Diário Oficial do Município de Campinas 22/03/2012 | DOMCPS-SP

Padrão

inferior D103 - km 13,40 - H

403.7

(m) 3,70 - L (m) 4,10 - C (m) 3,00. Muradas de pedras e tijolos em razoável estado de conser-
vação. Gabarito alterado.
Passagem inferior D122 - km 15,00 - H (m) 3,30 - L (m) 4,10 - C
(m) 2,90.
Localizada no Pátio de Pedro Américo. Muradas de tijolos bastante danificadas.
Trecho Estações Pedro Américo - Tanquinho - 7 passagens: Passagem inferior D136 -
km 15,80 - H (m) 3,20 - L (m) 4,05 - C (m) 2,90.
Em frente à mata São Vicente. Muradas de
pedras e tijolos em razoável estado de conservação.
Passagem inferior D140 - km 16,60 - H
(m) 3,60 - L(m) 4,05 - C (m) 2,90.
Muradas de tijolos bastante danificadas. Gabarito alterado.
Piso em paralelepípedo.
Passagem inferior D142 - km 16,80 - H (m) 3,00 - L (m) 4,05 - C
(m) 2,00.
Muradas de pedras e tijolos em razoável estado de conservação. Passagem inferior
D150 - km 17,80 - H (m) 3,00 - L (m) 4,10 - C (m) 2,90.
Muradas de pedras e tijolos em
razoável estado de conservação. Cabeceira danificada.
Passagem inferior D153 - km 18,00

- H (m) 3,20 - L (m) 4,05 - C (m) 2,90. Muradas de pedras e tijolos em razoável estado de
conservação.
Passagem inferior D156 - km 18,40 - H (m) 1,10 - L (m) 4,00 - C (m) 2,90.
Muradas de pedras e tijolos em razoável estado de conservação. Passagem inferior D160 -
km 18,90 - H (m) 3,60 - L (m) 4,10 - C (m) 4,00.
Muradas de pedras e tijolos em razoável es-
tado de conservação. Dormente faltante. Cabeceira danificada.
Trecho Estações Tanquinho

- Desembargador Furtado - 4 passagens: Passagem inferior D189 - km 20,30 - H (m) 3,20

- L (m) 4,10 - C (m) 2,90. Muradas de pedras e tijolos em razoável estado de conservação.
Cabeceira danificada.
Passagem inferior D194 - km 21,30 - H (m) 3,10 - L (m) 4,10 - C (m)
2,90.
Situada no bairro Recanto dos Dourados, próxima a duas passagens em nível. Muradas
de pedras e tijolos em razoável estado de conservação. Passagem asfaltada.
Passagem infe-
rior D201 - km 22,30 - H (m) 3,50 + 1,25 - L (m) 5,10 - C (m) 3,50.
Próximo à entrada do
Hotel Solar das Andorinhas. Única com arco em concreto armado. Está sendo utilizada para
publicidade.
Passagem inferior D218 - km 23,30 - H (m) 2,50 - L (m) 15,30 - C (m) 2,00.
Próxima à plataforma da Estação Desembargador Furtado, permite a transposição de um cór-
rego.
Trecho Estações Desembargador Furtado - Carlos Gomes - 4 passagens: Passagem
inferior D226 - km 23,70 - H (m) 2,15 - L (m) 4,05 - C (m) 3,00.
Muradas de pedras e tijolos
em razoável estado de conservação.
Passagem inferior D231 - km 24,70 - H (m) 2,90 - L (m)

4.10 - C (m) 2,90. Muradas de pedras e tijolos em razoável estado de conservação. Passagem
inferior D235 - km 25,50 - H (m) 3,15 - L (m) 4,05 - C (m) 2,90.
Muradas de pedras e tijolos
em razoável estado de conservação.
Passagem inferior D239 - km 26,20 - H (m) 4,10 - L (m)

