Diário Oficial do Município de São Paulo 26/08/2017 | DOMSP-SP

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mente se resolver sozinhos na vida natural. Então, por desconhecimento da população a Divisão de Fauna tem muito mais trabalho. Isso poderia ser menos, eles poderiam receber menos trabalho, porque a gente sabe que só tem uma veterinária ali na divisão que recebe o socorro, a Adriana, no Hospital Anhan-guera um pouco mais, tem mais disponibilidade, mas a educação ambiental aí ela entra como um fator primordial. A gente quer que as pessoas entendam a importância do respeito a

de que é preciso conhecer. Pelo conhecimento, pela sensibilização, pela educação ambiental que chega ao coração a gente acredita que a gente pode mover as pessoas a um cuidado. Pode passar, por favor. Então aqui, essa foto é do Museu de Zoologia da USP, eles estão com essa apresentação permanente que chama "Biodiversidade: conhecer para preservar", que é

imagens são de lá. Por favor... Aqui algumas fotos, aqui a Divisão de Fauna do Ibirapuera, ali uma foto do Parque Anhangue-ra, falando dos atendimentos...Por favor... Uma questão muito importante, que eu tenho conversado pessoalmente com o pessoal da Divisão de Fauna, é a possibilidade de desdobramentos futuros e de ações que possam vir a ser implementadas, como, por exemplo, a soltura, a liberação de animais, a devolução para natureza daqueles animais que chegaram à Divisão de Fauna. Eles acreditam, assim como nós da educação, que isso também é um elemento muito importante sensibiliza-dor, ou seja, a partir da nossa proposta, que é o festival, nós poderíamos implementar algum projeto, alguma saída que pudesse trazer as pessoas para esse momento. A Divisão de Fauna tem essa vontade, e seria uma coisa fácil, é só uma questão de se organizar, mas isso realmente marca. A pessoa que participa de uma soltura, realmente é sensibilizador. Por favor. Aqui

realmente as pessoas não sabem o que fazer, certo? E também.. E agora? A partir do momento que eu deixei o animal ali, qual é o caminho que ele vai seguir? Então nós gostaríamos

As pessoas também não sabem disso, e a gente precisa desse fortalecimento, dessas ações. Então o nosso objeto, a gente explicando onde eles estão, como eles estão, o status de conservação para as pessoas conhecerem e a relação que eventu-diano. A gente pensa nessa exposição acontecer no Parque Ibirapuera e usar a UMAPAZ, a Marquise, o estacionamento e um espaço próximo, justamente na frente do planetário, a serraria e também a OCA. Seria um evento que teria duração de três dias (sexta, sábado e domingo), das 10:00 às 18:00. Por favor. Pensamos em tendas, que poderiam ser colocadas nesses espaços que eu mencionei, em seguida vou passar o mapa do parque para ficar mais claro... Essas tendas poderiam ser fechadas com aquelas lonas para eventualidades de chuva e tudo isso. Também foi pensado um sistema interativo de totens, esses touchscreen onde as pessoas podem ter acesso a jogui-nhos, adivinhações e à informação. A gente sabe que a gente está vivendo num mundo dessas características, então teria de ser desenvolvido um app para o desenvolvimento desse software. E esse app posteriormente poderia estar disponível na

Então aqui... pensamos também fazer em parcerias com os tudo bem, entrar em contato com as fotos é muito bacana, mas é muito legal também se a criança, se o jovem pode olhar um pouquinho mais de perto esses animais taxidermizados. Isso

preservação da biodiversidade da cidade e mobilização da cidade em um amplo projeto de educação ambiental, é por isso. Então o cidadão que está andando com a sua família nesse dia, nesse final de semana, no parque, ele vai ver que alguma coisa ali diferente está acontecendo, certo? Por favor. Então, o público seria espontâneo, estimulado pela publicidade do evento. Focaríamos também em escolares e educadores e aos Conselheiros do CADES. Então aqui só uma tabelinha rápida dos objetivos gerais e os específicos, contribuição da educação ambiental dos munícipes, informação mais detalhada sobre essa biodiversidade, está em consonância com as propostas da Secretaria e apoiar a Divisão de Fauna que a gente tem falando bastante. E também existe o desejo de a gente criar um espaço na própria UMAPAZ chamado Ciência Cidadã. Isso seria, a exposição seria um minicongresso daqueles pesquisadores dedicados à preservação, à conservação da biodiversidade. Eles apresentariam pôsteres, como se fosse um congresso científico, mas é para a população, com linguagem para o munícipe e daí também a gente pensa em outros desdobramentos futuros, que é o cidadão participar do levantamento do inventário. Como? Eventualmente ele está no seu jardim e encontra uma ave ali. Ele poderia entrar em contato com o pesquisador responsável por aquele grupo de pesquisa e só falar "olha, no dia tal tinha uma ave aqui". É a ciência cidadã que a gente precisa estimular. A academia precisa chegar perto da educação ambiental. Por favor. A gente também pensa em atividades de música, de dança, bastante material com estratégia muito lúdica e visual, como a gente falou antes, um concurso de mascote - que já aconteceu, que a onça ganhou, a sussuarana, me parece em 2011/2012 - , a gente faria de novo para estimular os escolares a esse conhecimento, trazer o pessoal da Divisão de Fauna para interagir com o público e o minicongresso que eu já citei. Agora eu vou passar para a Ieda, que vai contar para a gente um pouquinho da nossa proposta orçamentária. Ah sim, por favor, é verdade. Passa dois. Essa. Obrigada, é verdade, ficou por último. Então aqui o mapa do parque, então aqui a Ciência Cidadã, aquele minicongresso que eu citei, aqui onde vivem esses animais. Falaríamos dos locais, dos biomas também e de onde vivem, centrando, claro, no bioma Mata Atlântica que estamos, depois a gente passaria à exposição dos trabalhos científicos que a gente... trabalho científico aqui e depois...aqui seria a tenda das artes, que a gente citou, onde aconteceriam música, evento de pintura de carinha, de rosto, para as crianças, danças, e tudo isso na frente do Auditório. Aqui Onde Vivem, na frente do planetário, aqui Quem São, do lado do Museu Afro, e também pensamos na utilização da Oca para trazer aquele material dos museus - nós entendemos que eles têm que estar protegidos. Nas tendas que propusemos talvez não sejam os melhores locais, precisamos de segurança, de guardas e de toda aquela história; então a Oca poderia ser um local para isso. Por favor, Ieda.

leda (UMAPAZ) - Bom dia. A gente só vai complementar assim: que esse evento é um evento de grande impacto, pela questão da necessidade da sensibilização, como a Priscila falou, para a comunidade, para a cidade de São Paulo. Ele vai acontecer em três dias, e a gente tem um levantamento que o Ibirapuera, por final de semana, espontaneamente, recebe cerca de 150 mil pessoas; então a gente estaria aumentando essa circulação em termos de um trabalho de imprensa, de mídia, com as escolas, professores e educadores. Ele acontece em sete espaços sendo que seis vão acontecer concomitantemente na sexta, no sábado e no domingo, e o espaço que é das artes, que teria shows, que teriam atividades lúdicas, de pintura, com artistas fazendo cortejos e divulgando, ele vai ser no encerramento. A gente frisa que a questão está em consonância com a meta, que é preservar a biodiversidade da cidade, mobilizar

queno diante da possibilidade. A questão do aplicativo, eu vi ali também R$ 20 mil para o aplicativo, me parece o valor bastante baixo, porque eu acho que vale a pena investir num aplicativo. Por exemplo, se você pegar a adolescência - eu fui professor

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sábado, 26 de agosto de 2017 às 02:10:32.