente 8 log/g de Salmonella e serão salgados. Contagens de Salmonella serão realizadas em intervalos programados, assim como análises de atividade de água, pH e sal.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Rafaela Busnello - Integrante.

  • 2021 - Atual

    AVALIAÇÃO DE Bacillus spp. COMO POTENCIAL PROBIÓTICO PARA USO EM ALIMENTAÇÃO ANIMAL COM IMPACTO NA SEGURANÇA DE ALIMENTOS HUMANOS, Descrição: O crescente aumento no consumo de alimentação animal em nível mundial tem despertado o interesse em investigar novas opções de ingredientes e coadjuvantes de tecnologia que beneficiem a saúde de animais, a produtividade das indústrias e, consequentemente, a segurança das pessoas que consumirão esses animais. Dentre os coadjuvantes de tecnologia, probióticos têm sido utilizados como substitutos de antibióticos, uma vez que há pressão nacional e internacional para a redução destes compostos na produção de alimentos. O gênero Bacillus spp., por sua grande variedade e capacidade de formar endósporos, apresenta resistência a condições adversas, podendo resistir a passagem pelo trato gastrintestinal de animais e ainda ao processamento de suas rações. Além disso, essas bactérias ambientais podem produzir muitas enzimas de interesse industrial e podem ser utilizadas como probióticos na alimentação animal, desde suas propriedades benéficas sejam comprovadas. Nesse estudo, cepas de Bacillus spp. serão avaliadas quanto a suas propriedades bioquímicas e fisiológicas para serem utilizadas como potenciais probióticos para alimentação de frangos, por se tratar de uma proteína altamente consumida por humanos. A pesquisa se desenvolverá através de análises laboratoriais para identificação das espécies de Bacillus, seu comportamento frente a pH e sais biliares, atividades proteolíticas, antimicrobianas, de auto agregação, co-agregação e de resistência do probiótico ao processamento de ração animal, incluindo testes in loco para avaliar sua viabilidade durante processamento deste alimento.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Aline Bitelo - Integrante.

  • 2021 - Atual

    Use of Recombinant Phages for Rapid Detection of Pathogen in Brazilian Feeds, Descrição: The sensitivity of the PhageDx Salmonella assay will be evaluated by inoculating known concentrations of Salmonella on chicken beds, chicken feed samples, feed ingredients and chicken giblets. The number of samples artificially contaminated with Salmonella spp. Salmonella spp. isolated from Brazil, present in frozen stock of ICTA/UFRGS, will be metabolically reactivated on Tryptic Soy Broth (TSB) incubated at 37 °C for 24 hours. Samples of 25g will be artificially contaminated with 1 mL of TSB containing a pool of Salmonella composed of S. Enteritidis, S. Minnesota, S. Saint Paul, S. Infantis and S. Typhimurium serovars. Samples will be contaminated with two Salmonella concentrations, i. e. 1 cfu/25g and 10 cfu/25g, and left for 30 minutes in environmental temperature. After that, each sample will be mixed with 75mLof 1% Buffered Peptone Water and then incubated for 7 hours at 42º C. Subsequently, 150 µl of each sample suspension will be transferred to one well of a 96-well plates in order to be tested by PhageDx Salmonella assay. Recombinant phages will be added and incubated for 2 hours at 37ºC. Then, chromogenic substrate will be added and read on a luminometer GloMax Discover (Promega). In case PhageDx Salmonella assays were able to detect 1 cfu/25g of Salmonella in different samples, 30 feed samples of 375g will be contaminated with 1 and 10 cfu Salmonella and tested, as well. Feed samples containing anti-Salmonella additives and without these compounds (control) will be also tested in order to evaluate the effect of anti-Salmonella compounds on the PhageDx Salmonella assay sensitivity. In case of PhageDx Salmonella assay demonstrates a sensitivity of at least 1cfu/25g of Salmonella, natural unspiked feed samples and feed ingredients, collected from feed industries or from market can be evaluated if accorded by LabCorp and ICTA/UFRGS.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Nathanyelle Soraya Martins de Aquino - Integrante / ERICKSON, STEPHEN - Integrante.

  • 2020 - 2024

    AVALIAÇÃO DA INATIVAÇÃO DE SALMONELLA EM OMELETE, OVO MEXIDO E OVO POCHÊ, Descrição: A salmonelose é um sério problema de saúde pública, muitas vezes, associadaao consumo de ovos e suas preparações. Preparações à base de ovos, comoomeletes, ovos mexidos e ovos pochê, são amplamente consumidas em muitospaíses, devido à sua versatilidade e aceitação entre diferentes faixas etárias.Contudo, essas preparações podem ser veículos de salmoneloses se os ovosutilizados nelas estiverem contaminados e o tratamento térmico das mesmasnão inativar completamente o patógeno. Este estudo investigou a inativação deSalmonella durante a preparação de omelete, ovo mexido e ovo pochê. Paratanto, simulando uma contaminação transovariana, gemas de ovos de galinhaforam contaminados artificialmente com um coquetel de Salmonella, sendoentão incubadas a 37C, por 18 horas, para promover a multiplicação dopatógeno. Ovos com gemas contendo ~8 log UFC/mg foram utilizados naspreparações, as quais seguiram receitas recomendadas pelo Le Cordon Bleu.Amostras foram coletadas antes e após os tratamentos térmicos e Salmonellafoi quantificada em ágar Xilose-Lisina-Deoxicolato (XLD) e verificada pelométodo ISO 6579:2022. O ovo pochê foi preparado utilizando ovos armazenadosem temperatura ambiente e sob refrigeração (<5oC) e, como sua preparação éfinalizada quando os ovos ainda estão líquidos, sua alteração de textura e decoloração foram também analisadas. Os resultados demonstraram que omeletese ovos mexidos, quando tratados termicamente por 5 minutos ou mais, reduziramSalmonella até níveis indetectáveis. Ambos os métodos de preparo atingiramtemperaturas finais de 71C e 70C, resultando em ovos completamentecoagulados, sem partes líquidas remanescentes. Ovos armazenados emtemperatura ambiente (28C) e utilizados na preparação de ovos pochênecessitram 5 minutos de cocção para apresentarem reduções médias de 7,4log UFC/g, enquanto ovos armazenados a 5C necessitaram de 7 minutos parareduzir 7,6 log UFC/g. Apesar da completa inativação de Salmonella, a gema doovo pochê permaneceu parcialmente líquida, com temperaturas finais de 59,5Ce 61,1C para ovos à temperatura ambiente e refrigerados, respectivamente. Ascaracterísticas físicas dos ovos pochê também foram influenciadas pelo tempode tratamento térmico, com maior opacidade e firmeza da clara e maior firmezae luminosidade da gema, refletindo alterações sensoriais significativas. Osresultados do presente estudo destacam a eficácia do processamento térmicocomo medida essencial para garantir a segurança em preparações à base deovos. Os resultados também evidenciam a necessidade de considerar ascondições de armazenamento inicial dos ovos, uma vez que a temperatura dearmazenamento influenciou o tempo de preparo necessário para a inativação docompleta do patógeno.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Paula W. Cano - Integrante.

  • 2020 - 2021

    CONTAMINAÇÃO CRUZADA POR Listeria monocytogenes DURANTE FATIAMENTO MECÂNICO DE QUEIJO MUSSARELA E PREDIÇÃO DE SEU COMPORTAMENTO DURANTE ARMAZENAMENTO EM REFRIGERAÇÃO, Descrição: A listeriose, doença grave causada pelo consumo de alimentos contaminados com Listeria monocytogenes (LM), tem sido relatada após o consumo de muitos alimentos, inclusive do queijo mussarela, um dos mais consumidos em vários países. A contaminação cruzada durante o fatiamento tem sido identificada como uma das principais origens da contaminação de queijos por LM. O objetivo do estudo foi avaliar a transferência de LM durante o fatiamento mecânico do queijo mussarela e posterior comportamento do microrganismo no queijo fatiado armazenado em refrigeração. Na primeira etapa, um queijo mussarela foi contaminado com um pool de LM, resultando em 5 log UFC/fatia. Após, o queijo foi fatiado em fatiador automático com lâmina desinfetada e LM foi quantificada nas fatias 1ª, 2ª, 5ª, 25ª, 50ª, 75ª e 100ª e na lâmina. Na segunda etapa, um queijo não contaminado foi fatiado em lâmina previamente contaminada com LM (3,67 log UFC/10cm2). Após fatiar 100 fatias, a lâmina foi amostrada com swabs e LM foi quantificada em sua superfície e nas fatias 1ª, 2ª, 5ª, 25ª, 50ª, 75ª e 100ª. Na terceira etapa, fatias de queijo foram contaminadas com LM (1,39 log UFC/g) e sua multiplicação foi acompanhada durante 10 e 15 dias a 10ºC, e os resultados foram comparados aos do software Combase de microbiologia preditiva. Os resultados demonstraram que houve transferência significativa (p≤0,05) de LM presente nas fatias para a lâmina, demonstrando aumento das contagens após as primeiras fatias e estabilização, após as fatias 50ª e 100ª. As contagens variaram de 2,71 log UFC/10cm2 (1ª fatia), até 3,67 log UFC/10cm2 (100ª fatia). Os resultados das fatias contaminadas (3,80 a 4,23 log UFC/g) são complementares aos resultados dos swabs, indicando que, a medida que mais fatias foram processadas, a transferência de células bacterianas tornou-se constante e em baixo nível. A lâmina contaminada artificialmente também transferiu LM para as fatias de queijo não contaminado, demonstrando transferência de cerca de 2 log UFC/g ao longo de todo fatiamento. As fatias contaminadas artificialmente e armazenadas a 10ºC demonstraram aumento significativo (p≤0,05) de LM, apresentando 1,51log UFC/g, aos 10 dias, e 1,69log UFC/g aos 15 dias. Os resultados preditivos demonstraram contagens muito maiores, isto é, 3,03log UFC/g (10 dias) e 4,68log UFC/g (15 dias), com crescimento significativo (p≤0,05) até 15 dias. O fatiamento de queijo mussarela pode representar risco a saúde pública se houver contaminação do fatiador, associado ao aumento do consumo e validade prolongada.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Vagner Lunge - Integrante / Paula Marques Rivas - Integrante.

  • 2020 - Atual

    Análise de Risco-Benefício como Ferramenta de Tomada de Decisão na Gestão de Riscos de Segurança dos Alimentos, Descrição: O processo de tomada de decisão é uma parte importante da gestão de risco e em situações ideais os gestores de risco tomam suas decisões com base em informações abundantes, provenientes de todas as partes interessadas, de dados técnico científicos ou de uma avaliação de risco quantitativa bem feita. Porém, quando as informações são escassas ou incompletas por falta de tempo ou recursos, as decisões são tomadas com base na percepção de risco dos gestores de risco. No processo de tomada de decisão, os gestores da cadeia produtiva de alimentos costumam aceitar um certo nível de risco à segurança dos alimentos. O nível de aceitação de risco é um assunto muito particular e pode variar de um gestor para outro. Quando o risco é baixo, os gestores costumavam assumir as possíveis consequências porque se sentem no controle da situação. Porém, quando o risco é alto, a percepção de risco dos gestores pode ser afetada, gerando a sensação de que eles não têm controle sobre a situação e, consequentemente, pode ocorrer a aversão ao risco. Em cenários onde a percepção de risco dos gestores é alta, medidas controversas podem ser tomadas com base no princípio da precaução (MARTUZZI; TICKNER, 2004). Este princípio é adotado por tomadores de decisão que precisam justificar suas decisões em situações onde existem muitas incertezas em um cenário onde há possibilidade de danos aos consumidores. O princípio da precaução baseia-se na prudência e pode ser definido como o cuidado necessário praticado no contexto da incerteza, porém sua adoção pode resultar na interrupção da produção ou entrega de alimentos, fechamento de mercados, interrupção de exportações, entre outras medidas, que podem gerar graves impactos econômicos e sociais. Quando os gestores de alimentos não possuem amplo conhecimento científico e nem tempo para obter informações suficientes sobre determinado problema de segurança dos alimentos, geralmente tomam decisões com base no conceito de proporcionalidade do risco, custo e viabilidade das ações propostas, a fim de justificar sua decisão. Em muitas situações, as decisões são tomadas com base em sentimentos pessoais ou na experiência dos gestores, gerando ansiedade e incerteza. A ansiedade se justifica porque os gestores sabem que são responsáveis por suas decisões, as quais podem causar grandes perdas econômicas e até vidas. A análise de risco-benefício é a comparação dos riscos de uma situação com seus benefícios e custos. Com base nessa análise, as decisões devem ser tomadas pesando os riscos e os benefícios, e uma opção deve ser escolhida, se os benefícios superarem os riscos. Essa avaliação tem sido utilizada na medicina a fim de demonstrar que os riscos aos participantes envolvidos em pesquisas clínicas não são desproporcionais aos benefícios esperados (SPIELTHENNER, 2012). A análise também foi usada para avaliar a segurança e eficácia de novos dispositivos médicos, e evidências científicas podem ser usadas em testes clínicos ou não clínicos (FDA, 2018). Na Gestão de riscos à segurança dos alimentos, as tomadas de decisão ainda se baseiam fortemente sobre a análise dos riscos e suas consequências à saúde pública, mas ainda é incerto como e quando o gestor de risco deve considerar outros fatores para chegar a sua decisão final sobre um problema de segurança dos alimentos. Assim, embora metodologias de análise de risco e tomada de decisão com base em multicritérios já tenham sido estudadas e utilizadas em diversas áreas do conhecimento, há oportunidade de desenvolvimento de um modelo de análise de Risco-Benefício para tomada de decisão em segurança dos alimentos. Alguns estudos e políticas já foram realizados nesse sentido (DUNN, 2014; EPA, 1993; FAO, 2017; GAVIN et al., 2018), porém os estudos não oferecem um método objetivo e prático possível de ser adotado em indústrias de alimentos ou órgãos de regulação. Nesse sentido, ainda são n. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Cris Rocha Pinto Magalhães - Integrante.

  • 2019 - Atual

    Quantificação da taxa de transferência de Salmonella spp. a partir de carcaças de frango e superfícies de materiais utilizados em matadouros frigoríficos de aves, Descrição: Dentre os diversos microrganismos causadores de surtos alimentares, Salmonella spp. vem se destacando ao longo do tempo, sendo atualmente considerado o principal patógeno alimentar em nível mundial. Em um levantamento de dados realizado pela Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS), apresentado no ano de 2019, Salmonella spp. foi apontado como o segundo agente etiológico mais identificado nos surtos notificados de DTA no Brasil, no período entre 2009 e 2018. Bactérias deste gênero, são bastonetes gram-negativos e possuem sorovares majoritariamente patogênicos para humanos (BARROW E METHNER, 2013). Salmonella é responsável por causar salmonelose, enfermidade caracterizada por febre, dor abdominal, diarreia e vômito (BRYAN; DOYLE, 1995). Estima-se que esta doença esteja envolvida em um a cada 10 casos de gastrenterite humana e cause 420.000 mortes, em todo o mundo, a cada ano (OMS, 2015). Os mais de 2.600 sorovares desta complexa zoonose são encontrados em uma grande variedade de reservatórios animais, o que pode justificar seu alto potencial de disseminação (EFSA, 2014). Os frangos estão entre os principais reservatórios deste agente, o que os caracteriza como uma fonte importante de transmissão (VERGE et al., 2005; FOLEY et al., 2008; FAO-OMS, 2009; TABO et al., 2013). Frangos jovens, quando colonizados por Salmonella, eliminam esse microrganismo nas fezes. O excremento pode se tornar fonte de infecção para outras aves, sendo este acontecimento um importante ponto de contaminação entre animais, durante sua permanência nos abatedouros frigoríficos (JAY, 2005). Uma vez que o microrganismo persiste, a microbiota existente nas aves vivas pode contaminar superfícies, equipamentos, outras aves e suas carcaças, durante as etapas de abate e processamento, por meio de contaminação cruzada. Além disso, a carga bacteriana poderá aumentar com o passar do tempo, dependendo do nível das condições higiênicas da planta de processamento (HINTON; CASON; INGRAM, 2004). A fim de minimizar a contaminação cruzada por meio de animais portadores, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), prevê em legislações, uma série de medidas de controle a serem adotadas pelas granjas criadoras de aves, com o intuito de reduzir a prevalência de Salmonella spp. nas indústrias de alimentos. Contudo, devido à complexidade prática desses controles, a contaminação ainda assim, é possível de ocorrer, o que torna o consumo de produtos avícolas uma das principais causas de salmonelose (BARROW E METHNER, 2013). Levando em consideração a importância desta bactéria e seu envolvimento em surtos alimentares, a contaminação cruzada entre carcaças e materiais que entram em contato com as mesmas, assume grande importância, principalmente considerando que o Brasil é atualmente o maior exportador mundial e terceiro maior produtor de carne de aves do mundo (Associação Brasileira de Proteína Animal - ABPA, 2020). Alguns estudos sobre contaminação cruzada envolvendo Salmonella em aves já foram realizados. Por exemplo, Oscar, (2013) realizou experimentos sobre contaminação cruzada de Salmonella proveniente de frango cru para cozido, durante o preparo de refeições, no entanto, as cepas utilizadas não foram isoladas no Brasil. Recentemente, Hessel, (2019) realizou uma Avaliação de Risco sobre Salmonella em frango inspecionado produzido em abatedouros frigoríficos do Brasil, porém, não foram utilizados dados de contaminação cruzada produzidos nesse país, uma vez que eles não foram encontrados. Não é conhecida a taxa de transferência dos principais sorovares de Salmonella presentes atualmente na avicultura brasileira, durante o processamento de frango. Este trabalho tem como objetivo principal, quantificar a taxa de transferência de Salmonella spp, utilizando cepas brasileiras, a partir da simulação de diferentes cenários de contaminação cruzada.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / GIULIA GIUGLIANI RETA - Integrante.

