Zamith França Neto

Engenheiro de Operações em Telecomunicações (Inatel), Engenheiro Eletricista (Inatel), Pos Graduação em Analise de Sistemas (PUC-Rio), Pos Graduação em Educação Tecnológica (CEFET-MG), Mestrado em Gerenciamento de Sistemas de Informação (PUC-Campinas), Possui Formação Pedagógica de Docentes para Ensino Médio Tecnológico pelo IFSP. Possui a certificação Cisco Certified CyberOps Associate (CISCO Networking Academy) e Especialização em Segurança da Informação e Especialização em Energias Renováveis pela UNOPAR - Universidade Norte do Parana. Foi Oficial do Corpo Técnico da Marinha do Brasil, atuando no CASNAV (Centro de Analises de Sistemas Navais), GRAS (Grupo de Apoio de Sistemas), e CAAML. Engenheiro de suporte na AVIBRAS Aeroespacial, Engenheiro de Hardware na PRODEST (Empresa de Processamento de Dados do Estado do Espirito Santo), Analista de Sistemas do TCEES (Tribunal de Contas do Estado do Espirito Santo), Analista de Suporte do Banco do Brasil Tecnologia. Foi docente no, IFES (Instituto Federal do Espirito Santo), IFRS (Instituto Federal do Rio Grande do Sul), IFSP (Instituto Federal de São Paulo), UCAM (Universidade Candido Mendes), UNIVAS (Universidade do Vale do Sapucaí),e outras Instituições de Ensino. Atualmente, desenvolve estudos, para analise de Faltas em Linhas de Transmissão com uso das Ondas Viajantes, atua no SENAI/FINDES, faz parte do conselho do IITIC (Instituto Internacional de Tecnologia e Informações Cientificas), cofundador da Start-Up InoveTec (Inovação e Tecnologia). Perito da Alfandega da Receita Federal, com a atividade de Identificação e quantificação de mercadorias importadas ou a exportar e a emissão de laudo pericial sobre o estado e o valor residual de bens. Integrante da Rede Interamericana de Educacion Docente (Ried) da Organizacion de Los Estados Americanos e desde 2018 integrante da Industrial Control Systems Cyber Emergency Response Team (U.S. Department Homeland Security). Desenvolve estudos pesquisas e capacitações em Automação Industrial, Energias Renováveis, CyberSegurança, e Sistemas Embarcados.

Informações coletadas do Lattes em 02/06/2024

Acadêmico

Formação acadêmica

Mestrado profissional em andamento em Mestrado Profissional em Engenharia de Controle e Automação

2021 - Atual

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo
Título: Localização de Faltas em Linhas Aéreas de Transporte e Distribuição de Energia, Baseada na Teoria de Ondas Viajantes com Utilizacao do Diagrama de Bewley, Ano de Obtenção:
Orientador: Luiz Alberto Pinto
Coorientador: Felipe V. Lopes. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: automação; Fator de Potência; Transmissão.Grande área: EngenhariasSetores de atividade: Eletricidade, gás e outras utilidades.

Mestrado profissional em Informática

2000 - 2003

Pontifícia Universidade Católica de Campinas, PUC Campinas
Título: Implementação e Avaliação de Efetividade de um Ambiente para Educação a Distância Mediada por Computador para a Web, Baseado em Ferramentas Abertas e de Baixo Custo na Faculdade de Administração e Informática de Santa Rita do Sapucaí, Ano de Obtenção: 2004
Orientador: Professor Doutor Marco Antonio Silveira
Grande área: Ciências Exatas e da TerraGrande Área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Ciência da Computação / Subárea: Metodologia e Técnicas da Computação / Especialidade: Linguagens de Programação. Grande Área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Ciência da Computação / Subárea: Sistemas de Computação / Especialidade: Teleinformática. Setores de atividade: Formação Permanente e Outras Atividades de Ensino, Inclusive Educação À Distância e Educação Especial; Qualidade e Produtividade; Atividades de Assessoria e Consultoria Às Empresas.

Especialização em andamento em Ensino de Filosofia

2024 - Atual

Universidade Federal de Pelotas
Título: Não definida.
Orientador: Não definido.
Bolsista do(a): Instituto de Tecnologia e Informação Cientifica, IITIC, Brasil.

Especialização em Fontes Alternativas de Energia

2021 - 2022

Universidade Norte do Parana
Título: Estudo de Viabilidade de Usina de Biomassa na Planta Energética da Usina ALCON
Orientador: Caroline Hatada Lima Bomfim

Especialização em Segurança da Informação

2021 - 2022

Universidade Norte do Parana
Título: Desafios da Segurança Cibernética Nas Subestações de Energia
Orientador: Jader Maikol Caldonazzo Garbelini

Especialização em Capcitação Docente em Ensino Tecnológico

1995 - 1997

Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais
Título: Atividades Prático-Experimentais na Educação em Ciência e Tecnonologia e, Cursos de Técnicos de Eletrotécnica
Orientador: Dácio Guimarães de Moura ? Dr.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.

Aperfeiçoamento em Inspetor de Qualidade

2021 - 2021

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais
Título: Não Houve Monografia. Ano de finalização: 2021
Orientador: Não Houve Orientador

Aperfeiçoamento em Desenvolvimento e Programação de Dispositivos Móveis

2020 - 2020

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais
Título: Desenvolvimento de Aplicativo para Dimensionamento de Fator de Potência. Ano de finalização: 2020
Orientador: Marcelo Rodrigo De Castro

Aperfeiçoamento em Professional Energy Manager (PEM)

2017 - 2018

Energy-University
Título: Sem Monografia. Ano de finalização: 2018

Aperfeiçoamento em Análise de Sistemas

1985 - 1986

Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC-Rio
Título: Não houve necessidade de monogtafia. Ano de finalização: 1986
Orientador: Não houve orientador

Aperfeiçoamento em Programação em Linguagem Assembler

1977 - 1977

Faculdade de Administração e Informática
Título: Nao houve necessidade de monografia. Ano de finalização: 1977
Orientador: Nao houve necessidade de monografia

Graduação em andamento em Filosofia

2023 - Atual

Universidade Católica de Brasília

Graduação em Formação Pedagógica de Docentes para Ensino Médio Tecnológico

2018 - 2020

Instituto Federal de São Paulo

Graduação em Engenharia Elétrica

1978 - 1980

Instituto Nacional de Telecomunicações
Título: Sistemas de Abastecimento de Emergência para Estações Remotas de Microondas
Orientador: Hélio Mockarzel

Graduação em Engenharia de Operação em Telecomunicações

1975 - 1978

Instituto Nacional de Telecomunicações

Ensino Médio (2º grau)

1971 - 1973

Colégio Salesiano Nossa Senhora de Vitória

Formação complementar

2021 - 2021

Controle da Demanda e a Rede inteligente. (Carga horária: 40h). , Schneider Electric University, SCHNEIDER, Brasil.

2021 - 2021

Introdução a Ciência de Dados. (Carga horária: 30h). , Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, PUC Minas, Brasil.

2021 - 2021

Analise de Risco Ambiental. (Carga horária: 30h). , Centro Universitário Internacional, UNINTER, Brasil.

2020 - 2021

Cisco Certified CyberOps Associate.. (Carga horária: 120h). , Cisco Networking Academy, CNA, Brasil.

2020 - 2020

Desenvolvimento Orientado ao Transporte Sustentável (DOTS). (Carga horária: 128h). , Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento, ITDP, Brasil.

2019 - 2019

Módulo Técnico - Sistema de Detecção de Incêndio - SDAI. (Carga horária: 30h). , Intelbras S/A, INTELBRAS, Brasil.

2019 - 2019

DESIGNER DE SISTEMAS PARA MICROGERAÇÃO FOTOVOLTAICA. (Carga horária: 32h). , SENAI - Departamento Regional de São Paulo, SENAI/DR/SP, Brasil.

2018 - 2018

Extensão universitária em Imagens para Pensar o Outro. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

2018 - 2018

Extensão universitária em Temas Transversais na Educação: promovendo a construção da sociedade. (Carga horária: 30h). , Centro Universitário Internacional, UNINTER, Brasil.

2018 - 2018

Análise termográfica Aplicada à manutenção e aos Processos Industriais. (Carga horária: 16h). , SENAI - Departamento Regional de São Paulo, SENAI/DR/SP, Brasil.

2018 - 2018

Competência Transversal - Metrologia. (Carga horária: 14h). , SENAI - Departamento Regional de São Paulo, SENAI/DR/SP, Brasil.

2018 - 2018

Competência Transversal-Fundamentos de Logística. (Carga horária: 14h). , SENAI - Departamento Regional de São Paulo, SENAI/DR/SP, Brasil.

2018 - 2018

Segurança do Trabalho. (Carga horária: 14h). , SENAI - Departamento Regional de São Paulo, SENAI/DR/SP, Brasil.

2018 - 2018

Promover a Imaginação Sociológica. (Carga horária: 12h). , Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

2018 - 2018

DESVENDANDO A BLOCKCHAIN. (Carga horária: 20h). , SENAI - Departamento Regional de São Paulo, SENAI/DR/SP, Brasil.

2018 - 2018

Desconstruindo o Racismo na Prática. (Carga horária: 60h). , Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

2018 - 2018

Análise de Pertubações em Sistemas Elétricos. (Carga horária: 30h). , Schweitzer Engineering Laboratories, SEL, Brasil.

2018 - 2018

Leitura, Análise e Método: Anton Tchekhov e Liev Tolstói. (Carga horária: 12h). , Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

2018 - 2018

Subestaçoes de Alta Tensão. (Carga horária: 24h). , Weg Equipamentos Elétricos - Matriz, CORPORATIVO, Brasil.

2018 - 2018

Correção de Fator de Potência (Fator de Deslocamento). (Carga horária: 24h). , Weg Equipamentos Elétricos - Matriz, CORPORATIVO, Brasil.

2018 - 2018

Electrical Measurement Safety. (Carga horária: 4h). , Fluke Corporation, FLUKE, Estados Unidos.

2018 - 2018

Experiencia de ABP Vinculada a Hábitos Saludables. (Carga horária: 4h). , Telefónica Educación Digital, SCOLARTIC, Espanha.

2018 - 2018

Operational Security (OPSEC) for Control Suystems. (Carga horária: 20h). , Industrial Contrrol Systems Cyber Emergency Response Team, ICS-CERT, Estados Unidos.

2017 - 2017

Extensão universitária em Marketing Digital. Quais Caminhos Possíveis?. (Carga horária: 4h). , Centro Universitário Internacional, UNINTER, Brasil.

2017 - 2017

APRENDIZAGEM ATIVA: USO DE TECNOLOGIAS PARA O ENSINO DO SÉCULO XXI'. (Carga horária: 30h). , Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo, IFES, Brasil.

2017 - 2017

KLS 2.0. (Carga horária: 30h). , Kroton Educacional de Belo Horizonte, KROTON, Brasil.

2017 - 2017

Gerenciamento de Projetos Industriais. (Carga horária: 4h). , Instituto de Educação Tecnológica, IETEC, Brasil.

2017 - 2017

Gerenciamento de Qualidade. (Carga horária: 2h). , Kroton Educacional de Belo Horizonte, KROTON, Brasil.

2017 - 2017

Formação em Educação Inclusiva. (Carga horária: 10h). , Kroton Educacional de Belo Horizonte, KROTON, Brasil.

2017 - 2017

Formação ENADE. (Carga horária: 1h). , Kroton Educacional de Belo Horizonte, KROTON, Brasil.

