Fernanda de Lima Figueiredo

Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Agronomia

Informações coletadas do Lattes em 25/07/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Mestrado interrompido em 2018 em Fitotecnia

2018 - interrompida

Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Orientador: Marília Lazarotto;Ano de interrupção: 2018

Graduação em andamento em Agronomia

2013 - Atual

Universidade Federal de Pelotas
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.

Formação complementar

2018 - 2018

Licenciamento Ambiental. (Carga horária: 24h). , Maxiambiental, MAXIAMBIENTAL, Brasil.

2016 - 2016

Agronegócio: estratégia e gestão. (Carga horária: 16h). , Escola Superior de Propaganda e Marketing, ESPM, Brasil.

2004 - 2007

Inglês. , Wizard Brasil, WIZARD, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia.

Participação em eventos

I Semana do Cooperativismo e Desenvolvimento Agrário. 2017. (Seminário).

IV Seminário Agaflor Florestas Plantadas Aeapel. 2015. (Seminário).

XXIII CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA UFPEL. AVALIAÇÃO DA SEVERIDADE DAS DOENÇAS EM GENÓTIPOS DE ARROZ EM SISTEMA DE IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO. 2014. (Congresso).

XLIII Semana Acadêmica Agronomia. 2013. (Outra).

Produções bibliográficas

  • FIGUEIREDO, F. L. ; PINTO, M. A. ; ADORNETTI, A. S. ; SEVERO, A. C. ; PARFITT, J. M. ; TIMM, L. C. . AVALIAÇÃO DA SEVERIDADE DAS DOENÇAS EM GENÓTIPOS DE ARROZ EM SISTEMA DE IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

Projetos de pesquisa

  • 2016 - 2016

    Propagação de Campomanesia xanthocarpa Berg via sexuada, miniestaquia e micropropagação, Descrição: O presente projeto de pesquisa tem como objetivo avaliar e selecionar metodologias para a produção de mudas de Campomanesia xanthocarpa Berg via sexuada e por meio de miniestaquia e micropropagação. Campomanesia xanthocarpa Berg, conhecida popularmente como guabirova, guabiroba, guabirobeira-do-mato, entre outros, é uma espécie florestal frutífera nativa do Brasil, que ocorre naturalmente no Rio Grande do Sul, de grande importância ambiental para a recuperação de áreas degradadas e com grandes potencialidades de exploração econômica. A espécie apresenta frutificação intensa, muito atrativa para pássaros e agentes dispersos, assim como para alimentação humana em virtude das suas propriedades nutricionais. No entanto, a espécie ainda é subutilizada e sua exploração se dá de forma extrativista em função, principalmente, da oferta deficiente de mudas de qualidade para os mais variados fins. As principais limitações à produção de mudas residem na carência de conhecimentos em relação às técnicas de propagação, uma vez que a espécie apresenta sementes recalcitrantes que perdem sua viabilidade rapidamente após o armazenamento, limitando a produção de mudas ao longo de todo o ano. Em função destes aspectos e, considerando o interesse que a espécie vem despertando em diferentes grupos de pesquisa buscando melhor explorá-la, a presente proposta tem como objetivos avaliar e selecionar metodologias para a produção de mudas de Campomanesia xanthocarpa via sexuada e por meio de miniestaquia e micropropagação. Para tanto, serão avaliados e selecionados, inicialmente, os substratos e recipientes mais adequados para a produção de mudas de Campomanesia xanthocarpa, via sexuada, assim como o efeito da utilização de ácido indol butírico (AIB) e de períodos de coleta na formação de raízes em miniestacas. No que se refere à micropropagação, serão avaliados meios nutritivos, explantes e fitorreguladores a fim de estabelecer um protocolo para a micropropagação da espécie, contemplando as fases de estabelecimento, multiplicação, enraizamento e aclimatização in vitro. Os resultados obtidos implicarão na geração de informações científicas e tecnológicas, por meio da disponibilização de metodologias para a propagação da espécie, além da formação de recursos humanos, em nível de graduação e pós-graduação.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Fernanda de Lima Figueiredo - Integrante / Mikael Bolke Araújo - Integrante / Daniela Farias Kauffman - Integrante / Aline Ritter Curti - Coordenador.

