Felipe Geremia Nievinski

Professor no Departamento de Geodésia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), onde também atua como orientador na linha de pesquisa em geodésia por satélites do Programa de Pós-Graduação em Sensoriamento Remoto (2017-). Foi coordenador do curso de graduação em Engenharia Cartográfica (2016-2020) e diretor do Centro Estadual de Pesquisas em Sensoriamento Remoto e Meteorologia (2021-2023). É pesquisador honorário do Departamento de Geodésia e Engenharia Geomática da Universidade de New Brunswick (UNB). Tem graduação em Engenharia Cartográfica pela UFRGS (2004), mestrado em Engenharia Geomática pela UNB (Canadá, 2009) e PhD em Engenharia Aeroespacial pela Universidade do Colorado Boulder (EUA, 2013), com estágio pós-doutoral na Universidade Estadual Paulista (2015). É autor de cerca de 40 artigos internacionais com revisão paritária e foi avaliador de mais de 250 submissões para publicação em diversos periódicos. É editor associado do Boletim de Ciências Geodésicas (2020-), Journal of Geodesy (2019-), Revista Brasileira de Cartografia (2018-), Pesquisas em Geociências (2017-) e membro do corpo editorial de GPS Solutions (2015-). É líder de projetos de pesquisa na área de sistemas de posicionamento, navegação e cronometria por satélites (GPS/GNSS). Tem experiência em geodésia espacial, com ênfase em refração atmosférica e refletometria GNSS (GNSS-R). Foi coordenador (2015-2019), vice-coordenador (2020-2023) e membro (2024-) de grupos de trabalho sobre GNSS-R da Associação Internacional de Geodésia (AIG/IAG). Foi agraciado em 2013 com o prêmio de melhor tese de doutorado sobre GNSS pelo Institute of Navigation e nomeado "Fellow" da AIG/IAG em 2019.

Informações coletadas do Lattes em 29/11/2024

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em Engenharia Aeroespacial

2008 - 2013

Universidade do Colorado Boulder
Título: Forward and Inverse Modeling of GPS Multipath for Snow Monitoring
Orientador: Kristine M. Larson
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.

Mestrado em Engenharia Geomática

2005 - 2008

University Of New Brunswick
Título: Ray-tracing options to mitigate the neutral atmosphere delay in GPS, Ano de Obtenção: 2009
Marcelo Carvalho dos Santos.Bolsista do(a): Canadian International Development Agency, CIDA, Canadá. Palavras-chave: GPS; troposfera; NWP.Grande área: Ciências Exatas e da Terra

Graduação em Engenharia Cartográfica

1999 - 2004

Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Título: Interferometria por radar de abertura sintética
Orientador: Sergio Florencio de Souza
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.

Curso técnico/profissionalizante em Redes de Computadores

1998 - 1999

Escola Técnica da UFRGS

Curso técnico/profissionalizante em Processamento de Dados

1995 - 1997

Escola Técnica da UFRGS

Pós-doutorado

2013 - 2015

Pós-Doutorado. , Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil. , Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. , Grande área: Ciências Exatas e da Terra

Formação complementar

2016 - 2016

International GNSS Seminar 2016. (Carga horária: 64h). , Centro Regional de Educação em Ciência e Tecnologia Espaciais para a Ásia, RCSSTEAP, China.

2013 - 2013

School on Reference Systems, Crustal Deformation a. (Carga horária: 21h). , International Union of Geodesy and Geophysics (IUGG), IUGG, Estados Unidos.

2012 - 2012

Static and Kinematic GPS Using GIPSY/OASIS. (Carga horária: 20h). , UNAVCO, UNAVCO, Estados Unidos.

2011 - 2011

InSAR Processing and Applications for Geoscientist. (Carga horária: 20h). , UNAVCO, UNAVCO, Estados Unidos.

2004 - 2004

Aplicações da Teoria da Inversão à Interp. Geofís.. (Carga horária: 60h). , Universidade de São Paulo, USP, Brasil.

2003 - 2003

Sistemas de Referência Cinemáticos em Geodésia. (Carga horária: 12h). , Universidade Federal do Paraná, UFPR, Brasil.

2003 - 2003

Introdução à Análise Geoestastística. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

1999 - 1999

AutoCAD Map. (Carga horária: 24h). , Grapho/Autodesk, GA, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Geodésia.

Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: ENGENHARIA CARTOGRÁFICA.

Grande área: Engenharias / Área: Engenharia Aeroespacial / Subárea: Sistemas Aeroespaciais/Especialidade: Satélites e Outros Dispositivos Aeroespaciais.

Grande área: Engenharias / Área: Engenharia Elétrica / Subárea: Telecomunicações/Especialidade: Radionavegação e Radioastronomia.

Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Geofísica/Especialidade: Sensoriamento Remoto.

Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Geofísica/Especialidade: Desenvolvimento de Instrumentação Geofísica.

Organização de eventos

SCHMIDT, M. ; WICKERT, J. ; Nievinski, Felipe ; TSAI, L.-T. ; SHOJI, Y. . Sessão sobre Sensoriamento Remoto Geodésico na Assembleia Científica da AIG-IAG. 2017. (Outro).

Nievinski, Felipe . Sessão sobre Geodésia do XXIX Salão de Iniciação Científica. 2017. (Outro).

NIEVINSKI, F. G. . XX Congresso Brasileiro de Cartografia. 2001. (Congresso).

Participação em eventos

IEEE GNSS+R 2023: Institute of Electrical and Electronics Engineers Specialist Meeting on Reflectometry using GNSS and other Signals of Opportunity.GNSS-MR Synthetic Vertical Array Analysis: Simulation of the Scotch-yoke Device Approach Limitation. 2023. (Oficina).

XX Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto (SBSR).Resultados preliminares da Refletometria GNSS em tempo quase real para altimetria de corpos hídricos usando sensores de baixo custo. 2023. (Simpósio).

Applications of low-cost, mass-market and consumer-grade GNSS receivers.Water level altimetry using an open-source low-cost sensor for GNSS reflectometry. 2022. (Seminário).

CBCG/SBG - Colóquio Brasileiro de Ciências Geodésicas e Simpósio Brasileiro de Geomática. 5. 2022. (Congresso).

SAPGU - Seminário Anual de Pesquisas em Geodésia da UFRGS.1. 2022. (Seminário).

Seminário Anual do Grupo de Estudos em Geodésia Espacial.Low-cost ground-based GNSS Reflectometry: Recent developments for water level altimetry. 2022. (Seminário).

South America Water from Space. Recent developments in low cost ground based GNSS Reflectometry for water altimetry. 2022. (Congresso).

AGU - American Geophysical Union Fall Meeting. Raspberry Pi Reflector (RPR): a low-cost water-level monitoring system based on GNSS Interferometric Reflectometry. 2021. (Congresso).

IAG - International Association of Geodesy Scientific Assembly. 4. 2021. (Congresso).

IEEE GNSS+R 2021: Institute of Electrical and Electronics Engineers Specialist Meeting on Reflectometry using GNSS and other Signals of Opportunity.3. 2021. (Encontro).

II SIRAC - Simpósio Regional de Agrimensura e Cartografia.2. 2021. (Simpósio).

X SAPGU - Seminário Anual de Pesquisas em Geodésia da UFRGS.2. 2021. (Seminário).

AGU - American Geophysical Union Fall Meeting. First coastal validation results of an open-source low-cost GNSS Reflectometry sensor for sea level altimetry. 2020. (Congresso).

CBCG - Colóquio Brasileiro de Ciências Geodésicas. 5. 2020. (Congresso).

Seminário Anual do Grupo de Estudos em Geodésia Espacial.Refletometria GNSS: Fundamentos e desenvolvimentos recentes. 2020. (Seminário).

27ª Assembléia Geral da União Internacional de Geodésia e Geofísica. Tropospheric delays in ground-based GNSS reflectometry ? Development and assessment of a refraction climatology. 2019. (Congresso).

EGU 2019 - European Geophysical Union General Conference. SNR-based GNSS multipath reflectometry for soil moisture retrieval ? Demonstration and assessment in three continents and over multiple years. 2019. (Congresso).

IEEE GNSS+R 2019 - Encontro de Especialistas em Refletometria usando GPS/GNSS.Towards a vertical sensor array for sub-hourly sea level retrieval in SNR-based GNSS reflectometry. 2019. (Encontro).

SAPGU - Seminário Anual de Pesquisas em Geodésia da UFRGS.6. 2019. (Seminário).

AGU - American Geophysical Union Fall Meeting. 2. 2018. (Congresso).

Ciclo de Conferências Estudos Avançados em Ciências e Humanidades.Ciência e Tecnologias Livres: Aplicações Geocientíficas. 2018. (Outra).

Conferência iSLR18 sobre Impactos da Subida do Nível do Mar no Passado e no Presente (iSLR18 Conference on Impacts of sea-level rise from past to present).GPS/GNSS reflectometry for geodetic monitoring of coastal sea-level change. 2018. (Encontro).

VII SIMGEO - Simpósio Brasileiro de Ciências Geodésicas e Tecnologias da Geoinfo..Mesas-redondas "Pesquisas em Ciências Geodésicas frente aos critérios de avaliação da CAPES/CNPq: Atualidades, Desafios e Perspectivas" e "Encontro dos Coordenadores de Cursos de Engenharia Cartográfica e Agrimensura?. 2018. (Simpósio).

Workshop do INCT GNSS NavAer 2018. 2018. (Oficina).

GNSS+R 2017 - Specialist Meeting on Reflectometry using GNSS.Tropospheric delays in ground-based GNSS multipath reflectometry ? Towards a unified angular/linear refraction model using ray-tracing simulations. 2017. (Oficina).

GNSS+R 2017 - Specialist Meeting on Reflectometry using GNSS.GNSS multipath reflectometry for coastal sea level monitoring: Extended dynamic model based on the sea vertical acceleration. 2017. (Oficina).

GNSS+R 2017 - Specialist Meeting on Reflectometry using GNSS.IAG/GGOS inter-comparison campaign on SNR-based GNSS reflectometry for sea level monitoring. 2017. (Oficina).

IV Simpósio Brasileiro de Geomática.Da Pesquisa ao Desenvolvimento Tecnológico e Inovação: Refletometria GNSS como Exemplo do Potencial da Geomática. 2017. (Simpósio).

Seminário de Agrimensura, Registros Públicos e Sinter.Sistema de Referência Geocêntrico para as Americas - SIRGAS2000. 2017. (Seminário).

3ª INFOPLAN/IBGE ? Conferência Nacional de Produtores e Usuários de Informações Estatísticas, Geográficas e Ambientais.Uso da RBMC no monitoramento do clima e da geodinâmica terrestre. 2016. (Simpósio).

OpenCon - Conference on Open Access, Open Data and Open Educational Resources. 2016. (Encontro).

American Geophysical Union 2015 Fall Meeting. GPS Diffractive Reflectometry and Further Developments in SNR- and Phase-based GPS Multipath Reflectometry. 2015. (Congresso).

I Congresso Brasileiro de Topografia de Obras. I Encontro dos Profissionais Credenciados no INCRA para Georreferenciamento de Imóveis Rurais (com Técnicos do Incra e Registradores). 2015. (Congresso).

XV Encontro Nacional de Editores Científicos. 2015. (Encontro).

2° Seminário Nacional de Planejamento Territorial e Desenvolvimento Socioambiental. 2014. (Seminário).

II Encontro da Meteorologia com a Nova Era do Setor Elétrico Brasileiro.Monitoramento do nível d'água e velocidade de corrente com sensor GPS. 2014. (Encontro).

UNAVCO Science Workshop.GNSS, network modernization, and other emerging technologies. 2014. (Oficina).

2º Encontro Nacional de Dados Abertos.Licenciamento: Como enfrentar o problema. 2013. (Encontro).

2º Encontro Nacional de Dados Abertos.Licenciamento: Definição do problema. 2013. (Encontro).

2º Encontro Nacional de Dados Abertos.Painel sobre Licenciamento. 2013. (Encontro).

ION GNSS+: The 26th International Technical Meeting of the Satellite Division of The Institute of Navigation. Outorga do Prêmio "Outstanding PhD Thesis in Global Navigation Satellite Systems (GNSS)". 2013. (Congresso).

Reunião do SIRGAS (Geocentric Reference System for the Americas). 2013. (Encontro).

Reunião sobre a Iniciativa GGOS INPE-NASA. 2013. (Outra).

VIII Colóquio Brasileiro de Ciências Geodésicas.GPS multipath reflectometry: Review and first applications in Brazil. 2013. (Simpósio).

Workshop do Programa de Clima Espacial do INPE com Usuários.Sistemas de posicionamento baseado em satélites. 2013. (Oficina).

GNSS+R 2012 -- Workshop on Reflectometry using GNSS and Other Signals of Opportunity.Localization of important scattering regions in the formation of an individual specular reflection. 2012. (Oficina).

National Radio Science Meeting. Snow monitoring at Niwot Ridge using GPS interferometric reflectometry. 2012. (Congresso).

Sixth FORMOSAT-3/COSMIC Data Users' Workshop... 2012. (Oficina).

American Astronautical Society/American Institute of Aeronautics and Astronautics 2011 Space Flight Mechanics Meeting.Improved Orbit Determination Using Second-Order Gauss-Markov Processes. 2011. (Encontro).

American Geophysical Union 2011 Fall Meeting. GPS interferometric reflectometry for ground-based remote sensing of snow depth and density. 2011. (Congresso).

EarthScope 2011 National Meeting.GPS interferometric reflectometry (GPS-IR): Forward and inverse modeling results. 2011. (Encontro).

National Radio Science Meeting. GPS interferometric reflectometry: Forward modeling of multipath caused by large scale surface undulations, via geometrical and physical optics. 2011. (Congresso).

Workshop on Numerical Weather Models for Space Geodesy Positioning.A snapshot of the UNB ray-tracer. 2011. (Oficina).

Workshop on Numerical Weather Models for Space Geodesy Positioning.Generation and Assessment of VMF1-Type Grids Using North-American Numerical Weather Models. 2011. (Oficina).

2010 UNAVCO Science Workshop.GPS interferometric reflectometry (GPS-IR): Correcting for biases in snow retrievals due to ground topography. 2010. (Oficina).

American Geophysical Union 2010 Fall Meeting. GPS interferometric reflectometry: Forward and inverse modeling of GPS signal strength data applied to remote sensing of snow. 2010. (Congresso).

Workshop on Ray-Tracing for Space Geodetic Techniques. Perturbed quadrature solution to the atmospheric ray tracing problem, accelerated by an a priori ray path model. 2010. (Congresso).

American Geophysical Union 2009 Fall Meeting. 2009. (Congresso).

Society for Industrial and Applied Mathematics 2009 Annual Meeting. 2009. (Congresso).

American Geophysical Union 2008 Fall Meeting. Impact of mapping functions based on spherical, ellipsoidal, gradient, and 3d atmospheric structures on GPS Precise Point Positioning. 2008. (Congresso).

American Geophysical Union 2007 Fall Meeting. Discrepancy in neutral atmospheric delay due to different models for ray path and atmosphere in raytracing. 2007. (Congresso).

Canadian Meteorological and Oceanographical Society and American Meteorological Society Joint Congress. Accuracy in zenith tropospheric delay from the Canadian regional numerical weather. 2007. (Congresso).

Congresso Brasileiro de Cartografia. 2007. (Congresso).

Geodesy and Geomatics Engineering 2007 Fall Graduate Seminar.Functional and stochastic modeling of distortion in reference frames. 2007. (Seminário).

Institute of Navigation 63rd Annual Meeting. 2007. (Congresso).

Simpósio Modelagem das Distorções para Redes Geodésicas no Brasil.Colocação -- Aspectos Teóricos. 2007. (Simpósio).

Simpósio Modelagem das Distorções para Redes Geodésicas no Brasil.Preparação dos dados. 2007. (Simpósio).

American Geophysical Union 2006 Joint Assembly. Further Developments in Range-Extended GPS Kinematic Positioning using Numerical Weather Prediction Models. 2006. (Congresso).

Institute of Navigation GNSS 2006. Numerical Weather Models for Tropospheric Mitigation in Marine Kinematic GPS: a daylong analysis. 2006. (Congresso).

Institute of Navigation 62nd Annual Meeting. Range-Extended GPS Kinematic Positioning using Numerical Weather Prediction Model. 2005. (Congresso).

Teaching Assistants' Workshop. 2005. (Oficina).

5o Fórum Internacional e Workshop Software Livre 2004. 2004. (Encontro).

Extreme Day ? Workshop sobre Extreme Programming. 2004. (Oficina).

II Seminário sobre Referencial Geocêntrico no Brasil. 2004. (Seminário).

VI Escola de Verão em Geofísica do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas. 2004. (Outra).

4o Fórum Internacional e Workshop Software Livre 2003.Um Modelo Espacial para Integração dos Dados da Saúde Implementado em Software Livre. 2003. (Encontro).

III Colóquio Brasileiro de Ciências Geodésicas. 2003. (Simpósio).

I Semana Acadêmica do Curso de Engenharia Cartográfica da UFRGS.Banco de Dados Geográfico e Visualização Cartográfica Aplicados à Análise Espacial em Saúde Pública, Utilizando Software Livre. 2003. (Outra).

I Semana Acadêmica do Curso de Engenharia Cartográfica da UFRGS.Plano Cartográfico do Estado do Rio Grande do Sul. 2003. (Outra).

VI Encontro Gaúcho de Agrimensura e Cartografia. 2003. (Encontro).

XV Salão e XII Feira de Iniciação Científica da UFRGS.Organização dos Dados para um Sistema de Informação Geográfica Aplicado à Área Especialmente Gerenciada da Baía do Almirantado, Ilha Rei George, Antártica. 2003. (Outra).

2o Fórum Internacional Software Livre 2002. 2002. (Encontro).

3o Fórum Internacional e Workshop Software Livre 2002.Desenvolvimento de um SIG para Saúde Pública Usando Software. 2002. (Encontro).

Simpósio Brasileiro de Geomática. 2002. (Simpósio).

Fórum Internacional Software Livre 2001. 2001. (Encontro).

X Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto.Legislação Concernente à Observação da Terra. 2001. (Simpósio).

XX Congresso Brasileiro de Cartografia. 2001. (Congresso).

51st International Astronautical Congress. 2000. (Congresso).

Feira das Profissões. Estande do Curso de Engenharia Cartográfica. 2000. (Feira).

GEOBrasil 2000 ? Feira e Congresso de Geotecnologias. 2000. (Outra).

II Workshop Brasileiro de Geoinformática (GeoInfo 2000). 2000. (Oficina).

IV Encontro Gaúcho de Cartografia e Agrimensura. 2000. (Encontro).

Participação em bancas

Aluno: Giana Grupioni Rezende

Geremia-Nievinski, Felipe. O uso de vants na geração das manchas de inundação no município de Ponte Nova (MG). 2022. Dissertação (Mestrado em Sensoriamento Remoto) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Susana Amaral Torres

Geremia-Nievinski, Felipe. Estudo da separação do geoide e do quase geoide no estado do Rio Grande do Sul, Brasil. 2022. Dissertação (Mestrado em Sensoriamento Remoto) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Franck Rosa Da Silva

Geremia-Nievinski, Felipe. A separação geoide-quasegeoide (SGQ) no território brasileiro. 2021. Dissertação (Mestrado em Sensoriamento Remoto) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Igor Ponte Portella

Geremia-Nievinski, Felipe. Estratégias para melhoria do desempenho de receptores GPS sob os efeitos da cintilação ionosférica. 2020. Dissertação (Mestrado em Engenharia Eletrônica e Computação) - Instituto Tecnológico de Aeronáutica.

Aluno: Ismael Érique Koch

Nievinski, Felipe. O independent vortices search no controle de qualidade em redes geodésicas: uma avaliação de estimadores robustos otimizados por meta-heurística para o ajustamento de redes geodésicas. 2019. Dissertação (Mestrado em Computação Aplicada) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.

Aluno: LEONARDO SEHN ALVES

Nievinski, F. G.. Ciência cidadã por meio de estações modulares: construindo as condições para um monitoramento meteorológico colaborativo. 2018. Dissertação (Mestrado em Sensoriamento Remoto) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Rodrigo da Silva Ferraz

Nievinski, Felipe. Avaliação posicional de dados altimétricos gerados por diferentes sistemas de varredura a laser terrestre: estudo de caso. 2017. Dissertação (Mestrado em Sensoriamento Remoto) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Matheus Pereira Guzatto

Nievinski, Felipe. Planejamento de redes horizontais por simulações numéricas. 2017. Dissertação (Mestrado em Sensoriamento Remoto) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Hilário Braz Medeiros

Nievinski, Felipe. Obtenção de modelo digital de elevação e ortorretificação de imagem de alta resolução espacial, em área sujeita à inundação, da região metropolitana de Belém - PA. 2017. Dissertação (Mestrado em Sensoriamento Remoto) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Bruno César Vani

SHIMABUKURO, M. H.;NIEVINSKI, F. G.; DE PAULA, E. R.. Análise da cintilação ionosférica no Brasil empregando GNSS e técnicas de mineração e visualização de dados. 2014. Dissertação (Mestrado em Ciências Cartográficas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Vinicius Francisco Rofatoo

NIEVINSKI, F. G.; FERNANDES, R. M. S.; MONICO, J. F. G.. Estimativa e combinação de séries temporais de ZTD em tempo quase real via GNSS. 2013. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Ciências Cartográfica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Rodrigo da Silva Ferraz

Geremia-Nievinski, Felipe. Avaliação da influência das edificações no cálculo do efeito gravitacional das massas topográficas e na separação geoide-quasi-geoide - Estudo de caso na cidade de Porto Alegre - RS. 2022. Tese (Doutorado em Sensoriamento Remoto) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Crislaine Menezes da Silva

Geremia-Nievinski, Felipe. Solução rápida das ambiguidades para linhas de bases longas com o uso combinado dos sistemas GPS e Galileo. 2021. Tese (Doutorado em Ciências Cartográficas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Gabriel Oliveira Jerez

Geremia-Nievinski, Felipe. Recuperação e análise de perfis de densidade de elétrons para a região brasileira: integração de rádio ocultação e informações ionosféricas regionais. 2021. Tese (Doutorado em Ciências Cartográficas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Vinicius Francisco Rofatto

Geremia-Nievinski, Felipe. Uma extensão à teoria da confiabilidade em geodésia. 2020. Tese (Doutorado em Sensoriamento Remoto) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Tayná Aparecida Ferreira Gouveia

Nievinski, Felipe. Função de mapeamento para a atmosfera neutra e sua aplicação no posicionamento GNSS na América do Sul. 2019. Tese (Doutorado em Ciências Cartográficas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Bruno César Vani

Nievinski, F. G.. Investigações sobre modelagem, predição e mitigação de cintilação ionosférica na região brasileira. 2018. Tese (Doutorado em Ciências Cartográficas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Ivandro Klein

SOUZA, S. F.; AGUIAR, C. R.; VERONEZ, M. R.; MATSUOKA, M. T.;NIEVINSKI, F. G.. Proposta de um novo método para o planejamento de redes geodésicas. 2014. Tese (Doutorado em Programa de Pós-Graduação em Sensoriamento Remoto) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Samoel Giehl

Geremia-Nievinski, Felipe. Comparação entre a altimetria convencional e a altimetria SAR por meio de dados maregráficos na costa do Brasil. 2022. Exame de qualificação (Doutorando em Ciências Geodésicas) - Universidade Federal do Paraná.