2017 - 2017

Gestão Ambiental como Elemento Estratégico. (Carga horária: 6h). , Instituto de Educação Tecnológica, IETEC, Brasil.

2016 - 2016

Eficiência Energética em Motores Elétricos de C.A.. (Carga horária: 24h). , Weg Equipamentos Elétricos - Matriz, CORPORATIVO, Brasil.

2016 - 2016

Energia Mini-Eólica. (Carga horária: 16h). , Centro de Investigaciones Energéticas, Medioambientales y Tecnológicas, CIEMAT, Espanha.

2016 - 2016

Energia Solar Fotovoltaica. (Carga horária: 16h). , Centro de Investigaciones Energéticas, Medioambientales y Tecnológicas, CIEMAT, Espanha.

2016 - 2016

Proteção Radiológica. (Carga horária: 1h). , Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein, IIEPAE, Brasil.

2016 - 2016

Energia e Mudança Climática. (Carga horária: 16h). , Centro de Investigaciones Energéticas, Medioambientales y Tecnológicas, CIEMAT, Espanha.

2015 - 2015

Extensão universitária em Robô Industrial - Operação e Programação. (Carga horária: 16h). , Universidade do Vale do Rio dos Sinos, UNISINOS, Brasil.

2015 - 2015

Fundamentos da Eficiencia Energética. (Carga horária: 24h). , Energy University, EU, Brasil.

2015 - 2015

Programação e Utilização da Série DUO-MP6. (Carga horária: 24h). , Altus Sistemas de Informática, ALTUS, Brasil.

2015 - 2015

Conceitos de Planejamento e Controle de Manutenção. (Carga horária: 2h). , Instituto de Educação Tecnológica, IETEC, Brasil.

2014 - 2014

Extensão universitária em Ferramentas de Diagnóstico de Máquinas. (Carga horária: 40h). , Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil.

2014 - 2014

Adequação de Máquinas e Equipamentos NR-12. (Carga horária: 20h). , Weg Equipamentos Elétricos - Matriz, CORPORATIVO, Brasil.

2014 - 2014

Inversores de Frequencia. (Carga horária: 36h). , Weg Equipamentos Elétricos - Matriz, CORPORATIVO, Brasil.

2012 - 2012

ATM Rede 2007/2009. (Carga horária: 40h). , Cobra Tecnologia (Banco do Brasil), COBRA, Brasil.

2011 - 2011

Motores de Corrente Alternada de Baixa Tensão. (Carga horária: 24h). , Weg Equipamentos Elétricos - Matriz, CORPORATIVO, Brasil.

2011 - 2011

Geração e Distribuição de Energia. (Carga horária: 24h). , Weg Equipamentos Elétricos - Matriz, CORPORATIVO, Brasil.

2008 - 2008

Curso Básico de TV Digital. (Carga horária: 8h). , Linear Equipamentos Eletrônicos S/A, LINEAR, Brasil.

2008 - 2008

Curso Básico de TV Analógica. (Carga horária: 24h). , Linear Equipamentos Eletrônicos, LINEAR, Brasil.

2005 - 2006

ISPA Network Professional Certified. (Carga horária: 240h). , Cyclades Corporation, ISPA, Brasil.

2005 - 2005

Extensão universitária em Gestão da Tecnologia da Informação. (Carga horária: 30h). , Fundação Getúlio Vargas, FGV, Brasil.

2005 - 2005

Microsoft Office Outlook 2003. (Carga horária: 24h). , Microsoft Corporation, MC*, Estados Unidos.

2005 - 2005

Segurança. (Carga horária: 16h). , INTEL, INTEL, Brasil.

2005 - 2005

CCTT - Certified Cabling Test Technician. (Carga horária: 24h). , Fluke Networks, FLUKE, Brasil.

2003 - 2003

Extensão universitária em Voz Sobre IP. (Carga horária: 24h). , Instituto Nacional de Telecomunicações, INATEL, Brasil.

2001 - 2001

Microcontrolador PIC - Módulo I. (Carga horária: 20h). , Mosaico Engenharia, MOSAICO, Brasil.

2001 - 2001

Workshop Empretec. (Carga horária: 80h). , Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Belo Horizonte, SEBRAE/MG, Brasil.

1997 - 1997

Introdução a Redes NetWare Novell. (Carga horária: 40h). , NETWYSE Tecnologia em Redes, NETWYSE, Brasil.

1996 - 1996

Supporting MS Windows Server. (Carga horária: 40h). , Microsoft Corporation, MC*, Estados Unidos.

1994 - 1994

Extensão universitária em Redes de Alta Velocidade. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal do Espírito Santo, UFES, Brasil.

1994 - 1994

Extensão universitária em Planilha Eletrônica. (Carga horária: 44h). , SENAI - Departamento Regional do Espírito Santo, SENAI/DR/ES, Brasil.

1994 - 1994

Pesquisa e Operação a Banco de Dados. (Carga horária: 40h). , Centro de Processamento de Dados do Senado Federal, PRODASEN, Brasil.

1994 - 1994

Desenvolvimento de Banco de Dados DBase. (Carga horária: 30h). , Consultime, CONSULTIME, Brasil.

1993 - 1993

Netware System Manager. (Carga horária: 40h). , Novell Education Certificate, NOVELL, Brasil.

1991 - 1991

Extensão universitária em Redes de Computadores. (Carga horária: 40h). , Universidade Federal do Espírito Santo, UFES, Brasil.

1991 - 1991

Suporte Básico de Sistemas. (Carga horária: 70h). , UNISYS ELETRONICA LTDA, UE_FORN, Brasil.

1991 - 1991

Recursos Funcionais de Sistemas. (Carga horária: 35h). , UNISYS ELETRONICA LTDA, UE_FORN, Brasil.

1991 - 1991

Laboratório de Banco de Dados Relacionais. (Carga horária: 80h). , IBM Research Brazil, IBM BRASIL, Brasil.

1991 - 1991

Dinâmica da Administração de Empresas. (Carga horária: 8h). , Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Pessoal, IBDP, Brasil.

1989 - 1989

Administração Eficaz do Tempo. (Carga horária: 60h). , Informações Objetivas, IOB, Brasil.

1988 - 1988

Postura Gerencial e Tomada de Decisão. (Carga horária: 20h). , Centro de Desenvolvimento Empresarial Capixaba, CEDEC, Brasil.

1983 - 1983

Usos e Recursos do Mar. (Carga horária: 20h). , Fundação de Estudos do Mar, FEMAR, Brasil.

1982 - 1982

Shipping I, II e III. (Carga horária: 92h). , Fundação de Estudos do Mar, FEMAR, Brasil.

1982 - 1982

Microprocessador 8080/85. (Carga horária: 48h). , Universidade Estácio de Sá, UNESA, Brasil.

1981 - 1981

Computador FM-1600B. (Carga horária: 40h). , Ministerio da Marinha - Centro de Adestramento Almirante Marques de Leão, CAAML, Brasil.

1981 - 1981

Sistema de Gravação Digital/DRAP. (Carga horária: 40h). , Marinha do Brasil - Centro de Instrução Almirante Wandenkolk, CIAW, Brasil.

1980 - 1980

Curso de Combate a Incendios - CBINC. (Carga horária: 40h). , Ministerio da Marinha - Centro de Adestramento Almirante Marques de Leão, CAAML, Brasil.

1980 - 1980

Unidades de Controle de Periféricos. (Carga horária: 40h). , Ministerio da Marinha - Centro de Adestramento Almirante Marques de Leão, CAAML, Brasil.

1979 - 1979

Extensão universitária em Administração de Recursos Humanos. (Carga horária: 30h). , Faculdade de Administração e Informática, FAI, Brasil.

1977 - 1977

Extensão universitária em Programação Fortran e Cobol. (Carga horária: 80h). , Universidade Federal de Itajubá, UNIFEI, Brasil.

1977 - 1977

Extensão universitária em Programação-Sistema 418/1004. (Carga horária: 124h). , Faculdade de Administração e Informática, FAI, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Hebraico

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Áreas de atuação

Grande área: Engenharias / Área: Engenharia Elétrica / Subárea: Eletrônica Industrial, Sistemas e Controles Eletrônicos/Especialidade: Automação Eletrônica de Processos Elétricos e Industriais.

Grande área: Engenharias / Área: Engenharia Elétrica / Subárea: Telecomunicações/Especialidade: Sistemas de Telecomunicações.

Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Ciência da Computação / Subárea: Metodologia e Técnicas da Computação/Especialidade: Sistemas de Informação.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Ensino-Aprendizagem.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Ensino-Aprendizagem/Especialidade: Tecnologia Educacional.

Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Ciência da Computação / Subárea: Sistemas de Computação/Especialidade: Teleinformática.

Participação em eventos

MARKETING DIGITAL., QUAIS CAMINHOS POSSÍVEIS?. 2017. (Seminário).

XXIII Semana de Filosofia: Estética e Filosofia da Arte.As Novas Mídias e Tecnologia Impactam a Visão Filosófica da Arte?. 2017. (Seminário).

XXIX - CINASE - Circuito Nacional do Setor Elétrico.Energia Solar Fotovoltaica - Geração Distribuida - Oportunidades com Minigeração e Microgeração. 2017. (Simpósio).

II Simposio de Filosofia e Direito: Diversidade e Reconhecimento.Inclusão de Aluno com Hidrocefalia em Estagio Supervisionado: Estudo de Caso no Curso Técnico em Eletrotécnica no IFRS - Campus Ibiruba. 2016. (Simpósio).

1 Simpósio de Pesquisa e Desenvolvimento em Computação.Robótica Industrial: Teoria e Prática. 2015. (Simpósio).

5o. Fórum Brasil Coreia em Ciência, Tecnologia e Inovação,. 2015. (Encontro).

II Simpósio de Informática.CLP: Teória e Prática. 2015. (Simpósio).

Avaliação do Plano Estratégico 2012/2017 - Resultados e Perspectivas para o CREA-ES e Propostas para o Novo Governo. 2014. (Encontro).

Encontro de Capacitação de Inspetores do CREA-ES.Adequação de Equipamentos NR-12. 2014. (Encontro).

Jornada Pedagógica 2014/1. 2014. (Encontro).

Jornada Pedagógica 2014/2. 2014. (Encontro).

Ciclo de Palestras do Curso de Sistemas de Informação.Aplicação de Código de Detecção de Erros para Medições em Aplicações Industriais. 2013. (Simpósio).

Ciência, Cidadania e Sustentabilidade.Ciência, Cidadania e Sustentabilidade. 2013. (Seminário).

I Forum Interinstitucional das CPAs no Leste de Minas. 2011. (Encontro).

I Semana Acadêmica do ITC.Tráfico Telefônico, Dimensionamento e Montagem de Central Telefônica. 2011. (Seminário).

VII Seminario de Cooperação e Aprendizagem Profissional - Construção do Curriculo e da Transdisciplinaridade. 2010. (Seminário).

SPOLM 2008.APLICAÇÃO DA TECNOLOGIA RFID PARA A GESTÃO ACADÊMICA, DE PESSOAL E OPERACIONAL DE PATRIMÔNIO E BIBLIOTECA. 2008. (Simpósio).

XI Simposio de Pesquisa Operacional e Logistica da Marinha.Uso e Aplicação de Radio Freqüência - RFid. 2008. (Simpósio).

E-Learning Brasil FIT Educ 2005. 2005. (Congresso).

Seminário de TI.GESTÃO DO CONHECIMENTO E SUA EFETIVIDADE NA ESTRURTURA DO GOVERNO DO ESTADO DO ESPIRITO SANTO. 2005. (Encontro).