8.10 - C (m) 4,00. Próxima à plataforma da Estação Carlos Gomes possui muradas de pedras
e tijolos em razoável estado de conservação.
Trecho Estação Carlos Gomes - Divisa com
Jaguariúna -1 passagem: Passagem inferior D252 - km 27,70 - H (m) 3,00 - L (m) 4,05 - C
(m) 2,90.
Última passagem antes de cruzar a divisa com o município de Jaguariúna. Razoável
estado de conservação.
Testeira de Passagem Inferior. Obra de arte remanescente do
403.8

leito férreo desativado de 1875". 4) Abertura de Estudo de Tombamento das Edificações
Remanescentes da antiga Companhia Mogiana de Estradas de Ferro.
"PÁTIOS FER-
ROVIÁRIOS - EDIFICAÇÕES REMANESCENTES - Justificativa: A Companhia Mogyana
de Estradas de Ferro foi a primeira empresa a construir o próprio material rodante - carros,
vagões e locomotivas - que eram testados neste trecho. Foi a primeira ferrovia a melhorar o
traçado original adotando as melhores condições técnicas na época da execução da retificação
para um novo traçado. Adotou na retificação das estações uma arquitetura própria com ca-
racterísticas locais. E o único trecho ferroviário no país que, mesmo com pouca manutenção
e interferências, mantém íntegra a estrutura operacional ferroviária com tração a vapor. O
traçado localizado em Campinas com 19,200 km é o único que permaneceu intacto de toda
a malha ferroviária dos 2.000 km construídos pela Companhia Mogyana. O restante do leito
férreo foi desmontado, demolido ou simplesmente deixado em condições de abandono, sendo
retirada a via permanente e o material ferroso. Foi o primeiro trecho ferroviário com propósito
turístico e cultural do país tracionado por locomotivas a vapor e material rodante de várias
regiões do Brasil. As edificações remanescentes existentes não estão textualmente tombadas
na Resolução 51/2004.
Pátio Anhumas (Macro-zona 4) - 1 edifício já tombado - Estação/
Plataforma (km 09,050), 6 edificações para Abertura de Estudo de Tombamento: Casa
do Bombeiro
(km 08,660). Inauguração: 1926; Área construída original: 40 m2. Poço e Bom-
ba D’água
(km 08,660). Inauguração: 1926; Área construída original: 50 m2. Caixa D’água
(km 08,740). Inauguração: 1926; Área construída original: 50 m2. Casa de Portadores km
08,800.
Inauguração: 1926; Área construída original: 70,5 m2 + 70,5 m2. Casa de Força (km
09,050). Inauguração: anos de 1920/30; Área construída original: 9,0 m2.
Casa de Portadores
km 09,070.
Inauguração: 1926; Área construída original: 70,5 m2 + 70,5 m2. Pátio Pedro
Américo
(Macro-zona 2) - 1 edifício já tombado - Estação/Plataforma (km 15,120), 9
edificações para Abertura de Estudo de Tombamento: Casa de Telegrafista (km 15,120).
Inauguração: anos deA1930; Área construída original: 45 m2. Casa de Portadores km 15,120.
Inauguração: 1926; Área construída original: 70,5 m2 + 70,5 m2. Casa de Turma 1 (km
15,120).
Inauguração: 1926; Área construída original: 37 m2. Caixa D água (km 15,120).
Inauguração: anos de 1920/30; Área construída original:24,5 m2. Casa de Força (km 15,120)
Inauguração: anos de 1920/30; Área construída original: 10,0 m2. Casa de Bomba e poço
(km 15,500).
Inauguração: anos de 1920/30; Área construída original: 12,0 m2. Casa de Tur-
ma 2 (km 15,600).
Inauguração: anos de 1930; Área construída original: 106,2 m2. Casa de
Feitor (km 15,600).
Inauguração: 1926; Área construída original: 25,0 m2. Casa de Turma
3
(km 15,600). Inauguração: 1926; Área construída original: 36,0 m2. - Pátio Tanquinho
(Macro-zona 2) - 1 edifício já tombado - Estação/Plataforma (km 19,270), 7 edificações
para Abertura de Estudo de Tombamento: Casa de Portadores Entrada
(km 19,270).
Inauguração: 1926; Área construída original: 70,5 m2 + 70,5 m2.
Plataforma para Carros de
403.9

