Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro 19/06/2012 | DOERJ

Poder Executivo

36

ANO XXXVIII - N°- 112 - PARTE I

TERÇA-FEIRA - 19 DE JUNHO DE 2012

DIÁRIO

OFICIAL

PODER EXECUTIVO

DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

06-Jefferson do Nascimento Gonçalves Nogueira 07-Keise Elaine Souza da Silva

08-Thaylana Tavares Diogo

09-Tayse Fernanda Cerqueira de Almeida

10-Wanderson Allem de Brito Silva

TURMA: 3004 - ANO: 2010 01-Ana Maria Brito dos Santos

02-Andressa Machado Pessanha Profiro 03-Carlos Marcio Ribeiro

04-Casimira Bento Marques Abrahão 05-Douglas Gonçalves Borcard Vicente 06-Elvina Lima Sales

07-Francisco Hélio Saraiva Bezerra 08-João Luiz Guerra Carlos 09-Jorge Eduardo do Nascimento

10- Jucimeire dos Santos Alves

11- Maria do Socorro Monteiro de Sousa

12- Nilceia Machado de Freitas

13- Thais Marques Moreira

TURMA: 3005 - ANO: 2010 01-Adriana Cornelio

02-Iomar dos Anjos da Silva 03-Jonathan Felipe Valença Brandão

04-Luan da Costa Alves 05-Márcio Rodrigues Chaves

06-Pablo Soares Silva 07-Thais Daniele Ferreira Neves

08-Tiago Américo da Silva 09-Willian Alencar de Brito

Id: 1327331

Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia

__________ADMINISTRAÇÃO VINCULADA__________

SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

EXTRATO DE TERMO ADITIVO

INSTRUMENTO: Termo Aditivo n° 03 ao Contrato n° 10/2007. PARTES: UERJ e a Empresa CONSTRUIR ARQUITETURA E SERVIÇOS LTDA. OBJETO: Prorrogação, por mais 60 dias, o prazo contratual contados de 04/06/2012 a 01/08/2012. Os serviços serão acrescidos o valor de R$ 694.772,68, passando o valor total do Contrato a ser R$ 14.778.266,80. DATA DA ASSINATURA: 01/06/2012. FUNDAMENTO DO ATO: Proc. n° 7289/UERJ/2012.

Id: 1327326. A faturar por empenho

SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SUPERINTENDÊNCIA DE RECURSOS HUMANOS

EDITAL

CONCURSO PÚBLICO PARA CARGO DE TÉCNICO UNIVERSITÁRIO - SUPERIOR, PERFIL MÉDICO, ESPECIALIDADES: CIRURGIA OTORRINOLARINGOLOGIA E CIRURGIA DE CABEÇA E PESCOÇO.

A COMISSÃO ORGANIZADORA DE CONCURSO PÚBLICO divulga o gabarito da prova objetiva e o padrão de resposta da prova discursiva do concurso em epígrafe e informa que o período para a interposição de recursos será de 25/06 a 03/07/2012. Processo UERJ n ° 3830/2010.

Gabarito das questões da Prova Objetiva - Médico Cirurgião Otorri-nolaringologista

Questão

Opção

1

C

2

C

3

B

4

D

5

A

6

B

7

C

8

D

9

B

10

A

11

C

12

D

13

A

14

C

15

B

16

B

17

D

18

A

19

D

20

C

21

B

22

A

23

C

24

D

25

A

26

D

27

D

28

C

29

A

30

D

31

B

32

C

33

A

34

A

35

D

36

C

37

B

38

A

39

B

40

D

Padrão Resposta das Questões Discursivas - Médico Cirurgião Otor-rinolaringologista