Aluno: Jorge Felipe Euriques

Geremia-Nievinski, Felipe. Proposta metodológica para monitoramento da umidade do solo por GNSS-R a partir de uma estação da rede brasileira de monitoramento contínuo dos sistemas GNSS. 2021. Exame de qualificação (Doutorando em Ciências Geodésicas) - Universidade Federal do Paraná.

Aluno: Rodrigo da Silva Ferraz

Geremia-Nievinski, Felipe. Avaliação da variação do efeito gravitacional das massas topográficas a partir de modelos digitais de elevação oriundos de sistemas de varredura a laser aerotransportado ? estudo de caso na cidade de Porto Alegre - RS. 2020. Exame de qualificação (Doutorando em Sensoriamento Remoto) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Mábila Makrakis

Nievinski, Felipe. Complementação da Rede Maregráfica Permanente para Geodésia com a Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo GNSS através da técnica de Refletometria GNSS. 2019. Exame de qualificação (Doutorando em Sensoriamento Remoto) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Eduardo da Silva Valenti

Nievinski, Felipe. Modelo de ondulação geoidal local com resolução de 1 minuto através do método de mineração de dados. 2019. Exame de qualificação (Doutorando em Sensoriamento Remoto) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Gabriel Oliveira Jerez

Nievinski, Felipe. Recuperação e análise de perfis de densidade de elétrons para a região brasileira: integração de rádio ocultação e informações ionosféricas regionais. 2019. Exame de qualificação (Doutorando em Ciências Cartográficas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Crislaine Menezes da Silva

Nievinski, F. G.. Solução das ambiguidades para linhas de bases longas com o uso combinado dos sistemas GPS e Galileo. 2018. Exame de qualificação (Doutorando em Ciências Cartográficas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Vinicius Francisco Rofatto

Nievinski, Felipe. Proposta de um novo método baseado em Monte Carlo para análise e planejamento da confiabilidade de redes geodésicas. 2018. Exame de qualificação (Doutorando em Programa de Pós-Graduação em Sensoriamento Remoto) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Jorge Felipe Euriques

Nievinski, Felipe. Refletrometria GNSS para medição da umidade do solo. 2018. Exame de qualificação (Mestrando em Ciências Geodésicas) - Universidade Federal do Paraná.

Aluno: Hilário Braz Medeiros

SOUZA, S. F.; SANTOS JUNIOR, R. L.;Nievinski, Felipe. Desenvolvimento de estudo para a ortorretificação de imagem de alta resolução adquirida sobre área densamente urbanizada. 2016. Exame de qualificação (Mestrando em Sensoriamento Remoto) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Bruno César Vani

SHIMABUKURO, M. H.;NIEVINSKI, F. G.; DE PAULA, E. R.. Análise da cintilação ionosférica no Brasil empregando GNSS e técnicas de mineração e visualização de dados. 2013. Exame de qualificação (Mestrando em Ciências Cartográficas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Nievinski, Felipe; LISKA, G. R.; SALBEGO, A. G.. Concurso para professor da carreira do magistério superior na área de Engenharia Cartográfica e de Agrimensura.. 2016. Universidade Federal do Pampa.

Geremia-Nievinski, Felipe. Comitê de Avaliação Quadrienal 2017-2020 da Capes na Área de Geociências. 2021. Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.

Geremia-Nievinski, Felipe. Comissão Científica do XII CBCG - Colóquio Brasileiro de Ciências Geodésicas e V SBG - Simpósio Brasileiro de Geomática. 2022. Universidade Federal do Paraná.

Geremia-Nievinski, Felipe. Comissão de Julgamento do Prêmio CAPES de Teses - Área de Geociências. 2020. Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.

Geremia-Nievinski, Felipe. Comissão Científica do XI CBCG - Colóquio Brasileiro de Ciências Geodésicas. 2020. Universidade Federal do Paraná.

Nievinski, Felipe. Technical Committee of the IEEE GNSS+R 2019 Workshop -- Specialist Meeting on Reflectometry using GNSS and other Signals of Opportunity. 2019. IEEE Geoscience and Remote Sensing Society.

Nievinski, Felipe. Comissão científica do VII SIMGEO - Simpósio Brasileiro de Ciências Geodésicas e Tecnologias da Geoinformação. 2018. Universidade Federal de Pernambuco.

Nievinski, Felipe. Comitê técnico-científico do IV SBG - Simpósio Brasileiro de Geomática. 2017. Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

NIEVINSKI, F. G.. Comitê técnico-científico do XXVI Congresso Brasileiro de Cartografia - Área de Geodésia, Agrimensura, e Astronomia. 2014. Sociedade Brasileira de Cartografia, Geodésia, Fotogrametria e SR.

Orientou

Maurício Kenji Yamawaki

Novas melhorias na resolução temporal da medição do nível do mar à distância via Refletometria GNSS através de uma matriz vertical de sensores; Início: 2021; Tese (Doutorado em Sensoriamento Remoto) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; (Orientador);

Vitor Hugo de Almeida Júnior

Efeito combinado da refração atmosférica e da curvatura terrestre na Refletometria GNSS; Início: 2021; Tese (Doutorado em Sensoriamento Remoto) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; (Orientador);

Manuella Fagundes

Refletometria GNSS do nível do mar em condições inóspitas; Início: 2020; Tese (Doutorado em Sensoriamento Remoto) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Orientador);

MABILA CORREA MAKRAKIS

Complementação da Rede Maregráfica Permanente para Geodésia com a Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo GNSS através da técnica de Refletometria GNSS; Início: 2019; Tese (Doutorado em Sensoriamento Remoto) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; (Coorientador);

Douglas Leipelt

Nivelamento de alta precisão para apoio à linimetria e altimetria orbital do Guaíba (RS); Início: 2021; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Cartográfica) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; (Orientador);

Gabriel Führ

Monitoramento Geocentrico do Nivel do Mar Costeiro Apoiado por GPS/GNSS; Início: 2023; Iniciação científica (Graduando em Engenharia de Energia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; (Orientador);

Maurício Kenji Yamawaki

Melhoria na resolução temporal da medição do nível do mar à distância via Refletometria GNSS através de uma matriz vertical de sensores; 2021; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Sensoriamento Remoto) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

Vitor Hugo de Almeida Jr

; Efeito da curvatura terrestre na Refletometria GNSS; 2021; Dissertação (Mestrado em Sensoriamento Remoto) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

Manuella Anaís Rodrigues Fagundes

Projeto e validação de sensor GPS/GNSS refletométrico de código aberto e de baixo custo para monitoramento da altura da superfície da água; 2020; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Sensoriamento Remoto) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

Jorge Felipe Euriques

Determinação da umidade do solo por meio da técnica de refletometria GNSS no Brasil; 2019; Dissertação (Mestrado em Ciências Geodésicas) - Universidade Federal do Paraná, ; Coorientador: Felipe Geremia Nievinski;

Francisco Emilio Machado de Lemos

Evidências da Desconexão entre a Adminstração Pública e o Cartório de Registro de Imóveis para o Cadastro Territorial Rural Brasileiro; 2017; Dissertação (Mestrado em Planejamento Territorial e Desenvol Socioambiental) - Universidade do Estado de Santa Catarina, ; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

Brandon Yonko

Improved Recovery of Un-Modeled Accelerations using 2nd Order Gauss-Markov Process; 2010; Dissertação (Mestrado em Engenharia Aero-espacial) - University of Colorado at Boulder, ; Coorientador: Felipe Geremia Nievinski;

Landon Urquhart

Assessment of Tropospheric Slant Factor Models: Comparison with Three Dimensional Ray-Tracing and Impact on Geodetic Positioning; 2010; Dissertação (Mestrado em Geomatics Engineering) - University of New Brunswick, ; Coorientador: Felipe Geremia Nievinski;

Leonard Niero da Silveira

Aplicação de dados altimétricos orbitais e nivelamento hidrográfico em corpos hídricos continentais para a integração de referenciais verticais; 2023; Tese (Doutorado em Sensoriamento Remoto) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

Thalia Nikolaidou

Atmospheric delay modeling for ground-based GNSS reflectometry; 2020; Tese (Doutorado em Geodesy and Geomatics Engineering) - University of New Brunswick, ; Coorientador: Felipe Geremia Nievinski;

Iuri Mendonça Tinti

Modelagem e implementação de banco de dados maregráficos e interface de usuário de sensores por refletometria GNSS-R; 2024; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Computação) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

Atílio Efrain Bica Grondona

Rede de referência altimétrica para suporte a medição do nível do mar na plataforma marítima de Balneário Rincão (SC); 2020; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia Cartográfica) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

JENIFFER KUNZLER ROHMANN

Agrimensura legal da Ocupação Vida Nova (bairro Restinga, Porto Alegre - RS) em apoio à regularização fundiária urbana; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia Cartográfica) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

Luísa de Quadros Morador

Agrimensura legal da Ocupação Vida Nova (bairro Restinga, Porto Alegre - RS) em apoio à regularização fundiária urbana; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia Cartográfica) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

Maurício Kenji

Controle vertical de marégrafo em Tramandaí (RS) - rede altimétrica local para apoio ao monitoramento do nível do mar; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia Cartográfica) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

Vinicius Caixeiro da Cruz

Georreferenciamento de imóveis rurais com fotogrametria: aplicação da norma de execução 02/2018 do INCRA à estação experimental agronômica da UFRGS; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia Cartográfica) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

Leonardo Campos Menezes

Georreferenciamento de imóveis rurais com fotogrametria: aplicação da norma de execução 02/2018 do INCRA à estação experimental agronômica da UFRGS; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia Cartográfica) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

Uilgner Schwuchow

Cálculo de volume em mineração com levantamentos fotogramétrico (VANT) e geodésico (GNSS); 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia Cartográfica) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

Alexander Snyder

An Analysis of the Decay of Orbital Elements of GPS Satellites; 2007; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Geomatics Engineering) - University of New Brunswick; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

Thiago Ualace Nascimento da Paz

Monitoramento Geocentrico do Nivel do Mar Costeiro Apoiado por GPS/GNSS; 2023; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia Cartográfica) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

Leonardo Dasso Migotto

Apoio à maregrafia via satélite; 2022; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia Física) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

Leonardo Dasso Migotto

Apoio à maregrafia via satélite; 2021; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia Física) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

Iuri Mendonça Tinti

Apoio à maregrafia via satélite; 2021; Iniciação Científica; (Graduando em Ciência da Computação) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

Enrico dal Pizzol

Apoio ao sensoriamento remoto geodésico; 2021; Iniciação Científica - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

Guilherme Domingos Santana

Apoio ao sensoriamento remoto geodésico; 2021; Iniciação Científica - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

JULIO CEZAR COSTA ALVES

Suporte à Análise Comparativa dos Currículos da Eng; Cartográfica e da Eng; de Agrimensura frente às Tendências do MEC e CONFEA; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia Cartográfica) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

Katarine Rosso

Suporte à Análise Comparativa dos Currículos da Eng; Cartográfica e da Eng; de Agrimensura frente às Tendências do MEC e CONFEA; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia Cartográfica) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

Douglas Leipelt

Suporte a estações GNSS/maregráficas híbridas através da técnica de reflectometria por multicaminho; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia Cartográfica) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

Luísa de Quadros Morador

Suporte à migração gradual de disciplinas presenciais para EAD na Eng; Cartográfica; 2018; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia Cartográfica) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

Iuri Mendonça Tinti

Suporte a estações GNSS/maregráficas híbridas através da técnica de reflectometria por multicaminho; 2018; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia de Computação) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

Douglas Leipelt

Suporte a estações GNSS/maregráficas híbridas através da técnica de reflectometria por multicaminho; 2017; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia Cartográfica) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

Luísa Morador

Suporte à Análise Comparativa dos Currículos da Eng; Cartográfica e da Eng; de Agrimensura frente às Tendências do MEC e CONFEA; 2017; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia Cartográfica) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

Cristthian Marafigo Arpino

Suporte a estações GNSS/maregráficas híbridas através da técnica de reflectometria por multicaminho; 2017; Iniciação Científica; (Graduando em Física) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

NILTON SILVA FERREIRA

Suporte ao Acompanhamento Discente na Engenharia Cartográfica; 2017; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia Cartográfica) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

Vinicius Caixeiro da Cruz

Suporte a estações GNSS/maregráficas híbridas através da técnica de reflectometria por multicaminho; 2016; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia Cartográfica) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

Matheus Ferreira e Silva

Reflectometria por multicaminho por GNSS no Brasil; 2015; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia Cartográfica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

Carlos Alberto Martínez Félix

GNSS reflectometry for sea level monitoring in Mexico; 2018; Orientação de outra natureza; (Programa de Pós-Graduação em Sensoriamento Remoto) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

Thalia Nikolaidou

Further mitigation of atmospheric errors in GNSS reflectometry for sea level monitoring; 2018; Orientação de outra natureza; (Programa de Pós-Graduação em Sensoriamento Remoto) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

Jorge Marcelo Durand

GPS Reflectometry applied to the Southern Patagonian Icefields; 2017; Orientação de outra natureza; (Programa de Pós-Graduação em Sensoriamento Remoto) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

Tayná Aparecida Ferreira Gouveia

Ray-tracing em Modelos Brasileiros de Tempo/Clima para Modelagem do Atraso Atmosférico no Posicionamento por GPS/GNSS; 2017; Orientação de outra natureza; (Programa de Pós-Graduação em Sensoriamento Remoto) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

Thalia Nikolaidou

Mitigating Atmospheric Errors in GPS/GNSS Reflectometry for Sea Level Monitoring; 2017; Orientação de outra natureza; (Programa de Pós-Graduação em Sensoriamento Remoto) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

Elmo Leonardo Xavier Tanajura

Interferometria por radar de abertura sintética (InSAR) para análise da subsidência da planície deltáica do rio São Francisco; 2016; Orientação de outra natureza; (Programa de Pós-Graduação em Sensoriamento Remoto) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Orientador: Felipe Geremia Nievinski;

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  • Hobiger, Thomas ; Nievinski, F . First results and next steps of the IAG-ICCT Joint Study Group 0.4 Coordinate systems in numerical weather models. In: VIII Hotine-Marussi Symposium, 2013. Proceedings of the VIII Hotine-Marussi Symposium, 2013.

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  • BONIFACE, K. ; Nievinski, F. G. . PBO-H2O: GPS Sensing of Snow Depth in the Western United States. 2012. In: American Geophysical Union 2012 Fall Meeting, 2012, San Francisco, CA. ., 2012.

  • Larson, Kristine M. ; Nievinski, F. G. . The Accidental Tide Gauge: A Case Study from Kachemak Bay, Alaska. In: American Geophysical Union 2012 Fall Meeting, 2012. ., 2012.

  • HAASE, J. S. ; Nievinski, F. G. . Preliminary results from the retrieval and assimilation of GPS radio occultation refractivity observations during tropical storm development. In: American Geophysical Union 2012 Fall Meeting, 2012, San Francisco, CA. ., 2012.

  • MURPHY, B. ; Nievinski, F. G. . Initial atmospheric refractivity profile results from airborne GPS radio occultation measurements during PREDICT. In: Sixth FORMOSAT-3/COSMIC Data Users' Workshop, 2012, Boulder, CO. ., 2012.

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  • Larson, Kristine M. ; Nievinski, F. G. . PBO H2O: Plate Boundary Observatory Studies of the Water Cycle. In: EarthScope 2011 National Meeting, 2011, Austin, TX. ., 2011.

  • Nievinski, F. G. . GPS interferometric reflectometry: Forward and inverse modeling of GPS signal strength data applied to remote sensing of snow.. In: American Geophysical Union 2010 Fall Meeting, 2010, San Francisco, CA. ., 2010.

  • Nafisi, Vahab ; Nievinski, F. G. . Benchmarking ray-traced tropospheric delays.. In: American Geophysical Union 2010 Fall Meeting, 2010, San Francisco, CA. ., 2010.

  • Larson, Kristine M. ; Nievinski, F. G. . GPS Ground Networks As Remote Sensing Tools. In: American Geophysical Union 2010 Fall Meeting, 2010, San Francisco, CA. ., 2010.

  • Urquhart, Landon ; Nievinski, F. G. . Evaluation of different strategies for mitigating azimuthally asymmetric tropospheric delays.. In: European Geophysical Union General Assembly 2010, 2010, Viena. ., 2010.

  • HAASE, J. S. ; Nievinski, Felipe . New Experiments with the GISMOS Airborne Radio Occultation System. In: Fourth FORMOSAT-3/COSMIC Data Users Workshop, 2009, Boulder, CO. ., 2009.

  • Urquhart, Landon ; Nievinski, F. G. . Fitting of NWM ray-traced slant factors to closed-form tropospheric mapping functions.. In: American Geophysical Union 2009 Fall Meeting, 2009, San Francisco, CA. ., 2009.

  • Braun, John J. ; Nievinski, F. G. . Estimating Snow Depth Using GPS. In: American Geophysical Union 2009 Fall Meeting, 2009, San Francisco, CA. ., 2009.

  • Larson, Kristine M. ; Nievinski, F. G. . The Plate Boundary Observatory as a Network for Water Cycle Studies. In: American Geophysical Union 2009 Fall Meeting, 2009, San Francisco. American Geophysical Union 2009 Fall Meeting, 2009.

  • Nievinski, F. G. . Impact of mapping functions based on spherical, ellipsoidal, gradient, and 3d atmospheric structures on GPS Precise Point Positioning.. In: American Geophysical Union 2008 Fall Meeting, 2008, San Francisco, CA. ., 2008.

  • Nievinski, F. G. . Accuracy in zenith tropospheric delay from the Canadian regional numerical weather.. In: Canadian Meteorological and Oceanographical Society and American Meteorological Society Joint Congress, 2007, Saint John's, NL. ., 2007.

  • Nievinski, F. G. . Discrepancy in neutral atmospheric delay due to different models for ray path and atmosphere in raytracing. In: American Geophysical Union 2007 Fall Meeting, 2007, San Francisco, CA. ., 2007.

  • Nievinski, F. G. . Further Developments in Range-Extended GPS Kinematic Positioning using Numerical Weather Prediction Models. In: American Geophysical Union 2006 Joint Assembly, 2006, Baltimore, DC. ., 2006.

  • DRUZINA, A. ; Nievinski, F. G. . Geo-codificação e análises de proximidade: uma aplicação às delegacias de polícia de Porto Alegre. In: XV Salão e XII Feira de Iniciação Científica da UFRGS, 2003, Porto Alegre, RS. ., 2003.

  • Nievinski, F. G. . Organização dos Dados para um Sistema de Informação Geográfica Aplicado à Área Especialmente Gerenciada da Baía do Almirantado, Ilha Rei George, Antártica.. In: XV Salão e XII Feira de Iniciação Científica da UFRGS, 2003, Porto Alegre, RS. ., 2003.