Materiais (km 19,270). Inauguração: 1926; Área construída: 25,Om x 4,0m x 0,65m. Casa de
Força
(km 19,270). Inauguração: anos de 1930; Área construída original: 9,0 m2. Depósito
(km 19,270). Inauguração: 1926; Área construída original: 3,15 m x 3,15 m. Lavador de
Gaiolas
(km 19,270). Inauguração: 1926; Área construída original: 34,0 m x 10,0 m. Caixa
D’água
(km 19,270). Inauguração: 1926; Área construída original: 37,5 m2. Casa de Porta-
dores Saída
(km 19,270). Inauguração: 1926; Área construída original: 70,5 m2 + 70,5 m2.
Pátio Desembargador Furtado (Macro-zona 1) - 6 edifícios já tombados: Estação / Plata-
forma (km 23,850); Casa de Turma 4 (km 23,441); Casa de Turma 5 (km 23,441); Casa de Fei-
tor (km 23,441); Casa de Trole (km 23,441); Casa de Portadores km 23,441.
1 edifício para
Abertura de Estudo de Tombamento - Casa de Portadores - Saída, km 24,130.
Inaugura-
ção: 1926; Área construída original: 70,5 m2 + 70,5 m2.
Pátio Carlos Gomes (Macro-zona
1) -
1 edifício já tombado: Estação / Plataforma (km 26,660) - 3 edificações para Abertu-
ra de Estudo de Tombamento: Casa da Bomba e Poço
(km 26,660). Áno de construção:
1929; Área construída original: 5 m2.
Casa de Portadores 1 (km 27,000). Inauguração: 1929;
Área construída original: 70,5 m2 + 70,5 m2.
Casa de Portadores 2 (km 27,001). Ano de
construção: 1929; Area construída original: 70,5 m2 + 70,5 m2.
Totalização: Edificações
tombados da C.M.E.F. Estações/Plataformas: 5. Edificações do Clube dos Ferroviários.

5 Edificações para Abertura de Estudo de Tombamento. Edificações Ferroviárias Re-
manescentes: 26”. O
conselheiro Roberto Simionatto parabeniza a equipe que é saudada por
todos os Conselheiros com uma salva de palmas. O conselheiro Sérgio Caponi questiona sobre
o percurso da Maria Fumaça no Município de Jaguariúna. O conselheiro André Argollo conta
que Jaguariúna criou no ano de 2010 o seu Conselho Municipal de Patrimônios Históricos.
Este Conselho começou a fúncionar em 2011, portanto, é muito recente, mas tem um trabalho
de preservação parecido com o nosso. A conselheira e coordenadora da CSPC pergunta se
todos acompanharam a proposta apresentada, com os desmembramentos, pois no começo do
próximo ano já se apresenta efetivamente a nova regulamentação e os novos projetos, permi-
tindo dessa maneira a preservação de tudo. O conselheiro Welton Nahas Cury dá os parabéns
por esse estudo, que está muito bem feito, como um Raio-X de todo o processo. O acesso na
região é muito precário, sendo necessárias possibilidades para se chegar ao local. Queremos,

por exemplo, preservar a Caixa D'Água, mas isso pode atrapalhar. É necessário dar soluções,
mas com critérios. E preciso todo um estudo da parte urbana. No caso das passagens, tombam-
-se algumas, pois a de Carlos Gomes tem 5 m de largura, com acesso precário. A conselheira
e coordenadora da CSPC Daisy Serra Ribeiro relembra que tudo o que está sendo proposto
está em área envoltória e ao se abrir os processos de estudo, os mesmos serão encaminhados
às Secretarias, conforme o Decreto. Propõe a abertura de estudo. O conselheiro Welton Nahas
Cury pergunta se na Resolução n°. 51/04 está tudo tombado. A conselheira e coordenadora
da CSPC Daisy Serra Ribeiro explica que a Resolução n°. 51/04 tomba o Traçado e algumas
Estações da Maria Fumaça, todo o restante está