  • 2019 - Atual

    MICROBIOLOGIA NA ALTA GASTRONOMIA: Sobrevivência de Listeria monocytogenes e Escherichia coli em preparações gastronômicas de origem animal, Descrição: Mundialmente, Listeria e Escherichia coli estão entre os principais patógenos causadores de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA). Em 2017, na União Europeia (EU), foram reportados 2480 casos de listeriose humana, doença causada por Listeria. A listeriose foi a zoonose mais grave, com maior taxa de hospitalização e mortalidade (um em cada sete casos confirmados de listeriose foram fatais) (EFSA, 2018). Nos Estados Unidos (EUA), no ano de 2015, foram identificaram 116 casos de listeriose, com uma taxa de hospitalização de 95,7 % e taxa de fatalidade de 12,9 % (CDC, 2017). No Brasil, não há registros de surtos de listeriose por alimentos, possivelmente devido à complexidade epidemiológica da doença (BRASIL, 2019). Em 2016, na UE, foram notificados 6.548 casos de infecções por Escherichia coli produtora de toxina de shiga (STEC) (EFSA, 2018). Nos EUA, no ano de 2016, STEC foi a terceira maior causa de surtos alimentares envolvendo bactérias, com 27 (6%) surtos confirmados e 302 (3%) casos. No Brasil, na última década, E. coli foi a maior causadora de DTA com 23,4 % dos casos; os serviços de alimentação, como restaurantes e padarias, foram o segundo local de maiores ocorrências de surtos alimentares (BRASIL, 2019). Ambos agentes patogênicos estão tradicionalmente associados ao consumo de produtos à base de carnes e peixes crus ou com insuficiente tratamento térmico (EFSA, 2018). O processamento térmico ainda é um dos métodos mais comuns e eficazes para inativar Listeria e E. coli nesses produtos e portanto, mundialmente, diferentes agências reguladoras recomendam ou exigem que carnes e peixes preparados e servidos devam ser cozidos a uma temperatura interna de pelo menos 70 ºC (BRASIL, 2004; CDC, 2019). No Brasil, temperaturas inferiores podem ser utilizadas nessas preparações, desde que as combinações de tempo e temperatura sejam suficientes para assegurar a qualidade higiênico-sanitária dos alimentos (BRASIL, 2004). Entretanto, em muitos restaurantes, especialmente nos relacionados à alta gastronomia, muitas vezes, preparações com carnes e peixes são servidos sem tratamento térmico suficiente para inativar micro-organismos, com o intuito de manter ou modificar as texturas dos componentes e/ou proporcionar novos sabores. Se considerados esses parâmetros, algumas preparações da alta gastronomia, como as citadas nesse projeto, não atendem à legislação brasileira vigente, porém são preparadas em diferentes países, há muito tempo, e embora sejam apontadas, não foram identificadas como causadoras de surtos alimentares. Esses fatos levam ao questionamento se os parâmetros de tempo e temperatura ou fatores intrínsecos das preparações são suficientes para a inativação dos microrganismos patogênicos em questão. O objetivo desse projeto é avaliar o comportamento de Listeria monocytogenes e E. coli em preparações gastronômicas de produtos de origem animal, as quais não atendem os parâmetros estabelecidos pela legislação brasileira vigente.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / LOPES, STEFANI MACHADO - Integrante.

  • 2018 - 2020

    AVALIAÇÃO DA CONTAMINAÇÃO MICROBIANA, MODELAGEM MATEMÁTICA E VALIDAÇÃO DA MULTIPLICAÇÃO DE SALMONELLA EM SUSHIS EXPOSTOS A DIFERENTES CENÁRIOS DE TEMPO E TEMPERATURA DE DISTRIBUIÇÃO, Descrição: Sushi é uma preparação de origem japonesa, caracterizada pela união de arroz temperado com outros ingredientes crus, como por exemplo, peixes e legumes. A sua preparação e distribuição necessita de significativa manipulação e longos períodos, o que tem favorecido a ocorrência de surtos alimentares causados por Salmonella. A legislação nacional brasileira não apresenta cuidados específicos para essa preparação, sendo que os parâmetros de temperatura de distribuição exigidos pelas vigilâncias sanitárias podem prejudicar a qualidade sensorial dos sushis e são difíceis de atingir em buffets de restaurantes. O objetivo deste estudo foi analisar a contaminação microbiana e validar um modelo matemático desenvolvido para predizer a multiplicação de Salmonella em sushis expostos a diferentes cenários de tempo e temperatura. Para tanto, a distribuição de sushis foi avaliada em 26 restaurantes do sul do Brasil, a fim de identificar cenários reais de tempo e temperatura. Os tipos de sushi mais consumidos também foram identificados, e seus ingredientes, pH e contagem de microrganismos mesófilos totais foram analisados. Um pool de Salmonella foi inoculado em sushis e curvas de multiplicação foram realizadas em temperaturas de 7, 15, 20, 25 e 37 ° C, a fim de construir um modelo matemático de predição da multiplicação de Salmonella em diferentes temperaturas isotérmicas e não isotérmicas. Os resultados demonstraram que os três principais tipos de sushi consumidos foram nigiri, uramaki e hosomaki e não houve diferença significativa entre as temperaturas de distribuição dos mesmos, as quais foram em média de 16 °C. O arroz temperado apresentou pH próximo de 4,4 o que promoveu uma diminuição do pH do salmão nos sushis, porém esse pH não inibiu completamente a multiplicação de Salmonella. O sushi uramaki demonstrou ter as contagens totais mais altas e, por esse motivo, foi escolhido para desenvolver os modelos matemáticos. O modelo de Baranyi e Roberts (1994a) foi selecionado como o mais adequado para descrever as curvas de multiplicação de Salmonella, gerando valores de R² superiores a 0,99 para os modelos primários. Nas temperaturas de 7, 15, 20, 25 e 37 ° C, a fase lag Salmonella foi de aproximadamente 78,0, 14,1, 7,2, 5,9 e 3,4 horas, respectivamente. A equação de Ratkowsky (1982) foi utilizada para obter o modelo secundário, gerando R² de 0,99 e RMSE de 0,02. A multiplicação de Salmonella foi simulada em condições não isotérmicas, utilizando o pior cenário observado em estabelecimentos de sushi, a fim de validar o modelo desenvolvido. A validação foi realizada a 36,3 °C por 6h, 10 °C por 24h e 29,5 °C por 6h, sequencialmente, onde a concentração de Salmonella atingiu 6,7 log UFC/g após esses períodos. Considerando que a média das temperaturas de distribuição mais altas das peças de uramaki foi de aproximadamente 18 °C, o tempo de multiplicação insignificante (ς) para Salmonella foi de 8,9 horas. No entanto, as contagens de microrganismos mesófilos totais no sushi uramaki demonstraram que a 15 °C, a fase lag foi de 10,9 ± 7,7 horas e, com base neste resultado e nos dados de multiplicação de Salmonella, sugere-se que o binômio de tempo e temperatura adequado para a distribuição de sushi seria de ≤15 °C por até 6h, considerando que esse é o tempo máximo de distribuição de alimentos permitido no Brasil.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Danielle Carmo da Silva - Integrante.

  • 2018 - 2020

    Avaliação do comportamento microbiano em diferentes cenários de tempo e temperatura de distribuição de sushis, Descrição: A preparação do sushi envolve muita manipulação e frequentemente o uso de ingredientes crus, aumentando o risco de contaminação microbiana e, possivelmente, a ocorrência de DTAs. Os patógenos Salmonella spp e Listeria monocytogenes podem ser introduzidos pela matéria-prima (principalmente os peixes) ou por contaminação cruzada de utensílios e das mãos dos manipuladores, e não há nenhuma etapa de processamento térmico para eliminar a contaminação microbiana. Segundo dados epidemiológicos da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da saúde, no Brasil, nos últimos 10 anos, ocorreram 7.170 surtos e 126.712 doentes por doenças transmitidas por alimentos (DTAs), estando a Salmonella spp, em primeiro lugar dentre os principais agentes etiológicos identificados (SVS, 2018). Como agravante, buffets de alimentos possuem diversos riscos para a segurança dos alimentos, principalmente a falta de controle de tempo e temperatura no balcão de distribuição. Abusos deste binômio podem ocasionar a multiplicação de bactérias formadoras de DTAs (ZANDONADI et al, 2007). No entanto, a utilização de Boas Práticas de Higiene (BPH) e medidas de controle adequadas durante o processamento, pode prover uma maior segurança aos sushis. No Brasil, de acordo com a legislação brasileira vigente, em âmbito nacional, inexiste uma lei que cite em específico sobre estabelecimentos comercializantes de sushi. No estado do Rio Grande do Sul, encontra-se a Portaria da SMS Nº 1109 de 23/08/2016 que aprova as exigências mínimas para produção, preparo e comercialização de sushis e sashimis no município de Porto Alegre, onde alguns itens são citados referentes à segurança dos sushis, como, por exemplo, a obrigatoriedade do congelamento de peixes oriundos de captura de alto mar, o armazenamento refrigerado e não congelado do pescado oriundo de cativeiro, o controle do pH do arroz, o tempo de utilização do arroz já preparado, a temperatura de armazenamento dos peixes e as boas práticas de manipulação. Entretanto, a legislação não cita parâmetros de tempo e temperatura específicos para os sushis e os sashimis em nível de distribuição em buffets. Todos os aspectos discutidos acima indicam a possibilidade de contaminação microbiológica em casas que comercializam sushi durante a etapa de distribuição, numa defasagem na legislação do município de Porto Alegre vigente e, na ausência de uma lei federal. Desta forma, para garantir a segurança microbiológica deste tipo produto, nesses locais, é de fundamental importância controlar as boas práticas desde o recebimento da matéria-prima até o processamento e, sobretudo, controlar o binômio tempo e temperatura no balcão de distribuição. Com isso, este trabalho tem como objetivo principal, avaliar o comportamento de mesófilos, Salmonella spp e Listeria monocytogenes em diferentes cenários de tempo e temperatura de distribuição, em diversos locais que oferecem sushis na forma de buffet, e ajudar a fomentar os parâmetros estabelecidos pela legislação do município de Porto Alegre sugerindo um limite máximo de exposição do produto no balcão de distribuição.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Danielle Carmo da Silva - Integrante.

  • 2018 - 2019

    SOBREVIVÊNCIA DE ESCHERICHIA COLI EM CARNE BOVINA TRATADA TERMICAMENTE EM SISTEMA SOUS VIDE, Descrição: A carne bovina é muito preparada e consumida em todo o mundo, sendo uma das matérias-primas mais utilizadas na gastronomia. Paralelamente a isso, ela tem sido envolvida em surtos alimentares. O sistema Sous vide é um tratamento térmico bastante prático e seguro. Nele, temperaturas de 50 a 95 °C são aplicadas, por longos períodos, em alimentos embalados a vácuo, seguido de resfriamento e estocagem. O objetivo desse trabalho foi avaliar a sobrevivência da Escherichia coli em carne bovina tratada em sistema Sous vide, utilizando a temperatura de 54° C, por 24h. Para tanto, um ?pool? de E. coli foi inoculado (7 log UFC/g) em peças de 100g de fillet mignon, as quais foram submetidos ao tratamento térmico. Contagens microbianas foram realizadas em triplicata, nos tempos 0h, 1, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 24 de cocção e então modeladas no software GInaFiT, utilizando o modelo linear de Geeraerd tail. Também foram realizadas contagens totais de mesófilos e identificação dos microrganismos sobreviventes por MALDI-TOF. Os resultados indicaram que, em 9 horas de cocção, 5,9 log UFC/g de E. coli foram completamente inativados. Os dados experimentais se ajustaram bem ao modelo de inativação utilizado, demonstrando R² 0,95 e RMSE 0,56. A microbiota natural das peças de filé mignon, no início do processo, foi diversificada e entre os principais gêneros sobreviventes ao tratamento térmico foram identificados Staphylococcus warneri, Staphylococcus epidermidis, Staphylococcus hominis, Pseudomonas stutzeri e Bacillus licheniformis. As contagens iniciais de mesófilos totais foram de cerca de 6,13 +/- 0,84 log UFC/g, sendo reduzidas para 2,82+/- 0,60 log UFC/g, após 24 horas. Os resultados deste estudo demonstram que o sistema Sous vide foi capaz de inativar 5,9 log UFC/g de E. coli e reduzir significativamente a população de mesófilos totais, utilizando temperaturas de 54°C, após 9 horas de tratamento térmico.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Mercedes Passos Geimba - Integrante / Larissa Pires Ferigolo - Integrante.

  • 2017 - 2021

    DESCONTAMINAÇÃO DE CARCAÇAS DE FRANGO POR ÁCIDO PERACÉTICO ISOLADO OU EM COMBINAÇÃO COM OUTROS ANTIMICROBIANOS, Descrição: O agronegócio é fundamental para a economia brasileira, sendo que o país é atualmente o maior exportador de carne de frango no mundo. Ainda que o controle sanitário realizado pelas indústrias seja rigoroso, carcaças de frango podem conter Salmonella, causando expressivas perdas econômicas e possíveis problemas de saúde pública. O objetivo do presente estudo foi avaliar a descontaminação de carcaças de frango por ácido peracético (PAA) isolado ou em combinação com outros antimicrobianos. Na primeira etapa do estudo, foi realizada uma revisão sobre os principais sanitizantes utilizados para descontaminação de carcaças de frango, a qual destacou a importância do PAA. Logo em seguida, a inativação de Salmonella pelo PAA a 0,07% e 0,14% foi avaliada in vitro. O mesmo produto também foi avaliado in vitro em combinação com ácido lático (3% LA), ácido cítrico (3% CA), ácido fosfórico (1% PA), bissulfato de sódio (2% SBS) e com tratamento físico de ultrassom (US). Posteriormente, analisou-se a descontaminação por imersão de peles de frango inoculadas com um coquetel de diferentes sorovares Salmonella. As amostras foram tratadas com 0,07% e 0,14% de PAA isolado ou em combinação com 3% LA, 3% CA e 2% SBS, durante 15 segundos, 5 e 30 minutos. As peles tratadas com 0,07% e 0,14% de PAA + 2% SBS foram tratadas com US durante 5 e 30 minutos. Os resultados indicaram efeito sinérgico entre o PAA e LA, CA, PA e SBS. As concentrações para inibir o coquetel foram mais altas ou iguais aquelas testadas nas cepas individuais, sugerindo que o coquetel foi mais resistente aos sanitizantes. O PAA reduziu ~ 2 e 2,59 log UFC/g (p<0,05) de Salmonella nas peles submersas por 15 segundos, enquanto que nos tempos de 5 e 30 minutos a redução foi menor. O PAA a 0,14% + SBS 2% apresentou a maior redução (2,8 log UFC/g) nos três tempos. O US não aumentou o efeito antimicrobiano (p >0,05). O tratamento com PAA a 0,14% alterou a cor das peles. Em seguida, analisou-se a redução de Salmonella e microrganismos indicadores de higiene por PAA a 0,02%, concentração utilizada em tanques resfriadores de carcaças de frango. As amostras tratadas por imersão apresentaram reduções de 0,84, 0,98, 0,93 e 0,72 log UFC/mL de Salmonella, mesófilos aeróbios, Enterobacteriaceae e E. coli, respectivamente. As carcaças tratadas por aspersão tiveram reduções menores. Finalmente, avaliou-se o PAA a 0,07% na redução da contaminação cruzada entre carcaças. Os resultados demonstraram que a imersão reduziu 2,0log UFC/mL de mesófilos e Salmonella; e 1,5 log UFC/mL de Enterobacteriaceae e E. coli nas carcaças e controlou a contaminação cruzada na água. O PAA em conjunto com Boas Práticas de Fabricação, pode contribuir para a redução de Salmonella e microrganismos indicadores em carcaças de frango e na água de lavagem.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Daniela Comparsi Laranja - Integrante.