  • Geremia-Nievinski, Felipe . Centro Estadual de Pesquisa em Sensoriamento Remoto e Meteorologia e Programa de Pós Graduação em Sensoriamento Remoto. 2021. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • Geremia-Nievinski, Felipe . Refletometria GNSS (GNSS-R). 2021. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • Geremia-Nievinski, Felipe . Refletometria GNSS: Fundamentos e desenvolvimentos recentes. 2020. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • YAMAWAKI, M. K. ; Geremia-Nievinski, Felipe . Towards a vertical sensor array for sub-hourly sea level retrieval in SNR-based GNSS reflectometry. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • NIKOLAIDOU, T. ; WILLIAMS, S.D.P. ; Santos, Marcelo ; Geremia-Nievinski, Felipe . Tropospheric Delays in Ground-based GNSS Reflectometry ? Development and Assessment of a Refraction Climatology. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • Nievinski, Felipe . Internacionalização da Pesquisa em Geomática no Brasil: Experiência no Grupo em GPS/GNSS Interdisciplinar no Programa de Pós-Graduação em Sensoriamento Remoto da UFRGS. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • Nievinski, Felipe . Ações do Fórum Nacional de Coordenadores e Perspectivas da Engenharia Cartográfica na UFRGS. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • Nievinski, Felipe . GPS/GNSS Reflectometry for Geodetic Monitoring of Coastal Sea-level Change. 2018. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • TABIBI, SAJAD ; VAN DAM, TONIE ; Nievinski, Felipe ; Larson, Kristine M. ; FRANCIS, O. ; WILLIAMS, S. D. P. . A review of recent advances in GNSS-MR [Multipath Reflectometry]. 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • Nievinski, F. G. . Recent developments in GNSS multipath reflectometry. 2016. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • Nievinski, Felipe . Refletometria GPS/GNSS. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • Nievinski, Felipe ; Hobiger, Thomas ; CARDELLACH, E. ; HAAS, R. ; HEKI, K. ; KITAZAWA, Y. ; LARSON, K. ; MARTI­N-NEIRA, M. ; RIBOT, M. ; ROUSSEL, N. ; SEMMLING, M. ; STRANDBERG, J. ; VEY, S. ; YU, K. ; WAN, W. ; WICKERT, J. ; WILLIAMS, S. . Current Status and Future Activities of the IAG/GGOS Joint Working Group 4.3.9 on GNSS reflectometry. 2016. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • Nievinski, F. G. ; SILVA, M. F. ; BONIFACE, K. ; MONICO, J. F. G. . GPS Diffractive Reflectometry and Further Developments in SNR- and Phase-based GPS Multipath Reflectometry. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • Nievinski, F. G. ; TABIBI, S. ; MONICO, J. F. G. ; SILVA, M. F. . Multipath Reflectometry with Modernized GPS. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • Nievinski, F. G. . Reflectometria por Multicaminho com GPS. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • Nievinski, F. G. . Monitoramento do nível d'água e velocidade de corrente com sensor GPS. 2014. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • NIEVINSKI, F. G . Matlab para Geodésia Espacial. 2013. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • NIEVINSKI, F. G. ; Larson, Kristine M. . Snow monitoring at Niwot Ridge using GPS interferometric reflectometry. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • Nievinski, Felipe G. ; Larson, Kristine M. . Localization of important scattering regions in the formation of an individual specular reflection. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • NIEVINSKI, F. G. ; Zavorotny, Valery U. ; Larson, Kristine M. . GPS interferometric reflectometry: Forward modeling of multipath caused by large scale surface undulations, via geometrical and physical optics. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • Nievinski, Felipe G. . GPS interferometric reflectometry: Exploiting GPS multipath for ground-based remote sensing. 2011. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • Nievinski, Felipe G. . A snapshot of the UNB ray-tracer. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • Nievinski, Felipe . Reflectometria Interferométrica por GPS: Modelagem Direta e Inversa do Multicaminho Aplicado ao Monitoramento Ambiental. 2011. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • Nievinski, Felipe . Reflectometria Interferométrica por GPS: Modelagem Direta e Inversa do Multicaminho Aplicado ao Monitoramento Ambiental. 2011. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • Nievinski, Felipe . Reflectometria Interferométrica por GPS: Modelagem Direta e Inversa do Multicaminho Aplicado ao Monitoramento Ambiental. 2011. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • Nievinski, Felipe . Functional and stochastic modeling of distortion in reference frames. 2007. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • Nievinski, F. G. . Preparação dos Dados para o Grupo de Trabalho 3 (Conversão de Referenciais). 2007. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • Nievinski, F. G. . Discrepancy in neutral atmospheric delay due to different models for ray path and atmosphere in raytracing. 2007. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • Nievinski, Felipe . Pós-graduação em Geomática na UNB/Canadá. 2006. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • Nievinski, F. G. . Numerical Weather Models for Tropospheric Mitigation in Marine Kinematic GPS: a daylong analysis. 2006. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • Nievinski, F. G. . Range-Extended GPS Kinematic Positioning using Numerical Weather Prediction Model. 2005. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • BOGORNY, V. ; Nievinski, F. G. . Desenvolvimento de um SIG para Saúde Pública Usando Software Livre. 2002. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • Geremia-Nievinski, Felipe . Fórum Nacional de Coordenadores de Graduação em Engenharia Cartográfica e/ou de Agrimensura. Boletim da ABEC-SP (Associação Brasileira dos Engenheiros Cartógrafos - Regional São Paulo), 2020 (Boletim).

  • POLIDORO, M. ; Geremia-Nievinski, Felipe ; OLIVEIRA, D. C. . Laudo técnico situacional da comunidade Vida Nova: bairro Restinga, Porto Alegre, Rio Grande do Sul 2019 (Relatório).

  • Geremia-Nievinski, Felipe ; Hobiger, Thomas . Site guidelines for multi-purpose GNSS reflectometry stations 2019 (Diretrizes).

  • Geremia-Nievinski, Felipe ; MAKRAKIS, M. C. ; TABIBI, SAJAD . Inventory of published GNSS-R stations, with focus on ocean as target and SNR as observable 2019 (Relatório).

  • FAGUNDES, M. A. R. ; TINTI, I. M. ; Geremia-Nievinski, Felipe ; MIGOTTO, L. . Build tutorial for MPHW, an open-source sensor for SNR-based GPS/GNSS Reflectometry (GNSS-R) 2019 (Relatório).

  • Geremia-Nievinski, Felipe . 2019-01-08: Revisão da tradução da interface gráfica do software numérico GNU Octave (versão 5.0)., 2019. (Tradução/Outra).

  • Geremia-Nievinski, Felipe . 2019-03-31: Tradução do website oficial da Revista Brasileira de Cartografia., 2019. (Tradução/Outra).

  • Geremia-Nievinski, Felipe . 2018-04-16: Revisão da tradução da interface gráfica do software numérico GNU Octave (versão 4.4)., 2018. (Tradução/Outra).

  • MILLER, M. M. ; Nievinski, F. G. ; BLUME, F. . GNSS, network modernization, and other emerging technologies: Recommendations -- Report on the 2014 UNAVCO Science Workshop: Celebrating thirty years of geodesy innovation for science 2015 (Relatório).

  • Geremia-Nievinski, Felipe . 2015-04-04: Revisão da tradução da interface gráfica do software numérico GNU Octave (versão 4.0)., 2015. (Tradução/Outra).

  • Nievinski, F. G. . Forward and Inverse Modeling of GPS Multipath for Snow Monitoring 2013 (Tese de doutorado).

  • NIEVINSKI, F. G. . Ray-tracing options to mitigate the neutral atmosphere delay in GPS 2009 (Dissertação de mestrado).

  • NIEVINSKI, F. G. . Interferometria por radar de abertura sintética 2004 (Trabalho de conclusão de curso de graduação).

Outras produções

Geremia-Nievinski, Felipe ; NIKOLAIDOU, THALIA . atm-interf. 2022.

ALMEIDA JUNIOR, V. H. ; Geremia-Nievinski, Felipe . geo-alhazen. 2021.

Nievinski, Felipe . mpinv. 2016.

Nievinski, F. G. ; Larson, Kristine M. ; TABIBI, SAJAD . mpsim. 2013.

Nievinski, F. G. . mydate. 2012.

Nievinski, F. G. . geod. 2010.

Nievinski, F. G. ; Santos, Marcelo ; Landon Urquhart ; McADAM, M. . UNB-RayTracer. 2008.

Nievinski, F. G. ; Santos, Marcelo . UNB-LSQColl. 2007.

Nievinski, F. G. ; BOGORNY, V. . GeoSIST. 2002.

YAMAWAKI, M. K. ; Geremia-Nievinski, Felipe . GNSS vertical dynamic interferometer - version 2. 2021.

FAGUNDES, M. A. R. ; Geremia-Nievinski, Felipe . HPHW: an open-source low-cost sensor for SNR-based GNSS reflectometry. 2020.

Nievinski, F. G. . GNSS vertical dynamic interferometer. 2014.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2023: 12 (dez) pareceres de manuscritos submetidos para publicação em diversas revistas. 2023.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2022: parecer de manuscrito submetido para publicação em Revista Brasileira de Cartografia. 2022.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2022: 2 (dois) pareceres de manuscritos submetidos para publicação em Regional Studies in Marine Science. 2022.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2022: 4 (quatro) pareceres de manuscritos submetidos para publicação em Remote Sensing of Environment. 2022.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2022: 4 (quatro) pareceres de manuscritos submetidos para publicação em Advances in Space Research. 2022.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2022: 10 (dez) pareceres de manuscritos submetidos para publicação em GPS Solutions. 2022.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2022: 12 (doze) pareceres de manuscritos submetidos para publicação em IEEE Transactions on Geoscience and Remote Sensing. 2022.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2022-11-24: revisão da tradução da interface gráfica do software numérico GNU Octave (versão 7.3).. 2022.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2022-08-01: parecer de proposta submetida ao CNPq (PQ). 2022.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2022-09-16: 2 (dois) pareceres de propostas submetidas ao CNPq (Uniespaço). 2022.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2022-09-16: parecer de proposta submetida ao CNPq (Cubesats). 2022.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2022-09-02: 5 (cinco) pareceres de trabalhos submetidos para o XII CBCG - Colóquio Brasileiro de Ciências Geodésicas. 2022.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2022-03-16: parecer de proposta submetida para a FAPESP - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. 2022.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2021-04-07: parecer de proposta de pesquisa submetida ao Hong Kong (China) Research Grants Council.. 2021.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2021: parecer de manuscrito submetido para publicação em Acta Geodaetica et Geophysica. 2021.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2021: parecer de manuscrito submetido para publicação em IEEE Geoscience and Remote Sensing Magazine. 2021.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2021: parecer de manuscrito submetido para publicação em Geoscience Letters. 2021.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2021: 2 (dois) pareceres de manuscritos submetidos para publicação em Survey Review. 2021.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2021: 2 (dois) pareceres de manuscritos submetidos para publicação em Journal of Geodesy. 2021.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2021: 3 (três) pareceres de manuscritos submetidos para publicação em Remote Sensing of Environment. 2021.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2021: 4 (quatro) pareceres de manuscritos submetidos para publicação em IEEE Transactions on Geoscience and Remote Sensing. 2021.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2021: 4 (quatro) pareceres de manuscritos submetidos para publicação em Advances in Space Research. 2021.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2021: 5 (cinco) pareceres de manuscritos submetidos para publicação em Boletim de Ciências Geodésicas. 2021.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2021: 5 (cinco) pareceres de manuscritos submetidos para publicação em IEEE Journal of Selected Topics in Applied Earth Observations and Remote Sensing. 2021.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2021: 12 (doze) pareceres de manuscritos submetidos para publicação em GPS Solutions. 2021.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2021-09-15: 3 (três) pareceres de propostas submetidas ao CNPq (PQ). 2021.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2020-07-10: parecer de trabalho submetido ao Prêmio 'Pedro Vicente Maldonado' do Instituto Panamericano de Geografia e História para melhor tese de doutorado em Cartografia, Geodésia e/ou Informação Geográfica.. 2020.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2020-08-14: parecer de proposta de pesquisa submetida à Agencia Nacional de Investigación y Desarrollo (Chile).. 2020.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2020: 10 (dez) pareceres de manuscritos submetidos para publicação em GPS Solutions. 2020.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2020: 8 (oito) pareceres de manuscritos submetidos para publicação em Advances in Space Research. 2020.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2020: 5 (cinco) pareceres de manuscritos submetidos para publicação em Journal of Geodesy. 2020.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2020: 2 (dois) pareceres de manuscritos submetidos para publicação em Boletim de Ciências Geodésicas. 2020.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2020: 2 (dois) pareceres de manuscritos submetidos para publicação em Remote Sensing. 2020.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2020: parecer de manuscrito submetido para publicação em Revista Brasileira de Cartografia. 2020.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2020: parecer de manuscrito submetido para publicação em Remote Sensing of Environment. 2020.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2020: parecer de manuscrito submetido para publicação em IEEE Access. 2020.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2020: parecer de manuscrito submetido para publicação em Measurement. 2020.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2020: parecer de manuscrito submetido para publicação em IEEE Transactions on Geoscience and Remote Sensing. 2020.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2020-12-02: parecer de proposta para norma IEEE P4003 ? Standard for Global Navigation Satellite System Reflectometry (GNSS-R) Data and Metadata Content. 2020.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2019-07-27: Parecer de trabalho submetido ao Prêmio 'Pedro Vicente Maldonado' do Instituto Panamericano de Geografia e História para melhor dissertação de mestrado em Cartografia, Geodésia e/ou Informação Geográfica.. 2019.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2019-02-20: Parecer de proposta submetida para 'German Israeli Foundation for Scientific Research and Development'. 2019.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2019-01-08: Parecer de manuscrito submetido para publicação em Water Resources Research. 2019.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2019-01-09: Parecer de manuscrito submetido para publicação em GPS Solutions. 2019.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2019-01-18: Parecer de manuscrito submetido para publicação em GPS Solutions. 2019.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2019-02-20: Parecer de manuscrito submetido para publicação em Remote Sensing. 2019.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2019-03-11: Parecer de manuscrito submetido para publicação em Journal of Geodesy. 2019.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2019-03-20: Parecer de manuscrito submetido para publicação em Water Resources Research. 2019.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2019-03-21: Parecer de manuscrito submetido para publicação em Remote Sensing. 2019.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2019-03-21: Parecer de manuscrito submetido para publicação em GPS Solutions. 2019.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2019-04-12: Parecer de manuscrito submetido para publicação em Geophysical Research Letters. 2019.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2019-04-18: Parecer de manuscrito submetido para publicação em GPS Solutions. 2019.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2019-04-19: Parecer de manuscrito submetido para publicação em GPS Solutions. 2019.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2019-05-26: Parecer de manuscrito submetido para publicação em Journal of Geodesy. 2019.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2019-06-29: Parecer de manuscrito submetido para publicação em Journal of Geophysical Research: Solid Earth. 2019.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2019-07-02: Parecer de manuscrito submetido para publicação em Revista Brasileira de Cartografia. 2019.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2019-07-02: Parecer de manuscrito submetido para publicação em GPS Solutions. 2019.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2019-07-27: Parecer de manuscrito submetido para publicação em GPS Solutions. 2019.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2019-08-03: Parecer de manuscrito submetido para publicação em GPS Solutions. 2019.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2019-08-05: Parecer de manuscrito submetido para publicação em GPS Solutions. 2019.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2019-08-31: Parecer de manuscrito submetido para publicação em Journal of Geodesy. 2019.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2019-09-03: Parecer de manuscrito submetido para publicação em Geophysical Research Letters. 2019.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2019-10-20: Parecer de manuscrito submetido para publicação em GPS Solutions. 2019.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2019-10-23: Parecer de manuscrito submetido para publicação em GPS Solutions. 2019.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2019-10-24: Parecer de manuscrito submetido para publicação em GPS Solutions. 2019.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2019-12-26: Parecer de manuscrito submetido para publicação em The Cryosphere. 2019.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2019-12-09: Elaboração de proposta 'Dense sampling of coastal sea surface height with remote sensing'. 2019.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2019-04-26: parecer de proposta submetida ao CNPq (pós-doutorado). 2019.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2019-08-14: parecer de proposta submetida ao CNPq (PQ). 2019.

Nievinski, Felipe . 2018-02-12: Parecer de artigo submetido para publicação em GPS Solutions.. 2018.

Nievinski, Felipe . 2018-02-22: Parecer de artigo submetido para publicação em Journal of Geodesy.. 2018.

Nievinski, Felipe . 2018-02-24: Parecer de artigo resubmetido para publicação em GPS Solutions.. 2018.

Nievinski, Felipe . 2018-02-24: Parecer de artigo resubmetido para publicação em GPS Solutions (2).. 2018.

Nievinski, Felipe . 2018-06-08: Parecer de artigo submetido para publicação em Journal of Geodesy.. 2018.

Nievinski, Felipe . 2018-09-06: Parecer de artigo submetido para publicação em Boletim de Ciências Geodésicas.. 2018.

Nievinski, Felipe . 2018-09-20: 4 (quatro) pareceres de trabalhos submetidos para o VII Simpósio Brasileiro de Ciências Geodésicas e Tecnologias da Geoinformação. 2018.

Nievinski, Felipe . 2018-10-13: Parecer de artigo submetido para publicação em GPS Solutions.. 2018.

Nievinski, Felipe . 2018-10-18: Parecer de artigo submetido para publicação em Revista Brasileira de Cartografia.. 2018.

Nievinski, Felipe . 2018-01-13: Elaboração de proposta 'Apoio à migração gradual de disciplinas presenciais para EAD na Eng. Cartográfica'.. 2018.

Nievinski, Felipe . 2018-03-30: Elaboração de proposta 'GPS reflectometry for vertically-stable sea level records'.. 2018.

Nievinski, Felipe . 2018-06-19: Elaboração de proposta 'GEOENG-II: Internationalisation de la formation d?ingénieurs en géomatique et études foncières'.. 2018.

Nievinski, Felipe . 2018-07-22: Elaboração de proposta 'Monitoramento geocêntrico do nível do mar costeiro apoiado por GPS/GNSS'.. 2018.

Nievinski, Felipe . 2018-07-11: Parecer de trabalho submetido ao Prêmio 'Pedro Vicente Maldonado' do Instituto Panamericano de Geografia e História para melhor tese de doutorado em Cartografia, Geodésia e/ou Informação Geográfica.. 2018.

Geremia-Nievinski, Felipe . 2018-09-21: parecer de proposta submetida ao CNPq (pós-doutorado). 2018.

Nievinski, Felipe . 2017-01-27: Parecer de artigo resubmetido para publicação em GPS Solutions.. 2017.

Nievinski, Felipe . 2017-01-28: Parecer de artigo submetido para publicação em GPS Solutions.. 2017.

Nievinski, Felipe . 2017-04-09: Parecer de artigo submetido para IEEE Transactions in Geosciences and Remote Sensing.. 2017.

Nievinski, Felipe . 2017-02-01: Parecer de artigo submetido para publicação em Journal of Geophysical Research - Oceans.. 2017.

Nievinski, Felipe . 2017-04-10: Parecer de artigo submetido para publicação em IEEE Transactions on Geoscience and Remote Sensing.. 2017.

Nievinski, Felipe . 2017-05-05: Parecer de artigo submetido para publicação em Journal of Geodesy.. 2017.

Nievinski, Felipe . 2017-05-14: Parecer de artigo submetido para publicação em GPS Solutions.. 2017.

Nievinski, Felipe . 2017-05-22: Parecer de 4 artigos submetidos para IV Simpósio Brasileiro de Geomática.. 2017.

Nievinski, Felipe . 2017-06-05: Parecer de artigo submetido para publicação em GPS Solutions.. 2017.

Nievinski, Felipe . 2017-07-19: Parecer de artigo resubmetido para publicação em IEEE Transactions on Geoscience and Remote Sensing.. 2017.

Nievinski, Felipe . 2017-07-29: Parecer de artigo resubmetido para publicação em GPS Solutions.. 2017.

Nievinski, Felipe . 2017-08-16: Parecer de artigo submetido para publicação em GPS Solutions.. 2017.

Nievinski, Felipe . 2017-08-22: Parecer de artigo submetido para publicação em IEEE Transactions on Geoscience and Remote Sensing.. 2017.

Nievinski, Felipe . 2017-10-26: Parecer de artigo resubmetido para publicação em GPS Solutions.. 2017.

Nievinski, Felipe . 2017-11-15: Parecer de artigo resubmetido para publicação em IEEE Transactions on Geoscience and Remote Sensing.. 2017.

Nievinski, Felipe . 2017-11-16: Parecer de artigo submetido para publicação em GPS Solutions.. 2017.

Nievinski, Felipe . 2017-08-27: Elaboração de proposta 'Sea level monitoring using GPS reflectometry for improved tide gauge spacing and stability'.. 2017.

Nievinski, Felipe . 2017-07-22: Elaboração de proposta 'Acompanhamento Discente na Engenharia Cartográfica'.. 2017.

NIEVINSKI, F.G. . 2017-06-11: Elaboração de proposta 'Nova geração de sensores GPS refletométricos para monitoramento do nível do mar'.. 2017.

NIEVINSKI, F.G. . 2017-05-18: Elaboração de proposta 'Disposable GPS Arrays for Precise Environmental Monitoring'.. 2017.

Nievinski, Felipe . 2017-02-12: Parecer de artigo submetido para publicação em GPS Solutions.. 2017.

Nievinski, Felipe . 2017-03-02: Avaliação de 7 resumos submetidos para o evento IAG-IASPEI 2017 - Joint Scientific Assembly of the International Association of Geodesy (IAG) and International Association of Seismology and Physics of the Earth?s Interior (IASPEI).. 2017.

Nievinski, F. G. . 2016-01-13: Parecer de artigo submetido para publicação em GPS Solutions.. 2016.

Nievinski, F. G. . 2016-02-08: Parecer de artigo resubmetido para publicação em IEEE Journal of Selected Topics in Applied Earth Observations and Remote Sensing.. 2016.

Nievinski, F. G. . 2016-02-29: Parecer de artigo submetido para publicação em Journal of Geodesy.. 2016.

Nievinski, F. G. . 2016-03-06: Parecer de artigo submetido para publicação em Advances in Space Research.. 2016.

Nievinski, F. G. . 2016-03-07: Parecer de artigo submetido para publicação em Advances in Space Research. 2016.

Nievinski, Felipe G . 2016-03-14: Parecer de artigo resubmetido para publicação em IEEE Geoscience and Remote Sensing Letters.. 2016.

Nievinski, F. G. . 2016-03-22: Parecer de artigo submetido para publicação em Boletim de Ciências Geodésicas. 2016.

Nievinski, F. G. . 2016-04-16: Parecer de artigo submetido para publicação em IEEE Journal of Selected Topics in Applied Earth Observations and Remote Sensing.. 2016.

Nievinski, F. G. . 2016-05-16: Parecer de artigo submetido para publicação em Radio Science.. 2016.

Nievinski, F. G. . 2016-05-18: Parecer de artigo submetido para publicação em Advances in Space Research.. 2016.

Nievinski, F. G. . 2016-05-18: Parecer de artigo submetido para publicação no periódico Water.. 2016.

Nievinski, F. G. . 2016-05-21: Parecer de artigo submetido para publicação em Journal of Geodesy.. 2016.

Nievinski, F. G. . 2016-05-22: Parecer de artigo submetido para publicação em IEEE Journal of Selected Topics in Applied Earth Observations and Remote Sensing.. 2016.

Nievinski, F. G. . 2016-05-31: Parecer de artigo submetido para publicação em GPS Solutions.. 2016.

Nievinski, Felipe . 2016-06-22: Parecer de artigo submetido para publicação no periódico Water.. 2016.

Nievinski, Felipe . 2016-06-22: Parecer de artigo submetido para publicação em IEEE Geoscience and Remote Sensing Letters.. 2016.

Nievinski, Felipe . 2016-07-01: Parecer de artigo submetido para publicação em GPS Solutions.. 2016.