Encontro Pedagógico do Centro Federal de Educação Tecnológica do Espirito Santo - Campus Serra. 2004. (Encontro).

Semana da FAI.PROJECT OFFICE: VENDENDO ESTA IDEIA EM SUA EMPRESA. 2003. (Seminário).

Seminário de Educação da Univas.EDUCAÇÂO E TECNOLOGIA. 2002. (Seminário).

Seminário de Gerenciamento de Sistemas de Informação.Qualidade no Desenvolvimento de Software. 2002. (Seminário).

VI Semana da Informática.E-Learning - Ensino a Distância. 2002. (Seminário).

III Seminário do Programa de Mestrado em GSI da PUC Campinas.REPRESENTAÇÃO DO CONHECIMENTO. 2001. (Seminário).

II Seminário do Programa de Mestrado em GSI da PUC Campinas.ESTADO DE ARTE DOS SISTEMAS ESPECIALISTAS. 2000. (Seminário).

I Seminário do Programa de Mestrado em GSI da PUC Campinas.OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS NA INTERNET. 1999. (Seminário).

XIII Simposio Brasileiro de Engenharia de Software. 1999. (Simpósio).

XIII Simposio Brasileiro de Engenharia de Software. 1999. (Simpósio).

XIV Simposio Brasileiro de Banco de Dados. 1999. (Simpósio).

Seminário do Centro Agrotécnico da Universidade Federal do Espirito Santo.SISTEMAS ESPECIALISTAS E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - UMA VISÃO GERAL. 1998. (Seminário).

SPOLM 1998. 1998. (Simpósio).

46 Encontro Nacional de Usuários Unisys.. TERCEIRIZAÇÃO EM INFORMÁTICA. 1996. (Congresso).

Programa Interno de Capcitação do Tribunal de Contas do Estado do Espirito Santo.Uso e Operação do ATP. 1993. (Oficina).

Programa Interno de Capcitação do Tribunal de Contas do Estado do Espirito Santo.Curso de Introdução a Informática. 1993. (Oficina).

Programa Interno de Capcitação do Tribunal de Contas do Estado do Espirito Santo.Atualização em Informática e Auditoria. 1992. (Oficina).

36 Encontro Nacional de Usuários Unisys. PROJETO DE UMA REDE DE USUÁRIOS DA PRODEST UTILIZANDO A RENPAC. 1991. (Congresso).

Encontro Técnico Cientifico do IME. 1985. (Encontro).

Participação em bancas

Aluno: David Santos Fernandes da Silva

SILVA, D. S. F.;FRANÇA NETO, ZAMITH. O Elo mais Fraco na Cadeia de Segurança da Informação sou Eu. A Segurança da Informação e o Fator Humano na Gestão Pública. 2008. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em MBA em Telecomunicações) - S B I.

Aluno: Rita Georgia da Silva Noronha

NORONHA, R. G. S.;FRANÇA NETO, ZAMITH. Estudo de aplicação da política de segurança da informação na sede do Instituto Capixaba De Pesquisa. 2006. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em MBA em Telecomunicações) - Universidade Vila Velha.

Aluno: Joselito Anderson F

GOMES, V.; ALMEIDA, R. C. S.;FRANÇA NETO, ZAMITH. Damasio e Lucio Carlos O. Alves Junior.Mapeamento e Controle do Processo de Manutenção das Estradas Florestais Próprias de um empresa de Base Florestal do Sul da Bahia. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção) - Faculdade do Sul da Bahia.

Aluno: Joselito Anderson F

GOMES, V.; ALMEIDA, R. C. S.;FRANÇA NETO, ZAMITH. Damasio e Lúcio Carlos Oliveira A. Jr..Mapeamento e Controle do Processo de Manutenção das Estradas Florestais Próprias de Uma Empresa de Base Florestal do Sul da Bahia. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção) - Faculdade do Sul da Bahia.

Aluno: Alexsandro de O

FRANÇA NETO, ZAMITH; GOMES, V.; CUSIN, G. M.. Lima e Jose Anderson C. da Silva.Estudo Demonstrativo da Eficiência do Processo de Tratamento de Cinzas da Caldeira de Recuperação Química Relacionado a Perdas de Produção. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção) - Faculdade do Sul da Bahia.

Aluno: Anderson Grola Cezanhock

CEZANHOCK, A. G.;FRANÇA NETO, ZAMITH. Análise e Projeto de uma Solução de Redes Wireless padrão IEEE 802.11 no Campus da UNES.. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Bacharel em Sistemas de Informações) - Faculdade de Castelo.

Aluno: Eduardo Gonçalves

GONCALVES, E.;FRANÇA NETO, ZAMITH. Tecnologia Thin Client.. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Bacharel em Sistemas de Informações) - Faculdade de Castelo.

Aluno: Silas Venancio Bossois

BOSSOIS, S. V.;FRANÇA NETO, ZAMITH. Estudo de ferramentas hipermídia para educaçãoà distância e aplicação o manual de monografia da Unes. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Bacharel em Sistemas de Informações) - Faculdade de Castelo.

Aluno: Érica Mirre Pereira

PEREIRA, E. M.;FRANÇA NETO, ZAMITH. Inclusão digital voltada para deficientes visuais utilizando o sistema dosvox. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Bacharel em Sistemas de Informações) - Faculdade de Castelo.

Aluno: Geovani Pereira Barreto

BARRETO, G. P.;FRANÇA NETO, ZAMITH. Aplicação de um software freeware para getão acadêmica da Unes. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Bacharel em Sistemas de Informações) - Faculdade de Castelo.

FRANÇA NETO, ZAMITH; Everaldo Duarte Silva; Frank Comarela Azevedo. Processo de Seleção de Docente. 2006. Faculdade de Castelo.

FRANÇA NETO, ZAMITH; FIGUEIREDO, I. T.. Banca de Avaliação de Desempenho Acadêmico. 2014. Universidade do Estado da Bahia.

Orientou

David Santos Fernandes da Silva

O ELO MAIS FRACO NA CADEIA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO SOU EU; Segurança da Informação e o Fator Humano na Gestão Pública; 2008; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em MBA em Telecomunicações) - S B I; Orientador: Zamith França Neto;

Rita Georgia da Silva Noronha

Estudo de aplicação da política de segurança da informação na sede do Instituto Capixaba De Pesquisa; 2006; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em MBA em Telecomunicações) - Universidade Vila Velha; Orientador: Zamith França Neto;

Bruno Maciel Gama

Sistema de Controle sem Fio para Monitoramento de Irrigação; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Controle e Automação) - Faculdade do Sul da Bahia; Orientador: Zamith França Neto;

Matheus Araujo Simões do Nascimento e Erickson Sugay

Gerenciamento de Redes de Transmissão de Dados para Sistemas de Automação Industrial; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Controle e Automação) - Faculdade do Sul da Bahia; Orientador: Zamith França Neto;

Anderson J

dos Santos e Gleydson Christian L; Alves Ribeiro; Sistema Automatizado para Eficiência Energética Aplicada nas Salas de Aula da Faculdade do Sul da Bahia; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Controle e Automação) - Faculdade do Sul da Bahia; Orientador: Zamith França Neto;

Emerson Burmann Langkamer e Itamar Nunes Silva

Desafios e Potencialidades na Concepção de um Protótipo de uma Planta Didática Industrial; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Controle e Automação) - Faculdade do Sul da Bahia; Orientador: Zamith França Neto;

Leones Santos Nascimento e Vander Henrique da Silva Rios

Aplicação do PROFLink para Diagnóstico, Monitoração e Gerenciamento de Ativos em Redes PROFIBUS DP; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Controle e Automação) - Faculdade do Sul da Bahia; Orientador: Zamith França Neto;

Waldri dos Santos Oliveira

Veículo Aéreo Não Tripulado Quadrirrotor: Aspectos Construtivos; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Controle e Automação) - Faculdade do Sul da Bahia; Orientador: Zamith França Neto;

Produções bibliográficas

  • FRANÇA NETO, ZAMITH . UMA VISÃO DA REGULAGEM AUTOMÁTICA EM PROCESSOS INDUSTRIAIS PARA OS CURSOS DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO E DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. ENGENHARIAS , v. II, p. 66, 2014.

  • FRANÇA NETO, ZAMITH ; ERICK EDGAR ALIAGA SANZ ; ANDREIA FERREIRA PINTO ; RENATA LARANJA LEITE . OPORTUNIDADES E NEGÓCIOS NA INTERNET. UNESC em Revista , v. 2, p. 99-114, 2000.

  • FRANÇA NETO, ZAMITH . REDES DE DADOS E TECNOLOGIA DE PACOTES. Revista Marítima Brasileira , v. 1, p. 69-76, 1999.

  • FRANÇA NETO, ZAMITH . UMA VISÃO DE COMO A INTERNET CHEGA A NOSSA CASA E SUA EVOLUÇÃO. UNESC em Revista , v. 1, p. 121-127, 1998.

  • FRANÇA NETO, ZAMITH . O PROJETO DE PESQUISA VIDEO-DEBATE E UMA METODOLOGIA PARA A UTILIZAÇÃO EM SALA DE AULA. UNESC em Revista , v. 1, p. 16-27, 1998.

  • FRANÇA NETO, ZAMITH . TERCEIRIZAÇÃO EM INFORMÁTICA. Revista Marítima Brasileira , v. 117, p. 143-151, 1997.

  • FRANÇA NETO, ZAMITH . Terceirização em Informática. In: 46 Encontro Nacional de Usuários Unisys, 1997, Canela. Anais do 46 Encontro Nacional de Usuários Unisys. São Paulo: Xerrox do Brasil, 1997. v. 1.

  • FRANÇA NETO, ZAMITH . Dimensionamento y Aplicacion de Cable Radiante em Aplicaciones Wi-Fi em Ambientes Confinados o de Gran Porte. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FRANÇA NETO, ZAMITH . Controlador Lógico Programável - CLP: Teoria e Prática. 2015. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • FRANÇA NETO, ZAMITH . Robótica Industrial: Teoria e Prática. 2015. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • FRANCA NETO, Z. ; FRANÇA NETO, ZAMITH . Uma Visão da Gestão de Risco Operacional em Engenharia. 2013. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • FRANÇA NETO, ZAMITH . Estudo de Código de Deteção e Correção de Erros em Medições em Processos Industriais. 2013. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

Outras produções

FRANÇA NETO, ZAMITH ; Wilian Hiroshi Hisatugu . Elaboração de Modelo de Edital para Contratação de Prestador de Serviços de Infra Estrutura de Internet. 2008.

FRANÇA NETO, ZAMITH . Estudo e Análise de Implantação de Ambiente EAD. 2004.

FRANÇA NETO, ZAMITH . Sistema de Elaboração de Grade Escolar. 2007.

FRANÇA NETO, ZAMITH . Ferramentas e Métodos de Analise de Falhas em Maquinas. 2014. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

FRANÇA NETO, ZAMITH . Adequação de Máquinas e Equipamentos a NR-12. 2014. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

FRANÇA NETO, ZAMITH . Detecção e Correção de Erros em Medições Industriais. 2013. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

FRANÇA NETO, ZAMITH . Tráfego Telefônico: Teoria e Aplicações.. 2011. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

Projetos de pesquisa

  • 2019 - Atual

    Desenvolvimento de Sistema Cooperativo em Robótica Industrial, Descrição: Desenvolver um sistema cooperativo para que dois braços robóticos industriais possam interagir para realizar tarefas. O uso como meio de comunicação, através dos sistemas wifi, cabo e fibra ótica.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Especialização: (1) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Zamith França Neto - Coordenador.

