Superior Tribunal de Justiça 29/05/2024 | STJ
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RECURSO ESPECIAL Nº 2120275 - MG (2024/0022440-6)
RELATOR : MINISTRO RICARDO VILLAS BÔAS CUEVA
RECORRENTE : BANCO DO BRASIL SA
ADVOGADOS : ADAIR VICENTE TEIXEIRA FILHO - MG096402
DANIEL EUSTAQUIO SILVA FARIA - MG128044
RECORRENTE : CAIXA DE PREVIDENCIA DOS FUNCS DO BANCO DO BRASIL
ADVOGADOS : DENISE MARIA FREIRE REIS MUNDIM - MG040999
LUIS GUSTAVO REIS MUNDIM - MG157259
BARBARA DE ALMEIDA GONCALVES - MG143066
RECORRIDO : JOSE MARCELO DE ALMEIDA VIANA
ADVOGADOS : NASSER AHMAD ALLAN - PR028820
DIEGO MARTINS CASPARY - PR033924A
LUIZA BEGHETTO PENTEADO DOS SANTOS - PR073690
LUCAS FINGER SCHMIDTKE - PR103545
HUMBERTO MARCIAL FONSECA - MG055867
CRISTIANE PEREIRA - MG103505
RECORRIDO : CAIXA DE PREVIDENCIA DOS FUNCS DO BANCO DO BRASIL
ADVOGADOS : DENISE MARIA FREIRE REIS MUNDIM - MG040999
LUIS GUSTAVO REIS MUNDIM - MG157259
BARBARA DE ALMEIDA GONCALVES - MG143066
DECISÃO
Trata-se de recurso especial interposto pelo BANCO DO BRASIL S.A., com
fulcro no art. 105, inciso III, alínea "a", da Constituição Federal, contra acórdão do
Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais assim ementado:
"APELAÇÃO CÍVEL – AÇÃO REVISIONAL DE BENEFÍCIO COMPLEMENTAR
–PREVIDÊNCIA PRIVADA – PRELIMINAR DE VIOLAÇÃO AO PRINCÍPIO DA
DIALETICIDADE – REJEIÇÃO – LEGITIMIDADE PASSIVA - PATROCINADOR -
RECONHECIMENTO – VERBAS SALARIAIS RECONHECIDAS NA JUSTIÇA DO
TRABALHO – REVISÃO DO BENEFÍCIO COMPLEMENTAR –POSSIBILIDADE. -
Verificando-se que os argumentos deduzidos no recurso impugnam as razões
de decidir da decisão, não há ofensa ao princípio da dialeticidade, cuja
arguição não pode ser banal. -- As condições da ação são averiguadas de
acordo com a teoria da asserção, razão pela qual, para que se reconheça a
legitimidade passiva 'ad causam', os argumentos aduzidos na inicial devem
possibilitar a inferência, em um exame puramente abstrato, de que o réu
pode ser o sujeito responsável pela violação do direito subjetivo do autor.
(STJ - AgInt no AREsp 1230412/SP). – Na hipótese de Ação Revisional de
Benefício Previdenciário Complementar, fundada em ato ilícito praticado pelo
patrocinador, o ex-empregador é parte legitima para figurar no polo passivo,
vez que configurada exceção na Tese II do Tema 936. – Nas ações revisionais
ajuizadas até 08/08/2018 admite-se a inclusão dos reflexos das verbas
salariais reconhecidas na Justiça do Trabalho no cálculo inicial dos
benefícios de aposentadoria complementar, conforme entendimento do STJ
Processos na página
2024/0022440-6Confirma a exclusão?