Nievinski, Felipe . 2016-07-15: Parecer de artigo submetido para publicação em Advances in Space Research.. 2016.

Nievinski, Felipe . 2016-07-16: Parecer de artigo submetido para publicação em Radio Science.. 2016.

Nievinski, Felipe . 2016-09-05: Parecer de artigo resubmetido para publicação em Advances in Space Research.. 2016.

Nievinski, Felipe . 2016-09-08: Parecer de artigo resubmetido para publicação em GPS Solutions.. 2016.

Nievinski, Felipe . 2016-09-21: Parecer de artigo submetido para publicação em GPS Solutions.. 2016.

Nievinski, Felipe . 2016-10-11: Parecer de artigo resubmetido para publicação em GPS Solutions.. 2016.

Nievinski, Felipe . 2016-11-07: Parecer de artigo resubmetido para publicação em GPS Solutions.. 2016.

Nievinski, Felipe . 2016-11-18: Parecer de artigo resubmetido para publicação em Advances in Space Research.. 2016.

Nievinski, Felipe . 2016-12-13: Parecer de artigo submetido para publicação em Journal of Geodesy.. 2016.

Nievinski, F. G. . 2016-03-28: Parecer de artigo submetido para publicação em GPS Solutions. 2016.

Nievinski, F. G. . 2015-02-01: Parecer de artigo submetido para publicação em GPS Solutions.. 2015.

Nievinski, F. G. . 2015-02-18: Parecer de artigo resubmetido para publicação em IEEE Transactions on Geoscience and Remote Sensing. 2015.

Nievinski, F. G. . 2015-03-02: Parecer de artigo resubmetido para publicação em Radio Science.. 2015.

Nievinski, F. G. . 2015-03-25: Parecer de artigo submetido para publicação em Boletim de Ciências Geodésicas. 2015.

Nievinski, F. G. . 2015-04-07: Parecer de artigo resubmetido para publicação em Tendências em Matemática Aplicada e Computacional. 2015.

Nievinski, F . 2015-06-02: Parecer de Nota Técnica 'Análise da proteção jurídica de base de dados no Brasil no contexto da disponibilização de Dados Abertos pela Administração Pública do Governo Brasileiro', do Departamento de Governo Eletrônico, Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação, Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.. 2015.

Nievinski, F . 2015-06-15: Parecer de artigo submetido para publicação em GPS Solutions.. 2015.

Nievinski, F . 2015-07-02: Parecer de artigo resubmetido para publicação em GPS Solutions.. 2015.

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NIEVINSKI, F. G . 2015-07-23: Parecer de artigo submetido para publicação em IEEE Journal of Selected Topics in Applied Earth Observations and Remote Sensing. 2015.

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PROENCA, L. A. O. ; Nievinski, Felipe G. ; ET AL . 2015-05-01: Proposta de criação do curso 'Mestrado Profissional em Clima e Ambientes Costeiros'.. 2015.

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Nievinski, Felipe . 2014-02-23: Parecer de artigos (4) submetidos para o Concurso Estudantil do evento ION GNSS+ 2014 do Institute of Navigation (ION GNSS+ Student Award Program). 2014.

Nievinski, F. G. . 2014-07-29: Parecer de artigo revisado para publicação em IEEE Journal of Selected Topics in Applied Earth Observations and Remote Sensing. 2014.

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Nievinski, F. G. . 2014-07-14: Parecer de artigo submetido para publicação em Geoscientific Model Development. 2014.

Nievinski, F. G. . 2014-08-06: Parecer de artigo submetido para publicação em Journal of Geodesy. 2014.

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Nievinski, F. G. . 2014-05-30: Parecer de artigo submetido para publicação em IEEE Journal of Selected Topics in Applied Earth Observations and Remote Sensing. 2014.

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Nievinski, F. G. . 2014-08-31: Parecer de artigo revisado para publicação em Geoscientific Model Development. 2014.

Nievinski, F. G. . 2014-09-05: Parecer de artigo revisado para publicação em GPS Solutions (1). 2014.

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Nievinski, F. G. . 2014-09-12: Parecer de artigo submetido para publicação em Radio Science.. 2014.

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Nievinski, Felipe . 2014-02-15: Avaliação de 4 artigos submetidos ao ION GNSS Student Award Program (ION GNSS+).. 2014.

Nievinski, F. G. . 2013-08-25: Parecer de artigo submetido para publicação em International Association of Geodesy Symposia. 2013.

Nievinski, F. G. . 2013-10-06: Parecer de artigo submetido para publicação em IEEE Journal of Selected Topics in Applied Earth Observations and Remote Sensing. 2013.

Nievinski, Felipe . 2013-05-20: Parecer de artigo submetido para publicação em Photogrammetric Engineering and Remote Sensing. 2013.

NIEVINSKI, F. G ; MONICO, J. F. G. . 2013-07-04: Elaboração de proposta 'Sensor reflecto-interferométrico para medição da umidade do solo usando satélites de navegação'. 2013.

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Nievinski, F. G. . 2010-07-02: Parecer de artigo submetido para publicação em Remote Sensing. 2010.

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Larson, Kristine M. ; Geremia-Nievinski, Felipe . GNSS Interferometric Reflectometry for Water Level Measurements. 2024. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

LARSON, K. M. ; Geremia-Nievinski, Felipe . GNSS Interferometric Reflectometry. 2023. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

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NIEVINSKI, F. G. . Posicionamento por GPS para Geofísica. 2012. .

Nievinski, Felipe G. . Posicionamento por GPS para Geofísica. 2012. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Curso de curta duração ministrado).

NIEVINSKI, F.G. ; OLIVEIRA, L. C. ; SANTOS, M. ; MONICO, J. F. G. ; LEANDRO, R. ; GARCIA, C. A. . Relatório de Preparação dos Dados para o Grupo de Trabalho 3 (Conversão de Referenciais). 2007. (Relatório de pesquisa).

NIEVINSKI, F.G. ; GARCIA, C. A. ; COSTA, M. F. ; SANTOS, M. . Relatório sobre Erros Grosseiros do Grupo de Estudo Colocação para o Grupo de Trabalho 3 (Conversão de Referenciais). 2007. (Relatório de pesquisa).

NIEVINSKI, F. G. ; SANTOS, M. C. ; MONICO, J. F. G. ; OLIVEIRA, L. C. . NTv2 and the new Brazilian Frame: an alternative for distortion modeling. 2006. .

Nievinski, Felipe ; Santos, Marcelo C . NTv2 and the new Brazilian Frame: an alternative for distortion modeling. 2006. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Curso de curta duração ministrado).

NIEVINSKI, F. G. ; SOUZA, S. F. . Introdução a Sistemas de Informação Geográficos usando ArcView 8. 2004. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

Nievinski, Felipe ; SOUZA, S. F. . Introdução a Sistemas de Informação Geográficos usando ArcView 8. 2004. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Curso de curta duração ministrado).

NIEVINSKI, F. G. . Introdução ao Autodesk MapGuide -- servidor de mapas na Internet. 2000. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

Projetos de pesquisa

  • 2020 - Atual

    Monitoramento do nível do mar costeiro usando Refletometria GPS/GNSS a altas altitudes, Descrição: O nível do mar (NM) está subindo globalmente mas regionalmente há muita variabilidade. Satélites altímetros medem tal variável adequadamente em alto mar, porém marégrafos continuam sendo necessários nas regiões costeiras. Infelizmente, as estações maregráficas existentes no Brasil são esparsas, especialmente aquelas com controle geodésico contra subsidência e soerguimento locais. Uma alternativa aos marégrafos encontra-se na técnica de refletometria com sistema de posicionamento global (GPS-R). É uma forma de sensoriamento remoto que explora reflexões das ondas de rádio transmitidas por satélites GPS. Recentemente utilizamos hardware aberto para demonstrar a acurácia de estações GPS-R instaladas próximas à lâmina d'água (a poucos metros de distância), por validação com um marégrafo convencional. Aqui propomos uma demonstração mais complexa, envolvendo estações GPS-R localizadas a altas altitudes, como no alto de faróis e de falésias naturais. Há uma série de desafios a serem superados, envolvendo erros sistemáticos devido a ondas oceânicas de superfície, à refração atmosférica e à curvatura da Terra. A possibilidade de instalação de estações GPS-R à distância do mar deve facilitar a densificação da rede de monitoramento do nível do mar no país.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Coordenador.

  • 2019 - Atual

    Monitoramento geocêntrico do nível do mar costeiro apoiado por GPS/GNSS, Descrição: Apesar de um claro aumento no nível médio do mar (NMM) quando integrado globalmente, o NMM exibe muita variabilidade e incerteza regionalmente. Altímetros orbitais (AO) são o principal instrumento para o monitoramento do NMM em alto-mar. Infelizmente, AO têm limitações nas regiões costeiras, onde os marégrafos ou linígrafos (M/L) continuam sendo o tipo de instrumento predominante. No entanto, M/L não são tão numerosos quanto o necessário e podem ser afetados pelo deslocamento vertical (DV), que inclui tanto a geodinâmica regional quanto problemas locais de fundação de edificações. Uma correção para DV é, portanto, necessária para converter NMM relativo em NMM geocêntrico e permitir uma comparação direta entre os registros de M/L e AO. Desprezar eventuais DV pode fazer com que subsidência e soerguimento sejam confundidos com a subida ou descida do nível do mar, respectivamente. O controle geodésico para DV normalmente envolve posicionamento por satélites como os do Sistema de Posicionamento Global (GPS) dos EUA e outros Sistemas Globais de Navegação por Satélite (GNSS), como o GLONASS da Rússia. O controle vertical envolve também levantamentos terrestres, realizados através de nivelamento geométrico entre o M/L e o GNSS. Mais recentemente, organizações internacionais oceanográficas e geodésicas recomendaram a instalação de antenas GNSS conectadas diretamente no topo do M/L, para que não haja incerteza sobre o seu DV. Tais antenas GNSS instaladas para fins de posicionamento também abrem a possibilidade de se monitorar o nível do mar diretamente via refletometria (GNSS-R), como uma verificação independente do M/L. A técnica de sensoriamento remoto por GNSS-R permite a altimetria costeira do nível do mar, através da exploração de reflexões fortuitas de ondas de rádio em superfícies naturais (como o mar) após a transmissão por satélites GNSS. Poucos M/L no Brasil tem controle vertical adequado, com exceção daqueles mantidos pelo governo federal (IBGE). Aqui propomos demonstrar o controle geodésico de M/L, tanto por meio do posicionamento GNSS quanto da refletometria GNSS. Será dada prioridade a dois M/L existentes no sul do Brasil, implantados pelo governo estadual e por uma iniciativa acadêmica. Para tanto, já estabelecemos contatos com organizações nos governos estadual e federal. Também asseguramos o empréstimo de longo prazo de equipamentos GNSS para uso compartilhado multiuso. Buscaremos fornecer medições geocêntricas do NMM costeiro com qualidade suficiente para estudos do clima, contribuindo para a estratégia nacional de adaptação às mudanças climáticas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 21 / Número de orientações: 2

  • 2018 - Atual

    Nova geração de sensores GPS refletométricos para monitoramento do nível do mar, Descrição: O monitoramento do nível do mar é um problema primordial frente às mudanças climáticas globais. Esse desafio é dificultado no Brasil devido às dimensões continentais da sua costa marítima. Seria desejável monitorar mais densamente a vulnerabilidade climática a qual as cidades costeiras brasileiras estão sujeitas. Entretanto, atualmente há poucos marégrafos instalados no País. Além disso, eles estão sujeitos a incertezas relacionadas à possibilidade de movimentos verticais espúrios, em que subsidência e soerguimento do solo podem ser confundidos com elevação ou redução fictícios no nível médio do mar local. Sensores refletométricos baseados no sistema de posicionamento global (GPS-R) vêm se firmando ao longo da última década como uma técnica competitiva para maregrafia geocêntrica. O dispositivo funciona como um tipo de radar, explorando transmissões de rádio emitidas pelos satélites GPS, que são rastreadas a partir de terminais terrestres após refletirem na superfície do mar. Trata-se, portanto, de um modo parasítico ou oportunístico de sensoriamento remoto para altimetria a curta distância. Recentemente, vimos explorando receptores e antenas GPS de baixo custo, para viabilizar o adensamento espacial nos pontos de maregrafia nacional. Porém a taxa de amostragem temporal em GPS-R continua restrita ao tempo entre nascente e poente dos satélites GPS, o que pode durar algumas horas. Durante esse período, a estimativa de nível do mar dada pelo sensor GPS-R será uma média, a qual infelizmente suaviza picos e vales da maré alta e baixa. Propomos aqui o desenvolvimento de uma nova geração de sensores GPS-R que permita a estimativa instantânea do nível do mar. A proposição está assentada na introdução de um deslocamento vertical na antena receptora, em substituição ao movimento do satélite no céu. Esse princípio foi demonstrado recentemente na literatura internacional utilizando um sistema manual de corda e polia hasteadas. Estamos projetando duas versões melhoradas em relação ao estado-da-arte. O primeiro mecanismo, denominado scotch yoke, é baseado no movimento oscilante que resulta da conversão de movimento rotacional (de um motor) em movimento linear (da antena). O segundo projeto emprega um arranjo de múltiplas antenas espaçadas verticalmente para com isso sintetizar virtualmente uma antena móvel. A validação se dará por comparação com a altura da antena acima da lâmina d?água medida precisamente. Nessa proposta pretendemos implementar e testar as duas versões acima e patentear o protótipo mais efetivo e com maior potencial de incubação para uma empresa startup.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Coordenador., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul - Auxílio financeiro.

  • 2017 - Atual

    Monitoramento do nível do mar em massa com marégrafos GPS reflectométricos, Descrição: O monitoramento do nível do mar é um problema primordial frente às mudanças climáticas globais. Esse desafio é dificultado no Brasil devido às dimensões continentais da sua costa marítima. Seria desejável avaliar o risco climático a que cada cidade costeira brasileira está sujeita. Para viabilizar o adensamento massivo nos pontos de maregrafia nacional, propomos aqui o desenvolvimento de sensores GPS reflectométricos de baixo custo. A reflectometria via sistema de posicionamento global (GPS-R) é uma técnica comprovada para a altimetria a curta distância. O dispositivo funciona como um tipo de interferômetro, tomando a superfície da água como um refletor de ondas de rádio. GPS-R apresenta vantagens singulares: primeiramente, tem conexão ao geocentro, sendo assim mais estável contra soerguimento e subsidência locais; e segundo, é menos suscetível a perturbações aleatórias da superfície pelas ondas, dada a sua ampla área de amostragem. Porém, demonstrações anteriores nossas e de outros grupos internacionais dependeram de equipamentos científicos dispendiosos. Ainda que em projetos em andamento estejamos conseguindo explorar estações de rastreio GPS compartilhadas (p.ex., do IBGE) e assegurar o empréstimo de novos instrumentos (INPE), tais oportunidades são limitadas espacialmente e temporalmente às localidades e períodos alheios, não necessariamente ideais à maregrafia. Torna-se imprescindível, portanto, diminuir as barreiras de acesso ao instrumental geodésico-oceanográfico de GPS-R para atender à demanda e fazer jus ao seu potencial em estudos climáticos de longa duração. Felizmente, avanços tecnológicos recentes em GPS e em outros sistemas globais de navegação por satélites (GNSS) semelhantes apontam a possibilidade de empregar componentes eletrônicos de consumo em massa, como aqueles disponíveis em telefones celulares e plataformas de hardware livre e aberto. Em paralelo a tais desenvolvimentos tecnológicos, propomos dar continuação ao desenvolvimento científico em andamento nos projetos em vigência, de refinamentos das estimativas fornecidas por GPS-R para o nível do mar. Há indícios da existência de novos vieses, proporcionais à altura da antena GPS acima do mar. Tais erros demandam correções para o efeito do atraso troposférico na propagação do sinal e da curvatura da Terra no cálculo da reflexão especular. Ambos os desenvolvimentos, tecnológico e científico, contribuiriam para a difusão em massa dos marégrafos GPS-R, o que aceleraria a eventual conexão da rede de nivelamento continental até ilhas e ilhotas em alto mar, onde os satélites altímetros são mais fidedignos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 10 / Número de orientações: 1

  • 2015 - Atual

    Novos desenvolvimentos em Refletometria GPS/GNSS aplicada ao ciclo hidrológico, Descrição: Neste projeto propomos continuar o desenvolvimento da técnica de refletometria por satélites de navegação, aplicada ao monitoramento terrestre da espessura da neve, da umidade do solo e do nível de rios e lagos. Trata-se de uma técnica de sensoriamento remoto que explora dezenas de transmissores orbitais já existents, como o sistema de posicionamento global (GPS) dos EUA e sistemas de navegação por satélites (GNSS) similares desenvolvidos pela Rússia (GLONASS), União Européia (GALILEO), e China (BeiDou). As estações receptoras terrestres integram equipamentos disponíveis comercialmente para medir a potência e fase do sinal.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Coordenador., Número de produções C, T & A: 12

  • 2015 - Atual

    Estações GNSS/maregráficas híbridas através da técnica de reflectometria por multicaminho, Descrição: O risco climático ao qual cada cidade costeira brasileira está exposta seria melhor determinado se houvessem medições do nível médio dos mares densificadas ao longo da costa. Estações maregráficas convencionais são poucas e enfrentam uma série de dificuldades. A Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo (RBMC) de Sistemas Globais de Navegação por Satélite (GNSS) é composta atualmente por cerca de uma centena de estações de rastreio. Existe a possibilidade de utilizar as estações GNSS da RBMC instaladas próximas da costa para realizar o sensoriamento remoto a curta distância, tomando a superfície do mar como alvo refletor. Assim a chamada reflectometria por multicaminho com GNSS (GNSS-MR) permite estimar o nível do mar. Propomos demonstrá-la pela primeira vez no Brasil. Mais especificamente, vamos (i) avaliar a adequação das estações existentes para fins de maregrafia com GNSS-MR; (ii) instalar uma nova estação experimental para GNSS-MR junto a um marégrafo convencional que não tenha GNSS adequado; e (iii) desenvolver a teoria e implementar software de controle de qualidade em estimativas GNSS-MR. A inovação advém portanto da hibridização das estações GNSS costeiras, transformando-as em marégrafos alternativos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Coordenador / João Francisco Galera Monico - Integrante / Karen Boniface - Integrante / Domingos Fernandes Urbano Neto - Integrante / Ítalo Tsuchiya - Integrante / Vinícius Caixeiro - Integrante / Douglas Leipelt - Integrante / Cristthian Marafigo Arpino - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 42

  • 2013 - 2015

    Monitoramento do Ciclo Hidrológico utilizando Reflectometria por Satélites GPS, Descrição: A água é elemento crítico no contexto dos desastres naturais e das mudanças climáticas. Tanto excesso quanto falta desse recurso levam a perdas materiais e até humanas. Recursos hídricos precisam ser monitorados como apoio ao seu gerenciamento. As várias fases do ciclo hidrológico carecem atualmente de mais e melhores medições. Neste projeto propomos a adaptar para o Brasil a recente técnica de reflectrometria por satélites, desenvolvida nos últimos cinco anos nos EUA. Ela permite recuperar parâmetros ambientais como umidade do solo e nível d?água a partir de medições do sinal refletido por essas superfícies naturais. Trata-se de uma modo parasítico de sensoriamento remoto, que explora a disponibilidade de transmissores orbitais já existentes e oferece receptores terrestres independentes. A sua área de cobertura alcança até trinta metros de raio nos arredores de cada antena receptora, amostrando assim uma região representativa das condições ambientais locais. O principal produto do presente projeto será um instrumento, adaptado às condições brasileiras, para medição da umidade do solo e do nivel d?água através da técnica de reflectometria por satélites. A validação e teste da sua viabilidade no hemisfério sul serão investigados. Problemas científicos e tecnológicos, como cintilações ionosféricas, assim como rugosidade topografia da superfície, serão endereçados. Essa técnica é inédita no Brasil. Com sua extensão continental, detentor de 12% dos recursos hídricos mundiais, o Brasil ainda precisa gerenciar melhor esses recursos. O instrumento será demonstrado junto a instituições como p.ex. ANA, EMBRAPA, CPTEC, e CEMADEN, visando a transferência dessa tecnologia inovadora.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Integrante / João Francisco Galera Monico - Coordenador / Matheus Ferreira da Silva - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Outra., Número de produções C, T & A: 22

  • 2010 - 2014

    Investigating the Characteristics of Lower Tropospheric Airborne GPS Radio Occultation Observations and Their Impact in Hurricane Studies, Descrição: Global Positioning System (GPS) Radio Occultation (RO) provides area-averaged profiles of refractivity (which depends on moisture and temperature) with very high vertical resolutions that are complementary to dropsondes (pointwise, high vertical resolution) and satellite retrievals (high horizontal but poor vertical resolution). GPS RO is insensitive to heavy precipitation, clouds, and winds. Since the Constellation Observing System for Meteorology, Ionosphere and Climate (COSMIC) became operational, space borne GPS RO data have shown a positive impact on global numerical weather prediction models in the mid to upper troposphere range. However, the use of the data at lower levels has lagged for several reasons: 1) complications due to strong horizontal variations in moisture 2) difficulties in signal tracking and 3) sparse observations within the window of interest for mesoscale systems. This has led to minimal impact in tropical cyclone genesis and forecasting, and minimal impact below mid-troposphere in general. Airborne RO can play a major role in advancing understanding of the hurricane genesis process, because dense targeted measurements are simpler to make with an airborne system than with the existing space borne constellation.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Integrante / Larson, Kristine M. - Integrante / J. L. Garrison - Integrante / HAASE, J. S. - Coordenador., Financiador(es): National Science Foundation - Outra., Número de produções C, T & A: 4

  • 2010 - 2013

    Precise Orbit Determination Using Second-Order Gauss-Markov Processes, Descrição: Earth science satellite missions currently require precise orbit determination solutions with position accuracies to within a centimeter. The estimation of empirical accelerations has become commonplace in precise orbit determination for Earth-orbiting satellites. Dynamic model compensation uses an exponentially time-correlated system noise process, known as a first-order Gauss?Markov process, to estimate unmodeled accelerations. In this work, the use of a second-order Gauss?Markov process is addressed to compensate for functional model deficiencies.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Integrante / Brandon Yonko - Integrante / George H. Born - Coordenador / Jason M. Leonard - Integrante., Número de produções C, T & A: 4