Questão 1

a) 1. Hipertrofia acentuada do corneto

2. Hipertrofia do corneto obstruindo a passagem de ar na válvula nasal

3. Degeneração da mucosa

4. Tumor ou lesão com indicação cirúrgica

5. Corneto médio bolhoso, deformado ou hipertrofiado

b) 1. Cauterizações

2. Eletrocoagulação

3. Infiltração de corticoides

4. Luxação lateral dos cornetos

5. Turbinoplastias

6. Turbinectomias

c) 1. Sangramento

2. Atrofia do corneto

Questão 2

a) Fratura longitudinal do osso temporal

b) 1. Tomografia computadorizada com janela óssea e cortes finos (1 mm) axiais e coronais

2. Exames de topodiagnóstico (teste de Schirmer - lacrimejamento, teste de impedanciometria)

3. Audiometria tonal

4. Teste de Weber

5. Testes eletrofisiológicos (eletroneuromiografia)

c) Descompressão do nervo facial

Questão 3

a) 1. Afecções crônicas

2. Hiperplasias / hipertrofias adenotonsilares

3. Distúrbios do sono

4. Síndrome da apneia obstrutiva do sono - SAOS

5. Respiração bucal

6. Cor pulmonale

7. Hipoventilação pulmonar

b) 1. Sangramento

2. Dor

3. Hiperemese (vômitos)

4. Desidratação

Questão 4

a) 1. Boa abertura bucal (da boca)

2. Pilares tonsilares posteriores volumosos (músculos palatofaríngeos)

3. Palato mole não posteriorizado (não toca a parede posterior da fa-ringe)

4. Faringe facilmente visível a oroscopia

5. Tonsilas palatinas presentes

b) 1. Tonsilectomia

2. Remove-se um triângulo de mucosa e algumas fibras musculares (palatoglosso) da junção palatofaríngea

3. Inicia-se a separação das camadas da faringe

4. Forma-se um túnel para separar a mucosa do músculo palatofa-ríngeo e separa-se o músculo palatofaríngeo do constrictor superior, em toda a extensão facilitando, o reposicionamento do pilar posterior

5. Descola-se e eleva-se o constrictor da fascia bucofaríngea e sec-ciona-o

6. A parte lateral do constrictor é suturada no pilar anterior

7. Secciona-se o palatofaríngeo

8. O espaço perifaríngeo é fechado pela aproximação e pela sutura do pilar posterior

Questão 5

a) 1. Intracraniano (cisternal)

2. Intracanalicular

3. Labiríntico

4. Timpânico

5. Mastoideo

6. Extratemporal (parotídeo)

b) Tem origem no sulco bulbo pontino, no nível do ângulo ponto ce-rebelar. Penetra no conduto auditivo interno, junto com o 8° par craniano, vestíbulo coclear. Faz uma circunferência em torno da cóclea e, depois, toma uma trajetória descendente, ganhando a orelha média (porção timpânica). Segue retilíneo e inicia o segmento mastóideo, que desce tangenciando o aspecto mais profundo do conduto auditivo interno até o forame estilomastoideo. Após trajeto dentro do osso temporal (porção petrosa), deixa a base do crânio pelo forâmen estilo-mastoideo. Atravessa a glândula parótida e nela se bifurca em um ramo temporofacial, que se estende para cima e anteriormente, e um ramo inferior cervicofacial, que vai em direção ao ângulo do maxilar. Suas terminações formam um plexo parotídeo. O ramo superior se conecta mediante filetes com o nervo auriculotemporal, e se distribui na face por ramos temporais, frontais, palpebrais, nasais e bucal superior. O ramo inferior se distribui em ramos bucais inferiores, mentonianos, ramo marginal do maxilar inferior, e ramos cervicais.