403.10

protegido pela área envoltória, mas existe um remanescente muito rico. Continuando fala
sobre os 37 conjuntos na área Central e que foram abertos os estudos, porque a simples re-
gulamentação não dá proteção específica. O estudo é que vai dizer tudo o que é viável ou
não e no caso em questão esse estudo foi trazido hoje. Ó que se está fazendo é para permitir
que a Resolução n°. 51/04 seja regulamentada. O conselheiro Welton Nahas Cury questiona
o tombamento das passagens. A conselheira e coordenadora da CSPC Daisy Serra Ribeiro
pondera que se preserva o que existe e se faz outras passagens. Primeiro temos que dizer no
que não pode mexer, as outras ficam em aberto para decisões. A conselheira Regina Márcia
Moura Tavares quer reforçar se ao se abrir o estudo de tombamento não se pode mexer. Que
ao se abrir o estudo essas passagens específicas não poderão sofrer interferências. O conse-
lheiro João Manuel Verde dos Santos primeiramente quer parabenizar por mais uma excelente
apresentação. E amante de ferrovias. A ABPF fez um estudo, um levantamento e restaurou a
primeira locomotiva. Está extremamente emocionado. Reforça os parabéns. E um trabalho
de formiguinhas que nos dá orgulho. Deixamos nossos afazeres, famílias, mas é um trabalho
que nos engrandece e nos dá embasamento para avaliarmos. É um trabalho importantíssimo,
detalhado. Acha importante ser preservado. Que se faça até uma marginal paralela à linha.
Só é necessário cuidado para o que vai acontecer com algumas passagens superiores a linha.
Parabéns. É favorável ao tombamento. O conselheiro Orlando Rodrigues Ferreira sugere que o
trabalho apresentado seja encaminhado ao IPHAN. É um dos melhores trabalhos. É exemplar
como sempre e mais uma vez surpreendeu. Entende a preocupação do conselheiro Welton,
mas é a preservação da memória intangível da Ferrovia em Campinas. E favorável ao tom-
bamento. Parabéns estão cada vez melhores. A conselheira Olga Von Simson parabeniza a
equipe. É um trabalho modular, com uma visão ao meio ambiente e a outra com o que sobrou
da arquitetura. E um traçado linear onde uma pessoa pode percorrer os 20 km de bicicleta.
O espaço pode ser fiuído e gozado pela população da Cidade, com a preservação do meio-
-ambiente. A conselheira Regina Márcia Moura Moura Tavares faz suas as palavras de elogio
e com relação à conselheira Olga, acrescentar o que vem falando com relação a um espaço de
acolhimento, interpretação e explicação do bem tombado. Deve-se entrar com o recém-criado
Conselho de Jaguariúna para que incluam isso em sua Regulamentação. A conselheira Rosana
Bernardo diz que continuando na mesma linha acompanhou os trabalhos e viu ao longo dos
anos o amadurecimento dessa equipe, parabéns. Muitas vezes o poder público não investe.
Lembra a todos que está em curso o trabalho das Macrozonas - APÁ Sousas e Joaquim Egídio.
Reforça a necessidade de contato com a Secretaria de Planejamento para constar já a preserva-
ção e para o resguardo do trecho proposto. A conselheira e coordenadora da CSPC Daisy Serra
Ribeiro diz que a CSPC foi equipada de máquinas, computadores, impressoras, através das te-
ses de doutorado da Coordenação e de alguns técnicos. Com propostas de pesquisa e projetos
pela FAPESP conseguiu-se comprar os equipamentos de uso da CSPC. Após a conclusão dos
projetos houve um acordo com a Universidade; os equipamentos não podem ser

403.11

pedidos de volta e a PMC não pode requisitar. Continuando coloca em votação: 3) Abertura
de Estudo de Tombamento das Passagens Inferiores
com encaminhamento às Secretarias
de Assuntos Jurídicos, Planejamento e Urbanismo - APROVADO POR UNANIMIDADE.