  • 2017 - 2019

    SOBREVIVÊNCIA DE ESCHERICHIA COLI EM CARNE BOVINA TRATADA TERMICAMENTE EM SISTEMA SOUS VIDE, Descrição: A carne bovina é muito preparada em serviços de alimentação, sendo frequentemente envolvida em surtos alimentares. O sistema sous vide é uma ótima alternativa para preparações práticas e seguras. É um sistema que aplica temperaturas de 50 a 95 °C em alimentos embalados a vácuo, seguido de resfriamento e estocagem entre 0 e 3 °C. Um ?pool? de Escherichia coli será inoculado (106UFC/g) em amostras de 100g de carnes. As amostras serão submetidas ao cozimento de 60° C por 24h. Contagens microbiológicas serão realizadas em triplicata, nos tempos 0, 30 minutos e a cada hora sucessivamente até completar às 24h de cocção. Também serão realizadas análises de MALDI-TOF para avaliar o comportamento da microbiota da carne ao longo do processamento em sous vide. Dessa forma, o objetivo desse trabalho será avaliar a sobrevivência de Escherichia coli em carne bovina tratada termicamente em sistema sous vide.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Larissa Pires Ferigolo - Integrante.

  • 2017 - Atual

    MICROBIOLOGIA NA ALTA GASTRONOMIA: Avaliação do comportamento de Salmonella spp. em preparações gastronômicas à base de ovos, Descrição: Os restaurantes de alto padrão, também conhecidos como de alta gastronomia, são locais onde são preparadas refeições de qualidade executadas por um chef (ZANONI, 2012) e objetivam proporcionar experiências gastronômicas únicas aos seus clientes. O conhecimento do chef permite, muitas vezes, a elaboração de pratos autorais, com uso de técnicas não convencionais, utilização de novos ingredientes, aplicando técnicas culinárias regionais ou estrangeiras. Esse conhecimento também permite explorar um único ingrediente através de uma ampla gama de funções, como é o caso dos ovos, com os quais é possível formar espumas, emulsões, espessar demais preparações ou mesmo prepara-los para serem ingeridos como ingrediente principal (AGUILERA; BLAZES, 2013; O ?DEA; HEWSON, 2015). Devido a sua versatilidade, ovos e suas preparações são amplamente consumidos em todo o mundo, podendo ser preparados em altas ou baixas temperaturas, por longos ou curtos períodos de tempo, assim como podem ser utilizados crus (O ?DEA; HEWSON, 2015). Os ovos e os produtos à base de ovos, crus ou com insuficiente tratamento térmico, são alimentos que podem transmitir Salmonella, resultando em infecções alimentares em humanos (BARANCELLI; MARTIN; PORTO, 2012; BRADEN, 2006) Mundialmente, Salmonella é uma das principais causas de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA), com incidência global anual estimada em 80,3 milhões de casos, gerando custos de aproximadamente 3,7 bilhões de dólares (GALIS et al., 2013; HOWARD et al., 2012; MAJOWICZ et al., 2010; USDA-ERS, 2013). No Brasil, na última década, os serviços de alimentação, como restaurantes e padarias, foram os locais de maior ocorrência de surtos alimentares. Salmonella foi o principal micro-organismo identificado como causador dos surtos e os ovos e produtos à base de ovos foram importantes fontes desse micro-organismo (BRASIL, 2016; TONDO; BARTZ, 2014), evidenciando a necessidade de controle. No Brasil, conforme a legislação vigente (BRASIL, 2004), os ovos e demais alimentos tratados termicamente devem atingir, no mínimo, 70 °C, em todas as partes do alimento. Entretanto, temperaturas inferiores podem ser utilizadas, desde que assegurem a qualidade higiênico-sanitária dos alimentos (BRASIL, 2004). Os Estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul não permitem a comercialização de preparações em que os ovos permaneçam crus ou mal cozidos, e apontam a textura da gema como um indicador de segurança (RIO GRANDE DO SUL, 2009; SÃO PAULO, 2013). Se considerados esses parâmetros, algumas preparações de ovos da alta gastronomia, como ovos sous vide, molhos à base de ovos ou certos drinks, não atendem à legislação brasileira vigente, porém são preparadas em diferentes países, há muito tempo, e não foram identificadas como causadoras de surtos alimentares. Esses fatos levam ao questionamento se os parâmetros de tempo e temperatura ou fatores intrínsecos dos das preparações são suficientes para a inativação de Salmonella ou não, e está resposta só pode ser dada com estudos como o proposto pelo presente Projeto.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Ana Carolina Forch Batista - Integrante / Stefani Machado Lopes - Integrante.

  • 2016 - 2020

    QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DA ÁGUA DE IRRIGAÇÃO E SEU IMPACTO SOBRE A SEGURANÇA NA PRODUÇÃO DE ALFACES, Descrição: Estudos recentes têm demonstrado o risco de contaminação microbiológica em frutas e vegetais irrigados com água não tratada, a qual é a mais utilizada na agricultura, tanto em nível mundial, quanto no Brasil. O objetivo da primeira parte deste trabalho foi avaliar a qualidade microbiológica de fontes de água de irrigação (açude e riacho) utilizadas no sul do Brasil e seu impacto sobre a segurança da produção de alfaces. Para tanto, foram realizadas coletas de água de irrigação e alfaces irrigadas, uma vez ao mês, de julho de 2014 a agosto de 2015, em quatro propriedades da região metropolitana de Porto Alegre. Ambos tipos de amostras foram analisadas microbiologicamente. Na água de irrigação, foi verificada prevalência de 100% dos indicadores Coliformes Totais e Enterococcus spp., e de 84,8% do indicador E. coli genérica. Já para as amostras de alface, verificou-se prevalência de 100% para Coliformes Fecais e 38,3% para E. coli Genérica. Não houve diferença significativa entre os níveis dos indicadores para as diferentes fontes de água avaliadas. As amostras com contagens de E. coli acima de 100 UFC/100mL foram submetidas à análise de presença de patógenos entéricos. E. coli O157:H7 foi identificada em 13 das 64 amostras analisadas, sendo nove amostras de açude e quatro amostras de riachos. Salmonella spp. foi identificada em seis das 64 amostras, das quais quatro foram amostras de açude e duas de riachos. Salmonella spp. foi identificada em 4 das 27 amostras avaliadas de alface. As altas contagens de Enterococcus spp. e E. coli genérica apresentaram uma correlação positiva com a presença de Salmonella spp. Foi verificada a influência de fatores climáticos e práticas agrícolas sobre os níveis de contaminação na alface. Na busca por fontes alternativas de água para utilização na agricultura, a água residual urbana vem sendo considerada uma boa opção. Entretanto, este tipo de água geralmente possui uma alta carga de contaminação microbiana. Em um segundo momento, foi avaliado a eficácia da aplicação de dióxido de cloro (ClO2) no tratamento de águas residuais urbanas com tratamento secundário. Verificou-se que o desinfetante foi capaz de melhorar a qualidade microbiológica da água, reduzindo significativamente o indicador E. coli quantificado pelo método tradicional em placas. Entretanto, esta diferença não foi observada quando a E. coli foi quantificada pelo método PMA-qPCR, indicando que o tratamento de água residual com ClO2 pode induzir as bactérias a entrar no estado viável mas não cultivável (VNC). A proporção de amostras positivas para a presença de patógenos foi baixa quando comparada à água sem tratamento (7 em 8) e com tratamento com ClO2 (1 em 8). Apesar dos bons resultados na redução da contaminação, foi observado um acúmulo significativo de cloratos nas amostras de alface, o que pode apresentar certo risco químico ao consumidor. Uma vez que foi identificada a presença de E. coli O157:H7 em fontes de água de irrigação no sul do Brasil, objetivou-se, em um terceiro momento da presente Tese, avaliar a capacidade de adaptação e multiplicação de quatro isolados e um pool de E. coli O157:H7 quando inoculados em água de açude filtrada, a 26°C, por até 72 h. Os isolados identificados como Ec1(açude) e Ec2 (riacho) apresentaram diferenças significativas nos parâmetros de taxa máxima de crescimento e fase Lag. Os isolados também foram testados quanto ao comportamento frente ao desinfetante hipoclorito de sódio aplicado em água de irrigação filtrada, nas concentrações de 5 mg/L e 7 mg/L de cloro residual. Quando avaliada a redução pelo método tradicional em placas foi verificado uma redução de 100% dos isolados, após 30 min de contato com a água de irrigação tratada com o desinfetante a 7 mg/L, já na concentração de 5 mg/L foram identificadas redução média de 3.15 (± 0.02) Log cfu / mL após 30 min.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Ana Allende - Integrante / luana Tombini Decol - Integrante.

  • 2016 - 2018

    INATIVAÇÃO MICROBIANA EM MEDALHÃO DE FILÉ MIGNON BOVINO GRELHADO EM DIFERENTES PONTOS DE COZIMENTO, Descrição: Dentre as preparações mais tradicionais da gastronomia, tanto em restaurantes de alto padrão como naqueles mais acessíveis, estão os medalhões de filé mignon. O filé mignon (denominação muscular: psoas maior) é obtido de um grupo muscular localizado abaixo das vértebras lombares do animal, sendo um dos cortes de carne bovina mais nobre, por suas características de maciez e de sabor tênue, ainda com baixo teor de gordura (ROSELAND et al., 2013) e apetitosa, que harmoniza muito bem com diversos tipos de molhos, desde os mais picantes (steak au poivre, filet au sauce moutarde, steak avec sauce au vin) até simplesmente ser somente grelhado no azeite de oliva ou na manteiga e servido com acompanhamentos. Os medalhões de filé mignon podem ser preparados sob diversos pontos de cozimento como ao ponto, bem passado, mal passado, ficando os seus modos de preparo ao encargo dos Chefs e cozinheiros, objetivando sempre atender às expectativas do consumidor. Sendo assim, a fim de serem atingidas as qualidades sensoriais desejadas, algumas escolas de gastronomia descrevem os procedimentos que preconizam ou o controle do ponto de cozimento através do tempo de grelha ou através da temperatura central dos filés. . Contudo, a legislação brasileira, RDC 216 de 2004 da ANVISA, que estabelece o Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação (BRASIL, 2004), determina, conforme item 4.8.8, que o ?tratamento térmico deve garantir que todas as partes do alimento atinjam a temperatura de, no mínimo, 70ºC, sendo que temperaturas inferiores podem ser utilizadas no tratamento térmico desde que as combinações de tempo e temperatura sejam suficientes para assegurar a qualidade higiênico-sanitária dos alimentos?. Nesse sentido, fica a dúvida quanto à segurança microbiológica dos medalhões, uma vez que a microbiota das carnes pode ser variada e conter patógenos (BECKER; KIEL, 2016; ELBEHIRY et al., 2017; GREIG; RAVEL, 2009; SILVA, D. C. Da et al., 2016; ZWIETERING et al., 2016), os quais devem ser eliminados pelo tratamento térmico. Desta forma, o objetivo deste estudo foi avaliar a inativação microbiana em medalhões de filé mignon submetidos a diferentes pontos de cozimento, aplicando-se duas técnicas de preparo reconhecidas e difundidas internacionalmente na gastronomia.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Clarissa Rech Peixoto - Integrante.

  • 2016 - 2017

    TIPIFICAÇÃO MOLECULAR E RESISTÊNCIA ANTIMICROBIANA DE ISOLADOS DE Salmonella HEIDELBERG E AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA TÉRMICA, A DIFERENTES pH E SANITIZANTES DOS PRINCIPAIS PERFIS IDENTIFICADOS, Descrição: Surtos de DTA são documentados anualmente em diferentes agências de controle de doenças infecciosas no mundo e um dos principais agentes etiológicos é a Salmonella spp (MAJOWICZ, 2010; OTTO, 2014; CDC 2014b; WAGNER, 2013). Está presente em diversos setores da indústria alimentícia, sendo encontrada principalmente em indústrias de criação e processamento de aves e produtos derivados (PHAC, 2015b; CDC, 2013a; COLLA, 2012b; MEDEIROS, 2011). Estudos demonstram que esse microrganismo é considerado como o mais incidente e relevante agente causal de enfermidade entérica no Canadá (PHAC, 2015a). Nos EUA, a cada ano são estimados 9.4 milhões de casos de intoxicação alimentar e, dentre estes, a Salmonella spp. é o agente infeccioso que lidera os casos de internação hospitalar (SCALLAN, 2011). A Salmonella Heidelberg (SH) têm se destacado no cenário mundial, pois está entre os sorovares mais incidentes em surtos desta natureza (CDC, 2014a.;CDC, 2014b; HOFFMANN,2014). Dados recentes da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde demonstram que no Brasil, de 2000 a maio de 2015, foram notificados 10.666 surtos de DTA, com 209.240 doentes, levando a óbito 154 pessoas. Durante esse período, mais de 2.000.000 pessoas estiveram em contato com algum tipo de microrganismo patogênico, proveniente de alimentos deteriorados e/ou contaminados. Dentre os casos notificados, a Salmonella spp. foi o agente responsável por 35% dos surtos, seguido de S. aureus com 18% e E. coli com 15% (BRASIL, 2015). A Salmonella é um microrganismo gram-negativo, da família das Enterobacteriaceae, anaeróbio facultativo, não formador de endósporos e formato de bastonetes curtos (1 a 2µm). Seu metabolismo fermenta glicose produzindo ácido e gás, mas é incapaz de metabolizar lactose e sacarose (FORSYTHE, 2013). Por não formar endósporos, são relativamente termos-sensíveis sendo facilmente destruídas a uma temperatura de 60ºC por 10 a 20 minutos. Doenças como gastroenterites causadas por Salmonella resultam da ingestão de alimentos que apresentam número significativo de determinados sorovares do gênero. Ovos, frangos, carnes e produtos à base de carnes são os veículos mais comuns de salmonelose humana (BORSOI, 2011; RODRIGUES, 2009; ZHAO, 2008). No Brasil, SH tem sido isolado em aves e produtos derivados desde 1962 (HOFER, 1997) e, atualmente, sua progressiva disseminação é motivo de preocupação em abatedouros frigoríficos (COLLA, 2012b; RIBEIRO,2008; TESSARI, 2008). Dickel (2004) relatou a presença de Salmonella em carcaças de frangos antes e após o processo de chiller, com 31,9% e 20% de positividade, respectivamente, sendo que SH representou 63,9% dentre os sorovares identificados. Assim como e tendência mundial, aqui no Brasil, este sorovar tem sido isolado com maior freqüência em setores da indústria alimentícia (BORSOI, 2011; WELKER, 2010; KOTTWITZ, 2010). Antimicrobianos são medicamentos que atuam causando a morte ou a inibição da multiplicação de microrganismos e podem ser administrados a animais e humanos para tratar ou prevenir a ocorrência de doenças infecciosas. Estudos demonstram a tendência ao aumento da resistência a antimicrobianos que isolados de Salmonella tem apresentado ao longo dos anos (JOKINEN, 2015; WANG, 2013; MEDEIROS, 2011; HAN, 2010). Esses medicamentos podem ser utilizados também como aditivos que, neste caso, visa melhorar o desempenho zootécnico de animais de produção. No entanto, o uso dessas substâncias é objeto de grande preocupação na área da saúde, pois é preciso considerar os riscos de resíduos nos produtos cárneos e derivados utilizados na alimentação humana (ANVISA/PREBAF, 2012). Além disso, a crescente resistência da S.H a antimicrobianos, dentre os quais a cefalosporinas de terceira geração, pode limitar o tratamento a infecções em gestantes e crianças (MION, 2014; CDC, 2013b).. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Maria Angélica Thiele Fracassi - Integrante.