c) 1. Nervo petroso superficial maior

2. Nervo estapediano

3. Nervo corda do tímpano

4. Nervo auricular posterior

Gabarito das questões da Prova Objetiva - Médico Cirurgião de cabeça e pescoço

Questão

Opção

1

D

2

D

3

B

4

A

5

C

6

C

7

B

8

A

9

D

10

C

11

D

12

A

13

C

14

D

15

B

16

D

17

A

18

B

19

C

20

C

21

A

22

A

23

B

24

C

25

D

26

A

27

A

28

D

29

C

30

B

31

C

32

A

33

D

34

B

35

B

36

C

37

A

38

B

39

B

40

D

Padrão Resposta das Questões Discursivas - Médico Cirurgião de cabeça e pescoço

Questão 1

a) 1. Carcinoma anaplásico

2. Carcinoma Papilífero de uma variante histologicamente agressiva (células altas, células colunares, insulares, oxifílicas ou pobremente diferenciadas)

b) 1. TSH, T4 e T3 e anticorpos antititireoideanos - para avaliação hormonal

2. US cervical com PAAF - para avaliação de conduta

3. TC cervical - para avaliação de extensão e comprometimento local

4. RNM cervical - para avaliação de extensão e comprometimento local

5. TC de tórax - para estadiamento

6. Tireoglobulina - para estadiamento

c) Exploração cervical para realização de tireoidectomia total, com esvaziamento cervical dos níveis II, III, IV, V, VI, VII, identificação das paratireoides e reimplantes das mesmas, caso a tireoide seja resse-cável. Em caso de carcinoma anaplásico irressecável, realiza-se apenas a traqueostomia, já que o paciente evoluirá para restrição ven-tilatória.

Questão 2

a) 1. Determinar a natureza do nódulo (benigna ou maligna)

2. Nos esfregaços e “cell block”, verificar aspectos suspeitos de ma-lignidade (hipercelularidade, alteração dos núcleos, superposição nuclear, presença de ranhuras, aspecto do citoplasma, formação ou não de papilas)

3. Esvaziar cistos e obter conteúdo para citologia

4. Analisar se o nódulo é da tireoide ou metastático

5. Possibilitar, em alguns casos, alcoolização do nódulo

b) 1. Nos cistos simples ou hemáticos, a positividade da PAAF é muito baixa

2. Nos tumores foliculares, a diferenciação entre adenomas e carci-nomas é muito difícil, pois, nesse caso, há necessidade de verificar invasão da cápsula ou de vasos, o que só é possível em cortes na parafina

3. Quando há tireoidite associada, pode dificultar o diagnóstico

4. O falso negativo pode ocorrer em 15 a 20% dos casos

c) 1. Citoquímica

2. Imunocitoquímica

3. PCR

4. Hibridização in situ por fluorescência

Questão 3

a) 1. Papilomatose laríngea

2. Tumor maligno da laringe (câncer)

3. Granulomatose laríngea

4. Tuberculose

b) 1. Laringoscopia direta com biópsia e exame anatomopatológico e cultura do tecido

2. Tomografia computadorizada da laringe e do pescoço

3. Radiografia do tórax

c) 1. Para papilomatose laríngea: ressecção cirúrgica endoscópica

2. Para tumor maligno da laringe (câncer): laringectomia frontolateral alargada para o ventrículo ou ressecção endoscópica alargada, seguida por radioterapia ou radioterapia inicial; avaliação de oncologista para possibilidade de quimioterapia

3. Para granulomatose laríngea: depende do tipo em questão, devendo ser encaminhado ao especialista em DIP. Avaliação por nova bióp-sia, quando necessário.

4. Para tuberculose: tratamento quimioterápico em posto de saúde com esquema tríplice

d) Obstrução respiratória aguda e necessidade absoluta de traqueos-tomia

Questão 4

a) Vantagens:

1. Permite o acesso a lesões com prolongamentos ou extensões laterais inacessíveis por via endoscópica

2. Permite a ressecção alargada em casos com invasão óssea ou de órbita ou de parênquima cerebral

3. Permite a ressecção cutânea em lesões que infiltram a pele

Desvantagens:

1. Maior taxa de complicações

2. Maior tempo cirúrgico

3. Menor visão operatória para preservação de estruturas nobres e importantes

4. Deixa cicatriz cirúrgica visível e/ou defeito estético, exigindo reparação em tempo posterior

b) Imediatas:

1. Apneia reflexa

2. Hemorragia de vasos cervicais

3. Lesão de pleura

4. Lesão de nervo recorrente

5. Lesão da parede anterior do esôfago

6. Lesão de glândula tireoide

Tardias:

1. Fístula traqueocutânea

2. Fístula traqueoesofágica

3. Adaptação inadequada da cânula

4. Obstrução da cânula

5. Enfisema subcutâneo cervical

6. Pneumotórax

7. Pneumomediastino

8. Rotura da artéria inominada

9. Infecção de leito cirúrgico

10. Fratura da cânula

11. Estenose traqueal

12. Granuloma traqueal

13. Falso trajeto

Questão 5

a) 1. Intracraniano (cisternal)

2. Intracanalicular

3. Labiríntico

4. Timpânico

5. Mastoideo

6. Extratemporal (parotídeo)

b) Tem origem no sulco bulbo pontino, no nível do ângulo ponto ce-rebelar. Penetra no conduto auditivo interno, junto com o 8° par craniano, vestíbulo coclear. Faz uma circunferência em torno da cóclea e, depois, toma uma trajetória descendente, ganhando a orelha média (porção timpânica). Segue retilíneo e inicia o segmento mastóideo, que desce tangenciando o aspecto mais profundo do conduto auditivo interno até o forame estilomastoideo. Após trajeto dentro do osso temporal (porção petrosa), deixa a base do crânio pelo forâmen estilo-mastoideo. Atravessa a glândula parótida e nela se bifurca em um ramo temporofacial, que se estende para cima e anteriormente, e um ramo inferior cervicofacial, que vai em direção ao ângulo do maxilar. Suas terminações formam um plexo parotídeo. O ramo superior se conecta mediante filetes com o nervo auriculotemporal, e se distribui na face por ramos temporais, frontais, palpebrais, nasais e bucal superior. O ramo inferior se distribui em ramos bucais inferiores, mentonianos, ramo marginal do maxilar inferior, e ramos cervicais.

c) 1. Nervo petroso superficial maior

2. Nervo estapediano

3. Nervo corda do tímpano

4. Nervo auricular posterior

Id: 1327233. A faturar por empenho

SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SUPERINTENDÊNCIA DE RECURSOS HUMANOS

COMISSÃO ORGANIZADORA DE CONCURSO PÚBLICO

EDITAL

*CONCURSO PÚBLICO PARA CARGO DE TÉCNICO UNIVERSITÁRIO - SUPERIOR, PERFIL MÉDICO, ESPECIALIDADE CIRURGIA GERAL.

A COMISSÃO ORGANIZADORA DE CONCURSO PÚBLICO divulga as alterações ocorridas no gabarito da prova objetiva e no padrão de resposta da prova discursiva da especialidade médica em epígrafe, após análise feita pela Comissão Examinadora dos recursos interpostos. Processo UERJ n° 3830/2010.

Gabarito das Questões Objetivas

Questão 27: gabarito alterado para a opção D. Questão 36: anulada.

Padrão de resposta das Questões Discursivas

Questão 4 - item c - padrão de resposta ampliado: b) Drenagem da cavidade ou não, avaliando-se a profundidade da lesão hepática. Não há necessidade de manipulação do íleo, que está viável, com sua peristalse normal, e nem do fígado, que não apresenta sangramento, com o paciente estável hemodinamicamente.

Questão 5 - ao final do item c

Observação da Comissão Examinadora: Serão consideradas corretas alternativas técnicas, desde que coerentes com os padrões de cirurgia restritiva tipo Sleeve e mista tipo Fobi Capela.

*Omitido no D.O. de 15/06/2012.

Id: 1327270. A faturar por empenho