  • 2009 - Atual

    GPS interferometric reflectometry: developing a ground-based method to measure snow water equivalent, Descrição: Snowpacks provide reservoirs of freshwater, storing solid precipitation and delaying runoff, to be released later in the spring and summer when it is most needed. Both scientists and water supply managers need to know how much freshwater is accumulated in snowpack and how fast it will be released as a result of melting. This need for snow measurements is acknowledged in the National Research Council's Decadal Survey. Among its consensus recommendations for future spaceborne missions is SCLP (Snow and Cold Land Processes), aimed specifically at mapping snow water equivalent (SWE) -- representing the depth of water that would result if the mass of snow melted completely. Greatly complementary to such spaceborne sensors are ground-based methods; the latter not only serve as essential independent validation for the former, but are also valuable for climate studies and flood/drought predictions on their own. The focus of this proposal is ground-based measurements of SWE using the technique of GPS interferometric reflectometry (GPS-IR). GPS-IR is a novel technique that exploits multipath at GPS sites. This method is an L-band ground-based multi-static radar. Its working principle is the interference between a direct or line-of-sight signal and its reflection off surfaces, such as bare or snow-covered ground. In contrast to mono-static radars, in which transmitter and receiver are co-located, GPS-IR leverages a constellation of 30+ transmitting satellites and a network of 1000+ continuously operating receiving stations. These extensive networks of receivers are already deployed (and supported) for geophysical and atmospheric applications. I am developing a physically-based forward model capable of providing counterparts to the actual GPS-IR observations. I am also developing a statistically-rigorous inversion technique in which observation/ model residuals are utilized to retrieve snow depth and density estimates -- both their most probable values as well as confidence intervals bounding their uncertainty. I will contribute to the Water and Energy Cycle science focus area by providing SWE data products for a subset of the U.S. GPS network. More specifically, these products will be time series of snow depth and density, including their respective uncertainty, retrieved several times per day over a multiple-year period at 50 sites. It is envisioned that the hydrology and cryospheric science communities would utilize GPS-IR SWE products very much in the same way as conventional SNOTEL SWE products (SNOTEL is the U.S. Dept. of Agriculture snow telemetry network). This will support the study of, e.g., the decline in mountain snowpack in the U.S. as well as of changes toward earlier streamflow timing across western North America. The development of GPS-IR also addresses the goals of the Earth Surface and Interior focus area. This proposal, being a novel extension of GPS, adds value to existing NASA networks. Moreover, deformation of the solid Earth by environmental mass loading is a significant source of error for positioning. GPS-IR SWE products can be used to improve positioning, especially at the seasonal time scale. In summary, my overarching objective is to mature GPS-IR for operational use in ground-based remote sensing of snow. That entails making GPS-IR snow retrievals less sensitive to equipment differences (antenna and receiver), to alleviate site feasibility requirements (regarding, e.g., topography and vegetation), and to be able to separate different environmental effects (e.g., accumulation vs. densification of snow). Work is already well underway towards that objective. A great deal of effort will be put into quality control and validation, especially against independent snow measurement methods, both manual and automated.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Integrante / Larson, Kristine M. - Coordenador., Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Outra / National Aeronautics and Space Administration - Headquarters - Outra., Número de produções C, T & A: 11

  • 2008 - Atual

    On the Use of Numerical Weather Prediction (NWP) Models in GNSS Positioning, Descrição: Space geodesy has been making use of tropospheric models to account for the delay cause by the propagation of radio signals along the neutral atmosphere. Such models are built on meteorological data sets representing a global behaviour of the troposphere for the particular time covered by the data sets. Meteorological Services make use of current daily measurements coming from meteorological stations, vessels, and aircraft, to provide the behaviour of the troposphere for both prediction and analysis. This research investigates the use of NWPs as alternative or complement to tropospheric models, in space geodesy applications. We have also developed and tested different ray-tracing methods. The use of NWP results in a more realistic representation of the troposphericdelay, with positive implications to geodetic positioning and navigation.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Integrante / Karen Cove - Integrante / Urquhart, Landon - Integrante / Santos, Marcelo - Coordenador / NIKOLAIDOU, THALIA - Integrante., Número de produções C, T & A: 24

  • 2002 - 2004

    Integração de Dados Ambientais da Área Antártica Especialmente Gerenciada da Baía do Almirantado, através de Sistema de Informação Geográfica, Descrição: O projeto destina-se a dar uma resposta ao desafio de criar um sistema de geoprocessamento voltado ao monitoramento ambiental da Estação Antártica Especialmente Gerenciada da Baía do Almirantado (AAEG). Em síntese, o projeto atua em dois problemas básicos para o monitoramento ambiental: a) idealização de uma plataforma de armazenamento dos dados bióticos e abióticos gerados pelos grupos de pesquisa atuantes na região compreendida pela AAEG Baía do Almirantado; b) geração de bases cartográficas confiáveis e aplicáveis na escala de trabalho da AAEG. Toda a metodologia, desenvolvida no Departamento de Geodésia da UFRGS, deverá ser adaptada para as condições particulares da Antártica. Os recursos do atual projeto estão sendo canalizados principalmente para a montagem de uma infra-estrutura, capaz ao final, não somente de compilar bases cartográficas já existentes (situação atual), mas também, produzir mapas de acordo com as necessidades da AAEG.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Integrante / Sérgio Florêncio de Souza - Integrante / Norberto Dani - Coordenador., Número de produções C, T & A: 2

Projetos de desenvolvimento

  • 2005 - 2010

    Projeto de Infra-estrutura Geoespacial Nacional (PIGN) / National Geospatial Framework Project (NGFP), Descrição: O Projeto da Infra-estrutura Geoespacial Nacional tem como objetivo colaborar e ajudar nos esforços brasileiros na adoção de um sistema de coordenadas geocêntricas (SIRGAS2000) compatível com tecnologias modernas de satélites. As atividades do projeto incluem questões técnicas, uma compreensão dos impactos causados pela adoção deste novo sistema de coordenadas, e o estabelecimento de uma melhor comunicação com a comunidade de usuários. Os produtos estarão disponíveis aos usuários no fim do projeto. As atividades técnicas envolvem a integração da rede clássica com o SIRGAS2000, o modelamento das distorções das redes clássicas com respeito ao SIRGAS2000 e a criação de modelos de transformação do referencial que levam em consideração estas distorções. Os impactos causados pela adoção de um novo sistema geoespacial nacional são muitos, uma vez que incluem questões técnicas que afetam agências de governo e companhias privadas, impactos sociais que lidam com os direitos individuais à terra, melhoria da gerência ambiental e desenvolvimento dos recursos naturais, equidade de gênero e direitos das populações indígenas, igual acesso à informação para todos os cidadãos, melhores serviços, e melhor governabilidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Integrante / João Francisco Galera Monico - Integrante / Leonardo Castro de Oliveira - Integrante / Mauricio Galo - Integrante / Marcelo Santos - Coordenador / Sonia Maria Alves da Costa - Integrante / Luiz Paulo Souto Fortes - Integrante / Paulo de Oliveira Camargo - Integrante., Financiador(es): Canadian International Development Agency - Outra / Agência Brasileira de Cooperação - Outra., Número de produções C, T & A: 14

  • 2005 - 2010

    Projeto de Infra-estrutura Geoespacial Nacional (PIGN) / National Geospatial Framework Project (NGFP), Descrição: O Projeto da Infra-estrutura Geoespacial Nacional tem como objetivo colaborar e ajudar nos esforços brasileiros na adoção de um sistema de coordenadas geocêntricas (SIRGAS2000) compatível com tecnologias modernas de satélites. As atividades do projeto incluem questões técnicas, uma compreensão dos impactos causados pela adoção deste novo sistema de coordenadas, e o estabelecimento de uma melhor comunicação com a comunidade de usuários. Os produtos estarão disponíveis aos usuários no fim do projeto. As atividades técnicas envolvem a integração da rede clássica com o SIRGAS2000, o modelamento das distorções das redes clássicas com respeito ao SIRGAS2000 e a criação de modelos de transformação do referencial que levam em consideração estas distorções. Os impactos causados pela adoção de um novo sistema geoespacial nacional são muitos, uma vez que incluem questões técnicas que afetam agências de governo e companhias privadas, impactos sociais que lidam com os direitos individuais à terra, melhoria da gerência ambiental e desenvolvimento dos recursos naturais, equidade de gênero e direitos das populações indígenas, igual acesso à informação para todos os cidadãos, melhores serviços, e melhor governabilidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Integrante / João Francisco Galera Monico - Integrante / Leonardo Castro de Oliveira - Integrante / Mauricio Galo - Integrante / Marcelo Santos - Coordenador / Sonia Maria Alves da Costa - Integrante / Luiz Paulo Souto Fortes - Integrante / Paulo de Oliveira Camargo - Integrante., Financiador(es): Canadian International Development Agency - Outra / Agência Brasileira de Cooperação - Outra., Número de produções C, T & A: 14

  • 2005 - 2010

    Projeto de Infra-estrutura Geoespacial Nacional (PIGN) / National Geospatial Framework Project (NGFP), Descrição: O Projeto da Infra-estrutura Geoespacial Nacional tem como objetivo colaborar e ajudar nos esforços brasileiros na adoção de um sistema de coordenadas geocêntricas (SIRGAS2000) compatível com tecnologias modernas de satélites. As atividades do projeto incluem questões técnicas, uma compreensão dos impactos causados pela adoção deste novo sistema de coordenadas, e o estabelecimento de uma melhor comunicação com a comunidade de usuários. Os produtos estarão disponíveis aos usuários no fim do projeto. As atividades técnicas envolvem a integração da rede clássica com o SIRGAS2000, o modelamento das distorções das redes clássicas com respeito ao SIRGAS2000 e a criação de modelos de transformação do referencial que levam em consideração estas distorções. Os impactos causados pela adoção de um novo sistema geoespacial nacional são muitos, uma vez que incluem questões técnicas que afetam agências de governo e companhias privadas, impactos sociais que lidam com os direitos individuais à terra, melhoria da gerência ambiental e desenvolvimento dos recursos naturais, equidade de gênero e direitos das populações indígenas, igual acesso à informação para todos os cidadãos, melhores serviços, e melhor governabilidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Integrante / João Francisco Galera Monico - Integrante / Leonardo Castro de Oliveira - Integrante / Mauricio Galo - Integrante / Marcelo Santos - Coordenador / Sonia Maria Alves da Costa - Integrante / Luiz Paulo Souto Fortes - Integrante / Paulo de Oliveira Camargo - Integrante., Financiador(es): Canadian International Development Agency - Outra / Agência Brasileira de Cooperação - Outra., Número de produções C, T & A: 14

  • 2005 - 2010

    Projeto de Infra-estrutura Geoespacial Nacional (PIGN) / National Geospatial Framework Project (NGFP), Descrição: O Projeto da Infra-estrutura Geoespacial Nacional tem como objetivo colaborar e ajudar nos esforços brasileiros na adoção de um sistema de coordenadas geocêntricas (SIRGAS2000) compatível com tecnologias modernas de satélites. As atividades do projeto incluem questões técnicas, uma compreensão dos impactos causados pela adoção deste novo sistema de coordenadas, e o estabelecimento de uma melhor comunicação com a comunidade de usuários. Os produtos estarão disponíveis aos usuários no fim do projeto. As atividades técnicas envolvem a integração da rede clássica com o SIRGAS2000, o modelamento das distorções das redes clássicas com respeito ao SIRGAS2000 e a criação de modelos de transformação do referencial que levam em consideração estas distorções. Os impactos causados pela adoção de um novo sistema geoespacial nacional são muitos, uma vez que incluem questões técnicas que afetam agências de governo e companhias privadas, impactos sociais que lidam com os direitos individuais à terra, melhoria da gerência ambiental e desenvolvimento dos recursos naturais, equidade de gênero e direitos das populações indígenas, igual acesso à informação para todos os cidadãos, melhores serviços, e melhor governabilidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Integrante / João Francisco Galera Monico - Integrante / Leonardo Castro de Oliveira - Integrante / Mauricio Galo - Integrante / Marcelo Santos - Coordenador / Sonia Maria Alves da Costa - Integrante / Luiz Paulo Souto Fortes - Integrante / Paulo de Oliveira Camargo - Integrante., Financiador(es): Canadian International Development Agency - Outra / Agência Brasileira de Cooperação - Outra., Número de produções C, T & A: 14

  • 2005 - 2010

    Projeto de Infra-estrutura Geoespacial Nacional (PIGN) / National Geospatial Framework Project (NGFP), Descrição: O Projeto da Infra-estrutura Geoespacial Nacional tem como objetivo colaborar e ajudar nos esforços brasileiros na adoção de um sistema de coordenadas geocêntricas (SIRGAS2000) compatível com tecnologias modernas de satélites. As atividades do projeto incluem questões técnicas, uma compreensão dos impactos causados pela adoção deste novo sistema de coordenadas, e o estabelecimento de uma melhor comunicação com a comunidade de usuários. Os produtos estarão disponíveis aos usuários no fim do projeto. As atividades técnicas envolvem a integração da rede clássica com o SIRGAS2000, o modelamento das distorções das redes clássicas com respeito ao SIRGAS2000 e a criação de modelos de transformação do referencial que levam em consideração estas distorções. Os impactos causados pela adoção de um novo sistema geoespacial nacional são muitos, uma vez que incluem questões técnicas que afetam agências de governo e companhias privadas, impactos sociais que lidam com os direitos individuais à terra, melhoria da gerência ambiental e desenvolvimento dos recursos naturais, equidade de gênero e direitos das populações indígenas, igual acesso à informação para todos os cidadãos, melhores serviços, e melhor governabilidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Integrante / João Francisco Galera Monico - Integrante / Leonardo Castro de Oliveira - Integrante / Mauricio Galo - Integrante / Marcelo Santos - Coordenador / Sonia Maria Alves da Costa - Integrante / Luiz Paulo Souto Fortes - Integrante / Paulo de Oliveira Camargo - Integrante., Financiador(es): Canadian International Development Agency - Outra / Agência Brasileira de Cooperação - Outra., Número de produções C, T & A: 14

  • 2005 - 2010

    Projeto de Infra-estrutura Geoespacial Nacional (PIGN) / National Geospatial Framework Project (NGFP), Descrição: O Projeto da Infra-estrutura Geoespacial Nacional tem como objetivo colaborar e ajudar nos esforços brasileiros na adoção de um sistema de coordenadas geocêntricas (SIRGAS2000) compatível com tecnologias modernas de satélites. As atividades do projeto incluem questões técnicas, uma compreensão dos impactos causados pela adoção deste novo sistema de coordenadas, e o estabelecimento de uma melhor comunicação com a comunidade de usuários. Os produtos estarão disponíveis aos usuários no fim do projeto. As atividades técnicas envolvem a integração da rede clássica com o SIRGAS2000, o modelamento das distorções das redes clássicas com respeito ao SIRGAS2000 e a criação de modelos de transformação do referencial que levam em consideração estas distorções. Os impactos causados pela adoção de um novo sistema geoespacial nacional são muitos, uma vez que incluem questões técnicas que afetam agências de governo e companhias privadas, impactos sociais que lidam com os direitos individuais à terra, melhoria da gerência ambiental e desenvolvimento dos recursos naturais, equidade de gênero e direitos das populações indígenas, igual acesso à informação para todos os cidadãos, melhores serviços, e melhor governabilidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Integrante / João Francisco Galera Monico - Integrante / Leonardo Castro de Oliveira - Integrante / Mauricio Galo - Integrante / Marcelo Santos - Coordenador / Sonia Maria Alves da Costa - Integrante / Luiz Paulo Souto Fortes - Integrante / Paulo de Oliveira Camargo - Integrante., Financiador(es): Agência Brasileira de Cooperação - Outra / Canadian International Development Agency - Outra., Número de produções C, T & A: 14

  • 2005 - 2010

    Projeto de Infra-estrutura Geoespacial Nacional (PIGN) / National Geospatial Framework Project (NGFP), Descrição: O Projeto da Infra-estrutura Geoespacial Nacional tem como objetivo colaborar e ajudar nos esforços brasileiros na adoção de um sistema de coordenadas geocêntricas (SIRGAS2000) compatível com tecnologias modernas de satélites. As atividades do projeto incluem questões técnicas, uma compreensão dos impactos causados pela adoção deste novo sistema de coordenadas, e o estabelecimento de uma melhor comunicação com a comunidade de usuários. Os produtos estarão disponíveis aos usuários no fim do projeto. As atividades técnicas envolvem a integração da rede clássica com o SIRGAS2000, o modelamento das distorções das redes clássicas com respeito ao SIRGAS2000 e a criação de modelos de transformação do referencial que levam em consideração estas distorções. Os impactos causados pela adoção de um novo sistema geoespacial nacional são muitos, uma vez que incluem questões técnicas que afetam agências de governo e companhias privadas, impactos sociais que lidam com os direitos individuais à terra, melhoria da gerência ambiental e desenvolvimento dos recursos naturais, equidade de gênero e direitos das populações indígenas, igual acesso à informação para todos os cidadãos, melhores serviços, e melhor governabilidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Integrante / João Francisco Galera Monico - Integrante / Leonardo Castro de Oliveira - Integrante / Mauricio Galo - Integrante / Marcelo Santos - Coordenador / Sonia Maria Alves da Costa - Integrante / Luiz Paulo Souto Fortes - Integrante / Paulo de Oliveira Camargo - Integrante., Financiador(es): Canadian International Development Agency - Outra / Agência Brasileira de Cooperação - Outra., Número de produções C, T & A: 14

  • 2005 - 2010

    Projeto de Infra-estrutura Geoespacial Nacional (PIGN) / National Geospatial Framework Project (NGFP), Descrição: O Projeto da Infra-estrutura Geoespacial Nacional tem como objetivo colaborar e ajudar nos esforços brasileiros na adoção de um sistema de coordenadas geocêntricas (SIRGAS2000) compatível com tecnologias modernas de satélites. As atividades do projeto incluem questões técnicas, uma compreensão dos impactos causados pela adoção deste novo sistema de coordenadas, e o estabelecimento de uma melhor comunicação com a comunidade de usuários. Os produtos estarão disponíveis aos usuários no fim do projeto. As atividades técnicas envolvem a integração da rede clássica com o SIRGAS2000, o modelamento das distorções das redes clássicas com respeito ao SIRGAS2000 e a criação de modelos de transformação do referencial que levam em consideração estas distorções. Os impactos causados pela adoção de um novo sistema geoespacial nacional são muitos, uma vez que incluem questões técnicas que afetam agências de governo e companhias privadas, impactos sociais que lidam com os direitos individuais à terra, melhoria da gerência ambiental e desenvolvimento dos recursos naturais, equidade de gênero e direitos das populações indígenas, igual acesso à informação para todos os cidadãos, melhores serviços, e melhor governabilidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Integrante / João Francisco Galera Monico - Integrante / Leonardo Castro de Oliveira - Integrante / Mauricio Galo - Integrante / Marcelo Santos - Coordenador / Sonia Maria Alves da Costa - Integrante / Luiz Paulo Souto Fortes - Integrante / Paulo de Oliveira Camargo - Integrante., Financiador(es): Canadian International Development Agency - Outra / Agência Brasileira de Cooperação - Outra., Número de produções C, T & A: 14

  • 2005 - 2010

    Projeto de Infra-estrutura Geoespacial Nacional (PIGN) / National Geospatial Framework Project (NGFP), Descrição: O Projeto da Infra-estrutura Geoespacial Nacional tem como objetivo colaborar e ajudar nos esforços brasileiros na adoção de um sistema de coordenadas geocêntricas (SIRGAS2000) compatível com tecnologias modernas de satélites. As atividades do projeto incluem questões técnicas, uma compreensão dos impactos causados pela adoção deste novo sistema de coordenadas, e o estabelecimento de uma melhor comunicação com a comunidade de usuários. Os produtos estarão disponíveis aos usuários no fim do projeto. As atividades técnicas envolvem a integração da rede clássica com o SIRGAS2000, o modelamento das distorções das redes clássicas com respeito ao SIRGAS2000 e a criação de modelos de transformação do referencial que levam em consideração estas distorções. Os impactos causados pela adoção de um novo sistema geoespacial nacional são muitos, uma vez que incluem questões técnicas que afetam agências de governo e companhias privadas, impactos sociais que lidam com os direitos individuais à terra, melhoria da gerência ambiental e desenvolvimento dos recursos naturais, equidade de gênero e direitos das populações indígenas, igual acesso à informação para todos os cidadãos, melhores serviços, e melhor governabilidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Integrante / João Francisco Galera Monico - Integrante / Leonardo Castro de Oliveira - Integrante / Mauricio Galo - Integrante / Marcelo Santos - Coordenador / Sonia Maria Alves da Costa - Integrante / Luiz Paulo Souto Fortes - Integrante / Paulo de Oliveira Camargo - Integrante., Financiador(es): Canadian International Development Agency - Outra / Agência Brasileira de Cooperação - Outra., Número de produções C, T & A: 14