  • 2016 - 2017

    AVALIAÇÃO DA MULTIPLICAÇÃO DE ESCHERICHIA COLI E STAPHYLOCCOCUS AUREUS EM FRUTAS E VEGETAIS EXPOSTOS A DIFERENTES TEMPERATURAS E MODELAGEM PREDITIVA NOS ALIMENTOS DE MAIOR RISCO, Descrição: Este estudo teve como objetivo inicial avaliar a multiplicação de Staphylococcus aureus e Escherichia coli em frutas e vegetais expostos a diferentes temperaturas. Para identificar as frutas e vegetais frequentemente servidos em buffet, foram visitados restaurantes comerciais (n=50), onde os principais alimentos encontrados foram: cenoura ralada, brócolis, pepino, repolho verde, tomate, melancia e mamão. Amostras desses vegetais foram adquiridas em supermercado local e processadas ou preparadas conforme modo de consumo, sendo então contaminadas artificialmente com um pool de S. aureus e E. coli, separadamente, e expostos a 10, 20 e 30 °C. Os resultados desses experimentos demonstraram que não houve multiplicação dessas bactérias nas frutas e vegetais expostas a 10 °C durante 6 h. A 20 °C e 30 °C, S. aureus demonstrou multiplicação mais rápida no brócolis, onde a fase estacionária iniciou em menos de 2 h, possivelmente por este ser o único alimento cozido nesse estudo. Observou-se também que a 30 °C, E. coli se multiplicou em menos de 2 h nos seguintes alimentos: mamão, pepino, melancia e brócolis. Já no tomate, S. aureus não se multiplicou em nenhuma temperatura avaliada. No entanto, a população final de E. coli no tomate atingiu 9,7 log, em 24 h, a 30 °C, apesar do baixo pH (4,21). Por esse motivo e porque o tomate foi o vegetal mais frequentemente servido nos restaurantes comerciais avaliados, foi utilizado o modelo primário de Baranyi para modelar os parâmetros cinéticos de multiplicação e o modelo secundário de Ratkowsky para modelar a taxa de multiplicação e o tempo de fase lag em função da temperatura de E. coli no tomate, exposto a temperaturas de 10 a 37 °C. Os resultados obtidos indicaram que a fase lag da E. coli no tomate foi de 2,13 h e 2,46 h quando exposto a 37 e 30 °C, enquanto que a 20 °C e a 10 °C, as fases lag foram de 15,6 h e 42,5 h, respectivamente. O modelo secundário foi integrado em uma simulação com dados nacionais de temperaturas reais coletados em planilhas de serviços de alimentação. Aplicando o modelo gerado, foi observado que E. coli é capaz de se multiplicar em tomate em 1,58 h a 29,3 °C, temperatura mais crítica encontrada na cadeia de distribuição do tomate. Em seguida, realizou-se outro estudo no intuito de avaliar o comportamento de S. aureus em brócolis tratados termicamente, visto que este micro-organismo obteve um grande potencial de multiplicação nesse alimento. Também foram desenvolvidos modelos primário e secundário para avaliar a multiplicação do S. aureus em brócolis expostos a temperaturas de 10 a 37 °C. Nesse alimento, a fase lag de S. aureus foi de 1,4 h quando o vegetal foi exposto a 30 e 37 °C; enquanto que a 20 °C e 10 °C as fases lag foram de 5,3 h e 160 h, respectivamente. O modelo secundário foi capaz de descrever a influência da temperatura (de 10 a 37 °C) sobre a taxa de multiplicação e a fase lag de S. aureus em brócolis. Os resultados demonstraram que as frutas e vegetais avaliadas podem ser distribuídas sob temperaturas de refrigeração de 10 °C ou menos e não devem ser mantidas mais de 2 h em temperaturas próximas de 30 a 37 oC, a fim de evitar a multiplicação bacteriana. Tais parâmetros podem contribuir na gestão de segurança dos alimentos em serviços de alimentação, prevenindo Doenças Transmitidas por Alimentos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / KOTHE, CAROLINE ISABEL - Integrante.

  • 2016 - Atual

    Uso de fagos recombinantes para detecção rápida de E. coli O157: H7 em carne bovina brasileira, Descrição: O Brasil é um dos principais exportadores de carne bovina e produtos cárneos no mundo (ABPA, 2019). Com base nisso, garantir a qualidade e especialmente a segurança dos produtos de carne bovina é de fundamental importância para mantê-los dentro do competitivo mercado internacional da carne. As análises microbiológicas realizadas nas indústrias de carne são uma das principais ferramentas para avaliar a segurança dos produtos, antes de serem liberados para o consumo. De forma ideal, os métodos de detecção de micro-organismos devem ser confiáveis, baratos e rápidos, a fim de que os resultados estejam disponíveis o mais rápido possível (HAUGE et al., 2017). Embora os métodos tradicionais ainda sejam considerados padrão-ouro para a detecção de patógenos alimentares, eles são demorados e laboriosos, levando a perdas econômicas significativas, principalmente relacionadas ao armazenamento a frio de produtos à base de carne dentro das indústrias ou nos portos durante a realização dos métodos. Por esta razão, o uso de métodos rápidos de detecção de patógenos tem sido cada vez mais uma necessidade para as indústrias de carne bovina. Os métodos rápidos mais usados ultimamente são baseados em Reação em Cadeia de Polimerase (PCR), técnicas imunológicas, espectrometria de massa e citometria de fluxo. Apesar da agilidade dessas técnicas em comparação aos métodos tradicionais, há desvantagens, como a necessidade de etapas de pré-enriquecimento de 12 a 24 horas, equipamentos caros, dificuldade de manipulação e a falta de habilidade para distinguir células vivas e mortas de patógenos alvo (SCHMELCHER & LOESSNER, 2014; WAN et al., 2016). A utilização de bacteriófagos para detecção de E. coli O157:H7 tem sido estudada por diversos pesquisadores (RIPP et al., 2008; KANNAN et al., 2010; HOANG & DIEN, 2015; WU et al., 2016; KIM et al., 2017; ZHANG et al., 2016; ZHANG et al., 2017). Por exemplo, Ripp et al. (2008) foram capazes de detectar 1 UFC/mL de Escherichia coli O157: H7 em sucos de maçãs em um tempo total de 22 horas. Um tempo semelhante foi observado por Hoang e Dien (2015), detectando 1 UFC/mL de E. coli O157: H7 em 15 horas também em suco de maçã. Em outras matrizes alimentares, quando o tempo de incubação foi significativamente reduzido para menos que 2 horas, o limite de detecção foi aumentado (ZHANG et al., 2017) ou foi necessário a utilização de equipamentos sofisticados, como citometria de fluxo, microscopia de fluorescência (Wu et al., 2016) ou separação imunomagnética (ZHANG et al., 2017) para detecção do patógeno. Recentemente, um kit de detecção de E. coli O157:H7 foi desenvolvido pelo Laboratory Corporation of America Holdings (?LabCorp?), em St. Paul, USA, utilizando fagos recombinantes capazes de emitir luz após a detecção do patógeno-alvo. Este kit, conhecido como Phage Dx E. coli O157: H7, apresenta fácil manuseio e capacidade de detecção de 1 UFC de E. coli O157: H7 em 25g de amostra, em menos de sete horas. Este tempo reduzido permite a análise de amostras de carne em apenas um dia de trabalho, ao contrário de outros kits disponíveis atualmente no mercado. Esta alta sensibilidade e tempo reduzido de análise são de grande interesse para as indústrias brasileiras de carne. O kit Phage Dx E. coli O157: H7 foi aprovado pelo AOAC (Official Methods of Analysis International) e pode ser usado no Brasil principalmente se os estudos mostrem que é capaz de detectar cepas de E. coli O157: H7 isoladas no território brasileiro.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Nathanyelle Soraya Martins de Aquino - Integrante / DE OLIVEIRA ELIAS, SUSANA - Integrante / Steve Erickon - Integrante.

  • 2016 - Atual

    Avaliação de riscos de Salmonella spp. em frango e ovos produzidos sob inspeção federal no Brasil, Descrição: O volume do comércio nacional e internacional de alimentos eleva-se a cada ano e a produção agrícola e animal está cada vez mais intensificada. Tais mudanças influenciam nas Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA), uma vez que novos patógenos têm sido identificados, assim como os patógenos tradicionais têm sido identificados em diferentes tipos de alimentos. Neste contexto global, ferramentas de gestão da segurança dos alimentos têm sido cada vez mais necessárias, a fim de garantir a inocuidade dos alimentos e um comércio justo em nível nacional e internacional. O Brasil se destaca no cenário internacional como grande produtor e exportador de alimentos de origem animal. Desde o ano de 2004 o país é o maior exportador de carne do mundo, com destaque para produção e exportação de carne de frango. Conforme o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA), o Brasil é líder na exportação mundial de frango e alcançou uma produção recorde de frango e ovos, no ano de 2015. Neste cenário, o Estado do Rio Grande do Sul (RS) atua como um importante produtor de frango e ovos, sendo que em 2014, ocupou o terceiro lugar na exportação de frango e produziu 8,0% dos ovos do Brasil. A Salmonella spp. é o principal patógeno de alimentos em nível mundial, sendo transmitida principalmente por carne de frango e ovos. O Brasil tem uma das menores prevalências de Salmonella em produtos de origem animal do mundo e isso ocorre devido aos intensos esforços por parte do MAPA e dos abatedouros-frigoríficos. Contudo, surtos de salmonelose ainda ocorrem, sendo necessário a implementação de novas estratégias de controle envolvendo estudos avançados. Como exemplo disso, a Análise de Risco (AR) tem sido utilizada por diferentes países para avaliar os riscos de perigos específicos em determinados alimentos, sendo amplamente aplicada no comércio internacional. O objetivo da AR é prevenir a ocorrência de DTA, através de medidas de controle factíveis em situações reais. Este método sistemático e altamente estruturado se baseia na identificação de perigos significativos, como a Salmonella em carne frango e ovos, e a avaliação científica desse problema de segurança de alimentos. Além disso, nesse processo, as opiniões de especialistas de governos, das indústrias, das universidades e da comunidade em geral são consideradas para a tomada de decisões de modo consciente e adequado. No presente estudo, a contaminação de Salmonella em carne de frango e ovos produzidos no Brasil será analisada, utilizando a estrutura de AR. Para tanto, informações científicas confiáveis, dados consistentes da realidade industrial, assim como aqueles obtidos oficialmente pelo MAPA serão considerados para a realização da avaliação de riscos associados ao consumo de frango e ovos produzidos sob inspeção federal. O objetivo desse trabalho também é identificar estratégias que possam reduzir ainda mais a prevalência de Salmonella nos abatedouros frigoríficos, bem como a ocorrência de salmoneloses alimentares no Brasil.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Claudia Titze Hessel - Integrante / Leonardo Isolan - Integrante.

  • 2015 - 2019

    Avaliação de riscos de Salmonella spp. em frango e ovos produzidos sob inspeção federal no Brasil, Descrição: O Brasil se destaca no cenário internacional como grande produtor e exportador de alimentos de origem animal. Desde o ano de 2004 o país é o maior exportador de carne do mundo, com destaque para produção e exportação de carne de frango. Conforme o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA), o Brasil é líder na exportação mundial de frango e alcançou uma produção recorde de frango e ovos, no ano de 2015. Neste cenário, o Estado do Rio Grande do Sul (RS) atua como um importante produtor de frango e ovos, sendo que em 2014, ocupou o terceiro lugar na exportação de frango e produziu 8,0% dos ovos do Brasil. A Salmonella spp. é o principal patógeno de alimentos em nível mundial, sendo transmitida principalmente por carne de frango e ovos. O Brasil tem uma das menores prevalências de Salmonella em produtos de origem animal do mundo e isso ocorre devido aos intensos esforços por parte do MAPA e dos abatedouros-frigoríficos. Contudo, surtos de salmonelose ainda ocorrem, sendo necessária a adoção de novas estratégias de controle, envolvendo estudos avançados. Como exemplo disso, a Análise de Risco (AR) tem sido utilizada por diferentes países para avaliar os riscos de perigos específicos em determinados alimentos, sendo amplamente aplicada no comércio internacional. O objetivo da AR é prevenir a ocorrência de DTA, através de medidas de controle factíveis em situações reais. Este método sistemático e altamente estruturado se baseia na identificação de perigos significativos, como a Salmonella em carne frango e ovos, e a avaliação científica desse problema de segurança de alimentos. Além disso, nesse processo, as opiniões de especialistas de governos, das indústrias, das universidades e da comunidade em geral são consideradas para a tomada de decisões de modo consciente e adequado. No presente estudo, a contaminação de Salmonella em carne de frango e ovos produzidos no Brasil será analisada, utilizando a estrutura de AR. Para tanto, informações científicas confiáveis, dados consistentes da realidade industrial, assim como aqueles obtidos oficialmente pelo MAPA serão considerados para a realização da avaliação de riscos associados ao consumo de frango e ovos produzidos sob inspeção federal. O objetivo desse trabalho também é identificar estratégias que possam reduzir ainda mais a prevalência de Salmonella nos abatedouros frigoríficos de frango, bem como a ocorrência de salmoneloses alimentares no Brasil.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Claudia Titze Hessel - Integrante / Leonardo Isolan - Integrante.

  • 2015 - 2018

    AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DO RISCO DE Salmonella spp. E DE Escherichia coli O157:H7 EM ALFACE NO RIO GRANDE DO SUL, Descrição: : O consumo de vegetais e de frutas tem aumentado mundialmente, bem como os surtos alimentares envolvendo esses alimentos, especialmente a alface que é o vegetal folhoso mais consumido em nível mundial. Dessa forma, o objetivo desse estudo foi realizar uma avaliação quantitativa do risco de infecções causadas por Salmonella spp. e por Escherichia coli O157:H7 a partir do consumo de alface produzida e consumida no Rio Grande do Sul, visto que esses patógenos são os mais relacionados a surtos alimentares envolvendo vegetais folhosos em nível mundial. Para melhor compreender o comportamento desses patógenos na alface, eles foram inoculados nesse vegetal separadamente e armazenados sob condições isotérmicas de 5 a 40°C para Salmonella e de 5 a 42ºC para E. coli O157:H7, bem como sob condições não isotérmicas, simulando temperaturas encontradas da colheita até a venda da alface no Rio Grande do Sul. Dados experimentais demonstraram que ambas as bactérias podem se multiplicar em todas as temperaturas examinadas. Também foi proposto um parâmetro de tempo de multiplicação insignificante (ς), o qual fornece o tempo em que a alface pode ser exposta a uma temperatura específica e não apresentar uma multiplicação expressiva. O ς foi desenvolvido com base na equação do modelo primário de Baranyi e no conceito do potencial de crescimento. ς é o valor da fase lag adicionado do tempo necessário para população microbiana aumentar 0,5 log UFC/g. O ς da alface exposta a 37 °C foi de 1,3 h, enquanto que a 5 °C foi de 3,3 dias. Além dos modelos adequados, dados de prevalência e concentração são primordiais na avaliação de risco. Assim, foi realizada uma revisão sistemática da literatura para buscar esses dados. A prevalência mundial encontrada foi de 0,041 para ambos os patógenos na alface. Já a prevalência dos países desenvolvidos foi de 0,028 para Salmonella e de 0,125 para E. coli (EHEC), enquanto que nos países em desenvolvimento foi de 0,064 para Salmonella e 0,024 para E. coli (EHEC). A concentração de Salmonella em alface, em países em desenvolvimento, variou de 4,57 a 218,78 NMP/g, e para E. coli (EHEC) a concentração foi de < 3,0 NMP/g até > 1100 NMP/g. O modelo de avaliação quantitativa de risco microbiológico foi composto por nove módulos, desde o armazenamento da alface nas fazendas produtoras até o consumo. O risco médio (baseado no cenário mais comumente encontrado no Rio Grande do Sul) de infecção por Salmonella por mês foi de 0,017, enquanto que por E. coli O157:H7 foi de 0,006. Assim, de modo geral, o risco de infecção por Salmonella é maior do que por E. coli O157:H7 quando a alface é produzida e consumida nesse estado. Todos os cenários alternativos à correta higienização da alface (lavar as folhas de alface com água potável seguido de imersão em 200 ppm de cloro livre, por 15 minutos e enxaguar com água potável) aumentaram o risco. A principal redução do risco foi identificada no cenário que considerou o uso de refrigeração em todos os módulos do modelo. Análises de sensibilidade indicaram que, além da manutenção da cadeia fria e do procedimento correto de higienização, é importante reduzir a prevalência e a concentração dos patógenos na alface, a fim de diminuir o risco de infecção por essas bactérias. Por fim, a avaliação de risco desenvolvida nessa tese pode auxiliar no desenvolvimento de estratégias de intervenção para mitigar esse risco.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / DE OLIVEIRA ELIAS, SUSANA - Integrante.