Projetos de desenvolvimento

  • 2008 - Atual

    Desenvolvimento de Solução de Logistica Utilizando Tecnologia RFID, Descrição: Desenvolvimento de um hardware software de RFID Radio Frequency Identificationa. Este recurso esta sendo desenvolvido para controle de ativos e pessoas a distância através de cartões TAGs e utilização de radio freqüência. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Zamith França Neto - Coordenador.

  • 2008 - Atual

    Desenvolvimento de Solução de Logistica Utilizando Tecnologia RFID, Descrição: Desenvolvimento de um hardware software de RFID Radio Frequency Identificationa. Este recurso esta sendo desenvolvido para controle de ativos e pessoas a distância através de cartões TAGs e utilização de radio freqüência. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Zamith França Neto - Coordenador.

  • 2015 - Atual

    Desenvolvimento de Modelo para Analise de Riscos em Projetos de Engenharia, Descrição: A análise preliminar de riscos (APR) baseia-se na técnica definida e usada pelos militares nos programas de segurança de seus sistemas. Muitas empresas químicas possuem um método semelhante implantado , talvez com nome diferente. Esta análise evidenciou-se altamente eficiente em relação ao custo, na fase de desenvolvimento de todos os sistemas militares perigosos, inclusive as plantas de processo. É também possível usar a análise em questão para anteceder outros métodos mais detalhados de identificação de riscos a serem utilizados em outras oportunidades no decorrer da vida útil da planta. A APR é própria para ser empregada na fase inicial de concepção e desenvolvimento das plantas de processo, na determinação dos riscos que possam existir. Ela não exclui a necessidade de outros tipos de avaliações de riscos. Ao contrário, é uma precursora de outras análises. As principais vantagens da APR são: identificação com antecedência e conscientização dos perigos em potencial por parte da equipe de projeto e identificação e/ou desenvolvimento de diretrizes e critérios para a equipe de desenvolvimento do processo seguir. Assim, à medida que o projeto se desenvolve, os perigos principais podem ser eliminados, minimizados ou controlados logo de início. A APR é realizada mediante a listagem dos perigos associados aos elementos do sistema, como definido no estágio de concepção ou do começo do projeto. Os elementos da planta , que podem ser definidos neste estágio, compreendem: - matérias primas, produtos intermediários e finais e sua reatividade; - equipamentos de processo; - interface entre componentes; - ambiente operacional; - operações (teste, manutenção, procedimentos de emergência, etc ); - instalações; - equipamentos de segurança. À medida que cada perigo é identificado, as causas em potencial, os efeitos e a gravidade dos acidentes, bem como as possíveis medidas corretivas e/ou preventivas, são também descritas. Para que o trabalho seja completo, é preciso aproveitar a experiência anterior, proveniente do maior número possível de fontes diferentes. Estas fontes compreendem estudos de riscos de instalações semelhantes, experiência operacional em processos similares e listagem de riscos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Zamith França Neto - Coordenador / Renan Barcellos - Integrante.

  • 2015 - Atual

    Desenvolvimento de Modelo para Analise de Riscos em Projetos de Engenharia, Descrição: A análise preliminar de riscos (APR) baseia-se na técnica definida e usada pelos militares nos programas de segurança de seus sistemas. Muitas empresas químicas possuem um método semelhante implantado , talvez com nome diferente. Esta análise evidenciou-se altamente eficiente em relação ao custo, na fase de desenvolvimento de todos os sistemas militares perigosos, inclusive as plantas de processo. É também possível usar a análise em questão para anteceder outros métodos mais detalhados de identificação de riscos a serem utilizados em outras oportunidades no decorrer da vida útil da planta. A APR é própria para ser empregada na fase inicial de concepção e desenvolvimento das plantas de processo, na determinação dos riscos que possam existir. Ela não exclui a necessidade de outros tipos de avaliações de riscos. Ao contrário, é uma precursora de outras análises. As principais vantagens da APR são: identificação com antecedência e conscientização dos perigos em potencial por parte da equipe de projeto e identificação e/ou desenvolvimento de diretrizes e critérios para a equipe de desenvolvimento do processo seguir. Assim, à medida que o projeto se desenvolve, os perigos principais podem ser eliminados, minimizados ou controlados logo de início. A APR é realizada mediante a listagem dos perigos associados aos elementos do sistema, como definido no estágio de concepção ou do começo do projeto. Os elementos da planta , que podem ser definidos neste estágio, compreendem: - matérias primas, produtos intermediários e finais e sua reatividade; - equipamentos de processo; - interface entre componentes; - ambiente operacional; - operações (teste, manutenção, procedimentos de emergência, etc ); - instalações; - equipamentos de segurança. À medida que cada perigo é identificado, as causas em potencial, os efeitos e a gravidade dos acidentes, bem como as possíveis medidas corretivas e/ou preventivas, são também descritas. Para que o trabalho seja completo, é preciso aproveitar a experiência anterior, proveniente do maior número possível de fontes diferentes. Estas fontes compreendem estudos de riscos de instalações semelhantes, experiência operacional em processos similares e listagem de riscos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Zamith França Neto - Coordenador / Renan Barcellos - Integrante.

  • 2015 - Atual

    Desenvolvimento de Modelo para Analise de Riscos em Projetos de Engenharia, Descrição: A análise preliminar de riscos (APR) baseia-se na técnica definida e usada pelos militares nos programas de segurança de seus sistemas. Muitas empresas químicas possuem um método semelhante implantado , talvez com nome diferente. Esta análise evidenciou-se altamente eficiente em relação ao custo, na fase de desenvolvimento de todos os sistemas militares perigosos, inclusive as plantas de processo. É também possível usar a análise em questão para anteceder outros métodos mais detalhados de identificação de riscos a serem utilizados em outras oportunidades no decorrer da vida útil da planta. A APR é própria para ser empregada na fase inicial de concepção e desenvolvimento das plantas de processo, na determinação dos riscos que possam existir. Ela não exclui a necessidade de outros tipos de avaliações de riscos. Ao contrário, é uma precursora de outras análises. As principais vantagens da APR são: identificação com antecedência e conscientização dos perigos em potencial por parte da equipe de projeto e identificação e/ou desenvolvimento de diretrizes e critérios para a equipe de desenvolvimento do processo seguir. Assim, à medida que o projeto se desenvolve, os perigos principais podem ser eliminados, minimizados ou controlados logo de início. A APR é realizada mediante a listagem dos perigos associados aos elementos do sistema, como definido no estágio de concepção ou do começo do projeto. Os elementos da planta , que podem ser definidos neste estágio, compreendem: - matérias primas, produtos intermediários e finais e sua reatividade; - equipamentos de processo; - interface entre componentes; - ambiente operacional; - operações (teste, manutenção, procedimentos de emergência, etc ); - instalações; - equipamentos de segurança. À medida que cada perigo é identificado, as causas em potencial, os efeitos e a gravidade dos acidentes, bem como as possíveis medidas corretivas e/ou preventivas, são também descritas. Para que o trabalho seja completo, é preciso aproveitar a experiência anterior, proveniente do maior número possível de fontes diferentes. Estas fontes compreendem estudos de riscos de instalações semelhantes, experiência operacional em processos similares e listagem de riscos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Zamith França Neto - Coordenador / Renan Barcellos - Integrante.

  • 2015 - Atual

    Desenvolvimento de Modelo para Analise de Riscos em Projetos de Engenharia, Descrição: A análise preliminar de riscos (APR) baseia-se na técnica definida e usada pelos militares nos programas de segurança de seus sistemas. Muitas empresas químicas possuem um método semelhante implantado , talvez com nome diferente. Esta análise evidenciou-se altamente eficiente em relação ao custo, na fase de desenvolvimento de todos os sistemas militares perigosos, inclusive as plantas de processo. É também possível usar a análise em questão para anteceder outros métodos mais detalhados de identificação de riscos a serem utilizados em outras oportunidades no decorrer da vida útil da planta. A APR é própria para ser empregada na fase inicial de concepção e desenvolvimento das plantas de processo, na determinação dos riscos que possam existir. Ela não exclui a necessidade de outros tipos de avaliações de riscos. Ao contrário, é uma precursora de outras análises. As principais vantagens da APR são: identificação com antecedência e conscientização dos perigos em potencial por parte da equipe de projeto e identificação e/ou desenvolvimento de diretrizes e critérios para a equipe de desenvolvimento do processo seguir. Assim, à medida que o projeto se desenvolve, os perigos principais podem ser eliminados, minimizados ou controlados logo de início. A APR é realizada mediante a listagem dos perigos associados aos elementos do sistema, como definido no estágio de concepção ou do começo do projeto. Os elementos da planta , que podem ser definidos neste estágio, compreendem: - matérias primas, produtos intermediários e finais e sua reatividade; - equipamentos de processo; - interface entre componentes; - ambiente operacional; - operações (teste, manutenção, procedimentos de emergência, etc ); - instalações; - equipamentos de segurança. À medida que cada perigo é identificado, as causas em potencial, os efeitos e a gravidade dos acidentes, bem como as possíveis medidas corretivas e/ou preventivas, são também descritas. Para que o trabalho seja completo, é preciso aproveitar a experiência anterior, proveniente do maior número possível de fontes diferentes. Estas fontes compreendem estudos de riscos de instalações semelhantes, experiência operacional em processos similares e listagem de riscos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Zamith França Neto - Coordenador / Renan Barcellos - Integrante.

  • 2015 - Atual

    Desenvolvimento de Modelo para Analise de Riscos em Projetos de Engenharia, Descrição: A análise preliminar de riscos (APR) baseia-se na técnica definida e usada pelos militares nos programas de segurança de seus sistemas. Muitas empresas químicas possuem um método semelhante implantado , talvez com nome diferente. Esta análise evidenciou-se altamente eficiente em relação ao custo, na fase de desenvolvimento de todos os sistemas militares perigosos, inclusive as plantas de processo. É também possível usar a análise em questão para anteceder outros métodos mais detalhados de identificação de riscos a serem utilizados em outras oportunidades no decorrer da vida útil da planta. A APR é própria para ser empregada na fase inicial de concepção e desenvolvimento das plantas de processo, na determinação dos riscos que possam existir. Ela não exclui a necessidade de outros tipos de avaliações de riscos. Ao contrário, é uma precursora de outras análises. As principais vantagens da APR são: identificação com antecedência e conscientização dos perigos em potencial por parte da equipe de projeto e identificação e/ou desenvolvimento de diretrizes e critérios para a equipe de desenvolvimento do processo seguir. Assim, à medida que o projeto se desenvolve, os perigos principais podem ser eliminados, minimizados ou controlados logo de início. A APR é realizada mediante a listagem dos perigos associados aos elementos do sistema, como definido no estágio de concepção ou do começo do projeto. Os elementos da planta , que podem ser definidos neste estágio, compreendem: - matérias primas, produtos intermediários e finais e sua reatividade; - equipamentos de processo; - interface entre componentes; - ambiente operacional; - operações (teste, manutenção, procedimentos de emergência, etc ); - instalações; - equipamentos de segurança. À medida que cada perigo é identificado, as causas em potencial, os efeitos e a gravidade dos acidentes, bem como as possíveis medidas corretivas e/ou preventivas, são também descritas. Para que o trabalho seja completo, é preciso aproveitar a experiência anterior, proveniente do maior número possível de fontes diferentes. Estas fontes compreendem estudos de riscos de instalações semelhantes, experiência operacional em processos similares e listagem de riscos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Zamith França Neto - Coordenador / Renan Barcellos - Integrante.