4) Abertura de Estudo de Tombamento das Edificações Remanescentes da antiga Com-
panhia Mogiana de Estradas de Ferro -
APROVADO POR UNANIMIDADE. 1) Deman-
das da Resolução n°. 51/04; 2) Histórico da CMEF. O
Conselho assistiu a apresentação
de Regulamentação da Resolução n°. 51/04 - referente ao Processo de Tombamento n°.
03/03 - Traçado da antiga Companhia Mogiana de Estradas de Ferro: 1) Demandas da
Resolução n°. 51/04; 2) Histórico da CMEF. 3) Abertura de Estudo de Tombamento das
Passagens Inferiores.
Ó Conselho APROVOU o encaminhamento do pedido de Abertura de
Estudo de Tombamento
(item3) das Passagens Inferiores (Regulamentação da Resolução
n°. 51/04 - referente ao Processo de Tombamento n°. 03/03 - Traçado da antiga Compa-
nhia Mogiana de Estradas de Ferro)
às Secretarias de Assuntos Jurídicos, Planejamento e
Urbanismo conforme Decreto n°. 15.471/06.
4) Abertura de Estudo de Tombamento das
Edificações Remanescentes da antiga Companhia Mogiana de Estradas de Ferro.
O Con-
selho
APROVOU o encaminhamento do pedido de Abertura de Estudo de Tombamento (item
4) das Edificações Remanescentes da antiga Companhia Mogiana de Estradas de Fer-
ro (Regulamentação da Resolução n°. 51/04 - referente ao Processo de Tombamento n°.
03/03 - Traçado da antiga Companhia Mogiana de Estradas de Ferro)
às Secretarias de
Assuntos Jurídicos, Planejamento e Urbanismo conforme Decreto n°. 15.471/06. /
b - Apre-
sentação de ”Power point” sobre a notificação de novembro de 2011 (credências - que
ficam em frente do altar e ambãos - mesas laterais em frente ao Sacrário).
A Conselheira
e coordenadora da CSPC Daisy Serra Ribeiro explica que foram procurar o Presidente do
Conselho dizendo que a Catedral estava sofrendo pinturas douradas no bem tombado. O que
foi constatado de fato: interferências em mobiliário que não consta na Resolução, textualmen-
te não estão tombados. Todo o mobiliário é solto. O conselheiro Jamil Cury Sawaya diz que
não tem toda a procuração da Catedral. Está lá há onze anos. O trabalho de restauro estava
abandonado. O Sacrário não faz parte do tombamento, nem as credencias e ambãos, as colunas
estavam jogadas, não havia o altar da frente. Havia uma pessoa que trabalhava intemamente
na Catedral, mas houve uma briga interna. Existem questões pessoais, gerando querelas. Não
é especialista. Mas, o especialista, que é o Giorgio, mostrou que embaixo do altar havia um
floreamento e para dar harmonia mexeu no Sacrário. Não devemos entrar nisso. O conselheiro
João Manuel Verde dos Santos fala que está acompanhando. O especialista é italiano formado
em Florença na Itália e o assistente é um angolano português. Para fazer as portas que estavam
com muito cupim, foi feita uma prospecção, era urgente. Foi mostrado nas prospecções e
descascamentos que havia detalhes em ouro. Á madeira é Cedro de Campinas, cedro vermelho
- bem avermelhado, cor natural da madeira. Foi feito um tratamento com pixe, sendo

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que no tronco havia um Adão e Eva negros, pois foram feitos por escultores negros e a própria
Igreja escondeu. O Giorgio descobriu isso e está suscitando ciúmes. Parabeniza o trabalho da
CSPC. No sábado fará juntamente com alunos uma visita na Catedral às 9h00; convida a todos
que queiram participar. A conselheira Tereza Penteado diz que é artista plástica e restauradora,
tendo feito o Curso de Restauro pela PUC juntamente com a Daisy. E necessário saber se é
ouro brunido com folha de ouro verdadeiro, folha de ouro falsa ou purpurina. Isso faz parte
da Escola de Restauro e o restaurador tem que saber. A conselheira e coordenadora da CSPC
Daisy Serra Ribeiro coloca que quando começou a ver a discussão, o Secretário de Cultura
entrou em contato com a CSPC, mas o tombamento é muito pobre e os elementos soltos não
constam desse tombamento. A conselheira Olga Von Simson quer recuperar a historiada cons-
trução da Catedral onde a ausência do ouro enaltecia a riqueza da madeira, do Cedro, onde o
importante era a beleza da madeira e da escultura. Estão inovando, destruindo nossa identi-
dade. Estão fazendo um mal não um bem. O conselheiro Sérgio Caponi diz ser necessário o
respeito às nossas deliberações. Temos a melhor Catedral do mundo - com a riqueza do Cedro
vermelho. Existe uma ambientação, o que era a Catedral no momento que foi tombada. No
momento do tombamento tinha uma identidade que ninguém pode destruir. A conselheira e
coordenadora da CSPC Daisy Serra Ribeiro pondera que os tombamentos iniciais eram muito
fechados. No tombamento não é só o que está na cabeça de alguns, tem que explicitar. Que o
Conselho faça um pedido geral com o tombamento de tudo o que contem ou o que conteve