  • 2015 - 2017

    Avaliação de Estratégias de Segurança dos Alimentos Adotadas Após a Fusão de Duas Grandes Empresas de Serviço de Alimentação, Descrição: No mundo moderno é cada vez mais frequente o consumo de refeições fora do ambiente doméstico. No Brasil, legislações com foco social de proteção ao trabalhador, como a que instituiu o Programa de Alimentação do Trabalhador ? PAT, incentivam e tornam realidade a presença massiva de empresas que possuem dentro de suas instalações um restaurante responsável pelo fornecimento diário aos trabalhadores do desjejum, almoço, jantar e ceia (BRASIL, 1976). Em paralelo, tem se observado a ocorrência de surtos de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA), onde no mundo globalizado, tanto a produção de alimentos em alta escala, como a crescente rede de exportações e importações de alimentos, assim como o constante intercâmbio de viajantes através de todo o mundo, aumenta o risco desses eventos, inclusive com o envolvimento de mais de um país no processo de investigação. As DTA podem ocorrer devido a perigos físicos, químicos ou biológicos, sendo estes últimos a causa mais comum de surtos em serviços de alimentação. Apesar do crescente conhecimento científico sobre os riscos microbiológicos e suas formas de controle, ainda é expressivo o número de casos de toxinfecção alimentar, assim como o surgimento frequente de patógenos emergentes. Esses fatos têm intensificado de maneira global a importância dos sistemas de gestão da segurança dos alimentos e seus controles. No entanto, a realidade no Brasil e no mundo oferece desafios à implantação de sistemas como as Boas Práticas (BP) na manipulação dos alimentos e a Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC), que objetivam garantir a segurança dos alimentos produzidos e habilitar as empresas produtoras de alimentos às certificações em normas de segurança internacionais, como ISO 22000 e FSSC 22000. Dentre os desafios da implementação desses sistemas em serviços de alimentação se destaca a escassez da mão de obra qualificada e a sua alta rotatividade. Em contrapartida, a pressão por alta produtividade e redução de custos, com objetivo focado em resultados financeiros, é crescente na realidade do mercado atual. No entanto, as empresas já sabem que a segurança dos alimentos tem que ser garantida no mundo global, inclusive para atendimento de seus interesses econômicos, principalmente através da proteção da marca embasada em processos bem estabelecidos de gestão da segurança dos alimentos. Para o ramo de serviços de alimentação o desafio da segurança dos alimentos aumenta proporcionalmente ao volume das diferentes matérias primas que compõem o receituário de um restaurante, e mais quando se pensa em um país de proporções continentais como o Brasil, com diferentes culturas e hábitos alimentares. Além disso, as empresas de serviço de alimentação atuam de forma descentralizada, dentro de diferentes empresas que contratam seus serviços de produção de refeições para seus colaboradores, o que representa um desafio a gestão do negócio e também a gestão da segurança dos alimentos. Nesse sentido, destaca-se a proeminência do conceito de gestão de segurança dos alimentos baseado em comportamento. Uma vez que os controles necessários para garantia da segurança dos alimentos são amplamente conhecidos, assim como o fato de a indústria de alimentos, mas principalmente os serviços de alimentação, possuírem uma alta dependência de mão de obra para sua produção, não se pode ignorar a importância do fator humano, inclusive como uma das principais fontes de contaminação de alimentos. Assim, apesar de todo o conhecimento acumulado e práticas implementadas, o comportamento do manipulador de alimentos ainda é fator chave na prevenção de DTA.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Cris Rocha Pinto Magalhães - Integrante.

  • 2015 - Atual

    Modificação da superfície de aço inoxidável por implantação iônica de Prata (Ag+) a baixas energias: uma alternativa para redução da adesão de patógenos alimentares, Descrição: As superfícies de equipamentos ou utensílios que entram em contato com os alimentos durante o processo de industrialização não devem contaminá-los ou aumentar a incidência de microrganismos patogênicos. A busca pelo controle de micro-organismos patogênicos tem sido constante e abrange vários aspectos. Um aspecto importante deste controle é a investigação da adesão inicial de micro-organismos e do desenvolvimento de biofilmes em superfícies de equipamentos ou utensílios, além do desenvolvimento de materiais com propriedades antimicrobianas (KNETSCH & KOOLE, 2011). A adesão microbiana ocorre devido à deposição de microrganismos em superfícies sólidas que estejam em contato com nutrientes, como moléculas orgânicas (CHEN et al., 2013; FORSYTHE, 2013; MARKOWSKA et al., 2013; STEPANOVIC et al., 2004; CHAE & SCHARAFT, 2000). A formação de biofilmes após a adesão de patógenos em superfícies, que entram em contato com os alimentos tem sido reconhecida como um fator que pode contribuir com os surtos de infecções e intoxicações alimentares. Novas técnicas vêm sendo testadas para prevenir a adesão e permitir a remoção bacteriana, dentre elas, as que utilizam enzimas com o objetivo de degradar a matriz de substâncias poliméricas extracelulares (EPS) envolvida na adesão de micro-organismos (SCHEPER, 1997); o uso de bacteriófagos que proporcionam ação lítica e têm a capacidade de induzir a síntese de enzimas capazes de degradar polímeros e diferentes formas de alteração de superfícies (TRENTIN et al., 2014; PONCIN-EPAILLARD et al., 2013; HUNG et al., 2012; THOUVENIN et al, 2003; GOTTENBOS et al., 2002). Essas ultimas técnicas fazem uso de plasmas, lasers, feixes de íons e feixes de elétrons como fontes energéticas para alteração estrutural e/ou composicional da superfície, ou ainda para a deposição de filmes (ALVES Jr., 2001). Os materiais modificados superficialmente são aplicados numa variedade de áreas, principalmente na área da medicina e odontologia. Uma das técnicas utilizadas é a implantação iônica, que consiste em introduzir elementos químicos em regiões relativamente próximas a superfície, ao mesmo tempo em que preserva o volume e as propriedades físico-químicas do material original. Os elementos químicos introduzidos (Ag, Cu, Au, Zn e Sn), apresentam ação contra diversos microrganismos (POLITANO et al., 2013; KNETSCH & KOOLE, 2011; LIAO et al., 2010). Dentre eles, a prata (Ag+) é elemento antibacteriano mais utilizado pela técnica da implantação iônica, já que não apresenta efeito tóxico para as células humanas (GOH et al., 2014; MARKOWSKA et al., 2013; SKOVAGER et al., 2013; FENG et al., 2000). A implantação iônica é uma técnica promissora, pois apresenta características relevantes como confiabilidade e reprodutibilidade. Na implantação iônica convencional, os íons são tipicamente acelerados a energias da ordem de 10 a 500 keV. Entretanto, as limitações encontradas nos equipamentos do método de implantação iônica não possibilitam à produção industrial em larga escala, sendo que a área superficial implantada pode ser algo em torno de 4 cm² e com tempo muito longo de duração (12 a 14 horas) (JAIN & AGARWAL, 2011). No entanto, o método de implantação iônica a baixa energia em um equipamento de Ion Plating em comparação com o método convencional, tem vantagens como: alto grau de ionização, baixas energias de polarização (< 4 keV) na etapa de aceleração dos íons, diminuição no tempo de processo (< 1 h) e aumento da área superficial do material a ser modificado (~ 200 cm2).. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Letícia Sopeña Casarin - Integrante / Regina Zílio - Integrante.

  • 2014 - 2015

    ESCHERICHIA COLI O157 EM ÁGUA DE IRRIGAÇÃO NO SUL DO BRASIL: DETECÇÃO, MULTIPLICAÇÃO E SOBREVIVÊNCIA AO HIPOCLORITO DE SÓDIO, Descrição: A água de irrigação têm sido considerada a principal fonte de contaminação microbiológica de vegetais, em nível primário de produção. Escherichia coli produtoras de toxina Shiga (STEC), principalmente do sorogrupo O157, têm causado graves surtos alimentares, envolvendo muitos alimentos, dentre eles os vegetais. No Brasil, E. coli O157:H7 foi recentemente isolada na água de irrigação de propriedades rurais da região Sul, demonstrando alto risco de contaminação do produto final. Após esse isolamento, foi desenvolvido o projeto ?Baseline study about irrigation water in Brazil and Spain: Impact of microbial quality, sources, type of irrigation systems and the type of crop on the food safety of fresh products?. O estudo realizado na presente dissertação faz parte desse projeto e teve por objetivo investigar a contaminação por E. coli O157 na água de irrigação de alfaces no Sul do Brasil. Além disso, objetivou-se analisar a multiplicação desse patógeno em amostra de água de irrigação bem como sua sobrevivência ao hipoclorito de sódio. Os resultados obtidos demostram que E. coli O157 foi isolada em 19,65 % das amostras coletadas. A prevalência de E. coli O157 não foi correlacionada ao sistema de cultivo, a fonte de irrigação e ao método de irrigação. E. coli O157 isoladas de diferentes produtores foram capazes de se multiplicar em água de irrigação, atingindo populações de 6,30 ± 0,177 log UFC/mL, após 48 horas, em temperatura ambiente. Esses resultados demonstraram que altas contagens desse microrganismo podem ocorrer em açudes utilizados para irrigar folhosos. A exposição dos isolados de E. coli O157 a soluções de 2, 7 e 20 mg/L de cloro livre, ao longo de 45 minutos, reduziu aproximadamente 1,30 ± 0,66 log UFC/mL, o que não possibilitou o atingimento de níveis seguros para esse patógeno. Este estudo demonstrou a presença de E. coli O157 na água de irrigação no Sul do Brasil e sua capacidade de multiplicação nessas águas. Além disso, evidenciou que a cloração com até 20 mg/L não foi suficiente para controlar esse perigo biológico em condições possíveis de serem alcançadas nas propriedades rurais. Tais resultados reforçam a necessidade de adoção de Boas Práticas Agrícolas (BPA) para prevenir a contaminação das fontes de água de irrigação, nessas propriedades.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Claudia Titze Hessel - Integrante.

  • 2014 - 2015

    Contamination of generic E. coli, E. coli O157:H7 and Salmonella spp. on lettuces (Lactuca sativa) marketed in Southern Brazil, Descrição: Lettuce is one of the most consumed vegetable worldwide, including in Brazil, and several foodborne diseases have been transmitted by this kind of vegetable. Among the most common foodborne agents transmitted by lettuces are Salmonella and Escherichia coli. This study aimed to evaluate the contamination of generic E. coli, E. coli O157:H7 and Salmonella spp. on lettuces (Lactuca sativa) marketed in Southern Brazil. In total, 140 whole lettuce samples were analysed between September and November 2014 for the quantification of generic E. coli and the detection of the two pathogens Salmonella spp. and E. coli O157:H7. The samples were taken in different types of supermarkets and were selected in such way that they represented a low, medium and high quality market. For each class, 2 supermarkets were selected according to the visual appearance, location and size of the supermarket and categorized by street markets, medium size markets and big size supermarkets. In addition a self-assessment questionnaire was performed in each market to achieve a better understanding of the cause of the contamination. In 14.3% (20/140) of the samples, E. coli was detected with counts ranging from 1.30 until 4.75 log CFU/g. Fifteen samples were higher than 3 log CFU/g. No E. coli was detected in the medium size market, 65% of the detected E. coli was found in the street markets and 35% in the big size supermarkets. E. coli O157:H7 was not detected in all sampled lettuces. Furthermore Salmonella was present in 13.6% (19/140) of the samples. In the street markets 30.0% (12/40) was contaminated with Salmonella, 5.0% (2/40) in the medium size supermarkets and 8.3% (5/60) in the big size supermarkets. The visual quality of the lettuces were evaluated best in the big size supermarkets, followed by the medium size markets and lastly the street markets. Comparative analysis of the supermarkets types showed a significant difference of the street markets in Salmonella contamination from the other types. In terms of generic E. coli contamination, all supermarket types were significantly different from each other. No relationship was found between the temperature in the supermarket and pathogen contamination. Packaging the lettuces showed a significant lower pathogen contamination. Refrigerating the lettuces had no influence on the pathogen contamination. The high pathogen contamination was probably due to the bad quality control between the transportation from the farm to the racks of the supermarket, knowing that the pathogen contamination in the primary production was much lower. However this study showed a high occurrence of pathogens comparing to other studies. Anyhow, the results of this study shows the importance of quality control during distribution of lettuces to ensure a better microbiological food quality and safety.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Imca Sampers - Integrante / Gilles Missiaen - Integrante.

  • 2014 - 2015

    Modelling the growth of Salmonella spp. and Escherichia coli O157 on lettuce, Descrição: Salmonella spp. and E. coli O157 are important food pathogens worldwide and in several foodborne outbreaks lettuces have been identified as the food vehicle of these microorganisms. According to the Brazilian regulation, sanitized lettuces have to be stored at < 5oC if they were not consumed in less than one hour. However, lettuces hardly reach or maintain this temperature on buffets of food services. Based on these facts, this study aimed to model the growth prediction of Salmonella spp. and E. coli O157 on lettuces exposed to different temperatures. Salmonella spp. and E. coli O157 were inoculated separately on lettuce and stored at 5 (Salmonella spp. only), 10, 25 and 37°C. Growth curves were created by fitting the data to the Baranyi?s DMFit model. Secondary models were fitted with Ratkowsky equation. Experimental data showed that both Salmonella spp. and E. coli O157 grow at every temperatures examined. The lag phase for Salmonella spp. at 5°C was 60 hours. At 10°C, the lag phase for Salmonella spp. and E. coli O157 were respectively 24 and 50 hours. At 25°C, the lag phase for Salmonella spp. and E. coli O157 were respectively 2 and 3 hours. At 37°C, the lag phase for Salmonella spp. and E. coli O157 were respectively 1 and 2 hours. The maximum growth rate for Salmonella spp. at 5°C was 0.02 log CFU/h. At 10°C, the maximum growth rate for Salmonella spp. and E. coli O157 were respectively 0.05 and 0.02 log CFU/h. At 25°C, the maximum growth rate for Salmonella spp. and E. coli O157 were respectively 0.63 and 0.71 log CFU/h. At 37°C, the maximum growth rate for Salmonella spp. and E. coli O157 were respectively 0.82 and 0.79 log CFU/h. The final concentration for Salmonella spp. at 5°C was 5.82 log CFU and was reached after 300 hours. At 10°C, the final concentration for Salmonella spp. and E. coli O157 were respectively 5.96 and 5.8 log CFU, reached after 100 and 150 hours. At 25°C, the final concentration for Salmonella spp. and E. coli O157 were respectively 5.64 and 6.14 log CFU, reached after 10 and 6 hours. At 37°C, the final concentration for Salmonella spp. and E. coli O157 were respectively 8.2 and 6.80 log CFU and reached after 10 and 8 hours. In conclusion, the developed models could be used to assess the growth of both Salmonella spp. and E. coli O157 on lettuce under various temperatures, ranging from 5 to 37°C and 10 to 37°C, respectively.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Imca Sampers - Integrante / Olivier Veys - Integrante / DE OLIVEIRA ELIAS, SUSANA - Integrante.