  • 2005 - 2010

    Projeto de Infra-estrutura Geoespacial Nacional (PIGN) / National Geospatial Framework Project (NGFP), Descrição: O Projeto da Infra-estrutura Geoespacial Nacional tem como objetivo colaborar e ajudar nos esforços brasileiros na adoção de um sistema de coordenadas geocêntricas (SIRGAS2000) compatível com tecnologias modernas de satélites. As atividades do projeto incluem questões técnicas, uma compreensão dos impactos causados pela adoção deste novo sistema de coordenadas, e o estabelecimento de uma melhor comunicação com a comunidade de usuários. Os produtos estarão disponíveis aos usuários no fim do projeto. As atividades técnicas envolvem a integração da rede clássica com o SIRGAS2000, o modelamento das distorções das redes clássicas com respeito ao SIRGAS2000 e a criação de modelos de transformação do referencial que levam em consideração estas distorções. Os impactos causados pela adoção de um novo sistema geoespacial nacional são muitos, uma vez que incluem questões técnicas que afetam agências de governo e companhias privadas, impactos sociais que lidam com os direitos individuais à terra, melhoria da gerência ambiental e desenvolvimento dos recursos naturais, equidade de gênero e direitos das populações indígenas, igual acesso à informação para todos os cidadãos, melhores serviços, e melhor governabilidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Integrante / João Francisco Galera Monico - Integrante / Leonardo Castro de Oliveira - Integrante / Mauricio Galo - Integrante / Marcelo Santos - Coordenador / Sonia Maria Alves da Costa - Integrante / Luiz Paulo Souto Fortes - Integrante / Paulo de Oliveira Camargo - Integrante., Financiador(es): Canadian International Development Agency - Outra / Agência Brasileira de Cooperação - Outra., Número de produções C, T & A: 14

  • 2018 - Atual

    Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em GNSS no Suporte à Navegação Aérea, Descrição: O uso de sistemas de posicionamento por satélites (GNSS) para a navegação aérea constitui uma tendência mundial na atualidade e será a principal tecnologia adotada no futuro para a determinação de posição das aeronaves em todas as fases do voo. O uso de tecnologia desta natureza apresenta inúmeras vantagens com uma considerável redução na necessidade de instalação de equipamentos em solo, otimização do espaço aéreo com rotas, redução do tempo de voo e consequente economia de combustível, dentre outros. Inserido neste contexto, destaca-se o sistema GBAS, tecnologia que faz uso de sistemas GNSS, sobretudo o sistema de posicionamento global americano (GPS) com a transmissão de correções para a melhora da acurácia na determinação de posição visando a conduzir aeronaves para um pouso de precisão. Entretanto, os sinais do sistema GPS, assim como o de qualquer outro sistema de posicionamento por satélite, sofre forte influência da camada ionosférica, com a introdução de erros que podem afetar os requisitos de acurácia, integridade, disponibilidade e continuidade exigidos pela OACI. A camada ionosférica apresenta comportamentos distintos em função da localização (sobretudo com a variação de latitude), da hora do dia, do período do ano e do ciclo de atividade solar, cujo período é de onze anos. A ionosfera sobre o território brasileiro, em especial nas regiões de ocorrência da anomalia da ionização equatorial, apresenta características singulares com relação ao restante do planeta, pela concentração de fenômenos e anomalias que ali ocorrem, fazendo com que o desempenho de sistemas de posicionamento por satélite na região seja pior quando comparado a regiões como os Estados Unidos e a Europa, por exemplo. Por esta razão, a aplicação de tecnologias baseada em GNSS na aviação sobre o território brasileiro exige uma avaliação profunda dos efeitos da ionosfera. Estudos nesse sentido revestem-se de grande importância em razão dos criteriosos requisitos de segurança envolvidos na aviação, por envolver risco de vidas humanas. Diante deste cenário, a proposta de criação deste INCT visa realizar uma análise detalhada dos modelos de decorrelação de erros devido à ionosfera (modelo de risco), desenvolvidos para uso nos Estados Unidos, que garantem a segurança da operação para sistemas de pouso de precisão, como o GBAS. Tais modelos exigem uma análise de viabilidade para uso no Brasil, uma vez que as condições ionosféricas são bastante distintas daquelas para onde foram desenvolvidos os modelos. Adicionalmente, serão propostas adaptações e melhorias neste modelo de risco a fim de adequá-lo à realidade brasileira de modo a atender os critérios de acurácia, integridade, continuidade e disponibilidade exigidos pela OACI. Para o desenvolvimento do projeto em tela, faz-se necessário um conjunto consistente e abrangente de dados de receptores de GNSS em território nacional a fim de subsidiar as análises das especificidades da ionosférica brasileira e a consequente viabilização do uso de tecnologias GNSS para a navegação aérea. Por isso, propõe-se uma ampliação das redes de monitoramento contínuo existentes compostas por receptores GNSS com capacidade de medição dos parâmetros mais importantes da atividade ionosférica: o Conteúdo Eletrônico Total (CET) e os índices de cintilação ionosférica (S4 e P2). A demanda exposta foi apresentada pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) para atender a comunidade brasileira com um serviço seguro para procedimentos de pouso de precisão. Os dados de receptores GNSS desta nova rede poderão ser utilizados para a otimização do desempenho dos receptores GNSS durante a incidência de cintilações ionosféricas e ainda para disponibilizar aos usuários mapa em tempo real dos erros causados pelo atraso ionosférico e da ocorrência de cintilação. Tais mapas são úteis em diversas aplicações geodésicas, dentre as quais agri. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento.

  • 2005 - 2010

    Projeto de Infra-estrutura Geoespacial Nacional (PIGN) / National Geospatial Framework Project (NGFP), Descrição: O Projeto da Infra-estrutura Geoespacial Nacional tem como objetivo colaborar e ajudar nos esforços brasileiros na adoção de um sistema de coordenadas geocêntricas (SIRGAS2000) compatível com tecnologias modernas de satélites. As atividades do projeto incluem questões técnicas, uma compreensão dos impactos causados pela adoção deste novo sistema de coordenadas, e o estabelecimento de uma melhor comunicação com a comunidade de usuários. Os produtos estarão disponíveis aos usuários no fim do projeto. As atividades técnicas envolvem a integração da rede clássica com o SIRGAS2000, o modelamento das distorções das redes clássicas com respeito ao SIRGAS2000 e a criação de modelos de transformação do referencial que levam em consideração estas distorções. Os impactos causados pela adoção de um novo sistema geoespacial nacional são muitos, uma vez que incluem questões técnicas que afetam agências de governo e companhias privadas, impactos sociais que lidam com os direitos individuais à terra, melhoria da gerência ambiental e desenvolvimento dos recursos naturais, equidade de gênero e direitos das populações indígenas, igual acesso à informação para todos os cidadãos, melhores serviços, e melhor governabilidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento.

  • 2018 - Atual

    Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em GNSS no Suporte à Navegação Aérea, Descrição: O uso de sistemas de posicionamento por satélites (GNSS) para a navegação aérea constitui uma tendência mundial na atualidade e será a principal tecnologia adotada no futuro para a determinação de posição das aeronaves em todas as fases do voo. O uso de tecnologia desta natureza apresenta inúmeras vantagens com uma considerável redução na necessidade de instalação de equipamentos em solo, otimização do espaço aéreo com rotas, redução do tempo de voo e consequente economia de combustível, dentre outros. Inserido neste contexto, destaca-se o sistema GBAS, tecnologia que faz uso de sistemas GNSS, sobretudo o sistema de posicionamento global americano (GPS) com a transmissão de correções para a melhora da acurácia na determinação de posição visando a conduzir aeronaves para um pouso de precisão. Entretanto, os sinais do sistema GPS, assim como o de qualquer outro sistema de posicionamento por satélite, sofre forte influência da camada ionosférica, com a introdução de erros que podem afetar os requisitos de acurácia, integridade, disponibilidade e continuidade exigidos pela OACI. A camada ionosférica apresenta comportamentos distintos em função da localização (sobretudo com a variação de latitude), da hora do dia, do período do ano e do ciclo de atividade solar, cujo período é de onze anos. A ionosfera sobre o território brasileiro, em especial nas regiões de ocorrência da anomalia da ionização equatorial, apresenta características singulares com relação ao restante do planeta, pela concentração de fenômenos e anomalias que ali ocorrem, fazendo com que o desempenho de sistemas de posicionamento por satélite na região seja pior quando comparado a regiões como os Estados Unidos e a Europa, por exemplo. Por esta razão, a aplicação de tecnologias baseada em GNSS na aviação sobre o território brasileiro exige uma avaliação profunda dos efeitos da ionosfera. Estudos nesse sentido revestem-se de grande importância em razão dos criteriosos requisitos de segurança envolvidos na aviação, por envolver risco de vidas humanas. Diante deste cenário, a proposta de criação deste INCT visa realizar uma análise detalhada dos modelos de decorrelação de erros devido à ionosfera (modelo de risco), desenvolvidos para uso nos Estados Unidos, que garantem a segurança da operação para sistemas de pouso de precisão, como o GBAS. Tais modelos exigem uma análise de viabilidade para uso no Brasil, uma vez que as condições ionosféricas são bastante distintas daquelas para onde foram desenvolvidos os modelos. Adicionalmente, serão propostas adaptações e melhorias neste modelo de risco a fim de adequá-lo à realidade brasileira de modo a atender os critérios de acurácia, integridade, continuidade e disponibilidade exigidos pela OACI. Para o desenvolvimento do projeto em tela, faz-se necessário um conjunto consistente e abrangente de dados de receptores de GNSS em território nacional a fim de subsidiar as análises das especificidades da ionosférica brasileira e a consequente viabilização do uso de tecnologias GNSS para a navegação aérea. Por isso, propõe-se uma ampliação das redes de monitoramento contínuo existentes compostas por receptores GNSS com capacidade de medição dos parâmetros mais importantes da atividade ionosférica: o Conteúdo Eletrônico Total (CET) e os índices de cintilação ionosférica (S4 e P2). A demanda exposta foi apresentada pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) para atender a comunidade brasileira com um serviço seguro para procedimentos de pouso de precisão. Os dados de receptores GNSS desta nova rede poderão ser utilizados para a otimização do desempenho dos receptores GNSS durante a incidência de cintilações ionosféricas e ainda para disponibilizar aos usuários mapa em tempo real dos erros causados pelo atraso ionosférico e da ocorrência de cintilação. Tais mapas são úteis em diversas aplicações geodésicas, dentre as quais agri. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Integrante / MONICO, JOAO FRANCISCO GALERA - Coordenador.

  • 2005 - 2010

    Projeto de Infra-estrutura Geoespacial Nacional (PIGN) / National Geospatial Framework Project (NGFP), Descrição: O Projeto da Infra-estrutura Geoespacial Nacional tem como objetivo colaborar e ajudar nos esforços brasileiros na adoção de um sistema de coordenadas geocêntricas (SIRGAS2000) compatível com tecnologias modernas de satélites. As atividades do projeto incluem questões técnicas, uma compreensão dos impactos causados pela adoção deste novo sistema de coordenadas, e o estabelecimento de uma melhor comunicação com a comunidade de usuários. Os produtos estarão disponíveis aos usuários no fim do projeto. As atividades técnicas envolvem a integração da rede clássica com o SIRGAS2000, o modelamento das distorções das redes clássicas com respeito ao SIRGAS2000 e a criação de modelos de transformação do referencial que levam em consideração estas distorções. Os impactos causados pela adoção de um novo sistema geoespacial nacional são muitos, uma vez que incluem questões técnicas que afetam agências de governo e companhias privadas, impactos sociais que lidam com os direitos individuais à terra, melhoria da gerência ambiental e desenvolvimento dos recursos naturais, equidade de gênero e direitos das populações indígenas, igual acesso à informação para todos os cidadãos, melhores serviços, e melhor governabilidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Integrante / João Francisco Galera Monico - Integrante / Leonardo Castro de Oliveira - Integrante / Mauricio Galo - Integrante / Marcelo Santos - Coordenador / Sonia Maria Alves da Costa - Integrante / Luiz Paulo Souto Fortes - Integrante / Paulo de Oliveira Camargo - Integrante., Financiador(es): Agência Brasileira de Cooperação - Outra / Canadian International Development Agency - Outra., Número de produções C, T & A: 14

  • 2018 - Atual

    Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em GNSS no Suporte à Navegação Aérea, Descrição: O uso de sistemas de posicionamento por satélites (GNSS) para a navegação aérea constitui uma tendência mundial na atualidade e será a principal tecnologia adotada no futuro para a determinação de posição das aeronaves em todas as fases do voo. O uso de tecnologia desta natureza apresenta inúmeras vantagens com uma considerável redução na necessidade de instalação de equipamentos em solo, otimização do espaço aéreo com rotas, redução do tempo de voo e consequente economia de combustível, dentre outros. Inserido neste contexto, destaca-se o sistema GBAS, tecnologia que faz uso de sistemas GNSS, sobretudo o sistema de posicionamento global americano (GPS) com a transmissão de correções para a melhora da acurácia na determinação de posição visando a conduzir aeronaves para um pouso de precisão. Entretanto, os sinais do sistema GPS, assim como o de qualquer outro sistema de posicionamento por satélite, sofre forte influência da camada ionosférica, com a introdução de erros que podem afetar os requisitos de acurácia, integridade, disponibilidade e continuidade exigidos pela OACI. A camada ionosférica apresenta comportamentos distintos em função da localização (sobretudo com a variação de latitude), da hora do dia, do período do ano e do ciclo de atividade solar, cujo período é de onze anos. A ionosfera sobre o território brasileiro, em especial nas regiões de ocorrência da anomalia da ionização equatorial, apresenta características singulares com relação ao restante do planeta, pela concentração de fenômenos e anomalias que ali ocorrem, fazendo com que o desempenho de sistemas de posicionamento por satélite na região seja pior quando comparado a regiões como os Estados Unidos e a Europa, por exemplo. Por esta razão, a aplicação de tecnologias baseada em GNSS na aviação sobre o território brasileiro exige uma avaliação profunda dos efeitos da ionosfera. Estudos nesse sentido revestem-se de grande importância em razão dos criteriosos requisitos de segurança envolvidos na aviação, por envolver risco de vidas humanas. Diante deste cenário, a proposta de criação deste INCT visa realizar uma análise detalhada dos modelos de decorrelação de erros devido à ionosfera (modelo de risco), desenvolvidos para uso nos Estados Unidos, que garantem a segurança da operação para sistemas de pouso de precisão, como o GBAS. Tais modelos exigem uma análise de viabilidade para uso no Brasil, uma vez que as condições ionosféricas são bastante distintas daquelas para onde foram desenvolvidos os modelos. Adicionalmente, serão propostas adaptações e melhorias neste modelo de risco a fim de adequá-lo à realidade brasileira de modo a atender os critérios de acurácia, integridade, continuidade e disponibilidade exigidos pela OACI. Para o desenvolvimento do projeto em tela, faz-se necessário um conjunto consistente e abrangente de dados de receptores de GNSS em território nacional a fim de subsidiar as análises das especificidades da ionosférica brasileira e a consequente viabilização do uso de tecnologias GNSS para a navegação aérea. Por isso, propõe-se uma ampliação das redes de monitoramento contínuo existentes compostas por receptores GNSS com capacidade de medição dos parâmetros mais importantes da atividade ionosférica: o Conteúdo Eletrônico Total (CET) e os índices de cintilação ionosférica (S4 e P2). A demanda exposta foi apresentada pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) para atender a comunidade brasileira com um serviço seguro para procedimentos de pouso de precisão. Os dados de receptores GNSS desta nova rede poderão ser utilizados para a otimização do desempenho dos receptores GNSS durante a incidência de cintilações ionosféricas e ainda para disponibilizar aos usuários mapa em tempo real dos erros causados pelo atraso ionosférico e da ocorrência de cintilação. Tais mapas são úteis em diversas aplicações geodésicas, dentre as quais agri. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Integrante / MONICO, JOAO FRANCISCO GALERA - Coordenador.

  • 2005 - 2010

    Projeto de Infra-estrutura Geoespacial Nacional (PIGN) / National Geospatial Framework Project (NGFP), Descrição: O Projeto da Infra-estrutura Geoespacial Nacional tem como objetivo colaborar e ajudar nos esforços brasileiros na adoção de um sistema de coordenadas geocêntricas (SIRGAS2000) compatível com tecnologias modernas de satélites. As atividades do projeto incluem questões técnicas, uma compreensão dos impactos causados pela adoção deste novo sistema de coordenadas, e o estabelecimento de uma melhor comunicação com a comunidade de usuários. Os produtos estarão disponíveis aos usuários no fim do projeto. As atividades técnicas envolvem a integração da rede clássica com o SIRGAS2000, o modelamento das distorções das redes clássicas com respeito ao SIRGAS2000 e a criação de modelos de transformação do referencial que levam em consideração estas distorções. Os impactos causados pela adoção de um novo sistema geoespacial nacional são muitos, uma vez que incluem questões técnicas que afetam agências de governo e companhias privadas, impactos sociais que lidam com os direitos individuais à terra, melhoria da gerência ambiental e desenvolvimento dos recursos naturais, equidade de gênero e direitos das populações indígenas, igual acesso à informação para todos os cidadãos, melhores serviços, e melhor governabilidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Integrante / João Francisco Galera Monico - Integrante / Leonardo Castro de Oliveira - Integrante / Mauricio Galo - Integrante / Marcelo Santos - Coordenador / Sonia Maria Alves da Costa - Integrante / Luiz Paulo Souto Fortes - Integrante / Paulo de Oliveira Camargo - Integrante., Financiador(es): Agência Brasileira de Cooperação - Outra / Canadian International Development Agency - Outra., Número de produções C, T & A: 14

  • 2018 - Atual

    Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em GNSS no Suporte à Navegação Aérea, Descrição: O uso de sistemas de posicionamento por satélites (GNSS) para a navegação aérea constitui uma tendência mundial na atualidade e será a principal tecnologia adotada no futuro para a determinação de posição das aeronaves em todas as fases do voo. O uso de tecnologia desta natureza apresenta inúmeras vantagens com uma considerável redução na necessidade de instalação de equipamentos em solo, otimização do espaço aéreo com rotas, redução do tempo de voo e consequente economia de combustível, dentre outros. Inserido neste contexto, destaca-se o sistema GBAS, tecnologia que faz uso de sistemas GNSS, sobretudo o sistema de posicionamento global americano (GPS) com a transmissão de correções para a melhora da acurácia na determinação de posição visando a conduzir aeronaves para um pouso de precisão. Entretanto, os sinais do sistema GPS, assim como o de qualquer outro sistema de posicionamento por satélite, sofre forte influência da camada ionosférica, com a introdução de erros que podem afetar os requisitos de acurácia, integridade, disponibilidade e continuidade exigidos pela OACI. A camada ionosférica apresenta comportamentos distintos em função da localização (sobretudo com a variação de latitude), da hora do dia, do período do ano e do ciclo de atividade solar, cujo período é de onze anos. A ionosfera sobre o território brasileiro, em especial nas regiões de ocorrência da anomalia da ionização equatorial, apresenta características singulares com relação ao restante do planeta, pela concentração de fenômenos e anomalias que ali ocorrem, fazendo com que o desempenho de sistemas de posicionamento por satélite na região seja pior quando comparado a regiões como os Estados Unidos e a Europa, por exemplo. Por esta razão, a aplicação de tecnologias baseada em GNSS na aviação sobre o território brasileiro exige uma avaliação profunda dos efeitos da ionosfera. Estudos nesse sentido revestem-se de grande importância em razão dos criteriosos requisitos de segurança envolvidos na aviação, por envolver risco de vidas humanas. Diante deste cenário, a proposta de criação deste INCT visa realizar uma análise detalhada dos modelos de decorrelação de erros devido à ionosfera (modelo de risco), desenvolvidos para uso nos Estados Unidos, que garantem a segurança da operação para sistemas de pouso de precisão, como o GBAS. Tais modelos exigem uma análise de viabilidade para uso no Brasil, uma vez que as condições ionosféricas são bastante distintas daquelas para onde foram desenvolvidos os modelos. Adicionalmente, serão propostas adaptações e melhorias neste modelo de risco a fim de adequá-lo à realidade brasileira de modo a atender os critérios de acurácia, integridade, continuidade e disponibilidade exigidos pela OACI. Para o desenvolvimento do projeto em tela, faz-se necessário um conjunto consistente e abrangente de dados de receptores de GNSS em território nacional a fim de subsidiar as análises das especificidades da ionosférica brasileira e a consequente viabilização do uso de tecnologias GNSS para a navegação aérea. Por isso, propõe-se uma ampliação das redes de monitoramento contínuo existentes compostas por receptores GNSS com capacidade de medição dos parâmetros mais importantes da atividade ionosférica: o Conteúdo Eletrônico Total (CET) e os índices de cintilação ionosférica (S4 e P2). A demanda exposta foi apresentada pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) para atender a comunidade brasileira com um serviço seguro para procedimentos de pouso de precisão. Os dados de receptores GNSS desta nova rede poderão ser utilizados para a otimização do desempenho dos receptores GNSS durante a incidência de cintilações ionosféricas e ainda para disponibilizar aos usuários mapa em tempo real dos erros causados pelo atraso ionosférico e da ocorrência de cintilação. Tais mapas são úteis em diversas aplicações geodésicas, dentre as quais agri. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Integrante / MONICO, JOAO FRANCISCO GALERA - Coordenador.

