Superior Tribunal de Justiça 01/10/2018 | STJ
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execução da medida socioeducativa imposta ao paciente, além do envio da senha para acesso aos
dados processuais constantes do respectivo portal eletrônico, tendo em vista a restrição determinada
pela Resolução n. 121 do CNJ.
Oportunamente, dê-se vista dos autos ao Ministério Público Federal.
Intimem-se.
Brasília (DF), 27 de setembro de 2018.
Ministro REYNALDO SOARES DA FONSECA
Relator
(17404)
HABEAS CORPUS Nº 471.176 - SP (2018/0251618-9)
RELATOR : MINISTRO REYNALDO SOARES DA FONSECA
IMPETRANTE : DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE SÃO PAULO
ADVOGADOS : DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE SÃO PAULO
FERNANDA COSTA TEIXEIRA - SP0318411
IMPETRADO : TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO
PACIENTE : GUILHERME HENRIQUE PASSARELI
DECISÃO
Trata-se de habeas corpus, com pedido liminar, impetrado em favor de
GUILHERME HENRIQUE PASSARELI contra acórdão proferido pelo Tribunal de Justiça do
Estado de São Paulo (Apelação n. 000XXXX-14.2016.8.26.0535).
Consta dos autos que o paciente foi condenado, em primeiro grau de jurisdição, à
pena de 1 ano e 8 meses de reclusão, em regime inicial fechado, e multa, pela prática do crime
previsto no art. 33, caput, da Lei n. 11.343/2006, incidente a minorante constante do § 4º do mesmo
artigo (e-STJ fls. 13/17). Os embargos de declaração opostos pela defesa não foram conhecidos,
retificando-se, de ofício, a pena de multa (e-STJ fls. 34/35).
Irresignado, o Ministério Público interpôs recurso de apelação, o qual foi provido
para exasperar a pena-base e afastar o redutor previsto no § 4º do art. 33 da Lei n. 11.343/2006, razão
pela qual a pena do paciente foi redimensionada para 5 anos de reclusão e multa, mantido o regime
Processos na página
2018/0251618-9 • 000XXXX-14.2016.8.26.0535Confirma a exclusão?