  • 2014 - Atual

    Evaluation of Antimicrobial Activity of Nisin in Cooked Reformed Hams Against Listeria monocytogenes and Lactic Acid Bacteria, Descrição: A nisina é uma bacteriocina de classe I (lantiobióticos), descoberta em 1928 por ROGERS & WHITTIER, sintetizada por algumas cepas de Lactococcus lactis. Possui ação inibitória contra micro-organismos Gram-positivos, incluindo esporos bacterianos, mas geralmente não é ativa contra bactérias Gram-negativas, leveduras e fungos (ECONOMOU et al., 2009). A nisina foi comercializada primeiramente na Inglaterra, em 1953, e desde então foi aprovada em cerca de 50 países (ARAUZ et al., 2009; DELVES-BROUGHTON et al., 1996), sendo empregada na produção de diferentes alimentos em escala industrial (COTTER; HILL & ROSS, 2005). A FAO (Food and Agricultural Organization) e a OMS (Organização Mundial da Saúde) aprovaram o uso da nisina como um aditivo alimentar, em 1969 (DE MARTINIS et al., 2002). Nos EUA, a nisina é a única bacteriocina reconhecida como GRAS (Generally Recognized as Safe ? geralmente reconhecido como seguro) pelo FDA/EUA (1988), o qual prevê a livre utilização em queijos fundidos pasteurizados (FDA, 1988; MONTVILLE & BRUNO, 1994) sem causar nenhum dano a curto e/ou longo prazo à saúde humana (COTTER; HILL & ROSS, 2005). Por ser considerada um produto GRAS, em 2001, o FDA aprovou a nisina para ser utilizada como conservante de carnes de aves e produtos cozidos, em concentrações máximas de 0,025%, no produto acabado (FDA de 2001; US FOOD AND DRUG ADMINISTRATION, 2008). Na legislação brasileira, a nisina foi aprovada pela Divisão Nacional de Alimentos (DINAL) do Ministério da Saúde (Portaria n°6, 1990), para ser utilizada em preparados à base de queijos fundidos e em queijos fundidos em uma dose máxima de 12,5 mg/kg. A mesma dose de nisina foi liberada pelo DETEN (Departamento de Técnicas Normativas), do Ministério da Saúde, para requeijão (Portaria no 34/1992) e queijo pasteurizado (Portaria no 29/1996). Em 1998, a Divisão de Operações Industriais do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal, pertencente ao Ministério da Agricultura e do Abastecimento (MAPA), aprovou o uso de 200 ppm de nisina, na forma de spray, em solução de ácido fosfórico grau alimentício. Essa solução pode ser aplicada somente no final do processamento térmico, em superfícies externas de embutidos, mais especificamente, de salsichas de todo tipo (BRASIL, 1998). Entretanto, o uso de nisina na formulação de produtos cárneos não é permitido e a razão para essa proibição não está clara. Estudos sobre o efeito antimicrobiano de nisina em produtos cárneos são bastante controversos. Alguns trabalhos demonstraram que nisina aplicada na formulação de produtos cárneos não apresentou efeito inibitório contra alguns patógenos de origem alimentar, tais como a Listeria monocytogenes, (SOMMERS et al., 1986; CHUNG et al.,1989; BOUTTEFROY et al. 2000; CASTRO, 2002; LUCHANSKY AND CALL, 2004). Entretanto, pesquisas mais atuais demonstram (ZHANG AND MUSTAPHA, 1999; DAVIES et al., 1999; ARIYAPITIPUN et al., 2000; OFRÉ; GARRIDA; AYMERICH, 2008; KALSCHNE et al., 2014) que a nisina comercial foi capaz de controlar a multiplicação e/ou inibir a L. monocytogenes, tornando o produto seguro ao consumidor, principalmente se utilizada juntamente com outras tecnologias de barreira. Bactérias lácticas deteriorantes de produtos cárneos também podem ser inibidas pelo antimicrobiano, evitando grandes perdas pela indústria de alimentos (CALDERON et al., 1985; COLLINS-THOMPSON et al., 1985; CUTTER & SIRAGUSA, 1998 COVENTRY, et al, 1995; NATTRESS, et al.; LEMAY et al. 2002; GILL & HOLLEY, 2003; ERCOLINI et al. 2010; KALSCHNE et al., 2014). O processo de cozimento utilizado na elaboração de presunto elimina a maioria dos micro-organismos que estejam na forma vegetativa, porém pode ocorrer recontaminação nas etapas de fatiamento e embalagem. Esse projeto objetiva avaliar o efeito da Nisina sobre L. monocytogenes presente em presunto cozido.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Patrícia S. Malheiros - Integrante / Daniela Laranja - Integrante / Marcelo João - Integrante.

  • 2014 - Atual

    Imobilização de bacteriófagos em copolímero de etileno-acetato de vinila (EVA) para o controle de Pseudomonas aeruginosa em água mineral, Descrição: Nos últimos anos, as preocupações com a qualidade e segurança de águas para o consumo humano motivou um expressivo crescimento do setor de águas minerais, tanto em nível mundial, quanto em território nacional. No Brasil, em decorrência à associação com hábitos de vida saudáveis e inocuidade, o consumo de água mineral vem aumentado em diversos segmentos, como por exemplo, em residências, serviços de alimentação, Indústrias e hospitais. Devido a problemas em sua extração e envase, águas minerais podem ser contaminadas por micro-organismos não permitidos pela Legislação Brasileira, como é o caso de Pseudomonas aeruginosa, uma bactéria de origem ambiental, a qual tem sido utilizada para verificar as condições higiênico-sanitárias desses produtos. O controle P. aeruginosa tem sido responsável por expressivos investimentos por parte das indústrias de água mineral. Mesmo assim, muitas vezes, esse produto acaba sendo contaminado e, portanto, torna-se inadequado para o consumo humano. Além disso, P. aeruginosa pode aderir nas superfícies das embalagens, sendo difícil de ser removida por meio permanecendo após os processos de higienização de galões de água mineral. Embora a P. aeruginosa dificilmente cause doença em pessoas sadias, esse microrganismo é um dos mais importantes agentes de infecção hospitalar e, a preocupação é ainda maior, devido ao fato de que muitas cepas são resistentes a antimicrobianos. Alternativas tecnológicas vêm sendo desenvolvidas para o controle da multiplicação e aderência bacteriana, dentre elas o biocontrole por meio da utilização de bacteriófagos. Estes vírus têm sido utilizados na formulação de sanitizantes para o controle da contaminação bacteriana, tanto na área hospitalar, quanto, mais recentemente, nas indústrias de alimentos. Nos últimos anos, o Laboratório de Microbiologia e Controle de Alimentos, do ICTA/UFRGS, tem atuado na prevenção da contaminação de águas minerais, através de capacitações técnicas ministradas às indústrias e aos órgãos de regulação. Esse Laboratório também auxiliou na elaboração da Legislação RDC 173/2006, na ANVISA, a qual dispõe sobre o Regulamento Técnico de Boas Práticas para Industrialização e Comercialização de Água Mineral Natural e de Água Natural. Apesar dessas iniciativas, a contaminação de águas minerais por P. aeruginosa continua sendo um grave problema para as indústrias de água mineral, necessitando de alternativas para o seu controle. Neste sentido, o presente Projeto objetiva o biocontrole de P. aeruginosa em galões de 20 litros de água mineral, através da utilização de bacteriófagos a serem imobilizados nos vedantes de suas tambpas.  . , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Júnia Capua de Lima Novello - Integrante / Otávio Bianchi - Integrante / Joana Azeredo - Integrante / Sanna Sillankorva - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

  • 2013 - Atual

    Baseline study about irrigation water in Brazil and Spain: Impact of microbial quality, sources, type of irrigation systems and the type of crop on the food safety of fresh products, Descrição: Brazil and Spain are among the most important fresh product producers worldwide and the microbial safety of Brazilian and Spanish vegetable products is essential for internal consumption and international market. Water on the produce fields, either from irrigation or flooding, can have an expressive effect on the produce contamination (Park et al., 2012), indicating that the control of its microbiological quality and way of use assume great importance. Increasing evidence of contamination of produce from irrigation water and increasing scarcity in water resources leave little doubt about the need to pay more attention to the fate and transport of pathogens in irrigation water (Pachepsky et al., 2011). Currently, no databases on microbial quality of irrigation water have been compiled effectively in Brazil and Spain and many doubts still exist about the influence of water sources, type of irrigation systems and type of irrigated crops on the safety of fresh products. For example, only few studies have demonstrated the risk for microbial contamination in fruits and vegetables at the preharvest level with naturally contaminated irrigation water. As far as we know, only few studies demonstrated that naturally contaminated irrigation water significantly increased the occurrence of pathogens in plants (Cai et al., 1988; Manas et al., 2009; Melloul et al., 2001). Therefore, no information is currently available regarding the prevalence of pathogens in fresh produce when different irrigation water sources are applied, indicating that an additional research is critical to enhance our understanding of produce safety hazards and to develop measures needed to minimize them. Usually, the prevalence of foodborne pathogens in environmental water have been previously addressed by qualitative testing for the presence or absence of human pathogens or quantitative testing of indicator microorganisms. For instance, high numbers of generic Escherichia coli has been frequently liked to a higher probability of the presence of pathogens Based on these facts, this study aimed to allow identifying, in specific production areas of different countries, the potential risks associated to the use of different water sources with different irrigation systems and crops.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Rochele de Quadros Rodrigues - Integrante / Ana Allende - Integrante.

  • 2012 - 2015

    Contaminação microbiológica e avaliação da segurança de alfaces na prdução primária e varejo, Descrição: Nos últimos anos, o aumento na associação entre vegetais frescos e surtos alimentares trouxe a preocupação sobre a contaminação de vegetais com bactérias patogênicas (TAUXE et al., 1997; JAMES, 2007). Uma diversificação das dietas nos países desenvolvidos tem aumentado a demanda e o consumo de alimentos de alto valor, como frutas e vegetais (JAWAHAR & RINGLER, 2009) e tem aumentado o número de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA) causadas por bactérias entéricas associadas a produtos frescos (BEUCHAT, 1996; HARRIS et al., 2003; SIVAPALASINGAM et al., 2004; DELAQUIS et al., 2007). Entre 1996 e 2005, o consumo de vegetais folhosos aumentou em 9% se comparado à década anterior, porém, os surtos alimentares associados a vegetais folhosos aumentaram em 38,6% (HERMAN et al., 2008). Patógenos como Escherichia coli O157:H7 e Salmonella spp. têm sido identificados como os principais agentes etiológicos desses surtos (STINE et al., 2005). Há a hipótese de que, em cada estágio da cadeia de suprimento de alimentos, fatores naturais, humanos e ambientais possam influenciar os tipos de contaminantes microbiológicos nos produtos frescos (BEUCHAT & RYU, 1997, JAMES, 2007). Atualmente na Europa, está sendo utilizada uma ferramenta para o diagnóstico da segurança de alimentos chamada de Esquema da Avaliação Microbiológica (Microbiological Assessment Scheme, MAS). Essa ferramenta baseia-se na análise de microrganismos indicadores em um número restrito de amostras coletadas nos produtores, a partir de locais considerados críticos para a segurança de produtos específicos (LUNING et al., 2011; JACXSENS et al., 2009). Na área rural de Porto Alegre há muitas propriedades rurais que produzem alimentos de origem vegetal, permitindo que a capital gaúcha seja uma das cidades brasileiras com maior área produtiva de hortifrutigranjeiros do país. Nessas propriedades, há um forte perfil agroecológico de produção. Esta singularidade é reforçada pela presença do patrimônio natural preservado, formando um cenário de valor cultural, estético e recreativo de grande potencialidade para o turismo que vem se fortalecendo como alternativa de manutenção da área rural produtiva e também de conservação dos espaços naturais. Entre os atrativos da Rota Turística dessa região, estão sítios de lazer, propriedades de produção agroecológica, agroindústrias familiares, vinícolas, hotelarias, cantinas de produtos coloniais, onde as atividades do turismo vêm gerando significativo incremento na renda das famílias. Além de gerar emprego e renda, há o resgate da auto-estima dos envolvidos, a revitalização do espaço rural pela valorização do trabalho do homem no campo e dos produtos da terra, alternativa para a manutenção da área rural produtiva, conservação dos espaços naturais e da biodiversidade, melhorias na qualidade de vida das comunidades da zona sul da capital. É neste sentido que a qualidade e a segurança dos alimentos produzidos nessas propriedades assume grande importância, pois vários produtos produzidos são comercializados têm despertado o interesse, cada vez maior, dos portoalegrenses e turistas de várias partes dp Estado que visitam esses locais. Os consumidores salientam a confiança que sentem nestes produtos e apontam como atributos a qualidade, o sabor, que crêem ter origem na forma artesanal de fazer, nas receitas de família perpetuadas pela aprovação dos consumidores. Dentre esses produtores há o cultivo de hortaliças e frutas. São em torno de 90 famílias que produzem verduras e comercializam nas feiras e supermercados do Estado. Há também o processamento de produtos vegetais, como conservas vegetais, pastas e temperos, geléias, vegetais minimamente processados, produtos fermentados, produtos à base de soja, entre outros. Apesar dos muitos fatores positivos relacionados a esses produtores, muitos deles não são regularizados e não contam com apoio técnico para. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Sabrina Bartz - Integrante / BENDER, RENAR JOÃO - Integrante.

  • 2012 - 2014

    AVALIAÇÃO MICROBIOLÓGICA E DE FATORES CLIMÁTICOS NA PRODUÇÃO DE ALFACES DESTINADAS À ALIMENTAÇÃO ESCOLAR EM PROPRIEDADES DA AGRICULTURA FAMILIAR NO SUL DO BRASIL, Descrição: A alface é uma das hortaliças mais consumidas no Brasil. Várias escolas públicas do Estado do Rio Grande do Sul, sul do Brasil, ofertam esse vegetal no cardápio da alimentação escolar, no intuito de oferecer uma alimentação mais equilibrada, rica em nutrientes e fibras. A partir de junho de 2009, quando foi promulgada a Lei nº 11.947, foi determinado que pelo menos 30% dos recursos financeiros da alimentação escolar deveriam ser investidos na aquisição de alimentos produzidos pela agricultura familiar. No entanto, as condições higiênico-sanitárias dessas propriedades, assim como, a qualidade microbiológica de alfaces nelas produzidas, ainda são pouco conhecidas. Com base nisso, o objetivo desse trabalho foi investigar a qualidade microbiológica e os fatores climáticos na produção de alfaces destinadas à alimentação escolar em propriedades da agricultura familiar, no Sul do Brasil. Participaram deste estudo quatro propriedades rurais produtoras de alfaces convencionais destinadas a 159 escolas municipais do Rio Grande do Sul. Durante o período de julho/2013 a abril/2014, cada propriedade foi visitada de 3 a 5 vezes, quando foram coletadas e analisadas amostras de alface, solo, adubo químico e orgânico, água de irrigação e água de lavagem, além da temperatura das águas. Também foram coletados parâmetros climáticos como precipitação, temperatura, radiação solar e umidade relativa. Os resultados demonstraram altas contagens de Escherichia coli variando de 3,51 a 5,57 log 10 UFC/g (83.3%) em adubos orgânicos, além da presença de Salmonella Cerro em uma das amostras, sugerindo falhas no controle do tempo de compostagem. As amostras de solo demonstraram altas contagens de E. coli, variando de Não Detectado (ND) a 3,83 log 10 UFC/g (7.4%), nos produtores que utilizaram adubos orgânicos. Uma amostra de solo coletada em uma propriedade que utilizava adubo químico demonstrou baixas contagens de E. coli e a presença de S. Cerro. As amostras de água de irrigação demonstraram contagens de coliformes termotolerantes, variando de ND até 23 NMP/100mL. As maiores contagens foram provenientes de água de açude, enquanto que as menores vieram de água de rio e fonte natural, localizada no alto de uma colina. As amostras de água de lavagem também demonstraram quantidades variadas de coliformes termotolerantes, sendo que as menores contagens foram obtidas em águas oriundas de poço artesiano e as maiores do mesmo açude das águas de irrigação citadas acima. Nenhuma amostra de água demonstrou Salmonella spp ou E. coli O157:H7. Dentre as 54 amostras de alface, apenas 08 demonstraram E. coli, com contagens de ND a 3,43 log 10 UFC/g (14.8%). Apenas uma amostra de alface apresentou S. Cerro, a qual foi coletada em propriedade que também apresentou esse sorovar de Salmonella em adubo orgânico. De forma geral, a precipitação foi baixa (0,43 a 0,86 mm), a umidade relativa foi alta (82 a 90,2%), a temperatura foi variável (13,3ºC a 22,9ºC), assim como a radiação solar (10,64 a 670kjm2). As análises estatísticas demonstraram que quando a radiação solar foi alta houve influência significativa nas contagens de coliformes totais nas amostras de alface e solo, as quais apresentaram contagens mais altas. Já as contagens de coliformes termotolerantes nas amostras de água de irrigação apresentaram contagens mais baixas, quando a radiação solar foi alta. Os resultados demonstram a existência de fontes de contaminação microbiológicas ao longo da cadeia produtiva de alface destinada à alimentação escolar do Sul do Brasil. Embora a contaminação das alfaces tenha sido baixa, destaca-se a necessidade de controle do tempo de compostagem de adubos orgânicos, a utilização de água de irrigação de boa qualidade e uso de água de lavagem potável. Além disso, destaca-se a necessidade de higienização adequada desses folhosos, antes de seu consumo, principalmente devido ao público-alvo. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Elis Regina Alfama - Integrante.

