Superior Tribunal de Justiça 29/05/2024 | STJ

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RE no AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL Nº 2565742 - MG (2024/0041131-

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RELATOR : MINISTRO OG FERNANDES

RECORRENTE : GLORIA RODRIGUES RIBEIRO

RECORRENTE : WELINGTON JOSE RIBEIRO

ADVOGADOS : ADRIANO MONTEIRO DOS SANTOS - MG189643

PAULO HENRIQUE LIMA - MG124812

RECORRIDO : CONJUNTO HABITACIONAL CONDOMÍNIO JOÃO PAULO II

ADVOGADO : PAULO ESTEVES SILVA CARNEIRO - MG173179

EMENTA

RECURSO EXTRAORDINÁRIO. INTERPOSIÇÃO
CONTRA DECISÃO MONOCRÁTICA. NÃO
EXAURIMENTO DE INSTÂNCIA. SÚMULA N. 281 DO
STF. RECURSO INADMITIDO.

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto contra decisão
monocrática proferida por membro do Superior Tribunal de Justiça, com
requerimento de admissão e remessa ao Supremo Tribunal Federal.

É o que cabe relatar.

Nos termos do art. 102, III, a, da Constituição da República, compete
ao STF o julgamento, mediante recurso extraordinário, das causas decididas em
única ou última instância, o que exige o esgotamento das instâncias originárias.

No caso dos autos, o recurso extraordinário foi interposto para
impugnar decisão monocrática proferida por integrante deste Superior Tribunal
contra a qual seria cabível agravo interno ou regimental.

Vale dizer que, mesmo quando há reconsideração de decisão
monocrática anterior, modificada após a apresentação de agravo, o
esgotamento da instância só se concretiza após a manifestação do órgão
colegiado, que deve ser provocada pela parte recorrente por meio de novo
agravo, se for o caso.

Por isso, como não foi exaurida a via recursal neste Superior Tribunal,
impõe-se a aplicação da conclusão anotada na Súmula n. 281 do STF: "É
inadmissível o recurso extraordinário, quando couber na justiça de origem,
recurso ordinário da decisão impugnada."

Exemplificando a aplicação da referida súmula em caso em tudo

Processos na página

2024/0041131-8