Superior Tribunal de Justiça 01/10/2018 | STJ
Padrão
Coordenadoria da Segunda Turma
Segunda Turma
(15942)
RECURSO EM MANDADO DE SEGURANÇA Nº 51.142 - TO (2016/0130579-5)
RELATORA : MINISTRA ASSUSETE MAGALHÃES
RECORRENTE : MARIA DO SOCORRO FERNANDES COSTA DE FREITAS
ADVOGADOS : RODRIGO OTÁVIO COÊLHO SOARES - TO001931
FLÁVIA GOMES DOS SANTOS - TO002300
ROBERTO LACERDA CORREIA - TO002291
DANTON BRITO NETO - TO003185
ELIZABETH LACERDA CORREIA - TO003018
RECORRIDO : ESTADO DO TOCANTINS
PROCURADOR : JAX JAMES GARCIA PONTES E OUTRO(S) - TO004317
DECISÃO
Trata-se de Recurso Ordinário, interposto por MARIA DO SOCORRO
FERNANDES COSTA DE FREITAS, em 13/02/2015, com fundamento no art. 105, II, b, da
Constituição Federal, contra acórdão do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, que denegou a
segurança postulada pela parte ora recorrente, nos termos da seguinte ementa:
"MANDADO DE SEGURANÇA. SERVIDOR PÚBLICO. PODER
JUDICIÁRIO. TETO REMUNERATÓRIO. APLICAÇÃO DO
REDUTOR CONSTITUCIONAL. CONSTITUCIONALIDADE.
REDUTIBILIDADE DE VENCIMENTOS. INOCORRÊNCIA.
SEGURANÇA DENEGADA. DECISÃO UNÂNIME.
1 – A Lei Estadual nº 2409/2010 é constitucional e não há violação ao
princípio da irredutibilidade de vencimentos a redução da remuneração em
observância às normas que fixam o teto remuneratório do servidor.
Precedentes do STJ e STF.
2 – Considerando que houve mera adequação da remuneração da impetrante
aos patamares máximos previstos na lei estadual, não há necessidade de
instauração de prévio procedimento administrativo, notadamente por nunca
haver a impetrante recebido valor acima do limite delineado no artigo 14 da
Lei 2.409/2010.
3 – A autoridade impetrada apenas aplicou o que a legislação que criou o
Processos na página
2016/0130579-5Confirma a exclusão?