  • 2010 - 2014

    VEG-I-TRADE, IMPACT OF CLIMATE CHANGE AND GLOBALIZATION ON SAFETY OF FRESH PRODUCT ? GOVERNING A SUPPLY CHAIN OF UNCOMPROMISED FOOD SOVEREIGNTY, Descrição: Projeto com parceria de 25 Instituições de pesquisa no mundo para investigar as influências das mudanças climáticas na segurança de produtos vegetais frescos. O Projeto é Coordenado pela Universidade de Gent, na Bélgica e a UFRGS participa através dos Professores Renan João Bender (Faculdade de Agronomia) e Eduardo César Tondo (ICTA/UFRGS). O Projeto é regulado pelo: REGULATION (EC) No 1906/2006 OF THE EUROPEAN PARLIAMENT AND OF THE COUNCIL of 18 December 2006 laying down the rules for the participation of undertakings, research centres and universities in actions under the Seventh Framework Programme and for the dissemination of research results (2007-2013) hereinafter referred to as Rules for Participation and the European Commission Grant Agreement, adopted on 10 April 2007, hereinafter referred to as the Grant Agreement or EC-GA and Annex II adopted on 10 April 2007, hereinafter referred to as Annex II of the EC-GA e contará com a investigação microbiológica de diferentes produtos vegetais de diferentes países.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Integrante / Renan João Bender - Coordenador.

  • 2009 - 2012

    IMPLANTAÇÃO DE UM CENTRO COLABORADOR EM DEFESA AGROPECUÁRIA PARA AVALIAÇÃO DE RISCOS MICROBIOLÓGICOS EM PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL (CDA-ARMPOA), Descrição: Projeto Aprovado pelo Edital CNPQ/MAPA/SDA NO 64/2008. O Acordo de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias da OMC estabelece que, em relação os perigos microbiológicos em alimentos, a análise de risco é a ferramenta indicada para proteger a saúde dos consumidores e garantir práticas equitativas no comércio nacional e internacional. Segundo o Codex Alimentarius, uma análise de risco é constituída de três elementos: avaliação de risco microbiológico, gestão do risco avaliado e comunicação do risco às partes interessadas. A avaliação de risco é um processo com base científica, constituído de quatro etapas: (i) identificação do perigo, (ii) caracterização do perigo, (iii) avaliação da exposição e (iv) caracterização do risco. A identificação e caracterização do perigo dependem de dados sobre prevalência, nível de contaminação e características de virulência do perigo considerado. A avaliação da exposição estima o número real dos perigos microbiológicos no alimento no momento do consumo, baseando-se em modelos preditivos matemáticos que integram dados sobre multiplicação, sobrevivência, inativação dos microrganismos a diferentes condições ambientais, recontaminação e quantidade de alimento consumido. Por fim, a caracterização do risco envolve a integração dos resultados da identificação do perigo, caracterização do perigo e avaliação da exposição para obter uma estimativa do risco. No Brasil, avaliações de riscos microbiológicos em alimentos são ainda incipientes e limitadas a alguns grupos isolados de pesquisa na área de segurança e inocuidade de alimentos. Este projeto propõe a implantação de um Centro Colaborador em Defesa Agropecuária para Avaliação de Riscos Microbiológicos em Alimentos de Origem Animal (CDA-ARMPOA), através da integração das competências científicas e laboratoriais já estabelecidas no país, de forma a subsidiar o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e o setor produtivo nas tomadas de decisão. Esta integração inclui a formação de recurs. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (8) . , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Integrante / Wladimir Padilha da Silva - Integrante / Bernadette D.G.M. Franco - Coordenador / Mariza Landgraf - Integrante / Destro, M. T. - Integrante / Beatriz E.C. Guth - Integrante / Luis Augusto Nero - Integrante / José Paes A.N. Pinto - Integrante.

  • 2009 - 2011

    Investigação de Salmonella spp. e Microrganismos Indicadores em abatedouro frigorífico, Descrição: O Brasil é um dos principais exportadores de carne bovina no mundo. A pecuária de corte e a exportação de carne bovina são muito importantes para o agronegócio brasileiro. Devido a sua importância no mercado internacional e as exigências dos importadores, o padrão de qualidade da carne bovina brasileira tem que atender várias exigências internacionais para ser vendida a outros países. Uma das exigências mais importantes é a qualidade microbiológica dos produtos. No caso de Salmonella, a maioria dos países importadores exige a ausência deste microrganismo nos produtos comercializados. O Acordo de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias da OMC estabelece que, em relação ao controle dos perigos microbiológicos em alimentos, a Análise de Risco (Risk Assessament) é a ferramenta indicada para proteger a saúde dos consumidores e garantir práticas equitativas no comércio nacional e internacional. Segundo o Codex Alimentarius, uma Análise de Risco é constituída de três elementos: 1) avaliação de risco microbiológico, 2) gestão do risco avaliado e 3) comunicação do risco às partes interessadas. A avaliação de risco é um processo com base científica, constituído de quatro etapas: (i) identificação do perigo, (ii) caracterização do perigo, (iii) avaliação da exposição e (iv) caracterização do risco. A identificação e caracterização do perigo dependem de dados sobre prevalência, nível de contaminação e características de virulência do perigo considerado. Neste projeto será investigada a prevalência de Salmonella spp. e microrganismos indicadores em carcaças bovinas durante o processamento em abatedouro-frigorífico. Os dados obtidos nessa investigação farão parte de uma Análise de Risco para carne bovina brasileira a ser realizada em conjunto com outros laboratórios do país. Os experimentos serão direcionados para a avaliação de risco da Salmonella spp. em diferentes pontos do processo de abate de bovinos, enfocando os níveis de contaminação, sorovares prevalentes, fatores de vi. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Fabiana Fernanda Pacheco da Silva - Integrante.

  • 2009 - 2010

    Investigação de Escherichia coli O157:H7 e outras Escherichia coli em cozinhas industriais, Descrição: Projeto vinculado ao PPGCTA. As Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA) ocorrem após a ingestão de alimentos contaminados por agentes biológicos ou químicos. Apesar dos esforços para o controle dessas doenças, o número de casos de DTA vem aumentando em diferentes partes do mundo, inclusive no Brasil. As cozinhas industriais compõem um dos segmentos mais importantes dos serviços de alimentação. Por fornecerem refeições para funcionários das mais diversas indústrias, a qualidade e segurança de suas preparações tem influência direta em saúde pública e na força produtiva de uma região. O elevado número de refeições, a diversidade das preparações, assim como a falta de treinamento adequado dos manipuladores, tornam essas cozinhas fontes potenciais de DTA. Uma das formas mais frequentemente utilizadas para a investigação da qualidade microbiológica das preparações de cozinhas industriais é a investigação de microrganismos específicos. Dentre as técnicas empregadas, a pesquisa de Escherichia coli (E. coli) tem sido amplamente utilizada como indicador da qualidade higiênico-sanitária de instalações, equipamentos e utensílios utilizados na preparação dos alimentos. Ainda que muitas E. coli não causem gastrenterites, algumas linhagens podem causar severas doenças, como é o caso da E. coli O157:H7. Nos últimos anos, esse microrganismo vem ganhando notoriedade mundial, devido ao seu envolvimento com graves surtos alimentares em diversos serviços de alimentação. Dentre as síndromes causadas pela E. coli O157:H7 destacam-se a colite hemorrágica, onde os pacientes sofrem de intensas dores abdominais e diarréia sanguinolenta, e a Síndrome Hemolítica Urêmica (SHU ou HUS), que causa anemia hemolítica e falha renal aguda, levando freqüentemente à morte. Muitos casos de enfermidades causadas por E. coli O157:H7 têm sido reportados nos Estados Unidos, Austrália, Itália, Chile e Argentina, sendo que diversos casos de HUS também têm sido associados a linhagens não pertencentes ao s. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Josete Baialardi Silveira - Integrante.

  • 2009 - 2010

    Investigação de Listeria monocytogenes e microrganismos indicadores em carcaças bovinas durante o abate, Descrição: Projeto vinculado ao PPGMAA/UFRGS. Listeria monocytogenes (L. monocytogenes) é um microrganismo que emergiu nos últimos anos como um importante agente de Doença Transmitida por Alimentos (DTA). A listeriose alimentar caracteriza-se principalmente por septicemia, meningite e, nos casos mais graves, meningoencefalite, acometendo principalmente idosos, crianças, gestantes e pessoas imunodeprimidas. Devido à alta taxa de mortalidade, essa doença vem despertando atenção especial das autoridades governamentais e da comunidade científica da área de alimentos. A carne bovina é uma excelente fonte de proteínas de alto valor biológico, de vitaminas do complexo B e de minerais essenciais (especialmente ferro e zinco), sendo muito utilizada na alimentação humana. As condições sanitárias deficientes durante o abate dos animais, cozimento inadequado, armazenamento impróprio e falta de higiene no preparo dos produtos cárneos são fatores que podem predispor os indivíduos a listerioses alimentares. Além disso, a presença de microrganismos patogênicos em alimentos, muitas vezes, significa uma barreira para as exportações, influenciando significativamente na economia do país. Neste contexto, as L. monocytogenes são atualmente uma grande preocupação para as indústrias de carne e órgãos de fiscalização. O meio científico foi despertado para o perigo da listeriose após diversos surtos que ocorreram na década de 80 na América do Norte e Europa. Em seguida, diversos surtos também foram registrados em diferentes partes do mundo, demonstrando a severidade da L. monocytogenes transmitida por alimentos. Embora no Brasil ainda não haja relatos comprovados de surtos de listeriose alimentar, muitos trabalhos publicados relatam a presença do microrganismo em alimentos brasileiros, sendo que a carne tem sido apontada como um dos principais vetores potenciais de listeriose. Os estudos e procedimentos para isolamento e enumeração de L. monocytogenes em alimentos têm aumentado muito nos últimos a. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador.

  • 2008 - 2011

    INVESTIGAÇÃO DA EXPRESSÃO DE GENES DE RESISTÊNCIA E VIRULÊNCIA DE SALMONELLA ENTERITIDIS ENVOLVIDAS EM SURTOS ALIMENTARES OCORRIDOS NO RIO GRANDE DO SUL, Descrição: Projeto vinculado ao PPGMAA e Universitá di Sassari, Itália. A Salmonella é responsável por sérios problemas de saúde pública e significativas perdas econômicas, em todo o mundo. No Rio Grande do Sul (RS), a Salmonella tem sido identificada como o principal microrganismo responsável pelas Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA), na última década (SES/RS). Embora diversos sorovares de Salmonella tenham sido encontrados em diferentes alimentos no RS, o sorovar S. Enteritidis tem sido identificado como o causador de mais de 90% das Salmoneloses alimentares investigadas pela Secretaria de Saúde do Estado, nos últimos anos. Sabendo que todos os sorovares de Salmonella são potencialmente patogênicos, o estudo das características que permitem que apenas o S. Enteritidis provoque a maioria das Salmoneloses no RS torna-se de grande interesse, sendo o foco do presente projeto de pesquisa. Em trabalhos anteriores realizados no Laboratório de Microbiologia de Alimentos do ICTA/UFRGS, foi possível identificar a presença do gene spvR (Salmonella Plasmid Virulance) em 82,7% das S. Enteritidis envolvidas em Salmoneloses alimentares ocorridas no RS, em 1999 a 2000 (Geimba et al., 2004). Os mesmos microrganismos, adicionados daqueles isolados em 2001 e 2002, também foram caracterizados segundo sua resistência a antimicrobianos, demonstrando altas porcentagens de sensibilidade à maioria das drogas testadas, exceto ácido nalidíxico, estreptomicina e gentamicina (Geimba et al., 2005; Oliveira et al., 2006). Confirmando a baixa variabilidade desses isolados, foi realizada a caracterização genotípica, por PCR-ribotipificação e seqüenciamento de DNA, das linhagens isoladas em 1999 e 2000 e por PCR-ribotipificação e RAPD, das linhagens isoladas em 2001 e 2002. Os resultados dos experimentos demonstraram que apenas uma linhagem de S. Enteritidis esteve envolvida em mais de 95% das Salmoneloses ocorridas no RS (Geimba et al., submetido; Oliveira et al., 2007). Atualmente, linhagens de S. Ent. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Marisa CArdoso - Integrante / Ana Carolina Ritter - Integrante / Pieta, Luiza - Integrante / Salvatore Rubino - Integrante.

  • 2008 - 2010

    AVALIAÇÃO DA CONTAMINAÇÃO MICROBIOLÓGICA E PROCEDIMENTOS DE HIGIENIZAÇÃO DE ESPONJAS UTILIZADAS EM SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO, Descrição: As Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA) são consideradas como um sério problema de saúde pública (DANELON; SILVA, 2007). Os alimentos podem contaminar-se mediante contato com manipuladores, equipamentos, utensílios e superfícies insuficientemente limpas, podendo ocasionar os surtos de DTA. Segundo Kusumaningrum et al. (2003) a presença de microrganismos nas superfícies pode favorecer a contaminação cruzada entre o ambiente e alimentos. As esponjas são consideradas um dos principais responsáveis potenciais pela contaminação das superfícies e utensílios utilizados na preparação dos alimentos, uma vez que as mesmas podem propiciar a transferência de quantidades significativas de microrganismos como a Salmonella Enteritidis, Staphylococcus aureus e Campylobacter jejuni (KUSUMANINGRUM et al., 2003). As indústrias de alimentos e serviços de alimentação têm utilizado freqüentemente as esponjas no intuito de eliminar resíduos provenientes do processamento de alimentos. Segundo Srebernich et al. (2005), durante esses processos, resíduos juntamente com água retida nas esponjas podem favorecer o crescimento de microrganismos. Dados obtidos por Srebernich et al. (2007) demonstram que as esponjas oriundas de cozinhas de unidades de alimentação e nutrição da região de Campinas-SP apresentavam contaminação por coliformes totais e E. coli, com variação de 105 a >108 UFC/esponja e contaminação elevada por S. aureus (1,0 X 10 a 8,4 X 104 UFC/esponja). Esses dados comprovam a idéia de Mattick et al. (2003), que as esponjas utilizadas nos processos de lavagem são freqüentemente contaminadas com patógenos, ressaltando que as mesmas estão associadas aos casos de contaminação cruzada entre alimentos e ambiente. Nesse sentido, avaliar a contaminação microbiológica das esponjas e sugerir técnicas específicas para a higienização das mesmas são assuntos bastante importantes, principalmente porque dificilmente as esponjas deixarão de ser utilizadas em serviços de alimentação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Eliandra Rossi - Integrante.

  • 2008 - 2009

    Avaliação de formação e remoção de biofilme em equipamentos com diferentes desenhos sanitários para indústrias de alimentos, Descrição: Projeto vinculado ao PPGMAA. No Estado do Rio Grande do Sul foram notificados 3200 surtos alimentares entre os anos de 1980 a 2006, expondo mais de 286.000 pessoas (DVS/RS). Evitar que esses surtos ocorram é um dos objetivos fundamentais dos órgãos fiscalizadores e das indústrias de alimentos. São muitas as ações e os meios que estas indústrias dispõem para alcançar este objetivo. Como ponto de partida fundamental, devem ser mantidas condições de trabalho higiênico-sanitárias de maneira a minimizar os riscos de contaminação cruzada no seu processo produtivo, evitando-se que o produto acabado chegue até o cliente/consumidor fora dos padrões sanitários estabelecidos. A formação de biofilmes tem grande importância nas indústrias de alimentos, uma vez que pode dificultar a higienização das superfícies que entram em contato com o alimento, propiciando a contaminação cruzada e, conseqüentemente a ocorrência de surtos. A maioria dos microrganismos em seus habitats naturais está aderida a superfícies, indicando vantagem do crescimento dos microrganismos em biofilmes. Entretanto, para evitar a formação de biofilmes, os equipamentos e utensílios utilizados na produção de alimentos devem cumprir as normas de design higiênico tais como: fácil desmontagem, serem construídos com materiais inertes, que não contaminem ou sejam atacados pelos produtos; não devem possuir cantos ou bordas de difícil acesso para limpeza ou que permitam acúmulo de resíduos. As soldas são consideradas críticas no design higiênico e soldas de baixa qualidade contribuem muito com problemas higiênicos, por uma maior retenção de produtos em suas fendas e rugosidades, além de dificultar as etapas de limpeza e desinfecção. Além do design higiênico e da qualidade das soldas, a escolha de desinfetantes para a etapa da desinfecção de equipamentos deve ser precedida de uma análise detalhada, levando-se em conta aspectos como uso autorizado do produto pela legislação, grau de toxicidade, poder corrosivo, efeito r. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Roberta Fogliatto Mariot - Integrante.