  • 2015 - Atual

    Desenvolvimento de Modelo para Analise de Riscos em Projetos de Engenharia, Descrição: A análise preliminar de riscos (APR) baseia-se na técnica definida e usada pelos militares nos programas de segurança de seus sistemas. Muitas empresas químicas possuem um método semelhante implantado , talvez com nome diferente. Esta análise evidenciou-se altamente eficiente em relação ao custo, na fase de desenvolvimento de todos os sistemas militares perigosos, inclusive as plantas de processo. É também possível usar a análise em questão para anteceder outros métodos mais detalhados de identificação de riscos a serem utilizados em outras oportunidades no decorrer da vida útil da planta. A APR é própria para ser empregada na fase inicial de concepção e desenvolvimento das plantas de processo, na determinação dos riscos que possam existir. Ela não exclui a necessidade de outros tipos de avaliações de riscos. Ao contrário, é uma precursora de outras análises. As principais vantagens da APR são: identificação com antecedência e conscientização dos perigos em potencial por parte da equipe de projeto e identificação e/ou desenvolvimento de diretrizes e critérios para a equipe de desenvolvimento do processo seguir. Assim, à medida que o projeto se desenvolve, os perigos principais podem ser eliminados, minimizados ou controlados logo de início. A APR é realizada mediante a listagem dos perigos associados aos elementos do sistema, como definido no estágio de concepção ou do começo do projeto. Os elementos da planta , que podem ser definidos neste estágio, compreendem: - matérias primas, produtos intermediários e finais e sua reatividade; - equipamentos de processo; - interface entre componentes; - ambiente operacional; - operações (teste, manutenção, procedimentos de emergência, etc ); - instalações; - equipamentos de segurança. À medida que cada perigo é identificado, as causas em potencial, os efeitos e a gravidade dos acidentes, bem como as possíveis medidas corretivas e/ou preventivas, são também descritas. Para que o trabalho seja completo, é preciso aproveitar a experiência anterior, proveniente do maior número possível de fontes diferentes. Estas fontes compreendem estudos de riscos de instalações semelhantes, experiência operacional em processos similares e listagem de riscos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Zamith França Neto - Coordenador / Renan Barcellos - Integrante.

  • 2015 - Atual

    Desenvolvimento de Modelo para Analise de Riscos em Projetos de Engenharia, Descrição: A análise preliminar de riscos (APR) baseia-se na técnica definida e usada pelos militares nos programas de segurança de seus sistemas. Muitas empresas químicas possuem um método semelhante implantado , talvez com nome diferente. Esta análise evidenciou-se altamente eficiente em relação ao custo, na fase de desenvolvimento de todos os sistemas militares perigosos, inclusive as plantas de processo. É também possível usar a análise em questão para anteceder outros métodos mais detalhados de identificação de riscos a serem utilizados em outras oportunidades no decorrer da vida útil da planta. A APR é própria para ser empregada na fase inicial de concepção e desenvolvimento das plantas de processo, na determinação dos riscos que possam existir. Ela não exclui a necessidade de outros tipos de avaliações de riscos. Ao contrário, é uma precursora de outras análises. As principais vantagens da APR são: identificação com antecedência e conscientização dos perigos em potencial por parte da equipe de projeto e identificação e/ou desenvolvimento de diretrizes e critérios para a equipe de desenvolvimento do processo seguir. Assim, à medida que o projeto se desenvolve, os perigos principais podem ser eliminados, minimizados ou controlados logo de início. A APR é realizada mediante a listagem dos perigos associados aos elementos do sistema, como definido no estágio de concepção ou do começo do projeto. Os elementos da planta , que podem ser definidos neste estágio, compreendem: - matérias primas, produtos intermediários e finais e sua reatividade; - equipamentos de processo; - interface entre componentes; - ambiente operacional; - operações (teste, manutenção, procedimentos de emergência, etc ); - instalações; - equipamentos de segurança. À medida que cada perigo é identificado, as causas em potencial, os efeitos e a gravidade dos acidentes, bem como as possíveis medidas corretivas e/ou preventivas, são também descritas. Para que o trabalho seja completo, é preciso aproveitar a experiência anterior, proveniente do maior número possível de fontes diferentes. Estas fontes compreendem estudos de riscos de instalações semelhantes, experiência operacional em processos similares e listagem de riscos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Zamith França Neto - Coordenador / Renan Barcellos - Integrante.

  • 2015 - Atual

    Desenvolvimento de Modelo para Analise de Riscos em Projetos de Engenharia, Descrição: A análise preliminar de riscos (APR) baseia-se na técnica definida e usada pelos militares nos programas de segurança de seus sistemas. Muitas empresas químicas possuem um método semelhante implantado , talvez com nome diferente. Esta análise evidenciou-se altamente eficiente em relação ao custo, na fase de desenvolvimento de todos os sistemas militares perigosos, inclusive as plantas de processo. É também possível usar a análise em questão para anteceder outros métodos mais detalhados de identificação de riscos a serem utilizados em outras oportunidades no decorrer da vida útil da planta. A APR é própria para ser empregada na fase inicial de concepção e desenvolvimento das plantas de processo, na determinação dos riscos que possam existir. Ela não exclui a necessidade de outros tipos de avaliações de riscos. Ao contrário, é uma precursora de outras análises. As principais vantagens da APR são: identificação com antecedência e conscientização dos perigos em potencial por parte da equipe de projeto e identificação e/ou desenvolvimento de diretrizes e critérios para a equipe de desenvolvimento do processo seguir. Assim, à medida que o projeto se desenvolve, os perigos principais podem ser eliminados, minimizados ou controlados logo de início. A APR é realizada mediante a listagem dos perigos associados aos elementos do sistema, como definido no estágio de concepção ou do começo do projeto. Os elementos da planta , que podem ser definidos neste estágio, compreendem: - matérias primas, produtos intermediários e finais e sua reatividade; - equipamentos de processo; - interface entre componentes; - ambiente operacional; - operações (teste, manutenção, procedimentos de emergência, etc ); - instalações; - equipamentos de segurança. À medida que cada perigo é identificado, as causas em potencial, os efeitos e a gravidade dos acidentes, bem como as possíveis medidas corretivas e/ou preventivas, são também descritas. Para que o trabalho seja completo, é preciso aproveitar a experiência anterior, proveniente do maior número possível de fontes diferentes. Estas fontes compreendem estudos de riscos de instalações semelhantes, experiência operacional em processos similares e listagem de riscos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Zamith França Neto - Coordenador / Renan Barcellos - Integrante.

  • 2015 - Atual

    Desenvolvimento de Modelo para Analise de Riscos em Projetos de Engenharia, Descrição: A análise preliminar de riscos (APR) baseia-se na técnica definida e usada pelos militares nos programas de segurança de seus sistemas. Muitas empresas químicas possuem um método semelhante implantado , talvez com nome diferente. Esta análise evidenciou-se altamente eficiente em relação ao custo, na fase de desenvolvimento de todos os sistemas militares perigosos, inclusive as plantas de processo. É também possível usar a análise em questão para anteceder outros métodos mais detalhados de identificação de riscos a serem utilizados em outras oportunidades no decorrer da vida útil da planta. A APR é própria para ser empregada na fase inicial de concepção e desenvolvimento das plantas de processo, na determinação dos riscos que possam existir. Ela não exclui a necessidade de outros tipos de avaliações de riscos. Ao contrário, é uma precursora de outras análises. As principais vantagens da APR são: identificação com antecedência e conscientização dos perigos em potencial por parte da equipe de projeto e identificação e/ou desenvolvimento de diretrizes e critérios para a equipe de desenvolvimento do processo seguir. Assim, à medida que o projeto se desenvolve, os perigos principais podem ser eliminados, minimizados ou controlados logo de início. A APR é realizada mediante a listagem dos perigos associados aos elementos do sistema, como definido no estágio de concepção ou do começo do projeto. Os elementos da planta , que podem ser definidos neste estágio, compreendem: - matérias primas, produtos intermediários e finais e sua reatividade; - equipamentos de processo; - interface entre componentes; - ambiente operacional; - operações (teste, manutenção, procedimentos de emergência, etc ); - instalações; - equipamentos de segurança. À medida que cada perigo é identificado, as causas em potencial, os efeitos e a gravidade dos acidentes, bem como as possíveis medidas corretivas e/ou preventivas, são também descritas. Para que o trabalho seja completo, é preciso aproveitar a experiência anterior, proveniente do maior número possível de fontes diferentes. Estas fontes compreendem estudos de riscos de instalações semelhantes, experiência operacional em processos similares e listagem de riscos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Zamith França Neto - Coordenador / Renan Barcellos - Integrante.

  • 2015 - Atual

    Desenvolvimento de Modelo para Analise de Riscos em Projetos de Engenharia, Descrição: A análise preliminar de riscos (APR) baseia-se na técnica definida e usada pelos militares nos programas de segurança de seus sistemas. Muitas empresas químicas possuem um método semelhante implantado , talvez com nome diferente. Esta análise evidenciou-se altamente eficiente em relação ao custo, na fase de desenvolvimento de todos os sistemas militares perigosos, inclusive as plantas de processo. É também possível usar a análise em questão para anteceder outros métodos mais detalhados de identificação de riscos a serem utilizados em outras oportunidades no decorrer da vida útil da planta. A APR é própria para ser empregada na fase inicial de concepção e desenvolvimento das plantas de processo, na determinação dos riscos que possam existir. Ela não exclui a necessidade de outros tipos de avaliações de riscos. Ao contrário, é uma precursora de outras análises. As principais vantagens da APR são: identificação com antecedência e conscientização dos perigos em potencial por parte da equipe de projeto e identificação e/ou desenvolvimento de diretrizes e critérios para a equipe de desenvolvimento do processo seguir. Assim, à medida que o projeto se desenvolve, os perigos principais podem ser eliminados, minimizados ou controlados logo de início. A APR é realizada mediante a listagem dos perigos associados aos elementos do sistema, como definido no estágio de concepção ou do começo do projeto. Os elementos da planta , que podem ser definidos neste estágio, compreendem: - matérias primas, produtos intermediários e finais e sua reatividade; - equipamentos de processo; - interface entre componentes; - ambiente operacional; - operações (teste, manutenção, procedimentos de emergência, etc ); - instalações; - equipamentos de segurança. À medida que cada perigo é identificado, as causas em potencial, os efeitos e a gravidade dos acidentes, bem como as possíveis medidas corretivas e/ou preventivas, são também descritas. Para que o trabalho seja completo, é preciso aproveitar a experiência anterior, proveniente do maior número possível de fontes diferentes. Estas fontes compreendem estudos de riscos de instalações semelhantes, experiência operacional em processos similares e listagem de riscos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Zamith França Neto - Coordenador / Renan Barcellos - Integrante.