  • 2005 - 2010

    Projeto de Infra-estrutura Geoespacial Nacional (PIGN) / National Geospatial Framework Project (NGFP), Descrição: O Projeto da Infra-estrutura Geoespacial Nacional tem como objetivo colaborar e ajudar nos esforços brasileiros na adoção de um sistema de coordenadas geocêntricas (SIRGAS2000) compatível com tecnologias modernas de satélites. As atividades do projeto incluem questões técnicas, uma compreensão dos impactos causados pela adoção deste novo sistema de coordenadas, e o estabelecimento de uma melhor comunicação com a comunidade de usuários. Os produtos estarão disponíveis aos usuários no fim do projeto. As atividades técnicas envolvem a integração da rede clássica com o SIRGAS2000, o modelamento das distorções das redes clássicas com respeito ao SIRGAS2000 e a criação de modelos de transformação do referencial que levam em consideração estas distorções. Os impactos causados pela adoção de um novo sistema geoespacial nacional são muitos, uma vez que incluem questões técnicas que afetam agências de governo e companhias privadas, impactos sociais que lidam com os direitos individuais à terra, melhoria da gerência ambiental e desenvolvimento dos recursos naturais, equidade de gênero e direitos das populações indígenas, igual acesso à informação para todos os cidadãos, melhores serviços, e melhor governabilidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Integrante / João Francisco Galera Monico - Integrante / Leonardo Castro de Oliveira - Integrante / Mauricio Galo - Integrante / Marcelo Santos - Coordenador / Sonia Maria Alves da Costa - Integrante / Luiz Paulo Souto Fortes - Integrante / Paulo de Oliveira Camargo - Integrante., Financiador(es): Canadian International Development Agency - Outra / Agência Brasileira de Cooperação - Outra., Número de produções C, T & A: 14

  • 2018 - Atual

    Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em GNSS no Suporte à Navegação Aérea, Descrição: O uso de sistemas de posicionamento por satélites (GNSS) para a navegação aérea constitui uma tendência mundial na atualidade e será a principal tecnologia adotada no futuro para a determinação de posição das aeronaves em todas as fases do voo. O uso de tecnologia desta natureza apresenta inúmeras vantagens com uma considerável redução na necessidade de instalação de equipamentos em solo, otimização do espaço aéreo com rotas, redução do tempo de voo e consequente economia de combustível, dentre outros. Inserido neste contexto, destaca-se o sistema GBAS, tecnologia que faz uso de sistemas GNSS, sobretudo o sistema de posicionamento global americano (GPS) com a transmissão de correções para a melhora da acurácia na determinação de posição visando a conduzir aeronaves para um pouso de precisão. Entretanto, os sinais do sistema GPS, assim como o de qualquer outro sistema de posicionamento por satélite, sofre forte influência da camada ionosférica, com a introdução de erros que podem afetar os requisitos de acurácia, integridade, disponibilidade e continuidade exigidos pela OACI. A camada ionosférica apresenta comportamentos distintos em função da localização (sobretudo com a variação de latitude), da hora do dia, do período do ano e do ciclo de atividade solar, cujo período é de onze anos. A ionosfera sobre o território brasileiro, em especial nas regiões de ocorrência da anomalia da ionização equatorial, apresenta características singulares com relação ao restante do planeta, pela concentração de fenômenos e anomalias que ali ocorrem, fazendo com que o desempenho de sistemas de posicionamento por satélite na região seja pior quando comparado a regiões como os Estados Unidos e a Europa, por exemplo. Por esta razão, a aplicação de tecnologias baseada em GNSS na aviação sobre o território brasileiro exige uma avaliação profunda dos efeitos da ionosfera. Estudos nesse sentido revestem-se de grande importância em razão dos criteriosos requisitos de segurança envolvidos na aviação, por envolver risco de vidas humanas. Diante deste cenário, a proposta de criação deste INCT visa realizar uma análise detalhada dos modelos de decorrelação de erros devido à ionosfera (modelo de risco), desenvolvidos para uso nos Estados Unidos, que garantem a segurança da operação para sistemas de pouso de precisão, como o GBAS. Tais modelos exigem uma análise de viabilidade para uso no Brasil, uma vez que as condições ionosféricas são bastante distintas daquelas para onde foram desenvolvidos os modelos. Adicionalmente, serão propostas adaptações e melhorias neste modelo de risco a fim de adequá-lo à realidade brasileira de modo a atender os critérios de acurácia, integridade, continuidade e disponibilidade exigidos pela OACI. Para o desenvolvimento do projeto em tela, faz-se necessário um conjunto consistente e abrangente de dados de receptores de GNSS em território nacional a fim de subsidiar as análises das especificidades da ionosférica brasileira e a consequente viabilização do uso de tecnologias GNSS para a navegação aérea. Por isso, propõe-se uma ampliação das redes de monitoramento contínuo existentes compostas por receptores GNSS com capacidade de medição dos parâmetros mais importantes da atividade ionosférica: o Conteúdo Eletrônico Total (CET) e os índices de cintilação ionosférica (S4 e P2). A demanda exposta foi apresentada pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) para atender a comunidade brasileira com um serviço seguro para procedimentos de pouso de precisão. Os dados de receptores GNSS desta nova rede poderão ser utilizados para a otimização do desempenho dos receptores GNSS durante a incidência de cintilações ionosféricas e ainda para disponibilizar aos usuários mapa em tempo real dos erros causados pelo atraso ionosférico e da ocorrência de cintilação. Tais mapas são úteis em diversas aplicações geodésicas, dentre as quais agri. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Integrante / MONICO, JOAO FRANCISCO GALERA - Coordenador.

  • 2005 - 2010

    Projeto de Infra-estrutura Geoespacial Nacional (PIGN) / National Geospatial Framework Project (NGFP), Descrição: O Projeto da Infra-estrutura Geoespacial Nacional tem como objetivo colaborar e ajudar nos esforços brasileiros na adoção de um sistema de coordenadas geocêntricas (SIRGAS2000) compatível com tecnologias modernas de satélites. As atividades do projeto incluem questões técnicas, uma compreensão dos impactos causados pela adoção deste novo sistema de coordenadas, e o estabelecimento de uma melhor comunicação com a comunidade de usuários. Os produtos estarão disponíveis aos usuários no fim do projeto. As atividades técnicas envolvem a integração da rede clássica com o SIRGAS2000, o modelamento das distorções das redes clássicas com respeito ao SIRGAS2000 e a criação de modelos de transformação do referencial que levam em consideração estas distorções. Os impactos causados pela adoção de um novo sistema geoespacial nacional são muitos, uma vez que incluem questões técnicas que afetam agências de governo e companhias privadas, impactos sociais que lidam com os direitos individuais à terra, melhoria da gerência ambiental e desenvolvimento dos recursos naturais, equidade de gênero e direitos das populações indígenas, igual acesso à informação para todos os cidadãos, melhores serviços, e melhor governabilidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Integrante / João Francisco Galera Monico - Integrante / Leonardo Castro de Oliveira - Integrante / Mauricio Galo - Integrante / Marcelo Santos - Coordenador / Sonia Maria Alves da Costa - Integrante / Luiz Paulo Souto Fortes - Integrante / Paulo de Oliveira Camargo - Integrante., Financiador(es): Canadian International Development Agency - Outra / Agência Brasileira de Cooperação - Outra., Número de produções C, T & A: 14

  • 2018 - Atual

    Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em GNSS no Suporte à Navegação Aérea, Descrição: O uso de sistemas de posicionamento por satélites (GNSS) para a navegação aérea constitui uma tendência mundial na atualidade e será a principal tecnologia adotada no futuro para a determinação de posição das aeronaves em todas as fases do voo. O uso de tecnologia desta natureza apresenta inúmeras vantagens com uma considerável redução na necessidade de instalação de equipamentos em solo, otimização do espaço aéreo com rotas, redução do tempo de voo e consequente economia de combustível, dentre outros. Inserido neste contexto, destaca-se o sistema GBAS, tecnologia que faz uso de sistemas GNSS, sobretudo o sistema de posicionamento global americano (GPS) com a transmissão de correções para a melhora da acurácia na determinação de posição visando a conduzir aeronaves para um pouso de precisão. Entretanto, os sinais do sistema GPS, assim como o de qualquer outro sistema de posicionamento por satélite, sofre forte influência da camada ionosférica, com a introdução de erros que podem afetar os requisitos de acurácia, integridade, disponibilidade e continuidade exigidos pela OACI. A camada ionosférica apresenta comportamentos distintos em função da localização (sobretudo com a variação de latitude), da hora do dia, do período do ano e do ciclo de atividade solar, cujo período é de onze anos. A ionosfera sobre o território brasileiro, em especial nas regiões de ocorrência da anomalia da ionização equatorial, apresenta características singulares com relação ao restante do planeta, pela concentração de fenômenos e anomalias que ali ocorrem, fazendo com que o desempenho de sistemas de posicionamento por satélite na região seja pior quando comparado a regiões como os Estados Unidos e a Europa, por exemplo. Por esta razão, a aplicação de tecnologias baseada em GNSS na aviação sobre o território brasileiro exige uma avaliação profunda dos efeitos da ionosfera. Estudos nesse sentido revestem-se de grande importância em razão dos criteriosos requisitos de segurança envolvidos na aviação, por envolver risco de vidas humanas. Diante deste cenário, a proposta de criação deste INCT visa realizar uma análise detalhada dos modelos de decorrelação de erros devido à ionosfera (modelo de risco), desenvolvidos para uso nos Estados Unidos, que garantem a segurança da operação para sistemas de pouso de precisão, como o GBAS. Tais modelos exigem uma análise de viabilidade para uso no Brasil, uma vez que as condições ionosféricas são bastante distintas daquelas para onde foram desenvolvidos os modelos. Adicionalmente, serão propostas adaptações e melhorias neste modelo de risco a fim de adequá-lo à realidade brasileira de modo a atender os critérios de acurácia, integridade, continuidade e disponibilidade exigidos pela OACI. Para o desenvolvimento do projeto em tela, faz-se necessário um conjunto consistente e abrangente de dados de receptores de GNSS em território nacional a fim de subsidiar as análises das especificidades da ionosférica brasileira e a consequente viabilização do uso de tecnologias GNSS para a navegação aérea. Por isso, propõe-se uma ampliação das redes de monitoramento contínuo existentes compostas por receptores GNSS com capacidade de medição dos parâmetros mais importantes da atividade ionosférica: o Conteúdo Eletrônico Total (CET) e os índices de cintilação ionosférica (S4 e P2). A demanda exposta foi apresentada pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) para atender a comunidade brasileira com um serviço seguro para procedimentos de pouso de precisão. Os dados de receptores GNSS desta nova rede poderão ser utilizados para a otimização do desempenho dos receptores GNSS durante a incidência de cintilações ionosféricas e ainda para disponibilizar aos usuários mapa em tempo real dos erros causados pelo atraso ionosférico e da ocorrência de cintilação. Tais mapas são úteis em diversas aplicações geodésicas, dentre as quais agri. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Integrante / MONICO, JOAO FRANCISCO GALERA - Coordenador.

  • 2005 - 2010

    Projeto de Infra-estrutura Geoespacial Nacional (PIGN) / National Geospatial Framework Project (NGFP), Descrição: O Projeto da Infra-estrutura Geoespacial Nacional tem como objetivo colaborar e ajudar nos esforços brasileiros na adoção de um sistema de coordenadas geocêntricas (SIRGAS2000) compatível com tecnologias modernas de satélites. As atividades do projeto incluem questões técnicas, uma compreensão dos impactos causados pela adoção deste novo sistema de coordenadas, e o estabelecimento de uma melhor comunicação com a comunidade de usuários. Os produtos estarão disponíveis aos usuários no fim do projeto. As atividades técnicas envolvem a integração da rede clássica com o SIRGAS2000, o modelamento das distorções das redes clássicas com respeito ao SIRGAS2000 e a criação de modelos de transformação do referencial que levam em consideração estas distorções. Os impactos causados pela adoção de um novo sistema geoespacial nacional são muitos, uma vez que incluem questões técnicas que afetam agências de governo e companhias privadas, impactos sociais que lidam com os direitos individuais à terra, melhoria da gerência ambiental e desenvolvimento dos recursos naturais, equidade de gênero e direitos das populações indígenas, igual acesso à informação para todos os cidadãos, melhores serviços, e melhor governabilidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Integrante / João Francisco Galera Monico - Integrante / Leonardo Castro de Oliveira - Integrante / Mauricio Galo - Integrante / Marcelo Santos - Coordenador / Sonia Maria Alves da Costa - Integrante / Luiz Paulo Souto Fortes - Integrante / Paulo de Oliveira Camargo - Integrante., Financiador(es): Agência Brasileira de Cooperação - Outra / Canadian International Development Agency - Outra., Número de produções C, T & A: 14

  • 2020 - Atual

    TideSat ? uma startup de sensoriamento remoto geodésico, Descrição: A TideSat utiliza satélites de navegação para medir o níve d?água em rios, lagos, represas e no oceano. Os sensores podem ser implantados longe da superfície da água, em locais protegidos das ações diretas de eventos extremos, bem como de roubo e vandalismo.Uma solução completa está sendo desenvolvida para monitorar o nível d?água com base na inovadora tecnologia de sensoriamento remoto geodésico, denominada Refletometria GNSS (GNSS-R). O sensor irá transferir dados GNSS brutos para a nuvem, onde os níveis d?água serão recuperados e disponibilizados para usuários finais e integradores parceiros. A solução contribuirá para a segurança de inúmeras comunidades costeiras e ribeirinhas expostas às mudanças climáticas e eventos climáticos extremos. Procuramos promover um acesso mais amplo aos dados sobre o nível d?água, popularizando esse tipo de medição. Como uma spinoff da universidade, tivemos uma grande vantagem no desenvolvimento de produtos. O sensor em si já foi bem validado em experimentos de campo abrangendo o período mínimo de um ano. O processamento de dados é a etapa mais crucial em nosso fluxo de trabalho, cujo desenvolvimento só foi possível devido ao capital intelectual adquirido durante anos de pesquisa.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Coordenador / Douglas Leipelt - Integrante / Maurício Kenji Yamawaki - Integrante / Manuella Anaís Rodrigues Fagundes - Integrante / Vitor Hugo de Almeida Junior - Integrante / Iuri Mendonça Tinti - Integrante.

  • 2018 - 2021

    Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em GNSS no Suporte à Navegação Aérea, Descrição: O uso de sistemas de posicionamento por satélites (GNSS) para a navegação aérea constitui uma tendência mundial na atualidade e será a principal tecnologia adotada no futuro para a determinação de posição das aeronaves em todas as fases do voo. O uso de tecnologia desta natureza apresenta inúmeras vantagens com uma considerável redução na necessidade de instalação de equipamentos em solo, otimização do espaço aéreo com rotas, redução do tempo de voo e consequente economia de combustível, dentre outros. Inserido neste contexto, destaca-se o sistema GBAS, tecnologia que faz uso de sistemas GNSS, sobretudo o sistema de posicionamento global americano (GPS) com a transmissão de correções para a melhora da acurácia na determinação de posição visando a conduzir aeronaves para um pouso de precisão. Entretanto, os sinais do sistema GPS, assim como o de qualquer outro sistema de posicionamento por satélite, sofre forte influência da camada ionosférica, com a introdução de erros que podem afetar os requisitos de acurácia, integridade, disponibilidade e continuidade exigidos pela OACI. A camada ionosférica apresenta comportamentos distintos em função da localização (sobretudo com a variação de latitude), da hora do dia, do período do ano e do ciclo de atividade solar, cujo período é de onze anos. A ionosfera sobre o território brasileiro, em especial nas regiões de ocorrência da anomalia da ionização equatorial, apresenta características singulares com relação ao restante do planeta, pela concentração de fenômenos e anomalias que ali ocorrem, fazendo com que o desempenho de sistemas de posicionamento por satélite na região seja pior quando comparado a regiões como os Estados Unidos e a Europa, por exemplo. Por esta razão, a aplicação de tecnologias baseada em GNSS na aviação sobre o território brasileiro exige uma avaliação profunda dos efeitos da ionosfera. Estudos nesse sentido revestem-se de grande importância em razão dos criteriosos requisitos de segurança envolvidos na aviação, por envolver risco de vidas humanas. Diante deste cenário, a proposta de criação deste INCT visa realizar uma análise detalhada dos modelos de decorrelação de erros devido à ionosfera (modelo de risco), desenvolvidos para uso nos Estados Unidos, que garantem a segurança da operação para sistemas de pouso de precisão, como o GBAS. Tais modelos exigem uma análise de viabilidade para uso no Brasil, uma vez que as condições ionosféricas são bastante distintas daquelas para onde foram desenvolvidos os modelos. Adicionalmente, serão propostas adaptações e melhorias neste modelo de risco a fim de adequá-lo à realidade brasileira de modo a atender os critérios de acurácia, integridade, continuidade e disponibilidade exigidos pela OACI. Para o desenvolvimento do projeto em tela, faz-se necessário um conjunto consistente e abrangente de dados de receptores de GNSS em território nacional a fim de subsidiar as análises das especificidades da ionosférica brasileira e a consequente viabilização do uso de tecnologias GNSS para a navegação aérea. Por isso, propõe-se uma ampliação das redes de monitoramento contínuo existentes compostas por receptores GNSS com capacidade de medição dos parâmetros mais importantes da atividade ionosférica: o Conteúdo Eletrônico Total (CET) e os índices de cintilação ionosférica (S4 e P2). A demanda exposta foi apresentada pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) para atender a comunidade brasileira com um serviço seguro para procedimentos de pouso de precisão. Os dados de receptores GNSS desta nova rede poderão ser utilizados para a otimização do desempenho dos receptores GNSS durante a incidência de cintilações ionosféricas e ainda para disponibilizar aos usuários mapa em tempo real dos erros causados pelo atraso ionosférico e da ocorrência de cintilação. Tais mapas são úteis em diversas aplicações geodésicas, dentre as quais agri. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Integrante / MONICO, JOAO FRANCISCO GALERA - Coordenador.

  • 2005 - 2010

    Projeto de Infra-estrutura Geoespacial Nacional (PIGN) / National Geospatial Framework Project (NGFP), Descrição: O Projeto da Infra-estrutura Geoespacial Nacional tem como objetivo colaborar e ajudar nos esforços brasileiros na adoção de um sistema de coordenadas geocêntricas (SIRGAS2000) compatível com tecnologias modernas de satélites. As atividades do projeto incluem questões técnicas, uma compreensão dos impactos causados pela adoção deste novo sistema de coordenadas, e o estabelecimento de uma melhor comunicação com a comunidade de usuários. Os produtos estarão disponíveis aos usuários no fim do projeto. As atividades técnicas envolvem a integração da rede clássica com o SIRGAS2000, o modelamento das distorções das redes clássicas com respeito ao SIRGAS2000 e a criação de modelos de transformação do referencial que levam em consideração estas distorções. Os impactos causados pela adoção de um novo sistema geoespacial nacional são muitos, uma vez que incluem questões técnicas que afetam agências de governo e companhias privadas, impactos sociais que lidam com os direitos individuais à terra, melhoria da gerência ambiental e desenvolvimento dos recursos naturais, equidade de gênero e direitos das populações indígenas, igual acesso à informação para todos os cidadãos, melhores serviços, e melhor governabilidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Integrante / João Francisco Galera Monico - Integrante / Leonardo Castro de Oliveira - Integrante / Mauricio Galo - Integrante / Marcelo Santos - Coordenador / Sonia Maria Alves da Costa - Integrante / Luiz Paulo Souto Fortes - Integrante / Paulo de Oliveira Camargo - Integrante., Financiador(es): Agência Brasileira de Cooperação - Outra / Canadian International Development Agency - Outra., Número de produções C, T & A: 14

  • 2020 - Atual

    TideSat ? uma startup de sensoriamento remoto geodésico, Descrição: A TideSat utiliza satélites de navegação para medir o níve d?água em rios, lagos, represas e no oceano. Os sensores podem ser implantados longe da superfície da água, em locais protegidos das ações diretas de eventos extremos, bem como de roubo e vandalismo.Uma solução completa está sendo desenvolvida para monitorar o nível d?água com base na inovadora tecnologia de sensoriamento remoto geodésico, denominada Refletometria GNSS (GNSS-R). O sensor irá transferir dados GNSS brutos para a nuvem, onde os níveis d?água serão recuperados e disponibilizados para usuários finais e integradores parceiros. A solução contribuirá para a segurança de inúmeras comunidades costeiras e ribeirinhas expostas às mudanças climáticas e eventos climáticos extremos. Procuramos promover um acesso mais amplo aos dados sobre o nível d?água, popularizando esse tipo de medição. Como uma spinoff da universidade, tivemos uma grande vantagem no desenvolvimento de produtos. O sensor em si já foi bem validado em experimentos de campo abrangendo o período mínimo de um ano. O processamento de dados é a etapa mais crucial em nosso fluxo de trabalho, cujo desenvolvimento só foi possível devido ao capital intelectual adquirido durante anos de pesquisa.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Coordenador / Douglas Leipelt - Integrante / Maurício Kenji Yamawaki - Integrante / Manuella Anaís Rodrigues Fagundes - Integrante / Vitor Hugo de Almeida Junior - Integrante / Iuri Mendonça Tinti - Integrante.

  • 2018 - 2021

    Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em GNSS no Suporte à Navegação Aérea, Descrição: O uso de sistemas de posicionamento por satélites (GNSS) para a navegação aérea constitui uma tendência mundial na atualidade e será a principal tecnologia adotada no futuro para a determinação de posição das aeronaves em todas as fases do voo. O uso de tecnologia desta natureza apresenta inúmeras vantagens com uma considerável redução na necessidade de instalação de equipamentos em solo, otimização do espaço aéreo com rotas, redução do tempo de voo e consequente economia de combustível, dentre outros. Inserido neste contexto, destaca-se o sistema GBAS, tecnologia que faz uso de sistemas GNSS, sobretudo o sistema de posicionamento global americano (GPS) com a transmissão de correções para a melhora da acurácia na determinação de posição visando a conduzir aeronaves para um pouso de precisão. Entretanto, os sinais do sistema GPS, assim como o de qualquer outro sistema de posicionamento por satélite, sofre forte influência da camada ionosférica, com a introdução de erros que podem afetar os requisitos de acurácia, integridade, disponibilidade e continuidade exigidos pela OACI. A camada ionosférica apresenta comportamentos distintos em função da localização (sobretudo com a variação de latitude), da hora do dia, do período do ano e do ciclo de atividade solar, cujo período é de onze anos. A ionosfera sobre o território brasileiro, em especial nas regiões de ocorrência da anomalia da ionização equatorial, apresenta características singulares com relação ao restante do planeta, pela concentração de fenômenos e anomalias que ali ocorrem, fazendo com que o desempenho de sistemas de posicionamento por satélite na região seja pior quando comparado a regiões como os Estados Unidos e a Europa, por exemplo. Por esta razão, a aplicação de tecnologias baseada em GNSS na aviação sobre o território brasileiro exige uma avaliação profunda dos efeitos da ionosfera. Estudos nesse sentido revestem-se de grande importância em razão dos criteriosos requisitos de segurança envolvidos na aviação, por envolver risco de vidas humanas. Diante deste cenário, a proposta de criação deste INCT visa realizar uma análise detalhada dos modelos de decorrelação de erros devido à ionosfera (modelo de risco), desenvolvidos para uso nos Estados Unidos, que garantem a segurança da operação para sistemas de pouso de precisão, como o GBAS. Tais modelos exigem uma análise de viabilidade para uso no Brasil, uma vez que as condições ionosféricas são bastante distintas daquelas para onde foram desenvolvidos os modelos. Adicionalmente, serão propostas adaptações e melhorias neste modelo de risco a fim de adequá-lo à realidade brasileira de modo a atender os critérios de acurácia, integridade, continuidade e disponibilidade exigidos pela OACI. Para o desenvolvimento do projeto em tela, faz-se necessário um conjunto consistente e abrangente de dados de receptores de GNSS em território nacional a fim de subsidiar as análises das especificidades da ionosférica brasileira e a consequente viabilização do uso de tecnologias GNSS para a navegação aérea. Por isso, propõe-se uma ampliação das redes de monitoramento contínuo existentes compostas por receptores GNSS com capacidade de medição dos parâmetros mais importantes da atividade ionosférica: o Conteúdo Eletrônico Total (CET) e os índices de cintilação ionosférica (S4 e P2). A demanda exposta foi apresentada pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) para atender a comunidade brasileira com um serviço seguro para procedimentos de pouso de precisão. Os dados de receptores GNSS desta nova rede poderão ser utilizados para a otimização do desempenho dos receptores GNSS durante a incidência de cintilações ionosféricas e ainda para disponibilizar aos usuários mapa em tempo real dos erros causados pelo atraso ionosférico e da ocorrência de cintilação. Tais mapas são úteis em diversas aplicações geodésicas, dentre as quais agri. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Integrante / MONICO, JOAO FRANCISCO GALERA - Coordenador.