  • 2007 - 2008

    Comparação da capacidade de invasão intestinal de diferentes sorovares de Salmonella, Descrição: Projeto vinculado ao PPGMAA. A Salmonella é uma das bactérias mais amplamente estudadas em termos de fisiologia, genética, estrutura celular e desenvolvimento. Além disso, esse patógeno tem sido apontado como a principal causa bacteriana de gastrenterites em diferentes partes do mundo. Este microrganismo pode infectar animais e humanos, sendo o seu reservatório primário o trato intestinal de animais. No Rio Grande do Sul (RS), Salmonella spp. têm constituído a maior causa de DTA, nos últimos anos. Embora diversos sorovares de Salmonella vêm sendo isolados de diferentes alimentos, o sorovar S. Enteritidis tem sido o principal envolvido nas salmoneloses alimentares, no RS. As razões pelas quais praticamente apenas esse sorovar tem sido isolado de alimentos envolvidos em surtos alimentares ainda não estão totalmente compreendidas e são um dos propósitos do presente projeto de pesquisa. Diversos estudos durante a década passada, a respeito da virulência de Salmonella demonstraram avanços na compreensão da interação patógeno-hospedeiro, porém, muitas questões ainda permanecem sem o devido esclarecimento. No entanto, modelos animais têm sido muito úteis e requeridos para o estudo dos mecanismos de patogenicidade que envolvem o gênero Salmonella. Nesse sentido, o presente estudo objetiva investigar a capacidade de invasão intestinal de diferentes sorovares de Salmonella, dentre eles um representante de S. Enteritidis envolvido em surto alimentar ocorrido no RS.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Karla Joseane Perez - Integrante.

  • 2007 - 2008

    Isolamento, Identificação e Caracterização de Shigella envolvidas em surtos alimentares ocorridos no Rio Grande do Sul, Descrição: Projeto vinculado ao PPGCTA. Quantificações a respeito dos gastos e dos impactos econômicos causados pelas DTA são dificilmente encontradas na literatura especializada, porém é sabido que essas doenças representam um sério problema de saúde pública, além de acarretar em expressivos gastos monetários. Muitos casos de DTA não são notificados, pois seus sintomas são geralmente confundidos com gripes ou se apresentam como discretas diarréias e vômitos, prejudicando o estudo das DTA. Outro fator que contribui com o pouco conhecimento a respeito dessas doenças é a falta de obrigatoriedade de pesquisa por parte da legislação, como no caso da Shigella. As disenterias causadas por Shigella constituem um importante problema de saúde em países industrializados e em desenvolvimento. No Brasil existem poucos relatos de shigeloses, o que talvez possa ser atribuído ao fato de que nenhuma legislação atual vigente solicite a pesquisa de Shigella em águas ou alimentos. Mesmo assim, segundo dados da FEPPS/LACEN/RS, esse microrganismo tem sido freqüentemente isolado a partir de fezes de pacientes com diarréia no Estado do Rio Grande do Sul (RS). Adicionado a isso, é sabido que a Shigella apresenta características fenotípicas muito semelhantes à Salmonella, a qual é o principal agente causador de DTA no RS. Tal semelhança pode possibilitar que surtos causados pela Shigella sejam atribuídos à Salmonella. Em vista disso, o objetivo deste trabalho é isolar, identificar e caracterizar Shigella envolvidas em surtos alimentares ocorridos no Rio Grande do Sul.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Cheila minéia Daniel de Paula - Integrante., Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Bolsa.

  • 2007 - 2008

    Avaliação da contaminação microbiológica e eficiência de processos de higienização de panos de limpeza, Descrição: Projeto vinculado ao PPGCTA. A incidência de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA) vem aumentando em todo o mundo, inclusive no Rio Grande do Sul (RS), ocasionando problemas de ordem social e econômica. No RS, dentre as principais causas identificadas de DTA estão a manutenção dos alimentos em temperatura inadequada, manipulação inadequada de alimentos, higienização deficiente de equipamentos e utensílios e contaminação cruzada. Embora grande parte dos surtos investigados venha ocorrendo em residências, uma porcentagem praticamente igual de surtos têm ocorrido em estabelecimentos comerciais, os quais muitas vezes apresentam condições bastante precárias para a produção segura de alimentos. A faixa etária mais envolvida nas DTA tem sido de pessoas com idade entre 15 e 50 anos, sugerindo referir-se à população economicamente ativa, que freqüentemente realiza refeições fora de casa, enfatizando, mais uma vez, o envolvimento de estabelecimentos comerciais nos surtos alimentares. No RS a utilização de panos de limpeza nesses estabelecimentos é bastante comum. Esses panos são utilizados muitas vezes como auxiliares nos processos de limpeza e higienização, porém podem transferir bactérias para mãos de manipuladores e superfícies que entram em contato com alimentos, podendo ser importantes fontes de contaminação. Além disso, o uso por tempo prolongado, sem procedimento de higienização adequado, pode aumentar ainda mais a possibilidade de contaminação cruzada. Em vista disso, uma investigação sobre a quantidade de bactérias que podem estar presentes nestes panos, bem como o procedimento adequado de higienização dos mesmos, pode contribuir para a diminuição do número de surtos de DTA, além de dar maior embasamento aos procedimentos de Boas Práticas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Sabrina Bartz Penteriche - Integrante., Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Bolsa.

  • 2006 - 2007

    Investigação das características fisiológicas e presença de genes de virulência/resistência em Salmonella Enteritidis causadora de surtos alimentares ocorridos no Rio Grande do Sul e outros sorovares de Salmonella, Descrição: Projeto vinculado ao PPGCTA. A Salmonella é responsável por sérios problemas de saúde pública e significativas perdas econômicas, sendo reconhecida como um dos principais agentes de infecção alimentar em todo o mundo. No Rio Grande do Sul (RS), a Salmonella tem sido reconhecida como o principal microrganismo responsável pelas Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA), nos últimos 11 anos. Embora diversos sorovares de Salmonella tenham sido encontrados em diferentes alimentos no RS, o sorovar S. Enteritidis tem sido identificado como o causador da grande maioria das salmoneloses alimentares investigadas pela Secretaria de Saúde do Estado, nos últimos anos. Com base no fato de que todos os sorovares de Salmonella são potencialmente patogênicos, o estudo das características que permitem que apenas a S. Enteritidis provoque a maioria das salmoneloses no RS, torna-se de grande interesse, sendo o foco do presente projeto de pesquisa. Nesse sentido, um melhor entendimento sobre características fisiológicas como a taxa de crescimento, resistência térmica e ácida, assim como a presença de genes envolvidos em mecanismos de virulência e/ou resistência de linhagens patogênicas de S. Enteritidis, pode ser um passo importante na prevenção das salmoneloses no Estado. Dando seqüência aos trabalhos de nosso grupo de pesquisa, o qual identificou genotipicamente uma linhagem de S. Enteritidis envolvida em mais de 95% dos surtos do RS, desde 1999, pretende-se comparar um representante dessa linhagem com demais sorovares de Salmonella, porém que não tenham sido isolados de surtos alimentares, a fim de investigar as possíveis diferenças que tenham permitido à S. Enteritidis o seu destaque como patógeno alimentar. O conhecimento dessas características pode permitir o desenvolvimento de estratégias mais efetivas de intervenção, tanto em nível doméstico como industrial, objetivando diminuir os surtos alimentares por Salmonella.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Patrícia S. Malheiros - Integrante / Ana Carolina Ritter - Integrante.

  • 2006 - 2007

    Avaliação da capacidade de adesão de sorovares de Salmonella em aço inoxidável e polietileno e estudo de compostos para sanificação destas superfícies, Descrição: Projeto vinculado ao PPGMAA. A Salmonella é reconhecida mundialmente como um importante agente causador de surtos de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA), sendo portanto responsável por significativos problemas de saúde pública e importantes perdas econômicas. No Estado do Rio Grande do Sul, a Salmonella Enteritidis tem sido reconhecida como o principal agente etiológico responsável por DTA, nos últimos anos. Devido à importância desse agente, linhagens de S. Enteritidis envolvidas em surtos ocorridos em diferentes locais do Rio Grande do Sul foram caracterizadas fenotipica e genotipicamente, demonstrando a forte prevalência de apenas uma linhagem desse sorovar nas salmoneloses humanas do RS. Por outro lado, a análise de alimentos tem demonstrado que diferentes sorovares de Salmonella podem ser encontrados em muitos alimentos produzidos no RS. As razões pelas quais apenas uma linhagem específica do sorovar S. Enteritidis tem emergido como patógeno alimentar ainda não estão claras. Muitos estudos têm sido realizados sobre a patogenicidade e mecanismos que capacitam linhagens virulentas de Salmonella a destacarem-se dos demais microrganismos presentes em um alimento, possibilitando os surtos alimentares. A capacidade de aderência às superfícies e resistência a sanificação podem ser características importantes desses microrganismos, justificando a importância do estudo dessas propriedades. Em vista disso o presente Projeto de Pesquisa tem como objetivo avaliar a adesão de diferentes sorovares de Salmonella em aço inoxidável e polietileno e propor métodos eficientes para sanificação.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Tais Raquel Marion Machado - Integrante.

  • 2005 - 2008

    Caracterização fenotípica e genotípica de linhagens de Salmonella Enteritidis envolvidas em surtos alimentares ocorridos no Rio Grande do Sul no período de 1999 a 2006, Descrição: A Salmonella é uma das principais causas de doenças veiculadas por alimentos em diversos países (PHILIPS E GEORGE, 1994; YANG et al., 2002), sendo responsável por sérios problemas de saúde pública significativas perdas econômicas. No Brasil, não há dados precisos sobre a ocorrência das Salmoneloses na totalidade do território nacional, contudo no Rio Grande do Sul (RS) a Divisão de Vigilância Sanitária (DVS/SES/RS) aponta esse microrganismo como o agente etiológico responsável pelo maior número de surtos alimentares na última década (RELATÓRIOS ANUAIS de ETA, SES/DVD/RS, 2000). No período de 1997 a 1999, as Salmoneloses foram responsáveis pelo envolvimento de 8217 pessoas e 1557 hospitalizações, sendo que o maior número de surtos ocorreu na primavera e os alimentos mais comumente envolvidos foram aqueles preparados com ovos, principalmente a maionese caseira. No ano de 2000, a Salmonella foi apontada como o agente responsável por 47,4% do total de surtos alimentares investigados no RS. Além disso, estima-se que apenas uma pequena porcentagem dos casos de Salmoneloses seja notificada aos órgãos de saúde pública, ressaltando, assim, a relevância do problema. Dentro deste contexto, a caracterização das linhagens de Salmonella envolvidas em surtos alimentares assume um papel muito importante para o conhecimento das características específicas dessas linhagens e para a identificação das reais fontes de contaminação de alimentos, possibilitando a prevenção desses surtos. Diversos métodos têm sido empregados na caracterização fenotípica e genotípica das Salmonella spp., sendo que caracterizações mais precisas requerem a utilização simultânea de diferentes métodos. Atualmente sabe-se que a maioria dos surtos é causada por linhagens específicas e diversos estudos demonstram a necessidade da utilização de técnicas moleculares com alto poder de discriminação para a investigação destes microrganismos. Entre essas técnicas, pode-se destacar o RAPD e a PFGE (Eletroforese de Camp. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Fernanda Arboite de Oliveira - Integrante / Wladimir Padilha da Silva - Integrante.

  • 2005 - 2007

    Caracterização fenotípica e genotípica de linhagens de Salmonella isoladas de alimentos envolvidos em surtos alimentares ocorridos no Rio Grande do Sul no período de 1999 a 2002, Descrição: PROAPP - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul. A Salmonella é um dos principais agentes etiológicos de doenças transmitidas por alimentos em muitos países (LANDERAS E MENDOZA., 1998, PANG et al., 2007), sendo responsável por graves problemas de saúde pública e significativas perdas econômicas. No Brasil ainda faltam dados precisos sobre a ocorrência das Salmoneloses na totalidade do território nacional, contudo no Rio Grande do Sul (RS) a Divisão de Vigilância Sanitária (DVS/SES/RS) aponta a Salmonella como o microrganismo responsável pelo maior número de surtos alimentares, na última década (RELATÓRIOS ANUAIS de ETA, SES/DVD/RS, 2000). Somente no período de 1997 a 1999, as Salmoneloses foram responsáveis pelo envolvimento de 8217 pessoas e 1557 hospitalizações. De maneira geral, o maior número de surtos tem ocorrido na primavera e início do verão e os alimentos mais comumente envolvidos foram aqueles preparados com ovos, principalmente a maionese caseira (COSTALUNGA; TONDO, 2002). Somente no ano de 2000, a Salmonella foi apontada como responsável por 47,4% do total de surtos alimentares investigados no RS. Além disso, estima-se que apenas uma pequena porcentagem dos casos de Salmoneloses sejam notificadas aos órgãos de saúde pública, ressaltando ainda mais a relevância do problema. Dentro deste contexto, a caracterização das linhagens de Salmonella responsáveis pelos surtos alimentares assume um papel muito importante. O conhecimento das características específicas dessas linhagens pode ser o primeiro passo para entender sua disseminação, possibilitando assim a sua prevenção. Diversos métodos têm sido empregados na caracterização fenotípica e genotípica das Salmonella spp., sendo que caracterizações mais precisas requerem a utilização simultânea de diferentes métodos (LANDERAS et al., 1996; NASTASI; MAMMINA, 1996). Atualmente sabe-se que a maioria dos surtos são ocasionados por linhagens específicas e diversos estudos demonstram a necessida. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Fernanda Arboite de Oliveira - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul - Auxílio financeiro.

  • 2005 - 2006

    Avaliação do efeito do congelamento do hambúrguer de frango na sobrevivência de Salmonella, E. coli e Staphylococcus aureus, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / leticia sopena - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

  • 1999 - 2012

    Caracterização molecular por eletroforese de campo pulsado (PFGE) de linhagens de Salmonella app. provenientes de infecções alimentares ocorridas no RS durante o período de 1999 a 2000, Auxílio Recém-Doutor, ARD, Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio, Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Eduardo Cesar Tondo - Coordenador / Mercedes Passos Geimba - Integrante / Fernanda Arboite de Oliveira - Integrante.

Prêmios

2016

Research paper award for the study "Biosurfactant produced by Salmonella Enteritidis SE86 increase the adherence and resistance to sanitizers on lettuce leaves (Lactuca sativa L. Cichoraceae), The International Comitte on Food Microbiology and Hygiene IUMS.

2015

Professor homenageado formatura Engenharia de Alimentos 2015/2, Engenharia de Alimentos.

2011

Cultivando Talentos - Orientação de Luiza Pieta no trabalho Investigação de Listeria monocytogenes em equipamentos e utensílios de laticínios e avalliação da formação e remoção de biofilmes, 3M do Brasil.

2008

Paraninfo Formatura de Engenharia de Alimentos turma 2007/2, Engenahria de Alimentos/UFRGS.

2007

Professor homenageado pelos serviços prestados a área de Nutrição, Sindicato dos Nutricionistas do Rio Grande do Sul.

2004

Professor homenageado na formatura do curso Engenharia de Alimentos 2003/2, Engenharia de Alimentos UFRGS.

2003

Paraninfo da Formatura de Engenharia de Alimentos 2002/2, Engenharia de alimentos/UFRGS.

2002

Professor homenageado Formatura Engenharia de Alimentos 2001/2, Engenharia de alimentos/UFRGS.

2001

Paraninfo formatura de Engenharia de Alimentos 2001/2, Engenharia de alimentos/UFRGS.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Instituto de Ciência e Tecnologia dos Alimentos, Departamento de Ciências dos Alimentos. , Av. Bento Gonçalves, 9500 Prédio 43212, Agronomia, 91505970 - Porto Alegre, RS - Brasil, Telefone: (051) 33086677, Fax: (051) 33087048, URL da Homepage:

Experiência profissional

1997 - Atual

Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor titular, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
- Vice-Diretor do ICTA a partir de 2006; - Coordenador substituto do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos (PPGCTA) ICTA a partir de 2006 - Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos (PPGCTA) ICTA de 2004 a 2006 - Chefe de Departamento de 2000 a 2004 - Vice-chefe de Departamento gestão 2004-2006 - Coordenador da Comissão de pesquisa ICTA gestão 2004-2006. - Coordenador da Comissão de extensão ICTA 1998 a 2000 - Membro da comissão de extensão de 1998 a 2004 - Coordenador do Laboratório de microbiologia de alimentos ICTA/UFRGS - Líder do Grupo de Pesquisa CNPq Microbiologia de Alimentos - Membro da Comissão de Elaboração do Projeto "Pavilhão Industrial do ICTA" - Membro da Comissão de Pós-Graduação do PPGMAA - Presidente da Comissão de Espaço físico do ICTA/UFRGS

Atividades

  • 01/1997

    Pesquisa e desenvolvimento, Instituto de Ciência e Tecnologia dos Alimentos.,Linhas de pesquisa

  • 01/1997

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto de Ciência e Tecnologia dos Alimentos.,Cargo ou função, Consultor em controle de qualidade e microbiologia de alimentos de indústrias de alimentos e órgãos governamentais.