  • 2015 - Atual

    Desenvolvimento de Modelo para Analise de Riscos em Projetos de Engenharia, Descrição: A análise preliminar de riscos (APR) baseia-se na técnica definida e usada pelos militares nos programas de segurança de seus sistemas. Muitas empresas químicas possuem um método semelhante implantado , talvez com nome diferente. Esta análise evidenciou-se altamente eficiente em relação ao custo, na fase de desenvolvimento de todos os sistemas militares perigosos, inclusive as plantas de processo. É também possível usar a análise em questão para anteceder outros métodos mais detalhados de identificação de riscos a serem utilizados em outras oportunidades no decorrer da vida útil da planta. A APR é própria para ser empregada na fase inicial de concepção e desenvolvimento das plantas de processo, na determinação dos riscos que possam existir. Ela não exclui a necessidade de outros tipos de avaliações de riscos. Ao contrário, é uma precursora de outras análises. As principais vantagens da APR são: identificação com antecedência e conscientização dos perigos em potencial por parte da equipe de projeto e identificação e/ou desenvolvimento de diretrizes e critérios para a equipe de desenvolvimento do processo seguir. Assim, à medida que o projeto se desenvolve, os perigos principais podem ser eliminados, minimizados ou controlados logo de início. A APR é realizada mediante a listagem dos perigos associados aos elementos do sistema, como definido no estágio de concepção ou do começo do projeto. Os elementos da planta , que podem ser definidos neste estágio, compreendem: - matérias primas, produtos intermediários e finais e sua reatividade; - equipamentos de processo; - interface entre componentes; - ambiente operacional; - operações (teste, manutenção, procedimentos de emergência, etc ); - instalações; - equipamentos de segurança. À medida que cada perigo é identificado, as causas em potencial, os efeitos e a gravidade dos acidentes, bem como as possíveis medidas corretivas e/ou preventivas, são também descritas. Para que o trabalho seja completo, é preciso aproveitar a experiência anterior, proveniente do maior número possível de fontes diferentes. Estas fontes compreendem estudos de riscos de instalações semelhantes, experiência operacional em processos similares e listagem de riscos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Zamith França Neto - Coordenador / Renan Barcellos - Integrante.

  • 2015 - Atual

    Desenvolvimento de Modelo para Analise de Riscos em Projetos de Engenharia, Descrição: A análise preliminar de riscos (APR) baseia-se na técnica definida e usada pelos militares nos programas de segurança de seus sistemas. Muitas empresas químicas possuem um método semelhante implantado , talvez com nome diferente. Esta análise evidenciou-se altamente eficiente em relação ao custo, na fase de desenvolvimento de todos os sistemas militares perigosos, inclusive as plantas de processo. É também possível usar a análise em questão para anteceder outros métodos mais detalhados de identificação de riscos a serem utilizados em outras oportunidades no decorrer da vida útil da planta. A APR é própria para ser empregada na fase inicial de concepção e desenvolvimento das plantas de processo, na determinação dos riscos que possam existir. Ela não exclui a necessidade de outros tipos de avaliações de riscos. Ao contrário, é uma precursora de outras análises. As principais vantagens da APR são: identificação com antecedência e conscientização dos perigos em potencial por parte da equipe de projeto e identificação e/ou desenvolvimento de diretrizes e critérios para a equipe de desenvolvimento do processo seguir. Assim, à medida que o projeto se desenvolve, os perigos principais podem ser eliminados, minimizados ou controlados logo de início. A APR é realizada mediante a listagem dos perigos associados aos elementos do sistema, como definido no estágio de concepção ou do começo do projeto. Os elementos da planta , que podem ser definidos neste estágio, compreendem: - matérias primas, produtos intermediários e finais e sua reatividade; - equipamentos de processo; - interface entre componentes; - ambiente operacional; - operações (teste, manutenção, procedimentos de emergência, etc ); - instalações; - equipamentos de segurança. À medida que cada perigo é identificado, as causas em potencial, os efeitos e a gravidade dos acidentes, bem como as possíveis medidas corretivas e/ou preventivas, são também descritas. Para que o trabalho seja completo, é preciso aproveitar a experiência anterior, proveniente do maior número possível de fontes diferentes. Estas fontes compreendem estudos de riscos de instalações semelhantes, experiência operacional em processos similares e listagem de riscos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Zamith França Neto - Coordenador / Renan Barcellos - Integrante.

  • 2015 - Atual

    Desenvolvimento de Modelo para Analise de Riscos em Projetos de Engenharia, Descrição: A análise preliminar de riscos (APR) baseia-se na técnica definida e usada pelos militares nos programas de segurança de seus sistemas. Muitas empresas químicas possuem um método semelhante implantado , talvez com nome diferente. Esta análise evidenciou-se altamente eficiente em relação ao custo, na fase de desenvolvimento de todos os sistemas militares perigosos, inclusive as plantas de processo. É também possível usar a análise em questão para anteceder outros métodos mais detalhados de identificação de riscos a serem utilizados em outras oportunidades no decorrer da vida útil da planta. A APR é própria para ser empregada na fase inicial de concepção e desenvolvimento das plantas de processo, na determinação dos riscos que possam existir. Ela não exclui a necessidade de outros tipos de avaliações de riscos. Ao contrário, é uma precursora de outras análises. As principais vantagens da APR são: identificação com antecedência e conscientização dos perigos em potencial por parte da equipe de projeto e identificação e/ou desenvolvimento de diretrizes e critérios para a equipe de desenvolvimento do processo seguir. Assim, à medida que o projeto se desenvolve, os perigos principais podem ser eliminados, minimizados ou controlados logo de início. A APR é realizada mediante a listagem dos perigos associados aos elementos do sistema, como definido no estágio de concepção ou do começo do projeto. Os elementos da planta , que podem ser definidos neste estágio, compreendem: - matérias primas, produtos intermediários e finais e sua reatividade; - equipamentos de processo; - interface entre componentes; - ambiente operacional; - operações (teste, manutenção, procedimentos de emergência, etc ); - instalações; - equipamentos de segurança. À medida que cada perigo é identificado, as causas em potencial, os efeitos e a gravidade dos acidentes, bem como as possíveis medidas corretivas e/ou preventivas, são também descritas. Para que o trabalho seja completo, é preciso aproveitar a experiência anterior, proveniente do maior número possível de fontes diferentes. Estas fontes compreendem estudos de riscos de instalações semelhantes, experiência operacional em processos similares e listagem de riscos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Zamith França Neto - Coordenador / Renan Barcellos - Integrante.

  • 2015 - Atual

    Desenvolvimento de Modelo para Analise de Riscos em Projetos de Engenharia, Descrição: A análise preliminar de riscos (APR) baseia-se na técnica definida e usada pelos militares nos programas de segurança de seus sistemas. Muitas empresas químicas possuem um método semelhante implantado , talvez com nome diferente. Esta análise evidenciou-se altamente eficiente em relação ao custo, na fase de desenvolvimento de todos os sistemas militares perigosos, inclusive as plantas de processo. É também possível usar a análise em questão para anteceder outros métodos mais detalhados de identificação de riscos a serem utilizados em outras oportunidades no decorrer da vida útil da planta. A APR é própria para ser empregada na fase inicial de concepção e desenvolvimento das plantas de processo, na determinação dos riscos que possam existir. Ela não exclui a necessidade de outros tipos de avaliações de riscos. Ao contrário, é uma precursora de outras análises. As principais vantagens da APR são: identificação com antecedência e conscientização dos perigos em potencial por parte da equipe de projeto e identificação e/ou desenvolvimento de diretrizes e critérios para a equipe de desenvolvimento do processo seguir. Assim, à medida que o projeto se desenvolve, os perigos principais podem ser eliminados, minimizados ou controlados logo de início. A APR é realizada mediante a listagem dos perigos associados aos elementos do sistema, como definido no estágio de concepção ou do começo do projeto. Os elementos da planta , que podem ser definidos neste estágio, compreendem: - matérias primas, produtos intermediários e finais e sua reatividade; - equipamentos de processo; - interface entre componentes; - ambiente operacional; - operações (teste, manutenção, procedimentos de emergência, etc ); - instalações; - equipamentos de segurança. À medida que cada perigo é identificado, as causas em potencial, os efeitos e a gravidade dos acidentes, bem como as possíveis medidas corretivas e/ou preventivas, são também descritas. Para que o trabalho seja completo, é preciso aproveitar a experiência anterior, proveniente do maior número possível de fontes diferentes. Estas fontes compreendem estudos de riscos de instalações semelhantes, experiência operacional em processos similares e listagem de riscos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Zamith França Neto - Coordenador / Renan Barcellos - Integrante.

  • 2015 - Atual

    Desenvolvimento de Modelo para Analise de Riscos em Projetos de Engenharia, Descrição: A análise preliminar de riscos (APR) baseia-se na técnica definida e usada pelos militares nos programas de segurança de seus sistemas. Muitas empresas químicas possuem um método semelhante implantado , talvez com nome diferente. Esta análise evidenciou-se altamente eficiente em relação ao custo, na fase de desenvolvimento de todos os sistemas militares perigosos, inclusive as plantas de processo. É também possível usar a análise em questão para anteceder outros métodos mais detalhados de identificação de riscos a serem utilizados em outras oportunidades no decorrer da vida útil da planta. A APR é própria para ser empregada na fase inicial de concepção e desenvolvimento das plantas de processo, na determinação dos riscos que possam existir. Ela não exclui a necessidade de outros tipos de avaliações de riscos. Ao contrário, é uma precursora de outras análises. As principais vantagens da APR são: identificação com antecedência e conscientização dos perigos em potencial por parte da equipe de projeto e identificação e/ou desenvolvimento de diretrizes e critérios para a equipe de desenvolvimento do processo seguir. Assim, à medida que o projeto se desenvolve, os perigos principais podem ser eliminados, minimizados ou controlados logo de início. A APR é realizada mediante a listagem dos perigos associados aos elementos do sistema, como definido no estágio de concepção ou do começo do projeto. Os elementos da planta , que podem ser definidos neste estágio, compreendem: - matérias primas, produtos intermediários e finais e sua reatividade; - equipamentos de processo; - interface entre componentes; - ambiente operacional; - operações (teste, manutenção, procedimentos de emergência, etc ); - instalações; - equipamentos de segurança. À medida que cada perigo é identificado, as causas em potencial, os efeitos e a gravidade dos acidentes, bem como as possíveis medidas corretivas e/ou preventivas, são também descritas. Para que o trabalho seja completo, é preciso aproveitar a experiência anterior, proveniente do maior número possível de fontes diferentes. Estas fontes compreendem estudos de riscos de instalações semelhantes, experiência operacional em processos similares e listagem de riscos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Zamith França Neto - Coordenador / Renan Barcellos - Integrante.

  • 2015 - Atual

    Desenvolvimento de Modelo para Analise de Riscos em Projetos de Engenharia, Descrição: A análise preliminar de riscos (APR) baseia-se na técnica definida e usada pelos militares nos programas de segurança de seus sistemas. Muitas empresas químicas possuem um método semelhante implantado , talvez com nome diferente. Esta análise evidenciou-se altamente eficiente em relação ao custo, na fase de desenvolvimento de todos os sistemas militares perigosos, inclusive as plantas de processo. É também possível usar a análise em questão para anteceder outros métodos mais detalhados de identificação de riscos a serem utilizados em outras oportunidades no decorrer da vida útil da planta. A APR é própria para ser empregada na fase inicial de concepção e desenvolvimento das plantas de processo, na determinação dos riscos que possam existir. Ela não exclui a necessidade de outros tipos de avaliações de riscos. Ao contrário, é uma precursora de outras análises. As principais vantagens da APR são: identificação com antecedência e conscientização dos perigos em potencial por parte da equipe de projeto e identificação e/ou desenvolvimento de diretrizes e critérios para a equipe de desenvolvimento do processo seguir. Assim, à medida que o projeto se desenvolve, os perigos principais podem ser eliminados, minimizados ou controlados logo de início. A APR é realizada mediante a listagem dos perigos associados aos elementos do sistema, como definido no estágio de concepção ou do começo do projeto. Os elementos da planta , que podem ser definidos neste estágio, compreendem: - matérias primas, produtos intermediários e finais e sua reatividade; - equipamentos de processo; - interface entre componentes; - ambiente operacional; - operações (teste, manutenção, procedimentos de emergência, etc ); - instalações; - equipamentos de segurança. À medida que cada perigo é identificado, as causas em potencial, os efeitos e a gravidade dos acidentes, bem como as possíveis medidas corretivas e/ou preventivas, são também descritas. Para que o trabalho seja completo, é preciso aproveitar a experiência anterior, proveniente do maior número possível de fontes diferentes. Estas fontes compreendem estudos de riscos de instalações semelhantes, experiência operacional em processos similares e listagem de riscos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Zamith França Neto - Coordenador / Renan Barcellos - Integrante.

  • 2015 - Atual

    Desenvolvimento de Modelo para Analise de Riscos em Projetos de Engenharia, Descrição: A análise preliminar de riscos (APR) baseia-se na técnica definida e usada pelos militares nos programas de segurança de seus sistemas. Muitas empresas químicas possuem um método semelhante implantado , talvez com nome diferente. Esta análise evidenciou-se altamente eficiente em relação ao custo, na fase de desenvolvimento de todos os sistemas militares perigosos, inclusive as plantas de processo. É também possível usar a análise em questão para anteceder outros métodos mais detalhados de identificação de riscos a serem utilizados em outras oportunidades no decorrer da vida útil da planta. A APR é própria para ser empregada na fase inicial de concepção e desenvolvimento das plantas de processo, na determinação dos riscos que possam existir. Ela não exclui a necessidade de outros tipos de avaliações de riscos. Ao contrário, é uma precursora de outras análises. As principais vantagens da APR são: identificação com antecedência e conscientização dos perigos em potencial por parte da equipe de projeto e identificação e/ou desenvolvimento de diretrizes e critérios para a equipe de desenvolvimento do processo seguir. Assim, à medida que o projeto se desenvolve, os perigos principais podem ser eliminados, minimizados ou controlados logo de início. A APR é realizada mediante a listagem dos perigos associados aos elementos do sistema, como definido no estágio de concepção ou do começo do projeto. Os elementos da planta , que podem ser definidos neste estágio, compreendem: - matérias primas, produtos intermediários e finais e sua reatividade; - equipamentos de processo; - interface entre componentes; - ambiente operacional; - operações (teste, manutenção, procedimentos de emergência, etc ); - instalações; - equipamentos de segurança. À medida que cada perigo é identificado, as causas em potencial, os efeitos e a gravidade dos acidentes, bem como as possíveis medidas corretivas e/ou preventivas, são também descritas. Para que o trabalho seja completo, é preciso aproveitar a experiência anterior, proveniente do maior número possível de fontes diferentes. Estas fontes compreendem estudos de riscos de instalações semelhantes, experiência operacional em processos similares e listagem de riscos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Zamith França Neto - Coordenador / Renan Barcellos - Integrante.

  • 2019 - Atual

    Desenvolvimento de Modelo para Analise de Riscos em Projetos de Engenharia, Descrição: A análise preliminar de riscos (APR) baseia-se na técnica definida e usada pelos militares nos programas de segurança de seus sistemas. Muitas empresas químicas possuem um método semelhante implantado , talvez com nome diferente. Esta análise evidenciou-se altamente eficiente em relação ao custo, na fase de desenvolvimento de todos os sistemas militares perigosos, inclusive as plantas de processo. É também possível usar a análise em questão para anteceder outros métodos mais detalhados de identificação de riscos a serem utilizados em outras oportunidades no decorrer da vida útil da planta. A APR é própria para ser empregada na fase inicial de concepção e desenvolvimento das plantas de processo, na determinação dos riscos que possam existir. Ela não exclui a necessidade de outros tipos de avaliações de riscos. Ao contrário, é uma precursora de outras análises. As principais vantagens da APR são: identificação com antecedência e conscientização dos perigos em potencial por parte da equipe de projeto e identificação e/ou desenvolvimento de diretrizes e critérios para a equipe de desenvolvimento do processo seguir. Assim, à medida que o projeto se desenvolve, os perigos principais podem ser eliminados, minimizados ou controlados logo de início. A APR é realizada mediante a listagem dos perigos associados aos elementos do sistema, como definido no estágio de concepção ou do começo do projeto. Os elementos da planta , que podem ser definidos neste estágio, compreendem: - matérias primas, produtos intermediários e finais e sua reatividade; - equipamentos de processo; - interface entre componentes; - ambiente operacional; - operações (teste, manutenção, procedimentos de emergência, etc ); - instalações; - equipamentos de segurança. À medida que cada perigo é identificado, as causas em potencial, os efeitos e a gravidade dos acidentes, bem como as possíveis medidas corretivas e/ou preventivas, são também descritas. Para que o trabalho seja completo, é preciso aproveitar a experiência anterior, proveniente do maior número possível de fontes diferentes. Estas fontes compreendem estudos de riscos de instalações semelhantes, experiência operacional em processos similares e listagem de riscos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Zamith França Neto - Coordenador / Renan Barcellos - Integrante.

  • 2019 - Atual

    Desenvolvimento de Modelo para Analise de Riscos em Projetos de Engenharia, Descrição: A análise preliminar de riscos (APR) baseia-se na técnica definida e usada pelos militares nos programas de segurança de seus sistemas. Muitas empresas químicas possuem um método semelhante implantado , talvez com nome diferente. Esta análise evidenciou-se altamente eficiente em relação ao custo, na fase de desenvolvimento de todos os sistemas militares perigosos, inclusive as plantas de processo. É também possível usar a análise em questão para anteceder outros métodos mais detalhados de identificação de riscos a serem utilizados em outras oportunidades no decorrer da vida útil da planta. A APR é própria para ser empregada na fase inicial de concepção e desenvolvimento das plantas de processo, na determinação dos riscos que possam existir. Ela não exclui a necessidade de outros tipos de avaliações de riscos. Ao contrário, é uma precursora de outras análises. As principais vantagens da APR são: identificação com antecedência e conscientização dos perigos em potencial por parte da equipe de projeto e identificação e/ou desenvolvimento de diretrizes e critérios para a equipe de desenvolvimento do processo seguir. Assim, à medida que o projeto se desenvolve, os perigos principais podem ser eliminados, minimizados ou controlados logo de início. A APR é realizada mediante a listagem dos perigos associados aos elementos do sistema, como definido no estágio de concepção ou do começo do projeto. Os elementos da planta , que podem ser definidos neste estágio, compreendem: - matérias primas, produtos intermediários e finais e sua reatividade; - equipamentos de processo; - interface entre componentes; - ambiente operacional; - operações (teste, manutenção, procedimentos de emergência, etc ); - instalações; - equipamentos de segurança. À medida que cada perigo é identificado, as causas em potencial, os efeitos e a gravidade dos acidentes, bem como as possíveis medidas corretivas e/ou preventivas, são também descritas. Para que o trabalho seja completo, é preciso aproveitar a experiência anterior, proveniente do maior número possível de fontes diferentes. Estas fontes compreendem estudos de riscos de instalações semelhantes, experiência operacional em processos similares e listagem de riscos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Zamith França Neto - Coordenador / Renan Barcellos - Integrante.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • IFES - Campus São Mateus, Coordenadoria do Curso de Engenharia Elétrica. , Rodovia Governador Mário Covas, Km 58, Litorâneo, 29932540 - São Mateus, ES - Brasil, Telefone: (11) 954653377, URL da Homepage:

Experiência profissional

2022 - Atual

Instituto Internacional de Tecnologia e Informações Cientificas

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Instrutor e Pesquisador, Carga horária: 16

Outras informações:
Cursos de formação e capacitação técnica em Sistemas de Transmissão e Distribuição. Nos cursos de Eficiência Energética e Energias Renováveis. Coordena os cursos de Pos Graduação em Energia. Desenvolve pesquisa e estudos em energias renováveis e controle de processo.

2018 - Atual

Instituto Internacional de Tecnologia e Informações Cientificas

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Coordenado de Engenharia e Inovação, Carga horária: 20

Outras informações:
Fazer a capacitação de profissionais de manutenção industrial sobre técnicas de inspeção termográfica, interpretação de dados técnicos de termografia, leitura e interpretação de laudos e apresentação da metodologia base para estudos termográficos. Realizar diagnóstico preliminar de falhas e do levantamento das causas, a redução de defeitos em equipamentos, e dos custos com horas de máquina parada. Desenvolver estudos de viabilidade de implantação e projetos de Unidades Geradoras de Energia por Biomassa e Fotovoltaicas. Projetos de Sistemas de Automação e Controle. Codifica, desenvolve e realiza manutenção de programas para dispositivos móveis. Implementa rotinas especificadas em projetos e documenta as etapas do processo. Ministrar cursos de capacitação e qualificação técnica, nas áreas de energia e automação e controle.

2011 - Atual

Instituto Internacional de Tecnologia e Informações Cientificas

Vínculo: Mantenedor, Enquadramento Funcional: Membro permanente, Carga horária: 1

Outras informações:
Acompanha deliberações e aprovação de projetos e novas atividades.

2012 - 2019

Instituto Internacional de Tecnologia e Informações Cientificas

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Diretor de Tecnologia e Inovação

Outras informações:
1- Realizar analise e desenvolvimento de soluções em Energias Renováveis e Eficiencia Energética. 2. Desenvolver projetos e soluções para Automação Industrial, soluções aplicadas a robótica industrial 3- Desenvolvimento e projetos em Sistemas Especialistas.

Atividades

  • 02/2012

    Pesquisa e desenvolvimento, Grupo de Estudo e Pesquisa em Energia e Eficiência Energética.,Linhas de pesquisa

2021 - Atual

IFES - CAMPUS SÃO MATEUS

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor de Ensino Técnico e Tecnológico, Carga horária: 20

Outras informações:
Ministrar as disciplinas de Manutenção Elétrica Industrial, Maquinas Elétricas, Laboratório de Instalações Elétricas e Laboratório de Maquinas de Controle Elétrico, nos cursos Técnico de Eletrotécnica e de Engenharia Elétrica.

2022 - Atual

Federação das Indústrias do Espírito Santo

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Especialista em Energia, Carga horária: 8

Outras informações:
Faz parte do grupo de especialistas para o estudo da Rota Estratégica de Energias para o futuro do ES, com a implantação de um programa para a promoção da competitividade da industria do ES.

Atividades

  • 06/2021

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Observatório da Industria.,Cargo ou função, Especialista de Energia.

2019 - 2023

Receita Federal do Brasil

Vínculo: Perito, Enquadramento Funcional: Perito da Alfandega da Receita Federal

Outras informações:
Identificação e quantificação de mercadorias importadas ou a exportar e a emissão de laudo pericial sobre o estado e o valor residual de bens.

2022 - 2023

SENAI - Departamento Regional do Espírito Santo

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professor do Ensino Medio Tecnico Profissiona, Carga horária: 20

Outras informações:
Atuar em cursos de qualificação de instalações elétricas de baixa tensão. Capacitação profissionais para atuar em sistemas de distribuição ministrando curso sobre a NR10 e SEP.

2017 - 2019

Instituto Federal de São Paulo

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor de Ensino Tecnico Profissional, Carga horária: 40

Outras informações:
Atuar nos cursos Técnicos de Eletrotécnica e de Mecatrônica ministrando disciplinas teóricas e práticas de Eletrônica Analógica, Instrumentação Industrial, Circuitos Elétricos em Corrente Alternada. Também ministrar aulas e treinamento em Sistemas Elétricos de Potencia e Robótica Industrial e suas aplicações. Realizar treinamentos e capacitações técnicas em Sistemas Elétricos de Potência Termografia aplicada para analise em circuitos elétricos e mecânicos.

2015 - 2016

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor de Ensino Técnico Profissional, Carga horária: 40

Outras informações:
Atuou como professor no curso técnico de eletrotécnica, ministrando as disciplinas de Geradores e Motores Elétricos, Automação Industrial, Transformadores, Acionamentos e Proteção de Motores, Gestão Industrial. Atuou também no curso de graduação em Ciências da Computação ministrando a disciplina de Sistemas Digitais. Implantou o laboratório de Energias Renováveis, atraves da utilização de sistemas fotovoltaicos e sistemas eólicos. Criou e organizou o I FITE - I Forum de Inovação, Tecnologia e Educação do Alto Jacui.

1996 - 1998

Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor de Ensino Tecnico Profissional, Carga horária: 40

Outras informações:
Professor das Disciplinas: 1- Circuitos Eletricos Fundamentais; 2- Edstudo e Projeto de Circuitos Eletricos Industriais; 3- Pratica em Instalações Elétricas.

2003 - 2009

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor de Ensino Técnico Profissional, Carga horária: 40

Outras informações:
Professor das Diciplinas de Sistemas Digitais, Instalações Eletricas de Baixa Tensão, Projeto de Instalações Elétricas e Redes de Computadores. -Professor das Disciplinas de Lógica de Programação e Circuitos Combinacionais Digitais do Curso de Automação Industrial e de Internet e Conectividade

1986 - 2005

Instituto de Tecnologia do Espírito Santo

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Celetista, Carga horária: 40

Outras informações:
- Analista Senior de TI , desenvolveu Projeto e Suporte de Infra Estrutura, Projeto e Implantação de Soluções Interconectividade para os órgãos do Governo do Estado do Espirito Santo. - Exerceu as funções de Engenheiro de Hardware, Analista de Sistemas, Superintendente de Produção e Gerente de Teleprocessamento. Projetou e implantou a rede de Teleprocessamento das secretárias de governo do estado do Espirito Santo ao CPD da Prodest. Montou o centro de atendimento ao teleprocessamento para centralizar os problemas e os pedidos dos usuários locais e remotos para atendimento de problemas técnicos. Implantou a primeira rede de Teleprocessamento utilizando a RENPAC no estado para sistemas baseado no Mainframe UNISYS A6 e A9.

2012 - 2014

Cobra Tecnologia (Banco do Brasil)

Vínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: Bussines Process Outsourcing Analyst, Carga horária: 40

Outras informações:
Atendimento aos sistemas de TI do Banco do Brasil na região Norte do Espirito Santo. Atuou no atendimento a diversos níveis de serviço (SLA);Certificação e monitoração de redes digitais; Inventário e auditoria de parque de equipamentos; Avaliação/dimensionamento de redes lógicas e elétricas.

1985 - 1986

Avibras Industria Aeroespaial

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Analista de Sistemas Senior, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Desempenhou as funções de Analista de Sistema Senior no Centro de Processamento de Dados em Engenharia, fornecendo suporte no sistema Vax 418 da DEC - Digital Equipament Corporation. Desenvolveu sub-rotinas para biblioteca matemática do departamento de Engenharia.

Atividades

  • 01/1986 - 12/1986

    Pesquisa e desenvolvimento, Centro de Processamento de Dados em Engenharia.,Linhas de pesquisa

1983 - 1985

Ministerio da Marinha - Centro de Análise de Sistemas Navais

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Oficial de Marinha e Analista de Sistemas, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Foi oficial Engenheiro, desenvolvendo atividades de Avaliação Operacional e Pesquisa Operacional nos Sistemas de Informações baseados em Computadores das unidades da Marinha. Trabalhou com processos de simulação em computadores.

Atividades

  • 06/1983 - 12/1985

    Pesquisa e desenvolvimento, Avaliação Operacional.,Linhas de pesquisa

1981 - 1983

Ministerio da Marinha - Grupo de Apoio de Sistemas

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Oficial da Marinha, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Exerceu as funções de Analista de Sistemas, realizando testes de campos para a avaliação operacional de sistemas.

Atividades

  • 01/1981 - 06/1983

    Direção e administração, Setor de Apoio.,Cargo ou função, Encarregado de Seção.

  • 01/1981 - 06/1983

    Serviços técnicos especializados , Setor de Apoio.,Serviço realizado, Suporte Tecnico em Computação e Sistemas.

2003 - 2010

S B I

Vínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 20

Outras informações:
Orientação de Trabalhos de TCC.

2019 - 2020

Universidad Autónoma de Encarnación

Vínculo: Professor Visitante, Enquadramento Funcional: Professor

2017 - 2019

Voltimum

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Engenheiro de Aplicação, Carga horária: 8

Outras informações:
Reportar-se ao Diretor Comercial, dar suporte à comercialização dos produtos da empresa prestando orientação técnica na sua aplicação bem como desenvolvendo projetos para atender às solicitações dos clientes. Periodicamente ministrar treinamentos externos, para divulgação dos produtos e tecnologia LED visando uma posterior venda, ou internos para informação e atualização dos funcionários.

2012 - 2015

Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Espirito Santo

Vínculo: , Enquadramento Funcional: Inspetor, Carga horária: 4

Atividades

  • 11/2012

    Treinamentos ministrados , Inspetoria do CREA-ES Guarapari.,Treinamentos ministrados, Capacitação Técnica de profissionais que atuam en instalações elétricas

  • 11/2012

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Inspetoria do CREA-ES Guarapari.,Cargo ou função, Inspetor.

2016 - 2016

Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul

Vínculo: Professor Visitante, Enquadramento Funcional: Professor de Ensino Tecnológico, Carga horária: 8

Outras informações:
Professor no Laboratório de Automação e Controle, ministrando a disciplina de robótica industrial. Apresentou aos alunos do curso de engenharia elétrica os principais componentes de um sistema robótico industrial. Desenvolveu um sistema de controle robótico via wi-fi e sistema de cabeamento rj-45.

2015 - 2015

Universidade do Vale do Rio dos Sinos

Vínculo: Professor Visitante, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 24

2001 - 2003

Instituto Nacional de Telecomunicações

Vínculo: Outro (especifique), Enquadramento Funcional: Empresa Incubada, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Desenvolvimento de projetos em PHP e Dreamweaver , Projetos de Redes de Comunicação de Dados definindo os elementos da rede baseado em tecnologia cliente-servidor, Estudo de provisionamento de serviços (Service Fulfillment) para minimizar os custos operacionais e garantir a satisfação do cliente. Otimização e automação de processos, integração de sistemas, gestão e provisionamento

2017 - 2018

Kroton Educacional de Belo Horizonte

Vínculo: , Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 17

2014 - 2016

Faculdade do Sul da Bahia

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Membro do Conselho Editoria, Carga horária: 8

2013 - 2015

Faculdade do Sul da Bahia

Vínculo: , Enquadramento Funcional: Professor titular, Carga horária: 40

Outras informações:
Ministra as seguintes disciplinas: 1- Circuitos Elétricos I; 2- Circuitos Elétricos II; 3- Sistemas I; 4- Sistemas II; 5- Elementos de Robótica; 6- Eletrotécnica;

2013 - 2015

Faculdade do Sul da Bahia

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Pesquisa e Desenvolvimento, Carga horária: 8

Outras informações:
Desenvolve estudo e aplicações em Robótica Industrial, Atualmente desenvolvendo um braço robótico, para ser controlado via protocolo IP. Aplicações de sensores e controle de motores através de PWM.

Atividades

  • 07/2013 - 12/2013

    Ensino, Engenharia de Produção, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Autromação, Projetos Mecânicos

  • 07/2013 - 12/2013

    Ensino, Engenharia de Controle e Automação, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Sistemas de Controle I, Sistema de Controle II, Mecânica dos Fluidos, Circuitos Elétricos I, Robótica.

2011 - 2013

Instituto Tecnológico de Caratinga

Vínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: Professor de Pos Graduação, Carga horária: 4

Outras informações:
Orientador de Trabalhos de Monoigrafias.

2010 - 2013

Instituto Tecnológico de Caratinga

Vínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: Professor de Ensino Superior, Carga horária: 20

Outras informações:
Professor das Discplinas: 1- Propagação e Antenas; 2- Processamento Digital de Sinais; 3- Circuuitos Eletricos; 4- Introdução aos Sistemas de Geração. Transmissão e Distribuiçao de Energia Elétrica,

2010 - 2013

Instituto Tecnológico de Caratinga

Vínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: Coordenador do Laboratório de Pesquisa, Carga horária: 10

Outras informações:
Desenvolve Pesquisa e Experimentos: 1- Comunicação Digital; 2- Transmissão de Voz sobre IP. 3- Centrais Telefonmicas, 4- Transmissão de Voz e Dados Sem Fio.

Atividades

  • 01/2011 - 06/2013

    Direção e administração, Curso de Engenharia Elétrica.,Cargo ou função, Coordenador do Curso de Engenharia Elétrica.

2006 - 2007

Faculdade de Castelo

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 40

Outras informações:
? Coordenador de Novos Projetos dos Cursos de Sistemas de Informação e Ciência da Computação. Desenvolveu e Implementou um Sistema de Gestão para as atividades de TCC. - Coordenador dos Cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação. - Professor da Unes ministrando as disciplinas de Arquiteturas de Computadores, Auditoria de Sistemas, Sistemas Operacionais para os Cursos de Sistemas de Informação e Ciência da Computação e Introdução a Ciencia da Computação para o Curso de Engenharia de Petrôleo e Gás.

Atividades

  • 07/2006 - 07/2007

    Direção e administração, Unes, Coordenação de Informática.,Cargo ou função, Coordenador de Curso.

2009 - 2009

Faculdade Norte do Espirito Santo

Vínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 20

2015 - 2015

Sociedade Educacional Riograndense

Vínculo: , Enquadramento Funcional: Professor Assistente, Carga horária: 20

Outras informações:
1- professor das disciplinas de Redes de Computadores I e II, no curso e engenharia da computação. 2- Professor das disciplinas de Planejamento Estratégico e Analise Riscos, e Administração de Redes nos Cursos de Tecnólogos de TI.

2008 - 2011

INFORMATION TECHNOLOGY SERVICES

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Diretor, Carga horária: 4

Outras informações:
? Planejamento, Desenvolvimento e Gerenciamento de Projetos e consultoria na área de TI. Implantação de Sistemas Especialistas. Aplicação de ferramentas para apoiar o processo de pesquisa e para análise de dados gerenciais. Realização de análises quanti e qualitativas e possibilitando a publicação de questionários (coleta) e relatórios (análise) na web. Utilização de ferramantas nas mais diversas atividades de estruturação e gestão de dados. Ajudar a explicitar e avaliar a necessidade da organização em matéria de Inteligência na decisão. Implantar, rapidamente, um dispositivo de Inteligência na Decisão. Desenvolver atividade com o propósito de elaborar critérios para o adequado manuseio, armazenamento, transporte e descarte das informações através do desenvolvimento de Diretrizes, Normas, exemplos de Procedimentos e Instruções destinadas respectivamente aos níveis estratégico, tático e operacional, que poderão orientar a criação ou a atualização da Política de Segurança da Informação da empresa. Atualmente em desenvolvimento e projeto de implantação de Tecnologia RFID, para controle gerencial e de processos.

2010 - 2011

Centro Universitário São Camilo - ES

Vínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: Professor Assistente, Carga horária: 8

Outras informações:
Professor da Disciplina de Tecnologia da Informação.