  • 2015 - 2015

    MICROESTAQUIA E HIDROPONIA NA PROPAGAÇÃO DE Peltophorum dubium SPRENGEL TAUBERT, Descrição: Contribuir com informações relacionadas à propagação vegetativa de Peltophorum dubium (Sprengel) Taubert. de maneira a aprimorar quantitativa e qualitativamente a produção de mudas. A canafístula (Peltophorum dubium (Sprengel) Taubert) é uma espécie florestal nativa, de rápido crescimento, recomendada para reflorestamento de áreas degradadas. Sua madeira apresenta resistência moderada ao apodrecimento e é bastante usada na construção civil. No entanto, suas sementes apresentam germinação irregular se não forem submetidas a tratamentos para superação da dormência e existem escassas informações referentes às técnicas de propagação vegetativa para obtenção de mudas de qualidade para a espécie. Em virtude disso, os objetivos desse trabalho consistem em avaliar a sobrevivência e produtividade de microcepas e a aplicação da técnica de microestaquia como método de propagação vegetativa de Peltophorum dubium (Sprengel) Taubert, bem como avaliar a sobrevivência e o enraizamento de plantas produzidas in vitro quando submetidas ao cultivo em hidroponia. Serão testadas diferentes composições de substratos à base de areia, vermiculita e substrato comercial (à base de casca de pinus) e tipos de recipientes (tubetes ou sacos plásticos) na produção de microcepas para posterior instalação e avaliação da produtividade do microjardim clonal. Será avaliado ainda o enraizamento em concentrações de 0, 1.000 ou 2.000 mg.L-1 de AIB combinados aos mesmos substratos testados na fase anterior. Plantas multiplicadas in vitro serão postas para enraizar em sistema de hidroponia após passarem por tratamentos com AIB aplicados por imersão lenta (0,100, 200 ou 400 mg.L-1 de AIB por 14 h) e por imersão rápida (0, 1000, 3000 ou 5000 mg.L-1 de AIB por 5 segundos). Palavras-chave: enraizamento, propagação vegetativa, hidroponia.. , Situação: Desativado; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) . , Integrantes: Fernanda de Lima Figueiredo - Integrante / Mikael Bolke Araújo - Integrante / Daniela Farias Kauffman - Integrante / Aline Ritter Curti - Coordenador.

  • 2014 - 2015

    Manejo da adubação nitrogenada para o arroz irrigado por aspersão no Rio Grande do Sul por meio da fertirrigação, Descrição: No Rio Grande do Sul, a produtividade da cultura do arroz, que convencionalmente é irrigada por inundação contínua, tem alcançado patamares elevados de produtividade. Esse método de irrigação apresenta, porém, baixa eficiência, uma vez que utiliza grande volume de água por unidade de produto. Em vista disto, um novo sistema de produção buscando maior sustentabilidade ambiental da lavoura arrozeira vem sendo desenvolvido, no qual a principal mudança é a substituição do método de irrigação de superfície pelo de aspersão, garantindo níveis de produtividade compatíveis e apresentando economia de água superior a 50%. Este novo sistema produtivo traz fortes alterações em vários aspectos tecnológicos do cultivo do arroz, entre as quais se destaca o desempenho de cultivares e os manejos fitossanitários e da adubação. Este novo sistema também permite que o manejo da adubação, particularmente a nitrogenada em cobertura, seja realizado via água (fertirrigação). Assim este trabalho tem como objetivo estabelecer manejo da adubação nitrogenada para o arroz irrigado por aspersão, utilizando-se a técnica da fertirrigação. O experimento será instalado em área experimental da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão/RS, e o arroz implantado em sistema de plantio direto, irrigado por aspersão. A semeadura do arroz está programada para a segunda quinzena do mês de outubro, utilizando-se uma cultivar de arroz irrigado de ciclo precoce. Para o manejo da irrigação serão instalados, a 10 cm de profundidade, sensores de umidade do solo, procedendo-se a irrigação sempre que a média das leituras dos sensores for de 10 kPa. Os tratamentos de manejo da adubação nitrogenada em cobertura, em número de seis, envolverão variações em doses, no parcelamento e época de aplicação do nutriente, tendo como referência a adubação nitrogenada em cobertura aplicada no solo recomendada para a cultura. Os tratamentos serão dispostos em faixas, cada qual contendo 16 unidades experimentais ou repetições. A avaliação dos tratamentos compreenderá determinações do nível de nitrogênio na planta de arroz, em diferentes estádios do desenvolvimento e, quinzenalmente, ao longo do ciclo do arroz serão realizadas amostragens de plantas para o estabelecimento das curvas de acumulação de matéria seca e de absorção de nitrogênio. Simultaneamente às avaliações de produção de matéria seca e absorção de nitrogênio pelo arroz, serão realizadas avaliações do teor de nitrato na solução do solo por meio dos extratores de solução instalados próximos aos sensores de umidade. Ao final do ciclo de cultivo, proceder-se-á à colheita das plantas, determinando-se o rendimento dos grãos e seus componentes nas unidades experimentais. Os resultados obtidos serão submetidos à análise estatística, comparando-se as médias dos tratamentos de manejo da adubação nitrogenada pelo teste de Tukey (p<0,05). Pretende-se estabelecer o manejo para a adubação nitrogenada em cobertura no arroz irrigado por aspersão, utilizando-se a técnica da fertirrigação.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Fernanda de Lima Figueiredo - Integrante / José Maria Parfitt - Coordenador.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • CMPC Celulose do Brasil. , Rua São Geral 1680, Ermo, 92500000 - Guaíba, RS - Brasil, Telefone: (51) 21397600, URL da Homepage:

Experiência profissional

2015 - Atual

Universidade Federal de Pelotas

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2014 - 2015

Embrapa Clima Temperado

Vínculo: , Enquadramento Funcional: