Supremo Tribunal Federal 23/08/2017 | STF
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AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO (458)
1.049.821
ORIGEM :ARE - 00038309420128260408 - TRIBUNAL DE
JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO
PROCED. :SÃO PAULO
RELATOR : MINISTRO PRESIDENTE
AGTE.(S) : APARECIDO DA SILVEIRA COSTA
ADV.(A/S) : RODRIGO RAFAEL CABRELLI SILVA (29008/GO, 15718-
A/PA, 230257/SP)
AGDO.(A/S) : ESTADO DE SÃO PAULO
PROC.(A/S)(ES) : PROCURADOR-GERAL DO ESTADO DE SÃO PAULO
Decisão: O Tribunal, por unanimidade e nos termos do voto da
Relatora, Ministra Cármen Lúcia (Presidente), negou provimento ao agravo
regimental, com majoração de honorários, obedecidos os limites do art. 85, §
2°, § 3° e § 11, do CPC, e com aplicação da multa prevista no art. 1.021, § 4°,
do CPC. Plenário, sessão virtual de 11 a 18.8.2017 (Portaria n° 174, de 8 de
agosto de 2017).
EMB.DECL. NO AG.REG. NOS EMB.DIV. NO RECURSO (459)
EXTRAORDINÁRIO 626.397
ORIGEM : MS - 70020345 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA ESTADUAL
PROCED. : PIAUÍ
RELATOR :MIN. LUIZ FUX
EMBTE.(S) : ABSALÃO MAIA MARQUES MACHADO E OUTRO(A/S)
ADV.(A/S) : EDUARDO BORGES ARAUJO (41595/DF) E OUTRO(A/
S)
ADV.(A/S) : MARCUS VINICIUS FURTADO COELHO (18958/DF,
167075/MG, 2525/PI)
ADV.(A/S) : JUAREZ CHAVES DE AZEVEDO JÚNIOR (8699/PI)
EMBDO.(A/S) : ESTADO DO PIAUÍ
PROC.(A/S)(ES) : PROCURADOR-GERAL DO ESTADO DO PIAUÍ
Decisão: O Tribunal, por unanimidade e nos termos do voto do
Relator, rejeitou os embargos de declaração e aplicou à parte embargante
multa de 2% sobre o valor atualizado da causa (artigo 1.026, § 2°, do
CPC/2015). Por fim, por maioria, e nos termos do voto do Relator, vencido o
Ministro Marco Aurélio, o Tribunal determinou seja certificado o trânsito em
julgado e promovida a baixa imediata dos autos à origem, independentemente
da publicação do acórdão. Plenário, sessão virtual de 11 a 18.8.2017 (Portaria
n° 174, de 8 de agosto de 2017).
EMB.DECL. NOS EMB.DIV. NO AG.REG. NO RECURSO (460)
EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 935.154
ORIGEM : 04806395420088190001 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA
ESTADUAL
PROCED. : RIO DE JANEIRO
RELATOR :MIN. LUIZ FUX
EMBTE.(S) : ANDRE PEREIRA DA SILVA
ADV.(A/S) : GUILHERME DE MIRANDA MACHADO PAUPERIO
(101617/RJ)
EMBDO.(A/S) : MINISTERIO PUBLICO DO ESTADO DO RIO DE
JANEIRO
PROC.(A/S)(ES) : PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO
RIO DE JANEIRO
INTDO.(A/S) : JORGE LUIZ DA SILVA
ADV.(A/S) : BRUNO RODRIGUES (2042A/DF)
Decisão: O Tribunal, por maioria e nos termos do voto do Relator,
vencido o Ministro Marco Aurélio, converteu os embargos de declaração em
agravo regimental e a ele negou provimento, determinando a certificação do
trânsito em julgado e a baixa imediata dos autos à origem,
independentemente da publicação do acórdão. Plenário, sessão virtual de 11
a 18.8.2017 (Portaria n° 174, de 8 de agosto de 2017).
EMB.DECL. NO AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM (461)
AGRAVO 989.028
ORIGEM : 00170552120134036100 - TRIBUNAL REGIONAL
FEDERAL DA 3a REGIAO
PROCED. : SÃO PAULO
RELATOR : MINISTRO PRESIDENTE
EMBTE.(S) : SINDICATO NACIONAL DAS EMPRESAS DE
ARQUITETURA E ENGENHARIA CONSULTIVA -
SINAENCO
ADV.(A/S) : RENATO BARTOLOMEU FILHO (81444/MG, 396921/SP)
EMBDO.(A/S) : UNIÃO
PROC.(A/S)(ES) : PROCURADOR-GERAL DA FAZENDA NACIONAL
Decisão: O Tribunal, por unanimidade e nos termos do voto da
Relatora, Ministra Cármen Lúcia (Presidente), rejeitou os embargos de
declaração. Plenário, sessão virtual de 11 a 18.8.2017 (Portaria n° 174, de 8
de agosto de 2017).
Brasília, 21 de agosto de 2017.
Doralúcia das Neves Santos
Assessora-Chefe do Plenário
ACÓRDÃOS
Centésima Décima Sétima Ata de Publicação de Acórdãos,
realizada nos termos do art. 95 do RISTF.
AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE 4.720 (462)
ORIGEM : ADI - 4720 - SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
PROCED. : DISTRITO FEDERAL
RELATORA : MIN. CÁRMEN LÚCIA
REQTE.(S) : GOVERNADOR DO ESTADO DE RORAIMA
PROC.(A/S)(ES) : PROCURADOR-GERAL DO ESTADO DE RORAIMA
INTDO.(A/S) :ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE RORAIMA
ADV.(A/S) : JEAN PIERRE MICHETTI (315/RR) E OUTRO(A/S)
Decisão: O Tribunal, por unanimidade e nos termos do voto da
Relatora, julgou procedente a ação, para declarar a inconstitucionalidade da
Lei roraimense 748/2009. Ausentes, justificadamente, os Ministros Celso de
Mello e Roberto Barroso, e, participando do Seminário de Verão 2017, na
Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, em Portugal, o Ministro
Ricardo Lewandowski. Presidiu o julgamento a Ministra Cármen Lúcia.
Plenário, 30.6.2017.
EMENTA: AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE.
EDUCAÇÃO SUPERIOR. RECONHECIMENTO DE DIPLOMAS DE PÓS-
GRADUAÇÃO STRICTO SENSO EXPEDIDOS POR INSTITUIÇÕES DE
ENSINO SUPERIOR DOS ESTADOS DO MERCOSUL. LEI RORAIMENSE N.
748/2009. AÇÃO JULGADA PROCEDENTE.
1. A internalização de títulos acadêmicos de mestrado e doutorado
expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras há de ter
tratamento uniforme em todo o Estado brasileiro, devendo ser regulamentada
por normas de caráter nacional.
2. A Lei roraimense n. 748/2009 macula-se por inconstitucionalidade
formal, pela usurpação de competência privativa da União para legislar sobre
diretrizes e bases da educação nacional (art. 22, inc. XXIV, da Constituição da
República).
3. A União estabeleceu os requisitos para a validação de títulos de
pós-graduação stricto sensu emitidos por instituições de ensino superior de
Portugal e dos Estados do Mercosul no art. 48 da Lei n. 9.394/1996, no
Decreto n. 5.518/2005, no Decreto Legislativo n. 800/2003 e na Resolução n.
3/2011 da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação
(CNE/CES) do Ministério da Educação.
3. Ação julgada procedente para declarar a inconstitucionalidade da
Lei roraimense n. 748/2009.
AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE 5.168 (463)
ORIGEM : ADI - 5168 - SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
PROCED. : ALAGOAS
RELATORA : MIN. CÁRMEN LÚCIA
REQTE.(S) : GOVERNADOR DO ESTADO DE ALAGOAS
PROC.(A/S)(ES) : PROCURADOR-GERAL DO ESTADO DE ALAGOAS
INTDO.(A/S) :ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE ALAGOAS
ADV.(A/S) : SEM REPRESENTAÇÃO NOS AUTOS
Decisão: O Tribunal, por unanimidade e nos termos do voto da
Relatora, julgou procedente a ação, para declarar a inconstitucionalidade da
Lei alagoana n° 7.613/2014. Ausentes, justificadamente, os Ministros Celso de
Mello e Roberto Barroso, e, participando do Seminário de Verão 2017, na
Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, em Portugal, o Ministro
Ricardo Lewandowski. Presidiu o julgamento a Ministra Cármen Lúcia.
Plenário, 30.6.2017.
EMENTA: AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE.
EDUCAÇÃO SUPERIOR. RECONHECIMENTO DE DIPLOMAS DE PÓS-
GRADUAÇÃO STRICTO SENSO EXPEDIDOS POR INSTITUIÇÕES DE
ENSINO SUPERIOR DE PORTUGAL E DOS ESTADOS DO MERCOSUL.
LEI ALAGOANA N. 7.613/2014. AÇÃO JULGADA PROCEDENTE.
1. A internalização de títulos acadêmicos de mestrado e doutorado
expedidos por instituições de ensino superior estrangeira há de ter tratamento
uniforme em todo o Estado brasileiro, devendo ser regulamentada por normas
de caráter nacional.
2. A Lei alagoana n. 7.613/2014 macula-se por inconstitucionalidade
formal, pela usurpação de competência privativa da União para legislar sobre
diretrizes e bases da educação nacional (art. 22, inc. XXIV, da Constituição da
República).
3. A União tratou de matéria relativa aos requisitos para a validação
de títulos de pós-graduação stricto sensu emitidos por instituições de ensino
superior de Portugal e dos Estados do Mercosul no art. 48 da Lei n.
9.394/1996, nos Decretos ns. 3.927/2001 e 5.518/2005, nos Decretos
Legislativos ns. 165/2001 e 800/2005 e na Resolução n. 3/2011 da Câmara de
Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (CNE/CES) do
Ministério da Educação.
3. Ação julgada procedente para declarar a inconstitucionalidade da
Lei alagoana n. 7.613/2014.
Confirma a exclusão?