  • 2005 - 2010

    Projeto de Infra-estrutura Geoespacial Nacional (PIGN) / National Geospatial Framework Project (NGFP), Descrição: O Projeto da Infra-estrutura Geoespacial Nacional tem como objetivo colaborar e ajudar nos esforços brasileiros na adoção de um sistema de coordenadas geocêntricas (SIRGAS2000) compatível com tecnologias modernas de satélites. As atividades do projeto incluem questões técnicas, uma compreensão dos impactos causados pela adoção deste novo sistema de coordenadas, e o estabelecimento de uma melhor comunicação com a comunidade de usuários. Os produtos estarão disponíveis aos usuários no fim do projeto. As atividades técnicas envolvem a integração da rede clássica com o SIRGAS2000, o modelamento das distorções das redes clássicas com respeito ao SIRGAS2000 e a criação de modelos de transformação do referencial que levam em consideração estas distorções. Os impactos causados pela adoção de um novo sistema geoespacial nacional são muitos, uma vez que incluem questões técnicas que afetam agências de governo e companhias privadas, impactos sociais que lidam com os direitos individuais à terra, melhoria da gerência ambiental e desenvolvimento dos recursos naturais, equidade de gênero e direitos das populações indígenas, igual acesso à informação para todos os cidadãos, melhores serviços, e melhor governabilidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Integrante / João Francisco Galera Monico - Integrante / Leonardo Castro de Oliveira - Integrante / Mauricio Galo - Integrante / Marcelo Santos - Coordenador / Sonia Maria Alves da Costa - Integrante / Luiz Paulo Souto Fortes - Integrante / Paulo de Oliveira Camargo - Integrante., Financiador(es): Agência Brasileira de Cooperação - Outra / Canadian International Development Agency - Outra., Número de produções C, T & A: 14

  • 2022 - Atual

    Rede de sensores IoT para medição do nível da água via satélite, Descrição: Conforme relatório das Nações Unidas, mais de um bilhão de pessoas são afetadas por enchentes em todo o mundo a cada década. Esta é a forma de desastre natural relacionado ao clima com maior número de vítimas no mundo, causando prejuízo superior a meio trilhão de dólares. As mudanças climáticas tendem a intensificar ainda mais estes eventos extremos em regiões costeiras e ribeirinhas ao redor do mundo. Por esse motivo, o monitoramento do nível desses corpos hídricos é uma ferramenta crítica para a mitigação de danos humanos e financeiros e para a adaptação aos novos cenários climáticos. A informação do nível dágua é importante para diversos setores da economia, tais como portos e hidrovias, órgãos de governo, defesa civil e hidroelétricas. O monitoramento auxilia as comunidades em tempo real através de alertas de risco iminente e por séries de dados históricos para planejamento e projeções futuras. As soluções disponíveis no mercado são basicamente réguas passivas (sem eletrônica) e sensores ativos, chamados de marégrafos ou linígrafos. Os dois tipos têm limitações que dificultam a sua adoção em massa, incluindo: a necessidade de instalação junto à água, expondo o equipamento a danos das próprias enchentes, vandalismo e furto; necessidade de infraestrutura civil de suporte, como um píer, o que pode exigir licenciamento ambiental; alto custo total, incluindo aquisição, instalação, manutenção e substituição (para o caso dos sensores); e dificuldades na leitura e transmissão de dados em tempo real (para o caso da régua). Estamos desenvolvendo um serviço de assinatura para monitoramento do nível dágua em mares, rios, lagos e represas, baseado em uma nova tecnologia. O serviço será disponibilizado no modelo freemium, com níveis de acesso free, basic e premium, dependendo das necessidades do cliente. É uma solução completa de Internet das Coisas (IoT) com hardware e software, incluindo um sensor remoto com tecnologia satelital, a telemetria via rede de celular, o processamento dos dados na nuvem e sua disponibilização em plataformas móveis. O sensor é baseado na técnica de Refletometria via Satélites de Navegação, uma tecnologia exclusiva da nossa equipe no Brasil. Diferentemente de sensores de nível dágua convencionais, nossa solução tem baixo custo de produção, instalação e manutenção. Isso é possível pela técnica de medição à distância empregando ondas de rádio provenientes de satélites do tipo GPS que refletem na superfície da água. Isso permite grande versatilidade de instalação do dispositivo, que pode ficar, por exemplo, no topo de edificações próximas ao corpo dágua ao invés de estar diretamente sobre a água, concedendo ao dispositivo maior segurança e durabilidade contra danos. Também permite o monitoramento do nível da água em condições de terreno inviáveis para os métodos atuais, eliminando a necessidade de edificação para suporte do sensor. Posterior à medição, o sensor transmite os dados brutos para a nuvem, onde são processados e convertidos em medições de nível dágua. Ambos, sensor e processamento, apresentam alto grau de complexidade e inovação viabilizado pela equipe envolvida no projeto. Nossa solução é disruptiva ao permitir o estabelecimento de uma extensa e densa malha de sensores para o monitoramento do nível da água, útil tanto para usuários de sensores exclusivos quanto para usuários de sensores compartilhados. O projeto submetido ao Programa Centelha RS contempla o desenvolvimento, demonstração e validação da complementação IoT para o sensor existente atualmente em versão offline, bem como o planejamento de entrada no mercado. Serão desenvolvidas três melhorias essenciais na tecnologia para torná-la viável comercialmente para um futuro MVP: 1) transmissão de dados do sensor via rede celular; 2) encapsulamento e mecanismo de fixação; e 3) sistema de alimentação de energia.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Integrante / Douglas Leipelt - Coordenador / Maurício Kenji Yamawaki - Integrante / Iuri Mendonça Tinti - Integrante / DE ALMEIDA, VITOR HUGO - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul - Outra.Número de orientações: 2

  • 2021 - Atual

    TideSat ? uma startup de sensoriamento remoto geodésico, Descrição: A TideSat utiliza satélites de navegação para medir o nível d?água em rios, lagos, represas e no oceano. Os sensores podem ser implantados longe da superfície da água, em locais protegidos das ações diretas de eventos extremos, bem como de roubo e vandalismo. Uma solução completa está sendo desenvolvida para monitorar o nível d?água com base na inovadora tecnologia de sensoriamento remoto geodésico, denominada Refletometria GNSS (GNSS-R). O sensor irá transferir dados GNSS brutos para a nuvem, onde os níveis d?água serão recuperados e disponibilizados para usuários finais e integradores parceiros. A solução contribuirá para a segurança de inúmeras comunidades costeiras e ribeirinhas expostas às mudanças climáticas e eventos climáticos extremos. Procuramos promover um acesso mais amplo aos dados sobre o nível d?água, popularizando esse tipo de medição. Como uma spinoff da universidade, tivemos uma grande vantagem no desenvolvimento de produtos. O sensor em si já foi bem validado em experimentos de campo abrangendo o período mínimo de um ano. O processamento de dados é a etapa mais crucial em nosso fluxo de trabalho, cujo desenvolvimento só foi possível devido ao capital intelectual adquirido durante anos de pesquisa.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Coordenador / Douglas Leipelt - Integrante / Maurício Kenji Yamawaki - Integrante / Manuella Anaís Rodrigues Fagundes - Integrante / Vitor Hugo de Almeida Junior - Integrante / Iuri Mendonça Tinti - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul - Outra., Número de produções C, T & A: 1

  • 2018 - 2021

    Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em GNSS no Suporte à Navegação Aérea, Descrição: O uso de sistemas de posicionamento por satélites (GNSS) para a navegação aérea constitui uma tendência mundial na atualidade e será a principal tecnologia adotada no futuro para a determinação de posição das aeronaves em todas as fases do voo. O uso de tecnologia desta natureza apresenta inúmeras vantagens com uma considerável redução na necessidade de instalação de equipamentos em solo, otimização do espaço aéreo com rotas, redução do tempo de voo e consequente economia de combustível, dentre outros. Inserido neste contexto, destaca-se o sistema GBAS, tecnologia que faz uso de sistemas GNSS, sobretudo o sistema de posicionamento global americano (GPS) com a transmissão de correções para a melhora da acurácia na determinação de posição visando a conduzir aeronaves para um pouso de precisão. Entretanto, os sinais do sistema GPS, assim como o de qualquer outro sistema de posicionamento por satélite, sofre forte influência da camada ionosférica, com a introdução de erros que podem afetar os requisitos de acurácia, integridade, disponibilidade e continuidade exigidos pela OACI. A camada ionosférica apresenta comportamentos distintos em função da localização (sobretudo com a variação de latitude), da hora do dia, do período do ano e do ciclo de atividade solar, cujo período é de onze anos. A ionosfera sobre o território brasileiro, em especial nas regiões de ocorrência da anomalia da ionização equatorial, apresenta características singulares com relação ao restante do planeta, pela concentração de fenômenos e anomalias que ali ocorrem, fazendo com que o desempenho de sistemas de posicionamento por satélite na região seja pior quando comparado a regiões como os Estados Unidos e a Europa, por exemplo. Por esta razão, a aplicação de tecnologias baseada em GNSS na aviação sobre o território brasileiro exige uma avaliação profunda dos efeitos da ionosfera. Estudos nesse sentido revestem-se de grande importância em razão dos criteriosos requisitos de segurança envolvidos na aviação, por envolver risco de vidas humanas. Diante deste cenário, a proposta de criação deste INCT visa realizar uma análise detalhada dos modelos de decorrelação de erros devido à ionosfera (modelo de risco), desenvolvidos para uso nos Estados Unidos, que garantem a segurança da operação para sistemas de pouso de precisão, como o GBAS. Tais modelos exigem uma análise de viabilidade para uso no Brasil, uma vez que as condições ionosféricas são bastante distintas daquelas para onde foram desenvolvidos os modelos. Adicionalmente, serão propostas adaptações e melhorias neste modelo de risco a fim de adequá-lo à realidade brasileira de modo a atender os critérios de acurácia, integridade, continuidade e disponibilidade exigidos pela OACI. Para o desenvolvimento do projeto em tela, faz-se necessário um conjunto consistente e abrangente de dados de receptores de GNSS em território nacional a fim de subsidiar as análises das especificidades da ionosférica brasileira e a consequente viabilização do uso de tecnologias GNSS para a navegação aérea. Por isso, propõe-se uma ampliação das redes de monitoramento contínuo existentes compostas por receptores GNSS com capacidade de medição dos parâmetros mais importantes da atividade ionosférica: o Conteúdo Eletrônico Total (CET) e os índices de cintilação ionosférica (S4 e P2). A demanda exposta foi apresentada pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) para atender a comunidade brasileira com um serviço seguro para procedimentos de pouso de precisão. Os dados de receptores GNSS desta nova rede poderão ser utilizados para a otimização do desempenho dos receptores GNSS durante a incidência de cintilações ionosféricas e ainda para disponibilizar aos usuários mapa em tempo real dos erros causados pelo atraso ionosférico e da ocorrência de cintilação. Tais mapas são úteis em diversas aplicações geodésicas, dentre as quais agri. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Integrante / MONICO, JOAO FRANCISCO GALERA - Coordenador.

  • 2005 - 2010

    Projeto de Infra-estrutura Geoespacial Nacional (PIGN) / National Geospatial Framework Project (NGFP), Descrição: O Projeto da Infra-estrutura Geoespacial Nacional tem como objetivo colaborar e ajudar nos esforços brasileiros na adoção de um sistema de coordenadas geocêntricas (SIRGAS2000) compatível com tecnologias modernas de satélites. As atividades do projeto incluem questões técnicas, uma compreensão dos impactos causados pela adoção deste novo sistema de coordenadas, e o estabelecimento de uma melhor comunicação com a comunidade de usuários. Os produtos estarão disponíveis aos usuários no fim do projeto. As atividades técnicas envolvem a integração da rede clássica com o SIRGAS2000, o modelamento das distorções das redes clássicas com respeito ao SIRGAS2000 e a criação de modelos de transformação do referencial que levam em consideração estas distorções. Os impactos causados pela adoção de um novo sistema geoespacial nacional são muitos, uma vez que incluem questões técnicas que afetam agências de governo e companhias privadas, impactos sociais que lidam com os direitos individuais à terra, melhoria da gerência ambiental e desenvolvimento dos recursos naturais, equidade de gênero e direitos das populações indígenas, igual acesso à informação para todos os cidadãos, melhores serviços, e melhor governabilidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Felipe Geremia Nievinski - Integrante / João Francisco Galera Monico - Integrante / Leonardo Castro de Oliveira - Integrante / Mauricio Galo - Integrante / Marcelo Santos - Coordenador / Sonia Maria Alves da Costa - Integrante / Luiz Paulo Souto Fortes - Integrante / Paulo de Oliveira Camargo - Integrante., Financiador(es): Canadian International Development Agency - Outra / Agência Brasileira de Cooperação - Outra., Número de produções C, T & A: 14

Prêmios

2020

Bolsa de produtividade em pesquisa nível 2 (PQ-2), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

2020

Vencedor do Desafio Universitário da Competição Galileo Masters, Agência do Sistema Global de Navegação por Satélite Europeu.

2019

"Fellow", Associação Internacional de Geodésia.

2017

Bolsa de produtividade em pesquisa nível 2 (PQ-2), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

2016

Sentinels of Science Award - Top 10% of Reviewers in Earth and Planetary Sciences, Publons.

2013

Bradford W. Parkinson Award: Outstanding PhD Thesis in Global Navigation Satellite Systems (GNSS), The Institute of Navigation, Satellite Division.

2013

Atração de Jovens Talentos no Exterior, Programa Ciência sem Fronteiras, MEC/MCTI/CAPES/CNPq.

2012

NASA Earth System Science Fellow (recipient 2012-2013), NASA.

2011

Outstanding Student Paper Award, American Geophysical Union -- Cryosphere Sciences Focus Group, Fall Meeting.

2010

Outstanding Student Paper Award, American Geophysical Union -- Geodesy Section, Fall Meeting.

2008

Fulbright Scholar (recipient 2008-2012), Fulbright Program.

2006

Student Paper Competition, The Institute of Navigation, ION GNSS 2006 Meeting.

2005

Trabalho Premiado na Categoria Iniciação Científica, XII Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Instituto de Geociências, Departamento de Geodesia. , Av. Bento Gonçalves, 9500 - Prédio 43113, Agronomia, 91501970 - Porto Alegre, RS - Brasil, Telefone: (51) 33086329

Experiência profissional

2016 - Atual

Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor (Classe A, Nível 1), Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

2004 - 2004

Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitor, Carga horária: 10

2003 - 2004

Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista IC, Carga horária: 20

Outras informações:
Iniciação Científica

Atividades

  • 08/2023

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro Estadual de Pesquisas em Sensoriamento Remoto e Meteorologia.,Cargo ou função, Membro do Conselho Superior do Centro Estadual de Pesquisas em Sensoriamento Remoto e Meteorologia.

  • 01/2016

    Ensino, Geologia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Geodésia Aplicada, Topografia de Minas

  • 01/2016

    Ensino, Engenharia Cartográfica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Ajustamento de Observações, Geodésia III (Geodésia Espacial), Projeto Cartográfico (TCC)

  • 08/2021 - 08/2023

    Direção e administração, Centro Estadual de Pesquisas em Sensoriamento Remoto e Meteorologia.,Cargo ou função, Diretor do Centro Estadual de Pesquisas em Sensoriamento Remoto e Meteorologia.

  • 05/2021 - 04/2023

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto de Geociências.,Cargo ou função, Membro do Comitê Local de Iniciação Científica.

  • 11/2016 - 05/2020

    Direção e administração, Instituto de Geociências.,Cargo ou função, Coordenador da Comissão de Graduação em Engenharia Cartográfica.

  • 05/2017 - 04/2019

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro Estadual de Pesquisas em Sensoriamento Remoto e Meteorologia.,Cargo ou função, Membro da Comissão de Pós-Graduação em Sensoriamento Remoto.

  • 03/2017 - 04/2019

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto de Geociências.,Cargo ou função, Membro da Comissão de Pesquisa do Instituto de Geociências.

  • 01/2004

    Outras atividades técnico-científicas , Instituto de Geociências, Instituto de Geociências.,Atividade realizada, Monitoria nas disciplinas de Geodésia Física, Geodésia I (Princípios), Geodésia III (Geodésia Espacial)..

2015 - 2016

Instituto Federal de Santa Catarina

Vínculo: , Enquadramento Funcional: Professor (Classificação D I, Nível 1), Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Professor do curso técnico subsequente em Agrimensura.

Atividades

  • 02/2015 - 03/2016

    Ensino,,Disciplinas ministradas, Agrimensura II (Propagação de erros; Ajustamento de observações; Georreferenciamento de imóveis), GNSS (Introdução; Sistemas; Conceitos Fundamentais; Tipos de medições; Tipos de posicionamento; Tipos de processamento; Geometria dos satélites; Principais erros)

  • 08/2015 - 01/2016

    Outras atividades técnico-científicas , Departamento Acadêmico da Construção Civil, Departamento Acadêmico da Construção Civil.,Atividade realizada, Integração da estação GPS/GNSS do IFSC à Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo (RBMC) do IBGE..

2015 - 2017

Universidade do Estado de Santa Catarina

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Professor colaborador

Outras informações:
Programa de Pós-graduação em Planejamento Territorial

2013 - 2015

Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho

Vínculo: Pós-doutor, Enquadramento Funcional: Pesquisador, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Grupo de Estudos em Geodésia Espacial Departamento de Cartografia Faculdade de Ciências e Tecnologia Campus Presidente Prudente

2014 - 2014

Universidade Federal de Santa Catarina

Vínculo: , Enquadramento Funcional: Professor Adjunto A, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Vinculado ao Departamento de Engenharia Civil.

Atividades

  • 08/2014 - 08/2014

    Ensino, Engenharia Civil, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Topografia II (nivelamento geométrico; nivelamento expedito; nivelamento trigonométrico; taqueometria; topologia; batimetria; desenho de plantas topográficas), Topografia (levantamentos expeditos; levantamento regular a teodolito e trena: processos do caminhamento, das radiações, das interseções e das coordenadas; nivelamento geométrico, trigonométrico e barométrico; curvas de níveis; processos taqueométricos es

  • 08/2014 - 08/2014

    Ensino, Arquitetura e Urbanismo, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Topografia Aplicada (levantamentos planimétricos: expedito e regular; levantamentos altimétricos: expedito e regular; curvas de níveis; representação nos diferentes planos geométricos; levantamentos especiais: taqueométrico e fotogramétrico; fotointerpret

2008 - 2013

Universidade do Colorado Boulder

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Assistente de Pesquisa, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

2017 - Atual

University Of New Brunswick

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Pesquisador Honorário, Carga horária: 0

2005 - 2008

University Of New Brunswick

Vínculo: Assistente de Pesquisa, Enquadramento Funcional: ., Carga horária: 20

2005 - 2006

University Of New Brunswick

Vínculo: Assistente de Ensino, Enquadramento Funcional: ., Carga horária: 20

Atividades

  • 01/2005

    Ensino, Geomatics Engineering, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Posicionamento Cinemático (monitoria), Design e Análise de Levantamentos Topográficos (monitoria)

2001 - 2002

Secretaria da Saúde do Estado do Rio Grande do Sul

Vínculo: Programador de computadores, Enquadramento Funcional: ., Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

1999 - 2001

Grapho Computação Gráfica

Vínculo: Suporte técnico, Enquadramento Funcional: ., Carga horária: 30

1997 - 1999

Polícia Civil, Departamento de Informática Policial

Vínculo: Programador de computadores, Enquadramento Funcional: ., Carga horária: 30

1996 - 1997

NetONE Provedora Internet Ltda.

Vínculo: Programador de computadores, Enquadramento Funcional: ., Carga horária: 30

1996 - 1996

GTB Sistemas & Consultoria

Vínculo: Programador de computadores, Enquadramento Funcional: ., Carga horária: 30

2011 - 2015

International Association of Geodesy

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2017 - Atual

Centro Estadual de Pesquisas em Sensoriamento Remoto e Meteorologia

Vínculo: Professor permanente, Enquadramento Funcional: Professor permanente

2017 - 2019

Centro Estadual de Pesquisas em Sensoriamento Remoto e Meteorologia

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Membro da Comissão de Pós-Graduação em SR

2016 - 2017

Centro Estadual de Pesquisas em Sensoriamento Remoto e Meteorologia

Vínculo: Professor colaborador, Enquadramento Funcional: Professor colaborador

Atividades

  • 05/2017

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Programa de Pós-graduação em Sensoriamento Remoto.,Cargo ou função, Membro da Comissão de Coordenação do PPGSR..

  • 10/2016

    Pesquisa e desenvolvimento, Programa de Pós-graduação em Sensoriamento Remoto.,Linhas de pesquisa