Superior Tribunal de Justiça 22/10/2024 | STJ
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EDcl no AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL Nº 2625155 - RS (2024/0152303-4)
RELATOR : MINISTRO ANTONIO CARLOS FERREIRA
EMBARGANTE : MAURICIO DAL AGNOL
ADVOGADOS : ROCHELLI CHRISTIANE WEISSHEIMER - RS079069
RAFAEL BEAL - RS082352
EMBARGADO : LUIZ FELIPE DE MARCHI
ADVOGADO : JADERSON CALDART VANZ - RS057515
DECISÃO
Trata-se de embargos de declaração (e-STJ fls. 965/987) opostos à decisão
desta relatoria que negou provimento ao agravo nos próprios autos, mantendo a
inadmissibilidade do recurso especial (e-STJ fls. 959/962).
A parte embargante sustenta que deve ser "ELIMINADA A CONTRADIÇÃO
QUE AFASTOU A VIOLAÇÃO DOS 'arts. 489, § 1º, 1.022, II, parágrafo único, I e II, e
1.025 do CPC/2015' E APLICOU AS REFERIDAS SÚMULAS, POR SUPOSTA
AUSÊNCIA DE PREQUESTIONAMENTO, QUANDO, CONFORME VISTO, ELE
FICOU PLENAMENTE CARACTERIZADO" (e-STJ fl. 970).
Afirma que a matéria foi devidamente prequestionada.
Refuta a aplicação da Súmula n. 5 do STJ alegando que não se discute
nenhuma cláusula contratual.
Pontua que "A DECISÃO É CONTRADITÓRIA E OMISSA, JÁ QUE
PROFERIDA DESCONSIDERANDO A EDIÇÃO DA LEI 14.905 DE 28 DE JUNHO DE
2024" (e-STJ fl. 974).
Acrescenta que houve flagrante ofensa à jurisprudência do STJ, que se
pacificou no sentido de que a taxa de juros prevista no dispositivo referido é a SELIC.
Impugnação não apresentada (e-STJ fl. 991).
É o relatório.
Decido.
Os embargos de declaração somente são cabíveis quando houver, na
sentença ou no acórdão, obscuridade, contradição, omissão ou erro material,
consoante dispõe o art. 1.022 do CPC/2015.
Processos na página
2024/0152303-4Confirma a exclusão?