Origem: PSV - 57 - SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL Procedência: DISTRITO FEDERAL Decisão: Após o Ministro Ricardo Lewandowski (Presidente) apresentar e acolher a proposta do Defensor Público-Geral Federal, de edição de súmula vinculante com o verbete “O princípio constitucional da individualização da pena impõe seja esta cumprida pelo condenado, em regime mais benéfico, aberto ou domiciliar, inexistindo vaga em estabelecimento adequado, no local da execução”, e após as manifestações orais do Dr. Rodrigo Janot Monteiro de Barros, Procurador-Geral da República, contrário à edição da súmula; do proponente, Dr. Haman Tabosa de Moraes e Córdova, Defensor Público-Geral Federal; do Dr. Marcos Roberto Fuchs, OAB/SP 101.663, pela CONECTAS, e do Dr. Fábio Tufic Simantob, OAB/SP 220.540, pelo Instituto de Defesa do Direito de Defesa – IDDD e pelo Instituto Brasileiro de Ciências Criminais – IBCCrim, pediu vista o Ministro Roberto Barroso. Ausente, justificadamente, o Ministro Celso de Mello. Plenário, 12.03.2015. Decisão : O Tribunal, por maioria, aprovou a proposta da edição da Súmula vinculante nº 56, nos seguintes termos : “A falta de estabelecimento penal adequado não autoriza a manutenção do condenado em regime prisional mais gravoso, devendo-se observar, nessa hipótese, os parâmetros fixados no RE 641.320/RS”, vencido o Ministro Marco Aurélio, que aprovava a proposta apresentada pelo Defensor Público-Geral Federal. O Ministro Ricardo Lewandowski (Presidente) reajustou o voto. Ausente, justificadamente, o Ministro Teori Zavascki. Plenário, 29.06.2016. Brasília, 29 de junho de 2016. Maria Sílvia Marques dos Santos Assessora-Chefe do Plenário Ata da 21ª (vigésima primeira) sessão ordinária, realizada em 03 de agosto de 2016. Presidência do Senhor Ministro Ricardo Lewandowski. Presentes à sessão os Senhores Ministros Celso de Mello, Marco Aurélio, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Luiz Fux, Rosa Weber, Teori Zavascki, Roberto Barroso e Edson Fachin. Procurador-Geral da República, Dr. Rodrigo Janot Monteiro de Barros. Secretária, Maria Sílvia Marques dos Santos. Abriu-se a sessão às quatorze horas, sendo lida e aprovada a ata da sessão anterior. REGISTRO O SENHOR MINISTRO RICARDO LEWANDOWSKI (PRESIDENTE) - Tenho a satisfação de dizer que estão presentes, neste Plenário, os graduandos do curso de Direito da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Toledo - Paraná. Sejam muito bem-vindos. ELEIÇÃO PARA OS CARGOS DE MINISTRO EFETIVO E DE MINISTRO SUBSTITUTO DO TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL O SENHOR MINISTRO RICARDO LEWANDOWSKI (PRESIDENTE) - Senhoras Ministras, Senhores Ministros, recebi um ofício do eminente Ministro Presidente do Tribunal Superior Eleitoral, dando conta que está vencendo o primeiro biênio do ilustre Ministro Luiz Fux como Ministro Efetivo daquela Corte. Então, teremos que fazer a renovação do mandato de Sua Excelência. Também recebi outro ofício, dando conta de que o Ministro Luís Roberto Barroso completará o primeiro biênio, em breve, como Ministro Substituto deste Tribunal. Com a antecedência que é de praxe, nós faremos a recondução de Suas Excelências. A nossa Secretária distribuirá as cédulas, e, depois, pedirei ao nosso eminente Ministro Fachin que faça a apuração. Ministro Luiz Edson Fachin, como é o resultado deste pleito? O SENHOR MINISTRO EDSON FACHIN - Senhor Presidente, Ministro Luiz Fux, dez votos; Ministro Teori Zavascki, um voto. O SENHOR MINISTRO RICARDO LEWANDOWSKI (PRESIDENTE) – Então, eu declaro reeleito para o segundo biênio o eminente Ministro Luiz Fux como Ministro Efetivo no Tribunal Superior Eleitoral. Vamos proceder agora à segunda votação. O SENHOR MINISTRO EDSON FACHIN - Senhor Presidente, Ministro Roberto Barroso, dez votos; Ministro Celso de Mello, um voto. O SENHOR MINISTRO RICARDO LEWANDOWSKI (PRESIDENTE) - Então declaro eleito o eminente Ministro Luís Roberto Barroso como Ministro Substituto para o segundo biênio no Tribunal Superior Eleitoral. Parabéns aos eleitos! JULGAMENTOS